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‘Tempo de Guerra’: Novo filme do diretor de ‘Guerra Civil’ conquista 90% de aprovação no RT; Confira as avaliações!

Tempo de Guerra‘ (Warfare), novo filme dirigido e roteirizado por Alex Garland (‘Guerra Civil’) e Ray Mendoza (‘A Lista Terminal’) pôde ser conferido pela crítica especializada norte-americana e as primeiras críticas já estão entre nós.

Abrindo com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa foi amplamente elogiado por sua voracidade em retratar as minúcias da guerra e a irmandade que se forma entre os membros do Exército.

Além disso, a produção foi considerada “crua”, “honesta” e “intensa”, por não se esquivar de mostrar os detalhes mais brutais dos confrontos entre Os Estados Unidos e o Iraque, se atendo aos horrores de uma guerra.

Confira as primeiras avaliações:

“‘Tempo de Guerra não tem necessariamente como objetivo explicar, justificar ou condenar as origens desses conflitos de guerra. Em vez disso, o filme visa retratar um cenário de combate da forma mais precisa possível, o que Tempo de Guerra consegue fazer de mais de uma maneira”. – Aidan Kelley, Collider

Alex Garland e Ray Mendoza apresentam 90 minutos sangrentos e cheios de tensão de guerra realista em seu novo filme brutal centrado nos soldados”. – Mary Kassel, Screen Rant

“É notavelmente imparcial, apresentando um incidente que não é nem moral nem amoral, mas verdadeiro e terrível”. – G. Allen Johnson, San Francisco Chronicle

“‘Tempo de Guerra‘ é um filme que quer ser sentido mais do que interpretado, mas não faz sentido para mim como um convite — apenas como um aviso criado a partir das feridas de uma memória”. – David Ehrlich, IndieWire

“A guerra é um inferno, e ‘Tempo de Guerra se recusa a fugir dele. Livre das óperas da maioria dos filmes supostamente anti-guerra, é ainda mais eficaz por sua simplicidade. É respeitosamente extenuante”. – Alex Godfrey, Empire Magazine

“Ele raspa cada último pedaço de glamour romântico da imagem do combate, e eu acho que você poderia dizer que isso é uma conquista. Mas é uma conquista, neste caso, que parece estar se saudando”. – Owen Gleiberman, Variety

Garland está trabalhando em sua melhor forma e com um comando técnico deslumbrante no que é sem dúvida seu melhor filme desde sua estreia, Ex Machina”. – David Rooney, The Hollywood Reporter

“A ofuscação de sua missão e as baixas que ela causa tornam seu comprometimento lamentável. Se há um vilão em ‘Tempo de Guerra‘, é a apatia”. – Brianna Zigler, AV Club

“Eu certamente ficaria desconfortável em chamá-lo de filme de ação, embora grandes trechos dele não sejam nada além disso. Ele deixa perguntas ecoando em seus ouvidos, assim como tiros”. – Robbie Collin, Daily Telegraph (UK)

Recentemente, produção ainda ganhou um novo e emocionante vídeo promocional, que mostra os bastidores das gravações. O featurette ainda destaca a bravura dos combatentes que inspiraram o vindouro filme e traz parte do elenco comentando a respeito do preparo e dedicação necessários para honrar os heróis de guerra.

Assista:

O longa será lançado nos cinemas brasileiros no dia 18 de abril.

Confira as imagens oficiais e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco deWarfare conta com D’Pharaoh Woon-A-Tai, Will Poulter, Joseph Quinn, Charles Melton, Cosmo Jarvis, Kit Connor, Finn Bennett, Taylor John Smith, Michael Gandolfini, Adain Bradley, Noah Centineo, Evan Holtzman e Henrique Zaga.

Robert Downey Jr. confirma que retorna para ‘Vingadores 4′; Veja foto!

Em uma publicação em seu Instagram, o ator Robert Downey Jr. confirmou que retorna para ‘Vingadores 4‘, apesar de rumores de que seu personagem poderia não voltar.

O ator disse na legenda:

“Novo filme, nova cadeira.”

Apesar da imagem não provar muito sobre a trama e sobre o destino do personagem em ‘Guerra Infinita’, já podemos dizer que oHomem de Ferro estará presente no filme.

Teoria aponta morte de Homem de Ferro em ‘Vingadores 4’; Confira!

Vingadores: Guerra Infinita chega ao cinemas em 25 de Abril de 2018 e Vingadores 4 fica para 2019.

 

‘Upgrade’: Terror futurista da Blumhouse ganha sinopse

O novo terror da Blumhouse,Upgrade, ganhou uma imagem e sinopse oficial, revelando uma trama macabra que se passa em um futuro próximo. Confira:

“No futuro próximo, a tecnologia controla quase todos os aspectos da vida. Mas quando Gray, um tecnofóbico, tem seu mundo virado de cabeça para baixo, sua única esperança de vingança é um implante experimental de chips de computador chamado Stem”

O longa é dirigido pelo diretor e também ator Leigh Whannell, deSobrenatural: A OrigemeJogos Mortais’. Jason Blum produz.

Betty Gabriel (Corra!’), Logan Marshall-Green, Rosco Campbell e Richard Cawthorne estrelam.

Upgradechega aos cinemas americanos em 1 de junho de 2018. Ainda sem data de estreia para o Brasil.

Matt Smith, de ‘Doctor Who’, entra para elenco de ‘Star Wars: Episódio 9’

As expectativas para Star Wars: Episódio 9’ só crescem e o filme acabou de ganhar uma nova adição ao elenco: Matt Smith, de ‘Doctor Who’.

Por enquanto, não há informações de quem ele interpretará, se um dos rebeldes ou parte do Império.

Enquanto isso, novas fotos vazadas do set mostram a participação de uma personagem misteriosa.

Nas imagens, podemos ver Finn, Poe Dameron e Chewbacca no que parece ser uma missão da Resistência em um planeta remoto ainda não identificado. Junto ao grupo, vemos a presença de uma misteriosa nova personagem, que pode estar sendo vivida pela atriz Naomi Ackie, recém integrante do elenco. Confira:

Recentemente, o ator Domhnall Gleeson (General Hux) contou para o jornalista Brent Lang, durante o tapete vermelho da Focus Features, que o diretor J.J. Abrams está fazendo um trabalho incrível no filme.

“É ótimo que Abrams volte para completar a trilogia que começou. Vocês podem ficar ansiosos para ver J.J. fazendo o que ele faz de melhor. Vai ser épico, mas também será muito surpreendente”

Daisy Ridley (Rey), John Boyega (Finn), Oscar Isaac (Poe), Lupita Nyong´o (Maz), Domhnall Gleeson (Hux), Kelly Marie Tran (Rose), Joonas Suotamo (Chewbacca) e Billie Lourd – filha de Carrie Fisher na vida real – retornam para seus personagens no desfecho. Além de Dominic Monaghan (Lost), Keri RussellNaomi Ackieque entraram para o elenco de novatos.

Já entre os veteranos, Mark Hamill (Luke), Anthony Daniels (C3PO) e Billy Dee Williams (confirmado como Lando) também marcarão presença. Carrie Fisher estará de volta como Leia. Para isso, serão utilizadas filmagens da atriz que não entraram no episódio VII. O diretor J.J. Abrams, que volta para a direção do último filme da saga Skywalker, disse que Fisher é insubstituível e que não foi cogitado o uso de outra atriz para a personagem, ou tampouco efeitos especiais de computador.

Adam Driver também está creditado para retornar como Kylo Ren. E o filme conta ainda com a adição de Keri Russell em um personagem que não foi divulgado.

O roteiro é assinado por Abrams em parceria com Chris Terio (Argo), Derek Connolly (Jurassic World) e Colin Trevorrow.

Star Wars: Episódio 9’ estreia nos cinemas brasileiros em 19 de dezembro de 2019.

 

D23 | Dicas para não passar perrengues na convenção da Disney

Pela primeira vez na história da Disney, a gigante do entretenimento norte-americano trouxe sua maior convenção para o Brasil: a D23. Localizada no Transamerica Expo Center, em São Paulo, a Expo reúne ativações, painéis, brindes e convidados de renome internacional para três dias de anúncios e diversão. A inauguração aconteceu nesta sexta (8), com painéis dedicados à Pixar e às animações Disney. Neste sábado, o centro de convenções deve ficar abarrotado de gente para conferir as novidades e atores da Marvel e Lucasfilm.

Porém, como todo grande evento de entretenimento, a D23 é terreno perfeito para marinheiros de primeira viagem se perderem diante de tantas coisas para fazer. Pensando nisso, o CinePOP listou algumas dicas para ajudar quem pretende ir nesse final de semana. Confira!

1- Chegue cedo

Assim como na prova do ENEM, deixar para ir à D23 em cima da hora é um péssimo negócio. Isso porque o entorno do centro de convenções é composto por ruas estreitas, então a chance de pegar engarrafamento é muito grande. Além disso, a concorrência pelas ativações, principalmente neste sábado, é muito grande. Então é bom chegar cerca de uns 40 minutos antes dos portões abrirem para conseguir retirar a credencial sem maior estresse e já tirar foto com os letreiros e o Mickey gigante que ficam na entrada da expo.

2- Use transporte público

Por conta da chance do trânsito, a melhor alternativa para ir e sair do Transamerica Expo Center é de transporte público. Há um transfer saindo da estação Santo Amaro (Avenida Padre José Maria ) e outro da estação Pinheiros (Rua Sumidouro, 750) que deixam o público já dentro do centro de exposições. Eles funcionam das 6h30 às 20h30. Há também um espaço para pedir carros de aplicativos lá dentro. Quem preferir ir de carro, é melhor chegar muito cedo. Há um estacionamento no local, mas as vagas são limitadíssimas e o valor não é muito convidativo.

3- Evite levar peso

Leve somente o essencial. Um bolsa pesada é sinônimo de desconforto, porque pode acreditar que você vai andar muito ao longo da feira. Mais do que isso, levar um bolsa cheia de coisas ainda pode te fazer perder tempo na fila da revista para entrada. Nesta sexta (8), houve uma fila bem mais rápida para quem estava sem bolsa.

4- Leve água

Passar o dia em um centro de exposições é certeza de que você precisará beber água. Garrafinhas descartáveis podem entrar sem problemas. Há também bebedouros do lado de dentro, então você não precisará gastar com água se já tiver a garrafinha. É bom destacar que alimentos industrializados em embalagens vedadas, como biscoitos e batatas fritas, podem entrar. E levá-los poderá fazer a diferença, visto que há pontos de alimentação lá dentro, mas são bem caros.

 

5- Prioridades

Para curtir bem o evento, é necessário definir suas prioridade. Se for um dia só, provavelmente terá de escolher entre as ativações e os painéis. Para quem curte as ativações, é bom ressaltar que não precisa agendar horários. É só chegar e participar. Já os painéis, houve um agendamento prévio feito pelo site. Quem conseguiu agendar o horário, poderá entrar sem maiores problemas. Quem não tiver horário pode tentar a sorte, mas saiba que provavelmente não conseguirá entrar.

6- Disney Store

Quem tiver interesse em comprar os belíssimos produtos, sejam os exclusivos ou não, a dica de ouro é correr para a Disney Store assim que chegar. A fila do público para comprar os brinquedos, pins e roupas foi monstruosa, com dezenas de fãs tendo perdido horas na fila e ainda assim não tendo conseguido entrar. Ou seja, se compras forem sua prioridade, já corra direto para lá. Outra ativação extremamente concorrida foi a de Star Wars. É outra que já vale a pena entrar e correr para lá.

7- Brindes

Quem gosta de brindes, saiba que há muitas chances de ganhar os famosos pins. Os principais são a ativação de O Urso, em que os participantes precisam montar um quebra-cabeças em formato de prato. O vencedor ganha um avental da série, já os perdedores levam um pin fantástico do show. Na ativação dos Simpsons, os fãs poderão tirar foto no icônico sofá da família e se esconderem na cerca viva junto ao Homer. O brinde é um pin no formato do Donut de Homer Simpson. O estande do Disney+ também traz uma ativação diferente. Os participantes brincam de um jogo da memória e podem ganhar um pin metálico com o logo do streaming. Há também a ativação da Branca de Neve, que dá uma ecobag. Vale procurar também as ativações das marcas patrocinadoras do evento.

8- Exclusivos

Há produtos exclusivos da D23. Na Disney Store, camisetas, bonés, canecas e pins que serão comercializados apenas no Brasil estão disponíveis. Da mesma forma, há um estande da Converse com os famosos tênis All Star com estampas que só serão vendidas nos três dias do evento. Mas o grande nome de exclusivos da vez é a Iron Studios. Além de uma coleção de pins que vêm acomodados em caixinhas que simulam VHS, eles trouxeram colecionáveis de cair o queixo, cuja venda se limitará aos três dias do festival, como a estátua de Walt Disney sentado no banco do parque ao lado do Mickey Mouse. Essa, inclusive, acabou em cerca de duas horas de evento. Haverá reposição de estoque no sábado (9).

9- Preste atenção

Para quem gosta de tietar os famosos, é bom dizer que alguns convidados estão andando pela feira. A estrutura das ativações é tão interessante que nem mesmo eles resistem e dão uma escapadinha para conferir. Na sexta, eles foram bastante acessíveis a pedidos de fotos e até mesmo de conversas rápidas.

10- Divirta-se

Por fim, mas não menos importante, o conselho máximo é se divertir. Mais do que brincadeiras e espaços para tirar fotos e fazer compras, a D23 é uma celebração a essa paixão de milhões de brasileiros pela Disney. Para a galera que se sente excluída no dia a dia por não se encaixar nas conversas padrões, o evento é uma oportunidade incrível para conhecer pessoas que compartilham das mesmas paixões que você. Também há uma série de musicais e apresentações para curtir, assim como espaços para planejar viagens para os parques da Disney. É realmente uma chance sensacional de escapar da rotina exaustiva e se encantar com o mundo mágico do estúdio.

Crítica | Todo Tempo que Temos – Andrew Garfield e Florence Pugh Juntos em EMOCIONANTE Romance

Receber o diagnóstico de uma doença é um momento muito difícil na vida de qualquer pessoa, e esse momento se torna ainda mais difícil se a doença já estiver em estágio avançado ou for incurável. Tanto a literatura quanto o cinema têm abordado bastante esse tema, primeiramente com um olhar mais dramático sobre e agora, nos últimos tempos, com um tom mais esperançoso nas produções, mesmo que nem sempre o final seja feliz. Muito mais inclinado a retratar o que há de bom na vida apesar dos pesares, estreia no cinema o romance dramáticoTodo Tempo que Temos’.

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Tobias (Andrew Garfield, de ‘O Espetacular Homem-Aranha’) é dono de uma grande empresa de produtos pra café da manhã e ele vive viajando, o que acaba destruindo seu casamento. Prestes a assinar o papel do divórcio, ele acaba atropelado por Almut (Florence Pugh, de ‘Duna – Parte 2’), e, por ironia do destino, os dois acabam se apaixonando perdidamente. Ela, uma importante chef de cozinha, tem ambiciosos sonhos de participar de competições e ele, com sua empresa segura, só pensa em ter uma família. Do encontro desses dois a vida vai acontecendo, até Almut ser diagnosticada com uma doença incurável e se dar conta de que tem pouco tempo de vida. Agora, Tobias e Almut precisam pensar em como vão passar todo o tempo que têm juntos.

Antes de qualquer coisa é preciso dizer que ‘Todo Tempo que Temos’ é simplesmente um filme adorável. Sim, ele é drama, e desde o início você já sabe como terminará a história, mas nem por isso o espectador se envolve menos com o enredo, pois o que vale aqui é a construção, é como esses personagens vão se desenvolvendo e fazendo escolhas que os levam para determinados caminhos. É, sim, desses filmes que fazem você chorar, sem você nem mesmo esperar por isso, como anteriormente o fez ‘Como Eu Era Antes de Você‘.

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O roteiro de Nick Payne (de ‘A Última Carta de Amor’), entretanto, pode gerar alguma confusão em quem assiste ao filme, pois faz a história não só ficar indo e vindo no tempo (e, considerando que o espaço de tempo deles é curto, poucos anos, são poucas as diferenças estéticas nas memórias) como também à medida que a trama avança, ela começa também a intercalar com memórias do presente. Ou seja, navegamos em três períodos de tempo em um intervalo curto, com muitos acontecimentos, e às vezes podemos nos perder se aquilo que vemos é passado, presente ou desejo de futuro.

O realizador John Crowley consegue extrair o melhor do seu elenco, em atuações intensas emocionalmente e carismáticas do casal protagonista. A química entre Garfield e Pugh chega a ser palpável – a gente realmente acredita que os dois são um casal. Há cenas belissimamente gravadas, como a do nascimento do bebê em um contexto absurdo, que mistura drama, tensão, adrenalina, romance e humor tudo numa única sequência que deixa todo mundo a flor da pele. E Andrew Garfield, especialmente, se mostra tão frágil e emotivo que em quase todas as suas cenas o ator parece a ponto de chorar; dá vontade de abraçar ele.

Todo Tempo que Temos’ tem drama, humor e esperança na medida certa. Não é um filme sobre doença ou sobre perda, mas sim sobre amor, apesar das doenças e das perdas no caminho. Um filme lindo, emocionante e que vai preencher o coração do espectador.

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‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: Gravações começam apenas em fevereiro de 2021

Os estúdios Marvel recontrataram James Gunn como o diretor de Guardiões da Galáxia Vol. 3’ e parece que as produções já tem previsão de início – ou seja, o mais cedo que conseguirem. Segundo o site Production Weekly, as gravações do terceiro filme da franquia irão começar em fevereiro de 2021 sob o título de produção ‘Hot Christmas’.

Vários fatores influenciaram na escolha da data em questão, sendo a mais importante o fato de que Gunn ainda está atado ao reboot ‘O Esquadrão Suicida’, cujo lançamento ocorre em agosto de 2021. Logo, é provável que o diretor termine seu trabalho dentro do DCEU antes de retornar para a Marvel.

O presidente da Walt Disney Studios, Alan Horn, que participou da decisão inicial de demitir Gunn no verão passado, se encontrou com o diretor várias vezes depois que ele foi retirado do cargo. Horn foi persuadido a mudar de idéia depois de ver o pedido público de desculpas de Gunn e sua subsequente manipulação da situação. O caso de Gunn provavelmente também foi ajudado por seu elenco e colegas, que eram todos a favor de sua recontratação.

‘O Esquadrão Suicida’: Ator fala sobre possibilidade de Coringa aparecer no filme

Em uma recente entrevista à Variety, Joel Kinnaman, que reprisará seu papel como Rick Flag em ‘O Esquadrão Suicida, falou sobre a possibilidade de Joaquin Phoenix fazer uma aparição como Coringa no longa-metragem.

“Seria incrível”, o ator comentou. “Eu duvido disso, mas quero dizer que seria muito legal”.

É bem improvável que Phoenix volte a viver o Palhaço do Crime dentro do DCEU, visto que o diretor Todd Phillips havia comentado que o filme não faz parte do universo estendido.

Acerca do reboot-sequência de Esquadrão Suicida, Kinnaman não poupou elogios sobre James Gunn, que comanda o projeto, e disse que o roteiro é incrível.

“Ele escreveu um roteiro fantástico. É muito engraçado… Me sinto como se estivesse rodando minha primeira comédia”, ele acrescentou. “Há muitas pessoas realmente engraçadas ali. É como uma experiência de aprendizagem. Estou ao redor de pessoas incríveis”.

Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) também irão reprisar seu papéis.

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

‘O Esquadrão Suicida será lançado nos cinemas no dia 06 de agosto de 2021.

Opinião | ‘One World’ e o poder incomparável de Lady Gaga

Em 2008, a indústria fonográfica ganhava um novo e ressonante capítulo com a insurgência astronômica de Lady Gaga, alter-ego recheado de referências da jovem Stefani Joanne Angelina Germanotta. Com o lançamento de The Fame, seu álbum de estreia que até hoje carrega o título de um dos melhores débuts da História da música, a artista mostrou-se versátil ao ponto de recuperar as glórias do início do século do pop ao mesmo tempo que reinventava-se – aspecto que seria apenas confirmado em pouco mais de uma década de carreira, cinco CDs solos, uma colaboração ao lado do lendário Tony Bennett e uma trilha sonora que viria a se tornar a mais premiada de todos os tempos.

Ao longo do denso The Fame Monster’, do político Born This Way, do subestimado ‘ARTPOP’, do intimista Joannee das irretocáveis rendições de ‘Nasce Uma Estrela’, Gaga viria a levar para casa nada menos que 11 estatuetas do Grammy – além de um Oscar, dois Globos de Ouro, um BAFTA e centenas de outros prêmios que a colocariam como a segunda artista viva mais laureada (perdendo apenas para outra lenda da música, a nossa sempre impecável Beyoncé). Mas a estonteante vida da performer, que a cada ano abre um novo capítulo e nos entrega algo inesperado, não é apenas pautada em condecorações máximas do mundo da música e da atuação: ela, assim como tantos outros que vieram antes, sempre destinou grande parte de sua existência para ajudar os outros através de dezenas de atividades filantrópicas – que confirmaram-se mais uma vez em 2020 com a curadoria do One World: Together at Home.

Desde o sucesso que Gaga fizera com o remake de ‘Nasce Uma Estrela’, seus fãs (apelidados carinhosamente de little monsters) clamavam pelo retorno da popstar ao mundo da música – com ênfase no gênero pop, que já vinha deixando de lado desde 2014 para explorar outras vertentes de suas múltiplas máscaras artísticas. Não foi até o começo deste ano que “Stupid Love”, single de seu próximo álbum, viria a causar comoção entre os ouvintes – mas a alegria duraria pouco: mesmo com uma estreia sólida nos charts (conquistando o 5º lugar da Hot 100 da Billboard apesar de ter vazado um mês antes do lançamento oficial), a cantora e compositora parecia não investir muitos esforços para que a música continuasse nas paradas internacionais ou nas rádios. E o motivo seria explicado poucas semanas depois.

Em meio à pandemia sem precedentes do novo coronavírus (COVID-19), a Gaga perceberia que seu lado filantrópico e empático precisava ser colocado em ação de novo: afastando-se das mídias, ela conseguiu reunir esforços inenarráveis para dar vida a um evento musical que talvez tenha ultrapassado as expectativas de qualquer um. O ‘One World’, como ficou conhecido o supracitado “festival”, foi transmitido na noite de ontem através de diversos canais estadunidenses e brasileiros, começando às 15h (horário de Brasília) e estendendo-se até as 23h, trazendo uma mistura extremamente equilibrada de novos e clássicos talentos da esfera do entretenimento, além de unir o mundo mais uma vez em uma luta pela saúde que trouxe comentários de especialistas da área da saúde e de grandes líderes globais.

Ao longo de oito horas, nomes como Charlie Puth, Jessie J, Adam Lambert, Ellie Goulding, Jess Glynne e Annie Lennox aceitaram o convite de Gaga para participarem dos pré-shows, pequenos vídeos pré-gravados que seriam transmitidos ao longo do dia com clássicos originais ou rendições espetaculares em homenagem aos profissionais que estão na linha de frente para impedir que o vírus nos ataque. Jennifer Hudson faria uma memorável (sem trocadilhos intencionais) apresentação de “Memory”, dando uma pausa antes de voltar com “Hallelujah”; Andra Day abriria as performances com a emocionante e impecável “Rise Up” (um hino necessário para os dias que enfrentamos).

Mais à noite, o show principal ocorreria: a curadora e organizadora do evento nos encantaria com sua voz e com uma releitura de “Smile”, de Nat King Cole. Os Rolling Stones se reuniriam cada um em sua casa para uma apresentação tão exuberante quanto seus concertos ao vivo; Billie Eilish e Finneas sairiam de uma vitória espetacular do Grammy Awards para a acústica versão de “Sunny”; Taylor Swift cantaria uma de suas iterações, “Soon You’ll Get Better”; e, para fechar com chave de ouro, Gaga se reuniria na vindoura colaboração com Céline Dion, John Legend, Andrea Bocelli e Lang Lang em “The Prayer”, música que já vinha sendo promovida como uma das melhores dos últimos anos desde 2019.

Entretanto, se os nomes supracitados já nos tiraram o fôlego, nada poderia nos preparar para os solilóquios de esperança e de militância trazidos em uma reflexiva retórica por convidados imprescindíveis: Matthew McConaughey, Danai Gurira, Don Cheadle, Queen-B, Samuel L. Jackson, Oprah Winfrey, Bill Gates e até mesmo uma colaboração inesperada e chocante de Michelle Obama e Laura Bush, duas ex-primeiras damas dos Estados Unidos que sucederiam comentários de outros influentes nomes da política, da saúde, da economia e da sociedade. Tudo isso feito com o apoio da OMS, da Global Citizen, e supervisionado por Lady Gaga.

E por que exatamente falamos disso?

Desde sua ascensão à fama, a performer nunca deixou de apoiar minorias sociais, destinando grande parte de seu lucro e de suas músicas para a comunidade LGBTQ+. Em 2011, fundou a Born This Way Foundation ao lado da mãe, Cynthia Germanotta. Estabelecida na Universidade de Harvard e nomeada a partir de seu álbum lançado no mesmo ano, essa organização não-lucrativa visa à inspiração dos mais jovens e à construção de um mundo melhor, principalmente àqueles que foram expulsos ou fugiram de casa ao se assumirem. Partindo dos princípios de coragem, gentileza e apoio, suas campanhas surtem efeito até hoje e contribuem para prospectos mais sólidos a todo mundo. Um ano atrás, Gaga diria que não poderia participar da regravação de “We Are the World”, single de caridade em apoio ao terremoto que devastou Haiti e deixou milhares de mortos; pouco depois, destinaria os lucros de seu show em Nova York para ajudar a reacender a chama de esperança aos necessitados.

Em 2019, ela entregaria um histórico discurso durante a celebração dos 50 anos de Stonewall, agradecendo aos mais velhos por se imporem em busca de um futuro melhor. Nove anos antes, faria declarações polêmicas condenando a política do Don’t Ask, Don’t Tell, expondo as falcatruas da esfera militar norte-americana e condenando a homofobia que se escondia nos quartéis. Neste ano, pouco antes de anunciar a espetacular live que pararia o mundo mais uma vez, Gaga realizaria diversas reuniões virtuais com empresas multi-bilionárias para arrecadar US$35 milhões para auxiliar no combate ao coronavírus.

E, se você pensava que os esforços já haviam acabado, os shows que organizou meticulosamente para nos manter entretidos e agradecer aos soldados da linha de frente das pesquisas científicas e dos que lutam para salvar centenas de vida por dia culminaram em uma receita de quase US$128 milhões para auxiliar os trabalhadores.

Em meio a solilóquios e ações vazias, Lady Gaga provou mais uma vez que seu legado e sua influência são maiores do que muitos lhe dão crédito – e, sem a menor sombra de dúvida, mostra ser a pessoa mais poderosa do mundo por uma série de razões explicadas nos parágrafos acima. Entretanto, isso não é o principal: o principal é que esse poder imensurável é sempre destinado para o bem e, como sempre defendeu, para o trilhamento de um futuro mais colorido, empático e ensolarado.

Miley Cyrus divulga vídeo de bastidores de “Midnight Sky”, seu novo single oficial

Miley Cyrus divulgou o vídeo de bastidores de “Midnight Sky”, seu retorno para as pistas de dança depois de ‘Younger Now’.

Confira:

A música promocional é a primeira de seu novo álbum de estúdio, ‘She Is Miley Cyrus, o sétimo completo da discografia.

Ainda sem estreia confirmada, sabe-se que a produção originalmente se dividiria em 3 EPs, começando com ‘She Is Coming’ no ano passado. Entretanto, a separação entre Cyrus e Liam Hemsworth, até então seu marido, e a pandemia do COVID-19 a fez mudar os planos.

Miley fez sucesso mundial ao encarnar o alter-ego Hannah Montana para a série homônima do Disney Channel e, sendo afilhada de Dolly Parton e filha de Billy Ray Cyrus, lançou-se na indústria fonográfica de cabeça a partir de 2007. Em 2013, ofereceu uma drástica mudança de estilo com o lançamento de Bangerz, um subestimado álbum que trouxe misturas de hip-hopsynth-popcountry.

A artista também é uma grande porta-voz da comunidade LGBTQ+, fundando, em 2014, a Happy Hippie Foundation para jovens desabrigados.

Crítica | Alicia Keys adota um tom confessional e reflexivo em ‘The Diary of Alicia Keys’

Seguir os passos de Songs in A Minor seria um trabalho bastante complicado – mas não para Alicia Keys. Depois de seu estrondoso début com um dos melhores álbuns da década de 2000, a cantora e compositora estava pronta para mergulhar em uma nova aventura, dessa vez adotando um tom mais confessional do que suas investidas anteriores, encontrando sucesso em explorações à la soup-chicken-for-the-soul. As declamações, outrora restritas a relacionamento românticos, amadureceram para reflexivos versos sobre a vida e sobre aqueles que se vão – além de, mais uma vez, abrir portas para o crescimento do neo-soul como um gênero mainstream. Foi a partir daí que surgiu um de seus álbuns mais famosos, o memorável ‘The Diary of Alicia Keys.

Levando a sintaxe do título à risca, Keys transformou uma longa jornada fonográfica, composta por quinze músicas e quase uma hora de duração, em um diário bastante pessoal e íntimo, fruto de suas experiências de um assertivo crescimento em meio a traumas e a eventos infelizes – incluindo a morte precoce de Aaliyah, que veio a influenciar a composição da faixa mais conhecida do CD, “If I Ain’t Got You”. Talvez o único problema, por falta de outro termo, provenha da necessidade de manter uma narrativa já contada em voga, criando uma espécie de continuidade em relação à obra de estreia e, por essa razão, esquecendo-se de investir em construções originais. Não se enganem: as faixas insurgem do âmago de uma performer que merece ser ouvida e, por essa razão, são poderosas do começo ao fim – mas é inegável sentir uma consonância tremenda com o que já havia nos apresentado dois anos antes.

A própria estrutura do álbum é dotada de semelhanças com ‘A Minor’: a primeira faixa demonstra, mais uma vez, a habilidade de Keys com o piano, construindo uma breve e mística introdução que mistura elementos orquestrais com a revitalização do R&B e dos impactantes beatdrops, dando as cartas do jogo que serão mostradas mais tarde. “Harlem’s Nocturne” faz uma ode à vida boêmia e misteriosa de um dos bairros mais conhecidos de Nova York, contrapondo-se e, ao mesmo tempo, unindo-se à apresentação mais sensorial de “Piano & I”. Pouco depois, a artista resolve fazer homenagem à sensualidade das girl groups dos anos 1990 e 2000 com “Karma”, cuja categórica declaração nos relembra de atos como o subestimado Mis-teeq.

Há um senso estético de profundo charme nas iterações que Alicia se dispõe a produzir e a escrever, tomando as rédeas de basicamente todo o processo criativo. Cada elemento é empolgante, dissonante do melhor jeito possível, e envolvente através de uma elegância saudosista e narcótica que viria a influenciar diversos nomes – incluindo Adele e Amy Winehouse com seus resgates mnemônicos do auge do soul e do blues. Os empolgantes interlúdios, “Feeling U, Feeling Me” e “Nobody Not Really”, atravessam a esfera cinemática e constroem narrativas sinestésicas que unem o melhor dos dois mundos em um breve escopo – fruto de uma imaginação irrefreável que sabe como se manter ávida em mundo movido pela rapidez.

A cantora sabe como tirar seu tempo para cautelosamente arquitetar dimensões novas e que a colocam numa exclusividade atemporal impecável e apaixonante. De fato, esse proposital anacronismo (que não deve ser entendido como antiquado, e sim como para além da cronologia humana) é a força-motriz de diversas tracks, ainda mais quando resolve homenagear Dionne Warwick e Gladys Knight com o mash-up “If I Was Your Woman/Walk On My”, retomando a arte dos anos 1960 e 1970 com infusões modernas do R&B e do hip-hop (dois gêneros que já haviam se tornado marca registrada de sua discografia). As consagrações permanecem na noventista “Slow Down” que, movida pelo piano, Alicia cria uma montanha-russa de experimentalismos que seguem caminhos inesperados e com vida própria; “Samsonite Man” a leva ainda mais longe, em uma trama sobre um relacionamento que não mais funciona.

Keys faz algumas escolhas ousadas no tocante a termos – certas investidas que fogem do lirismo a que estamos acostumados, motivo pelo qual podemos achar estranho parte das rendições. Mas, enquanto ela pode pecar na lapidação de algumas arestas pungentes, nos envolve pela potência ilimitada de seus vocais e pelas fabulescas e circenses acrobacias que funde em cada música; “You Don’t Know My Name” é a iteração que mais exemplifica a dificuldade em se cantar as obras da performer, pela intricada progressão e pela duração de mais de seis minutos (algo normal, considerando as epopeias digressivas de sua obra anterior.

Na supracitada “If I Ain’t Got You” e em “Diary”, faixas que coerentemente se isolam na primeira metade do álbum, Alicia Keys encontra espaço de sobra para falar sobre seu tema principal, resumido no chamativo carpe diem. “Algumas pessoas vivem pela fortuna; algumas, pela fama”, são os versos que clarificam o que precisamos buscar para ser feliz, algo que foge do materialismo exacerbado da sociedade contemporânea e que se isola em um plano intangível e metafísico – amizades, amor, espiritualidade, esperança… Não importa como você o entenda, ‘The Diary of Alicia Keys é uma produção que conversa com todos e que nos dá respostas mesmo quando não acreditamos precisar delas.

Nota por faixa:

  1. Harlem’s Nocturne – 5/5
  2. Karma – 4/5
  3. Heatburn – 4/5
  4. If I Was Your Woman/Walk on By – 4/5
  5. You Don’t Know My Name – 4/5
  6. If I Ain’t Got You – 5/5
  7. Diary (feat. Tony! Toni! Toné!, Jermaine Paul) – 4,5/5
  8. Dragon Days – 4/5
  9. Wake Up – 4,5/5
  10. So Simple (feay. Lellow) – 4,5/5
  11. When You Really Love Someone – 5/5
  12. Feeling U, Feeling Me – 5/5
  13. Slow Down – 5/5
  14. Samsonite Man – 5/5
  15. Nobody Not Really – 4,5/5

‘Loki’: Tom Hiddleston enfrenta um julgamento no novo teaser oficial da série; Confira!

Disney+ divulgou mais um teaser oficial da aguardada série Loki, cuja estreia está marcada para o dia 09 de junho na plataforma de streaming.

Confira:

“Ambientada logo após Loki roubar o Tesseract (de novo), ele é levado em custódia perante a Autoridade de Variação Temporal, uma organização burocrática que existe fora dos imites do espaço-tempo. Forçado a responder por seus crimes contra a sagrada linha do tempo, Loki precisa fazer uma escolha: ser apagado da realidade ou ajudar na captura de uma ameaça ainda maior.”

Apesar dos poucos detalhes, tudo indica que esta nova ameaça seja Kang, o Conquistador (Jonathan Majors).

Para quem não conhece, Kang é um dos personagens mais complexos da Marvel por conta de suas inúmeras identidades ao longo dos anos em que ele enfrentou os heróis da editora.

Descrito como descendente de Reed Richards, Nathaniel Richards nasceu no século 30 e teve acesso a uma máquina do tempo, que lhe permitiu percorrer diferentes eras da humanidade assumindo diferentes identidades na tentativa de se tornar um governante supremo.

Por conta de suas atividades, o Quarteto Fantástico percebeu sua interferência no espaço-tempo e eles se tornaram grandes inimigos a partir daí, o que levou a uma série de eventos catastróficos na história.

Ainda não se sabe como o personagem será revelado no MCU, então sua origem pode ser alterada e outros elementos podem ser adicionados em relação ao seu verdadeiro eu.

O elenco conta com Tom Hiddleston, Owen WilsonGugu Mbatha-RawSophia Di MartinoWunmi Mosaku e Richard E. Grant.

A trama dirigida por Kate Herron irá acompanhar as aventuras do Loki em 2012.

Ele ainda estará procurando vingança por seu relacionamento com o pai, que priorizava o irmão Thor, e irá modificar todos os eventos que vimos nos filmes, causando um grande estrago em sua jornada e criando uma linha temporal sombria e obscura.

Hiddleston revelou seu entusiasmo em viver novas aventuras como o amado anti-herói e explorar suas várias faces na série.

“É uma constante fonte de surpresa e prazer que esses filmes estejam conectados com as pessoas. Eu sabia que ele [Loki] era uma figura complexa. Inteligente e espirituoso, mas vulnerável, irritado, perdido e quebrado. Eu pensei que era uma oportunidade incrível em amadurecer ao longo dos filmes.”

‘Alex Rider’ está de volta no novo trailer oficial da 2ª temporada; Confira!

O IMDb TV divulgou o novo trailer oficial da 2ª temporada de Alex Rider, que tem estreia agendada para o dia 03 de dezembro.

Confira:

A série é baseada na popular saga adolescente escrita por Anthony Horowitz.

Quando Alex Rider descobre que seu tio Ian foi morto no cumprindo seu dever como um espião britânico – e não em um acidente de carro, como lhe disseram –, tudo muda para esse adolescente normal. Logo, Alex é abordado por Alan Blunt, chefe de um ramo ultra-secreto do MI6 conhecido como O Departamento, que revela que ele foi treinado sem saber desde a infância para o perigoso mundo da espionagem. Pressionado a deixar sua antiga vida para trás, Alex se disfarça para investigar a conexão entre a morte de dois bilionários e um internato remoto chamado Point Blanc. Ao chegar, ele descobre que os alunos são cobaias do plano do diretor da escola megalomaníaca, com o objetivo de ganhar o controle dos impérios comerciais de suas famílias. Ajudado por seus amigos, Alex irá expor a rede global da trama e começar sua carreira como o ativo secreto mais jovem do MI6.

Otto Farrant interpreta o personagem-título. O elenco ainda conta com Ronke Adekoluejo, Haluk Bilginer, Nyasha Hatendi, Vicky McClure e Jon Moore.

Adrian Lyne, de ‘Atração Fatal’ e ‘Proposta Indecente’, ENTERRA os thrillers eróticos com ‘Águas Profundas’

Quando David Fincher lançou o suspense erótico ‘Garota Exemplar’, voltou a ganhar a atenção do mundo ao entregar uma narrativa extremamente competente, construindo uma atmosfera agonizante guiada por performances irretocáveis de Rosamund Pike e Ben Affleck. O filme, considerado um dos vários pontos altos da carreira do diretor, reacendeu nosso apreço por obras do gênero e auxiliou inúmeros realizadores a criarem suas próprias investidas – algumas dando certo, outras falhando em cumprir com o prometido.

Nos últimos meses, chegou a vez do conhecido Adrian Lyne, nome por trás do clássico ‘Atração Fatal’, retornar a esse mundo com o ambicioso thriller ‘Águas Profundas’. A história, baseada no romance homônimo de Patricia Highsmith (sim, a mesma escritora que deu vida ao drama ‘O Preço do Sal’), acompanha um casal complexo que posa dentro de uma esfera de perfeição incomparável apenas para mascarar os defeitos gritantes que destilam dentro de casa. De um lado, temos Vic Van Allen (Ben Affleck), um psicótico e tóxico homem que não consegue deixar sua esposa ir embora, mesmo com um casamento em frangalhos; de outro, a insana Melinda Van Allen (Ana de Armas), que faz de tudo para incutir qualquer sentimento dentro de Vic que a liberte das amarras de uma prisão sem grades – ainda que tenha ressalvas por conta da filha, Trixie (Grace Jenkins), que sabe que algo está errado. Entretanto, além dos problemas familiares, o casal enfrenta as pulsões de um ciúme descontrolado que deixa um rastro de destruição por onde passam.

Ou ao menos é essa a ideia que Lyne quer passar.

Fazendo uma pequena volta à supracitada magnum opus do diretor, que trouxe nomes como Michael Douglas e Glenn Close às telonas, apenas nos recordamos de como o enredo contribuiu para uma tensão psicológica de tirar o fôlego – cujo resultado gerou controvérsias à época de seu lançamento, apenas para ser redescoberto como uma subestimada joia do cinema norte-americano. Por essa razão, a construção de ‘Águas Profundas’ nos cativa por uma premissa interessante e que, apesar de ter sido contada inúmeras vezes nas últimas décadas, poderia apresentar algo de novo. O desenlace, porém, rema na direção contrária e se rende a um amontoado de inflexões vazias e um condenável pedantismo identitário que não faz o menor sentido e que culmina em uma gigantesca frustração cinematográfica.

Os problemas se iniciam logo com a construção dos personagens principais, cujas incredíveis motivações deixam claro que não pretendem ir a lugar nenhum. Vic a representação máxima de um machismo estrutural que o impede de aceitar a derrota, preferindo ver a esposa o traindo com outros do que deixá-la livre para ser quem é; Melinda, por sua vez, se engolfa em noitadas regadas a bebida e a casos românticos sexuais para escapar da realidade a que está presa, vendo seus sonhos se desmantelarem quando Vic resolve ir atrás dos “amigos” que faz no meio do caminho com ameaças de violência física e morte. Entretanto, não há qualquer sinal que indique que esse nefasto organismo irá mudar – e nossas suspeitas se confirmam quando, depois de duas horas de puro torpor estático, absolutamente nada acontece.

Affleck e Armas carregam papéis de considerável aceitação por parte do público e da crítica – e a jovem atriz, fazendo um estrondoso sucesso com ‘Entre Facas e Segredos’ e ‘007 – Sem Tempo para Morrer’, já é uma das apostas para os próximos anos. É por essa razão que não conseguimos compreender como nem eles salvam o longa-metragem de ser um desperdício de tempo, restritos a um roteiro que tenta entregar mais do que pode e que se afoga em metáforas vencidas e reviravoltas monótonas. Os atos da história se confundem em cenas picotadas, coladas como uma colcha de retalhos sem padrão definido e que não aproveita sequer um aspecto de seu argumento.

Os personagens coadjuvantes também não fazem muita diferença dentro da arquitetura construída: Tracy Letts dá vida ao roteirista Don Wilson, que suspeita das atitudes homicidas de Vic e tem um desfecho tão ridículo quanto seu arco; Kristen Connolly interpreta Kelly Wilson, que cede aos encantos de Vic apenas para desaparecer de cena como um pedaço de plástico descartável; Finn Wittrock, encarnando Tony Cameron, não aparece tempo o suficiente para que nos importemos com ele, tornando-se uma das vítimas de Vic depois de se envolver com Melinda; e, até agora, não consegui entender a obsessão de Vic por criar lesmas – talvez uma simbologia falha de seu ego destruído e de sua falta de afeto.

O elemento mais agonizante de ‘Águas Profundas’ é, de fato, sua total incapacidade de perceber o quão presunçoso é. Ele se mascara como um suspense inteligente, mas se rende a uma prolixidade cansativa que não tem nada de original a nos mostrar – nem mesmo percebendo que, sem as fórmulas que seguram suas fracas bases, não conseguiria nem ao menos ver a luz do dia. Logo, se você procura por um suspense, aconselho que vá busca-lo em outro lugar, bem longe da ilusória pretensão que Lyne resolveu criar.

Crítica | ‘Locke & Key’ chega ao fim com uma temporada instigante, ainda que agridoce

Locke & Key tornou-se um dos grandes sucessos da Netflix ao chegar ao catálogo da plataforma de streaming no começo de 2020 – representando uma ótima adaptação dos quadrinhos homônimos de Joe Hill e Gabriel Rodriguez e conquistando o público e a crítica especializada. A história acompanha a família Locke, cuja longa história com uma mansão localizada na pequena cidade de Matheson a torna alvo de criaturas perigosas e assustadoras que querem encontrar chaves mágicas para controlar o universo.

Agora, caminhamos para a 3ª e última temporada da série – e a não tão longa jornada dos Locke termina de uma forma um tanto quanto satisfatória, ainda que deixe um gostinho agridoce pelo final já premeditado desde os primeiros episódios. A verdade é que Carlton Cuse, Meredith Averill e Aron Eli Coleite, que adaptaram as HQs para as telinhas, fizeram o possível para concluir, sem deixar muitas pontas soltas, a instigante narrativa nos apresentada há dois anos. Entretanto, o forte desejo de fornecer um final digno também serviu como um dos principais obstáculos enfrentados pela iteração – reiterado pelo desequilibrado ritmo que se espalha nos episódios e pela conclusão apressada de alguns arcos, como vemos desde o princípio. Eventualmente, as coisas se rearranjam em um catártico finale – e, no final das contas, isso é o que importa para os espectadores.

Como vimos na temporada anterior, a ameaça de Dodge (Laysla de Oliveira/Griffin Gluck) parece ter se dissipado e trazido um pouco de paz para os Locke – mas não sem suas derradeiras consequências. Enquanto Bode (Jackson Robert Scott), Kinsey (Emilia Jones) e Nina (Darby Stanchfield) desfrutam das memórias mágicas envolvendo as Chaves e os acontecimentos que quase o separaram, Tyler (Connor Jessup) é engolfado em um vórtice de culpabilidade depois da trágica morte da ex-namorada Jackie (Genevieve Kang). Para lidar com o luto de tê-la perdido, ele se recusa a ter qualquer conhecimento sobre a mística história da família e parte em uma jornada de superação e cura que o afasta dos irmãos e da mãe, transformando-se em um estranho.

Enquanto o drama familiar é uma das principais tramas a serem exploradas, com solidez e impacto maior na iteração final, ele não se sustentaria por conta própria. Em se tratando de uma série de fantasia, é necessário que uma ameaça sobrenatural e iminente pose como o antagonista que enfrentará o bem (representado pelos Locke): é aí que surge Frederick Gideon (Kevin Durand), eco de um impetuoso e mercenário capitão inglês da época da Revolução Americana. Na verdade, Frederick é apenas a personificação humanizada de um mortal demônio cujos objetivos envolvem a destruição do mundo dos humanos e a libertação das entidades que habitam sua dimensão – algo similar ao que Dodge desejava. Não é surpresa, pois, que o primeiro passo seja colocar as mãos em todas as Chaves.

É certo dizer que o constante embate de quem colocará as mãos nesses importantes objetos já ficou um tanto quanto cansativo – o que é irônica considerando que esse é o mote dos quadrinhos originais. Mas, dentro do contexto da série, o primeiro ciclo funciona com maior completude, visto que precisamos apresentar os personagens e dar o pontapé inicial que os guiará nesse arco de amadurecimento e de uma certa redenção desconstruída. O que soa diferente são as motivações de Frederick, que não quer as Chaves para benefício próprio, e sim visando a algo maior, que envolva o destino e a colisão de dois cosmos diferentes que irão digladiar para ver quem sairá vitorioso. Como percebemos desde os capítulos iniciais, o poder reunido por todas as Chaves consegue diluir a barreira entre as dimensões e criar uma fenda que servirá como passagem para entidades demoníacas mostrarem do que, de fato, são capazes.

O que mais nos chama a atenção na terceira temporada é a química do elenco: desde o início, a dinâmica dos Locke era exaltada com tanta paixão pelos atores principais que chegava a ser difícil acreditar que não eles não eram uma família de verdade. Jones demonstrou sua versatilidade performática ao participar do elogiado ‘No Ritmo do Coração’, que lhe rendeu uma indicação ao BAFTA; Jessup abraça seu personagem de forma absolutamente derradeira; e Stanchfield mostra que é uma das veteranas mais subestimadas do escopo do show business ao mostrar mais lados da cândida Nina; mas nosso foco vai para a atuação do jovem Scott, que, sem dúvida, teve maior espaço de crescimento para trabalhar com Bode – e que faz um trabalho magnífico nesse encerramento.

O grande problema, como mencionado nos parágrafos acima, é o ritmo do enredo: há uma discrepância notável entre o começo e o final da temporada que parece não querer dar o desfecho que os protagonistas e coadjuvantes merecem, arrastando-se por cenas esquecíveis que só voltam aos eixos quando é “tarde demais”, por assim dizer. A batalha final entre Frederick e os Locke (que traz Dodge de volta em uma participação muito bem-vinda) perde a densidade quando, em um piscar de olhos, as coisas se resolvem em um piscar de olhos. Caso os criadores tivessem tomado um pouco mais tempo para lapidar os excessos e os deslizes, a conclusão seria tão grandiosa quanto o esperado.

Locke & Key chega ao fim aos trancos e barrancos – porém, isso não quer dizer que seja um ciclo desperdiçado. Guiado por interpretações aplaudíveis e funcionando como homenagem ao material original, a iteração final tem seus problemas, mas não quer dizer que não vai deixar saudades.

Annie Awards 2023 | ‘Pinóquio de Guillermo del Toro’, Wagner Moura e mais na lista de indicados à premiação!

Os indicados à 50ª edição dos Annie Awards foram revelados no último dia 17 de janeiro – e tivemos várias produções icônicas relembradsa.

Dentre os nomeados, podemos mencionar o aclamado ‘Pinóquio de Guillermo del Toro’, que tem grandes chances de levar o Oscar para casa; a ovacionada sequência Gato de Botas 2: O Último Pedido, que inclusive rendeu a Wagner Moura uma indicação a Melhor Atuação de Voz por sua performance como o Lobo Mau; e títulos seriados como ‘Rick e Morty’Harley Quinn‘Tuca & Bertie’.

Os vencedores serão anunciados no dia 25 de fevereiro de 2023.

Confira a lista:

MELHOR ANIMAÇÃO
Red – Crescer é uma Fera
Pinóquio de Guillermo del Toro
Gato de Botas 2: O Último Pedido
A Fera do Mar
Wendell & Wild

MELHOR ANIMAÇÃO INDEPENDENTE
Charlotte
Inu-oh
Le petit Nicolas: Qu’est-ce qu’on attend pour être heureux?
Marcel the Shell with Shoes On
O Dragão do Meu Pai

MELHOR PRODUÇÃO ESPECIAL
Planeta pré-histórico
Superworm
O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo
The House
Sandman

MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMADO
Amok
Black Slide
Ice Merchants
Love, Dad
The Flying Sailor

MELHOR ANÚNCIO
Can’t Negotiate the Melting Point of Ice
Minions 2: A Origem de Gru/The Office
Save Ralph
Ted Lasso: The Missing Christmas Mustache
Today’s Holiday Moments are Tomorrow’s Memories

MELHOR ANIMAÇÃO PARA TV – PRÉ-ESCOLAR
Elinor, a Curiosa
A Casa de Bonecas da Gabby
Rise Up, Sing Out
Guardiões da Floresta
The Tiny Chef Show

MELHOR ANIMAÇÃO PARA TV – CRIANÇAS
Abominável e a Cidade Invisível
Big Nate
Moominvalley
A Casa Coruja
Ursinhos em Curso

MELHOR ANIMAÇÃO PARA TV – ADULTOS
Bob’s Burgers
Harley Quinn
Rick e Morty
Os Simpsons – A Casa da Árvore do Horror XXXIII
Tuca & Bertie

MELHOR MINISSÉRIE
Baymax!
A Surda Absurda
HouseBroken
ONI: A Lenda do Deus Trovão
Undone

MELHOR FILME DE ESTUDANTES
Au revoir, Jérôme!
Birdsong
Synchronie Passagère
The Most Boring Granny in the Whole World
The Soloists

MELHOR EFEITOS DE ANIMAÇÃO EM TV
Carros na Estrada
Love, Death + Robots
Planeta pré-histórico
O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo
The House

MELHORES EFEITOS DE ANIMAÇÃO
Avatar: O Caminho da Água
Lightyear
Pinóquio de Guillermo del Toro
Minions 2: A Origem de Gru
A Fera do Mar

MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM TV
Aziz Kocanagullari, Entergalactic
Toshihiro Nakamura, ONI: A Lenda do Deus do Trovão
Henrique Baron,  StoryBots: Answer Time
Tim Watts, O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo
Kecy Salangad, The House

MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM FILME DE ANIMAÇÃO
Teresa Falcone, Red – Crescer é uma Fera
Eric Anderson, Red – Crescer é uma Fera
Tucker Barrie, Pinóquio de Guillermo del Toro
Jorge Capote, Os Caras Malvados
Min Hong, Os Caras Malvados

MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM PRODUÇÃO LIVE-ACTION
Avatar: O Caminho da Água
A Fera
Finch
Jurassic World: Dominio
Peacemaker

MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM VIDEOGAME
Cuphead – The Delicious Last Course
God of War Ragnarök
Horizon Forbidden West
Moss: Book II
Potionomic

MELHOR DESIGN DE PERSONAGENS EM TV
Joe Sparrow, Amphibia
Meybis Ruiz Cruz, Entergalactic
Alberto Mielgo, Love Death + Robots
Rebecca Chan, ONI: A Lenda do Deus do Trovão
Marie Delmas, Guardiões da Floresta

MELHOR DESIGN DE PERSONAGENS EM FILME ANIMADO
Massimiliano Narciso, Sorte
Jesús Alonso Iglesias, Gato de Botas 2: O Último Pedido
Ida Hem, O Despertar das Tartarugas Ninja: O Filme
Taylor Krahenbuhl, Os Caras Malvados
Pablo Lobato, Wendell & Wild

MELHOR DIREÇÃO EM TV
Lissa Treiman, Baymax!
Yûzô Satô, Exception
Amy Bench e Maya Edelman, More Than I Want To Remember
Daisuke “Dice” Tsutsumi, ONI: A Lenda do Deus do Trovão
Peter Baynton e Charlie Mackesy, O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo

MELHOR DIREÇÃO EM FILME
Domee Shi, Red – Crescer é uma Fera
Guillermo Del Toro e Mark Gustafson, Pinóquio de Guillermo del Toro
Dean Fleischer Camp, Kirsten Lepore e Stephen Chiodo, Marcel the Shell with Shoes On
Nora Twomey, O Dragão do Meu Pai
Henry Selick, Wendell & Wild

MELHOR TRILHA SONORA EM TV
Rob Cairns, Love, Death + Robots
Zach Johnston e Matteo Roberts, ONI: A Lenda do Deus do Trovão
Isobel Waller-Bridge e Charlie Mackesy, O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo
Ego Plum, The Cuphead Show!
Gustavo Santaolalla, The House

MELHOR TRILHA SONORA EM FILME
Ludwig Göransson, Billie Eilish e Finneas O’Connell, Red – Crescer é uma Fera
Alexandre Desplat, Roeban Katz, Guillermo del Toro e Patrick McHale, Pinóquio de Guillermo del Toro
Dan Wool, Mad God
Daniel Pemberton, Os Caras Malvados
Mark Mancia, Nell Benjamin e Laurence O’Keefe, A Fera do Mar

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO EM TV
Primal
Histórias de Shopping
ONI: A Lenda do Deus do Trovão
O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo
The House

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO EM FILME
Pinóquio de Guillermo del Toro
Mad God
Gato de Botas 2: O Último Pedido
Os Caras Malvados
A Fera do Mar

MELHOR STORYBOARDING EM TV
Kaneko Yoshiyuk, Cyberpunk: Mercenários
Grace Liu, Kung Fu Panda: O Cavaleiro Dragão
Mike Ruocco, Looney Tunes Cartoons
Emily Dean, Love, Death + Robots
Karl Hadrika, The Cuphead Show!

MELHOR STORYBOARDING EM FILME
Nima Azarba, Minions 2: A Origem de Gru
Dave Feiss, Minions 2: A Origem de Gru
Anthony Holden, Gato de Botas 2: O Último Pedido
Jeff Snow, Mundo Estranho
Javier Ledesma Barboll, Mundo Estranho

MELHOR ATUAÇÃO DE VOZ EM TV
Candi Milo, Looney Tunes Cartoons
Fred Tatsciore, StoryBots: Answer Time
Tara Strong, Os Jovens Titãs em Ação! e DC Super Hero Girls: Caos no Multiverso
Karen Malina White, A Família Radical: Maior e Melhor
Maurice LaMarche, Zootopia+

MELHOR ATUAÇÃO DE VOZ EM FILME
David Bradley, Pinóquio de Guillermo del Toro
Gregory Mann, Pinóquio de Guillermo del Toro
Jenny Slate, Marcel the Shell with Shoes On
Wagner Moura, Gato de Botas 2: O Último Pedido
Zaris-Angel Hator, A Fera do Mar

MELHOR ROTEIRO EM TV
Cirocco Dunlap, Baymax!
Mitch Watson, Emily Brundige, Ben Lapides e Sarah Allan, Big Nate
Andrew Kevin Walker, Love, Death + Robots
Enda Walsh, The House
Lisa Hanawalt, Tuca & Bertie

MELHOR ROTEIRO EM FILME
Domee Shi e Julia Cho, Red – Crescer é uma Fera
Jason Loftus, Eternal Spring
Akiko Nogi, Inu-oh
Dean Fleischer Camp, Jenny Slate, Nick Paley e Elisabeth Holm, Marcel the Shell with Shoes On

MELHOR EDIÇÃO EM TV
Amphibia
Ovos Verdes e Presuntos
O Mundo de Karma
Star Trek: Lower Decks
O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo

MELHOR EDIÇÃO EM FILME
Lightyear
Red – Crescer é uma Fera
Pinóquio de Guillermo del Toro
Gato de Botas 2: O Último Pedido
A Fera do Mar

‘Desaparecida’: Thriller estrelado por Storm Reid já está disponível na HBO Max!

O thriller ‘Desaparecida‘ (Missing), sequência espiritual do aclamado ‘Buscando‘, já está disponível na HBO Max.

O longa-metragem foi lançado no último dia 16 de junho na plataforma de streaming.

Quando sua mãe (Nia Long) desaparece durante as férias na Colômbia com seu novo namorado, a busca de June (Storm Reid) por respostas é dificultada pela burocracia internacional. Presa a milhares de quilômetros de distância em Los Angeles, June usa toda a tecnologia ao seu alcance para tentar encontrá-la antes que seja tarde demais. Mas, conforme ela se aprofunda no caso, sua investigação digital levanta mais perguntas do que respostas… e quando June desvenda segredos sobre sua mãe, ela descobre que nunca a conheceu de verdade.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Confira o que os críticos acharam da produção:

“Seguindo o mesmo estilo do longa anterior, este filme se aprofunda e manipula todas as ferramentas disponíveis no desktop de um computador para contar uma história chocante e alarmante.” (Hollywood Reporter)

“Esse é um subgênero relativamente novo, então mesmo apresentando elementos semelhantes ao filme anterior, ‘Desaparecida’ parece original e se empenha em destacar diferentes áreas da tecnologia.” (Flickering Myth)

“A trama de ‘Desaparecida’ pode ficar um pouco arrastada, mas a decisão do roteiro de tratar problemáticas culturais – incluindo crimes reais, racismo e a internet –, dá à sua reviravolta um peso verdadeiro.” (Mashable)

“É uma ótima sequência para ‘Buscando…’. Apesar desse filme utilizar o mesmo estilo e ferramentas do primeiro filme, há reviravoltas e surpresas suficientes para manter a atenção do público.” (The Movie Couple)

“‘Desaparecida’ encontra diferentes formas de explorar o espaço digital, apresentando novas técnicas e truques que permitem mais variedade visual.” (Silver Screen)

“‘Desaparecida’ é um mistério intenso que se passa por trás das telas de celulares, computadores e câmeras de segurança. Destaque para as reviravoltas que se encaixam perfeitamente na narrativa.” (MovieWeb)

Will Merrick e Nick Johnson, que serviram como editores do primeiro filme, são responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Joaquim de Almeida, Ken Leung, Amy Landecker, Daniel Henney, Megan Suri e Tim Griffin.

‘A Magia de Aruna’: Série brasileira de fantasia já está disponível no Disney+!

A Magia de Aruna, nova série fantástica brasileira, já está disponível no catálogo do Disney+.

A produção foi lançada hoje, 29 de novembro, na plataforma de streaming.

A série mostra um mundo que está atravessando uma crise solar. Nele, um cinzento Rio de Janeiro é o lugar onde vive a jovem Mima. Ela é uma adolescente que faz de tudo para esconder seu estranho poder de hiper empatia enquanto a magia parece algo cada vez mais distante.

Porém, ao participar de uma importante competição, Mima acaba enfrentando um desafio que a faz perder o controle desse misterioso dom. Ao se afastar de seus companheiros de equipe, a jovem revela um feitiço realizado há 300 anos. E, com isso, ela acordará as três Bruxas Guardiãs.

Contando com seis episódios, a produção foi escrita por Ana PachecoMaira OliveiraEduardo VaismanRodrigo Van Der Put entram como diretores.

Jamilly MarianoErika JanuzaGiovanna EwbankCleo estrelam.

Caio Manhente, Thiago Voltolini, Drayson Menezzes, Renata Castro Barbosa, Antonio Fragoso e outros completam o elenco.

Presidente da Universal Pictures revela que ‘Velozes e Furiosos 11’ pode ter uma história mais ÍNTIMA

Em uma entrevista à Variety, a presidente da Universal Pictures, Donna Langley, teceu comentários empolgantes sobre o futuro da franquia ‘Velozes e Furiosos’.

Além de revelar que a saga pode ganhar uma série de televisão, Langley afirmou que o próximo capítulo, com estreia prevista para 2026, fará um retorno ao escopo dos primeiros filmes e construir uma história mais íntimas e mais clássica.

“Para onde vamos a seguir é uma questão. Podemos mudar novamente e trazê-lo de volta para as ruas de Los Angeles e talvez torná-lo uma história mais íntima”, ela afirmou.

Lembrando que o diretor Louis Leterrier, que dirigiu o décimo filme, revelou ao Collider que o filme chega aos cinemas em setembro de 2026.

“Está acontecendo. Está acontecendo muito, muito em breve. Vou filmar um pequeno filme de terror neste verão. Estou terminando meu filme de terror em 15 de setembro e começo Velozes em 16 de setembro. A estreia acontece em 2026”, ele revelou.

O capítulo mais recente da franquia, ‘Velozes e Furiosos 10‘, está disponível no Prime Video.

Na trama, Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família precisam enfrentar o adversário mais letal que já encontraram. Alimentada pela vingança, uma ameaça terrível emerge das sombras do passado para destruir o mundo de Dom e todos que ele ama.

O elenco conta com Vin Diesel e Michelle Rodriguez reprisando seus papéis como Dom Toretto e Letty, além de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Rita Moreno (‘Amor, Sublime, Amor’), Brie Larson (‘Miss Marvel’) e Jason Statham (‘Carga Explosiva’).

Assista ao trailer DUBLADO da 2ª temporada de ‘Mal de Família’!

Apple TV+ Brasil divulgou o trailer oficial e dublado da 2ª temporada da comédia Mal de Família’ (‘Bad Sisters’).

O novo ciclo chega à plataforma de streaming no próximo dia 13 de novembro.

Confira:

A série foi criada por Sharon Horgan, Dave Finkel e Brett Baer.

Baseada na série belga Clan’, a trama acompanha as irmãs Garvey. Desde muito cedo, as quatro se tornaram inseparáveis por conta da morte prematura dos pais. Como consequência, o quarteto jurou permanecer unido não importando qual dificuldade a vida jogasse em direção a elas. Isso até que uma delas acabar se casando com um homem desprezível. Quando uma das irmãs se encontra cada vez mais submissa ao marido e, basicamente, vive nas sombras dele, as outras decidem se unir para tomar uma atitude contra o casal. 

Horgan, Anne-Marie Duff, Eve Birthistle, Eve Hewson, Sarah Greene, Claes Bang, Brian Gleeson, Daryl McCormack e outros estrelam.

BAFTA TV Awards 2025 | ‘Rivais’, estrelada por David Tennant, conquista SEIS indicações à premiação

‘Rivais’, série estrelada por David Tennant (‘Good Omens’, ‘Doctor Who’), conquistou nada menos que seis indicações à 71ª edição do BAFTA TV Awards.

Dentre as nomeações, Tennant disputa pela estatueta de Melhor Ator, enquanto Katherine Parkinson foi relembrada na categoria de Melhor Atriz.

Os vencedores serão revelados em 11 de maio.

A série foi escrita por Dominic Treadwell-CollinsLaura Wade, com direção de Elliot Hegarty.

Tendo como pano de fundo as elites sociais sedentas por poder, Rivalsmergulha de cabeça no mundo implacável da televisão independente em 1986, onde os penteados são grandes e as ambições são ainda maiores. Os negócios são feitos nas salas de reuniões e também nos quartos. Ninguém pode ter certeza de quem sairá vencedor. Com cada homem e mulher pensando apenas em si mesmos, o amor verdadeiro pode realmente florescer?

A produção é baseada no romance homônimo de Jilly Cooper e também traz Aidan Turner, Victoria Smurfit, Lisa McGrillis, Alex Hassell, Emily Atack e Danny Dyer no elenco.

RUMOR: ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ será como uma “revista em quadrinhos trazida à vida”

As gravações de Homem-Aranha: Um Novo Dia’, novo capítulo da franquia estrelada por Tom Holland, seguem a todo vapor e, dia após dia, novos rumores sobre o projeto viralizam nas redes sociais.

O mais recente deles envolve uma série de detalhes divulgados pelo The Cosmic Circus, que devem causar certo furor entre os fãs do Cabeça de Teia. De acordo com o site, o filme terá muitas semelhanças tonais e estilísticas com Homem-Aranha: A Série Animada’, mas também será “como uma revista em quadrinhos trazida à vida”.

Anteriormente, o site também havia revelado que o Rei do Crime (Vincent D’Onofrio) e o Homem-Aranha iriam se enfrentar no longa-metragem. “O plano é que o Rei do Crime enfrente o Homem-Aranha, algo que ainda não mudou. E para o Homem-Aranha: Um Novo Dia’, é possível que vejamos uma cena no meio ou depois dos créditos que possa sugerir uma luta futura entre [os personagens]”.

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada para 31 de julho de 2026.

Esse será o quarto filme solo do Homem-Aranha no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), resultado da parceria entre Sony e Disney.

O novo longa é baseado no arco homônimo dos quadrinhos. Na história original, Peter Parker faz um pacto com o demônio Mephisto para que o mundo esqueça sua identidade como Homem-Aranha e para salvar a vida de Tia May. No entanto, o feitiço essencialmente reinicia sua realidade, apagando até mesmo seu casamento com MJ.

A direção de ‘Um Novo Dia’ está a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’. O filme também promete participações especiais de Jon Bernthal como o Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner, o Hulk.

Crítica | Harry Styles está de volta com o sólido lead single de seu novo álbum de estúdio, “Aperture”

Depois de ter conquistado o mundo ao integrar a popular e premiada boy band, Harry Styles começou a trilhar um caminho de sucesso inegável no cenário musical. Fazendo sua estreia solo em 2017 com seu álbum homônimo, Styles ascendeu a um estrelato invejável que lhe rendeu incontáveis sucessos e recordes quebrados: passando pela despojada estrutura de Fine Line em 2019 e mergulhando em um amadurecimento compulsório com ‘Harry’s House’ três anos mais tarde (álbum que lhe rendeu o controverso prêmio máximo do Grammy Awards), o cantor e compositor agora está pronto para adentrar sua próxima fase musical.

Anunciado em janeiro deste ano, ‘Kiss All the Time. Disco, Occasionally’ já aponta para uma estética bastante diferente do que Styles explorara em outras incursões predecessoras – e isso se confirmou com o recente lançamento de “Aperture”. Chegando às plataformas de streaming e acompanhado de um videoclipe promocional, o lead single dessa nova era mostra que o artista britânico não apenas deseja explorar camadas diversas de sua identidade sonora, como precisa se manter fiel à imagética que imortalizou no imaginário de seus fãs. E, tendo tirado um hiato considerável de três anos, era apenas esperado que Styles se reencontrasse com uma atmosfera mais amadurecida e ousada.

Estendendo-se por mais de cinco minutos, a faixa é coassinada pelo artista e por Kid Harpoon, colaborador de longa data do performer que ficará responsável não apenas pela produção da canção, como pelo disco como um todo. Aqui, Harpoon arquiteta uma ambientação conceitual e atemporal que, mesmo com as repetições, consegue nos oferecer uma originalidade palpável que deve acompanhar o compilado como um todo. Movido pela vibração inescapável do synth-pop, a dupla singra entre as décadas de 1980, 1990 e 2010 para encontrar um ponto em comum que una artistas célebres do cenário eletrônico – como LCD Soundsystem, Daft Punk e Robyn. Contando com a presença marcante dos sintetizadores, do piano e de uma frenética e reverberante bateria, Harpoon também abre espaço para elementos do house e do electro-techno.

Pincelado por um filtro robótico e nostálgico, Styles nos apresenta a um enredo já explorado ad nauseam ao longo de sua carreira, infundido em uma narrativa com tons românticos e, ao mesmo tempo, melancólicos – colocando um toque de realismo em uma espécie de conto de fadas contemporâneo que não deixa de fora os altos e baixos de um relacionamento. Ao encontrar o significado de um amor que, assim como ele, se mostra mais amadurecido, o artista liberta-se para descobrir uma felicidade verdadeira e permanente, refletindo a escolha pungente de um arranjo instrumental cíclico e, ao mesmo tempo, satisfatório.

“Aperture” emerge como um sólido início para a mais nova era de Harry Styles e, considerando sua popularidade, não é surpresa que a faixa já venha fazendo sucesso desde seu lançamento. Digladiando-se em meio a um encontro multigeracionais de explosões eletrônicas, o lead single de seu próximo álbum de estúdio acerta onde deve e nos deixa muito animados para o que virá a seguir.

Lembrando que ‘Kiss All the Time. Disco, Occasionally’ tem lançamento marcado para o dia 6 de março.

‘Rick e Morty’ enfrentam uma árvore SENCIENTE na prévia do próximo episódio da 9ª temporada!

Foi divulgada uma prévia inédita da 9ª temporada da aclamada animação adulta ‘Rick e Morty’, do Adult Swim.

O material apresenta a cena de abertura do sexto episódio do ciclo atual, intitulado “MortGully: The Last Rickforest” e que vai ao ar no próximo domingo, 5 de julho.

Confira:

Confira os títulos dos novos episódios:

  1. “There’s Something About Morty”
  2. “Ricks Days, Seven Nights”
  3. “Rick Fu Hustle”
  4. “A Ricker Runs Through It”
  5. “Jer Bud”
  6. “Erickerhead”
  7. “MortGully: The Last Rickforest”
  8. “Rickuiem Mort a Dream”
  9. “Salute Your Morts”
  10. “Field of Dreams”

Lembrando que as oito primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma.

Crítica | 8ª temporada de ‘Rick e Morty’ é uma carta de amor aos fãs e à própria animação

A série foi criada por Dan Harmon e Justin Roiland Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Ian Cardoni, Harry Belden, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

‘Coringa’: Diretor culpa a ‘extrema esquerda’ por reações negativas

Em entrevista ao The Wrap, o diretor de ‘Coringa’, Todd Phillips, culpou a mídia da ‘extrema esquerda’ por conta das controversas reações ao conteúdo do filme.

Phillips acredita que a negatividade aumentou após veículos de esquerda criticarem a adaptação, dizendo que a narrativa incentiva a violência.

“Acho que a indignação se transformou em mercadoria, tem sido assim há algum tempo. O que me surpreendeu nas críticas é que a extrema esquerda está agindo igual a extrema direita quando quer atingir seus objetivos. Foi algo bem surpreendente para mim.”

Lembrando queCoringa‘ estreia em 03 de outubro nos cinemas nacionais. 

Confira o trailer:

A trama de Coringa vai explorar a cultura noturna da cidade de Gotham, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease.

Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

Além de Phoenix, Robert DeNiroZazie BeetzMarc MaronFrances ConroyShea WhighamBill Camp e outros completam o elenco.

‘O Mandaloriano’: Sabine Wren pode aparecer na 2ª temporada

De acordo com o canal Kessel Run Transmissions, Sabine Wren e o Comandante Rex podem ser introduzidos na 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘.

Temuera Morrison, que já foi confirmado como intérprete de Boba Fett nos novos episódios, também dará vida ao Comandante Rex, já que ambos os personagens são clones de Jango Fett.

No entanto, ainda não há informações sobre a atriz que dará vida à Sabine.

Para quem não a conhece, ela é uma Mandaloriana que se junta à investida dos rebeldes contra as forças imperiais, e o Comandante Rex é um antigo soldado clone que une forças com Ahsoka Tano para transmitir informações à Aliança Rebelde.

Sabine e Rex em um dos episódios de ‘Star Wars: Rebels

Também foi dito que a introdução da dupla servirá como um prelúdio para uma nova temporada da animação ‘Star Wars: Rebels‘, que deve chegar em breve à Disney+.

Até o momento, maiores detalhes não foram revelados, então não se sabe qual será o papel deles na série e nem se eles farão parte do elenco principal ou se terão apenas uma breve participação.

Apesar de não haver nada confirmado, a presença da dupla em ‘O Mandaloriano‘ faz todo sentido, já que Ahsoka Tano (Rosario Dawson) também foi confirmada para o novo ciclo.

Mesmo assim, vale lembrar que a Disney ainda não se pronunciou sobre a notícia, então considere como rumor.

Lembrando que ‘O Mandaloriano‘ já foi renovada para sua 3ª temporada, e a 2ª estreia em outubro na Disney+.

Assista ao trailer da 1ª temporada:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

Como assim? Warner Bros não reconhece o Snyder Cut como a versão oficial de ‘Liga da Justiça’

Apesar do Snyder Cut deLiga da Justiça‘ ter se provado um sucesso entre a crítica e o público em todo o mundo, parece que a versão de 2017 ainda é a oficial.

A informação foi revelada pelo próprio Zack Snyder durante uma entrevista para o Cinemablend.

“O universo DC criado pela Warner é ótimo, mas eles [os executivos do estúdio] não querem que mexa no que já foi feito. Foi muito difícil convencê-los a me deixar inserir novas cenas no filme, como o diálogo entre o Coringa e o Batman. Há várias cenas que eu escrevi, mas não pude filmar. Não vou falar sobre elas para evitar problemas.”

Ele continuou, revelando a bombástica notícia.

“A versão que foi para os cinemas continua sendo a oficial, para eles, meu corte é apenas parte de uma realidade alternativa. Tipo o Elseworld (um dos muitos universos da DC Comics nos quadrinhos). Uma vez me disseram que era um beco sem saída, e acho difícil mudarem de ideia, mesmo após o lançamento [do Snyder Cut].”

Mesmo assim, os fãs do cineasta não vão desistir tão fácil de cobrar uma continuação do Snyderverse nas telonas.

Vale lembrar que a campanha pedindo que a Warner e a DC restaurem o Universo Cinematográfico criado por Snyder com ‘O Homem de Aço‘, ‘Batman vs Superman‘ e ‘Liga da Justiça‘ continua ganhando força e novos seguidores.

Por conta disso, a tag #RestoreTheSnyderVerse continua ocupando os trendings das redes sociais.

Confira:

Você acha que o estúdio devia atender ao pedido ou seguir em frente?

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

‘Pacificador’: Conheça os principais personagens no novo pôster da série

Logo após a HBO Max divulgar o trailer legendado de ‘Pacificador’, o roteirista e diretor James Gunn compartilhou um novo pôster da série derivada de ‘O Esquadrão Suicida‘.

Além do anti-herói vivido por John Cena, a imagem destaca os principais personagens, que são Emilia Harcourt (Jennifer Holland), John Economos (Steve Agee), Clemson Murn (Chukwudi Iwuji), Adrian Chase/Viiglante (Freddie Stroma) e Leota Adebayo (Danielle Brooks).

Confira, junto com o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

“Junte-se a nós em 13 de Janeiro na HBO Max.”

A série irá explorar as origens do personagem interpretado por John Cena, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

James Gunn assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

‘A Órfã 2 – A Origem’: Imagem dos bastidores revela COMO a Isabelle Fuhrman foi transformada em criança

‘A Órfã 2: A Origem’ traz Isabelle Fuhrman de volta como a assassina Esther, 13 anos após o original, lançado em 2009.

Na época, Fuhrman tinha apenas 12 anos, mas agora já é adulta.

Por conta disso, a equipe criativa usou alguns truques para fazer a estrela parecer uma criança no novo filme.

E uma dessas estratégias foi dar ao restante do elenco adulto saltos de plataforma, dando a impressão de que Fuhrman tem a altura de uma criança de 8 anos.

O segredo foi revelado numa publicação do Twitter, no perfil do roteirista David Coggeshall, que escreveu:

“Como você faz um jovem de 24 anos parecer uma criança? Para começar, coloque todos os outros em sapatos de plataforma.”

A imagem apresenta Matthew Finlan (Gunnar Albright), Julia Stiles (Tricia Albright) e Rossif Sutherland (Allen Albright) ao lado de Fuhrman.

Confira:

A sequência estreia em 15 de setembro nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

No primeiro filme, Esther é uma mulher de 33 anos chamada Leena Klammer, que tem hipopituitarismo – um distúrbio hormonal raro que atrapalhou seu crescimento físico e causou nanismo proporcional. Ela passou a maior parte de sua vida se passando por uma garotinha.

Na sequência, Lena Klammer orquestra uma fuga brilhante de uma unidade psiquiátrica russa e viaja para os Estados Unidos representando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Lena como Esther vem com um problema inesperado e a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo.

O filme já tem sua classificação etária. A MPAA classificou o terror como RATED-R, e só poderá ser assistida por maiores de 17 anos.

O motivo? “Violência sangrenta, linguagem e breve conteúdo sexual”.

Em termos de comparação, essa foi praticamente a mesma classificação que o terror original recebeu em 2009.

A pré-sequência será dirigida por William Brent Bell (‘Boneco do Mal‘), com um roteiro escrito por David Coggeshall.

O filme original foi lançado em 2009 e foi comandado por Jaume Collet-Serra.

Apesar de ter feito um barulho considerável nas bilheterias (arrecadando quase US$80 milhões), a produção teve recepção mista por parte da crítica especializada, alcançando 56% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘Heels’: 2ª temporada da série ganha data de estreia; Confira!

A Entertainment Weekly, a 2ª temporada da série ‘Heels‘ estará disponível na Starz em 28 de julho.

Para comemorar a notícia, o portal também divulgou uma nova imagem dos novos episódios, destacando os irmãos Ace e Jack Spades, vividos por Alexander Ludwig e Stephen Amell.

Confira:

Lembrando que a primeira temporada está disponível na plataforma da STARZPLAY.

A série foi criada por Michael Waldron (‘Loki’).

A trama segue dois irmãos e rivais — um vilão, ou “heel”, no ringue; o outro, um herói, ou “rosto”, uma guerra pela promoção de seu pai na luta livre, disputando a atenção nacional na pequena cidade da Geórgia.

O elenco também conta com Alison Luff, Chris Bauer, Kelli Berglund, Allen Maldonado e James Harrison.

‘Abigail’: Filha de Drácula é destaque no BELÍSSIMO cartaz do novo filme dos diretores de ‘Pânico’; Confira!

A Universal Pictures divulgou um novo cartaz para promover de ‘Abigail‘, terror cômico que traz a filha do Drácula tocando o terror em um grupo de sequestradores.

Na trama, uma quadrilha sequestra a menina de apenas 12 anos na tentativa de receber uma quantia milionária pelo resgate, mas eles logo descobrem o erro e precisam lutar por suas próprias vidas quando percebem que ela é uma vampira.

Com estreia marcada para 25 de abril, ‘Abigail‘ marca a reunião entre a atriz Melissa Barrera e os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, após ‘Pânico 5 e 6‘.

Confira, o cartaz, junto com o trailer:

Lembrando que ‘Abigail‘ recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência extrema, cenas sangrentas, linguagem e breve uso de drogas”.

 

Depois que um grupo de criminosos sequestra uma bailarina de 12 anos, filha de uma figura poderosa do submundo, tudo o que eles precisam fazer para receber um resgate de US$ 50 milhões é vigiar a garota durante a noite.

Numa mansão isolada, os sequestradores começam a diminuir, um por um, e descobrem, para seu crescente horror, que estão trancados lá dentro, sem nenhuma garotinha normal.

Da Radio Silence – a equipe de direção de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett por trás dos terríveis sucessos de terror moderno ‘Casamento Sangrento‘ e ‘Pânico‘  – vem uma nova visão ousada e sedenta de sangue do filme de vampiros, escrita por Stephen Shields (‘The Hole in the Ground’) e Guy Busick (‘Pânico’).

A Universal afirma que o projeto se encaixa no mesmo estilo de filmes como ‘O Homem Invisível‘, de Leigh Whannell, e ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, filmes que oferecem “uma abordagem única para a lenda dos monstros lendários e representam uma direção nova e fresca para celebrar esses personagens clássicos”.

‘The Last of Us’: Pedro Pascal compartilha lindas fotos dos bastidores da série; Confira!

O ator Pedro Pascal compartilhou, em seu Instagram, fotos dos bastidores da série ‘The Last of Us‘, que traz ele e Bella Ramsey como protagonistas.

A série teve sua primeira temporada encerrada no último domingo (12) na HBO. No entanto, uma segunda temporada já está confirmada pelo canal.

Confira as fotos:

A HBO Max divulgou um vídeo legendado nos levando aos bastidores do incrível capítulo de encerramento.

Confira:

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A produção abarcou nada menos que 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 417 críticas publicadas. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

Confira os principais comentários:

“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.

“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.

“Facilmente a melhor adaptação de um videogame para live-action” – JVS Media & Production.

The Last of Us se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.

“Posso apostar que The Last of Us será um dos melhores shows de 2023″ – Decider.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Bastidores CONTURBADOS da produção de ‘Invasão Secreta’ são revelados

Novas revelações sobre os bastidores da série da Marvel, ‘Invasão Secreta‘, lançam luz sobre uma produção tumultuada e repleta de conflitos internos, destacando a falta de uma liderança clara durante o processo criativo.

A série, inicialmente concebida por Kyle Bradstreet (‘Mr. Robot’), viu seu desenvolvimento atravessar um período de cerca de um ano sob sua orientação, antes de ele ser demitido quando a Marvel decidiu seguir uma nova direção na narrativa.

Brian Tucker foi então convocado como o novo escritor, trabalhando em estreita colaboração com os diretores Thomas Bezucha e Ali Selim para moldar a série.

No entanto, uma fonte interna revelou que os problemas começaram a surgir durante o verão do hemisfério norte de 2022, entre junho e setembro.

“Foram semanas em que as pessoas não se davam bem, e isso explodiu”, afirmou a fonte, descrevendo um ambiente tenso nos bastidores.

Em setembro do mesmo ano, a Marvel tomou medidas drásticas, substituindo grande parte da equipe de produtores e diretores assistentes. Além disso, o diretor Thomas Bezucha teve que deixar o projeto devido a conflitos de agenda, agravando ainda mais a situação.

As disputas internas por poder e a falta de coesão criativa acabaram deixando sua marca na qualidade do produto final. ‘Invasão Secreta’ acabou por não atender às expectativas do público e da crítica, recebendo críticas desfavoráveis de ambos os lados.

Apesar das críticas negativas à série, o diretor Ali Selim não se deixa abalar pelos comentários desfavoráveis.

Em uma entrevista à Variety, Selim revelou que ele se recusa a ler qualquer uma das críticas feitas à série.

Para o diretor, o processo de contar histórias é um diálogo com o público, e ele acredita que sua parte do diálogo está completa quando finaliza a série.

“Eu não leio críticas, com todo o respeito ao trabalho de quem as escreve. Para mim, todo o trabalho de contar histórias é um diálogo com o público. Quando finalizo uma série, a minha metade do diálogo está pronta. Quando ela vai ao ar, começa a outra metade, que é responsabilidade do público”, explicou o diretor.

“Projetos diferentes ressoam com pessoas diferentes, em tempos diferentes, por motivos diferentes. A Marvel tem uma base de fãs muito devota – até mesmo um pouco agressiva -, que tem muitas expectativas, e que reage mal quando essas expectativas não são atendidas”, refletiu.

No entanto, o diretor questiona se é sua função atender a todas essas expectativas ou se seu trabalho é, simplesmente, contar a história que tinha para contar.

“Mas eu não sei – será que é meu trabalho atender a essas expectativas? Ou o meu trabalho é contar a história que temos para contar? É complicado. Claro que eu amaria ouvir que todo mundo adorou a série, mas não acho que tenho o direito de esperar isso. Me sinto ótimo com qualquer resposta do público”

Confira o trailer:

Além de Samuel L. Jackson e Ben Mendelsohn, a trama também conta com James Rhodes (Don Cheadle), Sonya Falsworth (Olivia Colman), G’iah (Emilia Clarke), Gravik (Kisngsley Ben-Adir), Maria Hill (Cobie Smulders), Everett Ross (Martin Freeman) e os misteriosos personagens de Carmen Ejogo e Killian Scott.