De acordo com o Deadline, Steve Guttenberg (‘Três Solteirões e um Bebê’) será o protagonista de ‘The Dybbuk‘, novo terror de possessão demoníaca.
Apesar de ser conhecido por seus filmes de comédia – especialmente o clássico ‘Loucademia de Polícia‘ –, o ator já estrelou sua própria franquia do gênero, ‘Lavalântula – Aranhas de Fogo‘.
Beth Grant (‘Caçador de Demônios’) e Craig Bierko (‘Todo Mundo em Pânico 4’) também estrelarão a produção.
Na trama…
Guttenberg interpreta o Rabino Azrael, descrito como “um líder espiritual e místico, forçado a realizar um exorcismo perigoso quando o espírito de um homem morto possui uma jovem de sua congregação”.
Diferenciando-se de outras produções do gênero, o projeto promete se aprofundar no folclore judaico.
Jared Leto está em negociações para interpretar o herói dos quadrinhos da Valiant, ‘Bloodshot’. A informação foi revelada pelo site Deadline.
Será que o projeto colocará seu futuro como o Coringa em jogo?
A HQ, criada por Kevin VanHook, Yvel Guichet, Don PerlineBob Layton, acompanha a história de Angelo Mortalli, um matador de aluguel que trabalhava para a máfia e que acaba sendo jurado jurado de morte e incriminado por um assassinato.
Sob os cuidados do Programa de Proteção à Testemunhas do FBI, novamente ele passa por outra traição, desta vez do agente cuja responsabilidade era de fato protegê-lo. A partir disso, Mortalli é sequestrado para se tornar uma cobaia de um experimento secreto do governo que busca desenvolver soldados com super poderes e habilidades de cura, o que resulta na perda de parte de sua memória.
Ele consegue fugir e com fragmentos ainda latentes em sua memória, sai em uma caçada para punir os responsáveis por tudo o que lhe fizeram.
O projeto, que será desenvolvido pela Sony Pictures, conta com Neal Moritz (‘Preacher’, ‘Prison Break’) como produtor e traz Dave Wilson como diretor. Vale ressaltar que este é o parceiro de Tim Miller (‘Deadpool’) na empresa de animação Blur Studios.
Baseada no livrode Sarai Walker, a série companha Plum Kettle (Nash), escritora fantasma de uma revista de moda que lida com sua imagem corporal enquanto trabalha com magras modelos e considera realizar uma cirurgia para perder peso. Enquanto isso, homens do alto escalão, acusados de agressão sexual, começam a aparecer mortos na cidade.
Com 10 episódios encomendados, a 1ª temporada estreará no dia 4 de junho.
A produção ‘Shazam!‘ já está disponível nos cinemas e o astro Zachary Levi passou por uma série de transformações para se encaixar no perfil físico do herói.
E durante uma entrevista com o CinePOP, o ator comentou sobre o seu processo de transformação para encarar o papel, partindo desde os novos hábitos alimentares, passando pelos intensos e constantes treinamentos.
“Eu só fui do jeito que eu sou, empolgado! Também fiquei na academia de cinco a seis dias por semana, comendo tanta comida, ganhando músculos. Foi uma jornada tão insana! Mas eu sou tão grato, estou mais forte e saudável do que jamais estive na vida inteira…e eu acho que no fundo eu pensava ‘eu espero que um dia eu conquiste um trabalho que me coloque na melhor forma da minha vida e olha só, funcionou! E esse é o sonho, é maravilhoso!”
Muito além da preparação física, o ator também teve que se acostumar a adotar alguns comportamentos diferentes, a fim de encarar um garoto dentro do corpo de um homem adulto.
Segundo Levi, pensar como Billy Batson foi o maior desafio de todo o seu processo de preparação:
“Além de todo o preparo, li muito o material fonte, mas mais do que tudo, eu analisava alguns momentos em que conversava com o Freddy e o meu cérebro adulto começava a funcionar. Então eu comecei a fazer pausas e pensar ‘não, para, para, você está raciocinando demais sobre isso. Crianças não pensam demais, eles são puramente emocionais, eles apenas reagem às coisas’. Era o que fazíamos quando tínhamos 14 anos…ou até mesmo fazemos ainda hoje, dependendo de quem você for. Mas eu tentei honrar o roteiro e trazer algo particular, acrescentando alguns momentos que poderiam ser um tempero a mais na trama, acrescentando mais autenticidade, como é o caso da dança do Fio Dental – que vocês viram no trailer -, aquilo não estava no roteiro. Tem muitos momentos nos filmes que as pessoas estão apenas ali paradas, mas isso não acontece na vida real, elas estão sempre fazendo alguma coisa. E haviam algumas cenas em que eu pensava ‘o que um adolescente faria nesse momento? Só poderia ser a dança do fio dental!’. Até porque, todo adolescente do mundo está fazendo essa dança. Não conseguimos convencê-los a passar o fio dental de verdade, mas essa dança eles fazem muito bem. Então eram momentos desse tipo, improvisados, e David [diretor] usou isso!”
Levi ainda revelou qual HQ foi mais utilizada para construir a narrativa do filme, pontuando que o volume #52 do mais recente reboot do personagem foi usado como material base.
“O filme é muito fiel aos quadrinhos. O material fonte do qual nós mais nos apegamos foi predominantemente #52 Shazam, o mais recente e que fez um reboot da série. Mas mesmo assim, nós fizemos algumas mudanças e tivemos liberdade artística, permanecendo também muito fiel à fonte, além de ser fiel a outras interações de Capitão Marvel e Shazam. Eu ainda li coisas antigas e quis acrescentar as minhas próprias referências. Porque Capitão Marvel, que hoje se chama Shazam, existe há tanto tempo…tanto que ele tem até dois nomes. E existem muito tipos de fãs. Alguns são muito, muito antigos e estão acostumados com o estilo anos 50, de figuras de linguagem como ‘cacilda’ e ainda temos os fãs mais jovens da nova geração, além da fase dos anos 70, quando também tivemos a série de TV. Mas nós tentamos nos manter fiéis ao material fonte”.
O intérprete do personagem ainda falou sobre o que distingue o Shazam dos demais super heróis, comentando a leveza e o teor cômico que acompanham sua jornada. De maneira descontraída, ele ainda faz uma breve comparação com o ‘Homem-Aranha’:
“Muitas coisas o tornam especial, mas para mim, o que destaca o Shazam de quase todos os outros super heróis é esse sentimento puro de desejo realizado. É aquela criancinha em todos nós que sempre sonhou em ser um super herói. E que se nós tivéssemos recebido, aos 14 anos, uma palavra mágica para simplesmente se transformar em um herói, podendo voar e ter super força, super velocidade e raios, seria a realização de um grande sonho! A maioria dos super heróis é tipo ‘nossa, eu tenho que salvar o mundo [com um certo peso]’. E Billy Batson é ‘caramba! Eu posso salvar o mundo, isso é tão divertido!’. Acho que o Peter Parker é o único super herói – que consigo pensar agora de cabeça – que fica tão feliz com essa oportunidade quanto Billy. Mas ele só tem a teia de aranha, eu posso voar!”
‘Shazam!‘ estreou nos EUA arrecadando US$ 55 milhões em seu primeiro fim de semana.
Como um garoto preso dentro do corpo de um adulto, Zachary Levi é a personificação de um herói ainda imaturo e bem brincalhão, diferente dos demais.
Os atores Karen Gillan e Aaron Paul vão estrelar um novo sci-ci, intitulado ‘Dual‘. A informação foi revelada pelo portal The Hollywood Reporter.
Na trama, Gillan vive uma mulher com uma doença terminal, que decide optar por um procedimento de clonagem, a fim de diminuir o impacto de sua morte na vida de seus amigos e familiares. No entanto, a protagonista acaba sendo milagrosamente curada e ao tentar desativar sua clone, ela descobrirá que a tarefa não é tão simples assim, levando-na a uma jornada mortal pela sua própria vida.
O sci-fi ainda conta com Beulah Koale e Martha Kelly no elenco. Além disso, há a possibilidade do astroJesse Eisenberg fazer uma aparição na produção.
Atualmente, Aaron Paul pode ser visto na terceira temporada da aclamada série ‘Westworld‘. Já a atriz Karen Gillan retorna para o MCU no futuro próximo, com as filmagens de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘
Uma das estreias mais aguardadas de 2021, ‘Homem-Aranha 3’ (‘Spiderman: No Way Home’), tem sido alvo de grandes especulações por parte dos fãs da Marvel, em virtude da possibilidade de retorno dos atores Andrew Garfield e Tobey Maguire como o Amigo da Vizinhança.
E em uma recente entrevista à revista Variety, o astro Alfred Molina revelou detalhes de seu retorno à franquia, salientando que a Sony Pictures e a Marvel Studios chegaram a proibir os atores de falar sobre o filme:
“Quando estávamos filmando No Way Home, todos nós estávamos sobre ordens estritas de não falar sobre o filme, porque tudo deveria ser um grande segredo. Mas, sabe, está tudo na internet. E de fato eu descrevo o meu retorno como o pior segredo guardado de Hollywood”.
O veterano foi ainda mais além e revelou que quando perguntou ao diretor Jon Watts sobre como o seu personagem retornaria à trama, após ter morrido em ‘Homem-Aranha 2‘, o cineasta pontuou que “neste universo, ninguém realmente morre”.
A expectativa é de que a narrativa do vilão seja retomada no instante em que ele se afoga no East River, para evitar que seus tentáculos destruíssem a cidade de Nova York.
Lembrando que Alfred Molina será rejuvenescido digitalmente em mais de 15 anos para reprisar seu papel como Doutor Octopus em ‘Homem-Aranha 3’ (‘Spiderman: No Way Home’).
O personagem vai aparecer no novo filme com o mesmo visual que ele tinha em ‘Homem-Aranha 2‘, de 2004.
E aí, você acha que o Aranhaverso é real mesmo?
Assista ao anúncio que revela o título oficial da sequência, que estreia em 16 de dezembro de 2021:
Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.
Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado deFeige, representando a Sonye aMarvel, respectivamente.
A finitude da vida em meio à escassez se transforma em poesia nos primeiros cinco minutos de Furiosa: Uma Saga Mad Max. Com rápidas pinceladas sobre a destruição do planeta Terra, a partir de crises ambientais e humanas, George Miller abre seu mais novo épico distópico ao som de um narrador ancião e profético, que reflete sobre a condição da humanidade diante de sua autodestruição. Em um deserto sombrio e simbólico, o pouco que resta vira pó. E agora, nessa nova pseudo civilização, surge a distópica heroína homônima.
De rosto delicado, infantil e em uma terra fértil, ela logo se tornará apenas uma sombria lembrança da idílica e reclusa vida que nutriu em sua pequena comunidade. E então, seu presente vira passado e seu futuro se dilacera em uma longínqua extensão desértica, dominada por fúria, remanescentes de combustível fóssil e buscas frenéticas pelo domínio da oferta e da escassez – ambos cercados por formações rochosas robustas e desfiladeiros que revelam cenas de ação que nos enchem os olhos das mesmas memórias de Mad Max: Estrada da Fúria.
Mas Furiosa: Uma Saga Mad Max é diferente. Em sua magnitude, é menor, menos densa na quantidade de seus personagens e em números de veículos arquitetônicos e megalomaníacos. Mas ainda assim, é um filme poderoso. Resgatando as origens da personagem inicialmente vivida por Charlize Theron, a pré-sequência de Miller nos introduz aos vestígios iniciais desse novo e perverso mundo cão, tomado por areia e devastação. Mas ao invés de também nos tomar pelas mãos em direção aos meandros de como esse universo se fundiu e se ergueu, o aclamado diretor opta por nos apresentar apenas fragmentos dessa realidade, que aqui é trazida às telas como estando em seus estágios mais primitivos e não tão desenvolvidos.
E ainda que essa lacuna deixe um gostinho amargo naqueles que esperavam também testemunhar as raízes da fundação de Wasteland, a verdade é que isso pouco afeta a nossa experiência enquanto audiência. Furiosa nada mais é do que a história de ascensão de uma garotinha tratada como mercadoria, que fez de suas terríveis circunstâncias seu impulso de sobrevivência em um mundo onde mulheres nada mais são que ventres férteis e seios fartos de leite.
Fazendo conexões valiosas com pontos chave de Estrada da Fúria, o mais novo longa da franquia sabe muito bem vincular ambas as narrativas, aparando arestas soltas propositalmente apresentadas lá em 2015, à medida em que busca fechar um ciclo na história de uma personagem que quase superou o sucesso do protagonista original – graças à excelente parceria Miller-Theron. E dessa vez sob a belíssima performance de Anya Taylor-Joy, Furiosa: Uma Saga Mad Maxganha novas camadas de profundidade, em um thriller apocalíptico de origem que nos envolve em suas quase três horas de duração.
Dividindo a trama em capítulos, Miller se empenha para honrar o universo expansivo que criou, buscando um equilíbrio em seu ritmo narrativo principalmente nos momentos de maior lentidão – que podem ser mais exaustivos para os impacientes. Mas com Anya dominando a tela com uma performance soturna, densa e absolutamente concentrada em seus olhos, o cineasta pouco precisa se preocupar. Aqui, a popular e talentosa atriz uma vez mais mostra que todo seu sucesso não é por menos, tornando o constante silêncio que domina as telas em uma atmosfera ainda mais profunda para testemunharmos sua versatilidade em tela.
E Chris Hemsworth não fica atrás, usando a oportunidade dada pelo diretor para apresentar uma versão mais séria de sua performance. Contando com um ótimo trabalho de maquiagem realizado pela vencedora do Oscar, Lesley Vanderwalt, ele caminha em direção a papeis mais sérios e complexos, provando que tem potencial para encarar desafios mais dramáticos em tela. Com um vilão mais caricato e levemente cômico, ele é um contraste com a atmosfera quase mórbida que envolve Wasteland. Caótico e verborrágico, ele é a quebra dos silêncios e uma breve ruptura certeira no pesado ritmo narrativo estabelecido por Miller.
Estampando uma fotografia estonteante que reitera os detalhes do preciso design de produção de Colin Gibson, a pré-sequência de Estrada da Fúria é visceral em suas cenas de ação e perseguição, ainda que elas sejam menos robustas que as do clássico contemporâneo de 2015. Poderoso em sua execução e nos embalando em uma catártica e sinestésica jornada de vingança e identidade, Furiosa: Uma Saga Mad Max é uma belíssima epopeia distópica com ares mitológicos. E ainda que não supere a maestria e o fascínio originais de seu antecessor, sem sombra de dúvidas já se torna uma das melhores experiências cinematográficas de 2024.
Qual o seu maior medo? Esta é a pergunta-chave para mergulhar na extraordinária e perturbadora trajetória de Karoline (Vic Carmen Sonne) em A Garota da Agulha (The Girl with the Needle), do sueco Magnus von Horn (Suor). Lançado na competição pela Palma de Ouro em Cannes 2024, o longa dinamarquês recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Internacional e chega nesta sexta, dia 24 de janeiro, no MUBI Brasil.
Inspirado pelo expressionismo alemão, com sua estética lúgubre, expressões marcantes e o uso do preto e branco, Magnus von Horncria um conto de fadas para adultos invertido. Em um universo povoado por maltrapilhos e desfigurados, o filme revela a sociedade como o verdadeiro monstro. Assim como o porteiro de hotel de luxo (Emil Jannings) em A Última Gargalhada(1924), de F. W. Murnau — cuja expressão reforça o horror ao ser forçado a abandonar seu posto por conta da idade e passar a limpar banheiros —, Karoline é uma mulher arrancada do tecido social. Sozinha, desempregada, grávida e rejeitada pelo “doador” de sêmen, ela é lançada em uma luta desesperada por sobrevivência.
Vic Carmen Sonne atua com forte semelhança do expressionismo alemão
Em um cenário caótico de Copenhague pós-Primeira Guerra Mundial, Karoline é obrigada a deixar o seu apartamento por falta de pagamento e acaba vivendo em condições sub-humanas de moradia: um galpão com vidraças quebradas, goteiras, mofos e ratos. A ambientação inicial já nos provoca desgosto e repulsa, algo cuidadosamente construído ao longo da narrativa para afastar cada vez mais os espectadores dos personagens. Vista como viúva — já que o marido não voltou da guerra —, a moça trabalha como costureira numa enorme fábrica têxtil.
O títuloA Garota da Agulhaé, portanto, uma escolha literal em relação à sua profissão, mas também uma metáfora escondida sobre sacrilégio e desonra. Envolta em uma atmosfera sombria, Karoline consegue encontrar alguma luz ao despertar o interesse do dono da empresa, Jørgen (Joachim Fjelstrup). Em uma cena graciosa que homenageia Paris, Texas (1984), de Wim Wenders, o empresário a segue pelas ruas e conquista sua afeição. Promessas de casamento são trocadas, assim como de uma casa para substituir o ninho de ratos em que ela vive, e Karoline se rende aos braços do patrão, até que o fruto dessa união aparece em seu ventre.
Quando a fábula da Cinderela, escolhida pelo príncipe entre milhares de costureiras, parecia prestes a se realizar, o choque de realidade entra em cena. A mãe de Jørgen exige que ele escolha entre assumir o filho de uma operária ou manter sua posição como herdeiro em um bom casamento com uma jovem de alta classe. Entre a covardia, o capitalismo e o patriarcado, Karoline não tem nenhuma chance. Se antes a situação já era ruim, agora, sem emprego e com a barriga crescendo, ela se vê à beira do desespero.
É com esses contrastes entre o alívio momentâneo e a queda iminente no abismo que Magnus von Hornconstrói, emA Garota da Agulha, uma narrativa envolvente e audaciosa sobre os limites do ser humano ao enfrentar os monstros sociais. Essa abordagem já tinha aparecido no seu filme anterior, Suor (Sweat, 2021) — também disponível na MUBI Brasil —, no qual um influencer fitness é perseguida por um dos seus admiradores e atormentada pela exposição online, enquanto o ódio virtual se manifesta na vida real através dela mesma.
Saindo da contemporaneidade para o início do século XX, Magnus von Hornconcede muito mais camadas à sua protagonista, em um roteiro elaborado ao lado de Line Langebek Knudsen. A gravidez, no entanto, é apenas o início da odisseia emocional de Karoline — e do público. Nesse universo sombrio, o marido desaparecido retorna ao lar com uma máscara cobrindo o pedaço ausente de seu rosto, mutilado pela guerra. Embora aceite o filho que não é seu, Peter (Besir Zeciri) luta contra a ojeriza da esposa e seus próprios episódios psicóticos pós-traumáticos.
Sem conseguir emprego, a agulha do título volta para desempenhar um papel diferente, como no filme O Acontecimento (2021), de Audrey Diwan. Neste segundo momento de desespero, em um banho público, Karoline encontra acolhimento em outra mulher mais velha, Dagmar (Trine Dyrholm), que vive com sua filha Erena (Ava Knox Martin). Em tempos de vacas magras, Dagmar parece bem-sucedida no seu negócio clandestino de adoção.
Dividida entre formar uma família com o marido desfigurado e atormentado ou dar um futuro melhor para sua filha, Karoline recorre a Dagmar. Após entregar o bebê para outra família, ela se estabelece como cuidadora de outras crianças e ajudante na loja de doces de Dagmar. Quando parecia, entretanto, que Karoline finalmente encontraria redenção nas mãos de sua “fada madrinha”, o enredo expõe a realidade ainda mais cruel da sociedade em relação às mulheres.
A Garota da Agulharevela um mundo cruel e implacável, como a personagem da “fada madrinha” descreve. Ao retratar esse universo sem espaço para esperança ou cura, onde só restam destruidores e destroços, o filme afunda o espectador em uma lama sufocante, sem respiro. Magnus von Horn constrói uma fábula aterradora que, se você tem receio de confrontar o lado mais sombrio da natureza humana, pode ser melhor evitar essa experiência catártica.
A nova série da Marvel pelo canal Freeform, ‘Manto e Adaga’, teve seu primeiro episódio exibido no SXSW 2018 e as primeiras impressões são positivas. Confira:
#CloakAndDagger is a really smart, mature, visually accomplished Marvel show, and I can’t wait to watch more. Super fun having Jeph Loeb on another YA superhero show #sxsw
“‘Manto e Adaga’ é um esperto, maduro e visualmente sólido programa da Marvel, e mal posso esperar para assistir mais. Muito divertido ter Jeph Loeb em outra série de super-herói”
I’ll have more thoughts on the premiere episode of Marvel’s #CloakAndDagger up on the site soon, but let me just say this: the two young leads are immensely good. They’ll be the reason the watch.
“Terei mais publicações e mais opiniões do episódio de ‘Manto e Adaga’, da Marvel, no site em breve, mas deixem-me dizer isto: os dois jovens protagonistas são imersivamente bons. Eles são o motivo para assistir”
The #CloakAndDagger first episode was a solid, promising start. That said, there’s nothing very new or different on display. If you like the current Marvel tv offerings, you’ll likely enjoy this. pic.twitter.com/e728sN2RA1
“O primeiro episódio de ‘Manto e Adaga’ foi um começo promissor. Dito isto, não há nada de muito novo ou diferente. Se você gosta do que a Marvel TV oferece, provavelmente gostará desse”
A série ganhou um novo trailer, que traz os personagens títulos se conhecendo.
O thriller psicológico ‘Lizzie’, estrelado por Kristen Stewart (‘Personal Shopper’) e Chloë Sevigny (‘American Horror Story’) acabou de ganhar seu primeiro pôster e trailer. Confira:
A trama explora os eventos que levaram aos lendários assassinatos da família Borden pela filha, Lizzie Borden, se concentrando no relacionamento de Lizzie (Sevigny) com Bridget Sullivan (Stewart), uma das empregadas da casa de sua família.
O longa estreia em 14 de setembro de 2018, nos EUA. Ainda sem data definida para o Brasil.
Nos últimos anos, a Marvel vem sofrendo para conquistar o interesse do público da mesma forma como fazia antes da pandemia. Com o encerramento da saga dos principais Vingadores originais, os fãs parecem não ter se empolgado tanto com os novos personagens introduzidos nas fases seguintes, causando uma série de longas com bilheterias e críticas bem abaixo do que havia virado padrão na década passada.
Conforme comentamos na análise do momento do estúdio, partindo da ótica do fracasso de As Marvels, um dos pontos mais complicados desse novo MCU é a falta de uma “luz no fim do túnel”. Aquele filme-evento ao fim da fase que reúne os personagens e faz o público se interessar pelos outros projetos. No entanto, segundo informações do insider Daniel Richtman, mais conhecido como DanielRPK, parece que a Disney vai aproveitar esse atraso causado pela Greve de Hollywood para realinhar a rota da Marvel nos cinemas.
Segundo ele, as reações iniciais a Capitão América: Admirável Mundo Novo, que vai trazer Sam Wilson (Anthony Mackie) como Capitão América pela primeira vez nos cinemas, foram um fracasso. E o filme é considerado de alta importância, não só por envolver um dos maiores ícones da casa, mas por estar sendo trabalhado para resgatar o universo doHulk, cujos direitos de adaptação voltaram para a Marvel há alguns meses.
Com o filme tendo seu lançamento adiado para 2025, a produção vai poder reescrever e regravar tudo aquilo que não está funcionando em cena. Mais do que isso, há rumores de que os eventos do longa vão influenciar diretamente em outro projeto que chegará aos cinemas em 2025: Thunderbolts. Ao que parece, o novo Capitão América será uma peça-chave para um núcleo de heróis mais urbanos que talvez não influenciem tanto nos próximos filmes-eventos do estúdio, mas que certamente terão importância para resolver pontas soltas de projetos anteriores, como o próprio O Incrível Hulk (2008) e Eternos (2021). E há rumores de que a trama desses dois filmes podem preparar o terreno para o tão aguardado filme dosX-Men.
Falando da “luz no fim do túnel”, haverá dois filmes dos Vingadores que prometem fechar essa fase tão polêmica do estúdio, Vingadores: Dinastia Kang (2026) e Vingadores: Guerras Secretas (2027). E diante de tantos problemas envolvendo o ator Jonathan Majors e a falta de interesse do público nesse núcleo do Kang, parece que os executivos entenderam que a chance maior de redenção é voltando seus esforços para fazer um Guerras Secretas inquestionável.
Para isso, segundo o insider, a Marvel trabalha com quatro projetos fundamentais para construir essa trama e chamar a atenção do público: Deadpool 3 (2024), Quarteto Fantástico (2025), Shang-Chi 2 e Homem-Aranha 4. Esses dois últimos ainda não têm data de lançamento, mas Daniel afirmou que o estúdio já trabalha com uma data para o início das filmagens da segunda aventura do Mestre do Kung Fu entre 2024 e 2025. Com isso, os rumores de que o filme sairia entre os dois próximos Vingadores ganha força.
Shang-Chi ganhará uma importância ainda maior no MCU. Seus ‘Dez Anéis’ devem entrar no centro do Multiverso.
Por fim, ele afirma que o motivo da Marvel não ter adiado Deadpool 3, assim como fez com outros projetos, mantendo sua estreia para 2024, é que o estúdio entende que a trama é importantíssima para o desenrolar dessa trama de guerra no Multiverso e que confia muito no poder e carisma do Deadpool (Ryan Reynolds), e no antigo desejo do público de ver oWolverine de Hugh Jackman no MCU para atrair os fãs.
Isso, inclusive, teria pesado muito na hora da torná-lo o único filme do Universo Cinematográfico Marvel a ser lançado nos cinemas em 2024. Eles entendem que será também uma forma de dar um “descanso” para que o público fique ansioso pelas próximas produções do estúdio que virão em 2025.
Ah, ele também afirmou que duas séries do Disney+ que fizeram bastante barulho, Cavaleiro da Lua e Mulher-Hulk, terão suas segundas temporadas confirmadas em breve, para a alegria dos fãs.
‘Deadpool 3’ chega em 2024 para juntar Deadpool e Wolverine em cena, algo aguardado pelos fãs há mais de uma década
Ou seja, diante das notícias trazidas pelo insider, dá para perceber que a Marvel mudou sua estratégia nessa fase. Em vez de apostar nos novos personagens, trazendo tramas aparentemente desconexas, a Marvel vai voltar a usar o método que fez sucesso nas Fases 2 e 3, que é se apoiar na imagem de heróis consagrados para despertar o interesse do público até o grande filme-evento que irá encerrar a Fase 5.
Deadpool 3 chega aos cinemas em 25 de julho de 2024.
Um bom clichê é um bom clichê. E o gênero da comédia romântica particularmente é bastante construído com base nesse tipo de elemento, que arranca sorrisos e revira os olhos da plateia. A presença em excesso ou a ausência desse elemento também faz com que determinadas produções alcancem maior recepção do público, como foi o caso de ‘Como Perder Um Homem em 10 Dias’, filme estrelado por Matthew McConaughey e Kate Hudson, que ano passado inspirou levemente a comédia romântica turca ‘Táticas do Amor’. Disponibilizada através da Netflix para os assinantes brasileiros, o sucesso foi tão grande que em menos de um ano a plataforma ofertou a sequência, ‘Táticas do Amor 2’, que estreou recentemente.
Tuna (Atakan Çelik), melhor amiga de Asli (Demet Özdemir) está de casamento marcado, o que deixa Asli estressada, pois ela não acredita em casamento e acha que a amiga está cometendo uma grande loucura, embora reconheça o amor que ela sente pelo noivo. Ao comentar isso com Kerem (Sükrü Özyildiz), seu namorado, ele compartilha que sente um grande alívio por saber que ela não quer se casar, afinal, ele não gostaria de se casar também, nem mesmo com ela. Tal declaração é suficiente para deixar Asli em parafuso, ao ponto de montar um plano mirabolante para convencer Kerem de que ela é um ótimo partido, mesmo que, no fundo, ela diga que não quer casar com ele, apenas quer fazê-lo mudar de opinião. Desconfiado com a mudança de comportamento da namorada, Kerem irá fazer de tudo para fazer com que Asli perceba que casamento é uma péssima ideia.
Assim como no filme original, o roteiro de ‘Táticas do Amor 2’ segue o molde enemies to lovers – uma tática de escrita que basicamente significa dois personagens que se odeiam, mas que no fundo vão se apaixonar ao final da história. No caso da sequência os protagonistas já estão juntos, mas o roteiro de Pelin Karamehmetoglu arranjou uma outra motivação para os protagonistas ficarem em pé de guerra em lados opostos, e, assim reavivar as aventuras da disputa que inicialmente os aproximou como casal, entregando, assim, exatamente o que o espectador quer.
Embora o molde seja o mesmo e o enredo não traga nada de novo, o que surpreende nesta continuação é a luxuosidade da produção. No primeiro já tínhamos bastante influência do mundo da moda na vida desses personagens, mas dessa vez tanto Asli quanto Kerem só vestem alta costura, até mesmo o figurino dos personagens periféricos se destaca. Os protagonistas voltam a frequentar restaurantes chiquérrimos, passeiam em iate particular e há gravações em uma ilha, com direito a cenas em avião monomotor. Ou seja, um orçamento milionário.
Mesmo repetindo o molde do anterior e com uma mensagem um pouco contraditória, ‘Táticas do Amor 2’ entrega exatamente o tipo de conforto visual que os fãs de comédia romântica água com açúcar esperam: personagens carismáticos, que se amam e se odeiam, e paisagens belíssimas, que fazem a gente sonhar. Tudo isso somado a um casal de atores com química tanto no romance quanto na comédia. ‘Táticas do Amor 2’ é um programinha relaxante, uma sobremesa para aliviar o estresse.
Brie Larson fará sua estreia no Universo Cinemático Marvelcom ‘Capitã Marvel’ muito em breve e, assim que ela voltar para a Terra para enfrentar uma invasão extraterrestre, ela estará acompanhada de seu fiel pet Goose.
Agora, o incrivelmente fofo gatinho (que poder ser membro da raça alienígena Flerken) ganhou os holofotes em um novo pôster promocional do filme, que está sendo disponibilizado em diversos cinemas. Na imagem, Goose pode ser visto utilizando óculos de sol, emulando até mesmo o personagem de Tom Cruise em ‘Top Gun’.
A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.
‘Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.
Na próxima iteração de ‘Steven Universe’, depois de salvarem a galáxia, Steven ainda tenta amarrar todas as pontas soltas. Entretanto, à medida que não encontra mais problemas para resolver, ele finalmente enfrentará um grande obstáculo. Assombrado pelo passado e perdido no presente, Steven começa a manifestar poderes novos e incontroláveis, nunca antes vistos pelas Crystal Gems. O que isso significa? E o que Steven quer para seu futuro?
Nessa sátira de terror ambientada em 1989, ‘Bad Hair’ gira em torno de uma ambiciosa jovem que muda seu visual para alcançar sucesso no mundo da música televisionada. Entretanto, a carreira começa a ser ameaçada quando percebe que seu novo cabelo pode ter vida própria.
‘Bridgerton’ é a mais nova sensação da Netflix e, para promover a série, a plataforma de streaming divulgou um vídeo em que as icônicas drag queens Monét X Change (‘RuPaul’s Drag Race’) e The Vivienne (‘RuPaul’s Drag Race UK’) reagem à produção.
Confira:
A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX.
A Netflix divulgou recentemente sua mais nova minissérie original, intitulada ‘Halston’.
Produzida pela prolífica mente de Ryan Murphy, em colaboração com Ian Brennan e Christine Vachon, bem como a criação de Sherr White, os cinco episódios foram inspirados no livro de não-ficção ‘Simply Halston’, de Steven Gaines, e trouxe à tona a controversa e complexa vida do estilista Roy Halston Frowick e de que forma ele mudou o cenário da moda dos Estados Unidos entre 1970 e 1980, desde a popularização do chapéu pillbox até os casacos trenchcoat de ultrasuede.
Apesar do roteiro desequilibrado, a série é, sem sombra de dúvidas, uma aula sobre a indústria fashion – e traz até mesmo uma versão dramatizada e envolvente da icônica Batalha de Versalhes. E, para aqueles que amam estudar sobre a importância da iconografia da moda, ‘Halston’ é um prato cheio.
Pensando nisso, o CinePOP separou uma breve lista com outras cinco produções que falam sobre o tema, desde o clássico ‘Cinderela em Paris’ até o aclamado reality show‘Queer Eye’ (a nova geração).
Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:
Estrelado por ninguém menos que os lendários Fred Astaire e Audrey Hepburn, ‘Cinderela em Paris’ une o melhor da moda e do musical romântico em um mesmo lugar – e até mesmo inspirou a recente comédia ‘Emily em Paris’, da Netflix. A história gira em torno de um famoso fotógrafo de moda (Astaire) que trabalha para uma conceituada revista feminina. Tentando encontrar um novo rosto, ele cruza caminho com uma balconista de uma livraria (Hepburn) que é contratada para ser modelo da revista em Paris.
Quando pensamos em moda, ‘O Diabo Veste Prada’ é, provavelmente, o primeiro título que nos vem a cabeça – e não é por qualquer motivo: ambientado em Nova York, na sede da revista Runway, a narrativa é centrada em Andrea (Anne Hathaway), uma jornalista recém-formada sem qualquer senso de estilo que passa a trabalhar para a demoníaca guru da moda Miranda Priestly (Meryl Streep). Além da divertida narrativa, o filme é uma ode à haute couture e tem alguns dos figurinos mais belos da história de Hollywood.
No despretensioso ‘A Vingança Está na Moda’, a vencedora do Oscar Kate Winslet dá vida a uma talentosa costureira chamada Tilly, que, depois de anos longe de casa, retorna para sua cidadezinha no interior da Austrália. Munida de uma máquina de costura e de um estilo invejável, ela transforma as mulheres de seu lar e se delicia com a doce vingança de provar errado àqueles que não acreditaram em seu potencial.
Apesar de ter sido cancelada e ter dividido os fãs, ‘Girlboss’ ainda funciona como um retrato bastante interessante da moda underground e da biografia de Sophia Amoruso, uma jovem batalhadora que se tornou uma empresária multimilionária chamada Nasty Gal com apenas 27 anos.
São poucas as pessoas que nunca ouviram falar de ‘Queer Eye’ – e poucas também que não se emocionam com o incrível reality show da Netflix. Cada capítulo traz os 5 Fabulosos em mais uma sessão de makeover, focando em culinária, cultura, etiqueta e, principalmente, design e moda. Guiado por Antoni Porowski, Tan France, Karamo Brown, Bobby Berk e Jonathan Van Ness, o programa não é apenas um manual de como tornar sua vida mais glamurosa, como também um emocionante tour-de-force social.
Depois do teaser, a BBC divulgou um novo cartaz da 13ª temporada de ‘Doctor Who’, que marca a despedida de Jodie Whittakercomo a icônica personagem titular.
O banner revela que o próximo ciclo terá o título especial de ‘Doctor Who: Flux’ e tem estreia marcada para o dia 31 de outubro.
Confira:
Vale lembrar que Russell T. Davies, produtor que liderou o revival da série ‘Doctor Who‘ em 2005, retornará para a produção como showrunner, a partir do ano de 2023.
O seu retorno coincide com o aniversário de 60 anos da série, mas a emissora já adiantou que Davies permanecerá envolvido com novas temporadas, para “além” de 2023.
E por meio de um comunicado oficial, o produtor comemorou o seu retorno à saga televisiva, elogiando o trabalho de Chris Chibnall. Na ocasião, ele ainda ponderou que até 2023 seguirá como um ávido espectador.
“Estou muito empolgado por poder retornar à minha série favorita. Mas nós viajamos no tempo rápido demais e há uma série inteira com a brilhante Doctor de Jodie Whittaker para eu curtir com meu amigo e herói Chris Chibnall no comando – Por hora, eu ainda sou um espectador”.
Confira a sinopse do próximo ciclo:
Ela está de volta. A 13ª Doutora retorna para a 13ª temporada da série que terá seis episódios. Desde sua última épica batalha na Revolução dos Daleks, a Doutora (Jodie Whittaker) e Yaz (Mandip Hill) têm explorado o universo juntos – mas agora com a Doutora questionando tudo sobre seu passado, ela, sem dúvidas, irá procurar por respostas.
Lembrando que John Bishop também faz parte da nova temporada como Dan Lewis. Jacob Andersonfará sua estreia na produção como um personagem regular chamado Jacob.
O longa é dirigido por Shawn Levy(‘Free Guy – Assumindo o Controle’) e roteirizado por Jonathan Tropper.
Na trama, Reynolds vive um homem amargurado que volta no tempo em busca do seu eu de 13 anos de idade, na tentativa de encontrar seu falecido pai para realizar um misterioso propósito.
Lembrando que o ator já trabalhou com Levy na adorada comédia de ação ‘Free Guy’, que chega no dia 26 de janeiro à plataforma do Star+.
A produção, que conta com 8 episódios, foi lançada no último dia 25 de agosto, na plataforma de streaming.
Relembre o trailer:
A minissérie explora a dinâmica e controversa história de Tyson, trazendo os altos e baixos da trajetória de Tyson tanto no boxe quanto na vida pessoal, e do atleta mundialmente adorado ao homem criticado.
Com total foco em Tyson, a série também examina o racismo e o classicismo nos Estados Unidos, a fama e o poder da mídia, a misoginia, a divisão da riqueza, a promessa do sonho americano e, finalmente, o papel do público na história de Mike.
Craig Gillespie (‘Eu, Tonya’) atua como produtor executivo e dirige o piloto do programa, comSteven Rogers (‘Eu, Tonya’) como roteirista e Karin Gist (‘Our Kind of People’) como showrunner.
Através do Twitter, o roteirista Josh Stolberg confirmou que as gravações de ‘Jogos Mortais 10’, próximo capítulo da famosa franquia gore, finalmente terminaram.
As boas novas foram anunciadas junto a uma foto de bastidores e à seguinte legenda: “olha o que eu estou doando do último dia de filmagens do novo filme de ‘Jogos Mortais’! Uma serra circular assinada por [Tobin Bell]. De graça! Apenas me sigam e deem RT nesta postagem para participarem [do sorteio]”.
Com as filmagens de ‘Jogos Mortais 10‘ já iniciadas, e a Paris Filmes revelou ao CinePOP que o novo filme já tem data de estreia por aqui: dia 26 de Outubro de 2023.
Além disso, a primeira imagem dos bastidores do terror foi divulgada – destacando o retorno de Tobin Bell (‘Enterrado Vivo’) como o sádico Jigsaw/John Kramer.
Ausente em ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘ (2021), o ator retorna à franquia cinco anos após ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘ (2017).
Segundo a Tilt, a Netflix virou alvo de reclamações de consumidores no Procon de São Paulo, que notificará a plataforma de streaming para prestar esclarecimentos sobre a mudança anunciada aos assinantes.
O Procon revelou que a notificação acontecerá após o grande número de denúncias recebidas pelo instituto com a decisão da Netflix.
“Somente com a comprovação das mudanças e a formalização das reclamações será possível avaliar se a nova forma de cobrança pelo acesso ou a tecnologia utilizada para controle têm amparo legal no Código de Defesa do Consumidor”, afirmou Rodrigo Tritapepe, diretor de Atendimento e Orientação do Procon-SP.
Os consumidores que se sentirem insatisfeitos com a cobrança a mais podem reclamar no site www.procon.sp.gov.br.
Inclusive, vários assinantes foram às redes sociais ameaçar cancelar a assinatura.
Veja:
Netflix espero que você sinta pra caralho dor no bolso depois dessa. 12,90? Com isso só abre margem pra sucesso da concorrência e olhe lá. Se antes já tinha cancelamento por causa de série, agora que vai ter. Aguardo o fracasso, beijos pic.twitter.com/wquxhyHGy3
vou cancelar a netflix fodase não tem nada de bom lá a não ser black mirror que lança mês que vem de resto pode jogar fora vou assinar o plano nivel 6 do mercado livre kkpic.twitter.com/fGm2iwwLMe
Vários assinantes tiveram que colocar novamente a senha no aplicativo e não poderão usar a senha em outro IP.
Os usuários da plataforma terão que fazer login em seus perfis a cada 30 dias através do Wi-Fi de seus endereços principais para evitarem o bloqueio do catálogo em outros aparelhos da casa. Para impedir que pessoas de fora uma residência acessem a plataforma, a companhia vai rastrear endereços de IP dos dispositivos conectados ao Wi-Fi principal.
Dessa forma, um aparelho que não esteja configurado com o mesmo IP gerado pelo Wi-Fi principal de uma residência terá seu acesso bloqueado à plataforma de streaming.
Mas como fica o acesso a dispositivos móveis quando um usuário não estiver em sua residência?
Caso você esteja viajando ou fora de casa por algum motivo, basta solicitar um código temporário para acessar o catálogo por sete dias consecutivos.
Para isso, será necessário atualizar seu local principal se estiver em outro endereço.
Nos testes, foram liberados os compartilhamentos através de notebooks, smartphones e tablets enquanto o usuário estiver viajando, mas só será possível usar a plataforma numa televisão fora de sua casa por duas semanas sem pagar a taxa.
Esse período grátis só será válido para um local por ano. Depois disso, o aplicativo será bloqueado nas TVs que não pertencem à determinada residência, a não ser que o usuário pague a taxa extra.
As mudanças não param por aí…
ANetflix pretende converter em assinantes pagos quem usa contas pertencentes a famílias separadas, com a introdução de restrições de compartilhamento de contas e taxas extras para membros em mais países.
“O compartilhamento desenfreado de senhas limita nossa capacidade de investir e melhorar a Netflix a longo prazo, e de construir nosso negócio. Enquanto os termos de uso limitam a Netflix para uma residência, nós reconhecemos isso como uma mudança para membros que compartilham suas contas para além de seus lares.”
Desde sua estreia oficial no mundo da música, Anitta transformou-se em uma powerhouse no cenário fonográfico que, após dominar as paradas brasileiras e conquistar um fiel público, ganhou fãs ao redor do mundo e eternizou seu nome de maneira expressiva com inúmeros hits e através de uma indesculpável personalidade que a ajudou em suas constantes conquistas.
No último dia 26 de abril, a cantora e compositora lançou seu terceiro álbum de estúdio oficial, intitulado ‘Funk Generation’ – uma celebração da história do funk e um retorno profundo às raízes de seus primeiros anos na indústria do entretenimento. Apostando fichas em uma construção trilíngue, assim como ‘Versions of Me’, Anitta aproveitou para abrir um novo capítulo para o gênero ao se afastar das falsas problemáticas apontadas por setores mais tradicionalistas e conservadores da sociedade e levá-lo ao mainstream mundial.
Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando as cinco melhores canções do álbum.
Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua faixa favorita:
5. “DOUBLE TEAM”
“Double Team” abraça o funk ousadia em uma comunhão de compositores e produtores que unem forças para falar sobre liberdade sexual e responder às muitas críticas sofridas por Anitta ao longo dos anos – que diminuíam suas conquistas e sua importância em virtude de um puritanismo barato e que, em pleno século XXI, não tem mais espaço entre nós. Como se não bastasse, a artista também é acompanhada pela clara química do rapperBrray e da cantora Bad Gyal.
4. “CRIA DE FAVELA”
Se há algo que Anitta sabe fazer de bem é construir peças musicais de mercadologia impagável e bastante efetiva – e esse é o caso da ótima “Cria de Favela”. Durante pouco menos de três minutos, a performer nos convida a voltar a seu lar em Honório Gurgel em uma exploração convicta do funk carioca, demarcado com batidas profundas e uma espécie de distorção promovida pela presença dançante e envolvente dos sintetizadores (apostando fichas no conhecido subgênero do pancadão da melhor maneira possível).
3. “LOSE YA BREATH”
Em ‘Funk Generation’, Anitta nos convida a uma viagem no tempo que espalha-se pelas múltiplas vertentes do gênero: logo de cara, com “Lose Ya Breath”, o público é envolvido em um impactante electro-funk que traz certas páginas emprestadas de Ayria (mais especificamente da track“Analog Trash”) para firmar uma amálgama com o EDM à medida que nos conduz por uma sensual e vibrante narrativa que nos arremessa direto para as pistas de dança.
2. “GRIP”
Nesse compilado de originais, é notável como as referências ao new-funk e ao funk 150-BPM aparecem com força e deixam claro o que podemos esperar ao longo de quinze breves faixas. Mas esse não é o caso de “Grip”: a faixa se apoia na distorção do clássico funk carioca ao incorporar pesados sintetizadores e breves menções ao trap – incluindo batidas muito bem demarcadas que digladiam com versos ostensivos sobre dinheiro e sexo da melhor maneira possível.
1. “FUNK RAVE”
O destaque principal do disco é destinado a “Funk Rave” – uma peça musical que, sem sombra de dúvida, é uma das melhores incursões da carreira de Anitta pela ousadia com a qual trabalha uma sucessão de estilos diferentes que convergem para um inebriante coquetel de synth-funk, funk 150-BPM e funk-trap cujo único crime é durar apenas dois minutos e meio.
‘Coringa: Delírio a Dois’ estreia hoje, 03 de outubro, nos cinemas nacionais – e parece ter dividido tanto a crítica quanto o público.
O filme, estrelado pelos vencedores do Oscar Joaquin Phoenix e Lady Gaga, amargou 51% de aprovação no Rotten Tomatoes e, além disso, não encantou o público como estava prometendo.
No agregador de reviews, é possível encontrar os comentários dos espectadores, que não são muito animadores. Uma delas, com nota 1,5/5, afirma: “eu queria um filme do ‘Coringa’, não um musical”; outra, por sua vez, diz que “é mais um musical do que um filme. Se você gostou do primeiro, não deveria assistir a esse”.
O usuário Jovan J concordou que as sequências musicais são excessivas, escrevendo: “isso não é o que eu esperava do filme. Com Lady Gaga, esse filme se tornou um musical”.
Já Stefan G parece ter tido uma experiência melhor, avaliando o filme com quatro estrelas e rasgando elogios para Phoenix e Gaga, apesar de ter criticado o final anticlimático: “os elementos musicais funcionam muito bem para mim e eu não sou muito fã de musicais”.
Gabriel S, em um comentário de cinco estrelas, afirma que “Gaga e Joquin brilham como o Coringa e Arlequina”.
Confira nossa crítica:
Na trama, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.
A série de comédia ‘Deli Boys’ já está disponível no catálogo do Disney+.
Agora, foi divulgado o primeiro episódio completo da atração, que você pode conferir na íntegra abaixo:
A série foi criada por Abdullah Saeede conta com dez episódios.
Quando seu pai, um magnata das lojas de conveniência, morre repentinamente, dois mimados irmãos paquistaneses-americanos perdem tudo e são forçados a levar em conta a criminosa vida secreta de seu Baba enquanto tentam assumir seu manto no submundo.
Alan Ritchson ganhou fama mundial após ser escalada como o protagonista e ‘Reacher’, uma das séries mais populares da atualidade e que está disponível no Prime Video. Porém, além de seu conhecido trabalho como ator, Ritchson já assumiu as rédeas de um projeto esquecido que marcou sua estreia diretorial: o thriller de ação cômico ‘Dark Web: Cicada 3301’.
A trama segue o hacker Connor, seu melhor amigo Avi e um astuto bibliotecário que se veem com problemas ao serem forçados a competir em um sofisticado jogo de recrutamento global de uma sociedade secreta da dark web.
Cicada 3301 é um nome dado a uma organização enigmática que, em seis ocasiões, postou um conjunto de quebra-cabeças e jogos de realidade alternativa complexos para possivelmente recrutar decifradores de códigos do público. Os quebra-cabeças eram sobre segurança de dados, criptografia e esteganografia. Foi chamado de “o enigma mais elaborado e misterioso da era da Internet e é listado como um dos “top 5 mistérios não resolvidos da internet” pela The Washington Post.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de março.
Mona Fastvold (‘O Sonâmbulo’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela assinou ao lado de Brady Corbet.
Ann Lee, a líder fundadora do movimento Shaker, é proclamada como o Cristo feminino. A trama mostra como ela estabeleceu uma sociedade utópica onde os Shakers adoram por meio de música e dança.
Aclamado pelos críticos, o longa conquistou 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. De modo geral, os especialistas elogiaram bastante o filme, destacando especialmente a atuação marcante de Amanda Seyfried no papel principal, Ann Lee.
Confira as reações:
“Embora ela seja claramente meio excêntrica, Ann tem otimismo, compaixão e vida, que Fastvold revela em uma série de números musicais hipnotizantes extraídos das verdadeiras escrituras dos Shakers. Também ajuda muito ter Amanda Seyfried no papel principal”, disse Damon Wise do Deadline
“Dramaticamente, o filme pode se tornar cansativo ao longo de seus longos 136 minutos de duração. Mas é como um verdadeiro espetáculo de música e dança, a forma mais inesperada e ousada que a história de Lee poderia assumir, que o filme se torna mais impressionantemente convincente”, disse Guy Lodge da Variety.
“Em última análise, Fastvold merece admiração por realizar um projeto claramente concebido com poucas preocupações comerciais”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“Fastvold une forma e função para encontrar uma líder religiosa do século XVIII em seus próprios termos, oferecendo uma encantadora e moderna reinterpretação de uma melodia antiquada”, disse Ben Croll do TheWrap.
“Nos seduzindo com vários números musicais, permitindo que abracemos sua essência final como uma fábula de recuperação, Amanda Seyfried brilha com convicções compassivas pelo que parece revolucionário, o controle da mulher sobre seu próprio corpo”, disse Nicholas Bell do ION Cinema.
“As comparações com O Brutalista são inevitáveis… No entanto, a grandiosidade livre e os detalhes minuciosos, sujos e realistas do filme de Fastvold são totalmente únicos: assim como Ann, fiquei tonto e sem fôlego com sua grandeza e coragem”, disse Robbie Collin do Daily Telegraph.
“É um tecido desgastado de história que contém momentos de ousadia artística e beleza, mas que nem sempre se entrelaça em algo satisfatório e sólido”, disse Wendy Ide do Screen International.
Recentemente, tivemos a oportunidade de conversar com a criadora Mindy Kaling e o showrunnerCharlie Grandy sobre os desafios de encontrar o tom certo para trazer temáticas voltadas para a Gen-Z à vida – e quais foram as principais influências por trás do projeto.
Hunt interpretará AJ Pascarelli, uma charmosa e intensa analista recém-contratada no mais prestigiado banco de investimentos de Nova York.
Avantika será Abhinaya “Abby” Chilukuri, uma assistente de um exigente estilista de celebridades que é obcecada por moda.
Angus interpretará Davis Beau Bradley Barrett III, um jovem cheio de energia do mundo das finanças, mas que, por trás da aparência de fraternidade, quer amar e ser amado.
Martin dará vida a Josh Teitelbaum, um nova-iorquino inteligente, idealista e, às vezes, hipócrita.
Duvernay será Kel Washington, um estudante de medicina charmoso e um pouco ansioso que luta para tirar boas notas nas provas enquanto investe na carreira de ator.
A nova série explora o próximo estágio na vida dos jovens após o ensino médio e a faculdade. A trama focará em cinco jovens de vinte e poucos anos que buscam sucesso profissional e, se tiverem tempo, felicidade pessoal no bairro mais glamoroso de Manhattan, Murray Hill.
Charlie Grandy(‘Velma’) servirá como showrunner e produtor executivo.
De acordo com o Comic Book, uma cena do filme da ‘ViúvaNegra’ foi divulgadas durante a D23.
A cena é bem curta e a descrição dada pelo site diz que Natasha Romanoff (Scarlett Johnsson) usa um traje todo branco enquanto enfrenta Yelena Belova (Florence Pugh) numa briga violenta.
Belova insulta Romanoff, dizendo que ela pode fazer melhor, até que uma avança em direção à outra.
Não está claro se a cena será liberada para o público depois do evento e ainda não foi revelado quando o trailer será lançado.
No entanto, ee acordo com uma publicação no Reddit, o trailer do filme deve ser lançado ainda este ano, em 14 de dezembro.
A Marvel ainda não confirmou a informação, mas levando em conta que o filme estreia em maio de 2020, dezembro é uma ótima época para aumentar a expectativa dos fãs.
Lembrando que o estúdio costuma divulgar os primeiros trailers das adaptações com pelo menos seis meses de antecedência.
Confira a descrição do teaserexibido durante a San Diego Comic Con e divulgado pelo Comic Book:
O teaser começa com flashbacks de ‘Vingadores: Era de Ultron’. Corta para cenas de ‘Os Vingadores‘ e ‘Capitão América: Guerra Civil‘. Ela narra e diz que pegou Os Vingadores se tornaram sua família após tantas tragédias. Ela cometeu erros. Ela traiu Tony parando o Pantera Negra. O logotipo da Marvel Studios é reproduzido.
BUDAPESTE. Ela entra em uma escada em espiral, entrando em uma sala com uma arma. “Eu sei que você sabe que eu estou aqui fora”, ela diz. “Vamos conversar como adultos?”. Ela fica cara a cara com a personagem de Florence Pugh , Yelena Belova. Elas começam a lutar e destroem uma cozinha. A Viúva Negra tenta segurá-la e amordaçá-la com uma toalha, mas acaba sendo jogada. Armários são destruídos. Ela pega uma Faca. A cena lembra o Soldado Invernal aparecendo em Capitão América: O Soldado Invernal. Uma magnífica luta segue na sala de estar enquanto as mulheres acabam tentando se estrangular com uma cortina. Corta. Natasha liga para sua irmã e eles tomam uma bebida. Corta para perseguições de motocicleta. Lutas de arma. Correndo pelas ruas. Pulando pelas janelas. “Eu fiquei devendo em minhas missões. Eu gostaria de acabar com isso.”, ela diz. O chefe de missões, com um escudo e uma máscara, tira fotos dela. O logotipo é reproduzido.
Lembrando que a história será explorada em uma escala internacional e acompanhará Natasha Romanoff, a espiã e assassina treinada pelo KGB, que decide abandonar a Russia e se tornar uma agente da SHIELD e dos Vingadores.
Quando o General Thunderbolt Ross (William Hurt) foi reintroduzido ao MCU, muitos fãs ficaram animados com a ideia do personagem se transformar no Hulk Vermelho.
E não é de hoje que o público sonha com uma luta entre o Hulk (Mark Ruffalo) e seu rival, mas parece que essa adaptação está bem longe de acontecer.
Pensando nisso, um usuário do Instagram criou um pôster imaginando como seria o encontro entre os dois gigantes raivosos.
Há alguns meses, o MCU Cosmic divulgou que a Marvel Studios está planejando trazer o vilão para um futuro projeto no cinema ou nas séries de TV da Disney+.
Não foram revelados detalhes sobre o papel do personagem no MCU, mas considerando que ‘Mulher-Hulk‘ está prestes a entrar em produção, o vilão poderia fazer parte da trama.
E agora que o General Ross (William Hurt) retornou ao MCU, diversos fãs já estão especulando que o estúdio está guardando uma carta na manga.
A presença do vilão também seria um forte indício da formação dos ‘Thunderbolts‘, uma equipe de vilões reformados servindo ao governo em busca de redenção, assim como o ‘Esquadrão Suicida’. Entre seus principais membros estão o Soldado Invernal, Motoqueiro Fantasma, e Barão Zemo, todos liderados pelo Hulk Vermelho.
Para quem não o conhece, ele foi apresentado nos quadrinhos em 2008 como resultado de uma experiência do General Ross, e acabou se tornando um personagem aclamado.
Basicamente, seus poderes são os mesmos que os do Hulk, mas Ross consegue manter sua consciência dominando a raiva do monstro, o que o torna ainda mais perigoso.
Além dos quadrinhos, o Hulk Vermelho já apareceu nas animações ‘Os Vingadores: Os Heróis Mais Poderosos da Terra’, ‘Hulk e os Agentes da S.M.A.S.H.’, ‘Homem-Aranha: Ultimate’, e ‘Os Vingadores Unidos’.
Lembrando que a Marvel ainda não se pronunciou sobre a informação, então considere como rumor.
Enquanto isso, vale lembrar que os próximos lançamentos da Marvel são ‘Viúva Negra‘, ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, ‘Os Eternos’, e ‘Thor: Amor e Trovão’, ‘Gavião Arqueiro’, ‘Loki’, ‘Falcão e o Soldado Invernal’, ‘What If…’, e ‘WandaVison’.
A última vez que o Batman e o Coringa apareceram juntos de forma significativa num filme foi em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘, lançado em 2008.
Por conta disso, muitos fãs ficaram intrigados com o vindouro encontro dos personagens na nova versão de ‘Liga da Justiça‘.
Durante uma entrevista para o Minutemen, o diretor Zack Snyder falou sobre a importância da cena.
“Era importante para mim que o Batman e o Coringa tivessem uma cena juntos. Vamos ser honestos, eles meio que representam um conflito central para o universo. Esse era um conflito que eu havia planejado para a sequência do pesadelo do Batman desde ‘Batman vs Superman’. Eu fiquei muito animado para fazer isso, ter um gostinho [dessa reunião].”
Ele continuou, afirmando que fez isso pelos fãs:
“Então, pensei que seria importante para os fãs verem o Batman e o Coringa do DCEU se encarando, pelo menos por um breve momento.”
Vale lembrar que o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ terá 4 horas de duração e estará disponível na HBO Max em dia 18 de Março.
Confira o trailer:
“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.
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