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Antes de ‘Superman’, David Corenswet perdeu papel em filme da Marvel; Confira!

David Corenswet (‘Pearl’) será o novo rosto do Superman no filme escrito e dirigido por James Gunn, que estreia em julho de 2025.

Mas, antes de assumir o manto do Homem de Aço, o astro perdeu o papel de Adam Warlock em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, também dirigido por Gunn.

O personagem foi interpretado por Will Poulter (‘Maze Runner’), mas Corenswet não deve ter ido muito longe no processo de escalação, porque Gunn não se lembra dele fazendo o teste.

Através do Threads, um fã perguntou a Gunn sobre os rumores que circularam sobre o assunto, além de perguntar quão semelhantes serão os efeitos de voo do Superman em relação ao voo de Warlock no filme dos Guardiões.

Em resposta, o cineasta disse:

“Eu perguntei a ele [Corenswet] sobre isso e ele disse que sim, então acredito nele, mas não me lembro dele nos testes.”

Ele continuou, abordando a pergunta sobre os efeitos de voo.

“E não, o que estamos fazendo agora para obter um efeito de voo é muito mais complexo do que o que foi feito com Adam Warlock.”

Por enquanto, muito pouco foi revelado sobre a trama do novo filme, exceto que irá acompanhar a juventude Clark Kent (Corenswet) e que Lex Luthor (Nicholas Hoult) será um dos vilões.

O longa dará o início do novo Universo Estendido da DC (DCU), trazendo também Rachel Brosnahan (‘Maravilhosa Sra. Maisel’) como Lois Lane, repórter do Planeta Diário e par romântico do Superman.

O longa também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.

Pensando nisso, um artista do Instagram compartilhou uma incrível arte imaginando o grupo caracterizado em páginas de quadrinhos.

E o resultado ficou simplesmente incrível!

Confira:

‘American Horror Story’: Cara Delevingne entra para o elenco da 12ª temporada

A atriz Cara Delevinge (‘Carnival Row’) entrou para o elenco da 12ª temporada de ‘American Horror Story‘. Ela se junta às previamente confirmadas Kim Kardashian e Emma Roberts. A informação é do Deadline.

A nova temporada, intitulada “Delicate“, será escrita e produzida por Halley Feiffer, uma novidade na série, que antes tinha vários roteiristas e showrunners.

Embora os detalhes dos personagens estejam sendo mantidos em segredo, a nova temporada da série terá um enredo baseado no próximo romance de Danielle Valentine, ‘Delicate Condition‘, que será lançado em agosto. O livro é um thriller emocionante sobre uma mulher que fica convencida de que uma figura sinistra está fazendo de tudo para impedir que ela engravide.

Essa é a primeira vez que ‘American Horror Story‘ se baseia em uma obra literária para criar sua narrativa. A nova temporada promete ser ambiciosa e diferente de tudo o que já foi feito na série.

Anteriormente, Murphy havia comentado sobre o 12º ciclo: “Será uma temporada grandiosa. Alguns ciclos nós temos uma grande sala de roteiristas, mas neste ano… haverá basicamente apenas uma pessoa responsável pelos roteiros.”

A nova temporada, cujas gravações vão começar nesse mês, ainda não possui data de lançamento.

Relembre o trailer da 11ª temporada:

Todas as temporadas da série estão disponíveis no Star+.

‘As Marvels’ pode quebrar outro recorde NEGATIVO do estúdio

De acordo com o Comicbook, o mais recente filme de super-heróis do Universo Cinematográfico da Marvel, As Marvels, sofreu uma queda significativa neste final de semana, perdendo a liderança nas bilheterias mundiais para ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’.

Após a estreia mais fraca dos filmes da Marvel, o novo longa estrelado por Brie Larson arrecadou apenas cerca de US$ 2,8 milhões na sexta-feira. As projeções atuais apontam para um rendimento de aproximadamente US$ 10 milhões para o segundo fim de semana de As Marvels nos cinemas.

De acordo com as últimas atualizações de bilheteria, a sequência caiu 80% (alguns estão relatando perto de 87%) desde seu lançamento na sexta-feira passada para marcar a pior queda de segundo fim de semana da Marvel Studios de todos os tempos. Também é considerada a pior queda para qualquer filme de super-herói de Hollywood.

Isso coloca As Marvels em posição para possivelmente superar um outro recorde negativo do estúdio, ultrapassando a queda de 69% de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’.

Iman Vellani, a Ms. Marvel, revelou ao Yahoo! que não se importa com o “fracasso” de ‘As Marvels‘ nas bilheterias, e tem orgulho do filme que fez.

“Não quero me concentrar em algo que nem está sob meu controle, porque qual é o sentido? Isso é para o Bob Iger. [A bilheteria] não tem nada a ver comigo. Estou feliz com o produto final e as pessoas de quem eu gosto gostaram do filme.”, ela afirmou.

Vellani ainda elogiou a produção:

“É realmente divertido assistir a esse filme, e isso é tudo que podemos pedir com esses filmes. Tem super-heróis, acontece no espaço, não é tão profundo e é sobre trabalho em equipe e irmandade. É um filme divertido e estou muito feliz por poder compartilhá-lo com as pessoas.”, concluiu.

Você concorda com ela?

As Marvels‘ fez apenas US$ 110,3 milhões mundialmente – que inclui US$ 63,3 milhões de bilheteria internacional em 51 mercados materiais e US$ 47 milhões de bilheteria nos EUA.

Para comparação, ‘The Flash‘ – que é considerado o maior fracasso recente da DC – estreou com US$ 55 milhões nos EUA e US$ 75 milhões no resto do mundo – totalizando US$ 139 milhões mundialmente.

O valor fica abaixo de ‘Adão Negro‘ (US$142M) e ‘Eternos‘ (US$162M).

Confira nossa critica:

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer:

Chris Evans abre o jogo sobre retorno como ‘Capitão América’

Chris Evans, conhecido por dar vida ao icônico ‘Capitão América’, comentou recentemente sobre a possibilidade de retornar ao papel em futuras produções.

Em entrevista à Entertainment Weekly, Evans foi direto ao ponto quando questionado sobre um possível retorno como o super soldado: “Não, não, realmente não”.

Sobre ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, Evans revelou que ainda mantém contato com Anthony Mackie e outros colegas.

“Eu me mantenho em contato com todos eles. Nós trocamos mensagens o tempo todo. Mal posso esperar para ver esse filme”.

Lembrando que no ano passado, Evans havia dito:

“Eu nunca diria nunca, apenas porque foi uma experiência tão maravilhosa. Mas também sou muito cuidadoso com isso. É algo de que tenho muito orgulho. E, como eu disse, às vezes nem consigo acreditar que isso aconteceu. E eu não gostaria de ter um olho roxo se parecesse uma jogada financeira ou se não atendesse às expectativas ou se apenas não parecesse conectado àquele original. Então, não em breve”.

O astro do ‘Capitão América’ continuou:

“E, no final das contas, eu realmente espero apenas atuar um pouco menos na minha vida. Tenho muitos outros interesses. Veja, de maneira alguma eu escalei qualquer tipo de montanha nesse campo. Não tenho Oscars e não estou associado a outros nomes que estão no topo da montanha de qualquer forma. Mas também me sinto muito satisfeito”.

Com o retorno de Robert Downey Jr, tudo é possível.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Shawn Levy e Emma Corrin revelaram como eles acham que ‘Deadpool e Wolverine‘ vai salvar o multiverso da Marvel.

“Agora todo mundo fala sobre o cansaço dos super-heróis. Acho que talvez haja fadiga do multiverso, isso eu acho. E acho que um antídoto é comentar sobre isso. E o verdadeiro presente de um filme como Deadpool é que você conversa com a cultura. Você está contribuindo para a cultura e comentando sobre a cultura. E piadas como a nossa piada
do multiverso, mesmo quando estamos fazendo um filme que utiliza o multiverso. Essa é a diversão de fazer um filme de Deadpool.”, afirmou Levy.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

‘Moana 2’: Sequência se torna a maior estreia do Disney+ desde ‘Encanto’

Moana 2’ chegou recentemente ao Disney+ e já está fazendo história na plataforma. A sequência conquistou a maior estreia do Walt Disney Animation Studios desde Encanto e a terceira maior estreia de animação nos cinemas de todos os tempos no Disney+.

Segundo o Deadline, o longa alcançou a marca de 27,3 milhões de visualizações globalmente nos primeiros cinco dias de lançamento.

Vale ressaltar que o filme original, Moana: Um Mar de Aventuras’, também ultrapassou 1,4 bilhão de horas assistidas no Disney+, segundo a Disney.

Moana 2’, a mais recente aventura de Moana e Maui, já está disponível no catálogo do Disney+.

Moana 2‘ reúne Moana e Maui três anos depois para uma nova viagem expansiva ao lado de uma tripulação de marinheiros improváveis. Depois de receber uma ligação inesperado de seus ancestrais, Moana deve viajar para os mares distantes da Oceania e em águas perigosas há muito tempo perdidas para uma aventura diferente de tudo que ela já enfrentou.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Auli’i CravalhoDwayne Johnson retornam como Moana e Maui.

O filme é dirigido por Dave Derrick Jr. com músicas de Abigail Barlow, Emily Bear, Opetaia Foa’i e Mark Mancina.

Sucesso de crítica e público, o primeiro longa-metragem foi lançado em 2016 e arrecadou US$643 milhões pelo mundo.

Time ucraniano ganhará longa narrando sua jornada em meio à guerra

Os roteiristas Paul Tamasy e Eric Johnson, conhecidos por filmes aclamados como O Vingador (The Fighter) e O Dia do Atentado (Patriots Day), vão escrever um filme sobre a notável história do clube de futebol ucraniano Shakhtar Donetsk.

O projeto, anunciado pelo Deadline, contará a trajetória de resiliência do time que vive em exílio devido à guerra com a Rússia.

O filme focará na temporada de 2022 do Shakhtar, um ano de grandes desafios para o clube. Por conta da guerra, a FIFA permitiu que seus jogadores estrangeiros saíssem do time, em uma decisão sem precedentes. Apesar de todas as adversidades, o Shakhtar continuou a competir e a se destacar no cenário mundial, mesmo com a invasão russa em grande escala.

Christian Tureaud e Ren Trella são os produtores do filme, com Tamasy, Stuart Pollack, David Salzberg e Andy Raymer atuando como produtores executivos.

Em um comunicado ao Deadline, Paul Tamasy e Eric Johnson expressaram sua honra em contar a história.

“É tudo o que amamos em um filme: emocionante, inspirador, comovente e, acima de tudo, um relato fascinante do triunfo do espírito humano e da força duradoura de nossos valores mais preciosos: liberdade, compaixão e coragem”, disseram.

A dupla também comentou o simbolismo do nome do clube. “Shakhtar, que significa ‘mineiro’ em ucraniano, refletindo as profundas raízes do clube na região de mineração de carvão, tornou-se um símbolo de esperança para uma nação em um momento profundamente perigoso, ‘a luz na escuridão’, um lembrete de quem deveríamos ser. Nós somos o Shakhtar”, finalizaram.

Os produtores Tureaud e Trella afirmaram que, ao conhecerem a história do Shakhtar, sentiram que ela precisava ser transformada em filme.

“Estamos empolgados por Paul e Eric estarem escrevendo o roteiro. O trabalho deles é lendário, cheio de histórias verdadeiras fascinantes envolvendo esportes, guerra e eventos históricos. Quando soubemos do amor deles por ‘O Jogo Bonito’, sabíamos que era o destino”, acrescentou.

O CEO do FC Shakhtar, Sergei Palkin, também se manifestou sobre o projeto, dizendo que a “história única” do clube merece ser contada ao mundo.

“Desde 2014, quando fomos forçados a deixar nossa casa em Donetsk, nossa jornada tem sido marcada por desafios que nenhum clube de futebol deveria enfrentar”, concluiu. “Acredito que este filme não será apenas um grande filme; será uma homenagem às grandes pessoas que continuam a lutar por seus sonhos, seu clube e seu país”.

Fundado em 1936, o FC Shakhtar Donetsk é um dos clubes mais condecorados da Ucrânia, mas desde 2014, quando as forças pró-Rússia tomaram a região de Donbas, tem jogado suas partidas em diversos locais do país.

Atualmente, o time está sediado em Lviv, onde a presença de público nos jogos é limitada pelo tamanho dos abrigos antibombas. Em partidas internacionais, o clube joga na Polônia e na Alemanha, e as viagens, devido ao espaço aéreo fechado, chegam a durar até dois dias.

‘Máquina de Guerra’: Longa estrelado por Alan Ritchson estreia com 80% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Máquina de Guerra (War Machine), o novo filme de ação da Netflix estrelado por Alan Ritchson (‘Reacher’), abriu com uma recepção positiva da crítica especializada. O longa ostenta atualmente 72% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 25 análises iniciais, e 75% de aprovação do público.

O consenso geral entre os críticos aponta que, embora o roteiro não fuja de certos clichês do gênero, a produção entrega uma experiência extremamente divertida e competente.

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“Não tem exatamente a coragem de ser a melhor versão de si mesmo. Ainda assim, funciona. Maquina de Guerra é um filme de ação que você sente no corpo, e mistura a dose certa de efeitos visuais de ficção científica sem perder de vista o personagem que mantém o público envolvido”, disse Alex Harrison do Screen Rant.

“Se você consegue aceitar que é grande, exagerado e sem muita inteligência, além de estar longe de ser tão bom quanto suas influências mais óbvias, e também que é uma propaganda descarada, ainda assim é possível se divertir”, disse William Bibbiani do TheWrap.

“Será que é o filme de ação que vai consagrar Alan Ritchson de vez no mapa do cinema? Talvez não, mas ainda é uma aventura divertida o suficiente para que os fãs de streaming encontrem um bom nível de entretenimento”, disse Aidan Kelley do Collider.

“Este novo confronto entre força militar e precisão extraterrestre ganha pontos simplesmente por apostar mais alto em seu antagonista alienígena, mas quase todo o restante do filme acaba sendo decepcionante”, disse Paul Lê do Bloody Disgusting.

Alan Ritchson está eletrizante em Maquina de Guerra, um thriller de ação intenso, cinético e visceral, cheio de adrenalina”, disse M.N. Miller do Geek Vibes Nation.

“Se você conseguir parar de revirar os olhos diante de como é excessivamente sério, formulaico e derivativo, Maquina de Guerra acaba se tornando bastante envolvente”, disse Mark Keizer do MovieWeb.

Máquina de Guerra’ está disponível na Netflix.

O filme é dirigido por Patrick Hughes, que também assina o roteiro ao lado de James Beaufort.

A trama acompanha a etapa final da seleção para os Rangers do Exército americano. O que deveria ser apenas um treinamento de elite rigoroso toma um rumo sombrio, transformando-se em uma luta brutal pela sobrevivência contra uma ameaça inimaginável.

Além do protagonismo de Ritchson, o elenco de peso conta com nomes como Dennis Quaid, Stephan James, Jai Courtney, Esai Morales, Blake Richardson, Keiynan Lonsdale e Daniel Webber.

Caso Diddy | Astro está com MEDO de possível divulgação de vídeo íntimo

No começo desta semana, a advogada Ariel Mitchhell-Kidd, que representa uma das vítimas de Sean “Diddy” Combs, afirmou que foi procurada por uma pessoa interessada em vender uma fita de “amor intenso” entre o rapper e outro artista.

Agora, de acordo com o The Post, uma celebridade masculina está aterrorizada com o suposto vídeo, temendo que o conteúdo seja revelado ao público.

De acordo com uma fonte do The Post, a situação virou um “pesadelo” para a celebridade em questão e está causando muitos problemas.

“Isso traz à tona algumas memórias realmente perturbadoras e ruins” afirmou a fonte.

No vídeo em questão, Diddy supostamente aparece tendo relações com um homem mais jovem. Não foi especificado se o astro era uma das vítimas de crime sexual cometido por Sean Combs.

A celebridade supostamente está tentando ignorar a ameaça; no entanto, está com medo do impacto que o vídeo terá se for divulgado.

“Se essa filmagem vazar, ela o perseguirá por toda a vida. Ficará na internet para sempre”, completou a fonte do The Post.

As informações sobre o suposto vídeo de conteúdo pornográfico foram reveladas pelo NewsNation.

Na ocasião, a advogada Ariel Mitchell-Kidd não forneceu detalhes sobre quem aparece na filmagem, mas afirmou que o conteúdo foi gravado na casa de Sean Diddy Combs.

“Já houve vazamentos de fitas em Hollywood sendo vendidas, mas essa pessoa em particular me contatou para vender somente esse vídeo. Posso dizer que o vídeo era pornográfico. Isso foi na casa dele em Atlanta, e parece que a pessoa não está olhando para o vídeo. Para mim, não parece que essa pessoa sabe que está sendo filmada.”

Nos anos 1990, Sean John Combs, conhecido por seu nome artístico Diddy, tornou-se um dos principais nomes não apenas do cenário hip-hop, como da música. Responsável por descobrir nomes como The Notorious B.I.G., Mary J. Blige e Usher, Combs ascendeu a uma fama estrondosa, coletando frutos de seu trabalho nas décadas seguintes. Porém, a carreira e a vida pessoal do artista deram uma guinada potente nos últimos dias quando ele foi preso após ser acusado de extorsão, tráfico sexual forçado e transporte para fins de prostituição.

Diddy foi preso no último dia 16 de setembro com o que o Departamento de Justiça caracterizou como um esquema de anos para abusar e explorar sexualmente mulheres, utilizando seu império corporativo para cometer os crimes. Combs foi preso por agentes federais em um hotel de Nova York e, por enquanto, não há informações sobre quando ocorrerá o julgamento oficial. Todavia, caso declarado culpado, ele pode pegar prisão perpétua pelos atos cometidos.

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As acusações emergem meses depois de diversos processos que começaram em novembro do ano passado quando a cantora Cassie, ex-namorada de Diddy, o acusou de abuso físico e sexual enquanto estavam juntos.

Após o processo, Joi Dickerson-Neal afirmou que Cassie a inspirou a contar sua própria história: em 1991, quando era apenas uma estudante, Combs a drogou, abusou dela sexualmente e gravou o crime sem ela saber. De acordo com o relatório, ela havia concordado em sair para jantar com Diddy no dia 03 de janeiro de 1991, em Harlem, durante as férias de inverno da Universidade de Siracusa.

Foi lá que Combs “intencionalmente a drogou” e a levou para um lugar onde estava ficando. Sem quaisquer “capacidades físicas e mentais de se defender dele”, ele abusou sexualmente dela. Como se não bastasse, ela descobriu mais tarde, através de um amigo, que ele havia gravado o abuso e mostrado a outras pessoas. Combs, por sua vez, negou as alegações.

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No último dia de elegibilidade do Adult Survivors Act, legislação que permitiu que supostas vítimas de crimes sexuais para os quais o prazo de prescrição expirou pudessem abrir ações civis pelo período de um ano (entre 24 de novembro de 2022 e 24 de novembro de 2023), Liza Gardner também abriu um processo contra o produtor, acusando-o de tê-la violentado quando tinha apenas dezesseis anos. No documento, ela afirmou que em 1990 ou em 1991, ela e uma amiga se encontraram com Combs e com o cantor de R&B Aaron Hall em um evento supervisionado pela MCA Records, em Manhattan. Depois da festa, ela foi convidada para o apartamento de Hall, juntamente a Combs, e ambos lhe ofereceram várias bebidas ao longo da noite.

Diddy, então, a forçou a ter relações sexuais, deixando-a “chocada e traumatizada”. Hall entrou no quarto após Combs “terminar” e fez a mesma coisa.

Em dezembro de 2023, uma vítima que preferiu não se identificar, abriu outro processo contra Combs, alegando que foi violentada e traficada sexualmente por um grupo de pessoas comandado por Combs e Harve Pierre, ex-presidente da produtora Bad Boys Records (que fazia parte do império de Diddy). A mulher afirmou que o abuso ocorreu em 2003, quando ela tinha 17 anos, enquanto seu agressor tinha 34.

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Em fevereiro deste ano, o produtor Rodney “Lil Rod” Jones, que trabalhou com Diddy em seu último álbum de estúdio (‘The Love Album: Off the Grid’), alegou em mais um processo que Combs e seus associados engajaram em “atividades ilegais”.

Jones acompanhava Combs e viaja com ele no período entre setembro de 2022 e novembro de 2023. Ele afirma que, durante essa época, ele sofria assédios sexuais constantes de Combs, sendo pressionado a participar de atos sexuais ou até mesmo a procurar profissionais do sexo para seu chefe – além de testemunhá-lo drogando pessoas em suas festas. Jones, inclusive, possuía horas e mais horas de material em câmera, visto que era forçado a gravá-lo constantemente: o conteúdo em questão inclui videoclipes que comprovam inúmeros eventos promovidos por Combs com garotas menores de idade e profissionais do sexo.

Jones também alega que Diddy tentou forçá-lo a ter relações sexuais com ele, tendo sofrido inúmeros assédios e abusos enquanto vivia na cada de Combs na Flórida, em Los Angeles e em Nova York – e até mesmo no iate que alugou nas Ilhas Virgens Americanas.

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Em virtude de sua influência, Combs teve relacionamentos com grandes nomes do cenário musical e do entretenimento. Entre os anos de 1999 e 2001, ele namorou Jennifer Lopez e, à época, foi detido após um tiroteio em Manhattan por “violações de armas e acusações adicionais”. No mesmo período, Thalia Graves revelou ter sido drogada e estuprada por Diddy quando tinha apenas 25 anos de idade.

Outros nomes relacionados a Combs incluem 50 Cent, que sempre teve uma rixa de proporções midiáticas com o produtor – acusando-o, inclusive, de ser responsável pela morte de Notorious B.I.G.. Em 2023, 50 Cent revelou que estava trabalhando em um documentário para explorar as múltiplas alegações contra Combs, intitulado Diddy Do It?’. Jay-Z também possuía um forte relacionamento com Diddy, e foi inclusive criticado por 50 Cent e por Nicki Minaj por não ter se pronunciado frente às polêmicas.

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Na ocasião, Nicki afirmou: “queremos saber se você estava presente durante o abuso de adolescentes e crianças. É o que queremos saber. [Todos] eles precisam manter os holofotes em mim para que ninguém lhes pergunte sobre as acusações contra o melhor amigo deles”.

Vale lembrar que Minaj trabalhou tanto com Combs quanto com Jay-Z no passado. Todavia, Jay-Z não foi citado em qualquer dos processos.

Mais nomes que não se pronunciaram em relação ao ocorrido e mantinham uma relação próxima com Diddy incluem Naomi Campbell, que participava ativamente de suas festas, e o supracitado Usher.

‘Street of Rage’ vai ganhar filme live-action com os criadores de ‘John Wick’ e ‘Sonic’

Segundo informações divulgadas pelo portal Deadline, os estúdios dj2 Entertainment‎‎ e ‎‎Escape Artists‎‎ estão desenvolvendo uma adaptação cinematográfica para a franquia de games ‘Streets of Rage‘, clássico beat’em up da SEGA nos anos de 1990.

Para a alegria dos fãs, a obra não será feita a toque de caixa, mas sim será produzida por grandes nomes da indústria. Derek Kolstad‎‎, conhecido por roteirizar os ótimos ‎‎’John Wick‘‎‎ e ‘Anônimo‘, é quem escreve a adaptação.

Lembrando que ambos os estúdios já mencionados são os responsáveis pelas versões de cinema dos filmes do ‘Sonic‘ e dos longas ‘O Protetor‘, com Denzel Washington.

Streets of Rage’ foi lançado em 1991 para o Mega Drive, e traz Axel Stone, Adam Hunter e Blaze Fielding, ex-policiais da polícia, que lutam contra gangues do crime organizado por ruas repletas de perigo.

Os games ficaram muito conhecidos também pela trilha sonora incrível de Yuzo Koshiro. ‘Streets of Rage 4‘ (2020)‎‎ recebeu a aclamação do público e da crítica, vendendo quase três milhões de unidades e ganhando uma continuação que sairá em breve.

Ranking | De Amaldiçoados a Pânico, elegemos os MELHORES projetos de Kevin Williamson

Durante o início da década de 1990, o gênero do Terror havia entrado em declínio, após o sucesso dos chamados filmes slasher dos anos de 1980, a exemplo de franquias como ‘Halloween’, ‘Sexta-Feira 13’ e ‘A Hora do Pesadelo’, e não havia mais apelo dentro da indústria. Os filmes de ação e aventura dominavam o mercado, quando não, cineastas talentosos como Quentin Tarantino, Paul Thomas Anderson e Steven Soderbergh emergiram com títulos que conquistaram todos os cinéfilos pelo mundo, vide obras incríveis como ‘Pulp Fiction’, ‘Boogie Nights’ e ‘Sexo, Mentiras e Videoteipes’.

Tivemos também muitos thrillers sensacionais nos anos 90, com David Fincher encabeçando a lista pela sua obra-prima ‘Seven’, ou em ótimos exemplos como ‘Os Suspeitos‘, ‘O Fugitivo‘ e ‘Los Angeles – Cidade Proibida‘. E não podemos esquecer de falar das famigeradas comédias que dominavam grande parte do mercado, vide o sucesso de ‘American Pie’ e os hits de Jim CarreyDebi & Lóide’, ‘O Máskara’, ‘Eu, Eu Mesmo e Irene’, ‘O Mentiroso’ e tantas outras delicias desse tempo.

Ou seja, mesmo em um cenário mais nichado, era difícil o gênero terror conseguir penetrar em alguma dessas barreiras. Foi aí que surgiu um jovem ator ianque, com ideias meio ousadas e arriscadas dentro do estilo, que sem querer moldou a vertente do horror nessa década. Sim, Kevin Williamson começou a sua carreira como ator, fazendo algumas séries de TV e até mesmo os filmes Roger Corman, aquelas produções de baixo orçamento que encantavam por sua criatividade e escatologia.

Inspirado por um episódio da revista Turning Point, sobre o assassino Danny Rolling, serial killer da Flórida que atacava estudantes universitários, Williamson escreveu o roteiro de um filme de terror chamado na época ‘Scary Movie‘. O longa trazia como referência justamente os filmes slasher, mas ao mesmo tempo brincava e meio que fazia uma metalinguagem do estilo.

O roteiro era tão bom que a Miramax comprou por US$ 400.000 e lançou em um novo selo da Dimension Films em 1995. Wes Craven, um mestre do gênero, já conhecido por vários clássicos do terror e por criar a franquia ‘A Hora do Pesadelo‘, foi escolhido como diretor, com o título sendo mudado para ‘Scream‘, que aqui no Brasil foi chamado de ‘Pânico‘.

O filme acabou sendo um sucesso de crítica e bilheteria, faturou cerca de 173 milhões de dólares e deu margem para novas continuações e outras obras do estilo. A exemplo do próprio ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’, outro roteiro do próprio Kevin Williamson. Por sinal, o realizador virou meio que um especialista quando o assunto era trabalhar conflitos adolescentes, por isso também emplacou outro sucesso, dessa vez na TV, com ‘Dawson’s Creek’.

Enfim, o homem realmente virou uma referência, e como essa semana foi o seu aniversário, preparamos uma lista especial citando todos os seus grandes trabalhos. Aqueles que, de uma forma ou de outra, acabaram marcando a década de 90 e são até hoje referências para vários realizadores que se aventuram na vertente. Como vocês sabem, ‘Pânico’ meio que é uma marca do CinePOP, muito por nossos leitores amarem a franquia, então sempre é bom falar dessa cinessérie deliciosa e das obras do seu criador.

8. Glory Days (2001)

Em 2001, Williamson criou ‘Glory Days‘ como uma série substituta na mid-season da Warner. O show segue um romancista que retorna à sua cidade natal, uma comunidade costeira no estado de Washington, onde está acontecendo vários casos estranhos, sendo a obra muito comparada a ‘Twin Peaks‘. A série foi cancelada após a primeira temporada.

7. Amaldiçoados (2005)

Kevin Williamson se juntou ao mestre Wes Craven, mais uma vez, em ‘Amaldiçoados‘, depois da primeira filmagem fracassada de Craven, onde teve que reescrever o projeto. Trocaram então todo elenco e transformaram o troço em algo novo, sendo finalmente lançado em 2005, estrelado assim por Christina Ricci, Jesse Eisenberg, Joshua Jackson e Shannon Elizabeth. Devido às muitas mudanças, atrasos na produção e o baixo orçamento de marketing pelas refilmagens, o filme não teve sucesso nas bilheterias.

6. Tentação Fatal (1999)

Williamson também desistiu de escrever o roteiro de ‘Pânico 3‘ para focar e dirigir justamente aquele que seria o seu primeiro trabalho como cineasta, intitulado Tentação Fatal‘, sendo inspirado no romance de Lois Duncan, ‘Killing Mr. Griffin‘. Estrelado por Katie Holmes, Barry Watson e Helen Mirren, ‘Teaching Mrs. Tingle‘ (no original, como foi renomeado após o massacre em Columbine) segue um grupo de estudantes que se vingam do seu estranho professor. Infelizmente, talvez pela repercussão do caso de Columbine, o filme não obteve sucesso de público e pegou mal com a crítica.

OBS: É sempre importante lembrar e ressaltar alguns eventos dessa época de ‘Pânico 3‘, como a famigerada briga entre Kevin Williamson e os irmãos Weinstein. Na ocasião, além de toda confusão em relação a produção e demais decisões artísticas, Williamson era contra a postura seguida por Harvey Weinstein, desde a escolha e preparação do elenco até o que podia ou não entrar. Ainda assim, o terceiro capítulo de ‘Pânico‘ trouxe não apenas algumas alfinetadas a indústria de Hollywood, como também tentou denunciar o que acontecia por trás dos bastidores envolvendo os Weinstein.

Em uma das cenas que ficou no corte final, Sidney Prescott (Neve Campbell) descobre que sua mãe tentou ser uma atriz em Los Angeles e foi estuprada por vários executivos do estúdio. Maureen mudou-se para Hollywood e apareceu em três filmes para a Sunrise Studios (seria a The Weinstein Company?), sob o nome artístico “Rina Reynolds“. Os filmes foram produzidos pelo ícone de terror John Milton (Harvey Weinstein?). Durante uma de suas festas, ela foi estuprada por Milton e seus amigos. O estupro afetou Maureen pelo resto de sua vida, e ela abandonou Hollywood. Ou seja, é no mínimo curioso que tudo isso esteja no filme após todo conflito envolvendo Williamson e os Weinstein. Aliás, fizemos uma matéria detalhando todo caso, você confere no link abaixo.

‘Pânico 3’ denunciou os abusos sexuais em Hollywood… e quase ninguém percebeu!

5. Prova Final (1998)

Em 1990, David Wechter e Bruce Kimmel escreveram o primeiro rascunho do roteiro de Prova Final e enviaram para as produtoras, que não se interessaram pelo texto. Foi só depois do sucesso de ‘Pânico‘ que a Miramax comprou o roteiro e decidiu retrabalhar tudo. Bob e Harvey Weinstein trouxeram Kevin Williamson para reescrever o texto, onde o roteirista manteve a história central, mas reescreveu todos os diálogos e adicionou novos personagens para torná-los mais cool. Originalmente, Williamson foi escalado para dirigir o filme também, mas optou por não fazer para poder comandar o seu ‘Tentação Fatal‘. Os Weinsteins então trouxeram Robert Rodriguez (‘Um Drink no Inferno‘) para comandar o longa.

4. The Vampire Diaries (2009)

Kevin Williamson desenvolveu uma nova série de TV para a CW chamada ‘The Vampire Diaries‘, que foi adaptada de um romance de mesmo nome de LJ Smith. A série segue a vida de Elena Gilbert (Nina Dobrev), que se apaixona pelo vampiro Stefan Salvatore (Paul Wesley), e logo se vê presa em um triângulo amoroso entre Stefan e o seu irmão mais velho, Damon (Ian Somerhalder). A série também se concentra na vida dos amigos de Elena e outros habitantes da cidade fictícia de Mystic Falls, Virgínia. ‘The Vampire Diaries‘ estreou no dia 10 de setembro de 2009 e se tornou um sucesso nacional e internacional.

3. Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997)

Em 1997, Kevin Williamson escreveu ‘Eu sei o que você fez no verão passado‘, filme baseado em um romance homônimo de Lois Duncan. O longa é centrado em quatro amigos do ensino médio que, acidentalmente, atropelam um homem e jogam o seu corpo fora, para seguir com suas vidas sem serem presos ou denunciados. A trama gira em torno dos quatro amigos e se passa um ano após o acidente, quando eles se tornam vítimas de um perseguidor, no maior estilo Michael Myers. Apesar de receber críticas negativas, o filme foi um sucesso estrondoso de bilheteria e alavancou as carreiras de atores como Jennifer Love Hewitt, Freddie Prinze Jr., Sarah Michelle Gellar e Ryan Phillippe, gerando também duas continuações.

2. Dawson’s Creek (1998)

Paul Stupin, um executivo da Columbia TriStar Television, leu o roteiro de ‘Pânico‘ e ficou convencido de que Williamson era o homem certo para criar uma série de televisão em sua empresa. O resultado foi ‘Dawson’s Creek‘, um conto semiautobiográfico ambientado em uma pequena comunidade costeira. Kevin foi a base do personagem-título, Dawson Leery (James Van Der Beek), um romântico sem esperança que é obcecado por filmes – especialmente aqueles feitos por Steven Spielberg. Joey Potter (Katie Holmes), o amor platônico da casa ao lado, foi baseada em um amigo da vida real do roteirista, quando ele ainda era jovem.

  1. Pânico (1996)

Pânico‘ é sem dúvidas um jovem clássico do cinema de horror. Uma franquia extremamente rentável, que possui uma legião de fãs e continua mais viva do que nunca décadas depois. Recebeu vários prêmios e indicações após o seu lançamento, incluindo o Saturn Award de Melhor Atriz para Neve Campbell, Melhor Roteiro para Kevin Williamson e Melhor Filme de Terror; recebeu indicações ao Saturn para Melhor Diretor e Melhor Ator Coadjuvante. Wes Craven foi agraciado com o Grande Prêmio no Gérardmer Film Festival. O filme foi premiado como o Melhor Filme de 1997 pelo MTV Movie Awards, enquanto Campbell recebeu uma indicação para Melhor Performance Feminina. Simplesmente, inesquecível!

Miss Violence

(Miss Violence)

 

Elenco: Chloe Bolota, Kostas Antalopoulos, Martha Bouziouri, Constantinos Athanasiades

Direção: Alexandro Avranas

Gênero: Drama

Duração: 98 min.

Distribuidora: Esfera/Vitrine

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 25 de Setembro de 2014

Sinopse: 

Menina se joga de varanda no dia de seu aniversario de 11 anos. A polícia trata caso como suicídio, mas a família da menina insiste que o episódio não foi um acidente.

Curiosidades: 

» Rodado em 2012, na Grécia.

» Chocou o público e crítica do Festival de Veneza, mostrando em sua abertura o suicídio de uma menina de 11 anos.

» Levou os prêmios de Melhor Diretor e Melhor Ator (para Themis Panou) no Festival de Veneza 2013.

 

Trailer:

Cartazes: 

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Crítica | S.O.S. – Mulheres ao Mar 2

O cinema nacional tem evoluído em termos de qualidade técnica e rapidamente está encostando nas grandes produções hollywoodianas (que estão em franca queda, perdoem-me dizer). Filmes recentes como ‘O Som ao Redor‘ e o incrível O Lobo Atrás da Porta‘ corroboram essa afirmação, aliados a roteiros espetaculares que prendem o telespectador do início ao fim da projeção. É um ganho gigantesco a nossa atual – falta – de qualidade na cultura.

Em paralelo, temos o crescente número de comédias nacionais produzidas na correria, com erros de continuação, direção falha e roteiros insanamente estúpidos. E são esses os filmes que atraem espectadores e aumentam o número do público nos cinemas, chegando a 3 milhões de ingressos vendidos por filme.

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Quando vemos comédias com qualidade superior, direção competente e um roteiro decente, é um deleite. E este é o caso deste ‘S.O.S. Mulheres ao Mar 2‘.

Após um primeiro filme mediano (e repleto de clichês do gênero), esta sequência surpreende pela sua qualidade. O projeto já começou a chamar a atenção pelo número de locações – em lugares bastante difíceis de se filmar: o parque do Universal Orlando Resort, Cancún, Yucatan, Miami e, é claro, a fotogênica cidade do Rio de Janeiro.

Além de um roteiro que foge dos clichês da comédia romântica (desta vez, o filme parte para uma linha estilo ‘Se Beber, Não Case‘), o destaque vai para a direção primorosa da talentosa Chris D’Amato.

Na sequência, Adriana (Giovanna Antonelli) tem agora outras questões. Depois de conquistar o coração do estilista André (Reynaldo Gianecchini) e alcançar a fama como escritora, ela vive a crise da meia idade e continua cometendo loucuras por amor. Ela vê seu romance ameaçado quando descobre que Anitta (Rhaisa Batista), a modelo ex-namorada de André, estará no mesmo cruzeiro que ele fará a trabalho. Para impedir que seu amor se envolva com a ex, Adriana pede ajuda da irmã Luiza (Fabiula Nascimento) e da amiga Dialinda (Thalita Carauta) e parte em uma viagem de carro, saindo de Miami e passando por Orlando, até chegar no México.

Quem rouba a cena novamente é a talentosa Thalita Carauta com sua divertida Dialinda, a personagem com a melhor plot do filme: ela se mudou para Miami e está trabalhando para traficantes de drogas. Sem saber o que se passa, ela acaba tendo que fugir dos patrões e da policia norte-americana, em um desfecho extremamente divertido.

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A ciumenta Adriana (Giovanna Antonelli) também evoluiu e não está tão chata quanto no primeiro filme (era muito difícil criar empatia com a personagem e suas motivações). Neste filme, ela acaba descobrindo que existe muito mais a se viver do que um relacionamento estressante.

Desta vez, a comédia romântica se transforma em um road movie cômico, com cenas divertidíssimas e uma mensagem bonita no final (um grande clichê, mas esse é válido).

S.O.S. Mulheres ao Mar 2‘ é um filme alto astral, caprichado e bem amarrado, uma produção visivelmente bem cuidada e feita por profissionais competentes. É gostoso ver o cinema nacional avançando dessa maneira, mesmo que seja com filmes de entretenimento puro.

 

 

‘Máquina Mortífera’: Assista ao trailer da série

A série de TV baseada na franquia ‘Máquina Mortífera‘ (Lethal Weapon) teve seu primeiro trailer divulgado pela Fox.

Assista:

Clayne Crawford (‘Rectify’) estrela no papel que foi de Mel Gibson. Jordana Brewster (‘Velozes e Furiosos’) viverá a Dra. Maureen “Mo” Cahill, negociadora que trabalha como psicóloga dentro da Polícia de Los Angeles e ajuda os colegas de profissão.

Damon Wayans viverá Roger Murtaugh – interpretado por Danny Glover nos cinemas.

A série trará o policial e ex-militar Martin Riggs se mudando para Los Angeles para recomeçar sua vida após perder seu filho e sua mulher. Na cidade, ele se torna parceiro de Roger Murtaugh (Glover), um detetive com crises de nervoso que recentemente sofreu um ataque cardíaco.

Matt Miller (‘Chuck’) roteiriza, e McG (As Panteras) dirige o episódio-piloto.

No último ano, a Warner Bros. tinha planos de reiniciar a franquia ‘Máquina Mortífera‘, e ofereceu o papel principal a Chris Hemsworth (‘Thor’) – saiba mais!

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‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’ tem sequência confirmada

A Warner Bros. confirma por meio do The Hollywood Reporter que ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam 2‘ está com estreia marcada para 16 de novembro, de 2018.

David Yates, que comandou quatro longas Harry Potter‘ e o primeiro Animais Fantásticos, retorna para a sequência.

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Sequência de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’ será bastante diferente do original 

Roteiro de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam 2’ está pronto!

Colin Farrell vive o bruxo Graves, que o magizoologista Newt Scamander ( Eddie Redmayne) conhece em sua viagem à Nova York.

Katherine Waterston (‘Vício Inerente’) viverá Tina, abreviação de Porpentina, uma bruxa que, ao contrário dos amados personagens de “Harry Potter de Rowling, trabalha sua mágica nos EUA. A cantora Alison Sudol (‘CSI: NY’) será a jovem Queenie, a irmã de Tina (Katherine Waterston). Ezra Miller (‘As Vantagens de Ser Invisível’) interpreta Kredan, um mágico que conhece Scamander enquanto ele encontra e documenta criaturas mágicas.

A história se passa 70 anos antes dos eventos de Harry Potter. A estreia acontece dia 18 de novembro de 2016.

O excêntrico magizoologista Newt Scamander (o vencedor do Oscar Eddie Redmayne) viaja a Nova York (por uma razão que não vamos divulgar) com sua fiel mala mágica. É uma daquelas mochilas pequenas expansíveis, como a usada por Hermione em ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte’, e dentro dela habita uma coleção de criaturas mágicas raras e ameaçadas que Newt conseguiu resgatar em sua viagem pelo mundo.

Quando chega na América, ele descobre que a Comunidade de Bruxos está sendo perseguida por Trouxas (chamados de Muggles na Inglaterra, e de No-Majs nos EUA). Com a ameaça de exposição pública ainda mais grave do que no Reino Unido (lembram-se dos julgamentos das bruxas de Salem?), Newt resolve ajudá-los.

‘Animais Fantásticos’ é a história do que acontece quando este assistente inglês excepcionalmente hábil viaja para a América com uma variedade de suas criaturas, alguns bastante perigosas… e elas conseguem escapar de sua mala.

Spin-off de ‘Harry Potter’ vai apresentar nova escola de bruxaria

 

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Rey e Chewbacca em cena deletada de ‘Star Wars – O Despertar da Força’; Assista!

A Disney lançará em 15 de novembro a versão Blu-Ray 3D de ‘Star Wars – O Despertar da Força‘.

E para promover o material, o Mickey Mouse liberou uma nova excluída.

Desta vez, Rey recebe uma ajudinha do Chewbacca após um conflito com Unkar Plutt (Simon Pegg).

Confira:

Crítica | Star Wars – O Despertar da Força

O Star Wars Que Minha Geração Merece 

J.J. Abrams gostaria de dirigir ‘Star Wars – Episódio VIII’

Império e Rebeldes terão novos nomes em ‘O Despertar da Força’

Harrison Ford reprisa o papel de Han Solo ao lado de outras estrelas originais da saga –  Carrie Fisher (Princesa Leia), Mark Hamill (Luke Skywalker), Anthony Daniels (C3PO), Peter Mayhew (Chewbacca), Kenny Baker (R2-D2) – e com novos rostos da franquia – Daisy Ridley, John Boyega (‘Ataque ao Prédio’), Adam Driver (da série ‘Girls’), Oscar Isaac (‘Inside Llewyn Davis – Balada de Um Homem Comum’), Andy Serkis (‘O Senhor dos Anéis’), Domhnall Gleeson (‘Questão de Tempo’), Max von Sydow (‘O Exorcista’), Lupita Nyong’o (’12 Anos de Escravidão’), Gwendoline Christie, Miltos Yerolemou e Jessica Henwick (sendo os três últimos de ‘Game of Thrones’).

 

‘Stranger Things’: Assista ao teaser MARAVILHOSO da 2ª temporada

Conforme prometido, o primeiro teaser da 2ª temporada de ‘Stranger Things’ foi exibido durante a transmissão do Super Bowl.

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Assista:

A estreia acontece apenas em Outubro.

A segunda temporada de ‘Stranger Things’ se passa em 1984 – um ano após os acontecimentos da primeira temporada – e até agora os principais detalhes permanecem em segredo pelos criadores.

 

 

 

 

 

 

Episódio musical de ‘Once Upon a Time’ ganha nova prévia e vídeo dos bastidores

O tão aguardado episódio musical da série ‘Once Upon a Time‘ ganhou uma nova promo e um vídeo especial com os bastidores.

Assista:

 

 

Jaegers em novas artes de ‘Círculo de Fogo 2’

Confira as novas artes de ‘Círculo de Fogo 2‘ divulgadas pela Universal Pictures.

As imagens apresentam os novos Jaegers, robôs gigantescos que são controlados por humanos e que juntos lutam para acabar com monstros ainda maiores.

 


‘Círculo de Fogo 2’: John Boyega aparece de Jaeger azul em novas fotos do set

Círculo de Fogo 2‘ estreia apenas em 2018, mas as gravações do filme estão a todo vapor.

Charlie Hunnam, que interpretou Raleigh Beckett no primeiro filme, desistiu da sequência por “conflitos de agenda”.

O elenco conta com Jing Tian (‘A Grande Muralha’),  John Boyega (‘Star Wars: O Despertar da Força’) e Scott Eastwood (‘Esquadrão Suicida’).

O diretor Guillermo del Toro retorna apenas como produtor, e a direção fica por conta de Steven S. DeKnight. Em seu currículo, existe apenas a produção da primeira temporada de ‘Demolidor‘ para a Netflix e a direção de episódios das séries ‘Angel‘ e ‘Smallville‘, mas nenhum longa-metragem.

Não foi revelado o motivo da substituição de Del Toro.

Atriz de ‘Game of Thrones’ no elenco de ‘Círculo de Fogo 2’

Guillermo Del Toro quer trilogia para ‘Círculo de Fogo’

O longa original foi sucesso absoluto nas bilheterias da China, e tendo em vista que eles são fascinados por robôs gigantes (vide ‘Transformers‘), o projeto poderá funcionar e muito por lá.

Círculo de Fogo teve bilheteria mundial de US$ 411 milhões, e mais de 1/4 dessa quantia veio da China, onde o filme faturou mais do que nos EUA. O orçamento foi de caros US$ 190 milhões.

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Hulk entra na arena em clipe INÉDITO de ‘Thor – Ragnarok’

Thor: Ragnarok‘ ganhou um novo clipe, que traz Hulk entrando na arena.

Assista:

30 CURIOSIDADES sobre ‘Thor – Ragnarok’, o filme mais curto da Marvel

Em entrevista ao Comic Book, o produtor Brad Winderbaum explicou mais detalhes sobre a origem da vilã.

“Quando vimos Loki pela última vez, ele tinha conseguido seus objetivos, ele se tornou o rei de Asgard, e ele está governando esse lugar. E o que aprendemos lá, Thor vai saber no começo de Ragnarok. Ele também descobre que há coisas terríveis nos cosmos que simplesmente não deveriam ser assim. E nós descobrimos que Odin estava fazendo muito mais do que parecia para manter o universo seguro. Havia todas essas mudanças que ele sofreu ou estava mantendo a distância, usando sua força e poder para fazer isso. E Loki está completamente despreparado. Então, ele se torna Rei de Asgard, tudo é ótimo, é uma festa. Mas ele não conseguiu perceber as ameaças que estavam ao longo do horizonte, com Hela sendo maior e mais terrível.”

 

“O mundo de Thor está prestes a explodir em Thor – Ragnarok. Seu irmão desajeitado, Loki, assumiu Asgard, a poderosa Hela emergiu para roubar o trono para si e Thor é preso no outro lado do Universo. Para escapar do cativeiro e salvar sua morada da destruição iminente, Thor deve primeiro ganhar uma batalha mortal contra seu ex-aliado e antigo Vingador… O Incrível Hulk.”

Chris Hemsworth gostaria que ‘Thor – Ragnarok’ tivesse humor, como ‘Guardiões da Galáxia’

Cate Blanchett pode viver a primeira vilã da Marvel em ‘Thor: Ragnarok’

Diretor de ‘Thor: O Mundo Sombrio’ critica a Marvel Studios

‘Thor – Ragnarok’ passa ‘Liga da Justiça’ como filme mais esperado nos EUA 

‘American Horror Story: Apocalypse’: 8ª temporada ganha título e cartaz!

O tão aguardado crossover entre “Murder House” (1ª Temporada) e “Coven” (3ª Temporada) ganhou novidades durante a Comic-Con.

A 8ª temporada de ‘American Horror Story‘ ganhou o subtitulo ‘Apocalypse‘ e será lançado nos EUA dia 12 de setembro.

Confirmados até agora são Sarah Paulson, Evan Peters, Kathy Bates, Joan Collins, Billie Lourd, Cheyenne Jackson, Leslie Grossman, Billy Eichner e Adina Porter. Emma Roberts e Taissa Farmiga devem retornar.

Confira o cartaz:

 

Além disso, o ator Billy Eichner publicou uma foto do elenco reunido em seu Instagram, porém, apenas uma pessoa não foi mostrada, sendo coberta com o emoji de um fantasma e sendo chamada de “amiga(o) secreta(o)”. Especula-se que seja Jessica Lange, já que seu retorno ainda está sendo mantido em segredo. Confira:

 

Especula-se que a “temporada especial” trará o retorno da musa Jessica Lange, que interpretou a diabólica Constance Langdon na primeira temporada e a Suprema Fiona Goode na terceira.

Segundo a MTV, a atriz já revelou que gostaria de retornar para uma última participação na série, e esse seria o momento ideal para seu retorno.

Os fãs têm especulado há tempos que a bruxa Madison Montgomery (Emma Roberts) tem alguma ligação com o infame “cirurgião das estrelas” Charles Montgomery (Matt Ross), o médico da primeira temporada. Além deles terem o mesmo sobrenome, ambos moravam em Los Angeles. Mas nada de concreto foi estabelecido entre os dois personagens.

O anúncio abre a porta para vários astros que passaram pela primeira e pela terceira temporada, como Dylan McDermott, Kate Mara, Alexandra Breckenridge, Zachary Quinto e Gabourey Sidibe.

‘Boy Erased’: Drama sobre ‘cura’ gay já tem data para chegar no Brasil

Após ter sua estreia cancelada nos cinemas nacionais, o drama LGBTQ ‘Boy Erased: Uma Verdade Anulada‘ já tem data para chegar em Home Vídeo.

A Universal Pictures lançará o filme em DVD no dia 17 de Abril, com 40 minutos de material extra.

Assista nossa crítica:

Crítica | Boy Erased: Uma Verdade Anulada – A Juventude que abriu mão de sua liberdade 

O filme teve seu lançamento cancelado nos cinemas nacionais por motivos comerciais. Confira, com um vídeo explicando o caso:

A Universal Pictures revelou ao CinePOP que a decisão de cancelar o lançamento nos cinemas foi ESTRITAMENTE comercial. Lançado no dia 2 de Novembro nos EUA, o filme arrecadou míseros US$ 6,7 milhões nas bilheterias, o que afetou o lançamento em outros países devido ao alto investimento em marketing versus retorno nas bilheterias.

Além disso, os produtores esperavam que o filme conquistasse indicações no Oscar 2019, com as elogiadas atuações de Nicole KidmanLucas Hedges, o que não aconteceu. Como as indicações poderiam impulsionar as bilheterias, este se tornou mais um fator para explicar o cancelamento do filme no Brasil e outros mercados internacionais.

Segundo a Universal, o lançamento acontecerá direto em Home Video, com data a ser divulgada.

Boy Erased é baseado no livro de Garrard Conley, e retrata a luta de um jovem que se vê forçado a questionar todos os aspectos de sua identidade ao assumir sua homossexualidade aos 19 anos. Filho de pastor Batista nascido no Arkansas, Jared (Lucas Hedges) é colocado em confronto pelos pais (Kidman e Crowe): ou se submete a participar de uma terapia de conversão gay ou será exilado e rejeitado pela família, amigos e religião.

A produção é dirigida por Joel Edgerton e traz Nicole Kidman, Russell Crowe e Lucas Hedges no elenco principal.

‘A Hora do Pesadelo’: Mike Flanagan tem uma ideia para o novo filme

A icônica saga de Freddy Krueger pode ganhar um novo filme muito em breve, e já tem um candidato como roteirista e diretor.

Após a notícia de que a franquia será revivida em breve, o roteirista e diretor Mike Flanagan (‘Doutor Sono’) revelou em seu Twitter que tem uma ideia para a história.

Confira:

Flanagan tem no currículo ‘O Espelho‘, ‘A Maldição da Residência Hill‘, ‘Ouija: Origem do Mal‘ e ‘Antes que Eu Vá‘.

Novas informações indicam que a propriedade intelectual de Wes Craven, que faleceu em 2015, pode ganhar mais um capítulo oficial – e ideias já estão começando a surgir. A companhia de Elijah WoodSpectreVision, está envolvida no processo de criar uma série televisiva baseada nos longas-metragens originais e, além disso, é possível que a narrativa retorna novamente para as telonas.

A franquia original teve início em 1984 e, desde então, arquitetou um inegável legado para o subgênero slasher, se estendendo ao longo de sete filmes e um remake. A primeira investida foi dirigida e roteirizada por Craven, trazendo em seu elenco nomes como Robert EnglundJohnny DeppRonee BlakleyHeather LangenkampAmanda WyssNick Corri e outros.

Craven também voltaria a comandar A Hora do Pesadelo 7: O Novo Pesadelo’, em 1994. Em 2003, Freddy enfrentaria Jason Vorhees, o antagonista de Sexta-Feira 13, no cross-over Freddy vs. Jason. Em 2010, Jackie Earle Haley substituiria Englund no papel principal no remake A Hora do Pesadelo, que acabou se tornando um sucesso comercial apesar das críticas negativas.

No geral, a saga arrecadou mais de 583 milhões de dólares e tornou-se a terceira saga do terror mais lucrativa da história – perdendo para Sexta-Feira 13 (US$671,5 milhões) e Halloween (US$620,4 milhões).

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘Vingadores: Ultimato’: Fotos mostram o Antes e o Depois dos Efeitos Especiais

Algumas de imagens de ‘Vingadores: Ultimato’ foram liberadas, destacando o processo de criação dos efeitos visuais do Hulk, da luta entre a Capitã Marvel e o Titã Louco, e da épica batalha final com quase todos os heróis do MCU! Confira:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

O longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

‘Godzilla vs Kong’ tem estreia ANTECIPADA para o dia 25 de Março nos cinemas nacionais; Saiba mais!

As distribuidoras continuam movimento as datas de estreias de seus lançamentos conforme as notícias sobre a pandemia vão se disseminando mundialmente, e a Warner Bros. do Brasil acaba de ANTECIPAR a estreia de ‘Godzilla vs. Kong‘.

Após vários adiamentos, o estúdio agora informou ao CinePOP que o filme chega aos cinemas nacionais no dia 25 de Março, uma semana antes da estreia nos Estados Unidos.

Nos EUA, o filme será lançado no dia 31 de março tanto nos cinemas quanto na HBO Max.

A estratégia é a mesma utilizada para o lançamento de ‘Mulher-Maravilha 1984‘, que estreou nos cinemas nacionais uma semana antes de ser lançado nos Estados Unidos.

O primeiro trailer do filme foi lançado há dois dias e está dando o que falar entre os internautas.

Cheio de ação, o vídeo entregou cenas intensas de confronto entre os dois titãs. Logo, os fãs da produção rapidamente escolheram para quem irão torcer nessa briga e as reações são hilárias.

Separamos algumas para vocês. Confira:

Confira o trailer:

As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.  

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir.

Saiba quem são os 16 astros mais BEM PAGOS de Hollywood

O consumo de plataformas de streaming tem se tornado uma das principais fontes de entretenimento ao redor do mundo e a pandemia do Coronavírus se tornou uma das grandes alavancas deste novo modelo de negócio – principalmente em virtude do fechamento das redes de cinema, em meio aos frequentes lockdowns.

Isso tem feito com que o interesse dos principais astros de Hollywood se volte para este pujante e efervescente mercado. E com streamings como a Netflix, o Disney+, a Hulu, a Paramount+, a Starzplay e a Amazon Prime Video investindo pesado em suas produções, é natural que muitas personalidades da indústria comecem a se interessar pelo nicho.

E uma recente pesquisa divulgada pela revista Variety mostra exatamente como as gigantes do streaming têm cativado os atores e cineastas de Hollywood. Com propostas muito mais tentadoras e salários relativamente superiores, estas empresas oferecem oportunidades de produção que permitem uma participação maior em seus lucros com o título a ser lançado e naturalmente tende a conquistar um sucesso em sua plataforma. Além disso, os custos com publicidade caem drasticamente, justamente por não depender do massifico marketing necessário quando se trata de um lançamento nas telonas.

E segundo a publicação, a queda na receita dos atores em filmes projetados para os cinemas é significativa. Desde o gigante cheque de US$ 20 milhões recebidos por Jim Carey pela clássica comédia ‘O Pentelho’, Hollywood tem usado essa média salarial para basear o pagamento de seus atores. E de 1996 para os anos mais recentes, o milionário valor pago a Carey se dissolveu significativamente.

Enquanto Chris Pine fechou um salário próximo a US$ 11,5 milhões com a Paramount Pictures pela franquia de ‘Dungeons and Dragons‘, Robert Pattinson decidiu assumir o manto do Batman por “meros” US$ 3 milhões.

Já quando se trata de longas produzidos para o streaming, a história é bem diferente. Só pelo seu trabalho em ambas as futuras sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘ – adquiridas pela Netflix -, Daniel Craig levará para casa impressionantes US$ 100 milhões.

Dwayne Johnson receberá – apenas de início – US$ 30 milhões por sua vindoura aventura natalina ‘Red One‘, produzida pela Amazon Studios. E seus ganhos devem totalizar em US$ 50 milhões no final, considerando que o astro assinou um acordo em que terá direito à parte da receitai do longa.

Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence receberão US$ 30 milhões e US$ 25 milhões, respectivamente, por suas performances na comédia de desastre de Adam McKay (para a Netflix), intitulada ‘Don’t Look Up‘. Já Julia Roberts fechou seu contrato com a mesma plataforma por US$ 25 milhões, para estrelar o thriller ‘Leave The World Behind‘.

Essa mudança significativa nos mostra um interessante horizonte, onde as plataformas de streaming começam a ser vistas por uma ótica muito valiosa do que a própria pandemia jamais previu.

Confira a lista de salários dos maiores atores de Hollywood em seus mais recentes filmes:

1. Daniel Craig

Sequências de Entre Facas e Segredos – US$100M

2. Dwayne Johnson

Red One – US$50M

3. Will Smith

King Richard – US$40M

4. Denzel Washington

Os Pequenos Vestígios – US$40M

5. Leonardo DiCaprio

Don’t Look Up – US$30M

6. Mark Wahlberg

Spenser Confidential – US$30M

7. Jennifer Lawrence

Don’t Look Up – US$25M

8. Julia Roberts

Leave the World Behind – US$25M

9. Sandra Bullock

The Lost City of D – US$20M

10. Ryan Gosling

‘The Grey Man – US$20M

11. Brad Pitt

Bullet Train – US$20M

12. Michael B. Jordan

Without Remorse – US$15M

13. Tom Cruise

Top Gun: Maverick – US$13M

14. Keanu Reeves

The Matrix 4 – US$12 – US$14M

15. Chris Pine

Dungeons and Dragons – US$11.5M

16. Robert Pattinson

The Batman – US$3M

 

Documentário sobre Arthur Aguiar é CANCELADO pelo Globoplay por falta de interesse do público

Arthur Aguiar, vencedor do BBB 22, não será mais protagonista de um documentário do Globoplay.

Profissionais da plataforma de streaming da Globo já estavam produzindo e gravando material sobre o vencedor do BBB 22 antes mesmo de o programa terminar, mas o próprio streaming entendeu que não haveria interesse suficiente do público pela trajetória do cantor e ator, com o projeto sendo então cancelado.

A verdade é que o documentário sobre Arthur nunca foi confirmado e anunciado oficialmente pela Globoplay, mas os trabalhos já estavam em andamento.

Segundo o Notícias da TV, duas equipes haviam sido direcionadas para acompanhamento do ator e das pessoas próximas a ele. Uma estava gravando com a família e os amigos do campeão do reality, enquanto outra ficou na cola de Aguiar desde sua saída do BBB 22.

Maíra Cardi, esposa dele, alugou uma casa na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, para receber a mãe, padrasto, empresário, amigos, administradores dos perfis nas redes sociais e algumas pessoas importantes do fã-clube dele, além da equipe do Globoplay. No entanto, a coach e o ator queriam controlar todos os rumos do documentário, algo que o grupo Globo não tinha interesse.

Kátia Aguiar, mãe de Arthur, deixou escapar segredos da produção. No Encontro da última quarta-feira (27), Fátima Bernardes questionou se a mãe já tinha encontrado o filho, e ela deixou escapar que a equipe do documentário estava em sua casa gravando o especial quando surgiu o convite para ir até os Estúdios Globo e rever o ator.

O documentário ainda estava em fase de desenvolvimento, e a plataforma considerou que não haveria apelo e/ou interesse suficiente para viabilizar um documentário sobre vencedor do BBB deste ano – assim como houve por Juliette Freire e também por Gil do Vigor e Karol Conká em 2021.

Anitta sai da Warner Music e assina contrato com a PODEROSA gravadora Republic Records

A cantora e atriz Anitta mal terminou seu contrato milionário com a Warner Music e já  contrato com a gravadora Republic Records, de Drake, Post Malone, Taylor Swift, The Weeknd e Ariana Grande.

Segundo a Variety, a cantora deixou a Warner de maneira não tão amigável após 11 anos na Warner Records, que iniciou sua carreira como cantora nos Estados Unidos com seu último álbum multi-gênero “Versions of Me”, lançado há pouco mais de um ano.

Apesar de uma performance de sucesso no festival Coachella do ano passado, um grande sucesso internacional com a música “Envolver” (que acumulou mais de 500 milhões de streams no Spotify) e colaborações no álbum com hitmakers como Max Martin, Ryan Tedder e Stargate – o álbum não foi um sucesso nos Estados Unidos, embora ela continue sendo uma superestrela na América Latina e em outros territórios.

A Anitta tornou públicas suas queixas contra a Warner Music, afirmando que leiloaria até seus órgãos para terminar seu contrato.

Ela não se tornou a maior popstar brasileira por qualquer razão.

Começando sua carreira em 2010, a cantora e compositora brasileira ascendeu a uma fama monumental e abriu portas para diversas artistas da nova geração ao ganhar exposição internacional – chegando até mesmo a ser indicada para o Grammy de Artista Revelação. Através de uma discografia recheada de sucessos, Anitta navegou pelo funk, pelo R&B nacional, pelo reggaeton e pelo pop em uma versatilidade invejável e que serve de inspiração para qualquer um.

Preparamos uma breve lista elencando suas dez melhores músicas, desde o clássico “Bang” até Versions of Me (que merecia ter se tornado single de seu último álbum de estúdio). Para montar o ranking, separamos as canções em que ela emerge como artista principal, e não como convidada.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós a sua favorita:

10. “DEIXA ELE SOFRER”

Álbum: Bang!

Anitta já demonstrava ter um conhecimento mercadológico gigantesco em meados dos anos 2010, conforme que prestava atenção às tendências internacionais que ganhavam destaque no cenário mainstream. E foi assim que surgiu “Deixa Ele Sofrer”, uma exaltação do R&B bastante brasileira que se mescla com um pop chiclete envolvente. A narrativa discorre sobre um ex-namorado que precisa perceber o que perdeu – e presta homenagem à década anterior com paixão narcótica e saudosista na dose certa.

9. “BANG”

Álbum: Bang!

Lá em 2013, Anitta fazia sua estreia oficial no mundo da música com seu álbum homônimo. Dois anos depois, a artista já havia se estabelecido como um nome em crescimento exponencial – consagrando-se como uma força descomunal com o lançamento de “Bang”, a faixa titular de seu segundo disco. A divertida e dançante faixa traz elementos do R&B e do pop-trap em uma sensual rendição que é relembrada até os dias de hoje e que nos faz mexer o esqueleto desde as primeiras batidas.

8. “VAI MALANDRA”, com Mc Zaac, Maejor feat. Tropkillaz & DJ Yuri Martins

Single sem Álbum

Pouco depois de ter mergulhado de cabeça no reggaeton, Anitta resolveu voltar às raízes do funk carioca com a ótima “Vai Malandra” (que, na opinião deste que vos escreve, é uma das melhores canções do gênero das últimas décadas). A faixa reiterou o poder da artista no escopo nacional e mostrou que, mesmo tendo reconhecimento internacional, não abandonaria o estilo que adotou no começo de sua carreira. E, como a cereja do bolo, comentar sobre o sucesso comercial da track é simplesmente redundante.

7. “PARADINHA”

Single sem álbum

Em 2017, Anitta estava em um dos melhores momentos de sua carreira, lançando diversas músicas que se tornaram favoritas dos fãs e demonstrando que amava a arte a que havia se lançado anos antes. E, em “Paradinha”, é notável como a performer se diverte com uma canção magnética, despojada e que dominou as playlists – consagrando-se como a primeira aposta internacional de Anitta (e que rendeu frutos incontáveis).

6. “VENENO”

Álbum: Solo (EP)

Depois de estabelecida como um ícone da América Latina, Anitta percebeu que poderia explorar outras vertentes estilísticas – e tal promessa se concretizou com a subestimada “Veneno”, uma irretocável amálgama de pop latino, synth-latinreggaeton que desenrola uma narrativa ácida, sensual e recheada de metáforas inteligentes que caíram no gosto do público automaticamente. De fato, esta é uma das joias da cantora que merece mais atenção do que tem.

5. “BOYS DON’T CRY”

Álbum: Versions of Me

“Boys Don’t Cry”lead single do álbum Versions of Me, é uma homenagem ao synth-pop e electro-pop dos anos 1980 que, apesar de apoiada em construções bastante familiares, é dançante e envolvente no melhor dos sentidos. Mais do que isso, a vibrante faixa promoveu uma revolução completa na sonoridade de Anitta, que aproveitou as incursões nostálgicas do início da década para imortalizar seu próprio cosmos e expandir seu nome para ainda mais mercados internacionais.

4. “DOWNTOWN”, com J Balvin

Single sem álbum

Em uma de suas incursões de maior sucesso ao redor do mundo, “Downtown” une a arte de AnittaJ Balvin em uma química sensual explosiva e regada a reggaeton – um estilo que a cantora adotou com força considerável. Aqui, para além do icônico dueto, temos uma narrativa que discorre sobre flerte e sexo – que garantiu a ambos os artistas uma indicação ao Grammy Latino de Melhor Música Urbana.

3. “MEDICINA”

Single sem álbum

Infelizmente, “Medicina” não faz parte de nenhum álbum da artista, mas foi lançada como single promocional que tornou-se, em pouco tempo, uma das melhores e mais bem produzidas canções de sua carreira. Contando com a mão certeira de Jon Leone, Anitta arquitetou um reggaeton recheado de mensagens positivas que fala sobre deixar a vergonha de lado e deixar a música te levar – e tudo isso acompanhado com um videoclipe impecável.

2. “VERSIONS OF ME

Álbum: Versions of Me

No ano passado, Anitta retornou com força descomunal com Versions of Me, uma ode a todas as camadas artísticas pelas que passou durante sua carreira. E a faixa-titular, infundida em uma produção irretocável e bastante nostálgica, tem um dos refrãos mais envolventes do ano, incrementado pelo baixo, pelos sintetizadores e pela mixórdia exuberante do synth-pop dos anos 1980 e de sua consecutiva revitalização na passagem dos anos 2000 para os anos 2010.

1. “ENVOLVER”

Álbum: Versions of Me

“Envolver” foi a música responsável por garantir a merecida indicação de Anitta ao Grammy de Artista Revelação. Para além do sucesso, que garantiu o primeiro lugar do Spotify Global para a performer e já angaria mais de 500 milhões de visualizações no YouTube, a canção consagra-se como uma perfeição do reggaetonsexy na medida certa e com uma polêmica letra que não tem papas na língua, falando abertamente sobre sexo e prazer.

‘Pobres Criaturas’: Filme que deu 2º Oscar a Emma Stone já tem data para chegar no streaming do Brasil

O Star+ finalmente anunciou quando o aclamado filme ‘Pobres Criaturas‘ será lançado em seu catálogo brasileiro.

O filme recebeu quatro Oscars: Melhor Atriz (para Emma Stone), Melhor Maquiagem & CabeloMelhor FigurinoMelhor Design de Produção.

O longa estreará no serviço de streaming no dia 20 de março.

Estrelada pela Emma Stone (‘A Favorita’), a história segue a jovem Bella Baxter, que é trazida de volta à vida pelo cientista Dr. Godwin Baxter. Querendo ver mais do mundo, ela foge com um advogado e viaja pelos continentes. Livre dos preconceitos de sua época, Bella exige igualdade e libertação.

Confira o anúncio e o trailer:

Crítica | ‘Pobres Criaturas’ – HORROR de Yorgos Lanthimos Pode Render Segundo Oscar à Emma Stone

Confira a sinopse oficial abaixo:

Uma das criações mais brilhantes de Alasdair GrayPoor Things é uma revisão pós-moderna de Frankenstein’ que traz, no lugar do monstro tradicional, Bella Baxter, uma linda jovem erotomaníaca trazida de volta à vida com o cérebro de um infante. A ambição de Godwin Baxter em criar a companheira perfeita se concretiza quando ele encontra o corpo afogado de Bella – mas seu sonho é ameaçado pelo amor ciumento do Dr. Archibald McCandless pela criação.”

LanthimosTony McNamara assinam o roteiro.

Lembrando que Stone já trabalhou com o cineasta na aclamada e bizarra cinebiografia ‘A Favorita’, que lhe rendeu uma terceira indicação ao Oscar, dessa vez na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante.

Diretor rebate CRÍTICAS de que ‘Wicked’ ficou pouco colorido e dessaturado

Alguns fãs reclamaram que ‘Wicked‘ não é o colorido o suficiente e traz  suas cores dessaturadas nos cinemas, não remetendo à experiência do musical.

O diretor Jon M. Chu explicou por que escolheu deixar o filme com cores mais realista.

“Há cor por toda parte. Acho que o que queríamos fazer era mergulhar as pessoas em Oz, para que Oz parecesse um lugar real. Porque se fosse um lugar falso, se fosse um sonho na mente de alguém, então os relacionamentos reais e os riscos que essas duas garotas estão enfrentando não pareceriam reais.”, disse Chu em entrevista ao The Globe and Mail.

Apesar de quebrar recordes nas bilheterias mundiais, Wicked não fez o mesmo sucesso no Brasil.

O filme abriu em segunda lugar nas bilheterias brasileiras, perdendo para o nacional ‘Ainda Estou Aqui‘.

De quinta a domingo, Wicked‘ faturou R$ 7,81 milhões e levou 320 mil espectadores aos cinemas. É uma abertura mediana para um blockbuster desse naipe.

Já ‘Ainda Estou Aqui‘ liderou e levou mais de 450 mil espectadores aos cinemas no mesmo período.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

‘Anaconda’: “Selton Mello tem uma personalidade magnética e engraçada, e estávamos animados em apresentá-lo ao público americano”, afirma Tom Gormican

Selton Mello faz sua grande estreia em Hollywood interpretando o personagem brasileiro Carlos Santiago em ‘Anaconda‘, e ele conquistou a todos no set.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o diretor Tom Gormican (‘O Peso do Talento’) foi só elogios ao ator.

“Nós estávamos emocionados por tê-lo conosco porque ele estava no meio da divulgação de Ainda Estou Aqui, que é realmente uma performance detalhada e vulnerável. Isso tem esse poder dramático. Mas quando começamos a conversar com ele, ele também é uma pessoa com uma personalidade magnética e engraçada, e ficamos muito animados para apresentá-lo ao grande público americano de uma forma incrível, com duas estrelas americanas como Jack Black e Paul Rudd. Parecia uma combinação incrível e quando chegamos ao set, foi.”, afirmou.

Assista:

A comédia cuja proposta é divertir e levar toda a família para os cinemas já está em cartaz e os portais de notícias estadunidenses Deadline e IndieWire, veículos de grande repercussão internacional focados em entretenimento e cinema, destacam a atuação de Selton como domador de cobras.

“(…) O restante do elenco se encaixa muito bem, especialmente o sempre confiável Zahn e o grande ator brasileiro Mello (‘Ainda Estou Aqui’), que rouba cenas como o treinador de anacondas tomado pela dor”, enfatiza Pete Hammond, do Deadline.

Já o jornalista David Ehrlich, do IndieWire, detalha:

“Não é surpresa que o trunfo de Anaconda seja a atuação de Selton Mello como o domador de cobras que nossos protagonistas encontram, já que a funcionalidade do seu papel permite que o extraordinário ator brasileiro mantenha o foco de um jeito que se mostra impossível de ser acompanhado por seus colegas de elenco mais proeminentes. Além disso, há algo fascinante em ver o ‘pai’ do filme ultrassério do ano passado, ‘Ainda Estou Aqui’, fazer uma guinada tão radical para uma comédia desse quilate.”

Dirigido por Tom Gormican (‘O Peso do Talento’), a trama de ‘Anaconda‘ é situada na Amazônia e acompanha Doug (Jack Black) e Griff (Paul Rudd), dois amigos que enfrentam uma crise de meia-idade e resolvem realizar o antigo sonho de regravar o filme “Anaconda”, que marcou a juventude da dupla. Porém, as coisas saem do controle quando uma cobra gigante surge no set de filmagem e eles precisam lutar por sobrevivência.

Crítica | Paul Rudd e Jack Black estrelam o divertido e despretensioso meta-reboot de ‘Anaconda’

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Anaconda’ virou ‘Jararaca’! Vem ver o cartaz…

Tom Gormican (‘O Peso do Talento’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Jack Black (‘Jumanji: Bem-vindo à Selva’), Paul Rudd (‘Homem-Formiga’), Steve Zahn (‘Silo’), Thandiwe Newton (‘Westworld’), Selton Mello (‘Ainda Estou Aqui’) e Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’).

Ice Cube retornará em reboot de ‘Anaconda’, afirma insider

O filme está em exibição nos cinemas nacionais.

‘Pânico 2’ | Mídia, Violência e a Metalinguagem à serviço de Ghostface

O sucesso estrondoso do primeiro filme garantiu que Pânico se tornasse uma franquia de sofisticada, sendo o segundo capítulo, em meu ponto de vista, o mais complexo de todos, primoroso tanto esteticamente quanto em seus requisitos dramáticos. Após os acontecimentos em Woodsboro, os sobreviventes são deslocados para o espaço de uma universidade. É lá que os novos assassinos começam a atacar, motivados por um arco gigantesco de horror que será devidamente encerrado apenas no terceiro filme. Sidney, Dewey, Gale e Randy, ecos da trama anterior, adentram agora numa bifurcada jornada de evolução de suas esferas pessoais e psicológicas enquanto personagens, delineados pelo ótimo roteiro de Kevin Williamson e dirigidos pela adequada orquestração do terror, regida pelo competente Wes Craven. Aqui, por meio de uma análise bastante minuciosa, analisaremos algumas cenas do filme, tendo em vista fazer um panorama revisionista do legado de Ghostface. Direção de fotografia, diálogos, metáforas visuais, elementos contextuais e outros traços próprios da análise crítica permitirão que vocês, caros leitores, embarquem numa viagem ao sofisticado universo de Pânico 2.

Vamos nessa?

Os personagens da abertura, interpretados por Omar Epps e Jada Pinkett Smith, estão na fila de um cinema, conversando enquanto aguardam para assistir Facada, adaptação cinematográfica do livro de Gale Weathers, texto que narra os acontecimentos do filme anterior. Enquanto ela está interessada no filme com a Sandra Bullock, exibido numa sala de cinema do outro lado da rua, o namorado reforça a sua vontade de se divertir com assassinatos. No brilhante diálogo, a personagem feminina expõe a sua insatisfação sobre a presença do personagem afro-americano nos filmes de terror e, com isso, reforça o tom autocrítico e paródico de Pânico 2, narrativa que também presta homenagem ao clássico Psicose e sua cena do chuveiro, apresentada no filme dentro do filme, numa passagem bastante emblemática.

No interior da sala de cinema, os personagens são dizimados, com algo já costumeiro na abertura de um filme slasher: o estabelecimento de um assassinato, catalisador de tudo que ocorrerá mais adiante na história. Ao colocar a personagem para morrer de maneira bastante espetaculosa, Wes Craven traz questões sobre violência, apreciação do público e relação do conteúdo que a mídia expõe cotidianamente com a própria plateia. Num palco situado no interior da sala de exibição, Ghostface cumpre o seu papel criminoso e nos deixa diante do que será Pânico 2, um dos grandes momentos estéticos e dramáticos da franquia.

A final girl interpretada por Neve Campbell está mais forte que antes. Ciente da inevitabilidade de sua situação após o lançamento do filme, nesta cena, ela acorda com o telefone tocando. É um trote, alguém se passando por Ghostface. Abaixo, Kevin Williamson, roteirista da produção, faz uma pequena participação como jornalista em um programa de TV que entrevista Cotton Weary, personagem mais desenvolvido neste momento da franquia.

Ao sair para procurar Randy, Sidney Prescott precisa atravessar uma legião de jornalistas afoitos por seu depoimento acerca das mortes apresentadas na eficiente abertura de Pânico 2, conectadas diretamente com o seu passado recente. Na sala de aula, estudantes de Cinema discutem sobre as continuações: as sequências destruíram o terror? Eis o mote das reflexões. Indo além do gênero, o debate envolve questões sociológicas, análises estéticas e a assim, destacam como a metalinguagem encontra o seu melhor momento na franquia. É uma discussão bastante referencial, pois ao falar de partes 2, 3 e 4 de alguns filmes, eles colocam o próprio Pânico 2 em debate, uma sequência que consegue, por sinal, ser melhor que o antecessor.

Gale Weathers, personagem interpretada por Courteney Cox, retorna ainda mais ácida no filme, focada no sucesso de seu livro, material sobre os assassinatos em Woodsboro no contexto anterior. Ruiva e com figurino cromaticamente mais fechado que a sua coleção em 1996, a personagem atua de maneira mais severa e apesar de se tornar uma aliada de Sidney no desfecho, ainda assim comporta-se de maneira comprometedora enquanto ser humano ético. Ademais, abaixo, ela se aproveita de uma situação para render assunto em torno do encontro forjado entre Sidney e Cotton, isto é, o preso injustiçado e a garota que perdeu a mãe para assassinos frios, confusa ao depor e levar o amante de sua mãe para a cadeia. Repare no primeiro frame: a vilã, uma das assassinas, passa constantemente pelo campo de visão da câmera orquestrada por uma direção de fotografia que sabe aproveitar o melhor da profundidade.

Dewey, personagem de David Arquette, reencontra Gale depois do incidente midiático com Sidney e Cotton. Ele a observa, critica e os depois discutem, mas há algo na atmosfera do papo que nos permite crer na conciliação, algo que de fato ocorrerá, com ambos a lutar próximo ao desfecho, menos favorável para Dewey, mais uma vez ferido gravemente. Abaixo, Sidney conversa com as garotas da fraternidade, numa das diversas passagens do filme em steadicam, recurso que permite a circulação mais sofisticada da câmera, dando ao uso do plano-sequência, mais organicidade e valorização estética.

O uso de steadicam abre a cena do assassinato da personagem de Sarah Michelle Gellar, atriz que teve uma breve participação no desenvolvimento da trama. Ela assiste Nosferatu na TV, um dos maiores clássicos do terror, enquanto Ghostface inicia as ligações que vão culminar em sua morte. A passagem toda faz referência ao primeiro embate entre Sidney e Ghostface, na primeira metade de Pânico. A suspeita do “monstro” atrás da porta, as escadas, a batalha e por fim, a morte da personagem. Aqui, percebemos mais uma pista do filme sobre a quantidade de assassinos. São dois? Apenas um? Para saber, basta observar que enquanto um aterroriza a garota na ligação, o outro já está pronto para o ataque no interior da casa que a equipe de produção de Wes Craven alugou para a passagem, um espaço amplo, próprio para o uso de profundidade de campo e ideal para a histeria entre a vítima e seu algoz.

Aqui, todos os suspeitos usam azul. O namorado de Sidney, o colega Mickey, uma das meninas da fraternidade, dentre outros personagens que passam pelo local. É o momento antes do primeiro contato entre Sidney e Ghostface em Pânico 2, filme que teve o roteiro vazado na época e precisou mudar o seu final. Ao atender uma ligação no local da festa, esvaziado pelas pessoas que se deslocaram para a cena de crime anterior, Sidney percebe que o assassino está cada vez mais próximo. Abaixo, mais uma vez, a direção de fotografia do filme investe em bastante profundidade de campo, para criar diversas possibilidades narrativas sem precisar sobrepor planos no desenvolvimento da história.

Gale e seu faro jornalístico: aqui, ela apresenta para o policial responsável pela investigação, a relação do nome das vítimas com personagens importantes do filme anterior. Quem está por detrás das mortes tem plena consciência do projeto de matança que pretende chegar até Sidney. Observe mais uma vez que a vilã, lá atrás, espreita a repórter e Dewey num tenso diálogo.

Um dos elementos essenciais da franquia Pânico: a metalinguagem. Aqui, temos o filme dentro do filme sendo comentado numa determinada passagem, antes da apresentação do segundo palco da narrativa, o teatro onde Sidney ensaia uma peça sobre Cassandra, importante personagem da mitologia grega. De maneira circular, o filme abre e fecha com um palco. É uma referência que Wes Craven fez aos clássicos trágicos, conteúdo dramático que nos ajuda a compreender melhor a sina da final girl de Neve Campbell. Para o diretor, o “horror” nos acompanha desde os primórdios das civilizações, por isso, o teatro foi um importante elemento inserido na concepção da história em Pânico 2.

Wes Craven contou, certa vez, que assistiu a um filme do italiano Fellini e viu o uso de celofane como elemento cenográfico num ambiente teatral. Para ele, era uma questão de tempo utilizar o recurso, em seu ponto de vista, esteticamente interessante. O material é utilizado no ensaio em que Sidney tenta se concentrar, mas acaba tendo visões sobre Ghostface e perdendo todo o seu foco, haja vista a condição trágica das coisas que gravitam em torno de seu cotidiano em Pânico 2. A paranoia diante das incertezas sobre quem será o próximo encontra um bom momento na cena posterior, com Dewey e Gale cercados por pessoas com telefone, possíveis suspeitos. Neste momento, Ghostface estabelece contato e qualquer um pode ser o assassino. A profundidade de campo, mais uma vez, ajuda no estabelecimento da paranoia.

O design de som e a trilha sonora são elementos importantes em qualquer filme. Na franquia Pânico, não seria diferente. Aqui, Gale Weathers encontra-se ilhada num departamento de som da faculdade de cinema. Lá, os estúdios herméticos não permitem que ninguém escute os seus gritos de pavor enquanto Ghostface a persegue. Ademais, na cena posterior, Dewey é atacado e não temos certeza sobre a sua sobrevivência. Ela entra ainda mais em desespero. A textura percussiva de Marco Beltrami, então, cumpre o papel de transmitir para os espectadores o seu desespero, haja vista a demonstração da personagem do outro lado de uma película isoladora do som. É um uso interessante das possibilidades sonoras de um filme. São passagens que também flertam com a sonoridade no som da faca a desferir golpes no ar. É lógico que fisicamente, isso é algo impossível, mas na dinâmica da estética de um produto ficcional, funciona muito bem para aumentar a sensação de medo e perigo.

Num dos melhores momentos de Pânico 2, Sidney e sua melhor amiga, interpretada por Elise Neal, tentam sobreviver ao ataque de Ghostface depois que um acidente ceifa a vida dos seguranças da final girl. As feições de força de Sidney são contrastadas pelo olhar apavorado da amiga enquanto ambas tentam escapar do assassino. Num determinado trecho, quando Sidney quase arranca a máscara e desvenda a identidade do antagonista, ela se esbarra no volante do carro e aciona a buzina. Observe que o design de som amplifica a sensação de medo e tensão. O som da buzina é de um caminhão, acoplado num chevrolet básico, potencializando a atmosfera de terror proposta pela passagem filmada toda no interior de um estacionamento, repleta de closes para captação da tensão entre personagens e situação perigosa.

No desfecho, antagonistas são revelados. A cena no interior do teatro, anteriormente, tinha sido planejada para acontecer num dos quintais da fraternidade, com personagens pendurados em árvores, etc. Acabou que o fim foi estabelecido no teatro, escolha muito mais empolgante e complexa. Os assassinos, Mickey e a mãe de Billy Loomis, expõem os seus motivos, isto é, um incentivado pela vingança e o outro supostamente influenciado pela mídia e cinema na composição de seu comportamento psicopata. No embate entre Sidney e sua antiga sogra, as coisas ganham dimensão ampla, com referências ao processo de fúria da natureza, quando a moça resolve utilizar alguns elementos da cenografia de sua peça para lutar contra a mãe vingativa, tema já presente no slasher desde Sexta-Feira 13. Interessante observar que ao longo de todo o filme, não há cenas com as duas personagens no mesmo espaço.

Preparados para a próxima empreitada com a franquia Pânico? Vamos compreender mais sobre o terceiro capítulo da saga de Ghostface no próximo texto, combinado?

Crítica | ‘Centro Ilusão’ – O choque entre o tanque cheio para o sonhar e a pane seca das frustrações [Festival do Rio 2024]

Quando o som traduz o sentimento. Direto e reto em seu discurso, o longa-metragem cearense Centro Ilusão ultrapassa as camadas superficiais com um nocaute nas levitações até o sonhar. Dando ênfase à cena cultural e musical nordestina, esse novo trabalho do excelente cineasta Pedro Diógenes também apresenta as diferenças do pensar no tempo, num choque de gerações, numa busca de um mesmo repouso para as interpretações dos momentos de devaneios.

Na trama conhecemos Caio (Brunu Kunk) e Tuca (Fernando Catatau), dois músicos, de duas gerações diferentes, que estão em uma audição para uma vaga que pode mudar suas vidas. Na espera pelo resultado, durante um tempo rodam pelo centro de fortaleza entre os sonhos e as desilusões sobre o próximo passo na vida.

Há uma generosa poesia em cada momento de reflexão, aproximando as verdades com a realidade. Num choque proposto entre o tanque cheio para o sonhar e a pane seca acumulada por frustrações, somos testemunhas de um encontro urbano tendo a música como um satélite que personifica os conflitos emocionais de cada um dos personagens. Como um tradutor das camadas emotivas, através de um roteiro que não se desgruda de contextos para validar o presente, Diógenes joga para o centro do palco a angústia e muitas verdades de duas almas artísticas.

Amores perdidos, abandono de relações em busca da carreira musical, a luta diária pelo reconhecimento, confrontos com a família, as incertezas e as muitas interpretações de um atual momento. Esses são alguns dos muitos assuntos que ganham tons e ritmos através de números musicais marcantes, alguns brilhantes. Em quase declamações, sem esquecer de imagens que contemplam a cidade e seus movimentos, pegamos uma reta rumo ao valor da arte urbana, da poesia das ruas, além de todo o significado que as marcas do passado podem ter nas perspectivas de um futuro.

Vencedor do Prêmio de Melhor Longa da Mostra Competitiva Novos Rumos da 26a edição do Festival do Rio, Centro Ilusão deve estrear em breve no circuito exibidor. Um filme para você ficar de olho.

Os Melhores e Piores Filmes da Franquia ‘Invocação do Mal’

Invocação do Mal chegou aos cinemas 2013 e se mostrou um sucesso tão grande que, além da óbvia continuação, gerou derivados criando todo um universo cinematográfico interligado. O último exemplar desta ambiciosa empreitada foi A Freira, que arrecadou US$ 365 milhões mundialmente e se tornou a maior bilheteria da franquia.

Nesta quinta-feira (27) chega aos cinemas ‘Annabelle 3: De Volta Para Casa, nova produção de James Wan que se conecta ao seu The Conjuring Universe.

Pensando nisso, o CinePOP resolveu criar mais um ranking, listando todos os seis filmes (sim, já tem isso tudo desde 2013) deste “conjuringverse” expandido, do pior ao melhor. Portanto, veja abaixo nossas colocações e não esqueça de comentar dizendo se concorda e caso contrário, deixe a sua ordem de preferência. Vamos lá.

06 | Annabelle

Neste primeiro spin-off de Invocação do Mal, lançado logo no ano seguinte do filme que o derivou, o foco foi a boneca Annabelle. Pode parecer estranho, mas o objeto demoníaco fez tanto sucesso que ganhou um filme só dela. Talvez esta tenha sido a primeira vez na história do cinema na qual uma boneca que era parte de outro longa, conquistou uma produção só sua.

Seja como for, o consenso geral foi de que Annabelle (2014) não estava no mesmo patamar do que havia sido criado anteriormente. Parte disso se deve pela falta da direção de James Wan, aqui servindo apenas como produtor. O roteiro, escrito por Gary Dauberman – que depois viria a criar os textos de Annabelle 2, It:A Coisa e a A Freira – é interessante e criativo, inserindo as seitas fanáticas da época no contexto da trama, vide Charles Manson e seus seguidores. O problema principal é a direção anêmica de John R. Leonetti (Mortal Kombat: A Aniquilação e 7 Desejos).

Annabelle arrecadou uma bilheteria mundial de US$257 milhões, com um orçamento de US$6,500 milhões – o que podemos chamar de sucesso. Com a crítica, no entanto, o filme está longe do que seria um acerto, com uma aprovação de 29% dos especialistas.

05 | A Maldição da Chorona

Não, não é um filme sobre a Chiquinha do ‘Chaves‘. Se você não conhece a Chorona, não se preocupe. Muito conhecida no México, a Lenda Urbana nunca teve força no Brasil. Trata-se de uma entidade sobrenatural que se assemelha ao nosso Bicho-Papão.

Os testemunhos contam que, quando as famílias se recolhiam em seus lares após o cair da noite, eram despertados no meio da madrugada por um choro agoniado e profundo, que aparentemente seria de uma mulher. Daí então ela começou a ser chamada de ‘A Chorona’, uma mulher que assassinou os dois filhos para se vingar do marido e continua vagando em busca de crianças para levar com ela e amenizar sua dor.

O terror acompanha a jovem assistente social Anna (Linda Cardelini), que precisa cuidar dois dois filhos sozinha após a morte do marido. Após se envolver com um caso de abuso infantil, ela acaba atraindo a fúria da Chorona e contará com a ajuda de um Curandeiro (Raymond Cruz) para salvar seus filhos da poderosa entidade.

O grande acerto do filme está em seu elenco. Linda Cardelini, que interpretou a Velma de ‘Scooby-Doo‘, entrega uma atuação bastante sóbria e série que contrasta com o humor de Reymond Cruz (‘Breaking Bad‘), que interpreta um Curandeiro expulso da Igreja Católica. Porém, o grande destaque vai para os filhos da protagonista (vividos por Jaynee-Lynne Kinchen e Roman Christou), que demonstram um grande talento para filmes de terror e são responsáveis pelas melhores cenas do filme.

A direção de Michael Chaves, que comandará ‘Invocação do Mal 3‘, não tem o brilhantismo de James Wan mas é bastante competente ao entregar sustos para a audiência, mesmo que abusando para os velhos clichês do gênero.

Essa nova produção de Wan se assemelha ao recente ‘A Freira‘, um filme que assusta e diverte ao mesmo tempo. Repleta de Jumpscares que vão fazer você pular da cadeira, o filme é diversão garantida nos cinemas e serve o seu proposito de entreter sem grandes ambições. Se você gosta de tomar sustos no cinema, ‘A Maldição da Chorona‘ é um prato cheio.

04 | A Freira

Novamente produzido por James Wan (baseado em uma história sua) e com roteiro de Dauberman, fica clara a falta que um bom diretor faz no comando de uma obra – embora muitos não percebam. Quando enaltecemos um diretor, é porque sabemos como é difícil entregar um bom filme. E James Wan faz, sim, muita falta. Aqui, quem comanda é Corin Hardy, de A Maldição da Floresta (2015).

O filme foi inteiramente rodado na Romênia. Este é o segundo spin-off da franquia Invocação do Mal, focado desta vez na freira demônio Valak (Bonnie Aarons), que apareceu pela primeira vez no segundo filme (2016). O filme que protagoniza, na verdade se trata de sua terceira aparição, tendo sido brevemente mencionada no segundo Annabelle igualmente. Fora isso, na ordem cronológica, A Freira se passa antes ainda do segundo Annabelle, fazendo dele o primeiro acontecimento dentro da franquia. Taissa Farmiga, irmã na vida real de Vera Farmiga (a protagonista da franquia Invocação do Mal), vive a personagem principal do filme, a noviça Irene.

A Freira já soma mais de US$5 milhões só em ingressos de pré-venda nos EUA, superando assim todos da franquia no mesmo quesito. No entanto, suas críticas não estão muito favoráveis, e o filme marca apenas 31% de aprovação junto a imprensa.

03 | Annabelle 2: A Criação do Mal

Na dúvida, adicione crianças. Terror e personagens mirins parecem combinar muito bem. É exatamente isso o que temos na continuação de Annebelle, lançada em 2017, que conseguiu um feito impressionante: superar seu original. É difícil, em especial para o gênero, uma série de filmes começar a melhorar. Mas se seguirmos assim, até temos esperança para um eventual terceiro filme da boneca tinhosa. E quem sabe A Freira possa usar deste conselho e ver que as coisas não estão totalmente perdidas. Brincadeiras à parte, como dito, o diferencial aqui é o uso de um bom diretor. E ele veio nas formas de David F. Sandberg – que transformou seu curta no bem sucedido Quando as Luzes se Apagam (2016). Não é à toa que ele deu seu maior passo e lançará a superprodução SHAZAM! ano que vem.

A trama se passa antes do primeiro Annabelle e antes dos Invocação do Mal. Aqui, como diz o título, somos levados a conhecer a origem da boneca, quem a construiu e como ela se tornou maldita. Tudo colabora para que esta continuação – que na verdade é uma prequel (ou pré-sequência) – supere o antecessor. Melhores atores, clima mais assustador, melhor diretor. Na história, meninas de um orfanato são levadas para sua nova moradia pela freira que cuida delas (papel da bela, carismática e talentosa Stephanie Sigman), local este que guarda os segredos e origens da boneca.

Annabelle 2 fez ainda mais bonito nas bilheterias mundiais, com uma arrecadação de US$306 milhões. Com a crítica a coisa também melhorou, e o filme obteve 70% de aprovação dos especialistas, se colocando acima da média. De fato, o filme é tão legal que até desejamos ver novos episódios da boneca – muitos podem pensar que não existe mais espaço para isso, já que os dois filmes se fecham num círculo perfeito. Mas a boa notícia é que o terceiro filme já foi confirmado, com estreia prometida para o ano que vem. O próximo longa deve contar inclusive com o casal protagonista da franquia, Vera Farmiga e Patrick Wilson, criando assim um elo ainda mais forte entre os filmes.

02 | Invocação do Mal 2

Essa aqui foi muito difícil! Decidir ente Invocação do Mal 1 e 2 não é uma tarefa fácil. Os dois filmes são muito bons e se completam de uma forma perfeita. É muito raro, como citado, mas esta continuação consegue adicionar inúmeros elementos novos e com muita criatividade chega a superar seu antecessor em variados quesitos. Um que sobressai, sem dúvidas, é a adição de personagens malditos e icônicos a serem combatidos. Aqui, além de Annabelle (ela não pode faltar), temos a Freira Valak, o Homem Torto (que igualmente merecia um spin-off) e o fantasma rancoroso de Bill Wilkins. O caso retratado, com a família britânica, igualmente é uma história real.

O que faz da sequência um filme tão bom é o fato de conseguir estabelecer momentos mais calmos para contrabalancear o terror e a tensão. Assim, temos cenas como a que Patrick Wilson canta Elvis para as crianças com seu violão. Raramente, nos deparamos com um momento tão solene dentro de uma produção de terror. E você pergunta, por que então Invocação 2 não está em primeira posição? Justamente porque o longa, por melhor que seja, segue de perto o que havia sido estabelecido no ótimo filme original e deve a ele grande parte de seu êxito. O que não tira nem uma grama da excelência que é esta segunda parte de uma grande saga.

Invocação do Mal 2, lançado em 2016, foi um fenômeno mundial para o gênero, arrecadando US$320 milhões ao redor do mundo. Com os críticos, marca 79% de aprovação. Uma terceira parte ainda é prometida – na época, falava-se sobre a possibilidade de lobisomens -, mas terá que esperar o lançamento de Annabelle 3, filme que possivelmente contará com o casal protagonista, os Warren.

01 | Invocação do Mal

Quando foi lançado em 2013, Invocação do Mal seguia a linha do terror de assombrações e possessões demoníacas. No entanto, já chegava enaltecido pelos especialistas, pois fazia uso de grandes personagens, intérpretes talentosos (Vera Farmiga saía de uma indicação ao Oscar) e um diretor que cimentava seu nome no gênero, tendo comandado sucessos como Jogos Mortais (2004) e Sobrenatural (2010). Nenhum outro, no entanto, faria tanto sucesso quando as desventuras assombradas do casal Warren, ápice dos moldes do novo terror para muitos.

Na trama, dois especialistas do sobrenatural, marido e mulher, investigam a fazenda repleta de entidades de uma grande família. O filme chamou atenção por se tratar de uma história real. Foi aqui que a boneca Annabelle foi introduzida ao mundo e ganhou seus próprios filmes logo depois. A continuação seguiu pela mesma linha, sendo inclusive superior ao original para muitos. Aqui, porém, por muito pouco, optamos por colocar o original, que ditou a batida da franquia em primeira posição. E não estamos sozinhos nesta opinião.

Invocação do Mal arrecadou US$319 milhões ao redor do mundo, pouco menos de 1 milhão em relação ao sucessor. Com os críticos, o filme original está mais de acordo com nossa lista e possui 86% de aprovação da imprensa, sendo assim o filme mais bem avaliado da franquia.