Sucesso! Em menos de três semanas, o aclamado ‘Alien: Romulus‘ já arrecadou sólidos US$ 285.6 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa conseguiu ultrapassar a arrecadação total de ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um‘ (US$261.5M), tornando-se o maior filme de terror do ano.
Além disso, a produção também superou ‘Alien: Covenant‘ (US$240.8M), tornando-se a segunda maior arrecadação da franquia – atrás apenas de ‘Prometheus‘ (US$403.3M).
Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 90.9 milhões. No mercado internacional, foram US$ 194.7 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$92.7M), Reino Unido (US$14.1M), Coreia (US$12.6M), França (US$9.4M) e México (US$7.1M).
Em IMAX, a produção soma US$ 37.2 milhões, tornando-se a maior arrecadação para um filme de terror da história do formato.
Orçamento em US$ 80 milhões – valor consideravelmente mais baixo do que ‘Prometheus‘ (US$130M) e ‘Alien: Covenant‘ (US$97M) –, ‘Alien: Romulus‘ está no caminho para se tornar um novo sucesso da franquia.
Aclamado pelos críticos – com 80% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o terror também agradou o público, recebendo uma nota B+ dos espectadores no CinemaScore.
Vale lembrar que o longa segue em exibição nos cinemas nacionais!
Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.
Em entrevista ao 3C Films, o diretor Damien Leone revelou que o quarto filme ultraviolenta franquia ‘Terrifier‘ irá se aprofundar na história de origem do psicótico palhaço Art.
Ele confirmou que a explicação por trás da origem do antagonista será explicada logo no início do próximo capítulo da saga.
“Sei que essa palavra é usada com frequência, mas ‘Terrifier 4’ será épico. Não irá decepcionar. O público irá descobrir a história de origem do Art nos primeiros 15 minutos do filme.“
Anteriormente, o cineasta havia revelado detalhes sobre o próximo filme: “O roteiro de ‘Terrifier 4’ já está em desenvolvimento e sinto que teremos uma conclusão satisfatória, épica, aterrorizante e emocionante à saga ‘Terrifier’. Pessoalmente, nunca estive tão animado em ver meu próprio roteiro passando para as telas. Eu finalmente vou revelar a história de origem do Art neste filme.”
Sucesso nos cinemas, o terceiro filme da franquia arrecadou quase US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de apenas US$ 2 milhões. O terror também foi bem-recebido pelos críticos, conquistando 78% de aprovação no Rotten Tomatoes.
A produção será lançada no serviço de streaming no dia 14 de março.
Contando com seis episódios, o ciclo de estreia traz Michelle Pfeiffer e Kurt Russell no elenco protagonista e explora “o luto e a conexão humana que acompanha uma família de Nova York no vale do rio Madison, no centro de Montana”.
Jay Z vai trazer às telas do cinema um multi-projeto baseado na trágica morte do jovem estudante do ensino médio, o afro americano Trayvon Martin, morto em 2012 por um vigilante de bairro na Flórida.
Se aliando ao estúdio The Weinstein Company, o projeto contará um filme e uma série documental que relata tudo que norteou o crime.
A trágica história de Martin foi parte do movimento Black Lives Matter, atraindo atenção internacional quando George Zimmerman, membro da vigilância de seu bairro, foi absolvido por ter covardemente matado o jovem de 17 anos de idade.
O material utilizado para as narrativas será ‘Suspicion Nation: The Inside Story Of The Trayvon Martin Injustice And Why We Continue To Repeat It’ e ‘Rest In Power: The Enduring Life Of Trayvon Martin’, escritos pela jornalista Lisa Bloom e pelos pais do rapaz, respectivamente.
O documentário será dividido em seis partes e produzido por Jay Z. Recentemente o músico e empresário produziu a série documental ‘TIME: The Kalief Browder Story’, lançado em primeiro de março de 2017 e que tem recebido críticas positivas da imprensa.
Um novo conjunto de brinquedos da marca LEGO revela alguns detalhes ainda não conhecidos de ‘Vingadores: Guerra Infinita’.
Os jogos de montar trazem descrições que revelam spoilers, apontando que Hulk será o herói que usa a armadura de Hulkbuster, além da localização da Soul Stone, da joia do tempo e a nova arma de Thor.
Confira as imagens e suas correspondentes descrições:
Enquanto Mjolnir foi destruído, o Deus do Trovão está fazendo uma nova arma para combater Thanos.
Miniaturas incluem: Próxima Meia-Noite, Falcão, Hulk / Bruce Banner, Soul Stone
“Perigo! Próxima Meia-Noite capturou a torre de tiro e atira em Hulkbuster/Bruce Banner! Esmague a instalação de mísseis da torre de tiro com o poderoso punho de Hulkbuster e esmague o inimigo de seis braços. Direcione os socos da Próxima Meia-Noite. Peça ao Falcão para ir fundo e tirar as Joias do Infinito”.
Miniaturas incluem: Cull Obsidian, Fauce de Ébano, Doutor Estranho, Homem de Aço, Homem-Aranha
“Emergência! Cull Obsidian e Fauce de Ébano estão atacando o Sanctum Sanctorum do Dr. Estranho! Juntamente com o Homem-Aranha, salte-os do telhado. Una-se com Homem de Aço e Dr. Estranho e use seus poderes para repelir super vilões. SeFauce de Ébano é capaz de penetrar no quarto de Peter Parker, guie-o de lá através da escotilha secreta. Você deve parar os invasores do mal antes de explodir a parede doSanctum Sanctorum, Dr. Estranho, e obter a joia do tempo infinita. Depois de derrotar seus inimigos, peça pizza e comemore com Peter Parker!”
Miniaturas incluem: Capitão América, Viúva Negra, Outriders, Joia do Espaço
“Unidos com o Capitão América e a Viúva Negra para proteger o reino de Wakanda da invasão de estrangeiros. Evite o fogo dos espinhos dos navios de pouso, refreando os ataques de inimigos de seis braços e ataque, usando o escudo do Capitão América. Solte sobre os inimigos com o cacetete da Viúva Negra e pegue a joia cósmica do infinito!”
Miniaturas incluem: Corvus Glaive, Visão, Pantera Negra, Shuri, Mind Stone
“Proteja o Muro do Wakid de Corvus Gleive e sua debulhadora! Atire na sua debulhadora com armas duplas e com atirador de discos. Abra rapidamente o portão para que o Pantera Negra possa entrar na batalha. Mas não se esqueça de fechá-los imediatamente, para que os inimigos não invadam. Ajude Shuri a remover a joia infinita da cabeça do Visão, que controla sua mente. Você pode fazer isso antes que a máquina destrua tudo?”
Miniaturas incluem: Thanos, Homem de Ferro, Senhor das Estrelas, Gamora
“Juntamente com os Vingadores, comece a luta pela Manopla do Infinito! Atire em Thanos com espinhos do navio. Abra a cabine e ataque a moto espacial junto ao Senhor das Estrelas e Gamora. Evite os golpes da enorme espada de Thanos e use as unidades de poder do Homem de Ferro para derrotar o supervilamento de Titã. Tendo ganho, pegue a manopla dourada do infinito e voe para longe”.
Segundo o Deadline, Miller é o responsável pelo roteiro e vai assumir a direção da produção, que é dita como “diferente de tudo já feito”.
Ainda não há detalhes mais específicos em relação ao filme, mas de acordo com o THR, a trama vai trazer uma história de amor envolvendo um gênio. Além disso, a publicação pontuou que o título de produção é ‘Djinn’.
A jornada de Hulk em ‘Vingadores: Ultimato’ deixou uma grande brecha para o seu retorno nos próximos filmes do MCU. E ainda que os planos da Marvel Studios para o futuro do herói não tenham sido revelados, o intérprete do personagem, Mark Ruffalo, já possui suas próprias ideias do que ele gostaria de ver adiante na história de Bruce Banner.
Durante uma entrevista recente, feita ao lado do presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, Ruffalo comentou que quer ver o herói interagindo com a nova leva de personagens, assumindo a figura de um mentor:
“Eu adoraria vê-lo passando tempo com alguns dos novos heróis, sabe? Talvez ele pudesse ser uma espécie de guru para os mais jovens”.
Ainda não há informações concretas quanto aos rumos seguintes de Hulk no universo compartilhado, mas considerando a popularidade do personagem, principalmente em seu último filme, é provável que Feige já tenha algumas propostas engatilhadas para o seu futuro na franquia.
Assista a nossa crítica de ‘Vingadores: Ultimato’:
Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.
Uma das estreias mais aguardadas dos cinemas é certamente ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘. A produção, que marca a despedida de Daniel Craig do icônico espião britânico, promete surpreender os fãs da aclamada franquia.
E um dos grandes mistérios do vindouro capítulo é justamente o novo vilão que James Bond terá que enfrentar. Interpretado por Rami Malek, o personagem ainda segue como uma incógnita diante dos fãs, o que tem permitido que inúmeras teorias e especulações a respeito de sua verdadeira identidade surjam na internet.
E muito se especula a respeito da possibilidade de Malek ser secretamente o Dr. No, o primeiro vilão que o agente 007 enfrentou nas telonas. E durante uma entrevista à GQ britânica, ele comentou sobre essa teorias, mantendo os mistérios no ar:
“Sim, eu ouvi falar dessa teoria. É interessante. Eu não vou morder a isca, mas eu realmente acho interessante. Mas eles terão que esperar para ver…Que os rumores circulem, porque não importa o que você espera desse filme, você ficará chocado quando assistí-lo. E eu não vou jogar mais gasolina no fogo”.
Dirigido por Cary Fukunaga, o longa tem 163 minutos (2 horas e 43 minutos) e tem previsão de lançamento para abril de 2021.
Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.
Na trama, Dodge Maynard, desesperado para cuidar de sua esposa grávida antes que uma doença terminal tire sua vida, aceita participar de um jogo mortal onde descobre que não é o caçador… E sim a presa. O thriller de ação explora os limites do quão longe alguém está disposto a lutar por sua vida e por sua família.
A produção, que fora desenvolvida pelo streaming Quibi, conta com 15 episódios curtos, de cerca de 6-9 minutos de duração.
No streaming da Prime Video, os capítulos foram compilados de forma única como um filme, totalizando 2h08 de duração.
De acordo com o Deadline, a série foi renovada para a 2ª temporada. No entanto, Liam Hemsworth não deve retornar para o novo ciclo, que terá um novo protagonista.
O ator Bill Camp, conhecido por seus papéis intensos em produções como ‘O Gambito da Rainha‘ e ‘The Night Of‘, foi confirmado no elenco de ‘Karoshi‘, novo thriller de ação da Lionsgate que promete misturar intriga corporativa com elementos da tradição samurai. A novidade foi divulgada com exclusividade pela Variety.
Embora detalhes sobre o enredo e os personagens ainda estejam sendo mantidos em segredo, ‘Karoshi‘ é descrito como um thriller corporativo intenso, com uma reviravolta inspirada na estética e filosofia samurai — um contraste que promete cenas de ação marcantes e uma narrativa com profundidade moral. A história se passará em uma Nova York influenciada pelo Japão e ainda abordará temas ligados à vingança.
Takashi Doscher assina o roteiro e vai assumir a direção do longa. Ele é o mesmo responsável pelo scifi distópico ‘Procurada‘, estrelado por Freida Pinto e Leslie Odom Jr.
Em janponês, “karoshi” se refere a uma inexplicável e súbita morte ligada ao excesso de trabalho.
Chad Stahelski, Alex Young e Jason Spitz vão produzir o longa pela 87Eleven Entertainment. O projeto faz parte do acordo contratual firmado entre a produtora e a Lionsgate.
Por essa ninguém esperava! Durante a sua participação do podcast Happy Sad Confused, o ex-batmanChristian Bale revelou que não chegou a ver a versão de Ben Affleck para o herói e diz não ter interesse em filmes do gênero.
“Eu não assisti o Batman de Ben Affleck. Estou interessado, meu filho que parecia bem interessado, mas depois percebi que ele apenas queria ver o trailer – acabo tendo que assistir os filmes que meus filhos querem ver. Preciso confessar que não sou um grande fã de filmes de super-heróis. As pessoas ficam surpresas com isso, não sei o motivo. Eu não vi Vingadorese os demais filmes. Todos falam que são muito bons, mas estou feliz em apenas ouvir que são muito bons”
O Reino Quântico que conhecemos em ‘Homem-Formiga’ deve ser parte crucial da trama da sequência, ‘Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.
Uma fonte próxima à produção contou que atrama começa com Scott Lang em prisão domiciliar. Ainda se afastando dos eventos da Guerra Civil.
Desenhos animados fascinam as pessoas desde que foram lançados nos anos 30. Na época, quem quisesse assistir às Silly Symphonies, da Disney, ou às Merrie Melodies, da Warner, teria que ir para um cinema, comprar ingressos e curti-los em uma clássica matinê. No Brasil, por exemplo, era bastante comum que os cinemas de rua exibissem uma sessão só com desenhos do Tom & Jerry nas manhãs dos finais de semana. Era sucesso entre a criançada e, convenhamos, os conteúdos eram tão criativos e bem feitos, que os pais também davam bastante risada. Quando a televisão se popularizou, alguns cinemas conseguiram manter as sessões até os anos 1980, mas a concorrência ficou desleal, já que as animações agora eram transmitidas gratuitamente pelas emissoras.
Com o passar do tempo, as tecnologias de animação foram crescendo e os filmes da Disney já mostravam que o cinema era uma forma de lucrar ainda mais com personagens animados. Sem ter que gastar horrores com atores, os estúdios passaram a investir no gênero e foram achando seu caminho. Em 1988,Uma Cilada Para Roger Rabbit resgatou um conceito interessante, que fora usado nas animações soviéticas dos anos 40, e tinha ficado famoso em filmes da Disney, como Você Já Foi à Bahia? e Mary Poppins, que era mesclar a animação com o live-action. Produzido por Steven Spielberg e dirigido por Robert Zemeckis, o filme trazia um clima noir para a Hollywood dos anos 40, aonde um detetive humano deveria encontrar Roger Rabbit, um coelho em desenho animado que vinha sendo acusado de homicídio. À procura de Roger Rabbit, o detetive passa por diversos astros de animações famosos, como a Betty Boop, o Patolino, o Mickey, o Pernalonga e por aí vai. Cheio de piadas adultas, o longa conseguiu contar uma boa história sem perder a inocência das animações. O resultado foi um sucesso de crítica e bilheteria.
A única vez que os dois maiores ícones das animações interagiram foi nesta cena histórica de ‘Uma Cilada Para Roger Rabbit’.
Esse sucesso permearia a mente de Spielberg, que, anos mais tarde, voltaria a se envolver em um projeto baseado em desenhos animados clássicos. Após trabalhar com John Goodman, o diretor maturou a ideia de um filme dos Flintstonesque deveria ser estrelado pelo ator. Assim, aAmblin (produtora de Steven Spielberg) investiu na ideia. O problema é que os envolvidos no filme não entenderam muito bem o que tinham em mãos. Dessa forma foi difícil encontrar uma história para contar em tela. Por conta disso, o roteiro passou por muita gente e acabou trabalhando uma trama bastante adulta, cheia de piadas sacanas e envolvendo temas como traição e corrupção. O retorno financeiro foi excelente, já que o filme custou menos de 50 milhões e arrecadou cerca de US$ 346 milhões. Já as críticas… A verdade é que o filme consegue adaptar elementos bem divertidos da animação. Mas justamente por adaptar um desenho tão querido e inocente como osFlintstones, o projeto acaba constrangendo ao te mostrar personagens até então bobinhos lidando com problemas adultos. Então, dá para dizer que ele sofreu bastante com um certo conservadorismo da crítica, mas também não é absurdo falar que o diretor, Brian Levant, perdeu completamente a linha na abordagem. A prova de que o público não comprou tanto a ideia veio no desempenho da sequência, lançada em 2000, que acabou sendo um fracasso homérico.
Muito dinheiro e problemas com a crítica. ‘Os Flintstones: O Filme” é quase uma paródia adulta da animação dos anos 60.
Essa virada do final dos anos 90 para o começo dos anos 2000 deveria marcar a consolidação dos live-actions das animações nos cinemas. Depois dos Flintstones, foram lançados alguns outros longas animados que foram verdadeiros sucessos de bilheteria e se tornaram fenômenos, marcando uma geração de crianças e adolescentes, mas que realmente sofreram nas mãos do conservadorismo da crítica da época. Todos eles abraçavam a essência dos personagens, mas ousavam ao não adaptar piamente os cartoons. O resultado foram projetos incríveis sendo abandonados. Vamos falar mais deles lá pra baixo. Aguarde. O ponto é que as críticas incomodaram e os estúdios adotaram o conservadorismo, a ideia de que live-actions que adaptavam animações precisava ser bobos e infantis, se distanciando completamente do ultraje dos Flintstones e da ‘maldade’ adolescente de Scooby-Doo: O Filme. O filho desse pensamento conservador foram os dois filmes do Garfield.
A franquia foi satirizada duas vezes pelo protagonista, Bill Murray, durante a franquia Zumbilândia.
Com dois longas indefensáveis, a franquiaGarfield trouxe um elenco humano completamente insosso, com uma trama sem brilho e um protagonista que deveria ser sarcástico, mas acabou ficando insuportável, chega a ser uma surpresa que tenham insistido nesses filmes. Os pais levavam as crianças para verem um personagem marcante de suas infâncias e terminavam com uma competição para ver quem ficou mais de saco cheio. Depois de Garfield, os estúdios ficaram com um pé atrás na hora de dar sinais verdes para projetos envolvendo animações em carne e osso. O último suspiro do subgênero veio entre 2008 e 2009, com as duas últimas adaptações de grande investimento.
Prejudicado pela própria ambição, o filme do Speed Racer lucrou muito com merchandising, mas sofreu nas bilheterias.
A primeira foi Speed Racer, dirigido pelas Irmãs Wachowski, o longa é realmente interessante e destoante da animação original. E isso incomodou os fãs, que queriam algo mais próximo do desenho. Trazendo um visual recheado de neons e cores saturadas, o filme adota uma ótima infantil sobre o mundo das corridas, abordando a paixão pelo esporte, a noção simplista da corrupção e as relações familiares sob uma perspectiva bastante inocente. E isso é fantástico, porque, ao mesmo tempo em que vemos elementos clássicos ganhando vida – como os exóticos carros de corrida -, contemplamos uma abordagem diferenciada, quase nostálgica de quando os dias eram mais simples. O problema é que o investimento foi muito alto e a bilheteria sequer conseguiu que a produção se pagasse. Fora isso, o CGI da época não ajudou e algumas cenas ficaram absurdamente artificiais, dando aquela sensação de trabalho inacabado. Considero esse filme injustiçado, porque a crítica detonou principalmente os efeitos especiais cansativos. Outro ponto mal visto pela crítica internacional foi que o filme – sobre um piloto de corridas – tinha muita cena de corrida. E o elenco era fantástico, trazendo nomes como John Goodman, Susan Sarandon e Roger Allam.
Apesar de muito fofa, a dupla de ursos não conseguiu conquistar público e crítica.
O lançamento do ano seguinte foi a gota d’água. Apostando no sucesso de um dos personagens mais carismáticos dos EUA, a Warner investiu pesado no live-action de Zé Colmeia. Tudo nesse filme é errado. Seguindo a mesma linha de Garfield, que era inocente e trazia Bill Murray para fazer a voz do gatinho, Zé Colmeia trouxe Dan Aykroyd para dar voz ao personagem título e Justin Timberlake para o papel do Catatau. São nomes que levam público aos cinemas, principalmente se o estúdio apostasse na identificação do desenho e de Dan com as crianças dos anos 80. O ponto dessa estratégia é que filmes infantis costumam chegar aos cinemas do mundo com mais cópias dubladas do que legendadas, já que o público alvo muitas vezes sequer sabe ler. Então, o peso desses atores é completamente descartado, considerando que eles não aparecem fisicamente. Assim, o nome mais famoso a ser visto em tela foi Anna Faris, que fazia sucesso na franquia adolescente Todo Mundo Em Pânico, mas que não tinha nada a ver com esse longa. Sem ter o chamariz principal a nível mundial e indo pelo conservadorismo da trama estritamente infantil, o filme foi um verdadeiro sonífero. Diferentemente de Speed Racer, esse aqui conseguiu se pagar e ter um lucro considerável. Nada que justificasse uma sequência ou um derivado.
‘Pica-Pau’ é um clássico exemplo de como não se fazer um filme.
Depois de Zé Colmeia, o maior destaque foi o filme do Pica-Pau. Produzido pela Universal, o live-action do passarinho endiabrado foi completamente pensado para agradar o público brasileiro. Lançado sob forte campanha publicitária no Brasil e trazendo a brasileira Thaila Ayalano elenco, a aventura sequer foi lançada nos cinemas americanos. A ideia era surfar no enorme número de fãs que o passarinho tem aqui. Para evitar riscos de prejuízo, o filme contou com uma verba de apenas US$ 10 milhões, lucrando o dobro com bilheteria. Mas não se engane, nada se salva aqui. O filme é uma completa ofensa ao personagem, que é famoso por ser carismaticamente maldoso. Eles pegam o Pica-Pau e o transformam em um coadjuvante de luxo. O problema é que o elenco principal não tem o mínimo de carisma e a história realmente não é interessante, além de não ter a mínima graça. O visual ficou até legal, mas não compensa o fracasso retumbante que é esse longa.
Então é isso, não tem como adaptar um desenho para os cinemas?
Muito pelo contrário!
A primeira aventura dos Looney Tunes nos cinemas se tornou a maior bilheteria que um filme sobre basquetebol já conseguiu na história.
No final dos anos 1990 e comecinho dos anos 2000, tivemos quatros exemplares de como realizar essas adaptações. O primeiro é provavelmente o filme que mais é lembrado pela mistura de animação com live-action depois de Uma Cilada Para Roger Rabbit. Space Jam: O Jogo do Século chega aos cinemas trazendo o melhor que os Looney Tunes tinham a oferecer: muita criatividade e humor non-sense. A turma do Pernalonga é fantástica porque permite que a equipe criativa trate as situações mais absurdas de forma natural, já que 70% do filme é ambientado em um cenário animado em 2D e 3D. Dessa forma, o astro humano, o lendário Michael Jordan, que estava no auge de sua popularidade, pode ser tratado como um humano no mundo animado. Completamente diferente das outras tentativas, que traziam os desenhos para o mundo real. Dessa forma, o absurdo dos Looney Tunes pôde ser utilizado de forma divertida e em sua totalidade. Quando se abraça as regras dos desenhos animados, um mundo de possibilidades se abre.
Uma verdadeira viagem pela loucura dos Looney Tunes e pelos estúdios Warner.
Vários anos depois de Space Jam: O Jogo do Século, os Looney Tunes voltaram para as telonas. Dirigido por Joe Dante, Looney Tunes: De Volta à Ação é uma sátira dos filmes de espionagem que, divergindo de Space Jam, traz os desenhos para o mundo real. O interessante é que eles se inspiram bastante em Roger Rabbit. Ou seja, toda a insanidade do mundo animado passa a valer no mundo real, o que rende situações divertidíssimas. Os Looney Tunes são muito versáteis e permitem que a equipe criativa seja… Bem, criativa.
Com um humor adolescente e mantendo a essência dos personagens, ‘Scooby-Doo: O Filme” foi sucesso de bilheteria.
Outro longa que soube mesclar o original com a inovação foram os dois filmes do Scooby-Doo. Roteirizados por James Gunn e dirigidos por Raja Gosnell, os longas mantém a essência da trupe jovem, mas os coloca no século XXI, como jovens modernos e com comportamentos mais condizentes com adolescentes. O resultado é um primeiro filme que flerta com o terror, trazendo vários elementos macabros dentro de um parque de diversões, insere muitas piadas adultas na dose certa para entreter os pais, mas sem deixar na cara dos pequenos certos temas que eles só viriam a entender anos mais tarde. O primeiro filme tem um roteiro muito sagaz e conquistou o público, rendendo uma sequência.
A sequência volta com o humor ousado, mas presta uma grande homenagem aos desenhos clássicos.
A dupla criativa voltou para realizar a sequência, que foi um pouquinho mais conservadora que a anterior, mas sem perder o charme do humor adolescente. A diferença é que dessa vez o longa trouxe ainda mais elementos da animação clássica, resultando numa grande homenagem ao desenho dos anos 60. Um ponto muito importante para o sucesso dessa franquia, que também sofreu com algumas críticas conservadoras, foi realmente dar relevância e carisma para o elenco humano. Diferentemente de Garfield, Zé Colmeia, Pica-Pau e vários outros, os filmes do Scooby-Doo valorizam a parte de carne e osso, deixando muito mais interessante e divertido. Não depender exclusivamente do personagem título é um mérito enorme dessa franquia.
O anacronismo de ter personagens dos anos 60 jogando Guitar Hero é divertido demais.
Outro exemplo mais recente é o primeiro filme dos Smurfs, também dirigido por Raja Gasnell. Ele soube como trazer os pequetuchos azuis para o mundo real. A sensibilidade do diretor em utilizar uma visão anacrônica cai muito bem aqui, fazendo com que o filme se desenrole de uma maneira fofa, divertida e com piadas que não são nem adultas nem bobinhas. Ou seja, uma trabalho incrível de adaptação. O elenco humano, encabeçado por Neil Patrick Harris, também é divertido e carismático, proporcionando o casamento perfeito.
Enquanto os estúdios não entenderem muito bem as franquias que têm nas mãos e não permitirem que seus roteiristas e diretores possam se desprender do conservadorismo, as chances de um retorno tanto de crítica quanto de bilheteria são bem maiores. O próximo filme que virá misturando animação com live-action é a sequência/reboot Space Jam: Um Novo Legado, que será lançado em 2021. Vamos aguardar para ver como será.
A função da crítica de cinema é ajudar o espectador a se orientar com relação às ofertas de filmes em cartaz. Para tal, o bom crítico assiste aos filmes e, mesmo não sendo do gênero de sua preferência e até mesmo levando em consideração eventual indisposição pessoal, consegue redigir um texto orientativo, no qual demonstra com o máximo de imparcialidade possível os pontos positivos e/ou negativos de uma produção, relegando ao espectador decidir se quer ou não assistir ao filme. Mas não é o caso deste ‘Fogo Sombrio’, no qual realmente esta crítica de cinema que vos escreve não conseguiu oferecer nenhuma justificativa para convencê-los a se aventurar neste filme.
Franco (Tenoch Huerta) é um matador de aluguel (?) que aparece num hotel espelunca a procura de uma menina, que poderia ajudá-lo a encontrar uma mulher (?). Ao hospedar-se nesse hotel dos horrores – povoado por pessoas bizarras, esteticamente grotescas, afetadas e misteriosíssimas – Franco conhece (conhecer não é exatamente a palavra) Rubí (Eréndira Ibarra), uma garota de programa/garçonete que imediatamente enxerga nele seu salvador, e começa a pedir-lhe que fujam juntos para se amarem para sempre (oi?) e assaltarem alguns lugares juntos (!!!). E na busca de Franco, ele ainda conhece um velho pavoroso (Dale Carley), que, com seu ar vampiresco, diz-se autor de um livro chamado ‘Fogo Sombrio’.
Todas essas exclamações e interrogações acima (e muitos outros momentos também, para ser bem sincero) significam pontos que não fazem o menor sentido no roteiro de Bernardo Arellano, que também dirigiu o longa. As coisas vão acontecendo em ‘Fogo Sombrio’ sem nenhuma explicação, deixando a gente confuso durante as quase uma hora e meia de filme. O enredo não tem sentido. A tal mulher que Franco busca (que nos aparece em flashbacks estilo “gravei em casa com um celular”) é a irmã dele, mas isso só é dito (e gratuitamente) já quaaaaase no fim. Antes disso, Franco se envolve sexualmente com Rubí porque, na falta de diálogo entre dois personagens vazios, a única saída parece ser o sexo. E permeando a jornada do matador, salpicam no filme vislumbres fantasmagóricos e vampirescos com efeito especial tosco e sobra até espaço para socar um ocultismo mequetrefe.
Como diretor, Bernardo Arellano não alcança um bom trabalho com seu ‘Fogo Sombrio’. Todas as atuações são engessadas, bem estilo CiganoIgor. A ambientação do tal hotel dos horrores é cafonérrima, abusando das cores neons para aclimatar uma atmosfera noir inexistente. Os diálogos, sofríveis, forçam o espectador a revirar os olhos de impaciência. O trabalho da maquiagem parece ser o único aspecto que se salva nesse circo de ‘Fogo Sombrio’, mas não é suficiente para convencer ninguém a assistir a este filme que, lá pelas tantas, consegue ainda inserir um monstrengo fálico como alegoria para uma relação homossexual (?).
‘Fogo Sombrio’ não tem nada de bom. Tecnicamente catastrófico, ele não deveria se levar a sério. Fosse um terrir, teria dado mais certo. Do jeito que está, lavar saco de arroz é mais prazeroso do que ver ‘Fogo Sombrio’ na Netflix.
‘Titãs’ se popularizou rapidamente no Brasil após chegar à Netflix. Ainda que já tenha sido exibida integralmente nos EUA, a série do serviço de streaming da DC ganhou novidades: uma arte conceitual que mostra o visual completo do Batmóvel.
Confira com alguns cartazes:
A série segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.
Os boatos vêm do site We Got This Covered, que comentou uma recente postagem no Twitter que traz a foto de atriz. A imagem em questão faz parte de uma extensa lista de nomes cotados para participar do projeto.
Até o momento, apenas Robert Pattinson foi confirmado, mas rumores vêm surgindo a todo momento em torno da trama, dos personagens e do elenco. O siteBatman On Film, por exemplo, afirma queAndy Serkis pode estar no filme interpretando um dos vilões, embora não tenha sido revelado qual. A maior aposta entre os fãs é que ele possa interpretar o Pinguim.
É bom deixar claro que isso não significa que o rumor esteja confirmado, mas dada a estreita relação de trabalho entre Serkis e Reeves, não é difícil acreditar que o ator possa estar envolvido com o projeto.
Anteriormente, foi dito que ‘The Batman‘ terá seis antagonistas: Pinguim, Mulher-Gato, Charada, Vagalume, Duas Caras e o Chapeleiro Louco.
Pouco depois de ganhar seu segundo trailer oficial, o site IFCO revelou que o aguardado ‘Aves de Rapina’ terá 108 minutos de duração (ou seja, 1 hora e 48 minutos).
Assista:
Em uma recente entrevista à Variety, Margot Robbie (que vive a personagem-título) falou sobre o processo de construção da narrativa ao lado da roteirista Christina Hodson e revelou que o longa tem uma estrutura fora do convencional.
“Trabalhamos de uma forma similar. Pegamos várias referências dos quadrinhos que amamos, de filmes que amamos – estávamos gravitando em direção à ideia de não ter uma estrutura formulaica, com ‘Trainspotting’ insurgindo como um dos nossos filmes favoritos. Olhávamos para um filme como esse e então o desmontávamos cena por cena, minuto por minuto. Então esse aspecto não-linear do filme acabou insurgindo dessas conversas”.
Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? ‘Aves de Rapina’ é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.
Além da viagem no tempo, a trama gira em torno de uma saga familiar e sobrenatural que conta a história do desaparecimento de dois jovens, que desencadeia a descoberta de relacionamentos frágeis e uma rede de mentiras em quatro famílias diferentes.
A HBO divulgou o trailer completo de sua nova série documental criminal ‘Murder on Middle Beach’, girando em torno de um jovem que decide resolver um crime hediondo e absolver as pessoas que ama.
Confira:
A minissérie é comandada por Madison Hamburg, que faz sua estreia no cenário audiovisual, e terá quatro episódios.
No dia 03 de março de 2010, a mãe solteira Barbara Hamburg foi encontrada violentamente assassinada perto de sua casa em Madison, Connecticut. Os investigadores especularam que o crime foi passional, mas, sem evidências concretas, o caso foi arquivado. Ao longo de oito anos, o filho de Barbara, Madison Hamburg, entrevistou os membros de sua família e vários outros, determinado a descobrir mais sobre sua mãe e juntando pistas para resolver o assassinato, levando-o para dentro de um turbilhão de segredos, conexões com figuras criminosas e outros ressentimentos escondidos em sua serena cidade natal. Enquanto Madison luta para compreender essas revelações, o conflito mais angustiante vem de sua obrigação em levar as perguntas para sua comunidade e para os membros da própria família.
Produzido pela Jigsaw Productions, ‘Murder on the Middle Beach’ tem estreia marcada para o dia 15 de novembro.
A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.
A cantora e compositora MARINAlançou hoje (06) um novo remix oficial de “Venus Fly Trap”, um dos singles do aclamado álbum ‘Ancient Dreams in a Modern Land’.
A nova versão foi produzida pela dupla Sofi Tukker.
Confira:
Lembrando que o álbum já está disponível em todas as plataformas digitais e conta também com as músicas “Man’s World” e “Purge the Poison”.
Marina começou sua carreira em 2010 com o lançamento de ‘The Family Jewels’, que misturava indie-pop e new wave. Desde então, fez fama com a divulgação de ‘Electra Heart’ (2012), com os famosos singles“How to be a Heartbreaker” e “Primadonna”, e ‘Froot’ (2015), acompanhado da música epônima e “Blue”.
Seu último álbum, ‘Love + Fear’, foi lançado no ano passado e trouxe uma colaboração com o cantor Luis Fonsi. Ela também participou da trilha sonora da sequência de ‘Para Todos os Garotos que já Amei’.
Depois de fazer sucesso nas salas de cinema do mundo inteiro, ‘Encanto’, 60º título da Walt Disney Studios, finalmente chegou ao Disney+.
O elogiado título foi lançado na plataforma de streaminghoje, 24 de dezembro.
Relembre a trama e o trailer:
A magia de Encanto abençoou todas as crianças da família com um dom único, desde superforça até o poder de cura – todas as crianças, exceto uma: Mirabel (Stephanie Beatriz). Mas quando ela descobre que a magia em torno da cidade está em perigo, Mirabel decide que ela, a única Madrigal comum, pode ser a última esperança de sua família excepcional.
Jared Bush e Byron Howard (‘Zootopia’) são responsáveis pela direção.
‘Encanto‘ é a terceira animação da Disney nos últimos cinco anos a apresentar uma mulher não caucasiana como personagem principal, seguindo ‘Moana’ (polinésia) e ‘Raya e o Último Dragão’ (asiática).
O longa também traz canções originais de Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’).
No começo da 6ª temporada de ‘Riverdale’, Cheryl (Madelaine Petsch) descobriu a chocante verdade sobre seu amor platônico da infância, Heather. Penelope Blossom (Natahlie Boltt) as havia mantido separadas, mas Penelope pediu perdão a Cheryl e a entregou as cartas que Heather tinha escrito para ela, o que levou a personagem a encontrá-la.
Agora, a The CW oficialmente introduziu Heather ao show com as primeiras imagens oficiais do próximo episódio, “Things That Go Bump in the Night”, confirmando Caroline Day no papel.
Confira:
Lembrando que o episódio será exibido no dia 22 de maio.
Na trama, “depois de falhar em fazer do Pop’s um marco histórico da cidade, Tabitha escala Archie para ajudá-la a salvar o restaurante das mãos de Percival. Betty se abre para a Agente Drake sobre sua habilidade de ver a aura maligna das pessoas. Enquanto isso, depois de Reggie e os acionistas declararem guerra contra Veronica, ela se volta para Jughead para auxiliar a manter o controle do Babylonium. Por fim, Cheryl se reconecta com uma paixão da infância, Heather, e Toni e Fangs continuam sua luta pela custódia de Anthony”.
Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.
A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.
As séries e os filmes animados sempre foram grande parte da nossa infância – e continuam sendo redescobertas até mesmo na vida adulta. Desde as clássicas incursões da Disney nos anos 1980 e 1990, passando pelo legado infindável de ‘Avatar: A Lenda de Aang’ e chegando na representatividade de ‘She-Ra e as Princesas do Poder’, inúmeras produções do gênero trazem vários ensinamentos para as crianças, ajudando-as a serem pessoas melhores.
Por isso, o CinePOP separou uma lista com dez séries de animação para maratonar com os pequenos no dia de hoje, 12 de outubro, quando comemora-se o Dia das Crianças.
A série segue Adora, uma órfã criada por Hordak, o tirano que governa o planeta Etheria através de sua horda malvada. Um dia, depois de se perder na floresta, Adora encontra uma espada mágica que a transforma na Princesa do Poder, She-Ra. Percebendo o sofrimento que a Horda infligiu ao planeta e seu povo, Adora se une à resistência contra ela e reconstrói a Aliança das Princesas, um grupo de outras garotas mágicas que se opõem a Hordak. Isso a coloca contra sua ex-camarada Felina.
A série gira em torno da vida de um híbrido de gato e coelho de 12 anos de idade chamado Gumball Watterson e o seu cotidiano na cidade fictícia de Elmore, nos Estados Unidos, junto com seu irmão peixinho e melhor amigo chamado Darwin Watterson . Os outros membros da família de Gumball são a sua irmã mais nova e intelectual chamada Anais, uma coelha rosa, sua mãe trabalhadora Nicole, uma gata azul, e seu pai Ricardo, um coelho rosa. Gumball e Darwin geralmente se veem envolvidos em inúmeras situações constrangedoras e engraçadas.
A aclamada e premiada animação brasileira mostra o cotidiano de uma família excêntrica e extravagante. Jorel é o filho do meio, com o cabelo sedoso e bem liso e uma maneira doce e atraente para ganhar meninas, que faz dele o cara mais popular da cidade. No entanto, o show não gira em torno dele, mas em torno de seu irmão mais novo, um garoto tímido (e sem ter seu nome citado) que sempre é chamado de “Irmão do Jorel”. Sendo quase sempre ofuscado pela fama e popularidade de seu irmão mais velho, Irmão do Jorel tenta ganhar sua própria identidade e ser alguém importante da família. Cada situação é centrada em uma confusão e numa ambientação bem típica dos anos 1980, em meio a aventuras surreais e sem-sentido e sempre a partir da perspectiva do Irmão do Jorel.
‘O Príncipe Dragão’ é uma das animações mais incríveis da década passada e, por competir com inúmeros títulos populares, acaba passando longe do radar de muita gente. Na produção, os irmãos e príncipes humanos Callum e Ezran começam uma inesperada parceria com Rayla, uma elfa assassina enviada para matá-los. Trabalhando em conjunto, eles embarcam em uma jornada épica na busca de paz para seus reinos em guerra.
CONTOS DA ARCADIA (2017 – PRESENTE)
Número de temporadas: 05 (divididas em duas temporadas)
Criada por Guillermo Del Toro, a trilogia ‘Contos da Arcádia’ teve início com ‘Caçadores de Trolls’. Seu estilo RPG e sua incrível e envolvente narrativa sobre um garoto que se tornou protetor das mágicas criaturas conhecidas como trolls logo a transformaram num sucesso sem precedentes, cultivando terreno para duas produções derivadas: ‘Os 3 Lá Embaixo’, que gira em torno de alienígenas, e ‘Wizards’, que ainda não tem previsão de estreia. Todas as séries são ambientadas na cidade de Arcadia.
Carmen é uma Robin Hood dos dias atuais, viajando pelo mundo, roubando da maléfica organização V.I.L.E. e devolvendo para suas vítimas. Vestida com uma capa vermelha no melhor estilo noir, ela é acompanhada de seu hacker e braço direito, Player, e os assistentes Zack e Ivy. Carmen é publicamente perseguida como criminosa por grande parte das agências de lei – transformando-a numa mestra do crime dado à sua escala pura e à teatralidade de seus roubos.
Um dos melhores mistérios e suspenses da plataforma de streaming, a série gira em torno de um trio de jovens que acorda em uma sala deserta, sem terem memórias de quem são ou de como chegaram ali. Quando conseguem escapar, descobrem que o mundo lá fora é muito mais perigoso e insano do que imaginaram.
DUCKTALES – OS CAÇADORES DE AVENTURAS (2017 – PRESENTE)
Número de temporadas: 03
Onde assistir: DisneyXD, Disney Jr., Disney Channel
O reboot da clássica série dos anos 1980 é um joia rara da televisão contemporânea. Depois de uma briga que durou mais de dez anos, o Pato Donald entra em contato com o seu tio Patinhas e pede que ele cuide de seus sobrinhos-netos Huguinho, Zezinho e Luisinho por um dia, já que Donald conseguiu um emprego novo e terá que se afastar. A presença dos recém-chegados na Mansão McPato reavivou o espírito de aventura de Patinhas levando o grupo a realizar muitas novas expedições de caça ao tesouro, enquanto os sobrinhos e sua nova amiga, Patrícia VanderPato, tentam descobrir o real motivo do afastamento por parte de Donald e Patinhas e o também o porque do misterioso sumiço de Dumbela Pato, a mãe dos meninos.
A série segue as aventuras de Steven, um garoto que herdou uma poderosa missão e, junto de seus amigos Garnet, Amethyst e Pearl, precisarão proteger o mundo de certas ameaças. Enquanto Steven tenta descobrir como usar sua herança, ele passa seus dias na Beach City se divertindo com seus amigos.
Em uma das missões para encontrar comida para sua tribo, os irmãos Sokka e Katara cruzam caminho com um menino que congelado em um gigantesco iceberg. Depois de libertarem-no, eles descobrem que o jovem não apenas é último dobrador de ar do mundo, como também é o Avatar, um ser transcendental com poder de dominar os quatro elementos e enfrentar o avanço impiedoso da Nação do Fogo.
Keira Knightley é uma das atrizes mais conhecidas de sua geração e alcançou fama mundial ao estrelar diversas produções de época que lhe renderam considerável aclamação crítica. Dentre seus papéis mais famosos, podemos citar os de Elizabeth Swann na franquia ‘Piratas do Caribe’, Elizabeth Bennet em ‘Orgulho e Preconceito’ e da personagem titular na adaptação de ‘Anna Karenina’. Agora, ela está de volta para o gênero com o suspense cinebiográfico ‘O Estrangular de Boston’, que chegou recentemente ao catálogo do Star+ e que, para o bem ou para o mal, recontou um dos casos mais infames da história dos Estados Unidos.
Aqui, Knightley interpreta uma versão dramatizada de Loretta McLaughlin, que foi responsável por anunciar à nação que um serial killer estava trazendo caos às ruas de sua cidade. Loretta trabalhava em um pequeno jornal conhecido como Boston Record American, confinada ao patriarcado machista que confinava mulheres jornalistas a falaram essencialmente sobre o que o público da época deveria ouvir. Entretanto, apaixonada por investigações criminais e sempre atenta aos acontecimentos da região onde morava, ela começou a notar um padrão de assassinatos que se repetia com constância assustadora: mulheres comuns, a princípio idosas, eram brutalmente empaladas e enforcadas por um homicida que, sem qualquer justificativa, ainda não estava na lista de prioridades da polícia local. Foi a partir daí que, enfrentando uma represália gigantesca, Loretta se aliou à Jean Cole (Carrie Coon) para dar mais visibilidade ao caso e garantir que o criminoso fosse pego.
Como já é de se esperar, Knightley é o principal foco da nossa atenção – reiterando o motivo de ser considerada uma das melhores performers do século. A atriz indicada ao Oscar encarna Loretta através de uma rendição espetacular, recheada de nuances que oscilam desde o modo como digita na máquina de escrever, passando pela forma como segura o cigarro, até a abordagem de testemunhas, detetives associados ao caso e suspeitos em potencial. Em outras palavras, é notável como a artista fez o seu trabalho, transmutando-se em um tour-de-force que inclusive imortaliza um dos símbolos feministas do século passado – ora, Loretta foi trabalhar para o Boston Globe depois de se tornar um expoente do jornalismo, ficando responsável por acompanhar a crescente epidemia de AIDS nos anos 1980.
Em paralelo, o restante do elenco faz um trabalho aplaudível que ofusca, em certas partes, os deslizes técnicos. Coon está deslumbrante ao interpretar Jean, mostrando que ela domina qualquer cômodo em que entra – e que não deixará seus sonhos serem destruídos por uma mentalidade retrógrada que precisa mudar; Alessandro Nivola é uma bem-vinda adição como o Detetive Conley, que inclusive chega a se afastar do caso ao perceber que está num beco sem saída; e temos até a presença de David Dastmalchian como Albert DeSalvo, o principal suspeito que é engolfado em uma trama de gato e rato que nos deixa dúvidas sobre o que é verdade e o que é inventado.
Todavia, é impossível não discorrer sobre os múltiplos equívocos que se erguem na estrutura fílmica. Matt Ruskin foi escalado como diretor e roteirista, garantindo que sua perspectiva fosse utilizada por completo tanto nos diálogos quanto nas construções cênicas. Porém, Ruskin não sabe como navegar por essa história, apressando-se demais em cenas importantes e utilizando de artifícios batidos (como a trilha sonora) para garantir o envolvimento do público. Além disso, a montagem de Anne McCabe soa fragmentada demais, picotando-se em pequenos blocos narrativos que, ou não se completam, ou deixam fios soltos demais para convencer os espectadores de que as cenas foram finalizadas. Este que vos escreve, por exemplo, se viu várias vezes franzindo o cenho por não compreender a necessidade de algumas sequências e a falta de esmero com o espectro imagético da obra.
O maior mérito do longa são as discussões que abre acerca de disparidade de gênero e até mesmo sobre corrupção policial – visto que, prestes a adentrar o terceiro ato, a narrativa toma um lado mais obscuro que não envolve apenas os assassinatos, mas especulações sem fundamento que levam os investigadores a simplesmente conseguir uma confissão, seja de quem for. E, considerando que a atmosfera funciona, é um tanto quanto triste ver que ‘O Estrangulador de Boston’ não atinge seu pleno potencial por se esquecer de detalhes importantes que se aglutinam em uma bola de neve.
A CW divulgou as imagens oficiais de “Goodbye, Riverdale”, vigésimo capítulo da 7ª e última temporada de ‘Riverdale‘, que também marca o encerramento da série.
Na trama, “agora de volta ao presente e relembrando de sua vida antiga em Riverdale, uma Betty de 86 anos pede ajuda a um amigo especial para ajudá-la a reviver o último dia do colégio ao lado de seus amigos como eles eram, com suas memórias restauradas”.
Na trama da última temporada, Jughead Jones se encontra preso nos anos 50. Ele não tem ideia de como foi parar lá, nem como voltar ao presente. Seus amigos não podem ajudar, uma vez que eles estão vivendo vidas aparentemente autênticas – sem lembranças de terem vivido em outra época.
Sendo destinado originalmente às classes trabalhadores e aos proletariados do “colarinho azul” das comunidades sulistas dos Estados Unidos, o gênero country é remontado da década de 1920 e consagra-se como um dos estilos mais populares do escopo fonográfico. Entretanto, é notável como, desde seu surgimento (assim como tantas outras incursões criativas), ele foi reapropriado por artistas brancos e, hoje, é associado a nomes como Luke Combs, Kacey Musgraves, Shania Twain e Dolly Parton – cada qual contribuindo com ótimas produções que merecem sua devida atenção.
Agora, chegou a vez de Beyoncé mergulhar novamente no country após nos ter dado uma breve prévia em seu sexto álbum de estúdio, ‘Lemonade’, com “Daddy Lessons”. Após a estreia de seu comercial na última edição do Super Bowl, a icônica performer anunciou a data de lançamento de ‘Act II’, segunda parte da trilogia ‘Renaissance’, e disponibilizou nas plataformas de streaming duas músicas inéditas – “Texas Hold ‘Em”, explorada em um texto anterior; e “16 Carriages”, que emerge como uma das melhores narrativas sonoras de sua extensa carreira.
Beyoncé tem o dom inexplicável de conseguir transmutar de gênero a gênero sem muitas dificuldades, graças a um competente corpo de trabalho e um apreço inegável pelo que faz desde muito nova. Não é surpresa que cada lançamento da Queen B transforme-se em um evento; agora, migrando para as raízes do country – mas sem perder o brilho de uma contemporaneidade irretocável -, ela continua a celebrar a cultura negra ao reavivar a história por trás de estilos musicais. Após o house e o disco de ‘Act I’, regressar ao lar foi uma jogada genial e celebratória em todos os aspectos.
“16 Carriages” parece vir como uma culminação testamentária do que Bey já nos ofereceu até hoje. Diferente de “Texas Hold ‘Em”, que aposta fichas no bluegrass e na comunhão de instrumentos como o banjo, a viola e o cajón, aqui ela volta-se para a potência retumbante da guitarra elétrica, em uma atmosfera soul-country pincelada com uma percussão apaixonante – e que reitera sua predileção por investidas, ao mesmo tempo, conceituais e mercadológicas. Há aspectos do rock que dão as caras nos quase quatro minutos da track, possivelmente premeditando o capítulo de encerramento de ‘Renaissance’; há uma junção do country com o gospel à medida que caminhamos para o terceiro ato da canção; e, mais do que tudo, temos rendições vocais que nos recordam do egrégio status da cantora no cenário musical.
Um dos elementos que nos chama a atenção é a profundidade lírica dos versos: “aos quinze, a inocência se perdeu; tive que deixar minha mãe muito nova” faz menção ao momento em que Bey oficialmente entrou para a indústria do entretenimento, revelando o duro trabalho pelo qual passou para chegar onde chegou – e, de forma mais universal, fazendo menção à infância perdida de inúmeras crianças que entram para o show business e envolvidas em um mandatório amadurecimento para lidar com as atribulações do mundo adulto. Discorrendo sobre o verdadeiro significado de trabalho duro, a faixa vibra em composições críticas (“dezesseis carruagens indo embora, enquanto as vejo levar meus medos embora”) ao passo que denota a necessidade de um respiro que, talvez, nunca chegue (“já se passaram trinta e oito verões e não estou na minha cama; na parte de trás do ônibus e em um beliche com minha banda”).
Lembrando que ‘Renaissance: Act II’ será lançado em 29 de março.
A Apple TV+ divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de ‘Pachinko’, série épico-dramática que acompanha quatro gerações de uma família coreana lutando para alcançar seus sonhos.
O novo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 23 de agosto.
A série foi escrita por Soo Hugh e baseada no romance homônimo best-seller assinado por Min Jin Lee.
Recheada com temas universais sobre família, amor, triunfo, destino e resiliência, ‘Pachinko’ acompanha as esperanças e os sonhos de uma família de imigrantes coreanos através de quatro gerações, conforme deixam sua terra natal em uma jornada indômita para sobreviver e prosperar. Começando na Coreia do Sul no começo dos anos 1900, a narrativa é contada através dos olhos de uma marcante matriarca, Sunja, que supera todos os obstáculos. Sua história é justaposta ao do neto, Solomon, na década de 1980.
A série foi criada por Alexi Hawley (‘State of Affairs’).
Começar de novo não é fácil, especialmente para John Nolan, um cara do interior que, depois de um incidente, passa a perseguir seu sonho de ser um policial de Los Angeles. Como o novato mais velho da força, ele se depara com o ceticismo de alguns superiores, que o consideram apenas uma crise de meia-idade ambulante. Se ele não conseguir acompanhar os jovens policiais e os criminosos, estará arriscando vidas, inclusive a sua. Mas se ele puder usar sua experiência de vida, determinação e senso de humor para lhe dar uma vantagem, ele poderá se tornar um sucesso neste novo capítulo de sua vida.
A Lionsgate divulgou o primeiro trailer oficial de ‘Good Fortune’, comédia dirigida e escrita por Aziz Ansari em sua estreia no circuito dos longas-metragens.
Ansari também entra como produtor ao lado de Anthony Katagas e Alan Yang.
Gabriel (Reeves) é um “anjo da guarda do orçamento”. Um dia, ele nota um homem sem sorte (Ansari), que faz trabalhos estranhos para um socialite rico chamado Jeff (Rogen). Assim que o homem adormece em uma cabine em um restaurante Denny’s, ele atinge o fundo do poço depois de posteriormente ter seu carro rebocado do estacionamento.
Intervindo em sua situação, Gabriel tenta convencer o homem de que ser rico como Jeff não resolveria seus problemas trocando as vidas dos dois homens. Fracassando nessa demonstração, pois os problemas do homem são resolvidos pela riqueza de Jeff, Gabriel perde suas asas e é enviado à Terra para viver entre os humanos, enquanto o homem assume o corpo e o sustento de Jeff. Gabriel então se torna colega de quarto do deslocado Jeff, enquanto o trabalho que ele fazia como um anjo começa a se desfazer ao redor deles.
Detalhes sobre a trama não foram revelados, mas os astros devem interpretar um casal cujo relacionamento toma um rumo inesperado antes do casamento.
Anteriormente, Pattinson compartilhou sua experiência ao contracenar com Zendaya, explicando como a colega de elenco o ajudou a superar um momento de dificuldade durante as filmagens: “Tivemos uma cena juntos que estava me deixando louco”, disse o ator.
“Eu estava desesperado procurando seu significado, escrevendo páginas e mais páginas de análise textual. Acabei ligando para Zendaya na noite anterior à gravação da cena. Compartilhei minhas dúvidas com ela, falei por duas horas e, depois de um tempo, com muita calma, ela me fez entender que a fala só dizia o que significava dizer, que não havia nenhum significado oculto. E lá estava eu, ficando louco por três dias”.
A direção fica por conta de Bart Layton, conhecido por ‘Animais Americanos’, que também assina o roteiro ao lado dePeter Straughan.
A trama acompanha uma série de roubos de joias de alto nível na Costa do Pacífico. Embora a polícia associe os crimes a cartéis colombianos, o detetive Lou Lubesnick segue outra linha de investigação e passa a perseguir um suspeito específico: um ladrão determinado a realizar seu último grande golpe.
Vale lembrar que a Amazon MGM Studios desembolsou cerca de US$ 90 milhões para garantir os direitos do projeto, tendo superado a Netflix na disputa pelo lançamento da produção.
Depois de nove anos e oito temporadas, chega ao fim uma das séries mais populares da TV: ‘Game of Thrones’. Mas seus fãs não estão muito satisfeitos com o que foi feito com a narrativa da série, alguns chegaram a comparar até mesmo com ‘Lost’, que também teve um final muito criticado.
Ainda assim, pode ser difícil para o público superar o mundo de Westeros, e para quem se encontra nesta situação, alguns conselheiros se disponibilizaram a conversar sobre a série após seu final.
Por meio do site Bark.com, um mercado de serviços online, os órfãos da série podem encontrar um conselheiro para ajudar a encarar a vida após ‘Game of Thrones’. De acordo, com a descrição do serviço:
“Os profissionais irão ajudá-los a digerir seus sentimentos e interpretações sobre a série, que podem variar entre raiva e confusão, até mesmo à tristeza.”
Os conselheiros explicam que não é incomum as pessoas se apegarem às histórias dos programas de TV e dos filmes.
“Nós acompanhamos [filmes e séries] para escapar de nossas rotinas diárias e mergulhar no ‘desconhecido’”, conta uma conselheira do serviço em um comunicado. “Essa é a razão pela qual nós, às vezes, nos tornamos viciados em assisti-los, as histórias que eles contam se tornam parte de nossa identidade.”
Como descrito no site, os fãs podem reservar sessões de 30 ou 60 minutos por cerca de 25 a 50 dólares, dependendo da duração. Eles podem selecionar uma sessão de grupo face a face ou online. Os usuários também podem adaptar suas consultas a problemas que possam estar ocorrendo.
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