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‘As Aventuras de Paddington 3: Uma Aventura na Floresta’ ganha cartaz nacional

A sequência ‘As Aventuras de Paddington 3‘, que trará o carismático urso em uma aventura no Peru, ganhou título e cartaz nacional.

O filme será lançado como ‘Paddington: Uma Aventura na Floresta‘ e chega aos cinemas nacionais dia 16 de janeiro de 2025.

No novo filme, Paddinton (Ben Whishaw) deixa Londres e viaja à sua terra natal na América do Sul para visitar sua amada tia Lucy (Imelda Stauton), que agora reside no Lar para Ursos Aposentados. No entanto, o que seria uma pacata temporada de férias se transforma em uma aventura emocionante acontece quando um mistério os mergulha em uma jornada inesperada pela floresta amazônica e até os picos das montanhas do Peru.

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O longa-metragem marca a estreia diretorial de Dougal Wilson e terá a produção de Paul King, Simon Farnaby e Mark Burton.

Além de Wishaw (‘007 – Sem Tempo para Morrer’) e Colman (‘The Crown’), o elenco conta com Antonio Banderas (‘Zorro’), Carla Tous (‘Através da Minha Janela 3’), Emily Mortimer (‘Ilha do Medo’), Hugh Bonneville, Madeleine Harris, Samuel Joslin, Julie Walters e Jim Broadbent.

Lembrando que ‘Paddington‘ (2014) e ‘Paddington 2‘ (2017) arrecadaram quase US$ 500 milhões mundialmente.

James Wan vai retornar para dirigir ‘Invocação do Mal’?

James Wan dirigiu os dois primeiros filmes da franquia ‘Invocação do Mal‘ e depois foi focar em outros projetos. Ele ainda serve como consultor da saga, mas a qualidade dos filmes caiu abruptamente desde que ele deixou a cadeira de diretor.

Enquanto lançava ‘Megan’, perguntei pra Wan se ele pretendia dirigir outro filme da saga. Ele deixa Jason Blum responder:

“Não, ele não vai voltar tão cedo para a franquia. Talvez daqui 20 ou 30 anos”, brincou Jason.

Vale lembrar que ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ conseguiu arrecadar impressionantes US$ 187 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

O valor representa a segunda maior estreia global da história para um filme de terror, atrás apenas de ‘It: A Coisa‘ (US$190M).

Internacionalmente, o longa soma US$ 104 milhões através de 66 mercados – o que representa o maior lançamento internacional da história do gênero.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$13.3M), Reino Unido (US$8.8M), Brasil (US$7.7M), Índia (US$6.7M) e Indonésia (US$5.6M).

Nos EUA, o terror abriu com US$ 83 milhões, tornando-se a terceira maior estreia doméstica da história do gênero, atrás apenas de ‘It: A Coisa‘ (US$123M) e ‘It: Capítulo 2‘ (US$91M).

Com o sucesso, a Warner Bros. conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 3.7 bilhões mundialmente em 2025. Vale lembrar que o estúdio tem dominado o gênero terror neste ano, após ‘Pecadores‘, ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ e ‘A Hora do Mal‘.

Crítica | Ed e Lorraine Warren se despedem com o ótimo ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual’

Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

10 Filmes para inspirar nossos Atletas Olímpicos

Logo logo as primeiras competições começam nos Jogos olímpicos de Tóquio 2020 (mas realizados em 2021 por conta da Pandemia). Brasileiros esportistas profissionais de várias modalidades lutam pelo pódio, pela medalha olímpica, objetivo que muitos traçam durante anos. Enfim chegou o grande momento de muitas dessas carreiras.

Cada atleta tem sua maneira de encontrar motivação. Pode ser com músicas, ligações dos parentes e das pessoas que amam, em uma preparação tão confiante que tudo fica mais tranquilo para conseguir realizar o seu trabalhar e vencer.

Para ajudar um pouco mais e mandar energias positivas para toda a nossa delegação no Japão, fizemos uma lista de 10 filmes inspiradores, ligados de alguma forma à esportes e competição.

Lutando por um Sonho

A sobrevivência e as descobertas de uma nova vida. Milhares de guerras civis tomaram e tomam conta da vida de milhões de pessoas em diversas regiões do mundo. Quem consegue escapar das barbaridades muitas vezes lutam contra o preconceito no seu recomeçar, principalmente se for em uma pátria que não é a sua de origem. Dirigido pelo cineasta francês Alex Ranarivelo, Lutando por um Sonho mostra as dificuldades de um jovem iraniano, que consegue, em uma fuga quase que espetacular, fugir do conflito que acontece na região onde mora, deixando para trás pai e mãe para buscar viver sua vida em um Estados Unidos repleto de preconceitos, usando o esporte como ferramenta de conscientização social.

Na trama, conhecemos o jovem iraniano Ali Jahani (George Kosturos) que consegue se mudar de um Irã aterrorizado por crueldade de uma guerra sem fim para um Estados Unidos na década de 80 onde alguns imigrantes sofrem preconceito de muitos. Sem amigos e em um lugar totalmente novo, busca no esporte uma maneira de interagir. Acaba descobrindo um grande potencial para a Luta Olímpica/Luta Greco Romana (o também chamado nos Estados Unidos de Wrestler) e assim, dia após dia, e lutando contra diversos obstáculos, busca encontrar seu espaço nessa nova terra.

 

Moneyball – O Homem Que Mudou o Jogo

Até onde os números podem ajudar um time a ser vitorioso? Que influência os números possuem dentro do gerenciamento de um esporte? Essas e mais perguntas, além de suas respostas, vão moldando o enredo nas pouco mais de duas horas de fita, do longa-metragem Moneyball, adaptado do livro de Michael Lewis (Moneyball: The Art of Winning an Unfair Game).

O filme conta a história de um manager (gerente) de um time de baseball que ao lado de um jovem funcionário economista desenvolve um método, baseado em um programa de estatísticas, para administrar o plantel. Mesmo ouvindo muitas críticas, o sistema criado e seguido até o fim pelo obstinado gerente.

 

Sob o Pé de Toranja – A História de CC Sabathia

A importância da família e a força de vontade na busca de ser um ser homem melhor para si mesmo e para os outros. Disponível no ótimo catálogo do streaming da HBO Max, Sob o Pé de Toranja – A História de CC Sabathia é um documentário muito interessante que nos mostra as conquistas e os dramas de uma lenda da liga profissional de Baseball norte-americana, o arremessador CC Sabathia. Ao longo de menos de uma hora e dez de projeção, vamos vendo sua forte ligação com a família, e o seu auge como atleta quando enfrentou um grave problema de Alcoolismo que o deixou à beira de perder tudo que conquistara até ali. Por meio de depoimentos, vídeos e imagens, vamos entendendo um pouco da vida desse talento raro.

Tudo começou em Vallejo (Califórnia), no quintal de sua avó. Ela tinha um imenso pé de toranja e o protagonista sempre que a visitava jogava as frutas que caia tendo uma cadeira como alvo. Ali, naquele lugar simples CC Sabathia (que viria ser um dos maiores esportistas das grandes ligas dos esportes norte-americanos), podia sonhar com tudo que queria em sua vida. Aos poucos ele cresce e os conflitos começam a aparecer na sua frente: o afastamento da relação com o pai após a separação com a esposa (mãe de Sabathia); mais perdas que viriam acontecer pelo caminho; suas dificuldades no casamento de muitos anos ao lado da esposa que ajudou como pode o jogador nos momentos mais difíceis; o grave e quase silencioso problema de alcoolismo que passou. Um filme que gera seu impacto mas também grandes pontas de esperança.

 

 

Anderson Silva: Como Água

Dirigido pelo americano Pablo Croce, Anderson Silva: Como Água, mostra alguns momentos da carreira do famoso lutador brasileiro além de alguns depoimentos de pessoas ligadas ao campeão. Vale à pena dar uma conferida nesse bom documentário, principalmente se você for fã dos “gladiadores do novo milênio”.

O trabalho relata muito bem os bastidores dos lutadores profissionais. Mostra parte da trajetória do campeão de Artes Marciais Anderson Silva para a luta contra um rival provocador, Chael Sonnen. Assim entendemos melhor como são os pesados treinamentos de um lutador profissional, a vida pessoal do campeão e os bastidores do principal torneio de artes marciais do mundo, o UFC.

 

Boa Sorte Argélia

Em seu primeiro trabalho como diretor em longa-metragem, o cineasta Farid Bentoumi apresenta ao público uma história inusitada que alia salvação de uma empresa e o esporte de alto rendimento. Boa Sorte Argélia, com algumas passagens em festivais mundo a fora, é um pouco parecido com o clássico da “sessão da tarde” Jamaica Abaixo de Zero, só que consegue ser mais que apenas superfície quando entendemos as razões das escolhas feitas pelos personagens e de toda uma família ao redor.

Na trama, conhecemos os sócios de uma empresa que fabrica esquis artesanais Sam (Sami Bouajila) e Stéphane (Franck Gastambide). Eles conseguem segurar a empresa como podem e dependem de uma grande exposição da marca em uma grande competição para atrair assim mídia e mais clientes. Só que isso acaba não acontecendo por conta de acordos entre gigantes do segmento. Assim, Stephane, um grande esquiador francês do passado, tem uma ideia inusitada: que Sam se inscreva em competições de alto nível na modalidade esqui cross-country, representando a Argélia, já que Sam é descendente de argelinos. Não acreditando no sucesso da ideia, Sam no início fica receoso mas acaba topando, mexendo com as emoções de toda sua família.

 

Ford vs Ferrari

O ego, o marketing e o início de uma lenda das disputas automobilísticas. O longa-metragem estrelado por Matt Damon e Christian Bale nos leva décadas atrás onde houve uma disputa de poder entre duas grandes lendárias escuderias. Misturando as razões e as emoções, cada um em uma ótica, os executivos e o marketing, a paixão e entendimento por pilotar, Ford Vs Ferrari é um filme bem construído que deve agradar aos amantes da velocidade.

Com um orçamento que beirou aos 100 milhões de dólares, o filme conta a história real de um ex-piloto de carros de velocidade chamado Carroll Shelby (Matt Damon) que recebe a incrível missão de assumir um projeto na Ford para derrotar os carros até então imbatíveis da Ferrari na famosa 24 Horas de Le Mans na década de 60. Sem poder dirigir por um problema no coração, resolve chamar o incrível mecânico e piloto Ken Miles (Christian Bale) para assumir o cockpit e juntos vão lutar contra todos seus gênios e contra a física para tentar criar o carro mais rápido.

 

Creed: Nascido para Lutar

Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer. Após o ótimo Fruitvale Station: A Última Parada, o cineasta californiano Ryan Coogler embarcou em um projeto que resgata um dos grandes mitos do cinema norte-americano. Creed é uma espécie de mais um filme sobre o eterno Rocky Balboa, mas dessa vez, o lendário personagem lutador prefere ser o coadjuvante de uma ótima e criativa história que fala sobre grandes batalhas da vida. O grande destaque da fita é sem dúvidas a atuação maravilhosa de Sylvester Stallone que mostra que é possível resgatar um personagem quando ele é extremamente poderoso em cena.

Na trama, acompanhamos a história de Adonis Johnson (Michael B. Jordan), um homem marcado por uma infância conturbada e que nunca conheceu seu pai. Certo dia, anos depois de ser adotado pela ex-mulher de seu pai (o famoso pugilista Apollo Creed), Adonis resolveu investir na carreira de lutador e acaba se mudando para a Filadelfia, onde vai atrás de seu ‘Tio’, o famoso lutador Rocky Balboa (Sylvester Stallone). Assim, esses dois buscarão enfrentar cada um seu desafio, nessa etapa da vida.

 

Borg vs McEnroe

Antes de Sampras vs Agassi, antes de Nadal vs Federer, o universo dos esportes, não só do tênis, conheceu uma das mais expostas rivalidades, muito por conta das inúmeras diferenças entre os dois jeitos de ser. Borg vs McEnroe analisa as emoções e o lado psicológico em esportes de alto rendimento mostrando o início de um duelo que ficou marcado como uma das melhores finais de Grand Slam da história do tênis. Dirigido pelo cineasta dinamarquês Janus Metz Pedersen realiza um trabalho primoroso na direção e conta ainda com uma atuação inspirada do ator sueco, pouco conhecido no Brasil, Sverrir Gudnason que interpreta o complexo Björn Borg na fase adulta.

Na trama, voltamos a década de 80, no célebre dia da final de um dos torneios mais midiáticos de todos os esportes, a final de Wimbledon entre o sueco e tetra campeão do torneio Björn Borg (Sverrir Gudnason) e o nada carismático tenista norte americano John McEnroe (Shia Lebouf). A construção de como eles chegaram até esse grande momento da vida deles é passada a limpa em flashbacks que preenchem as lacunas de personalidade e criação que os levam a serem como são dentro de quadra. Assim, aos poucos vamos entendendo a mente de um verdadeiro campeão em um esporte onde a vitória e a derrota precisam ser aceitas sem perder a elegância.

 

A Rainha de Katwe

A coragem é a primeira das qualidades humanas porque garante todas as outras. Baseado em fatos reais, narrados no livro Queen of Katwe, de Tim Crothers, chegou aos cinemas brasileiros anos atrás, o lindo longa-metragem A Rainha de Katwe, produzido pela Disney, que fala sobre as problemáticas enfrentadas pela população de um pobre país na África além de lições sobre o relacionamento profundo e carinhoso de uma mãe com seus filhos, tudo isso em volta ao mundo do xadrez que abriu lindas portas e possibilidades para a forte protagonista. Dirigido pela cineasta indiana Mira Nair, o filme promete emocionar bastante.

Na trama, conhecemos Phiona Mutesi (Madina Nalwanga, em sua estreia no mundo do cinema) uma jovem corajosa que vive a beira da miséria ao lado de sua mãe Nakku Harriet (interpretada pela excelente atriz Lupita Nyong’o) e seus irmãos. Sem ter muito o que fazer, a não ser trabalhar, em seu cotidiano, acaba se juntando a um grupo de aprendizes de xadrez, organizado pelo engenheiro Robert Katende (David Oyelowo). Assim Phiona desenvolve um dom que não sabia que tinha e sonha em ser uma Grande Mestre do Xadrez.

 

Sangue pela Glória

A força de vontade deve ser mais forte do que a habilidade. Produzido pelo cineasta Martin Scorsese, diretor lendário do inesquecível Touro Indomável, Sangue Pela Glória conta uma incrível história de superação de um boxeador que precisou encarar obstáculos difíceis para se tornar uma lenda no mundo do Boxe. O roteiro, assinado pelo próprio diretor do longa, Ben Younger (Terapia do Amor), é bem profundo e com vários arcos importantes para criar um grande elo de interação com o público. O filme até que começa meio morno mas aos poucos vai conquistando não só os cinéfilos mas também aos amantes desse esporte adorado pelos norte-americanos.

Na trama, conhecemos o pugilista Vinny Pazienza (Miles Teller), um esportista adorado pelos fãs que vem em constante ascensão na carreira. Dias depois de mais uma grande vitória na carreira, pega uma carona em um carro luxuoso que acaba sofrendo um grave acidente numa estrada norte americana. Ficando entre a vida e a morte durante grande tempo, quando acorda do coma induzido descobre que será muito difícil conseguir andar e praticamente nulas as chances de voltar a praticar o esporte que tanto ama. Contando com a ajuda de seu treinador Kevin Rooney (Aaron Eckhart), que treinara anos mais cedo o inesquecível Mike Tyson, Vinny resolve arriscar sua própria saúde e aos poucos volta a treinar em grande nível tendo a incrível chance de conquistar mais um título mundial.

Crítica | ‘Zafari’ – Um dos filmes mais perturbadores de 2026

Criando uma atmosfera de confinamento a partir de uma distopia que mostra classes sociais em conflito, indo da sensação de ameaça ao silêncio desconcertante, em Zafari somos jogados até uma distopia sarcástica que apresenta um retrato impactante do comportamento humano quando o instinto de autopreservação está por um fio – ultrapassando qualquer linha de moral.

Dirigido pela cineasta venezuelana Mariana Rondón, que já havia nos brindado com o ótimo Pelo Malo (2013), o filme aposta na provocação de um roteiro que vai da ironia à acidez, expondo falhas morais aos montes e lançando críticas diretas a uma hipocrisia que se molda por meio de intrigantes personagens – e ainda evitando soluções previsíveis.

Cena de Zafari
Cena de Zafari

Ana (Daniela Ramírez) e Edgar (Francisco Denis) vivem dias de apreensão em um condomínio de alto padrão, ao lado do filho. Tentando sobreviver a um presente conturbado – com Gangues de motoqueiros dominando as ruas, blackouts constantes e a escassez de recursos básicos – o casal mais se afasta do que se une para encontrar soluções.

Cena de Zafari
Cena de Zafari

Ela usa sua posição na associação de moradores para entrar em apartamentos em busca de comida e itens básicos; ele é um acomodado que nunca pensa no coletivo. A chegada de um hipopótamo ao zoológico da cidade – próximo ao prédio onde moram – faz o casal embarcar em uma estrada de conflitos.

Cena de Zafari
Cena de Zafari

Nesse liquidificador de elementos conflitantes que ruma a passos largos para um drama sufocante, vemos a situação se desenrolar por meio da perspectiva de Ana. Com o ambiente distópico impondo desafios, percebemos indivíduos presos a uma consciência egoísta, não sabendo entender como sobreviver – ou mesmo se adaptar.

Cena de Zafari
Cena de Zafari

A cada cena, com sensações variadas de sufocamento em um ambiente fechado e com movimentos sutis de câmeras para ampliar o caos vindo de fora daquele lugar, a obra se mostra valiosa ao espremer o suco de uma tensão paranoica, ao mesmo tempo que apresenta diálogos afiados, repletos de críticas sociais.

Totalmente fora da caixa, com abordagens inesperadas, Zafari se arrisca ao propor o encontro com o constrangimento oriundo de alegorias do caos social, refletindo desigualdades e conduzindo o público a pensar a cada instante.

 

NÃO Assista Sozinho! Selecionamos os Filmes de Terror que dão mais MEDO dos últimos 10 Anos

Adoramos filmes de terror. Mas a verdade é que a cada ano, o número de produções do gênero que verdadeiramente consegue nos fazer gelar a espinha é bem pequeno. E só para diferenciar, medo não é susto. Existem diversos tipos de longas de terror, dentro das mais variadas propostas. Para os aficionados e quem já está escolado em assistir a tais produções, a grande maioria serve apenas como diversão escapista. Os que realmente conseguem nos marcar são poucos. É claro também que isso depende de pessoa para pessoa.

Muitos preferem tomar sustos na sala de cinema escura, com os chamados jumpscares. Porém, pessoalmente, é sempre melhor refletir sobre o que acabamos de ver, e quanto mais realismo um filme de terror conseguir imprimir, mais significativo ele se torna. Afinal, a crueza da realidade sempre será mais assustadora do que a fantasia. Assim, os melhores e mais marcantes filmes de qualquer gênero terminam sempre sendo os que conseguem criar situações identificáveis devido a personagens bem desenvolvidos.

Pensando nisso tudo, trazemos uma nova matéria para você com um apanhadão dos filmes de horror dos últimos dez anos que mais impressionaram, deixando sua marca. Bem, ao menos neste que vos escreve. Confira e não deixe de comentar abaixo quais foram os que mais impressionaram você recentemente também. Esses são os filmes que não gostamos de ver sozinhos.

A Bruxa

A Bruxa é um destes filmes que fez bem para todos os envolvidos. Cria do festival de Sundance, que depois foi se bandear para os lados do Festival de Toronto (onde pude conferi-lo), o longa transformou seu diretor Robert Eggers numa das vozes mais proeminentes do gênero na atualidade. Seus filmes desafiadores não são de acesso fácil para os que buscam apenas sustos em shoppings, recaindo mais no termo “terror de arte”. Não por menos, os críticos e intelectuais o comeram com farinha, garantindo uma aprovação de 90% para o longa.

Além de Eggers, outra grande beneficiada com o filme foi sua protagonista, a menina Anya Taylor-Joy, que se transformou em sensação mundial da noite para o dia participando de tudo desde Fragmentado, passando por Emma e Os Novos Mutantes, até O Gambito da Rainha. A trama passada na Nova Inglaterra de 1630, traz uma família de camponeses assombrada por possíveis forças sobrenaturais, magia negra, bruxaria e possessão. Joy vive Thomasin, a filha mais velha da família. O desfecho é tão insanamente delirante que se mostra um herdeiro à altura de O Bebê de Rosemary (1968). O mais recente filme de Eggers, O Farol (2019), poderia entrar na lista caso fosse mais assustador do que é estranho (no bom sentido).

Hereditário

Três anos depois de A Bruxa, outro cineasta tomou para si o topo da colina como um dos reis do cinema de terror na atualidade. Ari Aster não tem a pretensão do chamado “cinema de arte”, conseguindo fazer filmes de terror acessíveis a todos, mas com conteúdo e pensamento que pairam acima dos chamados “filmes de entretenimento”. Em resumo, o cineasta conseguiu pegar para si em sua carreira o melhor dos dois mundos. Sendo assim, logo em seu primeiro trabalho no comando de um longa, com este Hereditário, Aster criou uma obra-prima desconcertante, que promete te deixar sem dormir ou repleto de pesadelos. Experiência própria.

Muito mais que sustos fáceis, o que ele cria no longa é um drama familiar de pessoas que parecem verdadeiramente amaldiçoadas devido às constantes tragédias que se abatem sobre elas. Algo muito identificável e que não depende de nenhum teor sobrenatural. Embora eles existam e sejam a cereja do bolo aqui. Antes de terminar o item, vale a pena citar o trabalho seguinte do cineasta, o tão falado Midsommer, obra que subverte sua produção anterior, em especial no contraste de sombras e luz. Hereditário tem 89% de aprovação dos críticos.

Corrente do Mal

Forte analogia para as doenças sexualmente transmissíveis, esta é a grande obra-prima da carreira do jovem cineasta David Robert Mitchell, que depois do longa deixou o sucesso subir à cabeça e viajou na maionese com o ambicioso O Mistério de Silver Lake (2018). Seja como for, aqui Mitchell cria um filme tenso que é pura homenagem ao cinema da década de 70, em especial Halloween (1978) – repare nas trilhas sonoras. Na trama, uma maldição é passada de pessoa para pessoa após o ato do sexo. Agora, a mais nova “contaminada”, papel da gracinha Maika Monroe, precisa descobrir um jeito de se livrar do tormento sem precisar passar adiante o mal. O longa possui nada menos que 95% de aprovação da imprensa.

Boa Noite, Mamãe

Recentemente foi noticiado que a atriz Naomi Watts irá protagonizar a versão norte-americana desta obra austríaca da dupla de diretores Severin Fiala e Veronika Franz. Sabendo que a maioria dos remakes não se igualam aos originais, nossa sugestão é que optem por esta versão. Lançada em 2014, o filme possui 85% de aprovação dos críticos.

Na trama, dois meninos irmãos gêmeos morando numa bela e reclusa mansão numa área rural da cidade começam a estranhar o comportamento de sua mãe, que retornou de uma cirurgia plástica irreconhecível, tanto fisicamente (já que as bandagens dos curativos impedem os filhos de ver o rosto da mulher) quanto seu comportamento aparentemente errático para a duplinha, ao ponto de suspeitarem se essa mulher é mesmo a sua mãe. Se você gosta de reviravoltas de arrepiar a espinha, espere para ver o que é criado aqui. Na lista poderíamos inclusive citar também o mais recente trabalho da dupla de diretores, o igualmente perturbador O Chalé (2019), que também traz crianças como protagonistas de uma trágica história envolvendo cultos religiosos e fanatismo.

Sob a Sombra

Quem assistiu ao elogiado O Que Ficou para Trás (2020), da Netflix, sabe mais ou menos o que encontrar neste longa. Ambos fazem uso de um terror social sobre conflitos de um país como verdadeiro monstro e motivo de terror. A analogia é clara e o estilo já está inclusive gerando um subgênero próprio. E se O que Ficou para Trás tira o medo da transição de dois imigrantes africanos na Inglaterra, precisando superar as tragédias em seu antigo país ao mesmo tempo em que lidam com novos fantasmas – alguns reais como o preconceito contra imigrantes; Sob a Sombra traz o terror da devastação do Teerã pós-revolução da década de 1980.

Uma jovem mãe se desdobra para criar a filha pequena enquanto o marido parte em viagem, tendo o conflito armado com direito a bombardeios bem no encalço de seu lar. Ao mesmo tempo, eventos assustadores relacionados a uma entidade que faz aparições no lar destroçado desafia a compreensão dela. A direção é do iraniano Babak Anvari, que seguiu para criar o igualmente aterrorizador Contato Visceral (2019) em Hollywood. Sob a Sombra tem a melhor avaliação dos críticos na lista, com 99%.

Hotel da Morte

Agora chega na lista um filme que completa 10 anos de sua estreia em 2021, e possui a ótima marca de 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. Hotel da Morte é cria do Festival South By Southwest nos EUA e depois fez carreira em eventos especializados em terror. Infelizmente no Brasil o longa chegou direto em vídeo sem passar pelas salas de cinema. A trama gélida trouxe reconhecimento no gênero para o cineasta Ti West e resolve homenagear lendas urbanas que falam sobre hotéis tidos como assombrados. Aqui, um famoso hotel está com seus dias contados até fechar de vez, e dois recepcionistas, sem muito o que fazer e adeptos de investigações paranormais, se deparam com a mística em torno do local onde trabalham. A loirinha Sara Paxton vive a protagonista Claire. É simplesmente de arrepiar.

As Senhoras de Salem

O cineasta Rob Zombie fez carreira em cima de produções violentíssimas sobre assassinos em série sádicos, inclusive dando seu pitaco sobre como o clássico Halloween deveria ser (por duas vezes). Porém, é notório que Zombie tende a exagerar no grafismo de seu terror e gore. O ponto fora da curva em sua filmografia é este As Senhoras de Salem, onde o diretor troca a tortura velada pelo medo genuíno ao apostar numa trama sobrenatural envolvendo uma DJ cujas vizinhas num prédio macabro são um trio de bruxas satanistas. Tudo sai completamente dos trilhos quando a protagonista recebe um disco com uma gravação ancestral e desembesta a ouvi-lo. Aqui, Zombie assusta pela narrativa e imagens, e não pela sanguinolência.

Sob a Pele

Conhecido na época como “o filme em que Scarlett Johansson aparece completamente nua”, o longa se trata de uma ficção científica complexa e tão questionadora quanto o clássico 2001 – Uma Odisseia no Espaço (1968). Porém, muito mais subestimada. Além do conteúdo altamente reflexivo, a obra é um verdadeiro estudo cinematográfico, com imagens hipnotizantes, uma trilha sonora que ficará na cabeça por dias (ou quem sabe para sempre), e é todo construindo basicamente sem o uso de diálogos. É uma aventura por si só fazer sentido e tentar reunir o que entendemos da história ao final da exibição. O que podemos dizer é que Johansson é na realidade um ser alienígena caçador de homens, que deixaria O Predador no chinelo em questão de eficiência em sua missão. Perturbador é a palavra certa para definir o longa que, apesar de sua extrema qualidade, não é para todos os gostos ou públicos. Sob a Pele possui 84% de aprovação dos críticos.

‘Fear the Walking Dead’: Crossover levanta a audiência da 4ª temporada

A 4ª temporada de ‘Fear the Walking Dead‘ registrou um grande aumento de audiência em sua estreia. O novo ano, que também funciona como uma espécie de reboot, trouxe o primeiro crossover com ‘The Walking Dead‘.

O primeiro episódio do novo ano registrou 1.6 na demo, e pouco mais de 4 milhões de espectadores. Para termos de comparação, a 3ª temporada marcou uma média de 0.8 na demo, representando um aumento de 50% no total.

No último domingo (15), ‘The Walking Dead‘ registrou a pior audiência para um final de temporada desde o primeiro ano.

‘Cemitério Maldito’: Remake ganha nova imagem sinistra; Confira!

O site Fandango divulgou uma nova imagem do remake ‘Cemitério Maldito‘, com o ator John Lithgow em destaque.

Confira:

O longa será dirigido pela dupla Dennis Widmyer e Kevin Kolsch, os mesmos responsáveis pelo aclamado terror ‘Starry Eyes‘, de 2014.

Na trama, “O médico Louis Creed muda com a mulher e dois filhos pequenos para uma casa de campo em Ludlow, Maine. Em frente à casa passa uma rodovia movimentada e, atrás, há um cemitério de animais. Por meio do velho Crandall, seu vizinho, Creed descobre também perto dali um antigo cemitério indígena, que tem o poder de mandar de volta à vida os corpos enterrados nele. Quando seu filhinho Gage morre atropelado, Creed resolve enterrá-lo no cemitério indígena e esperar por sua ressurreição.”

O elenco conta com Amy SeimetzJason Clarke, Obssa Ahmed, Alyssa Brooke Levine John Lithgow.

Cemitério Maldito‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de abril de 2019.

‘Treadstone’: Série baseada na franquia ‘Jason Bourne’ ganha novo vídeo cheio de ação

A série ‘Treadstone‘, baseada na famosa franquia ‘Jason Bourne‘, ganhou um novo vídeo dos bastidores, com cenas inéditas de ação da produção.

Confira, com o trailer completo:

A série foi criada por Tim Kring (‘Heroes‘).

O projeto é focado na companhia Treadstone, agência que criou Jason Bourne e agora acorda outros agentes ao redor do mundo para cumprir perigosas missões para a CIA.

O elenco inclui Jeremy IrvineBrian J. SmithOmar MetwallyTracy IgeachorHan Hyo-jooMichael GastonMichelle Forbes.

Treadstone‘ tem estreia marcada para outubro de 2019.

‘The Blacklist’: Último episódio da 7ª temporada ganha trailer em ANIMAÇÃO; Confira!

A NBC divulgou o trailer do último episódio da 7ª temporada de ‘The Blacklist‘.

Por causa do coronavírus e a interrupção das filmagens, os produtores decidiram completar as cenas não gravadas com animação no estilo graphic-novel.

Confira o trailer:

Intitulado The Kazanijan Brothers, o episódio irá ao ar no dia 15 de maio.

THE BLACKLIST — “The Kazanjian Brothers” Episode 719 — Pictured: (l-r) Raymond “Red” Reddington, Elizabeth Keen — (Photo by: Sony Pictures Television)
THE BLACKLIST — “The Kazanjian Brothers” Episode 719 — Pictured: Raymond “Red” Reddington — (Photo by: Sony Pictures Television)

O episódio vai ao ar no dia 15 de maio nos Estados Unidos.

Vale lembrar que a série já foi renovada para a 8ª temporada.

Seguindo a revelação que Raymond “Red” Reddington não é quem ele diz ser, Elizabeth Keen está dividida entre o relacionamento que ela construiu com o homem que pensava ser seu pai e seu desejo para descobrir anos de segredos e mentiras. Enquanto isso, Red entrega à Liz e ao FBI alguns dos indivíduos mais estranhos e perigosos já enfrentados por eles, fazendo seu império crescer e eliminando os seus rivais no processo. Apesar de tudo, o jogo de gato e rato entre Liz e Red fará com que limites sejam cruzados e a verdade seja exposta.

James Spader, Megan Boone, Diego Klattenhoff, Harry Lennix, Hisham Tawfiq e Amir Arison estrelam.

‘Walker’: Reboot com Jared Padalecki tem a MELHOR estreia da CW desde 2016

O reboot ‘Walker‘, estrelado por Jared Padalecki (‘Supernatural‘), estreou ontem (21) e quebrou recordes de audiência na CW.

O primeiro episódio da série foi assistido por 2.43 milhões de espectadores, o que representa a melhor audiência para uma nova produção do canal desde o lançamento de ‘Legends of Tomorrow‘, em 2016.

Além disso, considerando a premiere tanto de veteranas, quanto de novatas, a série também teve o melhor desempenho desde a estreia da quarta temporada de ‘The Flash‘, em 2017.

Criada por Anna Fricke, a série é um reboot de ‘Walker, Texas Ranger‘ (1993-2001).

A trama acompanha Cordell, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado. Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade. Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.

O elenco ainda conta com Lindsey Morgan, Violet BrinsonKale CulleyJeff Pierre, Cobu Bell, Mitch Pileggi e Keegan Allen.

Genevieve Padalecki, esposa de Jared, será sua companheira na ficção e dará vida a Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparecerá em importantes flashbacks.

‘Salem – A Hora do Vampiro’: Ator de ‘Operação Overlord’ entra para o elenco da adaptação do livro de Stephen King

De acordo com o THR, Pilou Asbæk (‘Operação Overlord’) entrou para o elenco da nova adaptação de ‘Salem – A Hora do Vampiro‘, baseada no clássico romance de Stephen King.

O ator irá interpretar Richard Straker, um familiar do vampiro que prepara a chegada do seu mestre à cidade e cuida do trabalho sujo.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos dia 9 de Setembro de 2022.

A história é centrada em um autor (Mears) que retorna para sua cidade natal para escrever sobre uma mansão abandonada – apenas para descobrir que ela tem um novo dono misterioso que veio da Europa. Enquanto em visita, ele percebe que os habitantes da cidade estão sendo transformados em vampiros, unindo-se com um grupo para lutar contra os sugadores de sangue.

O elenco contará com Lewis Pullman (Ben Mears), Makenzie Leigh (Susan Norton), Bill Camp (Matt Burke), Alfre Woodard (Dra. Cody) e Spencer Treat Clark (Mike Ryerson).

Gary Dauberman roteiriza e dirige. Ele assinou a história de ‘A Freira’ e de ‘Annabelle 3: De Volta para Casa’, ambos pertencentes ao universo ‘Invocação do Mal’.

James WanRoy LeeMark Wolper entram como produtores.

O livro foi previamente adaptado para as telinhas em 1979, com direção de Tobe Hooper. Em 1987, Larry Cohen comandou a sequência. Em 2004, a TNT lançou uma minissérie dividida em duas partes, estrelada por Rob Lowe.

‘Teen Wolf’: Atriz confirma ter recusado retornar após xenofobia e salário baixo

Em entrevista ao The Cut, a atriz Arden Cho confirmou ter recusado participar do revival de ‘Teen Wolf‘ após ter sido oferecido “menos da metade do salário” dos seus colegas de elenco caucasianos.

“Eu provavelmente poderia dizer agora mesmo dez artistas asiáticos que eu sei que recebem bem menos que os seus colegas de elenco. Algumas vezes, você não tem a chance de recusar. Às vezes, você apenas precisa [do trabalho]. Eu recusei retornar porque tinha esperança de maior equidade no futuro.”

Sobre o corte de sua personagem na última temporada da série, Cho declarou: “Eu fiquei chocada. Não podia acreditar. Não havia mais espaço para a Kira.”

A atriz interpretou Kira Yukimura, que foi introduzida na terceira temporada, tendo sido promovida ao elenco regular nos dois ciclos seguintes.

O elenco do rerival trará o retorno de Tyler Posey como Scott McCall, Holland Roden como Lydia Martin, Shelley Hennig como Malia Tate, Crystal Reed como Allison Argent, Orny Adams como Coach Bobby Finstock, Linden Ashby como Sheriff Noah Stilinski, JR Bourne como Chris Argent, Seth Gilliam como Dr. Alan Deaton, Colton Haynes como Jackson Whittemore, Ryan Kelley como Vice Jordan Parrish, Melissa Ponzio como Melissa McCall, Dylan Sprayberry como Liam Dunbar e Tyler Hoechlin como Derek Hale.

Dylan O’Brien não aceitou o convite para voltar ao filme. Além dele, Arden Cho também não retorna.

No filme ‘Teen Wolf‘, um terrível mal surgiu na cidade de Beacon Hills. Os lobos estão uivando mais uma vez, pedindo o retorno de Banshees, Werecoyotes, Hellhounds, Kitsunes e todos os outros metamorfos da noite. Mas apenas um lobisomem como Scott McCall, que agora não é mais um adolescente, e sim um Alfa, pode reunir novos aliados e reunir amigos de confiança para lutar contra o que poderia ser o inimigo mais poderoso e mortal que eles já enfrentaram.

O criador da série Jeff Davis volta para supervisionar o projeto.

Para quem não conhece, ‘Teen Wolf‘ estreou em 05 de junho de 2011 e se tornou uma febre entre o público adolescente, o que lhe rendeu seis temporadas.

Na trama, Posey interpreta Scott McCall, um estudante do ensino médio que é mordido por um lobisomem e precisa aprender a controlar seus instintos animais para proteger seus amigos e sua família.

Vale lembrar que o final da última temporada abre margem para uma continuação, com Scott e sua trupe deixando a cidade para recrutar mais lobos para se juntar ao seu bando e ajudar a lutar na guerra.

 

‘Pinguim’: Clancy Brown entra para o elenco da série derivada

De acordo com o Variety, Clancy Brown (‘Dexter: New Blood’) entrou para o elenco da série ‘Pinguim‘, spin-off focado no personagem introduzido no filme ‘Batman‘, de Matt Reeves.

Em caráter recorrente, o ator interpretará mafioso Salvatore Maroni. Apesar de não ter aparecido no longa, o personagem chegou a ser mencionado diversas vezes.

Vale lembrar que as filmagens da produção já estão acontecendo!

O ator Colin Farrell já está no set de gravações reprisando seu papel como o perigoso Oswald Cobblepot. Em fotos diretamente dos bastidores, o ator aparece bem caracterizado como o personagem, além de estar usando o icônico terno roxo com suspensórios por baixo.

Confira abaixo:

Durante uma entrevista recente para o Gold Derby, Colin Farrell comentou sobre o visual do Pinguim em sua série:

“Você vai se surpreender com a maquiagem. Não entendo sobre os materiais e diferentes opções de tom de pele que [os maquiadores] Mike Marino e Mike Fontaine estão usando, mas é ainda melhor do que vimos em ‘Batman’. É uniforme, se ajusta ao meu rosto, é simplesmente perfeita.”

Ele continuou, adiantando a data em que a série vai entrar em gravação:

“Passamos dois ou três dias em Nova York só fazendo testes de maquiagem e testes de câmera com os figurinos e outras coisas e conhecendo alguns dos outros atores, porque já vamos começar a filmar no dia 27 ou 28 deste mês.”

Por falar em elenco, o Deadline divulgou que a HBO Max adicionou mais quatro membros à série.

Os escolhidos são Michael Kelly (‘Jack Ryan’), Shohreh Aghdashloo (‘The Expanse’), Deirdre O’Connell (‘Outer Range’) e Rhenzy Feliz (Os Fugitivos da Marvel’).

O grupo se ao protagonista Colin Farrell e Cristin Milioti (‘How I Met Your Mother’), que será Sofia Falcone, que brigará com o vilão para assumir o crime de Gotham.

Por enquanto não há detalhes sobre os personagens de Kelly, Aghdashloo e O’Connell.

Feliz dará vida a um adolescente que faz amizade com o Pinguim e se torna seu motorista, embora nada oficial tenha sido revelado.

Kelly, Aghdashloo, O’Connell e Feliz

Farrell também confirmou à Variety que “vai ser uma história de oito episódios. Vamos nos apoiar na ascensão de Oswald ao poder, preenchendo o vácuo de poder criado quando Falcone foi morto.”

Ele continuou, dando mais detalhes sobre a conexão entre a série e o próximo filme do Homem-Morcego.

“A ideia de Matt [Reeves, o diretor de ‘Batman‘] era fazer com que a série do Pinguim começasse cerca de uma semana após o final do filme de ‘Batman‘. E se funcionar, se a trajetória for interessante, e o público aceitar, o segundo ‘Batman‘ vai começar logo após o fim da trama da série.”

Lauren LeFranc (‘Agentes da SHIELD’) será a showrunner do projeto.

Farrell e Reeves também servirão como produtores executivos.

 

‘Twisted Metal’: Showrunner revela o que podemos esperar da 2ª temporada

Em entrevista ao NBC Insider, o showrunner Michael Jonathan Smith revelou detalhes sobre a 2ª temporada da adaptação live-action de ‘Twisted Metal‘.

Ele ainda indicou qual personagem icônico dos jogos deve dar as caras na série.

“Estou muito animado [com a segunda temporada]. Temos uma equipe incrível de roteiristas e estamos discutindo o arco narrativo do próximo ciclo. Estamos conversando sobre como será o primeiro episódio e mapeando o futuro deste universo.”

Ele completa, “O Sr. Grimm sempre foi um dos meus personagens favoritos [dos jogos], e estou ansioso para capturar exatamente o que os fãs esperam do personagem. Mas a grande pergunta é: ‘Como ele existe neste universo que nós criamos?’. Acredito que nos divertiremos muito com ele. Como ele irá interagir com pessoas como o Sweet Tooth?”

No Brasil, a produção está disponível no catálogo da HBO Max.

Na trama, Anthony Mackie (‘Falcão e o Soldado Invernal’) estrela como um forasteiro deve atravessar uma terra arrasada pós-apocalíptica para entregar um pacote misterioso em busca da promessa de uma vida melhor.

O elenco ainda contará com Samoa Joe, Neve CampbellStephanie BeatrizThomas Haden Church, Mike Mitchell, Tahj Vaughans e Lou Beatty Jr.

Kitao Sakurai será responsável pela direção de múltiplos episódios.

O roteiro fica por conta de Michael Jonathan Smith (‘Cobra Kai’).

O primeiro jogo da franquia ‘Twisted Metal‘ foi lançado em 1995, seguido de diversas sequências e derivados. Em algum momento, um filme baseado no jogo com o diretor de ‘Motoqueiro Fantasma‘ estava em desenvolvimento, mas o projeto nunca saiu do papel.

‘Pinguim’ quer DOMINAR Gotham no trailer LEGENDADO dos próximos episódios do spin-off; Confira!

O Max divulgou o trailer legendado dos próximos episódios de ‘Pinguim‘, série derivada de ‘Batman‘, estrelada por Colin Farrell.

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Intitulado Inside Man, o segundo episódio estreará no dia 29 de setembro.

O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.

“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”

“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.

‘Extermínio: A Evolução’ arrecada US$ 60 milhões em estreia GLOBAL

A aguardada sequência ‘Extermínio: A Evolução‘ arrecadou sólidos US$ 60 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Além de representar a maior abertura doméstica, internacional e global da franquia, o novo filme também deve superar a arrecadação total do primeiro filme (US$74.9M) nos próximos dias – tornando-se a maior bilheteria da história da saga.

Nos EUA, o longa abriu com US$ 30 milhões – o que representa um valor três vezes maior do que o lançamento do filme original. Internacionalmente, a produção também acrescenta US$ 30 milhões através de 59 mercados.

Os maiores mercados internacionais conta com o México (US$2.7M), Austrália (US$1.7M) e Coreia do Sul (US$1.5M).

Com 89% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e uma nota B do público no CinemaScore, este é um ótimo começo nas telonas para uma produção orçada em US$ 60 milhões.

Vale lembrar que o longa foi desenvolvido como a primeira parte de uma trilogia e as filmagens do próximo filme – intitulado ‘Extermínio: O Templo dos Ossos‘ – já foram finalizadas. O lançamento nos cinemas nacionais está programado para o dia 15 de janeiro de 2026.

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‘Vidas Entrelaçadas’: Drama com Angelina Jolie ganha trailer LEGENDADO e data de estreia no Brasil

A Synapse divulgou o trailer legendado do drama ‘Vidas Entrelaçadas‘ (Couture).

Estrelada por Angelina Jolie (‘Malévola’), a trama que se desenrola durante a intensa Paris Fashion Week, e promete explorar os destinos cruzados de três mulheres.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | Vidas Entrelaçadas – Novo filme com Angelina Jolie Entedia e Se Perde no Próprio Desfile

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de abril.

“Ambientado durante o frenesi da Paris Fashion Week, a vida de três mulheres se cruza em Paris: Maxine (Jolie), uma cineasta na casa dos quarenta que descobre que tem câncer de mama e é atraída para uma conexão inesperada com um colaborador familiar (Louis Garrel); Ada (Anyier Anei), um rosto novo na modelagem, escapando de um futuro predeterminado no Sudão do Sul; e Angèle (Ella Rumpf), uma maquiadora que trabalha nas sombras das passarelas. À medida que seus caminhos se cruzam, o filme revela a resiliência silenciosa sob a superfície da performance pública e homenageia a solidariedade tácita compartilhada entre essas mulheres em profissões, culturas e continentes.”

Alice Winocour (‘Memórias de Paris’) é responsável pela direção e roteiro.

‘Couture’: Drama estrelado por Angelina Jolie ganha primeiras imagens e sinopse; Confira!

Desenhos ‘Hora de Aventura’ e ‘Apenas um Show’ farão crossover em nova HQ

Duas das animações mais populares do Cartoon Network vão se unir em um crossover para uma nova história em quadrinhos que começa a ser comercializada em agosto nos EUA.

Intitulado ‘Hora de Aventura/Apenas um Show’, a série trará Finn e Jake (‘Hora de Aventura’) em uma missão, a pedido da Princesa Jujuba, para encontrar The Power, a única coisa capaz de salvar Ooo de um novo e poderoso vilão que ameaça conquistá-la. Entretanto, Skip (‘Apenas Um Show’) é quem está escondendo o objetivo.

A HQ foi escrita por Conor McCreery em parceria com o artista Mattia Di Meo. Em uma entrevista ao site da publicação americana Entertainment Weekly, McCreery comentou sobre o novo projeto, que une os dois desenhos mais amados e populares do Cartoon:

“‘Hora de Aventura’ e ‘Apenas um Show’ são as duas coisas mais engraçadas que eu já vi. Eles são tão estranhos, com uma lógica interna maluca que eu amo. Eu amo histórias que se mesclam em um ritmo elevado e este livro fará justamente isso. Eu tenho tentado colocar o máximo de referências das animações possível, deixando também espaço suficiente para suas duplas favoritas de parceiros e seus melhores amigos”.

O criador também pontuou que os quadrinhos vai abordar ambas as amizades já existentes no material original, bem como a amizade entre Rigby, Mordecai, Finn e Jake:

“Espere muitas loucuras. Espere muita amizade. Espere monstros. Espere socos. Espere bobagens. Espere talvez…Hambonning! E mais, o quão divertido é ter esses caras se encontrando e passando tempo uns com os outros? Oh, tem um novo vilão totalmente matemático!”

‘Unfriended: Dark Web’: Blumhouse confirma a sequência de ‘Amizade Desfeita’

Jason Blum e sua produtora Blumhouse anunciou, durante o festival South by Southwest, qual é o nome do seu mais novo projeto.

Intitulado ‘Unfriended: Dark Web‘, a produção será a sequência de ‘Amizade Desfeita‘, lançado em 2015.

A trama conta “a história de um jovem nos seus 20 poucos anos, que encontra uma série de arquivos escondidos no novo computador recém comprado e acaba se envolvendo no universo sombrio da dark web. O thriller se desvenda em tempo real, pela tela de um computador e é um aviso para a era digital”.

Com direção de Levan Gabriadze, o primeiro filme custou apenas US$ 1 milhão e arrecadou saudáveis US$ 32 milhões nos EUA.

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Sucesso mundial ‘Aquaman’ supera a marca de US$ 500 milhões

‘Aquaman’ continua conquistando os fãs nos cinemas e a bilheteria da produção não para de crescer, mesmo em meio às festas de final de ano.

Segundo relatos do The Hollywood Reporter, a produção teve um acréscimo generoso na véspera do Natal, equivalente a US$ 11,2 milhões apenas nos Estados Unidos. Essa quantia permitiu que a produção superasse  a marca de US$ 500 milhões mundialmente.

Com essa arrecadação, ‘Aquaman’ já contabiliza US$ 80 milhões em sua bilheteria doméstica, ultrapassando os US$ 420 milhões nos mercados estrangeiros.

James Wan dirige o filme, e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

O elenco conta com Jason Momoa no papel principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna).

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

 

‘O Homem Invisível’: Primeiras impressões são REALMENTE positivas; Confira!

O remake do terror ‘O Homem Invisível‘ chega aos cinemas no final do mês de fevereiro, mas parte da impressa especializada já pôde conferir a produção e algumas das primeiras impressões já estão entre nós.

E as poucas reações publicadas até o momento são realmente positivas e destacam a qualidade e o nível de terror empregado na trama, com fortes elogios à performance da atriz Elisabeth Moss.

Confira:

“O Homem Invisível é a verdadeira definição de um filme de terror. Elisabeth Moss está fantástica e Leigh Whannell está se provando ser um ótimo diretor de terror/thriller, entre esse filme e ‘Upgrade’. Você não está pronto para o quão aterrorizante e intenso esse filme é!”

“Rápidos pensamentos (já que vi outras pessoas falando sobre o assunto): Com O Homem Invisível, Leigh Whannell criou uma masterclass em tensão e terror e eu acho que meu queixo ficou caído no chão pelo menos duas vezes. Completamente eletrizante, visceral e emocional”.

“O Homem Invisível é uma viagem cheia de tensão e empolgação do começo ao fim. Leigh Whannell atualiza o clássico de 1933 perfeitamente para os tempos modernos, enquanto Elisabeth Moss entrega uma performance perturbadora e cativante, que está entre alguns dos seus melhores papéis até hoje. O Homem Invisível é intenso”.

Escrita e dirigida por Leigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão teve baixo orçamento e é descrita como “assustadora”.

A estreia está marcada para 27 de fevereiro.

O que você não pode ver pode te machucar. A vencedora do Emmy Elisabeth Moss (‘Nós’‘The Handmaid’s Tale’) estrela em um conto moderno de obsessão inspirado pelos personagens clássicos do panteão da Universal Pictures.

Presa em uma violenta e controladora relação com um cientista brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã (Harriet Dyer) e seu amigo de infância (Aldis Hodge) e filha adolescente (Storm Reid). Mas quando seu ex abusivo (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada. À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

Primeiras Impressões | American Gods: 3ª temporada recupera o seu fôlego com ritmo e dinamismo

Deuses vorazes, sedentos por idolatria em uma América incrédula pautada por seus próprios ídolos contemporâneos. A tumultuada e digladiante jornada dessas figuras mitológicas folclóricas de American Gods encontrou em si mais batalhas do que dentro de sua própria jornada fictícia, com a série da Starz e da Amazon Prime Video enfrentando uma sucessão de perrengues que quase lhe custaram um trágico fim. Mas tão obstinado como seus próprios personagens, Neil Gaiman se agarra à sua adaptação com unhas e dentes e toma todos pelas mãos (público e equipe técnica), em uma 3ª temporada que muito mais do que corrigir os erros do passado, volta a caminhar vigorosamente com ritmo, dinamismo e foco.

American Gods passou por poucas e boas. Com uma temporada inaugural visceral e hipnotizante, a produção nos conquistou por seu timing narrativo, que resgata a aclamada obra lançada em 2001, com um frescor novo que retrata clinicamente a sociedade de vícios e idolatrias contemporâneas com a qual vivemos. Mas se perdendo drasticamente em seu segundo ano, após a troca de seus showrunners e a saída das excepcionais atrizes Kristin Chenoweth e Gillian Anderson, a produção se aterrou em uma perdida e cíclica epifania. Com sua trama paralisada e confusa, seus oito últimos episódios se afogam em uma belíssima fotografia e direção autoral, em uma trama exaustiva, repetitiva e prolixa. Nunca deuses tão cheios de “querer ser” tiveram tão pouco a oferecer ao público.

Mas mesmo após contratempos que envolveram até duras acusações de racismo, a produção que mescla drama, ficção científica e fábula não desistiu de si mesma e sabendo de seu enorme potencial, volta a projetar seu foco na obra de Gaiman, trazendo-o ao lado de Charles “Chic” Eglee (Dexter, The Walking Dead), o novo nome por trás da série. E nessa 3ª temporada, rapidamente sinalizamos uma mudança de tom. Se desmembrando de mais outros personagens também deixados para trás (New Media – Kahyun Kim; the Djinn – Mousa Kraish; Mad Sweeney – Pablo Schreiber; e Mr. Nancy – Orlando Jones), o novo ciclo volta a ficar em Shadow Moon e em Mr. Wednesday, à medida que abrange seus demais coadjuvantes, lhes garantindo o valor que lhes fora tirado no ano anterior.

Reconhecendo os erros estruturais que custaram muito dinheiro e uma péssima segunda temporada, Eglee e Gaiman assumem a responsabilidade do tenebroso passado, com o compromisso de construir um futuro melhor para a série. Conectando os novos episódios a poucos dos eventos apresentados em 2019, a dupla de showrunners se ocupa em não se vincular tanto à narrativa da 2ª temporada, sabendo que dali quase nada pode ser aproveitado. E a contar pelos quatro primeiros episódios já assistidos, é notável e seguro dizer que American Gods mudou a sua rota e passa a caminhar a passos mais firmes e consistentes, dando aos seus atores a chance de brilhar tanto como seus personagens assim o fizeram ainda em 2001, no auge do lançamento da obra original.

Mais eletrizante e objetiva, a série retorna vigorosa, com a certeza de que o hiato de mais de um ano lhe fez muito bem. Ainda custando a dar maior celeridade para a tão comentada guerra entre velhos e novos deuses, American Gods pode ser ajustada nesse aspecto, com maior destreza narrativa, mas já supera seu passado de maneira grandiosa. Com Ian McShane fazendo um espetáculo logo nos primeiros episódios, a produção mostra em seu início que ainda há muito a ser dito e compartilhado com a audiência.

Lindamente produzida e pautada pela mesma poética fotografia que abusa do efeito slow motion, a 3ª temporada é mais sangrenta, diversificada e soube cortar as barrigas que tornaram a trama tão lenta e cansativa. Expandindo sua trama com o auxílio de pequenos novos personagens de apoio, American Gods começa a trazer mais da essência de Neil Gaiman consigo mesma, recupera a nossa fé – em seus primeiros quatro episódios – e resgata o entusiasmo por essa tão falada guerra que, embora custe a chegar, agora começa a fazer valer a pena o nosso tempo.

‘No Ritmo do Coração’: Drama musical com Emilia Jones estreia na Amazon Prime Video

O elogiado drama musical ‘No Ritmo do Coração’ (‘CODA’), estrelado por Emilia Jones (‘Locke & Key’), já está disponível na Amazon Prime Video. A produção teve a sua estreia recentemente na grade de programação do streaming.

Na trama, Ruby é a única pessoa que não é surda em sua família. Ao mesmo tempo em que enfrenta os dilemas da idade e a responsabilidade de ser a intérprete da família, Ruby descobre seu talento musical. Em meio a dificuldades nos negócios da família, se vê dividida entre seguir sua paixão pela música em outra cidade e o medo de deixar os pais.

O filme é escrito e dirigido por Sian Heder.

Emilia JonesMarlee Matlin e Troy Kotsur estrelam a produção.

Confira o trailer:

As 5+ Mães das Séries de TV (2018)

Antes de mais nada: Feliz Dia das Mães! Às mães que são fãs de séries, as que não são fãs de séries, as que amam falar sobre séries, as que começaram a assistir séries por causa dos filhos, enfim, a todos as mães fãs ou não fãs da Cultura POP. Aproveito também para desejar um Feliz Dia das Mães especial a todos as mamães dos colaboradores do CinePOP, a minha avó, Wilma, mãe duas vezes, minha mãe, Berenice, e minha tia, Rosina (sim, eu tenho três mães), e a esposa do Georgenor Franco Neto, a Rita, mãe da Laurinha.

Como mãe merece homenagem, chocolate, flores, abraços, carinho, atenção, e não só numa data comemorativa, porém todos os dias do ano, decidi fazer esta lista destacando cinco (mas na verdade seis) mães das séries de TV, que conquistaram os telespectadores, redefiniram o significado de badass, fizeram tudo ao alcance pelos filhos, aprenderam a aceita-los, respeita-los e ama-los como são, entre outras coisas mais.

Então, shall I begin?

Lynn Pierce (Black Lightning)

Interpretada pela talentosa Christine Adams (Agents Of Shield), Lynn Pierce é uma mãe badass. Ela possui um PhD e não bastando, a mesma também é médica. Dividida pelo amor que tem ao marido, Jefferson Pierce (Cress Williams), o também  Black Lightning, e a preocupação por ele ter se tornando o vigilante de Freeland, ela decide pelo divórcio. Anos mais tarde, nesta situação mal resolvida, os dois se veem mediante o despertar dos poderes das filhas, Anissa (Nafessa Williams), que passará a usar o codinome Thunder, e Jennifer (China Anne McClain). E é neste ponto que vemos o quão mãe Lynn consegue ser: com personalidades muito diferentes, a mais velha quer vestir o manto para ajudar as pessoas, enquanto isso, a mais nova enxerga os poderes como um fardo.

Nas situações divergentes, Lynn, mesmo relutante, entende que nada mudará a decisão de Anissa em ajudar e assumir uma identidade de heroína, ao mesmo tempo, que busca soluções para Jennifer, que não sabe lidar tão bem com esta nova realidade. Os diálogos e as diferenças deles são incríveis, e a relação da família Pierce como um todo é um quê a mais dentro da série Black Lightning.

Maeve Millay (Westworld)

Mas Karolen, ela é um androide! E desde quando androide, que ganhou consciência, não tem sentimentos?

[SPOILER]

Bom, Maeve (Thandie Newton), para quem não sabe, é um dos androides humanoides criados para ser parte do time de anfitriões do parque Westworld, onde humanos pagam para entrar e fazer o que quiserem. No final da primeira temporada, vemos Maeve ganhar consciência e liderar um grupo de anfitriões para tentar escapar do lugar. Porém, o inesperado acontece e em um impulso decisório a ex-meretriz decide ficar para procurar a filha.

É impressionante como os sentimentos nela colocados pela filha estão tão enraizado na personalidade da mesma que é isto, basicamente, que a leva a despertar. Após a personagem de Evan Rachel Wood, Dolores, dizer a frase “Esses prazeres violentos têm finais violentos”, uma sucessão de lembranças de gritos, uma casa, uma criança e o assassinato da mesma permeiam a mente da anfitriã, que passa a buscar compreender a natureza de si. É agradável acompanhar a jornada da mesma, que agora vai atrás da menina, que se encontra em algum ponto do parque, além, claro, de ser uma líder badass com direito a uma voz linda.

Stef e Lena Adams Foster (The Fosters)

Recentemente, durante uma entrevista à revista InStyle, Sandra Bullock disse não gostar do termo filhos adotivos e que prefere que não usem este termo ao se referir aos seus, porque não importa de onde vieram, eles são “nossos filhos”. Tenho certeza que se Stef (Teri Polo) e Lena (Sherri Saum) fossem pessoas da vida real, elas concordariam com tais palavras.

The Fosters foi um presente dos criadores Bradley Bredeweg (Fly Girls) e Peter Paige (Say Uncle) para o mundo. A série – que apresentou ao público o cotidiano de duas mulheres casadas e mães de cinco filhos, só demonstrou à sociedade que não importa se são gerados por si ou por terceiros, se foram adotados ainda bebês ou adolescentes, o amor distribuído é o mesmo. Mãe é quem está presente, quem cuida quando fica doente, responde perguntas difíceis e bobas, ajuda no dever escolar, chama a atenção quando é preciso, distribui atenção e carinho e faz tudo o que pode pelos filhos, dá o máximo de si, mesmo perante dificuldades.

E é isso que The Fosters mostra para o telespectador, que não importa se são duas mães, dois pais, uma mãe e um pai, uma mãe, um pai, pais são simplesmente tudo isso dito acima. Stef e Lena, definitivamente, farão muita falta.

June Osborne (The Handmaid’s Tale)

Antes da segunda temporada diria, facilmente, que o motivo de tamanha força e sobrevivência da June (Elisabeth Moss) provinha da força de vontade de encontrar a filha e salvá-la daquele lugar. Com o início da segunda, reafirmo meus pensamentos, porém, devo incluir que a forma como foi criada pela mãe, Holly Maddox, interpretada por Cherry Jones, foi de crucial importância para a pessoa (June) apresentada ao público hoje.

Só que é fato, agora estando grávida, o quanto as decisões da protagonista de The Handmaid’s Tale pairam sobre o bem-estar da filha e do bebê que carrega. É perceptível, especialmente, no terceiro episódio da segunda temporada, o lado maternal da editora de livros, e como isto, por vezes, instala um sentimento de culpa na mesma, devido aos caminhos tomados. A narrativa da série de Bruce Miller tem uma construção incrível, fenomenal, diria, e é de extrema sensibilidade e visão feminina o desenrolar desta relação da June com as memórias passadas em relação a filha.

Lorelai Gilmore (Gilmore Girls)

Nenhuma lista de dia das mães, especialmente, das que fazem parte das séries de TV, é completa se não tiver a maior delas, Lorelai Gilmore (Lauren Graham). A mãe criada pela roteirista Amy Sherman-Palladino se tornou um ícone para os fãs que acompanharam a jornada de sete anos da mesma e depois, com o Revival da Netflix, por mais quatro episódios.

Além de ter uma relação incrível com Rory (Alexis Bledel), parecendo mais duas melhores amigas do que mãe e filha, Lorelai fez tudo que uma mãe é capaz de fazer: criou a jovem sozinha, já que não aceitou se casar com Christopher (David Sutcliffe), e decidiu sair de casa devido a relação conflituosa com os pais, especialmente após engravidar aos dezesseis anos. Por vezes engoliu o orgulho pelo bem-estar da menina, deixou de lado necessidades próprias para que a personagem de Bledel tivesse melhores oportunidades e esteve sempre presente em momentos importantes da vida acadêmica da filha.

Lorelai é tão única quando falamos sobre construção de personagens, que é impossível compará-la a qualquer outro. Pode ter semelhanças, mas nada que chegue aos quase 90% de igualdade. Obrigada, Amy Sherman-Palladino, por este presente que podemos levar para o resto da vida!

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Mais uma vez, Feliz Dia das Mães a todo! Comentem aí alguma mãe das séries de TV que vocês lembrem e gostem. Bom, nos vemos na próxima!

Baseado em Fatos Reais

(D’ après une histoire vraie)

 

Elenco:

Eva Green

Emmanuelle Seigner

Damien Bonnard

Direção: Roman Polanski

Gênero: Suspense / Drama

Duração: 100 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: — milhões

Estreia: 12 de Abril de 2018

Sinopse:

Na trama, Delphine é a autora de um romance altamente pessoal dedicado a sua mãe que se tornou um best-seller. Esgotada em função das inúmeras cobranças e frustrada por suas memórias, Delphine é atormentada por cartas anônimas que a acusam de ter jogado sua família para os leões. A romancista está em uma rotina, paralisada com a ideia de ter que começar a escrever novamente. Seu caminho então cruza o de Elle. A jovem é encantadora, inteligente e intuitiva. Ela entende Delphine melhor do que qualquer um. Até onde ela irá depois de se mudar para o apartamento da escritora? Ela veio preencher um vazio ou criar um novo? Dar um novo impulso ou roubar sua vida?

Crítica | Baseado em Fatos Reais – O novo delírio de Roman Polanski (Nota: 4.0)

Curiosidades:

» Primeiro filme em idioma francês da Eva Green em 13 anos;

» Exibido no Festival de Cannes 2017;

Trailer:


Cartazes:

Fotos:

 

 

 

 

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Site lista extras do Blu-ray; Confira as cenas adicionais!

Após diversos rumores terem surgido na internet afirmando que ‘Vingadores: Guerra Infinita’ ganharia uma versão estendida especial com foco no Titã Louco, Thanos, o site Comic Book teve acesso à verdadeira lista de extra do Blu-ray do filme.

Entre erros de gravação e cenas adicionais, o material inédito contará com uma apresentação dos irmãos Russo (com 1min31) e 5 featurettes – “A Batalha em Wakanda”, “A Batalha em Titã”, “Reino de Thanos”, “Novos Times”, “Decisões de um Pai” – e 3 cenas deletadas -“Happy tem uma perspectiva”, com 1min24, “Caçada pela Joia da Mente”, com 1min25, e “Os Guardiões encontram o seu ritmo”, com 3min20.

Enquanto isso, dois novos vídeos de bastidores de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ foi divulgado pelo Marvel Studios que mostra como foram feitos os efeitos especiais das cenas de luta entre de Hulk e Thanos, do Homem de Ferro e Doutor Estranho, além da batalha com todos os heróis em Wakanda. Assista:

Mundialmente, o filme ultrapassou a marca de US$ 2 bilhões em arrecadação mundial, e está atrás apenas de ‘Avatar‘ (US$ 2.788 bilhões), ‘Titanic‘ (‘US$ 2.187 bilhões’) e ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ (US$ 2.068 bilhões).

Vingadores: Guerra Infinita‘ também quebrou o recorde ao se tornar o filme mais rápido a atingir a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria – saiba mais!

‘Vingadores: Guerra Infinita’ passa ‘Jurassic World’ e se torna a 5ª maior bilheteria dos EUA

Já no Brasil, em apenas duas semanas, o filme se tornou a maior bilheteria do ano. Com público de 15 milhões de espectadores,  ‘Guerra Infinita‘ já arrecadou R$ 224 milhões – ultrapassando ‘Pantera Negra‘, que liderava as bilheterias de 2018 com R$ 120 milhões.

Crítica  | Vingadores: Guerra Infinita – O evento cinematográfico de uma geração

Scarlett Johansson conta tudo sobre ‘Vingadores: Guerra Infinita’ em entrevista EXCLUSIVA

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

 

Dica do fim de semana | filmes de todos os gêneros nos streamings

A dica deste fim de semana é uma seleção que envolve dramas, terror, suspense e comédia. A lista inclui lançamentos, filmes mais recentes e até um sucesso do último Oscar. Confira!

Buscando… (Netflix)

Lançado sem muito alarde em 2018, esse suspense é muito criativo e faz uso como ninguém dos computadores, celulares e redes sociais para contar uma história envolvente de um pai (John Cho) que não vai parar enquanto não resolver o mistério do desaparecimento de sua jovem filha de 16 anos. Duas dicas: a primeira é prestar atenção nas mensagens e progressão das notícias secundárias mostradas nos portais do filme, existe uma história no mínimo curiosa acontecendo em segundo plano. A outra é para prestar atenção na hora da busca na Netflix, porque pode ser que ele só apareça com o título em inglês, que é “Searching”.

 

Sing Street: Música e Sonho (HBO Max)

Ambientado nos anos 80 de Dublin, esse filme é uma declaração de amor a música e aos sonhadores. Na trama, um jovem vivencia o divórcio eminente dos pais, enquanto sofre bullying e com as regras de seu colégio religioso. Sua única paixão verdadeira é a música e seus respectivos videoclipes. Porém, quando ele conhece uma menina misteriosa, sua vida muda de vez. Buscando coragem para impressionar a morena, ele convoca os jovens mais “alternativos”, por assim dizer, para formar uma banda de rock e convidar a menina para estrelar o primeiro videoclipe deles. É uma aventura divertidíssima, dramática e que conta com uma trilha sonora original impecável.

 

Minari: Em Busca da Felicidade (Amazon Prime Video)

Sensação do último Oscar, Minari é um filme da A24 sobre as tradições coreanas. A trama fala sobre uma família sul-coreana que se estabeleceu nos Estados Unidos. Tentando melhorar de vida e conseguir o tão falado “american dream”, eles se mudam para o Arkansas, onde vão trabalhar numa fazenda. É um drama incrível que ganha muito carisma com a chegada da avó, que não segue os padrões americanos e vai mudar toda a rotina da família. Esse papel da avó rendeu a atriz Yuh-Jung Youn uma estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante, sendo a primeira atriz sul-coreana a realizar tal feito.


Maligno
(HBO Max)

Recém-saído dos cinemas, esse terror foi o responsável por fazer James Wan desistir de dirigir o terceiro Invocação do Mal para poder se dedicar exclusivamente a esse projeto. Estrelado por Annabelle Wallis, o filme é uma obra de arte para os fãs de terror por conseguir misturar de forma surreal diversas influências do gênero em uma única história. Os dois maiores influenciadores são o slasher e o terror japonês, mas diversos outros elementos são inseridos, fazendo uma verdadeira ode ao terror. Na trama, uma mulher vive um relacionamento abusivo. Depois de uma criatura resolver esse problema, ela começa a ser assombrada por visões de assassinatos. No início, ela pensa serem pesadelos, mas logo percebe que está vendo mortes reais. A mulher começa a investigar e descobre que todas estão ligadas por uma entidade que assombra seu passado.

The Fundamentals Of Caring (Netflix)

Lançado na Netflix em 2016, essa dramédia estrelada por Paul Rudd e Selena Gomez conta a história de um escritor que passa por uma grande tragédia na vida e encontra refúgio se tornando cuidador. Seu primeiro trabalho é junto a um jovem adulto com distrofia muscular. O garoto é cheio de manias e é envolvido por uma ironia insuportável, mas isso muda quando eles saem em uma viagem para conhecer os lugares dos sonhos do jovem junto a uma futura mamãe cheia de incertezas sobre o futuro. É um filme muito interessante e divertido sobre a vida e a amizade.

Crítica | Os Tradutores – Thriller Francês é um dos melhores lançamentos do ano!

Existe um ditado popular que diz que um segredo sabido por duas pessoas significa 50% de chance de ser revelado. Agora, imagine quando o segredo precisa ser mundialmente divulgado ao mesmo tempo, em diferentes línguas e lugares, entretanto, antes que isso aconteça ele será compartilhado entre dezenas de pessoas, que devem jurar silêncio em contrato. É o que acontece com os grandes lançamentos mundiais dos aguardados filmes da Marvel, por exemplo, ou com a publicação de livros ansiados pelo público, como os últimos da saga Harry Potter. E é exatamente disso que se trata o novo thriller franco-belga ‘Os Tradutores’, que chega essa semana aos cinemas brasileiros.

Em uma mansão isolada, nove tradutores são contratados para traduzir o ‘Dedalus’, a aguardada última parte de uma trilogia best-seller mundial, cuja identidade da autoria segue em anonimato. Lá eles descobrem que mais que trabalhar simultaneamente para cumprir o prazo do contrato eles ficarão trancados em uma espécie de bunker de luxo, sem sinal de internet, com seus celulares confiscados, sem contato com o mundo exterior, porém com todo o conforto que a mansão proporciona. Quando as primeiras dez páginas do manuscrito vazam na internet e o criminoso pede uma recompensa financeira para não divulgar mais cem páginas, todos os nove tradutores automaticamente se tornam suspeitos, e o que seria apenas um trabalho comum se torna a mais mortal de todas as traduções já feitas.

Seguindo a linha de mistério tão popularmente difundida nos livros de Agatha Christie, ‘Os Tradutores’ traz, em uma hora e quarenta e cinco minutos, uma história coesa toda calcada no suspense estilo “quem é o culpado”. Isso é parte da estratégia do roteiro de Romain Compingt, Daniel Presley e Régis Roinsard, que ao mesmo tempo em que apresenta cada um de seus personagens principais também lhes atribui características que justificam a desconfiança do espectador sobre a idoneidade do caráter de cada um deles, de modo que ninguém é absolutamente inocente na construção da trama. Os maiores destaques vão para os personagens Katerina (Olga Kurylenko) e Alex (Alex Lawther), tão instigantes quanto fascinantes.

Dirigido com muita precisão por Régis Roinsard, ‘Os Tradutores’ traz o clima de suspense e mistério para dentro do mundo editorial – universo este que é desconhecido pelo grande público. Ao mostrar o quão mordaz e cruel muitas vezes é o trabalho de um tradutor (ou revisor, ou editor), o público consegue visualizar como crimes como a pirataria são realizados – e o enorme impacto que este crime causa na produção editorial. Além disso, o diretor consegue manter a constância do thriller por todo o longa, sem deixar a peteca cair e, muitas vezes, surpreendendo-nos com cenas e revelações chocantes e inesperadas.

Exibido em pouquíssimas sessões no Festival do Rio 2019, um dos pontos fortes do filme é ser falado em dez línguas ao mesmo tempo (o que demonstra, inclusive, o alto grau de dedicação dos tradutores do longa, para legendá-lo aqui no Brasil). Mesmo sendo um filme de 2019, não é exagero dizer que é um dos melhores lançamentos do ano nos cinemas por aqui, pois ‘Os Tradutores’  traz tudo que o espectador quer ver: uma história hipnotizante, personagens sedutores, boas atuações e um final condizente com o esperado. ‘Os Tradutores’ vale a ida ao cinema.

‘Avatar: The Last Airbender’: Compositor comenta sobre estágio de produção da série da Netflix

‘Avatar: The Last Airbender’ ganhará uma adaptação em live-action na Netflix. Depois de meses sem receber novidades, a série recebeu uma atualização sobre o estágio de produção da série.

Em conversa com o Discussing Film, o compositor Jeremy Zuckerman revelou alguns detalhes sobre o projeto.

“Só posso dizer que não comecei ainda. Eu sei que a equipe de produção está trabalhando dia e noite para a escolha do elenco. Eu estou realmente animado. A Netflix está sendo muito mente aberta e nos apoiando. Eu acho que eles realmente estão tentando fazer tudo certo dessa vez”

Os criadores da série original, Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko também estão envolvidos no live-action.

Confira a primeira arte conceitual da série:

A animação foi lançada no Brasil como ‘Avatar: A Lenda de Aang’ e teve três temporadas produzidas, originalmente exibidas nos EUA entre 2005 e 2008.

Ainda não há data de lançamento para a série live-action.

Peter Fonda, ator de ‘Sem Destino’, morre aos 79 anos

Peter Fonda, ator conhecido por seu trabalho no filme road-trip ‘Sem Destino’, morreu hoje (16) aos 79 anos de idade devido a um câncer de pulmão.

O anúncio foi feito por sua irmã, a aclamada e premiada atriz Jane Fonda, que fez em uma declaração oficial: “Estou muito triste. Ele era meu irmãozinho mais novo. O falante da família. Tive momentos ótimos com ele nesses últimos dias. Ele se foi sorrindo”.

Sua esposa, Parky, também fez uma declaração em nome da família, dizendo que, “em um dos momentos mais tristes de nossas vidas, não conseguimos encontrar palavras para expressar a dor em nossos corações. E, enquanto sofremos pela perda deste homem gracioso e doce, também celebramos seu indomável espírito e seu amor pela vida”.

Em vida, Fonda foi um ator de grande sucesso, além de ter se aventurado como diretor e roteirista. Ele começou sua carreira em 1962 na televisão, migrando para os cinemas um ano mais tarde com ‘Artimanhas do Amor’. Em 1969, assinou e estrelou o drama ‘Sem Destino’, sendo indicado ao Oscar de Melhor Roteiro ao lado de Dennis HopperTerry Southern. Ele receberia sua segunda indicação, desta vez na categoria de Melhor Ator, pela memorável performance no clássico ‘O Ouro de Ulisses’.

Como diretor, comandou em 1971 o western ‘Pistoleiro Sem Destino’, que, apesar de ter recebido aceitação mista por parte da crítica especializada, tornou-se um de seus maiores clássicos.

Mais recentemente, Fonda deu vida a Mefistófoles no thriller sobrenatural ‘Motoqueiro Fantasma’, contracenando ao lado de Nicolas Cage, e voltou ao meio-oeste com ‘The Ballad of Lefty Brown’. Em 2019, participou de ‘The Last Full Measure’, seu último projeto nos cinemas, cuja estreia está marcada para outubro.

Crítica | ‘Sonic – O Filme’ é nostalgia pura e um deleite para os fãs

Para aqueles que se lembram dos anos entre as décadas de 1990 e 2000, é bem provável que a companhia de videogames Sega tenha feito parte da infância de modo mais impactante que imaginamos. Afinal, a desenvolvedora é simplesmente a responsável por trazer a franquia ‘Sonic’ à vida – criando uma narrativa divertida (e descoberta e redescoberta constantemente por fãs de jogos clássicos) que gira em torno de um ouriço antropomorfizado que luta contra o perigoso Doutor Eggman, um cientista maluco.

Desde 1991 até os dias de hoje, a trupe de personagens já apareceu em diversas produções, migrando para as telinhas um ano depois do lançamento, ganhando inúmeros especiais em longa-metragem e, finalmente, recebendo um tratamento em live-action que segue a onda das inúmeras releituras lançadas na última década. Aqui, a Paramount Pictures ficou a encargo de não apenas trazer esse enredo para os novos adultos que se recordam com facilidade de permanecer horas e horas na frente dos computadores pegando o máximo de anéis de ouro que conseguissem, mas também comprometendo-se a apresentar o icônico universo à nova geração – e o resultado é muito mais divertido e satisfatório do que esperávamos.

Depois de comentários controversos acerca do design do protagonista, ‘Sonic – O Filme’ passou um pouco de seu orçamento original por uma boa causa; resgatando os elementos clássicos dos games em vez de permanecer atado a uma ideia que já havia se provado falha, o estúdio responsável pela adaptação deu voz ao público e não pensou duas vezes em respaldar seus desejos. Dessa forma – e alguns adiamentos depois -, a obra estava pronta e lapidada para chegar as telonas, delineando uma mitologia que, apesar de ter sido explorada em níveis superficiais, pavimenta um caminho interessante para futuras iterações (respaldadas por duas cenas pós-créditos que são um deleite aplaudível para qualquer um que tenha o mínimo de contato com os jogos).

A trama é centrada em Sonic (Ben Schwartz), um ouriço azul dotado de habilidades incríveis que o permitem correr numa velocidade imensurável. Sonic vive em uma dimensão alternativa e é obrigado a fugir para a Terra para escapar de forçar malignas cujo principal objetivo é capturá-lo e entender a fonte de seus poderes. Utilizando aros dourados que o permitem viajar entre os vários mundos que existem na vastidão do universo, ele acaba se isolando em Green Hills, uma pequena cidade do interior dos Estados Unidos, e constrói uma espécie de caverna, onde passa seus dias na mais pura solidão – e desenvolve uma relação platônica com o xerife Tom Wachowski (James Marsden) e sua família.

Como já podemos imaginar, a trama segue uma linearidade nostálgica o bastante para que os espectadores de diferentes idades tenham a oportunidade de se conectar com os personagens apresentados. Mais do que isso, o roteiro assinado por Pat Casey e Josh Miller nutre-se de uma temática conhecida que oscila entre explorações sobre exílio e sobre autoaceitação (não é à toa que Sonic prefira – ou acredite que tudo não passa de uma escolha – se isolar a ter qualquer contato humano). Entretanto, as coisas mudam quando o nosso adorável herói acaba liberando uma quantidade gigantesca de energia, provinda de sua frustração por estar por conta própria, e chama a atenção do governo norte-americano, que contrata a mente sórdida de Robotnik (Jim Carrey) para descobrir o que aconteceu.

Robotnik e Sonic funcionam como dois extremos de uma complexa linha que entrelaça cada uma das personas apresentadas. É claro que precisamos levar em consideração que o filme é destinado principalmente a um público mais jovem (o que suprime investidas mais profundas por parte da equipe criativa). De qualquer forma, o vilanesco cientista é perigoso justamente por sua instabilidade e por seu intelecto inigualável, o que acaba transformando-o em um valentão de jaleco preto cuja missão é conquistar o mundo. Sonic, por sua vez, percebe que precisa fugir (mesmo estando cansado disso), mas acaba cruzando caminho com Tom e perdendo sua única chance de escapar.

Mesmo perdendo um pouco a mão na transição do segundo para o terceiro ato, Jeff Fowler de fato nos surpreende ao comandar o vindouro projeto. Apesar de já ter trabalhado em certas produções cinematográficas e televisivas (ganhando uma indicação ao Oscar de Melhor Curta-Metragem Animado), é notável como o diretor imprimi sua própria perspectiva em uma narrativa que atravessa as gerações. Mais do que isso, sua estreia na esfera dos longas-metragens pura, simples ser sem simplista, conseguindo arquitetar sequências divertidas e recheadas de ação – algumas delas inclusive repaginando o estilo dos games em uma modernização interessante e muito bem-vinda.

‘Sonic – O Filme’ é uma obra surpreendente, cuja promessa em nos levar a um tempo que não voltará mais é cumprida em uma história coesa e emocionante. Mais do que isso, a iteração é movida por uma ingenuidade pueril que nos mantém entretidos do começo ao fim, unindo o novo e o saudosista em um lugar que exala um enérgico potencial.

‘La Révolution’: Ficção da Netflix sobre a Revolução Francesa ganha teaser oficial; Confira!

Netflix divulgou o primeiro teaser oficial de ‘La Révolution’, série fictícia que fará uma releitura da Revolução Francesa.

Confira:

Aurélien Molas é o criador e showrunner da produção. Gaïa Guasti assina o roteiro.

Nesta releitura fictícia da Revolução Francesa, o futuro inventor da guilhotina descobre uma doença que faz com que membros da nobreza matem cidadãos comuns.

‘La Révolution’ estreia em outubro na plataforma, ainda sem data confirmada.

Fiona Apple divulga clipe oficial de “Shameika”, canção do álbum ‘Fetch the Bolt Cutters’

A lendária Fiona Apple divulgou recentemente o videoclipe oficial de “Shameika”, uma das canções do aclamado álbum ‘Fetch the Bolt Cutters’.

Confira:

Crítica | ‘Fetch the Bolt Cutters’ é o melhor álbum do ano (e a obra-prima de Fiona Apple)

Seu quarto álbum de estúdio foi lançado em 17 de abril deste ano e tornou-se o mais bem avaliado do ano, alcançando a pontuação quase perfeita de 98/100 no Metacritic, incluindo uma rara nota máxima do site Pitchfork (o segundo do veículo).

Apple lançou seu primeiro álbum de estúdio em 1996, chamado ‘Tidal’. Desde então, ascendeu a fama com produções impecáveis, dando uma breve pausa em sua carreira em 2012 com ‘The Idler Wheel…’.