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Game Of Thrones – Temp. 05 – Ep. 05

O PIOR

 

O pior. De longe, o pior episódio de Game Of Thrones – GoT. Costumo ser generoso com séries que têm um histórico bacana. Mas, não dá! Foi um ep. arrastado. Pela primeira vez senti sono vendo GoT, algo sintomático numa série como esta.

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É natural que em séries haja alternância entre eps. mais movimentados, privilegiando a ação, com outros dedicados ao desenvolvimento de personagens ou arrumando o campo para eventos maiores. Muitas vezes, os roteiristas de GoT conseguiam um equilíbrio perfeito entre ação e reflexão, como no 9º ep. da segunda temporada. Tivemos a adrenalina da batalha de Blackwater e diálogos incríveis como aquele entre Tyrion (Peter Dinklage) e Varys (Conleth Hill), no qual, além de reflexões políticas, tivemos um aprofundamento da personalidade dos dois. Enfim, os roteiristas já provaram a sua capacidade.

 

Mas… este 5º ep. mandou o equilíbrio para lá da Muralha. As cenas de ação poucas e de dar sono. Nenhum diálogo marcante. E o mais curioso: fatos importantes não vimos, só ouvimos falar. A saída de Stannis (Stephen Dillane) da Muralha, as decisões de Daenerys (Emilia Clarke), as decisões de Jon Snow (Kit Harington), a mensagem de Brienne (Gwendoline Christie) para Sansa (Sophie Tuerner). É como se todos os eventos que assistimos neste ep. tivessem apenas a função de arrumar o tabuleiro para o que virá depois. Se fosse só isso, tudo bem. O que enterra o ep. de vez é a preguiça com que essas peças são arrumadas. A sensação é de os roteiristas tiraram o carro da garagem e desligaram o motor na frente da saída. O único entrecho mais interessante foi o de Sansa reencontrando-se com Greyjoy (Alfie Allen).

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Torço para que este 5º ep. não seja o sinal de que os roteiristas estão perdidos, sem saber o que fazer com os atrasos de George R. R. Martin, mas que realmente se prove um ep. seminal para o restante da série. E torço que a segunda metade da temporada decole, caso contrário, o ep. 04, o melhor até aqui, terá sido mesmo um voo de galinha.

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10 crimes não resolvidos que viraram filmes ou séries

O universo True Crime vem ganhando cada vez mais força com a chegada dos streamings trazendo ao público histórias misteriosas que chocam muitos países. Pensando nesse recorte, resolvemos criar uma lista com 10 crimes não resolvidos que viraram filmes ou séries:

 

Aqui quem fala é o Zodíaco (Netflix)

Ao longo de três intensos episódios, a minissérie documental Aqui quem fala é o Zodíaco joga uma luz em detalhes sobre um homem e misteriosos assassinatos que até hoje geram especulações.

 

A Grande Descoberta (Netflix)

As mãos dadas da ciência com quem protege a sociedade. Trazendo os detalhes – de forma cirúrgica – de uma das mais famosas e extensas investigações de assassinato da história da Suécia, a minissérie true crime da Netflix, A Grande Descoberta, nos mostra de maneira incisiva e sem rodeios como a ciência e uma operação policial andaram lado a lado através da genealogia genética.

 

Quem matou Maria Marta? (Netflix)

Essa minissérie documental nos mostra os desenrolares do assassinato de Maria Marta, uma mulher encontrada sem vida numa banheira, que logo ganha a atenção da mídia. Um crime misterioso com reviravoltas na investigação.

 

A Garota Desaparecida do Vaticano (Netflix)

Em quatro episódios intensos e com muitas reviravoltas vamos acompanhando o misterioso sequestro de Emanuela Orlandi, em junho de 1983, que rendeu inúmeras teorias que vão desde um falso sequestro que deu errado até mesmo uma enorme conspiração que envolve um antigo banco italiano, a Banda della Magliana (máfia romana) até mesmo o Vaticano. Mas qual a verdade sobre o ocorrido? Tentando desvendar esse mistério ao longo dos anos, vemos um jornalista italiano que sabe muito do caso além de familiares da jovem sequestrada, que sofrem muito até hoje pela desaparecimento dela.

 

Mistérios sem Solução (Netflix)

Essa série nos leva até alguns alguns casos de crimes, desaparecimentos e outros que até hoje estão sem solução.

 

Assassinato em Middle Beach (Max)

Ao longo de quatro episódios, vemos um homem em busca da solução do assassinato da própria mãe

 

Morcego Negro

Será só um o vilão dessa história? Exibido no Festival é Tudo Verdade, o espetacular documentário Morcego Negro nos leva de volta para o final da década de 80 e início dos anos 90, um período de recomeço da democracia, onde um lobista de Alagoas se tornaria uma figura central no impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello. Com 10 anos de pesquisas sobre a vida de PC Farias, materiais de arquivos (alguns exclusivos), depoimentos de jornalistas, amigos, família, os cineastas Chaim Litewski e Cleisson Vidal resumem de forma intrigante o cenário político dentro da recém-restaurada democracia brasileira além de fatos sobre o misterioso assassinato do lobista.

 

O Desaparecimento de Madeleine McCann

Minissérie lançado em 2019 nos mostra mais detalhes do desaparecimento de uma criança durante as férias da família em Portugal.

 

Quem Matou JonBenét Ramsey?

Em três episódios vamos conhecendo mais detalhes sobre a investigação de um crime que chocou todo um país.

 

Amanda Knox

Nesse documentário acompanhamos mais detalhes sobre um crime que até hoje tem seus mistérios com uma pessoa chave para as investigações.

Os 10 Melhores Filmes Originais da Netflix

O CinePOP resolveu listar para você os melhores filmes originais produzidos pela Netflix. E para tudo ficar mais democrático, como sempre, a pesquisa foi feita em cima da opinião do grande público – o que pode incluir críticos, cinéfilos, profissionais da indústria, especialistas, entusiastas e o espectador comum.

Antes de começarmos a lista, vale dizer que nem todos os filmes elogiados por gregos e troianos encontraram lugar na lista, então aqui vão algumas menções honrosas de filmes que são adorados: Aniquilação (2018), 22 de julho (2018), Já Não Me Sinto em Casa Nesse Mundo (2017), Estrada Sem Lei (2019), The Dirt – Confissões do Mötley Crüe (2019), Primeiro Mataram Meu Pai (2017), Crônicas de Natal (2018) e Para Todos os Garotos que Já Amei (2018).

Ps. Vale lembrar também que nesta lista não trataremos de nenhum documentário, apenas filmes de ficção. Estamos pensando em fazer uma lista só para os documentários em breve.

Sem mais delongas, vem conhecer.

10 | Jadotville  (2016)

Estrelado por Jamie Dornan, o Sr. Grey da franquia 50 Tons de Cinza, este longa ação é baseado no livro de Declan Power. Recontando uma história real, este drama biográfico de guerra narra a trajetória do Comandante irlandês Pat Quinlan (Dornan) que liderou sua tropa fazendo cerco à invasão de mercenários franceses e belgas no Congo na década de 1960. No elenco, nomes como Emmanuelle Seigner, Guillaume Canet e Mark Strong.

09 | Amizades Improváveis (2016)

Mais acostumado a papeis em comédias, e recentemente tendo adentrado o universo de super-heróis da Marvel como o Homem-Formiga (2015 e 2018), Paul Rudd apostou num drama em sua primeira colaboração com a Netflix. Tudo bem que o longa, igualmente baseado num livro, tem doses de humor – muitas vezes incorreto. Aqui, Rudd vive um sujeito participando de um projeto social como cuidador de jovens deficientes para superar um trauma de família. Ele parte em uma viagem pelo país com um rapaz preso a uma cadeira de rodas (papel de Craig Roberts). No caminho, encontram a “rebelde” personagem de Selena Gomez.

08 | Okja (2017)

Em cartaz com o sucesso absoluto Parasita, enaltecido como um dos melhores filmes deste ano, o talentoso cineasta sul coreano Bong Joon-ho marca presença na lista dos melhores filmes originais da Netflix. A pareceria do colosso do audiovisual com a mente criativa do diretor se deu neste projeto de cunho ecológico. Escrita pelo próprio Joon-ho, a história apresenta uma empresa criando um novo animal em laboratório – uma espécie de vaca misturada com hipopótamo. O propósito do animal é uma comida mais saudável, mas para o teste, diversos fazendeiros devem criar um bicho para ver qual irá se mostrar mais apto à produção em massa. No entanto, a netinha de um destes fazendeiros acaba se afeiçoando a uma das criaturas, a quem ela nomeia Okja.

Crítica | Okja – produção Netflix de prestígio, saída de Cannes, estreia na plataforma

07 | A Balada de Buster Scruggs (2018)

Este projeto dos renomados irmãos Coen inicialmente nasceria como uma série, dividida em episódios. Se formos parar para pensar, a ideia não foi muito modificada, já que se transformou num filme episódico, sem ligação entre suas histórias, contando seis subtramas como uma verdadeira antologia. Com todas as suas tramas passadas no velho oeste, o longa varia os gêneros de seus trechos, desde a comédia/ musical (a melhor delas), passando por drama, suspense e até histórias existencialistas. Surpreendendo a todos, o filme dos Coen foi indicado a três Oscar: figurino, canção e roteiro adaptado.

Crítica | A Balada de Buster Scruggs – Relatos Selvagens do Velho Oeste

06 | Meu Nome é Dolemite (2019)

O mais recente sucesso da Netflix também encontra lugar na lista. Meu Nome é Dolemite é um drama biográfico, dono de muito bom humor, que funciona como uma mistura de Ed Wood (1994) e Artista do Desastre (2017), mas voltado ao universo do cinema blaxploitation da década de 1970. O longa também celebra os retornos à boa forma de Eddie Murphy e Wesley Snipes, cotados a prêmios na próxima temporada.

Crítica TIFF | Meu Nome é Dolemite – A redenção de Eddie Murphy

05 | O Rei (2019)

E se Dolemite foi lançado na plataforma há pouco tempo, este drama medieval épico estreou há menos tempo ainda. Novo trabalho dos parceiros David Michôd e Joel Edgerton no roteiro, depois de The Rover – A Caçada (2014). Este é o segundo longa que Michôd dirige para a Netflix depois de War Machine (2017), estrelado por Brad Pitt. Aqui, temos recontada a história de Henrique V, e sua ascensão ao trono da Inglaterra. O personagem histórico é vivido pelo jovem Timothée Chalamet, e o elenco conta ainda com Robert Pattinson.

Crítica | ‘O Rei’ é um épico de guerra que funciona melhor como drama histórico

04 | El Camino: A Breaking Bad Film (2019)

A série Breaking Bad (2008-2013) indiscutivelmente é um dos maiores sucessos televisivos dos últimos anos, ou quem sabe de todos os tempos. Seu criador, Vince Gilligan, soube capitalizar em cima do sucesso e tratou de gerar um derivado, Better Call Saul, que mesmo bem diferente do material original, também se tornou sucesso. Agora, o próprio Gilligan escreve, produz e dirige o primeiro longa do universo de Breaking Bad – focando no personagem de Aaron Paul, Jesse Pinkman. O filme continua a trajetória do sujeito e igualmente conquistou tantos elogios que chega em quarta posição de nossa lista.

Crítica Netflix | El Camino: A redenção de Jesse Pinkman em um filme que honra sua jornada

03 | O Menino que Descobriu o Vento (2019)

Esta história de que a Netflix só fazer filmes ruins já caiu por terra há tempos, é só dar uma olhada em quantos longas de excelência a casa lançou só este ano – na lista este já é o quarto. Baseado numa história real e no livro que serviu como as memórias do protagonista, chega este drama que chamou muita atenção no início do ano por seu teor emotivo. A obra marca a estreia na direção do ator indicado ao Oscar Chiwetel Ejiofor (12 Anos de Escravidão), que também adapta o roteiro e estrela a produção. Na trama, um menino desenvolve um gerador de vento para salvar sua família e sua aldeia de fome e sede, em Malawi, África.

Crítica | O Menino que Descobriu o Vento – Drama africano possui mensagem fortíssima

02 | Beasts of No Nation (2015)

A primeira produção original da Netflix mostrou que o colosso não estava para brincadeira. Logo de casa a empresa emplacou um golaço com este drama cru baseado num livro sobre as experiências de um garoto transformado em soldado da guerra civil de um país africano não nomeado. O longa traz um desempenho impactante de Idris Elba na pele do guerrilheiro aliciador de crianças para seu exército. Na época, a Netflix fez uma forte campanha para a entrada do longa no Oscar, mas a Academia então vetou a participação da obra. Alguns anos depois e as portas foram abertas para a empresa, que já conseguiu emplacar algumas de suas produções na maior festa do cinema mundial.

01 | Roma (2018)

No topo do pódio como a melhor produção original está Roma, drama de Alfonso Cuarón, indicado para 10 prêmios no Oscar deste ano, incluindo melhor filme, atriz, atriz coadjuvante e roteiro, e vencedor de três: fotografia, filme estrangeiro e diretor. Só por este currículo, podemos ver que sua liderança é justificada. Pelo menos cacife a obra possui. Escrito pelo próprio Cuarón, sobre suas experiências na infância, o longa foi todo produzido em preto e branco, e faz uso de técnicas de filmagens riquíssimas, como somente um mestre do porte do diretor mexicano pode entregar. A trama narra a trajetória de uma jovem mexicana que trabalha como empregada doméstica de uma família, ao mesmo tempo precisando lidar com seus problemas pessoais, como uma gravidez indesejada.

Crítica | Roma: Alfonso Cuarón faz carta de amor à sua babá no melhor filme de 2018

FLOPOU! ‘Gremlins 2’, ‘Dick Tracy’, ‘Rocky V’, ‘A História Sem Fim 2’ e os Grandes FRACASSOS do Cinema que Completam 35 Anos

O revisionismo artístico é um conceito bem interessante. E quando pensamos em cinema, é um exercício saudável e necessário. Afinal, o mundo está o tempo todo em constante mudança, principalmente no que diz respeito a conceitos sociais. O que era regra antes, hoje pode ser a exceção. Mas nada de cancelamentos. O lance é utilizar este estudo antropológico como aprendizado.

A cultura evoluiu muito ao longo dos séculos, e não existe melhor cápsula do tempo do que o cinema. O racismo, o preconceito e o machismo inerentes do passado são só alguns dos tópicos que podem ser encontrados em diversas produções, sem que precisemos voltar muito no passado. Tais elementos que descem extremamente “quadrados” hoje, são razões mais que justificáveis para a impopularidade de uma obra quando a visitamos atualmente. Mas existe também o efeito contrário, de filmes que passaram em branco em seu lançamento, e terminam ganhando status de cult a cada nova geração, terminando considerados à frente de seu tempo.

E aqui no CinePOP somos totalmente a favor de segundas, terceiras e até quartas chances para produções cinematográficas incompreendidas em seu tempo. No entanto, na coluna dos Grandes Flops apresentamos somente os fatos (que não podem ser mudados ou apagados) sobre o custo x bilheteria e opinião crítica de tais longas.

A ideia é celebrar estes fiascos em sua totalidade, visando uma nova oportunidade a estas produções – que nem todos podem conhecer. Desta forma, vem com a gente lembrar destas obras ambiciosas, cujo resultado, ao menos na época, deixou a desejar.

Estes são os Grandes Flops do Cinema que Completam 35 Anos em 2025.

Gremlins 2

Falando em continuações cujo resultado ficou bem aquém do original e do esperado em si, aqui temos a sequência de outra fantasia juvenil saída diretamente de 1984. Esta, com leves toques de terror. Gremlins, com produção de Steven Speilberg, roteiro de Chris Columbus (Esqueceram de Mim) e direção de Joe Dante (Meus Vizinhos São um Terror), entraria para a história como um dos filmes mais queridos e famosos dos anos 1980. Outra vez a Warner demorava para arquitetar a continuação, talvez esperando o roteiro certo. Com o mesmo time na frente e atrás das câmeras, Gremlins 2 sairia seis anos depois, abrindo a década de 1990.

A verdade é que alguns filmes, por mais queridos que sejam, terminam de uma forma que se torna um verdadeiro quebra-cabeça para os roteiristas bolarem uma continuação. Isso mostra que no passado, um longa tinha começo, meio e fim, sem a preocupação de planejar com antecedência uma segunda parte. Por mais louvável que fosse, o fato igualmente terminava colocando os envolvidos, muitas vezes, num beco sem saída, a fim de não deixar transparecer que a opção de continuar uma história era meramente financeira – o que em muitos casos é a mais pura verdade. E Gremlins foi um destes casos onde o “The End” significou o fim mesmo.

Ou será? Já que, um tempinho depois, tiraram da cartola um retorno para o fofucho Gizmo e seus irmãozinhos endiabrados que se transformam em monstrinhos escamosos. A opção para esta sequência foi mover a trama para Nova York, mas como filmar lá é caro, a ação se desenrola toda dentro de um prédio altamente hi-tech. Com um orçamento inflado de US$50 milhões, Gremlins 2 não conseguiu sequer se pagar, arrecadando US$41 milhões. O que colocou um ponto final na cultuada franquia. Desde então boatos sobre um terceiro filme circulam e agora podem estar de fato ganhando vida. Gremlins e Goonies são dois dos filmes que os fãs dos anos 1980 mais querem ver continuações atuais.

 

A História Sem Fim 2

Por mais difícil que seja acreditar, a continuação da querida fantasia alemã foi um fracasso. E sim, eu disse alemã – por mais que seja falada em inglês e tenha atores americanos, o primeiro A História Sem Fim (1984) é uma produção da Alemanha, país de onde saiu o roteirista e diretor do longa Wolfgang Petersen. Mas a verdade é que apenas o filme original é visto e guardado com carinho pelos fãs. E bem que deveriam mesmo, já que é um marco para o cinema de fantasia infantil – reverenciado ainda hoje, como na série Stranger Things, da Netflix. O longa original, com um orçamento de US$27 milhões, arrecadou US$100 milhões mundialmente, se tornando um fenômeno para a época.

Querendo capitalizar no sucesso, mas esperando consideráveis seis anos para tirar a ideia do papel, a Warner (que já havia coproduzido o primeiro e o distribuído na América) confeccionou uma sequência, lançada há exatos 35 anos. Um dos detalhes mais notados pelos fãs foi a mudança do elenco principal, em especial do menino protagonista Bastian e o aventureiro mirim Atreyu – ambos reescalados. Curiosamente, com a saída de Petersen do projeto, outro diretor renomado pegaria a vaga: ninguém menos que o australiano George Miller – então com a trilogia Mad Max e As Bruxas de Eastwick já no currículo.

Quase uma refilmagem do original, a continuação custou ainda mais caro para o estúdio, com um orçamento de US$36 milhões. A arrecadação, no entanto, se mostraria insatisfatória com o retorno de apenas US$17 milhões nos EUA. Devido ao sucesso de sua mitologia e sua carreira internacional, a franquia seguiu para um terceira parte (1994), novamente trocando os atores, uma série em animação (1995) e uma série em live-action (2001).

O Predador 2

Mais uma segunda parte estreava nos cinemas há trinta e quatro anos. E não será a última da lista. 1990 foi um dos anos com mais continuações na história do cinema, e você achando que era coisa de agora. O Predador (1987), veículo de ação para Arnold Schwarzenegger, embora detonado pela crítica, ganhou ares de cult e fez uma bilheteria decente – com um orçamento de US$15 milhões, recuperando para FOX US$98 milhões mundiais. A premissa era simples: quem enfrentará agora o musculoso protagonista, que já havia descartado tudo quanto era inimigo em seus filmes que exalavam testosterona? E foi assim que algum roteirista teve a ideia de coloca-lo para se digladiar com uma criatura vinda de outro planeta.

Nos anos 1980, filmes com criaturas faziam muito sucesso, com técnicos em efeitos e maquiadores se esbaldando em concretizar alguns personagens que se tornariam icônicos, entrando para sempre no imaginário popular dos fãs e para a história do cinema. Assim, o alienígena humanoide com cara de crustáceo era uma figura interessante demais em seu design para simplesmente desaparecer após um único filme. Ainda mais quando esse filme se mostrou um sucesso. Três anos depois, os executivos da FOX finalmente o tiravam da gaveta para mais uma caçada na Terra.

Porém, se deparavam com o primeiro grande empasse. Schwarzenegger tinha peixes maiores para fritar (como O Exterminador do Futuro 2) e se recusou a voltar. A solução foi mover a ação para uma selva diferente (a Los Angeles do “futuro” de 1997) e escalar Danny Glover (saído do sucesso de dois Máquina Mortífera) para viver o durão e escaldado detetive Harrigan. Embora não tenha o apelo do primeiro, O Predador 2: A Caçada Continua tem seus atrativos e pode ser considerada uma obra subestimada.

Com um orçamento três vezes maior que o original, o filme não se pagou nos EUA, arrecadando apenas US$30 milhões. A salvação do longa foi o mercado internacional, onde juntou outros US$30 milhões, mesmo assim ficando abaixo do esperado. Ah sim, se tornando também uma franquia da qual ninguém sabe o que fazer, já que ao menos outras três investidas – Alien vs. Predador (2004), Predadores (2010) e O Predador (2018) – deram com os burros n’água.

 

Rocky V

Calma, por aqui também amamos a franquia Rocky. Mas mesmo dentre os fãs e aficionados, o quinto episódio é considerado o mais problemático e deslocado. De fato, até o próprio criador da franquia Sylvester Stallone confessa o erro que foi este Rocky V. O gosto amargo do filme deixou o ator inquieto por dezesseis anos, até tirar da cartola Rocky Balboa (2006) – simplesmente para poder ter um “encerramento” adequado para a franquia. A tentativa de voltar às origens aqui se mostrou um tiro no pé, com Rocky de volta ao seu velho bairro depois de ter perdido tudo. Mas o pior é a trama em si.

No quinto filme, Rocky não sobe aos ringues (coisa que poderia muito bem fazer, já que voltaria para lutar com tudo dezesseis anos depois)! A opção por uma “história mais humana”, mostra o protagonista treinando um novo talento promissor, a quem acolhe como um pupilo, enquanto renega o próprio filho e seus problemas. No entanto, seu lutador protegido irá se mostrar fraco de caráter, o traindo. O clímax ocorre com os dois saindo no braço no meio da rua, numa briga sem regras.

O fato faz de Rocky V o ponto fora da curva da franquia. Fracasso de crítica, o longa sequer se pagou em território norte-americano, custando US$42 milhões e arrecadando US$40 milhões. Graças ao mercado internacional, Rocky V conseguiu escapar por completo do desastre, retornando uma boa bilheteria mundial. Mas se levarmos em conta o desempenho do antecessor Rocky IV, que se tornou a segunda maior bilheteria de cinco anos antes, com absurdos US$300 milhões mundiais, e US$130 milhões só nos EUA, fica ainda mais evidente o mau desempenho deste sucessor.

 

A Fogueira das Vaidades

Começamos a lista com o que é provavelmente o maior fracasso do cinema de 35 anos atrás. E não apenas isso, A Fogueira das Vaidades pode ser considerado um dos maiores fracassos dos anos 1990, e quem sabe da história do cinema. Além disso se tornou uma verdadeira aula de como NÃO adaptar um livro de tremendo sucesso ao cinema. Baseado no best-seller de Tom Wolfe, o filme logo se tornou um baita investimento da Warner, que almejava levar para as telonas em grande estilo a história sobre um magnata e sua amante que atropelam um sem-teto e fogem sem prestar socorro, vendo sua vida de alta classe social ser virada do avesso graças a investigação de jornalista alcoólatra desacreditado.

Dá para ver por esta premissa que um suculento tema sobre luta de classes pode ser espremido daí – algo que não é novidade em Hollywood. A narrativa da obra literária, apesar do assunto trágico e sério, é levado na base da acidez e ironia, acrescentando muitas camadas ao texto. Para a empreitada, o estúdio tirou de seus cofres US$50 milhões para o orçamento e contratou para o comando o veterano prestigiado Brian De Palma – recém saído dos sucessos de Os Intocáveis e Pecados de Guerra, aderindo assim à sua primeira comédia.

Na frente das telas, um verdadeiro time de peso: Tom Hanks, Melanie Griffith e Bruce Willis dividindo as telas pela primeira vez. Além de uma ponta de Morgan Freeman. Uma das maiores críticas que o filme recebeu foi sobre a escalação equivocada de Willis para o papel do jornalista, e seu trabalho ligado no automático. Conclusão: o alto investimento viu o retorno de apenas minguados US$15 milhões em bilheteria, além de um verdadeiro massacre por parte da crítica.  

Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus

Por mais que A História Sem Fim e Gremlins tenham demorado a gerar continuações, nada se compara a esta animação da Disney – que criou uma lacuna geracional entre seus fãs. Afinal, qual criança ou adolescente em 1990 lembraria do sucesso Bernardo e Bianca, lançado em… 1977? A dupla que dá nome ao título são dois camundongos parte de uma agência de investigação e resgate, cuja última missão é encontrar uma garotinha sequestrada por caçadores. O filme, que teve US$7.5 milhões de orçamento, arrecadou US$71.2 milhões em bilheteria, algo muito impressionante.

Apesar do sucesso, na época a Disney não era essa máquina de gerar franquias e continuações que é hoje, acreditando muito mais em histórias originais. Pula para 1990, uma época que, como dito, viu uma enxurrada de continuações ser lançadas. Seguindo de perto a tendência, o estúdio do Mickey resolveu dançar conforme a música e orquestrar o retorno de dois outros ratinhos famosos de seu acervo. O problema? Talvez tenham esperado demais, já que a volta de Bernardo e Bianca demorou nada menos que treze anos. Desta vez, a ideia foi leva-los para a Austrália, onde um caso envolvendo um menino desparecido e uma rara águia dourada na mira de caçadores os aguardava. Com um orçamento de US$30 milhões, a animação sequer se pagou, rendendo em bilheteria US$27 milhões. O fato fez do filme uma das produções animadas da Disney mais obscuras de seu acervo.

 

Duck Tales – O Filme

Quem ouve falar da Disney hoje, uma mega corporação dona de propriedades como a Fox, a saga Star Wars, a Pixar e a Marvel, só pensa em monopólio e em domínio mundial. A geração atual pode até achar que a entidade multibilionária é perfeita e sem defeitos. Mas estes mesmos não imaginam o perrengue que o estúdio já passou, e para isso nem precisamos voltar muito no tempo, 35 anos no passado já está bom. No mesmo ano do fiasco Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus, a Disney lançava outra produção animada que visava cair no gosto dos pequenos, se tornando o novo fenômeno popular, mas tudo que viu foi despesas e dor de cabeça – já que as crianças da época só queriam saber de Batman e das Tartarugas Ninja: então dois sucessos recentes.

Aqui, falamos de Duck Tales – O Filme, adaptação para as telonas de um famoso desenho animado da casa. Duck Tales: Os Caçadores de Aventuras deu protagonismo nas telinhas pela primeira vez para o avarento Tio Patinhas, o tio ricaço, mas pão duro, do Pato Donald, e seus três sobrinhos: Huguinho, Zezinho e Luizinho (Hewey, Dewey e Louie). O seriado foi uma febre, e durou de 1987 a 1990 – terminando bem na época do lançamento de sua primeira versão em longa-metragem. No cinema, com ares de Indiana Jones, no entanto, ninguém quis pagar para ver os personagens. Apesar das críticas na maioria positivas, a animação não fez o barulho esperado pelo estúdio e mesmo com uma bilheteria de US$18 milhões, gerou um prejuízo de US$2 milhões para a Disney. Mas nem tudo está perdido, já que uma nova série animada com os personagens de Duck Tales foi lançada em 2017, e ainda está no ar. A Árvore da Maldição

O Exorcista (1973) é considerado por muitos um dos melhores filmes de terror da história do cinema, constantemente citado em listas de especialistas. O sucesso foi tanto que, além de indicações ao Oscar (inclusive de melhor filme, sabia desta?), a produção gerou quatro continuações (com o quarto filme sendo dividido em duas obras de diretores diferentes) e uma série de TV de sucesso. Ou seja, é prestígio para ninguém botar defeito.

Grande parte do sucesso de O Exorcista se deve ao seu diretor, William Friedkin – que igualmente foi indicado ao Oscar na categoria de direção pelo longa. Sendo assim, era somente natural que o retorno do cineasta ao gênero que o consagrou fosse extremamente aguardado. E ele ocorreria 17 anos após ter comandado O Exorcista, com este A Árvore da Maldição. Igualmente baseado num livro, desta vez escrito por Dan Greenburg, a obra fala sobre ocultismo, magia negra, sacrifícios e deuses druidas da natureza.

Na trama, um casal jovem pais de um bebê contratam uma babá para cuidar de sua pequena cria recém-nascida, somente para descobrir que a mulher faz parte de uma sociedade secreta, no melhor estilo A Profecia (1976), que planeja sacrificar a criança para uma árvore-demônio. Detonado pelos críticos, o longa, que teve bastidores problemáticos, subitamente se tornou um “filme maldito” na carreira de Friedkin e dos envolvidos, sobre o qual o cineasta se recusa a falar. Tanto que o diretor utilizou o infame pseudônimo de Alan Von Smithee em uma versão do filme editado para a TV a cabo (e pensar que Sam Raimi, o diretor originalmente vinculado ao projeto, se livrou de uma boa). Embora o orçamento do longa não seja divulgado pela Universal, o filme foi considerado um fracasso financeiro, arrecadando US$17 milhões.

 

Air America – Loucos Pelo Perigo

Com franquias como Mad Max e Máquina Mortífera em seu currículo, a carreira de Mel Gibson ia de vento em popa. Justamente no período, o ator australiano era alçado ao status de astro de Hollywood, com cada projeto tocado por ele se transformando em ouro imediato. Por outro lado, seu colega mais jovem Robert Downey Jr saía de uma leva de produções adolescentes, onde ele acumulou muito reconhecimento, e agora estava pronto para alçar voos mais altos (com o perdão do trocadilho). A união da dupla era por si só um evento, já que eram dois dos atores mais quentes da época, vindos de gerações diferentes.

E o projeto escolhido para protagonizar juntos foi a adaptação do livro de Christopher Robbins sobre audaciosos pilotos de helicóptero realizando entregas durante a Guerra do Vietnã. A produção ficou a cargo da extinta Carolco, com distribuição da Columbia / Sony. Mesmo com a diversão de termos Gibson e Downey Jr em cena, o filme rendeu abaixo do esperado para o estúdio – já que o público, a este ponto, talvez estivesse cansado de obras sobre o tema (a Guerra do Vietnã havia sido abordada consecutivamente em sucessos como Platoon, Nascido para Matar, Pecados de Guerra e Nascido em 4 de Julho, por exemplo, há pouco tempo). Com um orçamento de US$35 milhões, Air America rendeu US$31 milhões, e mais US$2 milhões internacionalmente, ainda assim sequer se pagando.

Graffiti Bridge

Voltando ao tópico das continuações, não são apenas os filmes de ação, fantasia, terror e animação que geram sequências, dramas musicais igualmente podem render uma franquia. Ou ao menos tentar. O mais curioso de algumas segundas partes de obras não é o fato de serem inferiores aos seus originais, ou sequer não atingir o resultado esperado, mas sim cair tão profundamente na obscuridade, que nem ao menos tomamos conhecimento que tais longas existem. Afinal, você já tinha ouvido falar na continuação de O Mágico de OZ, criada pela própria Disney, ou do cult máximo do cinema noir detetivesco Chinatown? Pois bem, mas saibam que elas existem, basta procurar na internet.

Exatamente no mesmo quesito podemos encontrar a continuação de Purple Rain, coincidentemente lançado seis anos antes de sua sequência – deu pra sentir uma temática aqui, certo? Mas antes, vamos responder à pergunta dos mais novos, que neste momento devem estar comentando: “que diabos é Purple Rain”? Bem, alguns podem até se lembrar da canção de mesmo nome do artista multifacetado e saudoso Prince. Pois a música foi criada pelo cantor para ser o carro-chefe de uma produção cinematográfica de mesmo nome, que fez grande sucesso e vendeu muitos discos de sua trilha sonora. No filme, Prince conta meio que a história de sua vida, como um aspirante a músico vindo de um lar abusivo, que precisa enfrentar o pai, e os desafios para se tornar um astro do rock. Com um orçamento de US$7 milhões, o musical dramático rendeu dez vezes mais, retornando aos cofres da Warner US$70 milhões.

Se deixando dominar por puro ego, como lhe era familiar segundo relatos, Prince não apenas protagoniza, como assina o roteiro e a direção desta dita “sequência não oficial”. Apesar de tal definição, o músico retorna na pele do personagem The Kid, desta vez um pouco mais velho e bem sucedido, dono de um clube noturno – que continua precisando lidar com problemas relacionados ao submundo do crime em sua cidade. Novamente lançado pela Warner, e contando com um disco de mesmo nome ligado ao projeto (que igualmente fez menos sucesso do que o anterior), Graffiti Bridge, o projeto de vaidade de Prince, fez uso de um orçamento mais reduzido em relação ao original, com US$2.4 milhões gastos. Porém, viu retornar igualmente menos dinheiro, apenas conseguindo se pagar com uma bilheteria de US$4.5 milhões – bem abaixo do que era esperado. Quem sabe foi a falta de sua musa Apollonia que lhe trouxe azar?

Bônus: Dick Tracy

Tudo bem, esta adaptação dos famosos quadrinhos de Chester Gould capitaneada por Warrern Beatty (que produziu, dirigiu e estrelou o filme) está anos luz dos fracassos discorridos acima. Mas a verdade é que com o investimento que Dick Tracy recebeu, esperava-se que seu desempenho com o público fosse bem melhor. Com quase US$50 milhões em seu orçamento, a Disney viu o retorno do dobro nas bilheterias norte-americanas, e mais US$62 milhões internacionalmente, totalizando US$162 milhões.

É preciso lembrar que Dick Tracy foi levado às telonas para ser a resposta da Disney para Batman, da Warner, lançado no ano anterior. As semelhanças entre os blockbusters são muitas, incluindo uma direção de arte chamativa, grandes nomes no elenco (em especial interpretando os vilões – com Jack Nicholson em Batman, e Al Pacino em Dick Tracy) e a trilha sonora de Danny Elfman – que trabalhou em ambos os filmes. Batman provou (novamente, após Superman – O Filme) que filmes baseados em quadrinhos poderiam ser uma ideia extremamente rentável, e a Disney quis sua fatia desta torta. Até mesmo um disco com músicas de um artista sensação do pop foram equivalentes para as produções, com Prince em Batman e Madonna (igualmente na frente das câmeras, no papel da corista Breathless Mahoney) em Dick Tracy. O que não fizeram igual foi a bilheteria, já que Batman deixou Tracy e Beatty comendo poeira – com um orçamento de US$35 milhões, arrecadou US$251 milhões somente nos EUA, e US$411 milhões mundiais, elevando os blockbusters a outro patamar.

‘Knives Out’: Lakeith Stanfield entra para o elenco do suspense estrelado por Daniel Craig

De acordo com o DeadlineLakeith Stanfield (‘Corra!‘) entrou para o elenco de ‘Knives Out‘, suspense estrelado por Chris Evans e Daniel Craig.

Stanfield e Craig irão interpretar detetives.

A trama está sendo descrita como uma “novela policial com um crime misterioso para ser resolvido”.

Rian Johnson (‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘) é responsável pelo roteiro e a direção do filme.

Knives Out ainda não possui data de estreia.

‘Siren’: Busca pela cura do canto das sereias no novo trailer da 2ª temporada; Assista!

O canal Freeform divulgou um novo trailer da segunda metade da 2ª temporada de ‘Siren‘.

Confira:

A série voltará com episódios inéditos no dia 13 de junho.

A segunda temporada tem registrado uma média de 0.17 na demo, o que representa uma queda de 25% em comparação ao ano anterior.

A trama do terror se passa na cidade de Bristol Cove, uma terra com uma lenda muito peculiar: a crença na existência de sereias habitantes daquele mar. A série gira em torno do regresso de uma destas sereias e da luta pelo domínio marítimo.

Alex Roe, Eline Powell, Fola Evans-Akingbola, Ian Verdun e Rena Owen estrelam.

‘Halloween Kills’: Jason Blum afirma que a sequência será ‘grandiosa’

Em entrevista ao Too Fab, Jason Blum afirmou que a aguardada sequência ‘Halloween Kills‘ será “grandiosa”.

“‘Halloween Kills’ será um filme grandioso. A escala Dessa sequência é muito grande.”

A informação é curiosa, considerando que a história voltará a se passar na pequena cidade de Haddonfield e o tom da trama parece intimista, elevando nossas expectativas com o novo confronto entre a Laurie Strode e o Michael Myers. Será que teremos muitas surpresas em ‘Halloween Kills‘?

As duas novas sequências da franquia, intituladas ‘Halloween Kills‘ e ‘Halloween Ends‘, serão filmadas simultaneamente e estrearão no dia 16 de outubro de 2020 e 15 de outubro de 2021, respectivamente.

Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retornará à direção.

Jamie Lee Curtis estrelará ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards e Anthony Michael Hall. Espera-se que Judy Greer e Andi Matichak também retornem.

Sucesso de público e crítica, o reboot de ‘Halloween‘ arrecadou US$ 255.4 milhões mundialmente, alcançando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘Mom’: 8ª temporada ganha data de estreia

Após diversos contratempos por causa da pandemia de coronavírus, a CBS finalmente anunciou quando a 8ª temporada da comédia ‘Mom‘ será lançada.

A nova temporada irá estrear no dia 5 de novembro.

Vale lembrar que a Anna Faris, que interpreta a Christy desde o primeiro episódio da série, NÃO retornará no próximo ciclo. O papel não será reescalado e a ausência da personagem Christy será abordada na narrativa do próximo ciclo.

“Os últimos sete anos em ‘Mom’ tem sido os mais incríveis da minha carreira,” afirmou Farris em uma declaração. “Sou muito grata ao Chuck [Lorre], aos roteiristas e meus incríveis colegas de elenco por criarem uma experiência incrível de trabalho. Enquanto minha jornada como a Christy tenha chegado ao fim, me permitindo buscar novas oportunidades, eu estarei assistindo a próxima temporada e torcendo pela minha família da televisão.”

A série foi criada por Chuck Lorre (‘The Big Bang Theory‘ e ‘Dois Homens e Meio‘).

Christy é uma mãe solteira recém-saída da reabilitação que decide restaurar a ordem em sua vida. Mas sua mãe Bonnie, uma alcoólatra com quem não tinha contato há muitos anos, ressurge e faz com que a tarefa se torne ainda mais complicada.

O elenco inclui Anna Faris, Allison Janney, Mimi Kennedy, Jaime Pressly, Kristen Johnston e Beth Hall.

‘Velozes e Furiosos 9’ já arrecadou mais de MEIO BILHÃO mundialmente

Velozes e Furiosos 9‘ quebrou recordes nas bilheterias no último final de semana! Além de ter se tornado o filme mais rápido a alcançar a marca dos US$ 100 milhões nos EUA desde o início da pandemia (em apenas 8 dias), a sequência também ultrapassou impressionantes US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 125.9 milhões. No mercado internacional, foram arrecadados US$ 374.4 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 500.3 milhões mundialmente – o que representa a MAIOR bilheteria global de uma produção hollywoodiana desde a pandemia, superando a arrecadação de ‘Godzilla vs Kong‘ (US$ 444.1m).

Confira nossas entrevistas de ‘Velozes e Furiosos 9′:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘Boy Kills World’: Atriz de ‘Em Defesa de Jacob’ se junta ao elenco do terror produzido por Sam Raimi

De acordo com o Deadline, Michelle Dockery (‘Em Defesa de Jacob’) entrou para o elenco de ‘Boy Kills World‘, terror distópico produzido por Sam Raimi (‘Arrasta-me Para o Inferno’).

A atriz irá interpretar Melanie, uma maníaca por controle que tenta projetar uma imagem perfeita de sua família para esconder o desespero por trás da podridão de sua dinastia.

Bill Skarsgard (‘It: A Coisa’) irá estrelar a produção.

O ator interpretará um personagem mudo e surdo, com uma imaginação vibrante. Quando sua família é assassinada, ele foge para a floresta e é treinado por um xamã misterioso (Yayan Ruhian) para suprimir sua imaginação infantil e se tornar um instrumento da morte.

Jessica Rothe (‘A Morte te Dá Parabéns’), Andrew Koji (‘Snake Eyes’), Isaiah Mustafa (It: Capítulo 2′), Famke Janssen (‘A Casa da Colina’), Sharlto Copley (‘Distrito 9’), Brett Gelman (‘Stranger Things’), Quinn Copeland (‘Punky Brewster’) e os gêmeos Cameron e Nicholas Crovetti (‘Big Little Lies’) completam o elenco.

O alemão Moritz Mohr será responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Arend Remmers e Tyler Burton Smith.

Roy Lee irá produzir o longa através da Vertigo Entertainment.

As filmagens irão começar em breve, na África do Sul.

‘Mundo Estranho’ FRACASSA e deve dar prejuízo de quase US$ 150 milhões para a Disney

Apesar das projeções iniciais indicaram uma estreia em torno de US$ 35 milhões, a animação ‘Mundo Estranho‘ fracassou nas bilheterias norte-americanas ao arrecadar apenas US$ 18.6 milhões durante o final de semana estendido de Ação de Graças.

O Deadline compara o fraco desempenho do longa com o fracasso de outras animações originais da Disney, como ‘Nem que a Vaca Tussa‘ (US$13.8M) e ‘O Planeta Tesouro‘ (US$12M). O site ainda afirma que o longa deve dar um prejuízo de US$ 147 milhões para o estúdio.

Internacionalmente, a produção arrecadou US$ 9.2 milhões – totalizando uma estreia global de apenas US$ 27.8 milhões.

Apesar de ter sido banido da Rússia, China, França, Oriente Médio, Malásia, Indonésia e outros mercados menores, por causa da presença de um personagem LGBTQ+ na história, analistas apontam que isso não foi determinante para o baixo desempenho da animação – especialmente pelo fato da Disney não ter se apoiado nisso no marketing do filme.

O fracasso do longa se deve ao risco do lançamento de uma animação original – um fator que não deve preocupar a Disney, considerando o enorme sucesso que ‘Pantera Negra 2‘ está fazendo nos cinemas, e o vindouro lançamento de ‘Avatar 2‘, que promete dominar as telonas no final do ano com uma possível estreia de US$ 200 milhões nos EUA.

Don HallQui Nguyen são responsáveis pela direção.

A trama mergulha em uma ilha perigosa e desconhecida em que criaturas fantásticas aguardam a chagada dos lendários Clade, uma família de exploradoras cujas diferenças ameaçam desmantelar sua missão mais crucial até então.

A produção ainda contará com os vozes de Jake Gyllenhaal, Dennis Quaid, Jaboukie Young-White, Gabrielle Union, Alan Tudyk e Lucy Liu.

‘Chucky’ provoca seus inimigos em novo clipe da 3ª temporada; Confira!

O canal SYFY divulgou um novo clipe da 3ª temporada de ‘Chucky‘, série que dá continuidade à franquia clássica ‘Brinquedo Assassino‘.

Confira:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 4 de outubro.

CHUCKY — “Murder at 1600” Episode 301 — Pictured: (l-r) Jackson Kelly as Grant Collins, Lara Jean Chorostecki as Charlotte Collins, Devon Sawa as James Collins — (Photo by: Shane Mahood/SYFY)

CHUCKY — “Murder at 1600” Episode 301 — Pictured: (l-r) Callum Vinson as Henry Collins, Chucky — (Photo by: Shane Mahood/SYFY)

Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.

O elenco conta com Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpreta Glen/Glenda.

Não Solte!

(Never Let Go)

 

Elenco:

Halle Berry
Matthew Kevin Anderson
Christin Park

 

Direção: Alexandre Aja

Gênero: Terror

Duração: 101 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 7 de Novembro de 2024

Sinopse: 

Em NÃO SOLTE!, uma família composta por uma mãe e seus filhos gêmeos sofre há muitos anos o tormento de um espírito malicioso. Porém, quando um dos meninos começa a duvidar da existência do mal, o vínculo sagrado da família é quebrado, levando a uma perigosa luta pela sobrevivência

Curiosidades: 

» Do mesmo diretor de ‘Viagem Maldita‘, ‘Piranha 3D‘ e ‘Predadores Assassinos‘;

» KC Coughlin e Ryan Grassby assinam o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

nao solte

Fotos: 

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‘One Piece’: Showrunner deixa live-action da Netflix para “cuidar da saúde mental”

De acordo com o Deadline, o showrunner Matt Owens, força criativa por trás do live-action de ‘One Piece‘, deixou a produção para “cuidar de sua saúde mental”.

“Os últimos seis anos trabalhando no live-action de ‘One Piece’ mudaram a minha vida. Foi um sonho que se tornou realidade. Mas também foi MUITO para lidar. Então terei que dar uma pausa para focar em mim e na minha saúde mental,” declarou Owens.

Ele atuou como coshowrunner e produtor executivo dos dois primeiros ciclos, e ajudou a adaptar a visão criativa do live-action baseado no popular mangá de Eiichiro Oda – incluindo a direção das futuras temporadas.

Joe Tracz, que se juntou ao cargo de coshowrunner na segunda temporada, permanecerá no comando da série.

Vale lembrar que as filmagens do segundo ciclo já foram finalizadas.

O próximo ciclo irá introduzir Katey Sagal (Dr. Kureha), Mark Harelik (Dr. Hiriluk), Sendhil Ramamurthy (Nefertari Cobra), Brendan Sean Murray (Brogy), Callum Kerr (Smoker), Camrus Johnson (Mr. 5), Clive Russell (Crocus), Daniel Lasker (Mr. 9), David Dastmalchian (Mr. 3), Jazzara Jaslyn (Miss Valentine), Julia Rehwald (Tashigi), Rob Colletti (Wapol), Ty Keogh (Dalton) e Werner Coetser (Dorry).

 

MGM+ está desenvolvendo série baseada no clássico ‘Sete Homens e Um Destino’

De acordo com o Deadline, a MGM+ deu sinal verde para um remake do filme clássico ‘Sete Homens e Um Destino‘ (The Magnificent Seven).

Tim Kring (‘Heroes’) será responsável pela adaptação.

A nova versão se passará na tumultuada fronteira americana da década de 1880. Após uma pacífica aldeia quaker ser massacrada por mercenários a serviço de um ganancioso e implacável latifundiário que tenta expulsá-los das terras que cobiça, sete mercenários talentosos, porém imperfeitos, são contratados pela comunidade para protegê-los dos pistoleiros.

Mas, à medida que a equipe se integra à comunidade, preparando-se para defendê-la contra forças inimigas em número muito superior, todos são forçados a lidar com uma questão essencial: o uso da violência é aceitável para defender um povo cuja fé se baseia na paz?

Tim Kring é um mestre em contar histórias,” declarou Michael Wright, chefe do MGM+. “Tim, Donald De Line, Larry Mirisch e Bruce Kaufman criaram uma série que transmite a energia de um faroeste clássico, honra o legado do filme original e reafirma seus temas atemporais sobre o poder da união contra a opressão e heróis imperfeitos que encontram a redenção ao ajudar aqueles que não podem se ajudar.”

O filme original, lançado em 1960 e baseado no clássico japonês ‘Os Sete Samurais‘ de Akira Kurosawa, contava com um elenco de peso, incluindo Charles Bronson, Steve McQueen e Eli Wallach. O sucesso do longa gerou mais três sequências e uma série de televisão exibida entre 1998 e 2000.

Um remake de ‘Sete Homens e Um Destino‘, estrelado por Denzel Washington e Chris Pratt, foi lançado em 2016, mas falhou em causar uma impressão duradoura nos críticos e no público.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Benedict Wong diz que ‘Doutor Estranho’ foi o momento mais fanboy da sua carreira

Não é novidade que os atores envolvidos e projeto de super-heróis, sejam eles da Marvel ou DC Comics, acabam sempre revelando-se grandes fãs do universo em que estão participando. E com Benedict Wong, interprete do Mestre Wong em ‘Doutor Estranho‘, não é diferente.

O ator, que também vai participar de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, falou sobre o seu lado fanboy ao ler os roteiros dos filmes.

“Há um fanboy dentro de todos nós, e quando você lê o script, ele está vindo, “Oh meu Deus. Os Vingadores. A pedra do Infinito!”. Eu só tenho que acalmar tudo isso na minha mente. O fanboy fica tipo, “AH!”, e eu digo para mim mesmo: “Por favor, fiquei quieto lá no canto”.”, disse o ator ao ComicBook.

Antes mesmo de ser confirmado no elenco de ‘Doutor Estranho‘, Wong já tinha sido anunciado no terceiro filme dos ‘Vingadores‘, e também comentou o fato.

“É simplesmente fantástico. Vai ser uma batalha enorme. Acho que os irmãos Russo fizeram um trabalho incrível com Guerra Civil . Eles sabem como juntar tantos personagens diferentes e fazer uma história narrativa realmente boa. Vamos ver o que acontece!”, afirmou Benedict Wong.

Doutor Estranho‘ segue a história do neurocirurgião Doutor Stephen Strange que, após um acidente de carro horrível, descobre o mundo oculto da magia e dimensões alternativas.

O filme é estrelado por Benedict Cumberbatch (‘Aliança do Crime’), Chiwetel Ejiofor (‘Perdido em Marte’), Rachel McAdams (‘Meninas Malvadas’), Michael Stuhlbarg (‘Steve Jobs’), Mads Mikkelsen (‘007 – Cassino Royale’) e a vencedora do Oscar Tilda Swinton (‘O Grande Hotel Budapeste’).

Benedict Cumberbatch será temporariamente substituído em ‘Vingadores – Guerra Infinita’

‘Supergirl’ escala ator que viverá Brainiac 5 na série

O ator que dará vida ao personagem Brainiac 5, da Legião dos Super-Heróis, na trama de ‘Supergirl’, já foi escolhido.

Segundo o site TV Line, quem assume o papel é o jovem Jesse Rath, que estará presente regularmente na terceira temporada da produção.

De acordo com a publicação, o herói metade biônico e metade humano vai utilizar seu intelecto super desenvolvido para viajar no tempo, a fim de conseguir o amparo da National City na luta da Supergirl contra a vilã Reign.

 

A 3ª Temporada de Supergirl estreia no dia 9 de outubro. Fique ligado no CinePOP para novidades.


 

‘A Dama e o Vagabundo’: Thomas Mann entra para o live-action da Disney

O jovem ator Thomas Mann, conhecido por ter estrelado o filme ‘Eu, Você e a Garota que Vai Morrer‘, é a mais recente adição ao elenco da versão live-action de ‘A Dama e o Vagabundo‘.

Segundo o portal Variety, Thomas interpretará Jim Dear, um dos humanos donos da cachorrinha Dama.

 

O elenco ainda conta com Tessa Thompson (‘Thor: Ragnarok‘) para dublar a Dama; Justin Theroux como o Vagabundo; e Ashley Jensen, no papel de Jackie, uma cachorrinha da raça Scottish Terrier.

O live-action está programado para ser lançado direto no novo serviço de streaming do estúdio.

A Dama e o Vagabundoserá comandada pelo diretor Charlie Bean, conhecido pela animação LEGO Ninjago. A expectativa é de que o filme tenha lançamento direto no serviço de streaming da Disney.

Brigham Taylor, que trabalhou no remake de ‘Mogli: O Menino Lobo’, produzirá o projeto, enquanto Andrew Bujalski assinará o roteiro.

A animação foi lançada originalmente em 1955, já o live-action de A Dama e o Vagabundo’ deve ser lançado em 2019.

‘A Dança da Morte’: Stephen King vai escrever novo final para a série de TV

A adaptação para TV da obra ‘Dança da Morte‘, de Stephen King, está ganhando forma e teve seu elenco oficialmente confirmado pela CBS All Access.

Além disso, King está escrevendo um novo material para o final da minissérie, que vai além da narrativa apresentada no livro lançado – originalmente – em 1978. A produção contará com 10 episódios.

Em se tratando de seu elenco, o serviço de streaming confirmou a contratação dos atores James Marsden, Amber Heard, Odessa Young e Henry Zaga, cedendo ainda detalhes referentes aos seus respectivos personagens.

Confira:

James Marsden

O ator de ‘Westworld‘ interpretará Stu Redman, “um comum trabalhador de fábrica de classe operária, que se encontra em uma situação extraordinária, com uma qualidade danificada e que contradiz o seu exterior”.

Amber Heard

A protagonista de ‘Aquaman‘ viverá Nadie Cross, “uma mulher profundamente em conflito, que sente as consequências de suas ações, mas ainda se sente obrigada a manter sua fidelidade a Randall Flaff, o Homem Sombrio”.

Odessa Young

Mais conhecida por seu trabalho no filme ‘A Million Little Pieces‘, a atriz vai interpretar Frannie Goldsmith, “uma jovem grávida que está navegando em um mundo estranho e que também tem um pressentimento de reconhecer que há algo de ruim por trás do Homem Sombrio”.

Henry Zaga

O jovem ator de ‘13 Reason Why‘ interpretará Nick Andros, “um rapaz surdo e mudo que se encontra em uma posição de autoridade quando o impensável acontece. Ele tem o hábito de arriscar o seu próprio bem-estar em prol da segurança dos outros”.

 

A série será dirigida por Josh Boone (‘A Culpa é das Estrelas‘).

A história do romance gira em torno de um grupo de sobreviventes após uma praga destruir grande parte da população mundial. A obra já havia sido adaptada em uma minissérie de quatro episódios da ABC, em 1994, que recebeu críticas positivas, no geral.

O elenco ainda conta com Marylin Manson, Whoopi Goldberg e Greg Kinnear.

‘A Cidade onde Envelheço’: Drama brasileiro já está disponível na Netflix

O aclamado drama brasileiro, ‘A Cidade Onde Envelheço‘, já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia na grade de programação na última terça-feira (18).

Premiado no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e no Festival de Biarritz, na França, o longa acompanha uma jovem portuguesa que vive no Brasil e recebe em sua casa uma amiga com quem já não tinha contato. A partir desse reencontro, uma ligação diferente surge entre elas, à medida que ambas vivenciam experiências bem distintas: Enquanto uma lida com a saudade de casa, a outra encara uma aventura em um país desconhecido.

Assista ao trailer:

Lançado em 2016, o longa é dirigido por Marilia Rocha, a partir de um roteiro assinado por ela mesma, ao lado de Thais Fujinaga e João Dumans.

 

Confira as estreias da Netflix nesta semana

O mês de agosto está se aproximando de seu fim, mas a Netflix ainda tem vários novos títulos para os seus assinantes. E nesta semana, os cinéfilos poderão curtir uma série de lançamentos, entre séries originais, filmes e longas já amados pelo público.

E dentre as principais estreias estão a aguardada minissérie ‘Clickbait‘, a quarta temporada da série ‘Reunião de Família‘ e o anime ‘The Witcher: Lenda do Lobo‘ – que chegou à grade de programação nesta segunda-feira (23).

E para você não perder nada de novo que chega em breve, confira a agenda completa de estreias da Netflix nesta semana!

22/08

Bravura Indômita
Após o assassinato de seu pai, uma garota de 14 anos contrata o oficial beberrão Reuben Cogburn para ajudá-la a se vingar do assassino. Dirigido pelos irmãos Coen.

23/08

The Witcher: Lenda do Lobo
O mundo de The Witcher se expande com este anime em 2D que explora uma nova ameaça ao continente.

24/08

Untold: Caitlyn Jenner
Dirigido por Crystal Moselle (Betty, Os Irmãos Lobo) e contado com uma coleção extraordinária de imagens de arquivo nunca vistas, incluindo rolos de filmagens olímpicas recém-descobertas e vídeos caseiros da família Jenner, Caitlyn Jenner traça sua vida com novas reflexões desde conquistar medalhas de ouro a tomar a decisão de fazer a transição até seu relacionamento com os filhos.

Bebê Oggy
Nesta colorida série feita para os pequeninos, Oggy, um gatinho simpático, vive divertidas aventuras com todos os seus amigos.

25/08

Clickbait
Nesta série de suspense, oito pontos de vista diferentes dão pistas para solucionar um crime alimentado pelas redes sociais.

Post Mortem: Ninguém Morre em Skarnes
Ela voltou da morte com sede de sangue. E a funerária da família está precisando de dinheiro. Hmm… E se ela desse uma ajudinha?

A Saída
Depois de sobreviver a uma tragédia, uma adolescente vai parar em um centro de tratamento para problemas de memória e faz amizade com outros pacientes.

João de Deus – Cura e Crime
O idolatrado médium João de Deus alcança fama internacional, até que sobreviventes, procuradores e a mídia começam a denunciar seus abusos. Com imagens exclusivas e entrevistas com todas as partes envolvidas, esta série mergulha no escândalo.

26/08

Reunião de Família – Parte 4
Os McKellan continuam vivendo juntos com muito humor, alegria e tempero de família.

EDENS ZERO
A bordo da nave Edens Zero, um garoto capaz de controlar a gravidade embarca em uma aventura para encontrar a lendária deusa do espaço, conhecida como Mãe.

 

‘Ruby Marinho – Monstro Adolescente’: Animação da Dreamworks estreia no streaming; Saiba onde assistir!

A animação fantástica que foi um fracasso de bilheterias em 2023, intitulada ‘Ruby Marinho – Monstro Adolescente‘, acaba de estrear no streaming. A produção teve foi lançada nesta quinta-feira (15) na grade de programação da Netflix.

Na trama, uma adolescente tímida descobre que faz parte de uma lendária linhagem real dos míticos krakens do mar e que seu destino, nas profundezas dos oceanos, é maior do que ela jamais sonhou.

O elenco de vozes originais é composto por Lana Condor, Toni Collette, Annie Murphy, Will Forte e Colman Domingo.

Kirk DeMicco assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Elliott DiGuiseppi, Pam Brady, Brian C. Brown.

Relembre o trailer:

Artista recria cartazes de Hollywood com atores brasileiros e o resultado é sensacional; Confira!

Lázaro Ramos daria um bom Django? E se Paolla Oliveira fosse a nova Mulher-Maravilha? Bruna Marquezine substituindo Uma Thurman em Pulp FictionAlexandre Nero agora fosse Sherlock HolmesJosé Mayer daria um bom Doutor Estranho?

O projeto Brasil em Cartaz é uma série de montagens criadas pelo designer Beto Vieira, que consiste em colocar atores do cinema brasileiro assumindo papeis de ícones de Hollywood.

Confira que sensacional ficou o resultado:

A ideia quando o artista ficou comparando as semelhanças entre Rodrigo Santoro e Keanu Reeves no cartaz de John Wick. Mas o resultado ficou tão bacana que acabou gerando vários pôsteres sensacionais.

Conta pra gente qual seu pôster favorito nos comentários e vamos esse remakes nacionais!

‘Homem-Formiga e a Vespa’ ganha novo cartaz SENSACIONAL

‘Homem-Formiga e a Vespa’ ganhou um novo cartaz sensacional, mostrando o elenco principal. Confira, junto com o trailer internacional:

O Reino Quântico que conhecemos em ‘Homem-Formiga’ deve ser parte crucial da trama da sequência,Homem-Formiga e Vespa, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.

Uma fonte próxima à produção contou que atrama começa com Scott Lang em prisão domiciliar. Ainda se afastando dos eventos da Guerra Civil.

O elenco conta com Paul RuddEvangeline Lilly, Lawrence Fishburne como o Dr. Bill Foster, Golias; Walton Goggins como Sonnyburch, Hannah John-Kamen viverá a Fantasma e Randall Park será o Agente Jimmy Woo.

Judy Greer está com seu retorno confirmado. Na adaptação dos quadrinhos, Greer interpreta Maggie, a ex-esposa de Scott Lang e mãe da garotinha Cassie.

A direção é de Peyton Reed, com roteiro de Paul Rudd e Adam McKay.

A estreia de ‘Homem-Formiga e Vespa‘ está marcada para 5 de julho de 2018.

‘Homem-Múltiplo’: Derivado com ‘X-Men’ com James Franco ainda vai acontecer, afirma produtor

Faz algum tempo que a Fox anunciou que estaria desenvolvendo um novo spin-off dos X-Men focado no Homem-Múltiplo, com James Franco (Artista do Desastre) interpretando o protagonista, além de produzir o filme.

Agora, mesmo com a compra da Fox pela Disney, o filme parece estar sendo desenvolvido. Pelo menos foi o que garantiu o produtor Simon Kinberg, em entrevista ao IGN.

“‘Gambit’ tem um roteiro ótimo, e queremos começara a filmar no começo do ano que vem. ‘Homem-Múltiplo’, esse roteiro está sendo trabalhado agora mesmo. Estamos esperando Drew Goddard acabar de lançar seu filme, e então ele vai começar a trabalhar no roteiro de ‘X-Force’ como diretor”

Recentemente, em entrevista ao Hollywood Reporter, Franco afirmou que o misterioso projeto será para maiores de 18 anos e deve seguir o caminho trilhado pelos novos filmes de super-heróis da Fox, como Deadpool’.

“Não posso dizer muito, o projeto está em estágios iniciais. O que mais amo sobre Simon Kinberg, Fox e a equipe de X-Men é o que fizeram comDeadpool e Logan’, demorou um tempo para chegar até lá, talvez uns 10 anos eu acho, mas eles são para maiores de 18 anos. E vamos assumir esse lado super-herói e explorar esse novo gênero.

Nos quadrinhos, Madrox, o Homem-Múltiplo, é um mutante com a capacidade de produzir clones de si mesmo. Durante muitos anos, viveu com sua família numa fazenda remota, usando um traje capaz de controlar seus poderes, um presente do Professor Xavier. Porém, em certa ocasião, o traje parou de funcionar e o Homem-Múltiplo começou a enlouquecer. Ele foi visto em ‘X-Men – O Confronto Final‘.

O roteiro é de Allan Heinberg (Mulher-Maravilha). O filme ainda não tem diretor e nem data de lançamento. Novas informações devem sair em breve.

Crítica | Se a Rua Beale Falasse – Amor e preconceito no novo filme do diretor de ‘Moonlight’

Após o sucesso de Moonlight: Sob a Luz do Luar  – vencedor do Oscar de 2017 e seu segundo filme após Remédio Para Melancolia, de 2008 – Barry Jenkins se tornou um dos nomes mais quentes de Hollywood. E como não poderia ser diferente, cinéfilos e crítica especializada já acumulavam altas expectativas para o seu próximo longa, na esperança de verem uma obra no mesmo nível ou ainda superior à produção premiada. Por isso, quando foi divulgado que ele seria responsável pelo roteiro e direção da adaptação para o cinema de Se a Rua Beale Falasse, livro de James Baldwin, foi difícil não esperar que este fosse um dos melhores filmes do ano – até por abordar a temática racial que o diretor já mostrou dominar como ninguém. No entanto, por mais que a produção esteja longe de ser ruim, o saldo final acabou sendo mais positivo para a parte estética do que para o modo como a história se desenvolve ao longo de seus 117 minutos.

Trabalhando com cores como poucos, Barry Jenkins consegue fazer até mesmo os olhos menos apurados para fotografias se encantarem com seu senso estético. Se em Moonlight o azul era o destaque, aqui é o amarelo e o vermelho que chamam mais atenção – desde as roupas dos personagens aos elementos de cena. E esse zelo pela parte visual também aparece no figurino e nos enquadramentos de câmera, de um modo que praticamente cada frame do filme parece digno de print. Não dá para negar que, desde os primeiros minutos, If Beale Street Could Talk – no título original –  é bonito de se ver, tanto que é muito provável que apareça como um dos fortes concorrentes para fotografia no Oscar de 2019. O mesmo vale para a trilha sonora instrumental – ainda falando da parte mais técnica – , que ajuda a contar a história e criar os momentos de tensão e melancolia do longa.

A questão do preconceito racial, foco central do filme, é inegavelmente bem trabalhada. – e é triste perceber que, por mais que a trama se passe na década de 60, ainda tem muito a ver com os tempos atuais. Além do racismo do dia a dia e da erotização da mulher negra abordados na trama, não seria muito incomum ver um casal como Tish e Fonny (os ótimos Kiki Layne e Stephan James) ter sua história de amor interrompida, justo quando estavam prestes a construir a vida juntos, por conta de uma acusação criminal injusta – que, como o longa leva a crer, foi resultado do revanchismo de um policial branco racista. Justamente por isso, entre as melhores cenas – junto com uma memorável briga entre a família de Tish e a fanática religiosa mãe de Fonny –, está a que o personagem de Brian Tyree Henry, o Paper Boy de Atlanta, desabafa sobre a terrível experiência de ter passado anos preso, e sobre como a prisão e o sistema podem fazer o que querem com quem está lá.

No entanto, mesmo com todos esses pontos favoráveis, Se a Rua Beale Falasse perde em tentar criar cenas memoráveis o tempo inteiro em vez de focar na força da sua mensagem e ficar em um básico eficaz. Por mais que o genuíno amor do casal protagonista realmente encante, Jenkins parece querer aproveitar esse gancho para ter a liberdade de poetizar e criar diálogos intensos a cada minuto – o que, da metade para frente, acaba tornando o filme monótono e com a sensação de ser mais longo do que realmente é pelas inúmeras voltas e rodeios que são feitos para que se chegue a um ponto simples. A máxima do “menos é mais” caberia bem aqui, já que o paralelo entre a linha do tempo onde Fonny está preso por ser acusado injustamente com os flashbacks que revelam o amor entre ele e Tish se construindo, já seria poético e melancólico o suficiente sem que fosse necessário reforçar a carga dramática a todo momento.

Mas, ainda que tudo isso incomode ao longo da história, não dá para negar que o elenco segura muito bem seus respectivos papéis e consegue passar naturalidade para os seus personagens (exceto o policial racista, que soa um pouco caricato demais). Destaque para o protagonista Stephan James e para Regina King, que interpreta a mãe de Trish. Em uma das cenas em que tenta combater a injustiça que está atrapalhando a felicidade de sua filha e seu genro, ela transmite brilhantemente a sensação de desespero e amargor de quem se encontra presa em uma situação sem solução e está quase perdendo seu último fio de esperança – e, não por acaso, alguns críticos já apostam em sua indicação para Melhor Atriz Coadjuvante no Oscar de 2019. Não seria surpresa.

No fim, erros e acertos à parte, Se a Rua Beale Falasse deixa um nó na garganta por mostrar como uma sociedade racista e a violência policial podem atrapalhar um caminho que tinha tudo para terminar em felicidade. Mas, na dura vida real, não tem o senso estético de Barry Jenkins acompanhando todas essas injustiças que passam bem diante de nossos olhos… Só resta mesmo a esperança de que um amor, como o compartilhado entre os protagonistas, sirva como um alento em meio ao ódio.

‘The Walking Dead’: Cliffhanger da 9ª temporada rende comparações com ‘Scooby-Doo’

Ontem, The Walking Dead‘ finalmente encontrou sua midseason, agora retornando somente em 2019. Porém, o ápice dramático do episódio rendendo o cliffhanger para a próxima metade da série, acabou virando piada nas redes sociais.

No fim do episódio, Daryl e Michonne removem uma máscara de um sussurrador, descobrindo que os zumbis são humanos disfarçados.

Obviamente por conta do momento da remoção da máscara, diversos internautas associaram a cena com os episódios da série animada ‘Scooby-Doo‘ que sempre eram concluídos com o grupo liderado por Fred desmascarando uma assombração e revelando sua verdadeira identidade.

Confira as piadas:

Então ‘The Walking Dead‘ virou ‘Scooby-Doo‘, então para mim já deu.

‘The Walking Dead’ mostrou os sobreviventes lutando com esses caras mascarados exatamente como em ‘Scooby-Doo’.

Apesar da saída de Andrew LincolnLauren Cohan da série, Lincoln vai estrelar uma trilogia de filmes no mesmo universo do programa, e os produtores já deixaram claro que as portas estão abertas para o futuro retorno de Cohan.

‘The Walking Dead’ vai ganhar trilogia de filmes para TV com Rick Grimes de volta; Saiba mais!

‘The Walking Dead’: Lauren Cohan garante que trama de Maggie não acaba na 9ª temporada

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Mysterio salva Peter Parker em novo clipe; Confira!

Homem-Aranha: Longe de Casa ganhou um novo clipe oficial mostrando o persoangem Mysterio (Jake Gyllenhaal) salvando Peter Parker (Tom Holland).

Confira:

A sequência terá o retorno de Jon Watts na direção, e também contará com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

O elenco também conta com Zendaya, Marisa Tomei, Jacob Batalon e Samuel L. Jackson.

Homem-Aranha: Longe de Casa‘ chega aos cinemas nacionais em 4 de julho.

‘Guardiões da Galáxia 3’: Karen Gillan diz que roteiro está pronto e é ‘maravilhoso’

Em uma recente entrevista ao Yahoo! EntertainmentKaren Gillan revelou que James Gunn já terminou de escrever o roteiro do terceiro capítulo de Guardiões da Galáxia e que ele é incrível.

“Posso dizer que já o li e ele é incrível. Estamos todos animados que James está de volta para completar sua trilogia, porque não seria certo sem ele. É um roteiro maravilhoso, maravilhoso”.

Durante o painel da Comic-Con em Paris, Gillan também comentou que adoraria que o novo filme explorasse melhor a relação entre a Nebula e a Gamora, especialmente agora que o Thanos foi derrotado.

“Eu adoraria ver como será a relação entre elas agora que seu pai, a fonte do abuso, não está mais presente. Acredito que seria muito interessante ver se elas conseguem formar uma conexão normal, de irmãs que se amam.”

Vale lembrar que o diretor revelou ao ComicBook.com que a sequência será a despedida de Rocket nas telonas.

Além disso, ele é o único membro dos Guardiões que ainda não morreu de alguma forma. Groot se sacrificou pela equipe, Gamora foi morta por Thanos, e os outros membros ‘morreram’ no estalar de dedos do vilão.

De qualquer forma, ainda há bastante tempo de planejamento, já que o filme não está programado para a próxima fase da Marvel Studios.

‘Artemis Fowl’: Adaptação da Disney ganha novo trailer com cenas INÉDITAS; Confira!

Walt Disney Studios divulgou um novo trailer oficial de Artemis Fowl: O Mundo Secreto’.

Confira:

Artemis Fowl: O Mundo Secreto‘ traz as aventuras de um garoto de 12 anos, o último descendente de uma lendária família do crime prestes a desaparecer. Com a ajuda de seu guarda-costas, ele planeja uma maneira de retomar a antiga glória dos Fowls: Sequestrar uma fada e exigir resgate. Entretanto, o jovem não desconfia que as fadas também têm seus recursos, incluindo uma perigosa polícia do mundo fantástico.

O novato Ferdia Shaw interpretará o personagem principal. Josh Gad será Mulch Diggums, um anão leal apenas a ele mesmo. Judi Dench será a comandante Root, que lidera a força policial das fadas. Lara McDonnell será a Capitã Holly Short, uma heroína entre os elfos. Por fim, Nonso Anozie será o guarda-costas de Artemis, Butler.

O longa é Kenneth Branagh (‘Assassinato No Expresso do Oriente) na direção.

A franquia conta com 8 livros e foi uma das primeiras a se beneficiar da onda de popularidade do gênero de fantasia infanto-juvenil iniciada por Harry Potter.

Artemis Fowl estreia no dia 12 de junho.

Família Banks se reúne para o terceiro capítulo de ‘O Pai da Noiva’; Assista!

A Netflix divulgou no YouTube o evento especial que reúne o elenco protagonista do clássico ‘O Pai da Noiva‘.

Assista, na íntegra:

A reunião virtual acontecerá nessa sexta-feira, no dia 25 de setembro.

Detalhes sobre o especial não foram divulgados, mas a roteirista do longa original (e da sequência), Nancy Meyers, já havia falado sobre a reunião em seu Instagram: “Se ele pensou que um casamento era muito, como ele irá reagir ao ano de 2020?”

O especial será lançado na Netflix, Youtube e Facebook, e irá beneficiar a organização World Central Kitchen, que se dedica a fornecer refeições após desastres naturais.

Infelizmente, não foi divulgado quais atores participarão da reunião.

Vale relembrar que o primeiro ‘O Pai da Noiva‘ foi lançado em 1991, e traz a história de Banks, um pai de família de bem com a vida que surta ao receber que sua filha Annie vai casar em três meses. Banhado por ciúmes, George cria inúmeras confusões com medo de perder sua “filhinha” para sempre.

Apesar do sucesso de bilheteria do primeiro filme, ‘O Pai da Noiva 2‘ foi alvo de inúmeras críticas e de uma baixíssima bilheteria.

‘Um Príncipe em Nova York 2’ ganha novos cartazes individuais incríveis; Confira!

Amazon Prime Video divulgou mais cartazes individuais incríveis da vindoura sequência Um Príncipe em Nova York 2’, que marca o retorno de Eddie Murphy como o recém-coroado Rei Akeem.

Os pôsteres estampam os novos personagens da continuação.

Confira, junto aos originais:

O filme será lançado no dia 05 de março de 2021 na plataforma de streaming.

Na nova história, Akeem descobre que tem um filho perdido nos Estados Unidos e retorna para encontrar o novo herdeiro do trono do fictício reino de Zamunda.

O longa é dirigido por Craig Brewer.

“Depois de longos anos de espera, estou empolgado com o fato de ‘Um Príncipe em Nova York 2′ estar avançando oficialmente”, disse Murphy em um comunicado. “Nós montamos uma grande equipe, que será dirigida por Craig Brewer, que acabou de fazer um trabalho incrível em ‘Meu nome é Dolemite‘, e estou ansioso para trazer todos esses personagens clássicos e amados de volta para o cinema.”

O elenco também conta com Arsenio Hall volta como Semmi e Shari Headley retorna como Lisa McDowell, além de Tracey Morgan (Tiras em Apuros), Leslie Jones (Saturday Night LiveCaça-Fantasmas), Kiki Layne (Se a Rua Beale Falasse), Wesley Snipes, John AmosJames Earl Jones

Arsenio Hall and Tracy Morgan star in COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios
Eddie Murphy and Jermaine Fowler COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios
KiKi Layne and Eddie Murphy star in COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios

5 filmes sci-fi para você que gostou de ‘A Guerra do Amanhã’

‘A Guerra do Amanhã’ é o mais novo título original da Amazon Prime Video e, contando com um extenso elenco formado por Chris PrattYvonne Strahovski e J.K. Simmons, já está conquistando os assinantes ao redor do mundo.

Apesar das críticas mistas, é inegável que o longa-metragem consegue nos divertir por dois elementos principais: a ficção científica e as ótimas sequências de batalha. A história é centrada em um grupo de viajantes do tempo que chega do ano 2051 aos dias de hoje para entregar uma mensagem urgente: trinta anos no futuro, a humanidade está perdendo uma guerra contra uma espécie alienígena mortal. A única esperança de sobrevivência é levar soldados e civis do presente para se juntarem à luta no futuro.

Para aqueles que já devoraram o filme e estão pensando no que assistir, o CinePOP separou uma lista com cinco outras produções sci-fi militares para você conferir.

Veja abaixo as nossas escolhas:

FRANQUIA ALIEN (1979 – 2017)

O legado da saga intergaláctica Alien é inenarrável, tendo explorado de forma cosmogônica os horrores que habitam o espaço. O filme inicial, dirigido por Ridley Scott, foi precipitadamente condenada pelo uso dos elementos sci-fi apenas para encontrar aclame astronômico anos depois, ainda mais por ter influenciado toda uma geração de realizadores cinematográficos.

Composta por quatro filmes originais e duas prequelas (além de três cross-overs com a franquia ‘Predador’), a narrativa é centrada essencialmente em uma criatura xenomorfa que traz caos e destruição a qualquer um que ouse cruzar seu caminho. Enquanto as histórias variam de filme a filme, é necessário dizer que os dois primeiros capítulos são essenciais para qualquer fã do gênero.

INDEPENDENCE DAY (1996)

Agora considerado um ponto de referência no cenário hollywoodianoIndependence Day teve críticas mistas à época do lançamento. Entretanto, a ele credita-se o ressurgimento do gênero sci-fi de meados dos anos 1990, ganhando o Oscar de Melhores Efeitos Visuais no ano seguinte e arrecadando mais de US$817 milhões ao redor do mundo.

Na trama, descobre-se que um exército alienígena se apoderou dos sistemas de comunicação do planeta para arquitetarem um ataque em massa às principais cidades do mundo. Quando as investidas começam a dizimar a população mundial e nem as armas nucleares conseguem destruir a blindagem protetora, cabe a um grupo de especialistas se unir para destruir os invasores e impedir que a raça humana seja extinta.

AVATAR (2009)

Tudo bem, quando pensamos em Avatar, a denominação “ficção científica” não é a primeira a nos vir à mente. Entretanto, o diretor James Cameron conseguiu mascarar as fórmulas do gênero de forma incrível ao fundir a narrativa espacial a questões ambientais e ao imperialismo predatório (movito pelo qual o longa carregou por tantos anos o título do mais bem-sucedido de todos os tempos).

A história, ambientada no deslumbrante mundo de Pandora, apresenta ao público os Na’vi, seres altamente evoluídos que caem no interesse de humanos que querem extrair as propriedades místicas do local, criando avatares para se misturarem aos nativos. Vencedor de três estatuetas do Oscar, o filme trouxe no elenco nomes como Sam WorthingtonStephen LangSigourney WeaverMichelle RodriguezZoë Saldaña.

INVASÃO DO MUNDO: BATALHA DE LOS ANGELES (2011)

Em Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles’, uma chuva de meteoros repentinamente atinge a Terra. Logo se descobre que na verdade são naves alienígenas, que desejam exterminar os seres humanos a qualquer custo. A cidade de Los Angeles é alvo de uma das principais batalhas, dentre as várias que ocorrem ao redor do planeta. Nela está envolvido o sargento Michael Nantz (Aaron Eckhart), que teve sua aposentadoria cancelada devido à gravidade dos ataques e ainda sofre o trauma de ter perdido vários homens em sua última missão. Obedecendo ordens do tenente William Martinez (Ramon Rodriguez), ele tenta ajudar no que pode para eliminar o invasor extraterrestre.

O filme foi dirigido por Jonathan Liebesman e também trouxe nomes como Michelle Rodriguez, Bridget MoynahanNe-YoMichael Peña no elenco, sendo elogiado pela composição sonora e até mesmo levando alguns prêmios na categoria (apesar de massacrado pela crítica).

NO LIMITE DO AMANHÃ (2014)

Quando a Terra é tomada por alienígenas, Bill Cage (Tom Cruise), relações públicas das Forças Armadas dos Estados Unidos, é obrigado a ir para a linha de frente no dia do confronto final. Inexplicavelmente ele acaba preso no tempo, condenado a reviver esta data repetidamente. A cada morte e renascimento, Cage avança e, antecipando os acontecimentos, tem a chance de mudar o curso da batalha com o apoio da guerreira Rita Vrataski (Emily Blunt).

Elogiado pela crítica, principalmente no tocante à química dos dois atores protagonistas, ‘No Limite do Amanhã’ tornou-se um dos títulos mais simbólicos do gênero sci-fi, arrecadando mais de US$370 milhões nas bilheterias mundiais e nos deixando ansiosos por uma sequência que ninguém sabe se irá acontecer.