‘New Order’: Distopia mexicana de Michel Franco ganha cartaz oficial; Confira!

Depois do trailer, a NEON divulgou o cartaz oficial de ‘New Order’ (‘Nuevo Orden’), angustiante filme distópico dirigido por Michel Franco (‘Chronic’).

Confira:

Concebido seis anos atrás, essa distopia ambientada em um futuro próximo parece ter sido arrancada de manchetes nunca escritas. Enquanto os protestos crescem nas ruas, a família high society de Marianne se prepara para um casamento. A princípio, apenas manchas esverdeadas e a aparição de Rolando, ex-funcionário procurando por fundos médicos de emergência, invadem as festividades. Mas logo a festa não consegue impedir um acerto de contas que cresce no horizonte – seguindo-se de uma rápida desintegração da lei e da ordem.

Naian González NorvindDiego BonetaSamantha Yazareth AnayaDario Yazbek Bernal e Patricia Bernal estrelam a produção.

O filme fez parte da seleção oficial do Festival de Toronto e do American Film Institue, além de ter levado o grande prêmio do júri no Festival de Veneza.

‘New Order’ chega aos cinemas estadunidenses em 21 de maio, sem previsão de estreia no Brasil.

‘Em um Bairro de Nova York’: Trilha sonora do filme ganha data de lançamento!

A vindoura adaptação do aclamado musical ‘Em um Bairro de Nova York’ é um dos títulos mais aguardados do ano e, agora, o ator, compositor e produtor Lin-Manuel Miranda revelou que a trilha sonora oficial do filme já tem data de lançamento.

As faixas originais serão disponibilizadas em todos as plataformas digitais no dia 11 de junho, seis dias antes da estreia do filme em território nacional.

Confira o anúncio:

No Brasil, o filme tem estreia agendada para 17 de junho de 2021.

Dirigido por Jon M. Chu (‘Podres de Ricos‘), o longa é baseado em uma peça original criada por Lin-Manuel Miranda.

As luzes se acendem em Washington Heights… O cheirinho de um cafecito caliente paira no ar, na saída da estação de metrô da Rua 181, onde um caleidoscópio de sonhos mobiliza essa comunidade vibrante e muito unida. No meio de tudo, temos o querido e magnético dono de uma mercearia, Usnavi (Anthony Ramos), que economiza cada centavo do seu dia de trabalho enquanto torce, imagina e canta sobre uma vida melhor.

O elenco também é formado por Anthony RamosLeslie GraceCorey HawkinsMelissa BarreraJimmy SmitsOlga MeredizGregory DiazNoah CatalaDaphne Rubin-VegaStephanie BeatrizDascha Polanco Marc Anthony.

‘Sombra e Ossos’: Série de fantasia da Netflix ganha novas imagens promocionais; Confira!

A ambiciosa série de fantasia ‘Sombra e Ossos’, baseado na saga Grisha de Leigh Bardugo, finalmente chegou à Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou quatro novas imagens oficiais da obra.

Confira:

A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo d’A Dobra das Sombras.

Eric Heisserer (‘A Chegada’) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (‘Stranger Things’) é o produtor-executivo.

Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam.

‘The Space Between’: Kelsey Grammer vive um astro da música decadente no trailer do novo drama; Confira!

Paramount Pictures divulgou recentemente o trailer oficial de ‘The Space Between’, drama estrelado pelo vencedor do Globo de Ouro Kelsey Grammer como um astro da música decadente.

Confira:

O filme é dirigido por Rachel Winter.

Ambientado na icônica cena musical dos anos 1990 em Los Angeles, Micky Adams (Grammer) dá vida a um excêntrico astro do rock decadente que perde o controle da realidade quando sua gravadora revela ter planos para se livrar dele e de seus recentes álbuns “únicos”. Com esperanças de sair da sala de correspondência e ser promovido, um jovem Charlie Porter se vêcom a missão de viajar à bizarra casa do músico e forçá-lo a quebrar o acordo. Micky percebe que Charlie pode ser a chave para uma descoberta artística e a dupla constrói uma amizade inesperada. O estranho e poderoso laço entre os dois os ajuda a ter maior perspectiva sobre a indústria musical, sobre o amor, a vida… E o espaço entre eles.

Jackson White, Julia Goldani Telles, Paris Jackson, Andy Daly e William Fichtner completam o elenco.

‘The Space Between’ estreia em VOD no dia 15 de junho, sem previsão de chegada aos cinemas brasileiros.

‘Edge of the World’: Drama histórico com Jonathan Rhys Meyers ganha trailer oficial; Confira!

‘Edge of the World’, filme estrelado por Jonathan Rhys MeyersDominic Monaghan, ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

O filme é dirigido por Michael Haussman, com roteiro assinado por Rob Allyn.

Em 1839, James Brooke foge da Inglaterra vitoriana para explorar as matas do Bornéu. Depois de um ataque pirata, ele se alia a dois príncipes rivais para render um forte rebelde. Para salvar os prisioneiros da decapitação, Brooke aceita ser coroado o Rajah local. Ele implora à Marinha Real por um navio a vapor para lutar contra os piratas, mas os britânicos querem seu reino como colônia. Os piratas de Makota arquitetam um massacre na capital de Brooke, deixando James semi-morto. Para salvar seu povo, ele deve compartilhar suas raízes inglesas e abraçar a selva: “ela por inteira, a beleza e o sangue”.

Hannah NewJosie HoAtiqa HasiholanRalph InesonOtto FarantSamo RafaelBront PalaraeShaheizy SamYusyf MahardikaPeter John e Kahar Bin Jini completam o elenco.

‘Edge of the World’ estreia nos EUA em 04 de junho, sem previsão de lançamento no Brasil.

‘Drag Race Down Under’: Kylie Minogue e Taika Waititi estarão no painel de jurados convidados do spin-off!

‘RuPaul’s Drag Race’ é uma das produções televisivas de maior sucesso das últimas décadas e um dos reality shows mais conhecidos pelo público – tendo gerado inúmeros spin-offs, especiais e versões internacionais.

Agora, treze anos depois da estreia oficial da série, chegou a vez da Austrália e da Nova Zelândia ganharem a sua própria competição, com jurados convidados de altíssimo calibre.

Segundo o Independent, a nova versão do reality trará ninguém menos que a princesa do pop australiano vencedora do Grammy Kylie Minogue para a mesa principal. O vencedor do Oscar Taika Waititi (‘Jojo Rabbit’, ‘Thor: Ragnarok’) e Dannii Minogue também irão aparecer nos episódios ao lado das lendarias RuPaulMichelle Visage.

“Eu estou muito animada em finalmente fazer parte de ‘RuPaul’s Drag Race’ para a primeira série ‘lá embaixo’. É um show icônico e mal posso esperar pelas participantes performarem por suas vidas para ganhar o título da primeira Drag Superestrela [da Austrália e da Nova Zelândia”, Kylie disse em uma declaração oficial.

A primeira temporada da série derivada terá dez participantes: Anita Wigl’it, Art Simone, Coco Jumbo, Elektra Shock, Etcetera Etcetera, Jojo Zaho, Karen from Finance, Kita Mean, Maxi Shield e Scarlet Adams.

‘RuPaul’s Drag Race Down Under’ estreia no dia 02 de maio.

‘M.O.D.O.K.’: Hulu divulga nova cena HILÁRIA da série em stop-motion; Confira!

Hulu divulgou uma nova cena oficial da série em stop-motion ‘M.O.D.O.K.’, produzida com a Marvel Television.

Confira:

Confira os títulos dos episódios abaixo:

  • 01×01: “If This Be… M.O.D.O.K.”
  • 01×02: “The M.O.D.O.K. that Time Forgot”
  • 01×03: “Beware from What Portal Comes!”
  • 01×04: “If Saturday Be… For the Boys!”
  • 01×05: “If Bureaucracy Be Thy Death!”
  • 01×06: “Tales from the Great Bar-Mitzvah War!”
  • 01×07: “This Man… This Makeover!”
  • 01×08: “O, Were Blood Thicker Than Robot Juice!”
  • 01×09: “What Menace Doth the Mailman Deliver”
  • 01×10: “Days of Future M.O.D.O.K.s”

A série tem estreia marcada para o dia 21 de maio.

O megalomaníaco M.O.D.O.K. almeja há muito tempo a conquistar o mundo. Mas depois de anos de reviravoltas e atrasos e falhas lutando contra os heróis mais poderosos da Terra, M.O.D.O.K. acabou levando sua organização do mal A.I.M. à ruína. Desbancado como seu líder enquanto lida com um casamento em frangalhos e uma vida familiar oscilante, o vilão agora deve enfrentar seu maior desafio até agora: uma crise de meia-idade.

Confira o elenco oficial da produção:

Patton Oswalt como M.O.D.O.K. – Depois de ser rebaixado por sua organização secreta do mal e por sua família, o super-vilão deve se reinventar se quiser ter a chance de reconquistar as coisas que antes tinha em sua vida, além de conquistar o mundo. M.O.D.O.K. descobre que super-heróis não são nada comparados ao seu novo desafio: a crise de meia-idade.

Aimee Garcia como Jodie – Jodie é a esposa de M.O.D.O.K. e mão de seus filhos, mas tem um despertar tardio e decide perseguir sua carreira como mãe blogueira, descobrindo que é uma mulher independente. Há muitas coisas para fazer nesse mundo e pouco tempo para perder sendo arrastada pela negatividade. E infelizmente, a razão dessa negatividade é… M.O.D.O.K.

Ben Schwartz como Lou – Para ser honesto, M.O.D.O.K. não entende seu filho de doze anos, Lou. Ele não é atlético o bastante para ser um jogador; não é inteligente demais para ser um nerd; Lou é… Bem, Lou – uma criança que claramente marcha ao ritmo de sua própria música. A falta de ambição, amigos e higiene do jovem é matéria de constante preocupação para o super-vilão, que acaba projetando suas inseguranças no super-confiante filho.

Melissa Fumero como Melissa – Mesmo com as “características” do pai, a jovem de dezessete ano Melissa ascendeu para ser tornar uma espécia de “Queen B” de sua escola e uma estrela do mundo do skate. Toda criança popular ou quer namorá-la ou evitá-la. Mas, em meio a tanto sucesso, Melissa secretamente anseia pela aprovação do pai.

Wendi McLendon-Covey como Monica Rappaccini – Monica é uma cientista maluca e brilhante na companhia rival de M.O.D.O.K.. Claramente mais competente e qualificada que o super-vilão, Monica se diverte com o sofrimento de M.O.D.O.K. até que a nova gerência começa a infringir seus experimentos – o que a leva a se unir com seu antigo arqui-inimigo.

Beck Bennet como Austin Van Der Sleet – Depois que a organização de M.O.D.O.K. é praticamente destruída, ele é forçado a vendê-la para a gigante da tecnologia GRUMBL. A empresa, por sua vez, transforma Austin no novo chefe de M.O.D.O.K. e, por mais que queira desintegrá-lo com um estalar de dedos, o vilão procura por novas soluções para confrontá-lo.

Jon Daly como Super Adaptoid – Um androide que tem ambições de viver, sentir e criar, mas na verdade é forçado a passar seus dias massageando o escalpo de M.O.D.O.K., seu criador. Apesar de ter planos para se voltar contra seu “chefe”, Adaptoid nutre de uma conturbada amizade pelo vilão.

Sam Richardson – Gary é um capanga da A.I.M. que é ferozmente leal a M.O.D.O.K., mesmo que ele lute para lembrar seu nome. À medida que o super-vilão continua a ser rebaixado dentro de sua própria organização, Gary está lá ao seu lado, sempre oferecendo ajuda e um otimismo inquebrável.

‘Sombra e Ossos’ vai ganhar 2ª temporada? Criadores da série respondem!

A primeira temporada de ‘Sombra e Ossos’ finalmente chegou à Netflix e trouxe o complexo mundo criado por Leigh Bardugo à vida.

Abrindo com críticas bastante positivas tanto no Rotten Tomatoes quanto no Metacritic, a produção deve também fazer um estrondo comercial gigante nas próximas semanas, o que leva o público a se perguntar se a série ganhará uma segunda temporada.

Em entrevista ao CBR, Bardugo e o showrunner Eric Heisserer comentaram sobre a possibilidade e disseram que já têm um plano em mente.

“Digo, nós temos planos! Não cabe a nós decidir executá-los, mas temos muitos planos e muitos livros que têm muito a contar. Conforme meus leitores aprenderam, eu amo um bom gancho. Quero que você fique satisfeito com o final da história, mas desesperado por mais, então acredito que Eric fez um ótimo trabalho”, comentou Bardugo.

Heisserer acrescentou: “Acho que tudo isso fui eu dizendo: ‘duvido não me dar uma outra temporada, Netflix'”.

A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo d’A Dobra das Sombras.

Eric Heisserer (‘A Chegada’) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (‘Stranger Things’) é o produtor-executivo.

Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam.

‘Amor, Sublime Amor’: Trailer do remake será lançado durante o Oscar 2021!

Segundo o site Ad Week, o primeiro trailer do remake de ‘Amor, Sublime Amor’ (‘West Side Story’), comandado por Steven Spielberg, será exibido durante a cerimônia de vencedores do Oscar 2021.

A premiação ocorre neste domingo, 25 de abril. Além disso, um novo vídeo da adaptação ‘Em um Bairro de Nova York’, de Lin-Manuel Miranda, e do documentário ‘Summer of Soul’ serão lançados.

Lembrando que a nova versão do longa chegará aos cinemas no dia 10 de dezembro de 2021.

Confira as primeiras imagens:

Amor, Sublime Amor‘ se passa na Nova York da década de 1950 e conta a história de um casal apaixonado tentando salvar seu romance ao mesmo tempo que são divididos pela rivalidade entre as gangues branca e latina das quais fazem parte: Tony é integrante dos Jets e Maria dos Sharks, tudo inspirado em outro clássico, ‘Romeu e Julieta’ de Shakespeare.

O longa será protagonizado por Ansel Elgort (A Culpa é das Estrelas) e a estreante Rachel Zegler, nos papéis de Tony e Maria, respectivamente.

O roteiro ficará por conta do premiado Tony Kushner, indicado ao Oscar e ganhador do Prêmio Pulitzer. Leonard Bernstein, Stephen Sondheim e Jerome Robbins cuidarão da música, letras e coreografia. 

‘Sombra e Ossos’: Série de fantasia já está disponível na Netflix!

A ambiciosa série de fantasia ‘Sombra e Ossos’, baseado na saga Grisha de Leigh Bardugo, finalmente chegou à Netflix!

A primeira temproada foi lançada hoje, 23 de abril, no catálogo da plataforma.

Confira o trailer:

A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo d’A Dobra das Sombras.

Eric Heisserer (‘A Chegada’) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (‘Stranger Things’) é o produtor-executivo.

Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam.

Crítica | ‘Minari’ explora de forma tocante o recomeço de uma família sul-coreana nos Estados Unidos

É fato dizer que a atual temporada do Oscar foi um tanto quanto agridoce, não apenas pelo agravamento assustador da pandemia, mas pela pressa de várias distribuidoras em levar seus filmes aos serviços de streaming e comprometer a experiência cinematográfica. De qualquer forma, é possível tirar grande proveito dos títulos escolhidos para concorrem à estatueta dourado, como é o caso do poético ‘Nomadland’, do emocionante ‘Meu Pai’ e do espetacular ‘A Voz Suprema do Blues’, por exemplo. Agora, chegou a vez da produção coreano-americana ‘Minari: Em Busca da Felicidade’ brilhar não com uma narrativa inteiramente original, mas com a apresentação de uma potente perspectiva de imigrantes sul-coreanos que cruzaram o mundo em busca de melhores oportunidades de vida.

Comandado por Lee Isaac Chung, que já havia nos entregado um retrato impiedoso do genocídio de Ruanda com ‘Munyurangabo’, volta a investir esforços em um estudo de caso bastante autobiográfico e íntimo. O escopo principal é centrado nos Yi, que se muda da Califórnia para o estado de Arkansas como forma de recomeçar. Ambientado em meados da década de 1980, o longa-metragem volta a trazer à tona as explorações controversas do predatório “sonho americano”, assim como a supracitada construção obliterante de Chloé Zhao, em que, teoricamente, se apresentaria da mesma maneira para quaisquer pessoas que abraçassem a ideologia estadunidense. Entretanto, as coisas não são preto-no-branco, e sim se engendram de modo a exigir muito da comunidade que não pertence à elite econômica do país em troca de uma sobrevivência cruel.

Steven Yeun, emergindo ao papel de sua carreira, interpreta o patriarca Jacob Yi, que mantém-se firme às raízes de sua terra natal ao lado de Monica (encarnada pela fantástica Han Ye-ri) enquanto tenta mostrar o que a nova realidade pode trazer à família. A princípio, o prospecto não é favorável, visto que Monica se choca com o fato da nova morada ser, literalmente, uma casa sobre rodas no meio de um amplo campo e longe da civilização – algo complicado, considerando as necessidades básicas que eles podem ter ao longo do caminho. Entretanto, em uma declaração consideravelmente egoísta, Jacob anuncia que vai cuidar de todos os seus entes queridos e que o futuro será bem diferente do passado: ele tem planos para cultivar os mais diversos produtos agrícolas, firmas acordos com supermercados e distribuidoras locais e ascender ao que bem entender.

É claro que as coisas não saem como o planejado – afinal, a realidade não é um conto de fadas, como Chung deixa bem claro. Também a encargo de um roteiro bem amarrado e sólido o suficiente para cumprir o que se propõe a fazer, o realizador trata cada uma das sequências com o máximo de cautela possível, esbarrando em uma literariedade realista que examina uma classe trabalhadora que acredita nas mentiras do capitalismo. A Jacob, foi vendida a ideia de que a meritocracia é algo palpável, quando na verdade não é; é, isso sim, uma estrutura falida recheada de mentiras e que retorna ao mesmo ponto do qual saiu.

Steven Yeun appears in Minari by Lee Isaac Chung, an official selection of the U.S. Dramatic Competition at the 2020 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute.
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Infundida nesse panorama, temos o confronto de gerações que, no final das contas, se transforma em um personagem com pensamento próprio e protagonista de sua própria subtrama. De um lado, Jacob e Monica lidam com problemas matrimoniais e visões de mundo bastante conflitantes; de outro, David (Alan Kim) e Anne (Noel Kate Cho) lidam com personalidade duplas que devem encontrar um equilíbrio entre a descendência asiática e a sociedade ocidental na qual estão inseridos; e, por fim, temos a presença soberba de Youn Yuh-jung como Soon-ja, cuja atuação prova que é, merecidamente, digna de todos os prêmios que recebeu até agora. Soon-ja sai de sua casa para morar com os Yi e, a princípio, tem problemas em se conectar com os netos (que não a veem há vários anos por problemas de logística óbvia) enquanto luta para manter certas tradições vivas.

É esse movimento cíclico que dá todas as bases para a narrativa principal. Diferente do que poderíamos imaginar, o enredo foge das dramatizações novelescas e deixem que as expressões comedidas dos atores e atrizes comandem cada uma das reviravoltas, desde a estagnação socioeconômica da família, passando pelas crises internas de cada persona e culminando numa limpeza espiritual que transcende os conceitos mundanos do que entendemos como “fé”. Guiado pela cândida trilha sonora de Emile Mosseri, que arquiteta as faixas mais honestas dos últimos anos, e acompanhado da fotografia quase documentária de Lachlan Milne, o filme carrega uma profundidade alegórica muito maior do que imaginamos.

‘Minari’, assim como as recentes produções do gênero que dominaram o cenário de premiações, é um título muito bem-vindo ao catálogo daqueles que desejam estudar a arte de fazer cinema e, assim como o conterrâneo ‘Parasita’, merece ser conferido em uma totalidade que foge do senso comum e que nos convida a uma emotiva jornada sobre o valor da felicidade.

Zac Efron aparece com visual CHOCANTE após possível harmonização fácil; Confira!

Zac Efron participou do evento ao vivo ‘Earth Day! The Musical‘, que celebra o ‘Dia da Terra‘, e chocou os fãs.

O astro de 33 anos surgiu com um visual totalmente diferente, com o maxilar marcado e os lábios inchados.

Não demorou muito para internautas começaram a falar sobre uma possível harmonização facial…

Confira o resultado e as principais reações:

Zac Efron está trabalhando no remake do clássico ‘Três Solteirões e um Bebê’, que será lançado pelo Disney+.

Will Reichel ficará a encargo do roteiro. Ainda nenhum diretor foi atado ao projeto.

Efron ganhou fama mundial ao interpretar Troy Bolton na franquia ‘High School Musical’. Depois, ascendeu a uma carreira meteórica que incluiu as comédias ’17 Outra Vez’‘Vizinhos’‘Baywatch: S.O.S. Malibu’. Também estrelou o musical ‘O Rei do Show’ e a cinebiografia ‘Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal’.

Lançada em 1987, a comédia foi estrelada por Tom Selleck (o Richard de ‘Friends’), Steve GuttenbergTed Danson (o Michael de ‘The Good Place’). O lendário Leonard Nimoy ficou a encargo da direção.

Além de uma recepção sólida por parte da crítica, o longa-metragem fez um estrondo nas bilheterias mundiais, arrecadando US$240 milhões, a partir de um orçamento de US$11 milhões, e ganhando uma sequência em 1990 que não fez o mesmo sucesso que o original.

‘Young Rock’: Luke Hemsworth em fotos da série sobre a vida de Dwayne Johnson

A série de comédia biográfica sobre a vida do astro Dwayne Johnson, intitulada ‘Young Rock‘, está caminhando para o final de sua temporada e novas imagens do penúltimo capítulo da produção foram divulgadas.

As fotos destacam Dennis Erickson, o vitorioso técnico do time de futebol americano da Universidade de Miami, que auxilia Johnson em sua carreira universitária, além de aconselhá-lo em seus sonhos quanto a um possível futuro na NFL.

O personagem em questão é vivido por Luke Hemsworth e o material fora compartilhado com exclusividade pela revista EW.

Confira:

YOUNG ROCK — “Good vs. Great” Episode 110 — Pictured: (l-r) — (Photo by:Mark Taylor/NBC)
YOUNG ROCK — “Good vs. Great” Episode 110 — Pictured: (l-r) — (Photo by:Mark Taylor/NBC)
YOUNG ROCK — “Good vs. Great” Episode 110 — Pictured: (l-r) — (Photo by:Mark Taylor/NBC)

Lembrando que a série da NBC estreou no último dia 16 e já conquistou 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.

E Johnson, criador da produção, comemorou o grandioso sucesso de público e crítica por meio de sua conta oficial do Twitter.

Ao Compartilhar a publicação do agregador de críticas que destaca o selo de certificação da série, The Rock ponderou sobre a conquista, demonstrando sua gratidão a todos os envolvidos.

Confira:

“Uau, 91%, com selo de certificação. Um grande obrigado a todos vocês e suas famílias, por terem sintonizado e por terem amado Young Rock”. 

A primeira temporada contará com 11 episódios.

Leia a sinopse oficial:

Young Rock’ se concentra em diferentes capítulos da vida de Dwayne Johnson. Desde crescer em uma família forte e resiliente a estar cercado pelos personagens selvagens de sua sua comunidade de wrestling profissional, a jogar futebol na Universidade de Miami, a série irá explorar a montanha-russa louca que transformou Dwayne no homem que ele é hoje, apresentando ainda os grandiosos personagens que ele conheceu ao longo do caminho.

Joseph Lee Anderson, Stacey Leilua, Adrian Groulx, Bradley Constant, Uli Latukefu, Ana Tuisila, Fasitua Amosa e John Tui também completam a série.

Young Rock‘ é produzida pela Universal Television, uma divisão da Universal Studio Group.

Nahnatchka Khan (‘Fresh Off the Boat‘) assina o roteiro da série, além de assumir o papel de produtora executiva, ao lado de Johnson, Jeff Chiang, Dany Garcia, Hiram Garcia, Brian Gewirtz e Jennifer Carreras.

Após ser “cancelada”, Elizabeth Olsen revela que NUNCA mais voltará às redes sociais

A cultura do cancelamento continua afetando muitas personalidades do ramo do entretenimento e o mais recente alvo de alguns internautas usuários do Twitter foi a atriz Elizabeth Olsen, que foi acusada de racismo, por uma fala feita durante uma entrevista.

Segundo os internautas, a protagonista de ‘WandaVision‘ chegou a descrever a sua personagem do MCU, Wanda Maximoff, como sendo uma “cigana”, termo considerado ofensivo pelos povos nômades Rom, Caió e Sinti.

Além disso, a atriz foi duramente criticada por não ter postado nenhuma homenagem a Chadwick Boseman quando o ator morreu.

Como resultado, a atriz decidiu abandonar as redes sociais em Fevereiro desse ano.

Agora, a atriz revelou ao EpicStream que não pretende reabrir seus perfis após o ocorrido.

“A coisa toda me deixou desconfortável e não é nem como se eu estivesse prestando atenção aos comentários ou algo assim, apenas me senti estranho como isso organizou meu cérebro, tipo, se algo acontecesse no mundo, eu diria, ‘Oh, Eu tenho que postar sobre isso? ‘. Eu acho que é muito perigoso pensar: ‘Oh, algo aconteceu no mundo. Eu sou uma pessoa autorizada cuja voz deve ser ouvida sobre esta questão’, e eu só acho que esse é um ponto de vista narcisista de que todos fazemos parte, tipo, isso nos fez viver neste ciclo narcisista estranho. Durante a pandemia, pensei, ‘Oh, bem. quer saber, isso não é para mim’, e eu simplesmente me livrei disso e não vou voltar. Eu nunca vou voltar para a mídia social. ”

Ela já havia usado o termo em uma entrevista de 2015 com o apresentador de talk show Graham Norton, que na ocasião lhe orientou a respeito do cunho ofensivo da palavra. Mas aparentemente, a atriz cometeu outro lapso, com os usuários do Twitter a atacando rapidamente, como você pode ver nas reações abaixo.

Confira:

“Insultos. Em 2015, Elizabeth Olsen usou insultos para falar da Wanda. Então porque ela estava usando insultos recentemente durante uma entrevista para WandaVision? Porque ela é uma racista nojenta”.  

“Ninguém está tentando cancelar a sua favorita. Nós só queremos que ela acorde e peça desculpas por ser racistas e ignorante. Elizabeth Olsen, acorde”. 

“Então, onde estão os fãs da Elizabeth Olsen dizendo ‘ela não é racista, ela não sabia que cigana era um insulto’, após o Graham Norton ter dito a ela que era e agora ela está usando a palavra de novo. Como vocês vão defendê-la agora? Eu estou curiosa”.

“Acordei com um desejo inacabável de chamar a Elizabeth Olsen de um pedaço de m**** racista”. 

“Elizabeth Olsen descrevendo suas personagem, elas a está embranquecendo, usando um insulto duas vezes”. 

“Elizabeth Olsen recentemente usou ‘cigana’ para descrever o adereço de cabelo da Wanda. Ela tomou ciência do significado da palavra como um insulto ao povo Rom lá em 2014 e eu pensei que ela tivesse se educado desde então. Embora eu creia que ela não teve intenção maliciosa, foi errado e eu realmente espero que ela peça desculpas”. 

“Ok, nesse ponto, ela já não se importa com o povo Rom. ‘Lutou por isso?’ Que diabos? Ela disse várias vezes e eu creio veementemente que isso foi trazido a ela ou alguém tentou corrigi-la sobre isso. Já é horrível o fato da Wanda ter sofrido embranquecimento, mas isso é nojento”. 

“Elizabeth Olsen disse o insulto C… de novo. Vocês também não estão cancelando o Mark pela mesma coisa?”

“Oh não, Elizabeth Olsen é racista”. 


‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ trouxe menos assinantes para o HBO Max do que o esperado

O lançamento da ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘ na HBO Max não atraiu tantos  assinantes para o serviço de streaming como era esperado.

A expectativa do serviço de streaming e de sua empresa controladora AT&T era que o lançamento do filme ajudasse a aumentar o número de assinantes em uma quantidade substancial.

A WarnerMedia havia projetado que a HBO e a HBO Max teriam entre 120 milhões e 150 milhões de assinantes até o final de 2025. Infelizmente, a ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder não fez muito para aumentar essa estimativa.

De acordo com o CNBC, a HBO Max têm atualmente 44,2 milhões de assinantes – trazendo apenas 2,7 milhões de novos assinantes no primeiro trimestre de 2021 – que contou com o lançamento de ‘Liga da Justiça‘.

Vale lembrar que após o lançamento, uma nova campanha tomou as redes sociais.

Com uma das versões do diretor mais lendárias de todos os tempos, o corte de Snyder se transformou em um sucesso de crítica e público.

O sucesso da campanha para a Warner lançar o filme do Snyder fez com que um novo movimento se iniciasse.

A nova campanha de mídia social com a hashtag #RestoreTheSnyderVerse acaba de ultrapassar a marca de 1,5 milhão de tweets em apenas 24 horas.

O recorde anterior era da hashtag #AvengersEndgame com 1,4 milhão de tweets em apenas 24 horas.

Confira:

Será que a Warner e a DC agora vão topar restaurar o Universo Cinematográfico criado por Snyder, que começou com ‘O Homem de Aço‘, ‘Batman vs Superman‘ e terminou em ‘Liga da Justiça‘?

O estúdio agora precisa analisar se deve ouvir os fãs novamente ou seguir com os projetos criados sem a presença do Snyder.

Confira as reações dos fãs:

Você acha que o estúdio devia atender ao pedido ou seguir em frente?

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Figurino – Um Elemento Discreto, Mas ESSENCIAL dos Filmes

Muitas vezes recurso não recebe o devido reconhecimento

Categoria tradicional do Oscar, o reconhecimento para o melhor figurino sempre chama a atenção para o setor. Dentre os indicados da edição 2021 se encontra Emma, drama de época estrelado por Anya Taylor-Joy que parte como favorito para levar a estatueta, muito pela tradicional preferência da Academia pelos trajes típicos do subgênero. Porém, é importante ressaltar a briga acirrada que outros candidatos como Mulan e A Voz Suprema do Blues trazem à mesa, enriquecendo assim a categoria.

A questão é que mesmo não sendo uma das partes mais esperadas da noite, com exceção de edições pontuais, a celebração de melhor figurino tem um importante efeito de reconhecimento sobre uma das mais antigas ferramentas narrativas que um cineasta dispõe para contar suas histórias. Dessa maneira os trajes usados pelo elenco, e aqui ressalta-se que não é obrigatório ser um filme de época, são uma forma muito pessoal com que cada personagem presente pode exteriorizar quem ele é de fato sem recorrer à palavras.

Em Costume Design: Defining Character, guia de professor desenvolvido pela Academia do Oscar em parceria com Deborah Nadoolman Landis, é apontado desde cedo para a importância narrativa que compete a esse departamento e como ele serve ao filme de maneira discreta mas essencial.

“Emma” é o favorito a levar a estatueta de Melhor Figurino

“Todo vestuário usado em um filme é considerado um figurino. Figurinos são uma das muitas ferramentas que o diretor possui para contar uma história. Figurinos comunicam os detalhes da personalidade de um personagem à audiência, e ajuda os atores a se transformarem nesse novo indivíduo em tela”.

Com isso em mente, o momento de confecção dos figurinos precisa caminhar em concordância com diversos outros departamentos, a começar com o roteiro ainda em sua fase de estudo. É imperativo que o figurinista compreenda o roteiro da obra, principalmente no que consta a detalhes da narrativa, tanto geral quanto específica. Para isso é necessário que a visão esteja alinhada com a proposta do diretor não só sobre a história unicamente mas também à escalação de elenco, paleta de cores a serem usadas pelo diretor de fotografia e até composição de iluminação de cada cena.

A atenção aos detalhes da composição visual geralmente costuma caracterizar as grandes obras históricas e por consequência seus cineastas. Stanley Kubrick, saudado como um dos grandes gênios do cinema, foi famoso pela obsessão relacionada às pesquisas sempre que seus filmes ainda estavam na fase de pré-produção. Dessa forma, produções de época como Barry Lyndon, futuristas como 2001 – Uma Odisseia no Espaço e até de seus filmes que nunca chegaram a nascer como Napoleão envolveram um largo estudo histórico.

Kubrick era um perfeccionista por natureza e com “Barry Lyndon” não foi diferente

Essa, aliás, é uma etapa imperativa da pré-produção dos figurinos segundo a colocação de Deborah Landis. Uma vez que os pontos de vista são alinhados é necessário realizar um processo de pesquisa envolvendo diversas fontes e até locomoção presencial da equipe para determinados locais. Após essa fase entra a caracterização individual de cada personagem onde seu vestuário dialoga tanto com a composição daquele indivíduo quanto pela situação em que a trama se encontra.

Com isso ao longo do filme o figurino tende a mostrar como o personagem foi de um “ponto A” no início para um “ponto B” ao final. La La Land possui um trabalho estético que se enquadra muito nessa situação, principalmente no figurino da personagem de Emma Stone que vai variando conforme as estações do ano ao longo da trama assim o fazem; dessa maneira criando uma sensação de que a personagem não só foi mudando na passagem de tempo mas também que a própria escolha de se usar uma estrutura de estações dialoga com um elemento tão visual quanto o vestuário.

Já sobre como a roupa é importante para identificar cada personagem, principalmente em um elenco múltiplo, pode ser visto em Clube dos Cinco. No clássico de John Hughes cada um dos jovens presentes na detenção tem um tipo de roupa que, em termos de cor, o destaca como indivíduo além de que elas têm uma função de identificação na hierarquia da própria escola. O astro do esporte utiliza trajes adequados a essa posição, a menina popular à ela, o valentão à ele e por aí vai. 

Composição de figurinos em “O Clube dos Cinco” tem a função de apresentar visualmente os personagens

Essa exposição não verbal consequentemente casa com o que o roteiro vai estabelecendo com os diálogos e, além de evitar uma possível repetição, passa para o público a sensação de credibilidade e realidade para aquele leque de indivíduos fictícios. No mesmo artigo já mencionado é enfatizada a questão da cor como elemento de identificação em figurinos e tem-se o exemplo dado sobre o trabalho em Maria Antonieta.

“A diretora Sofia Coppola achou que uma paleta de cor pastel inspirada nos doces franceses seria mais apelativo para uma jovem audiência feminina, logo a designer Milena Canonero criou vestidos cor de sorvete. Esses vestidos possuem a silhueta adequada ao período, porém suas cores não se assemelhavam às das vestimentas da corte de Maria Antonieta preservadas nos museus”.

Por fim, as roupas são um elemento a sempre prestar atenção em qualquer filme. Daqueles que visivelmente querem que o público repare nesse elemento, àqueles tem um vestuário mais discreto todo filme concentra um enorme esforço de produção nessa área e ela, assim como na fotografia ou roteiro, tem sua própria história para contar.

 

Falcão e o Soldado Invernal | O que queremos ver no último episódio da temporada?

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu ao quinto episódio de Falcão e o Soldado Invernal, não leia esta matéria para não receber spoilers.

Estreia amanhã (23) no Disney+ o último episódio desta temporada de Falcão e o Soldado Invernal. Diferentemente de WandaVision, que desemboca diretamente em Doutor Estranho: No Multiverso da Loucura, a aventura de Sam Wilson (Anthony Mackie) e Bucky Barnes (Sebastian Stan) pode, sim, ganhar uma nova temporada para mostrar os dois em novas missões. Por esse motivo, não usaremos o termo “Season Finale” para descrever esse capítulo final. Pois bem, as tramas secundárias foram praticamente todas resolvidas no quinto episódio, deixando “apenas” dois caminhos principais para serem seguidos. Entretanto, nesses rumos, há brechas para desenvolver novas subtramas para temporadas ou filmes futuro. Por isso, fizemos essa matéria com tudo o que queremos ver no final da temporada. Confira!


O novo Capitão América

O quinto episódio termina com um gancho maravilhoso. Após decidir assumir o manto e o escudo do Capitão América, o Falcão dá suas asas para Joaquín Torres (Danny Ramírez) e começa um treinamento físico para manejar bem o escudo. Então, o Soldado Invernal aparece com um presente vindo diretamente de Wakanda: um novo uniforme feito sob medida para o futuro Capitão América. Nos quadrinhos, o uniforme mantém as asas icônica e adapta bem o azul, vermelho e branco. A curiosidade para ver como a versão do MCU ficou é muito grande. Além disso, Joaquín tem tudo para assumir o papel de ser o novo Falcão desse universo. Por que não mostrá-lo treinando com as asas ou algo do tipo?

 

Agente Americano

A cena pós-créditos do penúltimo episódio mostra um exonerado e humilhado John Walker (Wyatt Russell) escondido em um galpão onde estava construindo sua própria versão do escudo do Capitão América. Agora sem filiação ao governo, seria incrível vê-lo assumir um uniforme próprio sob seu codinome dos quadrinhos: o Agente Americano. Além disso, a Condessa Valentina Allegra de Fontaine (Julia Louis-Dreyfus), que já foi a Madame Hidra nas HQs, apareceu para recrutá-lo para um serviço misterioso. Muitos especulam que isso possa ser uma introdução para os Thunderbolts no MCU, então seria interessante ver mais dos dois nesse último episódio.

 

O Mercador do Poder e os Apátridas

Principal condutor dessa temporada de Falcão e o Soldado Invernal, o misterioso vilão conhecido como o Mercador do Poder ainda não deu as caras. Além dele (ou dela?) ter comercializado a nova versão do Soro do Supersoldado, causando muita dor de cabeça para os heróis, ele também ditou os passos dos Apátridas, já que estava ameaçando e perseguindo Karli Morgenthau (Erin Kellyman) e seus seguidores pelo roubo do carregamento de soros. De acordo com o penúltimo episódio, tudo indica que Karli tentará seu “ato final” bem debaixo do nariz de Sam e Bucky. Queremos vê-los resolvendo os problemas com os Apátridas do jeito mais “Capitão América” possível. E como é o episódio final, por que não aproveitar para revelar de vez a identidade do Mercador do Poder? Alguns fãs afirmam que ele é, na verdade, Sharon Carter (Emily VanCamp), ex-namorada de Steve Rogers (Chris Evans). Será?

 

Isaiah Bradley e o Patriota

Ao longo da série, vimos Isaiah Bradley (Carl Lumbly) relembrar os traumas, o racismo e injustiças que sofreu por ter sido um Capitão América negro no século XX. Apesar dele pedir a Sam para não revelar sua existência para ninguém, seria fantástico ver o novo Capitão dar um discurso enaltecendo o passado do herói apagado pelo governo. Além disso, o neto de Isaiah, Elijah Bradley (Elijah Richardson), também já apareceu no seriado. Nos quadrinhos, ele ganha os poderes após ser abatido em missão e precisar de uma transfusão de sangue do avô. Assim, ele herda os poderes do supersoldado e passa a atuar como o Patriota. Pelo que foi visto na série até aqui, ele é só um menino comum. Porém, ele poderia sofrer um acidente nesse episódio de amanhã, terminando com ele no hospital “herdando” os poderes do vovô.

 

Barão Zemo

Acho que todos terminaram a série amando o vilão sarcástico e manipulador que se mostrou o Barão Zemo (Daniel Brühl), correto? Ele foi levado para a Balsa pelas Dora Milaje. Para quem não lembra, essa é aquela prisão no meio do oceano, mostrada em Capitão América: Guerra Civil (2016), onde o governo americano prende os superinimigos. A série poderia aproveitar para mostrar alguns dos vilões que estão presos lá e ainda trabalhar numa fuga para Zemo. Porque seria um desperdício guardar esse vilão na “geladeira” por mais um tempo.

O que você quer ver neste episódio final? Diga nos comentários!

O último episódio dessa temporada de Falcão e o Soldado Invernal estreia nesta sexta-feira (23), no Disney+

Shrek | 20 anos da animação que revolucionou o cinema

Por mais assustador que possa parecer, Shrek foi lançado nos EUA há exatos 20 anos. Naquela época, a DreamWorks Animation era um estúdio relativamente novo que ainda buscava se firmar no mercado. Após quatro projetos apostando em diversos estilos diferentes de animação, indo do 3D, passando pelo 2D e até mesmo ousando com o stop motion, o estúdio resolveu apostar mais uma vez na tecnologia 3D para fazer uma adaptação cheia de liberdade criativa do livro Shrek!, de 1990.

A história do livro era bem diferente do filme

Escrito por William Steig, o livro foi vencedor do prêmio de Melhor Livro Infantil do ano pela Publishers Weekly. Na trama, Shrek é um ogro grosseirão que encontra a princesa com quem sempre sonhou e consegue se casar com ela. Então, eles partem em uma viagem pelo mundo como um belo casal grosseirão.

Quando foi adaptar a história para os cinemas, a equipe criativa teve bastante liberdade para ousar. Foi proposta uma sátira não só dos contos de fadas, mas das animações de sucesso da época, que eram predominantemente da Disney. Então, foi permitido que várias piadas explícitas mais pesadas, como as contadas constantemente pelo Shrek e pelo Burro, e também as mais sutis, como a trágica história da Mamãe Urso, que vira um tapete, ou o momento em que Shrek vê o castelo do Lorde Farquaad e pergunta se ele está tentando “compensar alguma coisa”. Com essa possibilidade de brincar com temas que animações convencionais não costumavam abordar, eles puderam ir muito além, explorando o melhor de seu elenco. A começar pelo protagonista, que seria interpretado por Mike Myers, astro da franquia de humor politicamente incorreto, Austin Powers. Além dele, também teriam Eddie Murphy no papel do Burro. Com esses dois nomes consagrados do humor, não tinha como subaproveitá-los em uma trama genérica. Sem contar a tendência criada de encher os filmes com hits da música pop. A prova que isso deu certo é que todos lembram imediatamente de Shrek quando escutam “All Star”, do Smash Mouth.

O pobre ursinho ficou órfão

Havia um receio de que essa abordagem mais “sacana” afastasse o público infantil dos cinemas. Porém, o efeito foi contrário. Justamente por brincar com os clássicos e subverter personagens consagrados, os adultos e jovens amaram a história, assim como as crianças. Fora a comédia e o carisma impressionante desses personagens, a trama foi muito cativante exatamente por fugir do convencional. Em vez daqueles casais padrões de comercial de margarina, a DreamWorks trouxe uma princesa cuja verdadeira aparência era o “monstro”, gordinha, imperfeita e… Bem, real. Da mesma forma, o protagonista não era o clássico herói romântico e eurocêntrico, mas sim um ogro mal-humorado, careca, cansado, solitário e engraçado. Posteriormente, os heróis tradicionais viriam a aparecer na franquia, só que encarnando papéis de vilões. Isso foi algo revolucionário, arriscado e que deu ridiculamente certo.

O príncipe não passava de um golpista interesseiro e baixinho.

Além de todas as questões narrativas, a animação 3D foi um grande diferencial. Ainda dando seus primeiros passos, muito influenciados pelo que a Pixar fazia, essa tecnologia era surpreendente para a época. E como era tudo muito novo, não eram todos os estúdios que apostavam nela, considerando que o 2D costumava dar um retorno muito positivo em níveis de bilheteria. Com o sucesso de Shrek e dos filmes da Pixar, se tornou praticamente impossível de parar o avanço do 3D.

E o resultado de toda essa ousadia da DreamWorks foi um verdadeiro sucesso, em todos os aspectos possíveis. A crítica internacional simplesmente se apaixonou pelo filme, o público de todas as idades lotou os cinemas e a bilheteria arrecadou quase US$ 500 milhões, garantindo uma sequência e outros projetos do estúdio. Mas o ápice desse filme foi o Oscar de Melhor Animação, desbancando Jimmy Neutron: O Menino Gênio e o clássico imortal, Monstros S.A., surpreendendo a muitos. Com esse sucesso, vários estúdios se empenharam em criar seus próprios “Shreks”, incluindo a própria DreamWorks, que tentou replicar a fórmula em outros filmes, como Por Água Abaixo (2004), mas sem o mesmo sucesso. Da mesma forma, a Disney passou a apostar em animações mais satíricas, como Nem Que a Vaca Tussa! (2004) e foi introduzindo o 3D em seus filmes. Isso acabou marcando uma era de animações de pouco sucesso e inovação para o estúdio do Mickey. Anos mais tarde, com a chegada do ex-Pixar, John Lasseter, a Disney passaria a trabalhar exclusivamente com o 3D e com tiradas cômicas inseridas nas tramas, consolidando de uma vez por toda essa revolução animada que redefiniu o gênero nos cinemas.

A franquia Shrek está disponível na Netflix.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Vídeo VAZADO revela o visual do Capitão América de Sam

Um comercial vazado de ‘Falcão e o Soldado Invernal’ supostamente revelou como será o visual do Capitão América de Sam. Confira no fim do vídeo:

Na semana passada, Sebastian Stan disse ao Collider que não fazia ideia se ‘Falcão e o Soldado Invernal’ teria novas temporadas.

No entanto, o produtor da Marvel Studios, Nate Moore, confirmou que a série abre a possibilidade para isso.

Durante uma entrevista para a Indie Wire, Moore disse que:

“Diferente de ‘WandaVision’, ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ tem uma trama aberta a uma continuação na TV, é possível. Não quer dizer que estamos fazendo novas temporadas, mas não é uma ideia descartável.”

Ele continuou:

“Até o momento, nosso objetivo sempre foi contar essa história e terminar a série. Esperançosamente, no final, vocês verão o potencial para o que podemos contar numa possível próxima temporada.”

Anteriormente, o showrunner Michael Spellman garantiu à Entertainment Weekly que a atração terá ligação com mais três projetos do MCU.

“Não é porque o Capitão América se aposentou que seu grupo de aliados vai ficar de fora do MCU, não é? ‘Falcão eo Soldado Invernal‘ prepara o terrenos para alguns projetos bem ambiciosos. Eu posso pensar em pelo menos três… Sobre os quais não tenho permissão para falar.”

Falando nisso, é provável que a trama de ‘Viúva Negra‘ incorpore alguns elementos da série, como o uso do soro do super soldado na criação do Guardião Vermelho (David Harbour).

Agora só resta aguardar par sabermos quais serão as outras duas.

E aí, você tem algum palpite?

Enquanto isso, o 6º e último episódio de ‘Falcão e o Soldado Invernal’ será lançado amanhã, dia 23 de abril, na Disney+.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Além de Anthony Mackie e Sebastian Stan, o elenco também conta com Daniel Bruh, Emily VanCamp e Noah Mills.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Ela é conhecida por seu trabalho em ‘The Walking Dead’‘Fear the Walking Dead’ e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

‘Game of Thrones’ ou ‘Stranger Things’? Saiba qual é considerada a MELHOR Série do Século!

Através de uma enquete do Digital Spy, os internautas votaram em suas séries favoritas que foram lançadas no século 21 e, apesar de ter tido o seu desfecho fortemente criticado, ‘Game of Thrones‘ assumiu a primeira posição da lista.

A pesquisa contou com três mil votos.

Confira o TOP 10 completo:

  1. Game of Thrones
  2. Stranger Things
  3. Doctor Who
  4. Sherlock
  5. Breaking Bad
  6. The Great British Bake Off
  7. Killing Eve
  8. Gavin & Stacey
  9. Line of Duty
  10. Chernobyl

Você concorda com o TOP 10?