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‘Falcão e o Soldado Invernal’ ganha INCRÍVEL novo cartaz; Confira!

A série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ já se tornou um grandioso sucesso entre os fãs da Marvel e a produção ganhou um novo e colorido cartaz.

O material faz parte de uma campanha desenvolvida pela Marvel Studios, que visa estimular a criatividade dos fãs, por meio da criação de pôsteres inspirados na série.

Os melhores serão compartilhados pela conta oficial da série pelo Twitter, como é o caso do mais recente material.

Confira:

“Vamos ao trabalho! Confira o terceiro de uma série de cartazes inspirados por Falcão e o Soldado Invernal, da Marvel. Crédito à artista @bellagraceart. Assista o segundo episódio da série original no Disney+”. 

Lembrando que o terceiro episódio será lançado nesta sexta-feira, 02 de abril, na Disney+.

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

‘Falcão e o Soldado Invernal’ ganha belíssimo wallpaper; Confira!

Falcão e o Soldado Invernal‘ já iniciou sua eletrizante jornada na plataforma Disney+ e a produção ganhou um novo wallpaper, que traz ambos os protagonistas homônimos em destaque.

Confira:

Lembrando que o terceiro episódio será lançado em 02 de abril, na Disney+.

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

Confira TODOS os títulos que estrearam HOJE na Netflix

O mês de abril está oficialmente entre nós e com ele, a Netflix preparou uma nova leva de estreias que chegam à sua grade de programação ao longo das próximas semanas.

E no dia 1º de abril, 18 títulos estrearam no serviço de streaming, entre produções originais e clássicos amados pelos fãs de cinema.

Entre os lançamentos, temos a trilogia de ‘Rambo‘, os dois primeiros capítulos de ‘Shrek‘, além do retorno do aclamado drama ‘A Lista de Schindler‘ e a chegada da cinebiografia ‘Steve Jobs‘.

E para você não perder nada de novo que já está disponível na plataforma, separamos a agenda completa de estreias!

01/04

Grite, Você Está Sendo Filmado: Temporada 2
Casas assombradas, necrópoles de arrepiar e muito mais: Gaten Matarazzo chegou com novas pegadinhas que vão fazer você morrer… de rir!

A Força da Natureza
Ao evacuar um condomínio devido a um furacão, policiais se unem a um grupo de moradores para enfrentar criminosos que invadem o local em busca de 55 milhões de dólares. Estrelando Mel Gibson e Kate Bosworth.

A Lista de Schindler
Oskar Schindler gasta toda a sua fortuna para ajudar a libertar 1.100 judeus de Auschwitz durante a Segunda Guerra Mundial. Produzido e dirigido por Steven Spielberg e vencedor do Oscar de Melhor Filme em 1994.

Prenda-Me Se for Capaz
Um agente do FBI decide colocar o vigarista Frank Abagnale Jr. atrás das grades. Mas mantê-lo lá não será nada fácil. Com Leonardo DiCaprio e Tom Hanks.

Steve Jobs
Ao abordar três momentos cruciais da carreira de Steve Jobs, este filme biográfico mostra os pontos fracos e a audácia visionária do homem que criou o Mac. Estrelado por Michael Fassbender e Kate Winslet.

O Mentiroso
Depois que o desejo de aniversário de seu filho se torna realidade, um advogado mentiroso só consegue falar a verdade durante 24 horas. Com Jim Carrey.

A Travessia
Esta é a verdadeira história de Philippe Petit, que desafiou a morte e a lei ao atravessar uma corda bamba no alto das Torres Gêmeas em 1974. Estrelado por Joseph Gordon-Levitt.

O Garoto da Casa ao Lado
A bela e recém-divorciada Claire (Jennifer Lopez) se envolve com o amigo de seu filho adolescente, e as consequências são muito piores do que ela poderia imaginar.

Rambo – Programado Para Matar
John Rambo (Sylvester Stallone) é um herói de guerra veterano que acaba virando um fugitivo e arma uma verdadeira guerrilha em resposta.

Rambo II: A Missão
Rambo é recrutado para ajudar a encontrar provas de que há prisioneiros de guerra no Vietnã, mas a missão acaba virando um resgate.

Rambo III
Rambo decide não ajudar um amigo em uma missão, mas acaba tendo que resgatá-lo depois que ele é capturado.

A Magia dos Andes: Temporada 2
Descubra tudo o que os Andes têm para contar. Há sempre uma nova paisagem, aventura ou história nas montanhas que cruzam e unem sete países da América do Sul.

Histórias para Vestir
Nesta série documental engraçada e comovente, várias pessoas contam histórias fascinantes sobre suas peças de roupa mais significativas.

Shrek
Com a missão de resgatar uma bela princesa das garras de um dragão, um adorável ogro se une a um espirituoso burro.

Shrek 2
O simpático ogro e seu amor voltam para a terra natal dela para dizer aos seus pais que se casaram, mas o Príncipe Encantado não fica nada feliz.

Barbie Aventura da Princesa
Nesta aventura musical, Barbie faz novos amigos e aprende o que significa ser ela mesma ao trocar de lugar com uma princesa.

O Príncipe do Egito
Nascido escravo, mas criado como filho de um faraó, Moisés aceita seu destino: libertar os judeus da escravidão e conduzi-los à liberdade.

Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba
Demônios massacraram sua família e amaldiçoaram sua irmã. Agora, Tanjiro inicia sua jornada para encontrar a cura e se vingar.

‘Animais Fantásticos’: Forbes indica que franquia pode ser cancelada após o 3º filme

A revista Forbes publicou uma crítica matéria acerca da franquia ‘Animais Fantásticos’ – e como o spin-off da saga ‘Harry Potter’ pode estar com os dias contados.

Desde a criação da nova franquia cinematográfica, que teve confirmação para cinco filmes, inúmeras controvérsias começaram a rodear a produção.

A primeira dela foi a contratação de Johnny Depp para viver o vilão Grindelwald: Depp havia enfrentado um duro julgamento ao lado da ex-esposa Amber Heard, sendo acusado de abuso sexual e doméstico. O ator acabou sendo “demitido” do terceiro filme de última hora, e irá receber quase R$ 83 milhões por filmar apenas uma cena na produção.

A segunda insurgiu com Ezra Miller. O intérprete de Credence Barebone/Aurelius Dumbledore foi flagrado agredindo uma fã e, desde então, os fãs vinham pedindo sua retirada da saga.

Mais recentemente, a própria autora das narrativas puxou para si uma atenção bastante condenável ao fazer postagens transfóbicas em seu Twitter oficial, sendo rebatida por inúmeros astros da franquia original. Por causa disso, o renomado jornal analisou os números dos primeiros filmes de ‘Animais Fantásticos’ e realizou um prospecto nada favorável.

Os fatores em questão, aliados à oscilante construção narrativa e à fria recepção do público e da crítica para o último filme, podem ser indicativos de um término precoce da prequência. Afinal, Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ (2018) teve uma queda drástica de arrecadação, lucrando apenas US$614 milhões (com orçamento de US$200 milhões). A encargo de comparação, a primeira iteração teve uma bilheteria de US$814 milhões – o que também é um patamar alto para o Universo Mágico, considerando os números de ‘Harry Potter’.

Agora, o elemento principal que irá decidir o destino de ‘Animais Fantásticos’ é o público. Afinal, segundo a revista, “se os fãs pularem do barco, a franquia seguirá o mesmo destino de ‘X-Men’ e ‘Divergente’ (para aqueles que não se lembram, ambas as sagas tiveram uma terrível resolução ou cancelamento nos cinemas).

Animais Fantásticos 3, ainda sem subtítulo oficial, tem estreia prevista para 2022.

Confira a nossa crítica do filme anterior:

 

10 Filmes e Séries para Celebrar o Dia Internacional da Visibilidade Trans

No dia 31 de março, comemora-se o Dia Internacional da Visibilidade Trans, em celebração à importância, ao legado e à constante luta por direitos iguais da comunidade transsexual e travesti.

Enquanto a representatividade dessa parcela da comunidade vem aumentando constantemente no cenário do entretenimento – com produções que desconstroem estereótipos e apostavam em narrativas reais e pungentes -, é necessário comentar que a briga é diária. O Brasil é o país que mais mata travestis e transsexuais; apenas nos últimos oito anos, 868 pessoas foram assassinadas (dentro do que é possível ser contado, considerando que parte das informações é preconceituosa, errônea e desonesta).

Para manter viva a memória das principais militantes trans, o CinePOP separou uma breve e singela lista com dez filmes e séries que revelam e explicitam os obstáculos diários enfrentados pela comunidade – e sua constante batalha pela aceitação e por oportunidades.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

POSE (2018 – PRESENTE)

Onde assistir: Netflix

Em Pose, as pessas experimentam um estilo de vida nunca visto antes na história de Nova York: a ascensão da cultura de luxo no fim da década de 80. Paradoxalmente, a parte da sociedade que se beneficia do aumento do consumo e dos privilégios entra em conflito com o outro segmento, que enfrenta o declínio da cena social e literária no centro da cidade. Criada por Ryan Murphy, o elenco da série trouxe o maior número de atrizes e atores trans da história e carrega um legado gigantesco desde sua espetacular estreia.

SENSE8 (2015 – 2018)

Onde assistir: Netflix

Mesmo depois de um injusto cancelamento, Sense8 permanece como uma das séries originais da Netflix mais adoradas pelo público, por sua competente narrativa sci-fi e pela extensa representatividade. Nomi, vivida pela atriz Jamie Clayton, é uma das protagonistas da produção e uma das melhores personagens da década passada. Clayton, sendo uma mulher trans, também interpreta uma hacker trans extremamente inteligente e com diálogos necessários e reflexivos sobre a luta diária da comunidade.

A MORTE E A VIDA DE MARSHA P. JOHNSON (2017)

Onde assistir: Netflix

Documentário sobre o legado político deixado por Marsha P. Johnson, a estrela da TV americana e lendária figura do gueto gay de Nova York, conhecida por muitos como a “Rosa Parks do mundo LGBT”. Ao lado de Sylvia Rivera, Marsha foi a responsável por fundar a Transvestites Action Revolutionaries, um grupo de ativistas trans do país.

LAERTE-SE (2017)

Onde assistir: Netflix

A cartunista Laerte passou quase 60 anos se expressando e sendo identificada como homem, até que decidiu revelar sua identidade de mulher transexual. Uma das artistas mais reconhecidas do Brasil, Laerte teve três filhos e passou por três casamentos. O longa-metragem retrata a trajetória da lendária artista brasileira, vivenciando uma jornada única e pessoal sobre o que é, de fato, ser uma mulher.

REVELAÇÃO (2020)

Onde assistir: Netflix

Por décadas, pessoas trans foram retratadas de maneira estereotipada no cinema e na TV. O documentário ‘Revelação‘ faz uma investigação sobre o impacto dessa representação na comunidade trans. Por meio do olhar e de relatos de pessoas como Laverne CoxLilly WachowskiYance FordJamie Clayton e Chaz Bono, ‘Revelação‘ também nos leva a refletir sobre as mudanças e os avanços que fazem parte.

UMA MULHER FANTÁSTICA (2017)

Onde assistir: Amazon Prime Video

Em ‘Uma Mulher Fantástica’, Marina (Daniela Vega) é uma garçonete transsexual que passa boa parte dos seus dias buscando seu sustento. Seu verdadeiro sonho é ser uma cantora de sucesso e, para isso, canta durante a noite em diversos clubes de sua cidade. O problema é que, após a inesperada morte de Orlando (Francisco Reyes), seu namorado e maior companheiro, sua vida dá uma guinada total.

ALICE JÚNIOR (2019)

Onde assistir: Netflix

Alice é uma adolescente trans cheia de carisma que investe seu tempo fazendo vídeos para o Youtube. Um dia, seu pai, Jean, é transferido pela empresa do Recife para Araucárias do Sul, e eles precisam se mudar. Na nova escola, Alice enfrenta preconceitos ao se deparar com uma sociedade mais retrógrada do que estava acostumada. O desejo da menina é dar seu primeiro beijo, mas, antes de tudo, quer o direito de ser quem ela é.

EUPHORIA (2019 – PRESENTE)

Onde assistir: HBO

Euphoria é protagonizada pela força descomunal de Zendaya, que inclusive levou para casa o Emmy de Melhor Atriz no ano passado. Mas uma outra atriz que rouba os holofotes é Jules, interpretada por Hunter Schaffer. A atriz interpreta uma jovem trans que lidou com a não aceitação do corpo biológico e encontrou-se ao explorar sua sexualidade e sua identidade de gênero quando adolescente – além de se envolver com outras mulheres.

GIRL (2018)

Onde assistir: Netflix

Lara (Victor Polster) é uma jovem menina de quinze anos, seu maior sonho é tornar-se uma bailarina profissional e, com a ajuda do pai, ela busca uma nova escola de dança para desenvolver sua técnica. No entanto, a menina encontra dificuldades para adaptar-se aos movimentos executados nas aulas por conta de sua estrutura óssea e muscular, já que Lara nasceu no corpo de um menino.

A VIDA DE JAZZ (2015 – PRESENTE)

Onde assistir: Discovery Home & Health

Jazz Jennings, uma adolescente do sul da Flórida, foi atribuída como do sexo masculino ao nascer. Com quatro anos, Jennings foi diagnosticada com disforia de gênero na infância, tornando-a uma das mais jovens publicamente documentadas a ser identificada como disfórica de gênero. Seus pais, Greg e Jeanette, decidiram apoiar sua identidade de gênero em seu quinto aniversário. Ela participou de entrevistas de acompanhamento, lançou uma fundação e co-escreveu um livro, intitulado I Am Jazz.

‘Mare of Easttown’: Suspense com Kate Winslet ganha novo trailer INSTIGANTE; Confira!

HBO divulgou o novo trailer oficial da minissérie ‘Mare of Easttown‘, estrelada pela vencedora do Oscar Kate Winslet.

Confira:

No Brasil, a produção estreia em 18 de abril.

Craig Zobel (‘The Leftovers’) é responsável pela direção de todos os episódios.

Winslet estrela como Mare Sheehan, uma detetive da Pensilvânia que investiga um assassino local conforme a vida se desmorona ao seu redor. A série explora o lado sombrio de uma comunidade unida e uma examinaçao autência de como a família e as tragédias do passado definem o presente.

Julianne NicholsonJean SmartAngourie RiceEvan PetersGuy PearceCailee SpaenyDavid DenmanJohn Douglas ThompsonPatrick MurneyJames McArdleSosie BaconJoe TippettNeal Huff completam o elenco.

‘Para Todos os Garotos que Já Amei’ vai ganhar série derivada focada na Kitty, a irmã mais nova

A trilogia de livros escrita por Jenny Han foi adaptada em forma de filmes na Netflix, e a terceira e última produção já foi lançada no catálogo. Mas com o sucesso, o streaming vai continuar a franquia.

A Variety revelou que a Netflix deu sinal verde para uma série  derivada focada na Kitty, a irmã mais nova da família Covey, que voltará a ser vivida por Anna Cathcart.

Na série, a jovem estará buscando encontrar o amor verdadeiro.

A autora dos livros, Jenny Han, servirá como criadora, roteirista e produtora executiva da série.

O site afirma que a Netflix está cogitando a ideia de construir universos integrados de séries e filmes focados em personagens dos livros.

‘Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre’ conquistou 70% de aprovação da crítica especializada no Rotten Tomatoes, recebendo elogios pela dinâmica entre os protagonistas e pela doçura do seu roteiro.

Além disso, o longa foi elogiado pela maturidade do enredo, embora tenha recebido algumas críticas por não conseguir capturar a mesma essência do original, lançado em 2018.

 

 

‘Entre Facas e Segredos 2’: Netflix paga US$ 400 milhões para fazer sequências e derivados

‘Entre Facas e Segredos’ foi, sem dúvida, uma das grandes surpresas do ano passado, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério – que ganhará vida na Netflix.

O streaming desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir ‘Entre Facas e Segredos 2’ e outas sequências que serão focadas no detetive Benoit Blanc, vivido por Daniel Craig.

As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.

Talvez a notícia ainda mais empolgante é que a produção da primeira sequência está marcada para começar em breve.

De acordo com o Deadline, as filmagens de ‘Entre Facas e Segredos 2‘ começam em 28 de junho, daqui a apenas três meses. O filme será filmado na Grécia.

Em entrevista ao FlauntAna de Armas, que viveu a protagonista Marta Cabrera no primeiro filme, revelou que estaria mais que disposta a voltar para a continuação.

“Espero que seja uma das surpresas que 2021 traga para mim, uma ligação de Rian!”.

Recentemente, Johnson revelou detalhes sobre o próximo longa-metragem.

“Tem sido um grande turbilhão mental, porque eu permaneci com a primeira ideia por 10 anos. E com este, estou começando com uma página em branco. Não é realmente uma sequência de ‘Entre Facas e Segredos‘. Eu preciso inventar um título para ele para que eu possa parar de chamá-lo de ‘Sequência de Entre Facas e Segredos’, porque é apenas Daniel Craig como o mesmo detetive, com um elenco totalmente novo”.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

Quando o renomado escritor de livros criminais Harlan Thrombey (Christopher Plummer) é encontrado morto em sua mansão logo após seu aniversário de 85 anos, o inquisitivo Detetive Benoit Blanc (Daniel Craig) é misteriosamente encarregado do caso. Da família desfuncional do autor à seus empregados, Blanc caminha através de uma teia de mentiras para desvendar a verdade por trás da morte de Harlan.

O grandioso elenco também conta com Chris Evans, Ana de Armas, Jamie Lee Curtis, Toni Collette, Don Johnson, Michael Shannon, Lakeith Stanfield, Katherine Langford e Jaeden Lieberher.

Os Maiores Fiascos do Cinema que Completam 20 anos em 2021

Quando pensamos em filmes que fracassaram, geralmente nossa tendência é lembrar de filmes que não corresponderam ao nosso próprio gosto. Porém, muitas vezes isso não quer dizer que uma produção não tenha sido bem sucedida. Por outro lado, dói de verdade quando descobrimos que aquele filme que tanto adoramos, ainda mais quando olhamos para o passado, são verdadeiros fiascos de crítica ou de público. Em nossa série de matérias sobre os maiores fracassos do cinema, porém, sempre nos concentramos em apresentar fatos, utilizando de dados que apontam o custo de determinadas produções e seu retorno financeiro em bilheterias – que muitas vezes não condiz, ficando bem abaixo de seu orçamento, criando assim para grandes estúdios, diretores, produtores e astros em geral muita dor de cabeça e prejuízo. Apesar disso, precisamos dizer também que nada impede que amemos estas produções. Afinal, muitos filmes e franquias ganharam sobrevida devido ao afeto e culto dos fãs, mesmo tendo passado muitos anos. Sem mais delongas, vamos conferir alguns dos maiores fracassos do cinema que completam 20 anos em 2021. Veja abaixo.

Glitter – O Brilho de uma Estrela

Desde sempre no cinema, astros da música arriscam como atores protagonizando ou coadjuvando em produções nas telonas. Nomes como Michael Jackson, Madonna, Mick Jagger, David Bowie, Whitney Houston e, mais recentemente, Beyoncé e Lady Gaga já deixaram suas impressões em diversos filmes de variados níveis de sucesso. Mas talvez nenhum tenha sido tão desastroso quanto este Glitter – O Brilho de uma Estrela, que era planejado para transformar a cantora Mariah Carey numa estrela do cinema igualmente. O resultado, no entanto, não foi bem esse. No filme, Carey interpreta uma aspirante a musa pop. Ainda hoje Glitter é considerado um dos 25 piores filmes de todos os tempos na opinião do grande público. E nem mesmo a união dos estúdios Sony e Fox foi capaz de evitar o fiasco financeiro. Com o orçamento de US$22 milhões, o filme rendeu apenas US$5 milhões mundiais.

Josie a as Gatinhas

Criado nos quadrinhos na década de 1960 e depois imortalizado na forma de uma animação produzida pela Hanna-Barbera na década seguinte, Josie e as Gatinhas contava sobre uma banda empoderada, formada por três jovens: Josie, Valerie e Melody. Nesta primeira versão em live action, a trajetória das músicas ganha uma roupagem bem anos 2000 e as protagonistas são personificadas nas formas de Rachael Leigh Cook, Rosario Dawson e Tara Reid – das três apenas Dawson conseguiu se consolidar na carreira e o relativo sumiço das outras duas em partes se deve ao resultado deste que deveria ser um grande sucesso para todas. Produzido pela Universal em parceria com a MGM, Josie e as Gatinhas teve orçamento de US$39 milhões, mas só recuperou US$14 milhões mundiais, garantindo o fracasso ao invés.

Alta Velocidade

Que fique claro que aqui no CinePOP idolatramos o mestre da ação Sylvester Stallone. Mas mesmo os grandes possuem seus dias tenebrosos. No mesmo ano do primeiro Velozes e Furiosos, que viveria para se tornar uma das franquias mais bem sucedidas do cinema na atualidade, Stallone arriscava num filme sobre corridas de carro igualmente, só que aqui tudo oficializado no esporte da Fórmula 1. De fato, esta foi a tentativa de Stallone, que igualmente escreveu e produziu o filme para a Warner, de pegar para si mais uma franquia de esporte, esta voltada para o universo das corridas. Para ajuda-lo na tarefa, o ator alistou Renny Harlin na direção, que o havia comandado no bem sucedido “clone de Duro de Matar”, Risco Total (1993). O resultado de Alta Velocidade, no entanto, não foi nada bom. E com um orçamento de US$94 milhões, o longa rendeu somente US$54 milhões mundiais, garantindo assim a “marcha lenta” para o astro. Nada que manchasse sua carreira, no entanto.

Fantasmas de Marte

Por falar em verdadeiros mestres em sua arte, há vinte anos o cinema via o lançamento de um novo produto saído da mente de John Carpenter, o cineasta responsável por verdadeiros clássicos imortais do cinema, vide Halloween, Fuga de Nova York, O Enigma de Outro Mundo e Os Aventureiros do Bairro Proibido. Voltando ao universo da ficção científica, terror e fantasia, Carpenter conta a história futurista onde o planeta Marte foi povoado. Porém, as criaturas ancestrais que viviam nele não estão nada satisfeitas com a colonização – espelhando um paralelo com os povos nativos e os faroestes. Fantasmas de Marte passou em branco com os fãs e num orçamento de US$28 milhões para a Sony/Columbia, viu retorno de apenas US$14 milhões mundiais.

Jimmy Bolha

É verdade que todo mundo precisa começar de algum lugar. Porém, existem trabalhos que simplesmente desejamos esquecer. Talvez esta seja a forma de pensar do hoje prestigiado Jake Gyllenhaal em relação a esta comédia boboca, que foi um de seus primeiros papeis de destaque no cinema – e pensar que no mesmo ano ele lançaria Donnie Darko, cult favorito de muitos. Aqui, Gyllenhaal é um rapaz que… bem, vive numa bolha devido a uma rara condição de saúde, que decide atravessar o país (dentro de sua bolha) para impedir o casamento da mulher que ama. Produção da Disney (isso, mesmo) através da Buena Vista e Touchstone Pictures, o filme custou US$13 milhões, mas só sentiu o cheiro de US$5 milhões em bilheterias mundiais. E você, lembra deste flop?

Ricos, Bonitos e Infiéis

Warren Beatty é um tesouro mundial da sétima arte. O astro tem trabalhos atemporais como Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas, O Céu Pode Esperar, Reds, Dick Tracy e Bugsy em seu currículo. Após uma leve freada em sua carreira nas décadas de 1980 e 1990 – onde participou de dois e quatro filmes respectivamente – Beatty adentrava a década de 2000 com este fracasso retumbante em mãos. A culpa aqui não é só dele, já que apesar de protagonizar, o longa conta com um verdadeiro timaço nas telas, de nomes como Diane Keaton, Andie MacDowell e Goldie Hawn, por exemplo. Mas talvez Beatty tenha sido o que mais sentiu o baque, já que se aposentou logo depois do lançamento do filme, vindo a sair da reclusão apenas uma única vez para lançar Regras Não se Aplicam (2016), que igualmente passou em branco. Ricos, Bonitos e Infiéis traz Beatty como um homem bem sucedido, casado com Diane Keaton, às voltas com a infidelidade do amigo e tentações próprias. O filme da New Line (Warner) custou US$90 milhões, mas viu de volta míseros US$10 milhões, garantindo um dos maiores fracassos dos anos 2000 no cinema.

A Casa de Vidro

Muitos se perguntam por onde andam determinados atores que simplesmente sumiram. Bem, na maioria dos casos é só estudar um pouco mais a fundo suas carreiras para perceber quase sempre escolhas ruins de projetos, que terminaram encerrando suas chances de estrelato com os estúdios. Afinal, o sistema de Hollywood gosta de trabalhar com atores que tenham a capacidade de chamar o público. No fim dos anos 1990 e início de 2000, um dos nomes promissores era o da jovem de origem polonesa Leelee Sobieski. Talvez você lembre da moça em filmes como Impacto Profundo, Nunca Fui Beijada, De Olhos Bem Fechados, Seu Amor Meu Destino e Perseguição. Este último lançado no mesmo ano deste A Casa de Vidro. Aqui, ela viveu uma jovem órfã que ao lado do irmão menor é acolhida na casa de seus novos tutores após seus pais morrerem num acidente de carro. No local, a tal casa de vidro em Malibu, começa a notar que seus guardiões possuem motivos bem escusos. Bancado pela Sony pela quantia de US$30 milhões, A Casa de Vidro fez apenas US$23 milhões nas bilheterias mundiais, encerrando assim as chances de Leelee em se tornar uma estrela.

Rock Star

Inspirado na história real de Tim ‘Ripper’ Owens, vocalista de uma banda cover convocado a integrar a verdadeira banda que homenageava, a famosa Judas Priest, como novo cantor principal. Quem protagoniza aqui é Mark Wahlberg, ainda em sua fase inicial da carreira, com menos de uma década como ator então. Nem mesmo a presença da musa Jennifer Aniston em um de seus primeiros papeis sérios no cinema, vivendo momentos picantes como a namorada do roqueiro, foi o suficiente para despertar o interesse por esta história musical mezzo verídica. O filme rock n roll da Warner custou US$54 milhões ao estúdio, mas recuperou mundialmente apenas US$19 milhões, desafinando totalmente nas bilheterias.

15 Minutos

O grande Robert De Niro marcou sua carreira com papeis pra lá de intensos, e aqui ele voltava a apostar justamente nisso, ao interpretar um policial linha dura caçando dois psicopatas russos aprontando em Nova York. Porém, um dos tantos problemas do longa é a enganação com o astro, já que De Niro sai de cena na primeira oportunidade, mostrando que o protagonista verdadeiro aqui é Edward Burns, que tentava firmar seu nome no topo da cadeia de Hollywood. Tentando se diferenciar um pouco dos demais filmes buddy cop policiais, aqui os realizadores uniam em uma parceria um detetive e um bombeiro. Além disso, pegava carona na tendência que ainda engatinhava na época, dos “15 minutos de fama de um mundo onde todos se filmam e se promovem”. Os smartfones ainda não eram uma realidade, assim os psicopatas precisavam usar câmeras portáteis mesmo. Com produção da New Line (Warner), 15 Minutos custou US$60 milhões, e chegou bem perto de se pagar com US$56 milhões de bilheteria, mas não foi o suficiente, garantindo o fiasco.

3.000 Milhas para o Inferno

Continuando pela linha de astros renomados em filmes de ação e suspense, aqui tivemos a união de Kevin Costner e Kurt Russell encabeçando o elenco renomado – que ainda guardava nomes como a Friend Courteney Cox e o ex-maridão David Arquette (com quem já havia filmado três filmes da franquia de terror Pânico). Para deixar tudo ainda mais estranho, Costner, Russell e seus amigos comparsas planejam um grande assalto em Las Vegas, aproveitando um encontro de imitadores de Elvis. Sim, eles realizarão o crime à caráter, todos vestidos como o Rei. Distribuído pela Warner, o thriller de ação custou US$62 milhões, mas recuperou apenas US$18 milhões mundialmente, se mostrando indigno do legado do Rei do Rock.

‘Uma Noite de Crime 5’ é classificado para maiores de 18 anos por “violência extrema”

Uma Noite de Crime 5 – A Fronteira‘ (The Forever Purge) teve sua classificação indicativa revelada pela MPAA.

O filme recebeu classificação Rated-R (para maiores de 18 anos) por “violência extrema, cenas sangrentas e linguagem chula”.

O Total Film divulgou a sinopse, confirmando que o novo longa será ambientado fora do cenário metropolitano habitual, enquanto ainda lida com questões de classe e raça como os filmes anteriores.

Confira a sinopse, com a primeira imagem oficial:

A trama se passará após os eventos de ‘O Ano da Eleição’ e será focada em Adela (Ana de la Reguera) e Juan (Tenoch Huerta), que encontram abrigo em um rancho no Texas, após fugirem de um cartel no México. As coisas dão errado quando um grupo de forasteiros decide continuar purgando além do tempo concedido, quando as pessoas podem violar todas e quaisquer leis.

O longa será lançado nos cinemas nacionais para o dia 2 de Setembro de 2021. Nos EUA, o filme estreia dois meses antes, em 9 de Julho de 2021.

O elenco é formado por Will Patton, Cassidy FreemanAna de la Reguera, Tenoch Huerta Leven Rambin.

James DeMonaco, responsável pelo roteiro de todos os filmes, ficará responsável pelo enredo do novo longa. Já a direção ficará com o novato Everardo Gout.

Saiba quais Foram as Maiores Bilheterias do Cinema nos Anos 90

Recentemente aqui no CinePOP, divulgamos as maiores bilheterias da década de 1980. E para surpresa de muitos, no topo do ranking do período talvez não tenha ficado o filme esperado. Você pode conferir a lista completa abaixo.

As Maiores Bilheterias dos Anos 80

Agora, resolvemos fazer o mesmo com a década seguinte, os anos 90. Sim, a década em que toda uma geração de fãs de cinema cresceu será a homenageada da vez. E assim como na lista anterior, levaremos em conta os números nas bilheterias mundiais. Portanto, esperem muitas produções de gente tarimbada, além de algumas surpresas. Sem mais delongas, vamos conhecer. E não esqueça de comentar ao final.

10 | Armageddon (1998)

A década de 1980 foi marcada por grandes franquias como Indiana Jones e Star Wars. Surpreendentemente, a década seguinte, viu produções originais conquistarem as dez primeiras posições. Sim, ainda são grandes blockbusters, mas muitos dos quais não se tornaram franquias. Como é o caso de nossa décima posição: Armageddon. O filme sobre um grande meteoro vindo para se chocar com a Terra, foi uma das duas produções do ano a abordar o tema (a outra sendo Impacto Profundo). Aqui, grandes nomes como Bruce Willis (que emplacou dois filmes no top 10), Ben Affleck (que ascendia ao estrelato) e Liv Tyler protagonizam o drama de ação, dirigido por Michael Bay – que viria a se tornar um grande diretor na indústria, para o bem ou para o mal. O longa cataclísmico se tornou um fenômeno no fim da década e arrecadou US$533 milhões.

09 | Homens de Preto (1997)

Sim, e vocês tinham dúvidas de que o Midas de Hollywood voltaria na década seguinte? Depois de ter criado os blockbusters com Tubarão (1975) e marcado a década de 1980 com cinco de suas maiores bilheteiras (E.T., a trilogia Indiana Jones e De Volta para o Futuro, como produtor), Steven Spielberg volta ao ranking no terreno da produção. O cineasta está por trás de Homens de Preto, no cargo de produtor deste filme sobre uma agência ultrassecreta do governo monitorando a vida alienígena em nosso planeta. Baseado em uma HQ obscura, o filme levado no tom de comédia é dirigido por Barry Sonnenfeld (A Família Addams) e traz o equilíbrio perfeito entre o durão Tommy Lee Jones e o carismático Will Smith. Homens de Preto serviu para transformar Smith, um ator vindo da TV, num dos maiores astros da década. O filme arrecadou US$589 milhões ao redor do mundo.

08 | O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997)

Outra produção de 1997 e… você adivinhou, o dedo de Spielberg metido no longa. Aqui, Spielberg comanda a obra como diretor, e continua seu sucesso estrondoso de 1993. Um filme que não pedia continuação, mas a bilheteria astronômica do original falou mais alto e um novo rio de dinheiro correu para os cofres da Universal com esta sequência. O cineasta também teve um desafio aqui, e conseguiu criar uma obra bem diferente de seu predecessor, que guarda seus bons momentos, jogando a ação desta vez num ambiente sem cercas ou grades. É como se os personagens voltassem no tempo para interagir com dinossauros em seu próprio ambiente. Não chega ao nível de excelência do anterior, mas consegue pairar acima do que a franquia se tornou em seus últimos exemplares: obras mecânicas, sem alma e sem qualquer impacto de seus efeitos. O Mundo Perdido somou US$618 milhões pelo mundo.

07 | O Sexto Sentido (1999)

O item acima pode ser considerado a primeira franquia da lista, já que Homens de Preto lançou na década seu primeiro filme, que poderia não funcionar. Mas aqui voltamos para uma obra que nunca teve uma continuação. Na verdade, O Sexto Sentido serviu para transformar seu diretor, M. Night Shyamalan em sua própria franquia milionária, ou um diretor-estrela. Com uma voz autoral tão impactante quanto a de Quentin Tarantino – em filmes ainda mais comerciais e lucrativos -, o cineasta indiano emplacava um sucesso atrás do outro em seus primeiros longas. Mas como sabemos, um tempinho depois, cairia em desgraça, vindo a recuperar seu prestígio somente agora.

Seja como for, O Sexto Sentido é cinema em toda a sua magnitude e excelência. Um primor de roteiro, atuações de primeira (com indicações ao Oscar para o menino Haley Joel Osment e Toni Collette) e uma direção precisa de Shyamalan, o filme colocou o gênero terror de novo no radar. Além destas indicações, num total de seis, O Sexto Sentido ainda foi nomeado para melhor diretor e melhor filme. A obra está entre as 200 preferidas do grande público de todos os tempos e arrecadou US$672 milhões pelo mundo.

06 | Forrest Gump (1994)

Aqui não temos Spielberg exatamente, mas temos um de seus maiores pupilos e colegas, o diretor Robert Zemeckis. Em seu início de carreira, Zemeckis teve a trilogia De Volta para o Futuro e Uma Cilada para Roger Rabbit produzidos por Spielberg. Em meados da década de 1990, caminhava por conta própria e emplacava o que foi, naquela época, seu filme mais maduro. A história de um rapaz autista que perpassa por toda a história recente norte-americana interagindo e a modificando marcou o período, se tornou um fenômeno e ganhou muitos prêmios. Além de melhor filme e diretor no Oscar (num total de 13 indicações e 6 vitórias), Forrest Gump ainda deu o segundo prêmio de melhor ator para Tom Hanks, pelo segundo ano consecutivo (o primeiro sendo por Filadélfia). O filme é o número 14 na preferência do grande público de todos os tempos – o que é um feito popular extraordinário –e juntou US$678 pelas bilheterias mundiais.

05 | Independence Day (1996)

Um verdadeiro fenômeno, esta superprodução da Fox apresentou para a época uma invasão alienígena sem precedentes para o cinema blockbuster. Em matéria de efeitos especiais, foi o filme que mais chamou atenção depois de Jurassic Park (1993) no período. No longa de Roland Emmerich (diretor que ficaria famoso ao pegar o filão do cinema entretenimento megalômano – seguindo esta produção com Godzilla, 1998), uma raça alienígena invade a Terra destruindo nossa planeta, e começando com a Casa Branca (que fez plateias vibrarem). Coube aos humanos revidar no dia da independência americana. Entre outras coisas, Independence Day mostrou ao mundo quem era o carismático Will Smith (que viria a se consolidar como astro em outra obra sobre alienígenas, a citada Homens de Preto). Vinte anos depois, os produtores resolveram continuar a história e o resultado foi o morno (para dizer no mínimo) Independence Day: O Ressurgimento. O Primeiro filme arrecadou US$817 milhões ao redor do mundo.

04 | O Rei Leão (1994)

Enquanto a versão em live action acumula um montante absurdo, se tornando a segunda maior bilheteria de 2019, o material fonte, a animação original de 1994, já demonstrava um feito impressionante. A maior animação da Disney até então, a história do leãozinho Simba conseguiu escalar e superar enormes sucessos da época, como A Pequena Sereia (1989), A Bela e a Fera (1991) e Aladdin (1992). Depois de roteiros com personagens humanos, a Disney voltava a apostar em histórias com animais falantes, e aqui tal tipo de narrativa atingia o ápice, adicionando elementos shakespearianos. O Rei Leão já inspirou de tudo, até peça teatral pelos palcos de vários países, e definitivamente é um dos maiores sucessos do estúdio do Mickey. O longa animado está entre os 35 melhores filmes de todos os tempos na opinião do grande público e somou US$968 milhões ao redor do mundo.

03 | A Ameaça Fantasma (1999)

Agora a brincadeira ficou séria. Este é o primeiro filme a ultrapassar a barreira do bilhão na lista (mostrando que apenas três filmes nos anos 1990 foram capazes de realizar tamanho feito) – o que afirma uma década mais lucrativa em relação à anterior. E como não poderia deixar de ser, se temos um filme da franquia Star Wars num ano ou numa década, pode ter certeza que ele irá figurar entre os mais rentáveis. Com o Episódio I não foi diferente. Mais ainda, A Ameaça Fantasma foi o primeiro filme lançado nos cinemas a estampar o logo da franquia Star Wars desde o início da década de 1980, quando O Retorno de Jedi (1983) encerrava a história. Aqui, George Lucas, o criador, decidia voltar a tal universo e contar a infância do vilão Darth Vader – ainda um menino em seus nove anos de idade. Ou seja, imagine a expectativa. Hoje, o filme viveu para se tornar o episódio mais odiado da franquia, mas isso é outra história. A Ameaça Fantasma arrecadou US$1.027 bilhão ao redor do mundo.

02 | Jurassic Park (1993)

Bem, vocês sabiam que ele viria. Já nos referimos a ele em algumas posições anteriores na lista. E se sua continuação O Mundo Perdido já havia aparecido, nada mais natural do que ele aparecer também. Revolucionário para a indústria do cinema no quesito efeitos especiais, Jurassic Park foi produzido numa época em que os filmes realmente contavam boas histórias e os efeitos eram apenas parte da narrativa. Hoje em dia, os novos episódios deste mesma franquia incluídos, os filmes parecem se segurar apenas pelos efeitos, com grandes crateras onde deveria ser o roteiro.

Jurassic Park foi precursor e talvez esta nova geração já nascida na era do CGI nunca consiga compreender o que significou. James Cameron já havia brincado com tais efeitos criados por computador em O Segredo do Abismo (1989) e O Exterminador do Futuro 2 (1991), mas foi Spielberg e seu Jurassic Park que fizeram a cabeça do público explodir com sua criação, que trouxe de volta à vida criaturas pré-históricas. Afinal, este era o mote do filme e ele não funcionaria sem tais efeitos pra lá de realistas. A obra arrecadou US$1.029 bilhão pelo mundo.

01 | Titanic (1997)

Por falar em James Cameron, o cineasta foi por muitos anos retentor do primeiro lugar do pódio, tendo dirigido o filme mais lucrativo de todos os tempos. O diretor audacioso, autoral e pra lá de criativo, sempre deu sinal de sua coragem artística dentro do cinema comercial. Tudo começou com O Exterminador do Futuro (1984). A continuação de 1991 foi simplesmente revolucionária e a maior bilheteria de seu respectivo ano. Mas após alguns filmes de ação e ficção muito eficientes, elogiados e bem sucedidos, Cameron dava seu passo mais ambicioso – e isso falando de um cineasta acostumado a grandes produções e orçamentos largos.

Titanic era uma constante dor de cabeça em sua produção, extrapolando o orçamento, quase falindo a FOX e sofrendo adiamentos constantes. O estúdio estava pronto para decretar seu novo fracasso, quando Cameron provou que todos estavam errados, e emplacou o maior sucesso do cinema de todos os tempos. Com US$2.187 bilhões, Titanic foi por 12 anos a maior bilheteria da história do cinema. Isto até outra produção do próprio Cameron roubar o trono. É claro que estamos falando de Avatar (2009), que foi igualmente destronado este ano por Vingadores: Ultimato. Seja como for, a história fictícia de um romance dramático, incluído na trágica história real de um dos maiores desastres da humanidade, fez o público retornar inúmeras vezes aos cinemas.

Conheça mais alguns fenômenos de bilheteria da época:

11 | O Exterminador do Futuro 2 (1991) – US$520 milhões
12 | Ghost (1990) – US$505 milhões
13 | Aladdin (1992) – US$504 milhões
14 | Toy Story 2 (1999) – US$497 milhões
15 | Twister (1996) – US$494 milhões
16 | O Resgate do Soldado Ryan (1998) – US$482 milhões
17 | Esqueceram de Mim (1990) – US$476
18 | Matrix (1999) – US$463,5 milhões
19 | Uma Linda Mulher (1990) – US$463,4
20 | Missão: Impossível (1996) – US$457 milhões
21 | Tarzan (1999) – US$448 milhões
22 | Uma Babá Quase Perfeita (1993) – US$441 milhões
23 | A Bela e a Fera (1991) – US$425 milhões
24 | Dança com Lobos (1990) – US$424 milhões
25 | A Múmia (1999) – US$415 milhões
26 | O Guarda-Costas (1992) – US$411 milhões
27 | Robin Hood: O Príncipe dos Ladrões (1991) – US$390 milhões
28 | Godzilla (1998) – US$379 milhões
29 | True Lies (1994) – US$378 milhões
30 | Toy Story (1995) – US$373 milhões

‘American Gods’ deve ganhar um filme ou especial de encerramento da narrativa

Após uma tumultuada e complexa jornada, a série ‘American Gods‘ acabou sendo cancelada pela emissora Starz.

No entanto, os fãs que ficaram à deriva à espera de uma conclusão para a narrativa do Shadow Moon podem manter as esperanças, pois há a possibilidade da produção ganhar um encerramento genuíno, por meio de um filme ou de um evento especial.

A informação foi compartilhada pela revista EW. Segundo a publicação, fontes internas afirmaram que a emissora estaria em conversas a respeito da possibilidade se cumprir.

Confira o anúncio de cancelamento da série:

“Todos da Starz são gratos ao elenco e equipe dedicados e aos nossos parceiros que trouxeram a incrível história do autor e produtor executivo Neil Gaiman à vida,” declarou a emissora.

Inspirado no aclamado livro de Neil Gaiman, ‘American Gods‘ mostra que Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos, a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.

O elenco é composto por McShane, Whittle, Emily Browning, Orlando Jones, Crispin Glover e Pablo Schreiber.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Wyatt Russell sabe que os fãs não gostaram do seu Capitão América

O episódio de estreia de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ surpreendeu os fãs logo em seu final, apresentando uma espécie de novo Capitão América, vivido pelo astro Wyatt Russell.

Rapidamente, o personagem foi alvo de fortes rejeições por parte dos internautas, com a hashtag #NotMyCaptainAmerica viralizando entre os usuários do Twitter.

E durante uma entrevista ao The Wrap, o intérprete do personagem falou sobre o assunto, revelando que a ideia original do personagem é realmente cair no desgosto do público:

“Esse é o objetivo. Eu acho que as pessoas tiveram uma reação divertida. Há elementos nele onde ele quer ser capaz de dar contar sem o ‘soro’ do super soldado. Ele só quer ser tão bom quanto. Ele tem aquelas ideias em sua cabeça de querer que as pessoas gostem dele, como sua versão do Capitão América. Ele fica vidrado nisso, o que faz com que ele repense como as coisas devem ser feitas”. 

Anteriormente, a diretora Kari Skogland contou à Empire que Zemo será um grande desafio para os protagonistas e ainda pretende manchar o legado do Capitão América.

“É muito emocionante trazê-lo de volta porque seu destino ficou em aberto com um toque sombrio. Poucos vilões permanecem no imaginários dos fãs desse jeito. Ao longo dos episódios descobrimos coisas que não prevíamos sobre o Zemo… O que pode ameaçar o legado do Capitão América. Daniel [Bruhl] é fantástico e ficamos satisfeitos em mostrar a complexidade do personagem de uma forma mais detalhada do que em sua aparição original.”

Lembrando que o terceiro episódio será lançado em 02 de abril, na Disney+.

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

‘Cruella’: Emma Stone é destaque em nova imagem oficial; Confira!

O filme solo da vilã ‘Cruella‘ ganhou uma nova imagem oficial, que traz a atriz Emma Stone estampando um belo figurino feito em couro, com um estilo bem rocker.

A imagem foi compartilhada pela revista Total Film.

Confira:

Confira as capas da publicação, que trazem Stone como a vilã homônima:

O longa-metragem, que tem data de estreia confirmada para 28 de maio, será lançado tanto no Disneycom o Premier Access quanto nos cinemas.

Cruella, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella, uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman, uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.

Emma Thompson, Paul Walter Hauser, Joel FryEmily BeechamKirby Howell-Baptiste completam o elenco.

Craig Gillespie, do remake de ‘A Hora do Espanto‘, assume a direção, a partir de um roteiro assinado por Tony McNamara (‘A Favorita‘).

BOMBA! Reboot de ‘Resident Evil’ é ADIADO em quase três meses

Inicialmente programado para setembro, o reboot ‘Resident Evil: Bem-Vindo A Raccoon City‘ (Resident Evil: Welcome to Raccoon City) foi adiado em quase três meses nos EUA.

Agora, a Sony Pictures lançará o longa nos cinemas norte-americanos no dia 24 de novembro.

A estreia no Brasil, que estava programada para 2 de setembro, também deve sofrer adiamento. Um anúncio oficial deve ser divulgado em breve. Fiquem ligados!

Confira a primeira imagem oficial:

O filme irá adaptar a história dos dois primeiros jogos.

Assim como no jogo original, ‘Bem-vindo A Raccoon City acontecerá no ano de 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis.

Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City estarão no filme.

Roberts revelou que queria se concentrar no tom do filme.

“O que adorei nos jogos é que eram simplesmente assustadores e era isso que eu queria. Essa atmosfera – é chuva, está sempre escuro, é assustador. Raccoon City é uma espécie de personagem podre no filme e aquele tipo de atmosfera nos jogos que eu queria incluir [no filme].”

Roberts diz que se inspirou ‘A Névoa, de John Carpenter, em termos de sentir o clima de Welcome to Raccoon City .

“Sou um grande fã de John Carpenter e realmente gostei disso. A maneira como ele conta esses filmes claustrofóbicos de cerco e eu peguei filmes como Assalto ao 13° Distrito e A Névoa e esse grupo díspar de personagens se reunindo sob cerco, e tomei isso como minha inspiração cinematográfica.”

Confira o primeiro cartaz:

O elenco contará com Kaya Scodelario (Claire Redfield), Robbie Amell (Chris Redfield), Hannah John-Kamen (Jill Valentine), Avan Jogia (Leon S. Kennedy), Tom Hopper (Albert Wesker), Lily Gao (Ada Wong), Neal McDonough (William Birkin), Chad Rock (Richard Aiken) e Donal Logue (Brad Vickers).

Johannes Roberts (‘Medo Profundo’) dirige.

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Evil já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na franquia de filmes baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

Crítica | Evanescence explora a agridoce aventura da vida com o inédito ‘The Bitter Truth’

Em 2011, a conhecida banda de rock Evanescence anunciava que tiraria um tempo para “colocar as coisas no lugar” depois de uma turnê de considerável sucesso para divulgar o álbum homônimo. Apesar do revival com o compilado de suas canções mais conhecidas (Synthesis, 2017), os fãs permaneceram uma década com promessas vazias e um reencontro que, ao que tudo indicava, demoraria bastante para realmente acontecer. No ano passado, o grupo, comandado pela exímia vocalista Amy Lee, lançou o primeiro single da nova era, “Wasted on You”, que resgatava os elementos do gothic metal que os havia colocado no topo do mundo – puxando referências mais simples de Fallen e de hits mundiais.

Em 2021, o sonho de todos os fãs da banda finalmente aconteceu e The Bitter Truth foi lançado. O primeiro compilado de originais em uma década representou um retorno sólido, ainda que, de certa forma, repetitivo, de Lee e seus companheiros, com incursões bastante diferentes das que já mostraram no passado, mas sem perder as raízes das potentes guitarras e das rendições impecáveis da lead singer. E, talvez mais presente do que nunca, a banda conseguiu homenagear com nostalgia apaixonante todos aqueles que lhe influenciaram, desde Mozart até Nightwish, de Joan Jett a Linkin Park.

A faixa de abertura, resumida no prólogo “Artifact/The Turn”, traz à tona uma das letras mais simbólicas de sua carreira, em uma evocativa narrativa que se volta para o passado e para um tempo mais simples – provavelmente fazendo um breve apanhado dos conturbados meses que se sucederam após a eclosão da pandemia de COVID-19. Misturando incursões mais modernizadas das clássicas óperas do século XIX ao art pop e ao experimentalismo de Björk, a track, um dos grandes ápices do álbum, é um funcional capítulo de estreia e une-se à “Broken Pieces Shine”, preparando os ouvintes para a sinestesia de uma aventura obscura, distorcida e recheada de mensagens subliminares que aumentam a complexidade poética da lírica e da aplaudível produção.

Em virtude de adiamentos e problemas na conclusão, Nick Raskulinecz, conhecido por seus múltiplos trabalhos ao lado de nomes como Foo Fighters, Alice In Chains e Apocalyptica, tornou-se o nome por trás dessa coesa obra – e, talvez por essa razão, tenha resvalado brevemente em fórmulas circinais, como visto na previsibilidade momentânea de “The Game Is Over” e nos caprichos atmosféricos de “Part Of Me” e “Blind Belief”. Essas duas últimas canções, inclusive, parecem concluir de modo apressado e amiudado o que poderia ter sido uma obra-prima do rock contemporâneo, forçando uma cinemática bastante familiar e que não tem muito de novo a oferecer.

De qualquer forma, os equívocos restringem-se a pouquíssimos momentos da iteração e são ofuscados constantemente por belíssimos enredos guiados por uma das maiores vocalistas do século. A operística performance de Lee, marcada pelo espetáculo do mezzo-soprano teatral e pela carga dramática que imprime em cada palavra proferida. Em “Broken Pieces Shine”, o hard rock é aglutinado com pulsantes elementos da cultura cyberpunk e abre espaço até mesmo para os conceitos do gospel – como o retumbante sino que abre-se a partir da segunda estrofe; “Yeah Right” é, ao mesmo tempo, familiar e distinta, apostando no futurismo do synth-rock e nas reminiscências dos Yeah Yeah Yeahs e sua conhecida incursão “Heads Will Roll”; “Feeding the Dark” pega algumas páginas emprestadas da antologia de horror industrial de Kim Petras à medida que universaliza temáticas exploradas anteriormente, como a iminência da morte e a efemeridade da felicidade.

“Wasted On You”, que gira em torno de um relacionamento tóxico, foi escolhido sabiamente como o lead single do álbum e, por mais que não alcance a glória dos conterrâneos “My Immortal” e “Bring Me To Life”, aproveita para canalizar os esforços em outros elementos – como o amadurecimento estilístico e vocal de Lee, cuja gravidade ecoante é de tirar o fôlego, e os minimalismos de Danny Elfman, com toda a pompa e a transformação da música como uma forma de arte. Em “Better Without You”, o sincretismo volta a dar as caras ao unir o hard rock com a modernidade explosiva dos sintetizadores, enquanto “Use My Voice”, construindo-se como um urbano hino de libertação, recua alguns passos e dá espaço para a bateria e os tambores; “Take Over”, digna da abertura de um show em arena, peca por esquecer-se de trazer a voz de Lee ao primeiro plano e apostar mais na brutal sensorialidade dos instrumentos – algo que nos impede de entender o que ela diz.

Além da track inicial, “Far From Heaven” também destoa pela simplicidade produção e pela utilização de uma sonoridade em forma de balada. Em um movimento epopeico, a cândida faixa deixa a potência das guitarras de lado e deixa que o piano, os violinos e os violoncelos, em uma rendição arrepiante e irretocável – configurando-se como a melhor entrada da obra e uma das mais tocantes da discografia. Como se não bastasse, as estrofes rendem-se a um escapismo saudosista e narcótico, falando sobre um relacionamento romântico que acabou e que lançou o eu-lírico em uma sombria reflexão sobre a solidão, em uma invocação mimética à nórdica persona de Tarja Turunen.

The Bitter Truth é o retorno que todos estávamos esperando de Evanescence. Com sua estética única e com uma habilidade inegável no tocante à composição e à arquitetura em si, o álbum é uma forte entrada à carreira da banda – quiçá, uma das mais belas e honestas.

Nota por faixa:

1. Artifact/The Turn – 5/5
2. Broken Pieces Shine – 4,5/5
3. The Game Is Over – 3/5
4. Yeah Right – 5/5
5. Feeding the Dark – 4/5
6. Wasted On You – 4/5
7. Better Without You – 4/5
8. Use My Voice – 4,5/5
9. Take Cover – 3/5
10. Far From Heaven – 5/5
11. Part Of Me – 3/5
12. Blind Belief – 2,5/5

Crítica | First Date: Comédia teen é uma espécie de Superbad – É Hoje com esteroides

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2021

Os clássicos anseios da adolescência se transformam em uma inesperada e explosiva jornada em First Date, nova comédia teen independente com ares de Superbad – É Hoje. Aqui, um educado e tímido adolescente quer impressionar a sua crush em seu primeiro encontro e decide juntar suas economias para adquirir um carro. No entanto, mal sabia ele que o deteriorado veículo de fato fazia parte de um complexo esquema de tráfico de drogas. Com mafiosos à sua procura, o garoto logo descobrirá que teria sido muito mais simples apenas pedir um Uber.

Tyson Brown appears in First Date by Manuel Crosby and Darren Knapp, an official selection of the NEXT section at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Manuel Crosby.
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Dirigido pelos melhores amigos Manuel Crosby (também roteirista) e Darren Knapp, First Date inicialmente parece uma extensão exagerada que mescla o humor screwball com o pastelão, fazendo dos seus absurdos narrativos, hipérboles que beiram a exaustão. Mas à medida que os personagens são desenvolvidos a partir da própria construção cômica do roteiro, mais compreendemos a premissa dos cineastas. Aqui, os novatos na indústria se divertem em seu próprio projeto, quebram padrões e paradigmas e transformam a produção em uma deliciosa atmosfera de camaradagem, aos moldes de Superbad – com dois amigos bem diferentes que tentam se esquivar dos problemas à sua maneira, em meio ao caos.

Leve e despretensioso, a comédia é uma descarga de adrenalina e não dá tempo para o seu público descansar, entregando uma sucessão de cenas dinâmicas e hilárias, que roubam a sua atenção de qualquer outra coisa que sequer pudesse tentar te distrair. Nos tragando para essa espécie de ninho de rato megalomaníaco, First Date é cercado por subtramas como uma boneca Matrioska, que hábil e eventualmente se conectam ao cerne da questão que seria: O encontro vai rolar ou não?

Samantha Laurenti, Jake Howard, Ryan Quinn Adams, Angela Barber and Dave Reimer appear in First Date by Manuel Crosby and Darren Knapp, an official selection of the NEXT section at the 2021 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Manuel Crosby.
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Fazendo uma mistura entre os gêneros de ação, romance, teen e outros diversos subgêneros da comédia, o longa funciona muito bem, justamente por abordar a trama pela perspectiva juvenil. Sangrento, mas profundamente divertido, o filme é a aposta certa para quem busca se desligar de qualquer circunstância e promete te deixar exaurido, de tanta informação e dinamismo em tela.

Com um elenco composto por atores novatos e pouco conhecidos, a comédia não poupa os olhos da audiência em sua violência e a compensa com intensos momentos de riso frouxo. De curta duração e nitidamente fruto de dois amigos que optaram por referenciar seus filmes favoritos em um só, First Date é uma delícia de assistir. Cumpre o seu papel como puro entretenimento e de quebra te deixará encharcado, tamanha sanguinolência.

Godzilla Vs Kong | Conheça os personagens do filme

Godzilla Vs Kong estreou nos EUA hoje (31) e já está movimentando as redes sociais com spoilers e comentários sobre o embate da década. Recomendamos que vocês tomem cuidado com os spoilers, inclusive. Como a previsão de estreia no Brasil é só para o dia 29 de abril de 2021, separamos os personagens confirmados no filme – a maioria deles são humanos, infelizmente – e comentamos suas características. Fiquem tranquilos, pois não terá nenhum spoiler neste texto. Confira!


Godzilla

Reapresentado em 2014, o Rei dos Monstros já teve dois filmes e se provou o maior e mais poderoso Titã do mundo. Ele é um lagarto radioativo gigantesco que é capaz de nadar, andar na superfície, destruir tudo por onde passa e soltar rajadas de radiação pela boca. No início do filme, ele é considerado um herói da ecologia, mas algo deve acontecer para transformá-lo em um vilão ou algo do tipo.


Kong

No radar da Monarca desde os anos 1970, Kong é o último gorila de sua espécie e funciona como o guardião da Ilha da Caveira. Monstruosamente forte e com um fraco por loiras, ele cresceu bastante nos últimos 50 anos. Em sua primeira aparição, ele ostentava 40m de altura. Agora, ele tem mais de 100m.


Nathan Lind

Vivido por Alexander Skarsgård, Nathan é um geólogo marcado por um trauma, que é convencido a entrar na aventura por aparentemente ter um conhecimento acima do normal sobre a Ilha da Caveira e sobre o gorila Kong. É o protagonista humano badass da vez.

Ilene Andrews

Ilene é interpretada por Rebecca Hall e funciona como a expert em Kaijus da vez. Anteriormente, esse papel ficava com o Dr. Serizawa (Ken Watanabe), que faleceu no segundo filme do Godzilla (2019). Especialista da fauna e flora da Ilha da Caveira, ela também é um tipo de tutora de Jia.

Jia

Pegando a muitos de surpresa, Jia (Kaylee Hottle) é uma menininha que aparece desde o primeiro trailer como um elo entre Kong e os humanos. Ela usa roupas que parecem com a dos nativos da Ilha da Caveira e aparece oferecendo um bonequinho do gorila para o próprio Kong. Provavelmente será uma das protagonistas junto aos monstrões.

Dr. Mark Russell

Reprisando seu papel de Godzilla II: Rei dos Monstros, o Dr. Russell de Kyle Chandler é um especialista em predadores e acaba sendo convocado para ajudar a resgatar sua esposa e sua filha das mãos de ecoterroristas interessados no ORCA, um aparelho que permite a comunicação entre os Titãs. Não sabemos se o retorno do personagem terá a ver com isso, mas ele está confirmado no filme.

Madison Russell

Filha de Mark, “Maddie” (Millie Bobby Brown) era interessada nos Titãs e nutria uma relação meio estranha com a mãe. Após os eventos de Godzilla II, ela deve ter algum conhecimento importante sobre o Godzilla ou a situação dos kaijus do filme.


Josh Valentine

Talvez você lembre de Julian Dennison de Deadpool 2 (2018), onde ele interpreta o mutante que move a trama. Em Godzilla Vs Kong, ele é Josh, um amigo de Maddie que entra de gaiato nesse navio.


Bernie Hayes

O personagem de Brian Tyree Henry também não teve muita exposição até agora. Ele apareceu em um trailer usando roupa de zelador e parecia estar falando com Maddie e Josh. Provavelmente é um funcionário da Monarca ou alguém assim que acabou sabendo demais e se envolvendo na trama.


Walter Simmons

Vivido por Demián Bichir, Walter não teve nada a seu respeito divulgado. Porém, é bem provável que ele seja um grande empresário envolvido na trama de Kong.

 

Maya Simmons

Bem, a suposição do papel de Walter veio de Maya (Eiza Gonzalez). Isso porque a personagem é descrita como uma mulher séria, focada e responsável por uma grande empresa. É provável que ela seja filha de Walter, visto a idade e o sobrenome, e funcione como um braço das grandes corporações nessa trama de exploração dos Titãs.

 

Ren Serizawa

Como era de se esperar, Ren (Shun Oguri) é o cientista filho do falecido Dr. Serizawa (Ken Watanabe). Provavelmente ele será um vilão, já que só apareceu fazendo cara de mau e em ângulos tipicamente usados para malfeitores. E convenhamos, ele tem motivo para não gostar do Godzilla, o monstro que foi motivo de devoção de seu pai e que acabou causando sua morte.

Godzilla Vs Kong chega ao Brasil em 29 de abril de 2021.

‘CSI’: Revival do drama investigativo ganha sinal verde da CBS

De acordo com o TVLine, A CBS deu sinal verde para o revival do drama investigativo ‘CSI‘.

A nova temporada será ambientada seis anos após o desfecho da série original e trará o retorno de Gil (William Petersen) e Sara (Jorja Fox), além dos novatos Matt Lauria (‘Kingdom’), Paula Newsome (‘Chicago Med’), Mel Rodriguez (‘Last Man on Earth’) e Mandeep Dhillon (‘After Life’), que formarão a nova equipe.

Além disso, também foi confirmado que o Wallace Langham — que interpretou o David Hodges na série original — retornará ao elenco fixo do revival.

“Enfrentando uma ameaça existencial que poderia destruir o laboratório criminal, um novo time de brilhantes investigadores forenses devem receber de volta antigos amigos e desenvolvem novas técnicas para preservar a justiça em Sin City.”

O plano inicial seria lançar o revival no final de 2020, em comemoração com o aniversário de 20 anos da série original, mas, devido à pandemia de coronavírus, a produção deve estrear apenas em 2021.

CSI‘ gerou três spin-offs bem-sucedidos, ‘CSI: Miami‘, ‘CSI: NY‘ e ‘CSI: Cyber‘.

Produtor afirma que ‘American Gods’ ‘não está morta’, apesar do cancelamento

O cancelamento de ‘American Gods‘ pegou os fãs de surpresa, deixando a produção sem um desfecho apropriado. Apesar disso, parece que esse não é o fim da produção.

Através do seu Twitter, o produtor e autor dos livros Neil Gaiman indicou a série deve ganhar continuidade de alguma forma.

“A série definitivamente não está morta. Sou muito grato à equipe do Starz pela nossa jornada com ‘American Gods’. [A produtora] Fremantle está comprometida a finalizar a história que começamos com o primeiro episódio e, atualmente, estamos esperando para ver qual a melhor forma de seguir em frente e como isso irá acontecer,” declarou Gaiman.

De acordo com o Deadline, há possibilidades da trama ser concluída em um especial ou até mesmo um filme.

Inspirado no aclamado livro de Neil Gaiman, ‘American Gods‘ mostra que Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos, a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.

O elenco é composto por Ian McShane, Whittle, Emily Browning, Orlando Jones, Crispin Glover e Pablo Schreiber.