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‘Adão Negro’: Dwayne Johnson anuncia novidades sobre o aguardado filme; Confira!

Em seu Instagram oficial, o astro Dwayne Johnson publicou um novo vídeo de Adão Negro, anunciando que hoje, 28 de março, ele irá divulgar informações inéditas sobre a adaptação.

O que você acha que pode ser?

Confira:

Johnson vive o personagem titular. O elenco também é formado por Aldis Hodge (Gavião Negro), Quintessa Swindell (Ciclone), Noah Centineo (Esmaga-Átomo), Pierce Brosnan (Doutor Destino).

Marwen Kenzari e Sarah Shahi também foram escalados, mas detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

Apesar de informações sobre a narrativa permanecerem às escondidas, os fãs já sabem que Adão Negro é o antagonista principal do herói conhecido como Shazam. Nos tempos modernos, entretanto, o personagem evoluiu para um anti-herói extremamente complexo e conturbado – tornando-se uma das criações mais proeminentes do panteão da DC.

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas‘), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

‘O Esquadrão Suicida’: Diretor compartilha vídeo HILÁRIO do Tubarão-Rei ao som de ‘Baby Shark’; Confira!

Através do seu Twitter, James Gunn, diretor do aguardado ‘O Esquadrão Suicida‘, compartilhou um vídeo HILÁRIO do Tubarão-Rei (dublado pelo Sylvester Stallone) ao som da canção infantil Baby Shark.

Confira:

O Esquadrão Suicida‘ será lançado nos cinemas nacionais dia 5 de agosto – um dia antes da estreia nos EUA.

Confira o cartaz nacional e o trailer legendado:

O Esquadrão Suicida | Os melhores momentos do trailer do filme

O filme é escrito e dirigido por James Gunn (‘Guardiões da Galáxia’).

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn, e Mayling Ng.

 

‘Falcão e o Soldado Invernal’ ganha cartaz destacando o novo Capitão América; Confira!

Disney+ divulgou através do Twitter mais um cartaz oficial da aclamada série ‘Falcão e o Soldado Invernal’, destacando Wyatt Russell como o novo Capitão América.

Além disso, há um novo vislumbre do novo Capitão América (Wyatt Russell). 

Confira:

Lembrando que o próximo episódio será exibido na sexta que vem, dia 02 de abril.

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

‘M.O.D.O.K.’: Série animada do Hulu ganha novo teaser oficial; Confira!

O Hulu divulgou um novo teaser de ‘M.O.D.O.K.’, série em stop-motion produzida ao lado da Marvel Television.

A série tem estreia marcada para o dia 21 de maio.

Confira:

Episódio 01×01: “If This Be… M.O.D.O.K.” (escrito por Jordan Blum & Patton Oswalt; dirigido por Eric Towner & Alex Kramer) – O supervilão M.O.D.O.K. leva sua organização do mal, a A.I.M., à ruína, e é forçado a vendê-lo para a companhia de tecnologia GRUMBL. À medida que o megalomaníaco vilão luta para reconquistar controle de sua criação, ele arrisca perder algo ainda mais importante… Sua família!

Episódio 01×02: “The M.O.D.O.K. That Time Forgot” (escrito por Geoff Barbanell Itai Grunfeld; dirigido por Eric TownerAlex Kramer) – Em uma tentativa para reconquistar sua esposa, Jodie, M.O.D.O.K. a leva em uma viagem através do tempo para um concerto da banda Third Eye Blind que perderam anos atrás. Eles são atacados por um colega de M.O.D.O.K., que rouba a máquina do tempo e os prende no passado.

Leia a sinopse completa abaixo:

O megalomaníaco M.O.D.O.K. almeja há muito tempo a conquistar o mundo. Mas depois de anos de reviravoltas e atrasos e falhas lutando contra os heróis mais poderosos da Terra, M.O.D.O.K. acabou levando sua organização do mal A.I.M. à ruína. Desbancado como seu líder enquanto lida com um casamento em frangalhos e uma vida familiar oscilante, o vilão agora deve enfrentar seu maior desafio até agora: uma crise de meia-idade.

Confira o elenco oficial da produção:

Patton Oswalt como M.O.D.O.K. – Depois de ser rebaixado por sua organização secreta do mal e por sua família, o super-vilão deve se reinventar se quiser ter a chance de reconquistar as coisas que antes tinha em sua vida, além de conquistar o mundo. M.O.D.O.K. descobre que super-heróis não são nada comparados ao seu novo desafio: a crise de meia-idade.

Aimee Garcia como Jodie – Jodie é a esposa de M.O.D.O.K. e mão de seus filhos, mas tem um despertar tardio e decide perseguir sua carreira como mãe blogueira, descobrindo que é uma mulher independente. Há muitas coisas para fazer nesse mundo e pouco tempo para perder sendo arrastada pela negatividade. E infelizmente, a razão dessa negatividade é… M.O.D.O.K.

Ben Schwartz como Lou – Para ser honesto, M.O.D.O.K. não entende seu filho de doze anos, Lou. Ele não é atlético o bastante para ser um jogador; não é inteligente demais para ser um nerd; Lou é… Bem, Lou – uma criança que claramente marcha ao ritmo de sua própria música. A falta de ambição, amigos e higiene do jovem é matéria de constante preocupação para o super-vilão, que acaba projetando suas inseguranças no super-confiante filho.

Melissa Fumero como Melissa – Mesmo com as “características” do pai, a jovem de dezessete ano Melissa ascendeu para ser tornar uma espécia de “Queen B” de sua escola e uma estrela do mundo do skate. Toda criança popular ou quer namorá-la ou evitá-la. Mas, em meio a tanto sucesso, Melissa secretamente anseia pela aprovação do pai.

Wendi McLendon-Covey como Monica Rappaccini – Monica é uma cientista maluca e brilhante na companhia rival de M.O.D.O.K.. Claramente mais competente e qualificada que o super-vilão, Monica se diverte com o sofrimento de M.O.D.O.K. até que a nova gerência começa a infringir seus experimentos – o que a leva a se unir com seu antigo arqui-inimigo.

Beck Bennet como Austin Van Der Sleet – Depois que a organização de M.O.D.O.K. é praticamente destruída, ele é forçado a vendê-la para a gigante da tecnologia GRUMBL. A empresa, por sua vez, transforma Austin no novo chefe de M.O.D.O.K. e, por mais que queira desintegrá-lo com um estalar de dedos, o vilão procura por novas soluções para confrontá-lo.

Jon Daly como Super Adaptoid – Um androide que tem ambições de viver, sentir e criar, mas na verdade é forçado a passar seus dias massageando o escalpo de M.O.D.O.K., seu criador. Apesar de ter planos para se voltar contra seu “chefe”, Adaptoid nutre de uma conturbada amizade pelo vilão.

Sam Richardson – Gary é um capanga da A.I.M. que é ferozmente leal a M.O.D.O.K., mesmo que ele lute para lembrar seu nome. À medida que o super-vilão continua a ser rebaixado dentro de sua própria organização, Gary está lá ao seu lado, sempre oferecendo ajuda e um otimismo inquebrável.

 

‘Liga da Justiça’: Amber Heard reage ao seu retorno como Mera no Snyder Cut

Através do seu Instagram, Amber Heard postou uma nova foto caracterizada como a heroína Mera no Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘, além de reagir ao seu retorno na nova versão do filme.

“Estou vendo a animação de vocês com o lançamento do Snyder Cut de ‘Liga da Justiça’ e o retorno da Mera. Eu posso ter uma espada e uma coroa? Estou dentro,” declarou a atriz.

Inegavelmente, a nova versão de ‘Liga da Justiça‘ foi um sucesso entre os fãs!

A hashtag #RestoreTheSnyderVerse atingiu 1,5 milhão de tweets em menos de 24 horas e quebrou um novo recorde.

O movimento superou os recordistas anteriores, que eram para liberar o trailer de Vingadores com #AvengersEndgame levando 1,4 milhão e #ReleaseTheSnyderCut – com 1 milhão.

Trata-se de um novo recorde nas redes sociais, pedindo para que a Warner recontrate o Zack Snyder para comandar o Universo da DC

Assim, a hashtag se torna a maior da história dos cinemas até hoje e mostra o interesse do público em continuar vendo as histórias feitas pelo diretor. Será que a Warner vai ouvir novamente?

A  hashtag #RestoreTheSnyderVerse continua bombando:

Será que a Warner e a DC agora vão topar restaurar o Universo Cinematográfico criado por Snyder, que começou com ‘O Homem de Aço‘, ‘Batman vs Superman‘ e terminou em ‘Liga da Justiça‘?

O estúdio agora precisa analisar se deve ouvir os fãs novamente ou seguir com os projetos criados sem a presença do Snyder.

Confira as reações dos fãs:

Você acha que o estúdio devia atender ao pedido ou seguir em frente?

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Thomas Jane procura filha desaparecida no trailer do suspense ‘Sem Rastros’; Assista!

O suspense ‘Sem Rastros‘ (The Vanished) ganhou trailer legendado.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Peter Facinelli, conhecido por ter interpretado o vampiro Carlisle Cullen na franquia ‘Crepúsculo‘.

Wendy e Paul descobrem que sua filha desapareceu sem deixar vestígios durante uma viagem em família. Quando a polícia não tem nenhuma pista, os dois não param por nada para encontrá-la, mesmo enquanto tomam decisões perigosas e sombrias para recuperá-la.

O elenco conta com Anne Heche, Thomas Jane, Jason Patric, Alex Haydon, Peter Facinelli, Aleksei Archer, Kristopher Wente e John D. Hickman.

No Brasil, o longa será lançado direto em VOD pela A2 Filmes.

50 Músicas Essenciais para Conhecer Lady Gaga

Lady Gaga é um raro fenômeno artístico que, em menos de quinze anos de carreira, dominou o mundo com seu som ao mesmo tempo original e saudosista, e letras que celebram a vida, o empoderamento feminino, a comunidade LGBTQ+ e a libertação de quaisquer rótulos.

No dia de hoje, 28 de março, Gaga completa 35 anos de idade e, para celebrar um dos mais importantes nomes da indústria do entretenimento, o CinePOP preparou uma lista especial com 50 músicas essenciais para conhecê-la.

Confira abaixo e conte para nós qual a sua música favorita:

“JUST DANCE”, feat. Colby O’Donis

Álbum: The Fame

O single de estreia de Lady Gaga continua como um dos mais bem-sucedidos não apenas de sua carreira, mas também da história. Escrita em apenas dez minutos, a canção foi bem recebida pelo público por sua produção nostálgica e reminiscente do clubbing electro-pop dos anos 1980 e 1990, além de ter conquistado uma indicação ao Grammy de Melhor Gravação Dance.

“POKER FACE”

Álbum: The Fame

Com vendas que ultrapassam as vinte milhões de cópias puras, “Poker Face” é uma das assinaturas da Mother Monster, ganhando as rádios e as playlists do mundo inteiro por suas mensagens subliminares e por seu robótico synth-pop. Além do sucesso comercial, a canção também levou para casa diversos prêmios, incluindo uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance.

“EH, EH (NOTHING ELSE I CAN SAY)”

Álbum: The Fame

Há um certo teor agridoce sobre “Eh, Eh (Nothing Else I Can Say)”, um dos singles promocionais de The Fame que não teve o mesmo sucesso que seus predecessores e que dividiu tanto a crítica quanto o público. O motivo? A produção respaldada no bubblegum pop e os versos totalmente opostos que falam sobre um término de relacionamento.

“LOVEGAME”

Álbum: The Fame

Gaga sempre foi apaixonada pelo cenário underground de Nova York, principalmente por ter se apresentando em diversos bares da cidade antes de ascender à fama. “LoveGame”, uma de suas canções mais famosas, é uma genuína homenagem às raízes da popstar, falando sobre fama, amor e sexualidade da forma mais natural e sensual possível.

“PAPARAZZI”

Álbum: The Fame

“Paparazzi” é uma das construções mais pessoais e escandalosas de Gaga e integra com perfeição as mensagens de The Fame. Aclamado pela crítica especializada, a lírica denuncia a ação predatória dos paparazzi ao criar uma história de um relacionamento tóxico que acaba em tragédia – além de ter arrancado uma das performances mais memoráveis da história do VMA da cantora.

“BEAUTIFUL, DIRTY, RICH”

Álbum: The Fame

Apesar de não ser considerado um single do álbum de estreia de Gaga, “Beautiful, Dirty, Rich” resume com solidez bastante clara o que a artista queria nos entregar quando surgiu no cenário fonográfico há mais de uma década. A mistura de techno e dance-pop é cativante o suficiente para nos levar às pistas de dança – em todo seu exagero e sua estética kitsch.

THE FAME

Álbum: The Fame

Assim como “Beautiful, Dirty, Rich”, a música-titular de The Fame passou longe do radar mainstream, mas continua como uma das melhores produções de Gaga. Aliando-se a Martin Kierszenbaum, a faixa é infundida com synth-pop e fala sobre todas as ambições que uma artista estreante poderia ter após encontrar sucesso absoluto.

“BAD ROMANCE”

Álbum: The Fame Monster

Considerada por inúmeros especialistas como a magnum opus de Gaga, “Bad Romance” permanece viva na memória de qualquer um que já tenha ligado a rádio ao menos uma vez em 2009. Vencedora de duas estatuetas do Grammy, a canção é o carro-chefe do aclamado e revolucionário The Fame Monster’ e traz elementos do house e do techno alemães ao vibrante electro-pop do final dos anos 2000.

“TELEPHONE”, feat. Beyoncé

Álbum: The Fame Monster

Facilmente uma das colaborações femininas que marcaram época, “Telephone” uniu duas forças magistrais em uma luta por independência e uma matança inesperada: aqui, Gaga e Beyoncé proferiram seus melhores vocais em um dueto apaixonante, dançante e aclamado que ainda invade as pistas de dança do mundo inteiro.

“ALEJANDRO”

Álbum: The Fame Monster

O blasfemo single “Alejandro” chocou o planeta – e, principalmente, a igreja católica -, pela estética fosseana e pela potente lírica sobre o medo dos homens e sobre abuso de poder dentro de um relacionamento, familiar ou romântico. No videoclipe, Gaga aparece utilizando roupas de látex e instrumentos de BDSM – enquanto posa como uma freira e engole um rosário.

“DANCE IN THE DARK”

Álbum: The Fame Monster

Gaga contrariou o desejo dos fãs e parece ter se esquecido de transformar “Dance in the Dark”, uma das melhores incursões de sua prolífica carreira, em um single promocional. A amálgama de Europop, new wave e retro-pop traz análises sobre a falta de aceitação corporal, além de apostar algumas fichas em relacionamentos tóxicos, além de honrar nomes lendários da cultura popular, como Judy Garland, Marilyn Monroe e Sylvia Plath.

“SPEECHLESS”

Álbum: The Fame Monster

“Speechless”, escrita inteiramente e apenas pela performer, é um dos primeiros grandes contatos com o electro-rock e com a sutileza romântica da guitarra e do piano. A power ballad é inspirada pelas incursões setentistas, incluindo da banda Queen, e foi injustamente criticada por ser “uma fraude” – algo se provaria mentira pela densidade de canções futuras.

BORN THIS WAY

Álbum: Born This Way

Pouco tempo depois de ter estourado com “Just Dance” e “Poker Face”, Gaga estava pronta para dar mais um passo em sua carreira e, homenageando a comunidade LGBTQ+, lançou a aclamada track Born This Way. A faixa-título de seu terceiro álbum foi a primeira a falar diretamente com a liberdade queer e feminina, abrindo portas para discussões de empoderamento, respeito e luta.

“JUDAS”

Álbum: Born This Way

Voltando a cutucar a hipocrisia da igreja católica, Gaga lançou “Judas” em plena Sexta-Feira Santa e destruiu quaisquer barreiras existentes entre religiões antigas e modernas. Encarnando Maria Madalena em uma narrativa bastante contemporânea, a cantora e compositora aliou-se a Nadir Khayat para a construção de uma história que unia o bem e o mal em um ponto em comum.

“THE EDGE OF GLORY”

Álbum: Born This Way

Aclamada pelo público e pela crítica – além de ter tido uma performance espetacular nos charts mundiais -, “The Edge of Glory” apresentou ao mundo novas nuances do disco através de um enredo que fala sobre os últimos momentos da vida. Como se não bastasse, o icônico bridge trouxe as habilidades do saxofonista Clarence Clamons e uma indicação à Música do Ano no People’s Choice Awards.

“YOU AND I”

Álbum: Born This Way

Antes de Joanne, Gaga já havia dado indícios de seu apreço pelo country com a incrível e irretocável “You And I”. Afastando-se completamente do pop e apostando no country-rock, a faixa, uma das últimas promocionais de Born This Way, a canção também recebeu aplausos dos especialistas internacionais e tornou-se um destaque do álbum por sua competente produção e pela presença de ninguém menos que Brian May na guitarra.

“MARRY THE NIGHT”

Álbum: Born This Way

Além de ter dirigido o magnífico curta-metragem de “Marry the Night”, Gaga aproveitou para resgatar as raízes do electro-pop e do synth-pop para uma jornada epopeica através de sua própria vida, analisando os altos e baixos e de que forma superou os diversos obstáculos – fundindo densidade e exaltação em um mesmo lugar.

“HAIR”

Álbum: Born This Way

Retomando a colaboração com Clemons, “Hair” é uma daquelas músicas que nos fazem sentir bem pela natureza empoderadora e desafiadora da lírica. “Eu me cansei, esse é o meu cabelo” é o mote para aqueles que desejam ser o que bem entenderem e que não devem ouvir outras pessoas que querem moldá-los.

“BLOODY MARY”

Álbum: Born This Way

Gaga já falou em diversas entrevistas que a canção que mais gosta é “Bloody Mary” e, de fato, ela resume (até então) a carreira que teve desde a estupenda estreia em 2008. Mais uma vez abrindo portas para metáforas religiosas, dessa vez em relação ao momento da crucificação de Jesus Cristo na mitologia católica, ela se respalda com força no synth-pop e no electro-rock com irreverência envolvente.

“ELECTRIC CHAPEL”

Álbum: Born This Way

Em “Electric Chapel”, Gaga parece fazer uma espécie de “Act of Contrition” visto em ‘Like a Prayer’, de Madonna, retomando temáticas e versos já mencionados em músicas anteriores – mas fugindo da obviedade. As ressonantes guitarras dialogam com o glam metal dos anos 1970 e 1980, enquanto transformam a pista de dança em um templo religioso movido pelos sinos e pela rouquidão vocal da lead singer.

“THE LADY IS A TRAMP”, com Tony Bennett

Álbum: Duets II

Enquanto promovia Born This Way, Gaga chamou a atenção de uma lenda da música, Tony Bennett. Um dos ícones do jazz, Bennett convidou nossa Mother Monster para uma versão contemporânea do clássico “The Lady Is a Tramp”, que demonstrou mais uma vez a versatilidade artística da performer e que, no final das contas, ganhou aclame pela crítica internacional em virtude da simplicidade e da honestidade da dupla.

“APPLAUSE”

Álbum: ARTPOP

ARTPOP pode não ter feito o estrondoso sucesso dos álbuns anteriores de Gaga e, anos depois de ser duramente criticado, foi compreendido como um state-of-art da música pop. O lead single, “Applause”, trouxe o Eurodance de volta ao cenário mainstream e falou sobre fama e sobre o que lhe dá vida: aplausos.

ARTPOP

Álbum: ARTPOP

A faixa-título do quarto álbum de Gaga é uma jornada sinestésica e diferente de tudo que já havia nos mostrado. Investindo esforços principalmente no techno e no Euro disco, Artpoptraz instrumentalizações distorcidas do piano e da guitarra enquanto insurge como a espinha dorsal dessa jornada à la Andy Warhol.

“VENUS”

Álbum: ARTPOP

À época de seu lançamento, “Venus” não teve recepção consideravelmente favorável por parte da crítica; de qualquer forma, caiu no gosto popular e ascendeu à fama como uma das faixas mais populares e apreciadas da artista; inspirada pelo synth-pop dos anos 1980, os versos falam sobre libertação e empoderamento sexual, fazendo inúmeras alusões à mitologia greco-romana.

“G.U.Y.”

Álbum: ARTPOP

O hino power-bottom “G.U.Y.” sofreu do mesmo mal que as canções conterrâneas de ARTPOP e veio a ganhar reconhecimento muitos anos depois de lançada. A ode EDM, que também fala abertamente sobre sexo e sobre autoafirmação, seja corporal ou artística, contém elementos do R&B contemporâneo, do house e até mesmo do industrial pop.

“MANICURE”

Álbum: ARTPOP

Assim como outras faixas, “MANiCURE” não teve o reconhecimento que merecia – mas entrou para nossa lista por mérito próprio. Abrindo portas para o electro-rock, a dinâmica e vibrante faixa brinca com as palavras “man” e “cure” ao mesmo tempo que cria uma simples e divertida narrativa sobre sair e se divertir com amigos.

“DO WHAT U WANT”, com Christina Aguilera

Álbum: ARTPOP

Esqueça a colaboração com R. Kelly; “Do What U Want” é infinitamente melhor performada ao lado de Christina Aguilera. Após atribulações no começo dos anos 2010, as lendárias cantoras apresentaram durante o The Voice uma rendição espetacular da música, unindo forças para fazer críticas sobre imagem corporal e saúde mental.

“ANYTHING GOES”, com Tony Bennett

Álbum: Cheek to Cheek

O jazz de fato é um dos gêneros mais difíceis de serem cantados, principalmente por ter um fraseamento e um ritmo próprios. Mas isso não impediu Gaga e Bennett de se reunirem mais uma vez para Cheek to Cheek, cujo lead single insurgiu com a modernizada e dócil versão de “Anything Goes”.

“IT DON’T MEAN A THING (IF IT AIN’T GOT THAT SWING)”, com Tony Bennett

Álbum: Cheek to Cheek

Apesar de não ser conhecida por boa parte dos fãs, “It Don’t Mean a Thing (If It Ain’t Got That Swing)” coloca em voga o lado mais teatral e jazzy de Gaga e Bennett, em um complicado e estonteante ritmo que honra em todos os aspectos a canção original composta por Duke Ellington e Irving Mills.

“I CAN’T GIVE YOU ANYTHING BUT LOVE”, com Tony Bennett

Álbum: Cheek to Cheek

A nova versão do clássico composto por Jimmy McHugh e Adelaide Hall recebeu grandes elogios por parte da crítica, pela ousadia de certas alterações nos versos originais e pela química desfrutada entre os dois cantores. Além disso, a rendição trouxe Gaga mais perto de uma atemporalidade concisa que a colocava para além das incursões mainstream.

“BANG BANG (MY BABY SHOT ME DOWN)”

Álbum: Cheek to Cheek LIVE

Gaga é considerada por inúmeros especialistas e estudiosos como uma das maiores cantoras de todos os tempos – e sua versão de “Bang Bang (My Baby Shot Me Down)” na turnê Cheek to Cheek Live prova isso de uma vez por todas. A dramática interpretação da artista foi comentada com elogios pela lendária Cher, que canta a original, além de ter arrancado ovações pela construção em jazz e blues em vez do folk rock.

“TIL IT HAPPENS TO YOU”

Álbum: The Hunting Ground (OST)

Enquanto haters ao redor do mundo falavam que a carreira de Gaga já tinha acabado, a titã da música trabalhava arduamente em uma das melhores faixas de sua carreira: “Til It Happens to You”. Colocando-se como protagonista de uma narrativa que fala sobre abuso sexual, a canção foi escrita ao lado de Diane Warren para o documentário The Hunting Ground– e recebeu indicações ao Oscar, ao Globo de Ouro e ao Grammy.

“PERFECT ILLUSION”

Álbum: Joanne

Três anos depois de seu último álbum de estúdio solo, Gaga anunciou um comeback diferente do esperado: Joanne. Revivendo a era vocalista da música com uma produção voltada para o country-rock, o álbum ganhou vida através do lead single “Perfect Illusion”, que faz alusões ao icônico Bruce Springsteen e seu conhecido dance-rock.

“MILLION REASONS”

Álbum: Joanne

A poderosa balada pop-country “Million Reasons” dominou as paradas e as rádios estadunidenses por um tempo consideravelmente longo, além de ter mostrado um lado bem mais íntimo e pessoal de Gaga. Alcançando o quarto lugar da Hot 100 da Billboard, a iteração foi escrita ao lado de Mark Ronson e Hillary Lindsey, abarcando uma indicação ao Grammy de Melhor Performance Pop Solo.

JOANNE

Álbum: Joanne

A música-título de Joanne causou uma comoção pela natureza biográfica e pela cândida homenagem que Gaga fez à sua falecida tia, Joanne Germanotta. Elogiada pela crítica e mostrando as aptidões vocais da performer ao country, a versão em piano levou para casa um Grammy em 2019.

“JOHN WAYNE”

Álbum: Joanne

Apesar de não ter entrado para a lista de singles oficiais de Joanne, “John Wayne” forneceu um claro vislumbre da excentricidade de Gaga pela qual nos apaixonamos ainda em The Fame. Com um colorido e frenético videoclipe dirigido por Jonas Akerlund, a canção se inclina tanto para o country quanto para o disco e o funk, além de reapresentar o icônico ator titular ao mundo.

“A-YO”

Álbum: Joanne

O country-pop “A-Yo” é uma resposta sutil e cheia de metáforas para os haters que tentaram, em vão, atacar o que Gaga representa para o cenário artístico. Novamente, a música não foi bem aproveitada, apesar de ter sido performada inúmeras vezes ao vivo, mas colocou em voga vocais incríveis que, quando comparados a 2008, haviam envelhecido de modo excepcional.

“DANCIN’ IN CIRCLES”

Álbum: Joanne

O retro-country-funk “Dancin’ In Circles” tinha potencial de sobra para se tornar uma das músicas promocionais de Joanne, mas ficou à sombra de outras escolhas da produtora. De qualquer forma, a faixa caiu no gosto popular pela sensual rendição de Gaga e por uma lírica pungente e explícita – do jeito que os fãs adoram.

“THE CURE”

É um fato dizer que várias pessoas ficaram bastante eufóricas com o lançamento surpresa de “The Cure”. Gaga apresentou o single solto em suas apresentações no Festival Coachella e teve uma resposta bem calorosa por parte do público e dos fãs. Enquanto vários acreditavam ser o começo de uma nova era, a canção, na verdade, era um pretexto para a futura divulgação de Nasce Uma Estrela, que viria a emprestar o som pop-soul a faixas como “Heal Me” e “Hair Body Face”.

“YOUR SONG”

Álbum: Revamp

Gaga e Elton John sempre foram melhores amigos – e John a chamou inclusive para ser madrinha de seus dois filhos. Depois de inúmeras performances juntos, ela participou de uma homenagem ao lendário musicista no álbum tributo ‘Revamp’, ficando a encargo da famosa “Your Song” e entregando algo simplesmente fantástico.

“SHALLOW”, com Bradley Cooper

Álbum: Nasce Uma Estrela (OST)

Migrando para o cenário cinematográfico, Gaga conseguiu o papel principal do remake de Nasce Uma Estrela, anunciando que trabalharia em uma trilha sonora original. “Shallow”, carro-chefe do álbum, tornou-se um sucesso imenso ao redor do mundo e, pouco tempo depois de dominar as paradas nacionais e internacionais, tornou-se a canção mais premiada da história, rendendo à artista dúzias de prêmios.

“ALWAYS REMEMBER US THIS WAY”

Álbum: Nasce Uma Estrela (OST)

A balada romântica “Always Remember Us This Way” foi recebida com aclame universal por parte da crítica e conquistou uma indicação de Música do Ano no Grammy Awards. Elogiada pela densidade da produção e dos versos, a faixa voltou a exibir as habilidades instrumentais de Gaga e encontrou sucesso em meio ao cenário mainstream.

“IS THAT ALRIGHT?”

Álbum: Nasce Uma Estrela (OST)

Resgatando suas raízes teatrais, Gaga deu vida à fantástica “Is That Alright?”, uma das muitas tracks de Nasce Uma Estrela. Roubando os holofotes assim como fez durante o longa-metragem inteiro, sua performance estupenda e irretocável foi destinada aos créditos finais do filme, destilando emoção a cada verso proferido.

“I’LL NEVER LOVE AGAIN”

Álbum: Nasce Uma Estrela (OST)

Fechando com chave de ouro uma das melhores trilhas sonoras do século, “I’ll Never Love Again” arrancou lágrimas até dos mais céticos. Falando sobrea a perda da pessoa amada, a iteração conquistou a estatueta de Melhor Música Escrita para Mídia Visual no Grammy e demonstrou o alcance vocal de uma das artistas mais completas da atualidade.

“STUPID LOVE”

Álbum: Chromatica

Sete anos depois de sua última aventura no mundo pop, Gaga voltou com o lançamento de “Stupid Love”. O lead single do aclamado Chromatica trouxe os retumbantes elementos do dance-pop e do house para uma colorida, vibrante e envolvente jornada musical que quebrou recordes e que reacendeu o fogo de suas obras anteriores.

“RAIN ON ME”, com Ariana Grande

Álbum: Chromatica

“Rain On Me” foi considerado a melhor música de 2020 por inúmeras razões: além da colaboração aplaudível entre Gaga e Ariana Grande, a faixa se tornou a música mais premiada do ano passado, além de ter sido a primeira colaboração feminina tanto a debutar em #1 na Hot 100 quanto a levar para casa o Grammy de Melhor Performance Pop Duo/Grupo. Chove em mim!

CHROMATICA II + 911”

Álbum: Chromatica

Estendendo suas referências a Daft Punk e a Giorgio Moroder, a combinação etérea de Chromatica II” e “911” não pode ser desassociada em nenhum momento. A cinemática apresentação do interlúdio é apenas pretexto para a explosão robótica do hino EDM, com toda a construção upbeat corroborando para as mensagens de saúde mental e para a conciliação de Gaga com seus demônios interiores.

“ALICE”

Álbum: Chromatica

A faixa de abertura de Chromatica é inspirado pelo clássico romance ‘Alice no País das Maravilhas’. Movido pelo melhor do house e por beat drops incríveis, “Alice” é uma emocionante aventura muito mais profunda do que aparenta – e recheada de pequenos detalhes que podem passar despercebidos quando ouvidos pela primeira vez.

“SOUR CANDY”, com BLACKPINK

Álbum: Chromatica

Gaga não é conhecida por trazer inúmeras colaborações aos seus álbuns, mas Chromatica mostrou-se um lugar propício para “atirar para todos os lados”. Em “Sour Candy”, o deep house ganha vida com a junção épica ao grupo de K-pop BLACKPINK, além de levar para casa inúmeras honrarias.

“BABYLON”

Álbum: Chromatica

“Babylon” é a faixa que encerra com memorável furor o último álbum lançado por Gaga. A impecável conclusão nutre de similaridades progressivas com as icônicas produções dos anos 1990, ao mesmo tempo que as pincela com um dêitico coro gospel que não poderia ter vindo em melhor hora.

BÔNUS: “I WANT YOUR LOVE”

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Em 2016, Gaga foi convidada pessoalmente pelo lendário diretor, produtor, estilista e roteirista Tom Ford para cantar uma nova versão de “I Want Your Love”, clássica canção disco do grupo Le Chic. Sua versão foi aclamada pelo público e pela crítica especializada, sendo elogiada por uma abordagem mais contemporânea, mas sem perder a elegância da original.

Crítica | Lady Gaga volta às suas raízes com o glorioso e saudosista ‘Chromatica’

Publicado originalmente em 29 de maio de 2020.

O aspecto mais previsível da carreira de Lady Gaga é sua imprevisibilidade. Afinal, ao longo de seus doze anos na indústria do entretenimento, um dos maiores nomes da história da música já passou pelo cativante pop raiz, brincou com os elementos do electro-rock, reviveu os sintetizadores que viralizaram nos anos 1970 e 1980, aliou-se com o jazz e familiarizou-se com country. Sendo uma das pessoas mais premiadas de todos os tempos com centenas de estatuetas do suprassumo da esfera artística, os fãs não podiam deixar de sentir um gostinho agridoce na boca ao ver sua diva se afastar com tanta brutalidade do gênero que havia lhe colocado nos holofotes, mesmo que isso tenha apenas provado sua versatilidade irretocável.

Quatro anos depois do intimista ‘Joanne’ – que, apesar de não ter caído no gosto popular, levou para casa um gramofone dourado pela rendição acústica da faixa titular -, Gaga decidiu retornar ao pop com um estrondo previsto por muitos, mas diferente de tudo que esperávamos. Aliando-se com elementos populares do final do século passado e criando até mesmo um universo inteiramente novo (cujo nome é emprestado do próprio título do álbum), a artista nos convidou para uma sinestésica e dançante jornada em Chromatica: a obra, sua sexta incursão solo, é simplesmente uma das melhores rendições em muito tempo, entregando muito mais do que qualquer um poderia pedir.

Ao longo da pesada divulgação e promoção do CD, a performer nos presenteou com o impactante single “Stupid Love”, um exuberante synth-pop oitentista que concretizou sua volta às raízes com uma batida envolvente e versos fáceis o suficiente para serem levados para os night clubs; o hino house-pop “Rain On Me”, marcando colaboração com Ariana Grande em um metafórico tour-de-force que tornou-se uma das melhores músicas de 2020; e a incursão deep house com o grupo BLACKPINK, “Sour Candy”, cujo resultado final pode ter sido um pouco inconstante, mas manteve o nível sonoro nas alturas e continuou cultivando no público um sentimento de retomada imagética que há muito era desejado. Entretanto, por mais que as faixas tenham nos dado um gostinho dos ressonantes ideários que a cantora e compositora pretendia trazer para um conturbado ano, nada se compara à sensorial e transcendental (em suas devidas proporções) experiência de ouvir o conjunto em si – cuja profundidade é bem maior do que se esperava.

Chromatica se inicia com um perfeito interlúdio (cuja prévia já foi mostrada em fevereiro), adornado com um conceito extremamente clássico e orquestral que casa com “Alice”, uma forte track carregada com simbologias de reencontro e da volta a si mesmo – o que é bem pertinente, considerando que Gaga está fazendo um convite aberto a uma autocompreensão intimista detalhada com clareza em batidas e beat drops incríveis. Um pouco mais para frente, ela nos mostra a versão finalizada e melhorada de “Free Woman” – e, ainda que a demo tenha vazado algumas semanas atrás, nada poderia nos preparar para o banquete sinfônico preparado com cautela.

A cada canção, percebe-se que a inusitada parceria assinada com BloodPop funcionou em todos os aspectos: comandando o poderoso e inebriante liricismo, as peças sintéticas, mergulhadas sem escrúpulos em autotunes e dramatizações robóticas (nos relembrando de ARTPOP inúmeras vezes), fornecem uma dúbia interpretação. Mostra-se, à medida que viajamos através desse colorido e vibrante mundo, o apreço pela estética instrumental dos anos 1980 e 1990, principalmente para as vanguardas do europop e do disco-dance. E, seguindo os passos de outras figuras, Gaga mantém-se verdadeira à sua identidade única e cria uma obra-prima, uma vendeta pessoal para aqueles que declaravam sua morte artística há alguns anos.

Um das configurações que mais nos chama a atenção são as minúcias anacrônicas e as inflexões das quais a performer dispõe para fazer o que bem entende. Quando Chromatica II’ e ‘911’ unem-se em um viagem no tempo e futurista, estamos prontos para algo original e arrefecedor; está última canção, por exemplo, é uma ode mimética à aclamada dupla Daft Punk, cujas linhas europeias são trazidas para o mainstream norte-americano com um peso eletrônico que converge e diverge ao longo de menos de três minutos. Enquanto isso, “Plastic Doll” é uma explosiva crítica à cultura pop e à objetificação e rotulação de artistas que desejam apenas mostrar o que têm para o mundo sem serem confinados a caixinhas intransponíveis. Novamente, a complexidade vai para muito além da sensorial atmosfera, trazendo reflexões atribuladas e bastante pertinentes para o momento em que vivemos.

O pecado de Lady Gaga é nos deixar querendo por mais – e talvez esse pecado seja expurgado em um piscar de olhos, seja quando nos deliciamos com a envolvência gritante de “Enigma”, com a viciante balada desconstruída “Sine From Above”, proferida ao lado de Sir Elton John (e a melhor colaboração do álbum, indiscutivelmente), ou com a elegíaca house pop que ganha forma com “1000 Doves”. E, em um complementar ápice, “Babylon” é uma conclusão sem quaisquer defeitos que nutre de similaridades progressivas com as icônicas produções dos anos 1990, apesar de pincelá-las com um dêitico coro gospel que não poderia ter vindo em melhor hora.

Chromatica era exatamente do que precisávamos em 2020: uma narcótica adição ao que apenas se pode dizer de um dos melhores anos para a música – e um comeback digno de uma lendária que ainda tem muitas histórias para nos contar.

Nota por faixa:

  • Chromatica I – 5/5
  • Alice – 5/5
  • Stupid Love – 4,5/5
  • Rain on Me (com Ariana Grande) – 4,5/5
  • Free Woman – 5/5
  • Fun Tonight – 4,5/5
  • Chromatica II – 5/5
  • 911 – 5/5
  • Plastic Doll – 4,5/5
  • Sour Candy (com BLACKPINK) – 3,5/5
  • Enigma – 5/5
  • Replay – 5/5
  • Chromatica III – 5/5
  • Sine from Above (com Elton John) – 5/5
  • 1000 Doves – 5/5
  • Babylon – 5/5

‘Godzilla vs. Kong’ tem a maior abertura desde o começo da pandemia com US$ 121 milhões

Godzilla vs Kong‘ teve a melhor estreia do cinema desde o começo da pandemia.

O filme arrecadou US$ 121,8 milhões nas bilheterias mundiais, dando a Hollywood a esperança de que as tendas de sustentação possam retornar com a reabertura dos cinemas.

Tenet‘, de Christopher Nolan, teve anteriormente o maior início de bilheteria da pandemia, com US $ 53 milhões.

O filme obteve um rugido especialmente alto na China, aonde arrecadou enormes US$ 70,3 milhões.

O filme também abriu bem no México, Austrália e Rússia.

Falando nisso, as críticas do filme foram divulgadas pela imprensa norte-americana e o filme recebeu 79% de aprovação no Rotten Tomatoes – tornando-se o filme mais bem avaliado do Monsterverse.

Com 29 críticas publicadas, o filme teve nota média 6,3 de 10. Foram 26 reviews positivas e seis negativas. Trata-se da melhor avaliação para um filme do Monsterverse.

O primeiro filme da saga, ‘Godzilla‘ (2014), é o segundo mais bem avaliado – com 76% de aprovação no RT. Em terceiro lugar vem ‘Kong: Ilha da Caveira‘ (2017) – com 75% de aprovação no RT.

Em quarto e com a pior avaliação vem ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ (2019), com apenas 42% de aprovação no RT.

Confira as principais críticas:

Godzilla vs. Kong oferece exatamente o que promete. É uma energia transbordante e entusiasmo e traz um espetáculo visual satisfatório.”, Impulse Gamer

“Missão cumprida: Independente de quem ganha, os fãs do outro também ganham”, Anthony Morris

“‘Godzilla vs. Kong’ revela sua própria premissa bizarra e oferece tudo o que você pagou.” -Doug Jamieson, The Jam Report

Godzilla vs. Kong basicamente cumpre sua promessa de um grande monstro lutando contra outro grande monstro. Depende apenas se você está disposto a enfrentar a má configuração que o rodeia.” – John Nugent, Empire Magazine

“Quando nosso próprio mundo parece estar à beira da ruína, esses monstros parecem nossos medos primitivos encarnados … (mas o filme) sofre da mesma doença de tantos sucessos de bilheteria modernos: é imensamente assistível, mas instantaneamente esquecível.” – Prahlad Srihari, First post

“Assistir a esses monstros famosos compartilharem a tela pela primeira vez desde King Kong vs. Godzilla de 1963, em uma série de batalhas coreografadas habilmente, consegue golpes reais…”, Jamie Graham – Total Filme

“O MonsterVerse finalmente aprendeu com seus erros. Esse filme é realmente divertido, com ótimos visuais e feito para vê-lo no cinema.”, eCartelera

Godzilla vs Kong merece ser calorosamente abraçado como um vendedor de pipoca antiquado e cafona, com espetáculo de punch’n’crunch suficiente para compensar seu início lento, personagens magros e narrativa desleixada.”, Jim Schembri

“Este filme de monstro provavelmente pareceria espetacular onde quer que você o assistisse, mas é absolutamente deslumbrante na tela grande com ação épica de monstro sobre monstro e efeitos sonoros estrondosos, quase ensurdecedores.”, The Indian Express

Godzilla vs Kong‘ foi pra 8 de Abril, enquanto ‘Mortal Kombat‘ é previsto para 22 de Abril.

As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.  

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir.

‘Demolidor’: Atriz que interpreta Elektra Natchios quer repisar o papel no MCU

Após o cancelamento de ‘Demolidore ‘Os Defensores‘, os fãs ficaram sem algumas respostas sobre a origem de Elektra Natchios (Elodie Yung) e seu papel junto ao Tentáculo.

Infelizmente, parece que a Marvel Studios não tem interesse em resgatar ambas as produções.

Mesmo assim, Yung disse ao Comic Book que adoraria reprisar o papel no MCU.

“Meu Deus, eu adoraria atuar como Elektra novamente. Não sei se ela estará no MCU, mas se estiver, podem contar comigo. Eu amo essa personagem porque ela é tão complexa e fragmentada. Ela tem uma vilã dentro dela, mas no fundo ela é boa. E eu me identifico com isso. Adoraria que a Marvel pudesse ressuscitá-la.”

Recentemente, Charlie Cox também conversou com o portal sobre seu possível retorno como Matt Murdock no MCU, mas sua resposta não foi nada animadora.

“Bom, eu acho que o Demolidor definitivamente vai participar do MCU, mas eu não. Acho que eles vão reformular o personagem e convidar outro ator, é muito improvável que queiram nos reunir de novo. Então não criem expectativas, porque eles devem começar do zero.”

Apesar da notícia, Cox disse que não guarda mágoas por causa do cancelamento da série e que está ansioso para ver o retorno do Demolidor no cinema ou na TV.

“Isso já aconteceu várias vezes com Homem-Aranha, não é? É a vida. Estou torcendo pelo sucesso de quem quer que seja o novo Demolidor. Eu vou continuar assistindo esses filmes porque eu amo tudo isso.”

Demolidor estreou Em 2015, na Netflix, após uma parceria com a Marvel para construir um universo compartilhado no canal de streaming, integrando novos super-heróis, como Jessica Jones’, ‘Punho de Ferro’ e ‘Luke Cage, gerando a série ‘Os Defensores’. Infelizmente, todas essas produções foram canceladas.

‘Jogos Mortais’: Diretor de ‘Espiral’ não descarta novas sequências da franquia

Em entrevista ao ComicBook.com, o diretor Darren Lynn Bousman, que ficará responsável pela reimaginação da icônica franquia Jogos Mortais‘Espiral’, e que anteriormente havia comentado que nunca consideraria retornar para esse complexo universo do terror, revelou que não descarta a possibilidade de novas sequências caso a Lionsgate esteja interessada.

“Há uma década, eu teria dito que nunca voltaria, e acho que você pode encontrar talvez milhares de entrevistas em que digo isso. Mas agora, aos 41 anos de idade, é uma nostalgia estranha que me deixou animado para voltar. Agora, se eles me chamarem e disserem ‘ei, estamos fazendo uma sequência’, não há dúvida. Eu estaria num voo para voltar mais uma vez”.

Anteriormente previsto para chegar aos cinemas americanos em 21 de maio, a estreia foi antecipada em uma semana e o longa agora chega em 14 de maio.

Confira o trailer:

Criada em 2004, a franquia ganha reboot e volta às telonas após hiato de 2 anos, quando aconteceu o último lançamento: ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘.

Darren Lynn Bousman fica encarregado da direção, enquanto Josh StolbergPete Goldfinger assinam o roteiro.

Uma sádica e genial mente dá início a uma distorcida forma de justiça em ‘Espiral’, o novo capítulo assustador de Jogos Mortais. Trabalhando na sombra de um estimado e veterano policial, o Detetive Ezekiel “Zeke” Banks e seu novo parceiro se encarregam de investigar uma série de assassinatos bizarros, reminiscentes do passado sombrio da cidade. Mergulhando num mistério mais profundo do que parece, Zeke se vê no centro de um jogo mórbido.

Samuel L. JacksonChris RockMax Minghella estrelam o longa.

Diretor de ‘Invocação do Mal’ fala sobre a pré-sequência de ‘A Profecia’

Notícias da pré-sequência do clássico A Profecia insurgiram ainda em 2016; entretanto, vários fãs permaneceram sem saber o status do projeto, mesmo com os roteiristas ChadCarey Hayes (Invocação do Mal) tendo confirmado que escreveram uma primeira versão para a extinta 20th Century Fox.

Porém, a companhia foi adquirida pela Disney e a obra foi colocada em suspensão indefinida, levando os fãs de terror a questionarem a decisão da Casa Mouse e com o futuro incerto de franquias para maiores de idade.

Até o momento, o projeto permanece indefinido, como contou Chad ao ComicBook.com em celebração ao 15º aniversário do reboot de A Casa de Cera.

“Fizemos a pré-sequência de A Profecia, que ainda está lá e que, segundo os rumores, deve entrar em produção. Então vamos ver o que acontece”.

Carey também acrescentou que “contamos as origens de Damien. Foi bem divertido. Foi ótimo”.

O filme original foi lançado em 1976 e girou em torno de um casal cujo primeiro filho morreu pouco depois de nascer. Os pais, então, resolveram adotar uma criança órfã – mas uma série de eventos bizarros circundando Damien levou os dois a questionarem a origem do garotinho (e eventualmente a descobrirem que ele é o próprio Anticristo).

O sucesso da obra rendeu nada menos que três sequênciasum remake.

10 filmes dirigidos por atores consagrados da comédia

Atores e atrizes de comédia dominam como poucos a difícil arte de nos fazer rir. Exige um estudo e uma percepção muito própria da mente humana conseguir enxergar um humor mais “geral” em situações cotidianas, e isso eles fazem muito bem. Porém, às vezes, eles aceitam fugir de sua zona de conforto dirigindo produções voltadas para o drama, o terror ou até mesmo a própria comédia, e o resultado costuma ser incrível. Por isso, separamos alguns filmaços que foram dirigidos por atores que fizeram suas carreiras no mundo do humor. Confira!

Anos 90 (2018)

Despontando como um dos expoentes do humor sacana dos EUA, Jonah Hill participou de comédias memoráveis, como Superbad: É Hoje e Anjos da Lei. Antes de se arriscar na direção, ele também já tinha feito alguns dramas, como O Lobo de Wall Street e O Homem Que Mudou o Jogo. Então, ao assumir a direção de seu primeiro filme, o ator resolveu fazer um drama sobre amizade e os anos 1990. Além de todo o trabalho de construir e gravar o filme como se fosse uma legítima produção feita durante a década de 90, Jonah Hill capta bem o drama e a diversão de um menino de 13 anos crescendo nessa época enquanto precisa lidar com um relacionamento ruim com o irmão mais velho. É um filmaço que vai mexer diretamente com a nostalgia de quem viveu esses anos e vai conquistar também a galera que nasceu de 2000 para frente.

Onde assistir: Amazon Prime Video


A Vida Secreta de Walter Mitty
(2013)

A Vida Secreta de Walter Mitty” passou meio despercebido pelos cinemas, mas vale muito a pena ser visto.

Quem diria que por trás das comédias escrachadas, como Zoolander e Com a Bola Toda, Ben Stiller teria um lado poético e um olhar fotográfico tão incrível assim? Em A Vida Secreta de Walter Mitty, Stiller é Walter Mitty, um antigo funcionário da revista Life, que é responsável por revelar as fotos que serão usadas na revista. Porém, quando um grupo de investidores compra a revista e decide torná-la online, Walter percebe que está com seus dias contados. A situação piora quando ele não encontra o negativo da foto da última capa e decide ir atrás do fotógrafo, em uma viagem que vai mudar sua vida de uma vez por todas. A direção de Stiller é fantástica! Utilizando praticamente enquadramentos fotográficos para as filmagens, cada frame de filme parece uma foto de revista. O ritmo é muito interessante e a viagem filosófica sobre a fuga do cotidiano acaba resultando em um filmaço.

Ben Stiller tem várias comédias divertidíssimas no currículo.

Onde assistir: Google Play

Trovão Tropical (2008)

Ainda falando em Ben Stiller, ele trouxe seu timing cômico também para trás das câmeras. Na verdade, em Trovão Tropical, ele atua, escreve e dirige. A trama é bem parecida com a própria história do ator na época em que o longa foi feito. Ela fala sobre um astro de Hollywood em decadência que vai reunir um elenco estelar para rodar o maior filme de guerra já feito, e ele deve ser o responsável por sua volta por cima na carreira. Trazendo nomes como Jack Black, Robert Downey Jr., Tom Cruise e MatthewMcConaughey, o filme é divertidíssimo ao fazer uma enorme paródia do mundo do cinema, com atores frescos sendo mandados para a floresta, diretores excêntricos, empresários nojentos e uma série de estereótipos, como o personagem de Robert Downey Jr, que injetou melanina em sua pele para fazer o papel de um homem negro.

Onde assistir: no momento, não está disponível em nenhum streaming


Um Lugar Silencioso
(2018)

Um Lugar Silencioso” foi uma das melhores surpresas de 2018.

A vida do elenco de The Office não foi das mais fáceis após o final da série. Salvo algumas raras exceções, como Idris Elba, Amy Adams, James Spader e Steve Carell, a maioria do elenco regular não emplacou nenhum grande papel depois da série. Outro nome que se destacou foi John Krasinski. O intérprete de Jim Halpert conseguiu alguns papéis em dramas menores e comédias românticas, e chegou muito próximo de ser o Capitão América da Marvel – o que não aconteceu porque Chris Evans decidiu aceitar o papel em cima da hora. No entanto, foi como diretor que ele voltou a ter grande destaque. Lançado em 2018, Um Lugar Silencioso foi um fenômeno de críticas e bilheteria. Dirigido e estrelado por Krasinski – que dividiu tela com sua esposa, Emily Blunt – o filme é um terror praticamente mudo, que retrata uma família tentando sobreviver na Terra depois de um ataque de criaturas atraídas por ruídos. Em meio ao medo e ao desespero, a trama aborda questões familiares de forma muito madura e interessante.

John Krasinski deu vida ao eterno Jim Halpert, de The Office.

Onde assistir: Google Play


Hoffa – Um Homem, Uma Lenda
(1992)

A trama dramática/ mafiosa conquistou o público.

Com seu jeitão engraçado e seu porte físico baixinho e gordinho, Danny DeVito fez muito sucesso em comédias ao longo de sua carreira. Mas ele também mandou muito bem quando se colocou atrás das câmeras, se mostrando um diretor muito versátil e com uma visão cinematográfica bastante singular. Além da aventura infantil Matilda, Danny dirigiu Hoffa – Um Homem, Uma Lenda, que conta a história de Jimmy Hoffa, um líder sindical dos anos 1970, que desapareceu sem maiores explicações e foi considerado morto anos mais tarde. Ele ficou marcado por seu apoio aos trabalhadores e seu envolvimento com a máfia. Fazendo uma observação rápida: Jimmy Hoffa foi interpretado por atores de peso no cinema. No filme de DeVito, ele foi vivido por Jack Nicholson. Em O Irlandês, de Martin Scorsese, ele é interpretado por Al Pacino.

Danny DeVito é um dos reis da Sessão da Tarde.

Onde assistir: não está disponível nos streamings

Matilda (1996)

Outro filme a contar com a direção e atuação de Danny DeVito é Matilda, uma aventura no universo infantil que traz a história de uma menina autodidata negligenciada pela própria família, cujo maior sonho é poder estudar. Além de ser apaixonada por leitura, ela esconde um segredo muito especial: telecinese. Com a habilidade de controlar as coisas com a mente, ela vai aprontar várias confusões para quem voltar a ser malvado para com ela, incluindo a terrível diretora do colégio para o qual ela é mandada, a megera Agatha Trunchbull (Pam Ferris).

Onde assistir: Netflix


Nasce Uma Estrela
(2018)

A história de Jack e Ally encantou e chocou o mundo.

A estreia de Bradley Cooper na direção já foi um baita sucesso. Conhecido pela franquia Se Beber Não Case, Cooper acumulava uma penca de comédias e dramas bobinhos na carreira. Em Nasce Uma Estrela, porém, ele demonstrou ser um diretor talentosíssimo, sendo responsável por um dos melhores filmes de 2018. Sua visão da clássica história de uma artista desconhecida que se envolve com um artista consagrado e consegue mostrar seu verdadeiro talento para o mundo foi diferente de todas as outras versões já lançadas. Com um tom mais sóbrio, atuações impecáveis – incluindo da estreante Lady Gaga -, o filme ficou fantástico, indo da adrenalina do sucesso à melancolia do fundo do poço em um baita drama musical.

Bradley Cooper ficou famoso por seu papel em “Se Beber Não Case!”

Onde assistir: Telecine

Fora de Série (2019)

Assim como Bradley Cooper, Olivia Wilde mesclou a carreira com filmes de drama, ficção e comédia. Sem ter conseguido muito destaque na maioria deles, a atriz se mostrou uma diretora muito competente. Em Fora de Série, ela entende bastante os dramas e conflitos da adolescência para contar a história de duas amigas nerds que se formaram na escola e vão seguir rumos diferentes na vida. Entretanto, no dia da última festa do colégio, elas se tocam que não aproveitaram essa vida estudantil como deveriam e, para não se arrependerem no futuro, decidem curtir a última festa com toda a intensidade possível. Só tem um problema: elas não sabem onde é a tal festa. No processo de descobrir o endereço, elas se metem em confusões absurdas e chegam até a brigar entre si. No fim, tudo dá certo, mas é nessa jornada divertida e surreal que Olivia Wilde consegue tirar o melhor da dupla principal, trazendo uma “dramédia” juvenil fantástica.

Olivia Wilde fez “Eu Queria Ter a Sua Vida” com Ryan Reynolds, além de ter aparecido em várias outras comédias.

Onde assistir: Telecine


Corra!
(2017)

Muito influente nos canais de comédia americanos e um youtuber de sucesso, Jordan Peele surpreendeu o mundo com a direção do clássico instantâneo Corra!. Misturando o terror com pautas sociais e uma dose de humor, Corra! flerta com “terrir” nos momentos clássicos dos filmes de horror, e deixa o terror de verdade para momentos que demonstram atitudes racistas infelizmente comuns na sociedade. A direção dele aborda esses assuntos para explicitar como são cruéis e criam um enorme desconforto no expectador.

Jordan Peele ficou famoso por suas esquetes humorísticas no Comedy Central.

Onde assistir: Google Play

Nós (2019)

Assim como Corra!, em Nós (2019), Jordan Peele critica o sistema de forma mais ampla, incluindo pontos como classe trabalhadora e opressão policial. Na trama, ele mostra uma família negra dos EUA que está cansada da rotina e decide ir para uma casa no lago para relaxar e se reencontrar como família. O problema é que eles sofrem uma invasão terrível durante a noite e descobrem que os criminosos eram clones sofridos deles mesmos. Com esses dois filmes, Peele se tornou um dos nomes mais cobiçados da Hollywood atual.

Onde assistir: Amazon Prime Video


Menção honrosa:

É o Fim! (2013)

Famoso por suas comédias escrachadas repletas de piadas de sexo e uso de drogas, Seth Rogen elevou o conceito de absurdo quando topou dirigir uma aventura sobre ele e seus amigos famosos precisando sobreviver ao apocalipse bíblico. A história se passa na casa do ator James Franco, que estava dando uma festa para seus melhores amigos e outros famosos de Hollywood, como Emma Watson e Rihanna. No meio das comemorações, o arrebatamento começa, causando pânico e morte para todos. Então, Seth Rogen, James Franco, Jay Baruchel, Jonah Hill, Craig Robinson e Danny McBride se escondem dentro da casa e descobrem que precisam ser pessoas melhores se quiserem ir para o céu. Enquanto tentam arrumar formas de virarem boas pessoas mesmo sendo atores de Hollywood, eles vão entrar num grande racionamento de comida e água, além de precisarem fugir dos demônios que passaram a perambular pela Terra. Sério, é genial. Anda mais se você conhecer as carreiras dos atores.

Onde assistir: Netflix.

‘Scooby-Doo 2: Monstros à Solta’ completa 17 ANOS; Confira 10 curiosidades sobre o adorado filme!

São poucas as pessoas que não conhecem a famosa mini-franquia live-action Scooby-Doo. Tanto o primeiro quanto o segundo filmes caíram no gosto popular e ainda atraem públicos de gerações diversas, principalmente pela estética camp de sua narrativa e pela química de seu elenco.

Apesar de serem considerados fracassos de bilheteria e de crítica, nada disso importa quando pensamos no nosso carinho pelas aventuras do dogue-alemão mais famoso de todos os tempos e de seus quatro companheiros – Fred, Velma, Daphne e Salsicha -, que saem mundo afora para resolver os casos mais arrepiantes de todos.

Em homenagem ao aniversário de 17 anos de Scooby-Doo 2: Monstros à Solta’, sequência lançada em 2004, o CinePOP preparou uma matéria especial com dez curiosidades sobre o longa-metragem.

Confira:

IMPROVISAÇÕES À SOLTA

Quando Velma (Linda Cardellini) está sentada no banco de trás da van e seu traje de couro faz um barulho de flatulência, ela diz: “foi a minha roupa, eu juro”. A frase foi um improviso espontâneo da própria atriz e entrou para o corte final do filme.

EXPERIMENTE!

Todos os figurinos vistos no Museu de Criminologia de Vila Legal eram completamente funcionais, o que significa que eles podiam ser usados por qualquer um. As placas, inclusive, acompanhavam curiosidades específicas sobre cada traje, baseadas no desenho original da franquia.

À LA TOM CRUISE

Todos os atores do filme fizeram as próprias acrobacias, o que os deixou bastante contentes. Freddie Prinze Jr., que retornou como Fred para a sequência, ficou bastante feliz por fazer algo que gostava: manobras com motocicleta.

SCOOBY-DOO NA MARVEL

Vários membros do elenco e da equipe criativa iriam trabalhar nos filmes da Marvel Studios. O roteirista James Gunn se tornaria o diretor de ambos os longas da saga ‘Guardiões da Galáxia’, que também trouxe Seth Green no elenco. Cardellini, por sua vez, apareceria em ‘Vingadores: Era de Ultron’ em 2015; e Tim Blake Nelson faria parte de ‘O Incrível Hulk’, de 2008.

MONSTROS E MAIS MONSTROS

O artista de efeitos especiais Steve Johnson foi contratado para criar os montros para o filme. O time que comandava fez o design e testou grande parte dos monstros até a produção executiva decidir que não colocar parte das criaturas e contratou outra companhia de Vancouver para criar algumas delas, incluindo o Mineiro de 49. Alguns dos montros que Johnson e sua equipe testaram, mas que não foram usados, incluem Monstro e o Fantasma do Barba Vermelha.

FIM DE UMA SAGA

Este foi o último filme da saga ‘Scooby Doo’ a ter lançamento nos cinemas estadunidenses. As outras aventuras, incluindo Scooby-Doo: O Mistério Começa’ e o remake ‘Scoob!’, não tiveram estreia nas telonas – este último em virtude da pandemia de COVID-19, que obrigou a Warner Bros. a movê-lo para os serviços de streaming.

MISTÉRIO S.A. VAI PARA A ESCÓCIA

James Gunn tinha planos de construir uma sequência de Scooby-Doo 2: Monstros à Solta’, mas a fraca bilheteria e a recepção negativa da crítica fizeram tanto a Warner quanto a Hanna-Barbera Studios a mudar de ideia. Gunn revelou que, caso o novo filme tivesse sido confirmado, a Mistério S.A. iria para a Escócia.

O AMOR ESTÁ NO AR (MAIS OU MENOS)

Nesse filme, Velma tem um namorado. A decisão foi feita de última hora pelo estúdio, diferente dos planos originais para a personagem, visto que ela foi construída para ser abertamente lésbica, conforme revelou Gunn em diversas entrevistas.

HOMENAGENS

Quando na mansão do Velho Wickles, a turma encontra um antigo livro celta com vários nomes escritos na primeira página. Dentre eles, podemos citar Harry Hausen, que faz homenagem a Ray Harryhausen, pioneiro das técnicas de stop-motion para monstros; Werner Brovas, que faz referência à Warner Brothers; e Munster Mash, alusão ao filme ‘Os Monstros’, de 1964.

SCOOBY 2D

Haveria um momento em que, durante a sequência de transformações, Scooby se transformaria em sua versão em 2D quando bebesse a poção errada. A cena não estava no roteiro original e, no final das contas, os executivos da Warner decidiram que não queriam o público comparando as versões animada e live-action do protagonista, resolvendo transformá-lo em Taz, o diabo da Tasmânia.

Você sabia que ‘Emily em Paris’ é baseado em uma história real?

Execrado pela crítica francesa por falta de compromisso com a realidade em Emily em Paris, Darren Star revelou que escreveu a série porque sonhava em se mudar para Paris.

Durante uma masterclass na 3ª edição do festival Canneséries, o criador declarou que a história da protagonista é baseada na jornalista norte-americana Rebecca Leffler.

Ela é uma escritora e jornalista que, depois de uma carreira como correspondente francesa do The Hollywood Reporter, trocou os tapetes vermelhos de Paris pelas ruas verdes de Nova York, onde hospeda eventos e oferece serviços de entretenimento de marca para marcas de bem-estar.

Rebecca Leffler

Com base na reportagem divulgada pelo jornal La Dépêche, o CinePOP traz as declarações do criador de Barrados no Baile (1990–2000), Sex in the City (1998-2004) e Younger (2015-2020) em relação às críticas do seu olhar sobre os franceses e do cotidiano na capital da França. 

Um Sonho Antigo de Darren Star

Na transmissão online da masterclass, Darren Star explica que a série “é uma forma de explorar o multiculturalismo e conectar-se com a nova geração”. Além disso, ele revela que a ideia do seriado já estava na sua cabeça há muito tempo – Já que ele pensava em morar na França desde que realizou um intercâmbio aos 19 anos no país. Ele também se considera um “francófilo”, isto é, possuidor de um grande apreço pela cultura e costumes franceses. 

Durante o evento, o produtor relembrou que morou durante 11 meses em Paris e que sempre imaginou como poderia ter sido a vida de expatriado. “Ao realizar a série, pude ter essa experiência e espero poder continuar”, declarou com esperança de que haja uma segunda temporada. Outro grande esclarecimento do encontro foi a “notável contribuição” da real expatriada Rebecca Leffler

A Consultora Criativa da Série 

Além da sua vivência na cidade luz, o showrunner relatou que a jornalista Rebecca Leffler lhe concedeu muitas informações para construir a personagem a fim de que o roteiro fosse semelhante a uma experiência real. Consultora criativa da série, Leffler declarou estar contente pelas pessoas descobrirem secretamente a sua história de vida, “mesmo que a vida da protagonista seja muito mais glamorosa que a minha”, esquiva-se a jornalista norte-americana. 

Atualmente, Rebecca Leffler escreve livros sobre culinária vegetariana e vegana, no entanto, ela trabalhou como publicitária, tal com Emily, no início da sua vida na França. Sem tradução para o português, o seu título mais famoso é Green, Glam, Attitude (2017). 

Assista também:

 

Sucesso e Críticas pelo Mundo

Grande sucesso na Netflix, após quatro semanas segue no TOP 10 de vários países, inclusive Brasil e França, Emily em Paris desencadeou uma avalanche de comentários irritados nas redes sociais. Nas postagens, os internautas apontam os clichês sobre Paris e seus habitantes, além da falta de veracidade da vida de Emily. A começar pela jovem estadunidense, interpretada por Lily Collins, se estabelecer em Paris sem falar uma palavra em francês.

Segundo o próprio Darren Star, houve um receio inicial de filmar com uma equipe francesa cenas que mostrassem as diferenças culturais entre franceses e americanos, ainda mais porque existia uma certa zombaria com os franceses. Contudo, ele alega que as filmagens deram certo e não ocorreu nenhum problema entre os profissionais. Para finalizar o assunto, ele admite: “Eu realmente queria filmar em Paris para que parecesse autêntico, mas também porque queria oferecer aos espectadores uma experiência especial”. 

Você acredita que alguém pode ter a vida da Emily Cooper na realidade? Ou mesmo com a consultoria especializada, o seriado está longe de representar uma jovem norte-americana vivendo o sonho europeu? Deixe o seu comentário!

Diretor de ‘X-Men: Fênix Negra’ não se arrepende de ter lançado o filme

X-Men: Fênix Negra‘ marcou o último filme dos mutantes lançados pela Fox antes da aquisição do estúdio pela Disney, e o fim de uma era.

No entanto, a adaptação foi extremamente criticada pelo público e arrecadou apenas US$ 252,4 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 200 milhões.

Durante uma entrevista para o IGN, o diretor Simon Kinberg foi questionado se havia algum corte não oficial do filme, ao que ele respondeu:

“Na verdade, não! O filme lançado foi a minha visão sobre o roteiro, não me arrependo de nada do que fizemos e foi uma honra trabalhar nessa franquia. Acontece que essa visão mudou ao longo da produção e há algumas cenas cortadas e ideias descartadas, mas não me arrependo da versão que foi lançada.”

O cineasta deixou claro que pretendia abordar questões que não foram incluídas na versão final, mas se justificou ao dizer que um filme nunca sai do papel da mesma forma que é escrito.

Quando você escreve um roteiro, ele nunca é concebido na tela como foi feito no papel. Algumas coisas funcionam, outras não. Quando você dirige seu próprio roteiro, é muito difícil ter que cortar certas coisas, mas estou satisfeito com o resultado final.”, concluiu ele.

Além da péssima bilheteria, o longa também foi massacrado pela crítica especializada, registrando apenas 23% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O que você achou do filme?

Confira nossa crítica:

Escrito e dirigido por Simon Kinberg, ‘X-Men: Fênix Negraé estrelado por James McAvoy, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Nicholas Holt, Sophie Turner, Tye Sheridan, Alexandra Shipp, Kodi Smit-McPhee, Evan Peters e Jessica Chastain.

‘Grey’s Anatomy’: 17ª temporada será a última da série?

Os fãs de ‘Grey’s Anatomy‘ já precisam começar a preparar o coração. A série está trazendo diversos personagens antigos de volta, o que parece uma preparação para um encerramento digno.

A atriz Ellen Pompeo revelou à Variety que depois de mais de 360 ​​episódios, a 17ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘ pode mesmo ser a última.

“Nós não sabemos quando a série realmente vai acabar. Mas a verdade é que a 17ª temporada pode ser a última”, afirmou.

Pompeo interpretou Meredith Gray – a cirurgiã superstar em torno da qual ‘Grey’s Anatomy‘ gira – desde seu início.

A produtora executiva/showrunner Krista Vernoff também ainda não decidiu se a série vai continuar.

“Eu não sei ainda. Honestamente, não decidimos. Estamos realmente tentando descobrir isso agora.”, afirmou.

Enquanto Vernoff está planejando um final digno para a 17ª temporada, fontes estão otimistas de que acordos seriam feitos para estender o drama médico de longa duração da televisão. As conversas estão em andamento, com a ABC considerando renovações de uma a duas temporadas de ‘Grey’s Anatomy‘.

Pompeo fechou anteriormente um grande negócio de dois anos para as temporadas 16 e 17, que está chegando ao fim. Ela está negociando uma nova extensão e as negociações parecem promissoras recentemente.

No lado positivo, Vernhoff renovou seu contrato de vários anos com a ABC.

“Krista Vernoff é uma superestrela que faz com que a tarefa quase impossível de dirigir três programas pareça uma quantidade razoável de trabalho. Honestamente, estou pasmo por ela. Todos no estúdio e na rede estão gratos pelo tremendo trabalho que ela fez nos incríveis programas de Shondaland, e estamos orgulhosos de lançar a primeira criação de Krista, Rebel , na ABC em duas semanas. O otimismo, curiosidade intelectual e busca por justiça social incorporada em seu personagem-título são características que poderiam facilmente se aplicar à própria Krista, e essas são apenas algumas das qualidades que nos fazem sentir sortudos de trabalhar com ela todos os dias.”, disse Dana Walden, presidente de entretenimento da Walt Disney Television, em um comunicado.

Com tantas peças em movimento, o futuro de ‘Grey’s Anatomy‘ parece estar chegando ao fim. Dado o legado da série e a importância para a ABC, o canal está fazendo de tudo para garantir um final adequado para Grey e um capítulo final avassalador.

Ontem, a ABC divulgou o trailer do próximo episódio da 17ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘, que traz o surpreendente retorno da Lexie Grey (Chyler Leigh).

Confira:

Intitulado Breathe, o episódio irá ao ar no dia 1º de abril.

A série, criada por Shonda Rhimes, estreou na ABC em 27 de março de 2005 e se tornou um sucesso imediato e barulhento. Desde então, por um período notavelmente longo nos anos de Hollywood, o drama está entre as séries mais populares da TV, mesmo quando o panorama da televisão mudou sismicamente.

No auge de sua audiência na segunda temporada, o programa atraiu uma audiência média de 20 milhões de telespectadores.

Criadora de ‘Grey’s Anatomy’ revela o POLÊMICO motivo que a fez trocar a Disney pela Netflix 

‘Sucker Punch’, de Zack Snyder, completa 10 anos; Confira dez curiosidades sobre a produção!

Antes de se envolver com o universo super-heroico da DCZack Snyder deu vida a um filme que dividiu a crítica e o público e que, da mesma forma, ganhou uma legião de seguidores anos depois de seu lançamento: Sucker Punch – Mundo Surreal’.

A narrativa, que chegou aos cinemas em 2011, mistura ação e fantasia psicológica e traz para o centro dos holofotes Emily Browning como Babydoll, uma jovem mulher que é trancafiada em uma instituição mental e lida com a total falta de prospecto ao imaginá-lo como um bordel. Aliando-se a outras quatro prisioneiras/dançarinas, o grupo arquiteta um plano para fugir do manicômio antes de passarem pela controversa lobotomia, entrando em realidades paralelas e lutando contra os próprios demônios.

Em celebração ao décimo aniversário do controverso longa-metragem, o CinePOP separou uma lista com curiosidades dos bastidores.

Confira:

TREINO PESADO

Cada uma das protagonistas passou por um estrito e pesado treino físico que envolvia levantamentos de peso de até 96kg – por diversos meses antes das filmagens começarem. Vanessa Hudgens, que interpretou Blondie na obra, lembra-se do período com ressentimento e o caracteriza como “atormentador”, chegando ao limite diversas vezes. Em algumas cenas onde é vista chorando, ela, na verdade, estava relembrando das sessões de treino.

FRACASSO COMPLETO

Sucker Punch tornou-se um fracasso de crítica e de bilheteria, arrecadando apenas US$90 milhões mundialmente. O baque foi tamanho que Jena Malone, intérprete de Rocket, quase desistiu de atuar. Felizmente ela deu mais uma chance à carreira de atriz e, anos depois, participou do aclamado e bem-sucedido ‘Jogos Vorazes: Em Chamas’ no papel memorável de Johanna Mason.

VERSATILIDADE EM CENA

Browning cantou três músicas da trilha sonora do longa-metragem: “Sweet Dreams (Are Made of This)” no começo da obra; “Asleep”, que toca enquanto Babydoll está chorando no banheiro; e “Where is My Mind?”, cantando ao lado de Yoav.

BUSCANDO ORIGINALIDADE

Sucker Punch, apesar de trazer inúmeros temas condizentes à ‘Alice no País das Maravilhas’, de Lewis Carroll, foi o primeiro filme original de Zack Snyder. Suas investidas anteriores incluem ‘Madrugada dos Mortos’, reimaginação do filme homônimo de George A. Romero‘300’, baseado nos quadrinhos de Frank Miller‘Watchmen’, baseado nos quadrinhos de Alan Moore; e ‘A Lenda dos Guardiões’, inspirado nos romances de Kathryn Lasky.

CASA LENNOX

O Manicômio Lennox faz homenagem à lendária cantora e compositora Annie Lennox, membro da dupla Eurythmics que compôs uma das músicas-tema do longa-metragem, “Sweet Dreams (Are Made of This)”.

MUDANÇA DE ELENCO

Carla Gugino interpretou a Dra. Vera Gorski na produção, mas ela não havia sido a primeira escolha para a personagem. Na verdade, Angelina Jolie havia sido cotada como Vera, mas não aceitou fazer parte do projeto em virtude de conflitos de agenda, cujo cronograma incluía as gravações de ‘O Turista’.

ACLAMAÇÃO VISUAL

Apesar de duramente criticado pela história e pelas controversas mensagens, o filme recebeu reconhecimento sólido pelos efeitos visuais das sequências de fantasia – recebendo uma indicação ao Scream Awards de Melhor Efeitos Visuais e foi pré-selecionado ao Oscar na mesma categoria. O trabalho de dublês, por sua vez, foi nomeado ao Taurus Award.

CASOS DE FAMÍLIA

No filme, Babydoll é paciente de um manicômio que cria uma realidade alternativa para lidar com o fato de que acidentalmente matou a própria irmã. Entretanto, essa não é a primeira vez que Browning dá vida a uma personagem desse jeito: ela representou o mesmo arquétipo narrativo em ‘O Mistério das Duas Irmãs’, de 2009.

ALERTA AMBER

Jamie Chung também fez parte do elenco como a poderosa Amber e, em diversas entrevistas, comentou que é o seu filme favorito. Ela também já participou de obras como ‘Pacto Secreto’‘Once Upon a Time’‘Believe’.

PERFEIÇÃO A QUALQUER CUSTO

Durante a cena de abertura, na qual Babydoll corre e deixa a arma cair no chão, o revólver batia no soalho e ricocheteava na parede o tempo inteiro. Snyder levou nada menos que sessenta tomadas para conseguir o take que precisava.

‘Power Rangers’ vai ganhar reboot nos cinemas e na TV com produtor de ‘Titãs’

De acordo com o Deadline, a Hasbro e o estúdio Entertainment One contrataram Bryan Edward Hill para escrever os roteiros do universo compartilhado dos ‘Power Rangers‘ na TV e no cinema.

Para quem não conhece, Hill também é co-produtor da ‘Titãs‘, série live-action da equipe jovens heróis produzida pela HBO Max.

Além disso, ele também é quadrinista e já escreveu algumas histórias para a DC Comics e para Marvel, como algumas edições de ‘Batman e os Foras da Lei’, ‘American Carnage’, e ‘Killmonger’.

Em seu perfil do Twitter, o artista agradeceu pelo apoio dos fãs e comemorou a escalação:

“Estou INCRIVELMENTE animado com isso. Eu AMEI o trabalho de Jonathan [Entwistle, o diretor] antes de embarcar nisso, e quando ouvi suas ideias, fiquei imediatamente entusiasmado. Este é um daqueles projetos que você pensa: ‘Uau, eu consigo fazer isso!’. E vocês me ajudaram apoiando meu trabalho. Sou muito grato a vocês.” 

Lembrando que Jonathan Entwistle (‘I Am Not Okay with This‘) será o responsável pela direção dos projetos.

Entwistle está vinculado à reinicialização dos ‘Power Rangers‘ desde dezembro do ano passado, quando parte dos direitos da franquia ainda pertenciam à Paramount.

No entanto, como a Hasbro adquiriu 100% da marca, a produção ficará por conta do eOne, estúdio supervisionado pela companhia de brinquedos.

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a trama das atrações, mas rumores indicam que este novo universo pode ser baseado no arco ‘Shattered Grid‘, HQ que explora a união de diversos Rangers através de épocas diferentes.

Shattered Grid, Editora Boom! 2018

Através de um comunicado, Nick Meyer, o presidente do eOne comemorou a notícia:

“Jonathan tem uma visão criativa incrível para esta franquia icônica e de enorme sucesso, ele é o arquiteto perfeito para moldar o que está por vir. Estamos ansiosos para trabalhar com os contadores de histórias mais talentosos do ramo enquanto reinventamos os Rangers na TV e no cinema.”

Entwistle também expressou seu entusiasmo em uma breve declaração para divulgar os próximos projetos:

“Esta é uma oportunidade inacreditável de introduzir novos ‘Power Rangers‘ para as novas e antigas gerações de fãs. Vamos trazer o espírito analógico para o futuro, aproveitando a ação e a narrativa que fizeram desta marca um sucesso. Estou ansioso para trabalhar com as equipes da eOne e da Hasbro. Juntos, mal podemos esperar para compartilhar mais ‘Power Rangers com o mundo em breve.” 

‘A Menina que Matou os Pais’: Carla Diaz emagreceu 5 quilos para interpretar Suzane Von Richthofen

Em entrevista para a revista Quem, Carla Diaz disse que teve que se adaptar a uma intensa rotina de treinos para interpretar Suzane von Richthofen no filme ‘A Menina que Matou os Pais’.

“Para interpretar Suzane, eu tive uma preparação física diferente do que já vinha fazendo. Como farei a personagem desde seus 15 anos, parei com a musculação. A direção me pediu para deixar o corpo menos definido, já que eu vinha de uma preparação intensa do Carnaval. Então foquei em exercícios mais aeróbicos e emagreci cinco quilos.”, disse a atriz.

Recentemente, a Galeria Distribuidora divulgou um clipe dos filmes ‘A Menina Que Matou Os Pais‘ e ‘O Menino Que Matou Meus Pais‘.

Assista:

Descrito como um drama psicológico, o longa conta a história real por trás do caso de Suzane Von Richthofen, responsável pelo assassinato dos próprios pais, ao lado de Daniel e Christian Cravinhos.

O crime ocorreu em 2002 e chocou o Brasil e o mundo na época. Atualmente, Suzane permanece cumprindo pena no presídio feminino de Tremembé.

“O filme que iremos contar é um thriller psicológico, de suspense, onde discutiremos os motivos que levaram ao fato em detalhes e discussões nunca antes debatidos sobre o caso. Sem dúvida alguma essa é uma história muito forte e original e por ser real torna tudo mais absurdo e instigante. O filme trás um tema que muita gente conhece e tem ideias pré-concebidas, mas as pessoas não sabem o mais importante que é o motivo que levou a filha e seu namorado a matarem seus pais. Por isso, esse projeto parte de um grande desafio que é entender um pouco a mente de cada um dos dois assassinos”, explicou o diretor Mauricio Eça.

O roteiro é assinado por Ilana Casoy, criminóloga, escritora e maior especialista em serial killers do Brasil, juntamente com Raphael Montes, escritor brasileiro de literatura policial sucesso de público e de crítica, traduzido em mais de 20 países.

Anunciado em julho de 2018, ‘A Menina que Matou os Pais‘ é dirigido por Maurício Eça e produzido pela Santa Rita Filmes, chegando aos cinemas no segundo semestre de 2021 com duas versões diferentes.