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Dica do fim de semana | Produções de todos os tipos no Amazon Prime Video

O Amazon Prime Video está com seu grande lançamento do mês em alta, mas também esconde algumas pérolas em seu amplo catálogo. Na dica deste fim de semana, a ideia é trazer alguns filmes que possam ter passado despercebidos pelo público na época de seus respectivos lançamentos, mas que agora ganham essa segunda chance no streaming.

Homem de uniforme de super-herói sorrindo em frente a escudos coloridos.

Vale lembrar que todas as produções citadas neste texto estão disponíveis no Amazon Prime Video. Confira!

The Boys

Homem e mulher acenam sobre chuva de confetes.

O grande lançamento do mês do Prime Video é a quarta temporada de The Boys. Carro-chefe das produções originais da casa, a série é um fenômeno e caminha para sua reta final. Os três primeiros episódios estão disponíveis, enquanto os outros serão lançados semanalmente. Neste fim de semana, vale a pena iniciar uma ‘maratona’ para ver todo o seriado e conseguir acompanhar a nova temporada conforme forem saindo os episódios ou apenas dar início a essa quarta temporada. Para quem nunca assistiu, a produção se passa em um mundo em que os super-heróis existem e são idolatrados como celebridades. O problema é que eles não têm o menor valor pela vida humana, o que vai irritar um grupo de pessoas normais, cujas vidas foram diretamente afetadas por esses ‘deuses’, dando início a uma sangrenta e politicamente incorreta aventura.

Alfa

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Ambientado há cerca de 20 mil anos na América do Norte, Alfa é uma aventura lançada em 2018 que passou meio despercebida em meio aos blockbusters da época. A trama acompanha um jovem nativo que sai para aprender a caçar bisões com sua aldeia. Entretanto, as coisas dão errado, ele sofre um acidente, desaparece e é dado como morto. O que ninguém esperava é que ele não apenas estaria vivo, como também mudaria uma relação entre espécies para sempre. Isso porque ele cruza o caminho de um lobo ferido e, juntos, eles fazem uma parceria pela vida. Sim, é um filme sobre os primórdios da relação entre homens e cães.

Chef

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Dirigido e estrelado por Jon Favreau, Chef é uma mistura de comédia e drama – com o perdão do trocadilho – deliciosa. É um filme sobre família e paixões, temas que parecem ser bem pessoais ao diretor. A trama acompanha um chef que está em alta em Los Angeles, mas que não aguenta mais a dor de cabeça de tentar inovar no cardápio do restaurante em que trabalha e ser constantemente repreendido. Junto a isso, ele sente que o trabalho está distanciando seu filho. Para complicar as coisas, ele recebe uma crítica negativa pela internet e resolve responder seu algoz pela internet. A resposta viraliza e ele praticamente vira persona non-grata nos restaurantes. Então, ele abre um food truck e começa a rodar o país com seu filho, arrastando multidões por onde passa.

À Procura

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Enquanto buscava seu lugar ao sol em Hollywood, Ryan Reynolds passou por alguns gêneros cinematográficos para testar seu talento. Um deles foi o suspense. Em À Procura, ele interpreta um típico pai canadense que sai com a filha pequena para fazer compras. Só que ele comete um erro: deixa a menina no banco de trás do carro porque acredita que será uma compra rápida. Nesse intervalo, a criança é sequestrada e ele entra em desespero ao se deparar com o carro vazio. Denúncia feita, o caso parece não andar. Seis anos depois, a primeira pista aparece e tudo indica que a menina não apenas tenha sido roubada, como agora integre um esquema gigantesco de pedofilia.

Sem Limites

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Um escritor frustrado está vivendo a pior fase de sua vida. Desempregado, com dívidas e largado pela namorada, tudo vai mal. Então, por obra do acaso, ele acaba em contato com uma droga experimental do submundo que expande a capacidade de funcionamento do cérebro humano. Conforme ele vai tomando mais cápsulas, mais inteligente e perspicaz ele fica. Diante dessa superinteligência, ele começa a resolver seus problemas, seja escrevendo diversos livros ou encontrando formas de solucionar o caos financeiro de sua vida. No entanto, ele ganha uma enorme habilidade com a matemática e decide se aventurar no mundo financeiro, o que chama a atenção de investidores. Só que ele acaba ficando dependente da droga e não sabe como fazer para encontrar mais dela. E aí, para sua infelicidade, quando bate a abstinência, toda aquela inteligência vai embora, deixando o rapaz em uma situação extremamente complicada no tão selvagem e perigoso meio empresarial.

Crítica | De Repente, Miss! – Fabiana Karla Em Seu Melhor Papel em Comédia Sobre Autoestima com Giulia Benite e Dani Winits

Durante muito tempo a indústria cinematográfica brasileira centrou suas histórias em apenas um determinado tipo de personagem feminino: a mulher (magra, branca) em crise no casamento porque fora abandonada/traída pelo marido e precisava se redescobrir na vida. Tal narrativa construiu um imaginário de que talvez os únicos problemas sociais femininos fossem desse tipo, e todo o resto estaria bem. Felizmente, porém, na última década um novo olhar vem mudando a forma de representar os corpos e personagens femininos no audiovisual, tornando-os mais plurais e diversos, abordando outros temas e oferecendo outras soluções. Nessa pegada, estreia nos cinemas a partir do próximo dia 23 o filme ‘De Repente, Miss!’.

Quando ficou grávida pela primeira vez, Mônica (Fabiana Karla, de ‘Uma Pitada de Sorte’) decidiu abandonar sua promissora carreira como publicitária para cuidar da gravidez e da família – e nunca se arrependeu dessa escolha. Mas agora, com sua filha Luiza (Giulia Benite, de ‘Chama a Bebel, tão bonitinha com os cabelos arruivados), no auge da aborrecência dos quinze anos rejeitando tudo que a mãe faz, e seu filho Leo (Gianlucca Mauad) se conectando muito mais com o pai, Mônica se questiona se está sendo uma boa mãe. Para sua surpresa, seu marido, Marcus (João Baldasserini, de ‘Polícia Federal – A Lei é Para Todos’), presenteia toda a família com uma viagem para um resort de luxo em Fortaleza. Apesar de seu medo do mar e sua insegurança emocional, Mônica vê na viagem uma forma de se aproximar da filha, e para tal decide participar de um concurso de Miss promovido pelo hotel com uma adversária jogo-duro como Flavia (Danielle Winits, de ‘Os Farofeiros’).

Mais uma vez o diretor Hsu Chien acerta na escolha precisa de seu elenco e na direção dos atores, construindo laços entre os personagens que favorecem a interação entre eles em suas jornadas pessoais. A música composta por Plínio Profeta e a fotografia de Silvia Gangemi constroem, juntos, o pano de fundo ideal para as férias em família.

Mesmo sendo a vilã na trama, Danielle Winits surpreende por conferir humanidade e carisma a uma personagem que, no fim das contas, a seu modo (torto) também busca ser feliz com suas escolhas. Novamente no protagonismo de uma produção, Fabiana Karla encontra, em Mônica, seu melhor papel até agora, com uma personagem insegura e complexa que, ao contrário do que se pode esperar, não busca uma redenção, mas sim (tal qual a vilã/antagonista) também só busca ser feliz com sua escolha.

O roteiro sensível de Dani Valente retrata as inseguranças maternas de uma forma muito pessoal e, portanto, crível. Mônica não é uma personagem perfeita e nem quer sê-lo, mas busca dar o seu melhor, se esconde nas virtualidades para passar seu conhecimento e não quer receber aplausos – mas também não quer ser desprezada. Assim, a busca, o resgate pela autoestima perdida (por inúmeros motivos) se dá através da alegoria do concurso de miss, mas que, na prática, é sobre ter a segurança de falar o que pensa, para aceitar receber um elogio, de acreditar na solidez dos relacionamentos e acreditar-se, sim, capaz de inspirar pessoas.

Com as participações luxuosas das imparáveis Polly Marinho (‘Uma Carta Para Papai Noel’) e Nany People (‘Quem Vai Ficar com Mário?’) ‘De Repente, Miss!’ é uma história de mãe e filha, mas dialoga com mulheres de todas as idades. Com sorte, abrirá a mente e o coração de muita gente, sobre como devemos ser mais generosos conosco mesmas.

‘O Esquadrão Suicida’: Título de produção é revelado

Tem sido uma semana e tanto para James Gunn e seu projeto ‘O Esquadrão Suicida. Além do anúncio de novos personagens a integrarem o nada convencional time, o título de produção do longa-metragem também foi revelado.

Em uma nova reportagem da Production Weekly, o filme está sob o subtítulo El Dorado. O filme de David Ayer, de 2016, estava sendo produzido com o nome ‘Bravo 14’.

Recentemente, o site Collider aproveitou as expectativas do longa-metragem para divulgar a lista completa dos vilões a completarem o time conhecido como Esquadrão Suicida. Além do Pistoleiro, teremos a presença do Tubarão-Rei, Mister Polka Dot, Pacificador e o Caça-Ratos – que mudará de gênero e agora será interpretado por uma mulher.

Tubarão-Rei é um tubarão humanóide que sofreu uma mutação genética.

O Pacificador é alter-ego de Christopher Smith, um agente que mata para conseguir pacificar a cidade.

Mister Polka Dot é um super-vilão de Gotham City que cria bolinhas em seu corpo capazes de se transformar em armas.

Caça-Ratos é alter-ego de Otis Flannegan, um super criminoso e um dos muitos inimigos do Batman. Ele é ajudado por um exército de ratos que formam um exército de caçadores de Gotham City. Aqui, o personagem será uma mulher.

Margot Robbie deve retornar como a Arlequina em participação especial, e Viola Davis voltará a viver Amanda Waller.

A expectativa do cineasta James Gunn é de que a produção comece em setembro de 2019.

A estreia do filme ainda permanece para o dia 6 de agosto de 2021.

Gunn terá a oportunidade de essencialmente reiniciar esta série como sua própria visão:

“Fomos informados que o Esquadrão Suicida de Gunn não será uma sequência, ele terá uma visão totalmente nova sobre o grupo de vilões. Mas se isso significa uma reformulação total ou não, não está claro,” afirmara.

O diretor do primeiro ‘Esquadrão Suicida‘, David Ayer, ofereceu seu total apoio à contratação de Gunn.

“Eu acho que é uma atitude incrivelmente corajosa e inteligente do estúdio. James é o homem certo para o trabalho,” afirmou.

Apesar de ter sido massacrado pelos críticos, ‘Esquadrão Suicida‘ foi um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 746.8 milhões mundialmente.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ ganha novo teaser; Trailer sai na próxima segunda!

A página oficial da franquia ‘Star Wars’ no Twitter divulgou um novo teaser de ‘A Ascensão Skywalker’, antecipando o lançamento de mais um trailer na próxima segunda-feira, 21.

Confira:

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 19 de dezembro.

Assista ao primeiro trailer:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Avenue 5’: Criador da série revela detalhes sobre a 2ª temporada; Confira!

No começo do ano, a HBO resolveu renovar a comédia espacial Avenue 5 para a 2ª temporada – e, agora, o criador Armando Iannucci revelou alguns detalhes da pré-produção do novo ciclo em entrevista ao The Hollywood Reporter.

“Já mapeamos os primeiros seis episódios e os três últimos serão planejados no próximo mês, provavelmente. Mas é basicamente sobre pessoas em isolamento. Então, estamos apenas esperando qual será o tom [da temporada]. Será de desespero, ou será bem bobo? Ou talvez um desespero bobo? Não sei. Tentamos fazer uma temporada tão boba quanto conseguimos, mas acabou se transformando em um estranho documentário sobre as condições dos dias atuais”.

O novo ciclo ainda não tem previsão de estreia.

A produção acompanha a viagem espacial turística da nave Avenue 5 que, acidentalmente, acaba saindo pela culatra e sofrendo sérios problemas em meio ao voo. Isolados no espaço, a tripulação de turistas e funcionários terão que encontrar um meio de sobreviver na imensidão do universo e continuar sua jornada de maneira segura. Só que achar a solução do problema não será tão fácil assim e o desespero dos personagens deve situações bem peculiares e boas risadas.

Avenue 5‘ é estrelada também por Josh Gad, Suzy Nakamura, Zach Woods, Rebecca Front, Nikki Amuka-Bird, Lenora Crichlow, Ethan Phillips e Himesh Patel.

A série tem lançamento marcado para o dia 19 de janeiro de 2020.

‘Cobra Kai’: Netflix explica o legado da série em novo vídeo incrível; Confira!

A série Cobra Kai agora ficará responsável pela Netflix, conforme anunciado algumas semanas atrás. Agora, para promover as duas primeiras temporadas, o serviço de streaming divulgou um novo vídeo explicando o legado da produção.

Confira:

O terceiro ciclo será exclusivo da plataforma, ainda sem data de estreia anunciada.

Vale lembrar que o próximo ano já foi filmado, mas o serviço do Youtube decidiu se livrar do seu conteúdo original. A medida se deve ao fracasso da plataforma do Youtube através de um modelo de assinantes, que deve voltar a focar em propagandas. Por este motivo, o Youtube perdeu o interesse por séries originais.

A série é uma continuação direta do clássico ‘Karatê Kid‘.

Situada 30 anos depois dos eventos do primeiro filme, a trama segue Johnny Lawrence em busca de redenção e reabrindo o infame dojo Cobra Kai. Com isso, ele trará de volta sua rivalidade com o bem sucedido Daniel, que tenta manter a vida em equilibrio sem a ajuda de seu mentor, o Sr. Miyagi. A atração deve explorar as frustrações dos dois através do karatê.

Ralph Macchio (Daniel LaRusso) e William Zabka (Johnny Lawrence) reprisam seus papéis.

Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand completam o elenco.

H.E.R. anuncia nova música original para o drama ‘Judas e o Messias Negro’

A cantora e compositora H.E.R., vencedora de duas estatuetas do Grammy, anunciou em seu Twitter oficial nos últimos dias que irá lançar uma música original para o drama político Judas e o Messias Negro.

Mais informações sobre a música não foram reveladas.

Confira:

A artista levou para casa os prêmios de Melhor Performance R&BMelhor Álbum R&B na 61ª edição do Grammy, além de ter sido indicada para Álbum do AnoArtista Revelação.

O filme que gira em torno de Fred Hampton, ativista político e presidentes do Panteras Negras em Illinois que foi assassinado aos 21 anos pelo FBI.

A produção chegará aos cinemas em 12 de fevereiro de 2021, junto com a estreia na HBO Max.

Assista ao trailer:

Estrelado pelo indicado ao Oscar Daniel Kaluuya (‘Corra!’, ‘Pantera Negra‘), o longa também conta LaKeith Stanfield (‘Atlanta’, ‘Joias Brutas’) como William O’Neal, Dominique Fishback (‘Coração de Ferro‘) e Jesse Plemons (‘Breaking Bad‘).

Com a ajuda de um criminoso chamado William O’Neal, o FBI investe na tenativa de silenciar Hampton e o Partido dos Panteras Negras. Mas eles não conseguiram matar o legado de Fred Hampton. 50 anos depois, suas palavras ainda ecoam… Mais alto do que nunca.

Embora sua vida tenha sido interrompida, o impacto de Fred Hampton continuou a reverberar. O governo viu os Panteras Negras como uma ameaça militante ao status quo e vendeu essa mentira a um público assustado em um momento de crescente agitação civil. Mas a percepção dos Panteras não correspondia à realidade. Nas cidades do interior dos Estados Unidos, eles ofereciam café da manhã gratuito para crianças, serviços jurídicos, clínicas médicas e pesquisas sobre anemia falciforme e educação política. E foi o presidente Fred de Chicago que, reconhecendo o poder da unidade multicultural por uma causa comum, criou a Coalizão Arco-Íris – unindo forças com outros povos oprimidos da cidade para lutar por igualdade e empoderamento político.

‘Jungle Cruise’: Assista aos trailers DUBLADO e LEGENDADO da nova aventura da Disney!

Walt Disney Studios divulgou as versões DUBLADA e LEGENDADA do mais recente trailer de Jungle Cruise, aventura estrelada por Dwayne JohnsonEmily Blunt.

O filme estreia no Disney+ em 30 de julho.

Confira:

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘A Órfã‘), o longa foi escrito por John Requa e Glenn Ficarra (‘Amor a Toda Prova’).

Na trama, Johnson será Frank, um capitão de barco amaldiçoado com imortalidade, que acompanha Lily Houghton (Blunt) na busca pela mística árvore da vida, capaz de oferecer a cura através de poderes mágicos. 

Como o novo ‘Pânico’ pode mudar o futuro da franquia…

Pânico se tornou uma das maiores franquias cinematográficas de todos os tempos e revitalizou o gênero slasher através de uma fórmula totalmente original e que, de certa forma, ia de encontro a tantas outras sagas semelhantes – como ‘Sexta-Feira 13’ e ‘A Hora do Pesadelo’.

Criada pelo lendário Wes Craven, um dos realizadores mais importantes do cinema contemporâneo, a história é centrada em um serial killer que se esconde atrás da máscara de um personagem conhecido como Ghostface e que arquiteta um massacre sanguinolento que tem como objetivo principal Sidney Prescott (Neve Campbell), uma problemática jovem que perdeu a mãe e carrega fantasmas de um passado não muito distante que vêm assombrá-la. Além de Sidney, os filmes introduziram diversos outros nomes que ficariam imortalizados no imaginário da cultura pop, incluindo a ambiciosa jornalista Gale Weathers (Courteney Cox) e o desengonçado e cândido delegado Dewey Riley (David Arquette), além de homicidas diferentes e perigosos trama após trama.

Dez anos depois de Pânico 4’ que, apesar das atribulações e das falhas técnicas, apresentou a famosa narrativa a uma nova geração, o público está ansioso para ver o quinto capítulo dessa revolucionária magnum opus – e parece que as coisas sofrerão uma brusca mudança que pode impactar fortemente em futuros longas-metragens (ainda mais levando em conta que comentários sobre uma sexta entrada já foram feitas entre os produtores e a equipe criativa). E, com o aguardado lançamento do primeiro trailer, é normal que várias teorias surjam entre os fãs da franquia – e, pensando nisso, resolvemos destrinchar as poucas informações que temos para focar em uma delas que pode premeditar um deslocamento profundo de protagonismo.

Foquemos no breve trailer: um dos aspectos que mais nos chamou a atenção, a caracterização de Dewey e o que uma nova jornada em Woodsboro pode significar não apenas para si, mas para o restante do trio de ouro. Arquette reprisa o papel em um design que já o mostra marcado pelo tempo, seja pelas rugas proeminentes, seja pelo cabelo desgrenhado e grisalho. Mais do que isso, Dewey carrega uma traumática experiência que o transformou em um especialista em assassinos em série – motivo pelo qual serve como a sábia voz que guiará os novos protagonistas pela (improvável) sobrevivência. E de que maneira isso inverte os papéis a que estávamos acostumados?

Mesmo décadas mergulhados em uma cíclica história, Sidney, Gale e Dewey sempre se tornaram centro dos assassinatos e encontravam uma forma de unir forças para derrotar múltiplos antagonistas. Entretanto, com o primeiro trailer da quinta iteração viralizando nas redes sociais e nas principais plataformas, não podemos deixar de perceber que Ghostface tem outra ideia em mente – que é trazer uma outra geração, muito provavelmente uma menção à Gen-Z e o fato de serem a “primeira tribo de nativos digitais”, como bem apontam os sociólogos. Dessa forma, os antigos personagens principais são colocados em segundo plano e abre-se terreno para algo diferente e que tem potencial ilimitado para dar muito certo.

Quando analisamos as múltiplas incursões da saga slasher, a ideia de introduzir uma personagens mais novos já foi explorada no filme anterior – mas as desconstruções de fórmula e a amálgama desequilibrada entre o terror e a comédia impediram que qualquer membro desse grupo de originais sobrevivesse e forçaram com que o roteiro voltasse a atenção para o trio de ouro e para a breve presença de Jill (Emma Roberts) como a vilã principal.

No trailer, Jenna Ortegavida à Tara e, numa mimética homenagem à Drew Barrymore no filme de 1996, parece ser a primeira vítima do novo homicida. Pouco depois, temos uma breve sequência ambientada no hospital em que uma especulativa Tara, provavelmente tendo sobrevivido aos ataques de Ghostface, se recupera dos ferimentos e percebe que não pode fugir de seu “destino”. Entretanto, vemos também a presença de Dewey no mesmo hospital, tirando todas as balas de seu revólver antes de partir ao encontro do serial killer, enfrentando-o mão a mão e colocando um fim no reino de terror que uma máscara de Dia das Bruxas causou a tantas pessoas. Mais para frente, Gale é vista desesperada, correndo como se quisesse alcançar alguém – o que nos leva a pensar que Dewey possa não ter sobrevivido e se sacrificado para salvar Tara (representante do grupo de jovens que pode tomar conta da franquia).

E o que isso significa? Que a representação de Sidney, Dewey e Gale pode, finalmente, ser passada como um bastão para os múltiplos personagens introduzidos – caso o roteiro não os descarte como pedaços de plástico. Sidney também insurge como mentora no trailer, retornando para Woodsboro para ajudar Sam Carpenter (Melissa Barrera) e seus amigos, que se tornaram alvo do assassino e que mudam a configuração de como as vítimas são caçadas. Essa teoria tanto corrobora o fato do trio de ouro fugir do espectro dos “intocáveis” e terem uma chance real de darem adeus e perecerem sob a faca de Ghostface.

Se as nossas expectativas se confirmarem, Pânico 6’ e futuras entradas da franquia podem se afastar do centro gravitacional dos clássicos personagens e expandirem um universo que merece tanto investimento quanto conterrâneos – vide Halloween, que já tem mais dois filmes confirmados em seu panteão. Ao que tudo indica, as regras nunca foram tão modificadas quanto agora e, caso exploradas da maneira correta, podem recomeçar a saga com o pé direito.

Lembrando que a Paramount Pictures lança ‘Pânico‘ no Brasil no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

‘Red: Crescer é uma Fera’ estreia no Disney+; Veja curiosidades sobre a animação!

Red: Crescer é uma Fera é a mais nova animação dos estúdios Pixar e já se tornou um sucesso de crítica gigantesco, sendo elogiado pela representatividade trazida às telas, pela relacionável narrativa criada pela diretora Domee Shi e pela estética apaixonante dos personagens e da nostálgica atmosfera.

A história é centrada em Mei Lee (Rosalie Chiang), uma adolescente que, quando fica muito nervosa, se transforma em um grande panda vermelho. O longa aborda dessa forma, a jornada de amadurecimento da personagem, suas inseguranças dessa fase onde, a personagem principal está dividida entre a filha que sempre foi e sua nova personalidade, intensificada por todos os sentimentos conflitantes que a adolescência provoca. Além do caos gerado por todas as mudanças em seus interesses, relacionamentos e corpo, sempre que a garota fica muito agitada ou estressada, ela vira um panda vermelho gigante, – o que com certeza, só gera mais problemas para a jovem – sendo uma metáfora para todas as vezes que, constrangidos pelos novos desafios que se apresentam em nossas vidas, as inseguranças só se agigantam.

Contando também com Sandra OhAva MorseHyein ParkMaitreyi RamakrishnanOrion Lee e vários outros no elenco de dublagem, o filme é uma das melhores pedidas para assistir com a família – e, pensando nisso, preparamos uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores.

Confira:

  • Red se tornou o primeiro longa-metragem a ser dirigido unicamente por uma mulher, bem como o primeiro a ser comandado por uma mulher de cor.
  • Shi, que previamente encabeçou o curta vencedor do Oscar ‘Bao’, revelou em entrevista exclusiva ao CinePOP que se inspirou em sua própria infância e adolescência para construir a narrativa – e que sua mãe realmente se “disfarçou” para segui-la na escola e ficar observando ela.

  • Este foi o terceiro filme da Pixar a ser lançado exclusivamente na plataforma do Disney+, depois de ‘Soul’ (2020), Luca (2021).
  • Este é o quarto filme que conta com a participação de Oh. Ela previamente participou de ‘O Diário da Princesa’ (2001), Mulan 2: A Lenda Continua’ (2004) e ‘Raya e o Último Dragão’ (2021).
  • Red marcou a primeira trilha sonora composta de Ludwig Göransson feita para um longa-metragem animado.

  • O quinto filme da Pixar a ser estrelado por uma mulher, seguindo Valente (2012), Divertida Mente (2015), ‘Procurando Dory’ (2016) e ‘Os Incríveis 2’ (2018).
  • A narrativa é ambientada em 2002, que representou um dos auges das boybands no cenário musical – motivo pelo qual Mei Lee e suas amigas são apaixonadas pelo grupo 4*Town. Os integrantes da banda, inclusive, foram inspirados em boybands de sucesso mundial da época, como *NSYNC (cujas músicas aparecem no teaser e no trailer oficiais da animação) e Backstreet Boys.

  • Red’ é o primeiro filme da Pixar a ser ambientado no Canadá, mais precisamente na cidade de Toronto.
  • Shi apresentou a ideia do filme para a Pixar em 2017. Lindsey Collins, produtora da animação, revelou que, como já havia trabalhado com Shi em ‘Bao’, não tinha dúvidas de que Red seria um sucesso.
  • Os vencedores do Grammy Billie EilishFinneas O’Connell escreveram as três músicas originais performadas pela banda 4*Town: “U Know What’s Up”“1 True Love”“Nobody Like U”.

As 10 Melhores Músicas de Charli XCX

Charli XCX é uma das artistas mais interessantes do cenário fonográfico contemporâneo – e uma das responsáveis por uma revolução artística que introduziu o PC music e o hyperpop ao escopo mainstream. Ao longo de sua carreira, a cantora, compositora e produtora se manteve fiel à identidade inesperada que calcara no começo de sua ascensão, à medida que se permitia explorar mais incursões que fugiam do convencionalismo instrumental.

No último dia 07 de junho, Charli lançou seu aguardado álbum BRAT – e, para celebrar a recente estreia do compilado de originais, preparamos uma breve lista elencando suas dez melhores canções.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

10. “PINK DIAMOND”

Álbum: how i’m feeling now

Pouco depois de seu álbum homônimo, Charli XCX lançou de surpresa o álbum ‘how i’m feeling now’ e, conhecendo o estilo da cantora, ela iria se respaldar com força no PC music que vem explorando com mais e mais afeição desde o início da década passada. Com “pink diamond”, Charli deixa claro que não tem medo de experimentar e unir gêneros conflitantes em um mesmo espectro.

9. “GOOD ONES”

Álbum: CRASH

Para promover sua quinta investida artística, a cantora e compositora originou o lead single “Good Ones”, uma mistura enérgica e irretocável de synthwave e electro-pop que nos convida para as pistas de dança em uma nostalgia gritante e uma sagacidade lírica invejável; talvez o aspecto mais interessante da faixa seja seu respaldo no mainstream em vez dos experimentalismos clássicos de sua imagética sonora, bem como o fato de uma quantidade considerável de compositores se unir para um bem em comum.

8. “LIGHTNING”

Álbum: CRASH

Retomar o passado vem se tornando uma estética bastante utilizada pelos artistas musicais, como vemos desde 2020 com o lançamento de álbuns que recuperaram os anos 1980 e 1990 com originalidade e mimetismo surpreendentes – e é claro que Charli não ficaria de fora. Todavia, diferente dos outros, ela se mantém fiel a si mesma e às raízes do PC music que a colocou no centro dos holofotes. Dessa forma, temos a presença da evocativa e sensorial “Lightning”, em que ela “espirala por todo lugar” ao sentir o amor de seu par romântico, aproveitando para destilar suas afeições à eletrônica e à performance robótica de outrora.

7. “NEXT LEVEL CHARLI

Álbum: Charli

Charli consegue encontrar mensagens metafóricas muito bem articuladas que se provam à frente de seu tempo sem abandonar aspectos nostálgicos, emulando aqueles que sempre lhe inspiraram. Não é surpresa seu álbum homônimo abra com “Next Level Charli, cuja construção insurge com a impactante e pesada preferência da artista pelos brutos sintetizadores oitentistas, remasterizados com uma verborrágica versificação coming-of-age.

6. “NEW SHAPES”

Álbum: CRASH

A parceria com Christine and the Queens e Caroline Polachek“New Shapes”, é retumbante e não pensa duas vezes antes de se iniciar com uma impactante profusão de sintetizadores que se aglutina a vocais multiplicados e quase dêiticos. O reflexo oitentista é bem maior na track, principalmente quando paramos para prestar atenção à redundância proposital da bateria e do teclado eletrônico, aliados a uma narrativa divertida e a pincelada de um violino clássico – cortesia da produção conhecida de Lotus IV, que já trabalhou com Zedd e Avicii, por exemplo.

5. “VON DUTCH”

Álbum: BRAT

“Von Dutch” é uma mistura pungente e dançante de electroclash e dance-pop, cuja lírica é uma exploração de um autoempoderamento necessário e que é tradução quase direta da intitulação do álbum BRAT, com uma repetição antêmica da frase “eu sou sua número 1” (“I’m your number one”), quase funcionando como um epítome que resume as principais mensagens do compilado de originais.

4. “VROOM VROOM”

Álbum: Vroom Vroom

Se há uma música que define o estilo de Charli XCX, esta é a clássica “Vroom Vroom”. Lançada em 2016, a faixa é uma das principais representantes do movimento do PC music e do hyperpop, empregando novas camadas de sonoridade às fórmulas utilizadas ad nauseam pelos artistas mais conhecidos. Contando com a produção da saudosa SOPHIE, que também utilizou a canção para imprimir sua marca na indústria musical, a track mergulha em um pop industrial movido a batidas ressoantes e a sintetizadores propositalmente dissonantes para nos convidar a uma jornada sinestésica e bastante vanguardista.

3. “WHITE MERCEDES”

Álbum: Charli

O álbum Charliaposta em seu hibridismo para voltar-se para a década passada em “White Mercedes” – que se configura, sem sombra de dúvida, como uma das melhores faixas. A delineação pop, travestida com certos elementos sintéticos que a tornam bastante diferente do normal. Aliás, se há algo do qual a lead singer foge é a normatização, e essa é a provável razão pela qual opta por não se importar com o que a indústria lhe exija: ela, em uma independência autoproclamada, arquiteta epopeias guiadas pela força descomunal do baixo, da guitarra e de alguns toques que vagamente nos trazem de volta para a atualidade

2. “USED TO KNOW ME”

Álbum: CRASH

Em CRASH, somos presenteados com um resumão do que a indústria fonográfica foi capaz de fazer, desde a intensa faixa-titular, que abre de forma irrefreável, até a ode ao electro-house e ao power-pop dos anos 2000 com “Used To Know Me”, pegando elementos emprestados de Steve Angello e Laidback Luke com a memorável “Show Me Love”.

1. “TRACK 10”

Álbum: Pop 2

mixtape Pop 2 foi a responsável por cimentar a identidade sonora e a importância de Charli como uma das maiores artistas do século – movida pelo desejo de criar arte em vez apenas de emulá-la. E, dentro desse escopo absolutamente incrível, temos “Track 10”, uma de suas investidas mais conceituais e memoráveis, guiada pelo uso impactante de sintetizadores e pela impecável de vocais. Em 2019, Charli se reuniu com Lizzo para a colaboração “Blame It On Your Love”, apresentando uma nova versão da faixa.

Globo de Ouro 2023 | ‘A Casa do Dragão’ sai vitoriosa com o prêmio de Melhor Série de Drama

Os vencedores da 80ª edição do Globo de Ouro foram revelados e A Casa do Dragão levou um dos principais prêmios para casa.

spin-off de Game of Thrones saiu vitorioso do evento com a estatueta de Melhor Série de Drama.

Lembrando que todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na HBO Max.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘The Horror of Dolores Roach’: Série de terror com Justina Machado ganha teaser SANGRENTO; Confira!

Prime Video divulgou o teaser trailer oficial de The Horror of Dolores Roach, nova série de terror em parceria com a Blumhouse.

Estrelada por Justina Machado, a produção chega ao catálogo da plataforma de streaming em 07 de julho.

Confira:

Roxann Dawson (‘Superação – O Milagre da Fé’) fica responsável pela direção do episódio piloto, além de ser produtora executiva do projeto.

Dara Resnik (‘Home Before Dark’) entra como showrunner.

A história segue a indomável Dolores Roach, que retorna a um bairro de Nova York que mudou drasticamente nos dezesseis anos em que esteve na prisão. Seu namorado e sua família sumiram. Dolores é reconhecida apenas por um velho amigo chapado, Luis, que dá a ela espaço para se hospedar e fazer massagens por dinheiro no apartamento do porão, em sua loja em ruínas. Quando a promessa de sua recém-encontrada estabilidade é rapidamente ameaçada, Dolores é levada a extremos para sobreviver – deixando, como consequência, uma série de clientes estrangulados. Diante do inesperado sucesso profissional, Dolores e Luis tornam-se perigosamente simbióticos, e Luis deve desencadear suas próprias predileções particulares.

A trama é um conto grotesco de comer ou ser comido; uma lenda urbana macabra de amor, traição, gentrificação, canibalismo e sobrevivência do mais forte.

Alejandro Hernandez, Kita UpdikeK. Todd FreemanIlan EskenaziJessica PimentelJimmy AlvarezMaureen CassidyAlanna Bale e outros completam o elenco.

‘Fora da Prisão’: Comédia estrelada por Kerry Washington e Delroy Lindo é RENOVADA para a 2ª temporada!

Fora da Prisão (‘Unprisoned’), série de comédia estrelada por Delroy Lindo e Kerry Washington interpretando pai e filha, respectivamente, foi oficialmente renovada para a 2ª temporada (via Deadline).

Mais informações sobre o próximo ciclo não foram reveladas.

A produção, composta por 8 episódios, está disponível no catálogo do Star+.

Inspirada na vida de Tracy McMillan, Fora da Prisão é uma comédia sobre uma confusa, mas perfeccionista terapeuta de relacionamento e mãe solteira cuja vida vira do avesso quando seu pai sai da prisão e vai morar com ela e seu filho adolescente.

Relembre o trailer:

Yvette Lee Bowser entra como showrunner.

Jee Young HanMarque RichardsonEdwin Lee Gibson e Jordyn McIntosh também fazem parte do elenco.

‘Not Dead Yet’: Série de comédia com Gina Rodriguez é CANCELADA após duas temporadas

Segundo o TVLine, a série de comédia Not Dead Yet, estrelada por Gina Rodriguez (‘Jane the Virgin’), foi oficialmente cancelada pela ABC após duas temporadas.

Disponível no Star+ e no Disney+, a trama acompanha “Nell Serrano (Rodriguez) que, depois de um término devastador, luta para recuperar o controle de sua vida e a carreira que ela abandonou há cinco anos. Quando ela aceita o único trabalho que consegue – escrever obituários –, Nell começa a receber conselhos sobre a vida de uma fonte muito improvável”.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Criada por David Windsor e Casey Johnson (‘This Is Us’), a série é baseada no livro Confessions of a 40-something F**k Up, de Alexandra Potter.

O elenco ainda conta com Hannah Simone, Lauren Ash, Rick Glassman, Joshua Banday e Angela Gibbs.

Revelada a capa do NOVO livro da saga ‘Jogos Vorazes’; Confira!

Foi revelada a capa oficial do novo livro da saga Jogos Vorazes, criada por Suzanne Collins.

Intitulado ‘Sunrise on the Reaping (Amanhecer na Colheita’, em tradução livre), a trama do romance se passará vinte e quatro anos antes do primeiro capítulo da saga de Katniss Everdeen, “começando na manhã da colheita da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário”.

Para aqueles que não se recordam, a 50ª edição escalou 48 tributos dos Distritos para competirem nos Jogos Vorazes, em vez dos costumeiros vinte e quatro. Haymitch Abernathy (um dos mentores de Katniss Everdeen e de Peeta Mellark na trama original) foi o vencedor.

O livro tem lançamento agendado para o dia 18 de março de 2025 e será publicado pela Scholastic.

Confira:

Capa do livro Sunrise on the Reaping.

Lembrando que a Lionsgate confirmou que irá produzir a adaptação cinematográfica da obra, com lançamento marcado para 20 de novembro de 2026.

Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, nos cinemas 2026.

O filme mais recente foi Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ (que arrecadou US$340 milhões ao redor do mundo e teve críticas bastante positivas).

O livro Sunrise on the Reaping tem lançamento agendado para o dia 18 de março de 2025 e será publicado pela Scholastic

“Com Sunrise on the Reaping, fui inspirada pela ideia de submissão implícita de David Hume e, nas suas palavras, ‘a facilidade com que muitos são governados por poucos’”, disse Collins num comunicado oficial. “A história também se prestou a um mergulho mais profundo no uso da propaganda e no poder daqueles que controlam a narrativa. A questão ‘Real ou não real?’ parece mais urgente para mim a cada dia”.

Embarque em uma aventura ESPACIAL no novo trailer de ‘Elio’; Confira!

A nova animação da Pixar, Elio, teve seu novo trailer oficial divulgado pela Walt Disney Studios.

O longa chega aos cinemas em 19 de junho.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Adrian Molina (‘Viva – A Vida É uma Festa’) é responsável pela direção.

A trama segue Elio, um azarão com uma imaginação fértil que, de repente, se vê transportado para o Comuniverso, uma organização interplanetária com representantes de galáxias distantes. Erroneamente identificado como o embaixador da Terra para o resto do universo e completamente despreparado para esse tipo de pressão, Elio deve criar novos laços com excêntricas formas de vida alienígenas, sobreviver a uma série de incríveis provações e, de alguma forma, descobrir quem ele realmente deve ser.

Yonas Kibreab (‘Obi-Wan Kenobi’) dubla o personagem titular. A produção ainda conta com as vozes de Jameela Jamil (‘The Good Place’), Brad Garrett (‘Operação Babá’) e Zoe Saldaña (‘Avatar’).

Série documental sobre o LENDÁRIO Martin Scorsese terá estreia mundial no Festival de Nova York

A vida e a obra de Martin Scorsese, um dos maiores cineastas da história do cinema, serão exploradas em profundidade na nova série documental ‘Mr. Scorsese‘, produção original da Apple TV+.

Agora, foi revelado que a atração terá sua estreia mundial na próxima edição do Festival de Nova York, que ocorre entre os dias 26 de setembro e 13 de outubro.

A minissérie fará parte da Seleção Spotlight.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 17 de outubro.

A direção fica a cargo de Rebecca Miller, conhecida por filmes como ‘O Tempo de Cada Um‘ e ‘Vidas Cruzadas: A Vida Íntima de Pippa Lee‘, e filha do dramaturgo Arthur Miller e da fotógrafa Inge Morath.

A série terá cinco partes e promete um retrato íntimo e cinematográfico do diretor por trás de obras-primas como ‘Taxi Driver‘, ‘Touro Indomável‘, ‘Goodfellas‘, ‘O Irlandês‘ e ‘Assassinos da Lua das Flores‘. Com acesso irrestrito aos arquivos pessoais de Scorsese, Miller conduz a narrativa com base em conversas extensas com o próprio diretor e depoimentos inéditos de amigos, familiares e colaboradores próximos.

Entre os nomes confirmados estão Daniel Day-Lewis, Robert De Niro, Leonardo DiCaprio, Mick Jagger, Robbie Robertson, Thelma Schoonmaker, Steven Spielberg, Sharon Stone, Jodie Foster, Paul Schrader, Margot Robbie, Cate Blanchett, Jay Cocks, Rodrigo Prieto, além da esposa Helen Morris, os filhos e amigos de infância de Scorsese.

O projeto, que levou cinco anos para ser realizado, parte desde os primeiros curtas de Scorsese na NYU — como ‘The Big Shave‘ e ‘Who’s That Knocking At My Door‘ — até seus clássicos aclamados e a fase mais recente da carreira.

“Sou muito grata por ter recebido liberdade artística e acesso para criar um retrato cinematográfico de um dos maiores artistas vivos, Martin Scorsese”, disse Miller. “Sua obra e vida são tão vastas e fascinantes que o projeto evoluiu de um filme para cinco partes ao longo de cinco anos. Criar este documentário ao lado dos meus colaboradores de longa data foi uma das experiências mais marcantes da minha vida como cineasta”. 

Mr. Scorsese‘ é uma produção da Expanded Media e Round Films, em associação com a LBI Entertainment e a Moxie Pictures.

Além de Miller, os produtores executivos incluem Damon Cardasis, Cindy Tolan, Rick Yorn, Christopher Donnelly e Julie Yorn. Ron Burkle assina a produção, com Robert Fernandez e Patrick Walmsley como co-produtores executivos.

Mesmo com a homenagem em andamento, Scorsese já declarou recentemente que não tem planos de se aposentar.

Jennifer Garner está de volta no INSTIGANTE trailer da 2ª temporada de ‘A Última Coisa que Ele Me Falou’

Apple TV divulgou o trailer oficial da 2ª temporada do drama A Última Coisa que Ele Me Falou.

Baseada no segundo volume dos livros de Laura Dave‘The First Time I Saw Him’, o próximo ciclo tem estreia agendada para o dia 20 de fevereiro de 2026 e contará com oito episódios.

Confira, junto às imagens oficiais:

Vale lembrar que a próxima temporada contará com Judy Greer (‘Halloween’) e Rita Wilson (‘Sintonia de Amor’) no elenco.

A série é estrelada por Jennifer Garner (‘De Repente 30’) e Nikolaj Coster-Waldau (‘Game of Thrones’).

Reese WitherspoonJosh SingerLauren Neustadter e Garner retornam como produtores executivos do novo ciclo.

Além disso, Angourie Rice David Morse reprisarão seus papéis da temporada de estreia.

A série acompanha Hannah (Garner), uma mulher que, ao sair em procura pelo marido desaparecido (Coster-Waldau), começa a desenvolver uma relação forte com sua enteada (Rice). 

A produção foi criada por Dave e Josh Singer, roteirista de ‘Spotlight: Segredos Revelados‘, ‘The Post: A Guerra Secreta‘ e ‘O Primeiro Homem‘.

Aisha TylerGeoff StultsJohn Harlan KimAugusto AguileraDavid MorseVictor Garber completam o elenco.

‘Minha Vida com a Família Walter’: 3ª temporada ganha data de ESTREIA na Netflix!

A Netflix finalmente revelou a data de estreia da 3ª temporada da popular série ‘Minha Vida com a Família Walter‘.

Através das redes sociais, a gigante do streaming divulgou as primeiras imagens oficiais do próximo ciclo e anunciou que os novos episódios têm lançamento marcado para o dia 6 de agosto.

Confira:

A 3ª temporada irá introduzir Erin Karpluk (‘Being Erica’) como Hannah, mãe do Isaac e Lee; e Naveen Paddock (‘Virando o Jogo dos Campões’) como Eliot, um novo interno bonito e charmoso – sua chegada deixa Jackie (Nikki Rodriguez) presa em um limbo entre sua vida nova e sua vida antiga.

Na trama, uma tragédia transforma a vida de uma adolescente. E, agora, ela tem que morar em uma cidadezinha com a família da tutora, onde aprende sobre amor, esperança e amizade.

Lembrando que as duas primeiras iterações já estão disponíveis na plataforma de streaming.

Minha Vida com a Família Walter‘ acompanha Jackie Howard, interpretada por Nikki Rodriguez, uma adolescente que, após a morte da mãe, se muda para a casa da melhor amiga dela, Katherine (vivida por Sarah Rafferty), que por sua vez tem dez filhos e uma filha. Entre eles estão os irmãos Cole e Alex Walter, com quem Jackie desenvolve uma tensão romântica, formando o clássico triângulo amoroso que também está presente na obra original.

Melanie Halsall assina a criação da série.

10 Filmes Bastante Originais que Você Provavelmente Não Viu

Todo ano são lançados centenas de títulos no concorrido mercado exibidor mundial. No Brasil, poucos são os cinemas que realmente possuem um carinho necessário com sua programação. Para vocês terem ideia, alguns dos programadores de cinema por aqui nem assistem aos filmes. Absurdo? Talvez. Cada empresa segue sua linha de raciocínio (lembrando que é na pipoca o grande lucro de um cinema) e o mercado acaba de alguma forma absorvendo todo tipo de pensar.

Algumas ótimas distribuidoras tentam trazer o melhor do cinema nacional e mundial para cá, mesmo sabendo a dificuldade que será entrar com esses títulos em cartaz pelo Brasil. Pena que não dá pra trazerem a maioria dos filmes. Temos pouquíssimas distribuidoras e muito menos cinemas de qualidade na programação do que tínhamos anos atrás. Sendo assim, muitos títulos acabam passando desapercebidos ano após ano, sendo, talvez, descobertos futuramente em plataformas de streamings, ou de outra forma…

Muitas dessas produções tem uma pegada bastante original, contando histórias que pouco vemos em filmes por aí. Pensando nisso, segue abaixo uma humilde lista de ótimas produções originais que tiveram poucas ou nenhuma chance de serem vistas por brasileiros, no Brasil.

#1 Canastra Suja 

Quando em momentos de conflito não existe nem ao menos uma alma estranha para aconselhar. Escrito e dirigido por Caio SóhCanastra Suja é um drama, um retrato nu e cru de uma família repleta de problemas, onde muitos se blindam na dependência alcoólica do pai, Batista, interpretado pelo ótimo Marco Ricca. Impressiona a capacidade do roteiro em prender o espectador. Talvez pelos ‘plot twist’ existentes, talvez pela curiosidade do olhar do público em saber qual o final de cada personagem. É um filme sobre família, seus problemas, seu cotidiano. Cada personagem é uma peça nesse tabuleiro. A eminência da tragédia é algo que percorre todos os intensos 120 minutos de projeção.

Batista (Marco Ricca) e Maria (Adriana Esteves) são casados e são pais de três filhos: Emília (Bianca Bin), Ritinha (Cacá Ottoni) e Pedro (Pedro Nercessian). Eles levam uma vida de aparências, regados de problemas do cotidiano, muito por conta do fato de Batista ser um alcoólatra. Sem confiança de ninguém de sua família, o pai desconta toda sua raiva e frustrações da vida bebendo e no relacionamento repleto de dificuldades com o filho. Alguns acontecimentos surpreendentes vão contornar essa história.

As reviravoltas do roteiro são importantes para o ritmo da trama, vamos aos poucos vendo faces ocultas dos personagens que causam surpresa e mudam nossa ótica sobre eles. Cartas de baralho definem arcos. Extremamente complexos individualmente, completamente desalinhados como família, Canastra Suja apresenta um leque de portas se abrindo ao mesmo tempo que muitas outras se fecham. O olhar para o futuro com alegria vai virando um pequeno feixe de luz na porta mais distante que conseguimos enxergar.

As subtramas são muito bem elaboradas, exploram as características de cada personagem. Os dramas tomam camadas densas e profundas. Muitos personagens parecem estar no limite. Pedro usa os problemas do pai como justificativa para sua falta de rumo na vida, colocando-o sempre em evidência. Emília é um epicentro importante da família. Parece que todas as variáveis passam por ela, possui um papel de equilíbrio, pelo cuidado que tem com a irmã Ritinha. Namora Tatu (David Junior), mas também gosta do seu chefe dentista. A partir do segundo ato, conhecemos um pouco mais a fundo a dama do baralho, que parece esconder segredos, sonhos e objetivos, Maria, a mãe. Quando a família volta do trabalho, seu papel permanece como outra vertente de equilíbrio, principalmente na relação conturbada entre o filho e o marido. A batalha entre pai e filho percorre todos os arcos. Um coloca no outro a culpa pelos seus problemas. Batista é um pai rígido mas não consegue se livrar de seus fantasmas com a bebida, o que coloca em xeque todo o respeito que os outros poderiam ter por ele.

A bela apresentação inicial, ao melhor estilo teatral, onde a câmera passa pelos personagens já indica um certo tipo de ciclo que veremos, talvez com uma redenção, talvez com esclarecimentos sobre o futuro dos personagens. Canastra Suja é um trabalho sólido, surpreendente e, desde já podemos afirmar ser um dos grandes trabalhos do cinema nacional dos últimos anos. Pena que teve uma carreira relâmpago em algumas poucas cidades e em alguns poucos cinemas pelo Brasil.

#2 Bait 

Quando a técnica de filmagem se sobrepõe e faz tudo ganhar sentido na características dos personagens. Bait, tá aí um filme extremamente interessante! O cineasta Mark Jenkin, que assina a direção e roteiro dessa pérola com passagem pelo Festival de Berlim e vencedor de um BAFTA, resolveu usar 130 rolos de filme Kodak que viraram um 16mm todo em preto e branco para mostrar aos cinéfilos as possibilidades da criatividade, não só narrativa mas de técnicas quando pensamos sobre um filme. Simples e complexo, dramático e pulsante, um baita achado na galeria dos bons filmes exibidos em festivais nos últimos anos.

Na trama, conhecemos o emburrado pescador Martin Ward (Edward Rowe), um homem de poucas palavras, que possui o sonho de ter um barco só dele para ganhar mais dinheiro e buscar uma felicidade ainda distante. O protagonista possui um péssimo relacionamento com o irmão Steven (Giles King), pois esse usa o barco que foi do pai deles como transporte turístico e não para pescar conforme as tradições da família. Além disso, Martin confronta tudo e a todos buscando preservar a parte da cidade que mais conhece da maneira como ele sempre conheceu. Mas, no meio tempo de tudo isso, uma tragédia acontece e isso pode mexer nos planos do destino de Martin.

O modo como foi filmado, belíssimo, precisando até ter todos os diálogos dublados em estúdio, às vezes pode atrapalhar nossa análise sobre essa pequena relíquia cinematográfica. Há um complemento entre a técnica utilizada e as características dos personagens. Tudo se encaixa muito bem, principalmente quando conhecemos os porquês e as consequências de tudo que assistimos. Ainda há tempo do roteiro abordar como subtrama jovens e descobertas do amor, os impactos e embates da mudança de rota do turismo de uma região tradicional, relacionamento familiar, ciúmes de irmão.

O interessante é que se formos analisar a fundo, percebemos que dá para se entender o filme de trás pra frente, ou ao contrário. Jenkin mostra aos cinéfilos que a simplicidade usada com criatividade, é uma arma impactante de quem busca uma originalidade tão necessária na mesmice de nossos tempos.

#3 Atlantique

Em seu primeiro trabalho como diretora, a cineasta francesa Mati Diop consegue reunir elementos físicos e sobrenaturais para nos contar uma história de amor pouco convencional que acontece em Dakar, no Senegal. Em meio a uma paisagem e arcos que remetem ao grande oceano que banha a parte da cidade onde se passa a trama, Diop e suas lentes conseguem uma incrível conexão com quem assiste do lado de cá da telona. Disponível no catálogo da Netflix, o filme levou o grande prêmio do Júri em 2019 no prestigiado Festival de Cannes.

Na trama, conhecemos a jovem Ada (Mame Bineta Sane), uma mulher que vive seus dias na expectativa do casamento arranjado com um homem que não ama. Ada, esconde outra paixão, se encontra escondida com seu grande amor Souleiman (Ibrahima Traoré) sempre que possível. Quando Souleiman resolve, sem avisá-la, partir pelo oceano atrás de uma vida melhor, a vida de Ada ganha novas e curiosas passagens.

Abordar o sobrenatural de maneira interessante é um trabalho para poucos, e esse fato é a grande reviravolta do filme que caminha lentamente pelos detalhes do ambiente deixando surpresas como migalhas em uma trilha até o seu clímax. Dentro do contexto desse bom projeto, o amor é visto de uma ótica bonita através do sentimento, das afinidades, além claro de ótimas pitadas de críticas sobre a condição social da região, costumes e crenças.

Atlantique é um trabalho para ser apreciado. Um pequeno tesouro perdido nos milhares de lançamentos dos streamings. É um filme que cinéfilo tende a gostar, os contornos narrativos transbordam emoções puras que viram paralelos à nossa realidade.

#4 Nefta Football Club

Nas linhas da ingenuidade, propósito e razão nunca desaparecem. Indicado ao Oscar de Melhor Curta, Nefta Football Club usa da criatividade de um assunto comum com a fragilidade do olhar ingênuo. Sacada bastante interessante do cineasta Yves Piat, que entre outros pontos incorpora à sua história a essência do futebol pelo olhar das crianças.

Ao longo dos quase 17 minutos de projeção, conhecemos rapidamente dois irmãos que estão sozinhos andando de moto por uma estrada deserta da Tunísia (próximo à fronteira com a Argélia) até que um deles precisa urinar e acaba avistando um burro com um headphone e uma carga curiosa: um pó branco que, no modo deles enxergarem, parece sabão em pó. Tentando descobrir ao certo o que é aquele produto, o mais velho bola um plano para tentar negociar aquilo, enquanto o mais novo acaba tendo outros planos.

Todo curta bom precisa ser impactante em algum momento, pois são poucos minutos para fazer o público se interessar pelo que acontece em tela. Nefta Football Club consegue reunir elementos que juntos constroem um desfecho com mensagem positiva, pra lá de emblemática, onde a pureza e a ingenuidade vencem qualquer tipo de caminho.

#5 Buoyancy

A falta de perspectiva em um mundo que se distancia das emoções positivas. Indicado da Austrália ao Oscar de Melhor filme estrangeiro no ano passado (não chegou entre os cinco finalistas), Buoyancy, ou Empuxo como alguns denominaram por aqui, é uma forte e dramática saga de um jovem sem rumo que, buscando oportunidades na liberdade das escolhas, acaba envolvido no submundo absurdo do tráfico de pessoas. Com uma fotografia impecável e um roteiro com bastante profundidade, o projeto dirigido e roteirizado pelo cineasta australiano Rodd Rathjen (debutando em longas) nos guia para uma metáfora de sobrevivência cruel e impactante.

Há muitas verdades sobre o mundo lá fora que nem imaginamos ou nunca paramos para pensar. O dia a dia de milhares de jovens sem oportunidades de renda, alimentação e estudo básicos é o pontapé inicial dessa cruel história de um jovem de menos de 15 anos chamado Chakra (Sarm Heng), que resolve abandonar a família no Camboja para tentar a sorte de ser alguém no mundo e assim acaba sendo enviado para um barco de pesca em alto mar onde o capitão é uma alma bastante cruel. Buscando sobreviver após humilhações e testemunhando atos cruéis do capitão, Chakra precisará ser forte e lutar com todas as suas forças para sobreviver ao pesadelo.

Existem filmes onde a limite da maldade é colocada dentro de uma profundeza difícil de acessar. Humano até a ponta de qualquer borda de alma, os princípios de raízes da sobrevivência viram a única solução para a situação caótica enfrentada pelo protagonista. Há um jogo de emoções conturbado por situações extremas, como o fato de ter que trabalhar quase o dia todo para comer um potinho de arroz. O protagonista vai se modelando, inflando dentro de suas emoções para se tornar amadurecido a ponto de tomar decisões vitais para ter alguma chance de sobreviver em meio a essa maldade toda.

O arco final é intenso e condiz com tudo que o filme se mostra. Exibido no Festival de Berlim do ano passado, Buoyancy vai até seu último minuto nos mostrando as escolhas e como e porquê o protagonista resolve suas questões. O que será do futuro dele? Há esperança por dias melhores? Ele se tornara outra pessoa? Depois dessa tempestade, uma coisa é certa, ninguém fica igual ao que era antes. Filmaço, que absurdamente não ganhou chances no circuito brasileiro de exibição.

#6 Rosie

Da aparente simplicidade em contar a realidade, até a riqueza de chamar atenção para uma reflexão da sociedade. Daquelas gratas surpresas que nós cinéfilos sempre assistimos ao longo dos anos, aquele filme que você nunca tinha ouvido falar e se por acaso assistiu, se impressionou. Bem, isso acontece com Rosie, dirigido pelo cineasta irlandês Paddy Breathnach (que também assinou a direção do ótimo filme Viva) com roteiro de Roddy Doyle. Uma mãe, um marido e as dificuldades de arranjarem um lugar para morar. Parece simples? Mas não é não, drama dos bons, forte e impactante.

Na trama, conhecemos Rosie (Sarah Greene) e John (Moe Dunford), um casal que enfrenta dificuldades financeiras e não conseguem um lugar para morar tendo que passar dia após dia dentro do carro com seus filhos. Assim, ao longo de uma tentativa e outra, acompanhamos melhor a trajetória dessa jovem mãe, seu passado de brigas com a mãe e a busca por dias melhores para sua família.

Rosie é o tipo de filme com cara de festival de cinema. Reflexivo a todo instante, a protagonista é colocada em xeque a cada minuto, seja pela diretora da escola de seus filhos, seja pelas duras palavras de sua mãe, pelo olhar de outras famílias, pela ótica de amigos próximos que estão com o cachorro da família até eles arranjarem algum lugar. Mas ao longo dos curtos 86 minutos também dá tempo de entendermos a ótica de John, o marido, que se esforça entre um bico e outro para arranjar dinheiro e assim sustentar sua família.

O filme é duro em muitos momentos, dá uma aflição, encosta na realidade de maneira importante e serve para refletirmos e pensarmos duas vezes antes de julgarmos as pessoas. Mas, uma mensagem linda de união familiar chega a cada gesto, seja com a preocupação com o bichinho adorado de pelúcia de um dos filhos, no afeto entre marido e mulher, ou pela questão da proteção quando o carro está lotado e o pai precisa dormir fora dele, mas de perto e observando se todos ficarão bem. Rosie é um filme sobre um retrato de nossa sociedade, importante assistirem.

#7 Guaraní

O que fazer quando nos damos conta de que o que buscamos está ao nosso lado? Escrito e dirigido pelo cineasta paraguaio Luis ZorraquinGuaraní é impactante da maneira mais pura e singela que você possa imaginar já ter visto em um filme nos últimos anos. Falando sobre cultura, tradições e família, o longa-metragem ainda não lançado no Brasil vai conquistando o coração do público aos poucos, de maneira simples e honesta. Somos testemunhas do amadurecimento dos personagens que de maneira linda encontram uma certa redenção a sua forma de pensar e ver o mundo mesmo tendo poucos recursos. Com um desfecho de deixar você sentado no cinema até o fim dos créditos pensando sobre a vida, Guaraní muito se aproxima, por conta de certos detalhes, do nosso campeão Central do Brasil.

Na trama, conhecemos Atilio (Emilio Barreto), um barqueiro que vive de maneira bastante humilde junto de sua família, repleta de mulheres. Sua vida é o rio, em sua profissão já viu de tudo dentro de toda água que já navegou. Seu contato mais próximo, mas mesmo assim não tão amistoso, é com sua neta Iara (Jazmin Bogarin) com quem passa longas horas ao longo dos dias após a jovem voltar da escola, já que é ela que o ajuda nas travessias pelo rio levando produtos de um lado para o outro. Atilio sempre quis ter um neto homem para passar tudo que aprendeu sobre sua cultura Guaraní, mas só mulheres nascem em sua família. A vida pacata de avô e neta muda quando a mãe de Iara, que mora na Argentina, envia uma carta dizendo que está grávida de um menino. Assim, a dupla parte rumo rio adentro em uma viagem rumo à Argentina para convencer a mãe de Iara a criar a nova criança no Paraguai com as tradições guaranís.

A simplicidade faz toda a diferença nesse emocionante filme. Usando de poucos recursos, mas com uma grande ideia nas linhas de roteiro, Zorraquin foca naquilo que precisava, que era conseguir passar toda a emoção em simples gestos de um protagonista limitado, que conta com uma neta rica de viver – terminando por ser o contraponto perfeito para que a emoção transborde em cena. Os últimos atos são fabulosos, chegando a um desfecho poderoso e inesquecível.

#8 Jak Pies Z Kotem

Temos que aprender a viver todos como irmãos ou morreremos todos como loucos. Dirigido pelo cineasta nascido no Cazaquistão Janusz KondratiukJak Pies Z Kotem (sem tradução para o português) é um projeto que fala sobre as fábulas da vida em paralelo à uma realidade cheias de razões para não mais se acreditar. Uma relação conflituosa entre irmãos se transforma em uma jornada de descobertas, onde o brilho dos personagens está contido em cada cena.

Na trama, conhecemos os irmãos cineastas Andrzej (Olgierd Lukaszewicz) e Janusz (Robert Wieckiewicz) que ao longo do tempo nutriram uma relação repleta de altos e baixos. Agora já na etapa final de vida, Andrzej sofre um acidente que o impossibilita de viver sozinho e como não há mais ninguém para ajudar, seu irmão Janusz e sua esposa decidem cuidar dele.

A relação entre os irmãos navega pela tristeza e nos conflitos emotivos. Janusz guiou sua vida através dos sonhos do irmão e sentiu demais uma longa distância entre os dois que acontece já na chegada do terço final da vida de ambos. Andrzej, mente muito criativa, talvez pelo fato de trabalhar com arte, após seu derrame só lhe sobra o ato de sonhar e imaginar situações para tudo que está vivendo e o pouco caminho que ainda precisa percorrer antes de falecer.

Misturando um drama profundo com pitadas de comédia, esse longa polonês se destaca pela alma de seus personagens e pelo ótimo roteiro que nos faz navegar junto a tudo de emocional que aparece na trama. Sem previsão de estreia no Brasil, o filme é quase uma relíquia em torno de tantos lançamentos aos longos dos anos.

#9 Dogman

Como você enxerga as brutalidades da vida? Indicado da Itália ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, Dogman é um retrato social, brutal, passado em uma periferia italiana onde vários questionamentos são levantados a cada nova virada no roteiro. O longa é dirigido pelo cineasta italiano Matteo Garrone, do inesquecível e impactante Gomorra, e protagonizado pelo ator Marcello Fonte, vencedor da Palma de Ouro em Cannes de melhor ator.

Na trama, passada em uma cidadezinha na Itália não identificada, conhecemos o carinhoso, peladeiro e boa praça Marcello (Marcello Fonte), um humilde e gentil dono de uma petshop localizada na região central dessa cidadezinha. Marcello vive tranquilo seus dias e adora passar o tempo com sua única filha. Mas Marcello acaba envolvido em várias situações com Simoncino (Edoardo Pesce), um perturbador baderneiro que incomoda todos na cidade, sempre arrumando confusão. Após uma dessas situações terminar em consequências terríveis para Marcello, o protagonista busca sua vingança da maneira mais radical que poderia.

O bom roteiro é aquele que sabe flexionar sua trama para chegar ao clímax de maneira certa, sem pressa, levando ao público um estrondoso ar de surpresa. É exatamente isso que Dogman faz! De drama, vira thriller em frações de segundos, levando o espectador a ser o juiz das ações de Marcello na segunda parte do filme. A ação e consequência que sofre o dono da petshop, por ter a reputação abalada e o desespero de não saber o que fazer para acabar com aquela dor são parte desse quebra-cabeça psicológico instaurado e muito bem dirigido por Garrone.

Coisas ruins vão acontecer com pessoas boas. É praticamente um versículo vital. Os coadjuvantes dão ótimo tom a todo o liquidificador de pensamentos que chegam até o protagonista quando está em crise existencial, sozinho, tendo que combater o vilão de todos e que fora muito mais para ele. Somos testemunhas de uma desconstrução total do personagem e nos levam a pensar à margem da sociedade, como se vivessem em áreas sem regras, nem leis, onde os homens caminham pelos seus próprios e nublados pensamentos. Um soco no estômago esse belo trabalho que passou rapidamente pelo circuito exibidor brasileiro.

#10 American Animals

Em um mundo tão belo, eu queria ser especial. Mas eu sou insignificante. Eu sou um esquisitão. Que diabos estou fazendo aqui?Creep, da extraordinária banda Radiohead, encaixa muito bem quando pensamos em American Animals. Um dos mais comentados filmes do Festival de Sundance de anos atrás, tem em seu roteiro criativo seu enorme pilar para apresentar ao público uma história real, com diversos pontos de vista e uma autoavaliação dos verdadeiros autores desse curioso roubo que ocorreu nos Estados Unidos alguns anos atrás. Escrito e dirigido pelo excelente Bart Layton (do ótimo O Impostor), o projeto é uma espécie de ação/ficção com documentário. Envolvente do primeiro ao último minuto, é, com toda certeza, um dos grandes filmes que nunca foram exibidos no circuito de salas de cinema no Brasil.

Na trama, conhecemos Spencer (Barry Keoghan), um estudante de arte bastante introspectivo que dorme e acorda pensando em encontrar algum sentido para sua vida. Certo dia, durante uma visita à biblioteca da universidade que estuda, descobre alguns livros raros que ficam em uma sala especial protegidos por uma bibliotecária. Assim, junto com seu amigo Warren (Evan Peters), e mais outros dois, começa a bolar um plano mirabolante para roubar as raridades. Para dar mais ingredientes à trama, realidade e ficção se unificam durante as quase duas horas de projeção, transformando um simples filme de roubo em algo muito interessante e esclarecedor.

Qual o sentido da vida? Viver o sonho americano nunca é fácil. Aos olhos dos dois maiores protagonistas da trama, conseguimos enxergar motivos e razões para entendermos seus atos. A troca entre realidade e ficção dita o ritmo do roteiro, com pontos de vistas entrelaçados e diferentes sobre determinados detalhes. Um trabalho primoroso de Layton. Indo mais a fundo nas palavras e contextos desse roteiro, se pensarmos em um protagonista, Spencer se encaixa, onde nossos olhos mais se concentram pois é o personagem que se constrói e desconstrói com uma rapidez gigante, divide as atenções com o excêntrico Warren, o motor do filme, o explosivo, dúbio, grande incentivador do roubo e inconsequente em seus atos.

Qual a razão dos jovens realizarem algo tão audacioso? Uma das grandes perguntas do filme é respondida a toda a instante, pelos personagens reais que aparecem relatando seus pontos de vista. Não só os que participaram do roubo mas também familiares e envolvidos no caso que marcou época na história recente norte-americana. American Animals é muito mais que um simples retrato sobre o panorama jovem norte-americano, é um crítica social profunda, repleta de camadas, onde cada um de nós, do lado de cá da tela, recebemos diversos argumentos para chegarmos ao nosso próprio final sobre todas as interrogações que o filme entrega.

Crítica | ‘Maya, Me Dê um Título’ – Divertida demonstração do amor de um pai por sua filha [Festival de Cinema Francês do Brasil]

É impressionante como o mundo do cinema entrega inúmeras possibilidades e, a partir de uma ideia relativamente simples, pode nascer uma obra grandiosa que fortalece os vínculos familiares. Escrito e dirigido por Michel Gondry, o média-metragem Maya, Me Dê um Título explora uma técnica específica de animação com enorme criatividade, construindo uma narrativa deliciosa que insere histórias dentro de histórias a partir da relação de um pai cineasta e a saudade da filha.

Por conta da distância, um diretor de cinema resolve criar uma dinâmica com a filha, Maya: pedindo a ela que envie ideias para curtas-metragens de animação nos quais ela será a personagem principal. Ao longo do tempo, de um inusitado terremoto a criação de um avião-pássaro, passando por situações em que ela diminui tamanho, ou se torna uma sereia, ou mesmo em um oceano destruído por ketchup chegando nas incertezas da pandemia, um alegre e contagiante vínculo é criado.

Jogando ao mundo muitas formas de amor – tanto pela família quanto pelo cinema -, o experiente cineasta francês Michel Gondry convida o público a conhecer elementos pessoais de sua vida inseridos numa cerimônia imaginativa que criou com a filha. Longe de ser uma biografia, a obra tem caráter ficcional, mas com pitadas de inspirações na realidade: com a mamãe, a vovó, o vovô e o próprio papai sendo inseridos como coadjuvantes das histórias onde quem brilha é Maya.

Com sua estética artesanal onde cada pequena alteração é fotografada em movimentos quadro a quadro, essa animação de recorte de papel – um tipo específico de Stop Motion – busca a partir da interatividade de uma próxima ligação afetiva (batendo na tecla da identidade e continuidade) alcançar a espontaneidade que se transformam em descobertas, trazendo o lúdico para simplificar reflexões sobre desastres ecológicos, a geopolítica, a relação dos seres humanos com as famílias, entre outras questões.

Conforme Maya vai crescendo, a pergunta sobre até quando vai existir essa dinâmica se torna iminente – algo que também ganha espaço entre as histórias apresentadas. Nessa forma contagiante de aproximar a família ao rico universo da sétima arte da qual faz parte, Gondry mais uma vez brinda os cinéfilos transformando em poesia seu amor por tudo que o cerca.

Noite Infernal | Slasher gótico com Linda Blair de ‘O Exorcista’ completa 40 anos

Misto de terror gótico no estilo das produções inglesas do estúdio Hammer, com filmes adolescentes slasher, Noite Infernal foi lançado nos cinemas norte-americanos em agosto de 1981, tendo antes passado pelo film Market em Cannes em maio do mesmo ano. Ou seja, este ano está completando 40 anos de sua estreia. O grande chamariz aqui é a presença de Linda Blair estampando o cartaz e protagonizando o horror. A atriz, é claro, ficou imortalizada no papel de Regan, a menina possuída pelo demônio no clássico indicado ao Oscar O Exorcista (1973) – quando tinha 14 anos de idade. Mas não foi apenas o filme citado que recebeu indicação ao Oscar, e provando que Blair realmente atingiu o ápice de sua carreira com o thriller sobrenatural, a atriz igualmente foi nomeada ao Oscar por seu desempenho coadjuvante no longa. E toma-lhe prestígio.

O sucesso foi tanto que Linda Blair não perdeu tempo e voltou a interpretar Regan na sequência do clássico, em O Exorcista II: O Herege (1977), aos 18 anos; e tirou sarro de tudo (surfando mais um pouco na popularidade) com A Repossuída (1990), aos 31 anos. Ou seja, tendo vivido Regan duas vezes à altura do lançamento de Noite Infernal, podemos dizer que Linda Blair era um ícone do gênero, aos 22 aninhos. Bem, aqui temos que levar em conta também, como eu já havia citado em outra matéria, o fenômeno que ocorria com os filmes de terror adolescentes (ou pós-adolescentes), que ganharam a alcunha de slasher. Halloween – A Noite do Terror (1978) cimentou e popularizou, e Sexta-Feira 13 (1980) elevou o jogo a um novo patamar. Assim, no ano seguinte, em 1981, tais filmes atingiam seu auge, com uma verdadeira enxurrada de títulos do subgênero. E Noite Infernal foi mais um deles.

Leia também: Terror Slasher | Os 40 Anos do Auge do Subgênero no Cinema

O que difere verdadeiramente Noite Infernal dos demais, como dito, é uma atmosfera gótica, com o filme passado quase inteiramente dentro de uma mansão, com aparência de castelo medieval, dono de uma decoração soando intocada pelo tempo. Ajuda o fato do desenrolar do filme ser consequência de uma festa à fantasia de estudantes universitários, com direito aos personagens principais estarem trajando vestimentas de nobres britânicos da idade média.

Escrito por Randy Feldman, que depois viria a criar o buddy cop movie Tango e Cash (com Sylvester Stallone e Kurt Russell), Noite Infernal possui uma premissa simples, mas confeccionada de forma bastante gélida, graças a condução do diretor Tom DeSimone – que nunca conseguiu emplacar um trabalho significativo em sua carreira, sendo este provavelmente o mais cultuado, embora ainda assim sendo desconhecido de grande parte do público e não aficionados. O que DeSimone cria é um ritmo deliberado, que não se apressa com matanças ou os costumeiros sustos que arrastam os jovens para este tipo de produto. Aqui, o clima é construído com muita segurança nos fazendo temer cada canto do casarão assombrado, muitas vezes nos transportando junto aos personagens para dentro de tal mausoléu. A grosso modo, Noite Infernal está mais para Halloween do que para Sexta-Feira 13.

A história segue um grupo de universitários numa festa à fantasia. É claro que os calouros precisam levar um trote. Assim, o veterano Peter (Kevin Brophy) logo bola um desafio que se mostrará verdadeiramente uma tarefa “infernal”. Quatro calouros: Marti (Linda Blair), Jeff (Peter Barton), Seth (Vincent Van Patten) e Denise (Suki Goodwin) precisarão passar a noite dentro de uma mansão tida como maldita. Mas calma, é claro que existe uma lenda urbana por trás da propriedade, aparentemente, abandonada. Segundo reza a lenda, o local era de propriedade de um famoso médico que ao descobrir que seus filhos nasceram com deficiência mental, após trancafia-los por anos na juventude, decide matar toda a família e tirar a própria vida também. Linda história para passar a noite, certo? A pegadinha, no entanto, está no fato de que o veterano planeja uma noite repleta de sustos e já andou providenciando todas as pegadinhas e armadilhas no local com seus comparsas. Eles só não esperavam que alguém além deles estaria à espreita, preparando sustos verdadeiros e mortais igualmente.

SPOILERS de 40 Anos (Pule o parágrafo)

O mais legal de Noite Infernal é que o filme não se dá ao trabalho de explicar verdadeiramente quem são os antagonistas. E sim, eu disse “os”. O que ocorre é que no local vive uma espécie de criatura meio “elo perdido”, quase um pé grande / sasquatch, um ser humanoide parte ogro, que presumimos ser um dos filhos da família, agora já um adulto, vivendo nas catacumbas da casa. O que ele andou comendo não me pergunte. Os esqueletos de sua família (possivelmente) se encontram nos corredores em forma de caverna subterrânea da propriedade. Mas eis que surge a reviravolta na trama, quando descobrimos que não se trata apenas de um pé grande, mas dois seres das cavernas vivendo no local e caçando os jovens sorrateiramente. Inicialmente, no entanto, a ideia era por apenas um vilão, mas os produtores acharam que ter um segundo elemento renderia algumas surpresas no terceiro ato do filme. A tragédia, infelizmente, se abateu para além da tela, e o ator alemão que interpreta o “homem das cavernas” principal faleceu num acidente de carro antes da estreia do longa.

Filmado num período de 40 dias, entre novembro de 1980 e janeiro de 1981, Noite Infernal seguia a fórmula rentável para qual diversas produtoras de cinema abriam os olhos: terror era barato e rendia muito junto a seu público cativo. Aqui, no entanto, com um orçamento inicial de US$1 milhão, a produção precisou aumentar o valor em mais US$400 mil para arcar com as despesas de filmagens mais caras durante os feriados de fim de ano. O resultado nas bilheterias foi de US$2,3 milhões, não exatamente um grande sucesso, ainda mais se comparado a ícones do gênero como os citados Halloween e Sexta-Feira 13. De fato, muitos sequer ouviram falar deste filme. E você, já conhecia?

A consequência deste relativo fracasso financeiro foi o fechamento das portas para a produtora do longa, a Compass International Pictures. E por falar na produtora, ela foi a mesma que deu ao mundo exatamente o primeiro filme do maníaco Michael Myers, dirigido por John Carpenter, citado acima, demonstrando a grande conexão entre os filmes. Halloween, no entanto, foi o único grande sucesso da empresa. Mas a história não acaba de forma tão triste assim, já que quatro anos após seu encerramento, os fundadores da companhia Irwin Yablans e Joseph Wolf criaram a Trancas International Films e adquiriram os direitos da franquia Halloween, produzindo todos os exemplares desde o quarto filme de 1988, incluindo a trilogia mais recente em parceria com a Blumhouse: Halloween, Halloween Kills e Halloween Ends.

Por falar nos bastidores da produção de Noite Infernal, alguns nomes famosos estiveram envolvidos atrás das câmeras em seus primeiros trabalhos no mundo do cinema. Um dos assistentes de produção do terror foi ninguém menos que Frank Darabont, que viria a se tornar um renomado diretor de cinema indicado a três Oscar, tendo em sua filmografia produções verdadeiramente adoradas até hoje, vide Um Sonho de Liberdade (1994) e À Espera de um Milagre (1999). Outra figura ilustre presente no set, segundo reza a lenda, foi ninguém menos que Kevin Costner, antes de se aventurar na frente das câmeras como ator. Segundo Vincent Van Patten, que no filme interpreta o surfista Seth, Costner trabalhou na produção como assistente de câmera.

E terminando com o elenco, o protagonista masculino Peter Barton, que interpreta Jeff, escalaria para a série de terror slasher de maior sucesso no cinema ao viver, três anos depois, o personagem Doug em Sexta-Feira 13 – Capítulo Final (1984) e ter sua cabeça esmagada por Jason enquanto tomava banho. Voltando para Linda Blair, como sabemos, infelizmente a carreira da atriz nunca decolou como deveria. Na época, a atriz afirmava que devido ao papel em O Exorcista, ela havia ficado marcada e estereotipada à personagens joviais e vítimas indefesas. Pensando em dar uma guinada em sua carreira e mostrar que poderia ser vista como uma mulher de atitude e força, adulta e não mais uma menininha, ela decidiu posar nua para a revista Oui em 1982, após o lançamento de Noite Infernal, decidida que este fosse o último terror em sua carreira. O movimento de Blair terminou tendo o resultado contrário do planejado e sua carreira ficou restrita a filmes de gênero, produções B do cinema e pequenas participações em programas de TV. A realidade do mundo competitivo de uma indústria como Hollywood sempre será mais assustador e cruel do que qualquer terror que vejamos nas telas.

‘Legion’: 2ª temporada estreia com baixa na audiência

A 2ª temporada de ‘Legion‘ estreou na última terça (3), e registrou a menor audiência da série até o momento. A premiere marcou 0.3 na demo e um total de 669 mil espectadores, 30% abaixo que a média da demo da primeira temporada.

No entanto, a série ainda é uma das mais populares do canal FX, que não leva em conta a audiência como as emissoras abertas.

2ª temporada terá 10 episódios e está prevista para abril de 2018 nos EUA. O FX exibe a série no Brasil.

A história acompanha David Haller (Dan Stevens), um jovem atormentado por visões perturbadoras que começa a juntar o quebra-cabeças de suas lembranças e se dá conta de que pode ter poderes especiais. A seriado é criado por Noah Hawley (‘Fargo‘).

‘Black Mirror’: Miley Cyrus CONFIRMA que estrelará episódio da 5ª temporada

As especulações foram confirmadas! Em entrevista ao Howard Stern, Miley Cyrus revelou que estrelará um dos episódios da 5ª temporada de ‘Black Mirror‘. A atriz filmou o episódio há uns meses na África do Sul.

Ainda não se sabe qual será o episódio em questão, detalhes sobre seu papel ou a trama que participará.

Recentemente, o perfil de novidades da Netflix postou uma imagem com os lançamentos de ficção científica deste mês, e deixou vazar que ‘Black Mirror: Bandersnatch‘ estreará no dia 28 de dezembro.

Logo depois, o perfil apagou a imagem – que já havia sido salva.

Confira:


Pelo subtítulo, especula-se que não se trata do lançamento da  5ª temporada completa de Black Mirror, mas sim do aguardado episódio interativo, no qual os espectadores poderão fazer algumas escolhas chave para o protagonista, que determina o destino do personagem.

Além disso, a nova temporada da série terá um episódio que se passará no Brasil, filmado em São Paulo, no apartamento do galerista Fabio Cimino, que fica na Avenida Paulista, no começo desse ano.

Confira fotos do apartamento:

 

Ed Sheeran revela o grande diferencial de ‘Yesterday’ em novo vídeo; Assista!

A Universal Pictures divulgou o novo vídeo dos bastidores da comédia ‘Yesterday‘, com a equipe e o elenco revelando curiosidades sobre a produção.

Confira:

O longa tem o roteiro original de Richard Curtis, de ‘Quatro Casamentos e um Funeral‘, e direção do ganhador do Oscar Danny Boyle, de ‘Quem Quer Ser um Milionário?‘.

E se você fosse a única pessoa que se lembra dos Beatles? Em ‘Yesterday‘, um músico – interpretado por Himesh Patel – percebe que existe um estranhamento por partes de seus colegas de faculdade quando ele menciona nomes como Paul McCartney ou John Lennon. Além disso, uma simples procura na internet por ‘Beatles’ sem o resultado esperado também o impressiona.

O elenco inclui Lily James, Himesh Patel, Kate McKinnon, Ana de Armas e Ed Sheeran.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de agosto.

Quarentena? Wagner Moura compartilha lista com suas produções favoritas na Netflix

Enquanto o Brasil está de quarentena por causa do surto de Coronavírus, a Netflix convidou o ator Wagner Moura para compartilhar sua lista com as produções favoritas no serviço de streaming.

Confira:

O surto de coronavírus está redefinindo a rotina das pessoas ao redor do mundo e com muitas das principais estreias sendo adiadas, os cinéfilos ficaram um tanto órfãos.

Além disso, a pandemia acarretou em medidas drásticas, que inviabilizaram a movimentação nos cinemas, em virtude do alto risco de contaminação, por se tratar de um local fechado e com grandes aglomerações.

Pensando nesse atual e crítico momento vivido pelo mundo, a Netflix compartilhou uma lista de séries disponíveis para conferir, enquanto os cinemas continuarem sendo considerados lugares de alto risco de contaminação.

Entre as dicas compartilhadas estão as séries ‘Skins‘, ‘That 70’s Show‘ e ‘Gotham‘.

Confira:


Recentemente, a Netflix divulgou que os usuários da plataforma estão consumindo um produto um tanto quanto esquecido nos últimos meses – principalmente devido ao surto do Coronavírus nas últimas semanas.

Depois de diversos cancelamentos de eventos cinematográficos, banimentos de voos da Europa e a recente confirmação de que Tom Hanks e sua esposa contraíram a doença, a obra Pandemic: Como Prevenir uma Epidemia começou a despontar como uma das grandes escolhas dos espectadores.

Confira o trailer:

Confira a sinopse oficial:

Conheça os heróis do front de batalha contra a influenza e aprenda sobre seus esforços para impedir a próxima epidemia global.

A série documental viaja por países como Índia, Egito, Congo e Estados Unidos, trazendo referências e paralelos a outros surtos sanitários (como a Gripe Espanhola) e também comentários sobre os profissionais de saúde que lutam para que essas pandemias acabem.

‘Gavião Arqueiro’: Hailee Steinfeld afirma ser uma ‘honra’ interpretar a Kate Bishop

Em entrevista ao Fandom, a atriz Hailee Steinfeld (‘Bumblebee‘) revelou estar honrada em interpretar a personagem Kate Bishop na série ‘Gavião Arqueiro‘, afirmando que está muito animada com o projeto.

“É incrível finalmente poder confirmar [que eu estou interpretando a Kate Bishop]. É uma grande honra interpretar esse papel e eu estou muito animada. É incrível voltar a trabalhar e eu me sinto muito grata. Ano passado foi insano por eu não saber o que aconteceria, então estou feliz por voltar a filmar e interpretar essa personagem. Será muito divertido. Estou ansiosa para que as pessoas possam assistir. Eu estou ansiosa para assistir.”

Ela completa, “Estou muito animada e honrada por fazer parte do Universo Cinematográfico da Marvel e atuar ao lado de Jeremy Renner. A série é maravilhosa e tem uma pegada bem diferente do que eu estava acostumada com ‘Dickinson‘ (série histórica da Apple TV+). Como artista, é divertido me aventurar em projetos tão diferentes, então estou vivendo um momento incrível.”

Vale lembrar que ‘Gavião Arqueiro‘ será ambientada em 2025, dois anos após a derrota de Thanos (Josh Brolin) em ‘Vingadores: Ultimato‘.

Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra.

Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop, a mãe de Kate.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço.

Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

Para quem não sabe, a série é baseada nos quadrinhos originais nos quais Clint Barton passa a responsabilidade super-heroica para o próximo Arqueiro, Kate Bishop. A trama será focada no treinamento de Kate até sua transformação completa na heroína, permitindo que Barton se aposente, oficialmente.

A adaptação das HQs de Gavião Arqueiro será em uma minissérie, seguindo o passo de outras produções originais da Disney+, e a estreia está prevista somente para o fim de 2021.

‘Predador’: Ator revela por que Jean-Claude Van Damme foi DEMITIDO do longa original

Em entrevista ao The Murder Master Music Show, o ator Bill Duke revelou curiosidades sobre os bastidores do clássico ‘Predador‘, revelando o motivo do astro Jean-Claude Van Damme ter sido demitido durante as filmagens do longa.

“O predador que aparece no filme não é o predador original, vocês sabiam disso? O predador original seria uma criatura muito menor e eles colocariam efeitos especiais em seu corpo durante a pós-produção.”

Ele completa, “Jean Claude Van Damme teve que usar um traje pesado, com cabos nas costas. Eles o puxavam pelos fios e parecia que ele estava voando. Ele desmaiou duas vezes por causa de desidratação. O produtor disse: ‘Se você desmaiar novamente, eu vou demitir você!’. Duas semanas depois, ele desmaiou de novo e foi demitido.”

Vale lembrar que um novo filme da franquia, intitulado ‘Skull‘ (Crânio), está em desenvolvimento!

Amber Midthunder (‘Legion’) estrelará a produção. Ela irá interpretar uma mulher Comanche, que desafia as normas e tradições de sua tribo para se tornar uma guerreira.

Confira a sinopse completa:

“A história vai seguir Kee, uma mulher comanche que vai contra as normas e tradições de gênero para se tornar uma guerreira. Muitos anos atrás – em uma época antes de qualquer europeu invadir suas terras –, o povo Comanche tinha uma sociedade e normas de gênero bem definidas. Kee é muito próxima de seu irmão mais novo, Taabe, que está sendo preparado para ser um líder. Tão capaz quanto qualquer jovem da tribo, Kee sempre foi uma professora e fonte de inspiração para Taabe. Na tradição Comanche – ela é Patsi – a irmã mais velha que ajudou a moldá-lo. Kee é inspiradora e tem insights que os outros não têm. Jovem, ela quer provar a si mesma no mundo masculino do seu povo. Quando uma ameaça desconhecida coloca todos em perigo, Kee terá que mostrar que é tão capaz quanto qualquer outro guerreiro.”

Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10‘) será responsável pela direção.

O longa-metragem será desenvolvido sob a marca da 20th Century Studios, que faz parte do conglomerado da Walt Disney.

Patrick Aison (‘Jack Ryan’, ‘Treadstone‘) assina o roteiro.

A próxima sequência será o quinto capítulo da saga, que foi lançada oficialmente em 1987 e que também contou com dois derivados cross-over com Alien.

Jovens enfrentam invasão alienígena no trailer do sci-fi ‘Slash/Back’; Assista!

O sci-fi ‘Slash/Back‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Nyla Innuksuk é responsável pela direção, além de ter escrito o roteiro ao lado de Ryan Cavan.

Maika e suas amigas descobrem que está acontecendo uma invasão alienígena em seu pequeno vilarejo ártico, e cabe a eles enfrentar essa ameaça. Utilizando armas improvisadas e seu conhecimento de filmes de terror, os alienígenas logo percebem que mexeram com as garotas erradas.

Melissa Hood, Nalajoss EllsworthChelsea Prusky estrelam a produção.

O longa será lançado em VOD no dia 24 de junho.

Disney arrecadou 80% das bilheterias mundiais em 2019 e isso é MUITO preocupante!

Não é à toa que Bob Iger, presidente da Disney, foi eleito o empresário do ano pela revista TIME.

Só em 2019, o estúdio foi responsável por oito dos dez filmes que mais arrecadaram nas bilheterias, entre ‘Capitã Marvel‘ (US$ 1,128 bilhão ), ‘Vingadores: Ultimato‘ (2,798 bilhões ), ‘Aladdin‘ (US$ 1,051 bilhão ), e ‘O Rei Leão‘ (US$ 1,656 bilhão ).

De acordo com o No Film School, esses números correspondem a 80% das bilheterias mundiais do ano, um domínio surpreendente e incomum na indústria cinematográfica.

Esse resultado é fruto das aquisições da Disney, que comprou a Marvel, a Pixar, e a Lucasfilm, e comprometeu-se a produzir os maiores blockbusters da última década.

E agora que o estúdio adquiriu os direitos da Fox, também é responsável por quase todos os dez filmes de maior bilheteria de todos os tempos, com exceção de ‘Titanic‘ (Paramount) e ‘Jurassic World‘ (Universal Pictures).

Mas o que isso significa para o futuro do cinema?

Para não ficarem para trás, outros estúdios continuam investindo em franquias milionárias, como ‘Velozes e Furiosos‘, da Universal, ‘Missão Impossível’ e ‘Tranformers’, da Paramount, além  dos próximos filmes de heróis da Warner Bros.

Com o monopólio da indústria cinematográfica, será cada vez mais difícil surgirem produções originais, já que a Disney está empenhada em lançar remakes live-actions de suas animações, e sequências e derivados dos filmes do MCU.

Infelizmente, parece que é difícil ver os títulos independentes ganhando força em meio a essa guerra, e produtoras como a A24, responsável por ‘Hereditário’, ‘Midsommar’, ‘O Farol’, e ‘Uncut Gems‘, terão uma forte concorrência no mercado.

E você, acha que o cinema está se encaminhando para o fracasso criativo ou ainda há esperanças nos filmes independentes?

‘O Mandaloriano’ empunha o Sabre Negro em belo cartaz feito por fã; Confira!

Há algumas semanas, Giancarlo Esposito revelou que o Moff Gideon vai protagonizar algumas cenas de batalha durante a 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, incluindo um duelo contra o protagonista vivido por Pedro Pascal.

Pensando nisso, um fã criou uma bela arte mostrando que Mando levou a melhor no duelo e tomou posse do lendário Sabre Negro empunhado por Gideon ao final da 1ª temporada.

Na legenda, o artista escreveu:

“Estou muito animado para a segunda temporada. É assim que vai ser…”

Confira:

 

 

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I’m so pumped for season 2. This is the way…

Uma publicação partilhada por Jackson Caspersz Art 🎨 (@jackson_caspersz) a

Em entrevista ao Deadline, Esposito confirmou que as origens do Sabre Negro serão exploradas ao longo da 2ª temporada da atração.

“Depois que Gideon tomou posso do Sabre Negro, eu ouvi muitos fãs perguntando: ‘De onde veio esse sabre e como ele foi revivido?’ Essa é uma das principais tramas da 2ª temporada. O público vai conhecer um pouco mais do sabre e como essa antiga arma veio para no mundo moderno.”

Ele continuou, indicandoo que o passado de Gideon está diretamente ligado ao sabre.

“O sabre é a chave para desvendar o passado do Moff Gideon, que possivelmente tem muito a ver com sua verdadeira origem.”

Como ficou claro, a arma não é apenas um troféu para Gideon, e além de poder manejá-la, parece que ele tem alguns truques escondidos.

Lembrando que a série já foi renovada para a 3ª temporada.

Enquanto isso, a 2ª estreia no dia 30 de outubro na plataforma do Disney+, trazendo nomes como Jon FavreauBryce Dallas HowardRobert Rodriguez na listagem de diretores.

Confira a sinopse oficial:

“O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, encarando inimigos e mobilizando aliados, à medida que traçam o seu caminho por uma galáxia perigosa, em uma tumultuada era pós o colapso do Império Galáctico”.

Os novos episódios estreiam em 30 de outubro na plataforma de streaming.

Lembrando que a série já foi renovada para sua 3ª temporada.

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘As Marvels’: Park Seo-joon, ator de ‘Parasita’, entra para o elenco em misterioso papel

De acordo com o StarNews Korea, o ator sul-coreano Park Seo-joon (‘Parasita’) foi adicionado ao elenco de ‘As Marvels‘, vindoura sequência de ‘Capitã Marvel.

Foi dito que o ator irá viajar para os EUA para se encontar com Brie Larson, Teyonah Parris e companhia assim que terminar as gravações do filme ‘Concrete Utopia‘.

No entanto, não foram revelados detalhes sobre seu personagem, então não se sabe se ele estará nos time das heroínas ou dos vilões.

De qualquer forma, considerando sua carreira em ascensão em filmes como ‘Parasita‘ e na série ‘Itaewon Class‘, tudo indica que será um papel de destaque.

Por enquanto, nem a Marvel nem Seo-joon se pronunciaram sobre a informação, então só resta aguardar pelas atualizações.

Lembrando que a estreia da sequência acontece em 11 de novembro de 2022.

Nia DaCosta, de ‘A Lenda de Candyman‘, fica responsável pela direção.

Além de Larson e Parris, o elenco também contará com Iman Vellani (Ms. Marvel/Kamala Khan).

As filmagens estão ocorrendo em Londres e em Los Angeles, ainda sem data de término anunciada.