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Mais Brasil em Hollywood! Wagner Moura é CONFIRMADO no elenco de ‘Gato de Botas 2’

Poucos dias após o anúncio de Bruna Marquezine fazendo sua estreia em Hollywood com ‘Besouro Azul‘, chegou a vez de Wagner Moura ser contratado para mais uma grande produção internacional.

O ator dublará um dos personagens principais, ainda não revelado.

Intitulado ‘Gato de Botas: O Último Desejo‘, o filme terá o retorno de Antonio Bandeiras como o protagonista e Salma Hayek retornando como a Kitty Pata-Mansa

A atriz Florence Pugh (‘Viúva Negra‘) dará vida à clássica personagem Cachinhos Dourados.

Além deles, os outros atores já confirmados são Olivia Colman (‘A Favorita‘), Ray Winstone (‘Viúva Negra‘), John Mulaney (‘Big Mouth‘), Da’Vine Joy Randolph (‘A Cidade Perdida‘), Anthony Mendez (‘Jane the Virgin‘), e Samson Kayo (‘Nossa Bandeira É A Morte‘).

Harvey Guillén (‘What We Do in the Shadows‘) fará sua estreia como Perro, associado canino dos protagonistas.

No filme, o nosso amado Gato de Botas (Antonio Bandeiras) descobre que sua paixão por aventura teve um preço: ele já gastou oito das suas nove vidas. Por causa disso, o Gato embarca em uma jornada épica para envolver o místico Último Desejo para restaurar suas nove vidas.

Bob Persichetti, de ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘, é o diretor. ‘Gato de Botas: O último desejo‘ estreia no dia 23 de setembro de 2022. O trailer será divulgado na próxima semana.

‘John Wick 4: Baba Yaga’ terá a MAIOR abertura da franquia, indicam previsões

John Wick 4: Baba Yaga’, aguardada sequência que marca o retorno de Keanu Reeves, deve ter a maior abertura da franquia nas bilheterias.

Segundo o Deadline, o filme deve abrir com US$ 60 a US$ 70 milhões em seu primeiro final de semana em exibição nos EUA.

Até então, a maior abertura da franquia foi ‘John Wick 3: Parabellum‘ com US$ 56,8 milhões em seu primeiro fim de semana, finalizando sua jornada com US$ 171 milhões arrecadados nos Estados Unidos.

Além disso, o quarto longa da franquia terá 2 horas e 49 minutos (169 minutos) – tornando-se o filme mais longa da saga.

Para termos de comparação, o primeiro ‘John Wick‘ teve 1 hora e 41 minutos; ‘John Wick: Um Novo Dia para Matar‘ teve 2 horas e 2 minutos; e ‘John Wick 3: Parabellum‘ teve 2 horas e 10 minutos.

Relembre o trailer:

O novo filme traz John Wick descobrindo um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.

Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:

“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.

‘Bill e Ted 4’ está sendo escrito, revela roteirista

Alex Winter revelou que um roteiro para ‘Bill e Ted 4‘ está sendo escrito. Em entrevista ao Sarah O’Connell Show, Winter revelou que agora estão trabalhando na ideia de uma quarta aventura da franquia Bill e Ted, com o ator esperando que todos (incluindo o co-astro Keanu Reeves) fiquem felizes com o resultado e retornem.

“Estamos trabalhando em uma ideia para um quarto filme que todos nós gostamos, e os caras vão escrever, então veremos. Levamos tempo para fazer essas coisas acontecerem e nunca queremos fazê-las, a menos que elas sejam ótimas”, afirmou.

Bill & Ted: Encare a Música‘ foi o terceiro filme da franquia e recebeu 82% de aprovação no Rotten Tomatoes, com o selo de certificação do portal.

E em meio aos bons resultados do longa, o portal We Got This Covered erroneame

Apágina FandangoNOW divulgou no YouTube os seis primeiros minutos oficiais de Bill & Ted: Encare a Música.

Confira, junto ao trailer:

Desta vez, os melhores amigos partem para uma nova aventura quando um visitante do futuro os avisa que apenas suas músicas podem salvar o mundo como o conhecemos. Ao longo da jornada, eles serão ajudados por suas filhas, por um novo lote de figuras históricas e algumas lendas da música – tudo em busca da música que definirá seu mundo e trará harmonia ao universo.

Dirigido por Dean Parisot, o roteiro foi escrito por Chris MathesonEd Solomon, responsáveis pelo filme original.

Além do retorno de Reeves e Winter, o elenco ainda conta com Brigette Lundy-Paine, Samara Weaving e Scott Mescudi.

H.E.R.B.I.E. em nova arte do reboot de ‘Quarteto Fantástico’

Foi divulgado o visual do robô H.E.R.B.I.E. em um painel de ‘Quarteto Fantástico‘ na NYCC.

Confira:

Além de Joseph Quinn como o Tocha Humana, o elenco inclui Pedro Pascal (Reed Richards/Sr. Fantástico), Vanessa Kirby (Sue Storm/Mulher Invisível) e Ebon Moss-Bachrach (Ben Grimm/O Coisa).

O elenco de apoio traz Ralph Ineson (‘A Bruxa’) como o vilão Galactus e Julia Garner como a Surfista Prateada Shalla-Bal, enquanto Paul Walter Hauser (‘Cobra Kai’) e John Malkovich (‘RED: Aposentados e Perigosos’) também foram escalados em papéis misteriosos.

Lembrando que ‘Quarteto Fantástico, estreia em 25 de julho de 2025, será o primeiro filme da Fase 6 do MCU.

Quarteto Fantástico é dirigido por Matt Shakman.

 

Animação que ULTRAPASSOU ‘Titanic’ como a 4ª maior bilheteria da história estreia em 10º lugar no Brasil

A animação chinesa ‘Ne Zha 2: O Renascimento‘, que já arrecadou impressionantes US$ 2,2 bilhões nas bilheterias mundiais, finalmente estreou nos cinemas nacionais.

O longa conseguiu superar a bilheteria total de ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ (US$2.071B) e ‘Titanic‘ (US$2.2B), se tornando a quarta maior bilheteria da história do cinema mundial.

Porém, no Brasil o filme estreou em décimo lugar nas bilheterias, arrecadando apenas 339 mil.

O fim de semana de 25 a 28 de setembro foi O PIOR do ano em termos de bilheterias, levando apenas 720 mil espectadores aos cinemas.

Confira o TOP 10 segundo o FilmeB:

filmerenda (R$)
1Invocação do mal 4: O último ritual3.801.000
2Uma batalha após a outra3.191.000
3Demon Slayer: Kimetsu no yaiba – Castelo Infinito2.703.000
4ZOOpocalipse – Uma aventura animal1.092.000
5A grande viagem da sua vida908.000
6BTS 2017 Live trilogy episode III The Wings…759.000
7A Longa Marcha: Caminhe ou morra598.000
8Missão pet516.000
9BTS 2016 Live The Most Beautiful Moment…345.000
10Ne Zha 2 – O renascer da alma339.000

 

Atualmente, ‘Ne Zha 2: O Renascimento‘ se encontra atrás apenas de ‘Avatar: O Caminho da Água‘ (US$2.3B), ‘Vingadores: Ultimato‘ (US$2.7B) e ‘Avatar‘ (US$2.9B) mundialmente.

Além disso, a produção ainda soma US$ 155 milhões em IMAX – o que representa a sexta maior arrecadação da história do formato.

Vale lembrar que o filme também superou ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.69B), tornando-se a maior animação da história do cinema.

Assista ao trailer:

Ne Zha 2: O Renascimento‘ é a sequência de ‘Ne Zha‘ (2019), que é baseado na lenda chinesa de Ne Zha, um personagem mitológico que nasceu de um ovo e foi destinado a trazer destruição, mas acaba se tornando um herói que luta contra forças do mal.

Em ‘Ne Zha 2‘, a história segue o jovem Ne Zha enquanto ele enfrenta novos desafios e inimigos, incluindo a luta interna de encontrar seu lugar no mundo e confrontar seu destino. Com uma combinação de cenas de ação eletrizantes e temas emocionais profundos, o filme ressoou fortemente com o público, especialmente com a juventude chinesa, que se viu refletida nas batalhas internas e externas de Ne Zha.

A animação apresenta uma estética impressionante e utiliza tecnologias de ponta para criar sequências de luta deslumbrantes, com movimentos de câmera e efeitos visuais que impressionam pela sua fluidez e realismo.

Esses elementos, combinados com a conexão emocional com os personagens, fizeram de ‘Ne Zha 2‘ um grande sucesso de crítica e público, principalmente na China.

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10 Filmes com BELÍSSIMAS Trilhas Sonoras

Acho que todos nós sabemos a importância da trilha sonora em um projeto audiovisual. Passeando no complemento das emoções, esse elemento fundamental de uma produção ajuda demais na construção de uma narrativa. Pensando sobre essa questão e lembrando algumas trilhas que me chamaram a atenção num rápido pensamento em minhas memórias cinéfilas, segue abaixo uma lista bem legal com 10 filmes com belíssimas trilhas sonoras:

 

Despedida em Las Vegas

A loucura de viver a vida intensamente pode trazer quando menos se espera algo muito especial. Com um abre alas envolvente, com um poderoso e marcante som de jazz ao fundo, intensos 15 minutos onde não desgrudamos da tela e antes dos créditos iniciais aparecerem, o longa-metragem de meados da década de 90 Despedida em Las Vegas é a obra-prima de Mike Figgis e porque não dizer também que é a melhor interpretação da carreira do ganhador do Oscar (por esse papel) Nicolas Cage. Elisabeth Shue também merece um grande destaque, sua personagem é delicada e emocionalmente destruída, um personagem complicado mas brilhantemente interpretado por Shue. Contando a trajetória rumo ao fundo do poço de um alcóolatra que não quer se curar e que acaba descobrindo uma paixão avassaladora por uma prostituta em uma viagem à Las Vegas, o projeto mostra duras realidades de duas almas que se completam à suas maneiras. Um baita filme, inesquecível.

 

Caminhos Violentos

Violência gera violência. Explorando uma relação explosiva entre pai e filho, o cineasta nova iorquino James Foley nos apresenta um longa-metragem repleto de questões que envolvem principalmente questões familiares e a falta de uma maturidade em um início de uma fase adulta conturbada, sem muitas referências. Somos testemunhas de caminhos inconsequentes, violentos em uma primavera de 1978 no interior da Pensilvânia. Vale o destaque também para a trilha sonora, com direito a canção Live to Tell da Madonna. Destaques para as atuações de Christopher Walken e Sean Penn.

 

Minha Incrível Wanda

Na trama, conhecemos a jovem trabalhadora polonesa e mãe de dois filhos Wanda (Agnieszka Grochowska) que a cada nova temporada trabalha durante alguns meses para uma família rica na Suíça. Sua prioridade nos afazeres é cuidar do já debilitado Josef (André Jung) como uma espécie de enfermeira. A família adora Wanda, principalmente Josef. Só que as vezes, principalmente quando chega de madrugada, Wanda e Josef, escondido dos demais, entram em um acordo que causará graves confusões e situações para toda a família. Destaque também para a trilha sonora assinada pelo duo Grandbrothers formado em Düsseldorf pelo suiço Lukas Vogel e o alemão Erol Sarp.

 

O Romance de Morvern Callar

O simbolismo das ações incontroláveis. Dirigido pela ótima cineasta escocesa Lynne Ramsay (Precisamos Falar Sobre o Kevin, Você Nunca Esteve Realmente Aqui), O Romance de Morvern Callar é um eletrizante recorte dramático de uma jovem que após um trauma, não busca objetivos, fica reativa ao que acontece no seu caminho. A personagem principal é completamente desnorteada e complexa, um desafio e tanto para a excelente atriz britânica Samantha Morton que mais uma vez mostra todo seu potencial. Destaque também para uma trilha sonora que explora a melancolia, a quebra da razão. Um trabalho interessante, pouco comentado por aqui.

 

O Confeiteiro

As entrelinhas detalhistas de situações ligadas ao coração. Após quatro curtas metragens e trabalhos como editor e roteirista, o cineasta Israelense Ofir Raul Graizer escreve e dirige seu primeiro longa-metragem que busca nos radapés das explicações emocionais respostas para situações que envolvem a vida de duas pessoas, uma na Alemanha e outra em Israel. O belíssimo roteiro se renova a cada movimento, a cada caminho que os personagens percorrem embalados por uma refinada trilha sonora. Um trabalho surpreendente e deveras interessante.

 

Estrelas Além do Tempo

A força sem inteligência é como o movimento sem direção. Baseado no livro Hidden Figures, de Margot Lee Shetterly, Estrelas Além do Tempo fala sobre o preconceito na época da corrida espacial, com o foco em três grandes mulheres negras que ajudaram a mudar o rumo das descobertas norte americanas nesse período. Com ótimas atuações e uma trilha sonora assinada pelo craque Pharrell Williams, o longa-metragem dirigido pelo cineasta Theodore Melfi é um daqueles belos filmes.

 

La La Land – Cantando Estações

Na trama, ambientada em Los Angeles, conhecemos o pianista Sebastian (Ryan Gosling), um amante do Jazz que vive buscando seu espaço em meio a mudanças constantes que a vida coloca em seu caminho. Rabugento e completamente sozinho, de maneira inusitada, acaba conhecendo a sonhadora Mia (Emma Stone), uma jovem que partiu para Los Angeles para buscar a difícil carreira de atriz mas que hoje trabalha em uma espécie de Starbucks dentro de um famoso Estúdio de gravações de filmes. Logo o amor entre os pombinhos acontece e, entre as estações do ano, precisarão compreender como é viver a vida a dois e o tamanho que o sonho de cada um tem na vida do outro.

 

Soul

Na trama, conhecemos o músico e professor de música no colégio Joe (Jamie Foxx – dubla na versão original), um homem solitário que tem a paixão pela música e mais especificamente o Jazz como motores de sua felicidade. Certo dia, consegue a grande chance de sua vida e tocar em um quarteto de uma grande diva do Jazz. Só que Joe acaba sofrendo um acidente e acaba indo parar em uma espécie de pré-paraíso, um mundo das almas, onde conhece 22 (Tina Fey – dubla na versão original) uma alma descrente sobre a vida. Enquanto seu corpo está respirando por aparelhos no hospital, Joe e 22 embarcarão em uma aventura para tentar levar Joe de volta a seu corpo e também fazer com que 22 muda suas ideias pré conceituais do mundo.

 

Coringa

Na trama, ambientada na década de 80 na famosa Gotham City, conhecemos o jovem Arthur (Joaquin Phoenix), um trabalhador norte-americano que entre alguns bicos faz parte de uma empresa que seleciona palhaços para campanhas publicitárias de ruas e eventos pela cidade. Ele mora com sua mãe debilitada em um apartamento em uma zona violenta de Gotham e passa seus dias entre suas escritas para futuros stand up comedies e assistindo a um famoso programa de televisão (Talk Show) apresentado por Murray Franklin (Robert de Niro). Após ser ridicularizado, uma série de acontecimentos acabam despertando nele uma fúria incontrolável e ele começa sua trajetória de loucura transformando caoticamente para sempre sua cidade.

 

Encanto

Na trama, conhecemos a história da família Madrigal, que vive em uma vila onde todos sabem que moram em uma casa mágica e quase todos os habitantes da família possuem poderes que chegam em determinados dias de suas vidas. A exceção é a jovem Mirabel que durante sua cerimônia para saber seu poder acabou não recebendo nenhum, sendo, de alguma forma, deixada de lado por grande parte de sua família. Mas tudo isso muda quando quase que inexplicavelmente ela percebe que a casa onde gerações de sua família moram está perdendo força, assim parte em busca de respostas e soluções.

Crítica | Festa no Céu

Cultura mexicana vendida para as massas

O ano de 2014 está bem servido de animações. Além de produtos vindos de grandes estúdios, como Lego (Warner), Peabody & Sherman (Dreamworks), Rio 2 (Fox), Como Treinar o Seu Dragão 2 (Dreamworks) e Aviões 2 (Disney), temos neste segundo semestre produções de estúdios menores e mais interessantes. No início do mês, o estúdio Laika, especializado em stop-motion, lançou sua nova obra, Os Boxtrolls. Agora é a vez da animação produzida pelo prestigiado Guillermo del Toro (Círculo de Fogo).

O cineasta mexicano, forte representante de seu país em Hollywood, banca a ideia do diretor Jorge R. Guitierrez e leva ao grande público a cultura e folclore do México. Apresentado literalmente na forma de uma aula, na qual uma guia conta a história para crianças americanas, Festa no Céu usa como trama o popularizado triângulo amoroso entre seus protagonistas. Além disso, o filme tem como tema o dia dos mortos, e seus mundos do além vida (crença entranhada na cultura do país).

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Maria, Manolo e Joaquin são amigos de infância. Desde cedo os rapazes disputam o amor da menina. Na fase adulta, já uma jovem formosa, Maria (voz de Zoe Saldana no original) retorna para a cidade após completar seus estudos. Lá, ela encontra o pomposo Joaquin (voz de Channing Tatum no original) como o chefe da guarda cheio de coragem, medalhas e único capaz de liderar a resistência contra a iminente ameaça de um grande vilão. E também Manolo (voz de Diego Luna no original), um jovem com crise existencialista, já que deseja ser músico ao contrário da tradição da família de toureiros.

Temos também a parte sobrenatural da história, com a inclusão de figuras como La Muerte (voz de Kate del Castillo no original), soberana do reino dos “Lembrados”, e Xibalba (voz de Ron Pearlman no original), governante da terra dos “Esquecidos”. Trata-se do céu e purgatório respectivamente. Neste trecho, a obra remete ao elogiado filme de Tim Burton, A Noiva Cadáver (2005), na forma como trata o animado mundo dos mortos.

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As entidades, antigas amantes, fazem joguetes com as vidas dos protagonistas através de apostas. La Muerte garante que Manolo terminará com Maria, já o trapaceiro Xibalta deposita suas fichas em Joaquin, inclusive dando-lhe certa vantagem. Festa no Céu pulsa com energia. O filme é recheado de cores vibrantes e uma animação única. É difícil para quem assiste a muitos filmes ser surpreendido, principalmente no que diz respeito a animações, mas a obra entrega justamente isso, algo extra e com muita alegria.

A obra produzida por del Toro aposta no diferencial, entregando um design estranho e peculiar, seja de seus personagens como dos cenários e criação de cenas. Existe inclusive espaço para a criatividade musical, ao reproduzirem diversas canções de sucesso e atuais na forma de músicas latinas de mariachis, dentre as quais uma que se destaca é Creep do Radiohead. Qualquer filme mirado ao público mais novo que se dê a esse trabalho tem o meu voto de confiança.

Halloween H20 | Relembre o primeiro retorno de Jamie Lee Curtis para a franquia de terror em 1998

A saga de Michael Myers e Laurie Strode, finalmente, encontrou o seu encerramento. Para aqueles que esperam um filme no modelo tradicional e na linha dos antecessores, Halloween Ends pode ser uma gigantesca decepção. Eu mesmo, como fã da franquia e crítico de cinema, me encontrei com dificuldades para aceitar determinadas escolhas estabelecidas no fim desta jornada.

No final das contas, depois de pensar muito, devo dizer que o filme não é aquilo que eu queria que fosse, ou esperava, conforme o trailer e a sinopse, mas ao passo que a narrativa chegou ao final, confesso que a coragem dos realizadores em apostar numa abordagem tão insana, mas viável, deu ao material o devido valor para uma franquia que renasceu dignamente diante desta nova trilogia, dirigida por David Gordon Green e produzida pela Blumhouse.

É claro, como todos sabem, a saga de Laurie Strode (Curtis) e o maníaco da máscara branca Michael Myers começou lá atrás, antes de grande parte dos fãs atuais sequer sonhar em nascer, em 1978 na obra-prima dirigida pelo mestre John Carpenter, ainda enaltecida não apenas como o “pai” dos filmes slasher adolescentes, como também um dos melhores filmes de terror de todos os tempos. Halloween (2018), passado 40 anos após o original, aliás, se trata de uma continuação direta dele. Mas para a surpresa de muitos, a franquia Halloween teve outros nove (isso mesmo!) filmes neste intervalo de quarenta anos – incluindo um remake e sua continuação.

Os bem mais novinhos talvez não lembrem muito, mas antes da comemoração cultuada de 40 anos, que foi o sucesso Halloween (2018), produzido pela Blumhouse e dirigido por David Gordon Green, a franquia há havia recebido uma celebração de aniversário – igualmente muito querida pelos fãs da geração dos anos 1990. Trata-se de Halloween H20, que desejava em grande estilo o feliz aniversário de vinte anos para a franquia clássica. Na época, no entanto, os parabéns ficaram a cargo de outro estúdio e outros produtores, já que o carismático Jason Blum ainda não estava estabelecido no mercado. Os responsáveis por ciceronear o retorno triunfante de Michael Myers para àquele dia das bruxas foram os hoje malditos irmãos Weinstein (Harvey e Bob), donos da então bombada Miramax – mesmo estúdio responsável pela franquia Pânico – outra bem sucedida série de terror no cinema.

Veio de Harvey a ideia de comemorar o aniversário de vinte anos e logo o mega produtor conseguiu convencer a estrela original Jamie Lee Curtis a retornar ao papel que deu início à sua carreira. Curtis era uma ilustre desconhecida quando protagonizou o original em 1978, tendo como credenciais somente a filiação dos astros Tony Curtis e Janet Leigh. Ela voltaria para estrelar a continuação direta Halloween II – O Pesadelo Continua, de 1981, novamente escrita e produzida (mas não dirigida) por John Carpenter, e cedeu sua voz no telefone para uma cena de Halloween III – A Noite das Bruxas (1982), novamente com forte envolvimento do “pai” de tudo, John Carpenter. Mas foi só o cineasta deixar a franquia, que Curtis tomou o mesmo rumo, se afastando para o mais longe possível dos três filmes seguintes.

Ao ser convencida por Harvey Weinstein a retornar, o primeiro passo de Curtis foi ligar para o colega John Carpenter e para a produtora dos filmes originais Debra Hill (igualmente roteirista dos originais) a fim de recrutá-los também para a missão de dar novos ares à franquia no fim dos anos 1990. O argumento usado por Curtis foi: “se passaram vinte anos desde o primeiro Halloween, o primeiro sucesso de nossas vidas, e todos nós ainda estamos trabalhando na área, temos uma carreira inclusive maior agora. Conseguimos escalar e evoluir. Seria muito bom celebrar não apenas esta franquia, mas nossas carreiras ao longo desta trajetória”. Tudo parecia no lugar e Carpenter começou a trabalhar nesta continuação de vinte anos. Porém, um tempo depois ocorreu o desligamento do diretor e por consequência de sua colaboradora Debra Hill. O motivo? Carpenter pedia um salário de US$10 milhões (o diretor ainda cobrava uma dívida do passado com o produtor Moustapha Akkad), sendo que o orçamento de Halloween H20 era de US$17 milhões no total – sendo o mais caro da franquia até então. Para termos uma ideia, o remake de Rob Zombie (2007) custou US$15 milhões e o recente reboot Halloween (2018) custou US$10 milhões.

Sem Carpenter, Hill e com o título inicial de Halloween 7: A Vingança de Laurie Strode, referência ao título do quinto filme (A Vingança de Michael Myers, de 1989), o sétimo longa pretendia à princípio levar todas as continuações da franquia em conta, sendo uma sequência do sexto filme de 1995. Uma nova dupla também entrava em cena para ditar os caminhos do novo capítulo: o diretor Steve Miner, responsável por sucessos de terror dos anos 1980, vide Sexta-Feira 13 Parte 2 e 3, A Casa do Espanto, e que viria a seguir com o filme de crocodilo Pânico no Lago (1999). Ao seu lado, assumindo o roteiro, Kevin Williamson era o novo prodígio de Hollywood e um nome quentíssimo da indústria ao ter revitalizado os slasher com Pânico (1996) e sua continuação Pânico 2 (1997). De fato, Pânico influenciou muito o que vemos em tela em Halloween H20, com este sendo o capítulo mais “Scream” da franquia – autorreferente, repleto de metalinguagem e citações a outras produções do gênero. Mesmo que Williamson no fim das contas não tenha sido creditado como roteirista – somente como produtor. Se casou ou não com o teor mais soturno do que geralmente vemos na franquia, podemos dizer que existem os fãs que gostam (em especial os fãs de Pânico) e os que torcem o nariz (por justamente acreditarem que este tipo de teor mais juvenil e engraçadinho não casa tanto com Halloween).

A premissa traria Laurie Strode novamente como protagonista. Desta vez não mais uma adolescente indefesa, mas uma mulher em seus 40 anos, mãe de um rapaz, completamente traumatizada pelos ocorridos de vinte anos atrás (não somente do primeiro filme, mas também do segundo, para todos os efeitos ocorridos na mesma noite). Na opinião de Jamie Lee Curtis, a vida de Laurie deveria estar completamente em frangalhos, com ela tendo se tornado uma alcoólatra e quase sem sanidade mental. Algo similar com o que vemos em Halloween (2018). Mas Williamson a convenceu de não exagerar, tentando conter a vida da mulher nos eixos dentro do possível. O que prevaleceu foi que Laurie aqui mudou de nome e de cidade, se chamando agora Keri Tate e morando e trabalhando na Califórnia, onde é a diretora de um colégio para jovens ricos. A mulher forjou a própria morte, esquecendo de vez sua vida prévia e deixando o passado trágico para trás.

Era o desejo do próprio Williamson levar em conta todos os filmes da franquia, no entanto, o roteirista teve muita dificuldade de ligar os pontos deixados em aberto, que conectariam em especial os filmes quatro, cinco e seis com este sétimo capítulo. Acontece que com a saída de Curtis da franquia no passado, os produtores resolveram incluir na trama como protagonista sua pequena filha Jamie (papel de Danielle Harris), e para justificar a ausência da mãe o roteiro teve a ideia de matar Laurie num acidente de carro, deixando a pequena órfã para ser criada por outros membros da família. Nessa linha narrativa, acompanhamos os passos da pequena Jamie como a vítima da vez enfrentando seu tio Michael. Até finalmente, em outra decisão polêmica, a jovem ser eliminada (um pouco mais velha) no controverso sexto filme.

Tudo isso foi adereçado por Williamson num roteiro original de Halloween 7, e uma cena inclusive foi gravada com Sarah (Jodi Lyn O’Keefe) lendo em classe seu trabalho sobre uma investigação dos assassinatos de Michael Myers, onde cita Jamie Lloyd (a filha de Laurie), ao que a personagem de Curtis corre para vomitar no banheiro. A cena, entre outros detalhes, considerariam a existência dos três filmes anteriores. No fim das contas, os vestígios sobre isso foram apagados pois Williamson não encontrou um jeito de tornar aceitável o abandono de Laurie em relação à sua pequena filha. Ainda mais se levarmos em conta que agora ela possui outro filho e outra vida, o fato de ter abandonado completamente uma filha pequena tornaria a protagonista uma pessoa simplesmente detestável e acima de qualquer redenção.

Assim, pela primeira vez na franquia, um filme da série iria simplesmente ignorar algumas das continuações como se nunca tivessem existido. Halloween H20, por fim, seria uma sequência direta do segundo longa de 1981, e desconsideraria em sua cronologia os eventos do terceiro ao sexto filmes. Para todos os efeitos, H20 seria o terceiro e tardio episódio da franquia. É claro que o artifício seria utilizado outras duas vezes (no remake de 2007 e no reboot de 2018).

Muitas das ideias foram mantidas na versão final de Halloween H20, como o alcoolismo de Laurie (mesmo que de forma sutil), seu trauma e sua nova identidade fugindo do irmão psicopata. O que não foi levado em conta e não é adereçado no filme, é como Michael Myers sobreviveu ao incêndio no hospital ao desfecho de Halloween II (1981), ou qualquer evento que ligue o psicopata do segundo filme a este. Ele simplesmente aparece em cena, são e disposto, pronto para um novo round de matanças. Aonde ele esteve durante todo esse tempo? O sétimo longa não se dá ao trabalho de explicar. E será que precisava?

Halloween H20 se mostrou um sucesso e se tornou febre na época, pegando carona nos slasher do período, muitos dos quais tinham o dedo de Kevin Williamson – vide Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Mas para Jamie Lee Curtis a celebração de aniversário não teve o sabor doce que ela havia planejado. Em entrevistas recentes para divulgar Halloween (2018), a atriz afirma que “a intenção de H20 era boa, mas no fim das contas as coisas acabaram não saindo como planejado”. Hoje Curtis se refere ao filme como “um trabalho por dinheiro”. Disse que tem boas coisas nele, em especial quando fala de alcoolismo e trauma, mas que nos finalmente terminou fazendo o filme pelo contracheque e não pela planejada satisfação de comemorar um marco. Parte disso se deve pela teimosia do então dono da franquia, o produtor Moustapha Akkad, em não querer, por bons motivos, colocar um ponto final em sua “galinha dos ovos de ouro”. Era parte do acordo para o retorno da atriz que ela pudesse de uma vez por todas dar cabo do psicopata da máscara branca. Mas em um vídeo que pode ser encontrado na internet, Curtis diz que a “enrolaram” sobre o tópico até a data das filmagens, quando finalmente a foi revelada uma cláusula de Akkad que proibia a morte definitiva de Myers. Curtis ficou possessa subindo pelas tamancas. Para esfriar os ânimos, Williamson teve uma ideia que agradou ambas as partes.

Halloween H20 terminaria de uma forma em que Myers realmente morresse no desfecho – ao menos era o que o público pensaria com a decapitação do maníaco. Ou seja, a explicação estapafúrdia que é dada no início da continuação direta de H20, Halloween: Ressurreição (2002) não foi um coelho tirado da cartola para aquele filme, e sim algo que já havia sido acordado como forma de atender todas as vontades, entre Jamie Lee Curtis, Kevin Williamson e o produtor Moustapha Akkad. Bem, e sabemos o que saiu disso… Ressurreição é tido por muitos como o ponto baixo da franquia e desfaz de certa forma o que de mais brilhante H20 havia conquistado: a morte definitiva de Myers. É claro que sempre podemos agir como se certos filmes nunca tivessem existido…

BIZARRO! Surfista brasileiro se assusta ao se ver em ‘Jurassic World: Reino Ameaçado’

Que história bizarra! O surfista brasileiro, Felipe Cesarano, foi ao cinema assistir ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘ e se assustou ao se ver no filme. A gravação original foi feita em 2016, enquanto Cesarano surfava no Havaí. No filme, a filmagem foi editada e acrescentou um dinossauro à espreita do brasileiro.

Em entrevista ao Globo Esporte, Cesarano falou sobre a curiosa situação:

“Achei maneiro, mas antiprofissional. Fiquei meio surpreso. Vi o trailer e eu estava lá. Aí vi no Instagram, estavam usando minha onda. A única onda surfada do filme sou eu, sem autorização. Fiquei meio chateado. Não é nem a questão de dinheiro, mas se o mundo sabe se sou eu ali minha carreira poderia levantar. A imagem aparece eu não ganhei nada.”

Atualmente, o surfista considera a possibilidade de processar o estúdio: “Já estou falando com alguns advogados amigos meus que estão me aconselhando entrar com uma ação lá fora (no exterior). Eu não acho justo. A gente já vive uma situação difícil, arrisco minha vida ali, é uma questão de risco de vida, meu trabalho. Mas de qualquer forma foi engraçado e até satisfatório estar no cinema e ver a onda, que já é grande, ainda mais em 3D.”

Confira a cena abaixo, que, inclusive, foi usada em vários materiais promocionais:

[SPOILERS] O que acontece na cena pós-créditos de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado’ 

Ficou curioso? A nossa crítica já está disponível: Crítica | Jurassic World: Reino Ameaçado – O filme mais assustador da franquia

 

‘Juanita’: Mulher tenta se reencontrar no trailer do novo filme da Netflix

A Netflix divulgou o trailer legendado de seu novo filme original, ‘Juanita‘.

Confira:

Dirigido por Clark Johnson, o longa será lançado na plataforma no dia 8 de março.

Frustrada e com os filhos já adultos, Juanita decide cair na estrada em busca de um novo rumo na vida.

O elenco inclui Alfre WoodardAdam BeachAshlie Atkinson.

‘A Família Addams’ surpreende nas bilheterias e estreia com US$ 30 milhões nos EUA

A animação ‘A Família Addams‘ surpreendeu nas bilheterias dos EUA. Em seu primeiro final de semana, o longa estreou em segundo lugar e arrecadou ótimos US$ 30 milhões.

Para termos de comparação, é a maior estreia da família Addams nos cinemas, superando as produções em live-action, que estrearam com US$ 24.2 e US$ 14.1 milhões, respectivamente.

Os números dos mercados internacionais ainda não foram divulgados.

Dirigido por Conrad Vernon e Greg Tiernan, o longa é baseado nos personagens criados pelo cartunista Charles Addams, cuja primeira aparição ocorreu em 1964, em um seriado animado que durou 2 anos.

A Família Addams não é uma família típica: eles têm prazer na maioria das coisas que pessoas “normais” teriam medo. Aqueles que os visitam se desesperam ao ver os hábitos mórbidos e incomuns do clã. Gomez Addams é o chefe da família, um homem extremamente rico incapaz de negar algo a sua cadavérica esposa Morticia Frump Addams: seja o cultivo de plantas venenosas, ou um jantar à luz de velas em um cemitério. Wednesday Friday Addams (Vandinha), filha do casal, é uma menina sádica e um tanto quanto sombria, que adora brincar com seu desmiolado irmão Pugsley Addams (Feioso), submetendo-o a vários tipos de tortura que ele adora.

O elenco conta com Oscar Isaac, Charlize Theron, Chloë Grace Moretz, Finn Wolfhard, Nick Kroll, Bette Midler e Allison Janney.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.

‘Unsolved Mysteries’: Novo clipe do documentário traz descoberta sinistra; Confira!

A Netflix divulgou um novo clipe sinistro do reboot da série ‘Unsolved Mysteries‘.

Confira:

Os 6 primeiros episódios da produção irão estrear na plataforma no dia 1º de julho.

Vale lembrar que 12 episódios foram encomendados para o primeiro ciclo.

O reboot da série seguirá o mesmo estilo que o projeto original, usando reencenações e entrevistas para recontar as circunstâncias de mistérios não resolvidos. Narrando crimes, contos de amores perdidos, histórias sem explicações e até mesmo eventos paranormais, os espectadores serão encorajados a conectar as informações que podem levar à resolução do mistério.

Essa não será a primeira vez que a série ganha um revival. Em 2008, o canal Spike apresentou um reboot da série, apresentado por Dennis Farina.

‘Anônimo’: Bob Odenkirk revela como se preparou para as intensas cenas de ação

O thriller ‘Anônimo‘ (Nobody) ganhou um novo vídeo dos bastidores, com o ator Bob Odenkirk (‘Better Call Saul‘) revelando como se preparou para as intensas cenas de ação do longa.

Confira, com as imagens oficiais:

(from left) Hutch Mansell (Bob Odenkirk) and a member of the Russian mafia in Nobody, directed by Ilya Naishuller.
Bob Odenkirk as Hutch Mansell in Nobody, directed by Ilya Naishuller.

Bob Odenkirk as Hutch Mansell in Nobody, directed by Ilya Naishuller.

(from left) Harry Mansell (RZA), Hutch Mansell (Bob Odenkirk) and David Mansell (Christopher Lloyd) in Nobody, directed by Ilya Naishuller.

Bob Odenkirk as Hutch Mansell in Nobody, directed by Ilya Naishuller.
Bob Odenkirk as Hutch Mansell in Nobody, directed by Ilya Naishuller.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de maio.

O longa é dirigido por Ilya Naishuller, o mesmo responsável por ‘Hardcore: Missão Extrema‘.

Christopher LloydConnie Nielsen também fazem parte do elenco. Derek Kolstad (John Wick) assina o roteiro.

Na trama, Odenkirk interpreta Hutch Mansell, um esposo e pai de família pacato e que tende a passar despercebido por aqueles que o cercam. Tudo muda quando dois ladrões invadem sua residência em uma noite, incendiando uma ira até então desconhecida nele, levando-o a um caminho brutal que irá revelar alguns segredos obscuros com os quais ele lutou a vida inteira para deixar para trás.

O longa de ação é produzido por Odenkirk ao lado de Kelly McCormick (‘Atômica‘ e ‘Deadpool 2‘) e David Leitch (‘Deadpool 2 e ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw).

‘9-1-1’: [SPOILER] deixa o elenco da série após 5 temporadas

*SPOILERS ABAIXO*

O TVLine confirmou que o ator Rockmond Dunbar, que interpreta o Michael em ‘9-1-1‘, deixou o elenco da série após cinco temporadas.

O personagem se despediu da produção no oitavo episódio do quinto ciclo. Quando seu namorado revela que passaria alguns meses no Haiti para ajudar após uma tragédia causada por um furacão, Michael decide que está pronto para pedi-lo em casamento.

Toda sua família o apoiou e tudo estava pronto para um pedido romântico… até que uma explosão no hospital transformou seus planos em cinzas. Apesar disso, tudo terminou bem e, no final das contas, Michael decidiu se juntar ao David no Haiti – com o episódio marcando sua despedida da série.

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco é formado por Angela Bassett, Peter Krause, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Jennifer Love Hewitt e Ryan Guzman.

‘Spawn’: Todd McFarlane promete GRANDE anúncio sobre o reboot em outubro

Em entrevista ao Screen Rant, o diretor Todd McFarlane revelou que fará um grande anúncio sobre o reboot de ‘Spawn: O Soldado do Inferno‘ em outubro, durante a Comic-Con de Nova York.

“Nós decidimos [contar as novidades] na Comic-Con de Nova York. Estamos avançando? Estamos evoluindo? Sim, para tudo. Isso é o melhor que posso dizer agora, apesar de tudo o que está acontecendo. O projeto desacelerou durante a pandemia, mas já voltamos com tudo. Por algum tempo, os únicos filmes que as pessoas iam assistir nos cinemas eram de super-heróis – com exceção do James Bond. Agora, nós tivemos ‘Top Gun: Maverick’ e outros blockbusters que estão voltando ao normal.”

Ele completa, “Faremos um grande anúncio na Comic-Con de Nova York.”

Vale lembrar que a Comic-Con de Nova York acontecerá entre 6 e 9 de outubro.

Anteriormente, Brian Tucker (‘Linha de Ação’) havia sido contratado para reescrever o roteiro do reboot, que está sendo desenvolvido pela Blumhouse.

A participação de Jamie FoxxJeremy Renner, anteriormente confirmados no elenco, é incerta, mas é provável que os atores voltem a ser abordados após a nova versão do roteiro ser finalizada.

O projeto estava preso em um empasse, pois Todd McFarlane se negava a deixar qualquer outra pessoa assumir o roteiro do longa, mas a Blumhouse não havia gostado do seu roteiro para dar um sinal verde para a produção.

Anteriormente, o produtor Jason Blum havia revelado que o processo para refinar a história estava demorando mais do que esperado.

“Está levando mais tempo do que eu esperava para refinar a história, mas nós ainda estamos trabalhando no projeto. Será muito diferente e moderno. O que mais me deixa animado é que o Spawn é um dos últimos grandes personagens dos quadrinhos ainda não explorados. Então, essa é uma oportunidade perfeita.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Nova Scream Queen? Atriz de ‘Noites Brutais’ se junta ao elenco do terror dirigido pela filha de M. Night Shyamalan

De acordo com o THR, Georgina Campbell entrou para o elenco do terror ‘The Watchers‘, que será dirigido por Ishana Night Shyamalan – filha do aclamado cineasta M. Night Shyamalan (‘Fragmentado’).

Atriz, conhecida por estrelar o aclamado ‘Noites Brutais‘ – com 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa foi considerado um dos melhores do gênero em 2022 –, também foi confirmada nos vindouros ‘Cold Storage‘ (sobre um vírus mortal), ‘Psycho Killer‘ (que mostrará a caçada de um serial killer), ‘A Ciegas‘ (terror pós-apocalíptico estilo ‘Bird Box’) e ‘T.I.M.‘ (que focará em um androide sinistro).

Parece que estamos testemunhando o nascimento de uma nova Scream Queen. Ansiosos para os novos projetos da atriz?

Anteriormente, Dakota Fanning (‘O Protetor: Capítulo Final’) havia sido confirmada em ‘The Watchers‘. A atriz interpretará Mina, uma artista que se perde em uma misteriosa e sinistra floresta no no oeste da Irlanda.

O projeto marcará a estreia diretorial de Ishana, que também assina o roteiro.

Na trama…

“Você não pode vê-los. Mas eles podem ver você. Esta floresta não está mapeada em nenhum mapa. Todo carro quebra perto das árvores. Com Mina não é diferente. Deixada encalhada, ela é forçada a entrar na floresta escura apenas para encontrar uma mulher gritando, incitando Mina a correr para um bunker de concreto. Quando a porta bate atrás dela, o prédio é cercado por gritos. Mina se encontra em uma sala com uma parede de vidro e uma luz elétrica que se ativa ao anoitecer, quando os Vigilantes vêm à tona. Essas criaturas emergem para observar seus humanos cativos e coisas terríveis acontecem com quem não chega ao bunker a tempo. Com medo e presa entre estranhos, Mina está desesperada por respostas. Quem são os Vigilantes e por que essas criaturas os mantêm aprisionados, ansiosos para observar cada movimento?”

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 7 de junho de 2024.

A produção será baseada no livro homônimo de A.M. Shine.

M. Night Shyamalan e Ashwin Rajan atuarão como produtores.

Anteriormente, Ishana Night Shyamalan serviu como roteirista e diretora na série ‘Servant‘. Ela escreveu o roteiro de dez episódios e comandou seis deles, incluindo duas Season Finales. Ela também trabalhou como diretora de segunda unidade em filmes recentes do pai, como ‘Tempo‘ e ‘Batem à Porta‘.

‘Jorge da Capadócia’: Trailer do ÉPICO brasileiro traz dragões e batalhas estilo ‘Game of Thrones’

A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer do épico brasileiro ‘Jorge da Capadócia‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada nos cinemas nacionais no dia 18 de abril.

O longa foi dirigido, produzido e estrelado por Alexandre Machafer.

Em 303 D. C., após ter vencido mais uma grande batalha, Jorge é condecorado como novo capitão do exército, quando o Imperador Diocleciano inicia sua última grande perseguição aos cristãos no império romano. Diante das cruéis ordenações impostas ao povo e a pressão para que se rendam aos deuses cultuados no império, Jorge, um homem acima de tudo, agora se vê diante de seu maior desafio ser fiel à sua fé e as suas convicções ou sucumbir aos incomensuráveis desmandos do imperador.

O elenco ainda conta com Cyria Coentro, Roberto Bomtempo, Ricardo Soares, Miriam Freeland, Augusto Garcia e Antônio Gonzalez.

Matheus Souza, de ‘Tá Escrito‘ e ‘Ana e Vitória‘, assina o roteiro.

Scarlett Johansson caça em nova imagem de ‘Jurassic World: Renascimento’; Confira!

O site Empire Online divulgou uma nova imagem oficial de ‘Jurassic World: Renascimento‘.

A imagem destaca a atriz Scarlett Johansson como Zora Bennett, uma especialista em operações secretas.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de julho de 2025.

Cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros.

Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

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Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

A produção do novo capítulo da franquia ficou a cargo de Frank Marshall e Patrick Crowley, que trabalharam em ‘Jurassic World‘. Steven Spielberg tem participação como produtor executivo por meio de sua produtora.

A franquia ‘Jurassic’ é uma das mais bem-sucedidas na história do cinema. O filme da Universal, lançado em 1993, redefiniu os efeitos especiais e teve um impacto duradouro na cultura pop. Ao longo de três décadas, foram produzidos seis filmes, arrecadando mais de US$ 6 bilhões em todo o mundo.

Jackie Earle Haley comanda jogo MORTAL no trailer do terror ‘Your Host’; Confira!

O terror ‘Your Host‘, estrelado por Jackie Earle Haley (‘A Hora do Pesadelo’), ganhou o primeiro trailer.

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DW Medoff é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Joey Miller.

Quatro amigos acordam e se encontram presos em uma fábrica abandonada. Seu captor é um apresentador perturbado com uma máscara assustadora que os obriga a participar de um game show mortal. A única maneira de escapar é vencer.

O elenco ainda conta com Ella-Rae Smith (‘Fundação’), Jamie Flatters (‘Avatar: O Caminho da Água’), David Angland (‘A Hora do Diabo’) e Joelle Rae (‘Uma Namorada para Meu Pai’).

Sem data de estreia, o terror será lançado no festival FrightFest no dia 22 de agosto, em Londres.

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‘Minha Vida com a Família Walter’ é RENOVADA para a 4ª temporada

A Netflix renovou oficialmente a série ‘Minha Vida com a Família Walter‘ para a 4ª temporada.

Vale lembrar que, apesar de já ter concluído suas filmagens, o terceiro ciclo ainda não possui previsão de lançamento.

A nova temporada irá introduzir Erin Karpluk (‘Being Erica’) como Hannah, mãe do Isaac e Lee; e Naveen Paddock (‘Virando o Jogo dos Campões’) como Eliot, um novo interno bonito e charmoso – sua chegada deixa Jackie (Nikki Rodriguez) presa em um limbo entre sua vida nova e sua vida antiga.

Na trama, uma tragédia transforma a vida de uma adolescente. E, agora, ela tem que morar em uma cidadezinha com a família da tutora, onde aprende sobre amor, esperança e amizade.

Lembrando que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.

 

Minha Vida com a Família Walter‘ acompanha Jackie Howard, interpretada por Nikki Rodriguez, uma adolescente que, após a morte da mãe, se muda para a casa da melhor amiga dela, Katherine (vivida por Sarah Rafferty), que por sua vez tem dez filhos e uma filha. Entre eles estão os irmãos Cole e Alex Walter, com quem Jackie desenvolve uma tensão romântica, formando o clássico triângulo amoroso que também está presente na obra original.

Melanie Halsall assina a criação da série.

George Lucas vai fundar Museu no valor de US$ 1,5 bilhão

O cineasta George Lucas vai abrir um Museu de Arte Narrativa em Los Angeles. A informação partiu do jornal Chicago Tribune.

Custando US$ 1,5 bilhão, o projeto será completamente financiado pelo cineasta e vai celebrar a história da concepção de narrativas, desde as pinturas rupestres, à tecnologia digital.

Na ocasião em que Lucas foi apresentar o projeto ao Conselho da Cidade de Los Angeles, ele comentou que “todo o conceito vinculado à criação de narrativas havia caído no esquecimento, se perdendo”.

Dentre as atrações a serem contempladas no espaço, os visitantes poderão ver storyboards, figurinos e artigos cruciais de produções que vão desde o clássico vencedor do Oscar, ‘Casablanca’, a ‘O Mágico de Oz’ e claro, ‘Star Wars’.

Segundo o presidente do museu, Don Bacigalupi, os fãs da sétima arte poderão ver o primeiro sabre de luz utilizado pelo herói Luke Skywalker, além do uniforme e capacete de Darth Vader.

Os amantes de ‘Indiana Jones’, franquia criada por Lucas e Steve Spielberg, também serão recompensados, com artigos fundamentais da saga em exposição.

 

 

Irmãos Russo deletam todas as publicações do Twitter, com exceção de apenas um vídeo

Os Irmãos Russo decidira, apagar todo o seu histórico de publicações do Twitter, com exceção de apenas um vídeo.

O rápido material anuncia a chegada de Thanos ao som de uma música bem sinistra.

Confira:

» ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | O que são as Joias do Infinito e onde elas estão?

» ‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o segundo filme MAIS CARO DA HISTÓRIA

» Especial ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | Thor

» Especial ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | Homem de Ferro

‘Vingadores: Guerra Infinita será lançado nos cinemas dia 26 de Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘O Rei Leão’ ganha emocionante comercial; Assista!

Após ganhar um novo cartaz, o live-action de ‘O Rei Leão‘, dirigido por Jon Favreau, ganhou um emocionante comercial.

Confira:

 

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New commercial for #TheLionKing

Uma publicação compartilhada por Jon Favreau (@jonfavreau) em


‘O Rei Leão’, ‘Aladdin’, ‘Dumbo’ e os próximos remakes live-action da Disney 

 

A estreia por aqui acontece no dia 18 de Julho de 2019, um dia antes da estreia norte-americana. O filme será lançado em versões 3D, 2D e IMAX.

O elenco traz Beyoncé como Nala, Chiwetel Ejiofor será Scar, Seth Rogen viverá o Pumbaa, Billy Eichner será o Timon e Donald Glover o Simba.

Além de dublar Nala, Beyoncé ficará responsável pela trilha sonora.

O estúdio também anunciou Eric André como Azizi, Florence Kasumba como Shenzi, Keegan-Michael Key como Kamari, Id McCrary como o jovem Simba e Shahadi Wright Joseph como a jovem Nala.

‘Schitt’s Creek’: Elenco recria clássicas cenas de filmes românticos em ensaio fotográfico

A aclamada série ‘Schitt’s Creek‘ está caminhando para o seu fim e parte do elenco participou de um belo ensaio fotográfico, inspirado em algumas das comédias românticas mais populares.

O ensaio recria os finais dos filmes ‘Gatinhas e Gatões‘, ‘Um Lugar Chamado Notting Hill‘, além do drama ‘Casablanca‘ e traz Dan Levy e Noah Reid recriando seus papéis da série.

Confira:

O episódio final da série será exibido no dia 07 de abril, em uma exibição simultânea nos canais Comedy Central, POP e Logo.

Confira o trailer oficial da 6ª e última temporada: 

 

Schitt’s Creek‘ acompanha as peripécias da família Rose, que após ter sido trapaceada pelo seu próprio advogado, vê toda sua fortuna se perder completamente. Mas, por sorte (ou não), eles conseguem resgatar um de seus bens: A pequena e apagada cidade Schitt’s Creek, comprada por eles mesmo no passado como parte de uma brincadeira.

A série recebeu várias indicações ao Emmy Awards 2019 e foi criada por Eugene Levy e seu filho, Daniel Levy, que protagonizam a produção lado de Catherine O’HaraAnnie Murphy, Emily HampshireNoah Reid.

Confira todas as estreias da Netflix nesta semana

Mais uma semana do mês de março se iniciou e a Netflix preparou uma leva de novas estreias para os próximos dias.

E dentre os principais lançamentos na grade de programação está a comédia familiar ‘Dia do Sim‘, estrelada por Jennifer Garner e Edgar Ramirez.

E para você não perder nenhuma novidade, separamos todos os títulos que chegam ao streaming ao longo desta semana.

Confira e prepare suas maratonas!

08/03

Halloween
Há 40 anos, um assassino cometeu uma carnificina na noite de Halloween. Agora ele está novamente à solta, e seu alvo é a única pessoa que conseguiu escapar — e a família dela. Com Jaime Lee Curtis, Nick Castle e Judy Greer.

09/03

A Casa-barco
Os amigos músicos Fynn Kliemann e Olli Schulz encaram dois anos de reforma para tentar recuperar a casa-barco do cantor Gunter Gabriel.

10/03

Quem Casa Quer Casa
Uma organizadora de casamentos e uma corretora de imóveis competem para ganhar o coração e o orçamento desses casais. O que será que vão preferir: uma festa espetacular ou a casa dos sonhos?

O Traficante
Nesta série filmada no estilo documentário, tensões se acirram quando dois cineastas se infiltram em um bairro dominado por gangues para gravar um videoclipe.

Last Chance U: Basquete
A série documental Last Chance U chega às quadras de basquete, onde um técnico de Los Angeles motiva jovens que sonham alcançar todo seu potencial em faculdades de renome.

11/03

Silenciadas
País Basco, 1609. Para adiar sua execução, um grupo de mulheres acusadas de bruxaria se oferece para realizar um Sabbath para o inquisidor.

12/03

The One
Os amores (e as mentiras) saem do controle quando torna-se possível encontrar a pessoa perfeita por meio de um serviço revolucionário baseado na análise do DNA. Série baseada no livro de John Marrs.

Paradise Police: Parte 3
Os policiais nada exemplares de Paradise se envolvem em chantagem, roubo de esperma, intimidação numa confeitaria e outros crimes indescritíveis.

Dia do Sim
Acostumados a sempre dizer “não” para os filhos, um casal – interpretado por Jennifer Garner e Édgar Ramirez – resolve realizar os desejos mais malucos das crianças em um dia de poucas regras e muita diversão em família.

Filhos de Istambul
Nas ruas de Istambul, na Turquia, o angustiado trabalhador de um depósito de lixo reciclável Mehmet acolhe um menino e logo precisa confrontar sua própria infância traumática.

Crítica | Agente Oculto: Chris Evans e Ryan Gosling estrelam filme eletrizante e genérico dos Irmãos Russo

Membros corruptos da CIA contra um agente às avessas que está em sua própria jornada do herói. A premissa familiar e genérica de Agente Oculto não o torna nada diferente de uma fileira infindável de outros icônicos filmes de ação do passado. Com uma trama rasa e bastante óbvia, o novo longa dos Irmãos Russo chega à Netflix com a proposta de tentar superar as dezenas de mortes gráficas que alucinaram os fãs em Resgate, filme com Chris Hemsworth. Sob uma enorme responsabilidade de entregar o mesmo nível de adrenalina de sua produção anterior, Joe Russo co-assina o roteiro com Stephen McFeely e Christopher Markus se alia a seu irmão Anthony Russo na direção de um filme que, embora seja piegas e às vezes até cafona, tem tudo para encontrar uma audiência fiel.

É fato que a escolha de um elenco caro é totalmente indiferente em Agente Oculto. Ryan Gosling (indicado ao Oscar), Ana de Armas (indicada ao Globo de Ouro) e Chris Evans (ex Capitão América) não são marcantes em suas performances e facilmente poderiam ser substituídos por atores mais “econômicos”. Mas cercados por uma extensão inesgotável de explosões e cenas de ação que se assemelham a passeios em uma montanha-russa, o thriller de espionagem/ação consegue ser divertido e entrega aquilo que promete: Momentos eletrizantes que nem as Leis da Física conseguem explicar.

Com coreografias de luta bem arquitetadas e uma direção que tenta ser conceitual, mas não consegue colar nesse sentido, Agente Oculto entrega para a audiência cenas de ação banhadas na teatralidade, sob luzes fluorescentes, fumaças coloridas e outros elementos bem performáticos e exagerados. Tentando espelhar essas tomadas no brilhantismo da direção de Chad Stahelski na franquia de John Wick, os Irmãos Russo transformam o orçamento dado pela Netflix em um playground, levando sua trama para os mais diversos lugares da Europa como Praga, Croácia e Siena (onde temos 10 minutos de um excelente e caricato Wagner Moura).

E ainda que o roteiro do original Netflix não seja bom o bastante para justificar o seu exagerado orçamento, o maior problema do thriller de espionagem é de fato Chris Evans. Com uma atuação breguíssima e mal construída, ele entrega um vilão malvadão típico de desenhos animados infantis, superficial e sem qualquer motivação palatável. Seus diálogos cafonas e manjados o tornam insuportável em tela, como aquele personagem tão mal feito, que chega a ser difícil aturar duas horas de suas aparições em tela. E aquele bigode dos anos 80…é sofrido.

Mas com uma poderosa descarga de adrenalina (e de cartuchos de armas automáticas), o novo filme da Netflix acerta nos elementos que mais convencem a audiência: Boas cenas de confronto e sequências incessantes de tiroteio e explosões envolvendo veículos. Com pequenos respiros ao longo de suas duras horas de duração, Agente Oculto é feito para aqueles que não esperam muito de um filme de ação e é pode agradar até mesmo os cinéfilos mais exigentes – desde que eles estejam dispostos a aguentar as chatices do pior vilão do cinema recente.

Cannes 2021 | Karim Aïnouz e público protestam contra Bolsonaro em première de ‘Marinheiro das Montanhas’

Sem filmes brasileiros nas competições oficiais, Marinheiro das Montanhas é um dos dois filmes nacionais presentes no Festival de Cannes 2021, realizado entre os dias 6 e 17 de julho. Neste 9 de junho, o diretor Karim Aïnouz apresentou para o mundo o documentário sobre a sua primeira ida a Argel, cidade de nascimento do seu pai, em busca de suas origens a partir da narrativa do romance entre seu pai argelino e sua mãe cearense.

Leia também: Festival de Cannes 2021 | Quais são os Filmes Imperdíveis deste ano?

Discurso de abertura

Antes de começar a sessão, Karim Aïnouz fez um discurso emblemático sobre a atual situação da cultura e da política do Brasil, em inglês. Veja abaixo, completo (traduzido livremente pela autora do artigo): 

Obrigado ao festival pelo convite novamente. Algum tempo atrás, durante a pandemia, tive receio que momentos como este de compartilhar um filme no cinema tenham ficado no passado. Estes momentos tão essenciais juntos, rindo, chorando, vibrando, toda a mágica que um filme provoca. A felicidade de estar aqui esta noite é ainda maior. Marinheiro das Montanhas é um filme íntimo, talvez o meu primeiro filme. O filme que sempre sonhei em realizar e me dei conta alguns anos atrás. A história de amor entre os meus pais esteve na minha imaginação desde que me entendo por gente. De alguma forma, a vontade de torná-la um filme foi o que me trouxe ao cinema.
Devo lembrar que agora somos centenas de milhares de brasileiros mortos devido a absoluta negligência do governo na condução da pandemia (aplausos). A democracia brasileira está em situação crítica, respirando com ajuda de aparelhos. Parece que falar do Brasil hoje é como falar como um ente querido entre a vida e a morte. Ações urgentes são necessárias para parar este governo, em que uma das principais características é destruir e matar deliberadamente. Além do número de mais 500.000 mortes por conta da Covid-19, existem outras muitas vidas perdidas em resultado direto dessa administração genocida.
Como resultado deste governo, arte, ciência e universidades públicas são os primeiros a serem afetados. Uma enorme cadeia produtiva de cinema no Brasil está lutando para sobreviver neste cenário. A produção cultural ao longo do país está quase totalmente paralisada por conta de atos calculados de destruição impostos pelo governo.
Ao realizar o Marinheiro das Montanhas estive em contato com a atmosfera dos anos 1960, tanto na revolucionária Argélia, quanto no Brasil, em resistência à ditadura. Não estou falando sobre nostalgia, mas sobre vitalidade, sobre a capacidade de sonhar. Voltar nesses momentos, mostrou-me como a possibilidade de pensar sobre o futuro não pode ser negada. Espero que esse filme possa nos ajudar, de alguma forma, a entrar em contato com essas necessidades. Precisamos sonhar com nosso futuro novamente, com alegria e fúria”. 

Manifestação contra Bolsonaro

Logo depois da salva de aplausos e ainda na subida dos créditos com as luzes apagadas, um grupo de pessoas se reuniu em frente à tela com uma faixa escrita: “Brasil: 53.000 mortos fora gangster genocida”. A palavra “gângster” faz menção direta à fala de Spike Lee, presidente do júri deste ano, na coletiva de abertura do festival, na última terça-feira, dia 6 de julho. O diretor norte-americano disse: “esse mundo é dirigido por gângsteres“, o qual ele citou o ex-presidente Donald Trump, o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, e o russo, Vladimir Putin

Durante a extensão da faixa, o grupo gritava: “Fora Bolsonaro!”, acompanhados por pessoas presentes na plateia. Outro grupo levou bandeiras da Argélia e de Kabylie, em homenagem ao tema do filme que traça uma ponte entre os dois países, Brasil e Argélia, onde a ganância de poucos poderosos deixa milhares na pobreza. Os paralelos são desenhados entre os período da ditadura militar, no Brasil, e da guerra de independência da Argélia, contra a colonização da França, ambos acontecimento tiveram ápice no início da década de 1960. 

Vale lembrar

Esta semana, a Variety anunciou o primeiro passo do diretor brasileiro em direção a Hollywood. Renomado por filmes como Praia do Futuro (2014) e A Vida Invisível (2019), Aïnouz escolheu Michelle William (Depois do Casamento) para protagonizar seu primeiro filme em língua inglesa. Ela viverá Katherine Parr, a sexta esposa do rei Henrique VII, no projeto intitulado como Firebrand. De acordo com o site norte-americano, a produção começa no início de 2022 no Reino Unido.

‘Batgirl’: Madeline Brewer, de ‘The Handmaid’s Tale’, quer viver a heroína no filme

Logo após a saída de Joss Whedon, que até então estava no comando de ‘Batgirl‘, a Warner revelou que irá colocar uma diretora para cuidar do longa. As informações são do The Tracking Board.

Com todas essas mudanças, a atriz Madeline Brewer (de ‘Orange is the New Black’ e ‘The Handmaid’s Tale’) expressou em seu twitter o desejo de interpretar Barbara Gordon, a Batgirl, nos cinemas.

“Sim, por favor, acho que daria uma ótima Batgirl

A escritora e feminista Roxane Gay pode assumir o roteiro do filme. Gay havia expressado em suas redes sociais que desejava reescrever o projeto, um pouco depois, Michelle Wells, vice-presidente da Warner Bros., pediu para contatá-la caso realmente estivesse falando sério.

A ideia é reproduzir o mesmo sucesso de Mulher-Maravilha, de Patty Jenkins. Até o momento nenhum nome foi anunciado na direção. Novas informações devem sair em breve.

Joss Whedon disse sobre sua saída do projeto:

“Eu estava tão animado em fazer Batgirl e trabalhar com a Warner/DC que demorei meses para perceber que eu não tinha uma história para o filme. Sou muito grato a Geoff [Johns], Toby [Emmerich] e tudo mundo que me recebeu quando cheguei e que me entenderam quando… ahn, há uma palavra mais sexy para ‘falhei’?”

Boatos alegavam que Whedon havia abandonado Batgirl depois da recepção fraca de Liga da Justiça nas bilheterias dos EUA.

Vale lembrar que a história de Barbara Gordon não era de interesse do estúdio até o momento que Whedon veio apresentar o seu projeto.

“Eles não pensavam em adicionar a Batgirl no Universo da DC nos cinemas, até o momento que Joss Whedon confessou amar Barbara Gordon

A ‘Batgirl‘ é tida como uma das personagens mais famosas do Universo ‘Batman‘, e sua versão mais expressiva é a que Barbara Gordon, filha do Comissário Gordon, se torna a heroína.

‘Detetive Pikachu’: Live-action de Pokémon com Ryan Reynolds deve ser adiado

O filme live-action de PokémonDetetive Pikachu, deve ser adiado após a Legendary Pictures entrar em um acordo com a Warner Bros. para que o estúdio distribua o longa-metragem, de acordo com o The Hollywood Reporter. Inicialmente, a Universal Pictures seria a responsável pela distribuição.

Antes previsto para chegar aos cinemas em 10 de maio de 2019, o longa deve ter sua data alterada e pode ser adiado por algum tempo. Novas informações atualizadas devem sair em breve.

Ryan Reynolds irá nublar ninguém menos que Pikachu, o Pokémon mais famoso de todos, além de produzir o longa.

Detetive Pikachu‘ será um filme live-action protagonizado por um novo personagem, introduzido em um dos últimos games do universo Pokémon lançados no Japão.

Além de Reynolds, o elenco conta com Justice Smith (The Get Down), Kathryn Newton (Big Little Lies) e Bill Nighy. A direção é de Rob Letterman (Goosebumps).

O ator Ken Watanabe (‘Godzilla’, ‘A Origem’) entrou para o elenco e irá viver um detetive chamado Yoshida, criado especificamente para o filme.

Um acordo para adquirir os direitos de adaptação foi disputado a tapa pelas produtoras, e foi fechado com a Legendary Pictures para distribuir o filme no Japão, e a Warner Bros. pela distribuição no resto do mundo.

O filme ainda não possui data de estreia definida.

Dica do fim de semana | Filmes com palhaços para curtir nos streamings

Ao longo dos anos, se tem um arquétipo que Hollywood incorporou a seus filmes foi o do palhaço, que traz alegria para o povo, mas é triste e depressivo quando tira a maquiagem. Outro ponto que virou quase um gênero próprio foi o do palhaço assassino, que não tem escrúpulos e usa da boa vontade que as pessoas têm para com sua profissão para fazer o máximo de vítimas possíveis. Diante disso, o CinePOP separou cinco filmes de diferentes gêneros que são estrelados por palhaços para você conferir nos streamings.


Coringa

Premiado com o Oscar de melhor ator para Joaquin Phoenix, esse drama acompanha a vida de humilhações e sofrimentos de Arthur Fleck (Phoenix), um homem pobre com problemas psicológicos que ganha a vida como palhaço e precisa do dinheiro para cuidar da mãe doente. Porém, sua vida ganha contornos drásticos quando o governo corta a verba para os tratamentos mentais e ele acaba sendo demitido do emprego. Sem saber para onde ir, Fleck busca outras formas de sobreviver, mas vai terminar entrando em um jornada pela loucura até se transformar no vilão mais icônico do Batman: o Coringa.

Onde assistir: HBO Max e Amazon Prime Video

O Palhaço

Dirigido por Selton Mello, esse longa acompanha a história de Benjamim e Valdemar, pai e filho que trabalham no meia boca Circo Esperança e interpretam uma dupla de palhaços popular pelo interior: Pangaré e Puro-Sangue. O problema é que, apesar de levar alegria a todos por onde passa, Benjamim não se sente feliz e entra em uma forte crise existencial, chegando a perder a forte sintonia que tinha com seu pai. Diante desse impasse, o rapaz pensa em abandonar o circo e começar a trilhar seu próprio caminho. Em meio a muitos dramas e momentos divertidíssimos, o longa conta uma das histórias mais interessantes do cinema nacional da década passada.

Onde assistir: Globoplay

 

Aterrorizante

Atenção, esse filme é 100% explícito, contendo mortes chocantes, mutilações despudoradas e cenas de nudez, fazendo de Aterrorizante um dos longas de terror gore mais comentados de todos os tempos. Realizado por meio de um financiamento coletivo, esse filme acompanha duas amigas na noite de Halloween, cujos caminhos cruzam com o do misterioso e sádico palhaço Art. Ele é mudo, mas está sedento por sangue e ficou com a dupla na cabeça, dando início a uma perseguição repleta de mortes completamente cruéis e explícitas. Se você não tiver mais de 18 anos, passe longe disso aqui. E se tiver estômago fraco, já pode pular para a próxima indicação.

Onde assistir: Amazon Prime Video

 

Bingo: O Rei das Manhãs

Inspirado na história real do palhaço Bozo, que marcou a infância da criançada do Brasil no século XX, Bingo: O Rei das Manhãs conta história de um ator divorciado (Vladimir Brichta) que ganha a vida fazendo pornochanchadas. Só que ele quer muito conquistar não só a fama, mas a admiração de seu filhinho. Então, ele promete ao garoto que seu próximo trabalho será em uma produção que ele possa assistir com os amiguinhos. Assim, ele tenta papéis nas principais emissoras da época. Em uma delas, ele vê uma fila para viver um palhaço e, após um teste pra lá de incomum, é chamado para viver o Bingo. Com o sucesso do programa, o palhaço se torna a figura mais famosa do país, mas tem um porém: ninguém sabe quem está por baixo da maquiagem. Assim, ele consegue o dinheiro, mas fica frustrado por não ter o prestígio, já que ninguém sabe quem ele é. E nisso ele entra numa jornada decadente pelo mundo do alcoolismo e das drogas, em uma das histórias mais bizarras da Cultura Pop nacional.

Onde assistir: Amazon Prime Video e HBO Max

 

It – A Coisa

Não tem como fazer uma lista de palhaços icônicos sem contar com Pennywise (Bill Skarsgård), o grande monstro de It – A Coisa e um dos principais responsáveis por milhões de pessoas no mundo terem medo de palhaços. Adaptando o livro de Stephen King, esse filme segue um grupo de crianças em Derry, nos anos 80, que sofre com o bullying no colégio. Mas nada disso importará quando eles começarem a ser perseguidos e ameaçados pelo misterioso e letal Pennywise, uma ameaça que aparece a cada 27 anos para se alimentar da alma e da carne das crianças e jovens da cidade. Agora, se quiser sobreviver, a molecada do Clube dos Perdedores precisará se unir para tentar resistir às ameaças do palhaço do mal e tentar contra-atacar.

Onde assistir: Amazon Prime Video e HBO Max

Crítica | One Piece Film Red – Novo Filme FINALMENTE Conta (um Pouco) da Origem de Shanks

Se você é fã da sérieOne Piece’ deve ter se perguntado, uma ou mais vezes, ao longo desses mais de vinte e dois anos de estrada, a origem de alguns personagens que já apareceram na saga mas que, por inúmeras razões, acabaram sumindo em algum ponto da história. São muitos, muitos personagens, e a maioria deles acaba ganhando um espacinho querido no coração dos fãs, como ocorreu com o pirata Shanks, também conhecido como O Ruivo, cuja explicação do background andou em falta para os fãs por mais de duas décadas! Bom, finalmente esse mistério foi (parcialmente) resolvido no filme ‘One Piece Film Red’, décimo quinto longa de animação da franquia e que chega, pela primeiríssima vez, às salas de cinema brasileiras a partir dessa semana.

Uta (dublada por Bianca Alencar) é a cantora mais famosa do mundo, mas cujo rosto ninguém conhece. Ciente de seu alcance e seu potencial, ela decide fazer um primeiro e único show em que irá aparecer a todos, e que será transmitido pela televisão aos quatro cantos. Então, a turma do Chapéu de Palha decide ir até a apresentação, pois Luffy (dublado por Carol Valença) tem uma antiga história com a cantora. Porém, embora o reencontro inicial seja amistoso por todas as partes – e apesar de o local do show estar infestado por diversos piratas, além do público comum – aos poucos o objetivo de Uta vai ficando cada vez mais claro para a turma do Chapéu de Palha, e não, não parece uma coisa boa. Agora Luffy e sua tripulação terão que unir forças com todos os piratas presentes para combater uma grande ameaça que paira sobre o local do show.

Com duas horas de duração, o grande trunfo de ‘One Piece Film Red’ é conseguir preencher um pouco uma lacuna que por tempo demais ficou pairando no coração dos fãs: a origem do personagem Shanks – quem é ele, qual sua relação com Luffy e Uta, a história do chapéu e como todos eles acabaram seguindo por caminhos diferentes. Só por trazer isso, ‘One Piece Film Red’ já é um presentaço aos fãs do anime.

Ainda assim, é impossível não ser atropelado pela miscelânea de personagens que o longa traz. Além da trupe do Chapéu de Palha e da protagonista, quatro outros núcleos com diversos personagens compõem o roteiro de Brooklyn El-Omar e Tsutomu Kuroiwa para o mangá criado por Eiichiro Oda. Isso significa que por duas horas o espectador fica saltando de núcleo em núcleo para acompanhar a trama, que, por sua vez, fica também indo e vindo no tempo. Ou seja, tem que prestar muita, muita atenção ao que está acontecendo, pois ‘One Piece Film Red’ traz uma turma grande pra ação e um lapso temporal extenso.

Por outro lado, o longa de Gorô Taniguchi consegue agradar tanto ao fã raiz que acompanhou o mangá desde antes dos anos 2000 a até a galerinha atual: se por um lado o filme sana parcialmente o mistério de Shanks, por outro traz a fofinha Uta, com seu jeitinho de cantar e dançar bem estilo ‘Just Dance’, que faz tanto sucesso entre a molecada. ‘One Piece Film Red’ é, portanto, uma explosão de cores e luzes para piratas de todas as idades.

Os Melhores Episódios de Séries de 2020

E seguimos com nossa retrospectiva 2020… Após conhecermos as Melhores Séries do Ano, chegou a hora de relembrarmos alguns dos melhores episódios de séries que se destacaram nos últimos doze meses.

O CinePOP separou para vocês os dez melhores episódios de 2020. E tem muita coisa importante e diferente. Temos séries novas, séries acabando e até mesmo episódios isolados – que não fazem parte de uma temporada de sua produção.

Vem ver a nossa lista!

 

10) End Game (O Gambito da Rainha)

A minissérie O Gambito da Rainha foi das maiores sensações do ano. Quem esperava se apaixonar por uma série sobre xadrez? Pois bem, ninguém. Mas foi justamente isso que aconteceu com TODO MUNDO. A produção estrelada por Anya Taylor‑Joy é envolvente e divertida. É verdade que a metade final da temporada perde um pouco do fôlego, mas o último episódio merece todo o reconhecimento. O capítulo mostra Joy reorganizando sua vida e indo até Moscou para uma importante competição de xadrez, onde tem nova oportunidade de enfrentar seu maior adversário. Toda saga da jovem na Rússia é fascinante, especialmente a forma como conquista a admiração dos “inimigos”. Ao final, temos nova demonstração de que Joy não apenas ama competir, mas ama o xadrez em si.

 

9) The View From Halfway Down (BoJack Horseman)

Despedidas são sempre complicadas… The View From Halfway Down é o penúltimo episódio da última temporada de BoJack Horseman e é sem dúvida um dos melhores de toda série. Trata-se de uma falsa despedida de nosso protagonista, uma imaginação do que aconteceria se BoJack morresse ao final da série. O capítulo acompanha BoJack numa experiência de quase-morte, em que ele perde a consciência após uma overdose de drogas. Em sua imaginação, ele reencontra amigos e familiares que morreram, e acaba confrontando muitos de seus demônios. Como de costume, a série explora as falhas e a humanidade do protagonista, reforçando toda sua complexidade.  

 

8) Episode 10 (Normal People)

Normal People é outra das sensações do ano. Uma minissérie viciante e apaixonante. E angustiante, sobre um longo período na vida de dois jovens em meio a um relacionamento de idas e vindas, mas em que nenhum deles consegue “se livrar” do outro. São vários episódios marcantes, mas é no décimo capítulo que a série toma uma decisão surpreendente e eleva o nível dramático da produção. O episódio em questão deixa de lado um pouco o relacionamento sexual dos protagonistas e foca no tratamento terapêutico de Connell (Paul Mescal), que busca ajuda após a morte de um amigo do colégio. O ator entrega uma atuação forte e repleta de dor, transmitindo bem a depressão vivida pelo personagem. Os momentos em que interage com Marianne (Daisy Edgar-Jones) são bem tocantes, especialmente pelo afastamento dos dois, uma vez que os encontros são em conferências de vídeo. Tudo muito triste, tudo muito lindo.

 

7) I Am (Lovecraft Country)

Não foi fácil escolher o episódio para representar Lovecraft Country na nossa lista. A série da HBO que subverte o universo criado por H.P. Lovecraft oferece muitos momentos de alta ao longo da temporada, com destaque para capítulos como Sundown (o primeiro) e Strange Case. Mas aquele episódio que mostra todo o potencial criativo e de impacto da série é I Am, focado em uma personagem até então coadjuvante: Hippolyta Freeman, vivida pela incrível Aunjanue Ellis. O capítulo traz Hippolyta explorando o multiverso e experimentando as mais diversas realidades. Desde desenvolver uma amizade com Josephine Baker em Paris à lutar ao lado de amazonas. Um episódio empolgante e também emocionante.

 

6) On the Run (What We Do in the Shadows)

What We Do in the Shadows é uma pequena preciosidade ainda pouco reconhecida, talvez pela dificuldade no acesso. No Brasil, é exibida pelo Fox Premium. Mas a série que expande o universo do filme homônimo de Taika Waititi merece melhor atenção. Justamente por coisas como On the Run. O sexto episódio da segunda temporada acompanha Laszlo (Matt Berry) deixando sua casa e pegando a estrada após o surgimento de um vampiro inimigo, vivido por ninguém menos que Mark Hamill. A estadia de Laszlo na Pensilvânia (que, não por acaso, lembra Transilvânia) é fascinante, especialmente quando se disfarça como o humano bartender Jackie Daytona. Divertidíssimo!

 

5) The Rescue (The Mandalorian)

The Mandalorian causou muito barulho em sua segunda temporada. E foi totalmente justificado. Se o primeiro ano foi basicamente Pedro Pascal cuidando do Baby Yoda, o segundo teve muito mais desenvolvimento. A segunda temporada traz melhores antagonistas e uma história mais envolvente, e mais ligada ao universo Star Wars. E isso é elevado à última potência no episódio final da temporada, The Rescue, que traz o Mandaloriano reunindo aliados na difícil missão de resgatar Grogu (o bebê). Ao final, uma participação especialíssima deixou todo mundo empolgado e querendo mais. E teremos muito mais, afinal não só a terceira temporada está confirmada como pelo menos dois spin-offs envolvendo Boba Fett e Ahsoka Tano.

 

4) Whenever You’re Ready (The Good Place)

Ai, gente… Só de começar a escrever sobre este episódio já dá vontade de chorar. The Good Place teve seus momentos de altos e baixos ao longo das quatro temporadas. Mas seu final foi absolutamente fascinante e doloroso. Whenever You’re Ready traz nosso quarteto favorito finalmente no tal Lugar Bom. Acontece que nem o Lugar Bom dura para sempre. Cada um a seu tempo, os personagens ganham a oportunidade de encerrarem seus ciclos no universo. O público tem a oportunidade de se despedir individualmente de cada protagonista, mas a parte que dói forte é ver eles se despedindo entre si. Que jornada!

 

3) Ego Death (I May Destroy You)

I May Destroy You é uma das série mais fortes e importantes da temporada. E seu final não deixou pedra sobre pedra. Ego Death, o último episódio, traz Arabella (Michaela Coel) finalmente relembrando os detalhes da violência sexual que sofreu. De forma inteligente, a série apresenta três cenários imaginários para o espectador, com três soluções diferentes. Em nenhum dos casos, nem Arabella, nem o público vai ficar completamente satisfeito. Não é sempre que uma série consegue tocar em temas tão graves e ainda fazer o espectador sentir na pele a confusão, a agonia e a tristeza de uma pessoa vítima de violência. Como na realidade, não há solução completamente satisfatória.

 

2) Bagman (Better Call Saul)

Passadas cinco temporadas, com uma sexta a caminho, já não é nenhum exagero dizer que Better Call Saul é uma série melhor que Breaking Bad. Ou, pelo menos, mais regular. Talvez Breaking Bad tenha mais pontos altos, mas BCS consegue manter um alto nível de forma rara na história das séries. E a quinta temporada é um bom exemplo disso. Vários episódios poderiam estar presentes nessa lista, mas acaba que Bagman (o oitavo da temporada) é o mais simbólico. O capítulo mostra Jimmy chegando ao limite após um simples pedido de cliente dar errado. É repleto de conexões e acenos ao universo de Breaking Bad. Não por acaso, a direção é de Vince Gilligan, criador das duas séries. 

 

1) Trouble Don’t Last Always (Euphoria)

Euphoria inovou e decidiu lançar dois episódios especiais entre a primeira e a segunda temporada. Trouble Don’t Last Always é justamente o primeiro especial, lançado no início de dezembro. E é de tirar o fôlego. Com quase uma hora de duração, o episódio quase poderia entrar numa lista de Melhores Filmes do Ano. O nível da dramaturgia é altíssimo. E a forma escolhida para seguir com a série de forma minimalista – após o adiamento das filmagens da segunda temporada por causa do Covid-19 – se revelou precisa e criativa. O capítulo especial é basicamente todo focado no diálogo entre Rue (Zendaya) e Ali (Colman Domingo), seu padrinho nos narcóticos anônimos. O nível do texto é impressionante e os dois atores estão fabulosos. A melhor hora de TV em todo 2020.

 

‘Raising Dion’: Série sci-fi com Michael B. Jordan ganha primeiro trailer oficial; Assista!

A nova série sci-fi da Netflix estrelada por Michael B. Jordan, intitulada ‘Raising Dion‘, ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

A produção conta a história de Nicole, uma mãe solteira de Atlanta, que perde seu esposo de maneira bem misteriosa. Agora sozinha, ela tenta criar o seu jovem filho, uma garoto com habilidades surpreendentes.

Raising Dion‘ é estrelada por Alisha Wainwright, Ja’Siah Young e Jason Ritter.

Além de aparecer na série em diversos momento, B. Jordan é também o produtor executivo do projeto.