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‘O Senhor dos Anéis’: Andy Serkis, intérprete do Gollum, quase não fez a audição para o filme

Andy Serkis deu vida a um dos mais icônicos personagens do cinema, Gollum (a terrível e temível criatura de O Senhor dos AnéisO Hobbit.

Em uma recente aparição ao programa Reunited Apart, de Josh Gad, Serkis revelou que quase não aceitou o papel por influência de um colega de profissão.

“Foi um [papel] interessante. Porque fiquei sabendo disso através de meu agente, ele me disse: ‘Andy, olhe, eles vão fazer esse filme incrível chamado O Senhor dos Anéis na Nova Zelândia. Eles gostariam de vê-lo para dublar um personagem digital”, ele comentou. “Eu fiquei: ‘como?’. Lembro-me que estava em Praga para a adaptação de ‘Oliver Twist’, e disse para esse ator com o que iria trabalhar, ‘acho que vou para Nova Zelândia fazer esse personagem digital’. Ele me perguntou, ‘seu rosto vai estar na tela?’. Eu respondi que não. E ele falou, ‘amigo, eu não tocaria nisso nem com um mastro'”.

Ainda bem que ele aceitou o papel, certo?

A Netflix disponibilizou em seu catálogo os três filmes da trilogia ‘O Senhor dos Anéis‘, adaptação cinematográfica dirigida por Peter Jackson com base na obra-prima homônima de J. R. R. Tolkien.

Os três filmes foram rodados em simultâneo na Nova Zelândia, e faturaram quase US$ 3 bilhões (US$ 2.925.155.189) mundialmente, além de levarem 17 Oscars.

O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel’ (2001)
Do idílico condado dos Hobbits aos precipícios de Mordor, Frodo segue uma jornada épica para destruir o anel de Sauron.

O Senhor dos Anéis – As Duas Torres’ (2002)
Frodo e Sam partem para Mordor para destruir o Um Anel do Poder enquanto Gimli, Legolas e Aragorn procuram Merry e Pippin, capturados pelos orcs.

O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei’ (2003)
Revelado como o herdeiro dos antigos reis, Aragorn une forças com Gandalf e os outros membros da sociedade desfeita para salvar Gondor.

Vale lembrar que a história está sendo transformada em uma ambiciosa série pela Amazon Studios, que terá cinco temporadas e custará US$ 1 bilhão.

Dentre os nomes confirmados, temos Robert Aramayo como o protagonista, Owain ArthurNazanin BoniadiTom BudgeMorfydd ClarkIsmael Cruz CórdovaEma HorvathMarkella KavenaghJoseph MawleSophia NomveteMegan RichardsDylan SmithCharlie VickersDaniel Weyman e a novata Tyroe Muhafidin.

De acordo com um comunicado divulgado anteriormente, a trama da série acontecerá antes dos eventos mostrados no primeiro livro escrito por J. R.R. Tolkien.

Os dois primeiros episódios serão dirigidos por Juan Antonio Bayona (‘Jurassick World: Reino Ameaçado’), que também será o produtor executivo ao lado de Belén Atienza.

Assista ao primeiro teaser da produção:

 

‘Clouds’: Cinebiografia sobre Zach Sobiech ganha novo trailer APAIXONANTE; Confira!

Disney+ divulgou o novo trailer oficial de ‘Clouds’, seu novo longa-metragem original baseado na vida do cantor Zach Sobiech.

Confira:

A cinebiografia é dirigida por Justin Baldoni.

A história é centrada em Sobiech, um adolescente da cidade de Lakeland que se tornou uma celebridade e que morreu de uma rara forma de câncer ósseo em 2013. Ele ganhou fama ao interpretar sua própria versão da música “Clouds”.

Fin ArgusSabrina CarpenterMadison IsemanThomas Everett ScottNeve Campbell estrelam.

O longa é baseado no romance Fly a Little Higher, assinado por sua mãe, Laura Sobiech.

‘Clouds’ tem estreia marcada para o dia 16 de outubro na plataforma.

‘Virando o Jogo dos Campeões’: Série baseada no filme ‘Nós Somos os Campeões’ ganha cenas inéditas; Confira!

Disney+ divulgou um novo comercial com suas estreias para março de 2021 e, com o vídeo, aproveitou para mostrar cenas inéditas da vindoura produção Virando o Jogo dos Campeões.

Confira, a partir do segundo 00:39:

A produção irá estrear no serviço de streaming no dia 26 de março.

A série foi criada por Steven BrillJosh GoldsmithCathy Yuspa.

Agora famosos em sua própria divisão, o time de hóquei júnior Might Ducks está bastante seletivo sobre quem entra para a equipe. Depois de ser chutado do time, um jovem garoto chamado Evan, apoiado por sua mãe, forma uma nova equipe de azarões com a ajuda do técnico original dos Ducks, Gordon Bombay.

Emilio Estevez retorna no papel do técnico Gordon. O elenco ainda conta com Brady NoonSwayam BhatiaTaegen BurnsJulee CerdaBella HigginbothamLauren Graham.

‘John Wick 4’: Bill Skarsgård diz que seu papel no filme será diferente de tudo o que já fez até agora

Em entrevista ao Collider, o astro Bill Skarsgård (‘It – A Coisa’), que estará na aguardada sequência John Wick 4’, falou um pouco sobre o que podemos esperar do próximo filme da aclamada fanquia e disse que se papel na produção será diferente de tudo o que fez até agora.

“Tenho [em minha mente], por um longo tempo, que quero tentar ser o mais versátil possível, seja numa mistura de gêneros ou interpretando vários personagens diferentes”, ele comentou. “Eu, na verdade, acabei de terminar um filme de terror, mas sinto que esse gênero é algo que fiz bastante. Gostaria de fazer comédia ou ação. Gostaria de fazer o que eu puder. E acho que essa é a chave da longevidade nesse negócio, além de ter uma carreira divertida onde posso dizer: ‘consigo fazer várias coisas diferentes’, para não ficar limitado num rótulo, que acontece o tempo todo”.

John Wick 4’ também conta com a volta de Keanu ReevesLaurence Fishburne e Lance Reddick e Ian McShane, além da adição de Bill Skarsgård (‘It: A Coisa’), Rina SawayamaDonnie Yen (‘Rogue One: Uma História Star Wars’), Shamier Anderson (‘Passageiro Acidental’), Hiroyuki Sanada (‘Mortal Kombat’), Scott Adkins (‘Implacável’) e Marko Zaror (‘Alita: Anjo de Combate’).

Confira a primeira imagem de bastidores abaixo:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de maio de 2022.

Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:

“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.

O 3ª filme da franquia, ‘John Wick: Parabellum‘, se tornou um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 326,7 milhões mundialmente – com um orçamento de US$ 75 milhões. 

Vídeo reúne todas as mortes de ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’

Don Mancini revela que a série ‘Chucky’ foi inspirada em ‘Hannibal’

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o criador Don Mancini, que trouxe a ótima série Chucky à vida, revelou que a produção foi inspirada por um clássico da televisão: ‘Hannibal’.

Conforme Mancini explicou, ‘Hannibal’ reimaginou personagens icônicos do cenário do entretenimento, levando-o a pensar sobre o potencial da própria televisão em construir narrativas.

‘Hannibal’ foi um franquia literária e cinematográfica estabelecida que agora dominou a televisão, mas com uma visão muito específica que [o criador] Bryan Fuller tinha”, ele conta. “Quando trabalhei no show, uma das coisas que me deixou muito animado foi o fato de parecer uma fanfiction feita por especialistas. Se você é fã de algo como aquilo, como eu era, você passa um tempo fantasiando sobre tudo. Como Hannibal seria na prática? Como funcionaria ser um paciente de Hannibal Lecter? Acho que isso foi um apelo fundamental do show”.

Ele continua: “percebi que, se eu quisesse fazer a mesma coisa com a minha franquia, poderíamos criar algo incrível. Porque Bryan fez isso com ‘Hannibal’. Essa foi a inspiração inicial para trazer Chucky á televisão, quando trabalhei em ‘Hannibal’“.

Vale lembrar que a segunda temporada será lançada em 2022.

Confira o primeiro teaser:

“Nós estamos muito animados em começar a trabalhar na segunda temporada de ‘Chucky’,” afirmou o criador Don Mancini em declaração oficial. “Agradecemos aos nossos parceiros do USA, SyFy e UCP pelo apoio em trazer ‘Chucky’ para as telinhas, mais incrível do que nunca. Para os fãs, Chucky manda o seu obrigado e uma mensagem: “Isso não é o fim. É melhor tomarem cuidado em 2022!”.

Vale lembrar que a série já foi lançada no Brasil, através da plataforma do Star+.

[PRIMEIRA MÃO] ‘Chucky’: Criador garante que a série será bem sangrenta

Don Mancini, criador da franquia original, é responsável pela série.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

O elenco conta com Zackary Arthur, Teo Briones, Alyvia Alyn Lind, Bjorgvin Arnarson, Devon Sawa e Lexa Doig, além do retorno dos veteranos Jennifer Tilly, Fiona Dourif, Alex Vincent e Christine Elise.

Brad Dourif volta a dublar o boneco assassino.

‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ abre com 79% de aprovação no RT; Confira as críticas!

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ chega aos cinemas brasileiros no próximo dia 05 de maio – e já está fazendo um sucesso considerável entre a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 79% de aprovação, com nota 6.70/10 baseada em 118 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, o filme “se constrói sob o peso do expansivo MCU, mas a direção distintiva de Sam Raimi lança um feitiço divertido”.

Confira os principais comentários abaixo:

“Este é um dos filmes mais estranho da Marvel até então” – Chicago Sun-Times.

“Loucura é um dos últimos adjetivos que vêm à mente quando descrevemos [o filme]” – Flickering Myth.

“Esta é uma entrada curiosa do MCU – uma sequência que quase poderia ser um filme solo” – Reeling Reviews.

“Em termos do catálogo de Raimi, é mais ‘Homem-Aranha 3’ que ‘A Morte do Demônio’” – Times (UK).

“É uma viagem entre múltiplos universos, com revelações grandes sobre personagens, cenários massivos e tentativas arriscadas o bastante para perdoar os vários deslizes” – AMovieGuy.com.

Crítica | Sam Raimi é o grande destaque do INSANO ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’

Sam Raimi fica responsável pela direção.

Viaje para o desconhecido com o Doutor Estranho, que, com a ajuda de aliados místicos antigos e novos, atravessa as realidades alternativas alucinantes e perigosas do Multiverso para enfrentar um novo e misterioso adversário. 

Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com Chiwetel EjioforRachel McAdamsBenedict WongXochitl Gomez.

Crítica | Viva

O futuro pertence aqueles que acreditam na beleza de seus sonhos. Pré-selecionada por Cuba para concorrer à disputa ao Oscar 2016 de Melhor Filme Estrangeiro, Viva é um daqueles filmes que vão fisgando nossa atenção aos poucos e que no final nos brinda com uma linda lição de vida e busca pelo sonho.  Dirigido pelo cineasta irlandês Paddy Breathnach, o projeto conta com atuações inspiradas, principalmente de seu protagonista interpretado pelo jovem ator cubano Héctor Medina.

Nessa grata surpresa, que estreia nos cinemas brasileiros no próximo dia 01 de dezembro, conhecemos a história de Jesús (Héctor Medina), um jovem que ganha a vida como cabeleireiro e sonha se tornar uma grande estrela do show de transformistas de um clube de Havana comandado por Mama (interpretado pelo excelente Luis Alberto García). Certo dia, após conseguir sua chance depois de uma audição, durante seu primeiro show, é agredido por um homem bem mais velho que se revela seu pai, de quem não tem notícias desde os 3 anos de idade. A partir desse inusitado encontro, ambos precisarão equilibrar suas diferenças e tentar ter uma relação verdadeira de pai e filho.

Selecionado para o prestigiado Festival de Sundance, Viva fala sobre amores, preconceitos sonhos e família. Cada um desses tópicos são abordados pelo roteiro de maneira bastante profunda. No primeiro ato, uma apresentação encovada do protagonista, logo criamos uma empatia pelo personagem, fruto talvez da impressionante atuação de Medina. No segundo ato, o filme parecia que ia se perder com subtramas pouco exploradas e personagens buscando seu entendimento mas logo se chega nos atos seguintes onde segredos são revelados e o protagonista mostra seu amadurecimento, deixando a conclusão com fortes cargas de emoção.

Um sonho fala mais alto que qualquer preconceito. O desenvolvimento do protagonista é impressionante. Outrora fraco, sem ambições e completamente perdido do que fazer com sua vida, se torna um ser humano mais forte, quebra preconceitos e esfrega na cara de todos que quando sonhamos e acreditamos, com a ajuda de terceiros ou não, chegamos onde queremos. Viva vale o ingresso. Não percam!

Crítica | ‘The Last Showgirl’ – Chegou na HBO MAX uma obra que incomoda, confronta e vai marcar a carreira de Pamela Anderson

A hora em que a ficha cai. Direto em seu discurso e abordando temas que alcançam muitas camadas, The Last Showgirl, um dos filmes citados nas listas das mais famosas premiações do cinema norte-americano na última temporada, é daqueles projetos que deixam sua marca pela narrativa simples e objetiva – e, ao mesmo tempo, potente – ao contar a história de uma mulher carregada de marcas do passado que encara as incertezas do futuro cada vez mais perto.

Dirigido por Gia Coppola, o filme bate firme na tecla do que fazer quando o sonho acaba. Com uma atuação convincente de Pamela Anderson – lembrada com uma indicação a última edição do Globo de Ouro -, o projeto se consolida ao longo de seus 90 minutos de projeção como um retrato emocionante de uma protagonista fervilhando em emoções.

Shelly (Pamela Anderson) é uma dançarina de um antigo show em Las Vegas e integra o elenco do espetáculo há muitas décadas. Ao receber a notícia que a atração será encerrada, começa a entrar em conflito com as escolhas que fez até então. Enquanto busca alguma saída para se reinventar profissionalmente, sua filha reaparece em sua vida.

Filmado em Las Vegas em apenas 18 dias, este é um projeto que aborda o momento em que nos deparamos sobre nossas escolhas. Como esse assunto é tão próximo de todos nós, fica mais fácil fisgar nossa atenção, pois esses momentos são vistos aos montes do lado de cá da telona. No roteiro assinado por Kate Gersten, somam-se também importantes críticas sociais, como o preconceito em relação à idade, a falta de oportunidade e a objetificação da mulher.

Um dos grandes destaques do filme é Pamela Anderson. A atriz e modelo canadense, famosa em Hollywood desde o seriado Baywatch, na década de 1990, e que ainda enfrentou algumas polêmicas ao longo da carreira, ressurge com uma atuação marcante que deve levar os rumos de sua carreira a novos patamares. Shelly é uma personagem que permanecerá em nossas memórias por um bom tempo.

É importante mencionar também que o projeto conta com ótimos coadjuvantes que contribuem para revelar as facetas da protagonista e sustentar as conexões nas reflexões entre o passado e o presente. Jamie Lee Curtis, mais uma vez, mesmo com uma pequena aparição, chama nossa atenção e impressiona pela força em cena. A ótima atriz Kiernan Shipka também de destaca no papel numa jovem abandonada pela família por ter seguido na profissão que desejava. Além de Dave Bautista, imerso em um personagem difícil, que tem um forte vínculo com a personagem principal.

The Last Showgirl, ao flertar com a melancolia, encontra um norte para reflexões sobre assuntos importantes. O desfecho em aberto convida o público para diversas interpretações e provoca com perguntas nas entrelinhas: O que fazer quando o sonho acaba? Quem ela quer ser dali em diante? Levantando essas questões, que se juntam a tantas outras, essa é uma obra que incomoda, confronta e merece um momento de sua atenção. Chegou na HBO MAX nesta semana.

Os 74 Anos de Sylvester Stallone | Conheça as Maiores Bilheterias do Astro

Sylvester Stallone é inegavelmente um produto dos anos 1980 – afinal foi tal década que o fez um astro de Hollywood. Foi o período que também o elegeu o Rei da Ação e das bilheterias, status que carregou consigo até meados da década seguinte. Mas Sly não reinou solo e esta era ficaria marcada por um grande embate de pesos pesados. É claro que estamos falando da “rivalidade” com o austríaco Arnold Schwarzenegger.

E embora os filmes de Stallone nunca tenham sido tão grandes quanto os de Arnie, assim como o sucesso em comédias, o garanhão italiano tinha algo que o colega não possuía: talento para o drama e o dom da escrita que aprofundavam seus personagens, e o colocaram algumas vezes no radar de prêmios – como o maior deles, o Oscar. Stallone é um artista três vezes indicado ao Oscar (como roteirista por Rocky, e duas vezes como ator – por Rocky e Creed). Precisamos ter em mente também que nesta época o que atraía o público era simplesmente o nome do ator e não as grandes franquias.

Foi esse prestígio que o tornou um dos atores mais bem pagos do cinema, chegando a cobrar US$20 milhões por filme. Na semana passada, dia 6 de julho, Stallone completou 74 anos de vida – ainda cheio de energia e pronto para distribuir sopapos, tiros e explosões por anos a fio (com um quarto Os Mercenários já programado). Como forma de homenagear este lendário ator, o CinePOP separa os dez filmes mais rentáveis de sua carreira para você conhecer. Vem com a gente.

Ps. Para não cometermos injustiças com filmes queridos do astro, levaremos em conta somente as bilheterias norte-americanas, já que os valores de arrecadação internacional de alguns de seus grandes filmes não estão disponíveis.

10 | Risco Total (1993)

Risco Total tem crédito por ser o filme mais rentável da carreira de Stallone que não se tornou uma franquia. Um material inédito que apesar do enorme sucesso nunca animou os realizadores a tirarem da cartola uma sequência. Tudo bem que ele pode ser definido como um Duro de Matar nas montanhas geladas. Sly interpreta um alpinista especializado em resgate, dono de um passado trágico, que se vê no meio de uma trama envolvendo criminosos, uma mala de dinheiro e policiais corruptos. O filme arrecadou nos cinemas americanos um pouco mais de US$84 milhões.

09 | Os Mercenários 2 (2012)

Segunda parte da franquia de sucesso criada por Stallone, embora não tão rentável quanto o filme original. Infelizmente, a bilheteria mais baixa do terceiro longa (2014) e as críticas não muito favoráveis colocariam um hiato nestes filmes de ação – que promete voltar em breve com o quarto episódio, como citado. Uma pena, pois o terceiro foi o que teve as participações mais legais, com Mel Gibson, Wesley Snipes, Antonio Banderas e Harrison Ford dando as caras. Neste segundo, a ameaça viria nas formas de Jean Claude Van Damme em um de seus poucos papeis de vilão no cinema – ah sim, não podemos esquecer a participação do imortal Chuck Norris. Os Mercenários 2 arrecadou um pouco mais de US$85 milhões nos EUA.

08 | Rocky II – A Revanche (1979)

Sim, estamos falando de um dos primeiros sucessos da carreira do astro, lançado ainda na década de 1970 – vocês já ouviram falar deste período? O primeiro Rocky precisava de continuação? Bem, para dizer a verdade não. Mas ela veio assim mesmo, se tornou uma das primeiras sequências de um filme indicado ao Oscar e se mostrou um sucesso quase tão grande quanto o original. Como diz o subtítulo nacional, embora Apollo Creed (Carl Weathers) tenha vencido a luta no primeiro longa, todos consideraram a vitória como sendo de Rocky, assim uma revanche é orquestrada. O segundo filme juntou mais de US$85,180 milhões nos EUA.

07 | Os Mercenários (2010)

Depois de revitalizar as franquias Rocky e Rambo, com novos episódios elogiados pela crítica e sucessos de bilheteria, Stallone resolveu, como todo bom homem de negócios visionário, lançar uma nova marca para os novos tempos. Assim nascia Os Mercenários, com roteiro e direção do próprio – que nada mais é do que uma grande brincadeira com o cinema de ação dos anos 80, servindo de encontro para verdadeiras lendas do gênero. No entanto, apesar da participação de Dolph Lundgren, e das pontas de Schwarzenegger e Bruce Willis, os pesos pesados mesmo começariam a aderir a partir da continuação. Os Mercenários acumulou mais de US$103 milhões somente nos EUA – se tornando uma das propriedades mais rentáveis do astro.

06 | Creed: Nascido para Lutar (2015)

Tudo bem que este não é um filme protagonizado por Sylvester Stallone – o astro aceita um papel de coadjuvante na trama para Michael B. Jordan, talentoso jovem ator e o verdadeiro principal aqui. Mas também é inegável que o grande apelo do longa (e motivo de seu sucesso) é ser este um derivado da franquia Rocky. Ou seja, o que todos pagaram para ver no fundo foi mais uma história do “garanhão italiano” e seu universo. É como se Rocky saísse da fanfarra dos anos 1980, e finalmente caísse no mundo real, mais velho, abatido e quebrado – acima de tudo, humano, falho e dramático. Tanto que Stallone recebeu uma segunda indicação ao Oscar pelo mesmo papel, desta vez como coadjuvante. Creed arrecadou quase US$110 milhões somente nos EUA.

05 | Creed II (2018)

Assim como o primeiro Rocky, Creed não pedia necessariamente uma continuação. Mas o sucesso foi tão grande que os produtores decidiram dar aos fãs o que eles sempre querem – mais um filme envolvendo seus queridos personagens. E mostrando que o público realmente aprovou, o segundo Creed teve uma bilheteria ainda maior que o primeiro nos EUA, apesar da saída do diretor prestigiado Ryan Coogler (que aqui assume o cargo de produtor). Para continuar a história do filho de Apollo era necessário uma motivação forte o suficiente, assim o próprio Stallone – dono do roteiro deste segundo – confeccionou a volta de seu maior adversário dentro desta franquia: o russo Ivan Drago, novamente interpretado pelo sueco Dolph Lundgren. Creed II arrecadou um pouco mais de US$115 milhões nos EUA.

04 | Rocky – Um Lutador (1976)

Com um clássico não se mexe. Apesar de ser um filme de meados da década de 1970, o primeiro Rocky têm força o suficiente para se manter como um dos filmes mais rentáveis da carreira do astro Sylvester Stallone. Isso que é sucesso! E não apenas isso, mas se perguntarmos aos fãs do ator e fãs de cinema em geral, a maioria dirá que este é o seu filme preferido de Stallone. Pudera, Rocky levou para casa a estatueta como o melhor filme no Oscar em seu respectivo ano (além das vitórias de melhor diretor, John G. Avildsen, e edição) e mais sete indicações. E você, o que fez hoje? Fora isso, dentre as indicações, a de melhor ator para Stallone – tomem isso haters! Rocky é considerado um dos melhores filmes de esporte e superação de todos os tempos; e rendeu aos estúdios da MGM “singelos” US$117 milhões apenas nos EUA.

03 | Rocky III – O Desafio Supremo (1982)

A essa altura já deu para perceber que Rocky é a propriedade em grande parte responsável pela fortuna de Sylvester Stallone. O lutador “vagabundo” do bairro que se tornou campeão dos pesos pesados é uma incrível história de “Cinderela” urbana, edificante e crível. Já tivemos quatro filmes desta série figurando na lista, e algo que diz que este não será o último. Aqui, Stallone voltava ao roteiro e direção (após ter assumido as rédeas da franquia no segundo) de seu porto seguro. Isso porque seus filmes lançados na sequência de Rocky II (leia-se Falcões da Noite e Fuga para a Vitória) não renderam o esperado. Assim, o astro retornou ao que sabia fazer bem, enfrentou a ameaça do icônico Mr. T (e sua “pena dos tolos”), fez fanfarra com Hulk Hogan e de quebra serviu para lançar a música “Eye of the Tiger”, pela qual a franquia seria lembrada. Rocky III arrecadou mais de US$125 milhões nos EUA.

02 | Rocky IV (1985)

Os anos 1980 ficaram marcados pelo exagero e pela breguice. Hoje, ao olharmos para trás, nem tudo desce redondo. Assim, qualquer respeitabilidade e teor sério que os primeiros dois filmes desta franquia dramática possuíam, foi jogado no ralo assim que Rocky adentrou os anos 80. E se no capítulo anterior tínhamos um ensaio, aqui Stallone mergulhava de vez em tudo que fez desta época uma das mais queridas pelos fãs. Para começar temos um “robô-empregada”, por quem Paulie (Burt Young) se “apaixona”. Temos um vilão indestrutível – que muito bem poderia ser um robô -, o citado Drago. É claro que ele seria russo, e fazia uso desavergonhado de esteroides (bem, como aprendemos recentemente, este trecho não é tão fantasioso assim).

Ah sim, Rocky aqui se torna quase um super-herói e coloca um ponto final na Guerra Fria com seu discurso motivacional no desfecho. “Se eu sou capaz de mudar, e você é capaz de mudar, então todos são capazes de mudar”. Pausa para limpar lágrimas nos olhos. No lugar de “Eye of the Tiger”, “Burning Heart” ganhou as paradas, e sinceramente não sei qual a melhor trilha confeccionada pela banda Survivor – acho que a primeira ficou mais famosa. Rocky IV arrecadou incríveis US$128 milhões somente nos EUA, sendo assim o segundo maior sucesso de bilheteria da carreira do ator. E o primeiro lugar é… que rufem os tambores…

01 | Rambo II: A Missão (1985)

Stallone lançou o primeiro Rambo no mesmo ano de Rocky III, e desde então os dois personagens ajudariam a definir a carreira do astro e também os anos 1980. Sem dúvida, são seus personagens com maior carga dramática. Ao contrário de Rocky, que é ideia original de Stallone (embora tenha sido baseado em partes no pugilista real Chuck Wepner), John Rambo nasceu do romance First Blood, escrito por David Morrell. Trama que o ator tratou de “endireitar” com seu dedo visionário. Assim, caprichou mais na ação e no desfecho Rambo permanecia vivo.

E no mesmo ano de Rocky IV, quem voltava também às telonas era Rambo – agora mais musculoso do que nunca e transformado no herói de ação definitivo da década – que de quebra foi responsável pelo termo “exército de um homem só”. Talvez seja difícil para a geração atual entender o que foi o fenômeno Rambo, e tudo graças a esta continuação (escrita por James Cameron, sabia dessa?). Rambo II gerou todo tipo de merchandising, desde um desenho animado (isso mesmo!), até lancheiras, bonecos e vídeo games. No Brasil, ganhávamos o concurso Rambo Brasileiro, no programa Viva a Noite, do saudoso Gugu Liberato. É claro que com tudo isso, Rambo II, o ícone cultural pop, é o maior sucesso da carreira de Stallone, com uma arrecadação de mais de US$150 milhões somente nos EUA.

Bônus 1: Guardiões da Galáxia Vol 2 (2017)

Com a Marvel não se brinca, e Stallone garantiu uma pontinha na sequência deste grande sucesso da casa. Seu papel, embora pequeno, é importante, e gerou falatório de um possível spin-off. Queremos! O segundo Guardiões fez algo perto dos US$400 milhões só nos EUA. Uoooooow!

Bônus 2: Pequenos Espiões 3D (2003)

Uma coisa é constante na carreira de Sylvester Stallone: ele é sempre o herói de seus filmes. No máximo o anti-herói. Mas o cineasta Robert Rodriguez conseguiu convencê-lo a interpretar seu primeiro vilão – mesmo que tenha sido um de mentirinha. Mostrando que sabe rir de si, e topando a brincadeira deste filme infantil, Stallone exibiu seu talento cômico no estilo Castelo Ra-Tim-Bum nesta terceira parte da franquia recheada de efeitos bancada pela Dimension Films. O terceiro filme rendeu em torno dos US$112 milhões somente nos EUA.

Bônus 3: Formiguinhaz (1998)

Stallone esteve entre os nomes famosos que dublaram esta que é a primeira animação do estúdio Dreamworks, criado por Steven Spielberg, e hoje quase extinto. De fato, não apenas Formiguinhaz foi a primeira animação da casa, como também foi uma de suas primeiras produções cinematográficas, já que o colosso do audiovisual abria as portas no ano anterior ao lançamento do longa. Aqui, a proposta era apresentar uma colônia de formigas traçando um paralelo com a nossa sociedade humana, na qual o protagonista questionava seu lugar nesta comunidade.

E ninguém melhor para questionar a existência do que Woody Allen – um grande feito trazer o diretor independente para uma grande obra comercial. Mas o assunto é Stallone, que dublava a formiga musculosa Weaver e tinha como namorada Azteca, papel de Jennifer Lopez – bem que este encontro poderia ter ocorrido em live action também. Completando o elenco de dubladores: Sharon Stone, Gene Hackman, Christopher Walken, Dan Aykroyd, Danny Glover e Anna Bancroft. Formiguinhaz lucrou para o então recém inaugurado estúdio algo perto dos US$ 91 milhões só nos EUA.

Os filmes que completam 10 anos de estreia – mas você nem sabia que existiam!

Dá para acreditar que filmes como ‘Mad Max – Estrada da Fúria’, ‘Star Wars – O Despertar da Força’, ‘Vingadores – Era de Ultron’, ‘Perdido em Marte’, ‘Os Oito Odiados’ e ‘Creed’ estão completando 10 anos de sua estreia em 2025? Pois é, parece que foi ontem que estávamos empolgados para os seus lançamentos. O tempo não passa, ele voa. E se por um lado temos estes filmes atemporais, que continuam na boca dos fãs mesmo uma década depois, por outro temos também aqueles filmes que a grande maioria sequer ouviu falar, quanto mais saber que foram lançados há 10 anos. É justamente nesses filmes “varridos para debaixo do tapete” que iremos focar nessa nova matéria. Esses são os filmes que completam 10 anos, mas você nem sabia que existiam.

Stonewall – Onde o Orgulho Começou

O diretor Roland Emmerich é conhecido por ter comandado grandes blockbusters como ‘Independence Day’, ‘Godzilla’ e ‘O Dia Depois de Amanhã’. Mas você sabia que ele também dirigiu um drama real sobre uma luta sangrenta pelos direitos LGBTQIA+ que chocou os EUA no fim dos anos 1960? Pois bem, ‘Stonewall’ tinha toda a pompa de produção voltada a prêmios, mas por alguma razão se tornou um dos filmes mais esquecidos dos últimos dez anos.

A Viatura

Antes de comandar a trilogia de sucesso do ‘Homem-Aranha’ de Tom Holland na Marvel, o diretor Jon Watts já guardava bons thrillers em seu currículo. Aliás, foi justamente essa criatividade narrativa que atraiu os produtores do maior estúdio de Hollywood na atualidade. Jon Watts já demonstrou que comanda bem histórias guiadas por personagens jovens, e aqui neste suspense que fez sucesso no famoso festival de Sundance nos EUA, dois adolescentes acreditam ter tirado a sorte grande quando encontram um carro de polícia abandonado “dando sopa”. Os jovens inconsequentes resolvem pegá-lo para uma volta, sem saber que estariam se metendo em grandes problemas, devido ao fato de a viatura pertencer ao policial corrupto interpretado pelo grande Kevin Bacon.

Chi-Raq

Chega agora na lista o diretor mais prestigiado desta matéria. Estou falando do vencedor do Oscar Spike Lee, que tem no currículo obras-primas como ‘Faça a Coisa Certa’, ‘Febre da Selva’ e ‘Infiltrado na Klan’. Por outro lado, você pode ter certeza de que a grande maioria sequer ouviu falar deste ‘Chi-Raq’, que foi exibido nos Festivais de Berlim e Toronto. O filme é protagonizado por Teyonah Parris, que hoje faz parte do universo Marvel como Monica Rambeau, participando de séries como ‘WandaVision’ e filmes como ‘As Marvels’. No filme ela vive a namorada de um dos membros de gangue em um bairro pobre de Chicago. Ela cria um plano ousado para cessar com a guerra entre as gangues: enquanto eles continuarem se matando, suas namoradas farão “greve de sexo”. O título é uma mistura entre Chicago e Iraque para falar de uma guerra urbana que tira muitas vidas ao longo de décadas.

Últimos Dias no Deserto

Este ano estreou um filme polêmico sobre a juventude de Jesus Cristo, no qual seu pai, José, é interpretado por ninguém menos que Nicolas Cage. Tal filme, ‘Sombras no Deserto‘ (The Carpenter’s Son), é polêmico por se tratar de um terror sobrenatural. Por outro lado, na história do cinema muitos atores já interpretaram Jesus, como Willem Dafoe, Jim Caviezel e até Joaquin Phoenix. Mas você sabia que Ewan McGregor também interpretou o filho de Deus? Parece uma escolha óbvia, já que o ator escocês trouxe toda uma persona santificada em sua atuação como Obi Wan Kenobi. Dirigido pelo colombiano Rodrigo García, o longa é outra cria de Sundance e retrata o período em que Jesus ficou 40 dias no deserto jejuando e orando, e sendo colocado à prova.

A Forca

O mais curioso desta lista de filmes que a maioria sequer ouviu falar, é que muitos deles não são ruins. Pelo contrário. Veja, por exemplo, o caso com este ‘A Forca’. Talvez o maior problema dele seja que mesmo em seu lançamento há 10 anos, o estilo “found footage” (cujo ápice foi ‘A Bruxa de Blair’ em 1999) já era um artifício cansado e sem fôlego. Porém, tirando esse empecilho da frente, a história até que é assustadora, o tornando um longa eficiente do gênero. A ideia mostra um grupo de adolescentes tentando sabotar uma peça de teatro da escola que irão participar. O motivo: há 10 anos um estudante morreu no palco devido a um acidente. Para tal, eles entram no colégio à noite, a fim de destruir o cenário. Porém, irão se deparar com o fantasma enfurecido do colega Charlie. Este aqui tem produção da Warner.

A Jornada de Hank Williams

As biografias musicais se tornaram um subgênero popular e enquanto existirem cantores de sucesso, continuaremos ganhando suas histórias nas telonas. Só ano passado, por exemplo, tivemos as de Bob Marley, Amy Winehouse e Bob Dylan. Antes disso foi a vez do rei Elvis Presley, Whitney Houston e, é claro, Freddie Mercury. Em breve teremos a que promete se tornar a maior de todas: Michael Jackson. Porém, há 10 anos, tivemos a biografia de um cantor country não tão conhecido pelas gerações mais novas: Hank Williams. O chamariz aqui, no entanto, são as presenças de dois “Vingadores”. Tom Hiddleston (o Loki) vive Williams, e Elizabeth Olsen (a Wanda) interpreta sua esposa Audrey Williams.

Já Estou com Saudades

Último filme para o cinema da atriz Drew Barrymore, antes dela se tornar apresentadora de seu próprio talk-show. Depois de ‘Já Estou com Saudades’, Barrymore estrelou apenas produções da Netflix, como a série ‘Santa Clarita Diet’ e o filme ‘Duas por Uma’. Aqui, Barrymore estrela ao lado da indicada ao Oscar Toni Collette, como duas amigas de infância inseparáveis. Na vida adulta, elas continuam sua amizade entre os percalços do dia a dia. Porém, irão se deparar com a realidade mais cruel de sua trajetória, quando a personagem de Collette se descobre com câncer de mama e precisa enfrentar a doença. Um assunto mais atual do que nunca, já que estatísticas mostram um aumento impactante de câncer na população mais jovem.

Meu Nome é Ray

Outro assunto muito em voga na atualidade é a discussão de gênero. Tema que ainda causa muita confusão em grande parte da população mundial. Mas é sempre necessário debater. Na trama temos a jovem Ray interpretada por Elle Fanning. A trama narra sua jornada na transição para se tornar um rapaz e como isso afeta sua família, composta de três gerações de mulheres, incluindo sua mãe (papel da duas vezes indicada ao Oscar Naomi Watts) e sua avó (papel da vencedora do Oscar Susan Sarandon).

O filme, aliás, foi alvo de algumas polêmicas devido ao seu tema e terminou engavetado um tempo, trocou de nome nos EUA, e finalmente foi lançado sem qualquer alarde. Hoje, apenas dez anos depois, existe toda uma retórica sobre a contratação de atores trans e a problematização de se ter atores hétero em tais papeis. Na época, tal conversa não existia. A prova disso foi a vitória de Jared Leto no Oscar por seu papel em ‘Clube de Compras Dallas’.

Amor por Acidente

Jake Gyllenhaal é um grande ator. A prova disso é a sua indicação ao Oscar pelo filme ‘O Segredo de Brokeback Mountain’. Aliás, se o mundo fosse justo, Gyallenhaal teria ainda outras indicações, e quem sabe já teria até sua estatueta dourada. Acontece que no início dos anos 2010, o ator emplacava uma atuação impressionante atrás da outra, e gerava comoção nos cinéfilos. Nessa leva de ótimos trabalhos estão filmes como ‘O Abutre’, ‘Os Suspeitos’, ‘O Homem Duplicado’ e ‘Marcados para Morrer’. Mas como ninguém consegue ficar no topo para sempre, em seguida o ator emplacou uma fase, digamos, mais difícil de sua carreira, com filmes que não se tornaram tão conhecidos assim do grande público.

Muitos ele até gostaria de esquecer. É o caso com este ‘Amor por Acidente’, longa que foi rapidamente varrido para debaixo do tapete após sua estreia, e que o coloca para atuar com Jessica Biel e James Marsden. Mas quem poderia culpa-lo por ter assinado o contrato, afinal a direção é de David O. Russell, que antes estava na melhor fase de sua carreira, emplacando no Oscar de forma consecutiva em filmes como ‘O Vencedor’, ‘O Lado Bom da Vida’ e ‘Trapaça’. Na trama, Biel vive uma mulher que sofre um acidente e termina com um prego alojado em sua cabeça. No processo de buscar ajuda para si e outros em situação igual a dela, ela termina conhecendo e se apaixonando por um político, interpretado por Gyllenhaal.

The Girl in the Photographs

Terminando a matéria, temos um filme com assinatura do saudoso mestre do terror Wes Craven. Aqui, o cineasta não dirige o longa, apenas produz. O slasher traz um psicopata aterrorizando uma pequena cidade, através de fotos bizarras de suas vítimas. O longa caiu no limbo cinematográfico e sequer possui título em português. Talvez o longa nunca tenha chegado ao Brasil de fato. Este que vos fala teve a oportunidade de conferi-lo na edição 2015 do Festival de Toronto. Além de Craven na produção, outro chamariz é a assinatura de Osgood Perkins no roteiro, cineasta que viria a entregar trabalhos como ‘Longlegs – Vínculo Mortal’, ‘O Macaco’ e o recente ‘Para Sempre Minha’. No elenco, os nomes mais conhecidos são os de Kal Penn (‘Madrugada Muito Louca’) e Kenny Wormald, do remake de ‘Footloose’.

‘Halloween’: Diretor defende cena controversa do reboot; Saiba mais!

Spoilers abaixo, obviamente. Cuidado.

O reboot de ‘Halloween‘ tem sido muito bem recebido pela crítica e os fãs da franquia original, mas há uma cena específica que tem causado uma certa controvérsia. Em determinado momento do filme, Michael faz a escolha consciente de não matar um bebê.

Muitos têm falado mal do momento porque alegadamente quebra o aspecto do vilão, descrito como “pure evil”.

Em entrevista ao LA Times, o diretor David Gordon Green falou sobre a cena em questão.

“Nossa regra no processo de escrever o roteiro foi não acrescentar nada ao personagem. Na produção, nós adicionamos uma coisa que voltou para me assombrar, mas eu defendo esse momento. Nós o demos uma decisão ética na qual ele não mata um bebê. Isso foi algo que nós inventamos enquanto filmávamos.”

Ele continua, “E agora nós testemunhamos um personagem que eu disse ser a essência do mal, sem motivações, sem emoções, nem nenhum outro estímulo além de ser um predador. E, ainda assim, nós o demos uma consideração na qual ele faz a coisa certa. Então, eu não sei como justificar isso, apesar de achar fascinante alguém que não é nada além de um assassino sem emoções ou motivações.”

Vale notar que Michael Myers não mata todo mundo em seu caminho, e o fato dele ter poupado um bebê não quer dizer que há alguma bondade em seu coração.

Recentemente, Jamie Lee Curtis afirmou que retornaria para um novo filme caso o diretor David Gordon Green também retornar. E o roteirista do reboot, Danny McBride, revelou que já existem negociações e ideias para uma nova sequência.

“Tentamos não nos empolgar até o filme estrear nos cinemas, pois colocamos toda nossa energia e pensamento positivo para que esse filme conseguisse se sustentar sozinho. Mas sim, temos planos e ideias do que podemos fazer na sequência. Não investimos muito tempo nessas ideias até agora, mas já existem negociações e ideias de como podemos fazer mais filmes da franquia”, revelou ao Deadline.

[SPOILERS]

Além disso, o diretor David Gordon Green afirmou que existe uma razão pela qual o namorado meio bobão da Allyson não teve participação direta na história.  Porém, com as conversas sobre a possível sequência do filme estarem tomando forma, a historinha de namorados parece se tornar mais do que um amor adolescente.

Em entrevista, David comentou que “há algumas ideias para ele, no futuro”. E provoca: “Vocês conseguem ver a alusão que fizemos? Nós dissemos que o pai dele era o Loomie, que era a criancinha do primeiro filme. Temos algumas ideias para ele. Havia mais coisas sobre ele, mas nós decidimos segurar um pouco e ver o que podemos usar no futuro.”

Teorias?

Como o novo ‘Halloween‘ é sequência direta do filme original de 1978, o próximo filme seria ‘Halloween 3‘ (que provavelmente ganhará um título diferente).

O site ainda pontua que, se a Blumhouse iniciar os trabalhos da terceira sequência com presteza, o longa poderia estrear nos cinemas em Outubro de 2019, na temporada em que se comemora o Halloween.

Halloween‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista nossa crítica:

‘Halloween’ irá ignorar TODAS as sequências da franquia; Confira a sinopse!

“Michael e eu vemos vocês no próximo Halloween”, diz Jamie Lee Curtis em foto inédita

 

‘The Resident’: 3ª temporada ganha data de estreia

A FOX finalmente divulgou quando a 3ª temporada de ‘The Resident‘ será lançada. O próximo ciclo irá estrear no dia 24 de setembro.

A 2ª temporada tem registrado uma média de 0.97 na demo, e um total de 5 milhões de espectadores, o que representa uma queda de menos de 5% em relação ao ano anterior.

A série foi criada por Amy Holden JonesHayley SchoreRoshan Sethi.

A trama gira em torno do Dr. Devon Pravesh (Dayal), um jovem médico idealista que começa seu primeiro dia sob a supervisão de um brilhante e austero residente sênior, revelando o lado bom e mau da medicina moderna. As vidas podem ou não ser salvas, mas as expectativas serão sempre destruídas.

Estrelada por Matt Czuchry, Emily VanCamp, Manish Dayal, Jenna Dewan, Shaunette Renée Wilson e Bruce Greenwood.

‘O Homem Invisível’: Elenco reflete sobre o peso da trama no mundo real; Confira!

A Universal Pictures divulgou um novo vídeo dos bastidores do reboot de ‘O Homem Invisível‘, com o elenco e o diretor refletindo sobre a importância da trama sobre relacionamento abusivo na nossa sociedade.

Confira:

Sucesso! Em menos de duas semanas, o reboot de ‘O Homem Invisível‘ já arrecadou quase US$ 100 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa acumula US$ 52.6 milhões. No mercado internacional, são US$ 45.6 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 98.2 milhões mundialmente.

Vale lembrar que ‘O Homem Invisível‘ custou apenas US$ 7 milhões e já pode ser considerado um dos maiores sucessos do ano.

Escrita e dirigida por Leigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão teve baixo orçamento e é descrita como “assustadora”.

O que você não pode ver pode te machucar. A vencedora do Emmy Elisabeth Moss (Nós‘The Handmaid’s Tale’) estrela em um conto moderno de obsessão inspirado pelos personagens clássicos do panteão da Universal Pictures.

Presa em uma violenta e controladora relação com um cientista brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã (Harriet Dyer) e seu amigo de infância (Aldis Hodge) e filha adolescente (Storm Reid). Mas quando seu ex abusivo (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada. À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

James Wan vai produzir novo terror pós-apocalíptico para a New Line

De acordo com o Deadline, o cineasta James Wan (‘Invocação do Mal‘) vai produzir um novo terror pós-apocalíptico para a New Line.

O projeto ainda não possui título, mas será ambientado em Los Angeles.

Detalhes sobre a trama, no entanto, não foram revelados.

Bishal Dutta será responsável pela direção.

O roteiro é baseado em uma ideia de Joshua Rollins.

Os produtores da Atomic Monster incluem Wan, Michael Clear e Judson Scott.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Caos domina as ruas no trailer LEGENDADO de ‘O Inimaginável’; Assista!

O longa ‘O Inimaginável‘ (The Unthinkable) ganhou trailer legendado.

Confira:

Victor Danell é responsável pela direção.

É meio do verão e a Suécia acorda em estado de emergência. As redes de televisão, Internet e telefone estão fora do ar e, antes que alguém perceba o que está por trás do colapso, uma série de ataques inexplicáveis estão ocorrendo em todo o país. Alex, um pianista de sucesso cuja existência controlada muda quando sua mãe é morta em um suposto ataque terrorista, retorna à aldeia de sua infância para organizar o funeral. Lá, ele deve se reconciliar com seu pai e seu antigo amor, Anna, a quem ele tem tentado desesperadamente esquecer. À medida que velhos sentimentos ressurgem, mais ataques misteriosos mergulham a Suécia no caos e na confusão.

O elenco conta com Jesper Barkselius, Pia Halvorsen, Lisa Henni e Christoffer Nordenrot.

No Brasil, o longa será lançado pela A2 Filmes direto em vídeo.

Até a Morte

(Till Death)

 

Elenco:

Megan Fox

Eoin Macken

Aml Ameen

Callan Mulvey

 

Direção: S.K. Dale

Gênero: Terror

Duração: 88 min.

Distribuidora: PlayArte

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 09 de Junho de 2022

Sinopse: 

Uma mulher é deixada algemada a seu marido morto como parte de uma trama de vingança. Incapaz de se libertar, ela tem que sobreviver quando dois assassinos chegam para acabar com ela.

Curiosidades: 

» O roteiro, que foi escrito por Jason Carvey, foi destaque na Blood List, uma lista anual de Hollywood com ótimos enredos não produzidos;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Yellowjackets’: Ator de ‘Freddy vs. Jason’ se junta ao elenco da 2ª temporada

De acordo com o Variety, Jason Ritter (‘Freddy vs. Jason’) entrou para o elenco da 2ª temporada de ‘Yellowjackets‘.

O ator interpretará o marido da Shauna (Melanie Lynskey), que também retornará para o próximo ciclo.

Vale lembrar a série já foi renovada para a terceira temporada. O segundo ciclo, no entanto, tem estreia agendada apenas para o dia 24 de março de 2023.

Confira o trailer:

Em entrevista ao Watch What Happens Live, a icônica atriz Christina Ricci que a nova temporada será ainda mais insana que a primeira.

“Não posso dizer muito sobre a segunda temporada, exceto que é ainda mais insana que a primeira. Eu engasguei lendo os roteiros dos dois primeiros episódios”, ela conta.

Lembrando que, recentemente, o astro Kevin Alves, que interpreta a versão adolescente de Travis Martinez, filho mais velho do falecido Treinador Bill Martinez, foi  promovido ao elenco regular do próximo ciclo. Elijah WoodSimone KessellLauren Ambrose também foram escalados para a série.

Criada por Ashley LyleBart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.

Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.

O elenco também conta com Christina Ricci, Melanie Lynskey, Tawny Cypress e Juliette Lewis.

Confira o trailer FINAL de ‘Assassinos da Lua das Flores’, novo filme de Martin Scorsese

Para promover o lançamento nos cinemas nacionais, a Paramount Pictures divulgou o trailer final legendado de ‘Assassinos da Lua das Flores‘, novo filme do aclamado diretor Martin Scorsese (‘Taxi Driver’).

Confira:

Crítica com Spoilers | ‘Assassinos da Lua das Flores’ é o filme mais NECESSÁRIO do ano

Estrelado por Leonardo DiCaprio, Robert De Niro e Lily Gladstone, o longa é baseado no romance best-seller de não-ficção escrito por David Grann e acompanha a jornada da tribo indígena Osage, que vê vários de seus membros assassinados após a descoberta de petróleo sob o solo de sua reserva, na década de 1920. Quando os homicídios tomam proporções gigantescas, agentes do FBI se infiltram na região para expor uma grande conspiração. 

O longa-metragem abriu com nada menos que 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 8.60/10 baseada em 68 reviews até o momento.

Confira as principais avaliações:

“Com quase 3 horas e meia de duração, ‘Assassinos da Lua das Flores’ está em uma alta classificação no cânone de Scorsese do século 21, mas pede aos espectadores paciência substancial” – Irish Times.

“[O filme] é um soco no estômago rápido, feroz e sem remorso” – Slashfilm.

“Parece uma ferida aberta até o fim” – New York Magazine/Vulture.

“Esse é um filme de decadência e violência desapaixonada, uma extensa rede de complacência e podridão com um elenco rotativo de personagens coadjuvantes e algumas participações especiais surpreendentes ao longo do caminho” – iNews.co.uk.

“Talvez um filme muito bom e desigual, em vez de um inequivocamente ótimo” – Little White Lies.

O grandioso elenco ainda conta com Brendan Fraser, John Lithgow, Jesse PlemonsJason IsbellSturgill SimpsonLouis CancelmiWilliam Belleau, Tatanka MeansMichael Abbott Jr.Pat Healy e Scott Shepherd.

Netflix está desenvolvendo reality inspirado em ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’

De acordo com o Deadline, a Netflix está desenvolvendo um reality de competição baseado no clássico ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘.

O site afirma que a Eureka Productions adquiriu os direitos para produzir o programa após uma disputa acirrada.

O processo levou cerca de alguns meses, com a Eureka vencendo diversas outras produtoras – incluindo a Wall to Wall, companhia britânica por trás de ‘Who Do You Think You Are?‘; Nobody’s Hero, produtora de ‘O Blefe de 1 Milhão‘; e The Garden, de ‘Round 6: O Desafio‘.

No final das contas, a decisão foi tomada levando em consideração o melhor conceito para o reality.

A produtora vencedora já é uma antiga colaboradora do serviço de streaming, sendo responsável por ‘O Sabotador‘, ‘Os Queridinhos de Byron Baes‘ e ‘Dating Around‘.

Infelizmente, detalhes sobre o reality competitivo não foram revelados.

Baseada no conto de Roald Dahl, a adaptação de ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘ segue o jovem Charlie Bucket e seu avô Joe. Eles se juntam a um pequeno grupo de ganhadores de uma competição, os quais vão para um passeio na mágica e misteriosa fábrica do excêntrico Willy Wonka. Ajudado por seus anões trabalhadores, Wonka esconde uma surpresa para durante o passeio.

‘Águas Rasas’ vai ganhar REMAKE chinês; Confira o trailer!

O terror de sobrevivência ‘Águas Rasas‘, estrelado pela Blake Lively (‘É Assim que Acaba’), vai ganhar um remake chinês.

Intitulada ‘The Shallows‘, a nova versão já teve seu trailer divulgado.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Banchang Xia é responsável pela direção.

A trama segue uma jovem que ama esportes extremos. Quando ela chega à praia para surfar sozinha, ela é atacada por um tubarão gigante.

Xiaoyun ChenSinan Li e Sen Wang estrelam a produção.

Infelizmente, o longa ainda não possui previsão de lançamento.

‘Sleepwalker’: Terror com Hayden Panettiere amarga 20% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 10 reviews publicadas até o momento, o terror psicológico ‘Sleepwalker‘, estrelado pela Hayden Panettiere (‘Pânico 4’), abriu com apenas 20% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral detona ritmo exageradamente lento da produção, que cambaleia sonolenta ao lado de um enredo que não tem profundidade e/ou conteúdo para sustentar a duração de um longa-metragem.

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘Sleepwalker’ não incorpora de forma eficaz esse transtorno complexo de sonambulismo em sua premissa, resultando em uma história confusa sobre uma mulher que entra em uma espiral de loucura sem qualquer perspectiva de cura.” (Collider)

“Talvez o material inicial tenha funcionado melhor como um segmento de antologia, em vez de algo que parece esticado além dos seus limites.” (Bloody Disgusting)

“Se os pesadelos são nossos piores medos manifestados em imagens surrealistas e assombrosas, difíceis de recordar mesmo momentos depois de terem sido vistas, então a imaginação do [diretor e roteirista Brandon] Auman está lamentavelmente presa em um excesso de literalismo dolorosamente óbvio.” (Screen Rant)

“Não é um filme ruim, mas poderia ter sido melhor. Sei que isso não soa como um elogio entusiasmado — e não é —, mas acho que vale a pena assistir. Hayden Panettiere e Beverly D’Angelo formam uma dupla que eu nem sabia que precisava.” (Heaven of Horror)

“Existe uma versão desta história que poderia ter explorado o luto parental com verdadeira profundidade, algo quase europeu em sua disposição de deixar a perda transcender os limites da vida e da morte. Em vez disso, ‘Sleepwalker’ se contenta com sustos superficiais.” (Loud and Clear Reviews)

“Se qualquer cena em um filme de terror pode ser apenas um sonho, existe realmente algum motivo para confiar, se importar ou ter medo do que acontece?” (Mark Reviews Movies)

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Brandon Auman é responsável pela direção e roteiro.

Na trama…

Panettiere interpreta Sarah, uma mãe em luto que é assombrada pela trágica morte de sua filha em um acidente de carro que deixou seu marido abusivo em coma.

Enquanto ela luta com a escuridão ao seu redor, seus episódios de sonambulismo se intensificam. Atormentada por visões assustadoras de seu marido dentro de casa, ela precisa separar a realidade e o pesadelo se quiser sair desta situação com vida.

O elenco ainda conta com Justin Chatwin, Mischa BartonBeverly D’Angelo, Lori Tan ChinnLaird LaCosteCorinne SweeneyKea HoEric LutesTom DeNucciRob Goon.

O longa está programado para o dia 9 de janeiro de 2026.

Yvonne Strahovski é escalada para o elenco de ‘Predador’

O mais novo acréscimo ao elenco de ‘Predador‘ é a atriz australiana Yvonne Strahovski, que participou das séries de TV ‘Chuck‘ e ‘Dexter‘.

Na nova produção, ela vai interpretar a ex-esposa do militar vivido por Boyd Holbrook e a mãe do ator mirim Jacob Tremblay.

As filmagens de ‘Predador‘ começaram na última segunda-feira (20), em Vancouver e a direção está a cargo de Shane Black, que também assina o roteiro ao lado de Fred Dekker.

Futuramente a atriz poderá ser vista no thriller de terror, chamado ‘He’s Out There‘, além de fazer parte do elenco da adaptação para a TV de ‘O Conto da Aia‘, que chega na plataforma Hulu em 26 de abril deste ano.

No início desta semana, Alfie Allen foi anunciado como parte do elenco também. Atualmente o ator faz parte de ‘Game of Thrones‘.

Estão confirmados no elenco: Jacob Tremblay (‘O Quarto de Jack’, ‘O Sono da Morte’), que viverá o filho do personagem interpretado por Boyd HolbrookOlivia Munn (‘X-Men: Apocalipse‘) interpretará uma cientista. O elenco ainda conta com Sterling K. Brown (The People vs O. J. Simpson: American Crime Story), Keegan-Michael Key e  Trevante Rhodes (‘Moonlight‘).

Shane Black (‘Homem de Ferro 3’) dirige.

A 20th Century Fox agendou a data de estreia de ‘The Predador‘ para o dia 2 de Março de 2018.

Schwarzenegger fala sobre remake de ‘Predador’ e critica sequências

Remake de ‘Predador’ terá diretor de ‘Homem de Ferro 3’

Fred Dekker, que co-escreveu o roteiro com Shane Black (o diretor da produção), revelou recentemente que o script do novo filme está pronto e as filmagens começam muito em breve.

Confira o primeiro cartaz:

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Com a nova fusão, Disney vira dona de 27% de toda a indústria cinematográfica

A Disney está oficialmente dominando o mercado de entretenimento hollywoodiano. Com a recente compra da Fox, o estúdio passa a ser dono de 27% de toda a indústria cinematográfica.

De acordo com um levantamento divulgado pelo site ScreenRant, juntas, a Walt Disney Studios (que engloba a Lucasfilm, Marvel Studios, Pixar Animation e outras) e a Fox Entertainment Group (que inclui a 20th Century Fox, Fox Searchlight Pictures, a Fox 2000, entre outras) serão detentoras da maior porcentagem de produções lançadas anualmente nos mercados nacionais e internacionais.

O valor é realmente surpreendente, considerando o alcance dos demais quatro grandes estúdios. No caso da Warner Bros. Pictures – detentora da New Line Cinema e da DC Films -, sua porção de mercado equivale e 15,36%. Logo em seguida temos a Sony Pictures (dona também da Columbia Pictures, Screen Gems, Tri-Star), com uma fatia equivalente 12,22%. A Universal Pictures (DreamWorks e Focus Features) conta com 11,49%, enquanto a Paramount Pictures (Nickelodeon e Paramount Animation) aparece em último lugar, com uma parcela correspondente a 10,89%.

A compra da Disney também surpreende por seu impacto na indústria. Agora dona de algumas das franquias mais emblemáticas da atualidade, como é o caso de ‘Avatar‘, a negociação passa a ser a maior já feita na história da indústria.

A única vez que testemunhamos algo semelhante foi em 1982, quando Kirk Kerkorian comprou a United Artists, consequentemente efetuando uma fusão com a Metro-Goldwyn-Mayer. No entanto, a porcentagem de mercado da fusão não chegava aos pés do que teremos a partir do acordo entre a Disney e a Fox.

Leia também ‘Governo pode bloquear acordo entre Disney e Fox e gerar multa de US$ 2,5 bilhões’

 

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’: Produtor celebra cinco anos da série com vídeo nostálgico

A série original da Marvel, ‘Agents of S.H.I.E.L.D.‘, celebrou cinco anos no ar.

E para celebrar o marco, o produtor Geoffrey Colo publicou um vídeo nostálgico, que traz um o primeiro trailer da primeira temporada.

Confira:

O próximo ano de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.‘ será mais curto, com apenas 13 episódios. Ainda não foi divulgado se será a temporada final da série, mas especula-se que seja.

A 5ª temporada registrou uma média de 0.6 na demo, o que representa uma queda de 0.1 em comparação com o ano anterior. Se levarmos em consideração que a série agora é exibida às sextas, não foi uma queda tão grande.

 

‘Eu Vi – Haunted’: O mal está à solta no trailer da segunda temporada da série da Netflix

A Netflix divulgou o novo trailer da segunda temporada de Eu Vi (Haunted), série documental que apresenta histórias assustadoras baseadas em fatos reais.

Confira:

A proposta do seriado é mostrar o testemunho de pessoas que passaram por experiências paranormais assustadoras ou fenômenos inexplicáveis. São histórias reais que deixaram marcas naqueles que as vivenciaram e que agora estão dispostos a compartilhá-las.

O novo ciclo de Eu Vi chega à plataforma de streaming no dia 11 de outubro.

Joaquin Phoenix batiza seu filho de River, em homenagem ao seu falecido irmão mais velho

Os atores Joaquin Phoenix e Rooney Mara batizaram o seu primeiro filho em homenagem ao falecido irmão mais velho do recente vencedor do Oscar.

O bebê, nascido em agosto deste ano após uma sigilosa gestação e em meio a um quadro de pandemia mundial, recebeu o nome de River, uma reverência ao ator River Phoenix, considerando um dos jovens astros dos anos 80 mais promissores.

Joaquin e River Phoenix tinham uma forte ligação desde a infância. Seu irmão mais velho o ajudou no início de sua carreira em Hollywood, além de ter tido papel fundamental em sua criação e na consolidação da sua carreira.

A informação relacionada ao bebê só fora revelada apenas agora pelo cineasta Victor Kossakosvky, diretor do documentário ‘Gunda‘, durante sua participação em um painel do Zurich Film Festival 2020.

Na ocasião, ele explicou a ausência do astro – que é produtor executivo do longa. Segundo o portal Mirror UK, Kossakovsky se desculpou e explicou a situação durante uma rodada de perguntas e respostas.

Confira:

Vale lembrar que Joaquin Phoenix estaria negociando um contrato de US$ 50 milhões para interpretar o Coringa em mais dois filmes, segundo o site Daily Mirror.

A fonte afirma que os roteiros das duas sequências já estão sendo escritos e que Joaquin estaria “bastante engajado” com a produção.

A ideia da Warner Bros é lançar os novos filmes em 2022 e 2024.

 Você gostaria de uma sequência do filme?

‘Grey’s Anatomy’: Scott Speedman entra para o elenco regular da 18ª temporada

Um velho conhecido dos fãs de ‘Grey’s Anatomy‘ está de volta! O astro Scott Speedman agora fará parte do elenco regular da produção, nesta 18ª temporada. A novidade foi confirmada pela revista EW.

O episódio inaugural do mais novo ciclo, que teve a sua estreia na noite da última quinta-feira (30) nos Estados Unidos, foi marcado pela inesperada aparição do belo Dr. Nick Marsh (Speedman).

Enquanto Meredith estava em viagem no estado de Minnesota, ela acabou esbarrando em Marsh, reacendendo uma fagulha entre os dois. Ainda é incerto dizer se um futuro romance entre ambos acontecerá, mas o retorno do ator para os novos episódios sugere que muita coisa ainda pode rolar!

Vale lembrar que a atriz Abigail Spencer retornará em caráter recorrente na 18ª temporada também.

A atriz interpreta a Dra. Megan Hunt, que passou por uma complicada cirurgia no abdômen, após ter sido gravemente ferida em missão no Iraque. A personagem se reuniu com seu amor perdido, Nathan Riggs, com quem se mudou para a Califórnia com seu filho adotivo Farouk.

Kate Walsh e Kate Burton também retornam como a Addison e a finada Ellis, respectivamente.

Confira o cartaz oficial do novo ciclo:

Criada pela Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Krista Vernoff.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Jesse Williams, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Kim Raver, Greg Germann, Jake Borelli, Chris Carmack, Richard Flood e Anthony Hill.

Filme de SUSPENSE contado da perspectiva do FANTASMA estreia no Prime Video; Vale a pena?

Cômodos espaçosos e amplos, vazios de significado e de móveis, logo se transformarão em um claustrofóbico e sombrio cenário. Sob uma ótica intimidadora, Steven Soderbergh adentra essa casa, marcada por janelas extensas e que destacam o quão arejado cada ambiente de fato é. Mas nem toda corrente de ar é capaz de aliviar a pesada atmosfera que rodeia essa família. Diante de duas perdas dolorosas, ela tenta se reconstruir em um outro lar, na tentativa de deixar o velho para trás, a fim de abraçar o novo. Mas os problemas nunca se vão e agora ganham uma outra dimensão em Presença – que acaba de estrear no catálogo do Prime Video.

Assista ao trailer:

Steven Soderbergh não é do tipo que mergulha na ficção sobrenatural em seus trabalhos. Com uma cartela de filmes marcada por longas tão díspares entre si como Magic Mike, Contágio, Traffic e Onze Homens e um Segredo, o aclamado cineasta passeia pelos gêneros mais diversos, mas nunca ousara flertar com aquilo que o trouxe para Presence. Mas, impressionantemente, seu grande retorno ao Festival de Sundance 35 anos depois do lançamento de Sexo, Mentiras e Videotape é de fato uma admirável e atípica surpresa. Aqui, Chloe é assombrada pelas memórias da misteriosa morte de sua melhor amiga. Traumatizada, ela crê que seu espírito habita nesse novo lar.

Seu trauma nem de longe é o único. Conforme conhecemos essa diferente família, mais percebemos a dimensão de suas próprias rachaduras, profundas demais para serem curadas com uma mera mudança de casa ou de ares. E dentro desse único ambiente – que deveria simbolizar o novo – mágoas antigas e frustrações do passado mal resolvidas começam a florescer e criar raízes profundas, tomando as paredes de cada cômodo e sufocando cada membro dessa complicada família. E sob o formato POV (Point of View), Soderbergh faz de seu mais recente longa uma experiência sufocante, claustrofóbica e intimidadora.

Conduzindo a direção de maneira certeira e autoral, o aclamado cineasta opta por filmar Presença unicamente em planos sequência. Cada momento em especial é fruto de uma hábil arquitetura visual e de performances muito bem coreografadas e posicionadas, garantindo que os ousados ângulos do diretor sempre captem a soturna e tensa atmosfera da cena. Dispondo seus protagonistas de maneira que tenhamos a visão clara do primeiro, do segundo e do terceiro plano, ele entrega um filme muito bem ajustado, que nos coloca nas lentes de sua câmera, como aquele espectador invasivo e observador que analisa cada movimento, cada expressão facial e cada sinistro silêncio.

A escolha de fazer Presença como um filme episódico, em que cada plano sequência se encerra com cortes secos que funcionam como um ponto final da cena, transforma o filme em uma experiência cinematográfica ainda mais intrigante. Aqui, somos conduzidos pelo mistério e pelo estranho sobrenatural que é pouco explorado até a chegada de seu clímax. E explorando a ideia de trauma em suas diversas esferas e dimensões, o roteirista David Koepp consegue nos envolver nessa inesperada catarse, trabalhando seus protagonistas com brilhantismo e permitindo que eles se desenvolvam em tela com fluidez e vivacidade.

Dentro disso, Callina Liang assume o papel mais complexo, dialogando diretamente com as lentes de Soderbergh. Desenvolvendo uma relação particular com a câmera, em virtude da complexidade de sua personagem, ela surpreende com sua intensidade e angústia. Sua performance ainda é acompanhada pelo sempre ótimo trabalho de Lucy Liu e Chris Sullivan, que vivem um casal em crise. E com uma reviravolta absolutamente arrebatadora, que surge como um estrondo em meio ao mais absoluto silêncio, Presence é Steven Soderbergh em sua melhor forma criativa. Nos deixando à deriva com um final dúbio e confuso, o diretor faz de seu retorno ao Festival de Sundance um statement de que aquele mesmo jovem talentoso de 1989 ainda existe e tem ótimas histórias para contar.

‘The Walking Dead’: Midseason da 8ª temporada foi o menos assistido desde a 2ª Temporada

The Walking Dead está passando por um momento delicado de baixa audiência nos EUA e “How It’s Gotta Be”, o midseason finale da 8ª temporada, chocou ao colocar a vida de Carl em perigo (Chandler Riggs), porém, a audiência não impressionou.

De acordo com dados da Nielsen, o episódio não aumentou os números da temporada atual: foi assistida por 7,9 milhões de espectadores nos EUA, tornando-se o midseason finale menos assistido desde 2011. Para referência “Pretty Much Dead Already”, da 2ª temporada, teve apenas 6,6 milhões de espectadores.

A série retorna em 11 de fevereiro de 2018. Assista a prévia do próximo episódio:

[SPOILERS]

As diversas teorias afirmando que um personagem querido morreria no mid-season da 8ª temporada se confirmaram, e vimos Carl, vivido pelo ator Chandler Riggs, encerrando seu arco na série.

Apesar do ator expressar interesse em ir para a faculdade, e seu pai ter postado uma mensagem aleatória de “obrigado” para a série, parece que a saída não foi tão amigável.

O pai de Riggs foi até as redes sociais criticar o showrunner Scott M. Gimple por ter demitido seu filho da série.

“Assistir a Gimple demitir meu filho duas semanas antes de seu aniversário de 18 anos, depois de dizer a ele que eles o queriam na série pelos próximos três anos, foi decepcionante. Nunca confiei em Gimple ou na AMC, mas Chandler confiava. Eu sei o quanto ele ficou magoado. Mas sabemos como temos sido sortudos por termos participado disso tudo e apreciamos todo o amor dos fãs ao longo desses 8 anos”, afirmou.

 

‘The Walking Dead’: Andrew Lincoln fala sobre AQUELA cena do último episódio

No mês passado, Riggs postou uma série de links sobre matérias que abordavam o rumor da morte de Carl, com o ano de publicação ao lado e a mensagem: “Rindo muito vocês todos acham que irei morrer todo ano.”

BOMBA! 8ª Temporada de ‘The Walking Dead’ pode ter morte de [SPOILER]

‘The Walking Dead’: Ator fala sobre morte dramática da 8ª temporada [SPOILER]

‘The Walking Dead’: Internet reage à triste morte de [SPOILER]

The Walking Dead‘ finalizou a primeira parte da oitava temporada com uma das mais mortes mais impactantes. Quem deixa a série desta vez é o personagem Carl.

O fatídico momento pode ser revisto, em um vídeo compartilhado por um fã da produção.

Confira:

Conheça os próximos lançamentos da Paris Entretenimento

Depois de se consolidar como a produtora que mais realizou longas-metragens no Brasil entre 2016 e 2017, com dez títulos exibidos em circuito comercial, a Paris Entretenimento planeja para 2018 um crescimento de 100% em número de produções.

O ano começou aquecido, com outros sete longas de ficção, dos mais diversos gêneros, já em andamento: O Doutrinador, filme de super-heróis rodado no início do ano e com estreia prevista para setembro; as comédias Minha Irmã e Eu, com Ingrid Guimarães e Tatá Werneck, e ‘Dois Mais Dois’; além do infanto-juvenil ‘Adeus Inocência’, que junta Maísa Silva e Larissa Manoela no elenco; o infantil Detetives Do Prédio Azul 2;Tudo Bem no Natal Que Vem, previsto para as férias de fim de ano; e Meu Nome É Gal, cinebiografia da cantora Gal Costa.

Ainda sobre a distribuidora, dos cinco maiores filmes da história do cinema nacional, três foram distribuídos pela Paris Filmes:Nada a Perder, Os Dez Mandamentos e Minha Mãe é Uma Peça 2, além de distribuir diversos sucessos internacionais.

Confira alguns dos principais lançamentos nacionais até 2019:

O Doutrinador:

Depois de se desiludir com a carreira policial e ver a filha morrer atingida uma bala perdida, o agente especial da polícia federal Miguel Montesanti cria um plano ambicioso: matar, um por um, símbolos da corrupção brasileira. Usando uma marcante máscara de gás para proteger sua identidade, Miguel passa a ser O Doutrinador, um antiherói controverso que irá despertar a fúria dos corruptos, mas que ganhará notoriedade frente à população.

Direção: Gustavo Bonafé | Lançamento: 6 de setembro de 2018

Detetives Do Prédio Azul 2:

Pippo, Bento e Sol participam de um concurso musical com sua banda. A invejosa Berenice, bruxa-mirim sobrinha da síndica Leocádia, faz de tudo para sabotar os rivais e ganhar a competição, porém acaba desaparecendo junto com outros participantes. Os detetives decidem investigar até que encontram uma pista: um convite para a Expo-Bruxo na Itália. O trio então embarca para o velho continente e começa a investigar os irmãos Máximo e Mínima Buongusto, jurados do concurso.

Direção: Pedro Henrique Motta | Lançamento: Janeiro 2019 (previsão)

Adeus Inocência:

Bel (Maisa Silva) sonha em ser famosa na internet, mas não consegue emplacar seu canal no YouTube. Quando as eleições do grêmio estudantil da sua escola são abertas, ela encontra a oportunidade perfeita para se lançar como blogueira politizada — ainda que não saiba absolutamente nada sobre o assunto. Ao ser eleita, ela vai ganhando não só seguidores, mas também responsabilidades. Para completar, Bel precisa lidar com conflitos familiares crescentes, como as brigas entre o pai e a madrasta, as revelações da irmã mais velha, e a perseguição da irmã mais nova, que também quer pegar carona na fama dela.

Lançamento: 2019

Tudo Bem no Natal Que Vem:

Jorge passou a vida inteira dividindo seu aniversário com a data comemorativa mais importante do ano. Ele cresceu fazendo de tudo para evitar o natal, mas não é tão fácil fugir da festa quando se tem dois filhos pequenos e uma esposa disposta a fazer um almoço comemorativo para a família inteira. Ao tentar consertar a instalação elétrica da casa para acender a decoração natalina, Jorge toma um choque fortíssimo e apaga. Ele então acorda no dia de natal do ano seguinte, vivendo o inferno da comemoração em família outra vez. Ele dorme, acorda, e é natal de novo. E de novo. E de novo.

Direção: Paulo Cursino | Lançamento: Dezembro 2018 (previsão)

Minha Irmã e Eu:

Atualmente, o sertanejo é o gênero musical mais popular do Brasil e a presença de mulheres nesse meio tem crescido a cada ano, preenchendo a falta de representação que o público feminino sentia em relação ao gênero. Agora, artistas como Marília Mendonça e Simone & Simaria falam de forma direta e divertida sobre ser traída e se vingar do ex, encher a cara, beijar quem tiver vontade e curtir a noite com as amigas sem dar satisfação para ninguém. É nesse universo irreverente e popular que se passa o filme Minha Irmã e Eu, comédia em que Ingrid Guimarães e Tatá Werneck vivem as irmãs Glaucia e Jailde, uma dupla sertaneja de origem pobre que ganhou os palcos de todo o Brasil.

Lançamento: 2019

Meu Nome É Gal:

Gal Costa é uma das maiores intérpretes da música brasileira, referência estética e comportamental em um Brasil oprimido pela ditadura militar. Mencionada por João Gilberto e Caetano Veloso como a maior cantora do Brasil, caracterizada por seu vigor e voz cristalina. Conhecida como diva do desbunde, foi símbolo sexual e musa do Tropicalismo. Atravessa as décadas se reinventando em estilos diversos, mantendo seu talento singular. Conhecida mundo afora com o espetáculo ‘Fatal’, impressiona com sua presença de palco e sua poderosa voz. O longa biográfico fará o recorte da adolescente que cantava com uma panela de feijoada na cabeça em Salvador, à explosão como musa máxima do Tropicalismo até a consagração da maior e mais popular voz do Brasil.

Direção: Lô Politi e Dandara Ferreira| Lançamento: 2019

A Dama da Liberdade:

‘A Dama da Liberdade’ é uma adaptação cinematográfica do livro homônimo de Kléster Cavalcanti, jornalista desde 1994 e com passagens por veículos como Veja, IstoÉ e Estadão. Este é o quinto livro publicado de Kléster, que já conquistou – entre outros prêmios – três Jabutis, a mais importante premiação literária do Brasil. A história do filme é uma livre adaptação da vida de Marinalva Dantas que, desde 1995, dedica sua vida à libertação de escravos e regulamentação das condições de trabalho no Brasil.

Lançamento: 2019 (previsão)

Crítica | Como Treinar o Seu Dragão 3 – O Encerramento perfeito da melhor trilogia do Século XXI

O último capítulo da trilogia Como Treinar o Seu Dragão chega aos cinemas no dia 17. Embalados pelo sucesso do segundo filme e agora distribuídos pela Universal Studios, Soluço e Banguela retornam em uma aventura sobre amadurecimento e amizade.

Lançado em 2010, Como Treinar o Seu Dragão conseguiu contar uma história original e muito bem-feita. Comandada por Dean DeBlois, um dos responsáveis por Lilo & Stitch (2002), o filme mostra amigos de raças diferentes unidos por sua insegurança perante o mundo. Juntos, eles descobrem qualidades antes impensáveis. Soluço se liberta das amarras sociais que o prendiam na timidez e escondiam seu talento. Banguela não precisa mais ser o monstro ameaçador que todos esperam que ele seja.

Diante dessa nova forma de encarar o mundo, a dupla enfrenta um desafio ainda maior em Como Treinar o Seu Dragão 2 (2014): a perda. Explorando novas áreas, a dupla encontra um paraíso de dragões comandado por Valka, a mãe perdida de Soluço. Com a família mais uma vez junta, o jovem cria expectativa de uma nova realidade. Seus sonhos, porém, são jogados por água abaixo pelo terrível Drago Sangue-Bravo (Djimon Hounson).

Agora, cavaleiro e dragão se veem com a difícil missão de comandar a aldeia viking. Situado um ano após os eventos do filme 2, Como Treinar o Seu Dragão 3 encerra com chave de ouro a melhor trilogia animada do Século XXI!

A trama é bem simples, mas direta em sua mensagem: crescer é necessário. Não importa se você é uma pessoa normal ou um cavaleiro, a vida sempre vai te cobrar decisões adultas. E o filme passa isso de forma bem orgânica. Aliás, esse é um grande mérito da franquia. Por mais que seja uma época distante, os personagens são mega atuais. E acompanhá-los por quase uma década cria um sentimento muito forte da relação público-personagem.

A grande ameaça da vez é Grimmel (FMurray Abraham), o Caçador responsável por exterminar quase todos os Fúrias da Noite do mundo – quase, porque sim, Banguela é o último Macho da espécie. Junto a ele, há a chegada de um novo dragão, a Fúria da Luz. Uma versão feminina do Banguela, que logo mexe com o coração e a atenção do dragão. O grande conflito, afinal, acaba por ser entre Soluço e Banguela. É justo que o Alpha dos dragões viva confinado a Soluço unicamente pela relação de amizade deles? É hora de deixá-lo ir? Essa incerteza faz a trama rodar e dá aos fãs uma angústia enorme.

O elenco de apoio continua muito bem, mas como diz o nome, são apenas apoio. Estão ali para interferir em alguns momentos importantes e para fazer as usuais gracinhas, características da franquia.

A direção de Dean DeBlois é incrível e se autorreferencia o tempo todo. Ele usa planos consagrados nos filmes anteriores e traz alguns novos lindíssimos. Uma das cenas mais bonitas da trilogia está neste filme. É nítido o carinho dele pelos personagens e uma obra que trate suas peças com tanto amor e esmero merece ser exaltada.

Como Treinar o Seu Dragão 3 é uma ode magnífica ao universo baseado nos livros de Cressida Cowell e uma bomba de emoções. Promete agradar a públicos de todas as idades, mas em especial aos fãs da franquia. Merece DEMAIS ser assistido no cinema mais próximo.

Como Treinar o Seu Dragão 3 estreia em 17 de janeiro de 2019.

Psicólogo explica porque Arthur Fleck e Coringa não são a mesma pessoa

Desde sua estreia, ‘Coringa’ tem sido o filme mais comentado nas redes sociais. Com mais de dois milhões de público, o espectador brasileiro já se deu conta de que o filme não é mero entretenimento; ao contrário, é uma história que precisa ser debatida, conversada e explicada por diversos vieses, afinal, a densidade com que os temas são abordados no longa de Todd Phillips são muito impactantes.

Na tentativa de esclarecer alguns dos pontos principais do longa, nós do CinePOP estamos fazendo uma série de matérias especiais abordando várias áreas de conhecimento. Hoje convidamos o psicólogo clínico e mestre em psicopedagogia Mario Dias para conversar sobre os pontos mais conflitantes de ‘Coringa’ e o quanto a construção desse personagem está diretamente ligada à nossa realidade.

Primeiramente, é importante observarmos o condicionamento de Arthur Fleck, pois logo na abertura do longa ficamos sabendo que ele tem uma espécie de distúrbio, que o faz não possuir controle sobre sua risada marcante e incômoda.

Sobre isso, Mario Dias comenta que “as causas orgânicas, por vezes minúsculas, podem ser a base de muitos distúrbios de personalidade, como a sociopatia e psicopatia – dois diagnósticos prováveis para o Coringa. Se os problemas mentais de Arthur têm um fundo orgânico, como uma má formação congênita no cérebro ou um desequilíbrio químico, torna-se possível que ele tenha respostas incomuns a situações de estresse. As risadas seriam de fato incontroláveis e possivelmente intratáveis. O mesmo podemos dizer da personalidade do Coringa, pois se esta é fruto de um problema orgânico, ela acabaria aparecendo mais cedo ou mais tarde. Uma pessoa pode responder a situações de conflito de maneiras inusitadas, com risos ou gargalhadas diante de fortes gatilhos. Não sendo uma condição psicológica ou psiquiátrica, o mais provável é que estas respostas sumam ou amadureçam com o tempo”.

Para além do filme, o terapeuta ressalta que “caso as risadas tenham origem em desvios, elas podem sim ser tratadas, mas cada caso precisa ser avaliado, pois não existe uma fórmula mágica que possa ser aplicada a todos de maneira uniforme”.

Ainda sobre a questão do riso, destacamos que Penny Fleck, mãe de Arthur, é a pessoa que sempre pede para que ele seja feliz, que coloque um sorriso no rosto. No filme anterior, com Heath Ledger, essa exigência já tinha sido apontada. Essa pressão familiar e social contribuiria, então, para uma positividade tóxica?

O psicólogo responde: “sim existe uma positividade tóxica. Talvez não como você imagine. O conflito é inerente à natureza humana, não existe relação afetiva sem que haja conflito. Entender que os conflitos existem e que muitos não podem ser evitados faz parte do nosso crescimento emocional. Pessoas extremamente felizes podem estar em episódios maníacos, que podem ser entendidos como o oposto diametral da depressão. Os episódios maníacos levam a comportamentos preocupantes, como a adição, conflitos sociais, busca por situações de risco, descontrole financeiro, percepção de grandiosidade e, em alguns casos, uma ilusão de invulnerabilidade”.

Tudo isso nos leva a pensar que o controle constante das próprias emoções e uma Gotham que não o insere em seu meio leva o personagem Arthur Fleck ao que a psicologia chama de ponto de ruptura.

Sobre isso, Mario Dias salienta que “apesar da pauta do filme ser um drama sobre um personagem de quadrinhos, ela se baseia fortemente em situações reais de estresse e conflito, portanto, a ruptura – como você aponta e como acontece no filme – é bem próxima do que podemos encontrar na “vida real”. De uma forma geral, os personagens da galeria de vilões de Batman, assim como o próprio Homem-Morcego, têm origens bem próximas das tragédias comuns, que infelizmente encontramos diariamente trabalhando com a saúde mental. O ponto de ruptura é individual. Problemas que me afetam profundamente podem ser rotineiros para você ou outra pessoa. Não existe um índice que possa servir de marcador para identificar acúmulo de sofrimento. Estresses diários, conflitos emocionais constantes, problemas no trabalho ou até mesmo um incidente insignificante, como perder um objeto, podem disparar as mais diversas reações. Tudo depende do investimento emocional de cada um. Contudo, existe uma questão ainda mais importante: devemos nos perguntar se Arthur Flecker já nasceu sendo o Coringa. Se este for o caso, não poderíamos fazer nada, ele se tornaria o vilão independentemente de amor ou carinho”.

Outro ponto que anda sendo comentado acerca este e outros filmes recentes de super-heróis é sobre uma possível romantização dos vilões, algo que muitas pessoas têm se incomodado por se verem sentindo empatia por sujeitos que deveriam ser odiados. Uma vez que os vilões são personagens necessários para a construção de certas narrativas, o psicólogo Mario Dias aprofunda a questão, apontando que “dizer que o Coringa é um vilão e ignorar os abusos cometidos pelo Batman em sua cruzada contra o crime é igualmente problemático. Claro que o resultado final da narrativa sempre favorece o herói, mas porque estamos falando de histórias. Não existe uma linha clara entre heróis e vilões na nossa realidade. O filme narra uma história de conflitos e angústias, e escolhe como protagonista um vilão notório”.

O terapeuta ainda ressalta que esta abordagem não é inédita no cinema, e levanta outros filmes em que o artifício foi utilizado. “Será que nós estaríamos discutindo isso se o filme fosse sobre um personagem inédito? Criado especificamente para esse roteiro? O Coringa líder anarquista da obra de Todd Phillips é essencialmente diferente dos personagens de Edward Norton e Brad Pitt em ‘Clube da Luta’? Um filme que descreve um personagem com problemas psicológicos, que cria uma personalidade nova para guiar um grupo de anarquistas? Não…. mas ninguém aponta Norton e Pitt como vilões do filme. Scar, Darth Vader, Goldfinger são vilões famosos e romantizados, sem os mesmos problemas. Por isso, penso que devemos nos perguntar se nós como sociedade não estamos mais doentes e com medo dos problemas que estamos criando a ponto de precisar criar um problema literalmente fictício para nos distrair dos problemas reais”.

Por esse caminho, podemos começar a entender que Arthur Fleck e Coringa não seriam, ao fim, a mesma pessoa. “O Coringa é uma resposta dissociativa, uma defesa, uma personalidade mais forte que a de Arthur Fleck, mais adaptada à realidade em que eles viviam”, explica o psicólogo. “Para conseguir sobreviver ao caos, ele opta por uma personalidade próxima à sociopatia, que pode ser entendida como a resposta emocional de inconformidade violenta às normas sociais. Como sociopata ele se sente livre para matar e mudar o mundo em que vive”.

Mario Dias destaca que existe um elemento dissociativo no Coringa de Joaquin Phoenix: ‘quando ele vira o Coringa, ele deixa de rir de forma assustadora em situações de estresse. O riso desconfortante vira a dança, que pode ser entendida como o controle do corpo e do entorno. O Coringa dá a Arthur Fleck a liberdade e o controle emocional que ele precisava, mas o faz, em última análise, de forma caótica e pouco construtiva”.

Tudo isso nos leva à questão: será que toda essa construção não teria tornado o filme ‘Coringa’ um filme tóxico? “É primordial entender que todos temos um limite, seja físico, cognitivo ou emocional. Conhecer estes limites nos ajuda a buscar ajuda e, com isso, evitar situações mais trágicas”, comenta o psicólogo. “Coringa é um filme impactante, pois surpreende transformando um personagem de quadrinhos em um anti-herói. Ninguém esperava que ele fosse tão realista, e isso assustou a crítica, que ficou sem ter como descrever a obra”.

O problema sobre este filme residiria, então, em nossa sociedade, na forma como estamos recebendo este ‘Coringa’. Mas isso é assunto para nossa próxima matéria.

‘Nós’: Diretor explica o bizarro e sensacional trailer do terror

Ontem tivemos o lançamento do primeiro trailer do novo terror de Jordan Peele, diretor do sucesso ‘Corra!’.

De tom bastante enigmático, o trailer pode não ter sido compreendido por muita gente e, felizmente, o diretor já havia dado um breve contexto que pode facilitar o entendimento de ‘Nós‘.

Confira:

“Foi muito importante para mim ter um filme de terror centrado em uma família negra. Mas também é importante afirmar que, ao contrário de ‘Corra!’, ‘Nós’ não se trata sobre raça. É algo que vejo como uma verdade inegável. O simples fato de que somos nossos piores inimigos.”

Veja o trailer abaixo:

Na trama, “Uma mãe e um pai levam seus filhos para a casa na praia esperando relaxar e se divertir com seus amigos. Mas quando a noite cai, a serenidade se transforma em tensão e caos após visitas chocantes aparecerem sem convite.”

O elenco conta com Lupita Nyong’oDuke Nicholson, Evan Alex, Madison Curry, Cali Sheldon, Noelle Sheldon,  Tim Heidecker,Yahya Abdul-Mateen II, Anna Diop Shahadi Wright Joseph.

O terror chega aos cinemas americanos em março de 2019.