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‘Matrix 2 e 3’, ‘O Senhor dos Anéis’, ‘Kill Bill’ e os Filmes MAIS POPULARES que Completam 21 ANOS

Podemos dizer que a década de 2000 foi dominada por franquias multimilionárias do cinema, ainda hoje muito presentes na cultura pop. Por exemplo, foi logo em 2001 que a magia e fantasia voltavam em grande estilo às telonas com ‘O Senhor dos Anéis‘ e ‘Harry Potter‘. Os super-heróis também começaram a caminhar para chegar ao auge que o subgênero se encontra hoje, primeiro com ‘X-Men‘ (2000) e depois com ‘Homem-Aranha‘ (2002). Depois disso, a porteira foi aberta para uma verdadeira enxurrada chegar.

E quando voltamos 21 anos no passado, você lembra quais filmes viu naquela época? Certamente deve lembrar da “Matrix-mania” que dominou os cinemas. Ou quem sabe a badala sangrenta de Quentin Tarantino se enveredando pelo mundo das artes marciais. Um que certamente jamais esqueceu foi o pirata “171” hilário de Johnny Depp numa franquia surpresa da Disney. Bom, chega de dar prévias e sem mais delongas, vem lembrar com a gente o que de mais popular ganhávamos nos cinemas há 21 anos, e diga se você lembrava de todos. Confira abaixo.

10) Encontros e Desencontros – 478 mil votos

O mais interessante destas listas de filmes populares no IMDB é perceber o quão ecléticas elas são. Assim, os maiores blockbusters milionários ficam lado a lado com produções cult bem menores, mas que igualmente despertaram o amor dos cinéfilos. É isso que é levado em conta aqui, o quão no gosto dos fãs essas produções caíram, independente de seu tamanho. Assim, o pequeno drama independente de Sofia Coppola, que revelou Scarlett Johansson e indicou Bill Murray ao Oscar estreia a lista em décima posição.

09) Simplesmente Amor – 511 mil votos

Outra produção que se mantém longe de ser um blockbuster, mas que ano após ano encanta mais espectadores, e já se tornou uma pedida indispensável para o Natal. ‘Simplesmente Amor’ talvez seja um dos filmes definitivos sobre a época, contando diversas tramas, todas passadas na Inglaterra (o lugar dos sonhos quando pensamos nesse período do ano) e envolvendo histórias sobre amor das mais variadas. No elenco, nomes como Hugh Grant, Emma Thompson, Colin Firth, Liam Neeson e Keira Knightley.

08) Matrix Revolutions – 535 mil votos

Há 21 anos, o mundo do cinema era invadido pela chamada “Matrix-mania”. Certamente, todos que tinham idade suficiente jamais esquecerão. Após o sucesso cult do filme original em 1999, que cresceu vertiginosamente depois de seu lançamento em home vídeo e DVD (sendo um dos fenômenos que impulsionou a mídia no mundo), ganhávamos não uma, mas duas continuações de ‘Matrix’ no mesmo ano. Uma lançada no meio de 2003 e outra no final. Aqui temos o desfecho da trilogia, com um encerramento agridoce, que deixou muitos fãs com gosto amargo na boca, por considerarem o fim da história de Neo e seus companheiros na luta contra as máquinas, um bad ending.

07) X-Men 2 – 568 mil votos

A década de 2000 foi importantíssima para o subgênero dos heróis de quadrinhos. Antes disso, nenhum estúdio confiava no material como fonte de uma superprodução rentável. Inimaginável, não é? Pois bem, dois filmes serviram para mudar esse jogo. Primeiro, ‘X-Men’, de Bryan Singer. E depois ‘Homem-Aranha’, de Sam Raimi. E não teve época melhor para ser fã do que o início dos anos 2000. Nessa mesma leva, surgia a continuação melhor e maior de ‘X-Men’, onde Singer teve carta branca para deixar a imaginação fluir de verdade. Não é à toa que grande parte o considera um filme superior ao seu original.

06) Oldboy – 618 mil votos

Se olharmos no dicionário o significado da palavra “cult”, certamente veremos uma foto de ‘Oldboy’ ao lado exemplificando. Brincadeiras à parte, o complexo longa sul-coreano de Park Chan-Wook retornou aos cinemas em 2023, comemorando seu tão merecido aniversário de 21 anos. Nem mesmo o remake do “fera” Spike Lee chegou perto do brilho do original, para sentirmos o quão específico o filme é, e fazer valer a máxima do “capturar um raio na garrafa duas vezes”. É quase impossível.

05) Matrix Reloaded – 620 mil votos

Acima eu citei que há 21 anos o mundo do cinema parava para ‘Matrix’ passar. Foi impossível fugir da ‘Matrix-mania’. E a primeira sequência a chegar foi este ‘Reloaded’, que continuou a explodir nossas cabeças com seus conceitos de filosofia, ficção e kung fu, além de apresentar novas cenas e coreografias alucinantes, novos personagens e efeitos ainda mais espetaculares. Mas, para os que não gostam de filmes que não possuem final, a década de 2000 foi craque em criar narrativas que não eram concluídas em apenas um filme. E ‘Matrix Reloaded’ foi mais uma destas.

04) Procurando Nemo – 1 milhão e 92 mil votos

Agora damos um pulo grande em popularidade, não que os itens acima não sejam populares. Mas ‘Procurando Nemo’ explodiu de uma forma sem precedentes, e fazia as animações da Disney entrarem uma nova fase no “queridômetro” dos fãs. A história do peixinho palhaço com uma nadadeira deficiente, que se perde, e principalmente de seu pai herói que cruza o oceano para reencontrá-lo, emocionou pais e filhos pelo mundo – além de ser um verdadeiro espetáculo visual na época. A graça mesmo foi a personagem Dory, a peixinha esquecida.

03) Kill Bill: Volume 1 – 1 milhão e 168 mil votos

Quentin Tarantino é um dos diretores mais queridos dos fãs na atualidade. Sem dúvida é um favorito deste que vos fala. Ninguém cria diálogos como os de Tarantino. O cineasta é um cinéfilo de carteirinha, e adora enfiar centenas de referências em seus filmes, que muitas vezes nem todos irão pescar. Afinal, algumas são de produções bem obscuras. Há 21 anos, depois de ter homenageado o cinema de mafiosos e a blaxploitation dos anos 1970, o diretor resolvia entregar uma carta de amor às produções asiáticas de kung fu, e para isso criou uma história de vingança belíssima e a dividiu em dois filmes.

02) Piratas do Caribe – 1 milhão e 184 mil votos

Agora chegamos a um dos personagens mais populares da década de 2000. Quando foi contratado para viver o pirata Capitão Jack Sparrow, nem mesmo o astro Johnny Depp poderia prever o que o filme e seu personagem se tornariam junto à cultura pop. Depp arriscou e resolveu interpretar o que deveria ser um protagonista heroico e intrépido, de forma cambaleante, bêbada e até de certa forma, afeminado. O ator diz ter se inspirado em Keith Richards, guitarrista dos Rolling Stones, que, não por acaso, participou das continuações no papel do pai do sujeito salafrário. Depp foi inclusive surpreendido com uma indicação ao Oscar e quatro sequências do filme.

01) O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei – 1 milhão e 934 mil votos

Mas não tem jeito. Por mais que ‘Piratas do Caribe’, ‘Matrix’ dois e três, ‘Procurando Nemo’ e ‘Kill Bill’ sejam filmes extremamente populares e ainda muito queridos, a década de 2000 pertence a uma franquia acima de todas as outras. “Uma franquia para governar todas as outras”. E essa franquia é ‘O Senhor dos Anéis’. Um filme gigantesco, dividido em três, a saga chegava ao fim há 21 anos, com o longa que papou tudo no Oscar daquele ano. Bem, chegava ao fim entre aspas, pois a franquia ainda está muito viva na cultura pop, seja com mais uma trilogia, ‘O Hobbit’, ou com a série na Amazon Prime Video.

‘Last Man Standing’: Novo trailer afirma que a série foi “cancelada por idiotas”

Um ano depois de ter sido cancelada pela ABC, a série ‘Last Man Standing‘ foi resgatada pela emissora Fox. O novo trailer faz piada sobre o cancelamento, chamando os envolvidos de “idiotas”.

Confira:

Recentemente, foi anunciado que Molly Ephraim e Flynn Morrison, que interpretavam a filha e neto do personagem de Tim Allen, respectivamente, optaram por não retornar para a sétima temporada. Ambos papéis serão reescalados.

Grande parte do elenco original, no entanto, estará de volta, incluindo Tim Allen, Nancy TravisJonathan Adams, Amanda Fuller, Christoph Sanders e Jordan Masterson. A emissora ainda não divulgou um showrunner.

“Eu não poderia estar mais grato aos fãs que fizeram petições e continuaram com a paixão e incrível suporte pela série,” disse Allen em uma declaração. “[…] E a Fox não só escutou aos fãs, como também terá a ousadia de trazer ‘Last Man Standing’ de volta.”

 A decisão parece estar ligada a uma tentativa de reiniciar o bloco de comédias live-action, considerando que a FOX cancelou praticamente todos os programas do gênero, incluindo ‘The Mick‘, ‘The Last Man on Earth‘ e ‘Brooklyn Nine-Nine‘; está última foi resgatada pela NBC.

‘The Rain’: 2ª temporada ganha trailer completo; Assista!

A Netflix divulgou o trailer completo da 2ª temporada da série dinamarquesa ‘The Rain‘.

Confira:

A segunda temporada será lançada na plataforma no dia 17 de maio.

Crítica | The Rain – Netflix lança ótima série pós-apocalíptica na pegada ‘The Walking Dead’

Criada por Jannik Tai Mosholt, Esben Toft Jacobsen e Christian Potalivo, a série teve excelente repercussão junto ao público global, incluindo os EUA, Reino Unido, Brasil, França e Alemanha, além da sua nativa da Dinamarca.

A trama se passa seis anos depois de um vírus mortal aniquilar quase todos os humanos na Escandinávia. Nesse cenário pós-apocalíptico, dois irmãos dinamarqueses juntam-se a um grupo de jovens sobreviventes para descobrir se um novo mundo já começou em outro lugar. Todos esperam ainda que o pai dos irmãos esteja em algum lugar com respostas.

O elenco conta com Alba August, Lynggaard Tønnesen, Mikkel Boe Følsgaard, Lukas Løkken e Jessica Dinnage.

Anne Rice está vendendo direitos de ‘As Crônicas Vampirescas’ em acordo milionário

De acordo com o Variety, a série ‘The Vampire Chronicles‘, baseada na saga literária da Anne Rice, não está mais em desenvolvimento com o Hulu.

O site afirma que os direitos da produção estão sendo vendidos para uma plataforma “maior” e o acordo envolverá direitos não só a série, como também para a produção de filmes.

“O novo acordo inclui tanto a saga das ‘As Crônicas Vampirescas’ quanto ‘As Bruxas Mayfair’, que atualmente pertencem à Warner Bros. O preço estipulado do acordo gira em torno de US$ 30-40 milhões, além de US$ 2.5 milhões para resgatar os direitos da Warner.”

Rumores apontem que a Paramount está entre os interessados.

A série está sendo desenvolvida por Anne Rice e seu filho Christopher Rice.

Vale lembrar que a saga já ganhou duas adaptações, incluindo o aclamado ‘Entrevista com o Vampiro‘ e ‘A Rainha dos Condenados‘.

‘Ratched’: Sarah Paulson divulga novo cartaz INCRÍVEL da série da Netflix

Através do seu Twitter, a atriz Sarah Paulson divulgou um novo cartaz incrível da vindoura Ratched, série da Ryan Murphy para a Netflix que serve como pré-sequência do clássico Um Estranho no Ninho.

Confira:

A produção tem estreia marcada para o dia 18 de setembro.

Em 1947, a jovem Mildred Ratched (Paulson) inciava sua carreira profissional no sistema de saúde mental. No entanto, com o decorrer dos anos ela passou de uma simples enfermeira para um verdadeiro monstro, realizando uma série de assassinatos.

O elenco também é composto por Sharon Stone, Cynthia Nixon, Jon Jon Briones, Charlie Carver, Judy Davis, Harriet Harris, Hunter Parrish, Amanda Plummer, Corey Stoll e Finn Wittrock.

Além de estrelar no papel homônimo, Paulson também assume o papel de produtora.

‘Chapelwaite’: Série baseada na obra de Stephen King ganha as primeiras imagens oficiais

A revista Vanity Fair divulgou as primeiras imagens oficiais da série ‘Chapelwaite‘, que é baseada no conto ‘Jerusalem’s Lot‘, de Stephen King.

Confira:

Ainda sem data anunciada, a série irá estrear em agosto no EPIX.

Adrien Brody (‘Predadores’) estrelará como o Capitão Charles Boone. Emily Hampshire (‘Schitt’s Creek’) interpretará uma personagem original, Rebecca Morgan.

A trama se passa na década de 1850 e segue o capitão Charles Boone, que muda com seus três filhos para a casa dos seus ancestrais, na pequena e aparentemente sonolenta cidade de Preacher’s Corners, Maine, depois que sua esposa morre no mar. No entanto, Charles logo terá que confrontar os segredos da história sórdida de sua família e lutar para acabar com a escuridão que tem atormentado os Boones por gerações.

Peter Filardi e Jason Filardi serão os showrunners.

O conto ‘Jerusalem’s Lot‘ foi publicado pela primeira vez em 1978, em uma coleção intitulada ‘O Turno da Noite‘, que reúne 20 histórias distintas. Anos depois, ele voltou a ser lançado como parte de uma edição ilustrada de ‘A Hora do Vampiro‘, sendo considerado uma espécie de prequel da clássica obra vampiresca.

‘No Looking Back’: Suspense russo cômico ganha trailer VIOLENTO; Assista!

O suspense russo ‘No Looking Back‘ ganhou o primeiro trailer.

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Kirill Sokolov é responsável pela direção.

Uma família disfuncional chega ao limite quando três gerações de mulheres se enfrentam.

O elenco conta com Aleksandr Yatsenko, Olga Lapshina, Anna Mikhalkova, Viktoriya Korotkova e Sofya Krugova.

O suspense ainda não possui previsão de lançamento.

‘Fairy Tale’: Universal Pictures vai adaptar o novo livro de Stephen King

De acordo com o Deadline, a Universal Pictures está desenvolvendo uma adaptação de ‘Fairy Tale‘, baseada no livro mais recente do mestre Stephen King.

Paul Greengrass (‘A Supremacia Bourne’) será responsável pela direção.

O site afirma que o projeto tinha despertado o interesse de diversos estúdios e serviços de streaming, mas a boa relação do cineasta Greengrass com a Universal foi fundamental para o fechamento do acordo.

Greengrass também irá escrever o roteiro e servir como produtor do longa.

Na trama…

Um jovem de 17 anos herda as chaves de um lugar aterrorizante onde o bem e o mal estão em guerra. Enquanto ele se aventura nas origens místicas da narrativa humana, os riscos podem acabar tendo consequências mortais – para esse novo mundo e para o nosso.

O projeto ainda não tem o envolvimento de uma distribuidora, mas o site afirma “a concorrência deve ser grande entre estúdios e serviços de streamings, que buscam propriedades intelectuais que podem ter um grande apelo global – especialmente nas mãos de um diretor talentoso como Greengrass“.

Sobre a adaptação, King declarou: “Sou um grande fã do Paul Greengrass, e acredito que ele foi uma escolha incrível para esse filme.”

Fairy Tale‘ é o livro mais recente do autor, que foi lançado no mês passado.

Nova série de SUSPENSE da criadora de ‘The OA’ é ADIADA por causa das greves em Hollywood

A FX adiou em três meses o lançamento da minissérie de suspense ‘A Murder at the End of the World‘, que foi criada por Brit Marling (‘The OA’).

Originalmente prevista para agosto, a produção foi adiada para novembro.

A decisão foi tomada em consequência à greve dos roteiristas e atores em Hollywood.

A série será estrelada pela Emma Corrin (‘The Crown’), que interpretará Darby Hart, uma detetive amadora da Geração Z, que tenta resolver um assassinato em um retiro isolado.

Confira as primeiras imagens da produção:

Brit Marling (‘The OA’) também participará o elenco, além de ser responsável pelo roteiro e direção da produção ao lado de Zal Batmanglij.

Na trama…

“Darby e 11 outros hóspedes são convidados por um bilionário recluso para participar de um jogo. Quando um dos convidados é encontrado morto, Darby deve lutar para provar que se trata de um assassinato antes que o assassino ataque novamente.”

O elenco ainda conta com Harris Dickinson, Alice Braga, Joan Chen, Raúl Esparza, Jermaine Fowler, Ryan J. Haddad, Pegah Ferydoni, Javed Khan, Louis Cancelmi, Edoardo Ballerini, Britian Seibert, Christopher Gurr, Kellan Tetlow, Daniel Olson e Neal Huff.

Conheça o ACLAMADO suspense do diretor que comandará o próximo ‘A Morte do Demônio’

Antes de ser contratado para dirigir o próximo filme da franquia ‘A Morte do Demônio‘, o diretor Francis Galluppi impressionou os produtores da saga com sua estreia diretorial.

O suspense ‘The Last Stop in Yuma County‘, que será lançado em VOD amanhã (10), conquistou impressionantes 97% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Na trama…

Enquanto espera o próximo caminhão de combustível em uma parada de descanso remota no Arizona, um jovem vendedor é colocado em uma situação perigosa após a chegada de dois ladrões de banco, que não irão hesitar em derramar sangue para saírem livres e com dinheiro desta situação complicada e mortal.

Confira o trailer:

Além de dirigir, Galluppi também assina o roteiro do longa.

O elenco conta com Jocelin Donahue, Barbara Crampton, Jim Cummings, Richard Brake, Faizon Love, Alex Essoe, Michael Abbott Jr., Sierra McCormick, Nicholas Logan, Sam Huntington, Connor Paolo, Robin Bartlett, Jon Proudstar, Ryan Masson e Gene Jones.

‘Meio Grávida’: Amy Schumer está HILÁRIA em clipe da nova COMÉDIA da Netflix

A Netflix divulgou um novo clipe de ‘Meio Grávida‘, comédia estrelada por Amy Schumer (‘Sexy por Acidente’).

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A produção será lançada no serviço de streaming no dia 5 de fevereiro.

Na trama, Lainy sonha em se casar e formar uma família. No entanto, quando tudo dá errado, ela decide usar uma barriga falsa, inventa uma mentira e acaba se apaixonando pelo homem de seus sonhos.

Além de Schumer, o elenco conta com Damon Wayans Jr., Jillian Bell, Will Forte, Brianne Howey, Chris Geere, entre outros.

Mulheres em sala de aula olhando atentamente.

Papel importante na 2ª temporada de ‘A Dona da Bola’ é REESCALADO

De acordo com o Deadline, o vencedor do Emmy Ray Romano (‘Raymond e Companhia’) foi confirmado no elenco da 2ª temporada de ‘A Dona da Bola‘, série de comédia esportiva estrelada por Kate Hudson.

O ator interpretará o treinador Norm Stinson, um gênio do basquete que se tornou um recluso social, que irá se unir com a Isla (Hudson) para redescobrir seu amor pelo jogo e pela vida.

Ele irá substituir Robert Townsend, que havia sido escalado originalmente para o papel. A mudança aconteceu por conta de uma “reformulação” do personagem, e as refilmagens já foram iniciadas.

Crítica | ‘A Dona da Bola’ – Série ‘nonsense’ da Netflix apresenta uma família disfuncional no comando de um time de basquete

Sem data de estreia, o próximo ciclo deve ser lançado apenas em 2026.

A série foi criada por Elaine KoMindy KalingIke BarinholtzDavid Stassen.

Quando um escândalo força seu irmão a resignar, Isla Gordon (Hudson) é nomeada presidente da famosa franquia de basquete de sua família em Los Angeles. Ela terá que provar que foi a escolha certa para o trabalho no mundo dos esportes dominado pelos homens.

Drew TarverScott MacArthurBrenda SongFabrizio GuidoToby SandemanChet Hanks e outros completam o elenco.

Zach Cregger afirma que ‘Resident Evil’ será o filme MAIS VIOLENTO de sua carreira

Em entrevista ao Empire Magazine, o diretor Zach Cregger (‘A Hora do Mal’) revelou que o próximo ‘Resident Evil‘ será o filme mais violento de sua carreira.

O cineasta ainda destacou não ter se sentido obrigado em incorporar mitologias pré-existentes, focando apenas em desenvolver um bom e divertido filme ambientado neste popular universo.

“Este definitivamente é o filme mais violento que eu já dirigi. Eu queria fazer algo realmente grotesco! Queria ultrapassar os limites. [O filme] é sinistro e brutal. É uma produção muito sangrenta.”

Ele completa, “A proposta deste filme não é focar na Umbrella Corporation e no funcionamento do T-vírus. A trama gira em torno de um cara comum enfrentando monstros. Não me importei em cumprir requisitos ou seguir fórmulas. A única coisa que me importava era contar uma história divertida. Pisamos fundo no acelerador logo aos oito minutos e não tiramos mais o pé dele.”

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de setembro.

Além de dirigir, Cregger assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

O elenco ainda conta com Zach Cherry (“Ruptura”), Kali Reis (“True Detective: Terra Noturna”) e Paul Walter Hauser (“O Caso Richard Jewell”).

A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produz o reboot junto com a PlayStation Productions.

Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.

Cena deletada de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ comprova a existência de Miles Morales no MCU

Uma cena deletada de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ comprovou a existência do personagem Miles Morales no Marvel Cinematic Universe.

O material, que havia sido divulgado recentemente na internet, já foi removido, mas traz o ladrão Aaron Davis (Donald Glover) aprisionado pelas teias do herói ao veículo que estava prestes a roubar. Na tomada em questão, ele liga para seu sobrinho, avisando que não poderia encontrá-lo. Ao longo da ligação, Davis o chama de Miles.

Vale relembrar que na cena em que Peter Parker se depara com o bandido e o interroga através de um sistema conectado ao seu uniforme, Davis menciona que queria proteger seu sobrinho. Para aqueles que desconhecem os quadrinhos, este personagem em questão interpreta o tio de Miles. A referência também foi confirmada no passado recente por Kevin Feige.

Miles Morales foi apresentado aos fãs de ‘Homem-Aranha‘ em 2011, como o sucessor afro-latino de Peter Parker.

A cena deletada estará na versão para DVD e Blu-Ray de ‘De Volta ao Lar’.


Crítica | Homem-Aranha: De Volta ao Lar é o filme ESPETACULAR que os fãs queriam (Nota: 9.0)

Crítica 2 | Homem-Aranha: De Volta ao Lar – É o filme do herói que você queria (Nota: 8.0)

 

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Intérprete do Escorpião sugere anúncio na Comic-Con

O ator Michael Mando, o intérprete do Escorpião em ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘, sugeriu um possível anúncio relacionado à sequência ‘Longe de Casa‘ na San Diego Comic-Con.

Em sua conta do Instagram, o astro compartilhou um trecho de uma das cenas pós-créditos do primeiro filme, que mostra o seu personagem em um diálogo sinistro com o Abutre, dentro da prisão.

Na publicação, ele afirma: ‘Vixe, eu realmente espero que o Homem-Aranha apareça na Comic-Con’.

Confira:

O principal vilão do filme será o Mystério (Jake Gyllenhaal), um dublê chamado Quentin Beck e especialista em efeitos especiais que se utiliza de seus conhecimentos práticos para realizar uma série de assaltos por Nova York. Em alguns deles, simulando os super-poderes do Homem-Aranha.

Além disso, Michael Keaton retorna como o Abutre em uma participação especial.

A direção será mais uma vez de Jon Watts. John Francis Daley e Jonathan Goldstein retornam para escrever o roteiro.

‘Homem-Aranha 2’: Herói ganhará novo traje, afirma figurinista

Homem-Aranha: Longe de Casa chega aos cinemas em 4 de julho de 2019.

 

‘Big Little Lies’: Madeline e Mary Louise trocam farpas em cena do 2º episódio; Assista!

A 2ª temporada de ‘Big Little Lies‘ já está em exibição e em seu segundo capítulo, exibido no último domingo (16), as coisas começaram a ficar ainda mais tensas entre Mary Louise (Meryl Streep) e as cinco mulheres de Monterey.

Cada vez mais desconfiada sobre a causa da morte de seu filho, Perry (Alexander Skarsgard), ela segue alfinetando Madeline (Resse Witherspoon), de quem ela desconfia completamente.

E a troca de farpas que rolou entre a dupla – logo no começo do episódio – foi divulgada pela HBO.

Confira:

Nessa nova fase composta de sete episódios, as Monterey Five – Madeline (Reese Witherspoon), Celeste (Nicole Kidman), Jane (Shailene Woodley), Renata (Laura Dern) e Bonnie (Zoë Kravitz) – recebem a visita da sogra de Celeste, Mary Louise (Meryl Streep), que chega à cidade atrás de respostas sobre os acontecimentos que marcaram o final da última temporada.

Criada por David E. Kelley, a série é baseada no livro Pequenas Grandes Mentiras, escrito por Liane Moriarty.

O grandioso elenco conta com Reese Witherspoon, Nicole Kidman, Shailene Woodley, Zoë Kravitz, Laura Dern e Darby Camp. Além delas, a premiada Meryl Streep fará parte do elenco da 2ª temporada.

Crítica Netflix | The Old Guard – Charlize Theron estrela filme de super-heróis no estilo ‘Atômica’

Ciclos intermináveis e vidas que se repetem em meio à perdas irreparáveis. A imortalidade tem um preço muito alto e no universo dos quadrinhos de The Old Guard, fazer parte da rara Velha Guarda da humanidade traz em si também a dolorosa marca de ter que re-assistir a um loop infindável de problemas – aparentemente – sem solução. E as marcas de séculos de tragédias e dores humanas jamais cicatrizadas são o que ajudam a moldar a essência da nova adaptação cinematográfica desenvolvida pela Netflix e estrelada pela vencedora do Oscar, Charlize Theron. Trazendo uma nova franquia de anti-heróis que vai na contramão do arquétipo heróico imaculado da Marvel, o novo longa de ação mistura a acidez e a agilidade de Atômica, trazendo um toque doce da sensibilidade quase pueril, em meio à mortes gráficas, sanguinolência e uma trama que vai conquistar (e muito!) os fãs do gênero.

Resgatando a mesma premissa do material fonte com precisão, o longa é uma referência direta à aclamada narrativa original, trazendo aspectos do contexto contemporâneo na construção de sua trama – que acompanha quatro mercenários imortais que são pegos em uma emboscada feita por uma enorme corporação que visa extrair a essência da sua imortalidade a qualquer custo. Com o roteiro assinado pelo próprio Greg Rucka, um dos co-criadores da HQ, a produção possui um timing realista ao projetar os holofotes na sagaz indústria farmacêutica, fazendo duras críticas a ela, à medida que ainda explora outros aspectos sócios políticos globais de forma mais efêmera e intuitiva, a fim de construir o background dos protagonistas.

Com elementos que transformam o longa em um excelente filme de ação, The Old Guard sabe usar o seu tempo de tela para consolidar as subtramas de seus personagens com leveza e dinamismo, moldando um filme de origem que cumpre o seu papel em diversas frentes: Sabe introduzir os protagonistas, busca se identificar com a audiência por meio de uma conectividade emocional e desenvolve suas cenas de ação com precisão e boas coreografias. Trazendo Theron como a regente da trama, a produção usa e abusa da poderosa presença de tela que a atriz possui, fazendo-a navegar entre a fragilidade emotiva que já vimos em vários de seus dramas, à medida que extrai a rigidez e dureza que a também estrela de ação é capaz de entregar em seus filmes, assim como o fez em Mad Max: Estrada da Fúria e Atômica.

Contrabalanceado a violência gráfica das mortes incessantes que permeiam as duas horas de filme com a sensibilidade humana, a diretora Gina Prince-Bythewood sabe explorar o fator emocional, que reside justamente na imortalidade de todas as coisas: Das lutas, das dores, do sofrimento, das mortes e das perdas inesgotáveis que os protagonistas Andy (Charlize Theron), Booker (Matthias Schoenaerts), Nicky (Luca Marinelli) e Joe (Marwan Kenzari) enfrentaram ao longo da eternidade. E fazendo da jovem personagem Nile – vivida por KiKi Layne – o fio condutor das explicações e elucidações dos mistérios que norteiam todo o universo de The Old Guard, a cineasta torna a produção uma experiência essencialmente representativa, girl power e empoderada por mulheres diferentes e de raças distintas, que assumem a liderança em um contexto comumente masculino.

Apresentando sua própria versão de super-heróis distante da censura PG-13, The Old Guard perde um pouco por deixar de fora a estética noir que fez dos quadrinhos um espetáculo visual aclamado e premiado. Desconstruindo sua beleza em um filme que busca mais se ater ao gênero de ação, a adaptação segue mais para um caminho generalizado em sua qualidade de design de produção. Embora tenha uma direção consistente que se destaque nas belas cenas de luta corpo-a-corpo, Prince-Bythewood ainda mira na audiência mais global, despe o longa de um dos seus aspectos mais belos, certificando o desejo da Netflix de transformar Charlize Theron e seu novo filme em uma franquia capaz de disputar lado a lado ao MCU e ao universo compartilhado da DC, ainda que fuja às regras de censura empregadas por ambas as concorrentes.

Trazendo flashbacks do passado que ainda abrem precedentes para prequels e outros desdobramentos narrativos bem ricos, o longa de ação é uma experiência cinematográfica gratificante para a audiência. Com uma trama expansiva que inverte os papéis de seus personagens, traz pequenos plot twists e de quebra ainda apresenta o indicado ao Oscar Chiwetel Ejiofor como mais um outro elo de conexão a longo prazo, The Old Guard é o novo filme da gigante do streaming que chega para preencher um vazio deixado pelo fechamento dos cinemas ao redor do mundo e anuncia a chegada da Netflix ao hall das grande adaptações dos quadrinhos cinematográficas.

‘Gonzaga: De Pai para Filho’: Cinebiografia de Luiz Gonzaga já está disponível na Netflix

A cinebiografia ‘Gonzaga: De Pai para Filho‘, que relata a história do rei do bailão Luiz Gonzaga, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta terça-feira (06) na grade de programação.

Na trama, Luiz Gonzaga decide mudar seu destino e sai de casa jovem para a cidade grande para apagar uma tristeza amorosa. Ao chegar, conhece uma mulher por quem se apaixona. Após o nascimento do filho e complicações de saúde da esposa, ele decide voltar para a estrada para garantir os estudos e um futuro melhor para o herdeiro. Ele tem um amigo no Rio de Janeiro e com ele deixa o pequeno e sai pelo Brasil afora. Só não imaginava que essa distância entre eles faria crescer uma complicada relação, potencializada pelas personalidades fortes de ambos.

Baseada em conversas realizadas entre pai e filho, essa é a historia do sanfoneiro Luiz Gonzaga – conhecido como Rei do Baião – e de seu filho, Gonzaguinha, que se tornou um símbolo da música MPB.

Confira o trailer:

Adélio Lima, Nada Costa, Júlio Andrade e Chambinho do Acordeon estrelam a cinebiografia.

Gonzaga: De Pai para Filho‘ é dirigido por Breno Silveira, a partir de um roteiro assinado por Patrícia Andrade.

‘Pânico 7’: Christopher Landon abandonou a direção após sofrer ameaças de morte por saída de Melissa Barrera

O diretor Christopher Landon falou publicamente sobre o motivo de ter pedido demissão de ‘Pânico 7’. Em uma entrevista à Vanity Fair, ele recordou sobre as ameaças que sofreu em virtude da saída de Melissa Barrera.

Pânico foi uma experiência muito sombria e tumultuada”, refletiu Landon à publicação. Ele ainda salientou que ficou em choque quando o projeto começou a afundar, com a saída de Barrera e, logo em seguida, de Jenna Ortega.

A produção, que traria ambas as atrizes de volta como irmãs, começou a ruir quando a Spyglass Entertainment optou por demitir Barrera do filme, em virtude de uma série de publicações feitas por ela em favor da Palestina. Na época, o estúdio considerou suas postagens “discurso de ódio”. Um dia depois de sua demissão, Ortega apoiou a colega de elenco saindo do projeto.

Landon disse que o filme “desmoronou em um instante” sem elas. Mas, para ele, a gota d’água foi realmente quando alguns internautas passaram a persegui-lo nas redes sociais, a ponto de receber mensagens perturbadoras e até mesmo ameaças de morte.

“As pessoas estavam ameaçando matar a mim e à minha família, a ponto de o FBI se envolver. Recebi mensagens dizendo: ‘Vou encontrar seus filhos e vou matá-los, porque você apoia o assassinato de crianças.'”

Landon, que tem dois filhos pequenos com o marido Cody Morris, foi ainda mais além:

“O chefe de segurança de vários estúdios e o FBI tiveram que examinar as ameaças. Foi extremamente agressivo e realmente assustador.”

O diretor também esclareceu que não teve nada a ver com a demissão de Barrera, reforçando que a decisão veio dos executivos do estúdio. “Eu não a demiti”, disse ele sobre a atriz. “Muitas pessoas acham que eu tive algo a ver com isso e não foi culpa minha. Eu não tinha controle algum da situação.”

O anúncio da desistência do diretor veio um mês e meio depois da saída das atrizes protagonistas. Mas segundo ele, o pedido de demissão fora feito algumas semanas antes.

Ainda na entrevistas, Landon comentou que deseja sucesso para a franquia:

“Não tenho mais nada a acrescentar à conversa, a não ser que espero que o legado de Wes [Craven] prospere e se eleve acima do barulho de um mundo dividido”.

A Paramount Pictures divulgou novidades da aguardada sequência ‘Pânico 7‘ na CinemaCon 2025.

Apesar de não ter exibido nenhuma cena do próximo filme da franquia, o estúdio revelou o logo oficial do terror.

Além disso, também foi divulgada uma foto com todo o elenco reunido. O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown. Após viverem Ghostfaces, Matthew Lillard e Scott Foley também retornam.

Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

Confira a logotipo e siga o CinePOP no Youtube:

Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

Lembrando que ‘Pânico 7‘ está programado para estrear no dia 27 de Fevereiro de 2026.

Confira as nossas reações ao anúncio do filme:

‘Deadpool’: Ryan Reynolds reage sobre os boatos da venda da Fox para Disney; Confira!

Com a notícia da possível venda da 21th Century Fox para DisneyRyan Reynolds reagiu ao rumor perguntando como isso afetaria o futuro de Deadpool nos cinemas. O ator perguntou em seu Twitter: “Se isso for verdade, imagino como afetará Deadpool?”

Antes de ser comprada pela Disney, a Marvel negociava de maneira independente a venda dos direitos de adaptação dos seus quadrinhos. Por isso, a Fox conseguiu, na época, fazer o acordo para lançar X-Men eQuarteto Fantástico.

Agora, a expectativa é que, caso o acordo entre as empresas se concretize, os heróis sobre domínio da Fox possam fazer parte do Universo Cinematográfico da Marvel futuramente. Imagina como isso seria?!

No momento, as negociações estão pausadas.

Ryan Reynolds brincou em uma postagem em seu twitter sobre como vai ao banheiro usando o uniforme de ‘Deadpool‘, em resposta à uma fã que postou o filho com a roupa. Confira:

“Todo mundo sabe que o uniforme do Deadpool também é um banheiro”:

A sequência de ‘Deadpool‘ vai ter muita porrada e pancadaria, para agradar os fãs dos quadrinhos. A revelação foi feita por Josh Brolin durante uma entrevista ao site Collider.

Segundo o veterano, embora alguns tenham criticado a primeira produção pela falta de cenas de ação eletrizantes, ‘Deadpool 2‘ será bem diferente disso.

Disse ele:

“Eu ouvi em algum lugar reclamações da ausência de cenas de ação em ‘Deadpool‘. Nessa continuação a história não é nada desse jeito. Leitch se dedica naquilo que ele é realmente bom e teremos muita ação aqui. E só para instigar, vale lembrar que eu sou um cara que beirando os 50 anos de idade atingiu a sua melhor forma física na vida, principalmente na musculatura, e fui extremamente disciplinado em todo esse processo. Nesse filme, eu dei porrada pra caramba e dublês me jogaram para todos os cantos em muitas cenas. Isso é tudo o que eu sei”.

Deadpool 2’ chega aos cinemas nacionais dia 31 de Maio de 2018, um dia antes da estreia nos EUA.

Encontramos VÁRIAS REFERÊNCIAS no teaser-trailer de ‘Deadpool 2’

Deadpool 2‘ foi reescrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Josh Brolin interpreta o Cable.

O diretor por trás de ‘Deadpool 2’ é David Leitch, escolhido em uma lista que contou com nomes de Rupert Sanders, Drew Goddard e Magnus Martens. O mais recente trabalho de Leitch foi o sucesso de bilheteria ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’.

Cena pós-créditos de ‘Logan’ pode ser um teaser de ‘Deadpool 2’ 

Crítica | Deadpool 

‘Deadpool 2’: Primeiro comercial de TV apresenta os membros da X-Force

Deadpool 2’ acabou de ganhar seu primeiro comercial de TV mostrando cenas inéditas e alguns poderes dos membros da X-Force. Assista:

Parece que as refilmagens de ‘Deadpool 2’ deixaram para trás o papel do vilão Black Tom Cassidy, que seria interpretado por Jack Kesy (’12 Heróis’).

De acordo com o Tracking Board, todas as cenas de Kesy foram retiradas a fim de dar mais espaço para Cable (Josh Brolin) e Dominó (Zazie Beetz), que fizeram sucesso com o público das exibições teste.

Enquanto isso, o ComicBook divulgou um novo display de cinema deDeadpool 2’, que mostra o mercenário ao lado de Cable e Dominó. Confira:

Deadpool 2’ estreia em 17 de Maio de 2018.

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ pode ser prelúdio de ‘Guerra Infinita’; Entenda!

O site ComicBook avaliou uma interessante teoria de que o segundo filme do aracnídeo dentro da Marvel StudiosHomem-Aranha: Longe de Casa, pode se passar, na verdade, antes dos eventos de Vingadores: Guerra Infinita, mesmo sendo lançado após ‘Vingadores 4’.

De acordo com site, recentemente, Kevin Feige, revelou que o filme começará minutos após o fim de ‘Vingadores 4’, pode ser que possíveis viagens no tempo façam com que o filme acabe antes mesmo de ‘Guerra Infinita’ começar.

Ou seja, seguindo essa lógica, ‘Longe de Casa’ poderia ser um prelúdio, mas que serviria para dar início à Fase 4 da Marvel. Com as fotos vazadas do set, que mostram Nick Fury (Samuel L. Jackson) e Maria Hill (Cobie Smulders) juntos, essa teoria pode ser bem plausível e podem ser de momentos antes de Thanos estalar os dedos e ‘Guerra Infinita’.

Ainda segundo a teoria, a cena em que Peter Parker está no ônibus escolar no começo de ‘Guerra Infinita’ pode representar que ele estaria indo para o aeroporto, indo para “longe de casa” com um passeio da escola, porém, com a chegada dos filhos de Thanos na Terra, Peter desvia seu caminho. Sendo assim, após as viagens no tempo alterarem o passado, seu percurso continuariam normalmente.

O que vocês acham dessa possibilidade?

[SPOILERS]

Ontem, foi divulgado um vídeo do set de  ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, que mostrava o retorno de Nick Fury (Samuel L. Jackson) e Maria Hill (Cobie Smulders).

Agora, o MCU News revelou que no mesmo vídeo, de costas, está Jon Favreau – que retorna como Happy Hogan.

Além disso, o SuperBro Movies afirma que a personagem de Pepper Potts, interpretada por Gwyneth Paltrow, também fará uma participação especial no filme e foi vista nos bastidores filmando suas cenas.

Assista ao vídeo que traz Fury, Hill e Hogan:

A direção será mais uma vez de Jon Watts. John Francis Daley e Jonathan Goldstein retornam para escrever o roteiro.

‘Homem-Aranha 2’: Herói ganhará novo traje, afirma figurinista

Homem-Aranha: Longe de Casa chega aos cinemas em 4 de julho de 2019.

 

Dica | ‘Black Mirror’ volta às raízes em sua sétima temporada

Não sabe o que assistir neste fim de semana? A Netflix colocou em seu catálogo a sétima temporada de Black Mirror. E pode acreditar que ela está muito mais perto das três primeiras temporadas do que das porcarias lançadas nos últimos anos.

É muito estranho parar pra pensar que já faz 14 anos do lançamento da primeira temporada, e acaba sendo meio frustrante refletir sobre como a produção deixou de ser revolucionária após a aquisição pela Netflix, caindo em um lugar comum bastante incômodo a partir da quarta temporada. Com exceção de um ou outro episódio genial, a maioria das histórias lançadas a partir de 2017 perdeu aquele poder de impacto, focando em tecnologias não tão próximas da atualidade ou mais distantes do cotidiano ocidental. Por mais que já exista nos campos de guerra, ninguém convive com um cão robô homicida. Já uma sociedade baseada nas notas dadas pelos outros… É algo que integra o cotidiano e choca pela semelhança.

A notícia boa é que essa sétima temporada parece ter passado por uma curadoria mais rígida, apostando em episódios cujas temáticas são fantasiosas, mas estão cada vez mais presentes na vida das pessoas. Há metáforas sobre os Streamings, Deepfake, Inteligência Artificial nos cinemas e por aí vai. De certa forma, a sétima temporada se aproxima muito mais de episódios como Nosedive, The Entire History of You e White Bear do que dos episódios das temporadas mais recentes, apesar de alguns deles serem sequências diretas de episódios como Bandersnatch e USS Callister.

E por ser uma antologia, o público não precisa ver a temporada na ordem de lançamento dos episódios. Por conta disso, fica a recomendação para talvez não começar a assistir pelo primeiro episódio, Pessoas Comuns. Ao lado de Eulogy, ele é o melhor e mais próximo da realidade capítulo dessa temporada. Por isso, talvez seja mais interessante deixá-lo para o final – ou pode assisti-lo logo de cara, mas fique ciente de que é muito impactante mesmo.

Ele choca justamente por construir a trama ao redor de duas tecnologias extremamente irritantes que já integram o dia a dia da população local: as plataformas virtuais, como o TikTok e o Onlyfans, que monetizam gente imbecil, que passa a lucrar fazendo barbaridades contra a própria vida, e a farra dos streamings, que ficam inventando novos planos caríssimos e removem benefícios considerados padrões para conseguirem lucrar mais.

[SPOILER]

Bom, a descrição do episódio não pode ser considerada exatamente um spoiler, mas diante das tecnologias usadas neles, dá para fazer a associação do que acontece na trama, que gira em torno de um casal comum. Eles querem ter um bebê, mas não conseguem. Então, em um dia como qualquer outro, a esposa desmaia enquanto dava aula na escola e acaba sendo levada para o hospital. Por lá, o marido descobre que ela tem uma doença neurológica praticamente incurável e não há muito o que fazer.

Porém, uma vendedora surge com uma solução ‘mágica’ que permite fazer uma cirurgia para contornar a doença por meio de um chip no cérebro, que faria um tipo de upload de quem ela era e manejaria a doença para mantê-la viva. O único custo para isso seria uma mensalidade de 300 pratas. Desesperado para ter a esposa de volta, ele assina o pacote, mas não lê as letrinhas miúdas. E aí começa um novo inferno na vida do casal, porque a cada seis meses é lançado um novo pacote de atualização que ela deve baixar para ter o mínimo de qualidade de vida.

[SPOILER]

É um episódio extremamente chocante, cuja crítica deveria ser absorvida pela própria Netflix, que aumenta os valores da mensalidade de forma completamente desproporcional quando dá na telha. Essa crítica explícita aos streamings é extremamente necessária, é uma pena que a “N Vermelho” vá se fazer de sonsa com isso, usando como desculpa de ‘minha parte eu já, lancei a crítica’, em vez de rever suas políticas de assinatura.

Eulogy é o grande episódio da temporada por trazer uma crítica interessante, mas principalmente por se apoiar no talento brutal de Paul Giamatti. A trama, de alguma forma, se assemelha com San Junipero e Entire History Of You, clássicos da série, mas tem um desenrolar diferente.

Ele acompanha um senhorzinho amargurado e sozinho, cuja vida parece não fazer mais sentido. Então, ele testa uma tecnologia que permite reviver momentos com base em fotografias. Por meio desse procedimento, ele vai atrás do único momento de sua vida em que ele sentiu que existir tinha algum valor. Embebido pela nostalgia, ele busca um amor antigo, mas descobre coisas que não gostaria de saber. E isso é algo mais do que presente nos dias de hoje. A existência miserável que o presente proporciona faz com que o apego ao passado esteja cada vez mais em alta. A forma sensível como isso é retratado aqui faz dele um dos melhores episódios de toda a série.

Com seis episódios, a sétima temporada de Black Mirror já está completinha no catálogo da Netflix.

Crítica | A Cronologia da Água – Kristen Stewart Estreia Firme na Direção de Intenso Drama Real [Festival do Rio 2025]

No mesmo ano em que o primeiro livro da série ‘Crepúsculo’ completa vinte anos desde seu lançamento mundial, a atriz Kristen Stewart, que interpretou a protagonista Bella Swan nas telonas, estreia na direção de longas-metragens. Coincidência? Claro que não. É que se por um lado nós, espectadores, nos acostumamos a engessar os atores em seus papéis de maior destaque, em igual proporção o tempo também passa, e esses profissionais desenvolvem suas habilidades e, de repente, somos surpreendidos por algo novamente impactante realizado por ele ou ela. É o que ocorre em ‘A Cronologia da Água’, longa em que Kristen estreia na direção e que foi exibido (e aplaudido por sete minutos) no Festival de Cannes este ano e também no Festival do Rio 2025.

Desde criança, Lidia (Imogen Poots, de ‘Natal Sangrento’) entendeu que seu refúgio era a água. Assim começou a competir na equipe de natação de sua escola, enquanto observava sua irmã mais velha, Claudia (Thora Birch), se desenvolvendo. Porém, à medida que crescia, Lidia começou a entender que sua casa, seu lar, era violento, e que seu pai abusava delas. Numa mistura de raiva e dever familiar, Lidia cresceu tentando entender seu lugar no mundo, e, quando ganha uma bolsa de desconto para estudar em outra cidade, conhece aí um caminho de liberdade nunca antes experimentado. Entretanto, tanta liberdade acaba também se tornando sua ruína, e a jovem entra num vórtex de experiências e experimentações que, muitas vezes, acaba magoando as pessoas ao seu redor.

A Cronologia da Água’ é baseado em eventos reais, inspirado no livro de memórias de Lidia Yuknavitch. Por isso, é difícil delimitar o que poderia ter sido construído de outra forma no filme, uma vez que se os eventos reais ocorreram dessa forma, como poderíamos opinar o contrário? Entretanto, certamente não precisava de cento e vinte e oito minutos para contar a história de uma pessoa real desconhecida ao público.

Isto dito, o empenho de Kristen Stewart em seu primeiro trabalho como diretora é perceptível no seu ‘A Cronologia da Água’, e chega a ser possível enxergar uma assinatura da diretora – tomadas mais melancólicas, muito close nos rostos, enquadramentos recortados dos corpos, uma montagem por vezes abrupta que intensifica a ação, cores pastéis em contraste com uma cor mais forte vez ou outra. A forma como Lidia se apresenta no filme lembra por vezes os trejeitos de Bella Swan – contemplativa, observadora, de poucas palavras – o que faz com que o espectador mais atento consiga traçar esse caminho percorrido pela atriz para se tornar a diretora que é hoje.

O roteiro de Andy Mingo com colaboração da própria Kristen é dividido em capítulos e acompanha a trajetória de erros, tentativas, fracassos e mais erros de uma protagonista de uma cidade do interior cujas violências sofridas são devolvidas ao mundo em forma de destempero e imprudência. Por vezes o roteiro volta no tempo para contar mais um pedaço do enigma Lidia, em outros momentos, a narração da protagonista se sobrepõe, alternando o ritmo do filme.

Depois de assistir a ‘A Cronologia da Água’, fica claro que esse projeto é a cara de Kristen Stewart e é um ótimo começo para a mais nova diretora do pedaço. Firme e competente, Kristen demonstrou domínio e segurança ao conduzir uma história sufocante, violenta, sensível e quebrada, imprimindo sua marca no hall do cinema para muito além dos vampiros – que ficaram totalmente no passado.

‘Vingadores: Ultimato’: Profissional do entretenimento diz que filme é ‘surpreendente’

O mundo está aguardando pelo lançamento de ‘Vingadores: Ultimato’, a épica conclusão dos estúdios Marvel – e essa espera está quase acabando. Com apenas algumas semanas para a estreia, não é surpresa que algumas reações prévias ao filme já estejam insurgindo nas redes sociais.

A primeira delas vem de um “profissional da indústria” que, segundo o site Deadline, teve a oportunidade de conferir o longa-metragem. Quando questionado sobre como as críicas e a própria internet pode afetar o marketing e o futuro do estúdio, o site em questão comentou:

O momento e o interesse em serviços desse tipo estão muito altos e vão continuar crescendo. O que poderia diminuir as projeções [sobre o filme]? Críticas ruins. Mas esse não é o caso com [‘Vingadores: Ultimato’]: um incrível profissional da indústria que assistiu ao filme disse que a segunda metade é surpreendente.

Não é surpresa que esse comentário em particular irá aumentar as expectativas dos fãs da Marvel e a curiosidade sobre o que ‘Ultimato’ tem guardado para nós. Afinal, o último ano foi recheado de especulações sobre a forma como o desmantelado universo dos Vingadores será reparado – e a teoria que mais apareceu nos fóruns online inclui uma viagem no tempo que consertaria toda a cronologia.

Dirigido por JoeAnthony Russo, o longa trará Robert Downey Jr.Chris HemsworthMark RuffaloChris EvansScarlett JohanssonDon CheadleTom HollandChadwick Boseman e inúmeros outros nomes familiares de volta às telonas, além de introduzir Brie LarsonPaul Rudd como Capitã Marvel e Homem-Formiga, respectivamente, na equipe.

Vingadores: Ultimato estreia no dia 25 de abril de 2019.

‘Coringa 2’: Joaquin Phoenix fez cartazes falsos para a sequência

Em uma recente entrevista ao Los Angeles Times, Joaquin Phoenix comentou que não está interessado em participar de uma sequência do sucesso de público Coringa apenas porque o primeiro filme fez um estrondo gigantesco. Na verdade, o ator comentou que aceitou o papel do personagem-titular pelo fato da história ter um começo e um fim – sem prospecto de se tornar uma franquia.

“Acho que o medo era de ficar preso e fazer algo repetitivo com o qual você não se importa, que não se motiva ou te anima. Parte de toda a atração, para mim, é que não havia expectativas. Não assinei um contrato para fazer [múltiplos filmes]. Apenas um”.

Entretanto, Phoenix admitiu que ele e o diretor Todd Phillips começaram a conversar sobre a continuação do longa-metragem e como ela poderia parecer. “Na segunda ou na terceira semana de filmagens, eu estava pensando, ‘Todd, você pode começar a trabalhar numa sequência? Há muito a ser explorado'”.

O ator também revelou que auxiliou o fotógrafo da produção a criar vários cartazes falsos para um hipotético Coringa 2’. “Eu basicamente disse, ‘você pode pegar esse personagem e colocá-lo em qualquer filme'”, ele Phoenix acrescentou. “Então fiz um ensaio com o fotógrafo e fizemos pôsteres no qual acrescentei Coringa a diversos filmes clássicos”.

Até agora, o longa já ultrapassou a impressionante marca dos US$ 939 milhões nas bilheterias mundiais. A expectativa é que consiga ultrapassar o US$ 1 bilhão nas próximas semanas.

Segundo o site We Got This Covered, a continuação do longa já está desenvolvimento, mas isso não é tudo: fontes próximas ao veículo afirmam que Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) irá cruzar caminho com outros antagonistas do universo Batman. Dentre eles, Duas-Caras e o Pinguim estão cotados para participar de Coringa 2’; entretanto, eles serão vividos por atores diferentes dos que serão contratados para The Batman, novo projeto de Matt Reeves

Lembrando que ‘Coringa‘ já é a maior bilheteria da Warner Bros. em 2019.

Franquia ‘Star Wars’ ganha BELÍSSIMOS cartazes colecionáveis; Confira!

A empresa Florey disponibilizou alguns cartazes colecionáveis incríveis de Star Wars. As artes, que estão à venda na Bottleneck Gallery, são centrados na jornada do protagonista Luke Skywalker.

Confira abaixo:

Amazon Prime Video anunciou recentemente que todos os filmes da adorada franquia intergaláctica Star Wars estarão disponíveis em seu catálogo a partir do dia 01 de maio – incluindo o recente Star Wars: A Ascensão Skywalker’.

As informações indicam que o spin-off Rogue One também será disponibilizado para os usuários no mesmo dia.

A saga Skywalker chegou ao fim no ano passado com o lançamento de ‘A Ascensão Skywalker’ – que, apesar de prometer uma épica conclusão para a icônica narrativa, decepcionou a maioria dos fãs e tornou-se a menor bilheteria da nova trilogia.

O longa acumulou US$ 1,058 bilhão pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 275 milhões. Em 2017, ‘Os Últimos Jedi‘ arrecadou US$ 1,321 bilhão com um orçamento de US$ 200 milhões. Enquanto ‘O Despertar da Forçafez 2,066 bilhões e teve um gasto de US$ 300 milhões.

Nas bilheterias de abertura, o ‘Episódio IX‘ também se saiu muito abaixo do esperado, acumulando apenas US$ 376,1 milhões pelo mundo.

Dois anos antes, o ‘Episódio VIII‘ fez US$ 450,8 milhões, e ‘O Despertar da Forçaregistrou US$ 528,96 milhões.

Curiosamente, esse padrão na queda das bilheterias também aconteceu na trilogia clássica, já que ‘Uma Nova Esperança‘ tebe um custo de US$ 11 milhões e arrecadou US$ 775 milhões pelo mundo.

Apesar de ser o episódio mais aclamado da saga, ‘O Império Contra-Ataca‘ faturou US$ 547 milhões, com um custo de US $ 33 milhões.

E ‘O Retorno de Jedi‘ acumulou US$ 475 milhões, orçado em US$ 40 milhões.

Infelizmente, ‘A Ascensão Skywalker‘ também teve o pior percentual de aprovação entre toda a saga, registrando apenas 52% no Rotten Tomatores. Logo atrás vem ‘A Ameaça Fantasma‘ (53%) e ‘O Ataque dos Clones‘ (65%).

E você, o que achou do desfecho da saga Skwalker?

Assista à nossa crítica:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Enola Holmes’: Millie Bobby Brown revela intenso treinamento para viver a personagem titular

Em entrevista à EWMillie Bobby Brown revelou um intenso treinamento para viver a heroína titular na adaptação ‘Enola Holmes’, da Netflix.

A jovem atriz, que ganhou reconhecimento mundial por seu papel como Eleven em Stranger Things, disse que treinou por quase dois meses para realizar as cenas de ação – tanto dentro quanto fora de seu complexo figurino de época.

“Eu tive que preparar meu corpo para respirar e se movimentar no corpete. É difícil navegar pela coreografia que você aprendeu nos seus treinamentos e então mudar e colocar uma roupa de baixo, uma saia por cima disso, um espartilho, e então você tem uma anágua, e então tem meias longas, e então tem os saltos…”.

O longa será lançado na plataforma no dia 23 de setembro.

Assista ao trailer:

“Baseado na amada série de livros indicada ao prêmio Edgar Alan Poe, ‘Enola Holmes‘ conta a história da irmã adolescente rebelde de Sherlock e Mycroft Holmes, uma super-detetive talentosa e que muitas vezes supera seus brilhantes irmãos. Quando sua mãe desaparece misteriosamente no seu aniversário de 16 anos, Enola procura a ajuda de seus irmãos mais velhos. Mas ao perceber que eles estão mais interessados em fazê-la terminar os seus estudos, do que de fato resolver o caso, Enola faz a única coisa que uma jovem inteligente, engenhosa e destemida da década de 1880 pode fazer… ela foge de casa para Londres, a fim de encontrá-la. Conhecendo uma série de pessoas bem interessantes ao longo do seu caminho, Enola se vê envolvida em uma conspiração que pode alterar o curso da história política. Enola Holmes traz uma dinâmica reviravolta na brilhante família do maior detetive do mundo”.

Além de Brown, o longa terá  Henry Cavill como Sherlock Holmes e Helena Bonham Carter como a mãe de Enola. Sam Claflin (Jogos VorazesSimplesmente Acontece) completa o elenco.

Harry Bradbeer (Fleabag) comanda o projeto.

Lembrando que a produção foi supervisionada pela Lionsgate.

Crítica Amazon Prime | ‘Destruição Final: O Último Refúgio’ é um tenso e ótimo filme-catástrofe

Há uma paixão quase inexplicável que o público sente quando se depara com um gênero específico da indústria cinematográfica – os filmes-catástrofe. Comumente girando em torno de desastres naturais que colocam a pequenez do homem em confronto com a poder e a majestuosidade da natureza, ou então que põe em xeque a ganância das pessoas, são intermináveis os títulos que nos chamam por sua narrativa, por mais datados que sejam. Temos eventos de extinção a nível planetário, como ‘2012’ e Armageddon, ou então icônicos dramas baseados em fatos reais, como o aclamado ‘O Impossível’. De qualquer forma, a empatia (ou a falta dela) quando a humanidade lida com algo inesperado ou incontrolável é um tipo de história que tem uma capacidade de envolvimento indescritível.

No final das contas, boa parte deles falha em entregar algo além do óbvio ou do esperado, valendo mais pelos efeitos especiais e pelas cenas de aniquilamento mundial do que pelas mensagens que pretende nos entregar. Mas esse não é o caso de ‘Destruição Final: O Último Refúgio’: o longa-metragem consegue amalgamar as questões universais do constante medo do que se esconde na escuridão do espaço (neste caso, um asteroide chamado Clarke que muda sua rota de colisão e ameaça acabar com tudo o que conhecemos) com um drama familiar tour-de-force guiado pela química exemplar de Gerard Butler – o que é estranho, visto que ano passado ele se rendeu às fórmulas do esquecível Tempestade: Planeta em Fúria – e de Morena Baccarin.

O filme será lançado com exclusividade no Amazon Prime Video amanhã, 29 de janeiro, e veio em um ótimo momento para esquecermos dos problemas que enfrentamos na atualidade, servindo como um delicioso e nada culposo escape que nos prende do começo ao fim. A trama principal gira em torno de uma problemática família que luta pela sobrevivência quando o cometa mencionado acima ameaça chegar à Terra. Dirigido por Ric Roman Waugh, que já trabalhara com Butler em ‘Invasão ao Serviço Secreto’, o resultado é surpreendente e positivo e até mesmo arranca algumas lágrimas conforme se aproxima do evocativo e esperançoso finale.

Enquanto Butler costuma ser o principal astro de obras deste gênero, aqui ele divide os holofotes com seus colegas de cena. O ator encarna John Garrity, um renomado arquiteto que é contatado pelo serviço de defesa dos Estados Unidos para se encaminhar a um bunker na Groenlândia e se salvar do extermínio certeiro. Apesar de estar tendo problemas com seu casamento, ele é solicitado pelas forças nacionais ao lado da esposa, Allison (Baccarin) e do filho, Nathan (Roger Dale Floyd) – sendo obrigado a deixar para trás a vida que outrora conhecida. É claro que as coisas não saem como o planejado e, ao chegarem à base militar, são impedidos de entrar nos aviões pela condição crônica do filho.

(L-R) Morena Baccarin, Roger Dale Floyd and Gerard Butler star in GREENLAND
Image Courtesy of STXfilms

O parágrafo acima resume bem a história e o que podemos esperar dos acontecimentos seguintes – que são previsíveis, de fato. A família se separa, enfrenta seus próprios demônios, se reúnem e conseguem chegar nos momentos finais ao abrigo secreto para, talvez, se salvarem da colisão do meteoro. Entretanto, é o brilhante roteiro assinado por Chris Sparling que transforma essa aventura em uma análise sucinta de como as pessoas se tornam monstros em situações de desespero, acatando medidas desesperadas e inconsequentes para se manterem vivos o máximo de tempo possível. Não é à toa que tenhamos incursões que tangenciam a antropologia e a sociologia, como o enfrentamento de John contra algozes xenofóbicos que acham que ele não merecia ter sido chamado, ou então pela realização trágica e epopeica de Allison quando seu filho é raptado.

Tudo isso culmina para uma tocante produção que arranca de seu elenco e de sua equipe criativa o melhor que consegue – ainda mais pelo fato de Sparling ter ficado responsável pelo claustrofóbico thriller ‘Enterrado Vivo’, estrelado por Ryan Reynolds. O roteirista prova, assim como já fizera anteriormente, que tem uma capacidade honrável de usar clichês a seu favor, sem pretender almejar por algo que nunca consegue. É óbvio que a obra em si não tem qualquer intenção de ser revolucionária, e sim de fornecer um divertimento, por mais desafortunado que seja, de pessoas correndo contra o tempo para salvarem aqueles que amam. Afinal, é essa afeição pelo outro que nos dá uma centelha de esperança em um mundo que é movido pelo individualismo desenfreado e pela cobiça.

Waugh faz um bom trabalho no tocante à estética fílmica, por vezes trazendo inclinações ao mockumentary, por vezes deixando que os atores falem mais alto em construções metódicas de campo-contracampo. O panfletarismo cenográfico das incríveis paisagens idílicas é também utilizado com um propósito bem definido: entrar em conflito com o caos causado pelos destroços do meteoro e das pessoas que não sabem o que fazer e como se proteger. Por um momento, não sabemos exatamente se alguém sobreviveu – mas as duas últimas cenas da produção, apesar da obviedade, almejam a um reerguimento de uma raça que, de novo, se viu com seus dias contados.

‘Destruição Final: O Último Refúgio’ é uma ótima pedida para se ver nestes finais de semana em confinamento. Sua jornada vale a pena pelos laços do elenco protagonista, pela interminável tensão e pelas divertidas sequências de ação.

‘The Flash’: As coisas não são o que parecem ser na promo oficial do episódio 07×14; Confira!

A CW divulgou a promo oficial de “Rayo de Luz”, 14º episódio da sétima temporada de The Flash, que marca o retorno de Danielle Panabaker à direção.

Na trama, “quando Ultravioleta retorna para Central City, Allegra fica determinada em encontrá-la e mudar seu coração. Enquanto isso, Joe encontra evidências de que Kristen Kramer pode não ser a policial boazinha que todos acreditam ser”.

O episódio vai ao ar no dia 22 de junho.

Confira:

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Naomi’: Nova série da CW ganha data de estreia OFICIAL!

The CW anunciou hoje (05) a data de estreia oficial de ‘Naomi’, nova série de super-heróis criada pela aclamada realizador Ava DuVernay.

A produção tem lançamento agendado para o dia 11 de janeiro de 2022 na emissora. No Brasil, os episódios devem ser transmitidos pela HBO Max.

Confira:

Da indicada ao Oscar e vencedora do Emmy Ava DuVernay e de Jill Blankenship, o drama gira em torno de uma adolescente divertida, confiante e amante de histórias em quadrinhos à medida que mergulha numa jornada para encontrar seu destino escondido. Quando um evento sobrenatural abala a pequena cidade de Port Oswego, Naomi resolve descobrir suas origens, com a ajuda da melhor amiga, Annabelle. Ela também tem o apoio de seus pais adotivos, o veterano militar Greg e a linguista Jennifer.

Depois de um encontro com Zumbado, misterioso dono de um antigo estacionamento, a deixar impactada, Naomi busca ajuda de Dee, dono de um estúdio de tatuagem, que se torna seu mentor. Enquanto desenrola os mistérios sobre si mesma, Naomi também navega através das amizades na escola, incluindo o ex-namorado e atleta Nathan; o namorado de Annabelle, Jacob; um cidadão orgulhoso chamado Anthony; e a entusiasta de HQs Lourdes. Conforme Naomi viaja para os confins do Multiverso em busca de respostas, o que ela descobre vai mudar tudo o que acreditamos sobre super-heróis.

Amanda Marsalis, conhecida por seu trabalho em obras como Queen SugarOzark, comanda o episódio piloto.

DuVernay fica responsável pela produção ao lado de Blankenship, que também assina o roteiro.

Kaci Walfall dá vida à personagem titular. Camila MorenoAlexander Wraith, Cranston JohnsonBarry WatsonMary-Charles JonesAidan GemmeMouzam MakkarWill Meyes e Daniel Puig completam o elenco.

Para quem não conhece, a HQ original foi escrita por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell e acompanha uma jovem forasteira que vem ao nosso mundo para protegê-lo de um genocida que destruiu seu mundo natal.

Crítica | Tim Federle comanda o adorável e celebratório musical ‘Apresentando, Nate’

Criar um musical original não é uma tarefa fácil – ainda mais quando inúmeros produções do gênero já encantaram o público ao redor do mundo. Dentre os poucos que realmente funcionaram nos últimos tempos, tivemos o aclamado ‘La La Land: Cantando Estações’, que levou para casa diversos Óscares e, mesmo assim, não partiu de uma premissa essencialmente inovadora, focando no romance entre duas pessoas diferentes que se envolveram a partir da arte e dos sonhos perdidos. Agora, o Disney+ deu sinal verde para a adaptação fílmica do romance ‘Apresentando, Nate’ (sem tradução oficial para o Brasil), comandada pelo próprio autor, Tim Federle.

Para aqueles que não conhecem, Federle não é um nome desconhecido no cenário audiovisual, ganhando fama depois de assinar alguns musicais da Broadway e encabeçar o roteiro de episódios da recente ‘High School Musical: O Musical: A Série’, da Casa Mouse. Considerando seu competente trabalho, não é nenhuma novidade que ele tenha sido escalado para levar a obra em questão às telas, em vez de contratarem outra pessoa que, provavelmente, não conseguiria capturar o espírito da narrativa. E, contrariando nossas expectativas, o resultado do longa-metragem é bem aprazível e traz mensagens muito importantes para os dias de hoje, desde aceitação e empoderamento até a necessidade de corrermos atrás de nossos sonhos.

O enredo é centrado em Nate Foster (Rueby Wood em sua estreia no escopo cinematográfico), um jovem de treze anos cujo maior desejo é se tornar um astro da Broadway. Morando em Pittsburgh, Nate tem um conhecimento surpreendente sobre peças musicais e faz delas um mote para acordar e se encontrar com sua melhor amiga, Libby (Aria Brooks), que sempre o acompanha em suas empreitadas. O problema é que ninguém além de Libby parece compreender Nate, visto que ele sofre bullying no colégio e parece desvanecer em casa perante o astro dos esportes Anthony (Joshua Bassett), seu irmão mais velho que não perde a chance de atazaná-lo. As coisas mudam por completo quando ele descobre que os diretores de elenco do musical ‘Lilo & Stitch’ estão realizando audições em Nova York, levando-o, junto a Libby, para uma das maiores metrópoles do planeta em uma divertida e inspiradora jornada que tem todos os elementos que mais gostamos em obras do gênero.

Wood e Brooks são as principais estrelas do filme e nos encantam desde o primeiro momento em cena: o jovem ator-mirim comanda com grandiosidade os atos musicais, que fazem referência a clássicos como ‘Cantando na Chuva’, ‘Mary Poppins’ e ‘Pippin’’, e se rende a uma carga dramática que nem sequer passa perto dos convencionalismos novelescos – apostando em uma nova geração de adolescentes que sabe o que quer e que sabe como utilizar sua voz para lutar contra as injustiças; Brooks, por sua vez, age como uma adulta e encarna as quebras de expectativa como uma comediante experiente (cortesia de um ácido roteiro também supervisionado por Federle).

Em contraposição aos sonhos incontroláveis dos que ainda não se decepcionaram com a realidade, temos Lisa Kudrow, nossa eterna Phoebe Buffay, em um de seus melhores papéis em mais de uma década. Kudrow interpreta Heidi, tia de Nate que se afastou da família após uma impactante discussão com a irmã, e que vive em um loft do Queens, tentando, mesmo depois de tantos anos, conseguir seu grande sucesso como atriz. É esse conflito intergeracional que vêm à tona e preenche a aventura onírica do protagonista titular com uma boa dose de realismo, pincelada com a química invejável entre cada um dos atores. Kudrow e Wood, inclusive, nos convidam para uma belíssima cena em que a dupla fala sobre como as outras pessoas encaram quem é diferente – e que não há nada de errado em se destacar em meio à multidão.

É claro que lidamos com tropeços no meio do caminho, como o desequilibrado ritmo estrutural do primeiro ato – cujo maior sucesso é apresentar os personagens e dar a eles seus respectivos arcos para que, enfim, a história comece. Considerando o teor infanto-juvenil da narrativa, esses comodismos, que não buscam à voraz ambição desmedida da revolução estética, funcionam em boa parte e contribuem para dar a atmosfera da trama, enquanto reviravoltas interessantes nos aguardam nos eventos futuros. Além disso, há uma certa caracterização própria dos estúdios Walt Disney que aparece volta e meia na composição dos quadros e na paleta de cores – que nos remete à adorada trilogia ‘High School Musical’, por exemplo.

‘Apresentando, Nate’ é um adorável, singelo e simples conto que celebra a os sonhos e as diferenças – e que dá destaque a um elenco fantástico que não permite que os espectadores se cansem dessa vibrante história. Uma adição realmente surpreendente ao catálogo do Disney+ e que é a pedida perfeita para um fim de semana em família.

‘La La Land: Cantando Estações’: Elogiado musical já está disponível na HBO Max!

O elogiado musical La La Land: Cantando Estações’, vencedor de seis estatuetas do Oscar, já está disponível na HBO Max.

O longo foi disponibilizado na plataforma de streaming no último dia 19 de agosto.

Ao chegar em Los Angeles o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling) conhece a atriz iniciante Mia (Emma Stone) e os dois se apaixonam perdidamente. Em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva cidade, os jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo enquanto perseguem fama e sucesso.

Relembre o trailer:

O filme, lançado em 2016, foi dirigido por Damien Chazelle.

John LegendRosemarie DeWittFinn Wittrock e J. K. Simmons também fizeram parte do elenco.

La La Land: Cantando Estações’ levou inúmeros prêmios para casa, incluindo seis prêmios da Academia: Melhor Direção para Chazelle, Melhor Atriz para Stone, Melhor Música OriginalMelhor FotografiaMelhor Design de ProduçãoMelhor Trilha Sonora Original.