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‘Entre Montanhas’: Suspense do diretor de ‘O Telefone Preto’ com Anya Taylor-Joy ganha trailer intrigante

A Apple Original Films divulgou o trailer do suspense ‘Entre Montanhas‘ (‘The Gorge’), estrelado por Miles Teller, Anya Taylor-Joy e Sigourney Weaver.

O longa-metragem estreia mundialmente no Apple TV+ em 14 de fevereiro de 2025.

Dois agentes altamente treinados (Miles Teller e Anya Taylor-Joy) são designados para trabalhar em torres de guarda em lados opostos de um grande e supersecreto desfiladeiro, protegendo o mundo de um mal misterioso que se esconde em seu interior. Eles se conectam à distância enquanto tentam permanecer vigilantes na defesa contra um inimigo obscuro. Quando a terrível ameaça à humanidade é revelada, eles precisam trabalhar juntos em um desafio de força física e mental para manter o segredo dentro do desfiladeiro antes que seja tarde demais.

Assista:

Um longa-metragem da Apple Original Film, ‘Entre Montanhas‘ é dirigido por Scott Derrickson e escrito por Zach Dean.

Confira os INDICADOS ao Framboesa de Ouro 2026! ‘Branca de Neve’ e ‘Guerra dos Mundos’ lideram…

A lista de indicados ao Framboesa de Ouro 2026 acabou vazando nas redes e já está dando o que falar. Conhecida por ser uma premiação-paródia que “celebra” os piores filmes, atuações e decisões criativas do ano anterior, a cerimônia costuma gerar polêmica — e, desta vez, não foi diferente.

Quem saiu na frente na corrida nada honrosa foi ‘Branca de Neve’, que lidera a lista com sete indicações. Entre elas, chama atenção a presença de Gal Gadot na categoria de Pior Atriz Coadjuvante, por sua interpretação da icônica Rainha Má. A atriz concorre, curiosamente, com a brasileira Isis Valverde, indicada na mesma categoria por sua atuação em ‘Código Alarum’, marcando uma rara presença nacional na disputa do Framboesa.

Logo atrás aparece o remake de ‘Guerra dos Mundos’, produção que enfrentou um desenvolvimento conturbado ao ser rodada durante a pandemia de COVID-19. O longa somou seis indicações, incluindo Pior Filme, além de Pior Ator para Ice Cube, que acabou se tornando um dos alvos principais das críticas.

Outro título que também ganhou destaque negativo foi ‘Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes’, dirigido por Trey Edward Shults. O filme, concebido como um projeto altamente pessoal de The Weeknd, no qual o cantor surge como uma espécie de profeta atormentado vagando por um universo introspectivo e confuso, apareceu em cinco categorias, incluindo novamente a de Pior Filme.

Completando a seção em questão, estão ‘The Electric State’, de Joe e Anthony Russo, um fracasso de bilheteria da Netflix com orçamento superior a US$ 300 milhões, estrelado por Chris Pratt e Millie Bobby Brown. E a cansativa fantasia sombria ‘Nas Terras Perdidas’, que reuniu o casal formado pelo diretor Paul W.S. Anderson e pela atriz Milla Jovovich – além de trazer Dave Bautista como coprotagonista.

Como de costume, o Framboesa de Ouro divide opiniões entre o público e a crítica, mas o vazamento da lista já indica que 2026 promete ser mais um ano recheado de discussões, ironias e debates acalorados sobre os tropeços mais comentados do cinema recente.

Os “vencedores” serão revelados em 14 de março, um dia antes dos vencedores do Oscar 2026.

Confira a lista abaixo:

PIOR FILME
Branca de Neve
Guerra dos Mundos
The Electric State
Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes
Nas Terras Perdidas

PIOR DIRETOR
Paul W.S. Anderson – Nas Terras Perdidas
Rich Lee – Guerra dos Mundos
Joe e Anthony Russo – The Electric State
Trey Edward Shults – Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes
Marc Webb – Branca de Neve

PIOR ROTEIRO
The Electric State
Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes
Nas Terras Perdidas
Branca de Neve
Guerra dos Mundos

PIOR ATOR
Dave Bautista – Nas Terras Perdidas
Scott Eastwood – Código Alarum
Ice Cube – Guerra dos Mundos
Jared Leto – Tron: Ares
The Weeknd – Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes

PIOR ATRIZ 
Ariana DeBose – O Amor Dói
Heather Graham – Gunslingers
Milla Jovovich – Nas Terras Perdidas
Rebel Wilson – Duro de Casar
Michelle Yeoh – Star Trek: Section 31

PIOR ATOR COADJUVANTE
Todos os sete anões artificiais – Branca de Neve
Nicolas Cage – Gunslingers
Stephen Dorff – Duro de Casar
Greg Kinnear – Off the Grid
Sylvester Stallone – Código Alarum

PIOR ATRIZ COADJUVANTE
Anna Chlumsky – Duro de Casar
Gal Gadot – Branca de Neve
Eiza Gonzalez – A Fonte da Juventude
Amara Okereke – Nas Terras Perdidas
Isis Valverde – Código Alarum

PIOR COMBO
Todos os sete anões artificiais – Branca de Neve
Ariana DeBose e Ke Huy Quan – O Amor Dói
Robert De Niro e Robert De Niro – The Alto Knights: Máfia e Poder
Ice Cube e a câmera em zoom – Guerra dos Mundos
The Weeknd e seu ego colossal – Hurry Up Tomorrow: Além dos Holofotes

PIOR PRÉ-SEQUÊNCIA, REMAKE, RIP-OFF OU SEQUÊNCIA
Five Nights at Freddy’s 2
Os Smurfs
Branca de Neve
Star Trek: Section 31
Guerra dos Mundos

Crítica | Ajustando um Amor – Comédia romântica inteligente surpreende pela profundidade de seus personagens

As mil e uma tentativas de um amor. A roteirista Noga Pnueli encontra boas soluções para falar sobre a imperfeição do amor aos olhos de uma romântica sonhadora sob a ação de um loop temporal, com direito a respingos no autoconhecimento, no longa-metragem disponível na Prime Video, Ajustando um Amor. Com direção de Alex Lehmann, do elogiado Blue Jay, vamos acompanhando longos diálogos na linha do déjà vu que tinham tudo para se tornar maçantes mas uma fuga dos medos e inseguranças de uma vida com conflitos não resolvidos acaba sendo algo que complementa e faz gerar reflexões existenciais. Um trabalho corajoso e muito interessante que deve fisgar os olhares mais atentos.

Na trama, conhecemos Sheila (Kaley Cuoco), uma jovem que durante uma noite onde conhece o introspectivo Gary (Pete Davidson) em um bar acaba descobrindo uma máquina de viajar no tempo 24 horas atrás, escondida nos fundos de uma manicure. Assim, sua rotina vira uma obsessão em transformar seu alvo amoroso na pessoa perfeita aos seus olhos. Algo que ela logo percebe ser uma missão bem difícil. Andando na linha do ‘O Amanhã nunca mais’ essa viajante do tempo, sentimental, era descobrir muito sobre si mesma. Gary é apenas um fantoche dentro da história, esse personagem não é bem um contraponto mas sim um complemento.

O projeto parece redundante em alguns momentos, nessa projeção de várias noites numa só jornada. Mas aí algumas questões aparecem para refletirmos. Os conflitos diferentes mas com a mesma pessoa nos fazem entender melhor a falante protagonista e sua esquisita distância quando aparecem dilemas. Há também uma óbvia confusão com a própria identidade em relação ao real sentido da sua vida. Estaria ela em um purgatório para lá de esquisito da qual tem a chave mas não consegue se libertar?

As deixas para a conclusão são inúmeras, o que de fato torna o filme mais interessante. A narrativa quase sempre embarca em uma melancolia ligada ao desencanto. Há muitas chances de fazer o ‘hoje’ de Sheila dar certo mas na sua própria visão pessimista arruinou todas as vezes. Parece que estamos folheando textos de Schopenhauer, onde os paradoxos dominam como o clássico ‘viver é sofrer’.

10 Filmes de Viagens em Cruzeiros

Ah, a magia de um cruzeiro. Alimentação all inclusive, festas, shows… Geralmente a preços acessíveis e mais baratos que um fim de semana em um hotel.

Além das filmagens no Universal Orlando Resort e no deserto do Texas, ‘S.O.S. Mulheres ao Mar 2‘ também teve cenas filmadas dentro de um cruzeiro. Inspirados pelo nossa viagem ao Universal Studios Florida, criamos uma matéria sobre os 10 Filmes de Viagens em Cruzeiros.

Entre uma tarde na jacuzzi e um jantar à luz de velas, separamos para vocês os dez melhores filmes passados em cruzeiros ou navios luxuosos.

Vamos lá?

O Duelo (2015)

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Para aproveitar o lançamento desta obra nos cinemas, o timing não poderia ser mais exato. Baseado num texto de Jorge Amado, este filme traz o português Joaquim de Almeida como um pomposo Capitão, encantando toda uma pequena cidade da Bahia com suas histórias. O saudoso José Wilker interpreta um desafeto enciumado, disposto a expor o protagonista como fraude. O filme entrou em cartaz nos cinemas brasileiros neste fim de semana.

Meu Passado me Condena (2013)

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Fábio Porchat e a gracinha Miá Mello levam para o cinema seus personagens do seriado homônimo. A dupla se vê num cruzeiro de luxo para comemorar a lua de mel. Para complicar as coisas, no local também está um antigo namorado de Miá, hoje casado com uma paixão juvenil de Fábio. Este é o “barco da coincidência”. O resultado foi uma bem sucedida comédia nacional, cuja continuação está em andamento.

Cruzeiro das Loucas (Boat Trip, 2002)

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Antes de ser inteiramente renegado aos lançamentos em vídeo, o vencedor do Oscar Cuba Gooding Jr. protagonizou esta comédia, que chegou a se exibida nos cinemas nacionais em julho de 2003. Na trama, o ator e seu melhor amigo, papel de Horatio Sanz (veterano do humorístico Saturday Night Live), revolvem fazer uma viagem a bordo de um cruzeiro, com a finalidade de que o protagonista esqueça uma decepção amorosa. O que a dupla atrapalhada não esperava era parar por acidente num cruzeiro gay.

Os Piratas do Rock (The Boat that Rocked, 2009)

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Este não é um filme sobre um cruzeiro, ou uma viagem de luxo. Baseado em trechos históricos, que viu a Inglaterra invadida por rádios piratas na década de 1960, o filme traz um enorme navio funcionando como tal estabelecimento ilegal. Seu repertório de músicas eram justamente as consideradas inaceitáveis para as rádios usuais. Richard Curtis (Simplesmente Amor e Questão de Tempo) escreve e dirige. O filme faz uso de um grande elenco, de nomes como Philip Seymour Hoffman, Kenneth Branagh, entre outros.

Tentáculos (Deep Rising, 1998)

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Tá faltando adrenalina? Que tal este filme escrito e dirigido por mesmo Stephen Sommers, de A Múmia (1999). Na trama, um grupo de assaltantes chega para depenar os turistas de um grande cruzeiro. O que os criminosos não contavam era que o navio seria atacado por algo além deles: uma enorme criatura pré-histórica, vinda das profundezas do oceano, cheia de… como diz o título, tentáculos. Esta é uma produção B, que contou com um orçamento de 45 milhões de dólares, ou seja, mais do que o de  muitas produções mainstream.

Lua de Fel (Bitter Moon, 1992)

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Na lista já tivemos comédias de variadas qualidades, produções B de terror, e agora é a vez de levantar a moral com um drama de arte, de um diretor renomado. O veterano Roman Polanski é sem dúvida um dos grandes do cinema, e aqui resolve nos mostrar talvez o seu lado mais sombrio. Essa é provavelmente a história de amor mais amarga já colocada em filme. Peter Coyote e Emmanuelle Seigner (a esposa do diretor) formam um casal disfuncional, que atrai para sua teia os rígidos e conservadores Hugh Grant e Kristin Scott Thomas.

Velocidade Máxima 2 (Speed 2: Cruise Control, 1997)

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O primeiro Velocidade Máxima (1994) marcou época. Um dos filmes de ação mais inventivos de todos os tempos, a trama colocava passageiros em um ônibus que não podia parar ou passar de certo limite de velocidade, caso contrário uma bomba explodiria nele. Como um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, Velocidade Máxima 2, contendo a mesma Sandra Bullock (mais azarada impossível), transporta a ação para um grande cruzeiro. A urgência, no entanto, se esvaiu.

Dois Parceiros em Apuros (Out to Sea, 1997)

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Walter Matthau e Jack Lemmon são uma das duplas mais icônicas da sétima arte, tendo as obras Um Estranho Casal (The Odd Couple, 1968) e Dois Velhos Rabugentos (Grumpy Old Men, 1993), como alguns dos destaques de tal parceria. Nem mesmo a dupla escapou de uma comédia passada num cruzeiro da terceira idade, onde irão encenar sua famosa dinâmica, na qual Lemmon é o ingênuo, e Matthau, o cínico.

SOS – Mulheres ao Mar (2014)

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Outra produção nacional encontra lugar na lista. Giovanna Antonelli protagoniza como uma mulher traída pelo companheiro, que decide ir atrás dele numa viagem de cruzeiro, para tentar reconquistá-lo. No local, termina conhecendo e se apaixonando pelo personagem de Reynaldo Gianecchini. O filme foi um dos grandes sucessos nacionais do ano passado. E adivinhe, ganhou uma ótima continuação este ano. O que virá por aí… ?

Sexta-Feira 13 – Parte 8 – Jason Ataca Nova York (Jason Takes Manhattan, 1989)

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Esse fez parte da minha infância. Querendo dar novos ares para a infame série, os “brilhantes” produtores resolveram levar um dos mais sanguinolentos assassinos do cinema para um local igualmente barra-pesada. Nova York foi o local escolhido. O trailer era fantástico, mas a decepção para milhares de crianças viria logo em seguida. Ao adentrar o filme, percebíamos que Jason passa 90% da projeção dentro de um barco, massacrando apenas infelizes colegiais. Sua jornada pela cidade que nunca dorme é breve.

Titanic (1997)

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O que seria de uma lista sobre filmes em barcos sem “a mãe” de todos eles. Durante 12 anos, a superprodução de James Cameron, que quase levou a Fox à falência e depois encheu seus cofres com muitos milhões, foi o filme mais rentável de todos os tempos. Hoje, a história de amor que ultrapassou a barreira social e encantou o mundo, se contenta com a segunda posição. O que não é pouco.

Matthew McConaughey | Conheça os MELHORES e PIORES Trabalhos do Astro Vencedor do Oscar

Matthew McConaughey, o ator texano que mais se orgulha de seu sotaque e seu estilo “caipira” em Hollywood, completa hoje 53 anos bem vividos, tendo escalado até o topo da cadeia alimentar do competitivo mercado da maior indústria de cinema no mundo. McConaughey como todos os outros antes dele (e os que virão depois também) começou sua carreira em papeis menores em filmes adolescentes e até mesmo num terror do qual se envergonhou de ter feito – e ameaçou processar os produtores que queriam capitalizar em cima da imagem do ator após a fama, relançado tal obra “tosca”. Depois disso, McConaughey se tornou um protagonista de respeito e aproveitou a aparência de galã que Deus lhe deu. Isso fez alguns jornalistas perceberem seu potencial e o anunciarem como o novo queridinho de Hollywood. Funcionou. Mas logo depois ele ficaria estereotipado e preso a papeis em comédias românticas – muitas de qualidade, digamos, duvidosa.

Foi um período seco em que Matthew McConaughey se tornaria desacreditado como ator. Mas uma mudança de ventos traria o prestígio de volta para sua carreira, com a chamada “McConaissance”, a renascença do ator – em produções de muita tarimba e prestígio, ao lado de grandes nomes na frente e atrás das câmeras. Isso o levou diretamente a vencer o primeiro e único Oscar ao qual foi indicado (até o momento). McConaughey continuaria a se desafiar como ator, pegando papeis difíceis e se descaracterizando na maioria dos casos. No entanto, o ator não tem dado muita sorte ultimamente e tais filmes não tem emplacado no gosto dos críticos e do público, trazendo um novo período de seca para sua filmografia. O qual esperamos que passe logo.

Como forma de homenagear este grande ator de nossos tempos, através de uma extensa pesquisa usando como fonte o Rotten Tomatoes e o IMDB, separamos os Melhores e Piores trabalhos da carreira do ator. Confira abaixo.

MELHORES

05 | Lone Star – A Estrela Solitária (1996)

Começamos a lista com este cult pouco conhecido, mas que precisa ser encontrado e assistido por todos, sejam fãs de Matthew McConaughey ou não. O filme creditado como divisor de águas na carreira do ator, sabidamente, foi Tempo de Matar (1996), mas no mesmo ano este longa ajudou a colaborar para o descobrimento do ator, que aqui demonstra todo o seu potencial numa performance intensa. Um faroeste moderno sobre as descobertas de um xerife em sua cidadezinha misteriosa, o longa foi indicado ao Oscar de melhor roteiro original.

04 | True Detective – 1ª Temporada (2014)

Matthew McConaughey possui muitos bons trabalhos de prestígio em seu currículo, que infelizmente não encontraram lugar na lista. Filmes como Killer Joe, Contato, O Poder e a Lei, Interestelar, O Lobo de Wall Street (no qual faz uma pontinha) e o recente Magnatas do Crime. Mas um dos melhores não aconteceu nas telonas, e sim na série de TV de antologia da HBO, True Detective. O programa foi parte essencial em seu retorno às boas com o sucesso e a crítica, e traz o ator fazendo parceria com Woody Harrelson, como policiais bem diferentes investigando casos escabrosos. Uma obra-prima.

03 | Jovens, Loucos e Rebeldes (1993)

O primeiro trabalho de Matthew McConaughey no cinema permanece até hoje como um dos melhores e mais queridos em sua filmografia por crítica e público. Também pudera, assinando o roteiro e a direção temos um verdadeiro mestre, Richard Linklater, que trouxe muito de suas próprias experiências para esse relato da vida de adolescentes crescendo no fim dos anos 70. McConaughey com seu bigodinho e cabelinho pode até soar esquisito hoje, mas o filme serviria também para abrir portas para gente do calibre de Ben Affleck e Milla Jovovich.

02 | Clube de Compras Dallas (2013)

Esse não poderia ficar de fora, afinal foi o filme que deu ao ator o tão almejado prêmio no Oscar como protagonista. Digam o que quiserem, mas este é o sonho de todo profissional da área, escalar na carreira até receber o reconhecimento máximo. Aqui, o ator mergulhou de cabeça no método e perdeu muitos quilos até ficar esquelético para o papel na história real de Ron Woodroof, um sujeito que se descobriu com AIDS e começou a contrabandear remédios para o tratamento desta doença terrível. Entre sua nova clientela, o personagem de Jared Leto, que também levou o Oscar, mas que seria considerado polêmico hoje, por viver um travesti.

01 | Amor Bandido (2012)

Se a lista dependesse unicamente de mim, certamente eu trataria de incluir nela Tempo de Matar (1996), não apenas um favorito de McConaughey, como também um de meus filmes preferidos de todos os tempos. Mas aqui, levamos em conta a opinião do grande público, dos fãs e dos críticos. Sendo assim, ocupando a primeira posição e subindo ao pódio como filme preferido do ator está este Mud (no original). Aqui temos uma história de amadurecimento de um menino, que ao mesmo tempo é também uma bela história de amor e violência. McConaughey interpreta um bandido foragido, escondido, ele é encontrado por dois meninos, que o ajudam a entrar em contato com o amor de sua vida, papel de Reese Witherspoon.

PIORES

05 | Calmaria (2019)

Se dependesse unicamente de mim também, este filme estaria numa posição mais alta na lista dos piores. Afinal, trata-se de um dos longas mais WTF de anos recentes, que este amigo que vos fala teve a oportunidade de conferir na exibição para a imprensa e ficar completamente estarrecido com o resultado. Poucas vezes em minha vida profissional um filme causou tamanho efeito de choque de forma negativa como este. Isso porque Calmaria é vendido como um suspense no estilo noir, no qual McConaughey interpreta um pescador de vida mansa, até que sua ex reaparece em sua porta – papel de Anne Hathaway. Ela o seduz e pede para que mate seu atual marido abusivo. Até aí ótimo e daria um bom thriller. Mas acredite, não é nada disso do que você está pensando e o filme dá uma guinada rumo ladeira abaixo se tornando, sem ligar a seta, uma ficção científica!!! É isso mesmo!

04 | A Torre Negra (2017)

Foi em 2012 mais ou menos que Matthew McConaughey recobrou seu lugar em Hollywood como um dos maiores astros de sua geração. Foram mais ou menos três anos surfando na crista da onda com diversos trabalhos de qualidade, no cinema e TV, e até um Oscar para chamar de seu. Mas quando chegou o ano de 2015, a maré começou a mudar novamente para o ator, e seus filmes começaram a ser novamente execrados pela crítica e ignorados pelo público, apesar do empenho das escolhas do astro. Nessa nova fase sombria, o ator assinou para uma adaptação de muito hype de Stephen King, ao lado de Idris Elba. O que poderia dar errado, certo? Mas deu muito errado, e ganhamos um dos blockbusters mais esquecíveis dos últimos 5 anos.

03 | Na Ponta dos Pés (2002)

Um dos longas mais obscuros da carreira de Matthew McConaughey, é também um dos momentos mais “vergonha alheia” de sua carreira. Aqui, ele já era um ator renomado quando disse sim para essa história tão sem noção que termina sendo de mau gosto. A intenção aqui até poderia ser boa, mas o resultado termina por fazer todos que se aventuram por esse desastre se arrependerem amargamente. Na trama, McConaughey é o namorado de Kate Beckinsale, que vive uma pintora tatuada. Ela descobre que os pais e o irmão dele, assim como sua família, são todos anões. E bem, é isso. Esse é o dilema do longa, o “preconceito” contra os anões. Para piorar, Gary Oldman interpreta o irmão anão do protagonista. E sim, temos Peter Dinklage no elenco.

02 | O Massacre da Serra Elétrica – O Retorno (1994)

Com medalha de prata dos piores filmes de Matthew McConaughey está esta produção que eu dei spoiler no começo desta matéria. Acontece que o ator trabalhou nesse filme quando ainda não era famoso, afinal tinha que pagar as contas. Esse é o quarto filme da franquia, após o clássico original de 1974, o divertido cult de 1986 e o esquecível terceiro longa de 1990. É seguro dizer, no entanto, que este quarto é o pior disparado, apesar de McConaughey parecer ter se divertido muito, entregando tudo de si numa performance para lá de exagerada. Como era de se imaginar, o filme veio e foi sem que muitos o notassem. Mas em 96, quando McConaughey estourou em Tempo de Matar e Renée Zellweger (que também protagoniza esse filme) fez o mesmo em Jerry Maguire, os produtores almejavam relançar o filme para aproveitar o sucesso da dupla. Mas desistiram rapidinho ao serem ameaçados de processo pelos agentes dos astros.

01 | Profissão Surfista (2008)

Que filme tem a audácia de roubar o lugar de O Massacre da Serra Elétrica – O Retorno como o pior da carreira de Matthew McConaughey, você pergunta? Realmente não é para muitos. Mas chegando em primeiro lugar no pódio do fundo do poço na filmografia do ator está este longa que é o único a receber 0% de aprovação no Rotten Tomatoes. Sim, mesmo os piores filmes do ator não chegaram a este nível. Além de tudo ainda precisamos lidar com um péssimo título do longa no Brasil, que obviamente saiu direto em vídeo por aqui. Acontece que o propósito de Surfer, Dude (no original) é mostrar o protagonista como um bon vivant surfista maconheiro. Um título melhor para o filme seria “estilo de vida surfista”, ou algo do tipo. Afinal, o surfe é um esporte e os que ganham a vida com ele realmente podem o ter como profissão. Não é o caso aqui.

Documentário sobre perseguição aos gays na Rússia sairá do catálogo da Netflix; Saiba mais!

A perseguição aos homossexuais na Rússia voltou a ser destaque na mídia com a Copa do Mundo, com os turistas gays sendo aconselhados a não demonstrarem afeto em público. A opressão ficou ainda mais implacável nos últimos anos, com a presidência de Putin, que permanecerá no cargo até 2024.

Espelhando esse tema, há o documentário ‘To Russia With Love‘, lançado em 2014, que desdobra acontecimentos em torno dos Jogos Olímpicos de Inverno. A produção mostra a repressão russa aos homossexuais e as manifestações em apoio à comunidade LGBT.

O documentário está disponível na íntegra na Netflix, mas é preciso se apressar. ‘To Russia With Love’ sairá do catálogo no dia 1 de julho, ou seja, daqui a menos de 10 dias.

Confira o trailer:

‘The Umbrella Academy’: Conheça os personagens em novo vídeo dos bastidores

A Netflix divulgou um vídeo dos bastidores da série ‘The Umbrella Academy‘.

Confira:

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Ellen Page, Robert Sheehan, Tom Hopper, David Castañeda, Aidan Gallagher, Emmy Raver-Lampman, Mary J. BligeCameron Britton.

A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 15 de Fevereiro.

‘Resgate do Coração’: Rob Lowe e Kristin Davis precisam resgatar elefante órfão no trailer da Netflix

A Netflix divulgou o trailer da comédia romântica ‘Resgate do Coração‘ (Christmas in the Wild).

Confira:

O filho de Kate Conrad (Kristin Davis) vai fazer faculdade fora de Manhattan, e ela prepara uma segunda lua de mel para ela e o marido. Só que, em vez agradecer, ele termina o relacionamento. Kate resolve, então, partir para a África sozinha. Durante um desvio pela Zâmbia, ela ajuda seu piloto, Derek Holliston (Rob Lowe), a resgatar um bebê elefante órfão. Os dois permanecem cuidando dele em um santuário de elefantes local, e Kate decide ficar para o Natal. Com um novo amor no horizonte, será que ela voltará para casa ou prolongará a aventura pela vida toda?

Dirigido por Ernie Barbarash, o longa será lançado na plataforma no dia 1º de novembro.

‘Batman Forever’: Versão do Joel Schumacher existe e tem quase 3 horas de duração

De acordo com o podcaster Marc Bernardin, há uma versão de 170 minutos do longa ‘Batman Forever‘, que traz uma versão mais sombria da história.

Alegadamente, a Warner Bros. nunca lançou a versão do diretor Joel Schumacher por não ter certeza se havia público para um ângulo mais sério do filme.

“Eu tenho conhecimento que existe nos cofres da Warner Bros. uma versão de 170 minutos de ‘Batman Forever’. Acredito que essa versão se aprofundava muito mais na psicose infantil e em bloqueios mentais, sendo uma versão mais séria e sombria, que era a visão original que o Joel vendeu ao estúdio. Eles eventualmente reeditaram porque acharam que o longa estava sombrio demais para as crianças,” afirmou Bernardin.

O diretor Joel Schumacher faleceu recentemente, então liberar sua visão original do longa seria uma ótima forma de honrar o seu trabalho. Ficaram curiosos?

Lembrando que as gravações de ‘The Batman‘ foram interrompidas por tempo indeterminado no Reino Unido.

Mas o Ministério da Saúde da nação insular informou que o retorno das produções cinematográficas será autorizado em breve, já que alguns países da região estão afrouxando as medidas de isolamento social.

Mesmo assim, a Warner Bros ainda não divulgou uma data para o retorno das gravações de ‘The Batman‘, que estreia em 01 de outubro de 2021.

Além de Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“ESTE NOVO BATMAN PRECISAVA ESTAR EM CONFORMIDADE COM UMA FAIXA ETÁRIA DEFINIDA. ELE É DESCRITO COMO UM JOVEM COM CERCA DE 30 ANOS DE IDADE, E A HISTÓRIA NÃO VAI FOCAR EM SUA ORIGEM, NEM EM SEU COMBATE AO CRIME EM GOTHAM CITY. ELE É BRUCE WAYNE, AINDA TENTANDO ENCONTRAR O CAMINHO PARA SE TORNAR AQUELE DETETIVE GENIAL.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Matt Reeves está preparando.

‘O Massacre da Serra Elétrica’: Saiba quem irá interpretar o Leatherface no novo filme!

De acordo com o Bloody Disgusting, Mark Burnham (‘Lowlife’) irá interpretar o icônico Leatherface no novo reboot da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, que trará uma versão mais velha do vilão.

Originalmente, Leatherface foi interpretado por Gunnar Hansen, mas diversos atores assumiram o papel com o passar das sequências, remakes e reboots. Bill Johnson interpretou o vilão em ‘O Massacre da Serra Elétrica 2‘; R. A. Mihailoff em ‘Leatherface – O Massacre da Serra Elétrica 3‘; Robert Jacks em ‘O Massacre da Serra Elétrica – O Retorno‘; Andrew Bryniarski no remake de 2003 e sua subsequente pré-sequência; Dan Yeager em ‘O Massacre da Serra Elétrica 3D: A Lenda Continua‘; e Sam Strike em ‘Massacre no Texas‘.

Vale lembrar que a lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme original, retornará no novo filme. A personagem será interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

Infelizmente, a atriz que estrelou o longa de 1974, Marilyn Burns, faleceu em 2014. A atriz chegou a fazer uma participação especial como uma nova personagem em ‘O Massacre da Serra Elétrica 3D: A Lenda Continua‘.

Anteriormente, o produtor Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio‘) havia confirmado que o novo filme será uma sequência direta do longa original, dirigido por Tobe Hooper.

“Será uma sequência direta, com o mesmo personagem. Veremos um Leatherface mais velho.”

Ele completa, “Tudo será clássico, como nos filmes antigos. Nossa abordagem é parecida com o reboot de ‘A Morte do Demônio’ – fazer tudo real, sem efeitos visuais. É uma abordagem velha guarda do gênero. Lentes vintage… será muito parecido com o filme original.”

Ainda sem data estreia, a expectativa é que o reboot seja lançado em 2021.

David Blue Garcia (‘Tejano’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Elsie Fisher (‘Oitava Série’), Sarah Yarkin (‘A Morte te Dá Parabéns 2’), Jacob Latimore (‘Maze Runner: Correr ou Morrer’) e Moe Dunford (‘Vikings’).

Chris Thomas Devlin, conhecido por seu trabalho no terror ‘Cobweb‘, escreveu o roteiro do novo filme.

Fede Álvarez, diretor de ‘A Morte do Demônio‘ e ‘O Homem nas Trevas‘, será o produtor da nova versão.

‘DOOM’: Rosamund Pike revela ter VERGONHA por ter estrelado a adaptação

Em entrevista ao Collider, Rosamund Pike (‘Garota Exemplar’) revelou que sente vergonha por ter estrelado a adaptação de ‘Doom: A Porta do Inferno‘, pois não conhecia o material de origem.

“Eu não conhecia os jogos. Eu não entendia [a adaptação]. Se eu soubesse o que sei agora, eu teria explorado esse universo e teria feito uma imersão completa como costumo fazer atualmente. Eu apenas não entendia na época. E eu sinto vergonha disso, na verdade. Eu sinto vergonha pela minha ignorância sobre os jogos e eu não sabia onde encontrar mais informações sobre isso, pois a internet não era o lugar que costuma ser atualmente, onde os fãs têm uma voz.”

Ela completa, “Eu não sabia onde encontrar os fãs [dos jogos]. Agora eu sei! De fato, agora eu tenho muitos amigos que adoram os jogos e eu queria tê-los conhecidos naquela época.”

Anteriormente, o cineasta Ben Wheatley (‘Rebecca – A Mulher Inesquecível’) havia revelado seu desejo em dirigir uma adaptação da franquia de jogos ‘DOOM‘.

“Eu ainda quero dirigir uma adaptação de ‘DOOM’. Eu sei que já fizeram uma, mas… fala sério! Ou uma adaptação de ‘Counter-Strike’, eu também gostaria muito de dirigir.”

Vale lembrar que o jogo ganhou uma adaptação em 2005, ‘Doom: A Porta do Inferno‘, estrelada pelo Dwayne Johnson. Fracasso nas bilheterias, o longa foi massacrado pelos críticos e fãs dos jogos. Em 2019, a Universal Pictures lançou um reboot direto em vídeo, ‘DOOM: Aniquilação‘, que foi igualmente rejeitado pelos fãs.

Atualmente, Ben Wheatley está trabalhando na aguardada sequência ‘MegaTubarão 2‘, e recentemente revelou que o novo filme será grandioso:

“Meu objetivo é respeitar o MegaTubarão e tentar ter certeza de que será um ótimo filme. É uma oportunidade de fazer ação em uma escala tão insanamente grande, que é simplesmente inacreditável. Vai ser simplesmente inacreditável. Só de fazer os storyboards o filme eu imaginei quão grandioso ele vai ser. Eu sinto uma grande responsabilidade, para ter certeza de que vou agradar os grandes fãs de tubarões.”

‘Ash vs. Evil Dead’ pode ganhar continuidade como uma série animada

Em entrevista ao Collider, o ator Bruce Campbell revelou que a série ‘Ash vs. Evil Dead‘ ainda pode ganhar continuidade, mas no formato de animação.

“A série pode continuar como uma série animada. Podemos começar de onde paramos, porque seria muito mais simples mostrar o futuro em animação. Minha voz ainda é a do Ash, ela não mudou como o meu corpo, então eu ainda posso fazer isso – assim como o jogo. Nós já estamos conversando sobre lançar uma série animada.”

Lançada em 2015, a série rendeu três temporadas antes de ser cancelada pelo canal Starz. No final, os protagonistas foram enviados para um futuro pós-apocalíptico, deixando o público imaginando quais perigos eles estariam prestes a enfrentar.

Vale lembrar que um novo filme da franquia, intitulado ‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘ (Evil Dead Rise), está em desenvolvimento. O longa será lançado pela HBO Max, mas ainda não possui previsão de lançamento.

Confira a sinopse completa:

Cansa da viagem, Beth faz uma visita atrasada à sua irmã mais velha Ellie, que está criando três filhos sozinha em um apartamento apertado em Los Angeles. A reunião das irmãs é interrompida pela descoberta de um livro misterioso nas entranhas do prédio de Ellie, dando origem a demônios possuidores de carne e empurrando Beth para uma batalha primordial pela sobrevivência enquanto ela se depara com a versão mais assustadora imaginável da maternidade.

O elenco conta com Alyssa Sutherland, Lily Sullivan, Gabrielle Echols, Morgan Davies e Nell Fisher.

Sam RaimiBruce Campbell e Robert Tapert serão responsáveis pela produção.

Em 2013, o aclamado cineasta Fede Alvarez investiu em um remake que, arrecadou US$ 100 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 16 milhões. Além disso, garantiu uma recepção sólida pela crítica especializada, acumulando 62% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

Confira o trailer DUBLADO e LEGENDADO do live-action de ‘Gran Turismo’

A Sony Pictures divulgou o trailer nacional da adaptação de ‘Gran Turismo – De Jogador a Corredor‘, que acompanha David Harbour (‘Stranger Things’) recrutando vários jovens que jogam o jogo para uma competição na vida real.

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de agosto.

Dirigido por Neill Blomkamp (‘Distrito 9’), o longa é baseado em uma história real.

A trana segue a história de um jogador adolescente de Gran Turismo, cujas habilidades de jogo o permitiram vencer uma série de competições da Nissan, e até mesmo se tornar um verdadeiro piloto profissional de carros de corrida.

O elenco ainda conta com Archie Madekwe, Orlando Bloom, Darren Barnet, Josha Stradowski, Djimon Hounsou, Geri Horner e Emelia Hartford.

Jason HallZach Baylin assinam o roteiro.

Pra quem não conhece, ‘Gran Turismo‘ tem uma rica história no mundo dos games, sendo criado em 1997 por Kazunori Yamauchi. O jogo é tido como um dos simuladores de direção mais autênticos da categoria, focando em gráficos precisos, física e atenção aos detalhes dos carros, que os próprios jogadores constroem para pilotar. Mais de 85 milhões de jogos da série já foram vendidos mundialmente.

Oi? Novo episódio de ‘Bob Esponja’ faz homenagem ao terror ‘A Morte do Demônio’

Deadites no fundo do oceano? O episódio mais recente da série animada ‘Bob Esponja Calça Quadrada‘, intitulado Tango Tangle/Necro-Nom-Nom-Nom-I-Con, fez uma inesperada homenagem ao clássico do terror ‘A Morte do Demônio‘.

No episódio, o Bob Esponja tenta cozinhar usando um livro de receitas nada convencional: o temido Necronomicon.

Através do Twitter, o ator Bruce Campbell compartilhou um clipe da cena, brincando: “Apenas não diga as palavras!”.

Confira:

Vale lembrar que o novo filme do Bob Esponja Calça Quadrada teve sua estreia adiada pela Paramount Pictures e agora terá que enfrentar a aguardada sequência ‘Avatar 3‘ nas bilheterias.

Atualmente, a animação está programada para 19 de Dezembro de 2025 – mesmo dia do terceiro filme da franquia bilionária de James Cameron.

Quem você acha que vai vencer essa batalha?

Além disso, o personagem ganhará três filmes pela Paramount+.

No próximo ano veremos um projeto de Bob Esponja com foco nos outros moradores da Fenda do Bikini. A partir daí, o público pode esperar mais anúncios relacionados a outros personagens como Sandy, Patrick, Lula Molusco e afins.

UAU! Confira o trailer DUBLADO e LEGENDADO do live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’

A Universal Pictures divulgou o trailer nacional do live-action ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ (How to Train Your Dragon).

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de Junho de 2025.

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Os fãs podem esperar bastante fidelidade no live-action do filme em relação a Stoico, o pai de Soluço.

Em entrevista ao Collider, o astro Gerard Butler, que interpretará o personagem no longa, afirmou que Stoico terá um visual muito parecido com o que foi visto na animação.

Butler também revelou como essa fidelidade tornou o papel um pouco difícil de interpretar devido ao figurino.

“Eu tenho sete camadas, faixas bem grossas, uma barba muito grande e ainda há uma pele de urso ou lobo por cima de tudo. É muito pesado”, disse Gerard Butler.   

O elenco conta com Mason ThamesNico Parker como os protagonistas Soluço e Astrid, respectivamente.

Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisará seu papel na adaptação.

Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn JamesHarry TrevaldwynRuth Codd também estrelam.

Este novo longa adaptará a trilogia de filmes que foram feitos pela DreamWorks Animation e lançados na década de 2010 com grande sucesso.

O primeiro filme foi indicado ao Oscar de Melhor Filme de Animação e Melhor Trilha Sonora. A trilogia também foi um sucesso de público, arrecadando mais de US$ 1,6 bilhão nas bilheterias.

Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.

Ansiosos?

Luta pelo trono no trailer da 2ª temporada de ‘Rei Lobo’, animação da Netflix baseada na saga Wereworld

A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de de ‘Rei Lobo‘ (Wolf King), animação baseada na popular série de livros Wereworld, de Curtis Jobling.

No próximo ciclo, que estreará no dia 11 de setembro, enquanto luta por seu trono e enfrenta inimigos de todos os lados, Drew aprende o pesado fardo de ser rei — e a assustadora tarefa de escolher uma rainha.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“Em um mundo onde os humanos são dominado por metamorfos, a vida do jovem pastor Drew Ferran, de 16 anos, muda para sempre quando ele descobre que é o último Rei Lobo sobrevivente.”

Jellyfish Pictures e Assemblage Entertainment são os estúdios responsáveis pela animação.

O seriado foi dirigido por Tom Brass.

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Cinebiografia do Michael Jackson supera US$ 700 milhões e se torna a 2ª MAIOR arrecadação do ano

Sucesso! A cinebiografia ‘MICHAEL‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais.

O filme subiu para o TOP 2 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Super Mario Galaxy‘ (US$894.2M).

Beneficiando-se de uma excelente estabilidade nas telonas, o longa retornou ao topo das bilheterias norte-americanas em seu quarto final de semana – registrando uma queda doméstica de apenas -31% –, e já soma US$ 282.7 milhões no país.

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 421 milhões através de 83 territórios.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a Reino Unido (US$54.6M), França (US$41.1M), Alemanha (US$27.4M), México (US$26.5M) e Brasil (US$25.4M).

Ao total, o filme já arrecadou impressionantes US$ 60.4 milhões em IMAX.

‘Michael’: Filme originalmente abordaria acusações de abuso e investigações policiais

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 39% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a cinebiografia conquistou os espectadores, recebendo uma nota A- no CinemaScore e alcançando impressionantes 97% de aprovação do público no RT.

‘Michael’: Rei do Pop quase ganhou cinebiografia inusitada sob o olhar de Bubbles, o famoso chimpanzé do astro

Dirigido por Fuqua e realizado em colaboração com o espólio do cantor e compositor, o filme foca na trajetória de Jackson desde a infância no Jackson 5 até o fenômeno global da turnê Bad, em 1988.

‘Michael’: Cinebiografia sobre o rei do pop é MASSACRADA pela crítica internacional; Confira!

‘Michael’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica 1 | ‘Michael’ – Antoine Fuqua constrói uma singela carta de amor a Michael Jackson com a cinebiografia

Crítica 2 | ‘Michael’ é uma embalagem bonita para uma caixa VAZIA. Para alguns, isso basta…

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia Long, Miles Teller, Laura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como ‘This Is It’.

Visual completo do Thanos em ‘Vingadores – Guerra Infinita’ é revelado!

O visual completo do vilão Thanos, de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, foi divulgado pela primeira vez na D23 Expo, a conferência de entretenimento da Disney que traz os principais detalhes de suas produções aos fãs e à imprensa.

Confira, com uma nova foto do set revelada pelos irmãos Russo.

O elenco conta com Tom Holland (Homem-Aranha), Josh Brolin (Thanos), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Mark Ruffalo (Hulk), Chris Hemsworth (Thor), Chris Pratt (Starlord), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Benedict Cumberbatch (Doutor Estranho), Brie Larson (Capitã Marvel), Zoe Saldana (Gamora), Karen Gillan (Nebula), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Chris Evans (Capitão América) Tom Holland (Homem-Aranha), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Bradley Cooper (Rocket), Vin Diesel (Groot), Paul Rudd (Homem-Formiga), Paul Bettany (Visão), Benedict Wong (Wong), Dave Bautista (Drax), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Samuel L. Jackson (Nick Fury) e Danai Gurira (Okoye).

Em vídeo, Tom Holland deixa escapar que estará em ‘Os Vingadores 4’

‘Vingadores – Guerra Infinita’ vai abordar eventos passados de ‘Guardiões da Galáxia’ 

Jeremy Renner odiou sua participação em ‘Os Vingadores’ 

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Dali Land’: Ezra Miller viverá jovem Salvador Dalí em cinebiografia

O astro Ezra Miller viverá a versão jovem do aclamado pintor Salvador Dalí na cinebiografia ‘Dali Land‘. A produção trará o veterano vencedor do Oscar, Ben Kingsley, como o artista já na fase adulta.

Marry Harron (‘Psicopata Americano‘) será a diretora do projeto, além de assumir o roteiro ao lado de John C. Walsh.

A trama se passa em Nova York e na Espanha, no ano de 1973, e é contada por James (Frank Dillane), um jovem assistente de uma galeria que está ajudando Dalí a se preparar para uma exposição. Animado para aprender alguns segredos sobre a arte do pintor, ele acaba se envolvendo em um universo regado à festas, batalhas pessoas e um mundo artístico que emana dinheiro e intrigas.

Lesley Manville viverá a esposa de Dalí e sua musa, Gala. Tim Roth será o Capitão Moore, braço direito do artista.

As filmagens devem ser iniciadas ainda neste ano no Canadá e na Espanha.

 

 

 

Primeira leva de filmes do MCU é chamada de ‘Saga do Infinito’, diz Kevin Feige

A chegada de ‘Vingadores: Ultimato‘ marca o final de uma era de 22 filmes do Marvel Cinematic Universe (MCU). E segundo o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, esse ciclo de produções possui um título bem específico.

Durante uma entrevista à revista britânica Empire, o produtor revelou que essa leva de produções é chamada de ‘Saga do Infinito‘. Ele ainda falou sobre a importância de encerrar esses primeiros 10 anos em grande estilo.

Disse:

“Nós queríamos trazer uma conclusão para essa série de filmes, de maneira que jamais foi feita. ‘Harry Potter‘ teve o seu fim porque só havia uma quantidade específica de livros. O mesmo aconteceu com ‘O Senhor dos Anéis‘. Nós pensamos, ‘depois de 22 filmes, não seria divertido um gran finale para a narrativa?'”.

 

Confira os melhores momentos do trailer divulgado recentemente:

NOSTALGIA

O trailer começa com momentos chave da trindade Vingadora ao longo desses 11 anos de Universo Marvel. Tony Stark, ainda no isolamento espacial, grava uma mensagem para Pepper Potts na esperança de que ela receba suas últimas palavras. O Capitão América conversa com a Viúva Negra sobre não desistir de reverter a situação. Já Thor, ainda muito abalado, segue em sua busca de acabar com Thanos.

TAL PAI, TAL FILHA

O Gavião Arqueiro, ou o Ronin, aparece ensinando sua filha, Lila, a atirar com arco e flecha. Pode ser um indício de que a Gaviã Arqueira vai aparecer, mas também pode ser o que motivou o herói a retornar à ativa: a Morte de sua família.

PEQUENO PROBLEMA

O Homem-Formiga arruma um jeito de escapar do Reino Quântico e, pelo visto, demorou horrores! Ele aparece na frente de casa com a vegetação crescendo ao redor do lar e com a rua cheia de cartazes de desaparecidos. A atenção especial que Scott recebe nesse trailer indica que ele terá importância fundamental na trama, podendo chegar a ter um ato exclusivamente voltado para ele.

NA PONTA DO LÁPIS

Em outra cena, Scott aparece pulando em uma escrivaninha ou em uma maleta em meio à explosão. Ele usa um lápis como trampolim. Pode ser uma cena que remeta a seu filme solo, onde ele interagiu bastante com esses objetos. Será?

VINGADORES UNIDOS

Todo mundo que sobreviveu se une no galpão dos Vingadores para um missão especial. O traje é MUITO similar ao que Hank Pym utilizou para adentrar o Reino Quântico em “O Homem Formiga e a Vespa”. A presença de Stark também indica que ele vai sobreviver ao Isolamento no Espaço.

PODEROSOS!

Por fim, o trailer promove o encontro entre as duas criaturas mais fortes da Marvel nos cinemas: Thor e Capitã Marvel. Thor age daquele jeito meio fanfarrão para conhecer melhor Carol, que reage com seu jeito sisudo de militar resolvedora de guerras.

Obs: SOBREVIVENTES

O cartaz do filme revela três personagens que sobreviveram: Wong, Happy e Pepper.

Os Vingadores: Ultimato estreia em 25 de abril de 2019

‘Toy Story 4’: Aprenda a desenhar o Duke Caboom em novo vídeo

Para ajudar os fãs a lidarem com a quarentena, a Disney divulgou um novo vídeo, que traz uma de suas animadoras da Pixar ensinando os internautas a desenharem o personagem Duke Caboom, dublado originalmente por Keanu Reeves para a animação ‘Toy Story 4‘. 

A rápida aula de desenho foi conduzida pela artista da empresa, Emilie Goulet.

Assista:

Oh yeah! 🇨🇦 Join Animator Emilie Goulet (@egoulet529) in drawing Canada’s greatest stuntman, Duke Caboom from TOY STORY 4! Grab your pencil and eraser and let’s caboom! #DrawWithPixar #DisneyMagicMoments

15.6k Likes, 30 Comments – Walt Disney Studios (@disneystudios) on Instagram: “Oh yeah! 🇨🇦 Join Animator Emilie Goulet (@egoulet529) in drawing Canada’s greatest stuntman, Duke…”

O quarto filme da saga alcançou a impressionante marca de 1,053 bilhão de dólares, tornando-se o segundo mais rentável da franquia e ficando atrás apenas de ‘Toy Story 3’ (1,067 bilhão). 

Dirigido por Cooley, esse é o seu primeiro longa-metragem.

Quando Bonnie leva os brinquedos em sua viagem com a família, Woody acaba se dispersando inesperadamente e se juntando à sua amiga Bo Peep, que com seu espírito aventureiro e depois de anos na estrada já esconde seu delicado exterior de porcelana. Woody e Bo, que são totalmente diferentes quando se trata da vida como um brinquedo, logo percebem que esse é o menor dos seus problemas.

‘Bob Esponja’: Paramount+ retira alguns episódios por não serem “apropriados para crianças”

A nova plataforma de streaming Paramount+ traz aos cinéfilos uma série de conteúdos exclusivos, inclusive a popular animação ‘Bob Esponja‘.

No entanto, alguns episódios da produção foram removidos do serviço de streaming e do canal Nickelodeon, por não serem “apropriados para crianças”. A informação foi revelada pelo portal IGN, a partir de um comunicado oficial obtido.

De acordo com a publicação, o episódio “Mid-Life Crustacean” está na lista dos removidos. No capítulo em questão, Bob Esponja e Patrick levam o Sr. Siriguejo para uma balada na cidade, após ele expressar seu descontentamento com o fato de estar envelhecendo.

A noite termina com um “ataque às calcinhas”, com os telespectadores descobrindo que a pessoa que estão atacando é nada menos que a própria mãe do Sr. Siriguejo.

Segundo um porta-voz do canal:

“Mid-Life Crustacean’ já está fora do circuito de exibição da Nickelodeon desde 2018, após uma revisão de padrões em que determinamos que alguns elementos da história não eram apropriados para crianças”.

Outro episódio que fora retirado é “Kwarantined Krab“, onde o Sr. Siriguejo se vê envolvido em uma história baseada em um vírus.

Em se tratando do capítulo em questão, o porta-voz ponderou o contexto mundial:

“O ‘Kwarantined Crab‘ se concentra em uma história de vírus, então decidimos não colocá-lo no ar, devido às sensibilidades que cercam a pandemia global no mundo”.

Vale lembrar que o popular personagem ganhou um longa em animação, intitulado ‘Bob Esponja: O Incrível Resgate‘, que já está disponível na Netflix.

Confira o trailer:

Dirigido por Paul Tibbitt, o longa é completamente animado, ao contrário de ‘Bob Esponja: Um Herói Fora d’Água‘, que misturava CGI com live-action.

Quando Gary é caracolstrado, Bob e Patrick embarcam em uma épica aventura para a Cidade Perdida de Atlantic City, com o objetivo de trazer ele para casa. A dupla vai encarar perigos e diversões hilárias nessa missão de resgate, e Bob e seus amigos terão que provar que nada é mais forte do que o poder da amizade.

O elenco conta com o retorno de Tom Kenny, Clancy Brown, Rodger Bumpass, Bill Fagerbakke e Carolyn Lawrence, além de introduzir Awkwafina e Reggie Watts.

Primeiras Impressões | Silo: Apple TV+ entrega ambicioso sci-fi distópico com Rebecca Ferguson

A assustadora realidade de um mundo mergulhado em caos, onde a toxicidade humana e ambiental se entrelaçam em uma coisa só, tem sido a razão de alguns dos devaneios literários mais fascinantes já publicados. De Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?, passando por O Homem do Castelo Alto – ambos de Philip K. Dick -, chegando a 1984 de George Orwell, a distopia é hoje mais do que um entretenimento inventivo e hiperbólico. Como um retrato futurista da nossa própria humanidade, o gênero é de fato uma análise intrínseca de um desastre global anunciado. E nunca estivemos tão perto do apogeu apocalíptico, foco central de Silo – nova série original da Apple TV+.

Seguindo o bom e velho molde da dizimação ambiental, Silo se apropria dessa proposta para apenas usá-la como um trampolim para discussões mais densas. Fugindo da literalidade dos debates sobre o meio ambiente, que reduziram a raça humana a escravos de seus próprios erros e escolhas, a produção usa esse alicerce como um ponto de partida para expandir uma reflexão sobre poder, conhecimento e domínio através do medo. Em uma sociedade regida por um rigoroso sistema que data de 140 anos, o restante da população hoje vive debaixo de um regime autoritário, controlado por leis pouco explicadas nascidas após uma rebelião. Usando o gatilho do desconhecido e de histórias antigas que são recontadas quase como assustadoras lendas urbanas, Silo faz do “não pergunte, não fale” seu método para nos arrebatar nas profundezas desse misterioso universo.

Com um elenco de peso, conduzido por Rebecca Ferguson e David Oyelowo, Silo é um sci-fi distópico que flerta com o experimental. Trazendo um design de produção impecável, que faz dos tons terrosos uma linguagem não verbal para emanar a sensação de sujeira, poeira e até mesmo abandono, a série original da Apple TV+ é uma experiência sinestésica para os amantes do subgênero. Um pouco lenta, mas tomada por gatilhos que nos convidam a entrar nesse submundo, ela é adepta à narrativa “slow burn”, se revelando gradativamente como uma pequena chama que cresce a cada novo episódio. E sob a liderança do criador Graham Yost, Silo se apresenta para a audiência como um vasto leque de possibilidades, onde todos os personagens são conectados pelas mesma perguntas jamais respondidas.

E assim como a curiosidade é o fio condutor que carrega os protagonistas, ela também nos mantém atentos, sedentos por respostas que não parecem vir tão cedo. Mas construindo uma atmosfera sombria e pulsante que nos angustia e nos deixa perplexos, Silo consegue romper sua lentidão ao fazer jogos mentais com a audiência. Revelando novas camadas de seu universo conforme caminhamos com a trama, a série é um deleite para quem não tem pressa e um primor para amantes de tramas complexas. Com personagens intrigantes e um elenco de peso que sustenta cada nível de profundidade narrativa mostrado até o momento, a produção é uma tacada certeira da Apple TV+, que sempre foca no “menos é mais”. Com uma direção belíssima, que destaca o tom mais sóbrio e frio dessa nova sociedade, Silo já promete ser uma das grandes surpresas de 2023. Seu sucesso vai depender do quão longe Yost é capaz de nos levar, sem nos frustrar.

Crítica | A Sociedade da Neve – J.A. Bayona reconta TRAGÉDIA uruguaia de modo IMPRESSIONANTE e pungente

Filme de encerramento do Festival de Veneza 2023, A Sociedade da Neve (La Sociedad de la Nieve), de J.A. Bayona, é uma emocionante narrativa de um dos maiores milagres e tragédias na história da América do Sul no século XX. Em 13 de outubro de 1972, o voo Força Aérea Uruguaia 571 decolou de Montevideo, com 45 passageiros, incluindo um time de rugby, mas nunca chegou ao seu destino.

Após 50 anos do desastre, o diretor espanhol Juan Antonio Bayona apresenta uma nova faceta para o ocorrido através da narração de Numa Tucartti (Enzo Vogrincic) e baseado no livro do jornalista uruguaio Pablo Vierci. Para esta nova adaptação, o cineasta trabalhou  com atores da mesma origem dos personagens reais e as filmagens foram feitas nos locais do acidente na Cordilheira dos Andes. 

LA SOCIEDAD DE LA NIEVE (L to R) ENZO VOGRINCIC as NUMA in LA SOCIEDAD DE LA NIEVE. Cr. QUIM VIVES/NETFLIX © 2022

Diferente da mais conhecida adaptação para as telonas, Vivos (Alive, 1993), de Frank Marshall, com Ethan Hawke com um dos principais sobreviventes, A Sociedade da Neve é focado nos laços entre os sobreviventes da queda, os momentos limites de fé e as condições inimagináveis de resistência. Com uma produção muito mais caprichada e coerente com a origem dos envolvidos, o longa espanhol encobre as outras produções e consegue transmitir angústia e empatia sem cair no melodrama ou sensacionalismo. 

A questão do sensacionalismo advém do método recorrido pelas vítimas para agarrar-se à vida: antropofagismo. Esta é, por exemplo, uma das memórias remanescentes do meu imaginário infanto-juvenil a assistir ao filme de 1993 pela primeira vez. Com uma ambientação por vezes inquietante, por vezes claustrofóbica, J.A. Bayona tem êxito em nos aglutinar àquela realidade e desespero sem recorrer a cenas explícitas, mas desenvolvendo muito bem as condições miseráveis daqueles indivíduos.

Conhecido internacionalmente pela adaptação da tragédia do Tsunami na Tailândia, no impactante O Impossível (2012), e lançado ao mundo com o assombroso O Orfanato (2007), J.A. Bayona tem uma sensibilidade em recriar dilemas morais e cenas de grande estupor. Criticado por pelo elenco caucasiano de O ImpossívelNaomi Watts e Ewan McGregor na época do lançamento, o diretor e roteirista [pela primeira vez em longas], buscou intérpretes latinos e a língua espanhola como pontos impreteríveis de sua obra.

Lançado pela Netflix, A Sociedade da Neve é um projeto cinematográfico de alta qualidade técnica e sonora. Após os primeiros minutos de ambientação política e emoção dos atletas em disputar uma partida no Chile, o filme nos projeta na aflitiva cena do impacto da aeronave nas montanhas dos Andes e os detalhes de cada objeto, cadeira e indivíduos durante aqueles incomensuráveis segundos. Ao mesmo tempo que arrepia, nos magnetiza a não desgrudar os olhos da tela. 

Por este e outros momentos chaves, A Sociedade da Neve é um filme de resiliência, fé e admiração. Todos os personagens são tratados com a mesma relevância e respeito, além dos bravos Roberto Canessa (Matías Recalt) e Nando Parrado (Agustín Pardella) que partem ao desconhecido com uma única missão: sobreviver. Mesmo para aqueles que já conhecem cada detalhe dos fatos, consegue se surpreender com a produção. 

Duas das escolhas mais acertadas do roteiro foi ter dado voz a Numa como narrador do cotidiano e o registro escrito na tela do nome de cada passageiro perdido na trajetória dos 72 dias de espera e aflição. Em meio a tanta neve, avalanches e escassez de recursos, cada mínima decisão bem sucedida e barreira ultrapassada são como uma tocha de fogo a irradiar calor em nossos corpos estremecidos diante da tela. 

 

Com distribuição da O2 Filmes, A Sociedade da Neve  tem previsão de estreia para o dia 14 de dezembro de 2023 nos cinemas brasileiros. Em seguida, o filme chega à Netflix, em 4 de janeiro de 2024. O longa é o representante da Espanha para Oscar 2024

‘The Walking Dead’: Assista aos primeiros 4 minutos do próximo episódio

A AMC divulgou os primeiros 4 minutos do 11º episódio da 8ª temporada de ‘The Walking Dead’, que irá ao ar no próximo domingo (11). Assista:

‘The Walking Dead’ é transmitida aos domingos pelo canal pago Fox, às 23h30.

‘The Walking Dead’: Produtora está desenvolvendo séries derivadas e algumas surpresas

‘The Walking Dead’: Vídeo emocionante sobre Carl vai fazer você chorar novamente

‘The Handmaid’s Tale’: Mulheres vestidas de aia protestam em Brasília para legalizar o aborto

‘The Handmaid’s Tale’ está se tornando simbolo de pequenas revoluções mundo afora, por tratar temas como estupro, abordo, machismo e violência contra a mulher, o seriado do Hulu também chegou ao Brasil causando alvoroço e servindo de inspiração para algumas causas sociais.

Como a que aconteceu em Brasília, na última sexta-feira (03), onde um grupo de mulheres vestidas com o famosos uniformes das aias acompanharam a audiência pública da ADPF 442 (que entre outras pautas, pede a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação), em frente ao palácio do STF.

Confira algumas fotos:

Segundo informações da Variety, o Hulu acabou de renovar ‘The Handmaid’s Tale’ para a terceira temporada. A confirmação do novo ano chega apenas uma semana após a estreia do segundo. Vale também lembrar que o seriado já faturou oito Emmy Awards e se tornou um fenômeno entre o público.

Enquanto isso, confira a nossa crítica do episódio piloto da 2ª temporada: Crítica | ‘The Handmaid’s Tale’: Elisabeth Moss retoma o conto da aia com sangue e dor

Ainda não há data de estreia prevista para o terceiro ano.

A 2ª temporada é exibida pelo Hulu, serviço de streaming que não está disponível no Brasil. O canal pago Paramount Channel exibe a 1ª temporada no Brasil.

Crítica com Spoilers | ‘Invasão Secreta’ mostra que a Marvel PRECISA repensar suas séries

[ANTES DE LER A CRÍTICA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não Invasão Secreta, saiba que esta contém revelações fundamentais sobre a trama.

Ao longo das últimas semanas, a Marvel tentou emplacar um produção mais pé no chão, o que pode ser considerada uma empreitada ambiciosa dada a grandiosidade dos eventos mais recentes deste universo compartilhado. No entanto, a trama de Invasão Secreta confundiu os conceitos e acabou criando uma série curta, porém enfadonha. E alguns podem até tentar transferir uma porcentagem da culpa para a tal “fadiga de super-heróis”, mas fala-se disso desde 2013, quando teve início a Fase Dois do MCU. E chega a ser engraçado como a tal fadiga simplesmente desaparece quando o filme ou série em questão é bom mesmo.

A verdade é que o público não cansou de produções de super-heróis, o público cansou de produções ruins de super-heróis. E infelizmente, Invasão Secreta é uma delas.

E no caso desta série, tudo deu errado. A começar pela divisão dos episódios. Essa é uma crítica nossa recorrente, então peço desculpas se parecer repetitivo, mas a Marvel ainda não entendeu o formato de série. Se o estúdio tem uma produção de seis episódios aprovada, não tem cabimento fazer um filme de seis horas e tentar dividi-lo em seis partes, como aconteceu em projetos anteriores. Aqui, nota-se que a direção tentou trabalhar melhor o conceito de contar a história focada em núcleos por episódio, só que ainda não ficou bom. A primeira metade da série traz episódios mais densos e com duração próxima a 1h, cada. A metade final, por outro lado, é formada por capítulos de cerca de 35 minutos, cada, enchendo a tela com ação e avançando pouquíssimo com a história.

Essa falta de equilíbrio faz parece que estamos assistindo duas séries diferentes, sendo que as partes mais interessantes dessa história foram justamente as partes mais densas. Isso reflete até mesmo no melhor episódio, o quarto, que encontra um caminho ideal entre desenvolver a história trabalhando bem a ação. Ele é tão bom que faz o público se questionar do motivo da série inteira não ter seguido esse ritmo.

E a grande culpada disso tudo é a direção. Ali Selim é um diretor que vem arriscando nos cinemas e nas séries recentemente, mas fez carreira mesmo com comerciais de TV e mini documentários de aproximadamente meia hora. Talvez por sua experiência, os episódios menores foram mais dinâmicos e focados em entreter, tal qual um comercial, enquanto os episódios maiores se adequam mais a sua visão para cinema. Infelizmente, não estamos falando de produções diferentes, e a unidade final não ficou coesa.

Além disso, ele foi incapaz de transmitir emoção ou criar sensações até em revelações bombásticas. Nem mesmo saber que o Máquina de Combate (Don Cheadle) – membro com acesso irrestrito às informações e instalações dos Vingadores – era um Skrull infiltrado, causou surpresa ou espanto. Foi tudo insosso. Até mesmo a abordagem dos aliens, que estavam vivendo em meio ao lixo nuclear, foi interessante. Houve um princípio de abordagem de questões sociais quanto a eles, mas não passou do segundo episódio. E por falar em lixo nuclear, a ambientação era suja e escura. Nas mãos de um diretor experiente, o “covil dos Skrulls” poderia transmitir uma autêntica sensação de nojo, criando um pesadelo em live action. Parece faltar vontade ou experiência para criar algo marcante.

E que pecado terem pego o promissor Kingsley Ben-Adir e desperdiçá-lo como antagonista. Seu Gravik começa como um líder revolucionário, forte candidato a se tornar um símbolo de esperança para os Skrulls, mas muito fala e pouco faz. No final, quando a série precisava terminar e ele sequer tinha conseguido fazer alguma coisa, a direção decidiu colocá-lo como um vilão para seu próprio povo e acabar com ele em uma grande luta de CGI. Veja bem, esse caminho de líder para tirano pode ser muito bem trabalhado e gerar uma história realmente interessante. Só que não foi isso que aconteceu em Invasão Secreta. Todo o arco de Gravik é jogado em tela, fazendo pequenas sugestões para que o público compre suas motivações confusas.

Ele foi introduzido de uma forma que você não consegue nem odiá-lo nem torcer por ele, não dá nem mesmo para entender seus pontos de argumentação. Afinal, ele aparenta ter uma rivalidade com Fury, mas sempre deixa o espião escapar. Por que o alien não matou Nick Fury nas 500 oportunidades que ele teve por semana? Era uma questão pessoal? Eles tinham algum envolvimento? Era tudo parte de um plano maior? Pois bem, a própria série não se preocupou em responder esses questionamentos e transformou Gravik em um tipo de Dick Vigarista, que estava ali apenas para ser derrotado e humilhado a cada semana.

E não há como falar em desperdício sem mencionar a Gi’Ah. Eles trouxeram a Emilia Clarke para o MCU para ignorar sua personagem em quatro dos seis episódios, separando para ela uma virada completamente desproporcional no fim, transformando uma personagem que sequer criou envolvimento emocional ou qualquer tipo de laço afetivo com o público, em uma das criaturas mais poderosas deste universo, senão a mais poderosa. Agora, ficará uma alienígena capaz de replicar os poderes das principais ameaças do MCU perambulando por aí e ninguém simplesmente dá a mínima.

A impressão que dá é que esqueceram que ela estava na série e só lembraram na reta final. É um verdadeiro desperdício. Inclusive, se não fosse a Emilia ali, o público seguiria não ligando para a Gi’Ah pela forma que ela foi “trabalhada” pela direção. Ou seja, só gastaram mais dinheiro num casting caro.

Mas não dá para ser injusto e dizer que foi uma completa porcaria. Isso o Talos foi um oásis em meio a esse deserto de emoções. O trabalho de Ben Mendelsohn é digno de aplausos, criando um personagem muito mais vulnerável do que os que ele costuma interpretar. Ele é um líder militar espacial que entendeu que a chave para a paz é a diplomacia. A forma como ele se abre e mostra seus sacrifícios sem parecer pedante ou arrogante, sempre disposto a ajudar seu oposto, Nick Fury (Samuel L. Jackson), sem exageros, carregou a série nas costas. Porém, ele foi assassinado na série, talvez até para abrir espaço para sua filha assumir um papel mais relevante neste universo.

E junto a ele, Samuel L. Jackson até tentou trabalhar mais sua vulnerabilidade, só que o roteiro não permite que ele abrace de vez sua fraqueza, mostrando apenas uma fração do que foi prometido nas entrevistas de divulgação da série. Isso porque na reta final, ele abre mão de boa parte do seu desenvolvimento para voltar a série o velho Nick de sempre.

Outro destaque positivo foi a adição de Sonya Falsworth (Olivia Colman). Todas as suas aparições foram excelentes, mostrando que Olivia deve ter se divertido horrores gravando essa série. Ela deu um aspecto sádico para a espiã que bizarramente ajudou a compor seu carisma. Sonya tem alguns momentos bem pesados para os padrões do MCU e ainda assim conseguiu fazer seu nome. Pena que ela apareceu em poucas cenas. Foi sub-utilizada e já a colocaram em uma ponta para um misterioso projeto futuro que sequer sabemos se chegará a ver a luz do dia.

No fim das contas, Invasão Secreta é uma série frustrante, que não soube trabalhar as ideias apresentadas por ela mesmo, deixando uma grande sensação de cansaço e de desperdício de verbas. Se você for assistir As Marvels, é provável que façam uma pequena menção a um acontecimento ou outro da série, mas nada que seja fundamental. É algo irrelevante, muito por conta dessa proposta da Disney de fazer séries que influenciem no MCU sem fazer com que o público precise assisti-las para entender o que vier depois. O resultado não poderia ser outro: é uma produção irrelevante, que mostra para a Marvel que já passou da hora dela rever o projeto para suas séries.

Invasão Secreta está disponível no Disney+.

Crítica | Desejo Proibido – Ator de ‘365 Dias’ Volta a Apimentar a Relação… Dessa Vez nos Cinemas!

A essa altura do campeonato você provavelmente já ao menos ouviu falar do filme ‘365 Dias’, o longa da Polônia que fez a temperatura subir nas noites da Netflix ficou entre os mais vistos durante meses, projetando o rosto e a carreira dos atores protagonistas a um nível internacional imediato. O que significa também que qualquer filme que eles participem a partir de agora eles sempre trarão consigo uma expectativa de noites calientes. E um dos protagonistas dessa produção volta a estrelar um longa-metragem a partir dessa semana, sob o título ‘Desejo Proibido’, mas com uma grande diferença: dessa vez o filme chegará aos cinemas brasileiros, graças a distribuição da Paris Filmes.

Olga (Magdalena Boczarska) é uma juíza bastante competente na Polônia, embora no âmbito familiar mantenha uma relação distante e conturbada com sua própria filha, Maja (Katarzyna Sawczuk) e com sua mãe (Elzbieta Jarosik), cujos valores conservadores ela não compartilha. Quando, durante um julgamento, ela conhece o misterioso Max (Simone Susinna), ela tenta resistir aos encantos do bonitão, porém, é em vão, e logo os dois acabam se rendendo a uma intensa relação amorosa. Entretanto, essa relação não irá agradar a todo mundo, e poderá colocar a carreira de Olga em risco. Agora ela tem uma importante decisão a tomar: salvar a carreira ou se entregar de corpo e alma ao seu amor por Max.

O que provavelmente vai acontecer é que o público que vibrou com ‘365 Dias’ vai querer ir ver ‘Desejo Proibido’ nos cinemas, e esta é uma boa estratégia da Paris Filmes. Mas, se este é o seu caso, vale ressaltar que ‘Desejo Proibido’ tem muito mais história do que ‘365 Dias’. Além disso as cenas de pegação são consideravelmente em menor quantidade do que o outro filme polonês. O diretor Tomasz Mandes faz uso de uma estratégia curiosa para filmar as cenas: toda vez que os protagonistas estão se pegando o diretor enquadra a câmera de maneira escondida, sempre colocando algo entre a câmera e os protagonistas, de modo a deixar um pouco embaçado a visão, um pouco oculto como quem deixa uma gota de água embaçar a lente da câmera e, consequentemente, nada fica exatamente explícito nas cenas, embora claramente dê para ver não só os corpos dos atores como também dá para entender perfeitamente o que está acontecendo na cena.

Esse é um estratagema interessante do roteiro de Tomasz Mandes e Mojca Tirs, de modo a conseguir passar veracidade ao romance erótico, mas sem ser explícito demais, de modo a conseguir fazer a distribuição do filme em salas de cinema sem ser rotulado. Como já mencionamos, embora ‘Desejo Proibido’ tenha mais história, não significa que ela necessariamente seja boa: o enredo tem argumentos bem fracos para justificar as ações de seus personagens, seja para correr atrás de seus objetivos, seja para tornarem-se antagonistas do objetivo do casal protagonista, especialmente Maja, filha da juíza, uma jovem mimada ao extremo cujas atitudes são totalmente gratuitas e cansativas

Desejo Proibido’ cumpre aquilo que o espectador espera dele: uma história levemente interessante que conduz dois personagens ao longo de um romance erótico soft com pimenta ao longo de duas horas de duração no escurinho da sala de cinema.

‘Pennyworth’: Produtor da série fala sobre vilões que Alfred enfrentará

O produtor executivo Danny Cannon, de ‘Gotham’‘Pennyworth, divulgou alguns detalhes sobre o show centrado no leal mordomo Alfred Pennyworth que deve estrear em junho deste ano.

A série trará um Alfred muito mais jovem, vivendo em Londres dos anos 1960 até conhecer Thomas Wayne, pai de Bruce (o futuro Batman). Segundo fontes, a série terá classificação indicativa para maiores de 18 anos.

Cannon falou sobre vários detalhes acerca da série, mas um dos mais interessantes foi sobre os vilões que Alfred enfrentará. Apesar dos antagonistas tradicionais da DC não aparecerem, como Coringa ou Penguim, o produtor disse que o público ganhará vilões mais clássicos.

Quando perguntado sobre a possibilidade de aparição de Jack, o Estripador, ele disse que não, mas “ele tem descendentes”.

‘Pennyworth’ traz em seu elenco Jack Bannon como Alfred, Paloma Faith como Bet Sykes, Polly Walker como Peggy Sykes e Jason Flemyng como Lord Hardwood.

A série estreia na Epix em junho.

‘Os Eternos’: Imagens de bastidores revelam cenário babilônico para o filme; Confira!

O aguardado projeto ‘Os Eternos’ ganhou novas imagens de bastidores que revelaram a nova locação do filme: ao que tudo indica, um gigantesco cenário babilônico está sendo construído nas Ilhas Canárias e se assemelha ao famoso Portal de Ishtar, construído pelo Rei Nabucodonosor II quase seiscentos anos antes da Era Comum.

Confira:

‘Os Eternos‘ é dirigido por Chloé Zhao e chega aos cinemas em 2020.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajax), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘ até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

Crítica | Primeiras Impressões – ‘Todxs Nós’ é uma divertida e didática comédia contemporânea

Nos últimos anos, a esfera do entretenimento voltou-se consideravelmente para a representação da comunidade LGBTQ+ na televisão e no cinema, explorando as diversas nuances que fazem parte desse grupo e quebrando estereótipos engessados nas décadas anteriores – ainda mais se nos recordarmos da problemática década de 1990. Agora, conforme os artistas dão passos curtos em direção à desconstrução de fórmulas e de pré-conceitos, chegou o momento em que podemos quebrar outros tabus que passam longe das conversas de várias pessoas, como a fluidez da identidade de gênero, a transsexualidade e a não-binariedade; é nesse contexto a princípio complexo e cauteloso que surge ‘Todxs Nós’, série nacional da HBO que marca história por trazer uma protagonista que foge da cisnormatividade e que renega ainda mais padrões conservadores e retrógrados.

A narrativa gira em torno de Rafa (Clara Gallo), uma jovem do interior de São Paulo que foge para a cidade grande para morar com o primo, Vini (Kelner Macêdo), e sua colega de quarto e melhor amiga, Maia (Juliana Gerais). Ao chegar ao apartamento da dupla, ela se abre para eles e diz que se assumiu pansexual e não-binárie, resolvendo deixar sua conturbada família para trás e trilha seu próprio caminho em um lugar que exala diversidade e aceitação (pelo menos num nível bem maior que a mentalidade estagnada de outros territórios). O problema é que nem Vini, que é assumidamente gay, nem Maia, que faz parte da militância negra e feminina, consegue ajudá-la logo de cara por também não terem muito contato com isso – e é aí que a premissa principal ganha forma em uma deliciosa e envolvente comédia.

Antes de tudo, é preciso entender que a trama trazida para as telinhas não destoa muito das outras já apresentadas por Vera Egito, que sempre prezou por críticas sociais em suas produções. Na verdade, Egito decidiu exaltar essa identidade que foge do “preto-e-branco” em um escopo levemente ácido, mas perscrutado por desvios de expectativa inesperados, personagens carismáticos e uma apresentação dinâmica e por vezes enérgica demais do que iremos ver na temporada. Sua colaboração com Daniel Ribeiro é, no final das contas, uma sucinta reverberação de temas pouco analisados ou analisados de modo repetitivo – o que explica a personalidade rebelde e cintilante dx protagonista e uma necessidade bastante pessoal de se autoafirmar e de levar seus entes queridos a entender que o mundo está em constante evolução.

Egito e Ribeiro são acompanhados de uma quase utópica equipe criativa que não deixa de lado as outras figuras principais, cuidando para que cada um esteja imerso em arcos coerentes: Vini, apesar de fazer parte das minorias sociais, não conhece tudo o que há para conhecer da comunidade queer, tendo Rafa como guia; além disso, ele faz parte de um grupo de teatro que exige mais e mais que ele saia de um casulo do qual não quer sair, talvez por querer agradar ao namorado, talvez por que deseja cumprir as expectativas da excêntrica mãe (interpretada por Gilda Nomacce). Temos também Maia, uma mulher extremamente inteligente que trabalha numa companhia de transportes e se vê num dilema moral e profissional ao descobrir que houve um caso acobertado de assédio e que as próprias funcionárias repassam um discurso machista inaceitável.

A obra funciona como um convite aberto a quem queira conhecer mais esse mundo muitas vezes marginalizado e ofuscado por uma mídia que preza por aquilo que é mais aceito; para além disso, ela insurge como uma didática aula sobre orientação sexual e gênero (sem mencionar as diversas outras inclinações que traz no episódio piloto), transformando-se numa série bastante válida ao público LGBTQ+ pela representatividade – que não se restringe apenas ao elenco, como também à ampla equipe – e também àqueles que desejam aprender, seja para conversar com conhecidos que tenham se assumido, seja apenas para entender que o normativo não é a única coisa que existe.

Optando por uma estética que bebe de recentes comédias estruturadas – como ‘Unbreakable Kimmy Schmidt’ e ‘The Good Place’ – ,‘Todxs Nós’ procura criar uma identidade própria, refletindo a cultura nacional em seus mínimos detalhes: temos a arquitetura e a paleta de cores do apartamento de Vini, que mergulha no choque tonal de cores complementares à medida que se funde entre o kitsch e o moderno; temos a manifestação do grafito acompanhando outros jovens não-binários e trans que se unem para discutir sobre sua presença no mundo; temos a experiência naturalista dos artistas refletida em personalidades good vibes – tudo canalizado para um equilíbrio aplaudível entre o hilariante e o dramático, afastando-se do espectro sintético e aproximando-se da fluidez audiovisual.

A nova produção original da HBO é uma grande aposta para 2020 e, logo de cara, nos chama a atenção por sua ousadia. Ao que tudo indica, Egito e Ribeiro acertaram em cheio ao escolher esse coming-of-age na cidade grande que acena para uma nostalgia panorâmica e investe em uma atualidade temática mais necessária do que nunca para a sociedade contemporânea.

Crítica | ‘Confessions on a Dance Floor’ e a última grande epopeia de Madonna

Ao longo de sua extensa carreira, Madonna se mostrou uma artista extremamente versátil e sempre atenta àquilo que insurgia no cenário mainstream e àquilo que se escondia nas sombras. Com pontuais erros desde sua ascensão ao estrelato em 1983, a rainha do pop remodelou-se não para seguir os padrões exigidos pela indústria do entretenimento, mas sim para desafiar a si mesma a buscar amadurecimentos necessários para não cair na mesmice. Não é surpresa que, depois de ‘Like a Prayer’, um dos álbuns mais importantes de todos os tempos, ela tenha alcançado um novo pico de superação com ‘Ray of Light’ em 1998. A partir daí, certas colaborações pareceram falhar ou não explorar todo o potencial já apresentado pela artista, principalmente quando pensamos em ‘American Life’ (uma desengonçada obra que diz menos do que pretende).

Dois anos mais tarde, Madonna fez o que ninguém esperava: retornou à forma. Com diversos veículos falando sobre o fim da veia artística da popstar, o público começava a duvidar de que a performer conseguiria resgatar as raízes que a colocaram no topo do mundo – mas foi exatamente o que ela fez. Em 2005, a cantora e compositora mergulhou de cabeça na nostalgia oitentista de seus primeiros anos com ‘Confessions on a Dance Floor’, seu CD mais bem produzido depois de ‘Ray of Light’. Aliando-se a Stuart Price (um conhecido nome da música contemporânea que, em 2020, trabalhou com Dua Lipa em uma das obras-primas do ano) e chamando novamente as ousadas mãos de Mirwais Ahmadzaï, as doze longas faixas se comprimem em um set dançante, vibrante, colorido e incansável que reitera o status imbatível de uma das mulheres mais poderosas de todos os tempos.

Como se não bastasse, a artista mantém sua humildade estilística ao trazer para cada track uma homenagem a seus ídolos – e também para resgatar certos aspectos que deixara no século passado. ‘Confessions’ é uma ode ao narcótico saudosismo das pistas de dança dos anos 1970 e 1980, incorporando elementos do disco, do dance e do new wave para um universo ao mesmo tempo ácido e envolvente, além de entregar algumas das melhores canções da década passada. O resultado acrescentou mais capítulos ao legado de Madonna e a colocou no centro dos holofotes, concedendo-lhe mais duas estatuetas e mais de dez milhões de cópias vendidas – e, levando em conta que números realmente não importam, o sucesso inesperado de seu décimo álbum de estúdio atravessa as gerações e permanece impactando a esfera musical até os dias de hoje.

Essa anacrônica joia abre do melhor jeito possível: “Hung Up” puxa os elementos do eurodance ao pegar samples da icônica banda sueca ABBA, falando de um amor incondicional que é movido por cada detalhe e cada camada cautelosamente pensada – oscilando desde o abafado baixo à conivência convidativa dos sintetizadores que impedem a faixa de se render à datação. Logo de cara, nota-se que a parceria entre Price e Madonna é exuberante e prolífica e que as inflexões imprimidas passam longe de transbordar ou de se reciclarem: a dupla parte numa jornada que vai para além da mera mercadologia, por mais que se assemelhe a tal; na verdade, o conceito comercial não pode ser desassociado, seja pela métrica dos versos, seja pelas progressões das músicas. No final das contas, isso não importa: queremos mais e mais, e poderíamos ficar ouvindo o álbum por horas a fio sem perceber.

A performer tem um apreço inegável pelo nu-disco e pelo house, o que explica a atmosfera um tanto quanto dark de certas incursões. Temos o onirismo construtivo de “Get Together”, o minimalismo punk sintético de “Future Lovers” e as preferências orientais para a composição da desperdiçada “Isaac”, facilmente um dos vários pontos altos do álbum. São tantas as variedades de instrumentalizações e de sonoridades que se ramificam pelas faixas, que Madonna poderia facilmente se perder no tocante à produção; mas, como ela já nos provou diversas vezes, ela sabe como destinar cada nicho estético para seu momento de glória, deixando claro que nada passará batido e que, eventualmente, seus fãs terão uma experiência sensorial cativante o bastante.

A cantora parece não ter percepção dos cataclismas que cria – e é isso que revela a genialidade da obra. Em “Let It Will Be”, Madonna se volta para o épico orquestral ao deixar violinos e violoncelos guiarem um prólogo evocativo e analítico para uma derradeira rendição ao synth-dance; “Jump”, apesar da superficialidade lírica, ofusca os deslizes com impetuosidade apaixonante e um frenesi imagético que destrói os limites da música e cria uma narrativa sinestésica de tirar o fôlego; até mesmo a linearidade de “Future Lovers” e “Forbidden Love” é deixada de lado quando confrontada com uma arquitetura tão admiravelmente bem pensada. Ademais, a performer não deixa de seguir as tendências do dance trazidas por Kylie Minogue no início do século, como as progressões de ‘Fever’ (2001) e de ‘Light Years’ (2000).

‘Confessions on a Dance Floor’ é a prova que Madonna tem energia de sobre para se reinventar e se revolucionar em detrimento do que os outros dias. Ao lado de ‘Like a Prayer’ e ‘Ray of Light’, a rainha do pop se mantém revitalizada pela terceira década seguida e, em um infeliz prospecto, entrega ao público sua última grande epopeia na música.

Nota por faixa:

  • Hung Up – 5/5
  • Get Together – 5/5
  • Sorry – 5/5
  • Future Lovers – 4/5
  • I Love New York – 4/5
  • Let It Will Be – 5/5
  • Forbidden Love – 4/5
  • Jump – 4,5/5
  • How High – 5/5
  • Isaac – 5/5
  • Push – 3,5/5
  • Like It or Not – 4/5

‘Soul’: Elenco participa de um rápido quiz em novo vídeo de bastidores

A aguardada animação original da Disney/Pixar, intitulada ‘Soul‘, finalmente foi lançada na plataforma Disney+ e já vem conquistando o público e a crítica.

Para promover o longa-metragem, a Casa Mouse divulgou um novo vídeo de bastidores em que o elenco protagonista responde a um rápido quiz sobre suas coisas favoritas.

Confira:

Na trama, Joe Garner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed DiggsPhylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent ReznorAtticus RossJon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.

Pete DocterKen Powers são os diretores.