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[SPOILER] Dois personagens principais de ‘Supernatural’ morrem no final da temporada

[SPOILER]

O final de temporada de ‘Supernatural’ trouxe uma notícia que vai desagradar muitos fãs da série. Dois personagens chaves morreram e desta vez, parece ser definitivo.

O episódio 23, ‘All Along The Watchtower’, trouxe o fim de Crowley e Castiel, ambos mortos por uma lâmina de anjo, a única que garante uma morte permanente.

O Rei do Inferno foi o primeiro morrer. De maneira sacrificial, ele entregou sua vida como pagamento de um feitiço, que traria os protagonistas Sam e Dean de volta de um mundo alternativo onde eles se quer existiam. Após se esfaquear, o heróis não conseguiram resgatar o corpo de Crowley, que acabou sendo deixado para trás.

Já o anjo Castiel parecia que ia sobreviver, ao conseguir escapar da realidade alternativa onde Lúcifer estava e voltar para Winchesters. No entanto, ele acabou sendo esfaqueado por Lucifer e parece que desta vez, não há volta.

Em 2016, o produtor executivo Bob Singer revelou durante entrevista à EW que a série ‘Supernatural‘ deve ganhar mais 3 temporadas, sendo encerrada em seu 14º ano.

“Estamos planejando quando será o fim da série, e gostaríamos de encerrá-la com 300 episódios. Não seria legal deixar os Winchesters rodando pela estrada sem dar um final digno. Ainda não sabemos como será o final, mas certamente queremos algo grandioso”, afirmou.

 

Os atores Jensen Ackles e Jared Padalecki já concordaram em retornar para as próximas temporadas.

 

 

 

‘Legends of Tomorrow’: Constantine está de volta em nova promo; Assista!

O próximo episódio da terceira temporada de ‘Legends of Tomorrow’, intitulado ‘Necromancing the Stone’, ganhou uma nova promo, que traz Constantine de volta.

O episódio será exibido em 19 de março.

Confira:

 

 

Vítima de Kevin Spacey afirma ter o abuso sexual gravado em vídeo; Entenda!

O veterano e vencedor do Oscar, Kevin Spacey, continua enfrentando fortes acusações por abuso sexual de meninos e uma das vítimas afirmou ter o ocorrido registrado em um vídeo do Snapchat.

A informação foi compartilhada com a Polícia e se refere ao caso que acontecera em um bar em Massachusetts, em julho de 2016. Na época, a vítima era menor de idade e tinha apenas 18 anos (nos Estados Unidos, a maioridade é a partir dos 21).

Nos relatórios apurados pela Polícia e divulgados pela revista People, o jovem contou às autoridades que ele estava mandando mensagens e gravando vídeos para a rede social, no instante que fora abusado por Spacey. Na ocasião, o ator teria – incessantemente – tocado em sua região íntima por mais de três minutos.

Os relatos ainda apontam que ambos teriam bebido muito na noite em questão, logo após o garoto encerrar seu trabalho como assistente do bar. O encontro dos dois teria sido testemunhado por várias pessoas presentes no local. A vítima revelou que teria se direcionado a Spacey para pedir um autógrafo.

O jovem também admitiu ter mentido sobre sua idade para o ator, dizendo a ele que de fato teria 23 anos – não 18 – e que estaria fazendo faculdade. Nos relatos, ele também admitiu que a situação foi muito constrangedora, pois não conseguiu se desvencilhar do veterano e temia por comprometer a integridade de seu emprego.

A vítima ainda revelou que chegou a mandar mensagens para sua então namorada, afirmando que Kevin Spacey estava dando em cima dele. Não acreditando nele, o jovem decidiu filmar o momento, flagrando o ator tocando em suas genitálias. Para a Polícia, ele ainda revelou que tentou se esquivar do suposto agressor, mas que não conseguia.

Os relatórios vão mais além, pontuando que o menor só conseguira se livrar de Spacey quando o ator decidiu ir ao banheiro. Ao chegar em casa, a vítima ainda teria relatado tudo que acontecera, levando sua mãe a prestar queixas  publicamente contra o veterano.

 

 

‘The Office’ ganha guia de colecionador em alusão ao aniversário de 15 anos da série

A aclamada série de comédia ‘The Office‘ celebra 15 anos estreia nas telinhas em 24 de março deste ano e para comemorar o marco, a revista EW lançou um guia de colecionador trazendo conteúdos inéditos e exclusivos da produção.

Intitulado Entertainment Weekly’s Ultimate Guide to The Office, o material conta com entrevistas exclusivas com o elenco e os criadores da versão norte-americana da série, além de trazer muitos trivias e histórias orais sobre momentos importantes, como as núpcias de Jim e Pam, o último dia de Michael Scott, além da emocionante series finale.

Confira a capa:

Com nove temporadas, a série retrata o cotidiano divertido dos empregados de um escritório de uma empresa fornecedora de papel, localizada na Pensilvânia.

‘Cherry’: Tom Holland se prepara para um assalto em nova imagem do filme; Confira!

O drama ‘Cherry‘, dirigido pelos Irmãos Russo, ganhou uma nova imagem oficial, que traz o astro Tom Holland se preparando para um assalto.

A foto foi divulgada pela dupla de diretores, por meio de sua conta oficial do Instagram.

Confira:

Baseado no romance homônimo escrito por Nico Walker, a trama acompanha um ex-médico do exército (Holland) que sofre de transtorno de estresse pós-traumático ao retornar do Iraque. Tentando lidar com a doença, ele passa a assaltar bancos para sustentar seu vício em drogas.

O longa tem estreia está marcada para 26 de fevereiro no cinemas norte-americanos, e 12 de março no catálogo da Apple TV+.

Confira o clipe:

Confira o pôster:

Lembrando que a Apple Original Films comprou os direitos mundiais de exibição do filme por US$ 40 milhões.

Com roteiro assinado por Jessica Goldberg, o projeto é baseado no romance homônimo escrito por Nico Walker.

Além de Holland e Bravo, o elenco conta com Bill SkarsgardForrest GoodluckJeffrey WahlbergMichael Gandolfini e Kyle Harvey.

Netflix CANCELA mais uma série após duas temporadas; Confira a reação dos assinantes!

Mais uma série original da Netflix não conseguiu se sustentar e acabou sendo abruptamente cancelada pelo streaming.

A comédia dramática ‘Gentefied‘, produzida pela atriz America Ferrera, passou pelo corte apenas dois meses depois do lançamento de sua segunda temporada – que chegou à grade de programação no dia 10 de novembro.

Confira a reação dos assinantes:


A trama acompanha três primos mexicano-americanos e a luta para perseguir o sonho americano, mesmo quando esse mesmo sonho ameaça as coisas que eles mais prezam: seu bairro, seu avô imigrante e o comércio de tacos da família. Contextualizada em uma Los Angeles de constante mudança, a série navega por temas importantes como identidade, classe social, família, comunidade e latinidade.

A informação foi confirmada pela revista EW, mas a Netflix não emitiu nenhum comunicado oficial comentando a decisão.

Relembre o trailer da 2ª temporada:

A série foi criada por Marvin LemusLinda Yvette Chavez.

Joaquin CosioKarrie MartinJJ SoriaCarlos Santos estrelavam.

Assista nossa HILÁRIA entrevista com os atores de ‘PÂNICO’:

Dia dos Namorados | As 5 separações mais dolorosas das séries de TV

E eis que o dia de trocar presentes, dar chocolates e flores ao crush, namorado, esposa/marido, chegou. O Dia dos Namorados no Brasil é uma prática comum aos cidadãos e deve ter alguém desesperado, pois não conseguiu uma reserva legal num restaurante bacana com uma vista espetacular, mas calma, enquanto você tenta consertar isso, pode ir lendo a matéria a seguir.

Nem só de romance vive o homem, algumas decepções e términos são necessários para certos amadurecimentos e talvez, quem sabe, assim encontrar a pessoa para com quem o destino pretendia unir. E como a arte imita a vida, nas produções existem separações retratadas que marcam toda uma geração de telespectadores. Pensando nisso, e não somente na separação no sentido de término, mas também aquela que é forçada, decidi fazer esta lista com as cinco separações mais dolorosas das séries de TV. Confira:

Emily & Sylvia (The Handmaid’s Tale)

A série criada por Bruce Miller (The 100) já consegue esmagar o espectador mais profundamente a cada episódio que passa. Contudo, existem cenas e momentos que marcam mais do que outros. Durante o segundo capítulo da segunda temporada é possível aprender um pouco mais sobre o passado de Emily (Alexis Bledel), uma professora universitária, que vê aos poucos a Gilead acontecendo, especialmente, quando o supervisor, que era gay, se suicída.

Chamados de traidores de gênero por serem homossexuais, a personagem de Bledel vê os direitos serem rasgados na cara dela quando, ao tentar sair do país com a esposa, Sylvia (Clea DuVall), e o filho, o responsável pela imigração no aeroporto informa que o casamento nada mais vale, que agora é proibido. A professora, então, precisa abrir mão de partir e numa despedida arrasadora, diz adeus à família. O ponto é que saber o quanto aquele momento foi doloroso para a mesma e tudo que viveu depois daquilo é, simplesmente, de partir o coração.

Olivia & Peter (Fringe)

Para ser honesta, Fringe é a série do meu coração. Até hoje nada se comparou aos sentimentos causados pela criação de J.J. Abrams (Star Wars: O Despertar da Força), que teve J.H. Wyman (A Mexicana) e Jeff Pinkner (Alias) como showrunners. Olivia Dunham (Anna Torv) e Peter Bishop (Joshua Jackson) podem ter terminado juntos no final, entretanto, é impossível esquecer uma das melhores cenas protagonizadas pela atriz australiana, no nono episódio da terceira temporada chamado de “Marionette”.

Depois de ter sido sequestrada, condicionada a acreditar ser outra pessoa, redescobrir a verdade, sequestrada novamente e escapado para o universo em que pertencia, Olivia descobre que Peter não somente demorou a perceber a verdadeira identidade da BOlivia, como manteve um relacionamento com a mesma. A personagem de Torv, então, diante dos traumas vivenciados faz um dos discursos mais espetaculares de toda a série e termina com Peter (pelo menos, até quase o final da quarta temporada). Assista:

Callie & Arizona (Grey’s Anatomy)

Se uma produção televisiva é criada por Shonda Rhimes (Scandal), automaticamente já se pode esperar por tragédias atrás de tragédias. Depois de ter construído uma das relações homoafetivas com mais camadas na televisão norte-americana, feito as personagens Callie Torres (Sara Ramirez) e Arizona Robbins (Jessica Capshaw) vivenciarem diversos tipos de situações, realizar um dos casamentos mais marcantes das séries de TV, a criadora decidiu que algo estava faltando, o que poderia ser? Uma traição. Com um dos discursos mais baratos, a pediatra justifica os atos cometidos culpando o fato da cirurgiã-ortopédica ter “cortado” sua perna após o acidente de avião. O término das médicas não só foi doloroso como de muito mau gosto para os fãs de Calzona.

Lorelai & Luke (Gilmore Girls)

A série de Amy Sherman-Palladino (The Marvelous Mrs. Maisel) é, provavelmente, a razão pela qual hoje escrevo sobre este universo do entretenimento. Lorelai Gilmore (Lauren Graham) e Luke Danes (Scott Patterson) foram meu ship antes mesmo de eu saber o que ship significava. Com uma história bem construída, um slow burn de dar gosto a qualquer pessoa que curte quando as narrativas levam um tempo para se desenvolver e moldar-se, a história deste casal é uma das mais gostosas de acompanhar no universo das séries de TV.

Depois de quatro temporadas os dois finalmente ficam juntos e quando Lorelai revela a Luke que Rory (Alexis Bledel) quer trancar a faculdade, ele sugere diversos cenários diferentes para manter a jovem estudando. Em uma cena, que é totalmente identificável com a personalidade da protagonista, ela o pede em casamento e o dono da lanchonete diz sim. Contudo, algumas reviravoltas acontecem, Luke descobre que tem uma filha, esconde o fato da personagem de Graham, e após a descoberta, pede a ela que não entre em contato com a jovem April (Vanessa Marano).

Desconfiada dos motivos por trás das escolhas do personagem de Patterson, Lorelai lhe dá um ultimato em relação ao casamento. Sem resposta, ela se conforta nos braços do pai de Rory para no dia seguinte encontrar Luke sentado na sua porta, disposto a organizar o casamento. Ela é honesta e os dois se separam causando uma imensa tristeza nos corações dos fãs do casal. Até o final da criação de Palladino, os dois permanecem separados, e o último episódio é ambíguo, mas graças ao Cosmo existiu um Revival para sabermos o que de fato aconteceu.

Daenerys & Khal Drogo (Game Of Thrones)

Quando um personagem sobrevive em Game Of Thrones é um milagre, imagina um romance durar… O casal protagonizado por Emilia Clarke e Jason Momoa teve um começo polêmico devido ao casamento forçado. Com o passar dos episódios, entretanto, é possível ver o sentimento que nasce entre os dois personagens e a vontade de ficarem e conquistarem o mundo juntos. É claro que tudo seria melhor se não fosse o início, mas estamos falando de uma época em que tais acontecimentos eram comuns, infelizmente.

Enfim, a separação de Daenerys e Drogo é, provavelmente, um dos momentos entre casais mais dolorosos de toda a série adaptada das histórias de George R. R. Martin, afinal, o personagem de Momoa adoece e morre. Apesar de toda a dor, é neste momento que descobrimos que a jovem Targaryen é a verdadeira Mãe dos Dragões, ao sobreviver ao fogo e chocar, por assim dizer, os ovos.

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Bom, se você tem mais alguma separação de um casal que gostava muito e que foi bem triste, conta abaixo. E se, assim como eu, chorou por algum destes, só falar também! Até a próxima.

‘Homem-Formiga e Vespa’: Novas fotos do set detalham visual da vilã Fantasma

A Marvel Studios divulgou o primeiro trailer de ‘Homem-Formiga e Vespa’. Além das cenas insanas de ação, outro fato chamou a atenção dos fãs: a primeira aparição da vilã Fantasma.

Agora, o Digital Spy divulgou novas fotos do set mostrando maiores detalhes do traje da vilã. Confira:

Nos quadrinhos, o vilão é homem, surgiu nas histórias do Homem de Ferro, e mantém sua identidade em sigilo, apesar de ser um talentoso cientista e inventor, capaz de construir para si mesmo um poderoso traje que o torna invisível e lhe dá super-força. Já nos cinemas, o personagem será uma mulher, vivida pela atriz Hannah John-Kamen, que deve manter um embate com a Vespa (Evangeline Lilly).

E aí, ansiosos para conhecer essa nova vilã?

Veja também o primeiro trailer do filme:

O Reino Quântico que conhecemos em ‘Homem-Formiga’ deve ser parte crucial da trama da sequência, ‘Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.

Uma fonte próxima à produção contou que atrama começa com Scott Lang em prisão domiciliar. Ainda se afastando dos eventos da Guerra Civil.

O elenco conta com Paul Rudd, Evangeline Lilly, Lawrence Fishburne como o Dr. Bill Foster, Golias; Walton Goggins como Sonnyburch, Hannah John-Kamen viverá a Fantasma e Randall Park será o Agente Jimmy Woo.

Judy Greer está com seu retorno confirmado. Na adaptação dos quadrinhos, Greer interpreta Maggie, a ex-esposa de Scott Lang e mãe da garotinha Cassie.

A direção é de Peyton Reed, com roteiro de Paul Rudd e Adam McKay.

A estreia de ‘Homem-Formiga e Vespa‘ está marcada para 6 de julho de 2018.

Evangeline Lilly conta todos os segredos de ‘Homem-Formiga e a Vespa’ em entrevista EXCLUSIVA!

A aguardada nova superprodução do Marvel Studios, ‘Homem-Formiga e a Vespa’, chega esta semana aos cinemas e como sabemos que os leitores do CinePOP estão ansiosos para ver a sequência, conseguimos uma entrevista EXCLUSIVA com a atriz Evangeline Lilly (‘Lost), a Vespa, contando todos os segredos do filme.

Como você se sente agora sendo parte do Universo Cinematográfico da Marvel?

Lilly: O mais estranho é que antes, quando eu fui escalada para o elenco de ‘Homem-Formiga’ e estava entrando nesse universo, ele parecia muito grande, majestoso e empolgante. Mas então, a partir do momento que assisti o filme, ele foi tão encantador e imersivo que estava tonta quando sai do cinema. Todo o hype da Marvel e o frio na barriga, misticismo e a glória haviam desaparecido. Eu estava muito orgulhosa e feliz de fazer parte de um filme muito bom; um filme que sabia que estava ansiosa para mostrar para meus filhos algum dia, um filme que sabia que não importa o que as críticas digam ou não importa como fosse recebido, teria orgulho dele. É isso que importa no final.

Qual foi o apelo para essa sequência?

Lilly: Antes de tudo, a primeira e principal motivação e razão para voltar foi para poder colocar aquele uniforme. Nós começamos mesmo fazendo os ajustes dos uniformes, algo como dois ou três meses depois que nós terminamos o primeiro filme, que foi três anos atrás.

Mas também estava animada para atuar como Hope de novo porque no primeiro filme ela passou por essa enorme curva emocional. Ela passou alguns 30 e poucos anos ressentida com seu pai e discordando dele, e o rancor foi tanto que deu a ela esse exterior de pessoa muito fria. Então, lá para o final do filme, tanto dessa frieza já tinha derretida e ela tinha dado os primeiros passos para resolver seus problemas com seu pai. Por isso foi muito empolgante ter a chance de voltar, fazer esse personagem e atuar com ela em um novo espaço; um espaço que não era mais tão guardado, aborrecido e frio, mas que estava se esquentando, e encontrar ela mais relaxada e feliz com ela mesma.

Como foi trabalhar com Michael Douglas de novo?

Lilly: Eu fico muito feliz de falar sobre trabalhar com o Michael Douglas por que amo trabalhar com ele. E foi uma surpresa inesperada. Quando participei do primeiro filme, claro que sabia quem o Michael era, e eu estava me sentindo honrada em trabalhar com ele. Mas acho que essa certa mística e a reverência que tantos dos atores tinham por ele é algo que me iludiu porque eu ainda não tinha visto muito do seu trabalho. Então fiquei meio que tipo, legal, Michael Douglas, uhul!

E então comecei a trabalhar com ele. No primeiro dia, consigo lembrar imediatamente quando eles gritaram “ação!” e ele começou a performar. Era como se ele tivesse mudado a química das moléculas no ar.  O espaço inteiro mudou. Eu me senti imediatamente transportada para o mundo de Hank Pym e Hope Van Dyne. Não são todos os coadjuvantes que consegue fazer isso para você. É um dom. Foi um presente tão doce e delicioso ter a pessoa que você está atuando ao lado te fazer aprofundar ainda mais no mundo que você está tentando se fazer imergir.

Onde Hope e Hank se encontram na trama?

Lilly: Hope e Hank estão vivendo e trabalho em isolamento entre eles porque estão fugindo do FBI que quer a tecnologia deles. Eles estão nesse laboratório que construíram, que também pode encolher e aumentar a qualquer momento para que eles possam correr e levar o laboratório junto. O laboratório é esse espaço elaborado e incrivelmente tecnológico que eles construíram um túnel quântico dentro. Eles construíram esse túnel porque ambos estão intensamente tentando voltar em segurança ao Reino Quântico para achar a Janet Van Dyne, a mãe de Hope e a mulher do Hank, e trazer ela de volta. Essa é a missão principal deles.

E como foi quando você descobriu sobre a Michelle Pfeiffer?

Lilly: Quando nós começamos inicialmente fazendo o primeiro filme, se falava muito sobre a Janet van Dyne. Falei para a Marvel quatro anos atrás que se eles, algum dia, trouxessem a Janet van Dyne em algum filme, que por favor fosse a Michelle Pfeiffer. Queria muito que ela atuasse como a mãe da minha personagem. Ela não é apenas a mulher mais bonita que já andou no planeta Terra e uma ótima atriz, mas também foi a Mulher-Gato, e essa era a única super-heroína que, quando estava na adolescência, ficava me revirando na cama acordada fantasiando sobre.  Ela era tão maneira. Quando o filme estava rolando, eles me deram a notícia que a Michelle ia mesmo atuar como a mãe da Hope. Com certeza não teve nada a ver com o fato de ter pedido, mas eles realizaram um dos meus maiores sonhos, sério!

Como está Hope e Scott nesse filme?

Lilly: O relacionamento entre Hope e Scott no primeiro filme foi muito claro: ela não suportava ele durante a maior parte do tempo. E então, em algum outro momento, Hope se toca que ele é até que Ok. E então, do nada, eles estão se beijando em um corredor. Ninguém sabe como isso aconteceu. E foi simples e direto.

Então, entre o primeiro e o segundo filme, eles estão nessa de se beijar por um tempo e estão em um relacionamento sério. Scott foge para a Alemanha e vai a uma festa a fantasia e se decide que ele não se importa se isso afeta a vida deles, ou se isso arruinaria a vida da Hope. E como resultado, ele vai preso, e a partir desse momento eles não estão mais juntos. Hope, com certeza, abrigou sentimentos de ódio, dor e ressentimentos das decisões que ele tomou. E talvez mais do que todas elas, pela decisão que ele tomou de ir sem ela porque ela vive para ser a Vespa.

Eles ficam sem se falar por um período de quase dois anos. Mas, claro, o amor não morre só porque as circunstancias são ruins. Então, nesse filme, ela está com raiva dele e eles não tem se falado por um longo período, mas a Hope precisa dele. Ela tem essa missão, e ela está realmente focada na sua mãe, mas por cima disso tudo ainda existe o amor dela por Scott.

Me fale um pouco sobre o Bill Foster:

Lilly: Então, como se já não fosse sortuda o suficiente de estar trabalhando com Michael Douglas, Michelle Pfeiffer e Paul Rudd, adicione no elenco a Laurence Fishburne e isso tudo se transforma em um unicórnio. Laurence está atuando como Bill Foster, que era um colega de trabalho de Hank anos atrás. Eles trabalharam juntos em um experimento chamado Golias, onde eles testaram aumentar seres humanos em seres enormes. No entanto, o relacionamento deles teve algumas crises, e eles resolveram ir para lados diferentes. Eles se juntam nessa história, mas não são tão amigáveis assim um com o outro.

E a vilã Fantasma (Ghost), como ela funciona neste filme?

Lilly: Ava é interpretada pela Hannah John-Kamen. A entrada da Ava nesse filme é tão maneira. No minuto que a gente apresenta a personagem, você percebe que a Vespa está muito ferrada.

Todo mundo sabe que o único jeito que você consegue fazer um bom filme de super-heróis é se você tem um vilão ainda melhor, e a Hannah manda muito bem atuando como uma vilã que é ao mesmo tempo aterrorizante e extraordinária, mas também consegue ser vulnerável e inocente. E isso provavelmente é a coisa mais assustadora sobre ela. Foi a melhor escolha!

E como foi vestir o traje da Vespa? 

Lilly: O traje da Vespa que você vê no final do primeiro filme é um protótipo antigo de 1980. A tecnologia evoluiu, então Hope atualizou a roupa com o pai dela. Eles elaboram um traje incrível que se encaixa nas necessidades da Hope para os dias de hoje e para sua idade também.

Demoraram quatro meses de provas e mudanças para deixar o traje da Vespa perfeito. E única coisa que eu disse para o costureiro quando a gente começou foi que eu não estava nem aí para quanto tempo demorasse, e que eu não me importava quanto tempo teria que gastar naquela sala com ele. Nós iriamos deixar aquele traje perfeito. Sinto que tinha de algum jeito estar à altura daquela imagem irrealistas das mulheres nos quadrinhos de super-heróis. Então nós trabalhamos longas horas para fazer com que todas as proporções fossem o máximo confortáveis ao meu corpo, e claro, que fosse parecido com o da Vespa nos quadrinhos.

Quando ela voa eu sentia que ela deveria parecer natural, como alguma coisa que ela nasceu para fazer. E esse tipo de fluidez está ali no traje também, existe algo muito simples, mas elegante e feminino sobre ele. Quando o traje da Vespa finalmente ficou pronto, experimentei e foi quase como se todo o lugar ficasse tipo “Agora sim”. E alguma coisa mudou no meu DNA, me senti como uma super-heroína de verdade. Estava tão animada para ir para frente das câmeras. Chegou a um ponto que eu estava nervosa de colocar esse manto e não ser boa o suficiente, ou não ficar bonita o suficiente, ou não ser forte o suficiente. Você se preocupa com esse tipo de coisa quando você está tentando fazer o papel de alguém que é melhor que a maioria de nós. Mas o traje jogou de lado todas essas inseguranças em todos os seus lindos e perfeitos traços. Eu era de fato a Vespa!

Para terminar, que tipo de emoção o público pode esperar para ‘Homem-Formiga e a Vespa’?

Lilly: O filme vai começar nesse lugar lindo e doce que vai fazer você ser imediatamente levado de volta ao primeiro filme e trazer todas aquelas boas vibrações que você sentiu. E vai continuar assim por um período perfeito de tempo.  E então o filme vai entrar na história de Hank Pym e Hope Van Dyne. E desse momento em diante, te desafio a piscar porque as coisas não vão parar de acontecer. Depois que eu li o script pela primeira vez, percebi que uma palavra que definiria meu personagem nesse filme é ‘cinética’. Hope está constantemente em movimento.

É essencialmente um filme sobre estar na correria e sobre estar sendo perseguido, e nós temos muitas cenas maneiras de perseguição. A extensão desse longa é muito maior do que o primeiro filme. Ele soa um pouco mais épico. Isso é animador, mas também o que é maravilhoso é que nós nunca perdemos aquela história doce e movida pela família que é o coração disso tudo, o que acredito que seja o que mais amo sobre a franquia.

Ficou ansioso? ‘Homem-Formiga e a Vespa’ chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 05.

Ansioso para ‘Homem-Formiga e a Vespa’? Confira a entrevista EXCLUSIVA com Michelle Pfeiffer

Crítica | Homem-Formiga e a Vespa – Divertida comédia ‘Sessão da Tarde’ cheia de ação

‘Homem-Formiga e a Vespa’: Evangeline Lilly dispensou dublês nas cenas de ação

Crítica 2 | Eternos – O filme “mais DC” da Marvel Studios

Chegou aos cinemas a mais nova aventura Marvel: Eternos. Baseado nos personagens do lendário e brilhante Jack Kirby, a equipe pode não ser das mais conhecidas pelo público não familiarizado com os quadrinhos, mas é uma das mais poderosas introduzidas no MCU até o momento. Abordando questões espaciais que serão importantes para esse núcleo cósmico da nova fase do estúdio, o filme é uma aventura quase contemplativa pela história do Universo Cinematográfico Marvel antes mesmo de heróis como o Thor e o Capitão América surgirem. Ou seja, é um longa que fecha seu arco narrativo sem influenciar ou ser tão influenciado por essa linha do tempo compartilhada que o espectador se acostumou a ver nos últimos 13 anos. Entretanto, se não é tão afetada assim pelo passado, pode apostar que influenciará bastante o futuro dos heróis mais poderosos da Terra.

Dirigido por Chloé Zhao, vencedora do último Oscar de melhor direção (Nomadland), Eternos é um filme que traz todas as características da diretora, que usa planos amplos e mistura formatos de tela para dizer muito sobre os personagens sem precisar efetivamente colocar personagens falando sobre eles, por isso é um longa que vale a pena ser conferido em IMAX. O melhor exemplo disso é justamente na cena em que os heróis chegam à Terra na aurora da humanidade. A visão humana acerca dos Eternos explora o formato IMAX, preenchendo toda a tela, passando uma sensação de grandiosidade aos personagens. Por outro lado, quando entra na perspectiva dos Eternos olhando para os humanos, a câmera muda para o formato padrão, passando a sensação de pequenez das pessoas diante dos deuses espaciais.

Essa grandiosidade combina com a descrição dos personagens nos quadrinhos, que são a criação “perfeita” dos Celestiais, contrapondo aos Deviantes, literalmente descritos como criaturas feias e monstruosas. Nesse ponto, a adaptação dos heróis ficou muito boa, incluindo os momentos em que eles contam histórias sobre terem inspirado alguns dos mitos mais famosos da história, como os deuses gregos, e terem conhecido e interagido com ícones da humanidade, como Charles Darwin. Falando em Darwin, acontece uma piadinha enquanto os personagens falam sobre evolução. E acaba que é justamente sobre isso que o filme é: evolução.

A trama do filme mostra os Eternos sendo criados pelos Celestiais e sendo enviados para a Terra nos primórdios da humanidade para aprenderem e acompanharem o desenvolvimento da sociedade, protegendo a população do planeta da ameaça Deviante. Sua missão é não interferir nos conflitos que impeçam a evolução humana e nem ajudarem a ponto de acelerar demais esse crescimento. Por isso, quando os inimigos intergalácticos são derrotados, os heróis ganham a permissão de viverem no planeta procurando um propósito, contanto que não violassem as regras de sua vinda. Porém, após milhares de anos, os Deviantes voltam a aparecer, fazendo com que os Eternos precisem se reunir novamente para evitar o cataclisma da semana. Assim, começa uma aventura que vai mostrar os caminhos que cada um seguiu, o que consegue ser dramático e extremamente divertido ao mesmo tempo.

E o problema aumenta porque eles descobrem que os Deviantes estão evoluindo, logo ficando resistentes aos poderes dos heróis sozinhos. No núcleo dos Eternos, conforme a trama avança, a questão da evolução, seja ela física ou mental, também vira um ponto importante, levando debates sobre questões da vida real.

E diferentemente de outras produções da Marvel, essa aqui se permite desenvolver em um ritmo não tão frenético, fazendo uso de momentos para trabalhar mais do pessoal de alguns dos personagens. Esse ritmo mais lento pode não agradar a alguns, principalmente por conta de algumas cenas um pouco longas demais, dando a sensação de que o filme poderia ter uns 20 minutinhos cortados que não faria tanta diferença, como as inúmeras cenas contemplativas do pôr do sol.

Por outro lado, alguns desses momentos acabam por humanizar bastante os alienígenas divinos. E a famosa “Fórmula Marvel” está presente na história, se fazendo presente principalmente no núcleo de Kingo (Kumail Nanjiani), um Eterno que criou sua vida na Terra como um astro de Bollywood. Ele viaja para todo lugar com seu mordomo, fazendo uma grande piada com o mercado cinematográfico e rendendo piadas divertidíssimas durante suas participações. Essa dupla é um alívio cômico maravilhoso que ajuda na condução da trama, trazendo uma visão humana em meio aos deuses.

Apesar desses destaques individuais muito baseados no carisma da dupla, o elenco cumpre seu papel sem ter um grande destaque, mas também sem comprometer. São atuações competentes para o que pedem os personagens, que lembram muito os heróis da Liga da Justiça. Talvez por isso existam algumas referências explícitas ao universo DC nesse filme, prestando uma homenagem à empresa rival e até mesmo brincando com eles.

E até mesmo a pegada mais sóbria, porém carismática, escolhida para retratar o grupo lembra bastante os heróis da concorrência. A cena final, em que é mostrado vários deles usando seus poderes especiais ao mesmo tempo, pode fazer os fãs do Superman, da Mulher Maravilha e do Flash suspirarem com uma coreografia tão legal envolvendo aquelas habilidades.

Infelizmente, essa escolha mais sóbria influencia diretamente na estética, que acaba não usando tanto as inúmeras cores que marcaram o trabalho quase psicodélico de Jack Kirby nos quadrinhos. Seria bem interessante se aquela estética colorida dominasse a história. Quem acaba sendo exceção na pegada sóbria são os Celestiais, as entidades gigantescas que criaram os Eternos. Eles são colossais e coloridos, permitindo que a Chloé Zhao brinque bastante com as escalas, em um trabalho interessantíssimo, que deixa a vontade do espectador de ver aquelas cores e iluminações sendo mais usadas no ambiente terrestre que domina a trama.

Ah, vale ressaltar umas brincadeiras de contexto histórico que acontecem com uma certa frequência, mas de forma muito sutil, como por exemplo a Thena (Angelina Jolie) reproduzindo a pose de uma estátua de Athenas, a deusa grega que, segundo a mitologia dos quadrinhos, teria sido inspirada nela.

Por fim, as duas cenas pós-créditos mexem diretamente com os dois núcleos do futuro do MCU: o espacial e o terrestre, então vale a pena esperar até as luzes se acenderem para deixar a sessão.

Com as marcas da diretora e uma gama de personagens superpoderosos, Eternos é um filme longo e divertido que se preocupa mais em desenvolver sua própria história do que trabalhar as teorias e “mirabolâncias” do MCU, apesar de trazer elementos que influenciarão no futuro. O ritmo mais lento pode não agradar a todos, mas ainda assim tem tudo que um bom filme da Marvel costuma ter.

Crítica | Maya e os 3 Guerreiros – Minissérie infantil da Netflix exalta as culturas maia e asteca

A história das culturas maia e asteca, embora sejam culturas originárias da América Central, é pouco conhecida pelos brasileiros – a bem da verdade, é pouco conhecida por muitos viventes da América do Sul e mesmo da América do Norte. Ainda que Hollywood tenha voltado seus olhos com mais dedicação na última década para a cultura mexicana (muito, inclusive, para alimentar o orgulho e a autoestima dos mexicanos que vivem nos EUA, que querem consumir esse tipo de entretenimento que os lembre de casa), com filmes como ‘Viva – A Vida é uma Festa’, por exemplo, a verdade é que ainda estamos muito distantes do que de fato é a história e a cultura dos países da Mesoamérica, especialmente quando falamos da história pré-colombiano. Numa tentativa de sanar um pouco essa lacuna, chegou à Netflix a minissérie animada ‘Maya e os 3 Guerreiros’.

Maya (na voz original de Zoe Saldana, dublada por Jacque Souza) acaba de completar quinze anos e será coroada rainha do povo Teca, embora, na verdade, ela queira mesmo é lutar, tal como seus três irmãos e seu pai fazem toda vez que saem para uma batalha. No dia de sua coroação ela recebe a visita do Príncipe dos Morcegos (Diego Luna, dublado por Marcelo Campos), dizendo-lhe que em breve Lorde Miclan (Alfred Molina, dublado por Luiz Carlos Persy) irá sacrificá-la. Para tentar salvar a própria pele e também a seu povo, Maya se apega a uma antiga profecia, que falava como a grande águia, a caveira guerreira (Grey Griffin, dublada por Rebeca Jóia), o galo feiticeiro (Allen Maldonado, dublado por Renan Freitas) e o puma guerreiro (dublado por Ramon Campos) iriam salvar os povos. Por isso, Maya sairá numa perigosa missão atrás de aliados.

Ao longo dos nove episódios com média de trinta minutos de duração o espectador atravessa a intensa jornada de Maya tentando acompanhar a uma grande quantidade de informações. A criação de Jorge R. Gutierrez (responsável pelo longa animado ‘Festa no Céu’) mistura, positiva e confusamente, as culturas maia e asteca para a elaboração de uma história fantasiosa que visa atingir o público infantil, mas, devido à sua complexidade, aos inúmeros personagens e temas delicados (como a morte e o sacrifício humano, comuns à essas culturas), talvez a molecada não se sinta tão hipnotizada pela trama, ainda que a série esteja figurando no Top 10 da Netflix.

Dividido em capítulos cujos títulos anunciam o cerne de cada episódio, a trama enrola um pouco para ser concluída: os dois primeiros apresentam a protagonista e seu destino; os três seguintes introduzem seus companheiros; entre o quinto e o sétimo há uma reviravolta nada a ver, para enrolar mesmo a trama; e os dois últimos concluem a história. Ou seja, a minissérie poderia ter tido apenas sete episódios. Já na reta final, o roteiro dá uma bela forçada de barra para inventar histórias amorosas que não foram construídas ao longo da aventura.

Por outro lado, ‘Maya e os 3 Guerreiros’ é uma animação bem-feita, criativa, que mistura técnicas de animação e massinha e às vezes até quebra as margens do frame, aproximando-se do espectador. Com dublagem e tradução que remetem ao universo de ‘Chaves’ e vários termos em espanhol (ainda que os maias e os astecas não falassem castelhano), ‘Maya e os 3 Guerreiros’ é uma minissérie bonita, instrutiva, que louva abertamente as origens do povo mexicano e traz um pouco de acesso à essa cultura que por tanto tempo foi distanciada do resto do mundo.

‘Tom e Jerry’: Live-action ganha data de estreia

O longa live-action de ‘Tom e Jerry‘ ganhou sua data de estreia! A Warner confirmou que o lançamento do filme está previsto para 16 de abril de 2021.

A previsão é de que Tom e Jerry seja o primeiro híbrido de animação e live-action do estúdio a ser filmado em 2019. Os dois personagens devem aparecer no mundo real e não vão falar, assim como era no desenho original.

O longa será dirigido por Tim Story, de ‘Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado‘.

“Jerry, o rato, mora dentro das paredes de uma grande casa de campo da Nova Inglaterra, onde faz amizade com os antigos donos, um amoroso casal de idosos. Sua amizade única e cômica chega ao fim depois que o casal idoso morre e sua casa é colocada à venda. Quando uma jovem família se muda, Jerry está determinado a assustá-los para não assumirem sua casa. A família rapidamente adota um gato de rua chamado Tom para ajudar a livrá-los de seu problema de pragas. Em uma batalha épica pela casa, Tom & Jerry logo descobrem sua crescente adoração pela família e devem trabalhar juntos para protegê-los de uma ameaça externa. Através do trabalho em equipe, ambos aprendem o valor supremo da família e da amizade.”

Tom e Jerry‘ começou como uma série produzida em curtos episódios, com uma média de sete e 10 minutos de duração cada. Entre os anos de 1940 e 1958, o estúdio Hanna-Barbera fez 114 curtas para  MGM. Com o sucesso global da animação, a dupla acabou conquistando uma genuína série de TV em 1975, chamada – inicialmente – ‘The Tom and Jerry Show’.

‘Aves de Rapina’: Refilmagens irão acrescentar cena conectada com ‘O Esquadrão Suicida’

‘Aves de Rapina’ está passando por algumas refilmagens devido à recepção negativa por parte da imprensa que assistiu ao primeiro corte do longa metragem. Segundo o site We Got This Covered, executivos da Warner Bros. também não estavam satisfeitos com o modo de introdução e de desenvolvimento do vilão Máscara Negra (Ewan McGregor), visto que sua caracterização se restringia a um ofensivo estereótipo.

Agora, o mesmo site declarou que as novas cenas trarão uma sequência inédita que faz conexão com ‘O Esquadrão Suicida’, reboot comandado por James Gunn. Entretanto, fontes próximas ao veículo não puderam oferecer mais informações.

‘Aves de Rapina’ será dirigido pela Cathy Yan, com um roteiro de Christina Hodson (‘Bumblebee‘), e terá classificação Rated-R (para maiores de 17 anos).

Depois de terminar com o Coringa, Harley Quinn se junta às super-heroínas Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya para salvar uma jovem de um lorde do crime.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

Aves de Rapina‘ será lançado nos cinemas  nacionais no dia 6 de fevereiro de 2020.

‘Sonic – O Filme’ deve esmagar ‘Aves de Rapina’ nas bilheterias

‘Sonic – O Filme’ finalmente chegou aos cinemas e, nesse momento, toda a atenção está se voltando para uma grande abertura de bilheteria do longa-metragem.

De acordo com estimativas promovidas pela Paramount Pictures e pela Sega, o filme deve abrir entre consideráveis US$43 US$48 milhões no final de semana, com uma previsão de alcançar entre US$50 US$60 milhões nos quatro dias seguintes. Por enquanto, a arrecadação inicial de ‘Sonic’ deve se equiparar a ‘Detetive Pikachu’ (podendo ultrapassá-lo caso as críticas continuem positivas).

Caso as previsões se concretizem, o longa deve também ultrapassar ‘Aves de Rapina’, que teve uma arrecadação menor do que a prevista nas bilheterias (alcançando apenas US$35 milhões em seu final de semana de abertura depois de uma projeção de US$60 milhões).

A trama segue as aventuras de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.

Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonough. A direção é de Jeff Fowler.

Patrick Casey e Josh Miller assinam o roteiro. 

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

O personagem do videogame foi criado pela SEGA para concorrer diretamente com Mario, da Nintendo. Sonic é um ouriço azul bastante veloz, e que tem como objectivo principal salvar os outros animais do vilão Dr. Eggman, que os transforma em robôs para trabalharem para ele como escravos. A franquia tem sido um dos maiores fenômenos de jogos de todo o mundo por mais de duas décadas, com mais de 140 milhões de jogos vendidos.

 

‘Mulan’: Sandy Leah fará parte da trilha sonora do live-action

Segundo a página do Twitter Cine Marcado, a conhecida e premiada cantora Sandy Leah, que fez parte da dupla Sandy & Junior, fará parte da trilha sonora nacional do live-action de ‘Mulan’.

As informações indicam que Sandy gravou a versão brasileira de “Loyal Brave True”, intitulada “Lealdade Coragem Verdade”. A canção original foi performada pela vencedora do Grammy Christina Aguilera, que também participou da animação de 1998.

Confira:

Essa não é a primeira vez que Sandy regrava clássicos do cinema: em 1998, ela e Junior fizeram uma versão nacional de “My Heart Will Go On”, cantada por Céline Dion para o longa ‘Titanic’.

Anteriormente planejado para chegar às telonas em 23 de julho – após sua data original de estreia ter sido cancelada em virtude do fechamento das redes cinema ao redor do mundo -, o filme agora será lançado nas telonas norte-americanas no dia 21 de agosto, com a expectativa de que o longa chegue ao Brasil um dia antes.

Por meio de um comunicado oficial, o executivo e Chefe do Gabinete Criativo da Walt Disney Studios, Alan Horn, reiterou a importância de lançar ‘Mulan’ nos cinemas, considerando também toda a flexibilização necessária em meio ao novo contexto mundial:

“Embora a pandemia tenha mudado nossos planos de lançamento para ‘Mulan’ e nós continuaremos a ser flexíveis conforme as condições assim nos exigirem, nossa crença no poder deste filme e em sua mensagem de esperança e perseverança ainda não mudou. A diretora Niki Caro, nosso elenco e equipe apoio criaram um belo filme, épico e comovente, que é tudo o que a experiência cinematográfica deve ser e é ali que acreditamos que o filme pertence: No palco do mundo e nas telonas, para o público ao redor do globo desfrutar junto”.

Sobre o remake

Em uma recente entrevista para o Digital Spy, a diretora Nikki Caro revelou alguns detalhes sobre o aguardado longa-metragem e explicou a decisão de tirar as sequências musicais de sua versão, dizendo que “ninguém canta na guerra”!

“Eu pensei nessa adaptação do ponto de vista mais realista, e quem é que canta no meio da guerra? Os personagens estão em guerra, entre espadas e flechas…”, disse ela. “Não sou contra a animação, não é isso, mas são aspectos diferentes. As músicas são brilhantes e vamos honrá-las de uma maneira muito significativa. Mas eu me concentrei no drama de uma menina que está enfrentando uma guerra como um soldado.”

Por falar em realismo, Caro aproveitou par esclarecer porque não incluiu o dragão Mushu na adaptação.

“Mushu faz sentido na animação… Mas nesta versão há um representante da criatura, meio que uma representação espiritual dos ancestrais de Mulan, o que reforça o relacionamento dela com o pai. Foi assim que representamos a ideia de Mushu no live action.”

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.

The Crown | O que é fato e o que é ficção na 4ª temporada do aclamado drama

A 4ª temporada de ‘The Crown’ estreou há pouco tempo na Netflix e rapidamente se tornou sua melhor – seja pela continuidade estética dos anos predecessores, seja pela derradeira e visceral interpretação de Emma Corrin como Princesa Diana e de Gillian Anderson como Margaret Thatcher.

Entretanto, é inegável dizer que a série tem seus deslizes, principalmente no tocante à precisão histórica (algo que, na verdade, não faz muita diferença quando pretendemos compreender o panorama geral da história da Rainha Elizabeth II e da monarquia britânica). De qualquer forma, o time de pesquisadores sempre está em afinidade com os roteiristas, ao menos para prover o esqueleto do show – mas quanto dos fatos que realmente aconteceram foram alterados?

Desde o embate entre Elizabeth (Olivia Colman) e Thatcher até a icônica dança entre Charles (Josh O’Connor) e Diana, o CinePOP separou uma lista com o que se manteve fiel e o que foi mudado por questões artísticas sobre o mais recente ciclo do drama de época.

Confira:

O INTRUSO

O quinto episódio da 4ª temporada, intitulado “Fagan”, Elizabeth se depara com um intruso em seu quarto, um jovem chamado Michael Fagan que trespassa a segurança monárquica, entra nos aposentos da rainha e tem uma franca conversa sobre a situação dos trabalhadores em Londres. Felizmente, Fagan não demonstrou ser perigoso para Elizabeth, tendo permanecido no quarto alguns minutos antes de ser levado embora e ter sido preso por alguns meses por invasão.

Parte da história retratada no capítulo é real – Fagan de fato conversou com a rainha. Entretanto, não foi ela quem o manteve ocupado até a chegada dos oficiais, e sim um guarda não armado. Como se não bastasse, o episódio o trata como alguém nos primeiros estágios de esquizofrenia, quando, na verdade, estava sob efeitos de cogumelos mágicos ingeridos cinco meses atrás. O próprio Fagan comentou que “dois anos depois eu estava me recuperando. Eu fiquei chapado de cogumelos por muito, muito tempo”.

MARGARET THATCHER x ELIZABETH II

A tensão entre a primeira-ministra e a rainha da Inglaterra estava prestes a explodir em ‘The Crown’, com alfinetadas e reviradas de olho sendo jogadas de uma para outra. No oitavo episódio, “48:1”, Thatcher se recusa a assinar um documento da Comunidade das Nações, presdida pela monarca, que infligiria sanções econômicas sobre a África do Sul em virtude das políticas segregacionistas do apartheid. Eventualmente, Elizabeth, furiosa, tenta ao máximo contornar a situação, mudando termos e mais termos que a façam concordar com os termos.

Segundo documentos do governo irlandês, divulgados em 2017, foi exatamente isso o que aconteceu: a rainha estava no limite de sua paciência e até mesmo cogitou cancelar sua audiência semanal na Comunidade – e mais: Thatcher foi influenciada pelos interesses econômicos do próprio filho, Mark (apesar de confirmações concretas não terem sido feitas).

FAMÍLIA PERDIDA

Helena Bonham-Carter fez um trabalho arrepiante como a Princesa Margaret na nova temporada – e foi protagonista de um dos episódios mais potentes e chocantes do ciclo, “The Hereditary Principle”. Aqui, Margaret abandona o álcool e o fumo após uma perigosa cirurgia, clamando por mais responsabilidades do palácio além das que já tem. Porém, as coisas não seguem como o planejado e ela perde o “status” de substituir a irmã em eventos ao redor do mundo quando o caçula Edward alcança a maioridade. Rendendo-se mais e mais à depressão, ela concorda em ver uma terapeuta, através da qual descobre duas primas de primeiro grau, Nerissa e Katherine Bowes-Lyon, que foram internadas quando crianças e (surpresa!) permanecem vivas até hoje apesar dos documentos da família as taxarem como mortas.

Margaret confronta a mãe pela crueldade de manter um segredo desse porte escondido e, como resposta, ouve que o princípio de hereditariedade poderia ser colocado em xeque caso Nerissa e Katherine viessem a conhecimento público. De fato, as duas existiram e foram internadas no Royal Earslwood Hospital em 1941 – mas nenhum membro da família real foi visitá-las desde então, com exceção de Lady Elizabeth Anson (sobrinha) e a nora da rainha-mãe, Fenella Bowes-Lyon. Logo, Margaret não teve qualquer papel decisivo na descoberta das primas.

DIANA E ‘O FANTASMA DA ÓPERA’

Diana sempre foi um membro da família real diferente dos outros, adorada pelo público por sua acessibilidade e por sua personalidade encantadora – algo que não agradava ao restante da realeza. Em 1985, Diana já estava casada com Charles há cinco anos e passavam por vários problemas matrimoniais, incluindo diferença etária, interesses e temperamentos, isso sem mencionar a constante traição de ambos os lados. Diana também sofria de bulimia e problemas emocionais, enquanto a baixa autoestima de Charles era ameaçada pela popularidade da esposa.

Em seu 37º aniversário, Charles resolveu ir à ópera com Diana para apreciar uma apresentação de ballet – até ser surpreendido por uma aparição surpresa de Diana ao som de “Uptown Girl”, de Billy Joel (algo que o deixou furioso por drenar toda a atenção do público e da mídia à apresentação). Como se não bastasse, a princesa também apostava na reconstrução de seu casamento e, em seu aniversário, gravou em fita uma versão com a orquestra original de ‘O Fantasma da Ópera’ no Teatro West End. Apesar do sorriso amarelo, Charles diz a Camilla, sua amante, que odiou o que viu, principalmente sua cantoria.

Diana, de fato, dançou ao lado do soloísta Wayne Sleep no aniversário de Charles, no Covent Garden. “Charles estaria na plateia e queria surpreendê-lo; era tudo segredo”, Sleep disse em entrevista ao The Guardian. Também é fato que Charles não ficou impressionado com a performance, chamando-a de exibida. Mas não há qualquer evidência de que Diana tenha se reunido com a orquestra do icônico musical, nem que tenha gravado uma apresentação para o príncipe real.

O TESTE DE BALMORAL

“Aparentemente, a família real rotineiramente sujeita todos seus convidados a testes secretos para descobrirem se alguém é aceitável ou aceitável”, diz Denis Thatcher (Stephen Boxer), marido de Margaret, no episódio sobre o Teste de Balmoral, uma espécie de avaliação que o casal definitivamente falhou em quase todos os requisitos, enquanto Diana acertou em cheio e conquistou o coração da calculista família. De acordo com jornalistas reais, essas “brincadeiras” aconteciam de verdade – e Thatcher teve de pedir um par de galochas para os passeios ao ar livre, visto que só tinha levado calçados indoor.

Entretanto, o criador Peter Morgan incrementou um pouco o capítulo em questão e colocou uma vergonhosa sequência em que Margaret brinca de “Ibble Dibble” com os membros da família real. Essa é hilária, sem dúvida, e desconfortante pela forçosa tentativa da primeira-ministra em compreender os maneirismos de sua rainha. Mas não há quaisquer evidências que o jogo era algo constante em Balmoral.

‘Expresso do Amanhã’: Vídeo leva o público a conhecer os bastidores da série distópica; Confira!

TNT divulgou recentemente um vídeo de bastidores que leva o público a conhecer os bastidores da série distópica pós-apocalíptica ‘Expresso do Amanhã’, com relatos do elenco protagonista e do time criativo.

Confira:

Vale lembrar que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix.

Criada por Graeme Manson, a série é baseada no filme ‘Expresso do Amanhã‘, lançado em 2013.

Sete anos após o planeta Terra ser lançado em uma era glacial, todos os sobreviventes vivem a bordo de um trem de 1.001 vagões que dá voltas ao redor do mundo sem parar. O trem gigantesco se divide em classes, com a elite nos primeiros vagões e os mais pobres nos últimos. Mas o que acontece quando aqueles que foram oprimidos a vida inteira resolvem se rebelar e lutar?

O elenco conta com Jennifer Connelly, Daveed Diggs, Mickey Sumner, Susan Park, Katie McGuinness, Annalise Basso, Sheila Vand e Sam Otto.

Crítica | 3º episódio de ‘American Horror Story: Double Feature’ mantém o altíssimo nível da temporada

‘American Horror Story’ teve uma de suas melhores estreias desde 2011 com os dois primeiros episódios de ‘Double Feature’. O ambicioso ciclo conseguiu recuperar os elementos outrora vistos em ‘Murder House’ e ‘Asylum’, por exemplo, em uma nostálgica investida que cativou o público ao redor do mundo e deu início a uma complexa e sanguinolenta jornada de ambição e egolatria, marcada por um roteiro exímio e uma competente construção artística.

É claro que a primeira parte da temporada, subtitulada ‘Red Tide’, se voltou para uma das criações mais clássicas do terror, os vampiros. Entretanto, assim como ‘Hotel’, Ryan Murphy e Brad Falchuk desconstruíram a mitologia por trás dos personagens em uma belíssima e envolvente narrativa metalinguística que explora o preço do talento e da fama: em outras palavras, os personagens são atraídos por uma pílula misteriosa que os transforma em deuses criativos, superiores a outros amadores. E, é claro, tal habilidade vem com um preço caro a ser pago – se alimentar do sangue das pessoas para sobreviver em um vicioso ciclo interminável de chacinas e de glória.

Enquanto os episódios da semana passada representaram uma considerável melhora em relação a anos anteriores, era de se esperar que os capítulos seguintes deslizassem em certos problemas de ritmo e de concepção; felizmente, não foi isso o que aconteceu. Em “Thirst”, como ficou conhecido o terceiro capítulo, Falchuk fica encarregado de uma narrativa irretocável, com todos os aspectos imutáveis da antologia, enquanto a diretora Loni Peristere também retornou no comando da iteração em uma ode ao thriller psicológico. Como se não bastasse, o elenco permanece afiado como nunca, cada qual com seu momento de brilhar – e falar isso parece redundante, considerando que, mesmo em meio aos equívocos, são as atuações que nos conquistam do começo ao fim.

Seguindo de onde paramos, Harry (Finn Wittrock) enfrenta as drásticas consequências da filha, Alma (Ryan Kiera Armstrong), ter tomado a pílula em um surto de ganância, exigindo de si mesma ser a melhor violinista de todas – adotando esse atalho sem pensar no custo. Por ser mais jovem e ingênua, Alma parece não ter controle do apetite voraz por sangue e, por essa razão, posa como uma ameaça a todos os outros artistas que se valeram da droga para alcançarem os seus objetivos, motivo pelo qual chama uma controversa atenção de Belle (Frances Conroy) e Austin (Evan Peters). Mergulhando em um turbilhão de eventos catastróficos, Harry é “obrigado” a mentir para a esposa, Doris (Lily Rabe) sobre o que aconteceu e lida com as investigações da delegada local, Burleson (Adina Porter), sobre os múltiplos corpos que aparecem jogados pela cidade.

Da mesma forma que “Cape Fear” e “Pale”, “Thirst” toma o tempo necessário para se desenrolar e, por essa razão, talha uma densa e angustiante atmosfera cujo objetivo é deixar os espectadores à beira de um ataque de nervos. Os atos do episódio são alicerçados em homenagens a obras do gênero, desde ‘A Bruxa’ até ‘Hereditário’, pegando recursos emprestados que vão desde a mortal elegância da fotografia ao minimalismo tétrico de uma repetitiva e pragmática trilha sonora. Entretanto, o maior bem do episódio é o fato de não querer revolucionar a prática do storytelling ou criar algo original, e sim se valer das fórmulas do terror e trilha um caminho que já conhecemos e que sabemos, por ora, como vai terminar. As cartas dispostas nesse início de temporada foram dadas e, agora, é preciso jogar.

Se o elenco já apresentado ganhou nossa atenção pela natureza das performances, a substancial aparição de Leslie Grossman como a agente de Harry, Ursula, se mostrou como uma adição bem-vinda e surpreendente. Ursula funciona como uma encarnação capitalista e predatória do que significa se envolver com o show business e, apesar de demonstrar certa preocupação com Harry e com seus clientes, sabemos que suas intenções são outras. Afinal, ela não pensaria duas vezes antes de migrar para o próximo talento que encontrasse caso se mostrasse mais lucrativo e certeiro – e as coisas ficam mais complicadas quando ela descobre o efeito das pílulas e traça o paradeiro de quem as fabricou (a Química, interpretada pela sempre grandiosa Angelica Ross).

‘American Horror Story: Double Feature’ ainda tem muito a ser explorado – e tem potencial enorme de nos causar uma experiência interessante, principalmente com uma parte considerável das reviravoltas já reveladas. Murphy e Falchuk deixaram bem claro que a dinâmica dos personagens é seu ponto de partida, e observá-los dentro de um microcosmos recheado de segredos é chamativo e perturbador (do melhor jeito possível).

O live-action de ‘Scooby-Doo’ fez 20 ANOS e separamos várias curiosidades para você!

É mais comum do que imaginamos que a crítica especializada e o público discordem entre si quanto à qualidade de um longa-metragem – e, no fundo, isso não importa muito: a verdade é que boa parte das produções detonadas pela crítica tem um lugarzinho especial no coração dos espectadores, como é o caso de ‘Scooby-Doo’.

Lançado antes da febre das adaptações em live-action, o filme é baseado na clássica e aclamada franquia animada da companhia Hanna-Barbera e gira em torno de um grupo de detetives conhecido como Mistério S.A., formado por quatro adultos e um cachorro falante que resolvem mistérios bizarros e sobrenaturais. Na primeira releitura para os cinemas, os integrantes do grupo, Daphne (Sarah Michelle Gellar), Fred (Freddie Prinze Jr.), Salsicha (Matthew Lillard), Velma (Linda Cardellini) e Scooby, o adorado cão dinamarquês que empresta seu nome ao título, se reúnem dois anos depois de terem se separado para desvendar os arrepiantes eventos que estão ocorrendo no resort tropical conhecido como Ilha do Espanto.

Apesar das críticas negativas, que pontuaram falhas no roteiro, no humor e nos efeitos visuais, a obra fez um sucesso enorme de bilheteria e arrecadou US$275 milhões mundialmente, garantindo uma fidelidade astronômica por parte daqueles que cresceram acompanhando as aventuras de Scooby-Doo e sua gangue. A sólida recepção financeira inclusive deu origem a uma sequência, ‘Scooby-Doo: Monstros à Solta’, lançada em 2004.

Pensando nisso e em celebração ao 20º aniversário do filme (completado daqui a alguns meses), o CinePOP preparou uma singela lista com algumas curiosidades de bastidores, que você pode conferir abaixo:

  • Raja Gosnell, que comandou o longa-metragem, queria um casal de verdade para intepretar Daphne e Fred (visto que os personagens também têm um enlace romântico). A primeira escolha do diretor foi Prinze Jr. e Gellar. Prinze Jr. não queria originalmente fazer o filme, porque não acreditava que conseguiria honrar a série animada original, mas Gellar o convenceu a aceitar o papel.
  • Este é um dos poucos filmes baseados em ‘Scooby-Doo’ que revela os primeiros nomes verdadeiros do personagem titular e de Salsicha: Scoobert e Norville, respectivamente.

  • Gellar teve de conciliar as filmagens do live-action junto ao cronograma excessivo da série de fantasia ‘Buffy: A Caça-Vampiros’, que estrelava desde 1997. Os produtores de ambos os projetos entraram em um acordo para que ela passasse duas semanas em Los Angeles rodando ‘Buffy’, e as duas semanas seguintes em Queensland, Austrália, rodando ‘Scooby-Doo’.
  • Frank Welker, que dublou Fred em todos os desenhos de ‘Scooby-Doo’, foi escalado para dublar uma das criaturas do mal do filme.

  • A princípio, a abertura do longa tinha uma abertura animada alternativa, mostrando as versões originais dos personagens principais – mas a sequência foi cortada para poupar tempo de tela. A abertura em questão também traria uma rendição da música-tema “Scooby-Doo, Cadê Você?”, do cantor Shaggy.
  • Gellar odiava as botas roxas que Daphne usava e, entre as gravações, sempre trocava por tênis mais confortáveis.
  • Assim que as filmagens terminaram, Prinze Jr. teve que raspar sua cabeça, visto que a água sanitária utilizada para deixá-lo loiro arruinou seu cabelo.

  • Jennifer Love Hewitt e Jennifer Aniston foram consideradas para o papel de Daphne Blake.
  • Isla Fisher foi a segunda escolha para interpreta Daphne, antes de Gellar aceitar o projeto. Sua performance na audição impressionou tanto os diretores de elenco, que ela conseguiu o papel coadjuvante de Mary Jane como resultado.
  • Originalmente, Scrappy Doo, sobrinho de Scooby-Doo, não seria o vilão principal. No final do filme, o Velho Smithers, também conhecido como o Fantasma da Lua do começo da narrativa, estaria por trás dos eventos principais do enredo.

‘The Brothers Sun’: Michelle Yeoh entra para a nova comédia ácida da Netflix

Netflix anunciou recentemente que a lendária atriz Michelle Yeoh (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’) foi escalada para a vindoura comédia ácida ‘The Brothers Sun’.

A série é formada por um elenco e uma equipe de roteiristas totalmente asiáticos e mistura drama familiar e comédia.

Na trama, “como filho mais velho da família Sun, Charles (Justin Chien) foi criado por seu pai para se tornar um gângster de Taipei. Ser um assassino também significa corres risco de ser assassinado. Quando o patriarca da família é morto por alguém misterioso, Charles viaja para Los Angeles para proteger a mãe e o irmão mais novo”.

Yeoh será Eileen Sun, também conhecida como Mama Sun, uma mulher que deixa o passado para trás, em Taiwan, e constrói uma vida para si mesma e para o filho mais novo, Bruce, em LA. Entretanto, as coisas mudam quando o marido morre.

A série é co-criada por Brad FalchukByron Wu, com direção de Kevin Tancharoen.

Sam Song LiHighdee KuanJoon LeeAlice HewkinJon Xue ZhangJenny YangMadison HuRodney To completam o elenco.

‘The Brothers Sun’ ainda não tem previsão de estreia.

‘The English’: Western estrelado por Emily Blunt já está disponível no Prime Video!

‘The English’, série western estrelada pela aclamada atriz Emily Blunt (‘O Retorno de Mary Poppins’, ‘Um Lugar Silencioso’), já está disponível no Prime Video.

A produção foi lançada no último dia 11 de novembro na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Ambientado no mítico cenário do Meio-Oeste estadunidense em 1980, ‘The English’ gira em torno de Cornelia Locke, uma mulher britânica que chega a um novo país em busca de vingança contra o homem que julga responsável pela morte do filho.

Cornelia, então, cruza caminho com Eli Whipp (Chaske Spencer), um ex-soldado e membro de sangue da Nação Pawnee, e ambos se unem e descobrem uma história compartilhada que deve ser derrubada a qualquer custo – se um deles pretende sobreviver.

O restante do elenco conta com Rafe SpallTom HughesStephen ReaValerie PachnerToby JonesCiaran HindsMalcolm StorryNichola McAuliffeSteve WallSule RimiCristian Solimeno.

Greg Brenman entra como produtor ao lado de Blick e Blunt.

Associação de roteiristas dos EUA autoriza GREVE que vai atrasar filmes e séries

Quase quinze anos depois que uma greve do WGA (Writers Guild of America), a Associação de Roteiristas dos EUA, causar um grande impacto em Hollywood, há grandes chances de uma outra paralisação ocorrer.

Nesta última segunda-feira (17), 97,85% dos membros da organização votaram a favor de uma greve em potencial que pode acontecer nas próximas semanas (via ComicBook.com).

Ambos os sindicatos (WGA West e WGA East) estão em negociações com a AMPTP (Alliance of Motion Picture and Television Producers) para um novo acordo sobre compensação e diversos outros tópicos em virtude da popularidade dos streamings.

Dada a popularidade de filmes e séries em plataformas virtuais, a WGA espera aumentar os royalties e os pagamentos residuais de títulos presentes nos streamings de forma similar aos presentes nas emissoras. Outros pontos incluem compensação geral – com aumento de salários dos profissionais – e regulação da sala de roteiristas em uma tentativa de manter mais funcionários empregados.

A votação ocorreu no último dia 11 de abril com membros elegíveis da associação e, segundo uma reportagem do The Hollywood Reporter, 79% dos associados participaram do pleito.

Entretanto, isso não quer dizer que a paralisação, de fato, acontecerá. A votação ocorreu como força de dar aos líderes das uniões uma possibilidade de negociação. A própria AMPTP emitiu um comunicado oficial, declarando que a guilda sempre planejou autorizar uma greve:

“Uma votação para autorizar greves sempre esteve nos planos da WGA, anunciada antes das partes sequer trocarem propostas. Sua inevitável ratificação não causou surpresa a ninguém”.

Comédia ADULTA com Jennifer Lawrence já está disponível na HBO Max!

Que Horas Eu te Pego?‘ (No Hard Feelings), comédia adulta estrelada por Jennifer Lawrence, já está disponível na HBO Max.

O longa-metragem foi lançado na plataforma de streaming hoje, 22 de setembro.

A personagem de Lawrence vive uma garota falida que é contratada para namorar um adolescente introvertido e socialmente desajeitado, que  está se preparando para a faculdade.

Crítica | Jennifer Lawrence BRILHA na divertida comédia adulta ‘Que Horas Eu Te Pego?’

Relembre o trailer:

Dirigido por Gene Stupnitsky (‘The Office’), o longa será para maiores de 18 anos.

Além de dirigir, Stupnitsky co-escreveu o o roteiro junto com John Phillips (‘Tirando o Atraso’), enquanto Lawrence também foi anexada como produtora.

Andrew Barth FeldmanMatthew BroderickLaura BenantiNatalie MoralesScott MacArthurEbon Moss-BachrachHasan MinhajKyle Mooney completam o elenco.

Kaya Scodelario – 32 Anos | Produções estreladas pela atriz para você assistir!

Kaya Scodelario vem trilhando um caminho de extremo sucesso nos últimos anos e já se consagra como uma das atrizes mais conhecidas da atualidade.

Scodelario ganhou notoriedade ao interpretar Effy Stonem no adorado drama adolescente ‘Skins’, logo depois migrando para uma das franquias mais bem-sucedidas do cinema, ‘Maze Runner’, vivendo a protagonista feminina Teresa, e até mesmo para o reboot ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’, da Netflix.

No dia de hoje, 13 de março, a atriz completa 32 anos – e nada melhor para celebrar seu aniversário que relembrar alguns dos filmes e das séries de que participou ao longo da carreira.

Pensando nisso, separamos uma lista com

SKINS

Em 2007, Scodelario fez sua grande estreia no mundo do entretenimento ao estrelar o adorado e aclamado drama adolescente ‘Skins’, interpretando Elizabeth “Effy” Stonem durante vinte episódios espalhados em cinco temporadas diferentes. Effy é a irmã de Tony Stonem (Nicholas Hoult), que fugiu de casa e que se recusa a deixar o irmão se envolver com sua vida social – apesar dele tê-la ajudado a mentir sobre seu paradeiro diversas vezes para os pais.

O MORRO DOS VENTOS UIVANTES

Anos depois de ter participado de ‘Skins’, Scodelario foi escalada para um grande papel na adaptação de 2011 de ‘O Morro dos Ventos Uivantes’, interpretando a protagonista Catherine Earnshaw. Catherine é uma das duas filhas do Sr. e da Sra. Earnshaw e o par romântico de Heathcliff, cujo relacionamento é o grande laço do romance original e das inúmeras releituras.

MAZE RUNNER

O papel que deu a Scodelario fama mundial veio com a trilogia ‘Maze Runner’. Nos filmes, ela interpreta Teresa Agnes (cujo nome lhe foi dado como homenagem à Madre Teresa), a única garota que faz parte do grupo de prisioneiros que luta contra as atrocidades e os monstros do perigoso Labirinto. Eventualmente, Teresa se mostra como uma anti-heroína, quebrando a confiança de seus amigos apenas para ajudar a salvá-los na conclusão do longa.

TED BUNDY: A IRRESISTÍVEL FACE DO MAL

‘Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal’ foca, primariamente, no serial killer titular (vivido por Zac Efron), que matou, pelo menos, 30 mulheres em sete estados norte-americanos diferentes durante os anos 1970. Aqui, Scodelario interpreta Carole Ann Boone, amiga antiga de Ted que se muda para perto dele para apoiá-lo e que se torna sua amante durante o longo julgamento nos tribunais.

PIRATAS DO CARIBE: A VINGANÇA DE SALAZAR

No quinto filme da franquia ‘Piratas do Caribe’, Scodelario interpreta a forte e altruísta Carina Smyth Barbossa, que luta contra os estereótipos de gênero da época, desejando se tornar uma astrônoma, e, eventualmente, sendo acusada de ser uma bruxa. Segundo a própria atriz, Carina é “uma academicista, ela luta pelo direito de estudar na universidade, porque mulheres não podiam fazer isso naquela época”. Como se não bastasse, ela também é a filha perdida do Capitão Barbossa (Geoffrey Rush).

PREDADORES ASSASSINOS

Neste elogiado thriller de ação, quando um enorme furacão atinge sua cidade natal na Flórida, Haley (Scodelario) ignora as ordens das autoridades para deixar a cidade e vai em busca de seu pai desaparecido. Ao encontrá-lo gravemente ferido, os dois ficam presos na inundação. Enquanto o tempo passa, Haley e seu pai descobrem que o aumento do nível da água é o menor dos seus problemas.

SPINNING OUT

Kat Baker (Scodelario), uma patinadora do gelo em ascensão, é retirada de competição depois de sofrer uma queda desastrosa. Para poder continuar na carreira, só que agora em dupla, ela se arrisca a expor um segredo que pode prejudicar toda a sua vida.

THE PALE HORSE

Estrelado por Rufus SewellScodelarioThe Pale Horse gira em torno de um excêntrico e traumatizado homem de negócios que descobre que seu sobrenome está escrito em uma estranha lista. Mas isso não é tudo: todas as outras pessoas mencionadas no pequeno pedaço de papel estão mortas – e ele pode ser o próximo caso não consiga encontrar o assassino a tempo.

RESIDENT EVIL: BEM-VINDO A RACCOON CITY

Em 1998, a jovem Claire (Scodelario) retorna para Raccoon City disposta a expor as experiências realizadas pela Umbrella Corporation. Embora não saiba ainda o que o futuro lhe reserva, ela espera contar com um amigo do passado (Robbie Amell) e Leon (Avan Jogia) na perigosa missão. Quando descobrem que um terrível acidente contaminou os habitantes, eles começam uma verdadeira corrida contra o tempo e o medo.

Confira o novo teaser HILÁRIO de ‘O Professor’, nova série de comédia do Disney+!

Foi divulgado um teaser inédito de ‘O Professor‘ (English Teacher), série de comédia criada e estrelada por Brian Jordan Alvarez (‘Jane the Virgin’).

Confira, junto ao trailer dublado, e siga o CinePOP no YouTube:

A produção estreará no dia 2 de setembro no canal FX, mas ainda segue sem previsão no Brasil.

A trama traz Alvarez como Evan Marquez, um professor do ensino médio em Austin, Texas, que muitas vezes se encontra na interseção dos aspectos pessoais, profissionais e políticos do trabalho em uma escola secundária. Evan quer ser uma pessoa de princípios, mas muitas vezes enfrenta problemas por causa disso.

Stephanie KoenigEnrico ColantoniSean PattonCarmen ChristopherJordan FirstmanLangston Kerman e outros completam o elenco.

Alvarez também entra como produtor executivo ao lado de Paul SimmsJonathan KriselDave King.

Trailer do novo k-drama da Netflix promete ‘Um Amor de Cinema’; Confira!

A Netflix divulgou o trailer completo da série coreana ‘Um Amor de Cinema‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançado no serviço de streaming no dia 14 de fevereiro.

Oh Chung-hwan (‘Diva à Deriva’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Lee Na-eun (‘Nosso Eterno Verão’).

Na trama, um cinéfilo e uma diretora novata vivem um romance intenso, porém breve. Agora que a trama da vida os aproximou novamente, será que a história terá um novo fim?

Park Bo-young (‘Desgraça ao Seu Dispor’) e Choi Woo-shik (‘O Garoto da Porta ao Lado’) estrelam a produção.

‘Cortina de Fumaça’, nova série POLICIAL com Taron Egerton, chega ao streaming; Saiba onde assistir!

Cortina de Fumaça‘, série policial estrelada por Taron Egerton, já está disponível no catálogo da Apple TV+.

A produção foi lançada no serviço de streaming hoje, 27 de junho.

Inspirada em eventos reais, ‘Cortina de Fumaça’ acompanha um detetive com problemas e um misterioso investigador de incêndios criminosos que seguem os rastros de dois incendiários em série.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de protagonizar, Egerton também assume a produção executiva do projeto, que foi criado por Dennis Lehane (‘Black Bird‘, ‘A Entrega‘, ‘Sobre Meninos e Lobos‘, ‘A Lei da Noite‘).

Jurnee Smollett (‘Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa‘) co-protagoniza a série como a detetive de polícia Michelle Calderone.

Além de ser o criador, Lehane assina como roteirista e produtor executivo.

O elenco de ‘Cortina de Fumaça‘ também conta com Rafe Spall (‘A Grande Aposta‘, ‘As Aventuras de Pi‘), Ntare Guma Mbaho Mwine (‘Firebug‘, ‘O Poder e a Lei‘), Hannah Emily Anderson (‘Jogos Mortais: Jigsaw‘, ‘X-Men: Fênix Negra‘), Anna Chlumsky (‘Meu Primeiro Amor‘, ‘Vice‘), Adina Porter (‘American Horror Story‘, ‘The Newsroom‘), Greg Kinnear (‘Melhor é Impossível‘, ‘Pequena Miss Sunshine‘) John Leguizamo (‘Moulin Rouge: Amor em Vermelho‘, ‘Spawn: O Soldado do Inferno‘).

A série de ficção é inspirada no elogiado podcast “Firebug” da truth.media, apresentado por Kary Antholis, vencedor do Oscar e do Emmy, que é produtor executivo pela Crime Story Media, LLC.

Marc Smerling, vencedor do prêmio Emmy, atua como produtor executivo pela Truth Podcasting Corp.

Astros do live-action de ‘Peter Pan’ irão se reunir para a comédia romântica ‘Strawberry Roan’

Segundo o DeadlineJeremy SumpterRachel Hurd-Wood irão se reunir mais de duas décadas depois de terem coestrelado o live-action de ‘Peter Pan’, de 2003, para a comédai romântica ‘Strawberry Roan’.

O projeto marca a estreia diretorial de Sumpter, que comanda o filme a partir de um roteiro de Courtney Paige (‘Chapel’) e Julia Mulberry.

A trama é inspirada em eventos reais e acompanha “uma apaixonada por cavalos (Hurd-Wood) e um corretor da bolsa fracassado (Sumpter) que gastam suas modestas economias para perseguir um sonho do outro lado da fronteira. Determinados a criar um santuário para cavalos no México, o jovem casal embarca em uma jornada que imaginam que mudará suas vidas para melhor. Mas, à medida que o amor e a ambição se chocam, eles descobrem que a maior recompensa não é o futuro que imaginaram, mas sim a confiança, a coragem e a conexão que redescobrem juntos na estrada”.

O restante do elenco deve ser anunciado em breve.

Paige entra como produtora ao lado de Johnny Remo.

As filmagens devem começar no segundo trimestre de 2026 no Novo México, Estados Unidos. Tony NeumMichelle Neum são os produtores executivos.

Mais detalhes não foram divulgados.

Jennifer Lopez e Brett Goldstein se APAIXONAM no trailer da comédia romântica ‘Paixão de Escritório’; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial de ‘Paixão de Escritório’ (‘Office Romance’), nova comédia romântica estrelada pela atriz e cantora Jennifer Lopez (‘As Golpistas’) e Brett Goldstein (‘Ted Lasso’).

O longa será lançado na plataforma de streaming em 5 de junho.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Ol Parker (‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!’) assume a direção do projeto. Goldstein assina o roteiro ao lado de Joe Kelly.

O filme acompanha os viciados em trabalho Jackie Cruz (Lopez) — uma CEO perfeccionista, cujos funcionários têm medo até de respirar perto dela — e Daniel Blanchflower (Goldstein) — o ambicioso novo advogado da empresa — que se apaixonam perdidamente um pelo outro no trabalho. Apesar da química insaciável, os colegas tentam manter o relacionamento o mais profissional possível. Mas os olhares intensos na sala de reuniões logo se transformam em aventuras picantes em uma ilha paradisíaca — e Jackie corre o risco de perder a empresa.

Betty GilpinEdward James OlmosBradley WhitfordAmy Sedaris, Tony Hale, Rick HoffmanJodie Whittaker e outros integram o elenco.

‘Foi um presente para mudar minha vida’, diz Edward Furlong sobre retorno em ‘O Exterminador do Futuro’

Para a surpresa dos fãs, foi anunciado na San Diego Comic Con que Edward Furlong vai reprisar seu papel como John Connor ao lado de Linda Hamilton em ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’.

Em entrevista para o The Terminator Fans, Furlong expressou o quanto o seu retorno é significante para sua carreira.

“Foi como uma bênção. Eu estava muito animado, sabe? Eu realmente estava tentando mudar minha vida quando me ligaram, então isso foi um incentivo. Foi como um presente, porque eu deveria fazer outro [filme da franquia], mas eu acabei estragando tudo, então eu estou orgulhoso.”

Devido aos problemas com a lei e ao abuso de drogas, Furlong acabou sendo substituído por Nick Stahl em ‘O Exterminador do Futuro: A Rebelião das Máquinas‘ (2003).

Depois disso, Connor foi interpretado Christian Bale e Jason Clarker em ‘O Exterminador do Futuro: Salvação’ (2009) e ‘O Exterminador do Futuro: Genesis’ (2015), respectivamente.

Detalhes sobre o novo longa estão sendo mantidos em segredo, mas o roteiro vai ignorar as últimas sequências e continuar a partir do segundo filme, com uma nova cronologia.

‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’ será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

Confira as imagens promocionais:

Dirigido por Tim Miller (‘Deadpool‘), o longa terá produção de James Cameron, sendo este o primeiro filme da franquia com seu envolvimento desde ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final‘.

O elenco conta com Linda Hamilton, Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger e Diego Boneta.

Roteirista de ‘Rogue One’ e ‘Star Wars: Rebels’ quer Danny Trejo em ‘O Mandaloriano’

Além de escrever vários episódios da animação ‘Star Wars: Rebels‘, o roteirista Gary Whitta também foi co-autor de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘.

E, durante uma entrevista para o podcast Animal Talking, Whitta disse que adoraria escrever um episódio de ‘O Mandaloriano‘ para introduzir Danny Trejo na série da Disney+.

“Confesso que não tenho nenhuma influência na Lucasfilm, mas se eu tivesse o poder, eu iria escrever um episódio para introduzir Danny Trejo como um caçador de recompensas em ‘O Mandaloriano‘. Qual é? Ele tem o perfil exato para o programa, e acho que os fãs gostariam disso. Vou ligar para [o produtor] Dave Filoni e tentar convencê-lo.”

Whitta também revelou que é um grande fã de Trejo e mal pode esperar para trabalhar com o astro algum dia.

Essa seria um ótima oportunidade para os dois, já que o elenco de ‘O Mandaloriano‘ é composto por diversos veteranos durões, como Carl Weathers e Giancarlo Esposito.

E aí, o que você acha da ideia?

Lembrando que ‘O Mandaloriano‘ já foi renovada para sua 3ª temporada, e a 2ª está prevista para o outono norte-americano (entre setembro e dezembro).

Assista ao trailer da 1ª temporada:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Cherry’: Nova cena do drama mostra Tom Holland em momento apaixonado; Confira!

A Apple TV divulgou uma cena inédita para promover o aguardado ‘Cherry‘, suspense dramático estrelado por Tom Holland e dirigido por Anthony e Joe Russo (‘Vingadores: Ultimato’).

Na cena, o personagem de Holland parece estar sobre influência de algum alucinógeno enquanto se declarada para sua namorada (Ciara Bravo) em um momento apaixonado.

Lembrando que a trama acompanha um ex-médico do exército que sofre de transtorno de estresse pós-traumático ao retornar do Iraque. Tentando lidar com a doença, ele passa a assaltar bancos para sustentar seu vício em drogas.

Confira a cena:

“Aproveite enquanto durar. Descubra onde esta caminhada leva Tom Holland e Ciara Bravo em ‘Cherry‘. Nos cinemas em 26 de fevereiro e na Apple TV+ 12 em de março.”

Por conta de sua atuação, Holland tem chamado a atenção não apenas da imprensa, mas também de outros colegas da indústria do entretenimento.

E durante o seu podcast, Fatman Beyond, o comediante e cineasta Kevin Smith teceu uma série de elogios ao trabalho da dupla de diretores, ponderando também sobre o exímio trabalho feito por Holland em cena.

Na ocasião, ele pontuou:

“Os irmãos Russo são para valer. E não é apenas ‘oh, eles sabem fazer filmes da Marvel!’. Eles são verdadeiros cineastas e que grande argumento para a expressão ‘duas cabeças pensam melhor do que uma’. Filme lindo, um épico. O garoto é ótimo, eu o assistiria lendo uma lista telefônica ou torrando marshmallows, ele está maravilhoso nesse filme. Ele não é apenas o Homem-Aranha fofo e tal, ele tem uma performance realmente maravilhosa. Eu adorei o filme, não conseguia acreditar que era isso, não tinha ideia do que seria o filme. É baseado em um livro e basicamente é sobre o vício em opioides, a raiz de tudo. Felizmente, nunca lidei com isso, mas conheci pessoas que já lidaram com isso bem de perto. Realmente muito bem feito, então prestem atenção”.

Assista ao trailer:

O longa tem estreia está marcada para 26 de fevereiro no cinemas norte-americanos, e 12 de março no catálogo da Apple TV+.

Com roteiro assinado por Jessica Goldberg, o projeto é baseado no romance homônimo escrito por Nico Walker.

Além de Holland e Ciara Bravo, o elenco conta com Bill SkarsgardForrest GoodluckJeffrey WahlbergMichael Gandolfini e Kyle Harvey.

Casa dos filmes ‘A Hora do Pesadelo’ está à venda por R$ 18 milhões; Confira as imagens!

De acordo com o Comic Book, a icônica casa dos filmes ‘A Hora do Pesadelo‘ está à venda por nada menos que US$ 3,2 milhões, o equivalente a R$ 18 milhões.

A casa de Nº 1428, da famosa Elm Street, onde vivia Nancy Thompson (Heather Langenkamp), é localizada na Avenina North Genesee, em Los Angeles e a atual proprietária é Lorene Scafaria, diretora do filme ‘As Golpistas‘.

Apesar da casa ser fortemente associada aos filmes de Freddy Krueger (Robert Englund), ela só foi vista em três deles: no original, lançado em 1984, e nas a sequência de 1985 e 1994.

Outros filmes da franquia recriaram a aparência da casa por meio de cenários similares, mas apenas os filmes mencionados acima foram gravados na propriedade.

Atualmente, a casa já passou por algumas reformas no interior, deixando seu ambiente quase irreconhecível em comparação aos filmes.

Construída em 1919, a casa possui 823 metros quadrados divididos entre três quartos, quatro banheiros, lavanderia, cozinha com copa conjugada, piscina no quintal, sala de estar, sótão, porão e uma área de lazer rústica.

Para quem tiver interesse, a oferta estará disponível somente até o próximo dia 31, quando é celebrado o Halloween.

Para promover a venda, a imobiliária divulgou um divertido ensaio com um ator vestido de Freddy Krueger nos principais cômodos da casa.

Confira:

Lembrando que último filme da franquia foi lançado em 2010 e trouxe Jackie Earle Haley como intérprete do vilão.

No entanto, o longa foi um fracasso de crítica, rendendo míseros 15% de aprovação No Rotten Tomatoes.

Apesar disso, conseguiu faturar US$ 118 milhões nas bilheterias pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 35 milhões.

O filme original foi escrito e dirigido por Wes Craven, falecido em 2015, e trouxe a participação de Johnny Depp, Ronee Blakley, Heather Langenkamp, Amanda Wyss, e Nick Corri.

Desde então, o filme construiu um enorme legado para o subgênero slasher, dando origem a seis sequências e um remake.

Ao total, a franquia arrecadou mais de US$ 583 milhões pelo mundo.