A Universal Pictures divulgou o trailer completo do filme de guerra ‘1917‘.
Confira:
O longa é dirigido por Sam Mendes (‘007 – Operação Skyfall‘), que coescreveu o roteiro ao lado de Krysty Wilson-Cairns.
Em um dos momentos críticos da Primeira Guerra Mundial, dois soldados britânicos Schofield (MacKay) e Blake (Chapman) recebem uma missão aparentemente impossível. Em uma corrida contra o tempo, os soldados devem cruzar território inimigo e entregar uma mensagem que cessará o ataque brutal de milhares – entre eles, o irmão de Blake.
O elenco inclui George MacKay, Dean-Charles Chapmann, Mark Strong, Andrew Scott, Richard Madden, Claire Duburcq,Colin Firth e Benedict Cumberbatch.
A produção será lançada nos cinemas nacionais no dia 13 de fevereiro de 2020.
Gosta de séries e filmes baseados em eventos reais? A Netflix compartilhou um novo vídeo com 10 histórias reais que inspiraram as produções em seu catálogo.
Confira:
O surto de coronavírus está redefinindo a rotina das pessoas ao redor do mundo e com muitas das principais estreias sendo adiadas, os cinéfilos ficaram um tanto órfãos.
Além disso, a pandemia acarretou em medidas drásticas, que inviabilizaram a movimentação nos cinemas, em virtude do alto risco de contaminação, por se tratar de um local fechado e com grandes aglomerações.
Pensando nesse atual e crítico momento vivido pelo mundo, a Netflix compartilhou uma lista de séries disponíveis para conferir, enquanto os cinemas continuarem sendo considerados lugares de alto risco de contaminação.
Entre as dicas compartilhadas estão as séries ‘Skins‘, ‘That 70’s Show‘ e ‘Gotham‘.
Confira:
here are some shows you maybe didn’t know are on Netflix:
Skins
Being Mary Jane
The West Wing
Shameless
Once Upon A Time
Kim’s Convenience
The 4400
Forensic Files
Dexter
That 70s Show
Gotham
Greenleaf
Charmed
Weeds
Sherlock
NCIS
Lost Girl
The Bachelor
The 100
Scandal
Recentemente, a Netflix divulgou que os usuários da plataforma estão consumindo um produto um tanto quanto esquecido nos últimos meses – principalmente devido ao surto do Coronavírus nas últimas semanas.
Depois de diversos cancelamentos de eventos cinematográficos, banimentos de voos da Europa e a recente confirmação de que Tom Hanks e sua esposa contraíram a doença, a obra ‘Pandemic: Como Prevenir uma Epidemia’começou a despontar como uma das grandes escolhas dos espectadores.
Confira o trailer:
Confira a sinopse oficial:
Conheça os heróis do front de batalha contra a influenza e aprenda sobre seus esforços para impedir a próxima epidemia global.
A série documental viaja por países como Índia, Egito, Congo e Estados Unidos, trazendo referências e paralelos a outros surtos sanitários (como a Gripe Espanhola) e também comentários sobre os profissionais de saúde que lutam para que essas pandemias acabem.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e SoldadoInvernal’.
Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van Camp, Daniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.
Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.
De acordo com o THR, o ator Bex Taylor-Klaus, da série ‘Pânico‘ e do slasher ‘Parque do Inferno‘, estrelará o terror ‘Trim Season‘, que será inspirado em eventos reais.
A trama seguirá um grupo de jovens de Los Angeles que viaja até uma fazenda de maconha com a esperança de fazer dinheiro fácil. Logo, eles descobrem os segredos sombrios do local enquanto lutam contra o tempo para escapar da montanha em que estão presos.
O conceito é levemente baseado no caso real de um grupo de mulheres que desapareceu em Humboldt County, durante a temporada de colher maconha.
Ariel Vida será responsável pela direção, além de ter escrito o roteiro ao lado de David Blair.
O elenco ainda contará com Alex Essoe, Bethlehem Million, Jane Badler, Ally Ioannides e Cory Hart.
O roteiro é baseado em uma história criada por Megan Sutherland, Cullen Poythress e Sean E. DeMott.
As filmagens do terror foram finalizadas recentemente, em Salt Lake.
De acordo com o Deadline, Alden Ehrenreich (‘Han Solo: Uma História Star Wars’) entrou para o elenco da série ‘Coração de Ferro‘ (Ironheart), que está sendo desenvolvida pela Disney+.
Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.
Dominique Thorne estrelará como a personagem titular. O elenco ainda contará com Lyric Ross, Antony Ramos, Manny Montana e Harper Anthony.
“Inspirada por Tony Stark, a genial Riri Williams decide criar sua própria armadura para lutar pelo bem. Essa garota super inteligente trabalha duro e trará muita humanidade ao seu papel como a super-heroína Coração de Ferro”.
Vale lembrar que a personagem será introduzida ao MCU na aguardada sequência ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, próximo filme da Marvel.
Chinaka Hodge (‘Snowpiercer’) servirá como showrunner.
Para quem não a conhece, Riri apareceu pela primeira vez em 2016, na série de quadrinhos escrita por Eve Ewing. Assim que Tony Stark foi deixado em coma após a Segunda Guerra Civil, o mundo precisava de um novo Homem de Ferro, e a prodígio de 15 anos de idade criou sua própria armadura, o que impressionou Stark ao ponto dele criar uma inteligência artificial de si mesmo para ajudá-la.
Em entrevista ao SFX Magazine, Mia Goth (‘Pearl’) comentou sobre o que podemos esperar da aguardada sequência ‘MaXXXine‘, que irá concluir a trilogia iniciada por ‘X: A Marca da Morte‘.
A atriz revelou que considera o novo capítulo como um filme de super-herói.
“Eu vejo ‘MaXXXine’ como um filme de super-herói. Foi assim que eu interpretei o roteiro. A Maxine, como personagem, já teve uma longa jornada. Ela é uma sobrevivente e passou por muitas coisas. Quando nós finalmente a reencontrarmos, neste novo universo que ela faz parte, ela estará lutando por tudo que conquistou. Ela não vai desistir.”
Ela completa, “Ela irá lutar pelo seu espaço. É uma personagem muito forte. Ela é uma mulher muito proativa, determinada e focada. Ela vai atrás do que quer e não aceita um ‘não’ como resposta.”
Vale lembrar que as filmagens do longa já foram iniciadas.
A trama irá retomar a jornada de Maxine após os violentos eventos de ‘X: A Marca da Morte‘, enquanto a única sobrevivente continua sua busca pela fama, tentando se tornar atriz na década de 80, em Los Angeles.
Além de Mia Goth, que reprisará seu papel como a sobrevivente do primeiro filme, o elenco ainda contará com grandes nomes como Kevin Bacon, Lily Collins, Elizabeth Debicki, Moses Sumney, Michelle Monaghan, Bobby Cannavale, Halsey, Giancarlo Esposito e Kevin Bacon.
Em entrevista à Variety, Mia Goth revelou que o terceiro capítulo da saga slasher será o melhor de todos.
“É o melhor roteiro dos três [filmes], de longe”, ela conta. “Vai ser o melhor filme. Estamos correndo, agora. Este será nosso terceiro filme juntos e todos estão retornando. Nós sabemos como todos trabalham e estamos muito animados. É a maior história dos três, com as maiores expectativas – e Maxine passou por muita coisa até então. Então, quando a vemos nesse novo mundo, ela é uma força a ser temida e passará por aventuras bem loucas”.
Na trama de ‘MaXXXine’, a personagem titular é a única sobrevivente do massacre do primeiro filme e continua sua jornada em direção à fama, decidindo se tornar atriz nos anos 80 em Los Angeles.
Ti West retorna como diretor e produtor. Goth e Harrison Kreiss também ficam a encargo da produção.
Chris Hemsworth (Optimus Prime)
Brian Tyree Henry (Megatron)
Scarlett Johansson (Elita)
Keegan-Michael Key (Bumblebee)
Direção: Josh Cooley
Gênero: Animação
Duração: 111 min.
Distribuidora: Paramount Pictures
Orçamento: US$ 150 milhões
Estreia: 26 de Setembro de 2024
Sinopse:
TRANSFORMERS: O INÍCIO conta a história de origem de Optimus Prime e Megatron, os maiores rivais da franquia, mas que um dia foram amigos tão ligados quanto irmãos e que mudaram o destino de Cybertron para sempre.
A dupla de protagonistas ganhará as vozes de Hemsworth (Thor) e Brian Tyree Henry (Godzilla e Kong: Novo Império, Atlanta). Além dos personagens principais, o elenco de dubladores no idioma original está repleto de vozes conhecidas do grande público como Scarlett Johansson, Jon Hamm, Keegan-Michael Key, Steve Buscemi e Laurence Fishburne.
» O roteiro final foi assinado por Andrew Barrer e Gabriel Ferrari;
» A produção do filme é uma colaboração entre Paramount Animation, Hasbro e eOne, buscando expandir o universo dos Transformers de forma emocionante e envolvente;
» O elenco ainda contará com Jon Hamm (‘Top Gun: Maverick’) e Laurence Fishburne (‘John Wick’) como Sentinel Prime e Alpha Trion, respectivamente;
De acordo com o Deadline, Felix Mallard (‘Ginny & Georgia’) será o protagonista de ‘Nest‘, novo terror de aranhas assassinas.
Na trama…
Mallard interpreta Remy, um pai novato intimidado pela perspectiva da paternidade e de equipar a nova casa da família. Com sua esposa Grace frequentemente longe de casa, Remy deve cuidar da bebê Zoe, enquanto faz malabarismos com suas próprias aspirações de carreira e o trabalho de transformar sua nova casa em um lar. Mas esta casa já está ocupada…
A grande antagonista do longa será uma aranha gigante, que será criada através de uma combinação de efeitos práticos e visuais. A criatura ganhará vida com a supervisão do artista Russell Sharp (‘Entrevista com o Demônio’) e sua equipe da Sharp FX.
Guy Edmonds será responsável pela direção e roteiro.
O cineasta se inspirou a escrever o enredo quando teve que encarar sua própria missão de se tornar pai e o projeto marca sua estreia diretorial.
Joe Weatherstone, Melissa Kelly e Bethany Jones servem como produtores executivos.
As filmagens estão programadas para meados de 2025, na Austrália.
Distribuído pela Searchlight Pictures, o longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 21 de novembro.
“Um ator deprimido que vive em Tóquio é contratado como um americano típico por uma empresa japonesa de aluguel familiar, o que o leva em uma jornada inesperada de autodescoberta através dos papéis que ele desempenha na vida de outras pessoas.”
Hikari, da aclamada série ‘Beef‘, é responsável pela direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Stephen Blahut.
Mari Yamamoto (‘Monarch: Legado de Monstros’), Takehiro Hira (‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’) e Akira Emoto (‘Dr. Akagi’) completam o elenco.
O 6º filme da franquia irá parodiar filmes como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, ‘Pânico‘, ‘Hereditário‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘Não! Não Olhe‘ e ‘Pecadores‘.
O próximo filme também terá o retorno dos Irmãos Wayans, idealizadores dos dois primeiros filmes, como roteiristas.
“Não poderíamos estar mais animados para fazer parte do novo Todo Mundo em Pânico e trabalhar juntos novamente. Esta é uma franquia que criamos há mais de 20 anos.”, eles revelaram ao Deadline.
“Lembramos das pessoas rindo nos cinemas e esperamos ver isso acontecer novamente. Estamos ansiosos para trabalhar com Jonathan Glickman e sua equipe na nova Miramax para levar essas risadas aos cinemas, onde elas pertencem. É uma reunião dupla.” , concluíram.
Michael Tiddes (‘Inatividade Paranormal’) será responsável pela direção.
Jonathan Glickman, da Miramax, servirá como produtor do novo filme.
Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.
‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ ainda nem estreou nos cinemas, mas Tom Holland já está planejando a sequência do amigo da vizinhança.
Durante uma entrevista ao site Collider, o jovem astro comentou sobre seu entusiasmo em trazer a evolução de Peter Parker, na sua transição de garoto para homem:
“Nós iniciaremos as filmagens de ‘Homem-Aranha 2’ em julho do ano que vem e eu acho que um dos aspectos mais interessantes na vida de um adolescente é sua transição de garoto para homem. Agora, visualize toda essa transformação tendo superpoderes! Isso é algo que eu sei que Kevin Feige e o resto do pessoal querem explorar e eu realmente estou entusiasmado para trazer isso tudo à tona”.
A Fox Film adiou a estreia da comédia romântica para o dia 5 de abril.
O longa está sendo bem elogiado pela crítica internacional, conquistando 91% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 99 críticas positivas, além de ter estreado em 6º lugar nas bilheterias norte-americanas, fazendo US$ 6.5 milhões no primeiro final de semana.
Nós já assistimos ao filme. Confira nossas críticas em texto e vídeo:
Baseado no romance de Becky Albertalli, ‘Simon vs. A Agenda Homo Sapiens’ (2015), o romance será dirigido por Greg Berlanti e conta a história de Simon (Nick Robinson de ‘Jurassic World’), um adolescente que se apaixona por outro colega de sala através da troca de e-mails e precisa lidar com o medo de relevar para o mundo como realmente se sente.
‘Love, Simon’ chega aos cinemas em 5 de abril de 2018 e conta também com Jennifer Garner, Josh Duhamel, Jorge Lendeborg Jr., Alexandra Shipp e Katherine Langford (de 13 Reasons Why).
A 2ª parte da 5ª temporada ‘Arrested Development’ ganhou várias novas imagens.
Confira:
A série retorna no dia 15 de março.
Assista:
Cancelada pela Fox em 2006 após três temporadas, a comédia foi revivida pelo canal de streaming em 2013, ganhando 15 novos episódios.
A atração gira em torno da família Bluth, liderada pelo patriarca George Bluth, preso por forjar a contabilidade das empresas Bluth. Seu filho, Michael, acaba tendo que cuidar de sua ex-rica família, composta também pela mãe Lucille, por seus irmãos Buster e Gob, pela irmã Lindsay e o marido Tobias, e pelo filho de Michael, George, que nutre uma estranha paixão pela prima Maeby.
A nova minissérie da HBO, intitulada ‘The Undoing‘ e estrelada pela Nicole Kidman, ganhou um novo teaser, que traz a protagonista na mira da polícia, sob suspeita de ter cometido um crime.
Confira:
Inicialmente programada para estrear no dia 10 de maio, a HBO anunciou que a produção será lançada apenas no segundo semestre por causa do surto de Coronavírus.
Uma nova data de estreia ainda não foi divulgada.
Criada por David E. Kelley, a produção é uma adaptação do livro ‘You Should Have Known‘, de Jean Hanff Korelitz.
A trama conta a história de uma conselheira de casamentos, Grace Sachs (Kidman), cuja vida vira de ponta cabeça nas vésperas do lançamento de seu primeiro livro. A trama ainda envolve o desaparecimento do marido de Grace, o que leva a uma série de descobertas que mudarão sua vida para sempre.
O elenco ainda conta com Hugh Grant, Noah Jupe, Donald Sutherlande Edgar Ramirez.
Filme assistido durante o Festival de Sundance 2021
A necessidade de pertencimento pode muitas vezes se tornar um gatilho para as crises existenciais. E em uma América que definia suas preferências, qualidades e atribuições a partir de um controle racial feito com o papel pardo, esse sentimento se fortalece ainda mais em toda uma comunidade. Identidade (Passing) é um drama racial que expõe esse temores presentes nos Estados Unidos, em uma era pré-Leis de Jim Crow (aquelas que segregaram brancos e pretos). Trazendo duas mulheres pretas de tons mais claros no centro da narrativa, a produção aborda as dores da busca por uma identidade racial, social e cultural, em virtude dos complexos racistas que regiam uma nação inteira.
Rebecca Hall inicia a sua jornada como cineasta com o pé direito. Conhecida por suas performances em filmes como O Presentee Vicky Cristina Barcelona, ela mostra uma nova faceta de talentos, assinando o roteiro e a direção da produção. Buscando colocar a audiência sob a mesma ótica de um filme de época, ela incorpora bem a narrativa baseada nos anos 20, sob uma fotografia em preto e branco que garante sutileza e delicadeza, à medida que se comunica habilmente com o contexto vigente da trama.
Com uma belíssima fotografia e uma direção autoral ainda em formação, Identidade traz Tessa Thompson e Ruth Negga lado a lado como as grandes protagonistas: Duas mulheres que dividiram a sua adolescência e que se reencontram inesperadamente. Enquanto a primeira leva uma vida pautada pela culturalidade afro americana do bairro Harlem, a outra conseguiu passar no teste do papel pardo e engana o seu esposo – um homem branco vivido por Alexander Skarsgård -, fingindo ser uma mulher caucasiana que toma “um pouquinho” de sol, vez outra.
Longe de sua identidade racial e cercada por um universo racista, Kendry (Negga) encontra na antiga amizade sua chance de talvez achar a identidade que perdera para a mentira. Mas digladiando em uma vida dupla, ela viverá à beira do abismo, a um instante de ser descoberta – gerando uma atmosfera de suspense diferente, salpicada por um drama onde a obsessão e a insegurança pautam as atitudes dos protagonistas. Identidade é cativante por ir além de questões sociorraciais, fazendo da sua trama um estudo de personagem, que visa analisar como o comportamento humano se transforma diante das mais adversas circunstâncias.
Aqui, embora a história de Kendry seja baseada no romance renascentista de Nella Larsen, lançado em 1929, a obra relata complexidades absolutamente realistas e que genuinamente definiram uma parte significativa da comunidade negra na década de 20. E mesmo sendo de época, Identidade é atual por suas reflexões a respeito da identidade que buscamos ter. Em tempos onde muitos projetam vidas plásticas impecáveis cercadas por filtros e imagens estrategicamente feitas para o Instagram, a verdade se tornou quase relativa e nem tudo que brilha é de fato ouro.
O longa se comunica conosco por meio da sua categórica linguagem visual, que se destaca na cativante e carismática performance de Ruth Negga. Ao seu lado, Tessa Thompson perde boa parte do seu brilho, em uma atuação básica, como ela normalmente está habituada a entregar em seus filmes. Às vezes meio monótono e de ritmo vez outra lento, o thriller dramático cresce mais a partir de sua principal protagonista, que dá seu jeito de sempre roubar a cena. Mais ainda que seu enredo se desenvolva bem, partindo para confrontos poderosos, seu desfecho carece de vigor. É impactante sim, mas perdeu a oportunidade de ser definitivamente chocante, se tornando memorável.
Entre alegrias, tristezas e perdas existe uma belíssima história de amor que quase não se vê ultimamente nas plataformas de streaming. Com todos os seus clichês românticos e frases de efeito acalentadoras, Recomeço é uma delicada minissérie que celebra a plenos pulmões o que hoje muito tem sido demonizado no entretenimento: a família. Baseada no homônimo livro de memórias de Tembi Locke, a nova original Netflix é um aconchegante lembrete de que é possível renascer e redescobrir o amor fileo em meio aos escombros de uma inesgotável dor.
O que torna Recomeço tão valiosa em meio a tantos títulos da gigante do streaming é o seu vasto leque de abrangência narrativa. Embora essencialmente seja uma história de amor intercultural, entre uma artista negra americana e um chef de cozinha italiano, a produção criada por Tembi Locke e Attica Locke (com produção de Reese Witherspoon) transforma este enredo em um alicerce construtivo para abordar as questões mais diversas que permeiam a vida cotidiana, como dilemas profissionais, conflitos familiares, crises existenciais e as coisas costumeiras do dia-a-dia.
Como um genuíno relato da vida real, a produção estrelada por Zöe Saldaña e Eugenio Mastrandrea é como ver as páginas de um diário particular ganhando vida nas telas. O bom, o mal e o feio se entrelaçam em harmonia, confortando a audiência a cada episódio com uma história palpável e identificável sobre como – ao fim de todas as lutas – a graça de Deus sempre resplandece de forma solar e celebrativa. Em meio à dor, Locke encontrou um novo sopro de vida para recomeçar sua jornada e faz da sua vitória um conto leve, emocionante e encorajador, capaz de amolecer até o mais duro dos corações.
E ainda que a narrativa muitas vezes beira o dramalhão meloso, isso de forma alguma torna a experiência menos valiosa. Com todos os seus maneirismos e até mesmo estereótipos e caricaturas trazidos às telas, Recomeço consegue nos embalar nos embates e socos de realidade que a vida do casal acaba trazendo, ainda que algumas caracterizações exageradas tornem os protagonistas exaustivos em seus dois primeiros episódios. Mas passado o período introdutório da trama, as irmãs Locke entendem a necessidade de diluir a construção de seus personagens e ao se livrarem das caricatas apresentações, conseguem cruzar a linha que separa uma boa série de uma bem ruim e repetitiva.
Com Zöe Saldaña em uma tocante e sensível performance, a minissérie original da Netflix ainda celebra as diferenças culturais, exalta a gastronomia italiana como um alívio entre as cenas mais dramáticas e consegue evidenciar a culturalidade deste povo, ainda que flerte com alguns estereótipos. Inspiradora e com uma mensagem poderosa sobre família, Recomeço é o tipo de entretenimento que tanto sentimos falta na Netflix. Com algumas referências bíblicas que naturalmente permeiam a construção narrativa, a original do streaming é um fôlego de vida revigorante em meio a tantos partidarismos políticos que inundaram a indústria do entretenimento.
Existe uma fase da vida em que tudo é exagerado, exacerbado e exasperado. As pequenas descobertas tornam-se grandes espetáculos e as decepções são punhaladas latentes no peito.
Posto em evidências os extremos das emoções da adolescência (ou pré-adolescência, nesta caso), Close, do belga Lukas Dhont, é meticuloso nesta explosão de sentimentos. Se a dor já é forte quando recebemos um não ainda na primeira infância, a ponto de um berreiro colérico. Poucos anos depois, ainda não sabemos lidar com todos esses hormônios e catarse, os adolescentes também têm ações rápidas de indignação.
A partir da amizade de Léo (Eden Dambrine) e Rémi (Gustav De Waele), dois garotos por volta dos 13 anos, os roteiristas Lukas Dhont e Angelo Tijssens questionam a adaptação dos jovens saídos do seio familiar à sociedade por meio dos colegas da escola. Em seu primeiro longa, Girl – O Florescer de Uma Garota (2018), o diretor/roteirista já nos colocava em confronto com as vivências de uma jovem bailarina transgênero, desta vez ele nos tenciona aos sentimentos entre dois jovens amigos.
Se de um lado, é possível sentir um certo redemoinho de sensações entre o sensível e filho único Rémi e o sociável Léo, filho mais novo de fazendeiros do sul da França. Por outro lado, é palpável um desencontro na evolução de sentimentos homoafetivos entre os garotos. A posição familiar dos dois meninos é importante para entender a solidão de Rémi em contraposição a incompreensão de Léo.
Em um belo cenário provincial, os dois amigos brincam de batalhas imaginárias, fazem e recebem cócegas, se abraçam, dormem juntos um na casa do outro, como se Léo fosse o irmão não concebido pelos pais de Rémi. Com uma criança apegada ao seu objeto de consolo, Rémi é 100% dedicado ao amigo, mas o começo das aulas faz Léo afastar-se.
O motivo do afastamento é claro no roteiro: os colegas começam a questionar se os dois garotos são um casal. Léo nega veementemente: “somos amigos”; enquanto Rémi não se abala com as insinuações e continua inocente em seus carinhos, abraços e deseja recosta-se na barriga do amigo em público. Por outro lado, o gesto — agora — incomoda Léo.
O que mudou entre os amigos? O discurso. Se ações entre eles não tinham nome, os colegas começaram a classificar os atos e, assim, inicia-se a confusão de sentimentos e, possivelmente, a reflexão sobre as primeiras descobertas sexuais levantadas pelo autor. A partir de uma nomenclatura de emoções ainda em estado gestacional, os dois pré-adolescentes têm reações completamente diferentes.
Embora o grande tema do filme seja a confusão dos sentimentos, não são apenas esses — a homoafetividade e a amizade — discutidos em Close. A partir da metade da narrativa, outros elementos entram em cena por conta dos choques de emoções e ações exacerbadas das vivências desse período da vida.
Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2022, Close mergulha em uma lenta abordagem sobre negação, raiva, culpa, revolta e, por fim, aceitação e cura. Visto majoritariamente pelo ponto de vista dos jovens, a participação dos pais parece alienada dos assombros do cotidiano dos seus filhos. Assim, o diretor apresenta a ideia que cada indivíduo vive a sua trajetória de forma única, isto é, os pais não imaginam o que passa na mente e coração dos seus herdeiros.
Com uma intensidade perfurante, Lukas Dhont nos propõe olhar um cenário de tragédia desenvolvido pelo ardor dos nossos sentimentos e pela falta de aceitação social de comportamentos “desviantes”. Nomeado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2023, Close possui uma temática importante e profunda, tecendo uma delicada malha de confiança e aceitação do início da adolescência.
* Lançado mundialmente no Festival de Cannes 2022, Closeserá distribuído pela O2 Filmes em 2 de março nos cinemas brasileiros e, em abril, entra no catálogo da MUBI.
Para a surpresa de todos, a Globosat fechou um acordo com o canal mexicano Televisa para exibir ‘Chaves’ e ‘Chapolin’ na programação do Multishow.
Agora, a Multishow anunciou que serão exibidos 500 episódios na TV paga, sendo que 100 deles são inéditos na televisão brasileira. O exibição começa em 21 de maio.
Também será possível assistir todos com dublagem ou no áudio original, em espanhol.
Vale lembrar que os episódios de ambas as séries continuarão sendo exibidos na TV aberta pelo SBT.
O ator Patrick Wilson revelou em entrevista ao CBM que aceitou participar de ‘Aquaman’ sem nem mesmo ter lido o roteiro. Segundo Wilson, amigo de longa data do diretor James Wan, o projeto parecia muito interessante.
“Assinei o contrato antes de haver um roteiro, antes de haver qualquer coisa, na verdade. Meus agentes estavam ‘Você sabe qual é o papel?’ e eu falei, ‘Sim, é esse cara’ mostrando uma foto. Daí eles perguntaram: ‘É um grande papel?’ e eu disse ‘Gente, eles não vão me fazer perder tempo'”
No filme, Wilson viverá Orm, conhecido como Mestre dos Oceanos, principal vilão do longa.
Assista o trailer:
O filme chegará aos cinemas nacionais em 13 de dezembro, ou seja, uma semana antes da estreia americana, que acontece em 21 de dezembro.
O elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.
Lançado em 2007, Motoqueiro Fantasma chamou atenção por escalar o excêntrico Nicolas Cage para o papel principal, permitindo que ele se expressasse por meio de suas caricatas caras e bocas, dando um ar tão estranho quanto a história do anti-herói que ganha poderes ao se tornar um cavaleiro do inferno. Numa época em que os super-heróis ainda não dominavam os cinemas, esse filme teve uma série de surpresas nos bastidores até conquistar seu lugarzinho na cena da Cultura Pop. Por isso, o CinePOP separou 10 curiosidades sobre o filme e seus bastidores. Confira!
Fanático
Quando soube que o estúdio estava fazendo uma adaptação de Motoqueiro Fantasma, Nicolas Cage fez uma campanha absurda para conseguir o papel. Isso porque Cage não apenas é fanático por histórias em quadrinhos, mas principalmente pela Marvel. Não à toa seu nome artístico é retirado de um dos heróis da Casa das Ideias, o Luke Cage.
Tatuado
Depois de ser escolhido para interpretar Johnny Blaze, Nicolas Cage deu um pequeno trabalho para o departamento de maquiagem, já que tem uma tatuagem no braço do próprio Motoqueiro Fantasma. Então, todo dia antes do início das filmagens, ele tinha que passar pela maquiagem para cobrir sua tatuagem.
Abriu o bolso
O orçamento original do filme era de 65 milhões de dólares, mas a chegada de Nic Cage obrigou o estúdio a abrir o bolso. Além de cobrar uma taxa extra para viver o protagonista, Cage exigiu que o visual do Motoqueiro Fantasma fosse o mais realista possível, terminando com um orçamento de aproximadamente 110 milhões de dólares. O valor estourou tanto que o diretor teve que tirar dinheiro do próprio bolso para realizar a cena em que o Motoqueiro Fantasma salta sobre uma porção de helicópteros.
Papo cabeça
Uma das características mais icônicas do Motoqueiro Fantasma é seu rosto: uma caveira flamejante. Apesar de não ter envelhecido tão bem, o CGI da caveira do filme foi feito com base em um modelo 3D do crânio do próprio Nicolas Cage. Falando em CGI, na época, houve boatos de que o tanquinho de Cage no filme era de CGI, mas todos esses assuntos foram negados pela direção.
Cadê ele?
Lançado em 2007, Motoqueiro Fantasma é um dos poucos filmes da Marvel que não contam com um icônico cameo, as participações especiais, de Stan Lee. Na juventude, o sonho do lendário quadrinista era ser ator, então estabeleceu-se que ele faria participações especiais nas produções da Marvel, mas como Lee não teve participação na criação do Motoqueiro Fantasma, ele não participou com sua tradicional aparição.
Homenagem
No filme, Johnny Blaze é um dublê famoso e faz exibições com sua moto. A principal delas acontece logo no comecinho, quando ele salta sobre caminhões e acaba batendo sua moto. Esse salto foi uma homenagem a um lendário salto do dublê Evel Knievel.
Fidelidade
Quando fez o teste para o papel de Roxanne Simpson, Eva Mendes já sabia que não era nem um pouco parecida com sua versão dos quadrinhos, já que nas HQs, Roxanne é loira e mais branca que uma folha de papel. Então, Eva decidiu ganhar um pouco mais de peso, ficando com mais peito e “curvas” para “agradar aos fãs” ostentando pelo menos uma forma física parecida com a dos quadrinhos.
Referências
A cena mais fantástica desse filme é quando Johnny Blaze e Carter Slade, o Cavaleiro Fantasma, correm um ao lado do outro em suas versões demoníacas ao som da versão de Johnny Cash de “Ghost Riders in the Sky”. Apesar do nome, a música de Stan Jones é dos anos 40 e foi inspirada nas lendas que ele ouviu de um nativo americano quando era criança. Nessa mesma cena, o plano em que vemos motoqueiro e cavaleiro correndo lado a lado foi inspirado na pintura “Ghost Rider”, de David Mann, que também não foi inspirada nas HQs.
Velho conhecido
No filme, Carter Slade é interpretado pelo ator Sam Elliot, que tem como características marcantes o bigodão e a voz grossa. Essas características o levaram a interpretar outro personagem Marvel em um filme anterior. Pois é, caso não se lembre, ele foi o General Ross de Hulk (2003). Além dessa ligação, nos quadrinhos, o Hulk foi o primeiro herói de primeiro escalação da Marvel a conhecer o Motoqueiro Fantasma.
Clássico
A adaptação de Chespirito do pacto de Dr. Fausto é apenas uma dentre as centenas de adaptações do conto.
A grande inspiração para o filme foi a tragédia de Doutor Fausto, que segundo as lendas teria feito um pacto com o demônio Mefistófeles. Então, a produção escolheu o clássico Mefisto (alô WandaVision) para fazer o acordo pela alma de Johnny, que assinou o contrato derramando uma gota de sangue na linha, assim como Fausto, que fechou seu pacto com sangue.
Motoqueiro Fantasma está disponível no catálogo da Netflix.
Ainda estávamos vivendo o confinamento da pandemia causada pelo coronavírus quando uma série simpática arrebatou os espectadores da Netflix. Tratava-se da aventura baseada em HQ ‘Warrior Nun’, que nada mais era do que uma história que contava sobre a inacreditável existência de um grupo de freiras guerreiras que literalmente quebravam tudo em prol de defender os princípios da fé católica e manter a paz na Terra. Entretanto, justamente por causa da pandemia, um hiato longuíssimo de dois anos separou o sucesso da primeira temporada da estreia da segunda parte, e talvez esse tenha sido o fator mais prejudicial a essa produção. E nesse fim de ano, a Netflix finalmente ofertou a segunda temporada de ‘Warrior Nun’ aos seus assinantes, porém, o resultado foi bem abaixo da recepção da primeira parte.
Após descobrir-se a escolhida para carregar o fardo do Halo, Ava (Alba Baptista) foi se esconder em uma pequena cidade da Espanha junto com sua fiel amiga, a Irmã Beatrice (Kristina Tonteri-Young), onde busca esconder sua verdadeira identidade agindo como uma jovem normal e, nas horas vagas, treina com afinco sob a supervisão de Bea. Porém, algo anda errado com o Halo, falhando nas horas cruciais. Quando um misterioso rapaz, Miguel (Jack Mullarkey), se aproxima e começa a fazer perguntas sobre se elas são a favor ou contra a adoração que as pessoas estão tendo por um autodenominado profeta, de nome Adriel (William Miller), Ava passa a desconfiar de que não são as únicas a querer barrar a ascensão do falso profeta. Porém, tudo fica consideravelmente difícil quando as Irmãs Guerreiras sofrem ataques mortais e Adriel começa a reproduzir as pragas da Bíblia no mundo.
Dessa vez com apenas oito episódios, a segunda temporada de ‘Warrior Nun’ apresenta uma história complexa com vertentes para todos os lados, introduzindo novos núcleos e personagens que, até começarem a fazer sentido, já estamos quase na metade da trama. Essa é a principal problemática do roteiro de Simon Barry, que também dirigiu a maioria dos episódios. Parece que a coisa toda fazia sentido na cabeça dele apenas, e o resultado para o espectador foi um enredo confuso que exigia por demasiado para uma produção que visava apenas o entretenimento.
É claro que estamos falando de uma série com protagonismo jovem, e que, pelo acaso ficcional, também são freiras, mas, nesta segunda temporada todo o caráter construído tanto da protagonista quanto das personagens de apoio foi drasticamente modificado, dando a sensação de serem outras pessoas, agindo de maneira diferente. O fato de serem freiras ficou tão à escanteio na história, que o roteiro se deu a liberdade de introduzir um romance platônico lésbico do nadão na trama, e ainda fez com que seus personagens agissem com naturalidade sobre o assunto, como se freiras se apaixonando uma pelas outras fosse algo bastante trivial para a igreja católica.
Mesmo que com uma história sobrenatural que causa dispersão no espectador, os efeitos especiais melhoraram bastante, as cenas de ação e de luta continuam entregando um nível de qualidade acima das produções do gênero e as locações justificaram o orçamento caro, incluindo cenários previamente vistos no recente ‘House of the Dragon’. Apesar desta segunda temporada ficar bem abaixo da primeira, ‘Warrior Nun’ não merecia ser cancelada. Para quem quiser ainda saber mais sobre a produção, recomendamos ver apenas a primeira temporada, cuja crítica pode ser lida aqui.
Os astros de Pantera Negra estão confiantes de que a sequência a ser dirigida por Ryan Coogler irá ultrapassar o filme original, e Sterling K. Brown disse até mesmo que ela será comparada com ‘O Poderoso Chefão: Parte II‘.
“É um daqueles filmes onde, honestamente, ele conseguiu construir um legado. Esses personagens e esse mundo que Ryan construiu – que Stan Lee e Jack Kirby arquitetaram anos atrás – vai funcionar ainda melhor na continuação”, afirmou.
Nos bastidores do SAG Awards ontem, 27, após o elenco ter recebido a estatueta, o astro Michael B. Jordan falou:
“Se todo mundo conseguir voltar, será uma tremenda conquista. As sequências são mais difíceis de se fazer, e acho que criar um mundo e construí-lo é feito de maneira grandiosa dentro do Universo Marvel – mas no cinema em geral, tire a Marvel disso, e as coisas se complicam”, ele acrescentou.
Em outubro do ano passado, Coogler assinou o contrato para retornar como roteirista e diretor de Pantera Negra 2, depois de sua entrada excepcional no MCU com o filme que arrecadou mais de 1,3 bilhão de dólares no mundo inteiro.
O filme também tornou-se o primeiro a ser indicado para a categoria de Melhor Filme no Oscar, cuja cerimônia ocorre no dia 24 de fevereiro.
Uma nota oficial dos estúdios Marvel deve ser divulgada em abril.
A Paramount Pictures divulgou três novos teasers apresentando os personagens principais de ‘Projeto Gemini’, novo thriller sci-fi estrelado por Will Smith
Confira:
Da criação à destruição, da realidade à clonagem. Will Smith é Junior, o assassino de… Will Smith. #ProjetoGemini, brevemente nos cinemas. pic.twitter.com/m5VQxCMWZb
As coisas tornam-se mais fáceis quando temos alguém a ajudar-nos. Mary Elizabeth Winstead, é Danny, no #ProjetoGemini, brevemente nos cinemas. pic.twitter.com/DilZAA3Abh
Um ser humano, criado para ser a arma perfeita. Will Smith é Henry Brogan em #ProjetoGemini. 10 de outubro nos cinemas em IMAX, 3D+ e Digital 2D. pic.twitter.com/IFRM8fxZMI
Dirigido por Ang Lee (‘As Aventuras de Pi‘), o longa foi originalmente desenvolvido pela Disney nos anos 90, mas o projeto foi engavetado porque os efeitos visuais não eram avançados o suficiente na época.
O melhor assassino do mundo está ficando velho e menos confiável. Por isso seus chefes decidem eliminá-lo criando um clone mais novo e mais forte com a tarefa de exterminá-lo.
O elenco ainda conta com Mary Elizabeth Winstead, Clive Owen, Benedict Wong, Douglas Hodge e Ralph Brown.
‘Projeto Gemini‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de outubro.
Durante uma recente aparição ao The Late Late Show with James Corden, o astro Vin Diesel dividiu os holofotes ao lado da colega Eiza Gonzalez e revelou que está trabalhando em um álbum de música – e que seus filhos são uma grande parte do projeto.
“Sim, sim! Não posso evitar. Preciso ser honesto com você, James. Meus filhos amam quando eu canto. Eles amam muito. É como J.R.R. Tolkien, ele começava a contar histórias para seus filhos histórias sobre hobbits e, pouco depois, ele fez ‘O Senhor dos Anéis’. Tenho um pouco disso em mim”.
“Queria poder tocar um pouco para você. Tenho sorte de ter algumas músicas originais ótimas. E nada no mundo é melhor que ver minha filha de quatro anos de idade andar pela casa cantando essas músicas que ouve eu tocar em casa”, ele acrescentou.
Confira a entrevista:
Diesel e Gonzalez estrelam a adaptação de ‘Bloodshot’, que estreou há alguns dias nos cinemas mundiais.
Assista ao trailer:
O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison (Vin Diesel) consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos.
O elenco ainda conta com Eiza Gonzalez, Toby Kebbell, Michael Sheen, Talulah Riley, Alex Hernandez e Sam Heughan.
Dirigido por Dave Wilson, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Kevin VanHook, Yvel Guichet, Don Perlin e Bob Layton.
Segundo o ComicBook.com, Naomi Scott foi elencada na mais nova comédia sci-fi da Amblin Entertainment, ‘Distant’.
A atriz dará vida à protagonista feminina do longa-metragem, juntando-se aos previamente anunciados Rachel Brosnahan e Anthony Ramos.
A história gira em torno de um mineiro de asteroides que cai num planeta alienígena e deve lidar com os desafios desse novo lugar e encontrar a outra única sobrevivente do acidente: uma mulher que está presa em sua cápsula de escape.
Will Speck e Josh Gordon entram como diretores. Spenser Cohen assina o roteiro.
Brian Kavanaugh-Jones, Fred Berger, Anna Halberg, Jonathan Rothbart e Matt Hirsch entram como produtores. Não se sabe quando as filmagens terão início.
Scott ganhou fama ao estrelar o filme ‘Lemonade Mouth’, do Disney Channel, ascendendo a uma carreira de grande sucesso que inclui o remake em live-action de ‘Aladdin’ como a Princesa Jasmine e obras como ‘Power Rangers’ e o reboot de ‘As Panteras’.
Brosnahan é mais conhecida por seu papel protagonista na aclamada série ‘The Marvelous Mrs. Maisel’ e vai estrelar o drama ‘I’m Your Woman’ e o thriller de espionagem ‘Ironbark’. Ramos, por sua vez, teve participações breves em ‘Hamilton’ e ‘Nasce Uma Estrela’, além de estrelar a adaptação ‘Em um Bairro de Nova York’.
Produções de época têm um lugar especial no coração do público – motivo pelo qual fazem tanto sucesso. Desde as clássicas adaptações de ‘Mulherzinhas’, romance assinado por Louisa May Alcott, e de ‘Orgulho e Preconceito’, de Jane Austen, até a irreverência anacrônica da recente ‘Dickinson’, estrelada por Hailee Steinfeld, tais obras nos transportam para um mundo bastante diferente do nosso, recheado de figuras históricas importantes, intrigas amorosas e uma afeição exagerada pelo status e pelo casamento. É claro que boa parte dessas histórias não se limita apenas a caracterizações românticas – pelo contrário, aproveita o escopo para infundi-lo com críticas à sociedade da época e às disparidades de gênero e de raça -, utilizando um exuberante visual para nos envolver desde o primeiro momento.
O mesmo pode ser dito de ‘Bridgerton’. A nova série da Netflix, a primeira feita em parceria com a prolífica e aclamada realizadora Shonda Rhimes (‘Grey’s Anatomy’, ‘How to Get Away with Murder’), é baseada nos adorados romances de Julia Quinn, uma das autoras mais consumidas da atualidade – e faz um belo trabalho em levar a história da família Bridgerton para as telinhas. Em meio a oito longos episódios, que de certa forma esbarram em alguns obstáculos e deixam as problemáticas rítmicas transparecerem mais vezes do que deveria, a narrativa introduz aos espectadores um elenco incrível, recheado de química, que une o melhor das epopeias românticas às incursões tragicômicas austenianas – fornecendo camadas e mais camadas de complexidade a personagens a princípio tão rasos quanto um prato.
A verdade é que a série não seria o que é sem a mão de Rhimes por trás de tudo isso. Através da Shondaland, a empreendedora capta com naturalidade e sutileza invejáveis os trejeitos de cada protagonista, aliando-os a coadjuvantes que não ficam ofuscados ou são apenas jogados nas múltiplas subtramas – pelo contrário, servem como estrutura para as realizações e as reviravoltas do elenco principal. A trama pode até ser centrada em um núcleo familiar específico, mas é a partir dele que todos os outros encontram terreno para exibirem suas potentes vozes e figurinos coloridos. É a partir daí que, centrada numa Londres vitoriana, a produção nos apresente a Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor) e a Simon Basset (Regé-Jean Page), também conhecido como o Duque de Hastings.
Daphne é a primeira filha dos Bridgertons – mas ainda assim vive na sombra dos irmãos mais velhos, que nutrem de um senso superprotetor que a impede de encontrar alguém para se casar. Prestes a atingir a maioridade, Daphne encanta a Rainha Charlotte (Golda Rosheuvel) na nova temporada de cortejo da cidade e se torna a “joia rara” do ano, ganhando atenção de inúmeros pretendentes que prometem desposá-la e torná-la uma “digna dama” da sociedade. Entretanto, Anthony (Jonathan Bailey), assumindo o papel de homem da casa após o falecimento do pai, transforma algo simples em um árduo trabalho, espantando maridos em potencial e deixando-a à deriva por não acreditar que exista algum homem bom para a irmãzinha.
Dançando de baile e baile, Daphne se resigna ao prospecto de uma ruína que trará desonra à família – até cruzar caminho com o imponente e charmoso Simon. O Duque, recém-chegado de sua mansão no interior, é melhor amigo de Anthony e, logo de cara, não se dá bem com a jovem. Suas gritantes e conflitantes personalidades, porém, é o que desperta uma centelha de uma complicada e fervorosa paixão entre os dois – que não se manifesta até os dois tramarem um plano intrincado para serem deixados em paz. Simon, tendo jurado nunca se casar e levar o título de Hastings consigo para o túmulo, finge cortejar a dama para se livrar das outras mulheres; Daphne, por sua vez, recebendo atenção de alguém tão importante quanto o Duque, volta a atrair a atenção de outros cavalheiros.
A princípio, ‘Bridgerton’ parece apenas mais uma entrada qualquer em meio a tantas obras conterrâneas – mas tem um diferencial sagaz: sua ressonância, em certos aspectos, com a contemporaneidade. O romance e a adaptação seriada são pincelados com toques da atualidade que se fundem com perfeição ao panorama gritante e marmóreo da primeira metade do século XIX, percebidos em meio a diálogos que flertam com as tendências feministas da década de 1970 em diante, ou até mesmo na clássica orquestra que rearranja canções conhecidas em temáticas de baile – como “Wildest Dreams”, de Taylor Swift, e “Bad Guy”, de Billie Eilish, ambas ganhando uma dimensão imediatista e inesperada, contemplando o que já citamos como anacronismo narrativo, o mesmo visto em ‘Maria Antonieta’, por exemplo.
À medida que o melodrama novelesco se apodera dos episódios, o showrunnerChris Van Dusen, que faz um ótimo trabalho ao comandar com rédeas firmes os arcos de cada um dos personagens, permite que a comédia pastelão seja dosada na medida certa e se infiltre nas subtramas, como ocorre com a família Featherington. Nesse novo núcleo, a matriarca Portia (Polly Walker) é uma dama da high society que deseja despojar as filhas mais que tudo na vida, mas que se vê num impasse quando a filha de um primo de seu marido chega do interior e rouba toda a atenção da comunidade; como se não bastasse, ela enfrenta a falência e a desmoralização do nome que carrega em virtude do vício em jogos do azar do esposo. Tais inflexões são tratadas com singularidade e mostram que Lady Featherington é uma impiedosa mulher que fará de tudo para assegurar o bem daqueles que ama.
Entre as rendições apaixonantes do restante do elenco, em especial de Claudia Jessie como a verborrágica Eloise Bridgerton e de Adjoa Andoh como a icônica Lady Danbury, e uma fotografia eufórica e evocativa que transforma os belíssimos cenários em pequenos oásis ingleses, a série pode até deslizar em certos momentos e repetir motes com constância cansativa – mas, no final das contas, é uma ótima pedida para quem precisa de um escape da realidade e para aqueles que gostariam de se imaginar nos suntuosos bailes da realeza, não se preocupando com mais nada além de dançar como se não houvesse amanhã.
A aguardada série de Barry Jenkins sobre escravidão, intitulada ‘The Underground Railroad’ (‘Os Caminhos para a Liberdade’), finalmente estreou na Amazon Prime Video.
A produção foi adicionada ao catálogo hoje, 14 de maio.
Confira o trailer:
Jenkins foi o grande vencedor do Oscar de Melhor Filme por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’. Ele também é responsável por outro recente ganhador da premiação, o drama ‘Se a Rua Beale Falasse’.
A série é baseada no romance homônimo de Colson Whitehead.
A produção é ambientada em um universo alternativo no qual a Undergroud Railroad, a série de rotas e casas seguras para as quais os escravos costumavam escapar no século XIX, é uma ferrovia de verdade com trens, maquinarias e mais.
Cora não consegue imaginar o mundo que há além da fazenda de algodão ― e nem poderia. Das poucas coisas que lhe era permitido saber, ela sabia que a Geórgia não era um estado amigável para fujões. As cores do sangue derramado e o som dos gritos dos escravos eram claros na sua mente, e seus sonhos eram habitados pela angústia de suas companheiras de senzala. Em uma alma sedenta por liberdade, qualquer convite para ver o mundo além das cercas parece uma fonte cristalina. Cora não sabia dos segredos que se escondiam nas veias de seu país. Até que Caesar, um jovem escravo, contou-lhe sobre a ferrovia subterrânea que os levaria até os Estados Livres, onde não há mais escravidão. Cora terá que atravessar os Estados Unidos e enfrentar terríveis desaventuras. Mas nada pode conter sua coragem para transgredir as condições que lhe foram impostas – ela fará de tudo para ser livre.
Thuso Mbedu e Aaron Pierre estrelam como Cora e Caesar, respectivamente. Chase W. Dillon, Joel Edgerton, Damon Harriman, William Jackson Harper, Amber Gray, Lily Rabe e outros completam o elenco.
A icônica popstar vencedora do Oscar Lady Gaga divulgou em seu canal oficial do YouTube um trailer promocional de ‘Love for Sale’, novo álbum de jazz performado em colaboração ao lendário Tony Bennett.
O disco será lançado no dia 01 de outubro.
Confira:
A produção será composta por dez faixas na versão padrão e doze na versão deluxe, funcionando como uma homenagens às clássicas canções compostas pelo icônico Cole Porter.
Gaga e Bennett colaboraram anteriormente com o elogiado ‘Cheek to Cheek’, em 2014, que quebrou recordes e alcançou o primeiro lugar das paradas da Billboard, além de ter conquistado uma estatueta do Grammy de Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional.
Vale lembrar que ‘Love for Sale’ será o 61º e último álbum de Tony, que vem sofrendo com as mazelas do Alzheimer desde 2016. O artista é um dos principais nomes do cenário fonográfico e já levou para casa nada menos que 20 prêmios do Grammy, além de ter vendido mais de 50 milhões de álbuns e singlesao redor do mundo.
Gaga, por sua vez, é uma das performers mais prestigiadas da atualidade e já conquistou inúmeros prêmios, incluindo 12 Grammys, um Oscar, um BAFTA, dois Globos de Ouro e dois Critics’ Choice Awards. Ela possui seis álbuns em #1 na Billboard 200 e é uma das artistas de maior sucesso de todos os tempos. Gaga se aventurou na música no ano passado com o ovacionado ‘Chromatica’ e com o compilado de remixes‘Dawn of Chromatica’. Além da colaboração com Bennett, também será estrela do aguardado ‘Casa Gucci’.
A trama se aprofundará em um novo capítulo da espetacular saga dos Vikings e começará no início do século XI, focando nas aventuras dos Vikings mais lendários que já viveram: Leif Eriksson (Sam Corlett), Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson), Harald Hardrada (Leo Suter) e o Rei William o Conquistador. Esses homens e mulheres construírão seus nomes e lutarão pela sobrevivência em um mundo marcado pela mudança e evolução.
O elenco ainda conta com Jóhannes Jóhannesson como Olaf, irmão mais velho do Harald; Bradley Freegard como o Rei Canute da Dinamarca; Laura Berlin como a ambiciosa e rica Emma da Normandia; David Oakes como Earl Godwin, chefe do conselho do Rei da Inglaterra; e Caroline Henderson como a líder de Categate.
A série original foi criada por Michael Hirst e durou por seis temporadas, sendo exibida pelo canal History.
Segundo o Deadline, Wanda De Jesus, conhecida por seu trabalho na série ‘Sons of Anarchy’, foi escalada para o elenco de ‘Atração Fatal’, nova adaptação da Paramount+ baseada no clássico suspense dos anos 1980 estrelado por Glenn Close e Michael Douglas.
As informações indicam que Jesus dará vida a Marcella Levya, uma procuradora que é descrita como uma “advogada realizada e uma fera política”.
A atriz se junta aos previamente confirmados Alyssa Jirrels (‘Under the Lights’), Toby Huss (‘Halloween’), Reno Wilson (‘Mike & Molly’) e Brian Goodman (‘Velozes e Furiosos’) farão parte do projeto.
Jirrels será Ellen Gallagher, filha de Dan (Joshua Jackson) e Beth (Amanda Peet). Huss dará vida a Mike Gerard, chefe de investigações do departamento de polícia, “cuja amizade e lealdade a Dan data de muitos anos”. Wilson será o Detetive Earl Booker, um “membro veterano do Departamento de Polícia de Los Angeles, com uma personalidade incrível e uma inabilidade chocante de autoedição”. E Goodman, por fim, será Arthur Tomlinson, descrito como o melhor amigo e parceiro de Beth, com uma personalidade reconfortante e gentil.
Jackson interpreta Dan, o marido infiel, enquanto Peet é Beth, uma esposa leal, mãe carinhosa e mulher de negócios bem-sucedida, cujo mundo desaba quando a traição de seu marido ameaça destruir suas vidas juntos. Lizzy Caplan dará vida à amante que se torna obcecada após um breve caso extraconjugal.
O projeto está sendo descrito como uma reimaginação do thriller psicossexual, e será contado através de um ponto de vista modernizado quando se trata de mulheres fortes, transtornos de personalidade, culpa da vítima e controle coercitivo.
O roteiro da adaptação ficará por conta de Alexandra Cunningham e Kevin Hynes (‘Dirty John’).
No filme de 1987, o caso de uma noite volta a assombrar um homem casado quando sua amante começa a perseguir ele e sua família.
Stanley Jaffe e Sherry Lansing, produtores do longa original, serão produtores executivos da série.
Para promover o lançamento da série documental ‘Harry & Meghan‘, a Netflix divulgou um novo clipe da produção, levando o público ao casamento da dupla.
Lembrando que o primeiro volume já está disponível na plataforma de streaming.
Confira, com o trailer:
Recentemente, John Major, antigo primeiro-ministro do Reino Unido, detonou uma narrativa do próximo ciclo da série que sugere que, em 1991, o príncipe Charles – atualmente o rei – o convocou para lamentar sua espera para assumir o trono.
Major insiste que tal diálogo nunca existiu entre eles, e a sugestão da série em criar um plot sobre tirar a falecida rainha do poder era “maliciosa e sem noção”. Desde então, outras figuras da mídia passaram a criticar a série, apontando os acontecimentos falsos que a nova temporada alegadamente irá apresentar.
Por este motivo, o serviço de streaming sentiu que não seria um bom timing lançar o documentário focado no príncipe Harry e Meghan no mês seguinte da estreia do novo ciclo de ‘The Crown‘.
Vale lembrar que a Netflix e o Palácio de Buckingham entraram em um conflito sensível após o falecimento da Rainha Elizabeth, em setembro – o que levou o serviço de streaming a reconsiderar sua estratégia para o vindouro documentário.
O remake em live-action de ‘A Pequena Sereia’ se tornou um fenômeno cultural antes mesmo de sua estreia nos cinemas e, agora, um novo teaser oficial foi divulgado.
No vídeo, Úrsula (Melissa McCarthy) oferece um acordo perigoso a Ariel (Halle Bailey): transformá-la em humana por três dias – o tempo que ela tem para dar o beijo de amor verdadeiro no príncipe por quem se apaixonou. Caso ela não consiga, Ariel voltará a ser sereia e pertencerá à Bruxa do Mar para toda a eternidade.
Confira:
Em entrevista ao Deadline, Bailey falou sobre o impacto cultural de interpretar a personagem titular no remake (via ComicBook.com).
“Esse momentos significa tudo para mim”, ela disse. “Estou grata de apenas estar aqui. Me sinto muito honrada e feliz que o dia em que todos podemos assistir chegou”.
Bailey continua: “significa tudo para mim. Especialmente pelas lindas crianças que poderão ver um reflexo de si mesmas. Estou honrada em fazer parte disso e ser uma das princesas agora. Porque, para mim, foi Brandi como Cinderela e Anika Rose como a Princesa Tiana. Então, o fato de eu conseguir isso e fazer parte desse legado é incrível. Estou muito grata”.
Lembrando que as primeiras reações ao longa-metragem já despontaram nas redes sociais.
No Twitter, os jornalistas que já tiveram a oportunidade de assistir à produção rasgaram elogios para Bailey como Ariel, dizendo que ela é o ponto alto do filme. Todavia, alguns comentaram sobre cenas exageradas e até mesmo sobre Melissa McCarthy como Úrsula como pontos a serem melhorados.
Confira:
#TheLittleMermaid was a pleasant surprise! Halle Bailey’s voice is unreal. I can never confidently do “Part of Your World” at karaoke again. Standouts: Daveed Diggs (no easy feat when you’re voicing a “realistic” crab) and Melissa McCarthy (a safe choice but she nailed it).
“‘A Pequena Sereia’ foi uma surpresa agradável. A voz de Halle Bailey é surreal. Nunca conseguirei cantar “Part of Your World” no karaokê de novo. Pontos altos: Daveed Diggs (não é algo fácil quando você dubla um caranguejo ‘realista’) e Melissa McCarthy (uma escolha segura, mas ela arrasou)”.
#TheLittleMermaid is the best Disney live-action adaptation to date. Halle Bailey IS Ariel. Major props to the sound effects team. Good changes, though one new song with too much autotune. Could watch this version’s Under the Sea all day, it was the highlight of the whole thing.
“‘A Pequena Sereia’ é a melhor adaptação live-action da Disney até hoje. Halle Bailey é Ariel. Aplausos para o time de efeitos sonoros. Boas mudanças, apesar da nova música ter muito autotune. Poderia assistir a essa versão de “Under the Sea” o dia todo, foi o ponto alto de tudo”.
#TheLittleMermaid is a live-action remake that retains the heart and soul of the story we know and love, and it’s elevated even further by a note-perfect star-making performance from Halle Bailey – she was born to be on the big screen, & she’s why this new take is worth watching. pic.twitter.com/Tcewp2L4MY
“‘A Pequena Sereia’ é um remake em live-action que retém o coração e a alma da história que amamos – e a eleva ainda mais com uma performance perfeita de Halle Bailey. Ela nasceu para estar nas telonas e ela é o motivo desse filme valer a pena”.
#TheLittleMermaid makes it pretty close to being the best live action Disney movie, however it still struggles in the villain department. Halle Bailey IS Ariel and I had literal chills throughout her performance. This is a little mermaid retelling like you’ve never seen before. pic.twitter.com/JjtLOR61vL
“‘A Pequena Sereia’ chega perto de ser o melhor live-action da Disney, mas ainda tropeça no departamento da vilã. Halle Bailey é Ariel e eu tive arrepios com sua performance. Essa é a uma versão [da história] como você nunca viu”.
“‘A Pequena Sereia’ apenas acresce à magia do original. Em algumas áreas é exagerado, em outras, decepciona, mas é inquestionavelmente um dos melhores live-actions que a Disney construiu”.
Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 25 de maio.
Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.
O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).
O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.
A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).
Segundo a rede de cinemas AMC Theatres, a adaptação do live-action de ‘A Pequena Sereia‘ terá 2 horas e 15 minutos. O filme animado original tinha 1 hora e 23 minutos.
‘A Menina Que Matou os Pais – A Confissão’, sequência de ‘A Menina Que Matou os Pais’ e ‘O Menino Que Matou Meus Pais’, que retrataram o assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen, estreia esta semana no catálogo do Prime Video.
O aguardado longa-metragem será lançado na plataforma de streaming nesta sexta-feira, 27 de outubro.
Relembre o trailer:
Nas redes sociais, os fãs de Carla Diaz, que reprisa seu papel como Suzane von Richthofen, já estão ansiosos para revê-la no papel e estão rendendo elogios à sua performance.
Confira as reações:
O OSCAR VEM!
Pôster oficial do filme A Menina Que Matou os Pais: A Confissão.
Outubro tá chegando aí, ansiosa para essas estreias “A menina que matou os pais: A confissão” e “Rodeio Rock”. Dois filmes de milhões. ❤️❤️❤️ @Carladiazpic.twitter.com/E8j36P2TN2
ARTISTA! Carla Diaz em outubro terá lançamento de DOIS FILMES! Rodeio Rock dia 05 de outubro nos cinemas e A Menina que matou os pais: A Confissão dia 27 de outubro no prime video. pic.twitter.com/anthEgKhJK
Confira e compare uma nova imagem oficial, que traz a protagonista no enterro dos pais:
“Atendendo ao pedido do público, teremos o terceiro filme sobre o caso Richthofen, conhecendo os passos dos três acusados após o crime, além dos bastidores da investigação que culminou na prisão dos envolvidos. Fique atento às novidades!”, postou o ator Leo Bittencourt.
Confira mais fotos:
Suzane e Daniel Cravinhos foram condenados a 39 anos de prisão em regime fechado, enquanto CristianCravinhos foi sentenciado a 38 anos de reclusão.
Mas o que aconteceu entre o período do assassinato dos pais de Suzane e seu julgamento? A ideia é justamente abordar a lacuna de quatro anos entre o crime ocorrido em 2002 e o julgamento dos envolvidos, em 2006.
Lembrando que os roteiros dos filme têm como base informações contidas nos autos do processo que terminou com a condenação do trio. Cada longa tem aproximadamente 80 minutos de duração e conta um ponto de vista diferente da chocante história que acompanha os assassinos.
Atualmente, Suzane permanece cumprindo pena no presídio feminino de Tremembé.
Daniel está livre desde 2018 quando sua equipe de defesa conseguiu lhe garantir uma progressão para o regime aberto. Cristian foi solto em 2017, mas acabou voltando à prisão de Tremembé no ano seguinte por envolvimento em uma tentativa de suborno a policiais.
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