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Por que o ‘Coringa’ se tornou um símbolo positivo para as pessoas?

Coringa foi o grande filme de outubro e um dos maiores do ano até agora. Sua pegada mais “pé no chão” para abordar o arqui-inimigo do Batman agradou muita gente ao redor do mundo, que descreveu sua experiência como um “soco no estômago”. Mas também teve um pessoal que se identificou com o personagem e abriu um debate enorme sobre o longa.  Fato é que o drama chegou a 900 milhões de dólares em bilheteria – sem estrear na China – e ganha cada vez mais espaço na mídia. Em meio a essa discussão se o filme é ou não uma obra “incel”, ele faz uma grande piada com seu próprio espectador.

[ALERTA DE SPOILER] Caso você não tenha visto Coringa ainda, saiba que vamos falar de pontos importantes da trama nesse post. Siga por sua conta e risco.

Coringa está próximo do bilhão com classificação etária para maiores

Para começar, vamos esclarecer o que é incel, termo frequentemente usado nas críticas negativas acerca do filme que funciona como uma abreviação das palavras Involuntary Celibate (involuntariamente celibatários). Ele surge no final dos anos 90, na própria internet, e passa a ser usado em fóruns de discussão até chegar à grande mídia para falar sobre assassinatos e tiroteios.

Em um resumo bem raso, o Incel é aquele cara que condena os homens do mundo como “inferiores a ele” e mulheres como “piranhas”. Ele se auto-intitula um cara legal e acredita que isso deveria fazer com que as moças transassem com ele. Só que ser legal com objetivo de “se dar bem” não é ser legal, é ser babaca, então a estratégia caça-sexo não costuma funcionar.

 

Diante dessa frustração, o incel se sente injustiçado e passa a agir de forma agressiva, seja ofendendo gratuitamente as mulheres – conhecidas ou não-, seja fazendo tiroteios escolares para mostrar o quanto era legal e injustiçado pela sociedade.

Dentro do contexto do que é um incel, cabe a você decidir se Coringa é ou não uma ode a essa galera. O ponto é que há outra mensagem que está sendo pouco comentada, talvez por conta dos holofotes dados a questão incel, que é a maneira como Todd Phillips pega grandes símbolos da mitologia do Batman e os corrompe ante a visão realista proposta.

O filme veio para mudar mais uma vez a imagem do Coringa

Durante o desenrolar do filme, a equipe criativa pega elementos praticamente santificados na vida do Batman e quebra tudo. É um movimento iconoclasta na história do Morcegão de Gotham. Além de seu maior rival ser nada menos que um maluco frustrado, cai por terra a imagem boa e justa de seu pai, Thomas Wayne.

Comumente tratado como o homem de bem, um cavaleiro branco na luta pelo povo de Gotham, Thomas ganha uma representação mais coerente com sua (dis)função social. É praticamente impossível se tornar bilionário sem explorar trabalhadores, pagando salários dignos e proporcionando condições dignas a todos. A cabeça do empresário foca na multiplicação do lucro próprio e, nesse ideal do bilhão, a conta não fecha.

Então, é uma forçada de barra monstruosa vender a família Wayne como um exemplo a ser seguido. Veja bem: na Marvel, o Homem de Ferro é um bilionário, mas em momento algum esconde ser um babaca que faz o que faz por ego e pra tentar limpar sua própria consciência. É uma motivação egoísta, mas que ajuda os outros. Já Thomas Wayne, um médico bilionário, é candidato à Prefeitura de Gotham com a campanha de limpar a cidade. Sério, a DC ter forçado esse personagem como “Cara Legal” por décadas beira o ridículo. É mais fácil comprar a ideia de um órfão que se veste de morcego pra bater em bandido do que em um bilionário (e político) gente boa. Coringa entende isso e mostra a face oculta dos Wayne, com denúncias de traição, corrupção, eugenia e até mesmo loucura. A cena dele agredindo um doente mental confesso, que pode ou não ser seu filho, é emblemática. É iconoclastia pura mostrar que Thomas Wayne não era a solução para Gotham, apenas parte do problema.

A imagem de bom moço do patriarca Wayne enfim foi por água abaixo

Da mesma forma, o ponto de virada da vida de Bruce ganha um novo significado nesta versão. Era comum mostrar o assassinato dos Wayne como um reflexo da pobreza e vilania de Gotham. Todos já sabem de cor a cena em que Joe Chill tenta assaltar Thomas e Martha no beco, quando, num ato de bravura, Thomas reage ao assalto e Joe atira nos dois à sangue frio, deixando o pequeno Bruce Wayne desesperado e traumatizado para o resto da vida. No filme de 2019, o crime é cometido após Thomas Wayne dizer que as pessoas invejam os ricos por serem pobres e ridiculariza os problemas do povo de Gotham em rede nacional.

Em meio ao caos das ruas, Thomas é elevado ao causador das mazelas da cidade. Como disse anteriormente, ele é parte do problema, mas não é O problema em si. Sua morte é um ato político vazio e deturpado, e reflete num pequeno Bruce, que não se joga desesperado sobre seu corpo e nem ao menos chora. Sua reação é o mesmo olhar perdido e intrigado, como se buscasse uma motivação naquilo, que fez em seu primeiro encontro com Arthur Fleck. A piada do Coringa foi, indiretamente, ter aberto as portas da loucura para seu futuro nêmesis.

Bruce Wayne: justiceiro ou lunático? A linha é bem tênue

Mas talvez o maior caso dessa ideia iconoclasta de Phillips é o próprio Coringa. Quando Batman: O Cavaleiro das Trevas chegou aos cinemas em 2008, o Coringa de Heath Ledger trouxe uma versão anárquica do Palhaço do Crime para o imaginário popular. De 2008 até 2019, praticamente todos os países do mundo passaram por algum tipo de crise financeira e social, e tiveram que viver ou assistir ao caos rolando em seus jardins. Nesse contexto, aquele Coringa adentrou no imaginário popular como a grande ameaça ao Sistema, à corrupção e injustiças sociais, e o personagem passou a ser idolatrado por algumas pessoas. “Talvez ele não seja tão louco assim”.

A brilhante atuação de Heath Ledger elevou o personagem a um patamar ideológico

Desde então, passou a haver essa idolatria absurda acerca do personagem e ele passou a ser rodeado por um viés político (ou apolítico) muito forte e qualquer representação dele que fosse diferente era rapidamente rejeitada. O Coringa de Jared Leto sofreu um pouco com isso quando tentou retomar o lado gângster do Palhaço e deixou o viés revolucionário de lado – Digo que “sofreu um pouco” porque o resto das críticas é bastante coerente. Jared Leto e David Ayer fizeram um péssimo trabalho em Esquadrão Suicida (2016).

Houve um processo de iconografia pesado acerca do personagem e sua imagem virou um símbolo de subversão, um “sopro de lucidez num mundo insano”. Ele foi santificado.

Meu Deus,  isso aqui realmente existiu ou foi alucinação coletiva?

O problema é que essa idolatria cai em um doente mental, sem escrúpulos, extremamente violento e fazendo o que quer sem dar satisfação a ninguém. A partir de 2008, a galera revoltada com as corrupções do dia a dia, como não dar seta no trânsito, não respeitar filas ou propriedade privada, passou a amar quem mais criticava. Ou você acha que o Coringa dá seta quando está dirigindo?

A representação da subversão é linda, enquanto a subversão em si é criticada à exaustão. É nesse ponto que Todd Phillips dá um tiro certeiro. Em Coringa, o personagem título passa por muitas situações ruins. Ele é um fracasso na vida e está cercado constantemente por suas próprias frustrações, até o momento em que ganha uma arma e começa a ter sensações de pequeno poder. Esses momentos de adrenalina somados ao fim de seus remédios revelam que seu sonho não era trazer alegria ou ser bem sucedido na vida. Ele só quer descontar suas frustrações em quem acredita serem os culpados por sua tragédia. Sua mãe, a vizinha, Thomas Wayne, Murray Franklin, os caras do metrô… enfim, ele tem, ao longo do filme, algumas oportunidades de dar a volta por cima na vida ou só acabar com ela e encerrar seu sofrimento existencial. Porém, em todas elas, ele opta por punir quem ele enxerga como culpado.  Com isso, a face do Coringa se espalha por Gotham como um símbolo da guerra de classes, uma resposta ao sistema. De uma hora para outra, as pessoas que não suportavam as corrupções do dia a dia saíram às ruas incendiando lojas, assassinando pessoas e idolatrando um doente mental. Espera, onde foi que eu já vi isso mesmo? A grande sacada do filme é quebrar essa ideia do Palhaço badass e deixar claro que a galera estava cultuando um doente mental fracassado. Era desse tipo de gente que eles tiravam inspiração.

De forma bem sutil, a grande piada do filme é a própria plateia, formada por fãs de um louco.

 

Coringa está em cartaz nos cinemas de todo o país.

App da Netflix não estará mais disponível em algumas TVs da Samsung; Entenda!

Os usuários de streaming que possuem uma SmarTV da Samsung, com aplicativo direto da Netflix, devem ficar atentos à mudanças em seu aparelho.

Segundo um anúncio feito pela empresa de eletroeletrônicos, o suporte oferecido para alguns aplicativos terceirizados dos televisores será cancelado em 01 de dezembro de 2019, incluindo o da Netflix. Conforme pontua o comunicado, a partir da data, alguns dos aparelhos mais velhos não mais serão compatíveis com alguns dos recursos mais novos da plataforma de streaming.

No entanto, aqueles cujos aparelhos forem impactados pela mudança não ficarão completamente órfãos e ainda poderão acessar a Netflix por meio de outras ferramentas, como os consoles de video game e players de streaming, como a AppleTV e o Chromecast.

A Samsung informa que os modelos anunciados não foram comercializados no mercado brasileiro.”

Confira o anúncio completo:

“Embora nossas TVs mais velhas não mais tenham o suporte da Netflix diretamente, a partir de 01 de dezembro de 2019, muitos dos outros aparelhos que você possui conectados em sua TV ainda poderão lhe garantir esse suporte. Você pode encontrar uma lista de ferramentas compatíveis com a Netflix em seu site oficial, netflix.com/compatibledevices. Enquanto você tiver um desses dispositivos adequados, como um console de video game, um player de streaming ou até mesmo um box set-top, você conseguirá assistir à Netflix em sua TV”.

 

‘O Rei Leão’ ganha HILÁRIO trailer honesto; Assista!

O remake live-action de ‘O Rei Leão‘ ganhou um trailer honesto hilário. O vídeo faz piada sobre a nova versão seguir exatamente a história da animação, apesar de não ter o seu charme.

Confira:

Sucesso nos cinemas, o live-action arrecadou mais de US$ 1.6 milhões nas bilheterias mundiais.

 

‘Dois Papas’: Netflix divulga novo trailer do filme de Fernando Meirelles com Anthony Hopkins

A Netflix divulgou um novo trailer do filme ‘Dois Papas‘, estrelado por Anthony Hopkins.

Confira:

O longa é dirigido pelo brasileiro Fernando Meirelles, indicado ao Oscar por ‘Cidade de Deus‘.

A história acompanha os bastidores de uma das mais dramáticas transições de poder nos últimos 2000 anos. Frustrado com a direção da Igreja, o cardeal Bergoglio (Jonathan Pryce) pede permissão ao papa Bento XVI (Anthony Hopkins) para se aposentar em 2012.

Em vez disso, enfrentando escândalos e sua própria insegurança, o introspectivo papa chama seu maior crítico e futuro sucessor a Roma para revelar um segredo que abalaria os alicerces da Igreja Católica. O que se vê dentro dos muros do Vaticano, então, é a disputa entre a tradição e o progresso, a culpa e o perdão, e dois homens muito diferentes confrontando seus passados em busca de terreno comum para forjar o futuro de um bilhão de seguidores em todo o mundo.

‘Dois Papas’ será lançado na plataforma em dezembro.

‘The Batman’: Warner quer Colin Farrell como o Pinguim, e Andy Serkis como Alfred

O elenco de ‘The Batman‘ continua tomando forma, e a escolha do elenco parece ser extremamente certeira.

Segundo o Deadline, o ator Colin Farrell está em negociações para interpretar Oswald Chesterfield Cobblepot, o Pinguim.

Vale lembrar que Farrell já interpretou o Mercenário na adaptação de ‘Demolidor‘, de 2003.

Já o The Wrap revelou que Andy Serkis, de ‘Pantera Negra‘, está em negociações para viver Alfred Pennyworth, o mordomo de Bruce Wayne.

Por fim, o Daily Mail informa que Matthew McConaughey está sendo considerado para o papel de Harvey Dent. Foi dito que o personagem fará uma participação no longa e deve retornar transformado em vilão nas futuras sequências.

Novidades devem surgir em breve.

Por enquanto, o elenco deThe Batman‘ conta com Robert Pattinson (Bruce Wayne), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), e Jeffrey Wright (Comissário Gordon).

Lembrando que a adaptação tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

Conheça a nova série de ficção-científica que chegou hoje na Netflix

A Netflix disponibilizou hoje em seu catálogo a série de ficção-científica ‘Nós Somos a Onda‘, baseada no livro ‘A Onda‘, de Morton Rhue, que também inspirou o filme de mesmo nome de 2008.

A série segue um grupo de adolescentes que perseguem o sonho de um futuro melhor, liderados por um novo e misterioso colega de classe. Eles não querem mais esconder sua raiva sobre os males sociais e iniciam uma revolta idealista e lúdica contra o establishment, mas logo essa pequena revolução ganha um impulso ameaçador.

Luise Befort e Michelle Barthel estrelam a primeira temporada, que tem seis episódios.

Assista ao trailer:

 

‘The Batman’: Matthew McConaughey pode interpretar Harvey Dent na adaptação

De acordo com o Daily Mail, Matthew McConaughey está sendo considerado pela Warner Bros para o papel de Harvey Dent em ‘The Batman‘, adaptação dirigida por Matt Reeves e estrelada por Robert Pattinson.

Foi dito que o personagem fará uma participação no longa e deve retornar transformado em vilão nas futuras sequências.

Por enquanto, maiores detalhes não foram reveladas, e ainda não se sabe se o astro já iniciou as negociações com o estúdio.

Para quem não se lembra, Dent é um promotor de justiça da cidade de Gotham, que acaba se tornando o vilão Duas Caras após ser torturado por Sal Maroni e sua gangue de mafiosos.

Além do rosto desfigurado, Dent ganha o apelido por decidir o destino de suas vítimas lançando uma moeda de duas caras para o alto.

No cinema, o personagem já foi interpretado por Tommy Lee Jones em ‘Batman: Eternamente (1995), e por Aaron Eckhart em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008).

Por enquanto, o elenco deThe Batman‘ conta com Robert Pattinson (Bruce Wayne), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), e Jeffrey Wright (Comissário Gordon).

Lembrando que a adaptação tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

Crítica | Retablo – Belo drama pré-selecionado ao Oscar trata de intolerância e aceitação

Representante do Peru na corrida pelo Oscar de Melhor Filme Internacional em 2020 e destaque na 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Retablo é o trabalho de estreia do diretor e roteirista Alvaro Delgado Aparicio. Em seu primeiro longa, o cineasta entrega uma obra complexa, profunda e repleta de camadas, como os retábulos de seus protagonistas.

Escrita por Aparicio e Héctor Gálvez, a trama gira em torno de Segundo Paucar, um garoto de 14 anos que ajuda o pai, Noé Paucar, na construção de retábulos, que são caixas/altares artesanais que registram cenas religiosas e cenários familiares. O pai é um artesão conceituada no pequeno vilarejo e tenta passar os ensinamentos para o filho. O jovem, por sua vez, demonstra grande admiração pelo pai e sua obra. Mas tudo muda quando ele descobre que seu pai guarda um importante segredo. 

Retablo é uma obra sobre a relação entre pai e filho. Sobre a idealização de uma figura e sobre a quebra de uma imagem perfeita – seja a paterna ou a artesanal -, mas também é sobre aceitação e tolerância. A história se passa numa região afastada na área andina no Peru, um local afastado da civilização, em que os costumem parecem valer muito e a força a sociedade patriarcal ainda se faz presente no dia a dia, tanto no uso da violência para solucionar os “problemas” locais, quanto na visão da mulher como alguém à margem das principais decisões.

É difícil entrar em maiores detalhes sem prejudicar a experiência do espectador, mas é interessante a forma como a obra usa os tais retábulos como metáforas claras daquela bela, mas frágil sociedade. Em que as relações podem ser destruídas a qualquer momento diante de fatos novos. 

Embora não seja o foco principal da narrativa, é interessante como a religião é um elemento que se faz presente a todo momento em cena. Não só os retábulos possuem um caráter religioso, como o próprio pai conta com um nome bem característico: Noé. A escolha não é por acaso. Os retábulos de Noé são como arcas em que ele guarda a história da região e da população local. E ele também passa por uma tempestade, por mais que metafórica. O personagem é vivido por Amiel Cayo, que entrega uma performance dura, mas repleta de sutilezas. Pode parecer paradoxal, mas a verdade é que Noé é um sujeito que possui um grande segredo e isso o deixa travado perante a sociedade. Ainda assim, demonstra, a seu modo, um carinho pelo filho e um grande apreço pela profissão.

O grande destaque no elenco, no entanto, é Junior Bejar, em seu primeiro trabalho como ator. O jovem interpreta Segundo de forma natural e repleta de complexidade. O espectador acompanha de perto sua jornada de sentimentos. Se alegra, se surpreende e se redime com ele.

Mesmo com o baixo orçamento, Retablo conseguiu apresentar uma obra simples, mas suntuosa. Possui belos cenários, figurinos e um design de produção que faz justiça aos artesãos retratados. Em determinado momento, a mãe de Segundo, vivida por Magaly Solier, diz ao filho que ele não deve ser mais um camponês da região, e sim seguir a carreira do pai. Assim, Alvaro Delgado Aparicio faz uma celebração à arte e ao artesanato em um filme que diz muito e que vai se comunicar de diversas formas com cada pessoa.

‘King of The Jungle’: Zac Efron vai estrelar cinebiografia sobre excêntrico criador de antivírus

De acordo com o The Wrap, Zac Efron irá estrelar ‘King of the Jungle‘, comédia que contará a vida do magnata John McAfee, criador do software McAfee Antivírus.

O longa será baseado em um artigo publicado na revista Wired, que narra a história de como o programador enriqueceu da noite para o dia e abandonou a vida cotidiana para se aventurar em uma selva em Belize, na América Central.

Na trama,o jornalista Ari Furman (Efron) é enviado a Belize achando que fará mais uma matéria rotineira, até que se envolve nas paranoias de McAfee e precisa enfrentar os perigos da selva para sobreviver.

Anteriormente, Seth Rogen e Michael Keaton estavam ligados ao projeto como Furman e McAfee, respectivamente. No entanto, não foram divulgados detalhes sobre a saída da dupla.

O longa será dirigido por Glenn Ficarra e John Requa (‘Amor a Toda Prova’), a partir do roteiro de Scott Alexander e Larry Karaszewski.

O início das filmagens está previsto para o início de 2020, e ainda não há previsão de estreia.

‘The Politician’: Gravações da 2ª temporada da série da Netflix já começaram

Em seu perfil do Twitter, Ben Platt, astro de The Politician, anunciou que as gravações da 2ª temporada da série criada por Ryan Murphy já começaram.

Na legenda, Platt escreveu:

“Estamos de volta para a 2ª temporada!”

Confira:

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para os novos episódios.

Lembrando que a 1ª temporada já está disponível na Netflix.

Confira o trailer:

A série é o primeiro lançamento fruto de um acordo milionário de exclusividade entre Muphy e o serviço de streaming.

Payton Hobart, um estudante de Santa Barbara, sabe desde os sete anos que ele será o Presidente dos Estados Unidos. Mas, primeiro, ele terá que navegar pelo cenário político mais traiçoeiro de todos: o ensino médio.

O grandioso elenco conta com Ben Platt, Gwyneth Paltrow, Jessica Lange, Zoey Deutch, Lucy Boynton, Bob Balaban, David Corenswet, Julia Schlaepfer, Laura Dreyfuss, Theo Germaine, Rahne Jones e Benjamin Barrett.

‘Coringa’: Cena deletada mostraria o que aconteceu com [SPOILER]; Confira!

[SPOILER]

 

É certo dizer que o controverso Coringa gerou bastante debate por parte do público desde o seu lançamento e, além de sua distorcida simbologia, grande parte dos fãs começou a se perguntar acerca do destino de Sophie (Zazie Beetz) depois que Arthur (Joaquin Phoenix) invade seu apartamento, deixando claro que a jovem mãe solteira não tem ideia de quem ele é.

Muitos espectadores deduziram que, levando em conta que o protagonista-titular já estava no auge de sua loucura, Sophie teria sido assassinada. Entretanto, o diretor de fotografia Lawrence Sher comentou que isso não aconteceu.

“Em uma cena deletada, [O diretor] Todd [Phillips] deixou claro que ele não a matou”, ele disse. “Arthur está matando as pessoas que lhe fizeram mal de algum jeito, e Sophie nunca fez isso”.

Em uma recente entrevista ao site IndieWire, Phillips aproveitou a ambígua sequência descrita acima para confirmar de uma vez por todas que Sophie não morreu.

“Ele não a mata, definitivamente. Como o diretor e o roteirista, eu estou dizendo que ele não a mata. Nós gostamos da ideia de que isso funciona como um último teste para o público pensar o quão louco ele é. Muitas pessoas com quem conversei acreditam que ele não a matou porque eles entenderam a ideia de que ele só mata quem lhe fez mal. Ela não tinha nada a ver com isso. Muitos entenderam que, mesmo sendo um vilão, ele vivia sob um certo código”.

O longa conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 936 milhões nas bilheterias mundiais. A expectativa é que consiga ultrapassar o US$ 1 bilhão nas próximas semanas.

Segundo o site We Got This Covered, a continuação do longa já está desenvolvimento, mas isso não é tudo: fontes próximas ao veículo afirmam que Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) irá cruzar caminho com outros antagonistas do universo Batman. Dentre eles, Duas-Caras e o Pinguim estão cotados para participar de Coringa 2’; entretanto, eles serão vividos por atores diferentes dos que serão contratados para The Batman, novo projeto de Matt Reeves

Lembrando que ‘Coringa‘ já é a maior bilheteria da Warner Bros. em 2019 

‘Animais Fantásticos 3’: Confira tudo o que sabemos sobre o novo filme da franquia

O terceiro filme da franquia Animais Fantásticos e Onde Habitam finalmente ganhou sinal verde pela Warner Bros. e, agora, as primeiras informações acerca da produção começaram a aparecer nas redes sociais.

Segundo o site Wizarding World, o novo filme começará a ser rodado na primavera norte-americana de 2020 e será ambientado no Rio de Janeiro.

Grande parte do elenco dos dois longas-metragens retorna para a próxima aventura, incluindo Eddie Redmayne como Newt Scamander, Jude Law como Alvo Dumbledore e Johnny Depp como Gellert Grindelwald. Ezra MillerAlison SudolDan FoglerKatherine Waterston também reprisarão seus papéis como Credence/Aurelius Dumbledore, Queenie Goldstein, Jacob Kowalski e Tina Goldstein, respectivamente.

A comediante Jessica Williams, que fez aparição em ‘Os Crimes de Grindelwald’, terá um papel significativo no terceiro filme. Williams interpreta Lally Hicks, professora da Escola de Magia e Bruxaria de Ilvermorny (a equivalente estadunidense de Hogwarts).

David Yates retorna na direção, com David HeymanJ.K. RowlingSteve KlovesLionel WigramTim Lewis formando o time de produtores.

Kloves e Rowling assinam o roteiro.

‘Animais Fantásticos 3’, ainda sem subtítulo oficial, chega aos cinemas de todo o mundo no dia 12 de novembro de 2021.

O atraso na produção, que antes seria lançada no ano que vem, se deu a algumas divergências criativas por parte da equipe técnica do longa-metragem, bem como as críticas negativas e a fraca bilheteria da iteração anterior, que arrecadou apenas US$ 653 milhões no mundo inteiro.

“O segundo filme não se saiu tão bem quanto o primeiro, mas acho que sabemos o que precisamos fazer para obter o terceiro filme com esperança ainda melhor do que o primeiro. JK Rowling está realmente trabalhando duro agora nesse terceiro roteiro, e vamos fazer tudo certo. Ela tem uma visão incrível de onde ela quer ir, e isso é incrivelmente emocionante. A parte mais difícil da franquia é que você tem uma base de fãs tão grande. Essa base de fãs realmente conhece o folclore e eles querem se aprofundar nesses personagens.”, disse o então presidente da Warner Bros., Kevin Tsujihara, ao LA Times em Fevereiro. 

Confira a nossa crítica do filme anterior:

 

Os Filmes Mais Esperados de Novembro 2019

Pois é, amiguinhos. Eu disse que assim que piscássemos, o ano teria passado. E não deu outra. 2019 chega ao seu penúltimo mês, adentrando o verão e prometendo muito calor para os brasileiros. Uma forma de aplacar esta sensação desconfortável (a não ser que você esteja na praia) é se enfiar numa sala de cinema – e se estiver de férias, para mais de uma sessão seguida.

Para ajudar, este mês teremos diversas estreias significativas nas telonas, garantindo a diversão dos cinéfilos. Como de costume separamos o que de melhor o mês trará para você anotar e já se preparar! Vem conhecer.

07/11

Doutor Sono

Abrindo o mês de novembro, uma das estreias mais aguardadas pelos fãs de cinema em 2019. Doutor Sono é a continuação do clássico imortal O Iluminado (1980), de Stanley Kubrick, considerado um dos melhores filmes de terror já produzidos. E não pense você que esta é uma obra caça-níqueis, pois é baseada num livro escrito pelo próprio Stephen King, autor do original.

Crítica | Doutor Sono agradará em cheio aos fãs de ‘O Iluminado’, tanto do livro quanto do filme

Parasita

Seguimos com um dos filmes mais elogiados do ano, que tem tudo para entrar nas listas dos melhores de 2019. Trata-se de uma produção sul-coreana, que levou o prêmio máximo no Festival de Cannes deste ano, a Palma de Ouro. Na direção, o prestigiado Bong Joon-ho (O Hospedeiro, Expresso do Amanhã e Okja). Na trama, uma família de desempregados fica obcecada por outra família, esta rica, e começam a querer viver sua vida.

Crítica | Parasita – Vencedor em Cannes, filme é um poderoso delírio de sobrevivência

Cadê Você, Bernadette?

Dois elementos chamam atenção neste longa. O primeiro é a protagonista: a musa Cate Blanchett, no papel de uma adorável mãe de família, decidindo se reconectar com sua vida profissional e criativa, muitos anos depois de ter abandonado tudo em nome do marido e da filha. O segundo elemento é a direção do sempre ótimo Richard Linklater (Boyhood e a trilogia do Antes).

Link Perdido

Novo trabalho dos estúdios Laika, um dos fortes expoentes que seguem mantendo a técnica de animação em stop motion viva. Na trama, o elo perdido, uma espécie de homem primitivo, decide contratar um famoso explorador para encontrar sua família perdida. No elenco de dubladores, Hugh Jackman é a voz do explorador, Zach Galifianakis é o elo perdido e Zoe Saldana é a protagonista feminina.

O Relatório

Com passagem por diversos festivais famosos no currículo, vide Sundance e Toronto, esta produção é protagonizada pelo promissor Adam Driver, em sua escalada para se tornar um grande astro. Aqui, ele vive um funcionário idealista do senado norte-americano, designado a investigar o processo de interrogatório pós-11 de setembro.

Crítica | O Relatório: Cinebiografia dramática é impactante e tem a cara do Oscar

14/11

As Panteras

Reboot da famosa franquia nos cinemas, sobre três mulheres detetives com muita atitude e sagacidade. A ideia original, é claro, partiu de um seriado da década de 1970, mas ganhou popularidade para a nova geração nos anos 2000, com Cameron Diaz, Drew Barrymore e Lucy Liu. Agora, quem comanda o show é Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska. A direção é de Elizabeth Banks, que também interpreta a nova Bosley.

Ford Vs Ferrari

Com toda pompa de Oscar, o longa é protagonizado por um ator que costuma emplacar em época de premiações: Christian Bale – mais uma vez se descaracterizando para um papel. Ao seu lado, um ator que não chega muito atrás, o astro Matt Damon. O filme retrata uma disputa antológica entre duas das maiores empresas automobilísticas do mundo. Na direção, James Mangold, do sucesso Logan (2017).

Crítica TIFF | Ford v Ferrari: Christian Bale mais uma vez se transforma em cinebiografia

Invasão ao Serviço Secreto

Terceira parte das aventuras do agente secreto mais visceral de anos recentes, Mike Banning, vivido por Gerard Butler. Tudo começou em Invasão a Casa Branca (2013) e seguiu para Invasão a Londres (2016). Agora, o presidente é Morgan Freeman, e Banning é acusado de traição e caçado. O elenco conta ainda com Jada Pinkett Smith.

Dora e a Cidade Perdida

Adaptação em live action para as telonas do desenho animado da Nickelodeon, adorado pela garotada. Dora é uma menina latina, que se mete nas mais diversas aventuras pelas florestas do mundo – uma espécie de Indiana Jones mirim. No papel principal, Isabela Merced, ex-Isabela Moner.

Crítica | Dora Aventureira – Live-action diverte e surpreende com uma vibe ‘Os Goonies’

Medo Profundo – O Segundo Ataque

Continuação do sucesso surpresa de 2017, sobre duas irmãs que sofrem um acidente na gaiola de mergulho com tubarões e ficam presas, à mercê das criaturas pré-históricas assassinas. Nesta sequência, são quatro jovens e não existe mais a gaiola – e sim um labirinto subaquático nas ruínas de uma cidade. Ah, e os tubarões agora são da espécie mais mortal que existe.

Midway – Batalha em Alto Mar

Superprodução que retrata a famosa batalha de Midway, entre as forças americanas contra a frota do império japonês durante a Segunda Guerra Mundial. A direção fica por conta de um especialista, o cineasta Roland Emmerich, de Independence Day (1996) e O Dia Depois de Amanhã (2004).

Estaremos Sempre Juntos

Produção francesa estrela pela musa Marion Cotillard e grande elenco. O filme se trata da continuação de Até a Eternidade (2010), novamente escrito e dirigido pelo companheiro da atriz na vida real, o ator e cineasta Guillaume Canet. A trama mostra o reencontro de um grupo de amigos, e revela em que ponto suas vidas se encontram quase dez anos após o primeiro filme.

21/11

A Vida Invisível

Finalmente os brasileiros poderão conferir em circuito o filme que foi eleito para representar o país por uma vaga na categoria de produção estrangeira. E quem viu o filme garante a confiança em nosso produto. Baseado num livro celebrado, a história fala sobre a emancipação feminina ainda na década de 1950, quando duas irmãs bem diferentes lutam por sua liberdade, voz e direito de viver como quiserem. Julia Stockler e Carol Duarte vivem as irmãs inseparáveis. E o filme conta ainda com a presença de nosso monstro sagrado, Fernanda Montenegro.

Crítica | A Vida Invisível – Tocante relato sobre a força da mulher e a luta contra o patriarcado

Um Dia de Chuva em Nova York

Outro filme que os cinéfilos estavam loucos para assistir é o mais recente trabalho do icônico diretor Woody Allen. Desde 1982, o cineasta lança um filme por ano. Devido a problemas em sua vida pessoal, Allen precisou se ausentar dos cinemas em 2018. Assim, este longa foi adiado para este ano. A trama de romance mostra um jovem casal em suas desventuras pelos dias chuvosos de Nova York. No elenco, provavelmente os atores mais jovens protagonizando um filme do diretor, com Timothée Chalamet, Elle Fanning e Selena Gomez.

A Grande Mentira

Um dos filmes mais interessantes deste fim de ano, só a dupla protagonista aqui já venderia o ingresso aos cinéfilos. Quem protagoniza é a dupla de veteranos britânicos Helen Mirren e Ian McKellen. Na trama, McKellen vive um golpista, cuja nova vítima é a ricaça viúva interpretada por Mirren. Mas as coisas podem não ser como aparentam. A direção é de Bill Condon, que comandou o ator no elogiado Deuses e Monstros (1998).

28/11

As Golpistas

Uma das surpresas de 2019, As Golpistas era um filme pelo qual ninguém dava nada. E aí começaram a surgir as críticas extremamente positivas, que inclusive enalteciam a possibilidade de prêmios, em especial para o elenco encabeçado por Jennifer Lopez. Assim, foi um passo para a bilheteria do filme seguir de perto, se mostrando um sucesso financeiro. Na trama, um grupo de strippers decide dar um golpe em seus clientes investidores de Wall Street. A trama é baseada numa história real.

Carcereiros – O Filme

Versão para o cinema da famosa série da Globo, o filme mostra os conflitos entre agentes carcerários e os presidiários de uma instituição. A diferença é que por ser uma produção cinematográfica, a aposta na ação se intensifica.

Crítica | Carcereiros: O Filme – Realidade prisional cede espaço para trama de ação insana

Uma Segunda Chance para Amar

Este filme aposta no perfil fofo de Emilia Clarke, que nem quando foi uma impiedosa governante no medieval Game of Thrones deixou de ser adorável. A atriz já apostou em outros gêneros no cinema, mas parece funcionar bem em romances, vide o sucesso de Como Eu Era Antes de Você (2016). Aqui, temos uma comédia romântica que tem a cara do natal, e traz Clarke fazendo par com Henry Golding, de outro sucesso do gênero, Podres de Ricos (2018). A direção é de Paul Feig (Um Pequeno Favor) e o roteiro foi escrito pela atriz Emma Thompson, que também está no elenco.

Os Parças 2

Continuação do sucesso nacional Os Parças (2017), esta comédia traz de volta no elenco o quarteto principal, formado por Tom Cavalcante, Whindersson Nunes, Tirullipa e Bruno de Luca. Desta vez, o grupo está por trás da administração de uma colônia de férias para adolescentes.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Anthony Mackie compartilha nova imagem dos bastidores

Em seu perfil no Twitter, Anthony Mackie comemorou o início das filmagens de ‘Falcão e o Soldado Invernal’ publicando uma imagem dos bastidores.

Apesar de ser uma foto simples, mostrando as cadeiras reservadas para ele e Sebastian Stan, diversos fãs reagiram com comentários positivos.

Na legenda, Mackie escreveu:

“Começou! Bem-vindos de volta, rapazes!”

Confira:

Anteriormente, o astro já havia compartilhado uma foto ao lado de Sebastian Stan, Emily VanCamp e Wyatt Russell, enquanto se preparavam para o programa.

“Nos reunimos para dar as boas-vindas a Wyatt Russell, depois tudo ficou estranho… Por que não conseguimos ser tão bonitos quanto a Emily VanCamp?”, escreveu o astro.

A série será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho).

Confira o logo:

Segundo o site The Wrap, o criador da franquia ‘John Wick‘, Derek Kolstad, será um dos responsáveis pelo roteiro da produção.

Ainda não se sabe se ambos assumirão episódios distintos ou se trabalharão em parceria nos mesmos capítulos. A Disney também não revelou se novos escritores serão convidados ou se eles serão os únicos envolvidos com a trama.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

A produção será protagonizada por Anthony MackieSebastian Stan, respectivamente, reprisando seus papéis do Universo Cinemático Marvel.

Skogland é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

‘The End of the F***ing World’: 2ª temporada já está disponível na Netflix

A 2ª temporada de ‘The End of the F***ing World‘, baseada na HQ homônima de Charles Forsman, acaba de ser disponibilizada no catálogo da Netflix.

Originalmente, a série era uma produção do canal Channel 4, mas o serviço de streaming assumiu a série na segunda temporada, tornando-a uma produção original.

James (Lawther) tem 17 anos, mata animais regularmente e tem a quase certeza de que é um psicopata e Alyssa (Barden), uma colega de classe rebelde e que tem uma vida doméstica tumultuada embarcam juntos numa Road Trip. Ela sedenta por aventura e ele com o desejo de matá-la.

Jessica BardenAlex Lawther estrelam.

Confira o trailer e nossa crítica da primeira temporada:

‘Independence Day: O Ressurgimento foi um erro’, afirma diretor

A sequência ‘Independence Day: O Ressurgimento‘ teve uma passagem bem efêmera nos cinemas, com muitos nem se lembrando que de fato a produção havia sido lançada nas telonas.

Fracassando nas bilheterias, o longa faturou meros US$ 389.7 milhões, a partir de um orçamento de US$ 165 milhões, rendendo um prejuízo grandioso para a 20th Century Fox.

E três anos após a estreia do longa nas telonas, o diretor Roland Emmerich confessou que produzir a sequência na verdade foi um erro. Durante uma entrevista ao Yahoo! para promover seu novo filme, Midway – Batalha em Alto Mar, ele refletiu sobre o que deu errado na produção:

“Eu só queria fazer um filme exatamente como o primeiro, mas no meio da produção Will decidiu deixar o projeto, pois queria fazer ‘Esquadrão Suicida’. Eu devia ter interrompido o longa ali, porque nós tínhamos um roteiro muito melhor. Mas então eu acabei tendo que providenciar um outro roteiro remendado, feito às pressas”.

 

Confira a sinopse do filme:

Nós sempre soubemos que eles voltariam. Depois de Independence Day redefinir o gênero de filmes de desastres, o próximo épico capítulo leva a uma catástrofe global em escala inimaginável. Usando a tecnologia alienígena recuperada, as nações da Terra têm colaborado em um programa de defesa imenso para proteger o planeta. Mas nada pode nos preparar para a força avançada e sem precedentes dos alienígenas. Somente a ingenuidade de alguns valentes homens e mulheres pode trazer nosso mundo de volta da beira da extinção.

 

Jessie Usher (série ‘Survivor’s Remorse’) é o protagonista da sequência, Dylan Hiller, filho do personagem de Will Smith. O elenco ainda conta com Charlotte Gainsbourg (‘Ninfomaníaca’), Travis Tope (‘Boardwalk Empire’), Maika Monroe (‘Corrente do Mal’), Patrick St. Esprit, Liam Hemsworth, ambos de ‘Jogos Vorazes‘, e Sela Ward.

Os veteranos Bill Pullman, Jeff Goldblum, Vivica A. Fox, Brent Spiner, Joey King e Judd Hirsch reprisaram seus papeis originais, ao contrário de Will Smith.

Inicialmente, o plano do diretor Roland Emmerich e do produtor Dean Devlin era rodar de uma vez só duas sequências de ’Independence Day’, mas na época, a Fox aprovou a produção de apenas uma continuação.

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Crítica | Fratura – Suspense instigante com reviravolta surpreendente

A premissa é simples: Ray Monroe (Sam Worthington) está voltando de carro da casa da sogra com sua esposa Joanne (Lily Rabe) e sua filha, Peri (Lucy Capri), após um desastroso fim de semana de Ação de Graças. Eles param em um posto de gasolina para ir ao banheiro, porém, Peri acaba caindo em um buraco de uma obra inacabada e quebra o braço. Desesperado, Ray corre para o hospital mais próximo com sua filha, mas ao chegar lá percebe que o local está superlotado e é cheio de burocracia. Num misto de ansiedade e tentativa de obedecer às normas do estabelecimento, Ray preenche a papelada, responde às perguntas e aguarda ser atendido. Quando finalmente um médico aparece, ele faz uma avaliação ligeira da menina, encaminha mãe e filha para a ala de tomografia… e, depois disso, elas nunca mais são vistas.

O roteiro de Alan B. McElroy consegue construir uma atmosfera de tensão gradativa, que vai aumentando à medida que Ray começa a perder o controle da situação. Com poucas locações (duas: o hospital e o posto de gasolina), a história se desenrola apoiando-se nas atuações – em especial Sam Worthington, que protagoniza a história com bastante solidez – e na atmosfera crescente de suspense psicológico. O desenvolvimento da história realmente prende a atenção, cativando o espectador a continuar assistindo até o fim.

Brad Anderson consegue dirigir seu longa com firmeza, aproveitando-se do jogo de luz em favor do drama psicológico, acelerando a edição quando Ray está sob efeitos de drogas e focando a câmera em seu rosto para intensificar as sensações do personagem. Apesar disso, poderia ter sido mais exigente com dois pontos fundamentais de sua história (não comentados aqui por motivos de spoiler), que poderiam ter sido melhor trabalhados.

Para construir a trama de ‘Fratura’ o longa joga com a tênue linha do que é insólito, mostrando como a construção de um discurso – quando reforçado por muitas vozes e de maneira contínua – contribui para a confecção de uma realidade imposta por aqueles em posição de poder. Ou, como diz o ditado, uma mentira contada várias vezes se torna uma verdade.

Fratura’ é desses filmes dos quais não é possível falar muito, do contrário corre-se o risco de estragar a experiência do espectador. É um bom suspense psicológico, com um bom argumento e um desenvolvimento empolgante – entretanto, com dois pontos entregados mui gratuitamente. Ainda assim, é um entretenimento que empolga e prende a atenção.

Crítica | Vis a Vis – Última Temporada Traz Final Apoteótico e Gostinho de Quero Mais

Quando a gente começa a gostar de uma série, a perspectiva do fim sempre gera uma ansiedade amarga – afinal, estamos bastante acostumados com produtores destruindo séries boas justamente na reta final. ‘LOST’ e ‘Game of Thrones’ estão aí para não nos deixar mentir. Felizmente, esse risco a quarta e última temporada de ‘Vis a Vis’ não corre.

Com o final alucinante da 3ª temporada, muitas dúvidas ficaram abertas, e já no primeiro capítulo vemos que Zulema (a impressionante Najwa Nimri, mostrando todo o seu potencial incrível de atuação) e Saray (a rainha Alba Flores, dona dos nossos corações) sobreviveram à cena final, e agora precisam ser trasladadas de volta à Cruz de Norte. Porém, muitas coisas mudaram na prisão enquanto elas estiveram fora, e a principal delas é que agora o cruel Sandoval (Ramiro Blas, em sua melhor-pior atuação) é o diretor do local, e isso significa que se antes o cárcere parecia uma colônia de férias, agora o lugar se assemelha a um campo de experiências sádicas terríveis.

Ao que parece, os criadores da série traçaram todo esse caminho em três temporadas para chegar no final com dois argumentos fortíssimos: o questionamento da funcionabilidade da privatização das instituições públicas (em especial, do cárcere privado, visto como um negócio lucrativo) e a relativização do conceito de liberdade para essas mulheres que se sentem mais livres dentro na prisão do que fora dela. Sobra ainda espaço para uma bela perspectiva sobre a importância da memória, e a dependência que temos dela para sobrevivermos no dia a dia.

Todos os episódios terminam de maneira chocante, deixando a gente de queixo caído. Há cenas, inclusive, que lembram bastante outras já vistas em ‘La Casa de Papel’, incluindo a inserção de música clássica para construir o ápice de momentos-chave. Mas o que chama a atenção mesmo é a construção e a finalização dos personagens queridos que foram sendo cativados no público ao longo das temporadas. Saray consegue transcender sua própria história; Sandoval atinge o limite da verdadeira definição de crueldade, revelando-se um temível psicopata cuja vaidade e a soberba bombeiam o poder em suas mãos; e Zulema, essa coadjuvante que ascendeu tão meteoricamente na série, que literalmente deixou a protagonista de lado.

A atuação de Najwa Nimri é simplesmente magnífica. A construção dessa personagem realizou-se de maneira tão natural, tão crível que, nos dois últimos episódios, quando Zulema se aproxima do psicológico distorcido de personagens como o Coringa (inclusive esteticamente), o espectador se flagra torcendo por ela, essa linda e terrível psicopata incapaz de sentir empatia, mas completamente inabalável durante todos os episódios de terror pelos quais as detentas passaram. Zulema é uma aula de construção de personagem.

O arco de apenas 8 episódios de cerca de 50 minutos passa a sensação de que todas as pontas não serão fechadas a contento, porém a história reservada por Daniel Écija, Álex Pina, Iván Escobar e Esther Martínez Lobato para a última temporada é mais humana, e consegue dar um fechamento condizente a cada personagem apresentado ao longo da série. Mais ainda: consegue aprofundar mais suas protagonistas, introduzir novos nomes e entrelaçar a trama geral de modo que todos encontrem seus finais correspondentes, e de uma maneira tão apoteótica que deixa o espectador com saudades antecipadas e um gostinho de quero mais. Ainda bem que temos ‘La Casa de Papel’ ainda em andamento, para matarmos as saudades de Saray-Nairóbi e Zulema-Sierra, mas a verdade é que ‘Vis a Vis’ – e, em especial, essa última temporada – é dessas séries que são difíceis de superar.

Martin Scorsese explica porque não acha que filmes da Marvel sejam cinema

Após dizer que “a Marvel não faz cinema de verdade”, Martin Scorsese continua atacando o estúdio e os filmes de super-heróis, e desta vez escreveu até um artigo contra as adaptações.

No texto publicado pelo conceituado The New York Times, o cineasta começou dizendo que os filmes da Marvel permanecem na zona de conforto e se apoiam apenas em cenas que os fãs querem assistir:

“Muitos dos elementos que definem o cinema como eu o conheço estão nos filmes da Marvel. O que não existe é revelação, mistério ou perigo emocional genuíno. Nada está em risco. As cenas são feitas para satisfazer um conjunto específico de desejos e são projetadas como variações de um mesmo tema.”

O cineasta de 76 anos disse que filmes clássicos permanecem atuais por conta da qualidade do roteiro, como ‘Psicose‘, e que blockbusters são apenas eventos momentâneos, independentemente das bilheterias.

Além das críticas às narrativas, ele afirmou que a reserva de salas de cinema para exibir blockbusters está obrigando diversos cineastas a investirem neste gênero só para se manterem na indústria, causando o fim do ‘cinema de verdade.’

Para concluir, Scorsese disse que diretores e produtores só estão lançando seus filmes em meios alternativos, como plataformas de streaming, por conta da injusta concorrência.

Lembrando que o próximo filme do diretor, ‘O Irlandês‘, já está em exibição nos cinemas e chega ao catálogo da Netflix no dia 27.

Assista ao trailer:

Conhecido como “O Irlandês”, Frank Sheeran (De Niro) é um veterano de guerra cheio de condecorações que concilia a vida de caminhoneiro com a de assassino de aluguel número um da máfia. Promovido a líder sindical, ele torna-se o principal suspeito quando o mais famoso ex-presidente da associação desaparece misteriosamente.

O elenco conta com Robert De Niro, Al Pacino, Joe Pesci, Ray Romano, Anna Paquin e Harvey Keitel.

Gostou de ‘Meu Nome é Dolemite’? Conheça os mais famosos filmes blaxploitation

Meu Nome é Dolemite já está em cartaz na Netflix. O longa que marca o retorno de Eddie Murphy aos filmes após um longo hiato estreou no Festival de Toronto e vem gerando falatório de prêmios desde então. O filme narra a trajetória do ator da vida real Rudy Ray Moore, que adotou o pseudônimo de Dolemite e bancou seu próprio filme – se tornando uma das figuras mais icônicas do movimento conhecido como blaxploitation (filmes feitos por artistas negros para o público negro), da década de 1970.

Pense em um mistura de Ed Wood (1994) e Artista do Desastre (2017), e temos o retrato de um homem apaixonado por filmes, querendo emplacar na indústria. Os filmes blaxploitation sempre vinham servidos de tramas policiais, crime, nudez, sexo e violência. Acima de tudo, este movimento foi responsável por introduzir e consolidar artistas negros, como Pam Grier (a maior estrela do gênero) por exemplo, no mercado, sendo alguns de seus filmes cultuados como marcos do cinema – como veremos abaixo.

Pensando nisso, e aproveitando o lançamento do ótimo Meu Nome é Dolemite, o CinePOP resolveu criar uma lista com alguns dos mais famosos filmes do movimento blaxploitation. Vem conhecer.

Shaft (1971)

Sem dúvida o mais icônico filme do movimento blaxploitation, que ecoou para além do gênero, transformando o policial durão e pegador num produto da cultura pop. Shaft é inclusive mencionado duas vezes em Meu Nome é Dolemite.

Richard Roundtree deu vida ao personagem e segue interpretando-o até hoje. Com o sucesso do longa, Shaft apareceu numa continuação (O Grande Golpe de Shaft, 1972), e num terceiro filme (Shaft na África, 1973). O personagem também gerou uma série de TV (1973-1974), um reboot com Samuel L. Jackson interpretando o protagonista (2000) e uma sequência tardia lançada este ano.

Super Fly (1972)

Se tem um filme do blaxploitation que se equipara a Shaft em termos de popularidade, este filme é Super Fly. O longa também é mencionado em Meu Nome é Dolemite.

A trama acompanha um traficante de cocaína pra lá de cool, que deseja se aposentar após um último grande negócio. As tramas sempre focavam em policiais ou criminosos, e Super Fly é a antítese de Shaft. O longa foi refilmado, com uma adaptação aos dias de hoje, e lançado em 2018. No Brasil, com o título Superfly: Crime e Poder, teve um lançamento em vídeo, apesar dos elogios da imprensa.

Dolemite (1975)

Eddie Murphy decidiu prestar homenagem a Rudy Ray Moore no longa da Netflix. E muitos fãs irão correr atrás do filme original. Na trama, um cafetão (Moore) persegue e se vinga de criminosos e policiais corruptos que o incriminaram após ser libertado da cadeia.

Moore voltaria ao papel de Dolemite no ano seguinte, com The Human Tornado (1976), levando a trama para a Califórnia. O personagem retornaria em 1999, com Shaolin Dolemite, e em 2002, com The Return of Dolemite. Em 1994, um documentário intitulado The Legend of Dolemite, sobre o ator e seu famoso personagem foi lançado.

Um dos trabalhos famosos de Rudy Moore nesta fase foi Disco Goodfather (1979), filme que aproveitava o sucesso de O Poderoso Chefão e sua sequência e o misturava com a onda das discotecas que assolava o mundo. Na trama, Moore vive um ex-policial, trabalhando como DJ de uma famosa boate, conhecido como Disco Godfather.

Coffy: Em Busca de Vingança (1973)

Como dito, um dos grandes nomes do movimento blaxploitation foi o de Pam Grier. Justamente por isso, a atriz e o gênero foram homenageados em Jackie Brown (1997), filme de Quentin Tarantino.

E foi neste filme que tudo começou. Este foi o primeiro trabalho como protagonista da atriz num filme do gênero. Como Coffy, Grier vive um enfermeira atrás de vingança contra traficantes de drogas após sua irmã se tornar vítima deles.

Foxy Brown (1974)

Logo no ano seguinte, Pam Grier voltou a estrelar um filme escrito e dirigido por Jack Hill. Em mais uma personagem icônica em busca de vingança, desta vez pelo assassinato de seu namorado, Grier vive uma mulher voluptuosa que precisa se disfarçar de prostituta.

‘Sheba, Baby’ (1975)

Aqui, Pam Grier vive uma policial, que volta para sua antiga cidade a fim de ajudar seu pai a enfrentar mafiosos. No elenco, D’Urville Martin, diretor de Dolemite, interpretado pelo rouba-cenas Wesley Snipes em Meu Nome é Dolemite.

Cleópatra Jones (1973)

Versão feminina de Shaft, Cleópatra Jones é uma agente especial dos EUA, interpretada por Tamara Dobson. O longa fez tanto sucesso que gerou uma continuação dois anos depois, com Cleópatra Jones e o Cassino de Ouro (1975), onde a agente, novamente vivida por Dobson, vai até Hong Kong para investigar o desaparecimento de dois colegas oficiais.

Tais filmes com personagens femininas fortes foram homenageados em Austin Powers: O Homem com o Membro de Ouro (2002), no qual Beyoncé interpretou a agente Foxxy Cleopatra, uma brincadeira com os nomes das icônicas personagens acima.

Blacula, O Vampiro Negro (1972)

O domínio do blaxploitation eram filmes policiais de crime e ação, porém, muitos filmes de terror dentro do gênero foram produzidos e também faziam sucesso. O mais famoso deles foi este Blacula, subversão de Drácula para a comunidade negra. Na trama, um príncipe africano é transformado em vampiro pelo próprio Drácula. Ele desperta em Los Angeles na década de 1970 para assombrar seus habitantes.

O filme gerou uma continuação intitulada Os Gritos de Blacula (Scream Blacula Scream, 1973), na qual o príncipe é manipulado por magia negra voodoo e forçado a matar de novo. Esta sequência conta com a participação de Pam Grier (e quem mais?) no auge da fama como a mocinha que enfrentará o vampiro.

Eddie Murphy homenageou o clássico em Um Vampiro no Brooklyn (1995), dirigido por Wes Craven.

Blackenstein (1973)

Outro filme mencionado em Meu Nome é Dolemite. Esta produção é, obviamente, uma investida no clássico Frankenstein. Na trama, um veterano do Vietnã perde os braços e as pernas ao pisar numa mina. De volta aos EUA, ele é operado com novos membros, mas um sabotador altera seu DNA, transformando-o numa monstro assassino.

A Vingança dos Mortos (1974)

Até mesmo os filmes de zumbi ganharam um tratamento na época do blaxploitation. Aqui, Sugar Hill (Marki Bey) – título original da obra – quer vingança contra mafiosos após seu namorado ser morto. Ela decide usar magia negra para evocar os mortos, tendo ajuda de um grupo de zumbis para dar seu troco nos criminosos.

J.D.’s Revenge (1976)

Aqui o foco é a possessão de espíritos. Um dócil estudante de direito negro é possuído pelo espírito de um mafioso da década de 1940, atrás de vingança por seu assassinato e o de sua irmã. O veterano Louis Gossett Jr. está no elenco no papel de um reverendo.

Petey Wheatstraw (1977)

Filme de terror protagonizado por Rudy Ray Moore. O ator interpreta um sujeito assassinado por seus rivais, que é ressuscitado após aceitar casar com a filha do Diabo.

O Último Dragão (1985)

Um dos últimos exemplares do gênero blaxplotation, já sem a mesma força da década anterior, este longa traz o universo das artes marciais para a Nova York da década de 1980. Um jovem mestre das artes marciais se apaixona e passa a defender uma famosa cantora (vivida pela estonteante Vanity) de uma gangue.