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‘Jurassic World: Reino Ameaçado’ terá a maior sequência de ação de toda a franquia

O diretor J.A. Bayona revelou em entrevista à Empire que Jurassic World: Reino Ameaçado terá a maior sequência de ação de TODA a franquia.

“Teremos uma grande sequência de ação, que lembra um prólogo de James Bond. Trata-se da maior cena de ação já feita na história da franquia Jurassic Park”, afirmou.

Recentemente, Colin Trevorrow disse que ‘Reino Ameaçado’ irá estabelecer os caminhos para o terceiro filme.

“No final deste filme, não é um gancho, mas é feito para pessoas que querem saber o que vai acontecer em seguida, enquanto os outros filmes de Jurassic Park tinham finais bem claros e definidos. Eram mais episódicos. Ao trabalhar com Derek Connolly, meu co-roteirista, também pensamos para onde tudo iria no futuramente”

Trevorrow também comentou sobre o futuro da franquia com o Steven Spielberg:

“Eu lembro de ter falado com Steven Spielberg quando estávamos fazendo o primeiro filme: ‘isso é o começo, aqui está o meio e aqui está o final’. É aqui que nós queremos chegar. Acho que esse tipo de design é crucial para uma franquia do tamanho dessa, se você realmente quer trazer as pessoas com você e ter certeza de que elas estarão interessadas. Precisa ser pensado nesse nível. Não pode ser arbitrário, principalmente se você quer uma franquia baseada em personagens que você está inclinado a seguir para saber o que eles vão fazer”

 

‘Jurassic World: Reino Ameaçado’: Rumor aponta a volta de Sam Neill para a franquia

Confira a nossa galeria com muitas imagens do trailer de Jurassic World: Reino Ameaçado:

Após o lançamento do trailer, Jurassic World: Reino Ameaçadoganhou uma nova sinopse em que revelam os novos perigos que os protagonistas terão que enfrentar e as conspirações que podem dar um fim ao nosso mundo. Confira:

“Passaram-se quatro anos desde que o parque temático e resort de luxo Jurassic World foi destruído por dinossauros que escaparam do cativeiro. Isla Nublar agora se encontra abandonada por humanos enquanto os dinossauros restantes sobrevivem sozinhos na selva.

Quando o vulcão inativo da ilha começa a dar sinais de que vai entrar em erupção, Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) fazem uma campanha para resgatar os dinossauros desse evento que pode levá-los novamente à extinção. Owen está determinado a encontrar Blue, a líder das velociraptors que ainda está perdida na selva, e Claire passou a respeitar essas criaturas que agora são a sua missão de vida.

Ao chegarem na instável ilha quando a lava começa a jorrar, a expedição deles descobre uma conspiração que pode levar todo o nosso planeta a um estado perigoso que não é visto desde tempos pré-históricos. Todas as maravilhas, aventuras e emoções que são sinônimo de uma das mais populares e bem sucedidas franquias da história do cinema, essa novo longa marca o retorno de personagens queridos e dinossauros – junto com novas raças ainda mais impressionantes e aterrorizantes que antes. Bem-vindos a Jurassic World: Reino Ameaçado.”

Dirigido pelo espanhol Juan Antonio Bayona. James Cromwell, Ted Levine, Rafe Spall, Toby Jones e Justice Smith foram confirmados na nova produção, ao lado de Chris Pratt e Bryce Dallas Howard. O roteiro é de Colin Trevorrow (diretor de Jurassic World) e Derek Connolly (Kong: A Ilha da Caveira).

A estreia no Brasil acontece dia 22 de Junho de 2018.

Bryce Dallas Howard revela detalhes sobre sua personagem em ‘Jurassic World 2’ 

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

Confira 10 curiosidades sobre ‘Jurassic World’

Os Melhores e Piores Filmes de Super-Heróis de 2017

Todo ano temos a promessa de centenas de filmes estreando em nossas salas de cinema e alguns em nossas telas de TV em casa. Porém, nenhum outro tipo recebe tanta atenção dos fãs quanto os blockbusters de super-heróis. Não adianta, eles são o ponto alto do ano. E temos recebido uma verdadeira enxurrada. Com 2017 não foi diferente. Mas ao contrário de 2016, que marcou a estreia de filmes polêmicos, que dividiram bastante as opiniões, vide Batman VS. Superman, outros que foram solenemente ignorados, vide X-Men: Apocalypse, e ainda um que foi um verdadeiro desastre – sim estou falando de você, Esquadrão Suicida – este ano tivemos produções mais satisfatórias, cujos resultados foram mais harmoniosos com o conjunto.

Pensando nisso, a redação do CinePOP resolveu listar todos os filmes de super-heróis de 2017 em sua ordem de preferência. Os pontos foram somados e a média foi tirada – nosso próprio Rotten Tomatoes – a democracia não é linda? Foram levados em consideração 8 filmes no total, e aqui os apresentaremos em ordem decrescente, do pior ao melhor. Queremos deixar claro também que gostamos de todos os filmes de super-heróis deste ano, diferente do ano passado, e que foi uma disputa bem acirrada. Veja ao final do texto as listas individuais de cada um de nossos votantes, e não esqueça de comentar qual a ordem de sua preferência.

Relembre nossa lista dos Melhores e Piores filmes de super-heróis de 2016

8 | Power Rangers

Começamos a lista com uma bela surpresa. Esta não é uma adaptação da Marvel ou DC, e sequer uma de quadrinhos. Trata-se de um reboot para o cinema da série televisiva adorada pelos adolescentes do início da década de 1990. Eu não peguei muito esta época, então a produção realmente não me dizia nada. Provando que um bom filme pode vir de qualquer lugar, Power Rangers subverte o gênero, adicionando ares e o realismo de Poder Sem Limites (2012), e conseguindo inserir criatividade em sua confecção – o plano sequência que abre o filme, visto de dentro de um carro, mostra que os realizadores deram o passo além, se importando com estes detalhes, muito mais direcionados para quem vê cinema como arte e não apenas uma diversão passageira. Como resultado, o filme não atingiu o esperado e a tão aguardada sequência talvez fique apenas na promessa. Power Rangers está em oitava posição de nossa lista, pois só recebeu dois votos – parece que mais pessoas de nossa redação precisam correr atrás desta divertida obra do gênero.

7 | LEGO Batman: O Filme

Outra divertidíssima produção que o pessoal deste site precisa assistir correndo. Lego Batman teve apenas um voto, deste que vos fala, mas chega acima de Power Rangers, pois foi meu segundo filme de super-herói favorito no ano. Para quem gostou de Uma Aventura Lego (2014), a adaptação dos responsáveis para o grande herói da DC será um prata cheio. Um escracho hilário, a animação tira muito sarro com toda a mitologia do Homem Morcego, o que para os fãs é um deleite. O longa é tão cheio de referências que as gerações mais novas ficarão boiando. Aqui, por exemplo, existe espaço inclusive para brincar com o seriado do Batman, da década de 1960, com Adam West. Além disso, o filme passa por todas as encarnações do personagem, seja na TV ou no cinema. Lego Batman também desmonta a imagem do sombrio cavaleiro das trevas como nenhum filme jamais fez. Some na mistura seus arqui-inimigos, em especial o Coringa, um menino prodígio bem inusitado e inclusive seus companheiros de Liga da Justiça. Não quero falar nada, mas deixa esta versão em live action no chinelo.

6 | Liga da Justiça

Por falar nela, em sexta posição no ranking chega Os Vingadores Liga da Justiça. Esperava-se um grande estardalhaço da superprodução, e ela vem fazendo certo barulho, mas talvez não o esperado. Depois da reação mista de críticos, fãs e amantes casuais de cinema em relação a Batman Vs. Superman (2016), o receio com o filme da Liga era grande. Isso foi um pouco remediado com o lançamento do maravilhoso (com o perdão do trocadilho) filme solo da Mulher Maravilha. Ela volta no filme da equipe, novamente personificada por Gal Gadot. A entrada de Joss Whedon substituindo Zack Snyder na direção trouxe luz às sombras, mais humor, e a especialidade do cineasta desde os tempos de Buffy – a Caça Vampiros, boas interações e diálogos entre personagens. Este é o ponto alto de Liga da Justiça. Tirando isso, temos um vilão bem capenga e uma estrutura narrativa diretamente saída de um dos maiores sucessos da empresa rival. Alguém aí falou em grande ameaça alienígena a ser combatida? Na dúvida, recorra sempre a ela.

5 | Thor: Ragnarok

A rivalidade pode até ser saudável. E a rixa entre os nerds de carteirinha, se digladiando através de caracteres na internet para ver quem é melhor, Marvel ou DC, pode ser comparada àquela de fanáticos por futebol. O importante é não se matarem ou terminar amizades. Os estúdios já perceberam isso, em especial a Marvel, que está na crista da onda. Batman Vs Superman era para ter sido lançado em 2015, batendo diretamente de frente com Vingadores: Era de Ultron (um filme que particularmente não consigo gostar, e não saberia dizer qual é o melhor entre os citados). As datas fariam um grande embate entre os maiores heróis de tais empresas. E na época a DC erguia-se com grande esperança, já que ainda não havia apresentado as consecutivas escorregadas. Seja por qual motivo, BVS foi adiado para o ano seguinte, evitando a briga. A Marvel não se deu por vencida e colocou seu Vingadores 2.5, vulgo Capitão América: Guerra Civil no páreo, e deu no que deu, mais uma vez comendo a rival viva. O grande duelo entre as empresas este ano ocorre entre Liga da Justiça e Thor: Ragnarok, que igualmente reúne grandes heróis da Marvel. Muita gente reclamou do humor exagerado do filme, e não deixam de ter razão. Por outro lado, não há como tirar os olhos do design de produção, possivelmente o melhor do ano para o gênero. Temos também Jeff Goldblum e Tessa Thompson roubando a cena e uma trilha sonora animal.

4 | Homem-Aranha: De Volta ao Lar

A volta do maior herói da Marvel, e seu garoto propaganda, para sua casa não foi tão impactante quanto esperávamos, mas mesmo assim conseguiu emplacar em quarto lugar da nossa lista. A maior reclamação talvez seja a falta de cenas de ação memoráveis, como algumas das icônicas contidas especialmente nos filmes de Sam Raimi. Calma gente, também precisamos lembrar que o personagem ainda está começando e se não chutou a porta em sua estreia, promete fazer isso em breve. Depois de ter roubado a cena em Guerra Civil (2016), o aracnídeo da vizinhança ganha um filme solo como os fãs queriam, desta vez nos domínios da Marvel Studios, podendo assim encontrar e interagir com personagens como Homem de Ferro e Capitão América. E parece que foi ontem a grande comoção dos fãs para que este fato se tornasse realidade. O que mostra que os executivos estão sim ouvindo vocês. Então chiem mesmo quando alguma coisa não está como querem. No lado positivo, Tom Holland chega enaltecido como o melhor intérprete do escalador de paredes, e o primeiro com a idade correta. Além disso, existe aqui um dos melhores vilões já criado para um filme da casa, o Abutre personificado por Michael Keaton, um inimigo bem humano e à altura do protagonista.

3 | Guardiões da Galáxia Vol. 2

O primeiro Guardiões (2014) foi uma verdadeira febre. Você lembra? Mostrou que a Marvel não podia errar nem quando pegava personagens do time C da casa para jogar aos holofotes. E não apenas isso, Guardiões se mostrou uma experiência mais satisfatória do que filmes solo de pratas da casa, como Thor e Capitão América (ambos de 2011). O que acontece é que o diretor James Gunn teve mais liberdade para criar seu projeto, usando de criatividade para separar esta Space Opera dos demais filmes do estúdio, já que não estariam necessariamente interligados como os outros. Além disso, pelo fato de serem personagem desconhecidos do grande público, existia espaço para arriscar mais. Com bastante humor, visual incrível, personagens estranhos e únicos, e uma trilha sonora que dominou seu respectivo ano, Guardiões ficou cimentado como um dos cinco melhores filmes da Marvel. Pressão para o segundo? Digamos, expectativa. Até mesmo quem não é particularmente fã de super-heróis queria ver o que iriam aprontar com a sequência deste filme queridão. O resultado foi este, uma obra tão divertida quanto e mais emotiva, focada ainda mais em laços familiares – um dos grandes temas do ano em blockbusters. Pode não ter causado o impacto do primeiro, já que não era mais novidade. Muitos, porém, afirmam que esta continuação é superior ao original. Eu diria tão boa quanto.

2 | Logan

Até agora na lista tivemos bons filmes de heróis, mas que funcionam dentro de uma fórmula pré-estabelecida, seja na Marvel ou na DC. Liga da Justiça, por exemplo, deixou para trás a época sombria e resolveu embarcar nas piadas. Já a Fox, para não sair perdendo, resolve investir em um grande diferencial. Precisamos lembrar também que o estúdio é o responsável por esta era de ouro que temos dos filmes de super-heróis, já que lá atrás lançou o primeiro deles nesta nova fase, com X-Men (2000). Faz tempo viu. Me lembro até hoje de quando fui assistir ao lado de amigos no cinema. Bons tempos. Agora o estúdio inova outra vez, lançando os primeiros filmes do gênero (primeiros de personagens muito conhecidos) com censura para maiores de idade. O primeiro foi Deadpool, do ano passado, elogiado como o melhor filme de herói de 2016, por seu teor politicamente incorreto, violência e palavrões. Particularmente, quero mais nudez! Agora chega Logan, terceiro filme solo do mutante mais popular dos X-Men, o Wolverine, que marca entre outras coisas a despedida do ator Hugh Jackman do personagem, após nove filmes personificando-o (o máximo que um ator já viveu o mesmo papel no cinema). Temos um filme de Wolverine como os fãs sempre quiseram e nunca puderam ver. Uma pena que seja na adaptação da história Old man Logan (Velho Logan), com o personagem já velho e desgastado – pense em como seria bom vê-lo desta forma, sem censura, em seu auge. De qualquer maneira, o tom de futuro apocalíptico serve para transformar a trama num faroeste / road movie moderno, e a velhice, um ponto necessário para o indestrutível herói. Como posso terminar o texto sem falar da carismática Dafne Keen, a menininha que rouba todos os holofotes. CORAGEM define bem este longa.

1 | Mulher Maravilha

Não tem jeito. Por mais que alguns aqui em nossa redação quisessem Logan como o melhor filme de herói do ano, o resultado foi devastador. Mulher Maravilha é revolucionário, pois traz a primeira super-heroína à frente, mostrando que filmes do gênero protagonizados e dirigidos por mulheres podem dar, e muito, certo. Tudo bem que esta história de origem não é tão fora da caixinha quanto o apresentado em Logan, e que o longa de Patty Jenkins funciona dentro de uma fórmula – ação, humor e efeitos – na qual se encontram a maioria dos filmes do gênero. Por outro lado, temos uma obra que remete ao primeiro grande filme do gênero que já foi feito, Superman – O Filme (1978), não por acaso da mesma DC. Mulher Maravilha é uma grande homenagem e remete diretamente a ele, dando ênfase em “o que é ser um herói”. A grandiosidade épica que Jenkins dá às cenas, em especial as que a heroína se ergue perante os desafios e inimigos é de tirar o fôlego. Além disso, a diretora fotografa sua estrela Gal Gadot no papel como ninguém consegue. Gadot é puro carisma nas formas da guerreira amazona. Mulher Maravilha é um filme que equilibra como poucos o desenvolvimento de personagens e do mundo aonde habitam, relacionamentos entre eles (o diálogo de Gadot com Chris Pine no barco, com viés feminista inocente é fantástico) e cenas de ação nas quais os efeitos funcionam a favor do filme.  E que venha a continuação!

Listas Individuais:

Renato Marafon – Editor-chefe

Mulher Maravilha
Logan
Guardiões da Galáxia Vol. 2
Thor: Ragnarok
Liga da Justiça
Homem-Aranha: De Volta ao Lar

Pablo Bazarello – Editor e crítico

Mulher Maravilha
Lego Batman
Thor: Ragnarok
Power Rangers
Guardiões da Galáxia Vol. 2
Logan
Homem-Aranha: De Volta ao Lar
Liga da Justiça

Rafaela Gomes – Redatora e crítica 

Mulher Maravilha
Logan
Guardiões da Galáxia Vol. 2
Liga da Justiça
Homem-Aranha: De Volta ao Lar
Thor: Ragnarok

Georgenor Franco Neto – Crítico

Logan
Mulher Maravilha
Homem-Aranha: De Volta ao Lar
Guardiões da Galáxia Vol. 2
Thor: Ragnarok
Liga da Justiça

Karolen Passos – Mídias Sociais e Crítica

Mulher Maravilha
Logan
Liga da Justiça
Guardiões da Galáxia Vol.2

Thiago Muniz – Redator

Mulher Maravilha
Logan
Homem-Aranha: De Volta ao Lar
Guardiões da Galáxia Vol. 2
Thor: Ragnarok
Liga da Justiça
Power Rangers

Letícia Alassë – crítica e colaboradora de conteúdo

Logan 
Mulher Maravilha
Homem-Aranha: De Volta ao Lar
Guardiões da Galáxia Vol. 2
Thor: Ragnarok

‘Pantera Negra’ mostra seu uniforme em nova capa de revista; Vem ver!

Pantera Negra ganhou duas novas imagens. A primeira mostra o herói em uma capa de revista e a outra detalha Okoye (Danai Gurira) e Nakia (Lupita Nyong’o). Confira:

Pantera Negra’ também é o grande destaque da edição de fevereiro da revista britânica Empire. Confira:

A adaptação dos quadrinhos ‘Pantera Negra‘ trará uma leva de guerreiras e segundo as atrizes da produção, o filme não abordará a velha rixa entre mulheres.

Em entrevista à revista Teen Vogue, o forte coro de mulheres da nova produção da Marvel falou sobre a abordagem adotada por Ryan Coogler, pontuando que o cineasta optou por fortalecê-las como indivíduos independentes que exercem papel essencial na narrativa.

Falando por todas, Lupita Nyong’o explicou a dinâmica escolhida pelo diretor:

Ryan deixou bem claro que não queria tratar aquela já esperada e batida narrativa com rivalidade feminina. Nesse gênero, onde a maioria dos personagens veste elastano, as mulheres costumam ser abordadas pela ótica de que elas estão sempre umas contra as outras. Na nossa história há tantas mulheres distintas que estão dominando seu próprio espaço. E pode até ser que elas estejam competindo entre si, mas isso não significa que existe uma ausência de amor e respeito entre elas”.

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar), e estreia no dia 15 de fevereiro de 2018.

‘Pantera Negra’: “Shuri é o Tony Stark de Wakanda”, brinca Chadwick Boseman

‘Pantera Negra’ vem aí! Personagens ganham belos cartazes individuais; Confira!

Fã de ‘X-Men’ bate recorde mundial com maior coleção dos heróis; Confira!

Você pode até ser um grande fã de ‘X-Men‘, mas Eric Jaskolka talvez seja o maior deles, a ponto de entrar para a lista seleta de Recordes Mundiais do Guiness

Jaskolka possui uma coleção invejável com 16.000 colecionáveis de ‘X-Men‘. E após uma avaliação do Guiness, foi constatado que essa é simplesmente a maior do mundo.

E para marcar esse feito surpreendente, um vídeo foi produzido pela empresa, mostrando um pouco da fascinante coleção deste homem.

Além disso, Eric dá detalhes sobre sua extensa trajetória como colecionador assíduo de ‘X-Men’, revelando que tudo começou em 1989.

Confira o vídeo:

 

 

 

 

 

Designer de produção de ‘John Wick 2’ retorna na sequência

A sequência ‘John Wick 3‘ já possui novos detalhes. Segundo o portal Omega Underground, Kevin Kavanaugh retorna como designer de produção do filme.

A publicação também pontuou que o anúncio do elenco da continuação será divulgado em breve.

O terceiro filme da franquia estreia no dia 17 de maio de 2019. Dirigido por Chad Stahelski, que comandou os dois anteriores, e terá retorno de Keanu Reeves como protagonista. Ainda não há detalhes sobre a trama.

Leia mais sobre John Wick à seguir:

O astro Keanu Reeves gostaria de contracenar novamente ao lado da atriz Tilda Swinton, desta vez no terceiro capítulo de ‘John Wick‘.

A informação foi revelada por ele durante uma entrevista à revista People. Segundo Reeves, Swinton é uma mulher extraordinária:

“Sabe, eu já pude trabalhar com ela antes. Estive em dois filmes, mas em apenas um eu contracenei diretamente com ela. E eu tô dentro! Nós nos esbarramos de vez em quando socialmente por aí. Ela é uma atriz e uma pessoa extraordinária, então é claro que eu adoraria tê-la no filme”.

O diretor e roteirista Chad Stahelski revelou que o terceiro filme da franquia ‘John Wick‘ mostrará a origem do personagem vivido por Keanu Reeves.

“Vamos mostrar alguns flashbacks explicando de onde John veio e para onde ele quer ir. Queremos mostrar a origem da High Table e como ela funciona. Não posso revelar mais detalhes, mas será um complemento ótimo para jornada do Sr. John Wick”, afirmou.

Vídeo reúne todas as mortes de ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’ 

O roteirista Derek Kolstad teve seu retorno confirmado em ‘John Wick 3‘. Foi ele quem roteirizou os dois filmes anteriores da franquia, e também está trabalhando no enredo da série baseada no filme.

johnwick

‘The Witcher’: Série da Netflix baseada em game não será “água com açúcar”

A série original da Netflix baseada no game de sucesso, ‘The Witcher‘, está caminhando a passos largos.

Como Lauren Schmidt Hissrich à frente da produção, é possível acompanhar parte de seu processo criativo em sua conta do Twitter, através de inúmeras publicações.

E a mais recente visa tranquilizar os fãs dos games e dos livros, afirmando que a produção não será “água com açúcar”, suavizando o universo amado pelos fãs.

Em resposta a um fã preocupado com a possibilidade de suavizar demais a narrativa, tirando seus aspectos fundamentais, Hissrich respondeu:

“Não faremos nada água com açúcar. Eu te dou a minha palavra”.

‘Doctor Who’: Peter Capaldi manda carta emotiva a fã; Confira!

Um pequeno fã de ‘Doctor Who‘ e do Peter Capaldi foi surpreendido com uma belíssima e emotiva carta do veterano no Natal.

Segundo o pai de David, Brian McGilloway, o garoto estava apreensivo em relação à sua regeneração, mas a carta inspiradora de Capaldi fortaleceu seu filho.

Confira:

 

Whittaker substitui Peter Capaldi, eleito para o papel em 2013, que deixou o programa no fim do ano. Veja abaixo o vídeo do anúncio oficial, feito pela própria BBC – canal exibidor.

 

Com três filmes de ‘Star Wars’, Disney já ultrapassa valor de compra da Lucasfilm

Com seus três primeiros filmes da franquia Star Wars(O Despertar da Força, Rogue One e Os Últimos Jedi) a Disney já ultrapassou a marca de 4,06 bilhões de dólares, batendo a quantia desembolsada para a compra da Lucasfilm em 2012.

Apesar do número impressionante, vale lembrar que a empresa gastou muito para produzir e comercializar os três longas, e o fato da Disney dividir grande parte da bilheteria com donos de teatro. Por outro lado, também ganhou muito dinheiro com venda de produtos, com parque temático e merchandising.

Star Wars: Os Últimos Jedi’ já soma mundialmente US$ 934,2 milhões e pode chegar a US$ 1 bilhão até o último dia do ano.

Com US$ 423,3 milhões arrecadados apenas nos EUA. Com isso, o novo filme da franquia se tornou a segunda maior arrecadação de 2017 no país, superando os US$ 412 milhões de Mulher-Maravilha, mas ainda precisa ultrapassar os US$ 504 milhões de A Bela e a Fera.

Se o filme se mantiver nesse ritmo, a previsão é que encerre nos EUA com uma arrecadação entre US$ 750 e US$ 800 milhões, o que pode colocá-lo na frente dos US$ 760 milhões de ‘Avatar’, de James Cameron.

Lembrando que o valor ainda vai subir mais nas próximas semanas, quando o filme será lançado na China (5 de Janeiro).

Leia a nossa Crítica em Vídeo | Star Wars: Os Últimos Jedi – Comentamos o filme mais aguardado de 2017

Corre ver a matéria especial do Jânio Nazareth, Repórter Hollywood, sobre a première do filme:

 

Crítica | Black Mirror 4×06 – Black Museum

O Museu do Amanhã

O último episódio da nova temporada de Black Mirror era também o mais misterioso, cuja trama foi guardada a sete chaves. Antes de começar, devo fazer uma recomendação. Como todos sabem, não existe uma ordem específica a ser seguida na hora de assistir a Black Mirror, já que se trata de uma série de antologia. No entanto, a única ordem que deve ser seguida é deixar Black Museum para o final. O espectador irá apreciá-lo mais assim.

Leia nossa crítica de ‘USS Callister’, primeiro episódio da 4ª Temporada de Black Mirror

O que acontece é que o último episódio chega como grande homenagem ao legado da série e a tudo que diz respeito a Black Mirror. Somos levados a um museu, daí o título do episódio, onde se encontram a maioria dos artefatos tecnológicos apresentados ao longo destas quatro temporadas – sim, eu disse quatro, já que itens da nova temporada também entram em cena aqui, criando conexão com o que você acabou de assistir (vide USS Callister, por exemplo). Daí a recomendação inicial. Fora isso, temos referências a episódios inesquecíveis, como San Junipero também. A vontade é assistir de novo para tentar pegar tudo.

Leia nossa crítica de ‘Arkangel’, segundo episódio da 4ª Temporada de Black Mirror

Apesar da brincadeira cheia de referências ser muito bem vinda, sentimos também que Black Museum, que é dirigido por Colm McCarthy (do ainda inédito no Brasil Melanie – A Última Esperança, ou The Girl With All the Gifts, no original), não mergulha totalmente nelas, utilizando-as como foco narrativo de sua trama. Esse, porém, é só um pequeno detalhe, já que o episódio utiliza outros aparatos, inéditos na mitologia, para impulsionar a história. Outro detalhe aqui é que Black Museum, o segundo episódio mais longo (depois de USS Callister), é na realidade três episódios em um.

Leia nossa crítica de ‘Crocodilo’, terceiro episódio da 4ª Temporada de Black Mirror

Acompanhamos Rolo Haynes (Douglas Hodge), o guia do local, realizando um tour com a jovem Nish (Letitia Wright), que enquanto espera seu carro ser recarregado, decide visitar o museu. Daí, enquanto mostra todas as peças de sua coleção – hoje em desuso, o que pode colocar este episódio ainda mais no futuro dentro desta cronologia, Rolo Haynes revela um pouco de seu passado também, e da época em que era o representante de tais inovações tecnológicas. O sujeito esteve à frente, por exemplo, de uma máquina capaz de transmitir todo tipo de sensação física através de um implante em seu usuário. Desta forma, o dedicado médico Peter Dawson (Daniel Lapaine) se torna capaz de curar muitas doenças. Como efeito colateral, no entanto, ele se torna viciado na dor, até um chocante desfecho.

Leia nossa crítica de ‘Hang the DJ’, quarto episódio da 4ª Temporada de Black Mirror

Assim, como um cientista louco em desgraça, Haynes vai narrando suas experiências condenáveis, sempre deficientes de consciência e moral. A segunda história que o sujeito revela é sobre a tecnologia capaz de inserir na mente de uma pessoa a consciência de outra. A operação é utilizada quando Carrie (Alexandra Roach), uma jovem mulher, entra em coma. Jack (Aldis Hodge), seu marido, sofre diariamente, até que o sujeito sem escrúpulos chega com a proposta de implantar em sua mente a consciência de sua mulher desfalecida. Uma ideia a princípio bem intencionada, mas que em pouco tempo se mostrará extremamente disfuncional.  Estas duas histórias soltas servem para complementar Black Museum, mas sentimos que poderiam ser episódios próprios, mesmo que sem a força de um episódio independente de verdade. De fato, estas subtramas soam como episódios rejeitados, cujo desenvolvimento ficou na metade do caminho, e foram usados como sobra apenas para encaixar as lacunas de um episódio maior.

Leia nossa crítica de ‘Metalhead’, quinto episódio da 4ª Temporada de Black Mirror

O problema aqui é realmente seu cerne, resultando em uma história de vingança, sem que nos envolvamos verdadeiramente com nenhuma das partes; nem com o antagonista, nem com a vingativa heroína. Até mesmo a causa da vingadora soa sem a identificação necessária. Como resultado, Black Museum é um episódio sem muita força, mas que vale por sua intenção e o clima auto-referencial.

Leia nossa crítica completa da 4ª Temporada de Black Mirror

Assista nossa crítica em vídeo da 4ª Temporada de Black Mirror

Saiba quais são nossos episódios preferidos da 4ª Temporada de Black Mirror – Do Pior ao Melhor

‘Flashpoint’: Cartaz de fã traz Flash em linha do tempo alternativa; Confira!

Mais um criativo cartaz de ‘Flashpoint‘, feito por um fã, traz o herói Flash percorrendo uma linha temporal distinta.

A arte ainda traz os colegas de ‘Liga da Justiça‘, Mulher-Maravilha, Ciborgue, Aquaman e Batman.

Confira:

Jeffrey Dean Morgan faz mistério sobre viver Batman em ‘Flashpoint’; SERÁ?

 

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Calendário russo traz novas artes; Confira!

Um calendário russo para o ano de 2018, feito pela Disney, traz novas artes de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

Confira:

Vingadores: Guerra Infinita chega em 26 de abril de 2018 e Vingadores 4 tem estreia marcada para 2 de maio de 2019.

Crítica | Black Mirror 4×04 – Hang the DJ

Encontro Marcado

Os fãs de Black Mirror sabem bem do que toda temporada da série precisa. São elementos que já se mostram canônicos nesta mitologia e que não podem faltar. Primeiro, uma tecnologia avançada, complexa e fictícia, que talvez não faça muito sentido agora, mas serve de forte espelho para o nosso presente. Segundo, personagens psicologicamente abalados, que transformam o intuito de tal tecnologia, originalmente criada para ajudar, em algo extremamente negativo. Bem, para resumir, porque esta lista de itens pode se estender muito, não pode faltar também uma premissa sobre relacionamentos amorosos e como funcionarão no futuro.

Leia nossa crítica de ‘USS Callister’, primeiro episódio da 4ª Temporada de Black Mirror

Hang the DJ é o único episódio nesta nova temporada que supre tal necessidade. É o episódio mais “bonitinho” e romântico do lote, além de ser o mais positivo também, chegando diretamente na esteira de San Junipero, episódio da terceira temporada, que é um dos favoritos e mais comentados do grande público, e o preferido deste que vos fala. Hang the DJ, no entanto, se mantém abaixo do proposto no citado episódio, que inclusive ganhou dois prêmios no Emmy deste ano, se confirmando como episódio mais prestigiado da série.

Leia nossa crítica de ‘Arkangel’, segundo episódio da 4ª Temporada de Black Mirror

Na trama, um aplicativo de relacionamentos superavançado – pense em Tinder elevado à décima potência – dita a forma como vivemos no futuro. Imagine o que ocorre em O Lagosta (2015), de Yorgos Lanthimos, com Colin Farrell, no qual existe uma imposição social que nos obriga a achar uma parceira imediatamente ou seremos exilados. Em Hang the DJ, a imposição é outra, e precisamos obedecer os mandos e desmandos desta tecnologia, igualmente regida de forma ditatorial. Os pares formados por obrigação de terceiros soa como pastores evangélicos futurísticos de certas vertentes da religião.

Leia nossa crítica de ‘Crocodilo’, terceiro episódio da 4ª Temporada de Black Mirror

Neste que é meu segundo episódio favorito da temporada, uma tecnologia intrigante e complexa se faz presente, preenchendo tal requisito muito esperado, ao qual estamos acostumados em Black Mirror. Este “aplicativo” seleciona seu parceiro, e diz quanto tempo o relacionamento irá durar – pode ser horas ou até mesmo anos. As trocas podem ser constantes, até que este computador analise seu parceiro final, com quem você permanecerá casado.

Leia nossa crítica de ‘Metalhead’, quinto episódio da 4ª Temporada de Black Mirror

Como num conto moderno de Romeu e Julieta, Frank (Joe Cole) e Amy (Georgina Campbell) irão se rebelar contra o sistema, após dois encontros nos quais terminam perdidamente apaixonados um pelo outro. Existe até uma reviravolta na qual o sujeito quase põe tudo a perder, em nome da curiosidade humana – o teor agridoce sempre presente também. Um dos chamarizes aqui é a química do casal, em especial o irresistível charme e carisma da bela Campbell. Por outro lado, este é mais um episódio cujo desfecho parece não fazer muito sentido. Mesmo assim não afeta a experiência. A direção é de Timothy Van Patten, veterano de séries como (Game of Thrones e Boardwalk Empire).

Leia nossa crítica completa da 4ª Temporada de Black Mirror

Assista nossa crítica em vídeo da 4ª Temporada de Black Mirror

Saiba quais são nossos episódios preferidos da 4ª Temporada de Black Mirror

O nome “Gal Gadot” está na lista das palavras que os americanos não sabem pronunciar; Confira!

O ano de 2017 foi fantástico para a Gal Gadot, com o sucesso deMulher-Maravilha e a aceitação dos fãs, mas será mesmo que todos sabem pronunciar o nome dela? De acordo com dados de um aplicativo, não.

O nome “Gal Gadot” lidera a lista das 10 palavras mais mal pronunciadas do ano nos EUA. A pronúncia certa do nome da atriz é “gal gah-dott”, porém, muitos americanos falam o sobrenome com um “t” mudo. Confira a lista (em inglês):

Gal Gadot (gal gah-dott)

Bokeh (boh-keh)

Coulrophobia (cool-ruh-foh-bee-ah)

Dotard (doh-terd)

Fibromyalgia (fai-broh-mai-ahl-jyah)

Namibia (nah-mih-bee-ah)

Nuclear (noo-klee-ar)

Puerto Rico (pwehr-toh ree-coh)

Pyongyang (pyong-yang)

Weinstein (wine-steen)

Enquanto isso, a continuação de Mulher-Maravilha será lançada no dia 1º de novembro de 2019, com a diretora Patty Jenkins e o roteirista Dave Callaham (Godzilla) à bordo.

Crítica| Black Mirror 4×01 – U.S.S. Callister

Jornada na Psicose Humana

Poucos episódios desta quarta temporada de Black Mirror são tão satisfatórios quanto este (agora) primeiro. Se formos seguir literalmente, nenhum é, já que este é o melhor do novo lote. À primeira vista vendido como uma sátira/homenagem de Star Trek – icônica série de ficção científica criada por Gene RoddenberryUSS Callister vai desvendando suas camadas e fazendo aparecer muito mais do que esperávamos.

Leia nossa crítica de ‘Metalhead’, o episódio de terror da 4ª Temporada de Black Mirror

O episódio pega de surpresa, e esta é a alma do negócio. Todos os outros episódios foram um pouco diminuídos por suas prévias e premissas anunciadas, sem fugir muito do que imaginávamos sobre eles. USS Callister é diferente, pois a cada guinada nos deixa sem adivinhar o que vem a seguir, e esta imprevisibilidade é grande parte do que constitui Black Mirror, e que andou muito em falta nesta temporada.

Saiba quais são nossos episódios favoritos da 4ª Temporada de Black Mirror

Como dito, o episódio parece apenas uma trama de uma piada só, no entanto, segue para terrenos bem mais sombrios. USS Callister exibe muito subtexto, e existem inúmeros itens a serem destacados e discutidos. A esta altura vale dizer também que é sempre preferível ter assistido ao episódio antes de ler uma crítica como esta, pois alguns spoilers podem escapar – afinal é difícil falar sobre uma trama complexa como esta sem adentrar alguns de seus segredos.

A seu favor, e de seu desenvolvimento narrativo e de personagens, temos que levar em conta que USS Callister é o episódio mais longo, com 1 hora e 16 minutos de projeção, possibilitando este exímio detalhamento. Existe todo um paralelo interessantíssimo também sobre trocas de papeis, de heróis e vilões, no mundo virtual e mundo real, que vale a pena ser ressaltado.

Assista nossa crítica em vídeo da 4ª Temporada de Black Mirror

Na trama, Jesse Plemons é Robert Daly, um tímido nerd sem muita voz mesmo dentro da grande empresa que ajudou a criar. Ele é o programador, o cara que fica nos bastidores, totalmente subjugado por seu parceiro profissional, Walton (papel de Jimmi Simpson, de Westworld), a face da companhia. Além disso, nenhum dos funcionários o respeita ou sequer notam sua presença. Daly, o patrão, que era para ser visto como forte líder, é considerado por todos como o perdedor do pedaço. Mas isso muda toda noite quando ele chega em casa e mergulha no mundo virtual especialmente criado por ele, que tem tudo a ver com a citada série espacial famosa – aqui tratada por outro nome.

Este tal mundo vai além de um programa de TV, que serviu apenas como sua base. É uma mistura entre jogo de última geração, com direito a consciências virtuais, e simuladores de inteligências artificiais. Ou seja, USS Callister verdadeiramente resgata o espírito do que é Black Mirror, criando uma tecnologia tão complexa e fictícia, que está a muitos anos no futuro além de nossa compreensão. Mostrando que é verdadeiramente o melhor episódio, USS Callister vai além, dando diversas guinadas na trama, subvertendo personagens e acrescentando muito do típico teor dark e barra pesada ao qual estamos acostumados nessa série que “desgraça nossa cabeça”.

Leia nossa crítica completa da 4ª Temporada de Black Mirror

USS Callister mostra também que não é necessário um diretor renomado para entregar um bom episódio. Pelo contrário, Toby Haynes, um nome desconhecido do grande público, mostra que tem mais fome, e querer se provar mais, do que cineastas renomados e acomodados. Haynes vem de programas como Doutor Who e Sherlock, e domina bem a estrutura narrativa de poucos minutos, mostrando aqui estar inclusive pronto para o cinema.

Leia nossa crítica de ‘Crocodilo’, terceiro episódio da 4ª Temporada de Black Mirror

USS Callister é aquela pancada gostosa, o tapa na cara, o tiro que estamos acostumados a levar quando o assunto é Black Mirror. E do qual gostamos muito. Fora isso, existem inúmeras referências para os aficionados pelo universo de Roddenberry – um dos mais legais é a mudança no estilo estético, quando uma evolução ocorre e os integrantes da nave parecem pertencer aos novos filmes, produzidos por J.J. Abrams, reparem na ótima sacada com os uniformes, visual e os Lens Flares. Hilário.

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‘Me Chame Pelo Seu Nome’: Diretor revela os planos para a sequência; Saiba mais!

Com o enorme sucesso de crítica que o drama gay Me Chame Pelo Seu Nomeestá fazendo ao redor do mundo, é bem provável que a história de Elio e Oliver possa continuar, e pelo visto vai, de acordo com uma entrevista que o diretor Luca Guadagnino cedeu ao The Guardian.

“Estes personagens são tão fantásticos, quero saber o que acontece com eles. As últimas 40 páginas do livro falam sobre 20 anos da vida de Oliver e Elio. Então comecei a pensar em ‘Up’ de Michael Apted, e o ciclo de filmes de Truffaut dedicados ao personagem de Antoine Doinel. E pensei que talvez não seja questão de fazer uma sequência, mas de apresentar crônicas de todos os personagens do filme. Eu acho que observar o crescimento dos personagens no corpos destes atores será fantástico”

De acordo com o IndieWire, a cineasta Pedro Almodóvar elegeu o drama gay Me Chame Pelo Seu Nome como o melhor filme do ano durante votação anual do site espanhol Otros Cines Europa.

Ainda segundo ele, Timothée Chalament, que concorre ao Globo de Ouro, “é a revelação de 2017”.

“Tudo é muito bonito, charmoso e desejável nesse filme. Os meninos, as meninas, os cafés da manhã, as frutas, os cigarros, os reservatórios, as bicicletas, as danças ao ar livre, os anos 1980, as dúvidas e a devoção dos protagonistas, a sinceridade de todos os personagens, o relacionamento com os pais. Veja o compromisso dos autores André Aciman, James Ivory e Luca Guadagino com a paixão dos sentidos e a luz do norte da Itália.”

Por enquanto temos que esperar para saber. No Brasil o filme lança dia 18 de janeiro nos cinemas.

O premiado drama gay também ganhou o prêmio de Melhor Filme do ano na Associação de Críticos de Cinema de Los Angeles.

O drama tem deixado sua marca em diversos festivais esse ano, passando pelo Festival do Rio, Toronto, Sundance e Berlim. Também ganhou o prêmio principal no Gotham Independent Film Awards 2017 e é um dos mais cotados para o Oscar 2018.

‘Corra!’ e ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ vencem o Gotham Independent Film Awards 2017

A trama acompanha um jovem de 17 anos que começa um romance com um dos convidados de seu pai, durante as férias da família na Riviera italiana. O longa foi exibido no Festival do Rio desse ano.

Me Chame Pelo Seu Nome teve dois clipes divulgados.

Assista:

 

‘Novos Titãs’: Trigon pode ser o vilão da série de TV; Saiba mais!

Uma chamada de elenco para a série de TV em live-action de Novos Titãspode ter revelado quem deve ser o vilão.

De acordo com a chamada, o vilão Trigon pode fazer uma aparição na série:

“Homem, de 30 a 40 anos, caucasiano. Carismático. Um líder de culto determinado a reunir sua família. Papel central no fim da temporada. Convidado especial recorrente”

Confira o visual de Alan Ritchson e Minka Kelly como Rapina e Columba na série de TV de os Novos Titãs’. Confira:

O ator Brenton Thwaites também postou novas fotos em seu instagram caracterizado como o Robin para a série de TV ‘Novos Titãs’. Nas imagens, podemos ver detalhes do uniforme do herói.

Além disso, o ator também revelou que filmou uma sequência de luta que se passa em um beco em Gotham City.

Confira as imagens:

A série em live-action sobre o grupo de heróis juvenis da DC Comics teve seus atores principais escalados para viver os heróis.

A equipe da DC surgiu pela primeira vez em 1964, como uma equipe de jovens heróis, ainda com o nome de Turma Titã. A série, prevista para estrear em 2018, reunirá os justiceiros Asa Noturna, Estelar, Mutano, Ravena e a dupla Columba e Rapina.

Brenton Thwaites será Dick Grayson (Asa Noturna)

Ryan Potter será o Mutano:

Teagan Croft viverá a Ravena:

Anna Diop será a Estelar:

Minka Kelly será Columba:

Alan Ritchson no papel de Rapina:

O programa, previsto para estrear em 2018, é de autoria de Greg Berlanti, produtor deArrow’, ‘The Flash’, ‘SupergirleLegends of TomorrowLindsey Gort também está no elenco. A série terá Akiva Goldsman (‘Star Trek: Discovery’) e Geoff Johns na equipe de roteiristas dos 13 episódios.

Brad Anderson (Fringe) dirigirá o piloto.

Thanos é eleito o vilão mais aguardado de 2018; Confira a lista!

O site Fandango realizou uma enquete para saber qual seria o vilão mais aguardado de 2018, e o Titã Thanos ganhou disparado, com cerca de 8 mil votos. Confira a lista completa:

  1. Thanos (Josh Brolin de Vingadores: Guerra Infinita)
  2. Gellert Grindelwald (Johnny Depp de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald)
  3. Erik Killmonger (Michael B. Jordan de Pantera Negra)
  4. (Personagem ainda sem nome!) (Jessica Chastain de X-Men: Fênix Negra)
  5. Michael Myers (Nick Castle de Halloween)
Vingadores: Guerra Infinita chega em 26 de abril de 2018 e Vingadores 4 tem estreia marcada para 2 de maio de 2019.

Crítica | Black Mirror 4×05 – Metalhead

O Exterminador do Futuro

Três conceitos parecem definir a quarta temporada de Black Mirror. O primeiro, e mais louvável, é o maior destaque para presenças femininas nas tramas, impulsionando ou protagonizando os episódios. A segunda, são histórias focadas em tecnologias ligadas a chips e implantes em nossas mentes, com monitoramento de nossas cabeças e pensamentos – Arkangel, USS Callister, Crocodilo e Black Museum utilizam vertentes desta tecnologia, ou seja, quatro dos seis episódios. E finalizando, temos como uma constante na nova temporada, tramas simples, sem grandes complexidades no terreno da ficção científica ou humanas – como em temporadas passadas.

Metalhead funciona com a simplicidade de O Exterminador do Futuro (1984), de James Cameron, mas também com sua eficiência. Tudo o que precisamos saber aqui é que máquinas querem nos matar, num futuro pós-apocalíptico. Assim como o T-800 de Arnold Schwarzenegger, essas pequenas criaturas robóticas, parecidas com cachorros mecânicos, são implacáveis e não desistem nunca.

Leia nossa crítica completa da 4ª Temporada de Black Mirror

Não há muita explicação também. Não sabemos de onde vieram estas máquinas, por que foram criadas e quem são estes membros da resistência. Mas aqui isso não importa muito, já que o episódio compensa em outras áreas, como na narrativa dinâmica e acelerada, e no alto nível de tensão. E assim como em produções cult independentes (todo feito em preto e branco, o primeiro da história da série, dando ar de cinema de arte), as lacunas são deixadas para que nós as preenchamos.

Metalhead também funciona como o filme de terror e ação da temporada. Reserva altos níveis de adrenalina e momentos de grande tensão. É essa eficiência que faz o episódio sobressair a outros que igualmente não exibem similaridade ao cânone de Black Mirror. A proposta aqui é “já que vale ser diferente, vamos entregar algo realmente diferente”.

Saiba quais são nossos episódios preferidos da 4ª Temporada de Black Mirror – Do Pior ao Melhor

Dirigido por David Slade, do excelente Menina Má.com (2005), o terceiro nome de peso atrás das câmeras nesta temporada, o quinto episódio acompanha um grupo de sobreviventes em uma terra aparentemente devastada, invadindo um grande galpão atrás de um item. No local se deparam com a ameaça iminente de um pequeno robô, uma mistura entre cachorro e tatu. A criatura “bonitinha” não deixa que se enganem quanto a sua crueldade, e se mostra uma máquina de matar perfeita. O episódio é muito sangrento, inserindo grande nível de urgência na história.

A britânica Maxine Peake, no papel de Bella, é basicamente a única personagem da trama, e a Sarah Connor da vez. A atriz segura bem a história nervosa de sobrevivência. Pode não ser exatamente material de Black Mirror, mas é bom, e isso que interessa. Como ponto negativo, mais um desfecho incompreensível nesta temporada – que nem mesmo o escritor Charlie Brooker deve ter uma resposta convincente.

Assista nossa crítica em vídeo da 4ª Temporada de Black Mirror

‘Solo: Uma História Star Wars’: Nova foto sugere que Boba Fett poderá aparecer no spin-off

Alguns rumores já estavam indicando a presença do mercenário Boba Fett no spin-off Solo: Uma História Star Wars, agora parece que temos uma confirmação vinda (acidentalmente!) do diretor Ron Howard, que publicou uma foto em seu Twitter com o ator Paul Bettany, mas todo mundo ficou de olho em algo que estava escondido lá atrás no cenário. Veja:

Você viu? No fundo da imagem podemos ver o capacete de Boba Fett. Um usuário no Reddit percebeu o detalhe e compartilhou. Confira:

Boba Fett spoted in Solo film set. from StarWarsLeaks

Uma imagem promocional deSolo: Uma História Star Wars foi divulgada online, mostrando o protagonista ao lado do jovem Lando (Donald Glover) e da personagem de Emilia Clarke. Confira:

Um fã e usuário do Reddit afirma ter assistido o primeiro trailer de Solo: Uma História Star Wars, e resolveu compartilhar no fórum o que viu no vídeo. Confira a descrição:

Deets on Solo teaser from StarWarsLeaks

“Não é muita coisa, mas aqui vai um resumo do que eu vi. Obviamente tem mais coisa, mas esses são o que se destacou:

  • Han caminhando, o ângulo só mostra o seu blaster;
  • Wookiees sendo transferidos para algum lugar. O planeta parece novo, nunca tinha visto ele antes;
  • Han se aproxima de um grupo de pessoas ao redor de uma mesa, algo assim;
  • Close nos dados de Han;
  • Há uma cena com o personagem de Woody Harrelson, mas é em um beco escuro e ele parece paranoico;
  • Han grita “Yehoo!” e a Falcon viaja na velocidade da luz;
  • Chewbacca ruge e corre ao lado de Han;
  • Alguém diz “não vale o risco”, quase certeza de que era a voz do Lando;
  • Corta para uma tela preta e alguém diz “eu farei ele pagar” e tem um grande rifle na mesa com pedaços de armadura ao lado;

Não vi muita coisa da personagem da atriz de ‘Game of Thrones’, [Emilia Clarke]. Aparece escrito “Neste Verão” e depois um flash de vários stormtroopers andando em direção à um beco.”

Vale ressaltar que nenhuma dessas informações foram confirmadas, então, não passam de rumores.

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody Harrelson, Emilia Clarke (de Game of Thrones), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.

‘007’: Próximo ‘Bond’ pode ser negro ou mulher, segundo produtora

Representatividade total! Próximo Bond dos cinemas pode ser negro ou uma mulher, de acordo com a produtora Barbara Broccoli.

Em uma entrevista ao Daily Mail, Broccoli afirmou que está feliz que Daniel Craig irá retornar para o 25º filme do personagem, mas que tudo é possível após isso.

“Esses filmes de Bond tendem a refletir os tempos que estamos, então sempre tentamos expandir um pouco os limites. Tudo é possível. Agora é o Daniel Craig, e estou muito feliz com isso, mas quem sabe o que o futuro trará?”

Vale lembrar que muitos rumores indicavam Idris Elba e Gillian Anderson como os favoritos para viver o espião em um próximo filme.

O cineasta Denis Villeneuve falou sobre a possibilidade de assumir a direção da próxima sequência do agente 007.

Em entrevista ao The Playlist, o diretor falou que adoraria assumir o projeto, pontuando sua agenda apertada com as filmagens de ‘Dune’.

Segundo ele:

“Na verdade eu não sei nada sobre o assunto, mas Daniel Craig é um ator incrível com eu tive um pouco de contato, mas eu estou bem ocupado agora produzindo ‘Dune’. Mas também preciso dizer que realmente seria um privilégio trabalhar com ele, um verdadeiro sonho. Adoraria fazer um filme de Bond com Daniel, ia ser muito gratificante. Eu acho que tudo é uma questão de timing”.

Paul McGuigan, o diretor responsável por ‘Os Gângsteres’ e ‘Victor Frankenstein’ também estaria sendo cotado para assumir a direção de ‘James Bond 25’. A informação partiu do site Den of Geek.