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Xuxa ou Marlene? Fãs se dividem sobre quem tem razão no EMBATE entre as duas; De que lado você ficou?

Xuxa, o Documentário’, que gira em torno da icônica Rainha dos baixinhos Xuxa Meneghel, teve seu episódio final focado em um embate entre a apresentadora e sua ex-empresária Marlene Mattos.

Acusações foram trocadas, e os fãs se dividiram entre qual das duas está certa.

Confira as reações:

Em entrevista exclusiva ao CinePOP para divulgar o reality show Caravana das Drags, a Xuxa revelou que ainda sonha em apresentar um novo Programa Infantil.

“É uma pena eu chegar na maturidade que eu tenho, com a experiência que eu tenho, aos 60 anos, e no País aonde ser velho é uma ofensa, eu não sei se as pessoas veem uma velha trabalhando com crianças. Eu não sei se tem esse espaço no streaming ou na TV aberta, ou na vida das pessoas uma mulher que tem tanta vontade de fazer algo com as crianças. Eu tive tanto espaço aos vinte anos, quanto era inexperiente, e aos 60 eu não tenho mais isso”, ela revelou.

Assista:

Assista ao trailer:

Lembrando que a minissérie também está disponível no Globoplay.

Xuxa, O Documentário’ apresenta a trajetória da apresentadora e cantora Xuxa Meneghel. Com mais de quarenta anos de carreira, atravessando gerações, quebrando recordes nacionais e marcando a infância de diversas famílias não só no Brasil, mas também no mundo, a série documental oferece um novo olhar sobre quem foi e quem é Xuxa. Dividida em cinco episódios, apresenta depoimentos inéditos, entrevistas exclusivas e uma imersão nos momentos mais importantes de sua carreira.

Pedro Bial comanda a produção, enquanto Camila Appel assina o roteiro.

Sydney Sweeney é cotada para estrelar novo ‘Star Wars’

Sydney Sweeney está super em alta em Hollywood, e após estrelar em sequência ‘Todos Menos Você‘, ‘Imaculada‘ e ‘Madame Teia‘, ela está sendo cotada para estrelar um projeto misterioso da franquia.

Segundo a insider MyTimeToShineHello, a Lucasfilm está interessada na atriz para protagonizar um novo projeto da franquia.

Não foi especificado se será um longa-metragem ou série do Disney+.

Vale lembrar que o renomado cineasta George Lucas recentemente compartilhou suas opiniões sobre os novos filmes da saga, expressando que as novas produções se desviaram do caminho original.

Segundo o The Hollywood Reporter, durante o 77º Festival de Cannes, o cineasta de 80 anos foi honrado com uma Palma de Ouro em reconhecimento à sua contribuição para o cinema, e durante a premiação Lucas criticou as sequências de Star Wars feitas após a venda da Lucasfilm para a Disney em 2012 por US$ 4,05 bilhões, argumentando que os novos gestores corporativos cometeram muitos erros.

“Eu era o único que verdadeiramente compreendia o universo de Star Wars, pois há uma profundidade significativa nele. A Força, por exemplo, era algo que ninguém entendia completamente”, comentou George Lucas. “Com a chegada de outras pessoas após a venda da empresa, muitas das ideias fundamentais do universo original meio que se perderam. Mas é assim que as coisas são. Às vezes, é preciso aceitar e seguir em frente”.

Ele ainda defendeu seus filmes prequelas deStar Wars contra críticas, afirmando que a saga nunca foi destinada a um público adulto, mas sim a jovens adolescentes em busca de grandes questões existenciais.

Star Wars deveria ser um filme para crianças de 12 anos, na fase da puberdade, que estão explorando grandes questões: ‘Do que devo me preocupar? O que é realmente importante na vida?'”, explicou. “E todas essas questões estão presentes em Star Wars, embora às vezes de forma sutil. Elas estão lá, embora talvez não tão evidentes, mas certamente compreensíveis, especialmente para um público jovem”.

Lucas também abordou a reação negativa aos seus prequels, destacando que muitos “críticos e fãs que tinham 10 anos quando viram o primeiro” e não queriam assistir a um filme para crianças.

Sobre Jar Jar Binks, um dos personagens mais odiados da franquia, Lucas relembrou à reação inicial ao C3PO. “Todo mundo disse a mesma coisa sobre o C3PO, que ele era irritante e deveríamos nos livrar dele. Quando cheguei ao terceiro filme, foram os Ewoks: ‘Esses são apenas ursinhos. Este é um filme para crianças, não queremos ver um filme para crianças.’ Eu disse: ‘De fato, é um filme para crianças. Sempre foi destinado a ser assim.'”

Quanto às mudanças em sua trilogia original, Lucas defendeu sua decisão de atualizá-la com tecnologia digital, enfatizando o direito do cineasta de moldar sua obra conforme sua visão. “Sou um forte defensor do direito do diretor, escritor ou cineasta de moldar seu filme conforme sua visão. Para os fãs ansiosos por uma versão restaurada em 4K de Star Wars de 1977, não mantenham suas expectativas tão altas”.

Lembrando que ‘Star Wars: O Acólito’, nova produção da saga, chega ao catálogo da Disney+ em 04 de junho.

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Hero Fiennes Tiffin interpretará versão JOVEM do Sherlock Holmes em série do Prime Video

De acordo com o Deadline, Hero Fiennes Tiffin, conhecido pela franquia ‘After‘, será o protagonista de ‘Young Sherlock‘, série que está sendo desenvolvida pelo Prime Video.

O ator interpretará uma versão mais jovem do icônico investigar, criado originalmente por Sir Arthur Conan Doyle.

A série será baseada na saga homônima de Andy Lane.

“Esta história de origem irreverente e cheia de ação reimagina um Sherlock Holmes aos 19 anos, que se encontra desonrado, amador, sem filtro e sem forma. Logo, ele se vê envolvido em um mistério de assassinato na Universidade de Oxford que ameaça sua liberdade. Mergulhando em seu primeiro caso com uma total falta de disciplina, Sherlock consegue desvendar uma conspiração mundial que mudará sua vida para sempre.”

Guy Ritchie (‘Aladdin’) será responsável pela direção, além de servir como produtor executivo. O cineasta já está familiarizado com o universo da saga, tendo comandado ‘Sherlock Holmes‘ em 2009, adaptação estrelada pelo Robert Downey Jr., além de ter retornado para a sequência, ‘Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras‘, em 2011.

Matthew Parkhill servirá como roteirista, produtor executivo e showrunner.

“Em ‘Young Sherlock’, nós vamos ver uma nova versão do detetive que todos pensam que conhecem de uma forma que eles nunca imaginaram antes,” declarou Ritchie em comunicado oficial. “Nós vamos descobrir como funciona a mente deste enigmático personagem e aprender como ele se tornou o gênio que passamos a amar.”

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Novas informações devem ser divulgadas em breve

‘Eles Vão Te Matar’: Terror sangrento e engraçado produzido pelo diretor de ‘It’ ganha data de estreia no streaming!

O terror cômico de ação Eles Vão Te Matar não fez o sucesso esperado nos cinemas e agora tenta encontrar seu público no streaming.

O filme estreia no catálogo da HBO Max no dia 12 de Junho.

Na trama, uma mulher responde a um anúncio para ser governanta em um edifício residencial glamoroso na cidade de Nova York. No entanto, após alguns desaparecimentos misteriosos, logo se torna aparente que o arranha-céu está sob o controle de um culto satânico.

Zazie Beetz (‘Deadpool 2’) é a protagonista.

O elenco ainda conta com Myha’la (‘Morte Morte Mprte’), Patricia Arquette (‘Medium: A Paranormal’), Heather Graham (‘Do Inferno’) e Tom Felton (‘Harry Potter’).

Kirill Sokolov (‘Morra!’) fica responsável pela direção. Além de comandar a produção, ele também assina o roteiro ao lado de Alex Litvak.

Andy Muschietti e Barbara Muschietti, conhecidos por seu trabalho na aclamada franquia ‘IT: A Coisa’, produzem.

Durante entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, os irmãos revelaram o motivo de terem escolhido o filme como o primeiro de sua nova produtora, a Nocturna.

Confira, junto à nossa entrevista completa, e siga o CinePOP no Youtube:

 

 

 

Ben Affleck estrela profundo filme sobre alcoolismo que estreou no HBO Max

As segundas chances para quem precisa e as oportunidades diferentes que a vida oferece. Com um background bem definido falando sobre o alcoolismo, ‘O Caminho de Volta‘ (The Way Back) é um poderoso drama que dribla os clichês com bastante proximidade com a realidade, fruto de uma interpretação bastante honesta do intérprete do protagonista, Ben Affleck, sem dúvidas, um dos seus grandes trabalhos na carreira. O filme acaba de estrear no HBO Max.

Dirigido pelo cineasta nova-iorquino Gavin O’Connor (O Contador) e roteirizado por Brad Ingelsby (Tudo por Justiça) essa grata surpresa é mais um dos lançamentos desse ano que vão direto para plataformas digitais por conta da crise dos cinemas pela pandemia que o mundo atravessa.

Assista ao trailer:

Na trama, acompanhamos o desiludido, deprimido, alcóolatra, ex-astro dos campeonatos de basquete do high school na década de 90 e atualmente trabalhador de obras Jack (Ben Affleck). O protagonista passa seus dias entre um gole e outro, tendo uma relação bastante explosiva com sua irmã e um distanciamento da ex-esposa. As coisas parecem tentar mudar para Jack quando seu telefone toca e uma inesperada oportunidade de treinar um time de basquete de um colégio onde estudou aparece. Mas problemas do seu passado voltam a atormentar e o personagem precisará trilhar um caminho complicado em busca de uma luz no fim do túnel.

Com arcos bem definidos, fica claro desde o início que o foco é o protagonista e as analogias do ganhar ou perder se tornam escancaradas aos nossos olhos, sendo nos jogos de seu novo time ou seja nos caminhos espinhosos de dramas inesquecíveis de seu passado. Jogando com essa variável das emoções congeladas no tempo a construção desse complicado protagonista é feita com muita honestidade por Affleck, uma das maiores atuações de sua carreira como ator.

Buscando pontos reflexivos a todo instante, muito mais do que vencer partidas como treinador de um time de jovens, Jack busca encontrar um real sentido para sua vida após uma perda irreparável e o abismo de um vício terrível que assombra milhares de pessoas mundo à fora.

Divergente

Divergente não diverge muito do que é visto no subgênero

Podem imaginar a disposição dos críticos de cinema adultos ao receberem a notícia de que terão que encarar mais um filme baseado em um livro de ficção e aventura juvenil. Para ser justo e não dizer que isso é tudo o que é feito atualmente na meca do cinema, podemos afirmar também um certo desgaste nas refilmagens e adaptações de quadrinhos de super-heróis. É claro também que nada disso importa se as obras forem de fato boas. Afinal ninguém reclama da fonte de um bom exemplar cinematográfico, só dos ruins.

E o problema é justamente esse. Temos muitos exemplares ruins do subgênero. Ao ponto de perdermos a conta. Desde que Harry Potter deu (muito) certo, Hollywood despertou para a coisa e terminou por encorajar todo tipo de escritor. Daí vieram Crepúsculo e Jogos Vorazes, de qualidades variadas, mas sucesso inquestionável. E quem não quer garantir seus milhões. Sem dúvidas Dezesseis Luas, A Hospedeira, Percy Jackson, A Bússola de Ouro, Os Instrumentos Mortais e outros tentaram.

Agora chega a vez de Divergente, ficção infanto-juvenil da escritora Veronica Roth (por si só uma jovem de 25 anos). É claro que a “menina autora” bebe na fonte de Harry Potter (a seleção de qual casa você irá ficar), Jogos Vorazes (treinamentos e combates intensos para o público mais novo) e infelizmente de A Hospedeira e Os Instrumentos Mortais também (com uma protagonista que é a predestinada). A bola da vez é Tris, personagem da bela e talentosa Shailene Woodley.

Woodley marcou presença provando que é boa atriz em obras como Os Descendentes (2011, indicado ao Oscar de Melhor Filme) e The Spectacuar Now (2013, romance superelogiado saído de Sundance e ainda inédito no Brasil). A carreira da menina tem tudo para decolar e aqui ela investe numa superprodução mirada ao público jovem para se tornar uma estrela. No texto de Roth, o mundo do futuro é dividido por facções trabalhistas, definidas por suas aptidões.

Ao completar certa idade, os jovens perante um conselho, escolhem suas facções. Para isso colocam o chapéu selet… ops, digo, cortam a mão e deixam uma gota de sangue cair na vasilha do grupamento específico. Os pais de Tris são altruístas importantes e influentes. Tal classe é a regente deste mundo futurístico. Seu trabalho consiste em ajudar os pobres, algo mais caridoso impossível. Porém, ao contrário do que esperam seus pais (vividos por Tony Goldwin e Ashley Judd), a pequena Tris tem aspirações maiores e sonha com os audaciosos – membros de uma força de elite designada para proteger todos nesta sociedade.

E para isso, essa tropa de elite do futuro possui um treinamento puxado o bastante, e que faria orgulhoso o Capitão Nascimento, ou seu primo do futuro, RoboCop. Mas espera, as coisas não param por aí. Acontece que em uma pré-seleção, a protagonista se descobre uma Divergente – nome dado àqueles cujo teste é inconclusivo. O segredo é mantido entre ela e Tori, a tatuadora/membro do governo que realiza o teste!?, vivida por Maggie Q. É claro também que o segredo não ficará mantido por muito tempo, e a severa Jeanine (Kate Winslet) está sempre a um passo da verdade.

Brincadeiras à parte, Divergente possui seus méritos. E o maior deles é manter interessante e de forma bem explicada todos esses elementos citados nessa descrição, que soam muito mais complicados na minha sinopse do que no desenvolvimento do filme em si. Parte disso se deve ao diretor Neil Burger, cineasta especialista em esmiuçar tramas complexas, vide O Ilusionista (2006) e Sem Limites (2011). Os atores se saem bem e Shailene Woodley tem carisma suficiente para se tornar uma estrela. Seu par no filme, o misterioso Quatro (Theo James), apesar do visual de galã, desempenha bem sua faceta dura.

Uma curiosidade quanto ao elenco é que neste filme Woodley atua ao lado de dois pares românticos seus de outros projetos – e em personagens bem opostos. Do citado The Spectacular Now, Miles Teller vive Peter aqui, o antagonista e principal rival da menina. E Ansel Elgort, que aqui é Caleb – o irmão da protagonista, vive seu par amoroso no ainda inédito A Culpa é das Estrelas. Apesar de manter um bom ritmo até um pouco mais de sua metade, Divergente descarrila em seu terceiro ato totalmente. O filme causa um efeito totalmente contrário de seu “primo” Jogos Vorazes, no qual o desfecho do segundo episódio nos deixou aguando pelo próximo.

O terceiro ato de Divergente é tão corrido, que sinceramente não nos importamos muito com o que virá a seguir. E aparentemente não parece bom. Isso vindo de um filme que teve 139 minutos para se desenvolver. Talvez a culpa seja mesmo da estrutura do texto original. Seja como for, é válido recomendar Divergente. O filme não é o desastre que aparentava, o que para muitos pode ser um alívio. Se para mais nada, é válido para ver a Oscarizada Kate Winslet (mesmo que numa ponta bem pequena) tentando esconder sua barriga de grávida com o figurino e em quase todas as cenas com uma pasta na frente do corpo.

12 Títulos Clássicos da Cultura POP que VOLTAM ainda em 2022 no CINEMA e TV

Toda a arte é cíclica. Desta forma, o passado sempre será um fator determinante de influência para o presente. Temos como grande exemplo disso a indústria da moda. Com as artes audiovisuais, como cinema e TV, é claro que a coisa não seria diferente. Revisitar o passado sempre fez parte da estrutura de base desta indústria, com obras sendo reimaginadas desde os primórdios da sétima arte. Com quase 130 anos de cinema, é natural que diversos cineastas já tenham pego inspiração em outras produções cinematográficas para criarem as suas próprias, sejam elas refilmagens declaradas ou não.

Porém, hoje mais do que nunca vivemos numa época de marcas pré-estabelecidas, determinadas pelo próprio público. O sucesso assombroso de certos títulos – colocados em tal pedestal pelo próprio espectador (devido à sua qualidade, é claro) – acostumaram os fãs a confiar nestas determinadas marcas. E assim, instigaram produtores a criar as tão faladas e rentáveis franquias. Hoje, é muito mais fácil o grande público seguir as marcas que conhece e gosta do que dar chance a algum item desconhecido, a não ser que este seja vendido como a nova oitava maravilha do mundo – como foi o caso este ano com Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo.

Desta forma, resolvemos entrar na brincadeira e mostrar que nosso argumento é válido em uma matéria dividida em duas partes – que irá focar nos títulos recauchutados somente em 2022, sejam eles refilmagens, continuações ou derivados de filmes e séries de sucesso do passado, trazidos de volta para a nova geração. Agora é a vez da segunda parte, que irá apresentar o que ainda irá chegar este ano. Confira abaixo.

Leia também: 16 Títulos Clássicos da Cultura POP que Voltaram em 2022 no CINEMA e na TV

Pinóquio (Lançamento recente)

Como de costume em Hollywood, esse ano tivemos novamente a síndrome dos filmes gêmeos, e o alvo em 2022 foi o clássico conto italiano Pinóquio. O primeiro a chegar foi a versão em live-action da própria Disney, que traz o Oscarizado Tom Hanks no papel de Geppetto. Com lançamento direto na Disney+, as críticas não foram muito animadoras para o longa de Robert Zemeckis. Mais para o fim do ano teremos a versão de Guillermo del Toro para a Netflix, todo criado em animação. A versão mais famosa de Pinóquio, é claro, é a animação da mesma Disney, de 1940.

O Balconista 3 

Estreando essa semana nos EUA, temos a terceira parte da história cômica e independente criada pelo cineasta Kevin Smith. De fato, O Balconista (1994) revelou Smith como uma das vozes mais inovadoras do cena independente norte-americana. Depois disso, a carreira do cineasta passou por altos e baixos, incluindo a continuação de seu maior sucesso cult, O Balconista 2 (2006), recebido de forma morna. Agora, com o terceiro filme, Kevin Smith recebe novos elogios, ao que tudo indica fechando sua trilogia da melhor forma possível.

Os Monstros 

Muito criticado após revelar seu primeiro trailer, os temores de termos uma propriedade tão querida quanto Os Monstros nas mãos de um cineasta, digamos, medíocre como Rob Zombie se concretizaram, ao que parece. Especializado em filmes de terror, ninguém entendeu nada quando Zombie recebeu carta branca da Universal para assumir o projeto. Resultado: a recepção do primeiro trailer foi tão fria, para não dizer gelada, que o filme caiu nas mãos da Netflix. Os Monstros, como sabemos, teve origem num seriado dos anos 60, que era “rival” da Família Addams.

Abracadabra 2

 

Ainda no clima de Halloween, este ano teremos em breve o retorno do trio de bruxas favorito da garotada, as irmãs Sanderson. Bette Midler, Kathy Najimy e Sarah Jessica Parker retornam para suas respectivas personagens do filme original de 1993, que se tornou um sucesso cult e desde então uma sequência era planejada. A estreia ocorre diretamente na Disney+.

Halloween Ends

A época mais querida para os fãs de terror e do terror de mentirinha é outubro, mês do halloween. O dia das bruxas é uma data celebrativa norte-americana que se espalhou pelo mundo todo atualmente. Em 2022, os fãs poderão celebrar a data com Os Monstros (que os céus nos ajudem) e Abracadabra 2, por exemplo. Mas, é claro, que não poderia faltar uma franquia assustadora de verdade e que tem a cara da data. Halloween Ends encerra uma nova trilogia dentro da saga do psicopata Michael Myers e trará seu confronto final com a heroína Laurie. Será?

Wednesday 

Seguimos pelo universo macabro com mais um lançamento perfeito para o halloween 2022. Por falar em Os Monstros, sua “rivalidade” mais famosa é com A Família Addams, afinal os dois programas são originários dos anos 60 e traziam famílias assustadoras em séries de comédia. E se até agora não damos dois centavos para a versão dos Monstros de Rob Zombie, o total oposto ocorre com o novo live-action da Família Addams intitulado Wednesday, que dá foco na filha Wandinha. Acontece que o nome por trás deste projeto da Netflix é Tim Burton.

Willow 

Willow – Na Terra da Magia se tornou um sucesso cult de 1988, que tentou revitalizar o gênero da magia e fantasia no cinema no fim dos anos 80. Criado e produzido por George Lucas, o filme finalmente ganhará uma sequência nada menos que 34 anos depois na forma de uma série da Disney+, afinal todas as propriedades da LucasFilm foram compradas pela Disney, para além de Star Wars e Indiana Jones. A nova série tem produção de Kathleen Kennedy, que herdou o controle da empresa de Lucas agora na Disney, e de Ron Howard, que dirigiu o filme original.

Matilda – O Musical 

Baseado no livro infantil do autor Roald Dahl, Matilda fez um enorme sucesso em 1996, sendo abraçado por todas as crianças que cresceram naquela época. A história fala sobre uma garotinha com poderes especiais, que tem os piores pais do mundo e uma diretora de colégio que é uma verdadeira general. Agora, a Netflix transforma a ideia num musical e se prepara para lançar sua nova versão na época do feriado de fim de ano.

Entrevista com o Vampiro

Ainda sem data definida de estreia – mas espera-se um lançamento para outubro, para casar bem com sua temática vampiresca, essa é a nova adaptação do famoso conto da autora Anne Rice, que faleceu recentemente. Os cinéfilos um pouco mais velhos conhecem bem essa história, já que rendeu um filme muito badalado em 1994, protagonizado pelos galãs máximos da época, Tom Cruise e Brad Pitt. A história que traz os bastidores da vida de um vampiro como nunca apresentada antes será exibido pelo canal americano AMC, o mesmo do sucesso The Walking Dead.

A Christmas Story Christmas

É curioso, mas alguns filmes emplacam de forma mais intensa em certos países do que em outros. Isso se deve muito pelo fator cultural. Assim, enquanto algumas produções são enaltecidas e festejadas nos EUA como o novo fenômeno, por exemplo, terminam passando em branco em outros países do mundo. É claro que o oposto também ocorre, com muitas produções justamente conseguindo ser salvas do fracasso absoluto devido ao mercado internacional cada vez mais forte, mesmo quando em seu país de origem (os EUA) ninguém ligou para elas. O caso com a obra cult natalina Uma História de Natal (1983) é o primeiro citado, uma das produções mais queridas dos anos 80 pelos americanos e que ninguém conhece no resto do mundo. Esse filme sobre um garoto loirinho que quer uma arma de ar comprimido de Natal ganhará uma continuação tardia na HBO Max esse ano, com Ralphie agora um adulto, vivido pelo mesmo Peter Billingsley.

Bônus: O Despertar das Tartarugas Ninja

Que as Tartarugas Ninja foram um dos maiores fenômenos dos anos 80 e 90, todos que viveram a época sabem bem. Tudo começou na forma de quadrinhos obscuros e em preto e branco criados por Kevin Eastman e Peter Laird. A dupla tirou a sorte grande mesmo quando sua ideia foi comprada e transformada numa máquina de fazer dinheiro, a começar por um desenho animado de 1987. Em pouco tempo, os personagens estampavam tudo quanto eram merchandising, numa febre imensurável. Antes mesmo de ganhar seu primeiro longa com atores reais, em 1990, as tartarugas já haviam ganhado diversos videogames, por exemplo. Desde então nunca mais saíram da cultura pop. E este ano ganharam recentemente um longa-metragem animado na Netflix, que tenta reinserir a marca para outra geração.

Bônus 2: Peter Pan e Wendy

Finalizando a lista temos outra produção em live-action da Disney, que adapta uma de suas mais famosas animações: Peter Pan, de 1953. Como o personagem é de domínio público, ao longo dos anos ganhamos inúmeras versões com o personagem, vindas dos mais variados estúdios e realizadores, como Hook – A Volta do Capitão Gancho (1991), Peter Pan (2003) e Pan (2015). Assim como o recente Pinóquio, agora a Disney pega o “que é seu” e entrega a versão de carne e osso do clássico animado. Esse filme deveria estrear em 2022, mas terminou sendo empurrado para o ano que vem. Assim como Pinóquio também o lançamento será direto no Disney+, o que pode não ser um bom sinal.

‘The Sinner’: Confira o trailer da 2ª temporada

A emissora USA Network divulgou o trailer da 2ª temporada de ‘The Sinner‘.

Confira:

Os novos capítulos chegam em 1 de agosto nos Estados Unidos.

Porém, ainda não se sabe se a Netflix Brasil irá exibir os novos episódios simultaneamente com os EUA.

A protagonista da primeira temporada, Jessica Biel, não deve retornar, porque a trama girará em torno de um novo caso do detetive Harry Ambrose (Bill Pullman). No mistério desta 2ª temporada, uma criança é responsável por envenenar os pais, mas ninguém sabe os seus motivos.

Recentemente, Carrie Coon, de The Leftovers eFargo, se juntou ao elenco da 2ª temporada. A atriz viverá a personagem Vera, uma misteriosa mulher que luta entre manter os ideais da comunidade que lidera e realizar suas próprias vontades.

No Brasil, a primeira temporada da série já está no catálogo do serviço de streaming.

Assista ao trailer:

Baseado no livro homônimo da escritora alemã, Petra Hammesfahr, o thriller acompanha uma jovem mãe, protagonizada por Biel, que após ser tomada por um súbito ataque de fúria, esfaqueia um homem publicamente, sem saber explicar o porquê do crime. A trama vai se aprofundar nas motivações que possam ter levado a protagonista a cometer o ato de violência, abordando também a obsessão do investigador por respostas. Nessa jornada, os dois irão até as profundezas da psique da personagem, além dos segredos violentos de seu passado que ainda permanecem escondidos.

O elenco também conta com Christopher Abbott, Bill PullmanTeri WyblePatti D’ArbanvilleAbby Miller.

Além de estrelar, Biel assume também a produção executiva da série, ao lado de Michelle Purple. O episódio piloto foi criado e escrito pelo estreante na TV, Derek Simonds, e dirigido por Antonio Campos. ‘The Sinner’ ainda não tem data de estreia. 

 

‘Pretty Little Liars: The Perfectionists’ ganha novo trailer e data de estreia; Confira!

O spin-off ‘Pretty Little Liars: The Perfectionists‘ ganhou um novo trailer. Além disso, o canal Freeform confirmou que a série irá estrear no dia 20 de março.

Confira o vídeo:

Sasha Pieterse, que viveu Alison, e Janel Parrish, que viveu Mona Vanderwaal, retornam em seus respectivos papeis.

Na nova trama, um assassinato misterioso acontece em Beacon Heights- e Alison terá que se unir com Mona para resolvê-lo. Mas a ação é tão perfeccionista que parece ser impossível descobrir o que realmente aconteceu por trás de tudo isso. No entanto, nenhum crime é 100% perfeito, fazendo com que as antigas Liars ajudem a polícia local na descoberta do real assassino..

‘Jovens Bruxas’: Nicholas Galitzine entra para o elenco do reboot

De acordo com o Deadline, Nicholas Galitzine (‘Handsome Devil‘) entrou para o elenco do reboot de ‘Jovens Bruxas‘, que está sendo desenvolvido pela Blumhouse.

A nova versão será protagonizada por Cailee SpaenyGideon AdlonLovie Simone e Zoey Luna.

Zoe Lister-Jones será responsável pela direção, roteiro e produção executiva.

O longa original, escrito e dirigido por Andrew Fleming, acompanha a adolescente Sarah (Robin Tunney) que, depois de mudar-se com sua família de São Francisco para Los Angeles, faz amizade com três garotas de uma escola católica que lhe ensinam bruxaria. O elenco também trouxe nomes como Fairuza BalkNeve Campbell.

Novas informações devem sair em breve.

‘The L Word: Generation Q’ estreia na Amazon Prime; Confira o trailer legendado!

A série ‘The L Word: Generation Q‘ foi lançada no catálogo da Amazon Prime Video no Brasil.

A história se passa 15 anos após os eventos da série original, mostrando como a relação entre as personagens e suas vidas mudaram.

Confira o trailer legendado:

Vale lembrar que a produção já está renovada para a 2ª temporada.

Ilene Chaiken, a criadora da primeira versão, retorna apenas como produtora executiva.

A história se passa 15 anos após os eventos da série original, mostrando como a relação entre as personagens e suas vidas mudaram.

A nova versão contará com o retorno de Jennifer Beals, Katherine Moenig e Leisha Hailey em seus papéis originais. Além delas, Arienne MandiLeo ShengJacqueleine ToboniRosanny Zayas completam o elenco.

Kay art for THE L WORD: GENERATION Q. Photo Credit: Case Bird/SHOWTIME

‘Falcão e Soldado Invernal’: Atores falam sobre a divertida dinâmica dos seus personagens na série

A Disney+ divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, com os atores Anthony Mackie e Sebastian Stan falando sobre a série e a dinâmica dos seus personagens na produção.

Confira:

Vale lembrar que a série será lançada no dia 19 de Março.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.

 

‘Jurassic World: Acampamento Jurássico’: Trailer da 4ª temporada traz novas ameaças; Assista!

A Netflix divulgou o trailer da 4ª temporada da série animada ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico‘.

Confira:

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 3 de dezembro.

A trama se passa na mesma linha temporal de ‘Jurassic World‘ e acompanha um grupo de adolescentes que fora escolhido para a experiência única de viver uma aventura no lado oposto da Ilha Nublar. No entanto, o passeio foge de controle quando os dinossauros começam a atravessar para o outro lado, colocando a turma toda em um perigo iminente. Sem contato com o mundo exterior, eles terão que se unir para tentar sobreviver.

A produção conta com as vozes de Paul-Mikél Williams (‘Westworld’), Jenna Ortega (‘Você’), Ryan Potter (‘Titãs’), Raini Rodriguez (‘Austin & Ally’), Sean Giambrone (‘The Goldbergs’) e Kausar Mohammed (‘Silicon Valley’).

‘Espiral’: Diretor compartilha imagem SANGRENTA de cena cortada do filme

Através do seu Instagram, o diretor Darren Lynn Bousman compartilhou uma imagem inédita do longa ‘Espiral: O Legado de Jogos Mortais‘, que fazia parte de uma cena que foi cortada da edição final por ser muito gráfica.

“Eu sempre tive problemas com o MPAA, ainda mais com o meu quarto filme da franquia ‘Jogos Mortais’. Tivemos que lutar para lançar esse filme nos cinemas. Já tem uma década que eu trabalho com o Francois Dagenais, mestre dos efeitos práticos. É triste que muitos nunca irão ver o trabalho incrível que ele fez em ‘Espiral’. Havia uma cena em que o assassino tirava a pele de um corpo com uma faca. Era uma cena muito intensa. A faca cortava pele, músculo, gordura e mostrava o esqueleto exposto. No final, apenas alguns segundos permaneceram na edição oficial,” declarou o cineasta.

Vale lembrar que um novo filme da franquia ‘Jogos Mortais‘ já está em desenvolvimento.

O roteirista Josh Stolberg (‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais’) revelou novos detalhes sobre o projeto, indicando que o filme será uma pré-sequência e terá o retorno do icônico John Kramer (Tobin Bell).

“De volta à minha família de terror, polindo o roteiro do próximo ‘Jogos Mortais’. Eu poderia te falar que vai ter muito sangue, mas você já sabe disso. O que posso prometer a vocês é que isso deixará os fãs de John Kramer muito felizes,” declarou Stolberg.

James Wan retornará como produtor pela Atomic Monster.

‘Sisu’: Filme de ação estilo ‘John Wick’ conquista 97% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 29 críticas publicadas até o momento, o violento thriller de ação ‘Sisu‘, que traz um estilo parecido com a popular franquia ‘John Wick‘, conquistou 97% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral aclama as cenas violentas da produção, que resulta em um filme extremamente divertido que entrega exatamente o que havia prometido: matar nazistas das formas mais exageradas possíveis.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Uma vez que o conflito central se inicia, o filme traz suficiente violência contra nazistas para justificar sua existência.” (Inverse)

“‘Sisu’ traz um estilo de ação familiar, mas apresenta um estilo moderno. É uma jornada selvagem que merece ser assistida ao lado de um público energizado.” (Bloody Disgusting)

“É um filme divertido de ação que não se preocupa com a credibilidade, o que favorece o seu conceito absurdo e entrega um entretenimento escandaloso.” (Variety)

“‘Sisu’ é um filme de ação brutal que sabe exatamente o que é, misturando cenas violentas com uma coreografia genuinamente impressionante.” (CBR)

“‘Sisu’ se torna um pouco repetitivo e tem pouco a oferecer além das cenas violentas, mas funciona muito bem como um filme B. Quem não quer assistir nazistas sendo explodidos?” (RogerEbert)

“‘Sisu’ é um filme simples, com foco na Segunda Guerra Mundial, que ama tanto matar nazistas quanto nós amamos vê-los morrer de diversas formas absurdas.” (IGN Movies)

“Esse filme é a representação de uma experiência que provavelmente não pode ser definida com palavras, mas sim com uma série de sons empolgados e risadas – o que levaria a uma simples conclusão: ‘Cara, isso foi insano’.” (Looper)

Confira o trailer legendado:

Infelizmente, a produção ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.

O longa foi escrito e dirigido por Jalmari Helander.

Durante os últimos dias da Segunda Guerra Mundial, um garimpeiro solitário cruza o caminho de nazistas em um retiro de terra arrasada no norte da Finlândia. Quando os nazistas roubam seu ouro, eles rapidamente descobrem mexeram com a pessoa errada. Sendo uma máquina de matar, ele fará de tudo para recuperar o seu tesouro – mesmo que isso signifique matar todos os nazistas que aparecerem em seu caminho.

O elenco conta com Jorma Tommila, Aksel Hennie, Jack Doolan, Mimosa Willamo e Onni Tommila.

‘Bailarina’: Derivado de ‘John Wick’ é ADIADO para 2025

Inicialmente previsto para o dia 7 de junho, o filme ‘Bailarina‘, derivado da popular franquia ‘John Wick‘, foi adiado em um ano – e, agora, será lançado apenas em 2025.

O longa teve sua estreia alterada para o dia 6 de junho de 2025.

Recentemente, o estúdio anunciou que sua data de estreia original foi cedida ao reboot de ‘O Corvo.

A notícia foi compartilhada logo após o criador da franquia, Chad Stahelski, ter assinado um contrato com a Lionsgate para supervisionar o universo da saga. De acordo com o Deadline, o cineasta irá trabalhar ao lado do diretor Len Wiseman parar criar sequências adicionais de ação para o filme.

O longa vai girar em torno de da bailarina titular, Rooney (Ana de Armas), e tudo o que se sabe até o momento é que ela é movida por um crescente desejo de vingança…

Ian McShane voltará a viver o Winston Scott, o misterioso proprietário do Continental, e falou sobre o filme que se passa entre os eventos de ‘John Wick: Capítulo 3 e 4‘.

“’Bailarina’ é muito diferente”, diz ele. “Tivemos essas três cenas e adicionamos mais algumas cenas no Continental.”

Ele revela que Stahelski confia nele para ajudar a desenvolver o personagem ao longo dos anos.

“Chad confia em mim para conhecer meu personagem e ajudar a escrevê-lo, então tento sempre colocar umas reviravoltas para ele.”  

Quando questionado se as cenas de ação da atriz serão semelhantes à sua participação em ‘007: Sem Tempo para Morrer’, Wiseman brincou:

“É exatamente isso que vamos fazer. Você gostou de vê-la por 15 minutos em ação [em ‘007: Sem Tempo para Morrer‘]? Bem, você vai amá-la por duas horas!”

Lembrando que o derivado também contará com Norman Reedus e Anjelica Huston.

Bailarina‘ estreia em 6 de Junho.

‘Os Fantasmas Ainda se Divertem’ ultrapassa US$ 450 milhões nas bilheterias mundiais

A sequência ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 450 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 293.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 156.5 milhões.

O valor representa o melhor desempenho de uma produção comandada pelo Tim Burton em mais de uma década. O último grande sucesso do diretor, a adaptação ‘Alice no País das Maravilhas‘, arrecadou mais de US$ 1 bilhão, em 2010.

Além disso, o filme também superou a arrecadação total de ‘Star Trek‘ (US$386.8M) e ‘Pânico VI‘ (US$169M), tornando-se o maior sucesso das carreiras de Winona Ryder e Jenna Ortega, respectivamente.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$30M), México (US$18.4M), França (US$13.1M), Austrália (US$9M) e Espanha (US$8.4M).

Vale lembrar que ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem‘ estreou nos EUA com US$ 111 milhões, tornando-se a terceira maior abertura do ano no país – atrás apenas de ‘Deadpool & Wolverine‘ (US$211.4M) e ‘Divertida Mente 2‘ (US$154.2M).

Orçada em US$ 100 milhões e com 77% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a sequência já pode ser considerada um dos maiores sucessos do ano – o que aumenta a possibilidade da saga retornar com um terceiro filme.

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‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ ultrapassa US$ 430 milhões nas bilheterias mundiais

De acordo com o Deadline, ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 430 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o novo longa da Marvel se encontra no TOP 9 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Ne Zha 2: O Renascer da Alma‘ (US$1.9B), ‘Lilo & Stitch‘ (US$1B), ‘Um Filme Minecraft‘ (US$955.1M), ‘Jurassic World: Renascimento‘ (US$799.9M), ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ (US$623.5M), ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ (US$595.5M), ‘Superman‘ (US$578.8M) e ‘F1‘ (US$570.6M).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 230.4 milhões. No mercado internacional, foram US$ 203.8 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 434.2 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$25.5M), México (US$24.2M), França (US$12.5M), Brasil (US$11.6M) e Austrália (US$9.7M).

Vale lembrar que o longa abriu com US$ 118 milhões no território norte-americano – o que representa a quarta maior estreia doméstica do ano, atrás apenas de ‘Um Filme Minecraft‘ (US$162M), ‘Lilo & Stitch‘ (US$146M) e ‘Superman‘ (US$125M).

Com 86% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a produção recebeu uma nota A- do público no CinemaScore. Apesar de ter mantido a mesma média de ‘Superman‘ e ‘Thunderbolts*‘, a aprovação do filme ficou acima de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (B-).

Vale lembrar que ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

Live-action de ‘Mestres do Universo’ ganha três novos cartazes BELÍSSIMOS; Confira!

Para promover a abertura da venda dos ingressos do aguardado live-action de ‘Mestres do Universo‘, três novos cartazes do longa foram divulgados.

As artes ainda destacam o lançamento do filme nos formatos Dolby Cinema e 4DX.

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Vale lembrar que o filme tem lançamento programado para 5 de junho.

Na trama, após 15 anos separados, Príncipe Adam (Nicholas Galitzine) é guiado pela Espada do Poder até o seu lar em Eternia, que está sob o domínio do cruel Esqueleto (Jared Leto). Para salvar a todos, ele vai ter que aceitar o seu destino como He-Man, o homem mais poderoso do mundo, e contar com a ajuda de seus aliados, Teela (Camila Mendes) e Duncan / Mentor (Man-At-Arms, Idris Elba).

‘HE-MAN: Mestres do Universo’: Primeiro trailer apresenta visual fiel à obra original; Confira a descrição!

Em Mestres do Universo, o diretor Travis Knight traz a lendária franquia de volta às telonas nesta épica aventura live-action.

O roteiro é assinado por Chris Butler, baseado em rascunhos iniciais de David Callaham e Aaron Nee.

No elenco principal, temos:

‘Mestres do Universo’: Diretor diz que Esqueleto é a “personificação da masculinidade tóxica”

O elenco conta ainda com Sam C. Wilson (Mandíbula), Hafthor Bjornsson (Homem-Cabra), Kojo Attah (Tri-Klops) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (Fisto).

Desenhos ‘Hora de Aventura’ e ‘Apenas um Show’ farão crossover em nova HQ

Duas das animações mais populares do Cartoon Network vão se unir em um crossover para uma nova história em quadrinhos que começa a ser comercializada em agosto nos EUA.

Intitulado ‘Hora de Aventura/Apenas um Show’, a série trará Finn e Jake (‘Hora de Aventura’) em uma missão, a pedido da Princesa Jujuba, para encontrar The Power, a única coisa capaz de salvar Ooo de um novo e poderoso vilão que ameaça conquistá-la. Entretanto, Skip (‘Apenas Um Show’) é quem está escondendo o objetivo.

A HQ foi escrita por Conor McCreery em parceria com o artista Mattia Di Meo. Em uma entrevista ao site da publicação americana Entertainment Weekly, McCreery comentou sobre o novo projeto, que une os dois desenhos mais amados e populares do Cartoon:

“‘Hora de Aventura’ e ‘Apenas um Show’ são as duas coisas mais engraçadas que eu já vi. Eles são tão estranhos, com uma lógica interna maluca que eu amo. Eu amo histórias que se mesclam em um ritmo elevado e este livro fará justamente isso. Eu tenho tentado colocar o máximo de referências das animações possível, deixando também espaço suficiente para suas duplas favoritas de parceiros e seus melhores amigos”.

O criador também pontuou que os quadrinhos vai abordar ambas as amizades já existentes no material original, bem como a amizade entre Rigby, Mordecai, Finn e Jake:

“Espere muitas loucuras. Espere muita amizade. Espere monstros. Espere socos. Espere bobagens. Espere talvez…Hambonning! E mais, o quão divertido é ter esses caras se encontrando e passando tempo uns com os outros? Oh, tem um novo vilão totalmente matemático!”

‘Unfriended: Dark Web’: Blumhouse confirma a sequência de ‘Amizade Desfeita’

Jason Blum e sua produtora Blumhouse anunciou, durante o festival South by Southwest, qual é o nome do seu mais novo projeto.

Intitulado ‘Unfriended: Dark Web‘, a produção será a sequência de ‘Amizade Desfeita‘, lançado em 2015.

A trama conta “a história de um jovem nos seus 20 poucos anos, que encontra uma série de arquivos escondidos no novo computador recém comprado e acaba se envolvendo no universo sombrio da dark web. O thriller se desvenda em tempo real, pela tela de um computador e é um aviso para a era digital”.

Com direção de Levan Gabriadze, o primeiro filme custou apenas US$ 1 milhão e arrecadou saudáveis US$ 32 milhões nos EUA.

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Sucesso mundial ‘Aquaman’ supera a marca de US$ 500 milhões

Aquaman continua conquistando os fãs nos cinemas e a bilheteria da produção não para de crescer, mesmo em meio às festas de final de ano.

Segundo relatos do The Hollywood Reporter, a produção teve um acréscimo generoso na véspera do Natal, equivalente a US$ 11,2 milhões apenas nos Estados Unidos. Essa quantia permitiu que a produção superasse  a marca de US$ 500 milhões mundialmente.

Com essa arrecadação, Aquaman já contabiliza US$ 80 milhões em sua bilheteria doméstica, ultrapassando os US$ 420 milhões nos mercados estrangeiros.

James Wan dirige o filme, e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

O elenco conta com Jason Momoa no papel principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna).

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‘O Homem Invisível’: Primeiras impressões são REALMENTE positivas; Confira!

O remake do terror ‘O Homem Invisível‘ chega aos cinemas no final do mês de fevereiro, mas parte da impressa especializada já pôde conferir a produção e algumas das primeiras impressões já estão entre nós.

E as poucas reações publicadas até o momento são realmente positivas e destacam a qualidade e o nível de terror empregado na trama, com fortes elogios à performance da atriz Elisabeth Moss.

Confira:

“O Homem Invisível é a verdadeira definição de um filme de terror. Elisabeth Moss está fantástica e Leigh Whannell está se provando ser um ótimo diretor de terror/thriller, entre esse filme e ‘Upgrade’. Você não está pronto para o quão aterrorizante e intenso esse filme é!”

“Rápidos pensamentos (já que vi outras pessoas falando sobre o assunto): Com O Homem Invisível, Leigh Whannell criou uma masterclass em tensão e terror e eu acho que meu queixo ficou caído no chão pelo menos duas vezes. Completamente eletrizante, visceral e emocional”.

“O Homem Invisível é uma viagem cheia de tensão e empolgação do começo ao fim. Leigh Whannell atualiza o clássico de 1933 perfeitamente para os tempos modernos, enquanto Elisabeth Moss entrega uma performance perturbadora e cativante, que está entre alguns dos seus melhores papéis até hoje. O Homem Invisível é intenso”.

Escrita e dirigida por Leigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão teve baixo orçamento e é descrita como “assustadora”.

A estreia está marcada para 27 de fevereiro.

O que você não pode ver pode te machucar. A vencedora do Emmy Elisabeth Moss (Nós‘The Handmaid’s Tale’) estrela em um conto moderno de obsessão inspirado pelos personagens clássicos do panteão da Universal Pictures.

Presa em uma violenta e controladora relação com um cientista brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã (Harriet Dyer) e seu amigo de infância (Aldis Hodge) e filha adolescente (Storm Reid). Mas quando seu ex abusivo (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada. À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

Primeiras Impressões | American Gods: 3ª temporada recupera o seu fôlego com ritmo e dinamismo

Deuses vorazes, sedentos por idolatria em uma América incrédula pautada por seus próprios ídolos contemporâneos. A tumultuada e digladiante jornada dessas figuras mitológicas folclóricas de American Gods encontrou em si mais batalhas do que dentro de sua própria jornada fictícia, com a série da Starz e da Amazon Prime Video enfrentando uma sucessão de perrengues que quase lhe custaram um trágico fim. Mas tão obstinado como seus próprios personagens, Neil Gaiman se agarra à sua adaptação com unhas e dentes e toma todos pelas mãos (público e equipe técnica), em uma 3ª temporada que muito mais do que corrigir os erros do passado, volta a caminhar vigorosamente com ritmo, dinamismo e foco.

American Gods passou por poucas e boas. Com uma temporada inaugural visceral e hipnotizante, a produção nos conquistou por seu timing narrativo, que resgata a aclamada obra lançada em 2001, com um frescor novo que retrata clinicamente a sociedade de vícios e idolatrias contemporâneas com a qual vivemos. Mas se perdendo drasticamente em seu segundo ano, após a troca de seus showrunners e a saída das excepcionais atrizes Kristin Chenoweth e Gillian Anderson, a produção se aterrou em uma perdida e cíclica epifania. Com sua trama paralisada e confusa, seus oito últimos episódios se afogam em uma belíssima fotografia e direção autoral, em uma trama exaustiva, repetitiva e prolixa. Nunca deuses tão cheios de “querer ser” tiveram tão pouco a oferecer ao público.

Mas mesmo após contratempos que envolveram até duras acusações de racismo, a produção que mescla drama, ficção científica e fábula não desistiu de si mesma e sabendo de seu enorme potencial, volta a projetar seu foco na obra de Gaiman, trazendo-o ao lado de Charles “Chic” Eglee (Dexter, The Walking Dead), o novo nome por trás da série. E nessa 3ª temporada, rapidamente sinalizamos uma mudança de tom. Se desmembrando de mais outros personagens também deixados para trás (New Media – Kahyun Kim; the Djinn – Mousa Kraish; Mad Sweeney – Pablo Schreiber; e Mr. Nancy – Orlando Jones), o novo ciclo volta a ficar em Shadow Moon e em Mr. Wednesday, à medida que abrange seus demais coadjuvantes, lhes garantindo o valor que lhes fora tirado no ano anterior.

Reconhecendo os erros estruturais que custaram muito dinheiro e uma péssima segunda temporada, Eglee e Gaiman assumem a responsabilidade do tenebroso passado, com o compromisso de construir um futuro melhor para a série. Conectando os novos episódios a poucos dos eventos apresentados em 2019, a dupla de showrunners se ocupa em não se vincular tanto à narrativa da 2ª temporada, sabendo que dali quase nada pode ser aproveitado. E a contar pelos quatro primeiros episódios já assistidos, é notável e seguro dizer que American Gods mudou a sua rota e passa a caminhar a passos mais firmes e consistentes, dando aos seus atores a chance de brilhar tanto como seus personagens assim o fizeram ainda em 2001, no auge do lançamento da obra original.

Mais eletrizante e objetiva, a série retorna vigorosa, com a certeza de que o hiato de mais de um ano lhe fez muito bem. Ainda custando a dar maior celeridade para a tão comentada guerra entre velhos e novos deuses, American Gods pode ser ajustada nesse aspecto, com maior destreza narrativa, mas já supera seu passado de maneira grandiosa. Com Ian McShane fazendo um espetáculo logo nos primeiros episódios, a produção mostra em seu início que ainda há muito a ser dito e compartilhado com a audiência.

Lindamente produzida e pautada pela mesma poética fotografia que abusa do efeito slow motion, a 3ª temporada é mais sangrenta, diversificada e soube cortar as barrigas que tornaram a trama tão lenta e cansativa. Expandindo sua trama com o auxílio de pequenos novos personagens de apoio, American Gods começa a trazer mais da essência de Neil Gaiman consigo mesma, recupera a nossa fé – em seus primeiros quatro episódios – e resgata o entusiasmo por essa tão falada guerra que, embora custe a chegar, agora começa a fazer valer a pena o nosso tempo.

‘No Ritmo do Coração’: Drama musical com Emilia Jones estreia na Amazon Prime Video

O elogiado drama musical No Ritmo do Coração (‘CODA’), estrelado por Emilia Jones (‘Locke & Key’), já está disponível na Amazon Prime Video. A produção teve a sua estreia recentemente na grade de programação do streaming.

Na trama, Ruby é a única pessoa que não é surda em sua família. Ao mesmo tempo em que enfrenta os dilemas da idade e a responsabilidade de ser a intérprete da família, Ruby descobre seu talento musical. Em meio a dificuldades nos negócios da família, se vê dividida entre seguir sua paixão pela música em outra cidade e o medo de deixar os pais.

O filme é escrito e dirigido por Sian Heder.

Emilia JonesMarlee Matlin e Troy Kotsur estrelam a produção.

Confira o trailer:

Crítica | Somente o Mar Sabe – história com sabor de atemporalidade

Alguns filmes parecem possuir a habilidade de deixar o telespectador reflexivo ou até mesmo medindo as sensações que a história vista causou dentro de si. Somente o Mar Sabe possui a capacidade de fazer com que a pessoa que acabou de conferir necessite de um tempo para digerir o que foi visto e até mesmo analisar no que certas escolhas podem acarretar futuramente.

Baseada na história real de Donald Crowhurst, um empresário britânico e navegador amador que decide participar da Golden Globe Race, de 1968, com o intuito de vencer. A narrativa mostra a tentativa desesperada de conquistar o prêmio na competição, o que acaba fazendo com que ele embarque em uma jornada perigosa e complexa.

O roteiro de Scott Z. Burns (O Ultimato Bourne) apresenta bem os elementos que compõem a produção audiovisual e demonstra coerência no que está sendo transmitido. É a direção de James Marsh, que já tinha trabalhado antes em um longa biográfico, A Teoria de Tudo (2014), que mostra a solidez de outrora. Como um excelente maestro, ele transforma as palavras do papel em visíveis e compreensíveis na tela, e embarca o público numa jornada dramática, intensa, por vezes claustrofóbica e triste. É como transitar entre a mente do protagonista e o que se passa com os outros personagens.

Colin Firth é quem dá a vida a Donald Crowhurst e como não é de se admirar, o ator entrega uma atuação exemplar e realística, é fácil de acompanhar, através das expressões faciais, uma história não contada em palavras. Por mais que esteja no papel de secundária, Rachel Weisz, que vive a esposa de Crowhurst, Clare, rouba todos os holofotes para si numa das últimas cenas do filme, em que faz um discurso digno de reflexões e atemporal. É necessário mencionar também David Thewlis, que interpreta Rodney Hallworth, o assessor de imprensa de Donald, que convence o público como um jornalista e transmite veracidade ao personagem.

Um ponto marcante em Somente o Mar Sabe é a ausência de trilha sonora em certos momentos, com apenas os sons de objetos se movendo ou do mar, provocando uma imersão maior de quem assiste dentro da narrativa contada, e até mesmo, como dito antes, na mente do navegador. É como se Marsh buscasse compreender a história do mesmo, muito além do que pelo ponto de vista de quem acompanhou, mas do que ele (Donald) sentiu, vivenciou e pensou, levando uma experiência mais marcante ao público.

A direção de arte cumpre o papel a ela incumbido e os objetos, as roupas e as cores transportam, de fato, para o ano em que o longa-metragem se passa. É de crucial importância elogiar a fotografia do filme que faz um trabalho impecável e proporciona, em alguns momentos, cenários lindíssimos.

O único erro da produção reside no fato de não apresentar alguns detalhes da história real de Donald Crowhurst nesta representação ficcional. É compreensível que nem tudo é adaptável para uma narrativa cinematográfica, entretanto, certos aspectos são necessários para que não se perca demais do eixo que separa ficção e realidade quando o assunto é uma biografia. Mas, aos curiosos que desejam saber mais sobre a história do navegador amador, basta conferir o documentário Deep Water, de 2006.

Somente o Mar Sabe garante uma válida ida ao cinema. Uma história que fala sobre força de vontade, ilusão, conquistas, fracassos e limites. Sem contar que é sempre bom conferir as atuações de Firth e Weisz.

Kevin Feige revela quando o ‘Quarteto Fantástico’ e os ‘X-Men’ aparecerão no MCU

A fusão da Disney com a Fox acendeu a chama de esperança em muitos fãs de super-heróis que desejam ver todo o Universo Cinematográfico da Marvel unido, porém parece que essa união ainda vai demorar alguns anos. É o que garante o presidente da Marvel, Kevin Feige, em entrevista.

Segundo Feige, Quarteto FantásticoeX-Men não estão nos planos da Marvel Studios por enquanto:

“Levaria alguns anos. Nós anunciamos tudo que vamos fazer até 2019, então nada disso será ajustado. Eu penso só até 2019, com os filmes que já filmamos ou estamos prestes a filmar, espero entregar tudo que prometemos até agora. Acontecerá depois disso.”

Apenas lembrando, Walt Disney Company anunciou em dezembro a compra de divisões da 21st Century Fox por US$ 52.4 bilhões, incluindo os diretos de vários filmes de super-heróis, como Quarteto Fantástico, Deadpool e os X-Mens.

Vingadores: Guerra Infinita chega em 26 de abril de 2018 e Vingadores 4 tem estreia marcada para 2 de maio de 2019.

‘Homem-Formiga e a Vespa’: Heróis se protegem com uma moeda em novo pôster

A Marvel divulgou um novo pôster de Homem-Formiga e a Vespa, que mostra os protagonistas usando uma moeda para se proteger no meio de uma cena de ação. Confira:

Segundo a revista Variety, a sequência Homem-Formiga e a Vespa deve registrar uma abertura entre US$ 70-80 milhões nos EUA.

O novo filme do Marvel Studios arrancou elogios da crítica e também conquistou certificado FRESH no Rotten Tomatoes, com 90% de aprovação.

Vale destacar que o primeiro longa fez US$ 57 milhões em seu fim de semana de estreia. A bilheteria mundial ficou em US$ 519 milhões, montante que a sequência deve ultrapassar facilmente em poucos dias.

Para te preparar para a estreia, separamos as principais críticas internacionais.

Confira:

“A recompensa não são os pontos do roteiro, mas sim as piadas, que – de alguma forma – desarmam a tensão, sem degringolar o filme”. – David Edelstein, New York Magazine/Vulture

“‘Homem-Formiga e a Vespa‘, a primeira sequência de ‘Homem-Formiga‘, mal consegue ser o exoesqueleto quando comparado com seu predecessor, que é muito melhor”. – Johnny Oleksinski, New York Post

“‘Homem-Formiga e a Vespa‘ funciona suficientemente bem”. – Brian Lowry, CNN.com

“‘Homem-Formiga e a Vespa‘ é discutivelmente mais uma comédia descomplicada, ao ponto de nem ter um vilão principal”. – Ignatiy Vishnevetsky, AV Club

“Este é um desses produtos da Marvel vendendo o autoconsciente distanciamento como uma estratégia narrativa definidora… Parece menos como um filme, do que um meme que alguém fez sobre um trailer do ‘Homem-Formiga‘”. – Darren Franich, Entertainment Weekly

“Nem tudo precisa ser sério e épico. Às vezes se divertir é tudo o que nós precisamos”. – Scott Menzel, We Live Entertainment

‘Homem-Formiga e a Vespa’: Primeiras impressões sugerem sequência épica 

Revelada a conexão entre ‘Vingadores 4’ e ‘Homem-Formiga e a Vespa’ 

O Reino Quântico que conhecemos em ‘Homem-Formiga’ deve ser parte crucial da trama da sequência, ‘Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.

O elenco conta com Paul RuddEvangeline Lilly, Lawrence Fishburne como o Dr. Bill Foster, Golias; Walton Goggins como Sonnyburch, Hannah John-Kamen viverá a Fantasma e Randall Park será o Agente Jimmy Woo.

Judy Greer está com seu retorno confirmado. Na adaptação dos quadrinhos, Greer interpreta Maggie, a ex-esposa de Scott Lang e mãe da garotinha Cassie.

A direção é de Peyton Reed, com roteiro de Paul Rudd e Adam McKay.

A estreia de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘ está marcada para 5 de julho de 2018.

 

Opinião | Os personagens de ‘What If…?’ podem aparecer nos filmes da Marvel?

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu aos oito episódios de What If…?, evite esta matéria se não quiser receber spoilers.

Ao longo dos últimos dois meses, What If…? tem sido companhia fiel dos fãs da Marvel nas manhãs de quarta-feira. Com um novo episódio por semana, a série animada que reimagina acontecimentos e personagens clássicos do MCU em realidades alternativas vem com alguns episódios muito bons e outros mais comuns, aparentemente feitos num formato de antologia. Porém, o season finale que será lançado nesta quarta (6) promete unir heróis de diferentes linhas do tempo para enfrentar o Ultron do Infinito. Desde o começo, os fãs comentavam sobre a nova roupagem de super-heróis como a Capitã Carter e o Homem-Aranha do universo pós-apocalíptico. Esses novos visuais e personalidades trouxeram frescor para alguns dos personagens que não foram tão bem explorados assim.

Conforme os episódios estreavam, dezenas de veículos estrangeiros surgiam com supostos insiders afirmando que algum personagem mostrado no episódio da semana estaria confirmado no vindouro Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (2022). Obviamente, por enquanto, são todos boatos, já que não houve nenhuma confirmação do estúdio e não vazou nenhuma foto que pudesse confirmar ao menos uma dessas histórias. No entanto, esse ditos vazamentos de membros da produção do filme levantaram uma grande pergunta: os personagens de What If…? podem ser aproveitados no MCU?

É um dúvida válida, considerando que o nível de popularidade de boa parte dos personagens cresceu nitidamente nos últimos meses, como no caso da inédita Capitã Carter. E como Hayley Atwell já declarou ser apaixonada por sua personagem, se disponibilizando para retornar ao papel a qualquer momento, não seria nenhum absurdo se o Doutor Estranho do MCU (Benedict Cumberbatch) desse um pulinho nessa linha do tempo e contasse com a ajuda da super-heroína, até porque a atriz não é considerada cara para os padrões da Marvel.

No entanto, se for parar pra pensar, absolutamente qualquer personagem pode “aparecer nos cinemas” utilizando o Multiverso como muleta. Na verdade, essa será uma das maiores preocupações da Marvel nessa nova fase. Desenvolver histórias sem precisar se apoiar na desculpa do Multiverso como facilitador é uma missão não tão difícil, mas que precisará contar com várias equipes de roteiristas e diretores resistindo à tentação de usarem essa “ferramenta” como desculpa para fazer qualquer absurdo. Não à toa, muita gente acreditou nos boatos dos supostos insiders, já que o tal Multiverso abre portas para que todos esses personagens transitem por qualquer que seja a linha do tempo escolhida.

Claro que há limitações de personagens cujo retorno em live action é praticamente impossível, como no caso do T’Challa das Estrelas, que foi interpretado pelo já falecido Chadwick Boseman. Da mesma forma, há alguns zumbis icônicos que foram interpretados por atores que não contam mais com contratos e são considerados caros pela Marvel. Entretanto, é interessante reparar como a maioria dos protagonistas dos episódios é composta por personagens interpretados na versão live action por atores e atrizes que seguem com contrato vigente com o estúdio. Basta ver que as aparições do Homem de Ferro, do Capitão América e da Viúva Negra costumam terminar com eles morrendo ou ficando fora de combate. Não curiosamente, os três atores do MCU (Robert Downey Jr., Chris Evans e Scarlett Johansson) que os interpretaram não seguem mais na empresa.

Agora, se há um personagem cuja presença no MCU é praticamente garantida, esse alguém é O Vigia. Interpretado por Jeffrey Wright, o cabeçudo observador já teve sua espécie aparecendo no MCU em uma participação especial de Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017). Só que agora ele contou com um desenvolvimento e até mesmo quebrou a regra que dita os rumos de sua raça, que é apenas observar sem interferir. Neste último episódio, ele contará com a ajuda do Doutor Estranho Cego de Amor para convocar os heróis de outras realidades. Só o fato de terem chamado um ator de mais nome, como Wright, para interpretá-lo numa série animada já é um grande indício de que ele seria utilizado em outras produções, mas trazê-lo e fazê-lo interferir no Multiverso é algo grande demais para deixá-lo restrito apenas ao mundo das séries para o streaming.

Por fim, a possibilidade dos personagens de What If…? aparecerem no MCU é real. Na verdade, seria até estranho se a Marvel não aproveitasse alguns deles. Porém, essa história de que todos farão pontas em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura já parece mais difícil, porque indicaria uma grande bagunça ou que eles apareceriam em pontas de centésimos de segundo em uma possível sequência do protagonista viajando sem rumo pelo Multiverso enquanto observa as milhões de realidades paralelas que existem. É possível? É, mas seria um desperdício desses personagens, que certamente renderiam aparições com desenvolvimento muito interessantes nos cinemas.

O season finale de What If…? estreia no Disney+ nesta quarta-feira (6).

Crítica | Ainbo: A Guerreira da Amazônia – Fofa Animação de Temática Indígena é inocente, e problemática

Nos últimos anos, felizmente, tem havido uma maior oferta de produções artísticas de todos os gêneros, multiplicando vozes e narrativas, muitas das quais andava muito silenciada, com pouca representação e/ou representatividade nas artes de grande alcance. Nessa pegada, estreia essa semana nos cinemas brasileiros o longa de animação ‘Ainbo: A Guerreira da Amazônia’, que, como se percebe, traz uma aventura indígena aos cinemas.

Ainbo (Lola Raie, na voz original) é uma indígena guerreira de 13 anos, órfã, criada por Chuni (Alejandra Gollas) na aldeia de Kandamo, no interior da Amazônia peruana. Sua melhor amiga, Zumi (Naomi Serrano), de mesma idade, está prestes a ser coroada soberana do povo pois o pai anda muito doente e não tem mais como governar. No dia da cerimônia, Ainbo é visitada pelos espíritos ancestrais da floresta, que aparecem para ajudá-la, pois uma terrível ameaça conhecida como Yakuruna (Thom Hoffman) está mexendo com o bioma local e adoecendo a aldeia. Quando Ainbo é desacreditada até mesmo pela própria melhor amiga, a jovem decide partir em uma aventura arriscada pela Amazônia para tentar salvar seu povo do maléfico Yakuruna.

Antes de qualquer coisa, é preciso celebrar a estreia de um filme como ‘Ainbo: A Guerreira da Amazônia’ no circuito comercial brasileiro, afinal, não é todo dia, infelizmente, que um filme de temática indígena chega ao grande público. Isto dito, apesar da boa iniciativa e da motivação válida, o longa de animação escorrega em equívocos que acabam indo contra sua própria intenção.

A ideia original de Jose Zelada, roteirizada por Richard Claus, Brian Cleveland, Jason Cleveland e Larry Wilson (todos homens, escrevendo uma história de uma protagonista mulher) é uma coprodução Peru, Estados Unidos e Holanda, e isso consequentemente misturou a visão e o estilo narrativo desses três países para elaborar o enredo do longa. O resultado acabou sendo uma grande mistura de olhares conflitantes sobre o indígena peruano – sendo pouco exaltado a voz desses povos, tornando-se uma história escrita pelo olhar do colonizador, protagonizado por uma personagem indígena. No fim, acaba reforçando perigosos e ultrapassados conceitos coloniais, como a miscigenação branca com indígenas através do amor – quando sabemos, não foi bem assim.

Por outro lado, é uma animação graficamente bem feita, bem desenhadinha e que encontrou boas soluções para inserir cenas e personagens similares com outros queridinhos da garotada, como ‘Moana’, ‘Frozen’ e, literalmente, Simão e Pumba, recriados na versão amazônica de uma anta e um tatu-bola. ‘Ainbo: A Guerreira da Amazônia’ traz também lendas indígenas locais em sua trama, como as figuras de Motelo Mama e o próprio Yakuruna, e isso é bem legal, ainda que estas forças da natureza não sejam aprofundadas na trama.

Em suma, ‘Ainbo: A Guerreira da Amazônia’ é uma animação fofa e bem-intencionada, porém problemática por trazer uma narrativa colonial sobre a cultura indígena peruana. Entretém, mas é um filme que seria melhor aproveitado se acompanhado de um debate que contextualizasse e explicasse melhor a cultura dos povos amazônicos com mais dedicação, pois, no longa, serve apenas com pretexto para a aventura.

‘The Big Bang Theory’: Kaley Cuoco se despede da série com foto de bastidores

A popular série de comédia ‘The Big Bang Theory‘ está caminhando para o seu encerramento. Relembrando os melhores momentos de sua carreira na série, a atriz Kaley Cuoco anda postando diversas imagens de momentos da série para se despedir da produção.

Em uma das últimas publicações, Cuoco compartilhou uma série de imagens nas quais boceja intensamente enquanto o diretor do episódio lhe passa orientações.

Confira:

Recentemente, foi confirmado que o episódio final terá uma hora de duração.

A informação foi compartilhada pelo criador da produção, Chuck Lorre, em entrevista ao TVLine. Segundo ele, o final será dividido em um episódio duplo.

Disse:

“Será um episódio de uma hora – dois capítulos que se conectarão. Eles serão episódios separados que contarão com uma linha de conexão”.

Os detalhes em relação ao episódio final permanecem sigilosos e ainda não se sabe quando ele irá ao ar.

Confira:

Por meio de sua conta oficial do Instagram, Jim Parsons compartilhou uma simbólica carta aberta, acompanhada da primeira foto tirada nos bastidores das filmagens da última temporada.

“É difícil (quase impossível na verdade) aceitar que esta é uma foto do primeiro dos 24 episódios finais que vamos filmar para The Big Bang Theory. Sinto-me muito feliz por termos outros 23 episódios para gravar nesta temporada, porque tenho esperança de que, com cada um, meu nível de REALMENTE aceitar esse fato afundará. Algo mais pelo qual me sinto grato – e essa gratidão não precisa de tempo para “afundar” ou tornar-se mais “ciente”; Esse sentimento de gratidão está sempre comigo, mas é multiplicado neste momento em que anunciamos nossa última temporada – mas sinto uma gratidão tão intensa por nossos espectadores dedicados, que são a razão REAL da oportunidade de explorar esses personagens por 12 anos das nossas vidas.

Sinto-me grato à nossa tripulação – muitos, muitos dos quais estão conosco desde o primeiro dia – e que são as pessoas que trazem uma sensação de estabilidade e confiabilidade, que são tão calorosas e gentis e sempre rápidas em dizer olá e sorrir para nós. Toda vez que chegamos ao set e que, mesmo que você não os veja na TV, são em muitos aspectos o batimento cardíaco real e constante que mantém esse corpo de trabalho vivo e respirando, enquanto nós, como braços e pernas agitados, agimos como idiotas e tolos na tentativa de fazer alguém rir.

Sou grato a todos os escritores do programa – aqueles que estão conosco agora e aqueles que vieram e partiram – porque, sem eles, não haveria literalmente The Big Bang Theory jamais, nunca. Os roteiristas pensaram neste show, os roteiristas criaram esses personagens, os roteiristas são aqueles que encontraram maneiras de continuar criando formas orgânicas e divertidas de manter a vida desse show, o que é uma tarefa muito, muito mais desafiadora do que qualquer outra pessoa, que não fossem eles, jamais saberiam ou entenderiam.

E enquanto eu sei que eles já sabem disso, vale a pena repetir uma e outra vez: Eu sou tão completamente grato pelo elenco nesta foto e os membros do elenco que não são retratados aqui – se eles estavam em uma cena ou muitos episódios ao longo do caminho; todos vocês são meus companheiros de brincadeira, pelos quais me apaixonei e que se tornaram parte da minha vida no set e fora dele. Vocês são meus companheiros de brincadeira quando não sentimos vontade de brincar, mas temos que fazer isso porque é nosso trabalho ir lá e nos comunicar e fingir que somos essas outras pessoas fictícias e quando nos olhamos nos olhos e dizemos essas palavras, acabamos criando uma estranha realidade alternativa, que enriqueceu minha vida mais do que jamais vou entender completamente. Vou sentir falta de todos vocês e de tudo isso, mais do que posso dizer e mais do que eu posso saber neste momento”.

De acordo com a EW, com um salário de US$ 1 milhão por episódio, Jim Parsons – ao lado dos quatro protagonistas originais, Kaley Cuoco, Johnny Galecki, Kunal Nayyar e Simon Helberg – receberiam mais de US$ 50 milhões, incluindo lucros, caso ele concordasse em ficar em ‘The Big Bang Theory‘ por mais dois anos. A CBS e a Warner estavam tentando negociar com o astro, a fim de que ele aceitasse a proposta.

No entanto, ele não aceitou as tratativas e sem o seu principal protagonista, a alternativa foi finalizar a série.

‘Good Girls’: NBC encomenda mais episódios para a 3ª temporada

Em maio deste ano, a NBC renovou a comédia Good Girls para uma terceira temporada, mas isso não foi tudo: segundo a Variety, a emissora encomendou três episódios adicionais para o próximo ciclo, totalizando 16 novos capítulos.

A temporada de estreia teve 10 iterações, enquanto a segunda foi composta por 13.

O novo ano ainda não tem data de estreia confirmada.

Crítica | Good Girls – Netflix lança deliciosa série com mulheres assaltantes

No Brasil, a série foi lançada pela Netflix como uma produção original.

A série gira em torno de três mães suburbanas que estão passando por uma situação financeira difícil. Depois que uma série de contratempos as deixa desesperadas, elas decidem assaltar um mercado local, mas o valor do roubo excedeu suas expectativas. Logo, elas estarão metidas com um chefão do crime local, e essas “boas garotas” se encontrarão em um poço de decisões ruins.

Christina Hendricks, Retta, Mae Whitman, Matthew Lillard, Reno Wilson, Manny Montana, Lidya Jewett, Izzy Stannard e David Hornsby estrelam.

Crítica de Trilha Sonora | ‘Aves de Rapina: O Álbum’ exala girl power em sua melhor forma

Aves de Rapina foi anunciado alguns anos atrás e, desde o início de sua produção, tornou-se um dos filmes mais aguardados dos fãs de quadrinhos – principalmente os seguidores da DC, que desejavam mais que tudo um novo sucesso de crítica nas telonas, seguindo os passos de Coringa, Shazam!’, Mulher-Maravilha e Aquaman. Depois do considerável sucesso que fez entre os especialistas, chegou a vez de virarmos os holofotes para um elemento também original do longa-metragem: sua trilha sonora. O resultado do álbum, premeditado pelo lançamento do single de Megan Thee Stallion e Normani, é muito superior ao que poderíamos esperar, exalando girl power em sua melhor forma e entrelaçando diversos gêneros sonoros em um mesmo lugar.

Em um momento em que inúmeros artistas prezam por uma construção mais minimalista e conceitual em vez de respaldar nas fórmulas conhecidas do pop e do rock, grande parte dos ouvintes pode ter sentido falta de canções-chiclete e dançantes que nos envolvesse do começo ao fim com um bombardeio de acordes explosivos. Felizmente, as dezenas de colaborações contratadas pela Warner Bros. e pela Atlantic Records para compor essa obra os entregam exatamente o que precisávamos: tracks recheadas de vida, calcadas nas fusões que unem o synth ao EDM, o PC music ao industrial pop, e o rap ao electro-rock. Mais do que isso, as incríveis vozes não pensam duas vezes antes de mostrar suas homenagens a clássicos nomes da indústria fonográfica, fazendo questão de mostrar as referências das quais se nutriram.

A proeminência de Doja Cat abre a produção com a incrível “Boss Bitch” que, mesmo seguindo uma construção já ouvida antes (ainda mais quando pensamos na transição dos anos 2000 para os 2010), transborda com um delicioso rap guiado por sintetizadores do electro e do dance-pop, entregando uma rendição frenética e inebriante ao extremo – sabendo o momento certo de recuar para um instrumental mais densa e de utilizar os familiares moduladores de voz. Pouco depois, é a vez de Charlotte Lawrence brilhar com as samples emprestadas de Nina Simone em “Joke’s On You”, ganhando um espaço mais que merecido e pavimentando uma trajetória rumo a uma discografia de bastante sucesso.

Para além de “Diamonds”, que empresta alguns versos de Marilyn Monroe em Os Homens Preferem as Loiras, temos Jurnee Smollett-Bell (que interpreta Canário Negro) redescobrindo James Brown como “It’s a Man’s Man’s Man’s World” e criando uma performance memorável que imprime sua própria habilidade – mesmo perdendo-se em alguns momentos na coesão da faixa. Lauren Jauregui também prende-se a uma bem-vinda nostalgia do início do século com “Invisible Chains”. Ambas as canções não chamam atenção apenas pelos poderosos vocais, e sim pelas letras de sororidade e de libertação que refletem os temas explorados pelo longa-metragem.

A decisão de unir apenas mulheres para a composição do CD visou a uma representatividade necessária para as esferas de entretenimento contemporâneas – e não me refiro aqui à falsa noção desse conceito que é explorado superficialmente por quem está no comando; a verdade é que a profusão sonora é um outro recurso para mostrar que as mulheres existem e podem dominar qualquer estilo musical que possamos pensar. Um dos exemplos mais claros que temos aqui é Halsey sendo convidada a mudar de zona exploratória e mergulhar de cabeça num pesado rock (“Experiment On Me”) provindo de um hibridismo à la Avril Lavigne e AC/DC (e caso tenha ficado surpreso ou chocado com o resultado, é porque a ideia atingiu seu propósito principal).

O gênero em questão ganha uma linearidade drilling proposital (como a já vista com Nicki Minaj, Cardi B e Iggy Azalea) com “Danger”, que tem um respaldo mercadológico, mas investe esforços para sair do comodismo. “Bad Memory” representa um dos ápices da obra e, mais do que isso, é facilmente uma das melhores tracks lançadas até agora em 2020. K.Flay brinca com seus vocais e tira sarro através de um ácido liricismo, à medida que traz um escopo próprio do indie e do hip hop alternativo (encontrados com abundância em sua filmografia). Já “So Thick”, parceria feita entre WHIPPED CREAM e Baby Goth, pode ter um pano de fundo repetitivo e saudosista em excesso, mas não perde o principal foco que é nos envolver em uma críptica viagem através da mentalidade de Arlequina (Margot Robbie), buscando a mesma emancipação que a protagonista.

O interessante sobre o álbum é que ele se vale de distorções de elementos outrora prosaicos demais para arquitetar algo único, tendo como marco uma insana originalidade. “Smile” parece virar do avesso as suits compostas por Theodore Shapiro, enquanto Cyn toma as rédeas da woodstockiana “Lonely Gun”; mesmo assim, ignorar certos equívocos é um erro condenável – e por essa razão não podemos deixar de sentir certa desconexão com “I’m Gonna Love You Just A Little More Baby”, cuja gestação entre o jazz e o blues simplesmente não combina com as outras faixas. De qualquer forma, “Hit Me With Your Best Shot” reencontra os trilhos com um épico tour-de-force.

Aves de Rapina: O Álbum’ funciona como um adendo dançante, sedutor e cativante ao longa-metragem homônimo que, seguindo os passos de seu estelar elenco, também é um declamatório discurso pela independência feminina.

Nota por faixa:

  • Boss Bitch – 5/5
  • So Thick (feat. Baby Goth) – 4/5
  • Diamonds – 4/5
  • Sway With Me – 4,5/5
  • Joke’s On You – 4,5/5
  • Smile – 4,5/5
  • Lonely Gun – 4/5
  • Experiment On Me – 4/5 
  • Danger – 5/5
  • Bad Memory – 5/5
  • Feeling Good – 4,5/5
  • Invisible Chains – 4,5/5
  • It’s a Man’s Man’s Man’s World – 4/5
  • I’m Gonna Love You Just A Little More Baby – 3/5
  • Hit Me With Your Best Shot – 4/5