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Jamie Kennedy NÃO retornará em ‘O Ataque dos Vermes Malditos 7’

Apesar de ter estrelado os últimos dois filmes da franquia, o ator Jamie Kennedy revelou que não retornará para ‘O Ataque dos Vermes Malditos 7.

“Muitas pessoas têm me perguntado [sobre o próximo filme da franquia], então vou esclarecer isso de uma vez. Eu não estarei no próximo ‘O Ataque dos Vermes Malditos’. Eu me diverti muito fazendo os dois últimos filmes. Mas o Travis não estará na próxima aventura. Porém, nunca se sabe o que pode acontecer no futuro… divirtam-se garotos!”

Vale lembrar que Michael Gross retornará como Burt Gummer na próxima sequência.

Don Michael Paul, que dirigiu os dois últimos filmes, retornará à direção.

Na trama do novo longa, os mortais Graboids estão de volta, ilegalmente levados para uma nova ilha que serve de resort para ricos que procuram caçar ilegalmente.

O sexto filme mostrou Graboids atacando no ártico. Confira o trailer:

‘Shining Vale’: Greg Kinnear entra para o elenco da série de terror cômica

De acordo com o Deadline, Greg Kinnear será um dos protagonistas da série de terror cômica ‘Shining Vale‘, que está sendo desenvolvida pelo canal Starz.

A produção será estrelada pela Courteney Cox (da franquia ‘Pânico‘).

Dearbhla Walsh (‘The Handmaid’s Tale‘) irá dirigir o piloto.

A história gira em torno de Patricia “Pat” Phelps (Cox), uma criança perturbada que se tornou viciada em drogas e em álcool, conseguindo superar seus problemas ao escrever sobre a traumática infância. Agora trilhando o percurso de uma romancista de sucesso, Pat se vê com alguns dilemas: ela não consegue arranjar a fórmula certa para escrever uma sequência, seu marido está ausente e seus filhos adolescentes parecem odiá-la. Como ela pode dar a volta por cima? Mudando-se para os subúrbios, onde descobre que atrocidades terríveis aconteceram, e eventualmente perceber que foi alvo de uma possessão demoníaca.

O episódio piloto é escrito por Jeff AstrofSharon Horgan.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Círculo de Fogo: The Black’ é renovada para a 2ª temporada

A Netflix renovou oficialmente a série animada ‘Círculo de Fogo: The Black‘, baseada no longa homônimo de Guillermo del Toro, para a 2ª temporada.

“Ainda não há acabou, há muito mais pela frente…”

A série foi criada por Craig Kyle (‘Thor: Ragnarok’) e Greg Johnson (‘X-Men: Evolution’).

“Há muito tempo atrás, a humanidade derrotou o Kaiju. Agora, eles estão evacuando a Austrália. Em 2021, una-se a um de irmãos e seu surrado e abandonado Jaegar, à medida em que eles batalham ao redor de um continente de perigo em Pacific Rim: The Black”. 

‘First Kill’: Juliette é uma vampira que se apaixona pela caçadora em nova série da Netflix

Através do seu Twitter, a Netflix anunciou que ‘First Kill‘, sua nova série de terror com vampiras lésbicas, será lançada oficialmente em 2022.

A série será produzida pela atriz Emma Roberts.

Confira o elenco completo:

  • A Família Burns (Caçadores de Vampiros): Aubin Wise (Talia), Jason Robert Moore (Jack), Dominic Goodman (Apollo) e Phillip Mullings Jr (Theo).
  • A Família Fairmont (Vampiros): Elizabeth Mitchell (Margot), Will Swenson (Sebastian), Gracie Dzienny (Elinor) e Dylan McNamara (Oliver).

MK xyz (Tess), Jonas Dylan Allen (Ben) e Roberto Mendez (Noah) completam o elenco.

Na trama…

Quando chega o momento da vampira adolescente Juliette (Sarah Catherine Hook) matar pela primeira vez para que ela possa conquistar seu lugar em uma família de poderosos vampiros, ela coloca os olhos em uma nova garota na cidade, Calliope (Imani Lewis). Mas, para a surpresa de Juliette, Calliope é uma caçadora de vampiros, de uma família renomada de caçadores.

A série é baseada em um conto escrito por Victoria ‘V.E.’ Schwab.

Jet Wilkinson (‘How to Get Away with Murder’) será responsávei pela direção dos dois primeiros episódios

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Felicia D. Henderson (‘The Quad’) será a showrunner.

Produtor DESMENTE rumores sobre ‘Atividade Paranormal 8’: “Nada disso é real”

Através do seu Twitter, o produtor Oren Peli se pronunciou sobre os rumores envolvendo o próximo filme da franquia ‘Atividade Paranormal‘. O site Variety havia reportado que o oitavo filme da saga será lançado em 2023, mas Peli negou completamente a notícia.

“Para os fãs de ‘Atividade Paranormal’: estão saindo notícias sobre o desenvolvimento de novas sequências. Elas estão listadas no IMDB como ‘Atividade Paranormal 8’, remake, etc. Nada disso é real. Nós não temos nada a ver com isso, e não conhecemos as pessoas que alegam estar fazendo esses filmes.”

Anteriormente, o produtor Jason Blum havia declarado que a franquia “já teve o suficiente”.

“Aquele último filme de ‘Atividade Paranormal’ foi terrível. Com ‘Halloween’, nós só tínhamos os direitos de três filmes, então dissemos: ‘Halloween Ends’! Acabou para Blumhouse, pelo menos. Com outras coisas, você tem essa sensação de que é hora de colocá-los na gaveta. ‘Atividade Paranormal’ só voltaria se algum diretor que eu amo, como Scott Derrickson, dissesse: ‘Eu tenho uma ótima ideia para um filme de ‘Atividade Paranormal’ .’ Mas não é algo que eu queira fazer [no momento]”.

Ele explicou porque ‘Paranormal Activity: Next of Kin‘ não deu certo.

“Pegamos emprestado o sistema autoral francês e o aplicamos a filmes muito comerciais”, acrescentou Blumhouse. “Nós damos a eles mais controle do que eles normalmente têm em Hollywood, mas eles também têm que nos dar algo: um compromisso de fazer filmes de baixo custo… tempo em que o diretor está planejando como eles vão conseguir o que querem. Em um filme de US$ 200 milhões, o diretor está gastando 80% de seu tempo em política e 20% realmente fazendo o filme. Em nosso filme de US$ 4 milhões, 100% do tempo é gasto em fazer um bom filme.” 

Você também cansou da franquia?

No ano passado, foi lançado nos EUA o criticado reboot de ‘Atividade Paranormal‘, intitulado ‘Paranormal Activity: Next of Kin. Apesar da expectativa de alguns fãs, o longa registrou apenas 16% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes.

‘9-1-1’ e ‘9-1-1: Lone Star’ terão novos crossovers? Executivo da FOX responde!

Apesar de terem sido renovadas, ‘9-1-1‘ e ‘9-1-1: Lone Star‘ passarão a ser exibidas por canais diferentes. Com o seriado original entrando para a programação da ABC, os fãs ficaram curiosos para saber se a mudança prejudicaria futuros crossovers entre as séries.

Em entrevista ao TVLine, Michael Thorn, presidente de programação original da FOX, quebrou o silêncio sobre o assunto – revelando considerar “improvável”.

“Crossovers são muito difíceis de se fazer porque eles exigem um cronograma muito ambicioso. Nós não éramos capazes de desenvolver crossovers todos os anos quando as duas séries faziam parte da nossa grade, então eu diria que eles serão extremamente improváveis [no futuro].”

De acordo com o The Wrap, a mudança aconteceu por causa do alto custo para produzir a série. O site afirma que cada episódio de ‘9-1-1‘ custa em torno de US$ 9-10 milhões. E, considerando que o seriado é produzido pela Disney – através da 20th Television –, o custo do licenciamento tornou inviável o sinal verde para uma nova temporada.

A decisão sinaliza uma grande mudança na indústria. Há alguns anos, por exemplo, as emissoras fariam qualquer coisa para manter uma de suas séries de maior audiência em sua programação.

Atualmente, em uma era dominada pelos serviços de streaming e marcada pela queda progressiva da audiência ao vivo na televisão norte-americana, este modelo de entretenimento parece assumir novas prioridades.

Vale destacar que, apesar de ‘9-1-1‘ estar migrando para a ABC no próximo ciclo, a série derivada ‘9-1-1: Lone Star‘, cuja quinta temporada já foi confirmada, continuará a ser exibida pela FOX.

“Graças ao talento criativo de Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear, além do elenco, ‘9-1-1’ tem sido uma das séries dramáticas de maior sucesso das televisão americana, e nós estamos honrados em trazê-la para a ABC,” declarou Craig Erwich, presidente da Disney Television Group. “Será um privilégio manter ‘9-1-1’ na família, com a 20th Television na produção. Estamos ansiosos para contar novas histórias emocionantes sobre esses amados personagens.”

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco conta com Angela Bassett, Peter Krause, Jennifer Love Hewitt, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Ryan Guzman, Corinne Massiah e Gavin McHugh.

Licença Para Enlouquecer

 

Elenco:

Mônica Carvalho
Danielle Winits
Michelle Muniz

 

Direção: Hsu Chien

Gênero: Comédia

Duração: 100 min.

Distribuidora: Pipa Pictures

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 4 de Abril de 2024

Sinopse: 

Em LICENÇA PARA ENLOUQUECER, quando a vida das amigas Sara, Lia e Leia vira um caos de proporções planetárias, elas têm que dividir um apartamento minúsculo em São Paulo e quase enlouquecem. Quem nunca? Mas as três dão um basta. Se tornam cúmplices para atender a uma proposta indecente e irrecusável: cruzar o país para “animar” uma festa secreta na paradisíaca praia de Maragogi, em Alagoas. Uma aventura absurdamente inesperada, com reviravoltas, paixões, a força da amizade e uma surpresa que vai transformar os seus destinos.

Crítica | Licença Para Enlouquecer – Comédia Reúne Dani Winits, Mônica Carvalho e Michele Muniz em Cenário Paradisíaco

Curiosidades: 

» Além de estrelarem a produção, Mônica Carvalho e Michele Muniz também assinam o roteiro ao lado de Marcelo Corrêa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Noah Centineo retorna nas imagens da 2ª temporada de ‘O Recruta’

A Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais da 2ª temporada de ‘O Recruta‘, série de espionagem estrelada por Noah Centineo (‘Adão Negro’).

Além disso, o serviço de streaming anunciou que o próximo ciclo estreará no dia 30 de janeiro.

Confira as imagens e siga o CinePOP no Youtube:

A trama vai seguir Owen Hendricks (Centineo), um jovem advogado da CIA, que tem uma primeira semana conturbada no trabalho. Após encontrar uma carta ameaçadora de Max Meladze (Laura Haddock), uma ex-agente planeja expor a agência a menos que eles a exonerem de um crime terrível, Owen se encontra envolvido em um mundo perigoso de mentiras e intrigas. E, para piorar sua situação, ele deve viajar o mundo na esperança de completar sua missão e fazer sua marca na CIA.

O elenco ainda conta com Fivel Stewart, Vondie Curtis Hall, Kristian Bruun, Aarti Mann, Colton Dunn e Daniel Quincy Annoh.

A Meia-Irmã Feia

(Tin Soldier)

 

Elenco:

Lea Myren
Thea Sofie Loch Næss
Ane Dahl Torp

 

Direção: Emilie Blichfeldt

Gênero: Terror

Duração: 109 min.

Distribuidora: Mares Filmes

Orçamento: US$ 4.2 milhões

Estreia: 23 de Outubro de 2025

Sinopse: 

Em A MEIA-IRMÃ FEIA, a trama segue Elvira enquanto ela precisa competir com sua bela meia-irmã, Cinderela, em um reino onde a beleza é considerado um negócio brutal. E ela fará qualquer coisa para atrair a atenção do príncipe…

Curiosidades: 

TERROR sobre a Meia-Irmã Feia da Cinderela considerado “grotesco” pelos críticos será exibido no Festival do Rio

» Além de dirigir, Emilie Blichfeldt também assina o roteiro do longa;

» Aclamado pelos críticos, o terror baseado na irmã malvada da Cinderela alcançou impressionantes 96% de aprovação no Rotten Tomatoes;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Backrooms’ arrecada US$ 118 milhões e se torna a MAIOR estreia global da história da A24

Sucesso! O terror ‘Backrooms: Um Não-Lugar‘ arrecadou impressionantes US$ 118 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Além de ter se tornado a maior abertura global da história da A24, o longa também superou o lançamento de ‘Pânico 7‘ (US$97.1M), tornando-se a maior estreia global do ano para um filme do gênero.

Para termos de comparação, o terror registrou um desempenho acima de outros sucessos recentes, como ‘A Hora do Mal‘ (+62%), ‘Pânico 7‘ (+22%), ‘Five Nights at Freddy’s 2‘ (+5%) e ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ (+4%).

Nos EUA, o filme abriu com sólidos US$ 81.4 milhões, tornando-se a maior estreia doméstica do estúdio – superando ‘Guerra Civil‘ (US$25.5M).

Kane Parsons ainda se consagrou como o diretor mais jovem da história a conquistar o topo das bilheterias norte-americanas. O recorde anterior pertencia ao cineasta Josh Trank, que havia conquistado o topo das bilheterias do país com ‘Poder Sem Limites‘ (US$22M), ao 27 anos.

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 36 milhões através de mais de 30 territórios.

Crítica | ‘Backrooms: Um Não-Lugar’ une terror, suspense e sci-fi em uma INQUIETANTE jornada interdimensional

Com 89% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror recebeu uma nota B- do público no CinemaScore – uma média considerada boa para o gênero.

Backrooms: Um Não-Lugar‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção é baseada no curta original de Kane Parsons, que gira em torno de um jovem cineasta que vai parar em outra dimensão. Ele vaga por um escritório inquietantemente amarelo, vazio e labiríntico, que pode ou não abrigar seres sobrenaturais. O título e o cenário do filme são inspirados nas imagens de uma creepypasta (ou lenda urbana da internet) publicadas no site 4chan em 2019.

O elenco conta com Chiwetel Ejiofor (‘The Old Guard’), Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’) Mark Duplass (‘The Morning Show’), Finn Bennett (‘True Detective’), Lukita Maxwell (‘Shrinking’) e Avan Jogia (‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’).

Com apenas 20 anos, Kane Parsons faz sua estreia como diretor de longa-metragem, tornando-se o cineasta mais jovem a colaborar com a A24. Os detalhes do enredo estão sendo mantidos em sigilo absoluto, o que reforça o mistério que cerca o projeto desde o anúncio de sua adaptação para os cinemas.

A adaptação será coproduzida por James Wan, através da Atomic Monster.

Parsons assume a direção do longa, a partir de um roteiro assinado por Roberto Patino (‘Westworld’).

Shawn Levy, Dan Cohen e Dan Levine também servirão como produtores executivos ao lado da 21 Laps Entertainment.

‘Confederate’: Série dos criadores de ‘Game of Thrones’ é considerada “racista”

A nova série da dupla criativa David Benioff e Dan Weiss ainda nem foi lançada, mas já foi alvo de críticas por usuários das redes sociais, que consideraram a temática “racista”.

A produção, que ganhou sinal verde da HBO, trará uma linha do tempo alternativa, onde os estados sulistas se dividiram da União, dando vazão ao surgimento de uma nação completamente distinta, onde a escravidão ainda é considerada legal ao ponto de se condensar em uma espécie de instituição.

Para os internautas, a temática dá vazão ao racismo, mostrando uma realidade diferente e dolorosa, caso a Terceira Guerra Civil Americana tivesse tomado rumos distintos.

Já para os criadores, a preocupação é válida, mas o julgamento é infundado, considerando que nem se quer o roteiro do episódio piloto foi escrito. Para Benioff, Weiss, Nichelle e Malcolm Spellman, a abordagem será feita com propriedade e de maneira respeitosa.

Em uma entrevista feita ao site Vulture, o quarteto esclareceu algumas dúvidas, pedindo para que audiência inicie seus julgamentos quando a série for exibida.

Segundo Benioff:

“Tudo é muito novo ainda e nada foi escrito. Eu creio que isso pode ter sido um pouco surpreendente para aqueles que se revoltaram. Mas estamos em uma fase prematura e sabe, existe aquela chance da gente fazer uma porcaria e estragarmos tudo…Mas nós ainda não fizemos isso”.

Para Nichelle, que é negra, a preocupação é compreensível, mas a produção merece uma chance:

“Nós entendemos, mas eu espero que essa preocupação possa emergir no dia da estreia da série, na HBO, em um domingo à noite, quando eles finalmente assistirem a um episódio de meia hora e testemunharem o que preparamos. Queremos que eles tomem essa decisão de reagir negativa ou positivamente quando tudo estiver pronto. A preocupação é real, mas nós quatro somos pessoas de grande sensibilidade, que levam seus trabalhos a sério e não estão pensando em ganhar dinheiro com aquilo que estamos fazendo a qualquer custo. O que eu e todos estes três criadores fizemos no passado prova isso. E então eu espero e anseio para que o debate comece mesmo assim que a série estrear”.

Segundo Malcolm Spellman, as pessoas não devem basear o conceito inteiro de uma produção partindo apenas de um release de imprensa e precisam considerar que estes produtores também possuem parentes amigos negros, vítimas de racismo frequentemente.

De acordo com ele:

“Isso não é um assunto para ser debatido com profundidade no Twitter, simplesmente não é possível. E eu sei que não podemos mudar a mente das pessoas, mas novamente voltamos a repetir aquilo que dizemos em cada entrevista que oferecemos: Nós temos parentes negros. Tias, sobrinhos, tios. Pais e avós negros e estamos com eles sempre, nós sentimos a luta diária que enfrentam. E as pessoas não devem embasar todo um conceito a partir de uma rápido release de imprensa e quando foram tratar do assunto em suas respectivas redes sociais, devem considerar que nenhum de nós aqui é vendido, que só busca ganhar dinheiro em cima de produções, fazendo tudo de qualquer jeito sem qualidade. Eu e Nichelle não somos fantoches que serão usados para proteger alguém. Somos pessoas que sentem a necessidade de abordar assuntos do mesmo jeito que estes usuários e todos eles deveriam ter mais cuidado e humanizar seus tweets e artigos”.

Benioff e Weiss assumiram o papel de chefes da série, que contará com a produção executiva de Nichelle Spellman (‘Justified’), Malcolm Spellman (‘Empire’) e a dupla Carolyn Strauss e Bernadette Caulfield, ambos de ‘Game of Thrones’.

 

 

 

‘Big Little Lies’: Reese Witherspoon e Kathryn Newton em nova imagem direto do set

As gravações do segundo ano deBig Little Lies estão a todo vapor e a atriz e produtora da série, Reese Witherspoon, publicou uma nova imagem em sua conta oficial do Instagram.

Nela, vemos a vencedora do Oscar ao lado de sua filha fictícia, vivida por Kathryn Newton, dentro do quarto de sua personagem.

Confira:

Back on set with my girl @kathrynnewton ! #BigLittleLies @hbo

Uma publicação compartilhada por Reese Witherspoon (@reesewitherspoon) em

Recentemente, a atriz Nicole Kidman publicou em seu Instagram a primeira foto oficial de Meryl Streep na 2ª temporada de Big Little Lies. Confira:

First day on the set with Meryl and “my” darling boys! #BigLittleLies

Uma publicação compartilhada por Nicole Kidman (@nicolekidman) em

Streep irá interpretar Mary Louise Wright, mãe de Perry Wright (Alexander Skarsgard, o grande papa prêmios da temporada). Depois da morte de seu filho, ela chega à Monterey procurando respostas.

Segundo fontes da Variety, Streep vai embolsar US$800 mil por episódio. A atriz possui três estatuetas do Oscar.

Nicole Kidman e Reese Witherspoon serão novamente as produtoras da nova temporada, e também retornarão às suas respectivas personagens. Liane Moriarty, autora do livro no qual a primeira temporada é baseada, volta assinando parte da nova história para a segunda temporada. A diretora Andrea Arnold irá comandar os sete novos episódios, com Jean-Marc Vallée, diretor original, servindo como produtor.

A 2ª temporada ainda não tem data de estreia definida.

Oi? Petição quer que Homem-Formiga entre no ânus de Thanos em ‘Vingadores: Ultimato’

Os fãs Hue Br não estão de brincadeira e iniciaram uma petição para trazer um fim bem doloroso e rápido para o vilão Thanos em ‘Vingadores: Ultimato‘.

A petição insiste que a Marvel deveria fazer o Homem-Formiga reduzir sua forma e entrar no anus do vilão. Lá dentro, ele aumentaria de tamanho, acarretando na instantânea morte do personagem. Obviamente a divisão da Disney jamais tomaria decisão, mas a brincadeira está conquistando vários adeptos e já ultrapassou a marcar de 5.600 assinaturas. A meta final é chegar a 7.500.

Se você quer conhecer a petição, clique aqui.

Segundo uma nova reportagem do site AMC Theaters, mais especificamente na seção ocupada pela Marvel, a duração de ‘Vingadores: Ultimato’ será de 181 minutos (3 horas e 2 minutos). A última reportagem indicava que o longa-metragem teria 182 minutos.

Dirigido por Anthony Russo e Joe Russo, a sinopse oficial do filme diz:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Karen Gillan (Nebula), Bradley Cooper (Rocket), Brie Larson (Capitã Marvel), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Evangeline Lilly (Vespa), Jon Favreau (Happy Hogan), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Hemsworth (Thor), Josh Brolin (Thanos), Chris Evans (Capitão América), Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), Paul Rudd (Homem-Formiga), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Pom Klementieff (Mantis), Tilda Swinton, Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Katherine Langford, Dave Bautista (Drax), Mark Ruffalo (Hulk), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Letitia Wright (Shuri) e Frank Grillo.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril de 2019.

‘Esquadrão Suicida’: David Ayer pede desculpas por abordagem machista da Arlequina

O diretor David Ayer, de ‘Esquadrão Suicida‘, pediu desculpas publicamente pela abordagem machista dada à personagem Arlequina em seu filme.

Por meio de uma publicação no Twitter, o cineasta compartilhou uma postagem feita por uma fã, que questionava a objetificação dela, apresentando-na como uma mulher que fora tratada de forma política, envolvida em um relacionamento amoroso abusivo.

Ao retuitar o comentário em questão, Ayer elogiou a observação feita, afirmando que ela fora escrita de forma cuidadosa. O diretor ainda agradeceu o fato de ter sido confrontado por essa abordagem, salientando que está aprendendo em um mundo em constante mudança.

Confira:

“Retuitando isso porque foi escrito de forma tão cuidadosa. Obrigado por isso. Estou crescendo e aprendendo em uma mundo em constante mudanças”.

Em seu argumento, a fã pontuou a objetificação de Arlequina em ‘Esquadrão Suicida‘:

“Uma personagem feminina em um relacionamento abusivo já é político cara. A forma como sua câmera olhava para ela era política. A forma como você a usou foi política. Você a tratou como um objeto e ainda assim ela ressurgiu acima disso. Isso também foi político”.

 

Recentemente, Ayer divulgou o visual alternativo de Arlequina para o filme, que remete à sua caracterização dos quadrinhos.

Confira:

OTHER: Harley Quinn alternative look by David Ayer from r/DC_Cinematic

Lembrando que ‘O Esquadrão Suicida‘ tem estreia prevista para 06 de agosto de 2021.

Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

 

Crítica Netflix | Esquadrão Trovão: Comédia com Melissa McCarthy e Octavia Spencer é fraca e esquecível

Em um contexto onde os super-heróis nunca estiveram tão em alta como atualmente, a indústria de Hollywood tenta sempre espremer uma nova história envolta no subgênero. E Esquadrão Trovão é a tentativa da Netflix de flertar com o universo dos quadrinhos de maneira mais popular e abrangente, trazendo a dupla Ben Falcone e Melissa McCarthy novamente à frente do projeto. Mas infelizmente, nem a presença da vencedora do Oscar Octavia Spencer é capaz de garantir um fôlego sustentável nesta, que entra para a lista de fracas produções originais da gigante do streaming.

Na trama, duas amigas de infância se reencontram mais de trinta anos depois, para combater uma ameaça mortal de um grupo de supervilões que segue aterrorizando sua cidade natal. Com estilos de vida bem distintos, elas serão submetidas a um experimento que lhes garantirá os super poderes necessários para conquistar a paz dos moradores locais. Formando um contraste peculiar, McCarthy e Spencer tentam dar corpo e gás a uma trama que se inspira nas dinâmicas dos longas buddy cop, mas infelizmente não conseguem garantir aquele delicioso sabor de uma comédia de ação inusitada, como vemos em filmes como Um Tira da Pesada, A Hora do Rush e Máquina Mortífera.

Mas as intenções são boas e Falcone – que assina o roteiro, a direção e ainda faz uma ponta no longa – tenta mesclar o humor pastelão com o screwball, a fim de promover o riso a partir de situações simples, banais e mais práticas. No entanto, os clichês de outros dos seus filmes anteriores não funcionam tão bem aqui, fazendo com que o longa caia em um limbo em sua primeira metade. Com um roteiro que se estende exageradamente na introdução de suas personagens, Esquadrão Trovão segue a maior parte do tempo sem conseguir aquelas risadas esperadas e a seriedade excessiva da protagonista de Spencer não causa o contraste inicialmente idealizado pelo diretor.

THUNDER FORCE (L-R): MELISSA MCCARTHY as LYDIA, POM KLEMENTIEFF as LASER. Cr. HOPPER STONE/NETFLIX © 2021.

Com quase duas horas de duração, a comédia peca por não saber usar o seu tempo de tela com sabedoria e muitas vezes patina em uma trama pouco dinâmica e cativante. Sua segunda metade tenta trazer algumas cenas de ação mais eletrizantes e os bons efeitos visuais até conseguem suprir a carência do humor. Mas ainda assim, o longa desperdiça os seus protagonistas, apaga a Melissa Leo de tal forma que mal conseguimos percebê-la e traz Jason Bateman relembrando os tempos de comédia, em um personagem que tenta ser um alívio cômico adicional, mas pouco nos interessa genuinamente.

Com uma ideia comum até demais, mas que poderia muito bem ter se desenvolvido com maior habilidade, a comédia inspirada no mundo dos quadrinhos é fraca em suas piadas e quase chega a ser repetitiva em alguns momentos. Deixando a audiência a ver navios, Esquadrão Trovão nos coloca à espera de uma comédia que, embora apareça em sua descrição oficial, esqueceu de comparecer ao longo de suas quase duras horas de produção.

Crítica | Saltburn: Barry Keoghan trilha seu caminho para o Oscar em estupendo suspense sobre luxúria e obsessão

Criando um caleidoscópio de cores neon, Emerald Fennel faz de Saltburn um sonho de uma noite de verão. Luxúria, obsessão amorosa e desejos não consumados se fundem em um anseio compulsivo por algo que ainda não sabemos. Arranhando apenas a superfície de sua história, percorremos 1h30 de filme observando o suntuoso palácio de Saltburn como o palco para o que aparenta ser um vindouro crime passional. Mas enquanto nos distraímos com a beleza fugaz de uma família rica e mesquinha, custamos a perceber uma outra narrativa que gradativamente se aflora ao nosso redor. E de maneira quase metalinguística, a vencedora do Oscar transforma seu filme em uma catarse sobre si mesmo. Enquanto achamos que a trama se retém unicamente a uma paixão jamais consumada, Fennel vai além dessa superficialidade, para narrar um conto sobre poder, ostentação e um outro tipo de obsessão.

Não seria incorreto afirmar que Saltburn flerta com os mesmos temas de O Talentoso Ripley. Mas muito mais suntuoso e verborrágico em seus diálogos, o longa da cineasta e atriz britânica é muito mais do que o suspense sobre golpes milimetricamente arquitetados. Vendendo um ideal simultaneamente idílico e sombrio, ela transforma a belíssima e aristocrática paisagem da Inglaterra dos anos 2000 em um cenário satisfatório de personagens peculiares e belamente configurados. Como se estivéssemos diante de uma pintura renascentista que ganha vida diante dos nossos olhos, o suspense ainda faz um amálgama entre o drama e a comédia, pautando sua trilha sonora por acordes tensos e instigantes, a fim de sempre nos deixar atentos e à espreita – à espera de uma iminente tragédia que só verdadeiramente chega em seus 20 minutos finais.

Nos convidando a desfrutar desse pequeno universo de possibilidades infinitas em meio a um verão quente que exala sensualidade, Saltburn é a história sobre um lugar maldito e como ele rege o comportamento daqueles que o frequentam. Nesse contexto, Barry Keoghan é um desajeitado estudante universitário que parece não se encaixar no rico cenário da Oxford University, mas se encontra em uma estranha amizade com o ótimo Jacob Elordi – o belo aristocrata com quem divide parte de seu cronograma escolar. Em uma relação pautada por uma constante tensão sexual, ambos são como diferentes partes de um único corpo. Suas personas se completam, ainda que se distanciem por seus contextos socioculturais. São de mundos dispersos, mas se encontram em um ponto em comum. Não se desejam, mas parece que sim – o que torna tudo ainda mais turvo. E assim seguimos até o grande plot twist.

E essa é a riqueza criativa por trás de Saltburn. Há sempre uma segunda agenda escondida nas entrelinhas, que nós nunca conseguimos tocar. É como se sempre chegássemos perto de algo absolutamente revelador e conclusivo, mas nunca o bastante para compreendermos a dimensão da história. Essa habilidade de storytelling desenvolvida por Fennel torna nossa experiência cinematográfica um espetáculo à parte. Sempre progressiva e evolutiva, ela nunca é plenamente satisfeita, mas é sempre satisfatória. Somos hipnotizados por seus personagens, seduzidos por suas falas mansas e diálogos regados de pedantismo, somos induzidos pela linguagem corporal dúbia de cada um deles. E todos esses elementos criam a tempestade perfeita de toxicidade que nos levará a ruína de (quase) cada um deles.

E dentro disso, a direção de fotografia se incorpora à belíssima performance de seu elenco, nos banhando com cores neon e sombras profundas que flertam com a estética gótica e que evidenciam ainda mais a opulência desse pequeno universo de excessos, prazeres subversivos e comportamentos destrutivos. Nessa efervescência artística tão conceitual, Barry Keoghan é um espetáculo à sua maneira, com uma atuação poderosa e inebriante, que transita entre uma estranha inocência e uma peculiaridade, que escondem em si um comportamento muito mais perturbador, que jamais poderíamos imaginar. Dominando a tela a todo momento, ele uma vez mais prova ser um dos melhores atores da atualidade e caminha em direção ao Oscar como quem sabe a dimensão de seu talento.

Rosamund Pike não fica atrás e transforma sua verborragia em uma espécie de artefato criativo para compor sua performance. De sua postura altiva aos diálogos lindamente pausados e repletos de adjetivos passivo-agressivos e pedantes, a indicada ao Oscar mostra sua versatilidade em tela como a personificação da soberba aristocrática. Trajando figurinos que deslizam pelo seu corpo e agregam movimento e leveza ao seu andar, ela brilha em tela com uma atuação onde a serenidade e a necessidade de sustentar uma fachada imperam. Seguindo essa mesma toada, Carey Mulligan faz uma ponta como a epítome de Camden Town dos anos 2000, exalando estilo e exageros fashionistas no pouco, mas excepcional tempo de tela que possui. E assim segue o restante do elenco, que ainda traz Jacob Elordi e Richard E. Grant em destaque.

Proporcionando uma experiência sinestésica que jamais sacia toda nossa curiosidade e anseios, Emerald Fennell faz de Saltburn uma suntuosa e imprevisível jornada. Aguçando nossos sentidos e nos proporcionando uma aventura cinematográfica regada de elementos satisfatórios que vão desde sua soturna fotografia ao belíssimo e clássico design de produção, o novo longa da aclamada cineasta é o encontro perfeito entre arte e entretenimento. Pode até trazer elementos familiares do cinema de outrora, mas é impossível não ficar fascinado por esse distante e exibicionista palácio de desejos nefastos e perigosos.

Crítica | Megalopolis – Coppola cria fantasia ancorada em discurso político, porém com CAPENGA tom burlesco

Será que a ambição nos leva a cometer loucuras? Esta pergunta é pertinente tanto do ponto de vista da trama quanto dos bastidores da produção. É impossível falar de Megalopolis, de Francis Ford Coppola, sem contextualizar os anos de produção que o filme levou para ser feito e a rejeição de investidores ao projeto.

Desde da década de 1980, o renomado diretor — ganhador de cinco Oscar e duas Palmas de Ouro — sonha com este filme. Megalopolis é uma fantasia sobre política social, no entanto, ancorada em elementos do cinema de várias épocas e, principalmente, no caráter burlesco. 

Enquanto a encenação dos atores é propositalmente teatral, a estética do longa é futurista e espelha-se na ambientação de ficção-científica. Confuso? Pois é. Francis Ford Coppola apresenta uma montagem de elementos sobrepostos de maneira bastante desarmoniosa. 

Se nas cenas iniciais temos a sensação de pisar em um solo parecido com o de Christopher Nolan, onde temos que descobrir a lógica da obra para segui-la. Logo depois, compreendemos que esta é apenas uma ponta do espetáculo proposto pelo cineasta, o qual faz referências de dezenas de obras cinematográficas, assim como literárias, num roteiro em que a citação é rainha de todos os discursos. 

Em uma alusão direta a Metrópolis (1927), de Fritz Lang, Megalopolis propõe ser futurista, mas ancorado nas mazelas atuais, principalmente sobre a insustentabilidade do modelo capitalista, ao invés de ser na era industrial, é na digital. Para isso, no entanto, utiliza-se de linguagens antigas de forma cômica e satírica. 

Outra ponte traçada pelo cineasta é o Império Romano, sucumbido pela soberba de poder de poucos homens, uma referência, talvez, ao aumento de bilionários nesse planeta. A própria cidade fictícia chama-se New Rome, uma mistura de New York a ao império de Júlio César, e o narrador (Laurence Fishburne) nos lembra a cada momento desse espírito histórico em suas interferências.  

A interpretação mais memorável é a de Shia LaBeouf como Clodio Pulcher, por conta do seu caráter dúbio e andrógeno, tal como o bobo da côrte, já que todos os outros personagens  parecem terem saído de folhetins dos anos 1930. Além disso, os papéis femininos são unidimensionais. 

Uma é a mocinha Júlia Cicero (Nathalie Emmanuel), que vai apaixonar-se pelo arquiteto utopista Caesar Catalina (Adam Driver) a contragosto do seu pai, o prefeito Franklyn Cicero (Giancarlo Esposito) e inimigo n°1 dos projetos do amado da filha. A segunda personagem feninina é a femme fatalle Wow Platinum (Audrey Plaza), uma repórter interessei que utiliza dos seus atributos físicos para manipular, enganar e roubar os homens ricos. 

Dentro do arco principal da disputa de narrativas do que é melhor para as pessoas: uma cidade sustentável ou um mundo capitalista em ruínas, o enredo engendra ainda tons de filme noir e comédia pastelão. Em uma cena sobre a revelação do segredo de uma celebridade da música pop (Chloe Fineman), o desenrolar remete à cena do tribunal do filme O Mentiroso (1997), com Jim Carey. Sem contar as diversas citações de William Shakespeare e Marco Aurélio, como se o reinventar de frases fosse desnecessário diante de tantas palavras já ditas. 

Com tantos componentes a analisar em cena, a trama principal de Megalopolis sobre o arquiteto ganhador do prêmio Nobel, por conta da descoberta do Megalon, fica quase como um pano de fundo do que uma intriga latente. Ao invés de instigar a curiosidade, o longa nos aborrece com tanta espetacularização da riqueza, cenas exageradamente teatrais e de zombaria.

Megalopolis é um filme sobre um megalomaníaco utópico, dessa forma a cidade almejada não existe (e nunca existirá), mas o utopista luta pelo direito de imaginá-la. Algo que o protagonista diz em alto e bom tom na narrativa é que não importa se ele projetá-la um dia, só de as pessoas começarem a discutir sobre o processo é uma vitória. A reflexão soa piegas como boa parte da estética do filme e seus personagens. Olhando pelo prisma de deixar-se levar pela comicidade, é possível divertir-se aqui e ali durante a projeção. 

Ao tentar abraçar um mundo, isto é, todos às estéticas e referências, Megalopolis parece um filme mal acabado, com um pouco de beleza  — as cenas das estátuas desmoronando são ímpares  —, e sem lucidez. Aos 85 anos, Francis Ford Coppola permite-se confundir, enjoar e desagradar, já o público decide se vai aplaudir sua loucura ou escarnecer de sua ridicularização utópica.

Kevin Feige quer começar a trabalhar com os ‘X-Men’ após concluir os filmes planejados

Durante uma nova entrevista ao EW, o chefão da Marvel StudiosKevin Feige se mostrou empolgado com a possibilidade de trabalhar com os X-Men eQuarteto Fantástico dentro do universo que estão construindo nos cinemas, porém garantiu que só pensará nisso após concluir todos os filmes que estão em andamento.

“É  uma questão de terminar ‘Guerra Infinita’ e começar ‘Capitã Marvel’, ‘Homem-Formiga e Vespa’, ‘Vingadores 4’, o próximo ‘Homem-Aranha’ e ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’. Estamos ocupados com estes por agora. Só pensaremos nisto quando o acordo com a Fox estiver completo e eles nos disserem ‘Ei, agora você pode trabalhar nisto e pensar nisto’. Honestamente, será divertido ter acesso a todos os personagens”

A expectativa é de que o acordo com a Fox seja aprovado em 2019.

Recentemente, o diretor James Gunn também confirmou em uma live que os ‘X-Men‘ não vão aparecer em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ e ‘Vingadores 4‘.

Segundo ele, a compra da Fox pela Disney ainda não foi finalizada e vai levar um tempo para acontecer.

“A fusão não existe ainda. Eles estão tentando fazer dar certo, mas ainda não aconteceu. Ou seja: Você não verá nenhum personagem de X-Men em ‘Vingadores 3 ou 4… mesmo porque esses filmes já foram filmados”, afirmou.

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Heroína aparece deslumbrante em novas fotos

Está circulando pela internet novas fotos dos bastidores de Mulher-Maravilha 1984’, que mostra a versão civil da heroína, Diana Prince, com um clássico vestido deslumbrante dos anos 1980. Confira:

A diretora Patty Jenkins divulgou a primeira imagem do ator Pedro Pascal (‘Narcos’) em ‘Mulher-Maravilha 1984‘, junto com um elogio.

“Não consigo para de assisti-lo”, ela escreveu.

Não foram revelados detalhes de seu personagem.

Confira:

‘Mulher-Maravilha 1984’: Cena exibida na Comic-Con vaza na internet

A trama será ambientada nos 80, no período da Guerra Fria, e trará os retornos de Chris Pine, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner ao elenco.

Zack Snyder retorna como produtor e David Callaham, escritor de ‘Os Mercenários’, como um dos roteiristas ao lado de Patty Jenkins e Geoff Johns.

‘Mulher-Maravilha 2’ começa a ser filmado em maio e pode ter estreia antecipada

Mulher-Maravilha 2’ chega aos cinemas em 1º de novembro de 2019.

20 anos de ‘Escola do Rock’, a melhor aventura musical de Jack Black nos cinemas

Celebrado mundialmente pela Trilogia do Antes e pelo ousado Boyhood: Da Infância à Juventude, Richard Linklater trabalhou em um projeto interessante, que apesar de abordar os desafios da juventude, desceu um pouco a faixa etária e abordou a fase escolar como tema de um musical pra lá de inesperado, cujo sucesso foi tão grande que acabou sendo adaptado para a Broadway e virou até mesmo série de TV. E agora, o clássico Escola de Rock, ícone da molecada que cresceu entre o fim dos anos 90 e início dos anos 2000, completa nada menos que 20 anos.

Para quem nunca viu ou não se lembra bem da história, o filme acompanha o acomodado Dewey (Jack Black), que criou uma banda de rock e achou que essa seria sua carreira até o fim da vida. Porém, os membros da banda decidem continuar sem ele, deixando o rapaz frustrado e encostado, vivendo às custas de um amigo da adolescência que trabalha como professor substituto, Ned. Quem não gosta nada disso é a namorada de Ned, que dá uma esculachada no músico, mandando ele arrumar um emprego e deixar de ser vagabundo.

Em situações normais, essa bronca deveria dar um choque de realidade no cara. No entanto, ele atende um telefonema para Ned com uma oportunidade para trabalhar como professor substituto em um colégio caríssimo. Ao ouvir sobre os valores envolvidos, ele decide se passar pelo amigo e acaba sendo contratado para dar aula para as crianças. Na escola, ele não tem a menor ideia do que fazer até descobrir que os alunos têm talento para música. Então, ele decide secretamente iniciar um banda de rock com a molecada para tentar ganhar a Batalha das Bandas.

Apesar de abordar um caso de falsidade ideológica, o filme é uma aventura musical divertidíssima, que se difere dos outros filmes da época por tratar as crianças como seres humanos comuns que traziam inseguranças típicas da idade. Numa época em que os filmes infantis mostravam a molecada como pequenos espiões ou potenciais psicopatas em miniatura, foi quase revolucionário mostrar que a galerinha na casa dos 10 anos de idade precisava ter voz e que seus problemas importavam.

Então, ao longo do filme, eles abordam a timidez, a pressão dos pais pelo futuro dos filhos, o “temperamento forte”, a insegurança com a própria imagem e por aí vai. Ao mesmo tempo, sai de cena aquela imagem clássica dos anos 80 e 90 dos professores e diretores como figuras sem profundidade, quase como criaturas sem personalidade própria, cuja única função era perseguir seus alunos. No fim das contas, esse filme é justamente sobre essa rebeldia infantil na busca por sua própria voz.

E o mais incrível disso tudo é que o protagonista consegue ser o herói e o vilão da história simultaneamente. Dewey é um adulto irresponsável que está cometendo um crime perigosíssimo em prol de benefício próprio. Ao mesmo tempo, é ele quem ajuda uma turma de crianças reprimidas a levantarem suas vozes contra a rígida figura opressora de um internato, ajudando elas a se resolverem com suas inseguranças. É um caso muito interessante de anti-herói, que certamente só funcionou em tela porque a figura caricata de Jack Black permite isso. Convenhamos que não seria nada surpreendente se surgisse uma notícia de que o ator fez algo parecido na vida real.

E o mais interessante da presença do ator nesse filme é que além dele ter sido muito participativo em praticamente todas as áreas possíveis, o projeto só existiu por conta dele agindo “naturalmente” em sua casa. Isso porque o roteirista do filme, Mike White, teve a ideia de escrever essa história depois de se mudar e virar vizinho de Jack Black. O ator era constantemente visto correndo pelado pelos corredores e enchia a paciência da galera ouvindo música nas alturas. E era um verdadeiro incômodo para Mike, que não gostava de rock clássico. Com isso, não tinha nem como pensarem em outro ator para o papel de Dewey.

Não por acaso, a trilha musical do longa veio quase toda do próprio gosto do ator. Sabe as músicas que ele ficava ouvindo feito doido em casa? Quase todas entraram no filme, incluindo Immigrant Song, do Led Zeppelin, que só teve seu uso autorizado depois do próprio Jack Black reunir mais de mil fãs da banda num auditório para gravarem um vídeo junto com ele implorando para que os membros vivos do Led Zeppelin deixassem a produção usar a música no filme. Além disso, ele teve participação direta na escolha dos nomes dos personagens infantis e seus apelidos. O que explica, por exemplo, o menino loiro metido a líder (Kevin Alexander Clark) se chamar Freddy Jones, o mesmo nome do líder da turma do Scooby-Doo.

Outro ponto legal é que uma das exigências de Linklater para assumir a direção era contar com atores capazes de tocar instrumentos e cantar de verdade, para passar veracidade aos personagens. Inclusive, isso refletiu diretamente na abordagem deles no filme. Por exemplo, o menino que toca os teclados (Robert Tsai) era muito inseguro na vida real e chegou a pedir ao diretor que ele o demitisse do papel porque não se achava bom o bastante para isso. Em um gesto simbólico, Linklater explicou a ele que o motivo dele ser perfeito para o papel era justamente essa insegurança. Essa conversa entre eles rendeu um diálogo exatamente sobre isso no filme. Da mesma forma, a estreante Miranda Cosgrove sabia cantar e tinha um pouco da confiança de sua personagem. No entanto, eles precisaram treiná-la para aprender a desafinar, já que a Summer não seria membro da banda, apesar de se achar bastante.

Em meio a essas questões, Escola de Rock bebeu do viés revolucionário do clipe de Another Brick in the Wall, do Pink Floyd, mostrando que um colégio poderia e deveria ser muito mais do que um “moedor de crianças”, ensinando a elas coisas mais interessantes que apenas o material didático, como se expressar por meio da arte. Com o passar dos anos, o filme, que foi aclamado pela crítica, foi se tornando um clássico ainda maior por seguir dialogando com questões comuns às crianças de diferentes gerações de forma bem humorada e recheada de músicas incríveis, fazendo a molecada acreditar que até mesmo um grupo de pirralhos pressionados pelos pais são capazes de fazer coisas incríveis além de tirar notas boas.

Escola de Rock está disponível para aluguel no Amazon Prime Video.

Crítica | Corpolítica – Premiado Documentário Retrata A Presença de Candidates nas Eleições Brasileiras

Nunca falamos tanto sobre a importância da representação e da representatividade quanto nesta última década. As atuais gerações estão completamente antenadas nestas pautas e reivindicando ver-se representados em todos os campos de atuação, inclusive na política. Porém, quando o recorte da pauta é o gênero, o número de representantes da comunidade LGBTQIAP+ cai drasticamente quando levamos em consideração o espaço da política brasileira. Numa tentativa de registrar o momento social com o maior número de candidates LGBTQIAP+, durante as eleições de 2020, surge o documentárioCorpolítica’, vencedor em sua categoria no Festival do Rio de 2022 e que estreia a partir deste feriado de Corpus Christi nas salas de cinema do país – às vésperas da Parada do Orgulho em São Paulo, a maior da América Latina.

Partindo da contradição entre duas constatações – o Brasil ser o país que mais mata LGBTs no mundo e o ano de 2020 ter registrado o maior número de candidates que se reconhecem  publicamente como pessoas pertencentes ao grupo de alguma letra dessa sigla – o documentário busca acompanhar a tensão dessas duas polaridades dentro de um cenário em que ainda vivíamos o contexto da pandemia do coronavírus e os primeiros estudos sobre uma vacina ainda estavam começando a ser divulgados.

É relevante considerar este ponto para entender as inúmeras superações que a produção teve que fazer para registrar o momento, apesar dos impedimentos. Talvez isso tenha prejudicado a captação de som devido ao uso de máscara, o distanciamento para as gravações e uma aparente economia de microfone, que, quando havia mais de uma pessoa em cena, captava melhor o som de um entrevistade em detrimento do outre.

Escrito e dirigido pelo ótimo Pedro Henrique França e com produção do ator Marco Pigossi (o protagonista de ‘Cidade Invisível’) a junção dessas duas forças de vontade encaminha o desenrolar das entrevistas alinhado bem o objetivo da produção: retratar candidates que estavam surgindo naquele momento, especialmente no eixo Rio-São Paulo, mas sem deixar de observar nomes que estavam e ainda estão fazendo suas vozes serem ouvidas nas outras regiões do país. Como personagens fixos, acompanhamos a campanha dele Mônica Benicio, Erika Hilton, De Lucca e Andréa Bak, os quatro com investimentos financeiros e estratégias diferentes para tentar alcançar o eleitor.

Ao longo de 1 hora e 40 o espectador acompanha os diferentes esforços desses personagens, intercalados por depoimentos de outros candidatos de outras instâncias do governo, já em seus mandatos, como Jean Wyllys e Thammy Miranda, mostrando discursos que se inclinam tanto para a esquerda quanto para a direita conservadora. Como contraste a produção sinaliza como há muito tempo políticos como Jair Bolsonaro e Marco Siciliano vêm cerceando o direito de fala e os direitos como um todo das populações LGBTQIA+ de serem representadas nos 3 poderes, ao mesmo tempo que toleraram com mais parcimônia a presença de políticos como Clodovil no mesmo ambiente que eles.

É importante que ‘Corpolítica’ seja lançado no circuito, especialmente neste mês de junho, o mês do orgulho, para que se estimulem debates sobre a importância de eleger políticos que representem que defendem as pautas particulares de cada um desses grupos, pois somente assim o coletivo conseguirá avançar na luta por direitos. ‘Corpolítica’ é, também um filme para rever em 2024.

‘Liga da Justiça’: Nova imagem mostra Ezra Miller em uniforme diferente

Uma nova imagem compartilhada por Zack Snyder sobre o filme Liga da Justiça revela um traje diferente para o herói Flash, interpretado por Ezra Miller.

Para aqueles que não sabem, Michael Wilkinson, responsável pelo design dos trajes da DCEU, recebeu algumas críticas negativas dos fãs que não gostaram muito da roupa de Flash no filme de 2017. Dito isso, Snyder compartilhou uma nova imagem no Twitter que nos fornece uma nova visão do uniforme em questão, que difere da versão final do filme.

Confira:

Liga da Justiça estrelou Ben Affleck como Batman, Gal Gadot como Mulher Maravilha, Jason Momoa como AquamanEzra Miller como Flash, Ray Fisher como Cyborg, Henry Cavill com Superman, Amy Adams como Lois Lane, Jeremy Irons como Alfred Pennyworth, Jesse Eisenberg como Lex Luthor, Amber Heard como Mera e outros.

O universo estendido DC continua com Aquaman, ainda disponível em diversos cinemas, seguido de Shazam!’, que estreia em 05 de abril de 2019, Aves de Rapina, marcado para o dia 07 de fevereiro de 2020, e ‘Mulher Maravilha 1984’, que estreia no dia 05 de junho de 2020.

Um filme-solo intitulado Coringa estreia neste ano ainda, no dia 04 de outubro, mas não se insere dentro do panteão de heróis e é estrelado por Joaquin Phoenix.


‘American Horror Story: 1984’: O terror nunca acaba no trailer do próximo episódio

A FX divulgou o trailer do quarto episódio de American Horror Story: 1984’.

Confira:

O segundo episódio, intitulado Slashdance, será exibido no dia 09 de outubro.

O elenco do novo ciclo conta com Emma Roberts, Gus Kenworthy, Angelica Ross, Cody Fern, Billie Lourd, Leslie Grossman, DeRon Horton e Matt Morrison.

‘Pequenos Incêndios por Toda Parte’: Assista aos créditos de abertura da nova série do Hulu!

O Hulu divulgou os créditos de abertura oficiais de seu mais novo e viciante drama, ‘Pequenos Incêndios por Toda Parte’ (Little Fires Everywhere).

Confira:

Washington estrela o show ao lado de Witherspoon. A série também conta com Leslie BibbAlyson HanniganAnika Noni Rose.

Pequenos Incêndios por Toda Parte‘ é a adaptação homônima do livro escrito por Celeste Ng, que conta a história de um incêndio e os fatos que sucedem a controversa adoção de uma criança com descendência chinesa, no subúrbio de Ohio.

Liz Tigelaar entra como showrunner.

A série estreia no dia 18 de março.

‘Star Trek: Discovery’: Showrunner confirma planos para temporadas futuras

Em entrevista ao Gold Derby, o criador e co-showrunner Alex Kurtzman revelou que já se reuniu com o time de roteiristas do panteão Star Trek e confirmou planos para futuras temporadas de Star Trek: Discovery’Star Trek: Picard’Star Trek: Strange New Worlds’.

“Temos conversado com todos os nossos roteiristas através do Zoom e a verdade é que conseguimos trabalhar nos roteiros das temporadas de ‘Discovery’‘Picard’‘Strange New Worlds’, esta com gravações agendadas para o próximo ano, e ‘Section 31‘”.

Enquanto isso, o 3º ano de ‘Discovery’ estreia em 15 de outubro.

Assista ao trailer:

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.

Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Shazad Latif, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Jason Isaacs, Emily Coutts e David Ajala estrelam.

‘Soul’: Diretores e produtora revelam finais alternativos da animação da Pixar; Confira!

‘Soul’ é a mais nova sensação da Pixar e um dos filmes mais aclamados do ano – mas a potente trama da animação teria um final alternativo.

Em entrevista ao Entertainment Tonight, os co-diretores Pete DocterKemp Powers, bem como a produtora Dana Murray revelaram os finais alternativos do longa-metragem antes que pudessem entrar em consenso sobre o desfecho da jornada de Joe Gardner (Jamie Foxx).

“Havia outra versão na qual Joe iria realmente para o além-vida, havia uma cena lá e então ele retornava. E então percebemos que estávamos brincando com fogo, apesar de ser bastante esotérico. Não acho que seria tão explícito em termos de ‘é assim que o pós-vida se parece’. Era mais abstrato. Mas, de qualquer forma, decidimos que era perigoso”, Docter comentou.

Powers acrescentou que uma das outras versões não levava Joe de volta para seu corpo, mantendo-o como mentor do pré-vida. “Na versão em que Joe não volta para seu corpo, ele basicamente se transforma no mentor do pré-vida, mas um mentor repetido. Ele fica por lá e se torna o melhor mentor de todos, introduzindo várias ideias para os seminários. Ele meio que revoluciona tudo. Era bem fofo e bem divertido e deixou algumas pessoas irritadas, mas, sabe, nós aprendamos através de tentativas. Não funcionou, mas foi uma exploração divertida”.

Murray, por sua vez, comentou sobre as investidas de mostrar a conclusão da alma conhecida como 22 (Tina Fey) depois de encarnar e viajar para a Terra. “Muitas pessoas queriam ver onde 22 havia parado e então pensamos em uma cena que mostrava só um momento dela e onde ela estava na vida. Mas não tinha o toque de emoção que precisávamos”.

‘Soul’ já está disponível na plataforma de streaming do Disney+.

Na trama, Joe Garner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed Diggs, Angela Bassett e Phylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent ReznorAtticus RossJon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.

Pete DocterKen Powers são os diretores.

‘O Senhor dos Anéis’: Diretora de ‘The Witcher’ e ‘Outlander’ é escalada para a série da Amazon

Amazon Studios anunciou hoje (13) que Charlotte Brändström foi contratada como a terceira e mais diretora da ambiciosa série O Senhor dos Anéis, juntando-se aos previamente confirmados J.A. Bayona Wayne Che Yip.

Brändström é conhecida por uma série de trabalhos televisivos, incluindo The Man in the High CastleOutlanderThe Witcher e, mais recentemente, O Legado de Júpiter. Ela ficará responsável por dois capítulos da 1ª temporada.

A série terá um gasto de $650 milhões de dólares neozelandeses, apenas para gravar a temporada de estreia. Isso corresponde a US$ 464 milhões de dólares americanos.

Para se ter uma ideia da dimensão do gasto da Amazon, a aclamada série ‘Game of Thrones‘ gastava meros US$50 milhões por temporada, com seus episódios custando US$ 5 milhões cada.

“A aguardada série da Amazon Studios irá levar os espectadores para uma era em que grandes poderes eram forjados, reinos ascendiam à glória e caíam na desgraça, heróis inesperados eram testados, esperança pendia por um fio e o maior vilão que já fluiu da mente de Tolkien ameaçava cobrir todo o mundo em escuridão. Começando em uma época de relativa paz, a série gira em torno de personagens, familiares ou novos, e seu confronto contra a re-emergência do mal na Terra-Média. Das profundezas obscuras da Montanha Enevoada, às florestas majestosas da capital élfica Lindon, ao reino insular de Númenor, aos cantos mais longínquos do mapa, esses reinos e personagens irão talhar legados que viverão por muito tempo depois de partirem”.

O elenco da série conta com Maxim Baldry (Doctor Who, ‘Uma Segunda Chance para Amar’), Robert Aramayo como o protagonista, Owain ArthurNazanin BoniadiTom BudgeMorfydd ClarkIsmael Cruz CórdovaEma HorvathMarkella KavenaghJoseph MawleSophia NomveteMegan RichardsDylan SmithCharlie VickersDaniel Weyman e a novata Tyroe Muhafidin.

Bayona (‘Jurassic World: Reino Ameaçado’) também será o produtor executivo ao lado de Belén Atienza.

Assista ao primeiro teaser da produção:

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada.

O roteiro fica por conta de JD Payne e Patrick McKay.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

‘Legends of Tomorrow’: Episódio de estreia da 7ª temporada ganha novo teaser oficial; Confira!

The CW divulgou um novo teaser oficial de “The Bullet Blondes”, episódio de estreia da 7ª temporada de Legends of Tomorrow.

Na trama, “depois de derrotarem os alienígenas e salvarem a Terra, as Lendas ficam presas em Odessa, Texas, no ano de 1925 e com um Waverider destruído. Tentando ajudar a consertar as coisas, Astra (Olivia Swann) usa seus poderes, o que atrai a atenção indesejada da cidade e do novo Diretor do Bureau de Investigação, J. Edgar Hoover, e uma surpresa que ninguém esperava. Percebendo que precisam escapar, Sara (Caity Lotz) e Ava (Jes Macallan) criam uma distração ao entrarem em uma onda de crimes, deixando Hoover em sua cola. Enquanto isso, Zari (Tala Ashe) está achando difícil superar Constantine, então Behrad (Shayan Sobhian) sugere a única coisa que ele sabe que pode ajudar.”

O episódio vai ao ar no dia 13 de outubro.

Confira, junto às imagens:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Uma equipe de heróis e vilões ajuda a evitar desastres no universo que poderia afetar não apenas a Terra, mas também o próprio tempo.

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Adam Tsekhman, Shayan Sobhian, Lisseth Chavez, Amy Louise Pemberton, Nick Zano e Matt Ryan.

SAG Awards 2022 | Lee Jung-jae é condecorado com o prêmio de Melhor Ator em Série de Drama por ‘Round 6’

Round 6 se tornou um dos maiores sucessos da Netflix e, depois de conquistar algumas indicações nas principais premiações do ano, não sairia de mãos abanando do SAG Awards 2022.

Depois de levar para casa o prêmio de Melhor Equipe de Dublês em Série de Comédia ou Drama, o astro Lee Jung-jae foi condecorado com a estatueta de Melhor Ator em Série de Drama por sua memorável performance.

Lembrando que a série foi oficialmente renovada para a 2ª temporada e que o criador Hwang Dong-hyuk já tem planos para o 3º ciclo.

Durante uma entrevista para o Korea Times, Hwang disse o seguinte:

“Já estou conversando com a Netflix sobre os próximos passos, sobre a segunda e a terceira temporada, para ser mais claro. O que posso afirmar com certeza é que chegaremos a uma conclusão em breve.”

Esta é a primeira vez que o realizador fala sobre a possibilidade de uma 3ª temporada depois de confirmar os planos para o próximo ciclo, cuja trama permanece em sigilo.

Anteriormente, ele adiantou que estava trabalhando nos rascunhos dos novos episódios depois que a série rapidamente permaneceu no TOP 1 da Netflix em 90 países por mais de duas semanas.

Conquistando o pódio como a a série mais assistida da Netflix, ‘Round 6 foi assistida em mais de 142 milhões de lares em pouco mais de um mês.

Para quem ainda não assistiu, a trama mostra um grupo de pessoas com dívidas milionárias em busca de um prêmio que mudará suas vidas se toparem participar de um misterioso jogo divido em seis fases.

Ao longo das tarefas, 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won.

Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?

Relembre o trailer da série:

‘Besouro Azul’: Terminam as filmagens da adaptação da DC com Bruna Marquezine!

Através das redes sociais, o astro Xolo Maridueña trouxe boas novas aos fãs da DC ao anunciar que as filmagens do aguardado ‘Besouro Azul’ finalmente terminaram.

Em seu Instagram oficial, o ator postou uma foto comemorando o fim das gravações e escrevendo: “CIAO BACALAO. TERMINAMOS ‘BESOURO AZUL’. VEJO VOCÊS ANO QUE VEM. Obrigado a todo o elenco e equipe que tornou isso possível. Estou muito orgulhoso do que todos conseguiram e ainda mais orgulhoso em nos chamar de família”.

Confira:

Susan Sarandon substituiu Sharon Stone na interpretação da vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.

Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.

Bruna Marquezine, Belissa Escobedo, Harvey Guillén e Raoul Max Trujillo estão confirmados no elenco principal. Já Angel Manuel Soto (Charm City Kings) está na direção, com o roteiro assinado por Gareth Dunnet-Alcocer (Miss Bala).

Besouro Azul‘ estreia nos cinemas em 18 de agosto de 2023.

‘The Circle’: 5ª temporada do reality show já está disponível na Netflix!

A 5ª temporada do reality show ‘The Circle‘ já chegou à Netflix.

O novo ciclo, que conta com o retorno do Shubham Goel em busca de redenção, chegou à plataforma de streaming hoje, 28 de dezembro.

Relembre o trailer:

Michelle Buteau retorna como apresentadora.

O conceito do reality é um grupo de pessoas interagindo on-line e ganhando popularidade entre os participantes, seja através de verdades… ou mentiras.

‘Land Man’: Ali Larter entra para a nova série do criador de ‘Yellowstone’

Segundo a VarietyAli LarterMichelle RandolphJacob Lofland entraram para o elenco de ‘Land Man’, nova série de Taylor Sheridan (‘Yellowstone’, ‘1923’).

As informações indicam que Larter dará vida a Angela, ex-esposa de Tommy Norris (Billy Bob Thornton); Randolph e Lofland serão Ainsley e Cooper Norris, respectivamente, filhos de Tommy.

Ambientada nas proverbiais cidades em expansão do oeste do Texas, Land Man’ é um conto moderno de busca de fortuna no mundo das plataformas de petróleo. A série é uma história de altos e baixos de desordeiros e bilionários selvagens alimentando um boom tão grande que está remodelando nosso clima, nossa economia e nossa geopolítica.

Sheridan entra como co-criador e produtor executivo, ao lado de Christian Wallace.

Paramount+ ficará responsável por supervisionar a série, que ainda não tem previsão de estreia.

Sheridan é conhecido por diversos projetos bastante conhecidos, incluindo as supracitadas Yellowstone’ e os spin-offs ‘1883’‘1923’, além das já confirmadas ‘6666’‘1944’‘Lawmen: Bass Reeves’.

Fique ligado para mais informações!

‘Eco’: Nova série da Marvel Studios ganha cartaz INCRÍVEL; Confira!

Depois do trailer, a Marvel Studios Brasil divulgou um belíssimo cartaz inédito de ‘Eco‘, série spin-off de ‘Gavião Arqueiro‘ que segue a personagem interpretada por Alaqua Cox.

A série também ganhou uma nova data de estreia: 10 de janeiro no Disney+, com todos os episódios no lançamento.

Confira:

Além de Alaqua Cox, a série também conta com Charlie Cox, reprisando seu papel de Demolidor, e Vincent D’Onofrio de volta como Rei do Crime.