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Crítica | Magic Mike: A Última Dança – Desnecessário, Terceiro Filme Perde Sua Magia

Chega um determinado ponto na carreira de um ator que, mais do que atuar, ele ou ela começa a querer participar de outras áreas na produção de um filme. Assim, muitos deles acabam enveredando para a produção executiva ou para a direção, certos de que têm alguma contribuição a fazer estando atrás das câmeras, de alguma forma provando aos estúdios e ao público de que são mais do que um rostinho bonito. Não são poucos os exemplos que seguiram por esse caminho em Hollywood, inclusive atualmente, e está tudo bem, afinal, demonstra interesse desses artistas em dominar todas as frentes da arte cinematográfica. Só que é essa a pegada do novo ‘Magic Mike: A Última Dança’, que chegou na surdina para aluguel sob demanda nas plataformas digitais e streamings como o Prime Video, e o resultado é esquecível…

Afastado do mundo da dança, Mike (Channing Tatum) hoje sobrevive trabalhando como bartender em festas na Flórida. Em determinado evento da classe alta de Miami ele reencontra uma antiga cliente, para quem performou em uma despedida de solteira, e ela o reconhece. Só que esse evento é da socialite Maxandra Mendoza (Salma Hayek), que fica sabendo da vida primeva de seu bartender e, após um dia exaustivo, oferece-lhe dinheiro para que ele dance para ela. Inicialmente reticente, Mike topa dançar não tanto pelo dinheiro, mas porque a antiga cliente diminuiu seu potencial para Max. Extasiada com o que experimentou com Mike, Max decide patrocinar sua carreira, levando-o consigo para passar um mês em Londres, mesmo sem lhe dizer no que ele irá trabalhar. Sem nada a perder, Mike decide mergulhar no escuro nessa nova aventura.

Como dá para observar por essa sinopse, o argumento de ‘Magic Mike: A Última Dança’ é bastante frágil, e, ao longo dos mais de 1 hora e 40 de filme, percebemos que é só uma boa ideia que não se sustenta. O roteiro de Reid Carolin parte dessa crise moral do antigo stripper, cujo motivo não é apresentado, mas que, embora aparentemente exista, rapidamente é deixado de lado, uma vez que o orgulho de Mike e sua masculinidade frágil fazem com que ele performe uma vez mais, só para provar que é ainda é bom no que faz, mesmo sem ter interesse em voltar em fazê-lo. Contraditório. Se nos filmes anteriores Mike era apresentado como um stripper com seus valores, neste ele é resgatado tipo um garoto de programa inocente e refém, que diz que não vai se envolver sexualmente com sua cliente, mas o faz desde a primeira oportunidade, embarcando na viagem por causa do dinheiro e desde o início demonstrando estar envolvido emocionalmente com sua cliente – e vice-versa. Na mesma medida, a personagem Max é construída como uma socialite desocupada, perdida e mimada, que usa o dinheiro para realizar suas vontades, mesmo sendo elas o aluguel do corpo de Mike por um mês. Max é tão vazia, que, sob um esquisito argumento feminista, decide repaginar uma peça clássica inglesa em um clássico teatro inglês, transformando-a num show de strippers igual aos que tem aos montes em Las Vegas, mas que ela bate na tecla de que Londres precisa experimentar o que ela experimentou, por que as mulheres londrinas nunca viveram isso que ela teve, o que nos faz perguntar se não há casas de stripper em Londres ou se os londrinos simplesmente desconhecem a existência de Las Vegas. Enfim.

Dirigido por Steven Soderbergh, que foi responsável pelo primeiro filme da franquia, o longa só vale pela primeira cena de dança, que é literalmente a única que remotamente lembra qualquer coisa da franquia ‘Magic Mike’. Todo o desenvolvimento se arrasta entre uma espécie de ‘Se Ela Dança Eu Danço’, com bailarinos de etnias diversas e estilos de dança diferentes e Mike como diretor de um grupo de homens que sequer têm uma fala: todo o drama é centrado entre a chatice do não-convincente relacionamento entre Mike e Max. Como se não bastasse, o filme é narrado pela filha da protagonista, o que não faz o menor sem sentido…

Magic Mike: A Última Dança’ chega de repente e demonstra que perdeu sua magia, tendo parado no tempo por quase dez anos e sendo ultrapassado por produções melhores como ‘Toy Boy’ e ‘Nacho’. Ao menos há uma cena em que os clássicos dançarinos de ‘Magic Mike’ aparecem, mas nem isso salva este terceiro e desnecessário filme da franquia.

‘Shrink’: Sony vai adaptar HQ de super-heróis do criador de ‘Deadpool’

Segundo notícias do site Deadline, a Sony Pictures está desenvolvimento uma franquia de filmes em potencial baseado em ‘Shrink’, outra propriedade de Rob Liefeld, criador de ‘Deadpool’.

A história gira em torno de uma psicóloga cujos clientes são super-heróis. De acordo com a matéria, os filmes também teriam classificação indicativa para maiores de 18 anos, visto que também traz uma visão subversiva do panteão de super-heróis.

A Sony já havia encomendado um roteiro para o longa-metragem, mas eventualmente perdeu os direitos para começar a produção. Meses depois, Adam Fields encontrou o roteiro e pediu para que a produtora assegurasse os direitos de Liefeld uma vez mais. Fields está cotado como produtor.

Enquanto nenhuma notícia sobre Deadpool 3 é confirmada, o próximo filme da franquia X-Men, ainda sob cuidados da Fox, será ‘Fênix Negra’, dirigido por Simon Kinberg e trazendo no elenco James McAvoy, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Nicholas Hoult, Tye Sheridan, Sophie Turner, Alexandra Shipp, Kodi Smit-McPhee, Evan PetersJessica Chastain.

No filme, os mutantes enfrentam um de seus obstáculos mais formidáveis: uma própria integrante do grupo, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta ao ser atingida por uma força cósmica misteriosa. Quando retorna para casa, essa força não apenas a torna ainda mais poderosa, mas muito instável. Lutando contra a entidade dentro de si, ela começa a destruir os laços que mantêm os X-Men unidos. E agora, com a nova família se desmantelando, eles devem encontrar um modo de se unir – não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso planeta de uma raça alienígena que deseja utilizar essa mesma força para dominar a galáxia.

X-Men: Fênix Negra’ chega aos cinemas no dia 07 de junho de 2019.

‘King’s Man: A Origem’ ganha novos trailer e cartaz oficiais; Confira!

20th Century Fox divulgou mais um trailer e um novo cartaz oficial de ‘King’s Man: A Origem’, prequela de Kingsman: Serviço Secreto’.

Confira:

Quando os criminosos mais cruéis da história se reúnem para tramar uma guerra para roubar milhões, um homem deve correr contra o tempo para detê-los. Descubra as raízes da primeira agência de inteligência independente em ‘King’s Man: A Origem‘.

O elenco também inclui Ralph Fiennes, Liam Neeson Aaron Taylor-Johnson, Harris Dickinson, Gemma Arterton, Rhys Ifans, Matthew Goode e Stanley Tucci. 

Dirigido por Matthew Vaughn, ‘The King’s Man’ tem previsão de estreia para 14 de fevereiro de 2020 nos EUA.

 

‘La Bonne Épouse’: Comédia dramática com Juliette Binoche ganha trailer oficial; Confira!

‘La Bonne Épouse’, nova comédia dramática de época estrelada por Juliette Binoche, ganhou seu novo trailer oficial.

Confira:

O filme é dirigido por Martin Provost, que também assina o roteiro ao lado de Séverine Werba.

Paulette Van Der Beck (Binoche) e seu marido têm cuidado da escola preparatória de Bitche, na Alsácia, por muitos anos. Sua missão é treinar garotas adolescentes para se tornarem perfeitas donas de casa em uma época na qual as mulheres deveriam ser subservientes a seus maridos. Entretanto, depois da inesperada morte do marido, Paulette descobre que a escola está à beira da falência, levando-a a tomar medidas drásticas – incluindo ajudar as jovens meninas a se libertarem.

Edouard BaerYolande Moreau e Noémie Lvovsky completam o elenco.

‘Le Bonne Épouse’ não tem previsão de estreia no Brasil.

Madonna está trabalhando com roteirista de ‘Juno’ e ‘Garota Infernal’ em projeto secreto

Em seu Instagram oficial, a rainha do pop Madonna postou um breve vídeo em que está trabalhando ao lado de Diablo Cody, icônica roteirista conhecida por filmes como JunoGarota Infernal.

Durante o momentâneo minuto, Madonna e Cody estão conversando sobre o famoso traje com sutiã de cone da turnê Blond Ambition, de 1990, feito por Jean Paul Gaultier, enquanto a performer fala sobre a importância de detalhes específicos, como a escolha de uma música para uma determinada cena.

Apesar do projeto não ter sido revelado, fãs começaram a teorizar que Cody pode estar escrevendo um longa-metragem sobre a própria diva.

Confira:

Esta não é a primeira vez que Madonna se envolve com a esfera cinematográfica, visto que trabalhou em diversos projetos como EvitaUma Equipe Muito EspecialProcura-se Susan Desesperadamente. Ela também assinou o roteiro e dirigiu o drama romântico histórico ‘W.E.’, que garantiu à artista um Globo de Ouro de Melhor Canção Original.

Tendo lançado catorze álbuns de estúdio e vendido mais de 300 milhões de cópias, Madonna continua, até hoje, como um titã da música e uma das mulheres mais influentes da história. Ela já levou para casa sete estatuetas do Grammy20 VMAs.

‘Revival’: Adaptação do romance de Stephen King com diretor de ‘Doutor Sono’ é CANCELADA

Em meados de 2020, o aclamado diretor Mike Flanagan revelou que continuaria a explorar o panteão literário de Stephen King com a adaptação de Revival, romance lançado em 2014. Entretanto, os planos não deram certo.

Flanagan, que já levou para as telonas os bem recebidos Jogo PerigosoDoutor Sono, revelou ao podcast The Company of the Mad que sua versão não irá mais acontecer pelo fato de outra pessoa já ter se envolvido com a história: Josh Boone (A Dança da Morte).

“[Eu e Boone] começamos a trocar e-mails, porque fui ao eBay procurar uma edição limitada de Revival – um set belíssimo, e Josh o estava vendendo. Eu comprei e ele me mandou um -emial quando a transação começou. Então falamos sobre Revival e sobre como Josh estava fazendo uma adaptação primeiro – e então eu acabei não fazendo. Então temos isso em comum: ambos nos envolvemos com essa história em particular”.

Flanagan ficaria responsável pelo roteiro, pela direção e pela produção do longa, com supervisão a encargo da Warner Bros.

A trama do livro foca no relacionamento entre um músico viciado em heroína e um reverendo misterioso com intenções secretas. O ministro é obcecado em encontrar um jeito de contactar sua esposa e filho falecidos, o que resulta em um terror inesperado.

‘O Legado de Júpiter’: Vídeo de bastidores explora a sequência da batalha na colina; Confira!

A Netflix divulgou hoje (10) um novo vídeo de bastidores da série O Legado de Júpiter, que chegou ao catálogo há alguns dias.

No featurette, o público compreende como foi construída a cena da batalha da colina no episódio piloto.

Confira:

A 1ª temporada amargou 39% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 31 críticas contabilizadas. O consenso geral aponta que, “apesar de algumas lutas verdadeiramente épicas, ‘O Legado de Júpiter é simplesmente excessivo e lento para acertar o ritmo”.

Confira os principais comentários abaixo:

O Legado de Júpiter é diferente o bastante das produções mainstream de super-heróis da Disney e da Warner Bros. – mas o motivo é uma escolha tonal que é arrastada para três direções distintas” – ComicBook.com.

“Procurando por dinâmicas familiares disfuncionais? ‘The Umbrella Academy’ é mais divertido. Gosta de flashbacks que exploram traumas geracionais? ‘Watchmen’ é muito mais inteligente” – Digital Spy.

“No mínimo, O Legado de Júpiter tem atuações admiráveis e figurinos excepcionais. A primeira temporada tem duas histórias e apenas finaliza uma delas. Ao menos uma delas vale muito a pena assistir” – WhatToWatch.

“Com uma narrativa clichê que já vimos inúmeras vezes, [a série] parece ter sido lançada alguns anos tarde demais” – We Have a Hulk.

“O primeiro volume de O Legado de Júpiter parece um prólogo de uma série muito melhor” – ComicBookMovie.com.

A série é dirigida por Steven S. DeKnight (‘Demolidor’) e Brian e Mark Gunn.

“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”

A trama será estrelada por Josh Duhamel (Sheldon Sampson), Ben Daniels (Walter Sampson); Leslie Bibb (Grace Sampson), Elena Kampouris (Chloe Sampson), Andrew Horton (Brandon Sampson), Mike Wade (Fitz Small) e Matt Lanter (George Hutchence).

Editor descobre uma teoria da conspiração no trailer do suspense ‘Dashcam’; Confira!

Kamikaze Dogfight divulgou recentemente o trailer oficial de Dashcam, novo thriller psicológico estrelado por Eric Tabach (‘Blue Bloods’) e Larry Fessenden (‘Jakob’s Wife’).

Confira:

O filme é dirigido e escrito por Christian Nilsson.

Jake (Tabach) é um tímido editor de vídeo do canal de notícias local que fantasia sobre se tornar um repórter. Enquanto edita uma peça rotineira do tráfego da cidade que resultou na morte de um policial e de um oficial da política (Fessenden), Jake recebe um vídeo caseiro que conta uma história completamente diferente sobre o caso. Trabalhando sozinho em seu pequeno apartamento em Nova York, Jake utiliza suas habilidades como editor para analisar as gravações e encontrar a verdade sobre o que realmente aconteceu. Será que Jake descobriu uma conspiração que pode revelar ao programa da manhã? Ou ele está vendo coisas que não estão realmente ali?

Zachary Booth (‘The Good Fight’), Scott Aiello (‘Billions’), Noa Fisher (‘Joias Brutas’) e Giullian Yao Gioiello (‘Scream’) completam o elenco.

Inspirado pelos clássicos ‘Blow-Up – Depois Daquele Beijo’, de Michelangelo AntonioniUm Tiro na Noite, de Brian De Palma, e A Conversação, de Francis Ford CoppolaDashcam estreia nos Estados Unidos em 19 de outubro.

‘Homem-Aranha 3’: Roteiristas revelam que QUASE criaram tramas paralelas para Andrew Garfield e Toby Maguire

Em uma recente entrevista à IGN, os roteiristas Erik SommersChris McKenna revelaram algumas ideias de bastidores que foram descartadas do elogiado e bem-sucedido Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, falando sobre certas ramificações que acompanhariam as versões do herói interpretadas por Andrew GarfieldToby Maguire.

“Acredite em mim, nós conversamos sobre isso e tínhamos ideias para isso, sabe, modos de mostrar os efeitos – se existisse algum”, Sommers comentou. “Digo, acredite, essas são ideias ótimas”.

McKenna inclusive admitiu que quaisquer visitas ao universo aracnídeo do diretor Sam Saimi e da mini-franquia ‘O Espetacular Homem-Aranha’ tiveram de ser removidas para não desviar a atenção do personagem de Tom Holland.

“Chris e eu ficamos tentados a, talvez, criar algo em que pudéssemos ver alguma coisa. ‘O que aconteceria se esse cara voltasse no passado e tal coisa tivesse mudado? Não seria divertido?’. De novo, não queríamos nos desviar da emoção que estava acontecendo com o nosso Peter Parker”, ele disse.

Na mesma entrevista, a dupla foi questionada sobre um possível furo na narrativa do corte final, visto que parte do público se perguntou sobre a evidência física deixada para trás depois do feitiço do Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) apagar Peter Parker da mente de todos.

É claro que eles têm a resposta para esse suposto “deslize”, mas não podem contar nada por enquanto.

“Nós falamos sobre isso bastante”, McKenna explicou. “Não podemos divulgar muito, mas saibam que nós conversamos sobre isso. E posso dizer que responder a essas perguntas no final do filme seria muito a explicar. Então, acredito que seria um desses detalhes que criaria uma ponte muito grande para ser explicado no filme. Mas temos ideias e respostas”.

Sommers acrescenta: “nós deliberamos muito. Será algo do tipo ‘De Volta para o Futuro’? Ou as pessoas irão desaparecer das fotos? Os objetos físicos irão desaparecer? Todas essas coisas. E, como Chris disse, eventualmente, nós decidimos que levaria muito tempo para explicar tudo. Iria tirar a emoção do que aconteceu”.

McKenna completa: “acreditem em mim, nós temos respostas. Mas não acho que nós… Não temos permissão para divulgá-las. Mas temos respostas”.

Confira a nossa crítica do filme e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Antonio Banderas e Penélope Cruz se unem para fazer um filme no trailer LEGENDADO de ‘Concorrência Oficial’

Star+ divulgou o trailer oficial e legendado da comédia Concorrência Oficial, estrelada por Antonio BanderasPenélope Cruz.

O elogiado longa-metragem chega à plataforma de streaming no dia 01 de julho.

Confira:

Um bilionário com medo de perder sua significância decide fazer um filme para deixar sua marca. Para fazer isso, ele contrata os melhores: um time sensacional composto por Lola Cuevas (Cruz), uma cineasta famosa, e dois atores incrivelmente habilidosos mas com egos enormes, Félix Rivero (Banderas) e Iván Torres (Oscar Martínez). Um é ator famoso em Hollywood e outro um ator radical de teatro, ambos lendas mas não os melhores amigos. Com uma série de coisas que Lola pede para os atores fazerem, não só terão que se aturar enquanto contracenam, mas também terão que decidir qual legado querem deixar.

O filme é dirigido por Gastón DupratMariano Cohn.

Pilar CastroIrene EscolarManolo SoloCarlos HipólitoJosé Luis GómezNagore AranburuKoldo OlabarriJuan Grandinetti completam o elenco.

10 recentes e ÓTIMOS filmes natalinos para assistir nos streamings

A época mais mágica do ano está chegando e, depois de passar por poucas e boas nos últimos tempos, nada melhor que se deliciar com inocentes produções natalinas para passar o tempo e celebrar com a família e/ou com os amigos.

Pensando nisso, o CinePOP preparou uma breve lista com dez recentes longas-metragens espalhados pelas plataformas de streaming para você conferir nas próximas semanas.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual o seu favorito:

O HOMEM QUE INVENTOU O NATAL (2017)

Onde assistir: Star+

Em O Homem que Inventou o Natal, temos o incrível carisma de Dan Stevens encarnando o protagonista Charles Dickens, autor inglês que, à época, estava prestes a lançar o clássico ‘Um Conto de Natal’. Dickens vive com sua esposa e com seus três filhos em um enorme casarão, e está lidando com o iminente sucesso de seu último livro, Oliver Twist’, a qual não foi recebida com entusiasmo o suficiente pela crítica especializada, mas foi abraçada pelas massas como um discurso acerca da camada menos favorecida. É a partir daí que ele se vê em um vórtice criativo em que o principal obstáculo é si mesmo.

CRÔNICAS DE NATAL (2018)

Onde assistir: Netflix

Crônicas de Natal provavelmente nem deve estar em sua lista de filmes de fim de ano, mas posa como uma história tão adorável que a torna imperdível. Na trama, os irmãos Kate (Darby Camp) e Teddy Pierce (Judah Lewis) estão determinados a flagrar o Papai Noel (Kurt Russell) com uma câmera na noite de Natal, no entanto, eles acabam se envolvendo em uma missão com a qual nem poderiam imaginar. Depois de espiar a chegada do bom velhinho, Kate e Teddy se escondem no seu trenó, provocam um acidente e põem em risco o Natal de milhares de crianças. A saída agora é virar a noite trabalhando duro com o Papai Noel e seus elfos para salvá-lo antes que seja tarde demais.

O GRINCH (2018)

Onde assistir: Prime Video (Aluguel)

Todo ano, sua tranquilidade e solidão são interrompidas pelos vizinhos com suas celebrações de Natal, cada vez mais brilhantes e mais barulhentas. Quando os Quem declaram que farão um natal três vezes maior este ano, o Grinch percebe que só existe uma maneira de ter paz e silêncio: ele deve roubar o Natal. Para isso, ele decide que irá tomar o lugar do Papai Noel na véspera de Natal, mesmo que para isso ele tenha que ir atrás de uma rena para puxar um trenó.

DEIXE A NEVE CAIR (2018)

Onde assistir: Netflix

Dessa vez, a gigante do streaming resolveu abrir a temporada com o lançamento de Deixe a Neve Cair. Baseada no romance homônimo assinado por John GreenMaureen Johnson e Lauren Myracle, a trama bebe bastante de outras clássicas comédias românticas, funcionando como uma homenagem a iterações como ‘Simplesmente Amor’ e, mais recentemente, Idas e Vindas do Amor’: dessa forma, ela mergulha com força numa roupagem antológica, imprimindo diversos arcos a princípio separados que, eventualmente, convergem para uma catártica resolução. Felizmente, o resultado é aprazível o bastante para nos divertirmos com um elenco recheado de química e que oferece uma perspectiva contemporânea para histórias do gênero.

KLAUS (2019)

Onde assistir: Netflix

A aclamada animação Klaus foi lançada há apenas três anos e se tornou, em pouco tempo, um dos títulos mais aclamados do ano, conquistando sete Annie Awards e um BAFTA. A trama acompanha Jesper (Jason Schwartzman), um estudante da Academia Postal que enfrenta um sério problema: os habitantes da cidade brigam o tempo todo, sem demonstrar o menor interesse por cartas. Prestes a desistir da profissão, ele encontra apoio na professora Alva (Rashida Jones) e no misterioso carpinteiro Klaus (J.K. Simmons), que vive sozinho em sua casa repleta de brinquedos feitos a mão.

UMA SEGUNDA CHANCE PARA AMAR (2019)

Onde assistir: Prime Video (Aluguel)

O adorável romance natalino ‘Uma Segunda Chance para Amar’ traz ninguém menos que Emilia ClarkeHenry Golding para uma apaixonante história de amor e superação. Na trama, Kate é uma jovem com uma agitada vida. Ela trabalha como elfo em uma loja temática de natal o ano todo. Quando ela conhece Tom, o que parecia impossível se torna realidade, conforme o rapaz enxerga através de todas as barreiras que ela construiu… Durante uma noite de Natal.

UMA INVENÇÃO DE NATAL (2020)

Onde assistir: Netflix

Ambientado na cidade de Cobbleton, o filme acompanha o lendário fabricante de brinquedos Jeronicus Jangle (Forest Whitaker), cujas engenhosas invenções deixam todos maravilhados. Mas quando um aprendiz (Keegan-Michael Key) rouba sua mais incrível criação, sua neta igualmente brilhante e criativa (Madalen Mills) une forças com um brinquedo há muito esquecido para curar velhas feridas e despertar a magia.

ALGUÉM AVISA? (2020)

Onde assistir: Prime Video

A grande surpresa de 2020 certamente veio com Alguém Avisa?’rom-com natalina que recuperou a diversão dos filmes de fim de ano com uma apaixonante narrativa. Aqui, Kristen Stewart e Mackenzie Davis transbordam a tela com uma química envolvente, encarnando um casal que passa por alguns problemas românticos e identitários durante as festividades de Natal.

UM CRUSH PARA O NATAL (2021)

Onde assistir: Netflix

Na singela e honesta trama de Um Crush para o Natal, Peter (Michael Urie) convence seu melhor amigo Nick (Philemon Chambers) a voltar para casa para as festas de fim de ano  e se envolver em um pequeno namoro falso para tentar apaziguar sua família, que constantemente insiste para que ele tenha um parceiro. Há apenas um problema: A mãe de Peter, Carole (Kathy Najimy), está planejando colocá-lo em um encontro às cegas com seu instrutor de spinning, James (Luke MacFarlane), o que desencadeará uma grande confusão.

SPIRITED – UM CONTO NATALINO (2022)

Onde assistir: Apple TV+

Neste recente musical da Apple TV+, o Fantasma do Natal Presente (Will Ferrell) escolhe uma alma que julga perdida para receber três espíritos do Natal para que mude a vida da pessoa. Mas, nesse ano, escolheu a pessoa errada. Quem é o infortunado escolhido é Clint (Ryan Reynolds), que acaba recebendo os três espíritos apenas para que ele mesmo sirva de conselheiro para o próprio Fantasma do Natal Presente que revisita seu passado, presente e futuro.

 

‘Gremlins: Segredos de Mogwai’: Série animada já está disponível na HBO Max!

A série animada ‘Gremlins: Segredos de Mogwai‘, que servirá de pré-sequência aos clássicos filmes, já está disponível na HBO Max.

A produção foi lançada hoje, 23 de maio, na plataforma de streaming.

O projeto é ambientado em Xangai durante os anos 20. A história acompanhará Sam Wing, um jovem de 10 anos, que conhece um Mogwai chamado Gizmo.

Junto de Elle, uma jovem ladra de rua, Sam e Gizmo fazem uma jornada perigosa pelo interior da China, enfrentando monstros coloridos e espíritos do folclore chinês. Em sua missão para devolver Gizmo à sua família e descobrir um tesouro lendário, eles são perseguidos por um industrial sedento de poder e seu crescente exército de malvados Gremlins.

Relembre o trailer:

A produção conta com os vozes de Ming Na-Wen (Fong Wing), BD Wong (Hon Wing), James Hong (Grandpa Wing), Izaac Wang (Sam Wing), A.J. LoCascio (Gizmo), Gabrielle Green (Elle) e Matthew Rhys (Riley Greene).

Zach Galligan, astro dos filmes originais, retorna como um novo personagem.

A série é produzida pela Warner Bros. Animation e a Amblin TV, de Steven Spielberg.

Protagonista de A Noviça Rebelde completa 86 anos! Saiba os motivos desse musical ser inesquecível!

Temos que viver a vida que merecemos. Um dos maiores clássicos do cinema e sem dúvidas um dos melhores musicais já feitos na história da sétima arte A Noviça Rebelde conquistou e conquista fãs em todos os lugares que é exibido. Baseado em uma história real, o filme é uma reunião de momentos inesquecíveis, que fala sobre o amor seja entre duas almas completamente diferente ou mesmo todo esse sentimento dentro de uma família carente de uma pessoa iluminada.

Para brindar Julie Andrews, a intérprete da protagonista fantástica desse filme, que hoje, dia 01 de outubro, completa 86 anos de idade, viemos aqui nessa matéria escrever os motivos que fazem A Noviça Rebelde ser um filme inesquecível:

 

Canções inesquecíveis

É um item marcante dentro desse universo mágico. É até difícil saber por onde começar já que muitas das canções grande parte dos cinéfilos e cinéfilas de todo o mundo sabem de cabeça. Mas não tenham dúvida de que The Sound of Music, música que tem leituras e releituras ao longo do filme é uma flecha de emoções em nossos corações.

 

Fala sobre família a todo instante

Os valores, os sonhos, as maneiras do educar, o carinho, tudo que envolve os bons e maus momentos de uma família acabam de alguma forma sendo vistos por nossos olhares ao longo das nem sentidas quase 3 horas de projeção.

 

Um roteiro baseado em uma obra não creditada de Maria Von Trapp

Sim, ela realmente existiu! O roteiro do filme foi assinado por Ernest Lehman baseado no livro de memórias The Story of the Trapp Family Singers, de Maria von Trapp. O filme era pra ter como diretor William Wyler mas acabou sendo dirigido produzido e dirigido pelo cineasta Robert Wise.

 

A adaptação no Teatro veio antes que a do cinema

No teatro, a partir de 1959, A Noviça Rebelde foi um grande sucesso, escrito por Howard Lindsay e Russel Crouse, com canções de Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II. A partir disso, grandes produtoras começaram a pensar na possibilidade da adaptação para os cinemas que só aconteceu em 1965.

 

O filme aborda questões na Europa perto do início da Segunda Guerra Mundial

Maria chega à mansão Trapp em 1938, a trama se desenrola e já no desfecho vemos o Capitão Von Trapp fugindo de ir pra guerra ao lado dos nazistas muito por suas convicções e sobre o que acredita como austríaco. O final é lindo, a família subindo naquelas montanhas onde o filme começa.

 

Reconhecido e premiado

Indicado à 10 Oscars, vencedor nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor montagem, melhor som e melhor trilha sonora, por incrível que pareça o filme não teve grande oba oba de muitos críticos de cinema da época mas mundialmente o projeto foi um fenômeno. Mesma com algumas críticas azedas nos Estados Unidos o filme ficou em cartaz por 4 anos seguidos!

 

Um dos filmes mais lucrativos da história da indústria cinematográfica mundial

Com um orçamento de pouco menos de 9 milhões de dólares, A Noviça Rebelde arrecadou mais de 285 milhões de dólares somente em bilheteria pelo mundo. Atualmente é possível a assistir esse lindo trabalho no Streaming Disney+ (Disney Plus).

 

Não deixa de ser uma história de amor

Maria e o Capitão Von Trapp protagonizam cenas lindas e ao longo do filme vamos vendo todo o início de uma paixão avassaladora que os fazem mudar seus modos de pensarem, ela queria ser freira e desconhecia o amor, ele vai lentamente ficando apaixonado pela governanta que escolheu para seus filhos mas que é tão iluminada e apaixonante que fisgou o coração do as vezes rabugento e rígido capitão interpretado pelo também inesquecível Christopher Plummer.

Crítica | ‘A Acusada’ – Filme na Netflix aborda um assunto SENSÍVEL de forma rasa e pouco consistente

Duas médicas casadas. Uma denúncia de assédio. Duas perspectivas. Lançado há alguns dias na Netflix, o longa-metragem indiano A Acusada busca de maneira rasa e pouco consistente abordar um assunto sensível. Com subtramas entrelaçadas, que não ajudam a sustentar as possíveis camadas que o filme poderia acessar, a narrativa se limita a uma história que não causa o impacto que deveria.

Dirigido pela cineasta Anubhuti Kashyap, o roteiro – assinado por Sima Agarwal e Yash Keswani – se estabiliza sobre a comodidade da dúvida, deixando a paranoia e um casamento prestes a ruir se sobressair sobre as reflexões importantes que o tema exigia.

A brilhante e egocêntrica médica ginecologista Geetika (Konkona Sen Sharma) é a grande estrela do hospital londrino onde trabalha e está prestes a ser convidada para assumir a chefia do lugar. Casada com a médica Meera (Pratibha Ranta), vive seus dias com grandes planos para o futuro. Acontece que uma série de denúncias contra Geetika – acusando-a de assédio – vira a vida do casal ao avesso, levando Meera a suspeitar da própria esposa.

Crítica | ‘Corta-Fogo’ – A moral no campo das suposições marca suspense da Netflix

Vamos avançando na trama através de duas perspectivas: a de Geetika e a de Meera. A primeira se apresenta como uma personagem ambígua, rígida em seu ofício, que é adepta de mentiras para com a esposa – bem mais jovem – e mantém uma proximidade com a ex-namorada. Já a segunda é a personagem que traz algumas possibilidades em seu desenvolvimento, vivendo um casamento em outro país escondido da família e à beira de dilemas entre o relacionamento e a carreira profissional.

A todo instante, percebemos que o drama vai se transferir para um thriller, ou algo próximo. O assunto principal fica de lado em muitos momentos. Na ponte entre a aparente felicidade e a crise provocada pela denúncia, personagens entram e saem sem desenvolvimento satisfatório, limitando-se ao essencial e se abraçando a uma resolução simples.

Sidney Prescott em Pânico 7: Quando o terror encontra o trauma que nunca morre

É muito frustrante quando um filme que levanta questões importantes para debates sobre a nossa sociedade tende a soluções previsíveis, praticamente anulando qualquer escalada nos embates sugeridos. Ao optar por desenvolver o conflito através de um relacionamento em crise, a trama perde o fôlego de colocar em evidência as condutas reprováveis se transformando em um suspense desalinhado, com peças soltas.

Highlander | Enquanto o remake com Henry Cavill não sai, conheça o clássico de 35 anos – em cartaz na Netflix

Uma batalha de vida ou morte através dos séculos. Um protagonista francês que não falava uma palavra de inglês. Uma das maiores bandas de rock da época dando seu respaldo e impulsionando com a trilha sonora. E um dos grandes astros de cinema no mundo servindo como mentor. Só pode haver um. Highlander – O Guerreiro Imortal, clássico dos anos 1980, completa 35 anos de lançamento em 2021. Para a comemoração, uma ótima notícia para os fãs da produção (e por que não, da franquia que se tornou): o remake, que trará Henry Cavill como protagonista e Chad Stahelski (John Wick) na direção, começa a ser gravado no ano que vem. O projeto, anteriormente, teve Ryan Reynolds vinculado para estrelar. Fora isso, a produção de 1986 se encontra atualmente no acervo da Netflix e você pode ir aquecendo os motores, a revisitando ou a conferindo pela primeira vez.

Highlander teve sua estreia num festival da França em janeiro de 1986, e depois seguiu para os EUA em março do mesmo ano. A ideia de uma história sobre imortais vivendo através dos séculos e se digladiando até existir apenas um, surgiu da mente do roteirista Gregory Widen e foi seu primeiro trabalho no cinema. Depois, Widen seguiria para entregar o roteiro de outro blockbuster querido, Cortina de Fogo, filme de ação sobre bombeiros que completa 30 anos em 2021 e também está contido no acervo atual da Netflix.

Leia também: NETFLIX | 30 anos de ‘Cortina de Fogo’ – Quando os bombeiros eram os super-heróis

A inspiração para o roteirista veio durante uma viagem de férias na Escócia. Widen, numa visita a um museu, se deparou com uma armadura antiga e ficou pensando como seria se o homem que a usou na época ainda estivesse vivo até hoje. Outra inspiração para o escritor foi Os Duelistas (1977), primeiro filme do icônico Ridley Scott. No longa, dois soldados da época de Napoleão entram em confrontos violentos numa série de duelos. O mais impressionante, no entanto, foi que Widen escreveu a espinha dorsal deste roteiro enquanto ainda estava cursando a universidade da Califórnia. Na época, o título era ‘Dark Knight’ e serviu como sua tese de formatura. Logo após ele venderia o roteiro pela quantia de US$200 mil. Em seu roteiro original, Widen havia criado uma história bem mais sombria e visceral sobre a vida destes imortais – resta saber se os novos envolvidos irão partir desta premissa.

Comandando o longa na direção, o cineasta Russell Mulcahy era oriundo dos vídeo clipes, tendo dirigido muitos estrelados por Elton John e a banda Duran Duran, por exemplo. Mulcahy havia impressionado em sua estreia no cinema com o terror O Corte da Navalha (1984), cult sobre um javali assassino. Assim, mesmo sendo uma produção independente com um orçamento em torno de US$19 milhões, o cineasta dava seu maior passo na carreira com Highlander – O Guerreiro Imortal. Curiosamente, o título original do filme seria “Shadow Clan”, algo como “Clã das Sombras”.

A trama todos devem conhecer, e inicia no presente (bem, pelo menos o presente de 1986). Após assistir a uma luta de WWE, Connor MacLeod se digladia no estacionamento do evento com outro homem usando espadas. No fim da luta, Connor consegue decapitar seu rival, mas acaba preso. Ele também começa a se lembrar de seu passado. Seu longo passado ainda no Século XV, onde nasceu num vilarejo da Escócia e descobriu pela primeira vez sua imortalidade. Neste passado, após uma batalha, ele é ferido e dado como morto. Mas termina descobrindo que não pode morrer de fato e quando os outros ao redor percebem isso, acreditam que tenha realizado um pacto com o diabo e o banem do vilarejo. Ele é encontrado pelo egípcio Ramirez, que o explica sua condição, sendo igual a ele, e começa a treiná-lo como mentor. Com o passar dos séculos, Connor agora vive com outro nome no presente, em Nova York, como dono de uma loja de antiguidades luxuosa. Em seu encalço, uma perita forense intrigada com a possível condição do sujeito, que irá se tornar seu interesse amoroso, e um rival antigo chamado Kurgan, vindo de séculos passados, disposto a derrota-lo no combate mortal – que só pode ocorrer, é claro, com a decapitação do outro.

Para o papel protagonista do imortal Connor MacLeod muitos atores foram cogitados e testados. O astro Kurt Russell foi inclusive contratado para viver o personagem, mas deixou o projeto ainda durante a fase de pré-produção devido à insistência de sua namorada Goldie Hawn. Russell seguiu para protagonizar Os Aventureiros do Bairro Proibido, do amigo John Carpenter, lançado no mesmo ano. Além de Russell, outros atores cogitados para o papel principal foram Mel Gibson, Michael Douglas, Kevin Costner, William Hurt, Ed Harris, Mickey Rourke, Peter Weller (o Robocop) e até mesmo o músico Sting – também visado para prover a trilha sonora da produção. Até mesmo o lutador grandalhão Hulk Hogan afirma ter sido convidado para o papel de Connor, mas ter recusado por querer se concentrar em sua carreira no WWE.

O papel, como sabemos, terminou nas mãos do francês Christopher Lambert, que havia impressionado a todos na indústria do cinema mundial com seus desempenhos em Greystoke – A Lenda de Tarzan (1984) e Subway (1985). Os realizadores, porém, ficaram chocados e se viram em desesperado ao descobrir, após terem assinado o contrato com Lambert, que o ator não falava uma palavra de inglês. Isso apresentava um problemão, já que o longa seria especificamente gravado em tal idioma, como uma produção norte-americana. Em seu único outro filme americano, o citado Greystoke, ele vivia um Tarzan realista e praticamente não dizia nada. A solução foi trazer a bordo do projeto um treinador de diálogos para que o ator desenvolvesse um sotaque cosmopolita, sem representar uma região específica.

A grande contratação de Highlander seria mesmo a de Sean Connery, na época um astro mais que estabelecido, tendo feito muito sucesso, por exemplo, em sete filmes da franquia 007 – James Bond. Segundo relatos, Connery teria sido oferecido o papel principal e também o do vilão, antes de se interessar em viver Ramirez, o mentor egípcio do protagonista, que o ensina sobre a arte da luta espadachim e sobre a arte da imortalidade. Connery e Lambert se deram muito bem nos bastidores e se tornaram amigos. Dentre brincadeiras, Lambert afirmou que o veterano ficava bêbado em muitas de suas cenas na Escócia. Antes de Connery aceitar o papel, atores como Clint Eastwood, Gene Hackman, Michael Caine e Peter O’Toole foram cogitados para viver Ramirez.

Para viver a personagem Brenda Wyatt, a perita que se torna o par romântico de Connor no presente, atrizes como Sigourney Weaver, Glenn Close, Linda Hamilton, Karen Allen, Demi Moore e Diane Lane estiveram entre as finalistas. Duas outras, porém, chegaram muito perto de conseguir. Brooke Adams (Na Hora da Zona Morta) era a escolha original, e Catherine Mary Stuart (A Noite do Cometa) chegou a ser contratada, mas por alguma razão, pouco tempo depois foi demitida. Em seu lugar, entrava Roxanne Hart.

No papel do antagonista Kurgan, o veterano Clancy Brown. O ator disse ter baseado sua performance do guerreiro bárbaro em Arnold Schwarzenegger, mas não de Conan e sim do robô T-800 de O Exterminador do Futuro, que havia sido lançado dois anos antes. Coincidentemente, o ator austríaco ex-governador da Califórnia foi oferecido o papel de vilão em Highlander, mas recusou a proposta.

Para muitos fãs, o verdadeiro atrativo de Highlander – O Guerreiro Imortal é mesmo a trilha sonora composta inteiramente pela banda Queen. O curioso é que de início, a banda iria gravar apenas uma canção para a trilha, mas após assistir cenas do longa, ficaram inspirados para compor mais. Os carros-chefes de tal trilha, é claro, são as icônicas ‘Princes of the Universe’, ‘Who Wants to Live Forever’ e ‘It’s a Kind of Magic’. Antes de Queen imortalizar Highlander com seu som, artistas como David Bowie, Sting e Duran Duran foram cogitados para compor músicas para a trilha sonora. E numa decisão não muito inteligente, a esquecida Marillion chegou inclusive a rejeitar a oferta dos realizadores, por motivo de conflito de agenda com uma turnê que estavam fazendo na época.

Highlander, é claro, geraria sua primeira continuação em 1991 – que completa 30 anos em 2021. Depois disso vieram mais três filmes (sendo o último um lançamento em vídeo), duas séries de TV (uma no início e outra no fim dos anos 90) e uma série animada (também na década de 90). Esse sucesso todo, no entanto, veio de forma inesperada. O arco da história de Highlander é fechado em si mesmo e continuações desta história nunca foram planejadas. É só imaginar que uma trama onde no desfecho sobra apenas um imortal, como é “cantado” ao longo de toda a projeção do original, não pede e nem teria como continuar. Ao derrotar o último imortal, Connor era brindado com o “prêmio”, finalmente ganhando sua mortalidade para envelhecer, poder ter filhos e viver uma vida normal.

Some a isso o fato de que Highlander não foi um sucesso de bilheteria. Muito pelo contrário, com uma campanha de marketing pobre, para dizer no mínimo, O Guerreiro Imortal pode ser considerado um flop, um fracasso de bilheteria gerando apenas o retorno de US$13 milhões contra seu orçamento de US$19 milhões. O filme, porém, se mostraria um dos primeiros grandes exemplos do poder das vídeo locadoras na década de 1980. Foi justamente devido ao status de cult que a obra foi ganhando no boca a boca, que mesmo com seu fracasso nos cinemas, uma legião já estava a bordo adorando o longa – o que possibilitou uma continuação, que seria lançada cinco anos depois, e toda esta mitologia em torno de uma única história.

Ou seja, no aniversário de 35 anos da franquia, do filme original e em vias de ser resgatada na forma de um reboot para os tempos modernos, com grandes nomes envolvidos, é a hora para trazer Highlander novamente para a cultura pop, ver e rever. E principalmente, não fazer como Christopher Lambert, que afirma ter assistido ao longa apenas uma única vez, durante sua pré-estreia em 1986.

‘Podres de Ricos’: Comédia romântica da Warner ganha trailer legendado; Assista!

A Warner Bros Brasil divulgou o trailer nacional da comédia romântica ‘Podres de Ricos‘, protagonizado pela ótima Constance Wu (‘Fresh Off the Boat‘).

Assista:

“Rachel Chu é uma professora de economia nos EUA e namora com Nick Young há algum tempo. Quando Nick convida Rachel para ir ao casamento do melhor amigo, em Singapura, ele se esquece de avisar à namorada que, como herdeiro de uma fortuna, ele é um dos solteiros mais cobiçados do local, colocando Rachel na mira de outras candidatas e da mãe de Nick, que desaprova o namoro.”

Jon M. Chu (‘Truque de Mestre: O 2º Ato‘) dirige o filme, que é baseado no aclamado best seller homônimo de Kevin Kwan.

‘Aquaman’ ganha belíssimos cartazes IMAX; Confira!

Aquaman‘ ganhou dois novos belíssimos cartazes IMAX.

Confira:

Sucesso nas bilheterias, o longa já arrecadou US$ 751.8 milhões mundialmente.

Assista nossa crítica:

James Wan dirige o filme, e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

O meio-humano, meio-Atlante Arthur Curry, é levado à jornada de sua vida — uma jornada que vai forçá-lo a não só encarar sua verdadeira identidade, mas também a descobrir se ele tem o que é necessário para ser… um rei.

O elenco conta com Jason Momoa no papel principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna).

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‘Titãs’: 2ª temporada ganha trailer SENSACIONAL; Assista!

A DC Universe divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Titãs‘.

Confira:

A segunda temporada irá estrear no dia 6 de setembro.

A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

O projeto foi criado por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Noturna) e Ryan Potter (Mutano).

O próximo ciclo irá introduzir diversos novos personagens, incluindo Superboy (Joshua Orpin), Exterminador (Esai Morales), Jericó (Chella Man), Devastadora (Chelsea Zhang), Mercy Graves (Natalie Gumede) e Aqualad (Drew Van Acker). Jason Todd (Curran Walters), Donna Troy (Connor Leslie), Rapina (Alan Ritchson) e Columba (Minka Kelly) também irão retornar.

Kylie Minogue lança “Tension”, novo single de seu 16º álbum de estúdio; Ouça e confira o videoclipe!

A vencedora do Grammy Kylie Minogue lançou hoje (01) o videoclipe oficial de “Tension”, faixa-título de seu vindouro 16º álbum de estúdio.

O compilado de originais será lançado no dia 22 de setembro de 2023 e também conta com o single “Padam Padam”.

Confira:

Confira a tracklist oficial:

1. Padam Padam
2. Hold on to Now
3. Things We Do for Love
4. Tension
5. One More Time
6. You Still Get Me High
7. Hands
8. Green Light
9. Vegas High
10. 10 Out of 10 (com Oliver Heldens)
11. Story

A artista, que ganhou fama ainda nos anos 1980 e tornou-se uma das mais famosas e aclamadas performers dos últimos tempos, é mais conhecida por seu vibrante dance-pop chiclete.

Vendendo mais de 80 milhões de discos ao redor do mundo, Minogue é a voz por traz de sucessos como “Get Outta My Way”“In Your Arms”“Can’t Get You Out Of My Head”. Em 2004, levou uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance por “Come Into My World”, um dos singles oficiais do aclamado Fever (2001). Seus outros prêmios incluem três BRIT Awards e 17 ARIA Music Awards.

‘Tartarugas Ninja: Caos Mutante’ chega ESTE DOMINGO à Paramount+; Confira o novo cartaz!

As Tartarugas Ninja: Caos Mutante, uma das animações mais elogiadas do ano passado, chega este domingo, 25 de fevereiro, ao catálogo da Paramount+.

Após arrecadar US$ 180 milhões mundialmente nos cinemas, o filme ganhou um novo cartaz promocional.

Confira, junto ao trailer:

À época do lançamento do filme, tivemos a oportunidade de conversar com o diretor de dublagem Wendel Bezerra e a incrível Any Gabrielly (que dá voz à personagem April O’Neil).

A dupla falou sobre o processo da construção da dublagem para o filme – e deram algumas dicas musicais ótimas.

Confira:

Além de alcançar 97% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘As Tartarugas Ninja: Caos Mutante‘ também recebeu uma nota A dos espectadores no CinemaScore.

Relembre o trailer:

Na trama, acompanhamos quatro irmãos tartaruga com poderes mutantes – juntos, entre uma fatia de pizza e outra, eles enfrentam vilões poderosos em Nova York.

Seth Rogen, Evan Goldberg e James Weaver estão diretamente ligados a este novo filme da Tartarugas através da Point Gray Pictures. O produtor Jeff Rowe (‘Gravity Falls‘) é quem dirige a nova aventura. Brendan O’Brian (‘Vizinhos 2‘) é quem escreve o roteiro da animação fílmica. Obviamente, esse novo filme das Tartarugas Ninja terá como foco a comédia, muito por conta de todo cast.

‘Round 6’: Assista ao teaser DUBLADO da 2ª temporada!

Netflix Brasil divulgou o teaser trailer dublado da 2ª temporada de Round 6, que estreia no dia 26 de dezembro.

Lembrando que a 3ª e última iteração já foi confirmada e estreia na plataforma de streaming apenas em 2025.

Confira:

Lembrando que a segunda temporada já escalou oito novos atores ao elenco: Park Gyu-young (‘Sweet Home’), Jo Yu-ri, Kang Ae-sim, Lee David (‘The Fortress’), Lee Jin-uk (‘Sweet Home’), Choi Seung-hyun, Roh Jae-won e Won Ji-an (‘D.P.’).

Os próximos episódios ainda contarão com o retorno de Lee Jung-jae, Lee Byung-Hun, Wi Ha-jun e Gong Yoo, além dos novatos Yim Si-Wan, Kang Ha-Neul, Park Sung-Hoon e Yang Dong-Geun, que haviam sido previamente anunciados.

Confira as primeiras imagens dos novos capítulos:

“Apesar da greve ter causado o adiamento de alguns títulos, nós temos uma grande programação para 2024. O público poderá ver o retorno de séries de sucesso como ‘A Diplomata‘ (2ª Temporada), ‘Bridgerton‘ (3ª Temporada), ‘Round 6‘ (2ª Temporada) e ‘A Imperatriz‘ (2ª Temporada); além dos programas ‘Tour de France‘ (2ª Temporada), ‘Casamento às Cegas‘ (6ª Temporada), ‘F1: Dirigir Para Viver‘ (6ª Temporada) e ‘Dias de Golpe‘ (2ª Temporada).”

“Nosso streaming também contará com lançamentos originais como ‘O Problema dos 3 Corpos‘ (minissérie baseada no romance homônimo e dos showrunners de ‘Game of Thrones‘), ‘Griselda‘ (série estrelada pela Sofia Vegara), ‘Magnatas do Crime‘ (novo filme do Guy Ritchie), ‘Avatar: O Último Mestre do Ar’, ‘Cem Anos de Solidão‘ (série baseada no romance de Gabriel García Márquez) e a biografia brasileira ‘Senna‘.”

A série conquistou catorze nomeações no Emmy Awards, levando para casa os prêmios de Melhor Ator em Série de Drama para Lee Jung-jaeMelhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama para Jung Ho-yeonMelhor Direção para Dong-hyuk.

Mas isso não foi tudo: Round 6 também foi relembrada na categoria de Melhor Série de Drama e se tornou a primeira produção televisiva de língua não-inglesa a conquistar tal feito.

Conquistando o pódio como a a série mais assistida da Netflix, ‘Round 6 foi exibida em mais de 142 milhões de lares em pouco mais de um mês.

Para quem ainda não assistiu, a trama mostra um grupo de pessoas com dívidas milionárias em busca de um prêmio que mudará suas vidas se toparem participar de um misterioso jogo divido em seis fases.

Ao longo das tarefas, 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won.

Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?

Crítica | Edward Berger constrói um POTENTE thriller dramático com ‘Conclave’

Edward Berger ascendeu a uma fama meteórica após comandar o incrível drama de guerra Nada de Novo no Front – apresentando uma visão menos romantizada sobre a I Guerra Mundial e mostrando uma sensibilidade enorme em relação ao próprio mundo. Depois de ter conquistado inúmeros prêmios por seu irretocável trabalho, o cineasta retornou à sétima arte com o thriller dramático ‘Conclave’. Em pouco tempo, essa nova empreitada sagrou-se como um dos melhores filmes do ano – e não foi por qualquer motivo: o potente longa-metragem oferece um vislumbre interno de um dos momentos mais conhecidos da história humana (a escolha do novo Papa) à medida que aposta fichas em um suspense derradeiro e instigante do começo ao fim.

Baseada no romance homônimo de Robert Harris, o filme se inicia com a sequência em que o atual Papa morre em virtude de um ataque do coração. Não leva muito tempo até que os Cardeais próximos à Sua Santidade se posicionem para dar início ao Conclave Papal – em que um novo membro máximo da Igreja Católica precisa ser decidido como forma de manter não apenas a hegemonia da religião, e sim o poder emanado do Vaticano e de seus membros. Cabe, então, ao Cardeal Thomas Lawrence (Ralph Fiennes) organizar a votação entre os membros do clero que desejam assumir esse importante trono – cada qual com uma visão bastante diferente de como guiar a sociedade e as doutrinas católicas.

Grupo de cardeais em vestes vermelhas

Porém, considerando a conhecida filmografia de Berger, o filme não se apresentaria apenas como um drama documentário que mostraria os bastidores do conclave; pelo contrário, somos agraciados com um inesperado thriller, como mencionado no parágrafo introdutório, que visa construir personagens complexos e com suas próprias ideologias – algo que, de fato, terá impacto positivo ou negativo conforme o próximo papa é selecionado. Conforme a narrativa se desenrola e a votação ganha forma, Lawrence acredita estar tudo bem encaminhado. Entretanto, segredos obscuros de cada um dos candidatos começam a emergir e a colocar em xeque a índole dos clérigos – propulsionado Lawrence a fazer de tudo para que escândalos e atitudes condenáveis não venham à tona.

Antes de mais nada, é preciso entender que o enredo não é um mero e cansativo drama religioso, e sim um intrincado jogo político que reafirma a falibilidade do ser humano quando colocado em uma situação de poder: Berger, honrando os trâmites do conclave papal e em momento algum faltando com o respeito em relação a essa instituição social, deixa bem claro que a ambição do homem é responsável por sua própria decadência – da mesma maneira que fizera em Nada de Novo no Front. Não é surpresa, pois, que tenhamos inúmeros peões movimentando-se pelo tabuleiro, como Aldo Bellini (Stanley Tucci), candidato que se alinhava às defesas liberais do Papa; Goffredo Tedesco (Sergio Castellitto), um reacionário tradicionalista; o conservador Joshua Adeyemi (Lucian Msamati); e o moderado candidato canadense Joseph Tremblay (John Lithgow).

No epicentro desse barril de pólvora, Lawrence singra entre amigos, colegas e partidários que precisa julgar como o melhor para representar a Igreja Católica – e, à medida que os dias vão passando, ele percebe que membros do clero escondem segredos terríveis que podem colocar em dúvida a santidade dos membros do Clero, como uma gestação fora do matrimônio, acusações de abuso sexual e alegações de chantagem. E, encontrando-se em um beco sem saída ao passo que se recusa a levantar bandeira para a própria candidatura, Lawrence encontra uma centelha de esperança com a chegada do Cardeal Vincent Benitez (Carlos Diehz), um arcebispo mexicano que trabalhou na Guerra do Afeganistão e que rema contra a maré ególatra imputável aos outros membros.

Berger não encontra sucesso apenas na condução da obra, mas em sua competente visão técnica e artística – atrelada à presença de outros habilidosos nomes na equipe de produção. O cineasta deseja fornecer uma perspectiva ambígua entre a sólida estrutura material do Vaticano e o espírito falho de pessoas que, a priori, deveriam representar o bem comum; nesse tocante, ele se alia à fotografia de Stéphane Fontaine para focar em uma espécie de “simetria às avessas”, em que o suposto ponto de equilíbrio cênico entra em conflito com a divisão propositalmente irregular dos quadros (como, por exemplo, o momento em que certos membros se reúnem no auditório após um atentado terrorista). Mais do que isso, a tétrica trilha sonora de Volker Bertelmann almeja a um vórtice de emoções pautado na dissonância de elementos orquestrais – elemento que funciona muito bem dentro da estrutura do longa.

Se o mundo por trás das câmeras beira a impecabilidade, o estelar elenco rende-se de corpo e alma a performances memoráveis: Tucci, Castellitto, Lithgow e Isabella Rossellini enfeitam o espectro coadjuvante e trilham suas próprias trajetórias em atuações fabulosas, mas sempre à sombra protagonista de um Fiennes em ótima forma (e comprometido a uma das melhores atuações de sua carreira). Como se não bastasse, a química desfrutada na inimizade dos clérigos é apenas a cereja do bolo para nos guiar por essa jornada estupenda.

‘Conclave’ poderia se render às fórmulas do gênero, porém, ao ter plena ciência dos limites que se autoimpõe, busca alternativas que prezam pela originalidade e que deixam que atores de altíssimo calibre convidem os espectadores a uma espetacular peça cinematográfica. Ademais, o novo longa de Edward Berger o reitera como um dos grandes diretores da atualidade – nos deixando animados para ver qual será seu próximo projeto.

Crítica | Mariah Carey nos leva de volta aos anos 1990 com a envolvente “Type Dangerous”

Mariah Carey despontou com enorme sucesso nos anos 1990, rapidamente tornando-se um ícone do cenário fonográfico e conquistando uma legião de fãs com seus inúmeros hits mundiais. Afinal, são poucas as pessoas que sequer ouviram os famosos toques de produções como “We Belong Together”, “Obsessed”, “Hero” e, é claro, o clássico natalino “All I Want for Christmas Is You” – cujos memes na internet foram, inclusive, adotados pela própria cantora e compositora. Não é surpresa que cada novo lançamento dessa artista inigualável venha com comoção generalizada, visto que ela consegue nos manter animados com incursões originais e que, ao mesmo tempo, se mantêm fiéis à sua conhecida identidade.

Nesta última sexta-feira, 6 de junho, Carey surpreendeu a todos ao retornar ao mundo da música com a inédita “Type Dangerous”. O lead single de seu vindouro décimo sexto álbum de estúdio é uma celebração testamentária da própria carreira, explodindo em uma vibrante e sensual narrativa de empoderamento e de finesse que nos arrebata desde os profundos primeiros toques e que, apesar de terminar de maneira abrupta, reafirma o contínuo legado que ela deixou no show business – com seus impecáveis vocais e sua incrível capacidade de escolher os artistas certos para ajudá-la nessa empreitada.

Um dos aspectos que mais funciona na faixa inédita é a maneira como Carey se entrega a ela. Em outras palavras, após três décadas de carreira, a performer pode fazer o que bem entender, sem escrúpulos e sem se preocupar em polir uma imagem pública que é celebrada e adorada ao redor do planeta. Dessa maneira, ela promove um resgate saudosista e narcótico dos anos 1990, fundindo e talhando uma mistura quase perfeita de R&B, hip hop, soul e pop em breves dois minutos e 55 segundos que passam em um piscar de olhos. E, apesar de não manter a beleza de seu último lead single, “With You”, ela abre mão da melancolia reflexiva para mergulhar de cabeça em uma irreverência que apenas ela sabe como entregar.

A track traz de volta uma persona “mean girl” de Carey – mas não digo isso de maneira pejorativa, e sim em um elogio que reflete um teor inebriante de acidez. Em meio a toques conhecidos do baixo e do piano, cortesia do trabalho em junto de Daniel Moore, NWi e a própria Mariah na produção, ela se dispõe de incontáveis frases de efeito que singram pelo camp e pelo exagero propositais, seja com a clara imagem dos dois primeiros versos (“entrei pela porta coberta em Balenci[aga], casaco de couro curto e alguns Fendis de salto alto”), seja com a declamatória e hilária frase “diamantes certificados como as músicas que escrevo”.

A construção da música é sólida e nos prepara para o que podemos apenas imaginar que seja um irretocável refrão – todavia, ao recuar a uma semi-balada marcada pelas explorações do new jack swing e do hip hop soul, há um certo gostinho de frustração que nos acompanha, ao menos até o segundo ato da canção. Existe uma certa desconexão entre as partes que compõe a iteração que não conseguimos deixar de lado, ao menos a priori, mas que logo começa a ditar o que se pode esperar de seu vindouro compilado de estúdios.

Eventualmente, o que fica para nós é o seguinte: mesmo com momentâneos equívocos, nada importa, pois a lendária Mariah Carey finalmente está de volta para nos arrebatar.

‘Robin Hood’: Série inspirada na CLÁSSICA lenda ganha clipe inédito; Confira!

A MGM+ divulgou um clipe inédito da série Robin Hood, baseada na icônica história do “ladrão honrado”.

A produção tem estreia marcada para hoje, 2 de novembro, na plataforma de streaming, com a exibição dos dois primeiros episódios.

Confira, junto ao trailer:

A série foi criada por Jonathan English, produtor executivo de ‘Librarians: The Next Chapter‘. John Glenn (‘SEAL Team’) servirá como showrunner.

Robin Hood é uma adaptação moderna do conto clássico sobre o fora da lei que rouba dos ricos e dá aos pobres, e sua épica história de amor com a corajosa Marian. Na trama, após a invasão normanda da Inglaterra, Rob, filho de um guarda florestal saxão, e Marian, filha de um lorde normando, se apaixonam e decidem lutar juntos por justiça e liberdade. Enquanto Rob ascende como líder de um bando de bandidos rebeldes, Marian se infiltra no poder da corte. Juntos, eles farão de tudo para frustrar a corrupção real e trazer paz à terra.

Jack Patten, Lauren McQueen, Sean BeanConnie Nielsen estrelam. O elenco ainda conta com Richard Lintern (‘Silent Witness’), Erica Ford (‘The Nevers’), Ryan Gage (‘Escolha ou Morra’), Oscar Salem (‘Vigil’), Miloš Timotijević (‘Na Terra de Amor e Ódio’) e Tamara Radovanović (‘The Arc’), Lydia Peckham (‘Planeta dos Macacos: O Reinado’), Steven Waddington (‘The Trap’), Marcus Fraser (‘Fundação’), Angus Castle-Doughty (‘Sombra e Ossos’) e Henry Rowley.

Criador de ‘Big Little Lies’ dá pequena ATUALIZAÇÃO sobre a 3ª temporada

Em uma recente entrevista à revista PeopleDavid E. Kelley, membro do Hall da Fama da Academia de Televisão e criador da aclamada série Big Little Lies, deu uma pequena atualização sobre o status da tão aguardada terceira temporada do drama da HBO.

O realizador, que já levou para casa na menos que 11 estatuetas do Emmy Awards, disse que, embora não possa revelar detalhes específicos, os fãs podem esperar um reencontro com suas mães favoritas da comunidade litorânea.

“Estamos reunindo a turma de novo, e deve ser uma ótima temporada novamente”, disse ele.

Em setembro do ano passado, participandodo The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, Reese Witherspoon (‘The Morning Show’) confirmou que o novo ciclo segue em desenvolvimento ativo.

“Nós estamos trabalhando na terceira temporada [de Big Little Lies]. Quero dizer, eles estão escrevendo os roteiros. É muito emocionante poder reunir o grupo novamente e começar a discutir sobre isso. É muito divertido.”

Ela completa: “já faz uns 10 ou 9 anos? Todas aquelas crianças que estavam no ensino fundamental já são adolescentes atualmente. E, para ser a mãe de um adolescente, é preciso ter muitas grandes e pequenas mentiras.”

Francesca Sloane, co-criadora, produtora e showrunner da elogiada série’Sr. & Sra. Smith‘, foi contratada como roteirista do primeiro episódio do próximo ciclo.

Ela também assumirá o cargo de produtora executiva ao lado do criador David E. Kelley e das atrizes Reese WitherspoonNicole Kidman, como parte de um acordo exclusivo de dois anos que assinou com a emissora.

Trama de ‘Capitã Marvel 2’ deve adaptar ‘Invasão Secreta’

Capitã Marvel‘ contou com uma grande reviravolta e fez dos Skrulls os mocinhos, e não os vilões que os Kree tanto pregavam.

No entanto, essa ideia levantou algumas questões de como o MCU poderia adaptar o arco mais famoso do Skrull, a ‘Invasão Secreta’.

Segundo o We Got This Covered, a Marvel Studios pretende introduzir uma invasão secreta da Terra pelos Kree, não pelos Skrulls. E isso pode acontecer em ‘Capitã Marvel 2’.

A sequência será ambientada nos dias atuais e, em geral, será uma trama cósmica, mas com algumas tomadas na Terra, mostrando como os Kree estão tentando conquistar o planeta.

Teorias sobre o assunto já haviam surgido depois de uma cena deletada de Homem-Aranha: Longe de Casa em que Nick Fury menciona que existem células adormecidas de Kree na Terra.

Mas como nada foi informado oficialmente, pode se tratar apenas de um rumor.

De qualquer forma, novidades sobre o futuro do MCU devem ser noticiadas nas próximas semanas, junto com a abertura da San Diego Comic Con.

‘Batman vs Superman’: Zack Snyder explica porque o Superman foi tão sombrio no filme

Uma das maiores críticas sobre ‘Batman vs Superman‘ foi a a construção daquele Homem de Aço com uma aparência sombria e severa, bem diferente do herói que os fãs estão acostumados.

Durante uma entrevista para o Screen Rant, Zack Snyder foi questionado sobre isso e justificou:

“Logo no início do filme, vemos o Superman pelo ponto de vista de Bruce Wayne, eu quis mostrar como o Batman reage àquele ser todo poderoso e inalcançável. O Superman que nós vemos é sombrio porque é assim que ele é visto pelo Batman. Ele é considerado um alien perigoso, cruel e relaxado, que não se importa com as vidas do planeta Terra.”

Pensando por esse lado, faz todo sentido que o Superman tenha sido retratado como uma ameaça e não como um símbolo de justiça e liberdade.

E aí, você acha que a resposta foi satisfatória?

Há alguns dias, o Cosmic Book News divulgou que o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça’ finalmente seria lançado em maio na HBO Max, mas acabou sendo adiado por causa do Coronavírus.

Foi dito que a versão ainda não está finalizada e o processo de conclusão dos efeitos visuais estava em andamento, mas a equipe responsável foi liberada para evitar a propagação da doença.

No ano passado, o cineasta já havia dado pistas sobre uma possível estreia, sugerindo que o longa seria adicionado ao catálogo da HBO Max, streaming da WarnerMedia.

Além disso, Jason Momoa, o Aquaman, disse à MTV News que teve a oportunidade de assistir a versão antes do lançamento digital.

“Eu já assisti a versão de Snyder. Acho que só estão decidindo onde lançar, talvez em streaming. Os fãs precisam assistir, porque eu amei. Obviamente, sou grato à Warner e à DC e não sei como eles se sentem sobre essa polêmica, mas como fã, estou muito, muito feliz por ter assistido.”

Ainda não há como comprovar a veracidade da informação, mas esta seria uma excelente estratégia para atrair assinantes para a HBO Max, então faz todo sentido que a companhia queira investir na ideia.

O Youtuber Grace Randolph também afirma que Snyder ainda tem grandes planos e pretende deixar a adaptação melhor do que os fãs esperam.

Para quem não conhece, Randolph foi um dos primeiros a anunciar que Joss Whedon iria substituir Snyder depois que ele foi afastado da produção original.

Em um dos seus vídeos, ele disse:

“Ouvi das minhas fontes que Snyder quer gravar várias cenas novas, o que exige um trabalho de efeitos visuais. Agora eles não podem fazer isso… Mas sei que ele vai chamar atenção até dos fãs mais críticos. Não posso revelar nada, mas é algo sensacional. Ele só está aguardando até conseguir fazer o que deseja. O corte de Snyder assumiu proporções mitológicas até agora, é uma lenda.”

Falando nisso, fazia tempo que o diretor não compartilhava novas imagens dos bastidores, mas aproveitou o isolamento para provocar os fãs.

Em seu perfil do Vero, o cineasta publicou duas imagens inéditas… Uma delas mostra os cinco heróis da adaptação a bordo do Batwing enquanto analisam um holograma gerado pelo Ciborgue (Ray Fisher).

Na outra, vemos a icônica Trindade da DC Comics, formada por Batman (Ben Affleck), Superman (Henry Cavill), e Mulher-Maravilha (Gal Gadot).

Confira:


Anteriormente, Snyder batizou sua versão de ‘Liga da Justiça‘ como ‘Zack Snyder’s Justice League‘, deixando para trás o polêmico título ‘Snyder Cut‘, como ficou conhecida a versão inédita do longa.

O novo título foi revelado através de promocionais aprovados por Snyder, como um moletom com a seguinte frase: “Nunca nos enfrentou antes… Não unidos.”

A frase pode ser uma referência a um diálogo tirado do corte do diretor.

Confira:

Ainda não se sabe como o ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘ vai afetar a campanha dos fãs para incentivar o lançamento da adaptação, já que a tag #releasethesnydercut vinha ganhando força nos últimos meses.


Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a atriz Gal Gadot falou pela primeira vez sobre o Snyder Cut:

Lembrando que Snyder continua fazendo uma intensa campanha para lançar seu ‘Snyder Cut‘ e aproveitou para divulgar uma foto com algumas caixas do filme junto com uma legenda sugerindo que “o corte do diretor realmente existe”.

Confira:

Recentemente, o site Variety publicou que a Warner Bros não está nem um pouco preocupada com o pedido e não pretende lançar o corte nos cinemas e nem em plataformas de streaming, já que finalizar o material editado por Snyder custaria milhões.

Após a repercussão da campanha nas últimas semanas, uma fonte ligada ao departamento de efeitos visuais do estúdio disse que:

“Isso é apenas um sonho e não há chances de acontecer. Investir nesse lançamento custaria milhões à Warner porque o filme não está finalizado. A versão lançada foi um fracasso, e cenas adicionais não mudariam isso, por mais que os fãs estejam otimistas.”

Anteriormente, Danny Elfman, compositor da adaptação, revelou ao JOE que também está descrente sobre o lançamento e afirmou que Snyder não havia concluído as filmagens da adaptação.

“Ele não foi demitido, sabe? Ele deixou a produção no meio do caminho. Então não acredito que há uma versão do diretor, no caso de Snyder, já que Joss [Whedon] veio e completou o que faltava.”

Elfman continuou:

“O problema é que ele não conseguiu finalizar o filme. Então, eu não tenho ideia de como eles fariam esse lançamento. Uma tragédia familiar o forçou a se afastar da produção… Desde então, tudo se tornou uma grande confusão. Tem tanta gente querendo ver o que Snyder pretendia contar, e isso está fugindo de controle.”

De qualquer forma, parece que tanto os fãs quanto o diretor não vão desistir de ver a versão original do longa.

Vale lembrar que os membros do grupo #ReleaseTheSnyderCut continuam com sua campanha pedindo o lançamento da versão idealizada por Snyder.

E aí, será que o movimento ganha força para pressionar o estúdio?

‘Gavião Arqueiro’: Hailee Steinfeld explica porque manteve em segredo sua escolha como Kate Bishop

Agora que Hailee Steinfeld (‘Bumblebee‘) foi finalmente confirmada como intérprete de Kate Bishop em ‘Gavião Arqueiro‘, a estrela falou pela 1ª vez sobre sua escalação na série.

Durante uma entrevista para a rádio KICKS 99.1, Steinfeld foi questionada porque precisou manter o segredo sobre a escalação, ao que ela respondeu:

“Foi minha decisão manter a escolha abaixo do radar. Detesto gerar decepção e não sabia como o público iria reagir quando soubesse da notícia.”

Ao contrário do que ela pensava, a maioria dos fãs apoiou a escolha e demonstraram satisfação ao vê-la vestida como a heroína.

Por conta disso, ela expressou sua felicidade em participar da série.

“Estou muito animada e honrada por fazer parte do Universo Cinematográfico da Marvel e atuar ao lado de Jeremy Renner. A série é maravilhosa e tem uma pegada bem diferente do que eu estava acostumada com ‘Dickinson‘ (série histórica da Apple TV+). Como artista, é divertido me aventurar em projetos tão diferentes, então estou vivendo um momento incrível.”

Vale lembrar que ‘Gavião Arqueiro‘ será ambientada em 2025, dois anos após a derrota de Thanos (Josh Brolin) em ‘Vingadores: Ultimato‘.

Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra.

Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop, a mãe de Kate.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço.

Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

Para quem não sabe, a série é baseada nos quadrinhos originais nos quais Clint Barton passa a responsabilidade super-heroica para o próximo Arqueiro, Kate Bishop. A trama será focada no treinamento de Kate até sua transformação completa na heroína, permitindo que Barton se aposente, oficialmente.

A adaptação das HQs de Gavião Arqueiro será em uma minissérie, seguindo o passo de outras produções originais da Disney+, e a estreia está prevista somente para o fim de 2021.

‘Lucifer’: Showrunner explica porque o episódio 06×03 foi feito em animação; Confira!

A 6ª e última temporada temporada chegou ao catálogo da Netflix em 10 de setembro, e os fãs foram surpreendidos com um episódio todo feito em animação.

Em entrevista ao Thrillist, o co-showrunner Joe Henderson disse que o especial intitulado ‘Yabba Dabba Do Me‘ foi feito dessa forma por conta da pandemia do Coronavírus.

Já que grande parte das produções foi pausada devido aos esquemas de distanciamento nos EUA, a solução encontrada pela equipe foi animar o roteiro do 3º episódio.

“Para falar a verdade, não era algo que estávamos planejando. A ideia da animação veio das limitações causadas pela pandemia. Precisávamos descobrir uma maneira de economizar dias de filmagem.”

Por outro lado, Henderson disse que esta oportunidade foi um sonho de criança se realizando.

“Mas foi uma experiência muito gratificante porque eu sempre quis fazer animação, foi um sonho de infância se realizando. Mas é muito trabalhoso fazer algo completamente diferente e novo dentro de um programa já estabelecido, mas este foi o momento perfeito para fazer algo novo.”

Na trama de ‘Yabba Dabba Do Me‘, Lúcifer começa a demonstrar sinais de empatia visitando o inferno de Jimmy Barnes (John Pankow), o vilão do 1º episódio da série, que assassinou amiga de Lúcifer, Delilah (AnnaLynne McCord).

No entanto, quando ele e Chloe (Lauren German) entram no inferno em loop, eles acabam presos em um mundo de desenho animado.

Confira as imagens:

Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar (Tom Ellis), entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.

O elenco também conta com Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris e Aimee Garcia.

Você notou? Teaser de ‘Star Wars: Andor’ resgata personagens da trilogia prequel da saga; Confira!

O primeiro teaser da série ‘Star Wars: Andor,’ derivada de Rogue One, finalmente foi lançado e trouxe uma série de elementos das duas primeiras trilogias da saga criada por George Lucas.

Um desses elementos foi o retorno dos Clone Troopers e suas clássicas armaduras, que não são vistas em live-action desde 2005, durante os eventos de ‘A Vingança dos Sith‘.

Como os clones eram soldados da República Galáctica, eles acabaram sendo aposentados e substituídos pelos Stormtroopers após a transição política do Império.

Agora só nos resta aguardar para saber se a referência aos clones indica que a série vai abordar como eles foram aposentados.

Confira a imagem do teaser:

Lembrando que a produção irá estrear no dia 31 de agosto, na Disney+.

Confira o teaser, dublado e legendado:

A primeira temporada contará com 12 episódios, que serão dirigidos por Ben Caron, Susanna White e Toby Haynes.

A trama seguirá as aventuras de Cassian Andor durante os primeiros anos de formação da Rebelião, antes dos eventos de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘. O emocionante thriller irá explorar contos cheios de espionagem e missões ousadas para restaurar a esperança para a galáxia nas garras de um império implacável.

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisará seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell ficará responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

Conheça o filme de ASSALTO que está prendendo a atenção dos assinantes da Netflix

Lançado em 2010, o filme ‘Ladrões‘ reuniu Paul Walker (‘Velozes e Furiosos’), Idris Elba (‘Thor’), Hayden Christensen (‘Star Wars’) e até o cantores T.I. e Chris Brown em uma intrigante trama de assalto a bancos.

Juntos, eles dão vida a um grupo de ladrões que usa várias estratégias para realizar grandes roubos enquanto desfrutam da vida do crime.

Depois que um ex-membro do grupo é solto da cadeia, ele os incentiva a tentarem o maior roubo de suas carreiras até então, mas com um planejamento de apenas cinco dias, o que deixa tudo ainda mais eletrizante.

No entanto, eles não imaginam que estão na mira de um detetive (Matt Dillon) determinado a resolver o caso e acabar com a quadrilha de uma vez por todas.

Dirigido por John Luessenhop (‘O Massacre da Serra Elétrica 3D: A Lenda Continua’), ‘Ladrões’ teve uma péssima recepção de crítica, acumulando apenas 28% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Além disso, arrecadou apenas US$ 68,2 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 32 milhões.

No entanto, o longa está fazendo bastante sucesso entre os assinantes da Netflix, assumindo a 5ª posição entre os títulos mais assistidos da semana.

Nas redes sociais, os fãs até comemoraram quando o longa chegou ao catálogo da plataforma de streaming.

Confira as reações:

O elenco também conta com Michael Ealy, Zoe Saldana, Jay Hernandez e Marianne Jean-Baptiste.

 

 

‘Lanterna Verde’: Rumor aponta que Patrick Schwarzenneger pode ser Hal Jordan na série do DCU

De acordo com o CBM, um perfil confiável do Reddit chamado r/DCEULeaks revelou que Patrick Schwarzenegger (filho de Arnold Schwarzenegger) está supostamente sendo cotado para interpretar Hal Jordan na série dos ‘Lanternas Verdes‘.

Recentemente, Patrick também interpretou o Golden Boy na série ‘Gen V’, derivada de ‘The Boys’.

Entre seus trabalhos mais recentes, também estão ‘A Lista Terminal’ e a minissérie ‘A Escada’

Por enquanto, ainda não há como confirmar a veracidade da notícias, mas o r/DCEULeaks tem um histórico bem positivo por vazar furos dos bastidores que se confirmaram com o tempo.

Mesmo assim, considere como um mero rumor.

No início do ano, os co-presidentes da DC Studios, James Gunn e Peter Safran, anunciaram uma série dos ‘Lanternas Verdes’, que será ambientada na Terra.

E, durante a apresentação do Primeiro Capítulo do novo DCU, a dupla deu mais alguns detalhes sobre o projeto (via ComicBook).

A trama será aos moldes de séries policiais, acompanhando Hal Jordan e John Stewart investigando um mistério que se conecta a uma história abrangente entre cinema e TV, levando a outros projetos.

“A série dos Lanternas leva à história geral que estamos contando ao longo dos diferentes filmes e programas de televisão”, disse Gunn durante a apresentação. “Encontramos esse horror antigo na Terra, e esses caras são basicamente superpoliciais intergalácticos responsáveis pela proteção da Terra.”

Safran argumentou que:

“A história vai e volta entre os filmes e os programas de televisão. ‘Peacemaker‘ é um bom exemplo de como isso funciona, e é isso que faremos com essa grande história abrangente que estamos contando.”

A atração será inspirada em parte pelo arco “Lei de Sinestro”, que acompanha Jordan enfrentando o tirânico Sinestro e seus Lanternas Amarelos, que tentam impor seu domínio sobre o universo.

Por enquanto, não há detalhes sobre elenco, diretores, roteiristas e nem previsão de estreia.

Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Coringa | Um Conto Social – Análise Histórica que contextualiza o Filme

Por Gustavo Barreto

A nova visão acerca do icônico vilão realça conceitos arraigados na filosofia e ideologia política

 

*o texto contém spoilers de Coringa

*Estou  mais do que aberto a opiniões, educadas de preferência, daqueles que tiveram uma formação tanto em filosofia quanto ciência políticas e economia. Sou apenas um entusiasta do assunto e tento sempre fazer o melhor possível ao organizar e interpretar minhas reflexões.

 

Foi em 1651 que o filósofo Thomas Hobbes publicou seu clássico “Leviatã”, um manifesto da importância contida em um governo estável de modo que somente ele pode olhar pela manutenção da paz na sociedade. Tão interessante quanto, foi a frase que se tornou famosa e traduz a potencialidade do homem para a destruição: o homem é o lobo do próprio homem.

Ou seja, todo o conceito da pessoa cordial é instável de uma maneira tão obscena que eventualmente essa aparência pode quebrar e revelar algo mais perigoso. Há, porém, que se salientar que esse lobo não precisa ser necessariamente um individuo em particular capaz de grande mal (como um ditador, por exemplo), até porque ditadores ascendem ao poder por meio de governos fortes e centralizados defendidos por Hobbes, mas que pode vir na figura do caos social. Tomando como exemplo mais uma vez o “Leviatã”, o mencionado autor inglês escreveu o livro no contexto do caos gerado pela Guerra Civil Inglesa de Oliver Cromwell.

Nota-se então que da agitação social, motivada em derrubar o poder absoluto do rei Carlos I, nasceu o temor de que a pessoa mais próxima de você, na falta de uma força superior reguladora, possa se mostrar um lobo. Mais de um século depois veio a Revolução Francesa e com ela toda a reformulação de teorias políticas do ocidente. Foi nesse contexto que nasceu o ideal de esquerda e direita do espectro político, tão comentados hoje em dia, que em seu cerne foi criado para representar os lados em que os envolvidos na política francesa se dividiam na Assembleia Nacional: os assentos à esquerda representavam os partidários de uma nova república e aqueles a direita defendiam a manutenção da monarquia como força de governo na França.

Esse período, novamente carregado de grande caos social, serviu para conceder uma nova roupagem a uma ideologia muito debatida na atualidade que é liberalismo. Segundo o autor Andrew Heywood o ideal liberal é “o compromisso com o indivíduo e o desejo de construir uma sociedade em que as pessoas possam se realizar e satisfazer seus interesses pessoais”. Apesar de não ser considerado um espectro político durante a revolução francesa, muito do ideal liberal estava presente no acontecido, principalmente na forma de protesto pela mudança de status quo no país e pelo estabelecimento de um governo representativo justo.

Uma nova revolução, dessa vez a industrial no século XIX, colocaria o cada vez mais forte liberalismo em rota de colisão com contrato social (de preferência monárquico) de Hobbes. Conforme a industrialização se disseminava pelos países ocidentais, principalmente, crescia também o desejo de um estado cada vez menor de modo que ele não pudesse interferir no crescimento econômico. Para os liberais, o homem ainda é o lobo do homem e que portanto sua segurança só pode ser promovida pelo estado soberano. Sem esse estado, o homem está fadado a viver na barbárie do “estado de natureza”. Conforme estabelecido pelo filósofo John Locke: “onde não há lei, não há liberdade”.

Nesse contexto de expansão industrial nasceram duas correntes para tentar definir o que era essa ideologia: o liberalismo clássico e o liberalismo moderno.

O primeiro visa a tradição da maximização da liberdade individual, ou seja, o crescimento pessoal irrestrito em detrimento de um encolhimento do estado. Já o segundo defende que a necessidade, senão de uma intervenção direta, de um incentivo por parte do estado em promover um desenvolvimento social igualitário para todos.

O liberalismo clássico nasceu na esteira do pensamento de que “o individuo é livre na medida em que é deixado sozinho”. Para melhor explicação, a liberdade da pessoa reside em sua própria independência e uma intervenção externa (nesse caso podendo partir do estado) é impensável. Para os liberais clássicos, o papel de um governo deveria ser limitado ao que Locke definiu como “guarda noturno”, logo apenas para promover a segurança interna e externa da nação.

Do liberalismo clássico nasceu também o ideal de uma economia autorreguladora, tendo como combustível suas regras internas de oferta e procura atuando na regulação de preços em um sistema ordenado (simbolizado pela ideia da “mão invisível do mercado”). O livre mercado se tornou a filosofia econômica do século XIX, aonde o estado mínimo era requisito para o florescimento de uma economia industrial.

Conforme eu já trabalhei em uma matéria anterior, o já mencionado liberalismo moderno substituiu o clássico no decorrer do século XX como a filosofia política ocidental. Ao passo que a riqueza das nações cresciam, em especial Estados Unidos e Reino Unido que eram os principais expoentes do pensamento liberal, aumentavam também as desigualdades sociais movidas pela cada vez mais dissociável diferença entre os ricos e pobres.

Nessa esteira nasceram as políticas de bem-estar social como uma forma do governo intervir diretamente em auxílio das classes sociais cada vez mais combalidas. Ao passo que a ideia do laissez-faire (livre mercado) recuava, principalmente motivada pela grande depressão dos anos 30, cresciam os adeptos do keynesianismo e do liberalismo socialdemocrático. Este último era uma teoria desenvolvida por John Rawls no livro Uma teoria da justiça, no qual é defendida a ideia da redistribuição e do bem estar social como forma de alcançar uma igualdade. Sua ideia ia, portanto, em confronto com o ideal original do liberalismo clássico ao afirmar que o desejo dos indivíduos em evitar a pobreza generalizada era maior do que a busca pela riqueza.

Andrew Heywood, porém, afirma que o liberalismo socialdemocrático ainda é um pensamento liberal e não socialista pois está fundamentado em “pressupostos sobre egoísmo e interesse pessoal, e não numa crença em solidariedade social”. Foi somente com o retorno de crises econômicas a partir dos anos 70 que economistas passaram a voltar seus olhos para as antigas ideias do liberalismo clássico, em detrimento do keynesianismo. Nascendo assim o liberalismo neoclássico ou apenas neoliberalismo.

 

O governo está cortando muitos programas sociais”

Tão importante quanto trabalhar a loucura do protagonista, o filme “Coringa” se desenvolve em cima do contexto neoliberal do início dos anos 80 amparado pelo caos social que Hobbes tanto temeu ao escrever “Leviatã”. Gotham se torna uma extensão da doença do Arthur Fleck ao ser mostrada como um esgoto a céu aberto, muito por razão da greve dos lixeiros pelo qual a cidade passa, pela infestação de ratos gerado pelo acumulo de lixo nas ruas, pelos cortes de programas assistencialistas que são a única esperança da população mais carente (principalmente da parcela que necessita de constantes tratamentos psiquiátricos, como no caso do protagonista) e, claro, pelo aumento da violência.

Gotham em muito se assemelha com as cidades inglesas que passaram a se desenvolver durante o boom da revolução industrial e do crescimento exponencial da população urbana motivado pelo êxodo rural. Com uma paisagem dominada por construção amontoadas de modo que possa comportar um fluxo sempre crescente de habitantes e principalmente pela sujeira, com mencionado anteriormente.

Socialmente, apesar do filme não mostrar de início, é compreensível que já exista certa agitação popular começando a se desenrolar, mesmo que de maneira bem pequena ou clandestina. Da mesma forma que se originou na Guerra Civil Inglesa e na Revolução Francesa, uma população quando acossada pela classe detentora do poder tende a responder, eventualmente, de maneira instintiva à sua realidade opressora. Novamente, conforme teorizado por Hobbes e Locke o “Estado Natural” volta a dar as caras.

Somente é possível vislumbrar a teoria do “Estado Natural” a partir do momento em que Arthur assassina os três jovens investidores no metrô em um ato de resposta primitiva a uma sucessão de agressões que o mesmo veio sofrendo e a opinião popular o trata como um herói. Ao mesmo tempo, seu ataque a membros provavelmente pertencentes desde o nascimento da classe detentora do poder gera repúdio instantâneo dos representantes da economia, nesse caso simbolizados em Thomas Wayne.

Nesse sentido, o desenvolvimento de “Coringa” caminha para uma implosão do ideal liberal, ou seja, um embate decisivo entre duas vertentes dessa ideologia: o livre mercado e a tradição de confrontar o status quo vigente. A época em que o filme se passa, por volta de 1981, foi construída em cima do Reganismo americano e do Thatcherismo inglês, vertentes econômicas lideradas pelos políticos Ronald Reagan e Margaret Thatcher como forma de resposta à crise do keynesianismo vigente no ocidente desde o fim da segunda guerra mundial.

Como exposto na sequência do protesto fora do local aonde ocorre a exibição de um filme de Chaplin, os presentes são todos membros da alta classe de Gotham, nisso estão presente os Wayne também, aonde pode-se especular que eles compõe o corpo econômico que em muito cresceu com o neoliberalismo, que estão entretidos e alheios as agora visíveis agitações populares do lado de fora do prédio.

Essa situação realça a ideia de bolha que marcou as sociedades inglesa e francesa pré mudanças sociais, como visto anteriormente. Geralmente representadas por uma corte real concentrada em diversões diárias e intrigas enquanto que do outro lado dos portões de ferro do palácio seus súditos encontram-se desamparados. Logo, o ato de violência perpetrado por Fleck, inicialmente atingindo diretamente pessoas ricas e depois um representante da mídia (este que durante a entrevista final com Fleck reforça seu desprezo para com a violência cometida por aquele indivíduo) se tornam um estopim de um levante social, apesar de que o filme não deixa claro a verdadeira extensão desses motins, provavelmente não chegaram a ser uma revolução.

Importante salientar rapidamente, apesar de não ser o foco do texto, que a mídia de massa é a ferramenta de propagação do levante social, apesar de possivelmente não estar tão claro assim no filme. Ao passo que tabloides, tipo de jornal tradicionalmente sensacionalista e que não goza do prestígio de modelos standard (o tipo tradicional), anunciam o palhaço responsável pelo assassinato dos investidores no metrô como um vigilante, enquanto programas de entrevista na TV (teoricamente mais respeitáveis) dão voz a Thomas Wayne que abertamente defende os jovens e culpa a população pobre de Gotham pela degradação da cidade.

Quando Arthur treina formas de cometer suicídio quando finalmente estaria ao vivo na TV, possivelmente não mirando uma finalidade política mas sim para provar ao máximo de pessoas possível que ele existia, ele traça um paralelo com a tragédia ocorrida à repórter Christine Chubbuck, que em 1974 se tornou a primeira pessoa a cometer suicídio em uma transmissão ao vivo. Caso ele tivesse levado a cabo tal plano, é provável que a mídia (em todas as suas vertentes) tomaria conta de seu ato e modelaria a narrativa para se adequar a suas ideologias. Ao invés disso, seu discurso inflamatório e um novo ato de ataque direto àqueles que detém o poder concede uma chancela simbólica para um levante geral.

Talvez seja aí que resida o fascínio em “Coringa”. Uma história sobre uma mente quebrada, uma sociedade quebrada e uma ideologia que possui tantas vertentes contraditórias que um choque é inevitável. Quase como se fosse a mente de alguém em constante conflito interno sobre quem é realmente e o que é sua realidade.