E a gente por aqui não tem dúvidas de que você está se perguntando, “Mas como se a Elektra está morta?”.
Bem, o final da segunda temporada de ‘Demolidor‘ deixou o arco da heroína muito mais para o seu retorno na já confirmada terceira temporada do Homem Sem Medo, do que sua morte propriamente concretizada.
E agora está mais do que confirmado. Elodie Yung voltará para ‘Os Defensores‘ e o melhor, no elenco regular.
Isso significa que sua participação será constante ao longo dos oito episódios.
O mais sensacional de ‘Os Defensores’ é que além de unir os heróis daMarvel-Netflix, a série vai servir como um trampolim para estabelecer as próximas temporadas de cada um: a 3ª temporada do ‘Demolidor‘, a 2ª temporada de ‘Jessica Jones‘, a 2ª de ‘Luke Cage‘ e a 2ª de ‘Punho de Ferro‘.
Recentemente, também foram adicionados: Jeri Hogarth (Carrie-Anne Moss) e Malcolm Ducasse (Eka Darville), de ‘Jessica Jones‘, e Foggy Nelson (Elden Henson), de ‘Demolidor‘, Simone Missick (Misty Knight), de ‘Luke Cage‘ e Deborah Ann Woll (Karen Page), de ‘Demolidor‘.
Além disso, foram divulgadas novas imagens do set que trazem um embate entre Jessica Jones e Misty Knight.
Confira:
“Os Defensores, da Marvel, segue Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro. Um quarteto de heróis singulares com um objetivo comum – salvar a cidade de Nova York. Esta é uma história de quatro figuras solitárias, carregadas com seus próprios desafios pessoais, que percebem que só poderiam ser mais fortes quando se unissem.”
Baseado na série mundial de livros e best-seller, e com um elenco de estrelas de comédia liderado por Kevin Hart e Ed Helms, a DreamWorks Animation traz ao público o tão aguardado, AS AVENTURAS DO CAPITÃO CUECA, O FILME. Essa comédia superdivertida para toda a família conta a história de dois brincalhões extremamente imaginativos chamados George e Harold, que hipnotizam seu diretor e o fazem pensar que é um super-herói incrivelmente entusiasmado, chamado Capitão Cueca.
Curiosidades:
» Baseado na série de livros dedicado ao público infantil, criado pelo escritor estadunidense Dav Pilkey.
A NBC liberou duas novas prévias para o revival de ‘Will and Grace‘.
Confira:
De maneira surpreendente, a NBC anunciou durante o Television Press Association que ‘Will & Grace‘ já está renovada para a segunda temporada do revival.
Com a primeira temporada já filmada, os produtores deram início aos trabalhos da segunda temporada do revival, que deverá estrear em 2018.
‘Will & Grace’ teve suas oito temporadas exibidas entre 1998 e 2006.
Will e Grace eram namorados na faculdade. Will estava confuso com sua sexualidade, até que no dia de ação de graças, Grace convida Will para ir até sua casa, lá decidem fazer sexo. Na hora “H”, Will percebe que é homossexual. A partir daí, os dois se tornam grandes e inseparáveis amigos, com várias situações hilariantes e atrapalhadas.
‘Will & Grace‘ é uma das séries que tiveram mais indicações ao Emmy, o prêmio mais importante da televisão norte-americana. Foram 83 indicações e 16 prêmios, ao longo de oito temporadas.
Assista também ao trailer do 1º episódio da 4ª temporada de ‘Black Mirror’, intitulado “Crocodilo”, dirigido por John Hillcoat (A Estrada) e estrelado Andrea Riseborough (Animais Noturnos):
Black Mirror foi criada por Charlie Brooker e exibida pelo canal britânico Channel 4 por duas temporadas. A Netflix comprou o programa e produziu a elogiada terceira temporada ano passado.
O lançamento da 4ª temporada acontece em Dezembro na Netflix.
Após ter a quarta maior estreia para um filme de super-herói na China, ‘Homem-Formiga e a Vespa’ encerrou sua jornada nos cinemas de lá como um fenômeno de bilheteria.
De acordo com Gavin Feng, que mede as bilheterias chinesas, o filme recentemente encerrou sua exibição na China com US$ 122 milhões arrecadados.
Com isso, ele se torna o quinto filme mais lucrativo da Marvel na China, atrás de ‘Homem de Ferro 3‘, ‘Vingadores: Era de Ultron‘, ‘Capitão América: Guerra Civil‘ e ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.
O Universo Cinematográfico da Marvel já arrecadou mais de US$ 2 bilhões nas bilheterias chinesas até agora.
“Eu não sei qual é o plano, e eu realmente não perguntei… Porque eu não quero pensar muito no caso – bem, e se não houver? Há algumas ideias [para uma continuação], mas eu odeio entrar em detalhes. Mesmo que seja isso que você quer! Mas Homem-Formiga 3 realmente pode não acontecer…”, afirmou.
Está com preguiça de assistir aos 21 filmes lançados pelaMarvel Studios antes de ‘Vingadores: Ultimato‘? Agora você pode relembrá-los em apenas 20 minutos.
Um fã colocou o Fast Forward e resumiu todos os filmes lançados pela Marvel Studios em um rápido vídeo para você relembrar tudo que aconteceu até agora.
Assista e confira novas fotos do filme:
O estúdio está acostumado a manipular as cenas dos trailers dos filmes da franquia ‘Os Vingadores’ e incluir cenas que sequer estão no corte final, como o Hulk na batalha de Wakanda em ‘Vingadores: Guerra Infinita’.
E segundo os diretores Joe e Anthony Russo, os trailers de ‘Vingadores: Ultimato’ podem não ter sequer um frame verdadeiro.
“Pode ser que todas as cenas do trailer sejam falsas. Talvez não haja um único frame verdadeiro naqueles trailers,” disse Anthony Russo.
Você acha que as cenas estarão no filme?
Dirigida por Anthony Russo e Joe Russo, a produção terá 3 horas e 58 segundos de duração, sendo o filme mais longo da Marvel.
Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.
A 2ª temporada de ‘Sex Education‘ mal estreou e a Netflix já renovou a série para sua 3ª temporada!
De acordo com o Spoiler TV, os novos episódios já estão em desenvolvimento e a informação deve ser divulgada oficialmente pelos próximos meses.
Até o momento, o roteiro escrito por Laurie Nunn e Taylor Royberg está sendo finalizado e o início das gravações está marcado para meados deste ano, com previsão de estreia para o início de 2021.
Maiores detalhes não foram informados, e como a Netflix ainda não se pronunciou oficialmente, considere como rumor.
Na trama da 2ª temporada, Otis (Asa Butterfield) precisa dominar seus impulsos recém-descobertos se quiser algo mais com sua namorada, Ola Nyman (Patricia Allison), ao mesmo tempo em que tenta lidar com o atrito em sua amizade com Maeve (Emma Mackey). Além disso, a escola vive um surto de clamídia, o que mostra a necessidade de uma melhor educação sexual para os alunos. Em meio a tudo isso, um grupo de jovens chega à cidade para mudar as coisas.
Assista ao trailer:
Criada por Laurie Nunn, a 1ª temporada já foi assistida por quase 40 milhões de contas diferentes.
Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.
Em Amizade Maldita, Kevin e Beth notam que seu filho de oito anos, Josh, tem passado bastante tempo brincando com um novo amigo imaginário, chamado Z. O que a princípio parece uma relação inofensiva, rapidamente se transforma em algo destrutivo e perigoso. É quando Beth começa a desvendar o seu próprio passado, que ela descobre que Z pode não estar apenas na imaginação do filho.
O editor-chefe traz a crítica em vídeo e análise de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, que aborda os protagonistas vividos por Anthony Mackie eSebastian Stan.
Assista a crítica:
A série foi criada por Malcolm Spellman.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.
Em entrevista ao CinePOP, a diretora e roteirista Gigi Saul Guerrero (‘México Bárbaro’) revelou que teve a ideia para ‘O Bingo Macabro‘ por que a sogra de seu corroteirista e a sua avó são viciadas em cassino.
“Eu e [o corroteirista] Shane McKenzie estávamos conversando e nos perguntamos o que aconteceria se elas não pudessem mais jogar. Eu respondi que estaríamos mortos. Aquilo foi o que me inspirou”, afirmou Gigi.
Asssista:
Com 21 críticas publicadas até o momento, o terror cômico da Blumhouse, ‘O Bingo Macabro‘ (Bingo Hell), dividiu a opinião dos críticos, conquistando apenas 57% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O consenso geral é, apesar do filme ser divertido, não acrescenta nada de novo ao gênero, além de ter uma narrativa previsível e rasa.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Há muito pouco para se temer ou se pensar sobre esse filme.” (RogerEbert.com)
“O resultado é uma diversão passageira, mas, por causa das narrativas rasas, essa jornada ‘macabra’ parece arrastada, mesmo que o filme só tenha 85 minutos.” (Variety)
“Minha única esperança é que ‘O Bingo Macabro’ abra as portas para que o diretor Gigi Saul Guerrero possa contar esses tipos de histórias nas telonas no futuro.” (Independent UK)
“Quando a ação fica difícil, a fotografia de Byron Werner agita as coisas: ele é especialmente eficaz com cenas rasteiras que adicionam uma surrealidade assustadora a configurações simples.” (New York Times)
“O diretor traz uma nova abordagem a essa premissa de barganha faustiana, com uma visão sangrenta, divertida e com heróis improváveis.” (Bloody Disgusting)
“O último ato é agitado, mas é bem conduzido pelo diretor Gigi Saul Guerrero e as expressões rabugentas da Adriana Barraza.” (Guardian)
Vale lembrar que o terror já está disponível na Amazon Prime!
Dirigido por Gigi Saul Guerrero (‘México Bárbaro’), o longa faz parte de uma parceria com a Blumhouse – um projeto que incluirá oito filmes de terror originais, intitulado ‘Welcome to the Blumhouse‘.
Depois que a ativista de bairro de 60 e poucos anos Lupita (Barraza) descobre que sua amada sala de bingo local foi ocupada por um misterioso empresário chamado Mr. Big (Brake), ela reúne seus amigos idosos para lutar contra o enigmático empresário. Mas quando seus vizinhos de longa data começam a aparecer mortos em circunstâncias terríveis, Lupita de repente descobre que a gentrificação é o menor de seus problemas. Algo aterrorizante se fez sentir em casa no bairro tranquilo de Oak Springs, e a cada novo grito de “Bingo!” outra pessoa é vítima da presença diabólica. À medida em que os prêmios em dinheiro e a contagem de corpos aumentam constantemente, Lupita deve enfrentar a assustadora percepção de que, neste jogo, o vencedor realmente leva tudo.
ANetflix ceifou duas séries com protagonismo LGBTQIA+ em apenas uma semana.
A primeira foi série de vampiros ‘Primeira Morte‘ (First Kill), cancelada em menos de dois meses após a estreia, totalizando uma única temporada.
Com duas protagonistas lésbicas, a série foi cancelada no mês da visibilidade lésbica, o que deixou os assinantes furiosos.
Agora, o streaming cancela a animação ‘Q-Force‘, série focada em uma equipe fabulosa de superespiões LGBTQIA+ A decisão foi confirmada pelo roteirista e dublador Matt Rogers, durante uma participação no podcast Attitudes!.
Na entrevista, ele disse: “eu amei. Foi muito divertido conseguir trazer alegria a algo… Que as pessoas realmente adoraram, e a boa notícia é que sempre estará na Netflix. Não conseguiu uma segunda temporada, mas está aí fora e existe”.
Nas redes sociais, os assinantes se revoltaram com o cancelamento de ambas as séries:
não aceito o cancelamento de q-force única produção que peitou de frente o gay bolsonarista mais conhecido como jeff davispic.twitter.com/Ar6fgYtHFs
É o seguinte: uma série tem nada a ver com a outra. First Kill é da jurisdição da Netflix dos EUA, não do Reino Unido, e TODA série c/ protagonismo LGBTQ que é de lá é cancelada, vide The Society, Q-Force (que nem pronunciamento oficial teve), AJ and the Queen, IANOWT, JATP etc. https://t.co/Wq3rp0AmhB
o peso do cancelamento dessa série só entende quem é lésbica/sáfica pq somos representadas da pior forma possível sempre e quando fazem diferente abordando na adolescência de forma leve, como em first kill a série é cancelada #savefirstkillpic.twitter.com/LgLoJ0wDqY
first kill foi MUITO bem de view e o custo foi baixo e mesmo assim foi cancelada eu quero ver só qual vai ser a desculpa da netflix pra essa palhaçada porque a única explicação é que eles não tem interesse de manter série sáfica no catálogo série LGBT+ só se for de gay branco
— lorrane.⍟ : o retrato de Dorian Gray (@paynoxsoldier) August 3, 2022
first kill teve numeros tão bons quanto os de heartstopper que foi renovado pra mais DUAS TEMPORADAS enquanto first kill é cancelada serio ISSO TEM NOME
gnt eu sei q vcs tão tristes q first kill foi cancelada e a gnt sabe q o fato da série ter protagonismo lésbico foi um fator pra isso mas zoar a aparência do joe ñ é a resposta, ele ñ tem nada com isso
odeio ficar correndo e correndo atrás de migalhas, tentando me ver em alguma coisa pra no final ser cancelada: The owl house, First Kill, I’m not okay with this…
First Kill cancelada sendo que passou semanas no topo de mais assistida em vários lugares só prova que o problema pra Netflix é que eles não esperam que coisas lgbt façam sucesso pq eles não querem que faça. Eles querem aparentar representatividade pra marketing.
Ainda bem que eu não assino aquela bomba que é a Netflix. First Kill foi uma série que os fãs lutaram pra fazer dar certo, e DEU certo, a série hitou muito, e a Netflix tá foda-se pra isso. Mais uma série com protagonismo lésbico que foi cancelada
Durante uma entrevista para o Daily Beast, a showrunnerFelicia D. Henderson disse que o cancelamento de ‘Primeira Morte‘ foi culpa do péssimo marketing da plataforma de streaming, que foi negligente em classificar a atração como uma simples série de vampiras lésbicas e nada mais…
“Eu entrei nesse projeto com tanto entusiasmo porque havia tanto para explorar… Lideranças de mulheres fortes, intrigas sobrenaturais, uma épica batalha shakespeariana entre famílias em guerra e os dramas da adolescência. Além do mais, destacar uma família negra num gênero como este é algo que os espectadores negros desejam e que também incentiva o público a apoiar a representatividade.”
Ela continuou:
“Os cartazes produzidos eram lindos. Mas eu achei que [o romance gay] era apenas um dos elementos que seriam explorados no marketing, mas eles só focaram nisso. Havia tantos elementos igualmente atraentes e importantes na série. Monstros contra caçadores de monstros, a batalha entre duas matriarcas poderosas, etc. Mas a série nunca foi promovida como deveria.”
‘Primeira Morte‘ até foi um sucesso moderado para a Netflix, estreando em 3º lugar entre o TOP 10 do catálogo na primeira semana de exibição, atrás apenas de ‘Stranger Things’ e ‘Peaky Blinders‘.
De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Westminster, assistir filmes de terror ajuda a queimar calorias e a levantar os ânimos de seus espectadores.
O medo libera adrenalina e isso faz com que nosso metabolismo trabalhe mais rapidamente. A adrenalina também tem a característica de diminuir o apetite.
No estudo, 10 pessoas foram colocadas para assistir filmes de terror enquanto seus batimentos cardíacos, taxas de oxigênio e dióxido de carbono eram observados – comprovando que a tensão durante a experiência ajudava acelerar o metabolismo.
Avaliaram amostras de sangues dos voluntários antes, durante e depois de assistirem alguns filmes tenebrosos e relataram que os níveis de glóbulos brancos cresceram.
Confira a lista de filmes que foram usados no experimento e veja quantas calorias foram queimadas ao assistir cada um deles:
Toni Venturi, diretor de ‘Rita Cadillac – A Lady do Povo‘ e ‘A Comédia Divina‘, morreu aos 68 anos, no litoral de São Paulo.
Ele foi presidente da Associação Paulista dos Cineastas e seu longa-metragem ‘Cabra-Cega‘, foi vencedor de 25 prêmios em diversos festivais, dentre eles, seis no 37.º Festival de Brasília de 2004, melhor filme latino no 3.º Syracuse International Film Festival de 2006 e menção honrosa no 11.º Kerala International Film Festival 2005.
Seu primeiro documentário longa-metragem ‘O Velho – A História de Luiz Carlos Prestes‘ (1997), ganhou o prêmio de melhor filme brasileiro na segunda edição do Festival É Tudo Verdade.
Seu primeiro longa de ficção, ‘Latitude Zero‘ (2001) foi selecionado para a seção Panorama do Festival de Berlim e para a mostra World Contemporary Cinema do 26.º Festival de Toronto. Atualmente é dono da produtora audiovisual Olhar Imaginário, que atende o mercado independente de cinema, comunicação social e séries para a TV.
Ontem (29), uma declaração de Karla Sofía Gascón em entrevista à Folha de S. Paulo gerou grande repercussão nas redes sociais. A atriz sugeriu que a equipe deFernanda Torres poderia estar manipulando a internet para atacar o filme ‘Emília Pérez‘.
A fala rapidamente viralizou, com alguns internautas apontando que a atriz teria violado duas das seis regras do Oscar. A dúvida agora é se essa declaração pode resultar em uma possível anulação de sua indicação à premiação.
A revista Rolling Stone entrou em contato com a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, que avaliou a entrevista de Gascón após a repercussão.
No entanto, uma fonte próxima à Academia afirmou que “não houve violação das regras de campanha, pois nada depreciativo foi dito sobre o filme, a indicada ou a performance”. A Variety também publicou que Gascón não quebrou nenhuma diretriz. “Os comentários de Gascón não violam nenhuma norma. Ela não criticou o desempenho de Fernanda Torres. Pelo contrário, Gascón fez elogios à colega indicada como atriz”.
Por fim, em uma nota enviada à revista, Gascón esclareceu que retirava as acusações:
“Nos meus comentários recentes, eu me referia à toxicidade e ao discurso de ódio nas redes sociais, algo que, infelizmente, ainda continuo a enfrentar. Fernanda tem sido uma aliada incrível, e ninguém da sua equipe agiu de forma diferente, oferecendo apoio e generosidade imensa”.
Você acha que ela deveria perder sua indicação ao Oscar pela fala sobre Fernanda Torres?
Mesmo em meio as polêmicas, ‘Emilia Pérez’ conquistou treze indicações ao Oscar, incluindo uma indicação de melhor atriz para a espanhola Karla Sofía Gascón.
Segundo a Variety, a estrela e à primeira atriz abertamente transgênero a ser indicada ao Oscar.
Este não é o primeiro aceno histórico de Gascón nesta temporada de premiações: ela se tornou a primeira mulher transgênero a ganhar o prêmio de melhor atriz no Festival de Cinema de Cannes, além de ser a primeira mulher trans indicada para atuação no Globo de Ouro.
No Brasil, o filme será lançado nos cinemas pela Paris Filmes em 06 de fevereiro.
“Em Emília Perez, ambientado no México, acompanhamos a história de Rita (interpretada por Zoe Saldana), uma advogada excepcional cujo talento é subutilizado em uma firma de baixa qualidade. Em vez de buscar a justiça, a firma encobre crimes. Um dia, surge uma proposta irrecusável para Rita: ajudar Juan Del Monte, o temido chefe do cartel, a se aposentar de seu negócio e desaparecer para sempre”.
A cinebiografia ‘MICHAEL’, centrada no icônico rei do popMichael Jackson, SUPEROU todas as expectativas nas bilheterias mundiais – reiterando o contínuo impacto de um dos maiores musicistas de todos os tempos.
O longa-metragem estrelado por Jafaar Jackson e dirigido por Antoine Fuqua arrecadou US$ 97 milhões nos Estados Unidos no fim de semana e US$ 217,4 milhões no mundo todo. Desse total, US$ 120,4 milhões vieram de 82 mercados internacionais, distribuídos pela Universal.
Esse é o melhor resultado de todos os tempos para uma cinebiografia musical, superando a de ‘Straight Outta Compton’ – que arrecadou US$60,2 milhões em sua estreia nos EUA.
A empresa de estatísticas de bilheteria EntTelligence relata que 6,3 milhões de pessoas assistiram a Michael apenas na América do Norte, com um preço geral de ingresso de US$ 15,01.
A empresa de estatísticas de bilheteria EntTelligence relata que 6,3 milhões de pessoas assistiram a Michael apenas na América do Norte, com um preço geral de ingresso de US$ 15,01.
Ele também teve a melhor estreia para um filme live-action no ano, à frente de ‘Devoradores de Estrelas‘ (80,5 milhões de dólares).
Apesar do imbróglio jurídico entre o espólio, que atrasou a produção, o público global de cinema é indiferente a esses detalhes internos e pôlemicas na hora de decidir comprar ingressos.
A bilheteria reflete-se também na sólida recepção do público, que garantiu 96% de aprovação no Rotten Tomatoes contra díspares 40% de aprovação da crítica especializada.
Dirigido por Fuqua e realizado em colaboração com o espólio do cantor e compositor, o filme foca na trajetória de Jackson desde a infância no Jackson 5 até o fenômeno global da turnê Bad, em 1988.
Dirigido porAntoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.
O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.
A ascensão e o declínio de um capitalista que já fora um dos homens mais ricos do planeta. Eike – Tudo ou Nada estreou na Netflix e é um mergulho em uma fase intensa da vida do empresário Eike Batista onde buscou navegar na onda do pré-sal e acabou por diversas variáveis perdendo fortuna e indo parar na cadeia acusado de corrupção.
Ao longo dos quase 110 minutos de projeção, vemos personagens com nomes parecidos com os da realidade, também o uso de um narrador que busca levar até o espectador os detalhes fora das imagens desse conturbado momento onde a palavra Economia era discutida em todos os lugares tão quanto a palavra Futebol. O escolhido para o papel principal foi o veterano ator Nelson Freitas, que inclusive conheceu Eike pessoalmente durante o tempo em que foi casado com Isis, a irmã de Luma de Oliveira.
Assista ao trailer:
Na trama, caminhamos em um grande recorte de pouco mais de uma década na vida do empresário Eike Batista (Nelson Freitas), começando no ano de 2006. Na época do pré-sal, veio o grande sonho de investimento de Eike, criar uma petroleira chamada OGX. Reuniu muitos ex-funcionários da Petrobras e montou uma equipe para ir atrás de um mar de petróleo, mais de 70 bilhões de barris, oito vezes o valor do PIB brasileiro. Aos poucos vamos vendo da ascensão até o declínio de sua carreira profissional com decisões equivocadas, alianças nocivas, planos mirabolantes ligados à emoção e ao seu espírito de excesso de ambição. Para entendermos melhor o que as imagens mostram, há um narrador, Benigno (Thelmo Fernandes), um funcionário de confiança de Eike que possui problemas com bebida e acaba sendo testemunha de todos as variáveis complicadas que levaram ao declínio do empresário.
Crédito foto: Desirée do Valle
Os bastidores desse recorte do capitalismo: O empreendedorismo, o risco, o investimento, os equívocos, as emoções, a corrupção. Essa sequência lida bem com que o roteiro navega. Eike começou vendendo seguros na Alemanha para custear sua faculdade, depois se aventurou no Brasil, no garimpo, foi ganhando muito dinheiro até se arriscar com o pré-sal (um conjunto de rochas carbonáticas no litoral brasileiro, com potencial para gerar petróleo. Essa camada fica abaixo de uma camada de sal por isso o nome). Aqui é um recorte do ano de 2006 até mais ou menos 2014 que além dos já detalhados momentos profissionais conturbados o levaram à sua prisão acusado de fazer parte de um esquema de corrupção do ex-governador Sergio Cabral.
Crédito foto: Desirée do Valle
O filme também passa meio que rapidamente pelos conflitos do casamento midiático com a artista Luma de Oliveira (Carol Castro), até mesmo sobre o noticiado pivô da separação dos dois. O olhar do trabalhador brasileiro que pensou em investir e o fez, buscando altas cifras através de se arriscar na bolsa pela primeira vez durante o momento de prestígio de Eike e suas ideias é um recorte aprofundado por aqui.
Crédito foto: Desirée do Valle
Eike – Tudo ou Nada possui um ritmo dinâmico, que busca aproximar a história do público com sua linguagem popular, fruto das mentes criativas dos dois jovens e competentes cineastas que assumiram o projeto, Dida Andrade eAndradina Azevedo.
Baseado em fatos reais, Bernie – Quase um Anjo pode entre outras coisas ser considerado tudo o que Sem Dor, Sem Ganho deveria ter sido e não foi. Essa é a diferença de ter um diretor como Richard Linklater (Antes da Meia Noite) no comando de uma obra, ao invés do hiperbólico Michael Bay (Transformers). Tudo bem que as propostas e gêneros dos filmes são diferentes, e embora baseados em fatos reais, e usando como pano de fundo o humor negro, o filme de Bay ainda é um blockbuster, um filme pipoca mirado ao grande público.
O que acontece é que com filmes assim precisa ser depositado um desenvolvimento nos personagens, para entendermos suas motivações, e principalmente tentarmos nos identificar com eles (mesmo que minimamente). Em Bernie, Jack Black vive o personagem título. Um sujeito boa praça, prestativo ao extremo, e carismático fora do normal. Ele trabalha numa funerária, preparando os cadáveres para o funeral. O sujeito é altamente empenhado em qualquer tipo de atividade de sua cidadezinha, e pode sem sombra de dúvidas ser considerado um cidadão exemplar.
Entra em cena uma viúva amarga, a típica megera intolerante com quem nenhum dos moradores deseja muita proximidade. Ela é interpretada pela veterana Shirley MacLaine, uma das poucas estrelas restantes ainda vivas da época de ouro de Hollywood. A trama segue, e Bernie e Marjorie (MacLaine) desenvolvem uma amizade e um relacionamento improvável. A viúva recebeu uma polpuda pensão de seu falecido marido, e a companhia agradável do bondoso sujeito é agraciada com bens materiais e de consumo, como carros e viagens.
Porém, ao mesmo tempo em que a energia positiva de Bernie contagia a azeda mulher, sua amargura e negatividade contaminam o agradável sujeito. Nessa luta de energias o pior acontece, e Bernie é acusado de assassinar a senhora. O fato não é spoiler, pois consta em todas as sinopses e trailers, e torna impossível falar sobre o filme sem revelá-lo. Chega então o terceiro elemento nesse grupo de atores principais: Matthew McConaughey é o xerife encarregado da investigação, com um apetite acima do comum para ver o aparentemente honesto e bondoso protagonista atrás das grades.
Baseado num artigo escrito por Skip Hollandsworth, e com roteiro do diretor Richard Linklater em colaboração com o próprio Hollandsworth, a obra conta com ótimos desempenhos do trio principal. Black e McConaughey recobram a parceria com o versátil diretor Linklater, de trabalhos como Escola de Rock (que completou uma década esse ano) e Jovens, Loucos e Rebeldes (primeiro filme de destaque do diretor, que já tem duas décadas). Linklater é um dos cineastas autorais ainda remanescentes dentro do mercado americano.
O diretor é um trabalhador constante, que gosta de entregar obras dentro dos mais variados gêneros, orçamentos e estilos, vide filmes como O Homem Duplo, Nação Fast Food, Sujou – Chegaram os Bears e Eu e Orson Welles. Bernie é mais um filme que faz parte da chamada “McConaissance”, a mudança de ares ocorrida na carreira do ator Matthew McConaughey, que se despegou do papel de galã em comédias rasas e aceitou o encargo de trabalhos mais ousados e desafiadores, nos últimos dois anos.
Aqui, McConaughey é apenas o coadjuvante, mas brilha igualmente. Destaque para a cena do julgamento no tribunal, no desfecho da obra. Black já demonstrou ser um bom ator, longe de comédias escancaradas também, e aqui tem uma performance contida como o simpático e agradável homicida. Em trechos Bernie faz lembrar Mamãe é de Morte (Serial Mom, 1994), de John Waters, no qual Kathleen Turner vivia a típica mãe dos subúrbios americanos acima de qualquer suspeita, mas que escondia um lado negro.
Bernienão possui essa dualidade contraditória na superfície. O filme é mais uma produção de qualidade do cinema independente americano que não encontra lugar nas salas de cinema do Brasil, e é lançado direto em vídeo por aqui.
Buffy: A Caça-Vampiros, série cult que ainda guarda um lugar especial no coração dos fãs e fez da jovem Sarah Michelle Gellar uma estrela da TV nos anos 90, está completando 25 anos de seu lançamento em 2022 – tendo estreado em 10 de março de 1997. O seriado está completinho, com suas sete temporadas, disponível na Star Plus – a plataforma de streaming da Disney com as produções do acervo da Fox e os seus conteúdos, digamos, mais adultos. Sem dúvidas é um prato cheio para todos os fãs e os nostálgicos pelos produtos da querida década de 1990. Mas o que talvez nem todos saibam é que o programa criado por Joss Whedon havia ganhado às telas cinco anos antes. E não na TV, mas sim numa produção para os cinemas de US$7 milhões bancada pela mesma Fox. É sobre esta versão cinematográfica, obscura para muitos, também presente no acervo da Star Plus, que falaremos nesta matéria.
Buffy: A Caça-Vampiros estreou no dia 1º de julho de 1992 nos cinemas dos EUA e chegaria no fim do mês no resto do país. Em grande parte do mundo, devido ao fracasso do longa em seu país de origem, o filme chegaria direto no mercado de vídeo. A ideia nasceu da mente do próprio Joss Whedon, ainda um nome desconhecido em Hollywood na época, tendo estreado como roteirista em sitcoms como Roseanne (1989-1990) e Parenthood(1990-1991). O mote aqui era uma mistura de gêneros, como uma espécie de As Patricinhas de Beverly Hills encontra Os Garotos Perdidos. Ou seja, uma abordagem mais espertinha, cheia de referências, piadas e muita graça ao gênero do terror de vampiros. Whedon criou uma trama onde uma patricinha de marca maior, uma jovem chamada Buffy, extremamente fútil, cuja meta de vida era viajar para a Europa, casar com Christian Slater e depois morrer (como citado pela própria) teria um arco dramático onde se descobriria a salvadora do mundo e eventualmente cresceria como pessoa.
Buffy é a escolhida para combater os vampiros em sua pequena cidade – que são bem reais e estão entre nós, prontos para transformar os jovens do local em mortos-vivos. Do dia para noite, a jovem de cabeça vazia descobre a ameaça e recebe a notícia de que ela, e apenas ela, é a linha de defesa da humanidade. Muito antes de Kevin Williamson mesclar tão perfeitamente o humor e o terror nos slasher adolescentes do fim da década de 1990, a começar com Pânico, Joss Whedon tinha essa proposta em sua narrativa – mas infelizmente as coisas não sairiam como planejado pelo realizador. Para começar, seu roteiro original foi completamente reescrito em prol de entregar um filme mais leve e aprazível aos adolescentes. No desfecho, por exemplo, numa manobra digna de Carrie – A Estranha, Buffy acaba com o baile de formatura incendiando a escola, num esforço para destruir os vampiros. Tais mudanças deixaram o roteirista Whedon tão frustrado e aborrecido – já que estava se distanciando por completo de sua visão – que o criador decidiu abandonar a produção, deixando o set e nunca mais retornando. Apesar disso, o filme ainda leva seu crédito como roteirista único da obra.
Curiosamente, o fato citado acima do incêndio na escola provocado por Buffy, é mencionado algumas vezes na série. Segundo Whedon, o seriado é um derivado de seu roteiro original e não do filme. O roteirista acredita que a produção cinematográfica de Buffydeva ser encarada como uma obra própria, sem qualquer ligação com o programa de TV – tamanho o desafeto pelo longa. De acordo com ele, tudo em relação ao filme não deve ser considerado cânone para a série – separando bastante ambos. De fato, o roteiro original de Whedon inclusive se tornou uma HQ, intitulada “A Origem” – essa sim considerada por ele como precursora da emblemática série noventista.
Uma das principais diferenças abandonadas na série em relação ao filme foram as infames cólicas “sensoriais” de Buffy. Não sabemos exatamente se a ideia partiu de Joss Whedon ou já consta entre as inúmeras modificações que o roteiro sofreu, mas o fato é: no filme Buffy tinha um poder, digamos, no mínimo curioso (para não dizer sem noção) que depois desapareceu na versão televisiva (ainda bem). Imagine o sentido aranha do herói Homem-Aranha, que o avisa dos perigos ao redor. Agora pense numa versão pseudo-engraçadinha que tenta subverter para o universo feminino de uma adolescente. Em resumo: Buffy tem cólicas sempre que um vampiro está por perto – o que ela define como algo muito semelhante a cólicas menstruais. Er… bem,…
Para o papel protagonista da heroína, a morena Alyssa Milano era a primeira escolha, e dizem estava pronta para pegar o papel. Milano fez sucesso na adolescência no seriado cômico Quem é o Chefe(1984-1992) e no cinema foi a filha de Arnold Schwarzenegger em Comando para Matar (1985). A atriz ainda estava no ar com sua sitcom quando quase pegou o papel de Buffy, e na época tinha 20 aninhos. Ela não ficou com a personagem, mas no ano seguinte da estreia da série de Buffy, estrearia seu próprio seriado de sucesso nos mesmos moldes com Charmed – Jovens Bruxas(1998-2006). Para o papel protagonista no filme da Fox então entrava em cena a loiríssima Kristy Swanson, famosa pelo prazer culposo cult de Wes Craven, A Maldição de Samantha (1986). Quatro anos depois de Buffy, Swanson participaria da única adaptação (até o momento) do herói dos quadrinhos O Fantasma(1996). Justiça seja feita, a loirinha Swanson está bem no papel e se entrega de verdade ao projeto. O problema do longa, incluindo o pobre resultado, nada tem a ver com sua protagonista.
Além de Kristy Swanson, Buffy: A Caça-Vampiros também marcaria os primeiros papeis de gente como a duas vezes vencedora do Oscar Hilary Swank, Ben Affleck, Thomas Jane e David Arquette. O saudoso Luke Perry, no auge de sua popularidade devido à série Barrados no Baile(Beverly Hills 90210) – que havia estreado dois anos antes -, vive o interesse amoroso da heroína: o rebelde Pike – uma espécie de bad boy de bom coração, de certa forma similar ao papel de Dylan que vivia no seriado. Os grandes nomes do elenco, no entanto, eram os dos veteranos Donald Sutherland e Rutger Hauer. O primeiro vive Merrick, o responsável por rastrear a caçadora e treiná-la para salvar o mundo, e o segundo vive Lothos, o vampirão malvado do filme. De acordo com Whedon, Sutherland não foi nada fácil de se trabalhar. O ator constantemente reescrevia seus diálogos ao bel prazer, sem sequer consultar o roteirista.
Porém, existe outro ator no filmeBuffy que atraiu atenção de forma extremamente negativa na época. O humorista Paul Reubens não é muito conhecido aqui no Brasil, mas ele é o responsável pela criação do personagem infantil Pee Wee Herman, que viu seu auge na década de 80, tendo seu próprio programa para crianças na TV, além de estrelar dois filmes (em 1985 e 1988 – o primeiro inclusive marcando a primeira produção dirigida por Tim Burton). A vida pessoal de Reubens era outra história, e embora o comediante fosse associado a uma inocência juvenil, ele era também um pervertido de marca maior. Reubens foi preso no início da década de 1990, enquanto se masturbava publicamente dentro de um cinema exibindo filmes pornô. Na época, isso foi um verdadeiro escândalo, e o ator foi colocado na geladeira por um tempo. Seu primeiro papel depois disso foi aqui em Buffy, onde vive o segundo vampiro em poder, Amilyn – num papel que foi originalmente planejado para a atriz Joan Chen (de Twin Peaks). Figuras como David Bowie e Mick Jagger também fariam aparição como vampiros, mas no fim das contas a produção terminou sem dinheiro para conseguir escalar os músicos, mesmo em pontinhas.
Swanson abraçou a galhofa com muito charme em Buffy. Enquanto Paul Reubens ainda era alvo de polêmica na época.
Buffy: A Caça-Vampiros se meteu em briga de cachorro grande, programando sua estreia para julho de 1992, época dos maiores lançamentos do ano, por serem as férias escolares da garotada. Assim, o filme estreou em quinta posição no ranking das bilheterias, com US$4.5 milhões no primeiro fim de semana – logo na semana seguinte, caindo para a décima posição. Buffy terminaria sua estadia nas telonas com um pouco mais do dobro de seu orçamento, com US$16.6 milhões, evitando assim se tornar um fracasso retumbante. Ao menos financeiramente, já que as críticas do filme não seriam nada favoráveis.
Joss Whedon por outro lado não desistiu da ideia de sua patricinha matadora e deste universo de vampiros, terror, adolescentes, humor, referências pop e diálogos espertinhos. Após a explosão do filme Pânico (1996), Whedon achou que valia a pena tentar de novo, afinal a demanda por produtos deste gênero haviam aumentado consideravelmente, e levou sua premissa novamente à Fox, desta vez ao seu segmento televisivo. Com um novo elenco encabeçado por Sarah Michelle Gellar, novos personagens, e muitas participações de jovens atores do momento (na época), Buffy: A Caça-Vampiros finalmente alcançaria a popularidade merecida. O programa ficaria no ar por sete temporadas. E se você é daqueles que acham que já está mais do que na hora de Buffy ensaiar um retorno na forma de um reboot, saiba que o próprio criador concorda com você. Whedon vem tentando tirar um reboot do papel e chegou perto de conseguir em 2019. O problema atual, assim como foi há 30 anos no passado, são certas acusações de má conduta no ambiente de trabalho por parte do criador – o que deve dificultar as coisas para sua menina dos olhos… É a criatura pagando pelos pecados de seu criador.
Confira as artes conceituais incríveis de ‘Deadpool 2‘:
Recentemente, ‘Deadpool 2‘ chegou a marca de US$ 227,7 milhões nos EUA, superando o faturamento de ‘Logan‘, que finalizou seu período nos cinemas norte-americanos abocanhando US$ 226 milhões.
Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.
Descrito como uma mistura entre ‘A Profecia‘ e ‘Tara Maldita‘, o filme contará a história de uma mãe que se encontra preocupada com o comportamento perturbador de seu filho de 8 anos, acreditando que algo sobrenatural pode estar afetando a criança.
A Netflix divulgou o trailer completo de sua nova comédia de pegadinhas com câmeras escondidas, intitulada ‘Bad Trip‘.
Confira:
Dirigido por Kitao Sakurai, a produção é do mesmo criador de ‘Jackass‘ e ‘Vovô Sem Vergonha‘.
Pegadinhas reais. Pessoas reais. Um filme real. Esta comédia de câmera escondida acompanha dois amigos em uma viagem alucinante através dos EUA. Com pegadinhas hilárias e criativas, eles levam à loucura todos que cruzam seu caminho!
Com uma rara doença no sangue, e determinado a salvar outros que sofrem seu mesmo destino, Dr. Morbius tenta uma aposta desesperada. Inicialmente, o resultado parece ser um grande sucesso, mas os poucos uma escuridão consome o médico, que se transforma em um perigoso caçador.
A HBO cancelou oficialmente o aclamado drama ‘Gentleman Jack‘ depois de apenas duas temporadas.
“A HBO não seguirá em frente com uma terceira temporada para ‘Gentleman Jack’,” declarou a emissora em comunicado oficial. “Quando começamos essa jornada há mais de cinco anos, sabíamos que a criadora Sally Wainwright tinha uma visão única, e foi muito recompensador ver a jornada da Anne Lister ressoar com os espectadores. Somos incrivelmente gratos à Sally, ao elenco e a equipe por darem vida a essa história. Nós também queríamos agradecer nossos parceiros na BBC pela colaboração nessas duas temporadas incríveis.”
A produção britânica se passa no ano de 1800 e acompanha a vida de Anne Lister (Jones), uma mulher com ideias avançadas para seu tempo. Anne é dona de terras, comanda seu negócio, não tem receio de bater de frente com os homens e ainda nutre grande amor por uma mulher.
A trama de QUEM FIZER GANHA gira em torno de um time de futebol samoa-americano – conhecido por suas constantes derrotas – e que decide mudar as coisas para a Copa do Mundo de 2014.
» O longa é baseado no documentário ‘O Próximo Gol Leva‘;
» A produção teria marcado o último papel do ator Armie Hammer, que abandonou a carreira após inúmeras acusações de abuso sexual e canibalismo. Mas, por causa da necessidade de regravações, o ator foi substituído por Will Arnett como um executivo da Federação Americana de Futebol de Samoa;
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de julho.
Dirigido por Lee Isaac, o longa é um reboot de ‘Twister‘, filme clássico de 1996.
Kate Cooper (Edgar-Jones) é uma ex-caçadora de tempestades assombrada por um encontro devastador com um tornado durante seus anos de faculdade, que agora estuda padrões de tempestades nas telas em segurança na cidade de Nova York. Ela é atraída de volta às planícies por seu amigo, Javi, para testar um novo sistema revolucionário de rastreamento. Lá, ela cruza seu caminho com Tyler Owens (Powell), o carismático e imprudente ícone das redes sociais que se diverte postando suas aventuras de caça a tempestades com sua equipe barulhenta, quanto mais perigoso melhor. À medida que a temporada de tempestades se intensifica, fenômenos aterrorizantes nunca antes vistos são desencadeados e Kate, Tyler e suas equipes concorrentes se encontram diretamente no caminho de múltiplos sistemas de tempestades convergindo sobre o centro de Oklahoma na luta de suas vidas.
Betty Gabriel (‘Corra!’) também estrelará a produção.
Ambientada em uma ilha tropical, a trama “se aprofundará no lado sombrio da natureza humana através da perspectiva dos últimos sobreviventes no planeta, que estão cercados por hordas de mortos-vivos”.
O roteiro foi atualizado por Joe Knetter, Robert Lucas e Paolo Zelati.
O roteiro original foi escrito por Romero ao lado de Paolo Zelati, que trabalhou ao lado de Joe Knetter e Robert L. Lucas para atualizar o texto.
“Eu dei a ele minha benção desde que eu acompanhe todo o processo para ter certeza que o projeto permaneça fiel à visão do George,” declarou Suzanne Romero. “Nós temos uma versão sólida do conceito e estamos começando com o roteiro. Podemos dizer que o George ficaria feliz de ver esse projeto continuar. Ele queria que esse foi o seu último filme de zumbis.”
A franquia original de Romero conta com os clássicos ‘A Noite dos Mortos-Vivos‘ (1968), ‘Despertar dos Mortos‘ (1978), ‘Dia dos Mortos‘ (1985), ‘Terra dos Mortos‘ (2005), ‘Diário dos Mortos‘ (2007) e ‘A Ilha dos Mortos‘ (2009).
O novo filme está sendo descrito como uma sequência direta de ‘Terra dos Mortos‘.
“Não é segredo que ‘Diário dos Mortos’ e ‘A Ilha dos Mortos’ não era a forma que ele imaginou a série sendo concluída,” explicou Zelati. “‘Twilight of the Dead’ devia ser sua despedida do gênero que ele criou e ele queria terminar com um filme poderoso.”
Em entrevista ao Vanity Fair, Rupert Everett (‘O Casamento do Meu Melhor Amigo’) confirmou que não retornará para a próxima temporada de ‘Emily em Paris‘, e lamentou ter sido demitido da série.
O artista interpretou o designer de moda Giorgio Barbieri na quarta temporada, e esperava que seu personagem retornasse no novo ciclo – mas os roteiristas acabaram cortando seu papel da narrativa.
“Para mim, foi uma tragédia. Fiquei na cama por duas semanas porque não conseguia superar [a demissão]. Eu fiz uma cena na quarta temporada, e eles me disseram: “Conversaremos com você no próximo ano’. Eu esperei pela ligação deles, mas, no final das contas, nunca aconteceu. Eles me demitiram.”
Ele completa, “A indústria sempre foi muito difícil, do começo até o fim. Quando eles escrevem o roteiro, acham que querem sua participação – mas as coisas mudam, e eles abandonam seu personagem. Não sei o motivo.”
Criada por Darren Star (‘Younger‘, ‘Sex and the City‘), a produção originalmente havia sido programada para ser lançada pela Paramount Network, mas teve seus direitos comprados pela gigante do streaming.
Na trama, Lily Collinsvive Emily, uma jovem ambiciosa que trabalha como executiva de marketing em Chicago e que acaba sendo transferida inesperadamente para Paris. Lá, ela começará uma nova vida, à medida que tenta conquistar seus colegas de trabalho, fazer novas amizades e quem sabe embarcar em romances empolgantes.
Com 24 reviews publicadas até o momento, a adaptação de ‘As Ovelhas Detetives‘ abriu com sólidos 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral destaca o clima divertido e despretensioso do filme, que traz não apenas conforto e personagens carismáticos, como também aborda temas importantes e mais profundos do que se poderia esperar de uma produção deste estilo.
Separamos os trechos das principais críticas:
“O filme evoca o espírito alegre de clássicos como ‘Babe: O Porquinho Atrapalhado’ ao mesmo tempo que ensina lições importantes sobre morte e comunidade. E ainda conta com uma atuação maravilhosa da Julia Louis-Dreyfus como uma ovelha inteligente que descobre que tem muito a aprender.” (AV Club)
“É um filme divertido para todas as idades, tão fofo quanto seus protagonistas ovinos, mesmo que alguns aspectos provavelmente provoquem um ‘tanto faz’ típico da espécie.” (Daily Telegraph UK)
“Com um toque de ‘Uma Grande Aventura’, este filme é uma comédia familiar encantadora, e a participação especial espirituosa e divertida de Emma Thompson certamente contribui para o seu sucesso.” (Guardian)
“Há sabedoria em meio à ingenuidade, pois a história defende delicadamente a necessidade do luto, da atenção plena e da consciência da mortalidade… Isso é mais do que você poderia esperar de um filme chamado ‘Os Detetives das Ovelhas’.” (Variety)
“É um filme que transmite boas vibrações e que certamente agradará a todas as idades.” (Mashable)
“O roteiro de Craig Mazin segue estruturas tradicionais e descomplicadas, mas, muitas vezes, se mostra mais engenhoso do que parece.” (MovieWeb)
“‘As Ovelhas Detetives’ é provavelmente o filme mais fofo e doce já feito sobre aceitar a morte e confrontar o luto e o trauma.” (IGN Movies)
“Este encantador mistério policial com um elenco de estrelas mistura as divertidas peripécias dos animais com temas comoventes sobre perda e inclusão.” (Common Sense Media)
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de maio.
Dirigida por Kyle Balda (‘Minions’), a produção é baseada no romance Three Bags Full, escrito por Leonie Swann.
A trama acompanha George Hardy (Jackman), um pastor que ama suas ovelhas e as cria apenas por sua lã. Todas as noites, ele lê em voz alta um romance policial, fingindo que suas ovelhas entendem, sem jamais suspeitar que não só entendem, como também discutem por horas a fio sobre quem é o culpado. Quando George é encontrado morto em circunstâncias misteriosas, as ovelhas percebem imediatamente que foi um assassinato e acham que sabem tudo sobre como resolvê-lo. O policial local, Tim Derry (Nicholas Braun), por outro lado, nunca resolveu um crime grave em sua vida, então as ovelhas concluem que terão que resolvê-lo sozinhas, mesmo que isso signifique deixar seu pasto pela primeira vez e encarar o fato de que o mundo humano não é tão simples quanto parece nos livros.
A divertida série animada de humor negro, ‘Uma Família da Pesada‘, recriou a icônica cena em que o personagem Jon Snow, de ‘Game of Thrones‘, é brutalmente assassinado por seus comparsas das Patrulha da Noite.
O vídeo também faz referência à outra produção original da HBO, ‘Ballers‘.
Os fãs de ‘Deadpool‘ podem esperar uma sequência ainda mais pesada. É o que garantiu a atriz Zazie Beets durante uma entrevista ao site Comickbook.com.
A atriz ainda comentou sobre a oportunidade de explorar o lado dramático de sua personagem, Dominó.
Segundo ela:
“Eu adorei explorar as partes dramáticas da produção. No caso da Dominó, foi incrível pensar em seu passado, puxando isso de dentro da comédia, que é o que fazemos no filme. E em ‘Deadpool 2‘ nós vamos a um nível muito mais pesado que na primeira adaptação. Assim como na série ‘Atlanta’, os temas são mais sombrios. E eu adorei interpretar essa personagem que fica frente a frente com o herói. Até porque, em se tratando da nossa perspicácia e gracejos, ambos se combinam. Foi realmente muito bom poder brincar com isso”.
Enquanto isso, conheça a história do vilão Cable (Josh Brolin) com o novo trailer do filme:
Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.
O filme do anti-herói teve sua estreia antecipada e agora chega aos cinemas em 18 de maio de 2018.
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