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Cillian Murphy revela que TOPARIA voltar para ‘Extermínio 3’

O filmeExtermínio 3’ foi oficialmente adquirido pela Sony, conforme relatado pelo The Hollywood Reporter. O projeto está em estágio de desenvolvimento com o renomado diretor Danny Boyle e o talentoso roteirista Alex Garland à frente.

Agora, Cillian Murphy revelou à Variety que toparia voltar para o novo filme .

Ele contou que eles filmaram dois finais para o filme – um em que Jim sobrevive, outro em que ele morre. Perguntaram a Murphy se ele tinha alguma preferência. “Sim, acho que quando eu era mais jovem e um pouco mais niilista… gostava da imagem de duas mulheres sobrevivendo no final e fodendo o homem”, disse ele. “Mas acho que eles queriam a versão com esperança.”

Com conversas constantes sobre uma sequência do filme,  foi bom Jim ter sobrevivido – eles poderiam trazê-lo de volta para outro filme.

“Estou disponível”, afirmou Murphy.

Assista nossa entrevista com o ator:

A conquista dos direitos pela Sony ocorreu após uma acirrada competição de lances, visando a obtenção dos direitos da sequência do clássico de horror de 2002. Os termos do acordo não foram divulgados.

A dupla aspira que esse novo filme marque o início de uma trilogia envolvente.

O diretor Danny Boyle e o roteirista Alex Garland reuniram forças novamente para conceber e dirigir essa aguardada sequência, que também incluirá uma Parte 2, a ser habilmente escrita por Garland.

Boyle já afirmou que dirigirá apenas o primeiro projeto, deixando a escolha do diretor para a sequência para uma fase posterior do desenvolvimento. Essa trilogia promete não apenas dar continuidade à saga, mas também consolidar ainda mais o legado do filme original.

Cillian Murphy Volta como produtor e deve estrelar.

Cada filme está planejado para ter um orçamento na ordem de US$ 75 milhões, embora não esteja claro como metas ou compensações podem ter evoluído durante as negociações de alto risco.

Boyle e Garland também atuará como produtores ao lado de Andrew Macdonald, Bernie Bellew e Peter Rice, ex-chefão da Fox Searchlight Pictures, produtora responsável por bancar os dois primeiros filmes.

Anteriormente, Cillian Murphy, protagonista do primeiro filme, expressou entusiasmo em retornar para a saga: “Eu estava conversando recentemente com Danny Boyle e disse: ‘Danny, filmamos o filme no final de 2000.’ Então acho que estamos definitivamente nos aproximando de ’28 Anos Depois’. Mas, como sempre disse, estou disposto. Adoraria fazer isso. Se Alex [Garland] acha que há um roteiro e se Danny quer fazer, adoraria fazer.”

Uma das franquias de horror mais aclamadas, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2003 e 2007.

O original foi estrelado por Cillian Murphy, Brendan Gleeson e Christopher Eccleston, enquanto a sequência trouxe Jeremy Renner e Rose Byrne. 

Assinantes da Netflix estão EMOCIONADOS com novo filme que vai te fazer chorar…

O lançamento de O que tiver que ser na Netflix tem gerado diversas reações nas redes sociais. Enquanto algumas espectadoras se emocionaram com a história e se identificaram com os desafios da protagonista, outras expressaram frustração com alguns personagens da trama.

Na trama, uma mãe exausta faz uma última tentativa de manter a família unida levando-os em uma viagem para a competição de pole dancing da filha.

Confira as reações e siga o CinePOP no YouTube:

Relembre o trailer:

Josephine Bornebusch assume a direção e o roteiro, além de protagonizar o longa.

Pål Sverre Valheim Hagen e Sigrid Johnson completam o elenco.

o que tiver que ser (1)

‘Moana’: Live-Action ganha BELO cartaz e fotos após lançamento do trailer

A aguardada adaptação em live-action de ‘Moana‘ ganhou ainda mais destaque após a divulgação do primeiro trailer oficial, que veio acompanhada de um novo cartaz e das primeiras fotos do elenco em cena. A produção, estrelada por Dwayne Johnson e Catherine Lagaʻaia, promete transportar o público de volta ao vibrante universo polinésio que conquistou espectadores ao redor do mundo na animação original da Disney.

Na história, acompanhamos Moana, uma jovem polinésia de 16 anos interpretada por Lagaʻaia, que sente um chamado profundo para além dos limites de sua ilha. Movida pela curiosidade e pela responsabilidade que sente em relação ao seu povo, ela decide embarcar em uma jornada pelo vasto e imprevisível Oceano Pacífico. Seu objetivo é desvendar um antigo mistério que envolve seus ancestrais e que pode definir o futuro de toda a sua comunidade.

Durante essa aventura épica, Moana cruza o caminho do carismático e poderoso semideus Maui, vivido por Johnson, cuja presença traz tanto força quanto humor à narrativa. Juntos, eles se lançam ao mar aberto em uma travessia repleta de perigos, descobertas e momentos inesquecíveis. A dupla enfrenta criaturas míticas, desafios impressionantes e forças da natureza, tudo isso enquanto constrói uma parceria improvável marcada por coragem, aprendizado e muita diversão.

Com uma mistura de ação, fantasia, cultura e emoção, o live-action de ‘Moana‘ surge como uma das produções mais esperadas da Disney para os próximos anos. A estreia está oficialmente marcada para 10 de julho de 2026, prometendo trazer uma nova camada de profundidade visual e narrativa a essa história que já é querida por milhões de fãs ao redor do mundo.

Confira o cartaz, as fotos e o trailer:

‘Moana’: Disney cogitou usar IA para manipular o rosto de The Rock em live-action

Disney VENCE processo sobre direitos autorais de ‘Moana’

Johnson também produzi o filme por meio de sua empresa, Seven Bucks Productions, em parceria com Dany Garcia e Hiram Garcia. Beau Flynn, da Flynn Picture Co., também estará envolvido na produção.

Jared Bush, responsável pelo roteiro do filme original, roteiriza o remake juntamente com Dana Ledoux Miller.

Thomas Kail (‘Hamilton’) assume a cadeira de direção.

‘Moana 2’: Sequência BILIONÁRIA já está disponível no Disney+!

De Nike a McDonald’s | 10 Filmes onde conhecemos mais sobre MARCAS conhecidas

O mundo do cinema sempre nos traz história e mais histórias que a partir de conflitos personagens se tornam marcantes em suas trajetórias. Algumas dessas, são baseadas em fatos reais e nos trazem situações, pontos de vistas de rostos ou até mesmo empresas bastante conhecidas. Pensando nesse curiosos recorte, segue abaixo uma lista com 10 filmes onde conhecemos mais sobre marcas conhecidas:

 

Fome de Poder

Na trama, conhecemos o vendedor de máquinas de Milk Shake, Ray Kroc (Michael Keaton), um desiludido ser humano que busca há mais de 50 anos uma grande oportunidade empreendedora.  Certo dia, após receber uma ligação de seu escritório, dirige rumo à rota 66 e encontra um empreendimento fabuloso do ramo alimentar, principalmente em sua ágil linha de produção, criado pelos irmãos Dic (Nick Offerman) e Mac (John Carroll Lynch) Donald’s. Assim, resolve estreitar laços com os irmãos e vira um franqueado da rede de sanduíches. Mas com sua ambição batendo toda hora em sua consciência, Ray resolve ter como objetivo de vida aumentar a rede para mais franqueados e com o passar do tempo um Mc Donalds era inaugurado a todo instante em todo os Estados Unidos.

 

Flamin’ Hot: O Sabor que Mudou a História

Disponível no catálogo da Star Plus, em Flamin’ Hot: O Sabor que Mudou a História, conhecemos a história de vida do descendente de mexicanos Richard Montañez que após anos trabalhando em uma famosa empresa de salgadinhos teve uma ideia que virou um enorme sucesso.

 

Air: A História por trás do Logo

Na trama, voltamos aos anos 80, para Beaverton, no estado de Oregon, nos Estados Unidos, onde fica uma empresa mundialmente famosa, a Nike, que na época disputava o mercado dentro do universo esportivo com a alemã Adidas e uma outra norte-americana, a Converse. Nesse cenário, conhecemos Sonny (Matt Damon), um funcionário da Nike obcecado por basquete que fazia parte da equipe de marketing, mais precisamente do departamento de basquete, da empresa, ao lado do amigo Rob (Jason Bateman). Certo dia, Sonny resolve executar uma tacada corajosa para ter o conhecido talento do basquete universitário da época, Michael Jordan, como atleta da Nike, através de uma linha de calçados exclusiva que viria a ser conhecida como Air Jordan. Só que o caminho até esse objetivo não será fácil e ele precisará convencer o dono da Empresa, Phil Knight (Ben Affleck) e a mãe de atleta, Deloris (Viola Davis).

 

Casa Gucci

Na trama, conhecemos a ambiciosa Patrizia (Lady Gaga), uma mulher de classe média que trabalha com seu pai em um negócio rodoviário. Certo dia, em uma festa, conhece Maurízio (Adam Drive), na época um jovem estudante de direito que é um dos herdeiros da famosa marca Gucci. Perseguindo o rapaz onde ele ia, Patrizia consegue fazer com que o mesmo, no início quase sem ambição nenhuma, entre no negócio da família, mesmo após brigar com o pai (Jeremy Irons) mas abençoado pelo CEO na época dos negócios milionários dos Gucci, Aldo (AL Pacino). Assim, ao longo dos anos, Patrizia e Maurízio vão subindo o degrau do poder mas uma ruptura com final trágico se torna cada ano mais iminente.

 

Steve Jobs

Na trama, conhecemos, em algumas partes, o conturbado mundo do multibilionário Steve Jobs  (Michael Fassbender). Desde sua meteórica expectativa criada no mundo da tecnologia, até sua difícil relação familiar, principalmente os conflitos sobre ser ou não ser o pai de sua filha biológica.

 

Jogada de Mestre

Na trama, voltamos ao ano de 1983 na Holanda, onde o magnata holandês de cervejas Freddy Heineken (Anthony Hopkins) foi sequestrado e ficou preso, junto de seu motorista, durante 3 semanas em um galpão.  Ambos só foram soltos depois do pagamento de 35 milhões de guilders holandeses (aproximadamente 21 milhões de dólares) aos criminosos, o valor mais alto da história pago por um sequestro. O bando de criminosos era comandando por Cor Van Hout (Jim Sturgess) um desiludido homem que a beira do desespero e com a esposa grávida resolve arquitetar este plano juntamente com outros quatro colegas.

 

O Escândalo

Na trama, conhecemos três histórias que ocorrem no mesmo ambiente de trabalho mas em situações diferentes. Gretchen Carlson (Nicole Kidman) é um experiente apresentadora que está há 14 anos na Fox News e decide por conta de acontecimentos do passado e do presente denunciar o assédio contra um chefão do alto setor do comando da emissora que trabalha,  Roger Ailes (John Lithgow). Paralelo a isso, acompanhamos também a novata Kayla Pospisil (Margot Robbie) que sofre um terrível assédio na sala de Roger e após conseguir tomar coragem se une ao grupo de mulheres que também sofreram assédio de Ailes. E no foco principal disso tudo Megyn Kelly (Charlize Theron) a apresentadora mais famosa da emissora resolve liderar e reunir as denúncias contra Ailes.

 

Promoção do Século

Na trama, conhecemos Álvaro Torres (Leonardo Sbaraglia) um homem metódico, óbvio, previsível, que parece não se atualizar mesmo trabalhando no dinâmico universo do marketing. Ele, não se sabe ainda porquê, é um dos gerentes criativos de uma empresa chamada Noblex que entre outros eletrônicos busca soluções para melhorar as vendas de suas televisões. Certo dia, já no limite de conflitos não só na vida profissional mas também na pessoal, ele acaba tirando da cartola uma ideia inusitada: aproveitando a onda de descontentamento com a seleção argentina de futebol, que na época dessa ação que se segue era quinta colocada nas classificatórias para a Copa do Mundo de 2018, ele sugere que caso a Albiceleste não se classifique para a Copa a empresa devolveria o dinheiro das televisões da marca para os que comprassem durante determinado período. A ação dá muito certo, muitas televisões são vendidas, só que a seleção argentina, a cada jogo que passa, corre mais riscos de não se classificar, levando Álvaro a uma enorme pressão.

 

Coco antes de Chanel

Dirigido pela cineasta, nascida em Luxemburgo, Anne Fontaine, o projeto nos mostra a história de Coco Channel e sua trajetória no universo da moda. O longa-metragem é baseado no livro A Era Chanel, de Edmonde Charles-Roux.

 

A Rede Social

Dirigido pelo excelente David Fincher cerca de 13 anos atrás chegava aos cinemas A Rede Social, filme que conta a história da criação do Facebook por Mark Zuckerberg que logo se tornaria um dos mais jovens bilionários da história mudando para sempre o planeta e o universo da comunicação.

 

 

Crítica 2 | Esquadrão Suicida

De novo na trave

Calma, segurem as pedras. Esquadrão Suicida não é um filme ruim. Mas está longe, muito longe, de ser um filmaço, ou até mesmo o filme pelo qual todos estavam esperando.

Bom, o que todos estavam esperando? Um filme diferente, afinal trata-se do primeiro do subgênero “super-heróis” protagonizado por seus antagonistas, os vilões. Além disso, as prévias prometiam uma produção insana, alucinadamente cômica, despertando óbvias especulações de que serviria como a resposta da DC para Guardiões da Galáxia (2014).

Esquadrão Suicida - CinePOP2

E você pergunta, quais dos quesitos apresentados acima o resultado final conseguiu entregar? Bem, poucos, infelizmente. Esquadrão Suicida é um filme bem rotineiro, que em momento algum consegue exceder ou transcender sua estrutura básica, e o que recebemos termina abaixo do que o projeto poderia alcançar. É impossível escapar de tal sensação.

Sabe aquela máxima “quem viu o trailer, viu o filme”? Pois bem, Esquadrão Suicida se encaixa perfeitamente, deixando poucas surpresas para aqueles que vieram acompanhando as prévias até aqui. O filme é essencialmente o trailer alongado em duas horas e, em casos assim, o produto fica bem diluído. Outra crítica que o filme vem recebendo o acusa de misturar muitos elementos, personagens e subtramas, o que não é necessariamente um problema desde que cada um destes itens seja bem trabalhado.

Esquadrão Suicida - CinePOP3

O filme começa com os protagonistas já encarcerados, embora nunca defina o tempo em que estão atrás das grades – um dos problemas do roteiro é sua cronologia, dentro do próprio filme e em sua junção com outros filmes deste universo, leia-se Batman Vs. Superman. Ganhamos dois flashbacks, contando um pouco as vidas prévias do Pistoleiro (Will Smith) e da Arlequina (Margot Robbie) – os astros do filme – para depois subirem os créditos com o título estilizado do longa. E aí apresenta-se outro problema, a montagem ou edição. As cenas são boas e bem dirigidas, sua inclusão dentro do todo é incoerente, não fazendo muito sentido, recaindo também no ritmo do filme. A abertura, por exemplo, é mal confeccionada e exibe fragilidade logo na largada.

Esquadrão Suicida - CinePOP4

Os personagens fazem o esperado deles, alguns ganhando mais destaque que outros (e inclusive surpreendendo na escolha, como El Diablo, papel de Jay Hernandez – irreconhecível – um dos personagens chave na trama). No entanto, ao final da projeção alguns destes vilões estarão mais para mocinhos. O ponto alto do filme no quesito se chama… Viola Davis – você achou que eu fosse dizer Margot Robbiené? Robbie está bem, serve de alívio cômico, mas não deixa de ser uma fábrica de one-liners, as chamadas frases de efeito. Os diálogos da moça consistem basicamente nas tiradinhas engraçadas. Já Davis mastiga a tela com uma ameaça mais presente e real do que qualquer membro deste esquadrão de desajustados. A atriz indicada ao Oscar (Dúvida e Histórias Cruzadas) carrega a intensidade dramática e eleva o nível do jogo patamares acima na pele de Amanda Waller, a grande vilã e titereira mestra.

Esquadrão Suicida - CinePOP5

Sem entrar muito em território de spoilers, vale dizer que a grande ameaça do filme deixa a desejar. Uma força maligna e antiga que chega para… você acertou, dominar o mundo. Cabe aos heróis vilões salvarem o dia. E essa é a história de Esquadrão Suicida. Quase nada além disso é feito, deixando prevalecer essa estrutura básica de “protagonistas combatem ameaça de outro mundo”, vista repetidamente. Um ícone instantâneo e neo fenômeno da cultura pop como Arlequina merecia mais, como quem sabe ter sua história contada num filme próprio. Por falar na personagem, uma pergunta deve estar matando-os de curiosidade: como é o Coringa de Jared Leto? Bem, não é. Tanto empenho foi colocado e divulgado na confecção do personagem, e o que pode ser dito é que definitivamente este retrato difere de tudo o que conhecemos, ou talvez esperamos, do infame palhaço criminoso.

Os 58 anos de Keanu Reeves – Relembre a QUERIDA Franquia ‘Bill & Ted’ no cinema e TV

O ator Keanu Reeves viu sua carreira reascender recentemente, graças a um fenômeno moderno: os memes da internet providos pelos milênios. Reeves se tornou um astro ainda na década de 1990, graças a filmes de ação repletos de adrenalina, como Caçadores de Emoção (1991) e Velocidade Máxima (1994). Como todos os profissionais desta área, ele também viveu seus baixos, com escorregadas no período (Johnny Mnemonic e Reação em Cadeia), mas receberia uma segunda onda de popularidade – esta ainda maior – com a franquia Matrix (1999 e 2003).

Este novo auge em sua carreira se deve em especial a esta realidade tecnológica na qual estamos inseridos. Hoje, existe uma grande proximidade entre as estrelas de Hollywood e o público, que as segue de perto através das redes sociais. No mundo politicamente correto de hoje, onde julgamentos são fervorosos, qualquer deslize pode ser imperdoável. Keanu, por outro lado, se tornou uma personalidade acima de qualquer suspeita, altruísta, simples e sofrido por tragédias pessoais. Nem precisa dizer que foi catapultado ao status de crush por esta nova geração que abraça o bom moço e rechaça o bad boy. Os memes do Sad Keanu – que come sozinho na praça e anda de metrô – viraram sensação. As pessoas começaram a conhecer um pouco mais quem era este ator reservado.

Nesta mesma época, Reeves estrelou De Volta ao Jogo (2014), primeiro capítulo na saga do assassino John Wick – que se tornou o mais recente sucesso estrondoso do astro. O longa ganhou duas continuações (em 2017 e 2019) e mais uma é prometida para 2022, e logo Keanu estava de volta ao jogo, com aparições em filmes cult e até mesmo em produções adoradas da Netflix por esta geração… bem, Netflix. Isso sem falar em sua dublagem em Toy Story 4 (2019), aparição em Bob Esponja: O Incrível Resgate (2020) e o vindouro Matrix 4 (2021). O ator parece estar em todo lugar, e nesta época de reviver o passado em que estamos, nada mais natural do que Keanu ter voltado à sua primeira franquia de sucesso, mesmo que seja um sucesso cult: Bill &Ted.

Bill & Ted: Encare a Música, terceira e tardia produção para o cinema com os personagens amalucados, teve o lançamento no fim agosto de 2020 – em meio a pandemia do coronavírus e talvez não tenha tido a atenção que merecia. Aproveitando o aniversário do astro Keanu Reeves, que completa hoje 58 anos de vida, o CinePOP resolveu recapitular para você todas as obras desta franquia, que talvez nem todos conheçam bem. Vem com a gente nesta viagem pelo tempo.

Bill & Ted: Uma Aventura Fantástica (1989)

Tudo começou no fim dos anos 1980 – época que acolheu diversas produções sobre amigos adolescentes se metendo em muitas encrencas – algumas inclusive fantásticas e sobrenaturais, como é o caso desta. Também era propício da época dois elementos que são os pilares dos personagens principais Bill e Ted: jovens aficionados por rock ‘n roll, e não muito espertos. Neste segundo item, vale dizer também que este estereótipo do jovem desmiolado, quase sempre vinha atrelado ao seu carisma, que mesmo sem muita inteligência era o suficiente para conquistar todos ao redor e superar os problemas e desafios. Sua simpatia também criava moda, estilo de se vestir e frases de efeito – as daqui sendo “dude”, “excellent” e “bogus” para algo ruim.

Pode-se dizer que esta persona representada no filme serviu ainda para duplas famosas como Wayne e Garth de Quanto Mais Idiota Melhor (Wayne’s World) e a animação Beavis e Butt-Head, entre outros. Ambos igualmente dividiam a paixão pelo rock, também vista no sucesso dos anos 1980, De Volta para o Futuro (1985). Este guardando, inclusive, outra semelhança com Bill & Ted, a viagem no tempo. Marty McFly (Michael J. Fox) tinha como principal preocupação em sua vida adolescente ganhar um concurso de bandas e iniciar uma carreira na música. Sonho que move, igualmente, a dupla protagonista aqui.

Na trama, Bill (Alex Winter) e Ted (Keanu Reeves) são dois jovens que querem ser roqueiros famosos, mas antes precisam passar de ano no colégio. Caso sejam reprovados, caminho que percorrem rápido, serão separados, já que o pai severo de Bill irá alistá-lo no colégio militar. É então que uma ajuda mágica chega ao resgate da dupla. Rufus (George Carlin), um visitante do futuro, chega para ajudá-los a passar nas provas. Segundo o sujeito, é sua permanência juntos o motivo da paz do mundo no futuro. Este viajante do tempo empresta sua máquina, uma cabine telefônica, para que a dupla possa se transportar para qualquer época e aprender sobre história. Assim, Bill & Ted vão pulando de década em década, de século em século, através do tempo, vivendo períodos diferentes de nossa civilização e no fim das contas trazendo consigo personalidades como Sócrates, Joana D’Arc, Sigmund Freud, Napoleão, Beethoven, Abraham Lincoln, Billy the Kid, entre outros.

Reeves tinha 22 anos e Alex Winter tinha 21 anos quando começaram a filmar Uma Aventura Fantástica. A dupla foi descoberta pelos produtores na frente de um McDonald’s enquanto interagiam entre si, de forma muito parecida com o que viria a ser a definição de seus personagens. Antes de Reeves e Winter serem contratados, no entanto, atores como Sean Penn e River Phoenix fizeram teste para viver Bill, e Pauly Shore fez teste para ser Ted. Outro personagem que quase teve aparência diferente também foi o tutor da dupla Rufus, já que os produtores estavam decididos a ir atrás de gente graúda como Sean Connery. Muito ambiciosos?

Bill & Ted foi escrito por Chris Matheson e Ed Solomon, que criaram o roteiro à mão em quatro dias. Neste texto original, a máquina do tempo era uma van, mas os envolvidos terminaram achando muito parecido com o carro usado em De Volta para o Futuro (1985) e resolveram optar por uma cabine telefônica – sem se importar (ou saber) que esta “máquina” já estivesse sendo usada na série Doctor Who. A ideia original também mostraria a dupla “pulando” entre eventos trágicos reais, como o Titanic afundando (1912) e o desastre aéreo do dirigível Hindenburg (1937).

Reza a lenda que antes de se tornarem populares personagens de cinema com a garotada, Bill & Ted começaram as carreiras como um ato em comédias stand up, no qual os humoristas que os interpretavam faziam comentários sobre assuntos complexos que não dominavam, tudo sob o ponto de vista dos jovens descerebrados.

Por falar em suas carreiras no cinema, os personagens quase foram lançados direto na TV a cabo. Acontece que a produtora responsável pelo longa, a De Laurentiis, do italiano Dino De Laurentiis, estava pedindo falência antes do lançamento de Bill & Ted, e uma das opções era lança-lo como um filme para a TV a cabo. Por sorte, a Nelson Entertainment comprou e estreou a produção em 17 de fevereiro de 1989 nos cinemas dos EUA. O longa ficou em terceiro lugar nas bilheterias americanas em seu fim de semana de lançamento (que era um feriado), atrás do Oscarizado Rain Man (2º), com Tom Cruise e Dustin Hoffman, e da outra estreia da semana Meus Vizinhos São um Terror (1º), com Tom Hanks. Uma Aventura Fantástica chegava ao Brasil no dia 4 de maio do mesmo ano.

O primeiro Bill & Ted teve o orçamento folgado de US$10 milhões e, com direção de Stephen Herek, de Criaturas (1986) e Os Três Mosqueteiros (1993), viu o retorno de US$40.5 milhões só nos EUA – se tornando assim um sucesso moderado, e um cult graças ao crescente mercado de vídeo. Curiosamente, Keanu Reeves chegou a lamentar ter feito o filme, e não queria ser associado ao papel. Tudo que vai, volta. E agora o ator não poderia se mostrar mais empolgado em reviver o otimista de neurônios a menos Ted.

As Aventuras de Bill & Ted (1990-1991)

Ninguém tinha dúvidas sobre o público-alvo da aventura: os jovens. Assim, antes mesmo da estreia do segundo filme, as crianças e os adolescentes ganhavam um presente logo no ano seguinte de Uma Aventura Fantástica: um desenho animado com seus personagens favoritos. Bill & Ted saíam das telonas diretamente para as telinhas na forma de animação, para expandir ainda mais suas aventuras pelo tempo. E o melhor: dublados pelos mesmos intérpretes originais. Desta forma, Keanu Reeves e Alex Winter voltavam aos personagens, e eram acompanhados por George Carlin como Rufus.

O programa, produzido pela icônica Hanna-Barbera, em parceria com a Orion Television Entertainment, braço de TV da produtora Orion, durou duas temporadas, de 1990 a 1991, num total de 21 episódios. Quem lembrava desta?

Bill & Ted: Dois Loucos no Tempo (1991)

Completando 30 anos de lançamento em 2021 e gravado no período de 12 semanas, com o orçamento elevado para US$20 milhões, estreava no dia 19 de julho de 1991 a segunda, maior e mais ambiciosa aventura dos amigos desmiolados Bill & Ted. A data corajosa, em pleno verão americano – época dos maiores lançamentos dos estúdios – prova isso. No Brasil, o filme estreava em 13 de setembro do mesmo ano.

O sucesso cult do primeiro garantiu a volta dos personagens que, a esta altura com um filme de sucesso e seu próprio desenho animado, faziam parte do imaginário coletivo da cultura popular norte-americana. Sendo assim, nada mais justo que para esta segunda investida a escala fosse aumentada. Desta vez, Bill & Ted precisam parar um tirano do futuro (papel de Joss Ackland) que está tentando tomar o poder e para isso envia ao passado cópias robôs dos heróis para assassiná-los (interpretados pelos mesmos). E os “exterminadores do futuro” conseguem completar sua missão, mesmo possuindo o intelecto parecido com o dos reais, e tomam seus lugares. Bill & Ted, por outro lado, mortos, vão do inferno ao céu, e voltam à vida tendo derrotado A Morte (papel de William Sadler).

Apesar de ser uma comédia besteirol mirada ao público jovem, o segundo Bill & Ted faz referência a clássicos como O Sétimo Selo (1957), do sueco Ingmar Bergman. Aqui, no entanto, vemos uma morte um pouco diferente do emblemático filme em preto e branco. Outra menção a um clássico ocorre com o filme Neste Mundo e no Outro (1946), quando os personagens chegam ao céu e conversam com Deus, conseguimos ver estátuas do ator David Niven e do diretor do filme, Michael Powell. No filme citado, Niven consegue ludibriar a morte, mas é julgado em um “tribunal celestial”, onde precisa defender sua permanência na Terra. São os roteiristas Chris Matheson e Ed Solomon, que retornaram no texto desta sequência, mostrando que são mais inteligentes do que o filme que criaram. E cinéfilos de carteirinha.

Na cadeira de diretor, uma substituição. Stephen Herek não aceitou o convite para retornar, afirmando já ter feito este filme, e que a sequência seria uma paródia do original – que por si só já era uma paródia. Assim, em seu lugar foi escalado Peter Hewitt (Garfield – O Filme), contratado devido ao curta The Candy Show (1989), seu único trabalho até então.

Dentre as ideias descartadas do roteiro original está o primeiro título que o filme teria, “Bill & Ted Go to Hell”, que de fato é parte da trama. O estúdio não topou por achar que ter a palavra “inferno” no título não desceria bem com grande parte do público. Por falar nisso, sequer a ideia de ver os heróis morrendo agradou os produtores de início, mas os roteiristas bateram o pé quanto a esta porque consideravam uma premissa boa demais para ser modificada.

O primeiro tratamento do roteiro tinha maior conexão com o filme original, fazendo a trama girar em torno de um novo trabalho acadêmico da dupla, desta vez para a aula de Inglês e Literatura. Assim, os heróis visitariam grandes obras do gênero, fazendo parte de sua história e criação, como Romeu e Julieta, Crime e Castigo e Tom Sawyer. Além disso, Rufus (Carlin), o mentor da dupla, seria originalmente o vilão deste segundo filme.

Dois Loucos no Tempo (1991) estreou recuperando metade de seu orçamento, com mais de US$10 milhões só em seu primeiro fim de semana nos EUA, ficando atrás somente do fenômeno O Exterminador do Futuro 2 nas bilheterias em sua estreia. Mesmo assim, a longo prazo, o filme terminou sua estadia nos cinemas americanos rendendo menos que o filme original, com um pouco mais de US$38 milhões em caixa. O que pôs fim nas aventuras da dupla permanentemente. Isso é, por trinta anos pelo menos.

Bill & Ted: Encare a Música (2020)

Com sua estreia em agosto de 2020, a terceira e tardia aventura dos amigos finalmente saiu do papel. Sequências com dez, vinte, trinta ou mais anos são a nova “onda” de Hollywood. De Indiana Jones, Rambo, O Iluminado e Rocky, passando por Blade Runner, Karate Kid e Evil Dead até Wall Street, Tron, Top Gun e Um Príncipe em Nova York, grande parte dos produtos da década de 1980 foram reformulados para a nova geração. Seguindo a tendência, Bill & Ted também saem da geladeira.

Alex Winter, Keanu Reeves e os criadores Chris Matheson e Ed Solomon retornaram para este terceiro longa, o primeiro com os protagonistas já cinquentões. A trama mostra a dupla na meia idade, ambos pais, cada um de uma jovem, ainda tentando emplacar na carreira musical e fazer sucesso. Suas companheiras, as princesas Joanna e Elizabeth (interpretadas aqui por Jayma Mays e Erinn  Hayes respectivamente) também voltaram. Assim como a Morte, novamente vivida por William Sadler. Infelizmente, o ator George Carlin, intérprete de Rufus, o terceiro personagem mais importante desta saga, faleceu em 2008, aos 71 anos.

As filhas dos protagonistas, que igualmente são importantes para a nova trama, receberam as formas de Samara Weaving (Casamento Sangrento) e Brigette Lundy-Paine (O Escândalo). A direção é de Dean Parisot (Heróis Fora de Órbita). O terceiro Bill & Ted obteve sucesso de crítica, com 82% de aprovação da imprensa especializada. Porém, em questão de bilheteria, sofreu com cinemas ainda fechados, arrecadando um pouco mais que US$6 milhões em cofre, mas se mostrando igualmente um dos primeiros a receber lançamento simultâneo em VOD e streaming em meio à crise no mercado audiovisual trazida pela pandemia. E você já conferiu o terceiro filme? Comente.

‘Os Incríveis’ ganha hilário trailer honesto; Assista!

Em comemoração ao lançamento de sua sequência, ‘Os Incríveis‘ ganhou o seu próprio trailer honesto.

Confira o vídeo hilário:

Os Incríveis 2‘ chega aos cinemas no dia 28 de junho.

De acordo com novas previsões, a sequência da Pixar, ‘Os Incríveis 2‘, pode se tornar a maior abertura da história da empresa de animação.

A animação deve arrecadar em torno de US$ 140 milhões no seu primeiro fim de semana, batendo assim o número de Procurando Dory, atual recordista, com US$ 135 milhões. Além disso, o número também é o dobro da estreia do filme original, de 2004, que fez “apenas” US$ 70 milhões em seu primeiro fim de semana.

Na trama, Helena (Holly Hunter) decide iniciar uma pedindo a volta dos super-heróis, enquanto Beto (Craig T. Nelson) vive um dia a dia normal de dono de casa cuidando de Violeta (Sarah Vowell), Flecha (Huck Milner) e do bebê Zezé, cujos superpoderes estão prestes a serem descobertos. A missão deles sofre uma reviravolta, quando um novo vilão surge com um brilhante e perigoso plano que ameaça acabar com o mundo. Mas a família Pêra não foge do desafio, ainda mais com Gelado (Samuel L. Jackson) combatendo o vilão ao seu lado.

É OFICIAL! ‘The Walking Dead’ é renovada para a 10ª temporada

A AMC renovou oficialmente ‘The Walking Dead‘ para a 10ª temporada. O SpoilerTV havia adiantada a informação há algumas semanas, mas agora foi confirmado pela emissora.

Confira o trailer e as imagens da segunda metade da 9ª temporada:

A série retornará com episódios inéditos no dia 10 de fevereiro.

‘The Walking Dead’ vai ganhar trilogia de filmes para TV com Rick Grimes de volta; Saiba mais!

‘The Walking Dead’: Lauren Cohan garante que trama de Maggie não acaba na 9ª temporada

Apesar da saída de Andrew LincolnLauren Cohan da série, Lincoln vai estrelar uma trilogia de filmes no mesmo universo do programa, e os produtores já deixaram claro que as portas estão abertas para o futuro retorno de Cohan.

 

‘Breaking Bad’ ganhará uma nova temporada após o filme? Aaron Paul responde!

Em entrevista ao The Guardian, Aaron Paul falou sobre o filme ‘El Camino‘, que dará continuidade à aclamada série ‘Breaking Bad‘, e revelou que não haverá uma nova série após o lançamento do longa.

“Eu pensei que havíamos terminado aquela história há seis anos. E agora aqui estamos nós novamente. As pessoas amam [a série] e querem respostas. Elas perguntam quando haverá uma continuação da série – não guardem suas esperanças –, pois querem saber o que aconteceu com o Jesse.”

Ele continua, “Quando as três temporadas [de ‘Breaking Bad’] chegaram à Netflix, minha vida mudou.”

O longa foi escrito e dirigido por Vince Gilligan, criador da série original e de seu derivado ‘Better Call Saul‘.

Depois de escapar do Jack e sua gangue, Jesse Pinkman se torna um fugitivo da polícia e tenta escapar de sua própria turbulência interior.

A trama focará em Aaron Paul, que reprisará o seu papel como Jesse Pinkman. O elenco também conta com o retorno de Matt Jones e Charles Baker, como Badger e Skinny Pete, respectivamente.

O longa será lançado na plataforma no dia 11 de outubro.

Mulheres gladiadoras no trailer VIOLENTO do terror ‘Spare Parts’; Assista!

O terror ‘Spare Parts‘ ganhou um trailer violento.

Confira:

O longa é dirigido por Andrew T Hunt.

A trama segue um grupo de mulheres que é sequestrado em um lugar sinistro da cidade. Elas acordam e descobrem que seus membros foram substituídos por armas mecanizadas e sua única chance de sobrevivência é lutar na arena para a diversão de espectadores sedentos por sangue.

O elenco conta com Michelle Argyris, Emily Alatalo, Jason Rouse, Kiriana Stanton e Chelsea Muirhead.

O terror ainda não possui previsão de estreia.

‘Cocaine Bear’: Elizabeth Banks vai dirigir suspense sobre urso que cheirou cocaína

De acordo com o THR, Elizabeth Banks (‘As Panteras’) foi contratada para dirigir ‘Cocaine Bear‘, suspense cômico sobre um urso que está sendo desenvolvido pela Universal Pictures.

O roteiro foi escrito por Jimmy Warden, e é inspirado em uma história real que aconteceu em Kentucky, em 1985.

A história irá girar em torno de um urso preto de 80 quilos que é encontrado morto por overdose depois de ingerir grandes quantidades de cocaína jogada na floresta por um traficante de drogas.

Phil LordChris Miller (‘Homem-Aranha no Aranhaverso’) serão os produtores do longa.

Em 2019, Matt Bettinelli-Olpin, Tyler Gillett e Chad Villella, que atualmente são responsáveis pelo novo filme da franquia ‘Pânico‘, estavam envolvidos, mas acabaram se afastando do projeto por motivos indeterminados.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Oi? Padre mutante ataca fãs de rock no trailer do terror ‘Death to Metal’; Assista!

O terror ‘Death to Metal‘ ganhou o primeiro trailer violento.

Confira:

Tim Connery é responsável pela direção.

Após um acidente bizarro, um padre perturbado é transformado em uma máquina de matar mutante com a missão de massacrar todos os ateus fãs de rock.

Dan Flannery (‘Empire’) estrela a produção.

O terror será lançado em VOD pela Wild Eye Releasing em dezembro.

Spin-off de ‘The Boys’ será intitulado ‘Gen V’; Confira o anúncio!

O aguardado spin-off de ‘The Boys‘, que focará na vida de super-heróis adolescentes, será oficialmente intitulado ‘Gen V‘.

O anúncio foi feito pelo elenco da série derivada, que prometeu que a nova produção será “intensa, divertida e sangrenta” – exatamente o que podemos esperar de uma série do universo de ‘The Boys‘.

Confira:

Anteriormente, o showrunner Erick Kripke confirmou que a produção derivada será ambientada em paralelo com o desfecho da 3ª temporada, indicando que rostos conhecidos da série original podem acabar aparecendo.

“Nós definitivamente teremos um crossover, e estamos fazendo o melhor para explorar algumas narrativas da terceira temporada de ‘The Boys’ na primeira temporada do spin-off. Há uma campanha presidencial acontecendo nos bastidores da história e também há certas coisas acontecendo na escola que servem como consequência aos acontecimentos da 3ª temporada de ‘The Boys’.”

Ele completa, “Também há algumas narrativas acontecendo na série derivada que nós voltaremos a acompanhar a quarta temporada da série principal.”

O elenco contará com Jaz Sinclair, Chance Perdomo, Lizze Broadway, Maddie Phillips, London Thor, Derek Luh, Asa Germann, Marco Pigossi, Patrick Schwarzenegger, Sean Patrick Thomas e Shelley Conn.

Ainda sem previsão de estreia, a trama irá explorar a vida de super-heróis adolescentes enquanto eles colocam seus limites físicos, sexuais e mortais à prova, competindo pelos melhores contratos nas melhores cidades.

‘Hysteria!’: Bruce Campbell se junta ao elenco do novo thriller cômico do Peacock

De acordo com o Variety, Bruce Campbell (‘A Morte do Demônio’) entrou para o elenco da série de suspense cômico ‘Hysteria!‘, que está sendo desenvolvida pelo Peacock.

O ator interpretará o Xerife Dandridge, policial de uma cidade pequena cujo entendimento de sua comunidade é colocado à prova após uma série de assassinatos, desaparecimentos e atividades paranormais começam a acontecer.

O elenco ainda contará com Julie BowenAnna CampEmjay AnthonyChiara AureliaKezii Curtis Nikki Hahn.

Na trama…

“Quando um amado zagueiro do colégio desaparece durante o período do “pânico satânico” do final dos anos 1980, uma banda de heavy metal do ensino médio percebe que pode capitalizar o súbito interesse da cidade pelo ocultismo construindo uma reputação como uma banda de metal satânico, até que uma série de assassinatos bizarros, sequestros e atividades paranormais começam uma caça às bruxas cravejada que leva tudo diretamente de volta a eles.”

Jordan Vogt-Roberts (‘Kong: A Ilha da Caveira’) irá dirigir o primeiro episódio.

Matthew Scott Kane (‘Stitchers’) servirá como roteirista e produtor ao lado de John Francis Daley, Jonathan Goldstein, Chris Bender e Jake Weiner.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Confira o trailer completo da 6ª temporada de ‘F1: Dirigir para Viver’

Netflix divulgou o trailer completo da 6ª temporada da série documental ‘F1: Dirigir para Viver‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 23 de fevereiro.

Do produtor James Gay-Rees, de ‘Amy‘ e ‘Senna‘, esta série documental apresenta o mundo da Fórmula 1, revelando um lado pouco conhecido dos pilotos, suas famílias e equipes.

Um mergulho no universo da Fórmula 1, desde os bastidores do Campeonato Mundial até o funcionamento das dependências de autódromos. Velocidade, tensão e rivalidade, com direito a depoimentos exclusivos de pilotos e diretores do torneio principal.

Denis Villeneuve responde declaração de Quentin Tarantino sobre ‘Duna’: “Não me importo”

Após o Quentin Tarantino (‘Kill Bill’) ter confessado que não assistiu a mais recente adaptação de ‘Duna‘ por não estar “interessado em remakes”, o diretor Denis Villeneuve respondeu a declaração do colega cineasta.

Apesar de concordar com Tarantino em alguns pontos, Villeneuve também aproveitou para defender o seu filme.

“Eu não me importo. É verdade. Eu concordo com ele em termos de também não gostar dessa ideia de reciclagem e trazer de volta ideias antigas. Mas eu discordo onde ele considerou meu filme um remake. É uma adaptação do livro. Eu a considero um projeto original, mas somos seres humanos muito diferentes.”

Anteriormente, Tarantino havia declarado: “Eu vi ‘Duna’, de David Lynch, algumas vezes. Não preciso ver aquela história novamente.”

Vale lembrar que o universo de ‘Duna‘ ganhará continuidade através da série ‘Duna: A Profecia‘, que estreará no serviço de streaming do Max no dia 17 de novembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

“Ambientada no universo expansivo de ‘Duna’, criado pelo aclamado autor Frank Herbert, e 10.000 anos antes da ascensão de Paul Atreides, ‘Dune: Prophecy’ segue duas irmãs Harkonnen enquanto combatem forças que ameaçam o futuro da humanidade e estabelecem o seita lendária que se tornará conhecida como as Bene Gesserit.”

A série conta com um elenco estelar que inclui Emily Watson, Olivia Williams, Travis Fimmel, Johdi May, Mark Strong, Sarah-Sofie Boussnina, Josh Heuston, Chloe Lea, Jade Anouka, Faoileann Cunningham, Edward Davis, Aoife Hinds, Chris Mason e Shalom Brune-Franklin.

Alison Schapker serve como showrunner e produtora executiva da série, com Diane Ademu-John atuando como co-desenvolvedora e produtora executiva. Anna Foerster também é produtora executiva e dirigiu o primeiro episódio.

Terrores noturnos e possessão DEMONÍACA no trailer de ‘Traumatika’; Confira!

O terror sobrenatural ‘Traumatika‘ ganhou o primeiro trailer.

“Este não é um filme que você assiste… É um filme que você sobrevive,” destaca o vídeo, que promete um dos filmes mais assustadores do ano.

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Pierre Tsigaridis é responsável pela direção – a partir de um roteiro que ele escreveu ao lado de Maxime Rançon.

Os terrores noturnos de um menino se tornam realidade quando sua mãe começa a apresentar sinais de possessão demoníaca. O que ele está prestes a vivenciar o assombrará pelo resto da vida e ceifará inúmeras vidas ao longo de gerações.

O elenco conta com Rebekah KennedyEmily GossRanen Navat, AJ BowenSean O’Bryan, Susan Gayle WattsSean Whalen.

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 12 de setembro.

Confira o teaser DUBLADO de ‘Elle’, pré-sequência de ‘Legalmente Loira’

O Prime Video divulgou o primeiro teaser dublado de ‘Elle‘, série que servirá como uma pré-sequência da icônica comédia clássica ‘Legalmente Loira‘.

Lexi Minetree dá vida à versão jovem de Elle Woods, ostentando os clássicos e inconfundíveis figurinos cor-de-rosa que definem a personagem.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada no serviço de streaming no dia 1º de julho.

O elenco ainda conta com Amy Pietz, Tom Everett Scott, June Diane Raphael, Gabrielle Policano, Jacob MoskovitzChandler Kinney, Lisa Yamada, Chloe WepperDavid Burtka, Brad Harder e Kayla Maisonet.

Jason Moore, conhecido por ‘A Escolha Perfeita’, fica encarregado de dirigir os dois primeiros episódios da produção, que é uma colaboração entre os estúdios Amazon MGM e Hello Sunshine, de Reese Witherspoon (intérprete de Elle na duologia original).

A série irá acompanhar a vida de Elle Woods, interpretada por Minetree, no ensino médio, enquanto exploramos as experiências que a moldaram na jovem icônica que conhecemos e amamos no primeiro filme deLegalmente Loira.

Laura Kittrell e Caroline Dries atuam como co-showrunners e produtoras executivas. Witherspoon, Lauren Neustadter e Marc Platt também são produtores executivos da série.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada!

‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ tem 97% de aprovação no RT; Confira as críticas!

Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ está há uma semana de distância dos fãs, mas as primeiras críticas da produção já estão entre nós.

E com 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o novo reboot é sucesso quase absoluto entre a crítica especializada, que não poupou o amigo da vizinhança de elogios. Além disso, a nova versão fruto da união entre os estúdios Marvel e Sony superou o primeiro reboot de 2012. ‘O Espetacular Homem-Aranha’ atingiu a marca máxima de 72% na época de seu lançamento.

E como de costume, nós já vamos te preparar para o que vem por aí na próxima semana.

Confira as críticas dos veículos internacionais mais gabaritados:

“O filme surge tão tranquilo, doce, leve em sua estrutura que até parece um pequeno milagre da Marvel”. – Leah Greenblatt, Entertainment Weekly

“Notícia de última hora: Tom Holland é o melhor Homem-Aranha dos cinemas que existe. Ele encontra a criança interior dentro do uniforme vermelho e a traz à tona até nas mais partes mais duras da trama”. – Peter Travers, Rolling Stone

“A magia de ‘De Volta ao Lar’ é que ele pertence mais ao universo cinematográfico de John Hughes do que ao de ‘Vingadores’. – Brian Truitt, USA Today

“Quer saber? Deixando o cinismo de super herói de lado, ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ é realmente divertido”. – Lindsey Bahr, Associated Press

“Marvel finalmente começou a entender o que o futuro dos filmes de super heróis deve se tornar”. – David Ehrlich, indieWire

“‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ é uma aventura de super herói que se eleva e é facilmente o melhor filme do Homem-Aranha de todos eles”. – Kyle Anderson, Nerdist

“’Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ funciona tanto como uma comédia (muito) divertida do High School, como também como um drama e um forte filme solo de super herói firmado no MCU”. – Sandy Schaefer, ScreenRant

 

Marvel deve ganhar “reboot” nos cinemas após ‘Os Vingadores 4’ 

A estreia de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ está agendada no Brasil para o dia 6 de Julho de 2017.

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’ estampa guia para colecionadores da revista EW

Vingadores: Guerra Infinita ganhou um guia especial para colecionadores, que traz toda a cobertura da revista Entertainment Weekly sobre a produção.

O material ainda traz conteúdos ricos a respeito da saga dos ‘Vingadores’, além de uma matéria especial sobre o sucesso histórico de ‘Pantera Negra‘.

Confira a capa:

As primeiras reações dos críticos já estão sendo divulgadas no Twitter e o novo filme da Marvel Studios está recebendo muitos elogios em sua maioria, mas algumas críticas menos animadoras também estão presentes.

Confira os principais tweets:

“‘Guerra Infinita’ tem como dez legítimos “Em constante rotação” grandes momentos. Mas é com certeza a primeira metade de um filme de duas partes e fiquei um pouco insatisfeito/frustrado, talvez pelo design… Pelo menos é assim que me sinto agora, três horas depois”

“‘Guerra Infinita’ soprou na minha mente. Nunca sai de um filme tão impressionado. Nunca. Thanos é uma força da natureza. Thor é realmente incrível. Marvel Studios estabelece o desafio com este longa”

“São os heróis mais poderosos da terra! Como você nunca imaginou! Espetacular! Fenomenal! ‘Vingadores: Guerra Infinita’ é melhor ainda! Nem perto. As maiores batalhas de super-heróis já filmadas!”

“Boca no chão. Você não está pronto para ‘Vingadores: guerra infinita’. Tudo que você tem que saber é evitar todos os spoilers! É sério. Procure saber o menos possível. Os Irmãos Russo fizeram o impossível. Uau!

Vingadores: Guerra Infinita’ teve sua World Première em Los Angeles e a Marvel exibiu o Red Carpet AO VIVO no Youtube.

Assista:

» ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | O que são as Joias do Infinito e onde elas estão?

» ‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o segundo filme MAIS CARO DA HISTÓRIA

» Especial ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | Thor

» Especial ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | Homem de Ferro

Especial ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | Homem de Ferro

Vingadores: Guerra Infinita será lançado nos cinemas dia 26 de Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

 

Oscar 2019: Spike Lee faz discurso poderoso ao receber estatueta; Assista!

Um dos grandes momentos do Oscar 2019 foi a aguardadíssima vitória do cineasta Spike Lee, que finalmente levou sua primeira estatueta por indicação (o diretor já foi condecorado com o Oscar Honorário).

E durante o seu discurso de aceitação, o veterano refletiu sobre o impacto de sua conquista, compartilhando a história de sua família, que investiu o pouco que tinha em seu sonho, na sua formação em Cinema, pela Universidade de Nova York.

Aplaudido de pé, ele ainda convocou a todos a “fazerem a coisa certa” nas próximas eleições, fazendo também uma clara referência a um de seus grandes filmes, ‘Faça a Coisa Certa‘.

Assista seu discurso:

Oscar 2019 | ‘Pantera Negra’, ‘Roma’ e ‘Bohemian Rhapsody’ conquistam estatuetas; Confira a lista!

 

‘Doctor Who’: Bela mensagem inspiradora ajuda fãs a lidarem com a reclusão social

Para ajudar os fãs a lidarem com o delicado período de reclusão social, a série ‘Doctor Who‘ fez uma rápida e bela transmissão inspiradora, trazendo uma mensagem de esperança, a fim de fortalecer o mundo em meio à quarentena imposta.

No vídeo, publicado por meio da conta oficial do Twitter da série, a atual Doctor reflete:

“Lembre-se: Você vai superar isso e as coisas ficarão bem, ainda que elas pareçam incertas, ainda que você esteja preocupado. A escuridão nunca prevalece”.

Confira:

A BBC divulgou um novo teaser oficial da 12ª temporada de Doctor Who, marcando o retorno de Stephen Fry na série.

Confira:

O vídeo também revela que o novo ciclo estreia no dia 01 de janeiro de 2020.

Ainda sem sinopse oficial, sabe-se que o próximo ano irá introduzir um perigoso vilão cujo alvo principal é a própria Doutora. O objetivo do inimigo é eliminar de uma vez por todas a timelord da galáxia e impedir que ela se regenere em mais uma versão.

Jodie Whittaker retorna como a nova versão do personagem-titular. Bradley WalshTosin Cole, Mandip Gill completam o elenco.

Fry e Goran Visjnic terão aparições especiais ao lado de diversos outros convidados.  

‘Dexter’: Revival pode ter mais de uma temporada, sugere Michael C. Hall

As expectativas em relação ao retorno da série ‘Dexter‘ são grandes, principalmente em virtude de seu polêmico e controverso final, considerado por muitos fãs como um grande erro.

E o futuro da série, com o seu vindouro revival, pode acabar se tornando maior do que o originalmente esperado. Em uma entrevista recente feita ao NME, o astro Michael C. Hall chegou a cogitar a possibilidade da produção ganhar mais do que apenas uma temporada.

Se esquivando de uma resposta categórica, ele sugeriu que a proposta existe:

“Eu estou relutante em dizer definitivamente, sabe? Veremos. O que é óbvio por hora é que temos mais 10 episódios”.

Ao longo do bate papo, C. Hall ainda refletiu sobre o retorno do popular personagem, ponderando também sobre o seu entusiasmo em dar sequência em sua narrativa, depois de quase oito anos desde a exibição de seu último episódio.

“Estou ansioso para retornar ao papel de Dexter. Não sei muito bem o que esperar, já que eu nunca retornei a um trabalho depois de tanto tempo. Poder viver o Dexter em um contexto completamente diferente…veremos como isso será. Tem sido interessante entender como fazer isso e eu acho que era hora de descobrir o que de fato aconteceu com ele”.

Ele foi ainda mais além, afirmando que o retorno de ‘Dexter‘ dependia de uma boa história, o que de fato hoje eles possuem:

“Eu apenas precisava da persuasão da passagem do tempo, para que eu pudesse ter alguma distância desse papel e ter mais possibilidades para ele. Sério, se tratou de ser apresentado a uma história que eu achasse que valesse a pena contar. Já houveram outras propostas e possibilidades para Dexter, outras estradas que começamos a ponderar, mas essa foi a primeira que valeu a pena continuar”.

O elenco ainda contará com Jamie Chung (‘Lovecraft Country‘), Clancy Brown (‘Tropas Estelares’), Julia Jones (‘O Mandaloriano’), Alano Miller (‘Sylvie’s Love’), Johnny Sequoyah (‘Believe’), Michael Cyril Creighton e Jack Alcott.

Vale lembrar que a trama do revival se passará dez anos após os eventos da 8ª temporada e não será ambientada em Miami, onde aconteceu a maior parte da série.

Confira a sinopse publicada pelo The Hollywood Reporter:

“Dez anos após o desaparecimento de Dexter Morgan durante o furacão Laura, os novos episódios vão acompanhar o personagem vivendo sob uma nova identidade… Longe de Miami.”

Marcos Siega retornará para dirigir seis dos dez episódios. Para quem não sabe, ele já havia dirigido nove episódios ao longo das temporadas anteriores.

O revival de ‘Dexter‘ está previsto para estrear em 2021.

Clyde Phillips, produtor executivo da série original, será o showrunner do revival.

Crítica | Influencer de Mentira: Zoey Deutch e Dylan O’Brien em excelente sátira sobre a cultura de pseudo celebridades

Discernir fatos e mentiras se tornou um desafio ainda maior com a ascensão das mídias sociais – principalmente o Instagram e TikTok. Com essas novas plataformas se tornando grandes antros de publicidade e autopromoção, a busca por validação alheia e perfeição se tornou a meta de muitos egocêntricos e gatilho para os mais inseguros. E alicerçada sobre a insanidade que a era digital se transformou, Quinn Shephard faz um brilhante e satírico estudo de caso com sua nova comédia dramática, Influencer de Mentira. Com uma trama fictícia totalmente calcada em diversas histórias reais, a original Star+ estende o debate a respeito de como nos relacionamos com o universo virtual e o que isso diz sobre nós mesmos.

Danni é uma irritante jovem pouco querida pelos colegas de trabalho, que almeja uma vida como jornalista. Cansada de ser ignorada pelos que a cercam, ela decide forjar uma viagem para Paris, compartilhando sua “aventura” com fotos bem editadas no Photoshop. O que ela não esperava era que um enorme atentado terrorista na capital parisiense a colocaria no centro de uma grande confusão, tornando-a uma influencer-ativista de direitos civis – literalmente da noite para o dia. Influencer de Mentira se apropria de um humor ácido para confrontar a audiência e promover uma auto reflexão sobre autenticidade na era das redes sociais. Perspicaz em suas sacadas cômicas, o longa sempre deixa um sabor agridoce nos nossos lábios a cada cena.

Com uma montagem dinâmica que transforma o filme em uma imersiva experiência virtual, Influencer de Mentira faz os inúmeros casos fakes que vimos pela internet escalonarem em proporções quase bíblicas, a fim de chocar a audiência de forma necessariamente alarmista. Em uma constante analogia com o que vivemos diariamente enquanto zapeamos pelo Instagram e TikTok, a dramédia tem ares documentais, mas sem perder a acidez do seu humor. Se livrando da clássica jornada do herói – que tantas vezes vemos em filmes desse porte -, Shephard escolhe o caminho mais difícil e demonstra com habilidade as reais consequências de uma vida online fake.

E Zoey Deutch recebe a grande missão de passar esse impactante recado adiante e o faz de forma excepcional. Com uma atuação poderosa que vidra nossos olhos em seus movimentos, ela brilha em cada cena e uma vez mais mostra sua versatilidade para fazer qualquer tipo de papel. Dylan O’Brien não fica atrás e faz uma espécie de caricatura de Pete Davidson, com os cabelos platinados e uma atitude desprezível – bem diferente das feições de bom moço que normalmente ele tem. A dupla transforma a sátira de Shephard em uma tragédia grega maravilhosa, à medida em que a cineasta nos choca e nos impressiona com um final preciso e cirúrgico – que não alivia a culpa que muitos carregam pelas mentiras que contam na internet.

Crítica | Titane | Outra vez Julia Ducournau faz a plateia passar mal, mas não seduz

Expectativas foram criadas depois do estonteante debut da jovem diretora francesa Julia Ducournau em 2016. Com Grave (Raw), a iniciante conseguiu cativar os fãs do horror visceral e os amantes da fotografia com uma heroína em descoberta da sua própria identidade e apetite sexual. Por outro lado, lançado no Festival de Cannes 2021, Titane, seu segundo longa, possui um enredo frio, incômodo e pouco envolvente, mas fez a plateia querer vomitar

Depois de um acidente de carro ainda criança, Alexia (Agathe Rousselle) é obrigada a conviver com um placa de titânio na sua cabeça. A primeira cena apresenta o acontecimento derivado de uma banalidade e um pai negligente. Com o passar dos anos, a aparência distinta pelo metal e a cicatriz torna-se parte da sua personalidade dissociativa. Ela trabalha como dançarina exótica em cima de carros e possui estranhos admiradores. 

Logo após sair do hospital, ainda pequena, a menina beija o carro o qual a tornou, em parte, esculpida em metal. O híbrido máquina e humano é o grande mote da narrativa de Julia Ducournau. Após experimentar uma noite de sexo sem proteção com o automóvel, Alexia encontra-se grávida e entre as suas pernas escorre um óleo negro e viscoso, como se em suas veias corressem gasolina no lugar de sangue.

A partir de então, o enredo torna-se um sequência de cenas projetadas para causar mal estar e perturbar o espectador. Ao dar-se conta da gravidez, ela tenta um aborto com as próprias mãos por meio de um “palito de cabelo”. Apesar da utilidade de prender suas mechas, o “palito” é uma verdadeira arma em suas mãos e não apenas contra o próprio feto. 

Além da tentativa de aborto, duas outras cenas causam arrepios. A primeira é durante o sexo com a companheira de trabalho Justine (Garance Marillier) – protagonista do primeiro filme da diretora. Ela tenta arrancar a dente o piercing no mamilo da menina. O segundo momento é quando ela decide passar-se por um rapaz desaparecido há anos para fugir da polícia. Para isso, ela quebra o próprio nariz o esmagando contra a pia do banheiro. 

Se no primeiro filme da diretora existiam cenas de fazer revirar o estômago, elas estavam atreladas a um objetivo bem delimitado e sedutor. Em Titane, o suspense da história fica por conta do bebê automobilístico a desenvolver-se em um corpo humano. A protagonista, no entanto, é completamente opaca. Em uma mistura de Crash – Estranhos Prazeres (1996), de David Cronenberg, e Eraserhead (1977), de David Lynch, a estranha fábula tem o seu encanto fotográfico e um ambientação hipnótica, mas não nos engaja à Alexia. 

Para incrementar o enredo, Vincent (Vincent Lindon), o pai do menino desaparecido Adrien (o qual Alexia o incorpora fazendo suas formas femininas desaparecer), a acolhe em sua casa sem exame de DNA ou demais perguntas. Perturbado psicologicamente e bastante musculoso aos 62 anos, o ator representa o limite da estrutura humana com injeções de drogas para fortificá-lo. Um paralelo que causa tensão sobre o flagelo do corpo a partir das mutilações realizadas por Alexia e o combate ao fogo, já que ele é um bombeiro. 

Titane testa o limite entre a força bruta humana e a potência mecânica. Entre as dores contínuas e uma coceira incessante, que faz Alexia esfolar a própria barriga, a tensão é projetada pelo nascimento do fruto de uma noite de luxúria entre o automóvel e a protagonista. A cena do parto, no entanto, não gera o ápice pretendido. Apesar da possível alusão a Alien, o Oitavo Passageiro (1979), de Ridley Scott, o nascimento é uma derrota para Alexia e uma redenção para Vicente, depois de uma estranha proximidade entre ele e seu filho postiço Adrien. 

Assim como Jordan Peele, Julia Ducournau derrapou na síndrome do segundo filme fantástico, isto é, após uma estonteante estreia no cinema, tal como Corra! (2017), de Peele, a diretora não consegue manter o charme e a surpresa do primeiro projeto. Com Nós (2019), Jordan criou um interessante mundo particular, mas que não conseguiu amarrar seus próprios nós. Já em Titane, a cineasta francesa apresenta um show desguarnecido de horrores e perturbação. Sob a agenda da perversão pode até entreter, mas precisa de mais contexto para marcar o público. 

 

** Filmes visto no Festival de Cannes em 14 de julho. 

Festival de Berlim: Brasil leva prêmio LGBT com ‘Tinta Bruta’ e ‘Bixa Travesty’

O drama gaúcho ‘Tinta Bruta’ e o documentário ‘Bixa Travesty’, venceram o prêmio chamado de “Urso de Ouro LGBT, por coroar narrativas ligadas à homoafetividade e a identidade trans, o Prêmio Teddy, no Festival de Berlim 2018.

‘Tinta Bruta’, dirigido por Filipe Matzembacher e Márcio Reolon, que narra a história de Pedro, um jovem homossexual que ganha dinheiro com atuações em fóruns na internet, venceu na categoria ficção.

Já o documentário ‘Bixa Travesty’, dirigido por Kiko Goifman e Claudia Priscilla, que aborda performances da cantora Linn da Quebrada, venceu na categoria documental.

Ambos os filmes ainda não possuem data de estreia por aqui. Confira os cartazes:

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Cobie Smulders pode retornar como Maria Hill na sequência

Após publicar uma selfie em seu Instagram, o ator Numan Acar pode ter revelado o retorno de Cobie Smulders como Maria Hill em Homem-Aranha: Longe de Casa.

Na legenda da foto, colocou uma série de hashtags, incluindo #cobiesmulders e #mariahill. Como ela foi a única atriz que Acar mencionou, é de se imaginar que ela realmente está de volta para interpretar a agente da S.H.I.E.L.D. no filme.

O ator Oli Hill divulgou uma foto com o elenco de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ reunido.

Na imagem, podemos ver Tom Holland, Zendaya, Jacob Batalan e Tony Revolori.

Confira:

Spider-Man 2 cast meeting

Uma publicação compartilhada por Oli Hill (@0lihill) em

O principal vilão do filme será o Mystério (Jake Gyllenhaal), um dublê chamado Quentin Beck e especialista em efeitos especiais que se utiliza de seus conhecimentos práticos para realizar uma série de assaltos por Nova York. Em alguns deles, simulando os super-poderes do Homem-Aranha.

Além disso, Michael Keaton retorna como o Abutre em uma participação especial.

A direção será mais uma vez de Jon Watts. John Francis Daley e Jonathan Goldstein retornam para escrever o roteiro.

‘Homem-Aranha 2’: Herói ganhará novo traje, afirma figurinista

Homem-Aranha: Longe de Casa chega aos cinemas em 4 de julho de 2019.

 

‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ | Quem é Kang, o vilão do terceiro filme do Homem-Formiga?

Introduzido de forma breve ao final da primeira temporada de Loki (2021), Kang, o Conquistador (Jonathan Majors) será o principal vilão da Fase Cinco do Universo Cinematográfico Marvel e dá suas cartas como a grande ameaça de Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, que chega hoje (16) aos cinemas. O vilão é uma das grandes ameaças das HQs e já deu muita dor de cabeça a alguns dos principais grupos de heróis da Marvel, como os Vingadores, o Quarteto Fantástico e até mesmo aos X-Men. Caso você queira saber um pouco mais sobre o Conquistador, confira esta matéria!

Criado pela dupla lendária de Stan Lee e Jack Kirby em Vingadores #8, lançada em 1964. Na ocasião, ele é descrito como Nathaniel Richards, um benfeitor do século XXXI, que começa a estudar e analisar a essência do tempo, até conseguir encontrar uma forma de viajar por entre o tempo e as realidades. Em uma dessas viagens, ele vai parar no Egito antigo, onde a população vê seus poderes e o considera um representante dos deuses. Assim, ele se torna o faraó Rama-Tut. E aí que começa a primeira confusão temporal de sua história. Isso porque apesar de Kang ter sido oficialmente criado em 1964, o Rama-Tut já havia sido derrotado pelo Quarteto Fantástico em uma história do grupo lançada em 1963. Ou seja, ele tem uma origem oficial e uma primeira aparição feita antes mesma do vilão existir. Essa confusão se estende ao longo de toda sua jornada pelos quadrinhos, nos quais ele ostenta diferentes versões coexistindo e eventualmente se enfrentando.

O terrível Faraó Rama-Tut é uma das piores versões de Kang

E esse é um dos principais motivos pelos quais o Kang é um dos vilões mais interessantes de todo o Universo Marvel: ele é muitos vilões em um só. Antes de ser um déspota temporal, Nathaniel Richards era um descendente de Reed Richards, o Senhor Fantástico, na Terra-6311, onde a Idade Média nunca ocorreu e a humanidade avançou tecnologicamente muito rápido. Porém, entrou em guerra com a colônia da Lua e praticamente decretou o fim da humanidade, que só sobrevive graças às ações de Richards. Então, utilizando tecnologias de Victor Von Doom, o Senhor Destino, Nathaniel volta para o Egito antigo, onde se torna Rama-Tut e tenta corrigir os rumos da humanidade e se tornar um “guia para a civilização”. Ele até tenta, mas acaba sofrendo várias derrotas para o futuro mutante conhecido como Apocalipse, e para o Quarteto Fantástico.

Expulso novamente para seu tempo “correto”, Nathaniel Richards cria seu traje especial que confere os poderes a ele e permite que encontre e armazene armas de diversas linhas temporais. Com a nova roupa e adotando o nome Kang, ele viaja para o século XX, onde se torna uma das principais ameaças dos Vingadores. Seus planos de um futuro perfeito passam diretamente pelo fim dos Heróis Mais Poderosos da Terra, mas isso quase nunca dá certo. Com as derrotas, ele viaja mil anos além de seu presente, encontrando um futuro pacífico no século XLI e tenta tomar o império de Carelius, mas desiste após se apaixonar pela filha dele, Ravonna Renslayer. Sua história de amor com ela é trágica e termina com a morte da princesa. Então, ele viaja no tempo tentando impedir a morte da amada, mas acaba chegando a uma versão futura e cruel sua, o Immortus.

Um ponto interessantíssimo do Kang é que a cada viagem que o Kang “principal” faz, uma nova variante sua é criada. E a grande maioria dos Kangs do Multiverso compartilham da característica de serem viajantes do tempo. Então, para garantir um tipo de equilíbrio com o que eles podem ou não fazer, foi criado o Conselho dos Kangs. É lá que todas as versões do vilão se reúnem e debatem se estão ou não passando do aceitável para todos. E dentre essas variantes, há muitas más, mas também existe algumas versões boas, como o Rapaz de Ferro. Ele surge após o Kang do Universo 616 (o principal da Marvel) perceber que suas ações tiranas não foram benéficas como ele pensava. Então, ele volta no tempo e tenta impedir que o jovem Nate Richards cresça e vire o déspota. Precisando evitar seu futuro, o garoto viaja para o passado e junto a outros heróis adolescentes forma o grupo conhecido como Jovens Vingadores. No entanto, após várias batalhas e com a morte do Kang do futuro, ele entende que a saída mais segura para evitar um mal ainda maior é se tornando o Conquistador que ele precisava impedir.

No MCU, Kang foi introduzido como o guardião do tempo da TVA, também conhecido como Aquele Que Permanece. Ele avisa para Loki (Tom Hiddleston) e Sylvie (Sophia Di Martino) que a dupla pode trabalhar com ele pela manutenção de uma linha do tempo perfeita ou matá-lo e assumirem o controle. Porém, ele avisa: se o matarem, outras versões dele, ainda mais cruéis, surgirão e trarão uma grande mal para os universos. Como esperado, Sylvie assassina o vilão e agora… Bem, agora temos Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, em que vocês poderão descobrir as próximas ações de Kang, o Conquistador.

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania está em cartaz nos cinemas do Brasil.
Loki está disponível no Disney+.

Crítica | Till: A Luta Por Justiça – Drama Real pode dar 1ª Indicação ao Oscar a Danielle Deadwyler

Filme visto no Festival do Rio 2022.

Um dos grandes benefícios de ter um festival de cinema acontecendo na sua cidade é que o espectador tem a chance não só de assistir a filmes que, em outras circunstâncias, provavelmente não seriam exibidos na tela grande, mas, acima de tudo, o cinéfilo tem a oportunidade de ver, muitas vezes antecipadamente, a filmes com fortes chances de serem indicados às principais premiações da temporada. É assim que o longa ‘Till: A Busca por Justiça’ teve sessões emocionadas durante o Festival do Rio 2022, e já desponta como um forte indicado ao Oscar de Melhor Atriz em 2023.

Mamie Till (Danielle Deadwyler) é uma mãe com o coração apertado. Seu filho, Emmett Till (Jalyn Hall), de quatorze anos, está indo passar as férias com os primos e o tio, na fazenda em que trabalham na pequena cidade de Money, no Mississipi. Nada disso seria motivo para Mamie se sentir apreensiva, não fosse o fato de seu filho ser um rapaz preto, muito festivo, alegre, conversador, que, inconscientemente, chama muita atenção para si mesmo. Jovem e inocente, Emmett não percebe a maldade do mundo que o cerca. Quando, durante a viagem, algo terrível acontece com seu menino, Mamie se vê obrigada a tirar forças de onde nem sabia que tinha para lutar por justiça não só para seu próprio filho, mas para todas as crianças negras nos Estados Unidos no ano de 1955.

Till: A Busca por Justiça’ é desses filmes que costumam estrear na segunda metade do ano por aqui já de olho nas premiações do hemisfério norte. E o longa responde a vários requisitos para receber algumas indicações, dentre os quais o figurino, belamente composto acompanhando a década de 1950 em personagens cujo poder aquisitivo destaca o abismo do contexto social; os cenários e produção de arte, que recriam em tons solares o contexto sombrio no qual a história se encaixa, alternando apenas na última cena, quando a luz se esvai. É bem possível que a produção seja cotada nestas categorias.

Mas o carro-chefe das indicações provavelmente será Danielle Deadwyler, que desde a primeira cena demonstra que irá conduzir com sua entrega emocional as mais de duas horas de filme. A câmera da diretora Chinonye Chukwu (que atualmente andou no Top 10 da Netflix com seu ‘Clemência’, cuja crítica pode ser lida aqui) em close no rosto da atriz garante uma total imersão do espectador no sofrimento dessa mãe – até em demasia. Por mais da metade longa vemos Danielle chorar, e muito, ao ponto de gerar profundo desconforto na gente. Se por um lado isso desponta a atriz para receber indicações a prêmios, por outro gera mal estar em quem assiste a essa história inspirada em eventos reais.

Till: A Busca por Justiça’ joga luz sobre mais um triste episódio real do racismo estrutural que rege a sociedade estadunidense. Com participação bem especial de Whoopi Goldberg, que também é produtora do longa, ‘Till: A Busca por Justiça’ é um importante e potente drama que coloca o dedo bem fundo em uma ferida aberta da história daquele país, sem se esquivar de evidenciar o horror das consequências do racismo, mostrando, de maneira bem evidente, as violências ao corpo negro e seus reflexos para a comunidade, especialmente para as mães. Fica o alerta de gatilho.

Chegou a hora dos super-heróis abertamente LGBTQ serem vistos nos cinemas

Sabemos que sempre que o assunto sobre qualquer tipo de representatividade entra em cena, ele vem acompanhado de muitas críticas, muito haterismo e de muita gente falando coisas como “este mundo tá chato demais”, “é muito mimimi”, etc. Mas todo mundo com um pouquinho de empatia e com capacidade para se colocar no lugar do outro pôde perceber o impacto de Pantera Negra com o público negro ou de Mulher-Maravilha e, mais recentemente, Capitã Marvel dentre as mulheres.

Representatividade é muito mais que mimimi. É sobre se ver em cena, sobre poder apreciar através do seu semelhante a sensação de empoderamento e lugar de fala. E nada melhor para tratar de empoderamento do que um filme de super-herói/super-heroína, não é mesmo?

Embora seja notório que ainda há muito a se evoluir na representatividade feminina e afrodescendente nos longas de heróis, há uma comunidade que ainda busca um avanço mais significativo no gênero. Trata-se, é claro, da representação LGBTQ. Nem no Universo Cinematográfico da Marvel, nem no da DC, tivemos a oportunidade de conferir um super-herói gay, bissexual ou trans. E chegou a hora de mudar isso.

É importante destacar que neste contexto, enquanto o cinema ainda tem muito a caminhar, as séries de TV têm brilhado consideravelmente. Especialmente as da DC, exibidas principalmente pela CW (Warner, no Brasil). Arrow, The Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow contam não apenas com personagens não-heteronormativos, mas com heróis. Supergirl, inclusive, na atual temporada introduziu uma super-heroína trans, interpretada por uma atriz trans (Nicole Maines). Ainda no chamado Arrowverse, o canal foi atrás de uma atriz lésbica para viver a Batwoman (Ruby Rose). A maioria dos personagens são bem desenvolvidos e o tema é sempre inserido de forma natural. O mesmo acontece nas séries da Marvel, como Agents of S.H.I.E.L.D. e Runaways.

Antes que alguém venha apontar para a monumental distância de qualidade entre as séries-farofa da CW e os universos cinematográficos, o que fica é que o público apaixonado por quadrinhos e super-heróis está sim aberto a lidar com a diversidade em cena, falta apenas um pouco mais de coragem dos estúdios. Nas HQs, por exemplo, os fãs também já se acostumaram com personagens da comunidade LGBTQ. O Flautista (DC) e o Estrela Polar (Marvel) foram marcos de representação lá no início dos anos 90. Lembrando que até 1989, havia uma proibição expressa da CCA (Comics Code Authority) sobre a presença de personagens gays nos quadrinhos dos Estados Unidos.

Já passou da hora de Hollywood investir em heróis gays, trans ou bisexuais. E, aqui, é importante reforçar que a representação precisa ser aberta, clara e transparente. Não dá mais para, em pleno 2019, ficarmos lidando com este tipo de “homosexialidade Dumbledore”. Ou seja, aquela que a autora fala que existe, mas que não é vista em cena em momento algum. Na Marvel, tivemos recentemente o caso da Valkyrie em Thor: Ragnarok. Tessa Thompson chegou a revelar que interpretou a personagem como bissexual, mas nada que sugira isso apareceu na tela no corte final. Uma cena de Valkyrie na cama com outra mulher chegou a ser rodada, mas ficou de fora do filme. Outro longa que cortou uma cena de conotação LGBTQ foi Pantera Negra. Uma sequência que trazia um flerte entre Ayo (Florence Kasumba) e Okoye (Danai Gurira), ambas integrantes da guarda de Wakanda, chegou a ser exibida para a imprensa, mas tampouco sobreviveu ao último corte.

Antenado com o momento, e cheio de dinheiro com os sucessos de Pantera Negra (US$ 1,3 bilhão nas bilheterias mundiais) e Capitã Marvel (US$ 1,1 bilhão e contando), o todo-poderoso da Marvel Studios Kevin Feige, em entrevista recente, revelou que é questão de tempo para um super-herói LGBTQ chegar às telonas. No mesmo sentido, Victoria Alonzo, chefe de produção da Marvel, destacou que “o mundo está pronto” para que isso ocorra, e reforçou: “Todo nosso sucesso é baseado em pessoas que são incrivelmente diferentes. Por que gostaríamos de ser reconhecidos por apenas um tipo de pessoa? Nossa audiência é global, diversa e inclusiva.”

Além da importância de dar voz para uma significativa parte de seus fãs, a Disney/Marvel deve pensar até mesmo no conforto de seu sucesso. Explico: seus filmes têm sido praticamente à prova de crítica e Capitã Marvel está aí para provar que a companhia fez um universo tão consolidado que sobrevive também aos haters espalhados pelo mundo. Um herói LGBTQ renderia ataques, é verdade. Talvez o filme fosse proibido em alguns países ultraconservadores. Mas nada capaz de abalar o estúdio. Diante disso, há quase uma responsabilidade em ousar, em buscar o diferente. Quanto aos haters, eles estarão presentes nas redes, e até mesmo nas salas de cinema. Ou você acha que vão deixar de assistir a Vingadores: Ultimato por causa de Carol Denvers?

Dentre os mais conservadores, há sempre o argumento de que personagens LGBTQs podem influenciar jovens e crianças, o que não faz o menor sentido. Gays, lésbicas, bis e companhia passaram a vida toda assistindo a personagens e relacionamentos héteros no cinema (na TV, nas revistas, na família e na igreja) e isso não fez com que mudassem suas orientações.

A diversidade está presente em nossa sociedade, e cabe ao cinema reproduzir isso. A falta de heróis da comunidade LGBTQ não fará jamais uma pessoa mudar sua sexualidade, mas afetará sim sua sensação de ser representada. Em se tratando de minorias que são constantemente vítimas de violência, preconceito e intolerância, é papel da arte lhes dar lugar de fala. Seja na Marvel, seja na DC, o cinema precisa de um super-herói LGBTQ. E logo.

‘Knights’: Disney está desenvolvendo nova aventura ambientada na Idade Média

Segundo o site Collider, a Disney está desenvolvendo um filme de aventura em live-action intitulado ‘Knights’ (‘Cavaleiros’), que será ambientado na Idade Média.

A companhia contratou Matt Orton (Operation Finale) para assinar o roteiro.

A trama gira em torno de uma jovem mulher que se junta a um cavaleiro em sua missão para destruir um artefato muito perigoso e que pode trazer caos para o mundo caso caia nas mãos erradas.

Jessica VirtueChaz Salembier irão supervisionar o projeto como produtores executivos. Virtue atualmente trabalha na prequência Cruella, estrelado por Emma Stone, enquanto Salembier está responsável pelo filme em live-action A Dama e o Vagabundo, do Disney+.

O estúdio está trabalhando em diversos projetos ambientados no período medieval, incluindo ‘A Saga Merlin’, de Ridley Scott, e a releitura A Espada Era a Lei, do diretor Juan Carlos Fresnadillo e do roteirista Bryan Cogman.

Ainda neste ano, a Disney irá lançar diversos novos projetos, como a aguardada sequência Malévola: Dona do Mal, com Angelina Jolie reprisando o papel-titular, e a continuação Frozen 2‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ chega aos cinemas em dezembro de 2019.

‘Jexi – Um Celular Sem Filtro’: Comédia com Adam DeVine ganha novo trailer HILÁRIO; Confira!

A comédia Jexi – Um Celular Sem Filtro’, estrelada por Adam DeVine, ganhou seu novo trailer oficial.

Confira:

Phil (DeVine) é viciado em seu celular, não tem amigos e sua vida amorosa é inexistente. Mas isso está prestes a mudar. Quando ele é forçado a atualizar o aparelho, o modelo mais recente vem com um recurso inesperado: Jexi (Rose Byrne), um sistema de inteligência artificial que se torna companheira e orientadora de Phil. Com sua ajuda, ele começa a viver a vida real. Mas, à medida que se torna menos dependente de seu telefone, Jexi se transforma em um pesadelo tecnológico, determinada a manter Phil sozinho, mesmo que isso signifique arruinar suas chances de encontrar o sucesso.

Produzido pela Lionsgate, o filme é dirigido por Jon Lucas e Scott Moore (‘Finalmente 18‘).

O elenco conta com Adam Devine, Alexandra Shipp, Rose Byrne, Justin Hartley, Michael Peña, Ron Funches, Charlyne Yi, Wanda Sykes, e Kid Cudi.

‘O Mandaloriano’: Romance baseado na série tem lançamento adiado para 2021

Há alguns meses, a Lucasfilm e a Del Rey Books anunciaram a primeira leva de livros baseado na aclamada série ‘O Mandaloriano’, do Disney+. Entretanto, parece que os fãs terão que esperar um pouco mais para conseguir adquirir a obra.

Anteriormente previsto para chegar às livrarias no final deste ano, o livro, ainda sem título oficial confirmado, teve lançamento adiado para o outono norte-americano de 2021.

Confira o anúncio:

“Breve mudança de cronograma, amigos! O romance baseado em ‘O Mandaloriano’ foi adiado para o outono de 2021. Assim que tivermos uma data final, vocês saberão.”.

Lembrando que ‘O Mandaloriano‘ já foi renovada para sua 3ª temporada, e a 2ª estreia em outubro na Disney+.

Assista ao trailer da 1ª temporada:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.