Site Página 150

Vídeo inédito traz os erros de gravação de ‘Esquadrão Suicida’

Esquadrão Suicida‘ ganhou um vídeo inédito com os erros de gravação.

Assista:

O diretor Guy Ritchie revelou em entrevista à Variety que gostaria de assumir a direção da sequência de ‘Esquadrão Suicida‘.

“Eu gostaria de dirigir Esquadrão Suicida 2, porque acho que eu poderia fazer um bom trabalho nele. Eu não posso fazê-lo no momento, porque estou em outro projeto. Mas senti que eu poderia fazer algo bem legal com o filme”, afirmou.

Ritchie é um colaborador da Warner Bros. há anos, e já dirigiu ‘Sherlock Holmes‘ e ‘Rei Arthur‘ para o estúdio.

Mel Gibson não entrou em um acordo com a Warner Bros. e está fora da lista de candidatos a comandar ‘Esquadrão Suicida 2‘. O site afirma que o diretor e o estúdio tiveram “diferenças criativas”.

O preferido agora é Jaume-Collet Serra, que dirigiu ‘A Órfã‘ e ‘Águas Rasas‘.

David Ayer não retorna porque foi contratado para assumir ‘Sereias de Gotham‘,  estrelado pela Arlequina.

A Warner Bros. agendou duas novas datas de estreia em seu calendário de futuros filmes da DC: 27 de setembro de 2019 e 7 de fevereiro de 2020.

Como ‘Sereias de Gotham‘ será realizado ANTES de ‘Esquadrão Suicida 2‘, especula-se que o primeiro ficará com a data de 2019, enquanto a sequência dos maiores vilões da DC será lançada em 7 de fevereiro de 2020.

Esquadrão Suicida‘ não agradou a crítica, mas arrecadou US$ 745 milhões mundialmente.

‘Batman’: Anne Hathaway quer voltar a viver a Mulher-Gato 

As Cenas Pós-Créditos de ‘Annabelle – A Criação do Mal’ [SPOILERS]

[SPOILERS]

O editor-chefe Renato Marafon explica as duas cenas pós-créditos de ‘Annabelle – A Criação do Mal‘, terror que consegue colocar a franquia nos trilhos e fazer jus aos filmes ‘Invocação do Mal‘.

Assista:

Leia nossa crítica em TEXTO:

Crítica | Annabelle 2 – A boneca do gabiru em um filme assustadoramente divertido 

No longa, vários anos após a trágica morte de sua filhinha, um fabricante de bonecas e sua esposa abrigam em sua casa uma freira e várias meninas de um orfanato que foi fechado, e logo se tornam alvos da possuída criação do fabricante de bonecas, Annabelle.

Miranda Otto (‘O Senhor dos Anéis’) interpreta a mulher desfigurada do fabricante de bonecas.

O roteirista do primeiro filme, Gary Dauberman, é o responsável pelo script de ‘Annabelle2‘. James Wan volta a produzir.

Veja fotos da verdadeira boneca ‘Annabelle’ – você não vai acreditar! 

O terror já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Corra!’ e ‘Logan’ são indicados ao prêmio do Sindicato dos Roteiristas 2018

O Sindicado dos Roteiristas dos EUA divulgou a lista de indicados ao seu prêmio (WGA, na sigla em inglês), que traz alguns dos filmes mais cotados para o Oscar 2018.

Confira os concorrentes:

Melhor Roteiro Original

Doentes de Amor
Corra!
Eu, Tonya
Lady Bird: É Hora de Voar
A Forma da Água

Melhor Roteiro Adaptado

Me Chame Pelo Seu Nome
O Artista do Desastre
Logan
A Grande Jogada
Mudbound

Melhor Documentário

Betting on Zero
Jane
No Stone Unturned
Oklahoma City

Emily Blunt brilha em nova prévia de ‘O Retorno de Mary Poppins’

A Disney divulgou uma nova prévia do aguardado O Retorno de Mary Poppins’.

Assista:

Emily Blunt (‘A Garota no Trem’, ‘Caminhos da Floresta’) estrela ‘O Retorno de Mary Poppins‘, da Disney, como a babá praticamente perfeita com habilidades mágicas singulares que pode transformar uma tarefa de rotina em uma aventura fantástica e inesquecível. Nesta sequência inédita, que tem uma sensibilidade nova, contudo ainda celebra o espírito do original, Mary Poppins está de volta para ajudar a próxima geração da família Banks a encontrar a alegria e a magia que estão faltando em suas vidas após passarem por uma perda pessoal. A babá enigmática tem a companhia de seu amigo Jack, interpretado por Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton,’ ‘Moana – Um Mar de Aventuras’), um acendedor de lampiões otimista que ajuda a trazer luz – e vida – às ruas de Londres.

O filme chega por aqui somente em 3 de Janeiro de 2019. Nos EUA, a estreia acontece em 19 de Dezembro de 2018.

Além de Emily Blunt, estrelam a produção: Lin-Manuel MirandaBen Whishaw, Emily Mortimer (Hugo), Colin Firth e Meryl Streep.

Rob Marshall, do inesquecível ‘Chicago‘, comanda a produção. Ele já trabalhou com Streep e Blunt em ‘Caminhos da Floresta‘.

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Capa da revista Empire traz o herói e o Mystério

A sequência Homem-Aranha: Longe de Casa é o grande destaque da próxima edição da revista britânica Empire e a produção estampa uma bela capa da publicação, trazendo o Amigo da Vizinhança ao lado do vilão Mystério.

Confira:

A sequência terá o retorno de Jon Watts na direção, e também contará com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

O elenco também conta com Zendaya, Marisa Tomei, Jacob Batalon e Samuel L. Jackson.

Homem-Aranha: Longe de Casa‘ chega aos cinemas nacionais em 4 de julho.

Oi? Disney contrata Claudia Leitte para ‘se vestir’ de ‘Mulan’ no carnaval

Ao invés de procurar uma atriz ou cantora de origem asiática para divulgar ‘Mulan‘, a Disney escolheu a cantora Claudia Leitte para divulgar a produção.

Pelo segundo consecutivo, a cantora vai usar no carnaval looks inspirados na guerreira ‘Mulan‘ – personagem do filme de mesmo nome da Disney que estreia em 26 de março.

Os trajes estão sendo desenvolvidos pelo estilista Yan Acioli em parceria com Israel Valentim especialmente para a ocasião e trazem referências a uma personagem que será apresentada de uma forma nunca vista antes.

É a segunda vez que a Disney contrata a cantora para divulgar suas personagens. Em 2019, Claudia subiu no trio em São Paulo e Salvador usando uma roupa da ‘Capitã Marvel‘.

Netflix pretende criar plano de assinatura mais barato exclusivo para smartphones

De acordo com o Comic Book, a Netflix lançou um plano de assinatura na Índia e na Malásia que permite acesso ao catálogo de filmes e séries apenas em dispositivos móveis, com um valor mensal em torno de US$ 2,99 a US$ 3,99.

Por conta do sucesso desse serviço, a plataforma de streaming pretende expandir a opção em outros países ao redor do mundo.

Durante uma conferência em Delhi, capital da Índia, o CEO da Netflix, Reed Hastings, deu detalhes sobre o investimento.

“Se disponibilizarmos um conteúdo incrível pelo mundo, as pessoas estarão dispostas a pagar por isso. Nos EUA, o serviço de TV a cabo custa cerca de US$ 75. Aqui na Índia custa de US$ 3,00 a US$ 5,00. Nos EUA, as pessoas pagam US$ 50 pelo acesso à internet nos smartphones, na índia não passa de 50 centavos. O preço é muito baixo por aqui e o mercado é muito grande. Eu acho até que US$ 2,99 por mês, é um preço bastante competitivo.”

Anteriormente, Hastings já havia dito ao The Economics Times que a empresa iria fazer testes de audiência em outras regiões, mas não revelou em quais países.

“Vamos realizar testes em outros mercados com condições semelhantes às da Índia e acreditamos que também teremos bons resultados nesses locais.”

E aí, será que a Netflix vai lançar o plano exclusivo para dispositivos móveis no Brasil?

‘The Tomorrow War’: Amazon Prime compra ficção científica da Paramount com Chris Pratt

O Amazon Studios adquiriu os direitos do filme ‘The Tomorrow War‘, da Paramount Pictures.

O longa é dirigido por Chris McKay e estrelado por Chris Pratt, que também atua como produtor executivo. O filme de ação e ficção científica será lançado exclusivamente no Prime Video em 2 de julho, em mais de 200 países e territórios.

Em ‘The Tomorrow War‘, o mundo fica em choque quando um grupo de viajantes do tempo chega do ano 2051 para entregar uma mensagem urgente: trinta anos no futuro, a humanidade está perdendo uma guerra contra uma espécie alienígena mortal. A única esperança de sobrevivência é levar soldados e civis do presente para se juntarem à luta no futuro. Entre os recrutados está o professor de ensino médio e pai de família Dan Forester (Chris Pratt). Determinado a salvar o mundo para sua filha, Dan junta-se a uma cientista brilhante (Yvonne Strahovski) e seu pai (J.K. Simmons) em uma busca desesperada para reescrever o destino do planeta.

The Tomorrow War surpreenderá e encantará nossos clientes em todo o mundo”, afirma Jennifer Salke, Head do Amazon Studios. “O diretor Chris McKay elaborou de forma brilhante esta ficção científica única e cheia de ação que prenderá a atenção do público também com uma história de pai e filha. Não poderíamos estar mais felizes em continuar nosso relacionamento com Chris Pratt – uma estrela que traz muita dinâmica ao filme – com David Ellison e a equipe Skydance, e poder compartilhar este emocionante filme com os fãs”, completa.

“Estou muito orgulhoso deste elenco e equipe incríveis que trabalharam em circunstâncias desafiadoras para criar um filme de ação e ficção científica original e único, algo que está cada vez mais raro. Assisti-los misturar ação, terror, comédia e drama sem esforço foi um sonho que se tornou realidade para mim e espero emocionar o público”, diz o diretor Chris McKay

Há alguns meses, Pratt publicou vídeo de bastidores detalhando as artes conceituais do longa.

Confira:

 

Ver essa foto no Instagram

 

One of the biggest thrills of film production is seeing concept art work in various forms. I grew up with a pencil in my hand. I drew everything- draw 50 horses, I copied images from comic books, marvel, dc, Conan, a lot of super heroes, plus characters from various RPGs like Rifts and Mech Warrior, I painted murals on my bedroom walls. I was always doodling. And i respect the hell out of free hand artists. So to see my face drawn on images such as the ones above is really surreal. Mad respect to the artists out there. And big ups to the kids out there drawing. Pencils and paper are cheap. Art is an amazing way to build confidence. This Christmas get your kid a pencil and sketch pad. @thetomorrowwar

Uma publicação compartilhada por chris pratt (@prattprattpratt) em

 

Projeto para ACABAR com o ingresso de meia-entrada é vetado pelo Governo de SP

O governo de São Paulo vetou o projeto de lei que previa acabar com a meia-entrada nos cinemas e eventos culturais para estudantes e idosos.

O veto foi assinado pelo presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, o deputado Carlão Pignatari (PSDB), que está como governador em exercício em função da viagem de João Doria (PSDB) ao exterior.

O presidente da Alesp afirmou que o projeto é inconstitucional, já que a legislação federal garante o direito ao benefício.

“O projeto, ao proibir aos estabelecimentos a instituição de cotas máximas de ingressos para meia entrada, bem como vedar a concessão de meia-entrada para categorias específicas de ingressos (artigo 2º) também não está em conformidade com a legislação federal, que assegura o benefício para 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento. Concluiu-se que a matéria se encontra suficientemente disciplinada na esfera federal, e que projeto mostra-se incompatível com as normas gerais expedidas pela União.”

A política de meia-entrada foi instaurada em 2013 e abrange estudantes, pessoas com deficiência e jovens, de baixa renda, com idade entre 15 e 29 anos. Para os idosos, esse direito existe de 2003 e se insere no Estatuto do Idoso.

‘Adão Negro’ será para MAIORES de 13 anos; Saiba o motivo!

Adão Negro‘, adaptação estrelada pelo astro Dwayne Johnson (‘Jumanji: Bem-vindo à Selva’), teve sua classificação indicativa revelada pela MPAA.

O filme será para MAIORES de 13 anos (PG-13) por:

“Cenas fortes de violência e ação intensa e linguagem chula”.

Confira o trailer DUBLADO e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de outubro.

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça: Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas’), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

Bradley Cooper aparece IRRECONHECÍVEL no intenso trailer de ‘Maestro’, novo filme da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer de ‘Maestro‘, filme estrelado e dirigido por Bradley Cooper (‘Sniper Americano’) – que surge IRRECONHECÍVEL.

O ator dará vida a Leonard Bernstein, compositor premiado da Broadway. As cenas também apresentam Felicia Montealegre, esposa de Bernstein, interpretada pela igualmente talentosa Carey Mulligan (‘Drive’). Maya Hawke (‘Stranger Things’) e Matt Bomer (‘Magic Mike’) também estão no elenco.

A estreia foi agendada para 20 de Dezembro.

Assista:

Lembrando que Steven Spielberg (‘Amor, Sublime Amor’) estava previsto para dirigir o filme sobre a vida do compositor. Foi ele que convidou Bradley Cooper, que estava saindo do elogiado ‘Nasce Uma Estrela‘, para estrelar o projeto.

Cooper que atua como cineasta também está na produção e assina o roteiro do filme ao lado de Josh Singer (‘O Primeiro Homem’).

 

EXCLUSIVO! Bruna Marquezine abre o jogo pela primeira vez sobre não poder divulgar ‘Besouro Azul’

Por causa da greve dos atores, a atriz Bruna Marquezine não pôde divulgar sua grande estreia em Hollywood, o blockbuster da DC ‘Besouro Azul’ .

Pela primeira vez desde o lançamento, Bruna finalmente revelou com exclusividade ao CinePOP como se sentiu ao não poder falar sobre o filme durante a sua estreia.

Assista:

Na época do lançamento do filme, a mãe da atriz Bruna Marquezine, Neide Maia, compartilhou um vídeo tocante na internet.

O vídeo mostra a atriz emocionada ao ver uma imagem sua em um painel publicitário do filme ‘Besouro Azul’ na Times Square, em Nova York.

Acompanhada de sua família, Marquezine expressa uma mistura de lágrimas e sorrisos enquanto observa sua imagem em destaque no famoso painel na icônica praça nova-iorquina. Emocionada, ela comenta: “Bem ali está a minha foto.”

Confira:

Assista a nossa entrevista com o diretor e crítica:

Embora não tenha alcançado recordes de bilheteria ao redor do mundo, ‘Besouro Azul‘ chegou a US$ 130 milhões em bilheteria ao redor do mundo.

Foram US$ 71 milhões nos Estados Unidos e US$ 59 milhões no mercado internacional.

Angel Manuel Soto (Charm City Kings) está na direção, com o roteiro assinado por Gareth Dunnet-Alcocer (Miss Bala).

‘Branca de Neve’ ganha novo teaser com inéditas

O novo filme live-action da Disney, ‘Branca de Neve’, ganhou um novo comercial com cenas inéditas.

As atrizes Gal Gadot e Rachel Zegler, que interpretam a Rainha Má e Branca de Neve, respectivamente, são destaque no vídeo.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

A estreia está marcada para o dia 21 de março de 2025.

A versão live-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso comercial do remake de ‘Rei Leão‘.

Do produtor e produtor executivo de Wicked, Marc Platt e Jared LeBoff, e do diretor Marc Webb (O Espetacular Homem-Aranha) chega Braca de Neve – uma releitura musical live-action do clássico filme de 1937 do estúdio.

A mágica aventura musical retorna à história atemporal com Rachel Zegler (Amor, Sublime Amor) no papel-título e Gal Gadot (Mulher-Maravilha), como sua madrasta, a Rainha Má.

branca de neve poster

Filme de ação com Jason Statham, roteiro de Stallone e diretor de ‘Esquadrão Suicida’ faz SUCESSO no streaming; Confira as críticas!

O filme de ação ‘Resgate Implacável‘ (A Working Man), estrelado por Jason Statham (‘Beekeeper: Rede de Vingança’), está fazendo sucesso no Prime Video e tem uma equipe de calibre. O filme atualmente está em 9º lugar entre os mais vistos do streaming.

A produção é dirigida por David Ayer (‘Esquadrão  Suicida’) à partir de um roteiro assinado por Sylvester Stallone – baseado no romance homônimo de Chuck Dixon.

Na trama, Levon Cade, um ex-agente de operações secretas, leva uma vida pacífica com sua filha como trabalhador de construção civil.

No entanto, Levon é forçado a usar seu antigo conjunto de habilidades para encontrar a filha adolescente de seu chefe e logo descobre uma conspiração criminosa que tem o potencial de causar estragos em sua vida tranquila.

O elenco ainda conta com David Harbour, Michael Peña, Jason Flemyng, Arianna Rivas, Noemi Gonzalez e Emmett J. Scanlan.

Resgate Implacável‘ abriu com apenas 59% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Com uma recepção divisiva, o consenso geral critica a originalidade da narrativa e de algumas cenas de ação, enquanto aclama a performance de Jason Statham (‘Beekeeper: Rede de Vingança’) como um protagonista competente do gênero.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Sempre digo isso quando critico um filme estrelado pelo Jason Statham: eu o considero mais interessante em suas cenas sem ação do que quando ele está explodindo bandidos em pedacinhos. Este filme não é diferente.” (Boston Globe)

“Alguns filmes [do diretor David Ayer] são muito bons, mas, cada vez mais, parece que ele está reciclando tramas antigas, do mesmo jeito que os filmes de ação lançados direto em VHS faziam no final do século XX.” (Variety)

“Embora não seja tão insano ou absurdo quanto ‘Beekeeper: Rede de Vingança’, este filme prova que Jason Statham e o diretor David Ayer devem continuar fazendo filmes de ação​​pelo maior tempo possível.” (Discussing Film)

“‘Resgate Implacável’ é tão sombrio quanto sua cinematografia. Embora esses visuais certamente combinem com o conteúdo do filme, não há nada de bom nele em outros aspectos para compensar.” (AV Club)

“Não estamos assistindo este filme para aprender uma lição, estamos aqui para um pouco de ultraviolência. E ‘Resgate Implacável’ faz isso muito bem.” (Associated Press)

“O carisma brilhante de Jason Statham está amplamente em evidência neste filme. Apesar de não convencer como um cidadão comum, ele é mais do que convincente como alguém que um bandido nunca deveria querer ver chegando.” (The Hollywood Reporter)

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Homem sério com taco em cartaz de filme

Por que ‘Pânico’, o original e o “requel”, são tão bons?

Já sabemos, ao menos aqueles que conhecem a franquia ou possuem o mínimo de conhecimento cinematográfico contemporâneo: quando lançado em 1996, ‘Pânico‘ foi um estrondo, fenomenal ao ganhar a crítica e o público aos poucos.

O subgênero slasher que na época, passava por um período de decadência, tendo em O Mistério de Candyman e O Novo Pesadelo: O Retorno de Freddy Krueger (também de Wes Craven), dois dos raros bons momentos do Slasher Tardio (etapa de continuações frias, posteriores ao advento do boom slasher dos anos 1980).

O roteirista Kevin Williamson, um profundo e confesso admirador Halloween: A Noite do Terror, conseguiu que seu texto chegasse ao criador de Freddy Krueger e um novo ícone do terror se estabeleceu: Ghostface. Assim começou uma rentável história. Pânico foi sagaz, diferenciado da maioria dos filmes deste segmento, numerosas referências típicas da cultura pop de sua década, com uma já clássica passagem de abertura com Drew Barrymore a responder questionamentos sobre Sexta-Feira 13, Halloween, A Hora do Pesadelo, dentre outros, um prazeroso feixe de diálogos que reverenciavam os fãs de filmes do tipo, geralmente destratados pela crítica especializadas, quase sempre a considerá-los “cinema menor”.

Interessante observar que a metalinguagem, nesta época, já tinha sido discutida no âmbito slasher não apenas no empolgante retorno de Freddy Krueger e suas reflexões sobre o filme dentro dos filmes e o impacto do cinema na sociedade, mas também no mediano Popcorn: O Pesadelo Está de Volta, de 1991, uma narrativa divertida e inteligente, mas sem a execução estilosa de alguém do calibre de Wes Craven. A trama apresentava ao público um grupo de personagens inseridos num cinema que decide exibir filmes para um festival de horror, organizado por jovens estudantes de cinema que aos poucos, se tornam vítimas de um assassino impiedoso, influenciado por obscuros segredos do passado.

Wes e Kevin, uma dupla que podemos chamar de dinâmica, alguns anos depois, retomaram com uma proposta metalinguística com um tom mais audacioso. Como resultado, entregaram um espetacular filme de horror com diálogos inteligentes, muitas referências e desempenhos dramáticos muito acima do que geralmente tínhamos no subgênero slasher.

Parte deste sucesso também se deu por conta do trio protagonista, composto por Sidney Prescott, Gale Weathers e Dewey Riley, interpretados por Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette, respectivamente, personagens que estão de volta na trama de 2022, grandes responsáveis pela coerência, coesão e respeitabilidade do renascimento da onda de crimes sangrentos em Woodsboro. Sem o trio, creio, este novo Pânico seria apenas mais um bom filme de terror com ressonâncias do legado da franquia, não excelente como acabou se apresentando. Agora, caro leitor, depois deste breve, mas acredito, elucidativo panorama, sigamos com o retorno de Ghostface no quinto filme.

Logo em sua já esperada cena de abertura, Tara Carpenter (Jenna Ortega) é a primeira vítima do psicopata. Ela atende ao chamado pelo telefone, mas percebe que as suas chances de sobreviver são remotas, pois desconhece as regras dos filmes questionados, afinal, a sua preferência é por narrativas como os superestimados A Bruxa, Hereditário, dentre outros, filmes que compõem a linha do que um determinado feixe de crítica contemporânea chama de pós-horror. Sua sobrevivência é incerta, afinal, o padrão é que as primeiras mortes sejam o aviso para o que pode vir em direção aos demais personagens. É uma passagem forte, violenta, talvez o ataque mais insano de todas as aberturas da franquia, ao menos no quesito deterioração do corpo alheio.

Os envolvidos no projeto, no entanto, preparam o público para uma surpresa. A jovem não morreu. Bastante debilitada, mas internada no hospital, o seu grupo de amigos logo arruma um jeito de avisar para a sua irmã, Sam Carpenter (Melissa Barrera), sobre o impiedoso ataque e, em seu deslocamento para Woodsboro. Pronto: o palco de tragédias está montado e a tenebrosa montanha-russa de emoções começa a ter os seus trilhos a se movimentar. Em sua estrutura inteligente, dinâmica, mordaz e ousada, a narrativa nos apresenta ao novo grupo de possíveis vítimas: Richie (Jack Quaid), Wes (Dylan Minnette), Mindy (Jasmin Savoy), Liv (Sonia Ammar), Amber (Mikey Madison) e Chad (Mason Gooding). Um deles (ou mais) pode ser o novo mascarado. Nós saberemos, ao passo que a trilha de corpos é estabelecida.

Assim, aqueles que morrem deixam de habitar a lista de suspeitos para se direcionarem ao necrotério, alvos dos já mencionados ataques impiedosos do assassino, assertivos graças aos efeitos de maquiagem supervisionados pelo eficiente Jeff Goodwin. Um deles, Vince (Kyle Gallner), um stalker valentão e perseguidor de uma das jovens do tal grupo, também figura como um potencial suspeito, mas ao passo que a narrativa deslancha, por seu vínculo com alguém da memória trágica de Woodsboro, logo pode deixar a mencionada lista de possível algoz para fazer parte da coleção de vidas ceifadas pelo psicopata. Como habitual, muitas reviravoltas conduzem o roteiro, tudo em prol do último ato, momento que atinge um nível elevado de insanidade (e qualidade), um dos melhores de toda a franquia com finais sempre ótimos.

Depois dos primeiros ataques, com a sensação de insegurança no auge, Sam procura Dewey e clama por um mentor. Isolado num trailer e ainda entristecido após a separação com Gale, o ex-policial da cidade faz o mesmo que Laurie Strode no começo de Halloween (2018): se nega diante do pedido de ajuda dos jovens, mas não demora, abre mão e decide ser um colaborador. Ele contata Sidney e manda mensagens de texto para a ex-esposa. Assustada e angustiada, a final girl logo aparece em Woodsboro, pois conforme a sua justificativa para o retorno, não conseguirá dormir enquanto não aniquilar o novo mascarado. Gale, sempre conectada com seus interesses profissionais, midiática, mas contida, agora âncora de um programa televisivo novaiorquino, também retorna para a cobertura dos assassinatos, sem deixar de se preocupar, claro, com o policial, um homem por quem ainda nutre sentimentos.

É com a chegada do trio que Pânico deixa de ser bom e se torna ótimo. Os veteranos exalam credibilidade ao tecido narrativo, pois nos conectam com o legado estabelecido por Wes Craven e Kevin Williamson em 1996, continuado em 1997, 1999 e 2011. Todos se propõem a travar uma intensa luta pela sobrevivência até o desfecho apoteótico, na mesma casa onde ocorreu o sangrento desfecho do primeiro filme, a residência de Stu, um dos psicopatas que ao lado de Billy Loomis, estabeleceu o horror em Woodsboro. O ex-namorado “monstro” de Sidney, por sinal, é uma figura que aqui ganha um retorno inesperado, por meio das alucinações de uma das personagens. Ele, cabe ressaltar, é parte sólida das motivações para o retorno dos crimes hediondos em Woodsboro. É o que o roteiro quer nos fazer acreditar. Será?

Judy (Marley Shelton), de Pânico 4, agora delegada, ressurge em alguns ótimos momentos da trama, com referências aos seus quadradinhos de limão, guloseimas que levava para Dewey no antecessor, alvo dos ciúmes da inquieta Gale Weathers. A proximidade estética e os demais aparatos de estruturação da narrativa, em especial, a montagem, conseguem se manter bastante próximos dos quatro filmes anteriores, acredito, por trazer de volta Marianne Maddalena, na posição de produtora executiva, cargo que divide com Kevin Williamson, membros que garantem uma nova versão para Pânico, ousada e irreverente, mas com ligações estéticas e dramáticas que estabelecem a devida correspondência com toda a franquia.

Martin Bettinelli-Olpin e Tyler Gillet, na posição de diretores, conseguem, com talento esbanjado, dar conta da função que assumiram. Eles possuem como guia, o roteiro de James Vanderbilt e Guy Busick, dramaturgos inspirados nos personagens e argumentos de Kevin Williamson.

Pânico traz uma nova equipe de realizadores, todos com suas próprias assinaturas, donos de um estilo peculiar, mas respeitosos com o legado audiovisual da franquia, também algo já mencionado. Na direção de fotografia de Brett Jutkiewicz, a grande diferença da vez é a estratégia de movimentação da câmera, com deslocamentos conseguem emular o sadismo e a ironia de Ghostface em seus movimentos atrevidos e sarcásticos. Para as mortes se tornarem mais impactantes, o design de som do Formosa Group faz questão de delinear cada golpe desferido diante dos ataques sangrentos.

O compositor Brian Tyler também entrega um bom trabalho, mesmo que não alcance a coesão sonora de Marco Beltrami, produzindo um som mais genérico, parecido com muitos outros filmes de terror, com seus metais e instrumentos de sopro em justaposição para criação de sons estarrecedores, conforme os violentos ataques de Ghostface. No design de produção de Chad Keith gerencia uma direção de arte preocupada com peculiaridades e uma cenografia envidraçada, própria para o estabelecimento da sensação de insegurança dos personagens.

Por fim, é bem quase certo que diante da nova empreitada, uma nova safra de filmes se estabeleça dentro da franquia. Espero, no entanto, que continuem honrando o patrimônio que é legado de Wes Craven, não é mesmo, leitores?

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

1994: O ano que foram lançadas DUAS obras-primas do cinema!

O ano de 1994 ficou guardado com muito carinho no coração dos cinéfilos, já que nesse período foram lançados alguns filmes que se tornam verdadeiros xodós de muitos amantes da sétima arte. Nessa matéria, vamos destacar dois deles: Pulp Fiction – Tempo de Violência e Um Sonho de Liberdade.

Segundo longa-metragem da carreira do genial cineasta Quentin Tarantino, Pulp Fiction – Tempo de Violência e seus diálogos afiados, dando um bico em qualquer cronologia, coloca na mesa reflexões sobre a sociedade e a violência de uma maneira poucas vezes vistas até então. Além de tudo, foi um dos filmes mais rentáveis da história do cinema, custou 8 milhões de dólares e arrecadou, só em bilheteria, mais de 200!

Na trama, conhecemos uma série de personagens ligados de alguma forma ao mundo do crime. Assassinos, traficantes mafiosos, esportista corrompido, psicopatas, assaltantes descontrolados. Acompanhamos por meio de um roteiro longe de qualquer linearidade um desfile macabro e contundente pelo espelho caótico da natureza humana que percorre as linhas da inconsequência. Vincent Vega (John Travolta), Mia (Uma Thurman), Jules (Samuel L. Jackson), Sr.Wallace (Ving Rhames), Butch (Bruce Willis) entraram para a galeria de personagens inesquecíveis do cinema.

Talvez o fator que mais chame a atenção num primeiro momento, além da uma trilha sonora inesquecível, é a estrutura narrativa adotada. Girando ao redor de três histórias principais – pelo menos mais desenvolvidas – somos envolvidos por situações inusitadas, algumas bem bizarras, em uma espécie de contos – a maioria aterradores – que se entrelaçam. Pelo caminho, referências a outros filmes, como na dança mais famosa contida no projeto que é uma espécie de homenagem a uma sequência parecida que ocorre no maravilhoso 8 e ½ de Fellini.

Esse fenômeno mundial é o oitavo filme mais bem avaliado do IMDB com uma média de 8.9 tendo mais de dois milhões de votos. Além do sucesso de público e crítica, o longa-metragem figurinha marcante em premiações após seu lançamento, sendo indicado para sete Oscars – venceu como Melhor Roteiro Original, assinaram Tarantino e Roger Avary – e vencendo a concorrida Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes no ano de 1994.

Em 2024, Pulp Fiction – Tempo de Violência completa três décadas e segue bem vivo nas memórias de quem viu e passa para frente sua grandiosidade como um filme necessário para todos que amam cinema. Atualmente o filme está disponível no catálogo do telecine mas se forem pesquisar fiquem atentos pois, volta e meia, entra e sai de outras plataformas de streamings. Se você ainda não viu, corre pra assistir!

Baseado na obra Rita Hayworth and Shawshank Redemption, do espetacular escritor Stephen King, Um Sonho de Liberdade é um caso bem peculiar na galeria dos filmes que marcaram uma geração de cinéfilos. Trazendo para o público uma história angustiante de um banqueiro, preso injustamente pelo assassinato de sua esposa, levado para uma jornada infernal de duas décadas numa penitenciária norte-americana, o filme foi um fracasso de bilheteria. Algo que logo mudou com o sucesso estrondoso quando chegou as locadoras, sendo bastante procurado por todos os lugares do planeta.

Na trama, indicada para sete Oscars, conhecemos Andy Dufresne (Tim Robbins), um homem bem sucedido que após descobrir a traição da esposa é preso injustamente pela assassinato da mesma e seu amante. Mesmo alegando inocência e com provas nada conclusivas é sentenciado a uma dura pena. Ao longo de todo o período que fica preso, passa a buscar a sobrevivência através de suas habilidades, com a amizade que faz com outro prisioneiro, Red (Morgan Freeman), mas não deixa de viver em muitos momentos o terror daquele lugar. Em busca de uma solução, arma um plano de fuga que beira ao inacreditável.

Esse é um daqueles filmes que você assiste e nunca mais sai de sua memória. A jornada de sobrevivência vivida pelo protagonista é tão bem detalhada que logo passa toda a angústia do que é viver naquele lugar. A composição dos personagens é sublime, a relação de amizade de Andy e Red – um dos alicerces da trama – é profunda e genuína. A emoção é elevada a várias potências, é difícil tirar os olhos da tela ao longo das mais de duas horas de projeção. A redenção chega na forma de oportunidade, na crença da esperança que nunca morre, algo que se torna bastante reflexivo.

Um fato inusitado é que Stephen King nunca descontou o cheque com o pagamento de 5.000 dólares pelo filme e tempos depois o devolveu emoldurado para Frank Darabont (que tinha comprado os diretos cinematográficos da obra no final da década de 1980). Um sinal de carinho e respeito pela espetacular obra produzida.

Um Sonho de Liberdade está disponível no catálogo da MAX. Um filme que todo mundo precisa assistir um dia. Inesquecível.

 

 

 

As Duplas Mais Inusitadas dos Anos 80 no Cinema

Os anos 1980 estão de volta! Os anos 1980 são agora! A cultura desta época fanfarrona nunca esteve tão em voga (bem, sem contar na própria década em si). Franquias e propriedades nascidas no período são revitalizadas a todo momento, seja no mundo do cinema, desenhos e música. Atualmente, um dos grandes responsáveis por dar novo gás aos 80´s para esta geração é fruto de um canal de streaming. Stranger Things, da Netflix, surfou na popularidade da época para se tornar um fenômeno.

No programa, os realizadores já perceberam que um dos grandes atrativos é a união de duplas ou grupos inusitados de personagens. Assim, desde a segunda temporada, o banguela Dustin (Gaten Matarazzo) tem passado muito mais tempo com Steve (galã fútil reabilitado) – vivido por Joe Keery –  do que com seus companheiros. Na nova temporada, o roteiro ainda tratou de incluir a decidida Robin (Maya Hawke) e a “pentelha” Erica (Priah Ferguson) na mistura. Max (Sadie Sink) e Eleven (Millie Bobby Brown) esqueceram a rivalidade da temporada passada e criaram um forte laço girl power, e até o durão Hooper (David Harbour) precisou passar tempo considerável com o “inimigo”, o cientista russo Alexei “Smirnoff” (Alec Utgoff).

Pensando nisso, o CinePOP resolveu relembrar algumas das uniões mais inusitadas que ocorreram durante os anos 1980 no cinema. Vem com a gente conhecer.

Sylvester Stallone & Pelé

Começamos a lista com uma dupla cujo elo único é o esporte. Esse inusitado encontro ocorreu no drama de guerra Fuga para a Vitória (1981), no qual ambos são prisioneiros – ao lado de Michael Caine – e montam um time de futebol para enfrentar a Alemanha nazista (por favor, queremos este remake). Na época, Stallone ainda não era conhecido como o herói de ação que viria a se tornar (fato cimentado após o lançamento de Rambo 2 – A Missão, de 1985), mas já era famoso pelo papel do pugilista Rocky Balboa.

 

O ator, inclusive, já havia interpretado o papel do lutador duas vezes a esta altura – no segundo filme, dirigido pelo próprio. Pelé, considerado o maior jogador de futebol de todos os tempos, também ensaiou uma carreira como ator de cinema, lançando filmes nas décadas de 1970 e 1980 (incluindo Os Trapalhões e o Rei do Futebol – sucesso nacional de 1986).

Superman & Richard Pryor

Bem, devemos dizer Christopher Reeve e Richard Pryor. Mas a verdade é que o ator ficou imortalizado pelo papel e parece se transformar numa entidade própria ao protagonizar a franquia. Aqui, em Superman III (1983), infelizmente, foi onde esta série de filmes começou a apresentar desgaste, culminando no desastroso Superman IV – Em Busca da Paz (1987) – considerado um dos piores blockbusteres de todos os tempos.

Não deixa de ser pra lá de estranho ver um filme do maior super-herói de todos os tempos voltado para a comédia. E praticamente protagonizado por Pryor, um dos maiores nomes do humor na época, que tem tanto tempo de tela (ou até mais) do que o próprio Superman. A decisão curiosa começou a tomar forma quando Pryor foi a um talk-show e começou a se derreter em elogios aos filmes do Superman. Não deu outra, um tempo depois, os executivos da Warner motivados pela paixão do humorista resolveram colocá-lo para estrelar o terceiro filme do Homem de Aço. Fato parecido ocorreria no terceiro filme do Batman no cinema, quando Jim Carrey pôde usar e abusar do seu repertório exagerado como o Charada no filme de 1995.

Michael J. Fox & Joan Jett

Os anos 1980 foram salpicados por diversas participações de artistas da música arriscando sua vez nas telonas. Prince, Madonna, Michael Jackson, David Bowie, Cher, Tina Turner, entre outros, tentaram a sorte, com variados níveis de sucesso. A roqueira Joan Jett já recebeu sua própria biografia com The Runnaways – As Garotas do Rock (2010), interpretada por Kristen Stewart. Mas em 1987, a morena cheia de atitude protagonizou seu único filme com Luz da Fama.

E não para por aí, Jett protagonizou lado a lado com Michael J. Fox, então saído do sucesso De Volta para o Futuro (1985), no qual coincidentemente interpretava um jovem guitarrista de uma banda. No filme, a dupla é dirigida por ninguém menos que Paul Schrader (roteirista de Taxi Driver), que também escreveu o longa. Jett e Fox interpretam irmãos com sonho de sucesso na música, precisando escolher entre a fama e a família.

Madonna & Sean Penn

Bem, se a ideia de ter a Material Girl e o notório bad boy juntos num filme soa estranho, que tal se eu te contar que eles foram casados na vida real por quatro anos (de 1985 a 1989). E não apenas isso, durante o período ficaram conhecidos como um dos casais mais problemáticos de Hollywood, protagonizando brigas homéricas – e sempre se metendo em encrenca com os paparazzi. Foi neste período também que resolveram fazer um filme juntos, e o resultado foi Surpresa em Shanghai (1986), aventura de época passada na década de 1930, na qual Madonna contrata o personagem de Penn para encontrar uma relíquia. O filme se mostrou reflexo de sua relação: uma bagunça. Nem precisa dizer que se tornou fracasso de crítica e público, e hoje ressurgiu como obra cult, devido ao misticismo em torno dos bastidores.

Isabelle Huppert & Steve Guttenberg

Muitos talvez não estejam associando o nome à pessoa. Bem, Steve Guttenberg ficou famoso pelos filmes canastrões da franquia Loucademia de Polícia, na qual nos quatro primeiros filmes (1984, 1985, 1986 e 1987) interpretou o protagonista Mahoney. Tudo bem que o sujeito tentou arriscar em alguns papeis mais sérios, e até mesmo em comédias menos pastelão, mas não deixa de ser inusitado vê-lo dividindo a tela com a francesa Isabelle Huppert, hoje considerada uma grande dama do cinema.

Huppert, musa francesa adorada pelos cinéfilos, também já teve seus dias de luta. Ela esteve, por exemplo, em Portal do Paraíso (1980), superprodução considerada um dos maiores flops da história de Hollywood, o épico foi o responsável por falir a MGM na época. O encontro de Huppert e Guttenberg ocorreu não numa comédia, mas num suspense digno de Hitchcock: Uma Janela Suspeita (1987). Ao contrário da maioria dos filmes desta lista, este resulta numa produção eficiente, embora não muito conhecida do grande público.

Meryl Streep & Roseanne Barr

A comediante Roseanne Barr atualmente se tornou uma figura maldita, cancelada graças a seu racismo inerente, exaltado numa época delicada e de muita representatividade. A humorista fez carreira com seu estilo desbocado e politicamente incorreto, justamente por isso ficou deslocada nos tempos atuais. No fim da década de 1980, ela era a maior estrela da televisão americana graças ao programa que protagonizava e que levava seu nome: Roseanne. O programa inclusive ganhou um revival, mas foi prontamente desligado após as infelizes declarações da atriz nas redes sociais.

Na época, aproveitando a popularidade da humorista, nada melhor do que tratar de colocá-la no cinema também. Mas seu par em tela para a empreitada foi o que chamou atenção em Ela é o Diabo (1989). Para o papel da “outra”, a mulher por quem o marido de Roseanne a deixa no filme, foi escalada ninguém menos do que a toda poderosa Meryl Streep. A monstra sagrada já provou saber se divertir por diversas vezes em comédias, mas Ela é o Diabo foi seu debute no gênero. Streep, na época, já tinha duas estatuetas do Oscar (por Kramer vs. Kramer e A Escolha de Sofia) e outras seis indicações. Ou seja, foi muito inusitado vê-la em uma comédia escrachada ao lado de Roseanne.

Sylvester Stallone & Dolly Parton

Se acharam a união de Sylvester Stallone e Pelé em Fuga para a Vitória (1981) estranha, ainda não tinham visto nada. Inusitado mesmo foi ver o musculoso astro da ação adentrando o mundo da música country ao lado da icônica Dolly Parton em Rhinestone – Um Brilho na Noite (1984).

Fuga para a Vitória ao menos se tratava de um filme de drama e aventura, gênero com o qual o grandalhão Stallone estava mais acostumado. Rhinestone foi a primeira investida do astro na comédia após o sucesso – nesta época Sly já havia feito três filmes de Rocky e um de Rambo. Dá uma olhada nesta trama: Parton vive uma cantora country que faz uma aposta de transformar um sujeito qualquer num cantor. Eis que cai em seu colo o troglodita Stallone, que vive um taxista. Stallone cantando?! E você está perdendo esta…

Sting & Jennifer Beals

No panteão dos cantores arriscando como atores na década de 1980, temos também o famoso ex-líder da banda The Police, Sting. O cantor ativista já havia marcado presença no clássico Duna (1984), de David Lynch, na pele de Feyd Rautha – que ganhará reimaginação pelas mãos de Denis Villeneuve. No ano seguinte, Sting resolveu se enveredar em uma obra igualmente ambiciosa, uma releitura do clássico A Noiva de Frankenstein (1935).

Antes de Angelina Jolie ser cogitada para o papel no agora cancelado (até segundo plano) Dark Universe, outra atriz já havia vivido a personagem morta-viva no cinema depois da icônica Elsa Lanchester. Trata-se de Jennifer Beals, musa 80´s recém saída do sucesso de Flashdance (1983). No filme A Prometida (The Bride, 1985), Sting vive o Doutor Frankenstein, criando e se apaixonando por Eva (Beals), uma mulher trazida de volta à vida.

Dennis Hopper & Leatherface

O primeiro Massacre da Serra Elétrica (1974) chocou o mundo com seu realismo cru e se tornou um sucesso cult. Baseado em eventos levemente verídicos, o terror não pedia uma continuação. Mas doze anos depois, o próprio Tobe Hooper, diretor do original, resolveria revisitar o universo da família canibal, num filme de tonalidade totalmente diferente. Afinal, qual a graça de se repetir?

Assim, Hooper mudou o conceito da abordagem em O Massacre da Serra Elétrica 2 (1986), transformando o longa em uma paródia de filmes do gênero. Insano e nonsense, a continuação soa muito como Twin Peaks encontra filmes de terror slasher, colocando no meio desta receita de bolo os psicopatas do original – todos devidamente repaginados. Leatherface, o maníaco que usa máscara feita de pele humana, não podia faltar. E além de uma nova musa, nas formas da estonteante Caroline Williams, Hooper tratou de escalar um ator doido o suficiente para topar a empreitada. Dennis Hopper não só topou, como mergulhou de cabeça. E pôde empunhar ele mesmo uma grande serra elétrica. Algo me diz que todos tinham que se preocupar mais com ele do que com Leatherface

Arnold Schwarzenegger & Danny DeVito

E se Sly tentava sem sucesso aderir à sua primeira comédia, deixando um pouco de lado sua estigma de brutamontes, seu maior rival nas telas mostrava êxito na mesma empreitada. Enquanto Rhinestone viveu para ser um fracasso, Irmãos Gêmeos (1988), primeira investida do astro da ação Arnold Schwarzenegger num gênero voltado toda a família, se tornava sucesso de crítica e público.

A proposta desta comédia dirigida por Ivan Reitman (Os Caça-Fantasmas) era tirar graça ao ter os irmãos gêmeos mais diferentes possíveis. Assim, quem seria o inverso completo do grandalhão aloirado? O baixinho, gordinho e careca Danny DeVito nunca foi o estereotipo de galã, mas sempre fez sucesso no cinema com seu tipo cafajeste de fala mansa. Assim, estava criada a dupla de irmãos mais incomum do cinema. Por décadas uma sequência vem sendo prometida.

Quase! Estes Filmes por Muito Pouco Não Chegaram a US$1 Bilhão em Bilheteria Mundial – Conheça

A melhor forma de conhecer a popularidade de um filme e sua abrangência cultural ainda é o seu retorno em bilheteria. Ou seja, sua arrecadação financeira reflete diretamente no número de pessoas que se dispuseram a sair de casa e ir assisti-lo nas salas de cinema. E também o número de pessoas que repetiram o feito. Bem, ao menos essa é a análise imediata. O fato demonstra o sucesso que determinado filme fez em sua época de lançamento.

Mas existe, claro, o outro lado da moeda. Que é o efeito do tempo. Um filme muito popular hoje, não significa que manterá sua relevância cultural ou artística daqui a, digamos, dez ou vinte anos. Por outro lado, filmes que fracassaram em sua jornada pelas salas de cinema podem vir a encontrar seu público na geração seguinte, se tornando produções verdadeiramente queridas. Ao longo da história da sétima arte tivemos inúmeros exemplos assim.

Ou seja, a maneira mais eficaz de se medir o sucesso de um filme ainda é a sua bilheteria. Hoje, temos inclusive o chamado clube do bilhão – produções que atingiram a ridícula marca de mais de US$1 bilhão em bilheterias mundiais. Aqui, nesta nova matéria iremos falar dos filmes que por muito pouco não atingiram essa marca. Confira.

Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros (1993)

O primeiro filme da história a bater a marca de US$1 bilhão em bilheteria mundial foi ‘Titanic’ (1997), de James Cameron. Porém, por pouco, esse título não foi ocupado por outro. O fenômeno pré-histórico de Steven Spielberg sacudiu o mundo no início dos anos 1990 e revolucionou para sempre o uso de efeitos especiais gerados por computadores. Os dinossauros voltaram à vida de forma crível e o filme foi por quatro anos o maior da história. ‘Jurassic Park’ fez US$978 milhões mundiais em seu lançamento em 1993, chegando muito perto de bater a, então, não sonhada marca. Com seis relançamentos, entre 2011 e 2023, o filme finalmente atingiria a marca de US$1 bilhão.

O mesmo ocorreu com filmes como ‘Star Wars: A Ameaça Fantasma’ (1999) e ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’ (2001). Ambos os filmes passaram da marca dos US$900 milhões em bilheteria mundial, ficando perto de atingir US$1 bilhão. Porém, ambos conquistariam tal valor um tempo depois com constantes relançamentos nos cinemas, uma forma de os estúdios arrecadarem mais bilheteria para seus filmes – em especial comemorações de aniversário. O primeiro foi relançado quatro vezes e o segundo, oito vezes.

Já ‘O Rei Leão’ (1994), uma das melhores animações da Disney, mesmo com sete relançamentos, não conseguiu ultrapassar a marca de US$1 bilhão. Mas aumentou sua bilheteria consideravelmente, em US$200 milhões, de US$771 milhões para US$981 milhões. Para esta matéria estamos considerando apenas os filmes que bateram 1 bilhão em seus lançamentos originais. Portanto, todos fazem parte do ranking dos quase.

Oppenheimer (2023)

Lançado em meados de 2023, ‘Oppenheimer’ foi a metade do fenômeno conhecido como “Barbenheimer”, a dobradinha de sucesso realizada (de forma improvável) com o blockbuster ‘Barbie’. Ambos se beneficiaram bastante da data de lançamento simultânea, ao invés de se canibalizarem nas bilheterias, se ajudaram. Quem sabe relançamentos nos próximos anos possam ajudar ‘Oppenheimer’, mas por enquanto o filme soma US$975 milhões, por muito pouco não adentrando o seleto clube do US$1 bilhão.

Meu Malvado Favorito 2 (2013)

A franquia ‘Meu Malvado Favorito’ é uma das mais rentáveis do cinema de todos os tempos. A franquia se tornou prioridade na Universal, graças a seu grande apelo junto com seu público-alvo, as crianças. O filme original, de 2010, ficou entre o top 10 daquele ano, com meio bilhão de dólares mundiais. Esse segundo filme foi ainda mais longe, ficando em terceiro lugar das bilheterias mundiais em 2013, com US$970 milhões – sendo o filme da franquia que não fez um bilhão, mas chegou mais perto.

O primeiro filme dos ‘Minions’ e ‘Meu Malvado Favorito 3’, ambos bateram 1 bilhão. Já o segundo ‘Minions’ também merece estar nessa lista, com US$940 milhões. Esse ano, ‘Meu Malvado Favorito 4’, sorrateiramente, também quase bateu à marca, com US$965 milhões. Alguém duvida que venha mais?

Mogli: O Menino Lobo (2016)

A Disney é um estúdio que sabe fazer dinheiro. Além de suas animações e filmes em live-action que adaptam atrações de seu parque temático, o estúdio agora é dono de marcas como a Marvel e Star Wars. Como se não bastasse, o conglomerado arrumou mais um filão: as adaptações (ou refilmagens) em live-action de suas animações. Deste segmento tivemos longas como ‘A Bela e a Fera’, ‘Aladdin’ e ‘O Rei Leão’ batendo a marca de 1 bilhão. Mas de todos o que chegou mais perto, sem ter conseguido, foi um dos mais elogiados: ‘Mogli – O Menino Lobo’ (2016), que somou US$966 milhões.

Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017)

Por falar em filmes sorrateiros, que pegaram todos de surpresa, ‘Jumanji’ é o longa que mais se encaixa em tal quesito. A reimaginação do clássico cult estrelado pelo saudoso Robin Williams em 1995, foi recebido com muita descrença. Após seu trailer, uma onda de negatividade começou a cercar o filme. No entanto, em um dos casos de maior mudança na aceitação de uma produção, foi só ‘Jumanji’ estrear, que a notícia correu rápido, e o público correu na forma de multidões para o cinema. Ninguém esperava ou dava nada pelo longa. Mas ‘Jumanji’ somou US$962 milhões mundiais ao redor do mundo.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (2022)

Nenhum outro filme do MCU chegou tão perto da marca de 1 bilhão, sentiu seu cheirinho, mas terminou sem conseguir pegar o prêmio. Ao todo, são 11 filmes do MCU, contando com o recente ‘Deadpool e Wolverine’ (2024), a bater a marca do bilhão. Antes, o último havia sido ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’, de 2021. Ou seja, em três anos a Marvel não emplacou no clube do bilhão. E bem, se disséssemos antes que entre ‘Capitã Marvel 2’, ‘Pantera Negra 2’, ‘Thor 4’ e ‘Guardiões da Galáxia 3’, seria ‘Doutor Estranho 2’ o que mais se aproximaria da marca, ninguém acreditaria. Mas foi o que aconteceu.

Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1 (2010)

Harry Potter’ é uma das franquias bilionárias do cinema, com seus filmes arrecadando quase US$8 bilhões mundialmente (US$7.8 bilhões). Isso sem contar os filmes do derivado ‘Animais Fantásticos’. Mas e seu eu disser que tirano último ‘Harry Potter’, As Relíquias da Morte – Parte 2, o encerramento da franquia, nenhum outro exemplar destes filmes ultrapassou sozinho a marca de 1 bilhão? Pois bem. Como dito, os relançamentos do primeiro filme, o fizeram ultrapassar a marca – mas ele não havia conquistado o feito em seu lançamento original. Grande parte chegou bem perto, mas apenas o último o faria. ‘As Relíquias da Morte – Parte 1’ foi o que chegou mais perto com US$960 milhões. Depois ‘A Ordem da Fênix’ (2007), com US$942 milhões, e ‘O Enigma do Príncipe’ (2009), com US$941 milhões.

O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos (2014)

No rastro da franquia ‘O Senhor dos Anéis’, uma das mais bem-sucedidas da história do cinema, o mesmo Peter Jackson resolveu lançar a trilogia prequel ‘O Hobbit’. Aliás, o terceiro ‘O Senhor dos Anéis’, ‘O Retorno do Rei’, foi o segundo filme da história a ultrapassar a marca de 1 bilhão em bilheteria mundial, algo que as duas partes anteriores não haviam conseguido. Assim, pegando essa onda, o primeiro filme de ‘O Hobbit’ fez bem a lição e bateu a marca, adentrando o clube do bilhão. Porém, os fãs logo perceberam que ‘O Hobbit’ não era ‘O Senhor dos Anéis’ e os filmes seguintes foram perdendo a força. ‘A Desolação de Smaug’, de 2013, fez US$959 milhões, e ‘A Batalha dos Cinco Exércitos’, 2014, fez US$962 milhões.

‘The Walking Dead’: Scott Gimple revela que veremos um “lado diferente” do Negan na 9ª temporada

Em entrevista ao TVLine, Scott Gimple, responsável por todo o universo de ‘The Walking Dead‘, revelou que veremos um “outro lado” do Negan na 9ª temporada.

“Muito do que vimos dele era apenas uma máscara que ele usava com os Salvadores. Muito do que vimos, sobre quem ele é, foi baseado em ser o líder, ser o chefão. Era tudo uma questão de poder e controle.”

Ele continua, “Agora, ele não tem mais poder nenhum, e muito menos controle. Isso nos dará a oportunidade de outros lados do personagem quando sua máscara cair.”

O ator Andrew Lincoln já foi confirmou que deixará a série na metade da 9ª temporada, no entanto, o Lincoln irá sim retornar para a 10ª temporada, porém, apenas como diretor.

A confirmação foi dada pelo próprio ator, durante uma entrevista à Entertainment Weekly:

“Eu estarei de volta. Serei como uma sombra do diretor, e a minha intenção é dirigir no próximo ano.”

O primeiro episódio da 9ª temporada de The Walking Dead terá cerca de 90 minutos de duração, sendo um dos mais longos da série. Além disso, a Fox também divulgou a sinopse oficial do nono ano.

“Com a vida de Negan em suas mãos, Rick tinha uma escolha que definiria seu próprio caráter em comparação com o de seu inimigo. Ao tomar a decisão unilateral de perdoar Negan, Rick confirmou os valores que seu falecido filho, Carl, defendeu por construir para o futuro, mas criou conflitos dentro de seu grupo.

Nos novos episódios, veremos os sobreviventes um ano e meio após o fim da guerra, reconstruindo a civilização sob a liderança firme de Rick. É um momento relativo de paz entre as comunidades enquanto trabalham juntas, olhando o passado para moldar o futuro. Mas o mundo que eles conheciam está mudando rapidamente à medida que as construções criadas pelo ser humano continuam a se deteriorar e a natureza avança, mudando a paisagem e criando novos desafios.

Com o passar do tempo, as comunidades enfrentam obstáculos, perigos e, claro, zumbis inesperados, mas nada os prepara para a força formidável que estão prestes a enfrentar, o que ameaça a ideia de civilização que eles trabalharam arduamente para construir”

A série retorna para sua nona temporada em 7 de outubro no AMC.

‘The Walking Dead’: Lauren Cohan garante que trama de Maggie não acaba na 9ª temporada

‘Dilema’: Série com Renée Zellweger já está disponível na Netflix!

A Netflix já lançou a primeira temporada completa da série ‘Dilema‘ (What/If), protagonizada por Renée Zellweger, em sua plataforma. O primeiro ciclo conta com 10 episódios!

Confira o trailer:

Criada por Mike Kelley, o mesmo de ‘Revenge‘, a série está sendo descrita como um suspense social.

Cada temporada irá explorar um diferente conto de moralidade inspirado por uma única decisão fatídica para mudar a trajetória de uma vida inteira.

O elenco ainda conta com Jane Levy, Blake Jenner, Keith Powers, Samantha Marie Ware, Juan Castano, Dave Annable e Daniella Pineda.

‘O Homem Invisível’ ganha novo trailer TENSO com cenas inéditas; Assista!

O aguardado remake de ‘O Homem Invisível ganhou um novo trailer.

Confira:

Escrita e dirigida por Leigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão teve baixo orçamento e é descrita como “assustadora”.

A estreia está marcada para 27 de fevereiro.

Confira a sinopse oficial:

O que você não pode ver pode te machucar. A vencedora do Emmy Elisabeth Moss (Nós‘The Handmaid’s Tale’) estrela em um conto moderno de obsessão inspirado pelos personagens clássicos do panteão da Universal Pictures.

Presa em uma violenta e controladora relação com um cientista brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã (Harriet Dyer) e seu amigo de infância (Aldis Hodge) e filha adolescente (Storm Reid). Mas quando seu ex abusivo (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada. À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

‘The Superdeep’: Terror estilo ‘O Enigma de Outro Mundo’ ganha novo trailer TENSO

O terror russo ‘The Superdeep‘ ganhou um novo trailer tenso.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Roman Karimov.

O poço Kola Superdeep é o objeto secreto de maior escala do país. Em 1984, sons inexplicáveis, como os gritos de muitas vozes, foram gravados a uma profundidade de mais de 12 quilômetros. Após esses eventos, o local foi fechado. Uma pequena equipe de pesquisa desceu abaixo da superfície para descobrir qual segredo o poço mais profundo do mundo estava escondendo. O que eles descobriram acabou sendo a maior ameaça da história. E o futuro da humanidade está em suas mãos.

O longa foi adquirido pelo Shudder, mas ainda não possui previsão de estreia.

‘The Blacklist’: Megan Boone deixa o elenco da série após 8 temporadas

A série ‘The Blacklist‘ sofreu uma grande baixa! Megan Boone, que interpretou a Liz Keen nas últimas oito temporadas, deixou oficialmente o elenco da produção e não retornará para o próximo ciclo.

Através do seu Instagram, Boone se despediu dos fãs em uma declaração emocionante: “Essa experiência, para mim, foi uma vida inteira dentro da minha própria vida. Esses oito anos interpretando a Liz Keen me ajudaram a definir melhor o mundo e a mim mesma, pois ela se propôs a fazer o mesmo. Agora que a história dela chegou ao fim, sou muito grata pelas pessoas com quem compartilhei esse tempo: meus colegas do elenco e nossa incrível equipe. Obrigada a todos.”

Vale lembrar que o criador da série, Jon Bokenkamp, também não retornará para o próximo ciclo – que deve passar por grandes mudanças nos bastidores.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 9ª temporada!

James Spader, Diego Klattenhoff, Harry Lennix, Hisham Tawfiq e Amir Arison estrelam.

‘The Afterparty’: Série com Tiffany Haddish é RENOVADA para a 2ª temporada

A Apple TV+ renovou oficialmente a série ‘The Afterparty‘, suspense cômico estrelado por Tiffany Haddish (‘Viagem das Garotas’), para a 2ª temporada.

O próximo ciclo deve estrear apenas em 2023.

A série foi criada pela dupla Phil Lord Chris Miller, produtores conhecidos pela aclamada animação vencedora do Oscar Homem-Aranha no Aranhaverso.

Ao longo de oito episódios, a obra apresenta diversas perspectivas de um mesmo evento: um assassinato em meio a uma reunião de antigos colegas de escola. No final das contas, cabe à Detetive Danner (Tiffany Haddish) e a seu parceiro, o Detetive Culp (John Early), descobrir quem cometeu o crime.

Os personagens incluem: Aniq (Sam Richardson), um designer de escape rooms que espera se reconectar com uma antiga paixão do colégio; Zoe (Zoë Chao), uma ex-artista que agora é administradora da escola; Yasper (Ben Schwartz), melhor amigo de Aniq que deseja conquistar o mundo da música; Brett (Ike Barinholtz), ex-marido de Zoe e um ex-atleta arrogante; Chelsea (Ilana Glazer), oradora e presidente da turma; Xavier (Dave Franco), um antigo estudante de teatro da história que agora é um famoso ator e astro do pop; e Walt (Jamie Demetriou), outrora ignorado por seus colegas, comparece à reunião na esperança de ser relembrado por alguém.

Anthony KingAubrey Lee entram como produtores executivos ao lado de Lord e Miller.

Sol

 

Elenco:

Romulo Braga
Everaldo Pontes
Malu Landim

 

Direção: Lo Politi

Gênero: Drama

Duração: 100 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 08 de Dezembro de 2022

Sinopse: 

Um pai recém-separado, que não consegue se reconectar com a filha de dez anos, é obrigado a viajar com ela para o interior do País em busca do próprio pai que o abandonou quando criança e agora quer morrer. O convívio forçado com o pai que ele odeia e a imediata conexão de sua filha com o avô testa todos os seus limites, mas lhe dá a chance de se reaproximar da filha.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Lô Politi também é responsável pelo roteiro e produção do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Som da Liberdade’: Filme mais POLÊMICO do ano ultrapassa US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais

Apesar das polêmicas envolvendo sua passagem pelos cinemas, ‘Som da Liberdade‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 183.2 milhões. No mercado internacional, foram US$ 27.3 milhões.

Com arrecadação global de US$ 210.5 milhões, a produção se tornou a 17ª maior bilheteria do ano – superando blockbusters como ‘Dungeons & Dragons‘ (US$208.1M), ‘Shazam! Fúria dos Deuses‘ (US$133.8M) e ‘Mansão Mal-Assombrada‘ (US$106.6M).

No Brasil, o longa será lançado no dia 21 de setembro, pela Paris Filmes.

A trama acompanha o ex-agente especial do Governo Americano Tim Ballard, que embarca em uma missão arriscada para resgatar crianças vítimas de tráfico infantil. Na Colômbia, Ballard decide deixar seu cargo no Governo para seguir em busca da quadrilha em sua jornada que, agora, se torna pessoal.

Confira o trailer:

Jim Caviezel (‘A Paixão de Cristo’) estrela a produção.

‘Star Trek: Prodigy’: 2ª temporada ganha data de estreia na Netflix

A Netflix finalmente anunciou quando a 2ª temporada da série animada ‘Star Trek: Prodigy‘ será lançada.

O próximo ciclo estreará na plataforma no dia 1º de julho.

Vale lembrar que a produção foi resgatada pelo serviço de streaming após ter sido cancelada pela Paramount+ – que confirmou a decisão como uma medida de corte de gastos.

A gigante do streaming fechou um acordo com a CBS Studios para exibir a série animada nos EUA, e na maior parte dos mercados internacionais. A nova temporada só não poderá ser lançada no Canadá e alguns países na Europa – territórios que ficaram de fora do acordo por motivos de contratos preexistentes.

Todos os 20 episódios da primeira temporada já estão disponíveis na Netflix.

A série foi criada por KevinDan Hageman.

A trama gira em torno de um grupo de adolescentes rebeldes que descobrem uma nave abandonada da Frota Estelar. Juntos, eles tomam controle do veículo e o usam para embarcar em aventuras incríveis, buscando o significado da vida e da salvação do universo.

A produção conta com as vozes de Kate Mulgrew, Brett Gray, Ella Purnell, Rylee Alazraqui, Angus Imrie, Jason Mantzoukas, Dee Bradley Baker, John Noble e Jimmi Simpson.

‘Premonição 6: Laços de Sangue’ será para MAIORES por “violência EXTREMA”; Confira o novo cartaz!

A sequência ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistida por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência extrema, acidentes sinistros e linguagem”.

A classificação não é uma surpresa, considerando que a franquia é conhecida por suas mortes elaboradas e sangrentas.

No próximo capítulo, atormentada por um pesadelo violento e recorrente, a estudante universitária Stefanie volta para casa para rastrear a única pessoa que, talvez, possa ser capaz de quebrar o ciclo fatal anunciado e salvar sua família da morte terrível que inevitavelmente aguarda todos eles.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de maio.

Confira o novo cartaz e siga o CinePOP no Youtube:

 

Zach Lipovsky e Adam B. Stein, de ‘Aberrações‘, são responsáveis pela direção.

Kaitlyn Santa Juana (‘O Jogo da Amizade’), Brec Bassinger (‘Stargirl’) e Teo Briones (‘Chucky’) estrelam. O elenco ainda conta com Richard Harmon (‘The 100’), Anna Lore (‘They/Them – O Acampamento’), Owen Patrick Joyner (‘Julie and the Phantoms’), Max Lloyd-Jones (‘O Livro de Boba Fett’), Rya Kihlstedt (‘Obi-Wan Kenobi’) e Tinpo Lee (‘A Mansão’).

O roteiro é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

Taron Egerton deve estrelar novo terror de LOBISOMENS da Netflix

De acordo com o Deadline, a Netflix venceu uma disputa acirrada e adquiriu os direitos do terror de lobisomens ‘Alpha‘.

Taron Egerton (‘Kingsman: Serviço Secreto’), que já fez sucesso no serviço de streaming com o suspense ‘Bagagem de Risco‘, está sendo cotado para estrelar a produção.

Descrito como uma mistura entre ‘Psicopata Americano‘ e ‘Um Lobisomem Americano em Londres‘, o longa promete trazer “um tom divertido e sexy ao explorar o universo da masculinidade tóxica, ganância e o mito do sucesso”.

Na trama…

“Um analista americano de temperamento ameno ascende na hierarquia de uma implacável empresa de investimentos londrina, apenas para descobrir um horror mais assustador do que o próprio setor: o monstro insaciável que desperta dentro dele.”

Adam GoldwormTory Tunnell e Joby Harold servirão como produtores.

Vale lembrar que Egerton será o protagonista de outro projeto da Netflix: o suspense de sobrevivência ‘Apex‘, ao lado da Charlize Theron.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Marvel pode estar planejando um filme do ‘Namor’

No ano passado, a Marvel Studios confirmou que os diretos de Namor estavam sob os seus domínios, e apesar dos pedidos dos fãs, o estúdio não se manifestou sobre um filme do personagem.

Agora, depois que a Marvel anunciou que os ‘Inumanos‘ seriam gravados em um novo estúdio, em Oahu, alguns rumores apontam que Namor pode ganhar uma produção live-action – porém, não há especificações do projeto ser destinado ao cinema ou à televisão.

A informação foi divulgada pelo Real News Hawaii, mas até o momento são só especulações.

 

Protagonistas de ‘Outlander’ em belíssimo ensaio fotográfico; Confira!

Os protagonistas da série ‘Outlander’, Caitriona Balfe e Sam Heughan, estampam um novo e belíssimo ensaio fotográfico feito para a revista Entertainment Weekly.

A dupla também é o destaque da nova edição da publicação, que ainda traz alguns relances da quarta temporada da produção.

Confira:

 

Vale lembrar que ‘Outlander‘, série sobre viagem no tempo produzida por Ronald D. Moore, do criador de ‘Battlestar Galactica‘, está renovada pelo canal Starz para sua quarta temporada. Ela será inspirada nos livros, Voyager e Drums of Autumn.

Baseado no best-seller ‘A Viajante do Tempo‘, de Diana Gabaldon, a série rodada na Escócia acompanha a enfermeira britânica Claire Randall (Caitriona Balfe) que, após entrar numa ruína celta dos anos 1940, viaja no tempo e vai parar no ano de 1743, em meio a um conflito de escoceses rebelados contra o domínio inglês.

As coisas complicam quando Claire é forçada a se casar com Jamie Fraser (Sam Heughan), jovem e romântico guerreiro escocês, mas ela acaba se apaixonando por outro e fica dividida entre dois homens com vidas totalmente opostas.

Tobias Menzies (‘Game of Thrones’) também está no elenco em dois papeis: Frank, o dócil marido de Claire, e o violento capitão Jonathan Randall, ancestral de Frank e mais conhecido como Black Jack, que Claire encontra no Século XVIII durante uma rebelião na Escócia.

‘Crazy Ex-Girlfriend’: 4ª temporada ganha data de estreia

A 4ª  e última temporada de ‘Crazy Ex-Girlfriend‘ ganhou uma bela arte, que apresenta os personagens aos moldes de um cartão postal.

Confira:

!!! #crazyexgirlfriend @cw_crazyxgf

Uma publicação compartilhada por Rachel Bloom (@racheldoesstuff) em


A produção retorna para a CW no dia 12 de outubro.

A temporada também retornará para o horário das 21h – garantindo uma flexibilidade maior na trama, conforme anunciou a protagonista e criadora da série, Rachek Bloom.

Confira:

“Para nossa última temporada de ‘Crazy Ex-Girlfriend’, nós voltaremos ao horário das 21h, o que significa que poderemos voltar a ser mais sem vergonha.”

 

‘Carnival Row’: Orlando Bloom e Cara Delevingne caçam um assassino em fantasioso trailer!

A Amazon divulgou um novo trailer da série ‘Carnival Row‘, que traz Orlando Bloom e Cara Delevingne à procura de um assassino.

Confira:

Criada por René Echevarria e Travis Beacham, a trama foi originalmente escrita como um filme, mas posteriormente foi adaptada para o formato de série.

Uma série que se passa em um mundo de fantasia Vitoriana repleto de criaturas mitológicas imigrantes, cujas terras exóticas foram invadidas por impérios dos homens. Proibida de viver, amar e voar com liberdade, essa crescente população luta para coexistir com os seres humanos. Mas mesmo na escuridão, a esperança sobrevive quando o detetive humano Rycroft Philostrate (Bloom) e a fada refugiada Vignette Stonemoss (Delevingne) reacedem uma relação amorosa perigosa, apesar de uma sociedade cada vez mais intolerante. Vignette guarda um segredo que põe em perigo o mundo de Philo durante o caso dele mais importante: uma série de assassinatos horrendos que ameaça a complicada paz da cidade.

O elenco conta com Orlando Bloom, Cara Delevingne, David Gyasi, Tamzin Merchant, Andrew Gower e Karla Crome.

A série vai estrear na plataforma no dia 30 de agosto.

Carnival Row‘ já está renovada para a 2ª temporada!