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Crítica | Weyes Blood entrega uma etérea jornada com o impecável ‘And In The Darkness, Hearts Aglow’

Em 2019, Natalie Mering, conhecida por seu nome artístico Weyes Blood, dava vida a um dos melhores álbuns não apenas daquele ano, mas também do século – o extremamente aclamado Titanic Rising, uma concepção pessimista sobre a problemática da vida que afirma que, no final das contas, todos iremos naufragar junto ao navio. Agora, quase meia década mais tarde, ela está de volta com um ambicioso projeto intitulado ‘And In The Darkness, Hearts Aglow’, uma resposta à obra predecessora e o segundo capítulo de uma trilogia que ainda há de se completar.

Mering sempre teve plena consciência do que queria fazer com sua arte e, seguindo os passos de nomes como Björk e Kate Bush, resolveu aproveitar as incríveis habilidades de composição e lírica para comandar cada uma de suas incursões visionárias e incríveis; e, enquanto Titanic Rising lhe deu oportunidade de produzir as faixas ao lado de Jonathan Rado, sua nova propulsão ao cenário fonográfico lhe garantiu mais independência, abraçando cada uma das tracks com amor e respeito inexplicáveis – como se estivesse em uma espécie de relação simbiótica com o que gesta. O resultado não poderia ser diferente: o quinto disco da cantora e compositora é um etéreo e profundo relicário de sensações, uma sinestésica jornada que explora as imperfeições do ser humano e a complexidade da própria vida (afastando-se dos perigos de um maniqueísmo desmedido e garantindo que cada nota tocada seja a mais palpável possível).

Os breves 46 minutos se expandem em apenas dez faixas – o que significa que cada uma delas é mais longa que o mainstream pede para demonstrar um apelo mercadológico. Mas, dentro do universo da artista, as regras engessadas pela indústria da música não conseguem ultrapassar a barreira espectral de remodelações instrumentais pelas quais ela preza. É nessa configuração que essa aventura se inicia com “It’s Not Just Me, It’s Everybody”, uma cândida e atemporal balada guiada pelo piano e pela bateria e eternizada pelo mote “me perguntando se alguém realmente me conhece, se alguém me vê”. E, enquanto a faixa inicial já insurge como um dos ápices do álbum, nada poderia nos preparar para a sequência de pérolas musicais que a acompanham.

Há duas tracks que resumem as mensagens a que Mering nos expõe. A primeira delas é a evocativa “Children of the Empire”, uma explosão instrumental que renega a maximização espetacular, procurando um ponto de encontro entre os arranjos que despontam e a rendição irretocável da performer. A princípio, a profusão de instrumentos pode parecer estranha, oscilando entre sintetizadores robóticos, o dedilhar de cordas e as notas ácidas de um piano (tudo pincelado com um coro gospel que surge no refrão) – mas a mixórdia de sensações é um deleite para os ouvidos, principalmente aliada a versos como “nós não temos mais tempo para ficar com medo” e “filhos do império sabem, sabem que não são livres”.

A segunda, voltando-se para o minimalismo sonoro, é “God Turn Me Into a Flower”. Aqui, há uma celebração melancólica do enfrentamento dos problemas, em que a cantora clama por Deus para que ele a transforme em uma flor, um símbolo de força que é associado erroneamente à fragilidade – pois, quando ela cai, ela não se estilhaça como um copo de vidro. Cada nota proferida pelos sintetizadores ou pela multiplicidade de vozes é pensada com exímia cautela, adotando elementos teatrais que nos relembram de Fiona Apple e que se desvencilham de um melodrama desnecessário. Mesmo a duração longa da música não é o suficiente para desviar nossa atenção, como se fôssemos engolfados por um microcosmos ambíguo de desespero e reflexão.

A estrutura do disco parece não seguir parâmetros a que estamos acostumados: o fraseamento de Mering divide os versos como bem deseja, picotando as sílabas poéticas para fornecer mais ritmo às canções, por exemplo. Mas a coesão existe, como um fio invisível que une as faixas em um reverberante chamber-rock e folk-rock: tais estilos aparecem com mais detalhamento em “Hearts Aglow”, uma iteração de quase seis minutos que fala sobre o medo de se apaixonar e de enfrentar o desconhecido; já em “The Worst Is Done”, temos homenagens a Joni Mitchell e Blondie em uma investida mais animada e ritmada que entra em conflito com a pungente narrativa (“eles dizem que o pior passou, mas acho que apenas começou”); “Twin Flame”, contrariando as orientações aos subgêneros do rock, traz aspectos do new age, principalmente pela proeminência de seu caráter mais subjetivo e regido por uma bateria suave e acolhedora.

‘And In The Darkness, Hearts Aglow’ é um espetáculo sonoro que consegue dizer mais do que propõe sem ao menos tangenciar o pedantismo artístico. Novamente, Natalie Mering (ou Weyes Blood, como preferir) cria mágica e dá continuidade a uma trilogia que tem tudo para entrar na lista dos melhores projetos musicais da história – e, caso continue seguindo a estética dessa obra-prima, sabemos que não será uma tarefa difícil.

Nota por faixa:

1. It’s Not Just Me, It’s Everybody – 5/5
2. Children of the Empire – 5/5
3. Grapevine – 4,5/5
4. God Turn Me Into a Flower – 5/5
5. Hearts Aglow – 4,5/5
6. And in the Darkness – 5/5
7. Twin Flame – 4,5/5
8. In Holy Flux – 5/5
9. The Worst Is Done – 5/5
10. A Given Thing – 5/5

‘Patos!’: Animação do mesmo estúdio de ‘Meu Malvado Favorito’ ganha trailer HILÁRIO na #CinemaCon; Veja a descrição!

Durante a CinemaCon 2023, a Universal Pictures divulgou o primeiro trailer hilário da animação ‘Patos!’ – levando o público para Nova York.

Confira a descrição abaixo, junto ao teaser:

“No trailer, vemos os patos em cenas hilárias, como brincando de luta de bola de nuvens no céu e o filho mais novo querendo parar para usar o banheiro, embora a mãe insista que faça o que precisa lá mesmo, já que são pássaros de qualquer maneira. A família continua viajando para o sul, quando eles se aventuram na cidade e se perdem em todo o caos, quase sendo atropelados no trânsito e vendo patos cozidos em restaurantes chiques. Danny DeVito interpreta o pato vovô e Awkwafina interpreta um pombo de rua da cidade”.

Ainda sem data de estreia, o longa chegará aos cinemas nacionais em 2024.

Benjamin Renner é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Mike White, de ‘A Escolha Perfeita 3‘ e criador da série ‘The White Lotus‘.

Na trama, uma família de patos tenta convencer seu pai superprotetor a tirar as melhores férias de sua vida.

Kumail NanjianiElizabeth BanksKeegan-Michael Key também fazem parte do elenco.

Kelsey Grammer estampa os novos cartazes INCRÍVEIS do revival de ‘Frasier’; Confira!

A Paramount+ divulgou dois cartazes inéditos do revival da aclamada sitcom Frasier, que traz Kelsey Grammer de volta como o personagem titular.

A produção estreia na plataforma de streaming. em 13 de outubro.

Confira, junto ao teaser legendado:

Bebe Neuwirth também retorna como Lilith Sternin. Esta notícia vem porque já foi confirmado que o filho de Lilith e Frasier aparecerá na nova série, interpretado por Jack Cutmore-Scott.

Os novos membros do elenco da série incluem Nicholas Lyndhurst como Alan, Toks Olagundoye como Olivia, Jess Salgueiro como Eve e Anders Keith como David. Por meio de um comunicado oficial, Grammer comemorou o retorno da produção, que contou com 11 temporadas e chegou a conquistar 39 estatuetas do Emmy Awards:

“Tendo passado mais de 20 anos de minha vida criativa no lote da Paramount, produzindo séries e atuando em várias delas, e eu gostaria de parabenizar a Paramount+  por sua entrada no mundo dos streamings. Estou ansioso para compartilhar o próximo capítulo da contínua jornada do Dr. Frasier Crane.”

Um revival de Frasier tem sido alvo de conversas e negociações há anos. Em 2019, Grammer chegou a comentar em uma entrevista que o projeto estava ganhando forma, com previsão de lançamento para 2020. No entanto, o retorno da série não fora formalizado na época, com a novidade apenas se confirmando genuinamente agora.

Frasier‘ acompanha um psiquiatra que apresenta um programa de rádio e transmite sagacidade e sabedoria aos ouvintes. No entanto, ele tem muitas dificuldades de lidar com seus próprios problemas: um irmão pretensioso, seus amigos e colegas de trabalho.

No Brasil, a série foi exibida pelo canal Sony.

‘A Partitura Secreta’: Série LATINA do Disney+ ganha trailer e data de estreia; Confira!

Disney+ divulgou recentemente o trailer de ‘A Partitura Secreta’, sua mais nova série latina original.

Além disso, foi revelado que a produção chega à plataforma de streaming no dia 17 de abril.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Marina EfronCarmen López-Areal.

Os oito episódios da primeira temporada são dirigidos por Juan Carlos de Llaca.

Maya e seus amigos descobrem uma partitura mágica que lhes concede poderes. Eles mantêm isso em segredo enquanto alguém com motivos obscuros o procura. Aventuras e autodescoberta acontecem enquanto eles questionam se o mundo está pronto para a magia.

A série é estrelada por Val DorantesJosé PeraltaMichelle AlmaguerJuanma PianoCésar AcostaDaniel ÁbregoLeonardo LotinaNatalia CoronadoMónica PlehnDiego SandovalDavid AnguloEmmanuel OkauryJulieta OrtizPaola Gómez.

‘O Casal Perfeito’: Minissérie estrelada por Nicole Kidman ganha trailer INSTIGANTE; Confira!

‘O Casal Perfeito’, minissérie dirigida por Susanne Bier (‘The Undoing’) e estrelada por ninguém menos que Nicole Kidman, ganhou um trailer instigante.

Baseada no romance homônimo de Elin Hilderbrand de 2018, a trama promete um mistério envolvente e personagens cativantes e estreia na Netflix amanhã, 05 de setembro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

https://youtu.be/_rMlpeDeGYE?si=od_OrQcYqAk2RA9E

A trama acompanha Celeste Otis, que, no dia 4 de julho está prestes a se casar com o homem perfeito, que por acaso é da família mais rica da região de Nantucket, Massachusetts. Mas quando um corpo é descoberto flutuando no porto na manhã do casamento, todos na festa se tornam suspeitos.

Além de Kidman, ‘O Casal Perfeito’ conta com um elenco de peso que inclui Liev Schreiber (‘Ray Donovan’), Meghann Fahy (‘The White Lotus’), Dakota Fanning (‘O Alienista’), Eve Hewson (‘Por Trás de Seus Olhos’) e Jack Reynor (‘Periféricos’).

A produção é composta por seis episódios.

the perfect couple 02

Critics Choice Awards 2025 | Liev Schreiber leva o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie por ‘O Casal Perfeito’

‘O Casal Perfeito’, minissérie dirigida por Susanne Bier (‘The Undoing’) e estrelada por ninguém menos que Nicole Kidman, já chegou ao catálogo da Netflix – e foi uma das produções relembradas do Critics Choice Awards 2025.

Liev Schreiber conquistou o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie por seu trabalho.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

https://youtu.be/ziWOttk5Uh0?si=xssnYKgAqwK3AMLv

A trama acompanha Celeste Otis, que, no dia 4 de julho está prestes a se casar com o homem perfeito, que por acaso é da família mais rica da região de Nantucket, Massachusetts. Mas quando um corpo é descoberto flutuando no porto na manhã do casamento, todos na festa se tornam suspeitos.

Além de Kidman, ‘O Casal Perfeito’ conta com um elenco de peso que inclui Liev Schreiber (‘Ray Donovan’), Meghann Fahy (‘The White Lotus’), Dakota Fanning (‘O Alienista’), Eve Hewson (‘Por Trás de Seus Olhos’) e Jack Reynor (‘Periféricos’).

A produção é composta por seis episódios.

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Crítica | Kesha mergulha numa jornada de empoderamento e libertação com o ótimo ‘Period’

Após quase uma década de batalhas judiciais contra Dr. Luke em virtude de alegações de abuso psicológico e sexual, Kesha finalmente se libertou das amarras do passado e deu início a um novo capítulo de sua carreira: depois de finalizar contrato com a label RCA, a cantora e compositora indicada ao Grammy fundou sua própria companhia como uma expressão clara de seu empoderamento e de maneira a trilhar um caminho que resgataria seus anos de glória na indústria musical – afinal, todos nós nos lembramos das clássicas canções pop da performer que dominavam as pistas de dança e as playlists ao redor do mundo no final dos anos 2000 e começo dos anos 2010 – e que lhe rendeu um de seus melhores álbuns.

Intitulado Period (e estilizado como ‘.’), o mais novo compilado de originais de Kesha é um reflexo direto de seu amadurecimento e de sua paixão pelo hedonismo e pelo prazer – singrando pela letárgica melancolia que vem acompanhada do escapismo artístico. Apoiando-se nas conhecidas incursões do pop, do hyperpop e do electro-pop, a cantora abriu essa era com o ótimo lead single “JOYRIDE.”, funcionando como uma amálgama explosiva de EDM, pop, eletrônica e até mesmo polka para construir uma narrativa focada no amor-próprio de maneira sensual, envolvente e que, sem sombra de dúvida, merecia mais reconhecimento do que tem. Configurando-se como uma das melhores faixas do ano passado e um dos destaques do álbum, a track foi apenas o pontapé inicial de um sólido corpo fonográfico que, mesmo com alguns deslizes, cumpre com o que promete.

O projeto parte de uma estrutura um tanto quanto similar a ‘MAYHEM’, lançado por Lady Gaga há alguns meses, no tocante ao “caos controlado” que abre espaço para inúmeros estilos musicais em uma única ambientação – e que, de forma propositalmente maximizada, possui sua própria coesão a princípio ininteligível, mas que se transforma em uma materialização das pulsões da artista. E nosso primeiro gostinho dessa profusão estilística vem com “FREEDOM.”, um épico cinemático de quase seis minutos e meio que se inicia com as doces notas de um piano e poderosos vocais à la Florence Welch, até verterem-se em pulsões do disco e do funk guiados pelo teatral verso “eu só bebo quando estou feliz, e estou bêbada agora” e pela óbvia mensagem de emancipação promovida pela faixa.

Após o capítulo inicial, Kesha mergulha de cabeça em uma mixórdia vibrante de diversos gêneros e subgêneros, apostando fichas em um resgate de suas incursões predecessoras que culminam em uma declamação testamentária – mas sem impedi-la de explorar coisas novas. “YIPPEE-KI-YAY.” conta com batidas muito bem demarcadas que acompanham um country-pop mesclado com hoedown que funciona em boa parte; “RED FLAG.” nos leva de volta aos anos 2010 com notáveis sintetizadores que pegam páginas emprestadas das canções mais mercadológicas de Charli XCX em uma narrativa que fala sobre o apreço da artista por homens que levam a perigosa “bandeira vermelha” (“todos os caras legais me deixaram morta por dentro; eu gosto do caos transbordando”); e “BOY CRAZY.” traz elementos do synth-techno para uma construção fora do tempo e, ao mesmo tempo, pertencente a uma cronologia única e inescapável.

As variedades continuam mesmo em faixas similares – como o claro apreço da cantora e compositora por composições em power-pop: temos, por exemplo, a impecável “DELUSIONAL.”, que constrói uma atmosfera ecoante à medida que lança o eu-lírico em uma jornada coming-of-age transformadora; “THE ONE.” traz batidas similares a outras faixas do compilado, porém, remodeladas para acompanhar a legião de trompetes que lhe confere uma altivez inescapável – tornando-a não só uma das entradas mais bem estruturadas do álbum, mas uma celebração do retorno da “filha pródiga” à casa (neste caso, ao seu próprio eu). E, em meio a íntimas festividades de alegria e de libertação, incursões como “LOVE FOREVER.” e “TOO HARD.” nos convidam a uma despojada viagem pelo tempo, unindo passado e presente em um mesmo lugar de maneira inebriante e nostálgica.

Como mencionado alguns parágrafos acima, o disco não é livre de problemas – mas os momentâneos deslizes não têm força o suficiente para apagar o brilho que a performer nos entrega. “GLOW” é uma das iterações que parece ter sido pensada de última hora, equilibrando-se em uma corda bamba de experimentações cruas que nunca alcançam a plenitude de seu objetivo e se escondem em um triste desperdício de potencial; e “CATHEDRAL.”, música que encerra o álbum, parte de uma certeira escolha que se transmuta em um amontoado de progressões e arranjos que encobrem a sinestesia pela qual se preza.

Period é um glorioso retorno de Kesha ao cenário fonográfico e funciona como um dos mais importantes capítulos de sua carreira ao colocá-la nas rédeas de toda sua veia artística. E, após passar por diversos problemas e sofrimentos, essa resiliente artista mostra que permanece em pé e com muito a nos contar, apoiando-se na maximização sensorial à medida que usa a música como processo de cura e de empoderamento.

Nota por faixa:

1. FREEDOM. – 4,5/5
2. JOYRIDE. – 5/5
3. YIPPEE-KI-YAY., feat. T-Pain – 3,5/5
4. DELUSIONAL. – 4/5
5. RED FLAG. – 4/5
6. LOVE FOREVER. – 4,5/5
7. THE ONE. – 5/5
8. BOY CRAZY. – 3,5/5
9. GLOW. – 2/5
10. TOO HARD. – 4,5/5
11. CATHEDRAL. – 3/5

Brandi Carlile, Charlie Puth e Coco Jones são confirmados no line-up do pré-jogo do Super Bowl 2026

O aclamado musicista porto-riquenho Bad Bunny será a grande atração do Super Bowl LX, assumindo as rédeas do show do intervalo – mas ele não estará sozinho no line-up, visto que a Roc Nation e a Apple Music escalaram outros nomes de grande peso para comporem o time de artistas do evento.

Neste último domingo (30), a NFL anunciou que Brandi CarlileCharlie PuthCoco Jones foram confirmados no line-up pré-jogo, que acontece no dia 8 de fevereiro de 2026, em Santa Clara, Califórnia, com exibição pela NBC.

Puth irá performar o hino nacional dos Estados Unidos, enquanto Carlile encabeça a canção “America the Beautiful”. Jones, por sua vez, irá cantar “Lif Every Voice and Sing”.

Pouco depois, o vencedor de três estatuetas do Grammy Bad Bunny sobe aos palcos para uma performance vibrante, entrando para uma respeitável lista de artistas que o jogo escalou para o show do intervalo – incluindo PrinceMichael JacksonLady GagaMadonnaBeyoncé.

Adam Scott revela que 3ª temporada de ‘Ruptura’ será lançada ANTES do previsto

Boas notícias para os fãs de Ruptura!

Em uma recente entrevista ao Deadline durante o tapete vermelho do BAFTA TV Awards, o astro Adam Scott revelou que o público retornará ao icônico universo da série do Apple TV mais cedo do que o esperado: “estamos sempre tentando diminuir o intervalo entre as temporadas, mas é mais importante que seja ótima do que rápida”.

Ele acrescentou: “com certeza, planejamos lançá-la bem antes do que na última temporada, que durou três anos, o que é tempo demais”.

Scott, que interpreta Mark Scout na série, disse que as filmagens da terceira temporada começarão “muito em breve”, mas não quis revelar detalhes sobre a trama. “Contar mais seria uma decepção”, disse ele sobre possíveis spoilers.

Vale lembrar que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis no streaming.

O novo ciclo conquistou uma impressionante aprovação de 100% dos críticos no Rotten Tomatoes, com base em 34 análises.

Para efeito de comparação, a primeira temporada obteve 97% de aprovação da crítica, com 116 avaliações, e 88% de aprovação do público.

O elenco também conta com Patricia Arquette, Christopher Walken e John Turturro.

‘The Boys’: Personagens conhecidos dos quadrinhos serão introduzidos na 2ª temporada

A adaptação de ‘The Boys‘ para a Amazon já se tornou um fenômeno na Internet, então não é surpresa que a o serviço de streaming já tenha renovado a série para a 2ª temporada.

Durante uma entrevista com a Entertainment Weekly, o criador e showrunner da série, Eric Kripke, comentou sobre a introdução de alguns personagens populares da hq no programa, incluindo o amado cachorro de Billy Butcher, Terror.

“Sentimos, como roteiristas, que os fãs precisam dele”, disse Kripke sobre a chegada de Terror. “Vamos tirá-lo da aposentadoria, estamos planejando um grande episódio com Butcher e Terror.”

Ao que parece, Jack de Júpiter também fará uma aparição, mas não como o público espera.

“Nosso objetivo é trazer Jack de Júpiter num filme dentro da série, como uma espécie de participação na 2ª temporada”, brincou Kripke.

A 2ª temporada também apresentará uma versão feminina do Stormfront, que será interpretada por Aya Cash, mas Kripke guardou segredo sobre ela, dizendo:

“Não estou pronto para responder nada sobre ela.”

Anteriormente, em entrevista para a Entertainment Weekly, Kripke falou sobre qual será o foco da próxima temporada.

Cuidado: spoilers à frente.

“Uma vez que nos vemos frente a frente com o gancho da primeira temporada, sabemos que isso fará parte do próximo ciclo”, ele declarou. “Eu sempre tento escrever o season finale como um piloto para a nova iteração, e fazer questão de que, qualquer que seja o tema do último episódio, apareça depois”.

“Agora, as pessoas estão assustadas de ir para a fronteira e todos estão sentindo que terão que ir para a guerra. Do nada, o mundo é muito mais intenso que antes – e esta será a 2ª temporada”, Kripke acrescentou.

A produção faz uma sátira do universo de super-heróis, mostrando um lado menos honroso e mais corrupto deles.

Crítica | The Boys – Série violenta de super-heróis que parodia Liga da Justiça

Assista ao trailer:

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford e Nathan Mitchell.

‘Jurassic World: Dominação’: Fãs poderão ser devorados por dinossauro no novo filme; Saiba como!

Em seu perfil do Instagram, Chris Pratt anunciou que os fãs de ‘Jurassic World‘ poderão participar do novo filme como figurantes, que serão devorados por um dinossauro. É isso mesmo!

O anúncio faz parte de um leilão beneficente, e todo o valor arrecadado será destinado a instituições de caridade, como a Feeding America, Meals on Wheels, World Central Kitchen e No Kid Hungry.

Quem quiser participar deve doar qualquer valor a partir de US$ 10 para o site da All in Challenge, mas apenas dois sortudos poderão fazer parte de ‘Jurassic World: Dominação‘, que está programado para 2021.

Confira o anúncio:

“Seja devorado por um dinossauro em ‘Jurassic World: Dominação‘! Qualquer um pode entrar participar clicando no link da minha biografia. A inscrição no sorteio custa apenas US$ 10. E você também pode participar do leilão. Então há duas chances de ganhar! Cada vencedor aparecerá no filme ‘Jurassic World: Dominação‘ para ser devorado por um dinossauro. Você pode ser imortalizado na história cinematográfica! Esse é o melhor presente que o dinheiro pode comprar, porque cada dólar vai ajudar pessoas necessitadas.
Clique no link da minha bio e confira os detalhes!

 

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Lembrando que a produção da sequência entrou em hiato indefinido devido à pandemia do Coronavírus, mas não impediu a equipe de continuar trabalhando de suas casas.

Há algumas semanas, o diretor Colin Trevorrow divulgou uma nova imagem de bastidores que mostra um monitor de computador e uma cena que traz Isabella Sermon como Maisie Lockwood em meio à neve.

Confira:

 

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Working from home. #JurassicWorld

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Por enquanto, o enredo do longa ainda permanece um mistério, mas novas atualizações devem surgir em breve.

A Universal Pictures anunciou que a sequência chegará aos cinemas em 11 de junho de 2021.

Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Trevorrow.

‘Robocop’: Joel Kinnaman revela porque ele acha que o reboot de José Padilha fracassou

O reboot de ‘Robocop‘ lançado em 2014 tinha tudo para ser um sucesso: efeitos visuais inovadores, a brilhante direção de José Padilha (‘Tropa de Elite’) e um elenco de destaque.

Idealizado como o primeiro de uma possível trilogia, o filme foi massacrado pela crítica e até mesmo pelos fãs do original, dirigido por Paul Verhoeven em 1987, o que acabou com os planos para o futuro.

Durante uma entrevista para o The Playlist, o protagonista Joel Kinnaman (‘O Esquadrão Suicida’), foi questionado por que ele acha que o filme fracassou, ao que ele respondeu:

“Me parece que o estúdio não compreendeu do que se tratava o filme. [Os executivos] não levaram em consideração o que os fãs amavam sobre [o RoboCop original]. Quando você faz um filme como esse, você precisa prestar homenagem àquele que veio antes. E eu acho que os produtores, os cineastas e até mesmo eu não entendemos realmente como fazer isso da maneira certa. Acho que é um filme realmente incrível, mas não se encaixava no conceito do RoboCop.”

Kinnaman também deu a entender que a baixa classificação etária fez do um filme um blockbuster infantil, diferente do clima sangrento e político do original.

“Eles tentaram fazer um filme sério, mas para crianças. Ou você faz um filme de ação para crianças, ou um filme com críticas políticas, não dá para misturar coisas tão distintas num filme como esse. O original era político, mas foi feito para outro público-alvo.”

Além disso, o longa foi bem fraco nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 242 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 120 milhões.

Falando nisso, o roteirista do filme original, Ed Neumeier revelou ao Moviehole que está trabalhando como produtor executivo em uma vindoura série de TV inspirada na franquia.

Desenvolvida pela MGM, a série será ambientada antes dos eventos do 1º filme, lançado em 1987, e será focada na ascensão de Dick Jones como executivo da OCP, uma organização de segurança privada que admnistrava a polícia de Detroit.

Para quem não se lembra, Jones (Ronny Cox) foi o responsável pela criação do androide ED-209, projeto militar que fracassou e foi substituído pelo programa Robocop.

“Estou trabalhando na série com a MGM e posso adiantar que o roteiro tem todas as coisas legais que vimos em ‘RoboCop‘, exceto o RoboCop. Contratamos os roteiristas Dave Parkin e Rob Gibbs, que compraram essa ideia de um produtor de TV que é amigo meu. A primeira vez que ouvi a ideia, soube que era algo legal porque teríamos liberdade para explorar o passado de Jones. Ele é um personagem tão interessante e há tantas coisas que podemos fazer com ele…”, disse Neumeier.

Empolgado, ele continuou:

“A ideia abrange muitas possibilidades ligadas aos negócios de tecnologia mesclados com as leis do governo. Isso envolve referências ao Vale do Silício, empresas de softwares, atualizações nos serviços de polícia, há espaço para muitas coisas.”

Infelizmente, o cineasta disse que ainda não há previsão para a estreia, já que a MGM está procurando parceiros para patrocinar a produção.

E como o projeto está nos estágios iniciais, não foram revelados maiores detalhes sobre o elenco e possíveis diretores.

Até lá, vale lembrar que a franquia vai ganhar um novo filme intitulado ‘Robocop Returns‘, que será uma sequência direta do original.

Abe Forsythe, conhecido por seu trabalho na comédia ‘Pequenos Monstros’ (Little Monsters), foi contratado para o cargo de diretor.

Forsythe assumiu a função após a saída de Neil Blomkamp, que deixou o projeto em agosto de 2019 ano devido a conflitos de agenda.

Antes de deixar o projeto, ele revelou no Twitter que a sequência seria com censura para +18 anos, salientando que a trama traria “muita ironia e explosões”.

O roteiro é assinado por Justin Rhodes, baseado em um rascunho primário feito pelos roteiristas do clássico de 1987, Neumeier e Michael Miner.

O longa não deve contar com o astro do filme original, o ator Peter Weller.

Mesmo com 71 anos, muita gente acreditava que o ator retornaria ao papel por conta dos avanços tecnológicos da computação gráfica, mas o site Super Bro Movies que Weller não tem o menor interesse em reprisar o papel.

Isso não é bem uma surpresa para os fãs do ator, que está cada vez mais reservado participando muito pontualmente de alguns filmes, como ‘Star trek: Além da Escuridão’.

‘Prophet’: Jake Gyllenhaal será super-soldado em adaptação de HQ com diretor de ‘Resgate’

Poucas semanas depois de assinar contrato para estrelar uma adaptação da HQ ‘Oblivion Song’, o indicado ao Oscar Jake Gyllenhaal vai estrelar mais um projeto baseado em quadrinhos.

De acordo com o The Hollywood Reporter, o astro entrou para o elenco de ‘Prophet‘, adaptação dos quadrinhos homônimos criaosa por Rob Liefeld, que também é co-criador de personagens como Cable e Deadpool.

Produzido pelo Studio 8, o longa será escrito por Marc Guggenheim (‘Arrow’) e dirigido por Sam Hargrave (‘Resgate’).

Assim como nos quadrinhos, a adaptação acompanha John Prophet (Gyllenhaal), um homem desesperado para proteger e sustentar sua família durante o fim da 2ª Guerra Mundial, então ele se entrega como cobaia de um experimento alemão para criar super-soldados.

No entanto, depois que um bombardeio o enterra vivo e o prende no subsolo por 20 anos, ele desperta novamente em 1965, onde as coisas não estão nada bem para ele.

O mundo mudou sem ele, sua filha o culpa pelo abandono e agentes da KGB estão atrás dele para criar super-soldados a partir de seu sangue.

Ainda sem previsão de estreia, a adaptação está sendo disputada por estúdios e plataformas de streaming, e deve ser a primeira parte de uma nova franquia.

Até o momento, maiores detalhes não foram revelados, então não há previsão para o início das filmagens e nem informações sobre o restante do elenco.

Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas plos próximos meses

Lembrando que o filme mais recente de Gyllenhaal é ‘O Culpado (‘The Guilty’).

Produzido pela Netflix, o longa dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’) é um remake norte-americano do thriller de ação dinamarquês dirigido por Gustav Möller.

Na trama, um detetive rebaixado a operador de chamadas de emergência tenta salvar uma mulher desesperada em meio a um dia frenético cheio de revelações – e acertos de contas.

Confira o trailer, junto às imagens:

THE GUILTY: JAKE GYLLENHAAL as JOE BAYLER. CR: GLEN WILSON/NETFLIX © 2021.
THE GUILTY: BEHIND THE SCENES with ANTOINE FUQUA (DIRECTOR). CR: GLEN WILSON/NETFLIX © 2021.
THE GUILTY: JAKE GYLLENHAAL as JOE BAYLER. CR: NETFLIX © 2021.

O elenco ainda conta com Riley Keough, Ethan Hawke e Paul Dano.

Nic Pizzolatto (True Detective) assina o roteiro.

‘Thor: Amor e Trovão’: Chris Hemsworth explica porque o público gosta tanto do personagem

Desde Thor: Ragnarok‘, o personagem de Chris Hemsworth se tornou um dos heróis da Marvel mais queridos do público, seja pelo seu humor ou pelas cenas de ação em que ele demonstra todo o seu poder.

E toda essa popularidade foi o principal motivo que rendeu a Hemsworth a marca como o primeiro astro da Marvel a ganhar um 4º filme solo.

Durante uma entrevista para o Deadline, ele foi questionado por que as pessoas gostam tanto do personagem, ao que ele respondeu:

“Há uma qualidade adolescente nele, sabe? Um senso de aventura e uma espécie de imaturidade que é divertida.”

Ele continuou, atribuindo todo o sucesso à sua parceria com o diretor Taika Waititi.

“Toda vez que trabalho com Taika Waititi é algo diferente. Ele é um artista renovador e um querido amigo. Ele tem a mesma qualidade de imaturidade que eu falei sobre o Thor, da melhor maneira possível.”

Lembrando que Thor: Amor e Trovão‘ chega aos cinemas nacionais no dia 07 de julho.

E aí, você está animado para a estreia?

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

Como o filme vai incluir a participação da Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Groot (voz de Vin Diesel), há diversas possibilidades para esse romance.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ terá foco em história de amor entre Miles e Gwen; Confira a nova imagem!

A revista Empire divulgou uma nova imagem de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘, que estreia em 02 de junho nos cinemas nacionais.

A imagem mostra o protagonista Miles Morales observando Gwen Stacy, seu interesse amoroso.

E a legenda diz justamente que o foco do longa será a história de amor entre eles.

Confira, junto com a capa da revista e o trailer:

“Imagem exclusiva! ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ é uma história de amor entre Miles e Gwen, disse a produtora Amy Pascal à Empire. Leia mais sobre a sequência, além de detalhes sobre Hobie Brown, também conhecido como Hobie Brown, de Daniel Kaluuya, o Spider-Punk.”

O segundo filme seguirá o Miles Morales (Shameik Moore), que assumiu o manto do amigão da vizinhança do Brooklyn, enquanto ele se reúne com a Gwen Stacy (Hailee Steinfeld) para tentar navegar na complicada teia do multiverso em busca de um novo vilão e uma equipe de pessoas-aranha.

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Santos é conhecido por seu trabalho em ‘A Lenda de Korra’‘Avatar: A Lenda de Aang’, enquanto Powers co-dirigiu o aclamado ‘Soul’ ao lado de Peter DocterMike Jones.

Thompson, por sua vez, ficou responsável pelo design de produção do primeiro ‘Aranhaverso’.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Lançado em 2019, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ tornou-se um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 375 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 90 milhões.

‘Aquaman 2’: Warner tenta inovar, mas entrega um dos cartazes mais bizarros do DCEU; Confira!

Aquaman 2: O Reino Perdido‘ já está em exibição nos cinemas e a Warner Bros decidiu divulgar um cartaz final para promover o lançamento.

A imagem nada mais é que o traje de Arthur Curry (Jason Momoa) pendurado num varal, tentando passar uma mensagem simbólica de despedida.

No entanto, muitos fãs encararam a mensagem como se o estúdio tivesse desistido do personagem antes mesmo da estreia, sem considerar um sucesso que pudesse garantir mais uma sequência.

De qualquer forma, a imagem também dá a ideia de que Arthur agora deixou o heroísmo para trás e irá se dedicar à paternidade.

Confira e comente a sua opinião:

“Rei. Guerreiro. Pai. O novo cartaz de ‘Aquaman e o Reino Perdido‘.”

Apesar de ter ultrapassado a marca dos US$ 100 milhões em sua estreia nas bilheterias mundiais, a sequência ‘Aquaman 2: O Reino Perdido‘ falhou em alcançar as projeções mais recentes.

No Brasil, o filme dominou as bilheterias de Natal e atraiu 621,7 mil espectadores em sua abertura estendida de quarta-feira a domingo, gerando uma receita de R$ 13,3 milhões. De quinta a domingo, o filme fez R$ 9,48 milhões.

Para comparação, a abertura foi menor que ‘The Flash‘, que levou 679 mil espectadores aos cinemas e arrecadou R$ 14,6 milhões, e maior que ‘As Marvels‘ – que levou 413 mil pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 9,1 milhões em sua estreia.

Nos EUA, o longa arrecadou apenas US$ 38 milhões durante o final de semana estendido – ficando abaixo de outros fracassos recentes do gênero, como ‘The Flash‘ (US$55M) e ‘As Marvels‘ (US$46.1M).

Internacionalmente, a produção arrecadou US$ 80.1 milhões através de 73 mercados.

O destaque fica com ‘Renaissance: A Film By Beyoncé‘, que teve o  melhor dia de abertura para um filme-concerto da HISTÓRIA no Brasil com R$ 2,4 milhões arrecadados somente na quinta-feira, 21.  De quinta a domingo, o filme fez R$ 4,77 milhões.

Confira o TOP 10, de quinta a domingo:

filmerenda (R$)
1Aquaman 2 – O reino perdido9.482.849
2Renaissance – Um filme de Beyoncé4.774.233
3Wonka2.862.223
4Godzilla minus one600.615
5Napoleão297.334
6Jogos Vorazes – A cantiga…261.950
7O sequestro do voo 375169.559
8Os Três Mosqueteiros – Milady150.436
9A maldição do Queen Mary101.413
10A viagem encantada84.628

 

Infelizmente, ‘Aquaman 2: O Reino Perdido‘ não se saiu muito nas pesquisas do CinemaScore, conquistando a nota B. A marca representa uma pontuação mais baixa que ‘Mulher-Maravilha 1984‘, ‘Esquadrão Suicida‘ e ‘Liga da Justiça‘, que receberam B+ e ainda assim estão entre os títulos mais mal avaliados da DC nas telonas.

Na opinião dos críticos, o longa se saiu ainda pior: alcançando míseros 36% de aprovação no Rotten Tomatoes – quase metade dos 66% de aprovação conquistados pelo primeiro filme.

Vale lembrar que o longa já segue em exibição nos cinemas nacionais!

Assista nossa crítica:

Além de Momoa e Patrick Wilson, o elenco conta com o retorno de Dolph Lundgreen Temuera MorrisonJani ZhaoIndya MooreVincent Regan foram as novas adições ao time.

 

Artigo – A ascensão do cinema asiático que levou à Shang-Chi

Indústria cinematográfica da China e Japão tem uma longa história de consolidação, censura e retomada; trajetória que inspirou a produção de Shang-Chi 

A mais nova aventura envolvendo um personagem da Marvel Comics já está disponível para o público, sendo ela um mergulho profundo e inédito (para a franquia) no universo das artes marciais asiáticas. Muito mais do que uma continuação do trabalho conduzido pelo estúdio desde 2008, ele também existe como uma homenagem a todo um subgênero.

Bastante popularizado nos anos 70 e 80, os filmes de artes marciais se tornaram uma febre junto ao público graças às obras protagonizadas por Bruce Lee. Mais importante ainda foi a representatividade fornecida por essas produções e pelo próprio astro mencionado. Até o momento de popularização desses filmes, porém, a imagem dos asiáticos não era positiva nos EUA.

Sendo um elemento remanescente da Segunda Guerra Mundial e da Guerra da Coreia, nos anos 50, a visão negativa que esse público possuía tanto de atores como produções asiáticas eram indícios que a rivalidade sino-americana (incendiadas após os ataques a Pearl Harbour mas com início nos embargos sofridos pelo Japão antes) ainda era um tópico bem vivo na sociedade.

Os ataques à Perl Harbor tiveram grande impacto na percepção do público acerca dos japoneses

Algumas das representações mais infames de asiáticos em Hollywood tiveram lugar em produções extremamente importantes nos anos 60, ou seja, não era algo reservado a filmes menores. Nesse sentido, Bonequinha de Luxo é um exemplo histórico pela forma como apresentou o personagem Sr. Yunioshi.

Interpretado por Mickey Rooney, o personagem hoje é lembrado como uma amostra do pensamento xenófobo da época, principalmente por envolver um ator ocidental interpretando um personagem de origem japonesa, carregado de esteriótipos e visualmente remetente às antigas propagandas de recrutamento de guerra, estas que demonizam estes grupos para assim incitar novos soldados.

Ainda na mesma década, o primeiro filme de James Bond (007 – Contra o Satânico Dr. No) trouxe o ator canadense, Joseph Wiseman, para representar o vilão Julius No; um cientista que trabalhava para a organização terrorista S.P.E.C.T.R.E e possui traços orientais evidentes; é válido também citar uma obra ainda mais antiga, de 1956, intitulada Sangue de Bárbaros no qual o ator John Wayne interpretou o conquistador mongol Gengis Khan.

A infame atuação de Mickey Rooney em “Bonequinha de Luxo

Todas essas situações, como dito anteriormente, tinham raízes na relação tumultuosa entre EUA e Japão, porém, já no raiar do século XX a relação com a China também não era perfeita. No artigo The Evolution of Chinese and Asian Faces in Hollywood, assinado por Elizabeth Lee para o portal Voa News, é abordado que conflitos anteriores geraram indisposição também nas relações dos norte-americanos com os chineses e que por sua vez fomentaram todo tipo de narrativas ofensivas.

“ Durante esse período na história, as tensões políticas entre o ocidente e a China chegaram a um pico durante a rebelião dos Boxers em 1900, um levante contra as influências ocidentais na China. Com toda essa história veio a percepção do chinês como o ‘perigo amarelo’, o chinês sinistro, o chinês que você não podia confiar. E isso resultou no personagem chamado Fu Manchu”.

Este era o principal antagonista nas histórias assinadas pelo escritor Sax Rohmer na primeira parte do século XX, carregando diversas críticas ao longo das décadas por representar uma visão ocidental negativa incentivada contra os chineses. No artigo The Yellow Peril: Dr Fu Manchu and the Rise of Chinaphobia Review, escrito por Phillip French ao The Guardian, é dissecado como Rohmer chegou à essa visão do vilão.

“O novo século abriu com a primeira referência, no Daily News de 21 de julho de 1900, ao ‘perigo amarelo na sua forma mais grave’…É neste ponto que a própria encarnação desta ameaça na forma do Dr. Fu Manchu começa a se desenvolver na mente confusa, fértil, florida e prolífica de seu criador., um autodidata da classe trabalhadora de ascendência irlandesa chamado Arthur Sarsfield Ward, que foi adotar o pseudonimo de Sax Rohmer…Como jornalista ele se tornou uma falsa autoridade em Limehouse (distrito de Londres) e na comunidade chinesa, além de afirmar ter visto um chinês alto e sinistro lá uma noite…”

Christopher Lee interpretando Fu Manchu

Em contrapartida, se Hollywood oferecia um campo escasso para talentos asiáticos, o pós Segunda Guerra testemunhou o renascer das indústrias cinematográficas chinesas e japonesas. A partir de 1945, a cidade de Xangai viu o retorno de diversos estúdios de cinema que haviam tido suas atividades interrompidas durante a ocupação japonesa; dentre os cineastas que voltaram nenhum representou peso mais simbólico do que Cai Chusheng.

Foi sob a euforia de um retorno do cinema chinês que a obra The Spring River Flows East ganhou vida em 1947, sendo considerada a obra prima do cinema da China em todos os tempos. Com mais de três horas de duração, a história narra um drama poderoso sobre o ponto de vista chinês a respeito da guerra e as privações inerentes desse cenário na população. 

Após a instauração do regime comunista, ainda nos anos 40, o cinema nacional não sofreu um novo esfriamento mas sim um incentivo; isso porque o Partido Comunista Chinês entendia o potencial daquele meio para a perpetuação da ideologia junto à população. Em contrapartida, todos os filmes vindos do ocidente (principalmente de Hollywood) e de Hong Kong (então protetorado inglês) estavam banidos.

“The Spring River Flows East” é um filme essencial do cinema chinês

Também nesse mesmo período, o cinema japonês se viu ainda estagnado; durante a guerra ele serviu como ferramenta de propaganda do império, no qual todas as produções obrigatoriamente deveriam seguir uma cartilha de recomendação no qual exaltavam as glórias do exército e do imperador. 

A situação não se viu muito melhor no pós guerra, quando as forças de ocupação norte-americanas verificavam cada produção realizada afins de verificar se não circulavam mensagens antiamericanas. Foi nessa fase que a carreira do cineasta Akira Kurosawa começou a ascender e com ele vieram os anos 50, tidos como o mais importante período do cinema nipônico.

Filmes como Os Sete Samurais (1954), Gojira (1954), Rashomon (1950) ultrapassaram as barreiras nacionais e inspiraram levas de artistas no ocidente; tendo a filmografia de Kurosawa um papel essencial nesse intercâmbio. Mesmo após décadas de seu primeiro filme, estilo de condução da câmera; enquadramento de cenário e senso estético. 

Akira Kurosawa, um dos arquitetos do cinema japonês do pós guerra

A partir do final dos anos 60 e início dos 70, Hollywood, tomada por um novo movimento com identificação profunda nos filmes independentes europeus, viu o surgimento de uma nova gama de artista vindos de seções tradicionalmente marginalizadas da sociedade. Foi o período da Blaxploitation de Gordon Parks e das artes marciais de Bruce Lee.

Graças à Operação Dragão (1973) Lee se tornou o primeiro ator sino-americano a figurar dentre os grandes nomes do cinema nacional; ele não se conteve apenas com a fama mas utilizou dessa nova posição para expor a situação precária com que outros sino-americanos eram vistos e representados; sendo mestre em diversos estilos de artes marciais, ele constantemente apresentava essa filosofia em seus filmes.

Como consequência o público, antes estranho a essa prática, a abraçou e, principalmente, abraçou a versão dela apresentada por Lee de que artes marciais não era algo bélico por natureza mas sim de reflexão e pesquisa.

Bruce Lee foi essencial não só para a popularização de filmes sobre artes marciais mas também de artistas chineses em geral

Ainda que a devida igualdade de representações asiáticas e ocidentais não seja uma realidade plena em Hollywood, dificultadas ainda mais pela deflagração da pandemia de Covid-19 e pela relação turbulenta entre Washington e Pequim, existe um gradual interesse em trabalhar abordagens dessas culturas (ainda que motivadas principalmente pelo potencial de bilheteria do público chinês) de forma mais comum.

É com isso em mente que Shang-Chi e a Lenda dos Dez Aneis se apresenta com uma dignidade não muito diferente de obras como O Tigre eo Dragão ou Amor à Flor da Pele; não se propondo a ser a obra unificadora entre ocidente e oriente mas como algo que simplesmente não se envergonha da bagagem cultural que carrega pela origem e não teme mistura-la com conceitos do estilo de vida ocidental.

  

 

 

 

Diretor de ‘Esquadrão Suicida’ expressa DECEPÇÃO profunda com o filme: “Me devastou”

O diretor David Ayer abriu o coração em uma entrevista para o podcast Real Ones (via Variety), revelando que ‘Esquadrão Suicida‘ foi sua maior decepção em Hollywood.

Nos últimos anos, Ayer tem sido franco sobre o fato de que o corte final do filme não reflete sua visão preferida para o filme de 2016. Esse corte recebeu críticas generalizadas, mas Ayer afirma que o estúdio alterou drasticamente a essência do filme em relação ao conceito original.

Durante a entrevista, ele compartilhou como o processo de criação e os resultados impactaram sua experiência:

“Hollywood – eu costumo dizer para as pessoas – é como assistir a alguém que você ama sendo desrespeitado por alguém que você odeia”, comentou Ayer quando questionado sobre sua maior decepção em Hollywood. “A maior delas é ‘Esquadrão Suicida’. Isso me devastou. Foi como ser espancado.”

Ayer continuou: “Isso foi logo depois de ‘Corações de Ferro’, certo? Eu estava no controle da situação – poderia ter feito qualquer coisa, e fiz de tudo. E então me envolvi com ‘Esquadrão Suicida’. E foi a mesma coisa – autenticidade, verdade, ensaios profundos, verdadeira imersão em nossos personagens. Vamos criar algo incrível e colaborativo, certo? E então, ‘Deadpool’ foi lançado. Eles não testaram ‘Batman vs. Superman’, esperavam um resultado diferente e foram amplamente criticados pelos críticos. Então, foi como se dissessem, ‘Vamos transformar o filme sombrio e profundo de David Ayer em uma comédia agora’.”

Anteriormente, o diretor havia revelado novos detalhes do “Ayer Cut”, sua versão do filme.

Em seu perfil oficial no Twitter, Ayer mostrou uma nova arte conceitual em uma cena envolvendo a vilã Magia (Cara Delevigne) e uma aparição do Coringa.

Na legenda, ele escreveu: “É apenas uma arte conceitual. Não é tão sério. A ideia era que a Magia estava alterando a realidade ao seu redor e mudando o ambiente. A imagem do Coringa é uma abordagem simples desse conceito.”

Confira:

Vale lembrar que o cineasta tornou pública a sua insatisfação e explicou que seu corte de ‘Esquadrão Suicida foi picotado, alegando que a versão que chegou aos cinemas não foi a que ele planejou.

Após o lançamento, o longa foi duramente criticado pela falta de ritmo e de identidade, apesar do estilo explosivo da condução.

Conversando com a EW, Ayer voltou a falar sobre o desejo pelo lançamento do corte original.

“Acredito que os estúdios agora percebem que podem existir versões oficiais e alternativas, e os fãs querem assisti-las. Eles amam os personagens e querem passar mais tempo com eles. As pessoas estão bem mais interessadas em como os filmes são feitos e querem fazer parte dessa jornada. Há espaço para coisas diferentes, versões diferentes, para serem compartilhadas com o público. Acredito que isso ajuda a reforçar nossa conexão com a comunidade. Mas devo dar o crédito para a Warner Bros. por apoiar o Zack [Snyder] e ter a coragem para explorar isso.”

Ele completa, “Eu entendo que faz parte dos negócios, mas é frustrante porque eu realmente fiz um drama profundo e a minha versão foi destruída, pois eles tentaram transformar o filme em um ‘Deadpool’ – o que não era para ser. Então, eu acabo sendo culpado, pois o meu nome está lá. Apesar de não representar o que eu realmente fiz, eu tenho que enfrentar a munição dos críticos e ser um bom soldado. Eu fiz um filme incrível, que acabou assustando os executivos.”

Na época, a ex-presidente e CEO da WarnerMedia, Ann Sarnoff, revelou que eles não pretendiam lançar o Ayer Cut e agora está mais do que claro que a versão jamais será lançada pelo estúdio.

Relembre o trailer de ‘Esquadrão Suicida‘, disponível para streaming na HBO Max e no Prime Video:

Um time dos mais perigosos e encarcerados supervilões são contratados por uma agência secreta do governo, para combater uma poderosa entidade. No entanto, quando eles percebem que não foram escolhidos apenas para ter sucesso, mas também por sua óbvia culpa quando inevitavelmente falharem, terão que decidir se vale a pena ou não continuar correndo risco de morte.

O filme é estrelado por Will Smith, Margot Robbie, Joel Kinnaman, Viola Davis, Jai Courtney, Jay Hernandez, Adewale Akinnuoye-Agbaje, Ike Barinholtz, Scott Eastwood, Cara Delevingne, Adam Beach e Karen Fukuhara.

Ian Ousley, de ‘Avatar: O Último Mestre do Ar’, quer ser Mutano no filme live-action dos Jovens Titãs!

O ator Ian Ousley, conhecido por seu papel como Sokka na série live-action da Netflix Avatar: O Último Mestre do Ar, revelou seu desejo de interpretar Garfield Logan, o Mutano, no próximo filme live-action dos Jovens Titãs da DC Studios.

Em entrevista ao Screen Rant, Ousley declarou: “Sou realmente um grande fã dos Titãs, então adoraria ser o Mutano, isso seria como um papel dos sonhos para mim. Então, quem sabe um dia?!”

Lembrando que o longa está sendo escrito por Ana Nogueira (‘Lista Negra’) com produção de James Gunn e Peter Safran, CEOs do DCU.

Nogueira também está escrevendo o roteiro de ‘Supergirl: Mulher do Amanhã’, outro filme do DCU.

A equipe foi introduzida nos quadrinhos em meados dos anos 1960 e já teve diversas formações. A formação mais famosa, que se tornou referência para muitas adaptações, inclui Robin, Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano.

Os Jovens Titãs já foram adaptados para a televisão e cinema com sucesso. A série animada Jovens Titãs (2003) e ‘Os Jovens Titãs em Ação’ (2013) foram muito populares, assim como o live-action ‘Titãs’ (2018). A equipe também já teve diversos filmes animados, como ‘Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas’ e Jovens Titãs: Missão Tóquio’.

Por enquanto, não há data de estreia para o filme.

Plano de CINCO anos para a franquia ‘Sonic’ é VAZADO por fã

Sonic 3’, que já está em cartaz nos cinemas nacionais, vem conquistando o público, mas algo inusitado tem chamado ainda mais a atenção: três anos atrás, um fã conhecido como “KingMario05” fez uma postagem no Reddit onde simplesmente acertou tudo sobre a franquiaSonic.

Na postagem, o fã compartilhou um suposto plano de 5 anos da SEGA para Sonic, detalhando lançamentos nos cinemas, jogos e até no streaming.

Vamos conferir o que foi dito e o quanto se concretizou:

2022:

  • Lançamento do segundo filme do Sonic.
  • Lançamento de Sonic Prime na Netflix.
  • Lançamento de Sonic Frontiers.

2023:

  • Lançamento de um novo jogo 2D, desenvolvido pelo Time B.
  • Lançamento de uma série live-action no Paramount+.
  • DLC para Sonic Frontiers.
  • Renovação da série Sonic Prime para uma segunda temporada.
  • Mario e Sonic nos Jogos Olímpicos de Paris 2024.

Observação: O jogo de 2D acabou sendo “Sonic Superstars”, e a série live-action foi confirmada como ‘Knuckles’, mas precisou ser adiada para 2024.

2024:

  • Lançamento do terceiro filme do Sonic.
  • Novo jogo “tradicional” do Sonic em 3D.
  • Jogo derivado feito por um estúdio externo.

Observação: Os jogos previstos foram “Sonic x Shadow Generations” e “Sonic Rumble”.

2025-2026:

  • Celebração dos 35 anos de Sonic.
  • Remakes de Sonic Adventure.

2027:

  • Lançamento de Sonic Adventure 3.

O mais impressionante é que os vazamentos feitos por KingMario05 se mostraram extremamente precisos, acertando detalhes como os lançamentos de filmes, jogos e séries. Agora, resta esperar para ver se o mesmo acontecerá com os planos para 2025 e 2026.

Sonic The Hedgehog – Novo plano de 5 anos da Sega vazado
por u/KingMario05 em GamingLeaksAndRumours

Vale lembrar queSonic 3’ já é um sucesso nos EUA, com US$ 70,1 milhões arrecadados nos primeiros 4 dias em cartaz, segundo o Deadline.

Com isso, o filme levou apenas um dia a mais para superar as estimativas de US$ 70 milhões para o primeiro final de semana.

Confira a lista dos cinco filmes mais assistidos nos EUA até ontem:

1- ‘Sonic 3’
Arrecadou US$ 10 milhões ontem e, no total, já soma US$ 70,1 milhões em sua primeira semana.

2- ‘Mufasa
Arrecadou US$ 7 milhões ontem, totalizando US$ 42,4 milhões em sua primeira semana.

3- ‘Wicked
O musical arrecadou US$ 4,6 milhões na segunda-feira e já acumula US$ 389,2 milhões, estando em sua quinta semana em cartaz.

4- ‘Moana 2
A sequência arrecadou US$ 4 milhões ontem e, no total, soma US$ 363,2 milhões em sua quarta semana.

5- ‘Gladiator 2
Fechando o top 5, a sequênciaGladiator 2 arrecadou US$ 1,16 milhão na última segunda-feira e, no total, já soma US$ 155,2 milhões em sua quinta semana.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

No terceiro filme, o ouriço velocista (Ben Schwartz), o guerreiro equidna Knuckles (Idris Elba) e a raposa voadora Tails (Colleen O’Shaughnessey) constroem uma aliança voltada à proteção da mágica Esmeralda Mestra. No entanto, uma nova ameaça surge quando os militares da G.U.N., uma força especial, não conseguem encontrar o corpo do Dr. Eggman (Jim Carrey) no local onde ocorreu a batalha final.

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‘F1’ desbanca ‘Napoleão’ e se torna o filme de maior bilheteria da história da Apple

O aguardado filme F1, estrelado por Brad Pitt, está demonstrando ser um verdadeiro sucesso e acaba de alcançar um marco significativo, tornando-se o filme mais assistido da Apple.

De acordo com a Variety, em apenas dez dias de exibição,F1 arrecadou US$ 293 milhões globalmente.

Com esse resultado impressionante, o longa superou a bilheteria total de outras produções da Apple, comoAssassinos da Lua das Flores de Martin Scorsese (US$ 158 milhões) e Napoleão de Ridley Scott (US$ 221 milhões), solidificando-se como o maior sucesso cinematográfico da empresa até o momento.

É importante notar que, embora o recorde seja expressivo, a Apple lançou apenas cinco filmes nos cinemas, e dois deles, Como Vender a Lua (US$ 42 milhões) e ‘Argylle’ (US$ 96 milhões), foram fracassos de bilheteria.

Fora dos Estados Unidos e Canadá, ondeF1 acumulou US$ 109,5 milhões, os principais mercados incluem China (US$ 22 milhões), Reino Unido (US$ 17,3 milhões), México (US$ 12,3 milhões), França (US$ 11,5 milhões) e Austrália (US$ 9,8 milhões).

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

‘Vingadores: Doutor Destino’ lidera apostas para maior bilheteria de 2026

Mesmo com as discussões sobre o “cansaço” do gênero de super-heróis,Vingadores: Doutor Destino (Avengers: Doomsday) surge como o favorito absoluto para dominar as bilheterias globais no próximo ano.

O filme, que marca o retorno dos irmãos Russo à direção e de Robert Downey Jr. ao MCU (desta vez como o vilão Victor von Doom), é a grande aposta para revitalizar o multiverso da Marvel.

Uma pesquisa recente realizada pela Bloomberg, que ouviu cerca de 700 especialistas e executivos da indústria de Hollywood, revelou um consenso sobre os títulos que devem movimentar bilhões em 2026.

Confira o ranking das cinco maiores apostas de bilheteria, segundo os especialistas:

vingadoresdoomsday

Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

‘Hora de Aventura’: HBO Max anuncia nova série focada em Princesa Jujuba e Marceline

A franquiaHora de Aventura continua se expandindo. De acordo com o Deadline, a HBO Max encomendou uma primeira temporada com 10 episódios de um novo derivado, desta vez focado inteiramente na Princesa Jujuba e em Marceline, a Rainha dos Vampiros.

A nova produção acompanhará as duas personagens em uma jornada pelos cantos mais distantes da Terra de Ooo, onde encontrarão rostos conhecidos e enfrentarão novos perigos.

O projeto será comandado por Adam Muto (showrunner de “Fionna e Cake” e “Distant Lands”), em parceria com o Cartoon Network Studios. Muto assume o papel de showrunner e produtor executivo, ao lado de Fred Seibert e Sam Register.

Os executivos da Warner e da HBO celebraram o sinal verde para o projeto:

“Mal podemos esperar para ver aonde a imaginação sem limites de Adam nos levará nesta nova série. É uma alegria embarcar em outra aventura de ‘Hora de Aventura’ ao lado de nossos amigos e parceiros do Cartoon Network Studios”, disse Amy Gravitt, vice-presidente executiva de programação de comédia da HBO e HBO Max.

Sam Register, presidente da Warner Bros. Animation, do Cartoon Network Studios e da Hanna-Barbera Studios Europe, acrescentou: “‘Hora de Aventura’ continua sendo um dos universos mais inventivos e amados da animação. Ao lado de nossos parceiros da HBO Max, estamos empolgados em continuar expandindo esse universo com Adam e sua talentosa equipe”.

Hora de Aventura’ está disponível no HBO Max.

“Finn vive grandes aventuras na terra de Ooo na companhia de seu melhor amigo, Jake. De viagens a reinos alucinantes a lutas contra vampiros, os dois estão prontos para enfrentar qualquer perigo”, diz a sinopse.

Os Melhores e Piores Filmes Found Footage

Não é recente o uso do chamado estilo de linguagem found footage, apadrinhado aqui de gravações perdidas, já que este é uma variação de outro subgênero, o mocumentário. Mesmo não sendo literalmente o percursor, sem dúvidas foi a produção italiana Holocausto Canibal (1980) que difundiu a vertente em escala mundial e inspirou outros títulos no futuro. É o tipo de produto que de fato tem a capacidade de mexer com o público, incomodar a nível real e render longos debates.

Foi o que aconteceu no lançamento de A Bruxa Blair (1999), filme que tem o título de ser primeiro o usar o marketing viral construído através de informações soltas na internet. A dupla Eduardo Sánchez e Daniel Myrick tiveram a brilhante ideia de contratar atores locais e deixa-los isolados durante alguns meses. Depois criaram a história que alguns jovens desapareceram, após entrarem numa floresta, e que o motivo por trás disto se devia a uma lenda antiga. Bem como depois revelaram que acharam os últimos registros dos garotos em fitas de vídeo. O que deixou o mundo inteiro maluco querendo ter acesso ao material.

De lá pra cá surgiram muitos títulos que apostaram nesse estilo, alguns realmente interessantes e que fizeram grande sucesso, outros um tanto chatos ou mesmo ruins em níveis de ideia e realização. E agora com a chegada da surpreendente terceira parte de A Bruxa de Blair, vamos voltar no tempo e citar os melhores e piores filmes do gênero. Não se esqueçam de deixar nos comentários abaixo quais são os seus favoritos.

Piores

5 – Atividade Supernatural (2012)

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É o grande representante das comédias pastelões dos filmes found footage, já que decide “referenciar” obras como Fenômenos Paranormais, O Último Exorcismo, A Bruxa de Blair, O Exorcismo de Emily Rose, Atividade Paranormal, A Origem, Vozes do Além e outras mais. Mas também por ser ruim em vários aspectos, já que nunca consegue fazer rir e em muitos momentos atinge um alto nível de vergonha alheia.
Um dos ilusionistas mais famosos dos EUA prepara um novo programa de TV para explorar o mundo sobrenatural. Para sua primeira missão, ele recruta um time de especialistas para explorar uma casa assombrada por espíritos malignos. Detalhe: a equipe não sabe que se trata de uma tarefa sobrenatural, muito menos de um programa sobre o assunto.

4 – Desaparecidos (2011)

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Talvez a ideia de David Schürmann tenha sido fazer algo parecido com A Bruxa de Blair e Projeto X, onde jovens que saiam de uma festa e iam pro meio do mato eram perseguidos por uma criatura desconhecida. O longo inteiro é basicamente gente correndo, berrando e chorando no escuro, onde não há uma mínima atenção no desenvolvimento da trama e dos personagens. Difícil de assistir.
Outubro de 2011. Uma festa VIP, em Ilhabela no litoral paulista. O convite? Uma câmera de vídeo que deve ser usada o tempo todo. Ela registra, aleatoriamente, imagens sem você saber quando vai ligar. Parece a festa perfeita? Não para um grupo de amigos, que colocou o pé na estrada rumo à última balada de suas vidas. Dias depois de desaparecerem sem explicação, as autoridades encontraram seis câmeras abandonadas na mata. Nelas as aterrorizantes imagens do que realmente aconteceu com os desaparecidos e porque as autoridades mantiveram segredo.

3 – Projeto Dinossauro (2012)

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Ao começar ver esse filme, você certamente pensará que é uma comédia, já que o texto introdutório adverte que as imagens passadas não sofreram qualquer tipo de alteração na pós-produção. Só que esta na verdade captura registros de dinossauros por um médico, numa viagem feita ao Congo. Junte isso aos muitos e toscos efeitos visuais, a razão de aspecto habitual que não se encaixa no estilo e a captação de áudio meticulosa. É mesmo uma afronta.
Médica acompanha pai e filho que querem fazer um documentário durante uma viagem ao Congo. Lá, eles descobrem criaturas que pensavam ter sido extintas… dinossauros. Agora, com uma câmera na mão para documentar tudo, eles lutam para sobreviver.

2 – Filha do Mal (2012)

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Quando algum realizador decide fazer um longa no formato found footage é necessário no mínimo ter uma justificativa lógica para tal linguagem. Mas este Filha do Mal chegou nos cinemas causando polemica por afirmar trazer um caso real que era “escondido” e não autorizado pela igreja católica. Na verdade, vemos um amontoado de clichês, uma história chata e jamais temos a impressão que estamos diante de um registro achado. Soando assim completamente falho.
Acompanha uma mulher que foi levada a pensar que a sua mãe assassinou três pessoas porque estava louca. Quando ela descobre que os assassinatos ocorreram durante um Exorcismo, ela parte em busca da verdade, recorrendo a uma equipe de filmagens para documentar a sua investigação. É já na Itália que ela vai se envolver numa série de exorcismos que vão revelar-se devastadores.

1 – Apollo 18 – A Missão Proibida (2011)

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Confesso que durante a sessão não consegui entender muitas vezes o que estava sendo passado em tela. A ideia de criar a sensação de terror no espaço através de criaturas alienígenas já deu muito certo em outras empreitadas, mas em Apollo 18 tudo parece muito errado, nada funciona e o resultado é o espectador entediado durante toda exibição do filme.
O filme explorará as teorias da conspiração sobre a missão espacial Apollo 18, cancelada na década de 1970 pela NASA. A trama, aparentemente, revelará que a missão existiu – e envolveu o resgate de uma nave espacial e corpos alienígenas em colaboração com a União Soviética.

Melhores

5 – Atividade Paranormal (2009)

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Feito com apenas 11 mil dólares e arrecadando mundialmente quase 200 milhões, Atividade Paranormal é certamente a produção mais bem sucedida da linha found footage, e diferente da maioria, temos acesso na verdade a uma câmera estática que registra acontecimentos noturnos de uma casa. Onde o maior segredo é justamente fazer com que o espectador procure o que está havendo e por assim o deixar sempre na ponta da cadeira.
Sinopse: Um jovem casal se muda para uma casa onde fenômenos inexplicáveis começam a acontecer. Eles resolvem filmar tudo a noite, enquanto tentam dormir, pois é o horário em que as Atividades Paranormais normalmente acontecem com maior frequência.

4 – Holocausto Canibal (1980)

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Holocausto Canibal é um dos filmes mais polêmicos da história, sendo proibido em vários países, onde é visto cenas violentas com decapitações e torturas, pessoas empaladas e outros horrores. A crueza do registro confere uma credibilidade quase documental à obra e até hoje funciona bem. A trama também possui pontos bem discutíveis tematicamente.
Professor da Universidade de Nova York sai em expedição à Amazônia em busca de quatro jovens documentaristas que desapareceram durante uma filmagem. Lá chegando, ele descobre que os cineastas foram mortos por canibais, mas consegue recuperar os rolos de filme gravados por eles. De volta aos Estados Unidos, estas filmagens revelam os horrores que os documentaristas passaram nas mãos de canibais.

3 – Cloverfield – Monstro (2008)

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A maioria das produções found footage geralmente tem um nível de produção de baixo custo se comparadas a outros gêneros, mas diferente da grande maioria, Cloverfield – Monstro pode ser considerado um blockbuster cheio de efeitos visuais e de grande escala em cenários e locações. É a mistura do filme-catástrofe realizado por uma linguagem peculiar, que no fim das contas deu muito certo e acabou ganhando anos depois uma continuação – esta que é bem diferente.
Rob Hawkins mora em Nova York e está prestes a se mudar para o Japão. Ele reúne os amigos em uma festa de despedida, na qual pretende revelar sentimentos mal-resolvidos. Entretanto um forte solavanco assusta os convidados. Todos buscam notícias sobre o ocorrido na TV, que diz que a cidade sofreu um terremoto. Ao chegar ao terraço para ver os estragos o grupo nota uma bola de fogo gigante, seguida pela queda de luz na cidade. O pânico toma conta de todos, o que aumenta ainda mais quando eles enfim conseguem chegar à rua.

2 – [REC] (2007)

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O tema de zumbis é outro que acabou virando subgênero, e com o espanhol [REC] mesclaram os comedores de cérebro ao found footage e inseriram pitadas de sci-fi (onde depois descobriríamos que era algo sobrenatural), o que virou um dos filmes mais aterrorizantes dos últimos anos. Maravilhosamente bem realizado e cheio de atores competentes, este é o tipo de produção que te deixa aflito do início ao fim, justamente por passar credibilidade e ter cenas impactantes.
Ángela Vidal é uma jornalista que, juntamente com seu operador de câmera Pablo, faz uma reportagem em um quartel do Corpo de Bombeiros, na intenção de mostrar seu cotidiano. Porém o que aparentemente seria uma saída noturna rotineira de resgate logo se transforma em um grande pesadelo. Presos em um edifício, a equipe de filmagens e os bombeiros enfrentam uma situação desconhecida e letal.

1 – A Bruxa de Blair (1999)

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Não é somente a ideia de A Bruxa de Blair que impressiona, mas como ela foi executada. Uma aula sobre fazer um filme do estilo. Primeiro a construção da lenda, depois entrevistas com “moradores locais”, o clima e estética sombria, sem jamais esquecer seu cunho como registro. Além da ótima direção, efeitos sonoros e atuações impressionantes, vemos uma história tenebrosa. Um jovem clássico que ainda hoje impressiona em todos os sentidos.
Três estudantes de cinema embrenham-se nas matas do estado de Maryland para fazer um documentário sobre a lenda da bruxa de Blair e desaparecem misteriosamente. Um ano depois, uma sacola cheia de rolos de filmes e fitas de vídeo encontradas na mata. As imagens registradas pelo trio dão algumas pistas sobre seu macabro destino.

Bônus: Lake Mungo (2008)

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Alice Palmer morre acidentalmente num lago local. Depois do corpo ser reconhecido, os pais e o irmão começam a presenciar manifestações sobrenaturais em casa ou nas suas imediações. Começam a surgir várias fotografias e vídeos onde pode-se ver a silhueta da jovem. É iniciada então toda uma investigação paranormal que não só vai abalar a comunidade como vai desvendar o verdadeiro segredo por trás da morte de Alice.

‘Good Omens’: 2ª temporada de série baseada em obra de Neil Gaiman recebe novo pôster

Foi divulgado pelo Prime Video um novo pôster da 2ª temporada de ‘Good Omens‘, série estrelada por David Tennant e Michael Sheen, segundo informações da Collider.

O pôster em questão foi distribuído no painel de ‘Good Omens‘ durante a New York City Comic Con 2022, que começou na última quinta-feira (07).

Confira abaixo:

O cartaz apresenta o demônio Crowley (David Tennant) e o anjo Aziraphale (Michael Sheen), sob a frase: “Algo está acontecendo lá em cima”.

As filmagens da segunda temporada terminaram em março deste ano e alguns nomes já foram confirmados no elenco. A nova temporada conta com o retorno de Jon Hamm, Derek Jacobi, Niamh Walsh, Mark Gatiss e Steve Pemberton.

Lembrando que primeira temporada de ‘Good Omens‘ já está disponível na Amazon Prime.

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(The Whole Ten Yards)

Elenco: Bruce Willis, Matthew Perry, Amanda Peet, Kevin Pollak, Natasha Henstridge, Carl Ciarfalio, Frank CollisonDireção: Howard DeutchGênero: ComédiaDistribuidora: Europa FilmesEstreia: 16 de Abril de 2004

Sinopse: A vida tranqüila de Jimmy “Tulipa” Tudeski (Bruce Willis), um ex-assassino que decidiu mudar de vida, acaba quando a esposa de Oz (Matthew Perry), seu velho amigo, é seqüestrada por um húngaro e seus capangas. Para ajudar o amigo, Jimmy e sua mulher Jill (Amanda Peet) entram em ação.

Crítica: Breve
Cartazes:

Fotos:

 

 

‘Ataque dos Titãs 2: O Fim do Mundo’ ganha trailer

Attack On Titan 2: End Of The World‘, segunda parte da versão live-action de ‘Ataque dos Titãs’, baseado no popular mangá/anime, teve seu trailer divulgado.

Assista, com os vídeos da primeira parte:

A distribuidora FUNimation lançará a Parte 1 nos cinemas norte-americanos dia 30 de setembro, e a Parte 2 dia 20 de outubro. O número de cópias será restrito, chegando em apenas 300 salas de cinemas.

No Brasil, ainda não há previsão de estreia.

A Sony Pictures já registrou domínios relacionados à franquia, sugerindo que tem planos de fazer uma adaptação hollywoodiana.

Ataque dos Titãs‘ ocorre num mundo onde a restante parte da população humana vive dentro de uma cidade cercada por enormes muros construídos com o fim de controlar o súbito aparecimento dos titãs – criaturas humanoides gigantescas, que devoram humanos sem motivo aparente. O protagonista Eren Jaeger e a sua irmã adotiva Mikasa Ackerman decidem juntar forças para destruir os titãs que invadiram a cidade.

Haruma Miura está no elenco como Eren, Kiko Mizuhara como Mikasa, Kanata Hongo como Armin, Satomi Ishihara como Hanji, Nanami Sakuraba como Sasha e Takahiro Miura como Jean.

Shinji Higuchi dirige o filme, a partir do roteiro de Yusuke Watanabe (‘Dragon Ball Z: A Batalha dos Deus’).

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Em Nome da Lei

(Em Nome da Lei)

 

Elenco:

Mateus Solano, Paolla Oliveira, Chico Diaz

Direção: Sergio Rezende

Gênero: Ação

Duração: 95 min.

Distribuidora: Fox Film

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 21 de Abril de 2016

Sinopse: 

Inspirado em fatos reais, o eletrizante “Em Nome da Lei“, de Sergio Rezende, revela a história de um jovem juiz federal obstinado em fazer justiça na fronteira do Brasil com o Paraguai. Coragem e determinação permeiam a jornada do destemido e idealista Vitor (Mateus Solano) na missão heroica e sem precedentes de desmantelar o sólido esquema de contrabando e tráfico de drogas chefiado por Gomez (Chico Diaz).

Curiosidades: 

» Inspirado em fatos reais, o suspense político é estrelado por Mateus Solano, Paolla Oliveira e Chico Diaz.

» Emilio Dantas e Silvio Guindane também estão no elenco, no papel dos bandidos Hermano e Cebolinha.

 

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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Revelado o personagem de Scott Eastwood em ‘Esquadrão Suicida’

Scott Eastwood, filho de Clint Eastwood, teve seu misterioso papel revelado em ‘Esquadrão Suicida‘.

Segundo o DCMovies, ele interpretará o tenente GQ Edwards, um personagem nunca antes apresentado nos quadrinhos da DC Comics.

Especulava-se que ele interpretaria Dick Grayson, o Asa Noturna.

Dirigido por David Ayer,  ‘Esquadrão Suicida‘ trará o debut dos personagens nos cinemas e tem lançamento marcado para 5 de agosto de 2016.

Batman em imagens de ‘Esquadrão Suicida’ 

Em ‘Esquadrão Suicida‘, Amanda Waller dirige uma agência secreta do governo que se chamado ARGUS e cria uma força tarefa ‘suicida’ de super-vilões. O governo norte-americano recruta um grupo de criminosos, formado por Pistoleiro, Arlequina, Capitão Bumerangue, Coringa e Rick Flagg, para missões especiais.  Eles são obrigados a embarcar em uma missão perigosa e mortal em troca de penas mais curtas.



 

Terminam as filmagens de ‘It – A Coisa’; Confira novas fotos!

A nova adaptação de ‘A Coisa‘ (It), clássica obra de Stephen King, teve suas filmagens concluídas. A informação foi revelada pela esposa do diretor Andrés Muschietti (‘Mama’) em seu Instagram.

Confira, com as novas imagens divulgadas:

“E sim, concluímos as filmagens de #itthemovie. Obrigado ao elenco incrível e a equipe por esta viagem mágica. E obrigado #stephenking por nos dar este conto”, afirmou.

 

O lançamento do filme no Brasil foi marcado para o dia 7 de setembro de 2017, um dia antes da estreia nos EUA.

‘It – A Coisa’ será parecido com ‘Stranger Things’, afirma produtor

A trama é ambientada em Derry, uma pacata cidade que foi aterrorizada 30 anos atrás por um ser conhecido como “A Coisa”. Suas vítimas eram crianças, sendo que se apresentava na maioria das vezes como o palhaço Pennywise. Com esta forma ele reaparece, 30 anos depois. Sete pessoas atacadas pela criatura juraram combatê-la caso surgisse outra vez, porém este juramento pode custar suas vidas.

Andrés Muschietti (‘Mama’) dirige. Após o sucesso de ‘Deadpool‘, o terror também será R-Rated (para maiores de 17 anos) – saiba mais!

Bill Skarsgard (‘Divergente’) vive Pennywise, conhecido como “A Coisa” por aterrorizar crianças vestido de palhaçoSkarsgard substitui Will Poulter (‘Maze Runner’, ‘Família do Bagulho’), que se desligou do elenco após os diversos adiamentos da produção.

O novo elenco ainda conta com Jaeden Lieberher (‘Midnight Special’), Finn Wolfhard (‘Stranger Things’), Jack Grazer (‘Contos do Halloween’), Wyatt Oleff (‘Guardiões da Galáxia’) e Chosen Jacobs (Hawaii Five-0).

Chefão da Marvel Comics vai dirigir websérie ‘Agents of S.H.I.E.L.D.: Slingshot’

Ninguém menos que Joe Queseda, o chefe de redação da Marvel Comics. Será que o cara é O cara?!

A novidades vem do IGN, que fez uma visita ao set e de quebra conversou com Joe sobre o projeto.

Intitulada Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D.: Slingshot, a série trará as aventuras da Inumana Elena Rodriguez, interpretada por Natalia Cordova-Buckley, antes de se tornar uma agente da S.H.I.E.L.D.

Confira, com o teaser:

 

 

 

 

Conheça os poderes do ‘Rei Arthur’ no trailer final legendado

A Warner liberou o trailer final legendado de ‘Rei Arthur – A Lenda da Espada‘.

Confira, com os cartazes nacionais:

Ação e pancadaria no trailer de ‘Rei Arthur: A Lenda da Espada’, dirigido por Guy Ritchie

A nova história introduz um jovem Arthur, que comanda os becos de Londonium com sua gangue. Após a morte dos pais, sua única esperança é estar ao lado de sua fiel espada Excalibur. Desafiado pelo poder da espada, Arthur terá de fazer algumas escolhas difíceis. Lutando a favor da Resistência e guinado pela jovem e bela Guinevere, Arthur deverá aprender a dominar a espada, enfrentar seus demônios e unir o povo contra Vortigern, tirano que matou seus pais e roubou sua coroa de rei.

Charlie Hunnam (Rei Arthur), Djimon Hounsou (mentor de Arthur), Astrid Berges-Frisbey (Guinevere), Jude Law (o vilão principal) Eric Bana (Uther Pendragon, pai de Arthur) e Mikael Persbrand formam o elenco.

Joby Harold (‘Awake – A Vida Por Um Fio’) escreveu o roteiro do épico e também produz ao lado de Akiva Goldsman, Tory Tunnell e Lionel Wigram.

Rei Arthur – A Lenda da Espada‘ tem estreia marcada para 18 de maio de 2017.

 

 

 

 

3ª Temporada de ‘Lucifer’ ganha data de estreia e primeiro teaser

Montando o terreno para ‘The Gifted‘, a nova série dos ‘X-Men’, o canal FOX confirmou a estreia da terceira temporada de ‘Lucifer‘ para a segunda-feira, 2 de outubro, no mesmo dia do TV Show dos mutantes.

E o canal, inclusive, já liberou uma prévia do que pode vir por aí nos próximos episódios:

A história é centrada no anjo caído Lucifer Morningstar (Tom Ellis), que começa a gerenciar um badalado bar de Los Angeles depois de ter se entendiado e renunciado o inferno. Lauren German (‘Chicago Fire’) fará a protagonista feminina, Chloe Dancer, detetive da divisão de homicídios de Los Angeles que tem repulsa e ao mesmo tempo fascínio por Lucifer enquanto trabalham juntos resolvendo crimes.

O piloto da primeira temporada foi dirigido por Len Wiseman, que comandou os dois primeiros ‘Anjos da Noite‘ e o remake de ‘O Vingador do Futuro‘. Ele também serve como produtor executivo ao lado de Tom Kapinos, Jerry Bruckheimer e Jonathan Littman.

O personagem apareceu primeiro nos quadrinhos de ‘Sandman‘, de Neil Gaiman, em 1989 e só ganhou sua revista própria em 2000. A HQ da Vertigo, selo adulto da DC Comics, teve 75 edições publicadas até 2006.