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‘Homem-Aranha 3’: Andrew Garfield e Tobey Maguire assistiram a uma sessão pública do filme e NINGUÉM NOTOU!; Entenda!

Imagine o cenário: Você está na estreia de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, sentado ao lado dos astros Tobey Maguire e Andrew Garfield, sem sequer perceber a presença de ambos os atores!

Garfield revelou que ele e Tobey Maguire conseguiram entrar de fininho dentro de uma das sessões de estreia do longa, sem que fossem notados por qualquer um dos fãs do Amigo da Vizinhança.

A informação foi compartilhada durante uma entrevista ao ET. Na ocasião, ele ainda refletiu sobre como este momento foi uma linda experiência compartilhada entre os dois.

“Eu ainda não acredito que isso aconteceu! Eu entrei escondido em um cinema, na noite de estreia, e assisti ao filme com meu boné e minha máscara. De fato, eu também estava com o Tobey. Eu e ele entramos de fininho no cinema juntos e ninguém percebeu que estávamos lá! Foi algo realmente lindo que compartilhamos juntos”.

E aí, o que você achou do encontro entre Tobey Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland no filme?

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ continua em exibição nos cinemas.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Crítica | Raio Negro (Black Lightning) – Primeiras Impressões

Enquanto os quadrinhos já estão anos luz a frente quando o assunto é representatividade, os produtos audiovisuais começam a ser finalmente reanimados e trazer mais protagonistas que fazem parte das chamadas minorias. A prova disso são filmes liderados por mulheres heroínas, protagonistas negros tanto em longas-metragens quanto em séries de TV, personagens bissexuais e homossexuais fazendo parte do universo de heróis, dentre outros.

Black Lightning, conhecido também como o primeiro herói afro-americano da DC Comics, tendo feito uma primeira aparição em 1977, ganhou adaptação para a TV e devo admitir: que episódio piloto! A história traz Jefferson Pierce (Cress Williams) nove anos após aposentar o manto de herói e como diretor do colégio Garfield High School. Devido a forte onda de violência promovida pela gangue chamada The 100, mais o preconceito contra negros por parte da polícia local e o episódio infortúnio das filhas de Pierce com alguns bandidos, o levam a questionar a decisão de não mais utilizar os poderes por um bem maior.

 

O roteiro do primeiro episódio da série de Salim Akil (Being Mary Jane), que também assina a direção, não tem rodeios: os fatos são apresentados bem como os protagonistas da história. É bem construído, incorpora um debate social importante e atual, traz conflitos tanto externos quanto internos nos personagens e também abre espaço para mais de um cliffhanger, instigando o público a querer saber mais sobre o que irá acontecer nos próximos capítulos. A série também possui uma direção que cumpre o dever no momento, entretanto, espero por um upgrade nas cenas de luta, afinal, a coreografia ainda não merece uma nota máxima.

Um ponto muito positivo em Black Lightning está na trilha sonora que se alinha perfeitamente às cenas apresentadas e com o que a história quer transmitir. Inclusive, a vontade que se tem é de adquirir imediatamente as músicas tocadas. Outra coisa que merece um +1 é quem faz os ternos do ator Cress Williams, assim como, a direção de arte no geral.

Para um primeiro momento os personagens são convincentes e passam veracidade sobre quem são dentro da trama. É válido destacar o próprio Jefferson Pierce, que marca presença como o protagonista da história, lembrando o próprio Batman devido a forma como ele é estabelecido dentro do universo DC, um vigilante combatente do crime à noite. Anissa Pierce (Nafessa Williams), a filha do Black Lightning, consegue conquistar o telespectador logo de primeira, possui ideais políticos fortes e uma presença espetacular, se continuar assim, ela rouba o palco de Williams.

Outro que merece ter o nome citado aqui é Lala (William Catlett), membro da gangue The 100, que protagoniza uma das cenas mais impactantes do episódio piloto, um verdadeiro choque cultural dentro de uma mesma cidade, aquela realidade ignorada por parte da sociedade trazida à tona. A verdade é que Black Lightning não falha quando o assunto são cenas deste cunho, pois em 41 minutos a série fez um papel impecável em estabelecer o pilar do que será debatido e mostrado ao longo da temporada.

A série ainda não alcançou a nota máxima devido a alguns detalhes que precisam de ajustes. Contudo, possui elementos fortes o suficiente para chegar neste patamar. Se o caminho seguido permanecer o demonstrado neste primeiro momento, a produção audiovisual poderá obter o status de uma das melhores adaptações do universo DC, dentro da CW. Agora resta aguardar o que virá adiante!

Sam Raimi está em negociações para comandar a adaptação de ‘A Crônica do Matador do Rei’

‘A Crônica do Matador do Rei’, livro de Patrick Rothfuss, será adaptado para os cinemas pela Lionsgate e o diretor Sam Raimi (‘Homem-Aranha 2’) está em negociações para assumir a direção, de acordo com a Variety.

A produtora pretende também levar a história épica para outras plataformas, como TV e videogames. Enquanto isso, o primeiro filme (de uma possível trilogia) está sendo escrito por Lindsey Beer (‘Transformers: O Último Cavaleiro’).

O primeiro livro, ‘O Nome do Vento’, foi publicado em 2007, seguido de ‘O Temor do Sábio’, que juntos venderam milhares de exemplares e ficaram no topo da lista de best-sellers do New York Times. Já o último livro, ‘Os Portões de Pedra’, só perde para Game of Thrones em números de vendas para o gênero.

A trilogia de fantasia acompanha o jovem Kvothe MagiCall, que cresce para se tornar o mais famoso mago de seu mundo e espera um dia caçar o misterioso grupo que assassinou sua família.

Não há informações sobre filmagens e nem data de estreia para o filme. Mas, especula-se que deve acontecer em 2019.

‘Harry Potter’: Primeira edição de ‘Pedra Filosofal’ é leiloada por valor recorde de quase R$ 300 mil

A primeiríssima edição do livro Harry Potter e a Pedra Filosofal’, lançado em 1997, foi leiloada por um valor alto de R$ 286 mil, recorde no leilão de Bonhams, em Londres, na Inglaterra.

A edição rara de capa dura faz parte dos 500 primeiros livros impressos do sucesso juvenil escrito por J.K Rowling, que havia sido adquirida por uma fã que comprou a obra de um vendedor em uma estação ferroviária de Londres.

Já nos cinemas, a história do Mundo Mágico continua em Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald, que tem estreia marcada para o próximo dia 15 de novembro desse ano.

 

Universo DC | Ranking do pior para o melhor filme do DCU incluindo ‘O Esquadrão Suicida’

O Esquadrão Suicida estreou nos cinemas em agosto, e agora, pouco mais de um mês depois, chega com exclusividade ao HBO Max, onde poderá ser visto por ainda mais gente, que provavelmente não foi aos cinemas por conta da variante Delta. Com muitas avaliações positivas, o longa foi considerado um dos melhores do Universo DC, que a gente ainda não sabe muito bem se vai continuar interligando seus filmes ou se vai investir em mais histórias isoladas, modelo que vem dando mais certo para a Warner recentemente. Pois bem, agora que o último filme desse universo já está disponível para grande parte do público, o CinePOP decidiu rankear os filmes do UDC do pior para o melhor, incluindo O Esquadrão Suicida e a Liga da Justiça de Zack Snyder, que foi vendida pela Warner como um grande bônus. Esteja à vontade para discordar nos comentários, contanto que mantenha o respeito. Dito isso, vamos lá!

Esquadrão Suicida (2016)

O último lugar da lista não podia ser outro. Dirigido por David Ayer, esse filme é indefensável. Vendido com um primeiro trailer espetacular e com histórias forçadas de bastidores alegando que Jared Leto supostamente teria enlouquecido para viver o Coringa, o resultado dessa produção foi um longa genérico, bagunçado, sem personalidade, sem nada a dizer ou mostrar e com o desperdício de um dos melhores elencos que o DCU já reuniu. Dentre os vários problemas, incluindo a ausência de roteiro, nenhum é tão grande quanto a direção. David Ayer se perde diante do grande orçamento e abre mão de um elenco fantástico muito talentoso ao reduzir praticamente todos os personagens do filme a secundários em prol de um quase triângulo amoroso inexplicável entre Arlequina, Pistoleiro e Coringa. Fora o uso de câmeras digno dos piores filmes da MTV, de onde ele parece ter tentando copiar a estética de videoclipe. Essa questão estética, inclusive, era um dos chamarizes do trailer, mas até nisso a execução foi mal feita, já que a linguagem visual não combina com a linguagem narrativa. Existe até um movimento que pede o lançamento da versão estendida desse filme. Os adeptos alegam uma interferência dos executivos na mudança de tom do filme, o que realmente ocorreu. Mas, vendo os materiais excluídos que o diretor vem postando nos últimos tempos, os fãs deveriam apenas esquecer dessa bomba, porque parece mesmo que o que já é ruim pode piorar. Curiosamente, corroborando com a bagunça contraditória que é esse projeto, Esquadrão Suicida é o único filme do DCU – até agora – a contar com um Oscar no currículo por Melhor Maquiagem.


Mulher Maravilha 1984
(2020)

Cercado de muitas expectativas pelo sucesso do primeiro filme, Mulher Maravilha 1984 leva Diana Prince (Gal Gadot) para a década de 1980. Conforme os trailers destacavam, a questão da ambientação e estética oitentista seria parte importante de uma história sobre manipulação midiática e controle mundial. Além disso, foi prometido um controle total da diretora Patty Jenkins sobre a história, que traria o misterioso retorno de Steve Trevor (Chris Pine) e alguns elementos clássicos dos quadrinhos da super-heroína. Infelizmente, não funcionou. Com uma duração desnecessariamente longa, esse filme se estende em momentos que não acrescentam em nada ao desenvolvimento da trama e resolve de forma muito rápida pontos importantes, como a motivação dos vilões – ridiculamente caricatos – e toda a situação envolvendo o retorno de Steve. Sem contar que Diana toma ações questionáveis, que não apenas não condizem com aquilo que foi mostrado dela anteriormente nesse universo, mas também extrapolam limites éticos e morais de forma assustadora. Isso sem mencionar que a tal estética anos 80 se resume a uma cena no shopping de 15 minutos de duração. Depois dela, se alguém dissesse que o filme se passa em 2010, não faria a menor diferença. Uma pena, porque tinha um potencial gigante.


Batman Vs Superman: A Origem da Justiça
(2016)

Esse aqui vai causar polêmica, mas tudo bem. Talvez o projeto mais ambicioso dos filmes com heróis depois de Os Vingadores (2012), BVS foi o maior tiro no pé que a DC poderia ter cometido no seu suposto planejamento de universo compartilhado. Isso porque esse foi apenas o segundo filme dessa linha do tempo, onde Zack Snyder quis apresentar um novo Batman, uma nova Mulher Maravilha, colocar o Batman recém-introduzido contra um Superman que ainda tentava conquistar o coração do público, dar um pontapé inicial para a Liga da Justiça e ainda linkar pelo menos mais cinco filmes que sequer haviam sido lançados. Tudo isso num longa de duas horas e vinte de duração. Foi um verdadeiro atropelo! E apesar de ter momentos muito bons, como a luta que dá nome ao filme, BVS tropeça nas próprias pernas por não conseguir desenvolver tramas que ele mesmo propôs momentos antes.
Esse foi mais um caso que sofreu com interferência do estúdio, que pediu para que algumas cenas fossem cortadas para reduzir um pouco do tempo de tela. Isso claramente afetou o produto final, que ficou bagunçado e cansativo. O resultado foi o lançamento posterior de uma versão estendida que realmente desenvolve e explica certos furos de roteiro, mas que segue com os mesmos problemas do original, como a falta de um bom ritmo narrativo, a falta de peso nos personagens e a pressa em introduzir várias tramas diferentes, deixando a história principal solta.

Liga da Justiça (2017)

Depois dos baldes de água fria que foram BVS e Esquadrão Suicida, Liga da Justiça nasceu em meio ao caos empresarial da Warner. Insatisfeitos com o rumo de críticas negativas e bilheterias abaixo do esperado que esse universo seguia, os executivos queriam algo diferente do que Zack Snyder estava entregando com sua visão sobre a DC. Então, quando uma tragédia pessoal afastou o diretor e produtor de Liga da Justiça, a Warner correu atrás de Joss Whedon para refilmar o longa ao estilo Vingadores. Não tinha como dar certo, né? As duas equipes são completamente diferentes e foram desenvolvidas nos cinemas de formas distintas. Desse turbilhão de decisões ruins, o filme da Liga chegou como uma colcha de retalhos que tinha momentos do Snyder mesclados com os de Whedon, seguindo passo a passo a estrutura narrativa de Os Vingadores (2012), mas ruim. Sem contar também as inúmeras polêmicas de bastidores que acabaram mostrando uma face bem podre de Joss Whedon para o mundo. Por outro lado, esse filme não consegue ser o pior de todos por conta de um personagem: o Superman. Depois de duas abordagens controversas do personagem, ele enfim se mostra um símbolo de esperança nesse filme. Seu otimismo e uso de poderes são uma leitura fantástica dos quadrinhos. Só não é perfeita porque foram inventar de remover o bigode dele digitalmente.

 

Liga da Justiça de Zack Snyder (2021)

Depois do fracasso de crítica e bilheteria que foi Liga da Justiça, os fãs do Snyder se sentiram ofendidos pelo que a Warner fez com o trabalho do ídolo deles, então começaram uma campanha de proporções absurdas para que o estúdio disponibilizasse a versão do diretor, o famoso Snydercut. Foram quatro anos de muita encheção de saco nas redes sociais da Warner do mundo todo, que se recusava a atender os pedidos dos fãs com sua #ReleaseTheSnyderCut. Então, com a chegada do HBO Max, o estúdio precisava impulsionar as assinaturas de seu novo streaming. Assim, eles deram uma verba para que Zack Snyder finalizasse seu corte inacabado, e os fãs enfim poderiam ver o Snydercut exclusivamente no HBO Max. O produto final foi um filme de 4h de duração que mais parece uma minissérie de exaltação ao diretor em vez dos heróis da Liga da Justiça em si. É claramente muito superior ao filme de 2017, principalmente por desenvolver melhor vários personagens que foram abandonados no corte pro cinema e por trazer a trama de Darkseid, que seria o vilão de Liga da Justiça 2. O problema é que Snyder perde muito tempo nos seus “maneirismos” e acaba não trazendo a essência da Liga dos quadrinhos e animações. Resumir o maior grupo de heróis das HQs a um filtro escuro, slow motion, violência gráfica e metáforas religiosas é muito abaixo do que eles realmente são e podem render nas telonas. São os maiores, mais famosos e mais poderosos heróis dos quadrinhos. Não dá para se contentar com pouco quando o assunto é a Trindade Superman, Mulher Maravilha e Batman.

Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (2020)

Dirigido por Cathy Yan, que comandou o fantástico Dead Pigs, Aves de Rapina veio com a promessa de ser o filme Girl Power que introduziria uma nova equipe composta apenas por mulheres e deveria ocupar o espaço deixado pelo Esquadrão do Ayer. A aventura é divertida, traz caracterizações bem interessantes e aborda esse mundo de super-vilões por uma perspectiva feminina quase inédita até então. Porém, o filme sofre com dois problemas graves. O primeiro deles é não conseguir desenvolver sequências de ação boas o bastante ao longo da história, como se estivesse economizando para despejar tudo no ato final. Tudo bem, é algo válido. No entanto, quando chega ao ato final, no qual a equipe está reunida e descendo a porrada nos vilões, esse clímax dura uns 15 minutos. E quando o público fica querendo ver mais daquilo, o filme acaba. É meio frustrante.

O outro problema é a Arlequina. Como a personagem de Margot Robbie ficou muito popular, ela acabou se tornando quase intocável nos filmes em que participa. Nesse longa em questão, chega a ser irônico que o projeto se chame Aves de Rapina, sendo que 95% do filme é sobre a Arlequina. A dosagem das personagens é muito mal feita, escanteando atrizes fantásticas de personagens interessantíssimas para continuar com os dilemas da Harley. Se eles soubessem trazer esse equilíbrio entre a história da Arlequina com a criação das Aves de Rapina e tivessem mais cenas como a da invasão da delegacia e a luta delas como grupo, seria um filme fantástico. Como tem esses problemas, é um filme “ok”.

 

O Homem de Aço (2013)

O pontapé inicial do DCU nos cinemas foi bem controverso na época. Utilizando cansativamente metáforas cristãs (sério, só falta apontarem pro Super e falarem “você é Jesus”) para descrever o herói, Zack Snyder tenta transformar a origem do Superman (Henry Cavill) em um épico bíblico de super-heróis. E o curioso disso é que funciona em muitos momentos. O uso de planos que engrandecem a figura de um Superman errante cria um ar épico para o longa, assim como as provações pelas quais o Homem de Aço tem de passar antes de assumir o tradicional traje azul, vermelho e amarelo. O problema desse filme é mais no ato final, no qual o diretor perde um pouco da linha e corrompe de forma complicada fatores morais que são intrínsecos ao personagem. Sem contar a lógica dos Power Rangers de calcinar a cidade para salvar a cidade. Sério, pelo estado que fica Metropolis depois do Super “salvá-la”, era melhor ter entregado a chave da cidade pro Zod logo. Ah, vale a pena ressaltar o trabalho maravilhoso que Hans Zimmer faz na trilha sonora desse filme. Trabalhar com o Superman exige um carinho especial na tratativa sonora, já que ele está eternamente atrelado a trilha sonora do filme de 1978, mas ainda assim Zimmer conseguiu ser respeitoso com o passado do herói e trazer scores que combinaram e descreveram as sensações dessa nova abordagem do kryptoniano.

 

Aquaman (2018)

Dirigido por James Wan, o Midas de Hollywood, Aquaman
conseguiu algo que nenhum outro longa da DC alcançou até hoje: mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias do mundo todo. Ambientado depois dos eventos do filme da Liga, essa aventura anfíbia mudou completamente o tom dos filmes da DC nos cinemas ao esquecer o filtro escuro e a necessidade de introduzir elementos para serem desenvolvidos em filmes de outros heróis. Ou seja, ao focar mais em sua própria trama em vez de tentar desenvolver o UDC de forma ampla, Wan conseguiu com que o público se importasse com a história de origem de um dos heróis mais zoados do primeiro escalão da DC.
Apostando no carisma de Jason Momoa para conduzir a trama, o longa também ganha pontos por trazer uma visual subaquático deslumbrante e por explorar a riqueza desse mundo com muitas cores e iluminações diferentes, proporcionando momentos tipicamente de histórias em quadrinhos, como a batalha dos protagonistas contra o Arraia Negra na Itália, o embate com as criaturas do poço ou a pancadaria final, que apresenta mais animais marinhos que todas as temporadas juntas de Bob Esponja. É um filme despretensioso, divertido e que consegue elevar a moral de um herói que andava meio em baixa por conta das inúmeras piadas que as séries de Cultura Pop faziam com seus poderes.

Mulher Maravilha (2017)

Também conhecido como o primeiro filme inquestionável do Universo DC, Mulher Maravilha foi trabalhado como uma prequel, o que deu muito certo. Partindo de uma das incontáveis pontas soltas que BVS deixou, Diana conta sua história de origem baseada em uma foto antiga. O trabalho de Patty Jenkins é muito apaixonado nesse filme, até pelo peso que ele trazia. Então, é um longa que honra o legado da super-heroína explorando pontos fascinantes do passado dela, mas também consegue fazer com que ela assumisse um posto que normalmente era do Superman: o símbolo de esperança. Como o Clark ainda vinha sendo trabalhado como um herói errante, Diana surge com seu otimismo, coragem e persistência para mostrar ao mundo dos homens que eles não devem se entregar aos vilões. Porque ela está ali para ajudá-los e isso os motiva a seguir na luta. A cena mais emblemática do filme é justamente isso, um sopro de esperança. Diante da fronteira tomada pelos inimigos, Diana pega seu escudo e atravessa a Terra de Ninguém, enfrentando sozinha o exército inimigo. Vendo aquilo, os outros soldados se inspiram e avançam junto a ela. É de arrepiar. Além disso, os personagens de apoio são muito carismáticos e a direção não perde tempo tentando sexualizar a Mulher Maravilha. Na verdade, esse filme é tão bom que só não está na primeira colocação dessa lista por conta de um pequeno deslize no clímax da trama, mas não é nada que atrapalhe o espetáculo que esse longa é.

 

O Esquadrão Suicida (2021)

Depois do fracasso colossal que foi o primeiro Esquadrão, James Gunn assumiu o roteiro e a direção dessa sequência para provar o efeito que um bom diretor pode ter em um filme. Contando a história de forma sádica, matando personagens a torto e a direito, Gunn não se baseia exatamente em um arco das HQs para escrever esse roteiro repleto de violência, humor e interações humanas sinceras entre os piores vilões do mundo. Parte importante para esse filme funcionar é que roteiro, direção e elenco entendem que os personagens são a escória da humanidade, mas que até mesmo essa gente tem sentimentos e objetivos. Assim, partindo dessa ótica, o grupo é visto como um bando de bandidos descartáveis sendo mandados para uma ilha da América Latina para resolverem as burradas imperialistas dos EUA, mesmo que isso signifique não voltarem vivos. Adotando uma estética que remete instantaneamente aos quadrinhos, seja pelas cores, diálogos dinâmicos ou até mesmo pelas passagens de capítulos, O Esquadrão Suicida conta ainda com uma trilha sonora maravilhosa e um desenvolvimento de personagens maior que em praticamente todos os outros filmes da casa. Simplesmente uma das maiores surpresas de 2021.

Shazam! (2019)

Por fim, chegamos ao primeiro colocado da lista: Shazam!, um dos filmes mais sinceros que a DC já fez. Dirigido por David F. Sandberg, que vinha do mundo dos filmes de terror, esse longa é a adaptação mais fiel já feita na história do Universo DC. Quem já leu as histórias de origem do personagem, seja na versão clássica ou nos Novos 52, com certeza conseguiu identificar cenas, ambientações e até mesmo falas tiradas diretamente das páginas dos quadrinhos. Mas não é por isso que esse filme chegou ao primeiro lugar do nosso ranking. Ele está aqui porque consegue trazer elementos próprios que fazem dele muito mais que uma adaptação exemplar. É um filme com coração, com alma, sobre um menino órfão que encontra quem ele realmente é em sua nova família. Sem contar que trazer um herói cujos poderes são baseados em magia para a perspectiva de uma criança querendo ser grande é uma premissa maravilhosamente perfeita para um herói de quadrinhos ganhando as telonas. Junte a isso um elenco que compreende bem as motivações de seus personagens e o resultado é uma aventura espetacular sobre família, heroísmo e amadurecimento.

Todos os filmes citados estão disponíveis no HBO Max.

Crítica | A Menina Que Matou os Pais – Carla Diaz BRILHA no papel da macabra Suzane von Richthofen

Depois de muito adiamento por conta da pandemia, os filmes que abordam as perspectivas diferentes dos acusados de matar o casal von Richthofen finalmente chegam ao público brasileiro em estreia exclusiva na Amazon Prime. Trazendo a narrativa de Daniel Cravinhos sobre o ocorrido, conheçam ‘A Menina Que Matou os Pais’.

Em um dia comum, Daniel Cravinhos (Leonardo Bittencourt) é abordado por uma senhora que busca um professor de aeromodelo para seu filho, Andreas (Kauan Ceglio), mas seus olhos se voltam mesmo para a irmã do rapaz, Suzane von Richthofen (Carla Diaz). A paixão avassaladora que sente pela moça faz com que o namoro dos dois se torne sério demais para a faixa etária deles – de 15 e 20 anos. De classes sociais distantes, Daniel constantemente sofre críticas severas dos pais da namorada, que fazem de tudo para afastar o casal. Com o passar dos anos, Suzane vai cada vez mais demonstrando interesse em acabar com a vida dos pais, pois acredita que só assim poderá ser feliz com o namorado. Cegamente apaixonado, Daniel não só topa realizar a vontade da amada, como também convence o irmão Cristian (Allan Souza Lima) a participar do crime.

Em pouco mais de uma hora e vinte de duração, ‘A Menina Que Matou os Pais’ apresenta a narrativa de Daniel sobre a evolução dos eventos que culminaram no assassinato dos pais de Suzane. Assim como o outro filme, este repete a mesma fórmula construtiva: baseado nos depoimentos dos réus durante o julgamento, intercala a história com episódios ocorridos em anos diferentes até o dia em que o crime é cometido.

Diferentemente do outro filme, ‘A Menina Que Matou os Pais’ chega em sua versão final um bocado picotado, faltando lacunas inteiras no enredo, o que nos leva a crer que talvez isso seja proposital para que o espectador seja obrigado a ver aos dois filmes, para somente assim ter todas as informações da produção. Tal obrigatoriedade gera confusão, uma vez que um filme acaba ficando com todas as explicações dos eventos, enquanto ‘A Menina Que Matou os Pais’ fica tão somente com a rápida (até demais) evolução de Suzane de adolescente a psicopata e a fatídica cena do assassinato – que é exatamente o que fica faltando no outro filme. Em vez de criar um filme muito bom e o outro retalhado, o diretor Maurício Eça poderia apenas ter juntado este final com o filme anterior e ter construído um filmaço único.

Em ambas as produções se destaca a incrível capacidade de transformação da atriz Carla Diaz, de uma jovem inocente de 15 anos a uma mulher fria e calculista cheia de ódio pela própria família. Carlinha dá um show de atuação, totalmente à altura da dificuldade de se interpretar um papel tão difícil quanto o de uma personagem dúbia de um caso tão macabro da história do país. É muito bom ver produções que dão espaço e a possibilidade para jovens atrizes mostrarem todo o seu potencial, como esta.

Em suma, ‘A Menina Que Matou os Pais’ dá a sensação de ser apenas o complemento de ‘O Menino Que Matou Meus Pais, acrescentando pouca coisa e sem muita continuidade. Vale a pena pelo crime em si, que ficou faltando no outro suspense.

‘Demolidor’: Vicent D’Onofrio lamenta novamente o cancelamento da série

O cancelamento de ‘Demolidor‘ deixou feridas que ainda não foram fechadas. Um dos mais abalados pelo cancelamento foi o ator Vincent D’Onofrio que interpretava uma versão elogiada do vilão Rei do Crime.

O ator, em entrevista para o Digital Spy, lamentou novamente o cancelamento da série.

“Foi um pouco chocante que as séries da Marvel na Netflix tenham sido canceladas. Foi simplesmente estranho. Eu me sinto da mesma maneira que os fãs. Como ator, eu já estou fazendo três outras nova séries, então trabalho não é um problema. Mas foi uma coisa boa e divertida de se fazer, especialmente por causa das outras pessoas envolvidas na produção. Os outros atores, os diretores, Jeff Loeb que dirige a Marvel TV, os roteiristas, os produtores… Todos eram tão bons e tão divertidos, e simplesmente pessoas boas. Então, foi um pouco chocante. É uma grande pena.”, continua.

“Eu acho que se foi para sempre? Não, não acho que esteja acabada para sempre. O problema é que a Marvel é uma empresa tão grande e eles têm tantos direitos pertencentes a tantas pessoas diferentes. Eu sei que uma certa quantidade de tempo tem que decorrer antes que eles possam fazer algo longe da Netflix. Os atores americanos são os últimos a saber de tudo. Mas eu não acho que se foi para sempre. Foi definitivamente estranho para muitas pessoas. Todos esses programas foram cancelados e não teve nada a ver com audiência.”, finaliza.

Em seu Twitter, o astro Vincent D’Onofrio postou o link de um abaixo-assinado que pede que a série seja salva, e já conta com quase 50 mil assinaturas.

“Salve o Demolidor”, pede a petição.

Confira:

Ao contrário do que muitos imaginavam, o cancelamento da série pode não ter ocorrido por vontade da Netflix, mas sim da Marvel. É o que afirma o jornalista Steve Weintraub, do Collider. Além disso, ele garante que ‘Jessica Jones‘ e ‘O Justiceiro‘ já estão oficialmente canceladas com os anúncios programados após as estreias das novas temporadas.

Confira no tweet:

“Mais informações chegaram. Não posso revelar a fonte, então fica como um ‘rumor’. ‘Demolidor‘ não foi cancelada pela Netflix, mas pela Marvel. Amei a 3ª temporada e estava querendo ver a 4ª. Decepcionante não acontecer.”

Além disso, foi revelado que os desnecessários 13 episódios das temporadas também não eram muito bem recebidos pela Netflix que achava que a quantidade prejudicava o ritmo das séries, mas tinha que cumprir o que a Disney queria.

De acordo com Matthew Ball, antigo chefe de estratégia da Amazon Studios, muitas discussões aconteceram para uma diminuição no número de episódios de cada temporada com a Netflix desejando algo mais próximo de 6 ou 8 episódios. A Disney teria insistido para os 13.

“A Netflix queria encurtar as temporadas, reduzindo o total gasto e manter a retenção e qualidade (as séries da Netflix, especialmente as da Marvel, são famosas por serem inchadas). Como reportado, de 13 episódios para 6-8.”

Demolidor – Temporada: A mais violenta, sombria e melhor temporada que você respeita!

‘O Esquadrão Suicida’: Ator revela que ‘o roteiro é ÓTIMO’

Em entrevista ao site ComicBook.comSean Gunn, irmão do aclamado diretor James Gunn, falou um pouco sobre a produção do reboot-remake ‘O Esquadrão Suicida, anunciando que as filmagens devem começar em breve caso tudo ocorra como o planejado.

Como se não bastasse, Gunn também revelou que leu o roteiro e que a história é ótima.

“Eu sei que [James] está muito animado sobre as filmagens e, agora que li o roteiro, não vou dizer nada além de que está ÓTIMO”, ele contou. “Definitivamente estou ansioso para saber o que acontece depois. Mas eles começam a produção em breve”.

O longa será rodado entre os dias 23 de setembro de 2019 e 31 de janeiro de 2020, em Atlanta, Geórgia.

‘O Esquadrão Suicida terá o retorno de Joel Kinnaman como Rick Flag, Viola Davis como Amanda Waller, Margot Robbie como Arlequina e Jai Courtney como Capitão Bumerangue.

Idris Elba viverá um dos protagonistas e David Dastmalchian dará vida ao Polka-Dot Man (Homem-Bolinha).  

O longa será lançado nos cinemas no dia 6 de agosto de 2021.

Apesar de ter sido massacrado pelos críticos, o ‘Esquadrão Suicida‘ original foi um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 746.8 milhões mundialmente.

‘A Ilha da Fantasia’: Terror com Lucy Hale ganha novo teaser oficial; Confira!

O terror ‘A Ilha da Fantasia‘, remake da Blumhouse com a atriz Lucy Hale (‘Pretty Little Liars‘), ganhou um novo teaser oficial.

A estreia no Brasil acontece dia 16 de abril.

Confira:

O MPAA classificou o filme com baixa classificação etária (PG-13) por “violência, terror, drogas, material sugestivo e linguagem brevemente forte.” 

O enigmático Sr. Roarke (interpretado por Michael Peña) realiza os sonhos secretos de seus sortudos convidados em um luxuoso e remoto resort tropical. Mas quando as fantasias se transformam em pesadelos, os convidados precisam resolver o mistério da ilha para escapar com vida.

O elenco ainda conta com Michael Rooker, Michael Peña, Charlotte McKinneyParisa Fitz-Henley, Austin Stowell e Jimmy O. Yang.

Jeff Wadlow é o responsável pela direção, roteirizando ao lado de Chris Roach e Jillian Jacobs. Todos colaboraram anteriormente com a Blumhouse no terror ‘Verdade ou Desafio‘.

O longa é baseado na série clássica ‘Ilha da Fantasia‘, exibida pela ABC de 1977 até 1984. A trama é similar à série, com a exceção de que alguém está matando os convidados na ilha.

‘Lower Decks’: Spin-off animado de ‘Star Trek’ ganha cartaz oficial; Confira!

A CBS All Access divulgou o primeiro pôster oficial de ‘Lower Decks’spin-off animado de Star Trek.

Confira:

Com 10 episódios encomendados para o primeiro ciclo, a produção será exibida em caráter semanal e estreia em 06 de agosto.

A série foi criada por Mike McMahan (‘Rick and Morty‘).

A trama será ambientada em 2380 e irá focar na equipe de apoio de uma importante nave da Frota Estelar.

O elenco conta com Tawny Newsome, Jack Quaid, Eugene Cordero e Noël Wells.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada.

‘The Walking Dead’: Novos episódios da 10ª temporada estreiam em 2021!

The Walking Dead retornará com mais episódios da 10ª temporada no próximo dia 28 de fevereiro de 2021 (via ComicBook.com), mas isso não é tudo: a AMC também contratou um novo nome para integrar o elenco da produção.

As informações indicam que Robert Patrick (‘O Exterminador do Futuro’, ‘The Unit’) fará parte do time e estreará no episódio “One More”. Entretanto, detalhes sobre seu personagem não foram revelados.

Recentemente, o ator Norman Reedus divulgou a primeira imagem dos bastidores das gravações dos próximos episódios.

As filmagens estão acontecendo atualmente na Georgia e a imagem mostra os equipamentos de proteção do ator em meio a pandemia de COVID-19.

Confira:

Confira as imagens do episódio dirigido por Greg Nicotero:

 

 

‘Adão Negro’: Ator de ‘Legends of Tomorrow’ entra para o elenco da adaptação

Segundo o The Hollywood ReporterBodhi Sabongui (‘Legends of Tomorrow’) entrou para o elenco da vindoura adaptação de Adão Negro, da Warner Bros..

Com detalhes sendo mantidos sob segredo, sabe-se que Sabongui dará vida a um personagem-chave para a narrativa.

Lembrando que Dwayne Johnson vive o personagem titular. O elenco também é formado por Aldis Hodge (Gavião Negro), Quintessa Swindell (Ciclone), Noah Centineo (Esmaga-Átomo) e Pierce Brosnan (Doutor Destino).

Marwen KenzariSarah Shahi e James Cusati-Moyer também foram escalados em papéis não revelados.

O filme estreia em 29 de julho de 2022.

Apesar de informações sobre a narrativa permanecerem às escondidas, os fãs já sabem que Adão Negro é o antagonista principal do herói conhecido como Shazam. Nos tempos modernos, entretanto, o personagem evoluiu para um anti-herói extremamente complexo e conturbado – tornando-se uma das criações mais proeminentes do panteão da DC.

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas‘), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

‘The Batman’: Novo trailer será lançado em outubro, durante a DC FanDome

Warner Bros. e a DC Entertainment divulgaram hoje (31) o primeiro vislumbre da DC FanDome 2021, que trará inúmeras novidades para o incrível panteão super-heroico – incluindo um novo trailer para The Batman, de Matt Reeves.

As informações indicam que o próximo material promocional do longa-metragem será exibido em outubro, quando o evento acontecerá, mas ainda não se sabe o dia ou o horário.

Lembrando que a FanDome começa em 16 de outubro.

Em uma recente entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.”

Nas cenas apresentadas durante a convenção, é possível notar a sombria estética do filme, em meio a uma Gotham City chuvosa, jogada no caos. O Bruce Wayne de Robert Pattinson vagueia pelas ruas da cidade e temos vislumbres rápidos de Andy Serkis como Alfred. Batman surge espancando inimigos e temos explosões, policiais e mais caos.

Lembrando que a estreia de ‘The Batman‘ está agendada para 04 de março de 2022.

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

 

Confira os bastidores do videoclipe de “When I’m Gone”, colaboração de Katy Perry com DJ Alesso

popstar Katy Perry divulgou recentemente um vídeo de bastidores contando segredos sobre o processo de construção do clipe “When I’m Gone”, parceria com o DJ e icônico nome do EDM Alesso.

Lembrando que a música já está disponível em todas as plataformas de streaming.

Confira:

Lembrando que o último álbum de Perry, Smile, foi lançado no final de 2020 e conta com os singles “Daisies”“Harleys in Hawaii”“Never Really Over” e outros.

Relembre a tracklist oficial abaixo:

  1. Never Really Over
  2. Cry About It Later
  3. Teary Eyes
  4. Daisies
  5. Resilient
  6. Not the End of the World
  7. Smile
  8. Champagne Problems
  9. Tucked
  10. Harleys in Hawaii
  11. Only Love
  12. What Makes a Woman

Smile: Fan Edition

  • Small Talk
  • Never Worn White
  • Daisies (Acoustic)
  • Daisies (Oliver Heldens remix)

Perry é considerada uma das cantoras de maior sucesso da história com quase 20 milhões de álbuns vendidos, além de ter sido indicada 13 vezes ao Grammy Awards.

Judy Garland – 100 Anos | 5 grandes papéis de um dos maiores ícones da história

Não há uma pessoa aficionada por cinema ou música que nunca tenha ouvido falar o nome de Judy Garland.

A cantora e atriz é apenas um dos maiores ícones da história do show business e é relembrada até os dias de hoje como uma das performers mais aclamadas de todos os tempos. Afinal, Garland ganhou fama por eternizar diversos papéis memoráveis nas telonas, desde Dorothy Gale na atemporal adaptação de O Mágico de Oz, de 1939, até seu protagonismo no primeiro remake de Nasce Uma Estrela. Além de uma carreira espetacular na indústria fílmica, ela também fez sucesso estrondoso no cenário fonográfico, tornando-se a primeira mulher a levar para casa o Grammy de Álbum do Ano pela compilação ao vivo ‘Judy at the Car

negie Hall’.

No dia de hoje, 10 de junho, comemora-se o aniversário dessa incrível artista – e, em 2022, Garland completaria um século, mas faleceu em 1969, com apenas 47 anos.

Para celebrar seu legado, montamos uma breve lista elencando cinco de suas maiores atuações, que auxiliaram a alavancar sua fama.

Confira:

5. ESTHER SMITH

Filme: Agora Seremos Felizes

‘Agora Seremos Felizes’ talvez seja um dos títulos menos conhecidos atualmente de Garland – apesar de ter feito um sucesso gigantesco à época de seu lançamento, em 1944. Dividindo os holofotes com nomes como Margaret O’BrienMary AstorLucille Bremer, a história acompanha a história da família Smith em uma série de vinhetas sazonais que começam em 1903 e terminam em 1904.

Na trama, Garland dá vida a Esther, uma das quatro filhas de Alonzo e Anna Smith. Esther está apaixonada pelo garoto que mora na casa ao lado, que, a princípio, não a nota. Entretanto, ela eventualmente cruza caminho com ele em uma festa, acendendo um relacionamento movido à música e ao poder dos laços familiares.

4. HANNAH BROWN

Filme: Desfile de Páscoa

Mais um sucesso crítico e comercial da carreira de Garland, ‘Desfile de Páscoa’ chegou aos cinemas estadunidenses em 1948 e reuniu a atriz e cantora com ninguém menos que outra lenda do show bizFred Astaire. Não é surpresa, pois, que o longa-metragem se tornou o musical mais bem-sucedido do ano e o segundo da década.

Na trama, a parceira de dança da estrela da Brodway Don Hewes (Astaire) vai trabalhar sozinha, e Don declara que ele pode fazer uma artista da primeira dançarina que ele ver. Esta acaba sendo a inexperiente Hannah (Garland), e Don tenta fazê-la em seu antiga parceira. Mas, quando percebe que está se apaixonando por Hannah, Don sabe que deve deixá-la crescer em seu próprio tipo de dançarina se ele quiser que ela alcance seu pleno potencial.

3. IRENE HOFFMANN-WALLNER

Filme: Julgamento em Nuremberg

Chegando aos cinemas em 1961, ‘Julgamento em Nuremberg’ se consagra até os dias de hoje como um dos dramas que melhor recontam os drásticos acontecimentos do período da II Guerra Mundial e das atrocidades cometidos pelos militares nazistas e por Adolf Hitler à época. E é claro que a produção arrancaria mais uma performance maravilhosa de Garland.

Configurando-se como uma das últimas performances da atriz, que morreria oito anos mais tarde, Garland participa por pouco menos de vinte minutos em uma tour-de-force espetacular ao encarnar Irene Hoffmann-Wallner, uma mulher alemã que foi encarcerada por um relacionamento “inapropriado” com um homem judeu mais velho, obrigada a vê-lo ser executado. A atuação lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, perdendo a estatueta para Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’).

2. DOROTHY GALE

Filme: O Mágico de Oz

Se você nunca assistiu a O Mágico de Oz, não tem ideia da obra-prima que está perdendo. A adaptação, lançada em 1939 pelas mãos de Victor Fleming, trouxe Garland no papel de Dorothy Gale, uma jovem garota do Kansas que é pega por um ciclone e transportada à mágica terra de Oz. Para voltar para casa, ela deve cruzar um caminho recheado de obstáculos, derrotar a sinistra Bruxa Má do Oeste e encontrar um poderoso feiticeiro que lá habita.

Além do filme ter sido selecionado para preservação por sua importância cultural, estética e histórica, Garland foi extremamente aclamada pela crítica mundial, sendo homenageada com o Prêmio Juvenil do Oscar por uma magnífica rendição feita com apenas 16 anos de idade. Como se não bastasse, o longa explorou as habilidades musicais da artista e eternizou canções como “Somewhere Over the Rainbow”“We’re Off to See the Wizard” em seus vocais.

1. ESTHER BLODGETT/VICKI LESTER

Filme: Nasce Uma Estrela

Antes de Lady Gaga e antes mesmo de Barbra Streisand, Garland participou do primeiro remake de Nasce Uma Estrela, tomando as rédeas de Janet Gaynor, que viveu a protagonista feminina na primeira versão dos anos 1930. Na nova versão, lançada em 1954, Garland interpreta Esther Blodgett, uma aspirante à atriz que é descoberta por um famoso ídolo de matinê e, eventualmente, mergulha numa carreira meteórica que revela os dois lados da fama, desde a ascensão à decadência.

Considerado um dos melhores musicais de todos os tempos, a atuação de Garland encantou o público e lhe rendeu diversos prêmios, incluindo um Globo de Ouro, além de indicações ao Oscar e ao BAFTA de Melhor Atriz. Garland também eternizou a clássica canção “The Man That Got Away”, que foi nomeada ao Oscar de Melhor Canção Original.

Kit Harrington, de ‘Game of Thrones’, rasga ELOGIOS para ‘A Casa do Dragão’

A temporada de estreia deA Casa do Dragão(‘House of the Dragon’), série derivada da aclamada Game of Thrones, chegou ao fim nas últimas semanas.

Agora, em entrevista ao THRKit Harrington, que interpretou Jon Snow em ‘GoT’, falou sobre o spin-off e não teve nada além de elogios acerca da produção.

“Sabe, eu parei um pouco – não porque não estou gostando – mas porque estou muito ocupado. Mas vou voltar a acompanhar”, ele disse. “Estou na metade da temporada. Preciso assistir à segunda metade, então vou tentar evitar quaisquer spoiler. Digo, é ótimo. Eles fizeram um trabalho incrível. Estou realmente impressionado com o show e como eles o continuaram”.

Lembrando que a temporada completa já está disponível na HBO Max.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith vive o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine interpreta o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint vive Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best interpreta a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno encarna Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘Um Homem da Flórida’: Minissérie com Edgar Ramírez já está disponível na Netflix!

‘Um Homem da Flórida’ (‘Florida Man’), minissérie dramática estrelada por Edgar Ramírez (‘The Last Days of American Crime’), já está disponível na Netflix.

A produção foi lançada no último dia 13 de abril na plataforma de streaming.

A trama acompanha um ex-policial (Ramírez) que volta para a Flórida para procurar a namorada de um mafioso. Mas o que era para ser um trabalho rápido acaba virando uma odisseia alucinante em meio a segredos de família e a tentativa inútil de fazer a coisa certa em um lugar onde tudo está errado.

Relembre o trailer:

A minissérie foi criada por Donald Todd (‘This Is Us’).

Abbey Lee, Anthony LaPaglia, Otmara Marrero, Lex Scott Davis, Emory Cohen, Clark Gregg, Isaiah Johnson, Paul Schneider e Lauren Buglioli completam o elenco.

‘Rick e Morty’: Assista aos incríveis créditos de abertura da 7ª temporada!

Adult Swim divulgou a sequência de abertura oficial da 7ª temporada de ‘Rick e Morty’.

O novo ciclo estreia em 15 de outubro na HBO Max.

Confira:

Confira os títulos dos novos episódios:

1. “How Poopy Got His Poop Back”
2. “The Jerrick Trap”
3. “Air Force Wong”
4. “That’s Amorte”
5. “Unmortricken”
6. “Rickfending Your Mort”
7. “Wet Kuat Amortican Summer”
8. “Rise of the Numbericons: The Movie”
9. “Mort: Ragnarick”
10. “Fear no Mort”

“Rick e Morty estão de volta e parecendo mais como eles mesmos do que nunca! É a sétima temporada e as possibilidades são infinitas: o que está acontecendo com Jerry? Summer do mal? E será que eles vão voltar algum dia para o colégio? Talvez não! Mas vamos descobrir! Há provavelmente menos urina que a temporada anterior. ‘Rick e Morty’, 100 anos! Ou ao menos até a 10ª temporada”.

Lembrando que as seis primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.

A série foi criada por Dan Harmon e Roiland.

Relembre a sinopse da temporada mais recente:

“Rick e Morty estão de volta! Começando logo após o final da quinta temporada, a situação está complicada. Será que eles conseguirão partir em novas aventuras? Ou eles serão engolidos por um oceano de mijo? Quem sabe?! Mijo! Família! Intriga! Um monte de dinossauros! Mais mijo! Será mais uma temporada inesquecível da sua série favorita!”

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Oscar 2024 | Justine Triet e Arthur Harari conquistam o prêmio de Melhor Roteiro Original por ‘Anatomia de uma Queda’

Anatomia de uma Queda se tornou um dos filmes mais elogiados de 2023 – e continua fazendo bonito na temporada de premiações.

Durante o anúncio dos vencedores do Oscar 2024Justine Triet e Arthur Harari foram condecorados com o prêmio de Melhor Roteiro Original por seu incrível trabalho.

Triet entra como diretora.

A história começa quando Samuel é encontrado morto na neve do lado de fora do chalé isolado onde morava com sua esposa Sandra, uma escritora alemã, e seu filho Daniel, de 11 anos, com deficiência visual. Uma investigação leva à conclusão de “morte suspeita”: é impossível saber ao certo se ele tirou a própria vida ou foi morto. Sandra é indiciada e acompanhamos seu julgamento que expõe o relacionamento do casal. Entre o julgamento e a vida familiar, as dúvidas pesam sobre a relação da mãe com seu filho.

Sandra Huller, Swann Arlaud, Milo Machado Graner e outros estrelam.

Especial Alien | Ranqueamos TODOS os filmes da icônica franquia criada por Ridley Scott

Pouquíssimas franquias cinematográficas carregam o peso de Alien.

Lançada oficialmente em 1979, a saga de terror sci-fi carrega um legado infindável que atravessa gerações e que, em virtude da mentalidade genial de Ridley Scott, é citado através de inúmeras produções atuais que buscam emular os elementos mitológicos eternizados pelo realizador.

Com o recente lançamento de Alien: Romulus’ e para finalizar nosso especial, preparamos uma lista elencando todos os filmes da saga (com exceção dos cross-overs Alien vs. Predador’).

Confira nosso ranking abaixo e conte para nós qual o seu favorito:

7. ALIEN³ (1992)

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“[…] todos os olhos se voltaram para David Fincher quando o realizador foi escalado para comandar Alien 3’ (estilizado como Alien³’). Fincher, que é conhecido por seu trabalho em títulos como ‘Seven’‘Garota Exemplar’ e ‘A Rede Social’, não havia ainda solidificado sua visão artística como um dos grandes nomes do suspense psicológico e faria sua estreia oficial com esse longa em questão – mas não teria um début como imaginava, fosse por ter se afastado consideravelmente da estética explorada nos capítulos anteriores, fosse por escolhas polêmicas no tocante ao destino dos personagens e no tratamento da expansiva mitologia eternizada por Scott. O resultado parece ter vindo como um balde de água fria para a saga e para a 20th Century Fox, que supervisionada o projeto à época” – Thiago Nolla

6. ALIEN: COVENANT (2017)

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“Um outro elemento positivo é o roteiro assinado por John Logan e Dante Harper, que assumiram a história escrita por Jack Paglen e Michael Green, repaginando-a e polindo-a até o resultado que vimos nas telas. Temos uma construção um tanto quanto prática, mas sem esbarrar em investidas simplórias, que ergue uma arquitetura sólida, mesmo tropeçando aqui e ali. É notável o comprometimento dos roteiristas com a narrativa que se desenrola e, por mais que alguns diálogos soem formulaicos, a entrega dos atores consegue travesti-los com originalidade e drama consideráveis – principalmente quando falamos de Fassbender, Waterston (Daniels) e Crudup (Oram). O trio navega entre a razão e a fé em uma corda bamba que exala questões primordiais da existência e da ambição humanas” – Thiago Nolla

5. ALIEN – A RESSURREIÇÃO (1997)

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Cinco anos depois do frustrante Alien³’, coube ao diretor Jean-Pierre Jeunet e ao roteirista Joss Whedon revitalizar a franquia com uma interessante narrativa que, apesar dos claros erros, foi uma entrada boa para a saga sci-fi. Contando com mais uma performance incrível de Sigourney Weaver como uma Ellen Ripley “de volta dos mortos” e um acompanhamento considerável de Winona Ryder, a trama se passa dois séculos depois dos eventos do filme anterior, em que Ripley é clonada por cientistas a bordo de uma espaçonave, a qual é também um laboratório. Porém, o clone tem sangue alien na sua composição.

4. PROMETHEUS (2012)

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Em 2012, Scott voltou à ativa com um interessante e profundo mergulho na mitologia da franquia Alien com o lançamento de Prometheus. Contando com atuações impecáveis, com destaque à espetacular rendição de Michael Fassbender, o filme expandiu a mitologia de uma forma inesperada e com uma cautela artística de tirar o fôlego – ainda que tenha entregue um final um tanto quanto frustrante. Na trama, uma equipe de cientistas embarca em uma jornada espacial para descobrir a verdade sobre a origem da raça humana. No planeta de destino, eles encontram criaturas poderosas e revelações assustadoras.

3. ALIEN: ROMULUS (2024)

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“[Aqui], é Spaeny quem rouba os holofotes com uma interpretação soberba e fabulosa, reiterando sua incrível versatilidade artística, principalmente depois de ter brilhado em títulos como ‘Priscilla’ e ‘Guerra Civil’. Afastando-se de quaisquer tangências a uma teatralidade exagerada, ela sabe como entregar os diálogos e mostra conhecer Rain a fundo, permitindo que ela nutra de similaridades com Ellen Ripley (Sigourney Weaver), a heroína da quadrilogia clássica. Não é surpresa, pois, que ela domine as telas com uma força descomunal, sem deixar que seus companheiros sejam ofuscados” – Thiago Nolla

2. ALIEN, O 8º PASSAGEIRO (1979)

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“Considerado um dos filmes de terror e de ficção científica mais influentes de todos os tempos, o aclamado longa é centrado em uma nave espacial que, ao retornar para Terra, recebe estranhos sinais vindos de um asteroide. Enquanto a equipe investiga o local, um dos tripulantes é atacado por um misterioso ser. O que parecia ser um ataque isolado se transforma em um terror constante, pois o tripulante atacado levou para dentro da nave o embrião de um alienígena, que não para de crescer e tem como meta matar toda a tripulação” – Thiago Nolla

1. ALIENS, O RESGATE (1986)

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Aliens, o Resgate’ não é apenas uma investida científica, mas sim uma amálgama de inúmeras inflexões narrativas. Percebe-se a presença do thriller psicológico na primeira metade do longa-metragem, em que cada sequência contribui para uma sensação de crescente desespero e pessimismo: sabemos o que vai acontecer, mas não conseguimos desgrudar os olhos da terra. As incursões aventurescas remontam à literariedade do space opera, mesmo que não com muita força; há o drama de Ripley em ter perdido a filha e reencontrá-la na figura de Newt, única sobrevivente do recente ataque dos xenomorfos; e, por fim, há um épico de guerra espacial que toma proporções fantásticas com o início do terceiro ato” – Thiago Nolla

Madonna DETONA Donald Trump nas redes sociais por “desmantelar todas as liberdades pelas quais lutamos”

Através das redes sociais, a lendária rainha do pop Madonna fez críticas severas ao presidente dos Estados Unidos Donald Trump em virtude de sua agenda anti-LGBTQIA+.

A administração de Trump se apossou da Casa Branca nesta última semana e, em poucos dias, já marginalizou diversos grupos sociais que lutaram décadas para conseguirem seus direitos.

Madonna, conhecida por sua constante luta a favor da comunidade queer e feminina, utilizou suas plataformas para prestar apoio aos LGBTQIA+ em meio à incerteza de suas liberdades.

“É triste ver nosso novo governo lentamente desmantelar todas as liberdades pelas quais lutamos e ganhamos através dos anos. Não desistam de lutar!”, ela escreveu em sua conta oficial no X (antigo Twitter).

A mensagem da cantora, compositora e filantropa emerge pouco depois de Trump assinar uma ordem executiva intitulada “Priorizando a Excelência Militar e a Prontidão”, que restringe pessoas transsexuais a prestarem serviço militar. A ordem reinstaura a política adotada no primeiro mandato do presidente, que foi rescindida em 2021 por Joe Biden – permitindo que pessoas trans fossem admitidas no exército estadunidense e realizassem seu serviço abertamente.

Em sua primeira semana como presidente, Trump também reverteu inúmeras iniciativas de diversidade, equidade, inclusão e acessibilidade, que garantiam a grupos marginalizados oportunidades de maior acesso aos serviços sociais e afins. Além disso, o presidente e sua comitiva deram início a deportações em massa de imigrantes latinos e sem documentação legal.

‘A Idade Dourada’: 3ª temporada do ACLAMADO drama de época chega ao streaming!

A 3ª temporada da elogiada série de época ‘A Idade Dourada‘ já chegou ao catálogo da Max.

O novo ciclo estreou no último dia 22 de junho na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi criada por Julian Fellowes (‘Downton Abbey’).

A trama é ambientado nos Estados Unidos, em 1882. A jovem Marian Brook é a filha órfã de um general do sul que se muda para a casa de suas tias rígidas e tradicionais, na cidade de Nova York. Acompanhada pela misteriosa Peggy Scott, ela se envolve na vida deslumbrante dos novos vizinhos, todos estupendamente ricos. Será que Marian seguirá as novas regras sociais ou traçará um caminho próprio?

O elenco conta com Carrie Coon, Morgan Spector, Louisa Jacobson, Denée Benton, Taissa Farmiga, Blake Ritson, Thomas Cocquerel, Simon Jones, Jack Gilpin, Cynthia Nixon e Christine Baranski.

Crítica com Spoilers | 4º capítulo de ‘IT: Bem-Vindos a Derry’ é o MELHOR da série até agora

Cuidado: muitos spoilers à frente.

O universo de ‘IT: A Coisa’ é, sem sombra de dúvidas, um dos mais expressivos da cultura pop – e sua popularidade data desde o sucesso imensurável que o épico romance homônimo de Stephen King fez à época de seu lançamento. Ajudando a cimentar o legado do Mestre do Terror, o livro ganhou uma fama sem precedentes que culminou em uma adaptação estrelada por Tim Curry e uma elogiada duologia estrelada por Bill Skarsgard, explorando a materialização do medo e do terror de maneira incisiva, categórica e arrepiante.

O sucesso dos filmes dirigidos por Andy Muschietti logo abriu espaço para uma série pré-sequência em andamento intitulada ‘IT: Bem-Vindos a Derry’, que nos leva de volta para o início dos anos 1960, explorando as origens da infame criatura que assombra os residentes da pequena cidade – e que esquadrinha teorias da conspiração próprias de uma época marcada pela instabilidade política. Unindo sátira, drama, suspense e terror em um mesmo lugar, o spin-off mostra que esse cosmos ainda tem muitas vertentes a serem exploradas. E a chegada do quarto capítulo, “The Great Swirling Apparatus of Our Planet’s Function”, é apenas mais um indicativo de uma das produções mais bem estruturadas do ano – e a melhor incursão da série até o momento.

Após uma missão quase suicida para obterem qualquer registro fotográfico da criatura que vem atormentando-os, Lilly (Clara Stack), Ronnie (Amanda Christine), Will (Blake Cameron James) e Rich (Arian S. Cartaya) levam as imagens reveladas ao corrupto chefe de polícia Clint Bowers (Peter Outerbridge), apenas para serem taxados de loucos e ameaçados de atrapalhar o trabalho das autoridades de Derry – que escolheram o pai de Ronnie como bode expiatório do desaparecimento de três crianças, encarcerando-o e com planos de mandá-lo para a prisão de Shawshank. Desacreditados, o grupo de jovens começa a discutir sobre o que a criatura deseja: aterrorizá-los a um nível de desespero inescapável antes de matá-los (ou seja, no mesmo modus operandi que vimos Pennywise atuar nos filmes).

Will torna-se alvo primário da entidade nesse capítulo: ao ir pescar com o pai, Leroy (Jovan Adepo), o jovem é atacado e ferido, compelindo o oficial a buscar respostas com seus superiores e com o misterioso Dick Halloran (Chris Chalk), um telepata e vidente que é selecionado pelas forças armadas para encontrar uma poderosa arma capaz de dar vantagem inenarrável aos Estados Unidos na Guerra Fria – visto que essa arma é capaz de atacar os medos mais profundos de seus inimigos e levá-los à loucura. Leroy, inclusive, presencia Dick usando suas inexplicáveis habilidades no jovem Taniel (Joshua Odjick), invadindo suas memórias para descobrir a localização exata da criatura – a infame casa Neibolt, onde o Clube dos Perdedores enfrenta Pennywise nos longas.

O capítulo não é apenas recheado com inúmeras reviravoltas, mas alimenta a mitologia por trás de Pennywise, cuja amedrontadora presença em forma de palhaço se torna mais iminente a cada segundo – e finalmente nos mostra as origens cósmicas de um dos maiores antagonistas da cultura pop de forma envolvente e de maneira a atar com o que já foi explorado tanto no romance quanto nas adaptações para os cinemas. E, nesse tocante, o destaque da semana vai ao trabalho irretocável da roteirista Helen Shang, que sabe exatamente como dosar as múltiplas incursões narrativas a fim de convergirem-nas para um ponto em comum que, ainda que abra espaço para mais perguntas, aposta fichas num crescente mistério para garantir a atenção dos espectadores.

Shang não só apara alguns excessos cansativos do capítulo anterior, como se alia à ótima direção de Andrew Bernstein para transformar a história em um banho de sangue que ataca até mesmo Marge (Matilda Lawler), que, temendo perder seu lugar ao lado das garotas populares do colégio, trai a confiança da amiga Lilly e se vê alvo da criatura da maneira mais agonizante possível. E, nos conduzindo pelas labirínticas ruas de Derry, Bernstein e Shang trabalham lado a lado para garantir uma experiência de horror fabulosa que nos prepara para os embates e os perigos das semanas seguintes.

‘IT: Bem-Vindos a Derry’ retorna com seu melhor episódio até então, não poupando esforços para eternizar a mitologia criada por Stephen King e explorar como pode o talento de um time de atores que, sem sombra de dúvida, se entrega de corpo e alma para nos cativar. O quarto capítulo do spin-off dá as bases para uma mortal batalha que acontecerá em Derry muito em breve – nos deixando prontos para ver o que vai acontecer.

Lembrando que o próximo episódio vai ao ar em 23 de novembro, na HBO e na HBO Max.

Sophie Thatcher será uma noiva acusada de BRUXARIA no suspense de época ‘Cavendish’

Segundo o DeadlineSophie Thatcher (‘Acompanhante Perfeita’), Erin Kellyman (‘Extermínio: O Templo dos Ossos’) e Joe Alwyn (‘Hamnet’) foram escalados para o elenco do thriller ‘Cavendish’.

O projeto é dirigido por Christopher Andrews (‘Acabe com Eles’).

Confira a sinopse oficial:

1645: acusada de bruxaria no dia do seu casamento, uma jovem noiva privilegiada (Thatcher) é perseguida por um implacável caçador de bruxas (Alwyn). Forçada a uma aliança instável com uma astuta caçadora furtiva que vive à margem da sociedade (Kellyman), as duas mulheres lutam, transformando sua impotência em força através da violência, da inteligência e da rebeldia.

‘Cavendish’ é uma coprodução da Wild Swim Films, da January Films e da Madants.

As filmagens têm previsão de início em setembro deste ano, na Polônia. Andrews também fica responsável pelo roteiro do longa-metragem.

Mais detalhes não foram divulgados.

‘A Longa Noite’: Imagem vazada mostra o visual de Naomi Watts no spin-off de ‘Game of Thrones’

A Longa Noite‘, série derivada de ‘Game of Thrones já está em produção e uma imagem dos bastidores acabou revelando o figurino da personagem vivida por Naomi Watts. Confira:

Alguns fãs estão teorizando que sua personagem será uma Lannister, por conta de seus cabelos dourados e do figurino de classe.

No entanto, o próprio George R. R. Martin revelou que muitas casas tradicionais não estarão na série, e os Lannisters podem ser uma delas.

A Longa Noite‘  acontece milhares de anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘, e mostrará a decadência do mundo na Era dos Heróis até seu momento mais escuro.

A personagem de Watts não teve seu nome revelado, mas será uma “rica e carismática mulher com um grande segredo”, afirmou a Variety.

Os roteiristas envolvidos são: Max Borenstein, de ‘Kong – A Ilha da Caveira’; Jane Goldman, de ‘Kingsman’; Brian Helgeland e Carly Wray, de ‘Mad Men’, e ‘The Lefftovers’. O mais interessante é que Goldman e Wray trabalharão em histórias diretamente com George R. R. Martin, o criador dos livros As Crônicas de Fogo e Gelo, que originaram a série.

Outro ponto importante é que Dan Weiss e David Benioff, criadores de Game of Thrones, serão listados como produtores executivos e supervisores das possíveis séries, mas nenhum deles vai escrever qualquer episódio.
Por enquanto, ainda não há previsão de estreia.

 

 

‘The Flash’: Fãs criam abaixo-assinado pedindo demissão de Ezra Miller depois que ele agrediu uma mulher

Depois que o ator Ezra Miller foi flagrado agredindo um mulher na Islândia, diversos internautas criticaram a atitude do astro de ‘Liga da Justiça‘ e ‘Animais Fantásticos‘.

Por conta disso, alguns fãs criaram um abaixo-assinado no Change.org pedindo que Miller seja substituído do papel como Flash no próximo filme do herói.

Numa parte do documento, o autor diz:

“Este incidente reflete mal a imagem do personagem. O Flash é meu herói preferido da ‘Liga da Justiça‘, e a péssima atitude de Ezra Miller não combina com um herói. Como a Warner Bros é responsável pelo próximo filme do Flash, os representantes do estúdio devem tomar as medidas apropriadas para substituir Miller de todos os seus projetos, incluindo ‘Animais Fantásticos 3‘. A Warner não pode defender um agressor, seja ele quem for.”

Como o documento foi criado há pouco, ainda não há assinaturas suficientes para chamar a atenção da Warner, que ainda não se pronunciou sobre a polêmica.

Confira o momento em que Miller agride a fã:

“Você quer brigar?”, diz ele.

De acordo com o The Wrap, a briga aconteceu em frente a um bar na Islândia depois que a fã questionou o ator sobre uma cicatriz em seu rosto, resultado de um acidente numa de suas cenas de luta.

Ao que parece, a fã brincou e disse que poderia derrotá-lo se eles brigassem, mas o ator levou a piada a sério e partiu para cima da mulher.

O homem que estava filmando disse que a moça achou que fosse uma brincadeira, mas Miller a arrastou pelo chão e não queria mais soltá-la, até que os seguranças do bar separaram a briga.

Mesmo assim, ele ainda ficou lá parado por 10 minutos encarando a moça enquanto aguardavam a chegada da polícia.

Até o momento, maiores detalhes não foram revelados, e o ator ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Lembrando que Miller irá reprisar seu papel como o Flash em 2022.

A pré-produção do filme estava agendada para começar em breve, mas em virtude do delicado momento, os trabalhos tiveram que ser interrompidos.

Segundo a coordenadora de dublês Eunice Huthart, seu próximo projeto – que seria ‘The Flash‘ – começaria em abril desse ano. No entanto, tudo fora suspenso, sem data prevista de retorno.

Em uma entrevista ao ScreenRant, ela revelou:

“O projeto que eu ia começar era ‘The Flash’. Era pra eu começar no final do mês de abril, início de maio. Mas agora eu não sei o que vai acontecer com isso”.

Flash‘, filme da DC que será estrelado por Ezra Miller, ganhou data de estreia.

Dirigida por Andy Muschietti (It: A Coisa), a produção teve seu lançamento agendado pela Warner Bros. para o dia 1º de julho de 2022.

Novidades serão divulgadas em breve.

No passado, Muschietti falou sobre a produção.

“O que me encantou no Flash é o drama humano nele. Os sentimentos e emoções humanas que fazem parte do drama disso. Vai ser muito divertido, também. Eu não posso prometer que terá elementos assustadores, mas terá uma bela história humana.”

Christina Hodson, de ‘Aves de Rapina‘, fica a encargo da reescrita do roteiro.

Originalmente planejado para ser a adaptação de ‘Flashpoint‘, a possibilidade acabou sendo descartada no final de 2018, com o roteiro seguindo uma linha criativa diferente.

 

Atriz de ‘007: Quantum of Solace’ se arrepende de seu papel como Bond Girl

Além da trama de ação e espionagem, os filmes da franquia ‘007‘ também ficaram muito populares por apresentarem belas mulheres chamadas de ‘Bond girls‘.

Em ‘Quantum of Solace‘, quem assumiu o título foi a atriz Gemma Arterton (‘Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo’), intérprete da Agente Fields.

No entanto, a estrela revelou ao The Sun que se arrepende de ter vivido a personagem e só aceitou o trabalho porque precisava de dinheiro.

“No início da minha carreira eu era muito pobre e precisava trabalhar. Precisava de dinheiro. Ainda sou criticada por ter atuado ‘007: Quantum of Solace‘… Mas eu só tinha 21 anos e tinha que pagar meu empréstimo estudantil. Qual é? Era um filme do James Bond.”

Ela também disse que seu principal arrependimento é sobre como sua personagem foi tratada como um mero objeto sexual.

“Ao longo dos anos, adquiri mais experiência e percebi que existem muitas coisas erradas com as mulheres da franquia, elas são objetos sexuais. Ao rever o filme, eu percebo que minha personagem deveria ter recusado se relacionar com ele [James Bond].”

Lembrando que o próximo filme da franquia é ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, que marca a despedida de Daniel Craig como o icônico espião.

Recentemente, a atriz Lashana Lynch tocou no assunto sobre as ‘Bond girls’ e garantiu ao Tech Radar que as personagens femininas do longa vão receber o devido respeito.

“Acho que com a agência feminina atual está retratando as mulheres como elas gostariam de se ver, sendo completamente autênticas e suficientes. ‘007 – Sem tempo Para Morrer tem muito disso’. Você vê autenticidade escorrendo pelas personagens, nas que já existem na franquia, e nas novatas, como eu. Elas não são donzelas em perigo ou colírios para os homens. Esse filme vai honrá-las, porque há um empoderamento que eu nunca vi nos filmes [da franquia]. Acho que isso é um ótimo exemplo para as gerações mais jovens.”

Segundo a Variety, a MGM e a EON Productions ainda estão discutindo  se devem adiar a estreia da sequência nos cinemas mais uma vez, ou vendê-lo para algum serviço de streaming.

Por enquanto, a estreia continua agendada para abril de 2021, mas como os casos de COVID-19 continuam a crescer pelo mundo, os estúdios estão preocupados em lançar o blockbuster e não encontrar o público nos cinemas.

Segundo o site, o público alvo do filme é mais velho – e é justamente essa faixa etária que tem mais receio de voltar aos cinemas em meio a pandemia.

A MGM está considerando vender o filme para um serviço de streaming por mais de US$ 600 milhões.

A Netflix e a Apple estão entre os serviços interessados ​​em adquirir o filme, mas acharam o preço alto demais. O filme inicialmente estava previsto para estrear em abril, mas atrasou o lançamento do filme várias vezes devido à pandemia do Coronavírus. O relatório diz que os atrasos custaram ao estúdio algo entre US$ 30 milhões e US $ 50 milhões.  

O longa tem estreia prevista para 02 de abril de 2021.

Com 163 minutos (2 horas e 43 minutos), esta a iteração mais longa de toda a franquia.

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘Samurai Jack’: Todas as temporadas estão disponíveis na HBO Max

Chegaram ontem ao catálogo da HBO Max todas as cinco temporadas de Samurai Jack‘, animação exibida originalmente no Cartoon Network.

A série animada foi transmitida pela primeira vez entre 2001 e 2004 e ganhou mais uma temporada em 2017 no canal Adult Swim, compondo um total de 62 episódios.

Na HBO Max, as quatro primeiras temporadas estão dubladas em português, mas a mais recente só é encontrada com o áudio original.

Isso porque conta com um teor mais violento e voltado para o público adulto.

Criada por Genndy Tartakovsky, ‘Samurai Jack‘ acompanha o jovem príncipe do Japão Feudal que foi transportado para o futuro e trava uma batalha contra o demônio Abu na tentativa de retornar à sua época de origem.

Confira a sinopse e o tema de abertura:

“Em um passado distante, um demônio que muda de forma, chamado Abu, tem trazido destruição sobre a terra. Como última esperança dos cidadãos, um jovem foi mandado embora para treinar como um guerreiro samurai. Quando ele retorna como um adulto para confrontar Abu, o guerreiro é arremessado para o futuro através de um portal do tempo, aterrissando em um tempo e lugar desconhecidos. Lá, os nativos o nomeiam de ‘Jack’ e o ajudam na busca de desfazer o mal trazido por Abu.”

‘Ahsoka’: Atriz de ‘Agents of SHIELD’ deve ser escalada na série da Disney+

De acordo com o Bespin Bulletin, a atriz Shakira Barrera (‘Agents of Shield’) deve interpretar como Trace Martez na vindoura série da Ahsoka‘.

Apesar de seu papel não ter sido revelado, rumores apontam que ela será Trace Martez, personagem das animações ‘Star Wars: The Clone Wars’ e ‘The Bad Batch‘.

Na trama, Martez se torna uma amiga íntima de Ahsoka Tano depois que a Jedi é expulsa da ordem e passa a agir por conta própria.

Elas embarcaram em algumas aventuras juntas, incluindo uma batalha com o Sindicato Pyke. Anos depois, elas passam a ajudar a adquirir tecnologia para aqueles que resistem ao Império, e faz todo o sentido para Barrera interpretar uma versão mais velha da personagem.

Ahsoka e Trace em ‘Star Wars: The Clone Wars’

Por enquanto, ainda não há confirmação sobre a notícia, então considere como rumor.

Lembrando que as filmagens de ‘Ahsoka já foram iniciadas. A previsão de estreia é para 2023, ainda sem data específica.

Rosario Dawson retorna como a protagonista, enquanto Hayden Christensen deve reprisar seu papel como Anakin Skywalker após seu recente retorno em ‘Obi-Wan Kenobi‘.

Outras adições ao elenco incluem Natasha Liu Bordizzo como Sabine Wren, Ivanna Sakhno, Ray Stevenson e Mary Elizabeth Winstead.

Confira a primeira imagem dos bastidores:

‘Stranger Things’: David Harbour diz que está pronto para aceitar o fim da série

No ano passado, foi revelado que a 5ª temporada de ‘Stranger Things será a última.

Enquanto os criadores de Ross e Matt Duffer trabalham no roteiro, os fãs estão se preparando psicologicamente para se despedirem da atração.

Mas, parece que alguns membros do elenco estão prontos para aceitarem o fim.

Durante uma entrevista para o Discussing Film, o ator disse que, embora ame o programa e tenha amado sua experiência, já está na hora de seguir em frente.

“O engraçado é que, quando comecei a série, nunca quis que terminasse. É por isso que a amo. É uma ótima série, e diria isso mesmo se eu não fosse parte do elenco. Já se passaram quase nove anos desde que começamos a nos reunir para a 1ª temporada e acho que está na hora de seguir em frente e terminar.”

Ele continuou:

“Mas é claro que é muito complexo. Sabe, há uma tristeza aí. Mas também, todos nós crescemos. É hora de deixarmos o ninho e tentarmos outras coisas e projetos diferentes. E deixar os irmãos Duffer tentarem coisas diferentes também. Quero dizer, esses caras são tão talentosos… Quero ver o que eles vão criar depois disso. Então, é triste, mas definitivamente é hora de seguir em frente.”

Logo após a estreia da parte dois da 4ª temporada, os irmãos Duffer indicaram que as gravações dos últimos episódios deveriam começar somente no segundo semestre de 2023.

No entanto, a produção vai começar mais cedo…

De acordo com o Comic Book, Noah Schnapp, o Will Byers, fez uma live no Instagram e disse aos fãs que as câmeras vão entrar em ação em maio.

Infelizmente, o astro não deu mais detalhes sobre a previsão para as filmagens, então só nos resta aguardar.

Até lá, vale lembrar que todas as quatro temporadas continuam disponíveis na Netflix.

Seis meses depois da batalha de Starcourt, que deixou um rastro de terror e destruição em Hawkins, o grupo de amigos se separa pela primeira vez – enquanto passam por um período turbulento na escola, o que dificulta ainda mais as coisas. Nesse momento vulnerável, surge uma ameaça sobrenatural ainda mais terrível, trazendo um grande mistério que pode ser a chave para acabar com os horrores do Mundo Invertido.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

‘Superman: O Legado’: James Gunn comenta sobre futuros VILÕES da franquia

Superman: O Legado’ ainda nem estreou, mas os fãs mais ansiosos já estão curiosos para descobrirem o que a franquia guarda para o futuro do herói, que será vivido por David Corenswet (‘Pearl’).

Já sabemos que Lex Luthor está com presença marcada e será vivido por Nicholas Hoult, mas quais serão os  próximos vilões a darem as caras?

Através do Threads, um fã tocou no assunto e perguntou ao roteirista e diretor James Gunn:

“Veremos Brainiac, Metallo, o Superman Ciborgue ou o Mr. Mxyzptlk em futuros filmes do Superman?”

Em resposta, o cineasta disse:

“Quem sabe o que o futuro trará? Tudo o que me importa agora é com o primeiro filme.”

Confira:

Segundo o DeadlineSara Sampaio, conhecida por seu trabalho no longa-metragem ‘At Midnight’, foi escalada como Eve Teschmacher no longa.

Para aqueles que não conhecem, a personagem é assistente leal de Lex Luthor e também entrou no cenário da metagenética através da cibernética. Eve já apareceu em Superman e em Superman II’, tendo sido interpretada por Valerie Perrine.

Além de Sampaio, Hoult e Corenswet, o filme também trará Rachel Brosnahan como a jornalista Lois Lane.

Além disso, outros grandes heróis do universo DC também estarão presentes, entre eles: o Lanterna Verde Guy Gardner (Nathan Fillion), a Mulher-Gavião (Isabela Merced) e o Sr. Fantástico (Edi Gathegi).

O filme estreia em 10 de julho de 2025.

Fique ligado para mais informações!

O Encouraçado Potemkin | Os 95 Anos da Primeira Superprodução Russa

Sem dúvida o Encouraçado Potemkin ainda é a obra base do cinema russo

A virada do século XIX para o XX não foi fácil para a Rússia. Enquanto a política do país seguia o modelo monárquico, este já entrando em declínio na virada do século, liderado pelo czar; sua economia encontrava-se atrasada em relação ao resto da Europa. O império russo ainda era muito tímido em termos de industrialização e sua economia dependia em muito da mão de obra agrária espalhada pelo vasto território.

O campo, aliás, era o epicentro do descontentamento com o estado devido às altas taxas cobradas pela coroa. Não eram incomuns os episódios de revolta nessas áreas. Já nas cidades onde se localizavam os poucos centros industriais, a situação dos operários era de salários extremamente baixos e cargas de trabalho bastante elevadas. Fora isso havia também a ausência de uma legislação trabalhista, a criminalização de sindicatos e a expansão rápida e desorganizada das cidades devido ao grande êxodo rural que ocorria.

No artigo Transformation of Russia in the Nineteenth Century publicado pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos é apontado o quão problemática era a industrialização no país. “O crescimento industrial no país era significativo, apesar de instável, e em termos absolutos não era extensivo…. o orçamento do estado tinha mais que dobrado, porém, expedições de débitos haviam quadruplicado, constituindo 28% das despesa oficiais em 1891″.

A lenta industrialização nacional auxiliou nas convulsões sociais

Foi nesse cenário de grande instabilidade econômico-social que em 1905 ocorreu um motim no encouraçado batizado de Potemkin; o mais moderno que o império tinha até então. O texto The Mutiny on the Potemkin de Richard Cavendish aponta que “não era um navio feliz e parte da tripulação possuía inclinações revolucionárias, em particular um jovem não comissionado chamado Matyushenko, que assumiu um papel de liderança no que se seguiu”.

O estopim do motim se deu pela condição dos alimentos oferecidos à tripulação. Dizia-se que a carne estava infestada de vermes e as sopas possuíam minhocas; esse quadro elevou a indisposição da tripulação mais ainda, o que não foi bem aceito pelo comandante da embarcação. Sua resposta foi executar um dos tripulantes queixosos, que segundo Cavendish foi um homem chamado Valenchuk, o que resultou no começo do caos interno.

Após o capitão e todo o corpo de comando ser executado, o comitê interno foi estabelecido para liderar o Potemkin. O acontecimento incentivou então a população de Odessa, onde o navio estava ancorado, a se rebelar contra as instituições de estado. Tamanha foi a crise que o czar Nicolau II autorizou o uso de força extrema para conter os levantes, o que resultou em 2.000 mortos e 3.000 feridos. A tripulação do Potemkin conseguiu abandonar o porto com o navio, mais tarde sendo rendida por forças russas.

O encouraçado Potemkin foi o mais moderno da frota russa à época

Anos depois, em 1925, com o país já convertido ao sistema de governo comunista, o cineasta Sergei Eisenstein realizou as filmagens de Encouraçado Potemkin. O diretor era um adepto fervoroso do novo regime e, mais importante, entendia o potencial inato do cinema como um meio de consolidar a nova ideologia na mente e coração da população (a União Soviética era relativamente nova até então, com a existência formalizada em 1922).

Em um trecho do livro Tudo sobre cinema o editor geral Philip Kemp aponta justamente o alvo panfletário pelo qual a película foi filmada. “ …essa reconstituição histórica de Sergei Eisenstein é o mais famoso de todos os filmes mudos soviéticos e também um exemplo magistral de cinema panfletário. Em sintonia como o objetivo do filme de demonstrar o poder do povo sobre a autoridade divina de um monarca, a caracterização dos personagens é menos importante do que as ações das massas”.

A obra foi responsável por apresentar inovações técnicas para a época, principalmente em termos visuais. Narrativamente falando o filme foi dividido em cinco capítulos, sendo o quarto o mais famoso, conhecido como “Escadaria de Odessa”. Eisenstein adapta para a tela a repressão das forças de segurança e inova visualmente ao fazê-lo; primeiramente pela quantidade de histórias ocorrendo ao mesmo tempo. Tem-se ocorrendo em simultâneo a ação dos soldados imperiais, a reação de terror da população e a tensão de um carrinho de bebê que escapa aos cuidados da mãe e direciona-se em meio ao pandemônio.

A clássica cena do massacre da escadaria em Odessa

Em How This Soviet Propaganda Changed Cinema Forever de Varun Chaubey é explicado como a decisão de ritmo da cena, adotada pelo diretor, fez toda a diferença na sensação final. “A montagem rítmica é usada consistentemente durante o filme para manter um fluxo natural entre as tomadas. Oposta a métrica, onde a lente das tomadas é fixa, o ritmo de edição é baseado no ritmo e tempo da cena em si. Portanto em “Escadaria de Odessa”, o momento que precede o massacre soa muito relaxante, para então se tornar mais tensa após o aparecimento dos cossacos”.

Apesar de tecnicamente reconhecido, O Encouraçado Potemkin foi considerado por muito tempo um filme ideologicamente perigoso, sentimento esse ampliado durante o período da Guerra Fria. Seu nível de violência o fez ser editado em diversos países, tendo toda uma sequência de trechos que foram retirados. Sua exibição na Alemanha nazista era proibida e quando finalmente obteve a permissão de ser exibido na Grã-Bretanha, por volta do ano de 1957, o filme recebeu a classificação indicativa mais alta; acima de 18 anos.

No entanto a importância da obra é inegável bem como sua posição chave na filmografia de Eisenstein. Hollywood em muito aprendeu com as técnicas do diretor russo usadas no filme, principalmente no que toca contar fatos históricos de uma maneira adaptada para a ficção, potencializando acontecimentos e estabelecendo arquétipos para as pessoas envolvidas. Após noventa e cinco anos a película sofreu um amadurecimento: deixou de ser uma obra com propósitos unicamente propagandísticos e se tornou um “professor” para todas as obras cinematográficas que viriam depois.

 

‘Oppenheimer’ ultrapassa US$ 600 MILHÕES nas bilheterias

Oppenheimer‘, do diretor Christopher Nolan, continua a fazer história nas bilheterias mundiais, atingindo uma marca significativa de US$ 600 milhões em arrecadação. De acordo com o Deadline, essa conquista foi alcançada nesta quinta-feira (10)

O sucesso de ‘Oppenheimer‘ o coloca como o quinto maior triunfo na carreira de Christopher Nolan, superando ‘Dunkirk‘, que arrecadou US$ 525 milhões. A impressionante trajetória do filme é um testemunho da visão única e cativante do diretor.

O impacto global de ‘Oppenheimer‘ também é evidente em sua dominação em várias regiões. O filme se tornou o maior sucesso de Nolan em 47 países, incluindo nações como Alemanha, Holanda, Índia, Bélgica, Noruega, Emirados Árabes Unidos e Polônia.

Além disso, ele se destaca como a maior realização na carreira do cineasta fora da franquia do Batman em 61 países, incluindo Brasil, México, Indonésia e Filipinas.

No último fim de semana, o longa também já havia alcançado a maior bilheteria da história para um filme ambientado na Segunda Guerra Mundial.

Relembre o trailer:

A produção conta a história de J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy), chefe do Projeto Manhattan, um plano do governo dos Estados Unidos encarregado de criar o primeiro armamento nuclear para do país.

O elenco ainda inclui Emily Blunt (‘Jungle Cruise’), Matt Damon (‘O Último Duelo’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Rami Malek (‘Bohemian Rhapsody’), Benny Safdie (‘Joias Brutas’), Dane DeHaan (‘O Espetacular Homem-Aranha 2’), Jack Quaid (‘The Boys’), Josh Hartnett (‘Penny Dreadful’), David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’), Alden Ehrenreich (‘Solo: Uma História Star Wars’), David Krumholtz (‘The Deuce’), Jason Clarke (‘Everest’), Louise Lombard (‘CSI’), James D’Arcy (‘Agent Carter’), Michael Angarona (‘Sky High: Super-Escola de Heróis’) e Matthias Schweighöfer (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

Pugh interpretará Jean Tatlock, membro do Partido Comunista dos Estados Unidos que tem um caso com Oppenheimer e a causa de grandes preocupações de segurança para funcionários do governo.

Safdie interpretará Edward Teller, o físico húngaro conhecido como o pai da bomba de hidrogênio e membro do Projeto Manhattan, a iniciativa de pesquisa dos EUA que desenvolveu a primeira bomba atômica.

Damon será o tenente-general Leslie Groves, diretor do Projeto Manhattan, enquanto Blunt será Katherine Oppenheimer Vissering, esposa do protagonista.

Nolan também entra como produtor executivo do filme ao lado de sua esposa e parceira de produção de longa data, Emma Thomas.