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Os Filmes Mais Esperados de Novembro 2017

Pois é, amiguinhos, já estamos no penúltimo mês do ano. Daqui a pouco já é Oscar de novo. E depois, mais uma temporada de blockbusters. O ciclo no mundo do cinema não tem fim, mas para os fãs, as novidades são sempre bem vindas. 2017 já apresentou todos os filmes da Marvel que tinha na manga, com Guardiões da Galáxia Vol 2, Homem-Aranha: De Volta ao Lar e o recente Thor:Ragnarok, que acabou de chegar destruindo as bilheterias. Já a DC finalmente viu a luz no fim do túnel com o grato sucesso Mulher Maravilha, pioneiro ao apresentar o primeiro filme de uma super-heroína que deu muito certo. Justamente falando nela, o penúltimo mês do ano traz o filme que pode ser a salvação da lavoura para o estúdio, e um dos filmes mais esperados do ano: Liga da Justiça. Bem, existem outros filmes legais estreando em Novembro também, é só conferir abaixo. E como sempre, não esqueça de comentar dizendo quais irão colocar em suas listinhas para assistir.

02/11

Depois Daquela Montanha

Exibido em festivais de cinema, como os de Toronto e do Rio, esta é uma aventura à moda antiga, quase sem espaço dentro da Hollywood atual. Na trama, um médico e uma fotógrafa sobrevivem a um desastre de avião, mas ficam isolados no meio de montanhas de neve, precisando lutar por suas vidas. No filme, os holofotes recaem sobre a química do casal protagonista, os talentosos Kate Winslet (vencedora do Oscar por O Leitor) e Idris Elba.

Leia nossa crítica de ‘Depois Daquela Montanha’

Em Busca de Vingança

Produzido por Darren Aronofsky (mãe!), este é o novo trabalho do ex-astro da ação Arnold Schwarzenegger, em nova fase de sua carreira aos 70 anos, agora buscando projetos mais sérios e voltados ao drama. De fato, este é o maior esforço dramático de atuação da carreira do icônico artista. Na trama, Arnold vive um sujeito que tem a vida despedaçada quando a mulher e a filha morrem num desastre aéreo. Depois da depressão, ele descobre que a falha foi humana, mas o responsável, papel de Scoot McNairy, igualmente sofre as consequências da tragédia por conta própria.

Leia nossa crítica de ‘Em Busca de Vingança’

Terra Selvagem

Estreia na direção do roteirista Taylor Sheridan (o terror que fez como diretor de aluguel não conta), indicado ao Oscar ano passado por A Qualquer Custo, e também responsável pelo roteiro de Sicario – Terra de Ninguém. Aqui, Sheridan também roteiriza, para contar a história de um crime passado numa gelada reserva indígena (ou nativa americana). Uma jovem nativa foi assassinada e uma agente do FBI novata é enviada para investigar. Devido a sua inexperiência, a ajuda de um exímio rastreador/caçador vem bem a calhar. Nos papeis principais, dois Vingadores, Jeremy Renner e Elizabeth Olsen.

Leia nossa crítica de ‘Terra Selvagem’

A Noiva

Este é um terror russo, que mostra que o país está disposto a exportar seus filmes de entretenimento, vide o recente Os Guardiões, produção sobre super-heróis. Aqui, uma antiga lenda local é o mote, e serve como pano de fundo. Segundo a história, as almas dos mortos ficam aprisionadas e são amaldiçoadas quando tiramos suas fotografias. Uma jovem irá aprender da pior maneira que tais lendas podem ser muito reais, quando seu noivo a leva para conhecer a casa de sua família no campo, local que esconde inúmeros mistérios e alguns segredos sobrenaturais.

Leia nossa crítica de ‘A Noiva’

Assista ao nosso vídeo sobre ‘A Noiva’

Gabriel e a Montanha

Produção nacional que vem dando o que falar e promete uma boa dose de emoção nos cinemas. Exibido nos principais festivais de cinema no Brasil, como o Festival do Rio e a Mostra de São Paulo, o filme é uma bela homenagem do diretor Fellipe Barbosa para o amigo Gabriel Buchmann, um jovem aventureiro com grandes sonhos de um mundo melhor. No filme, João Pedro Zappa vive Gabriel, nesta história que narra seu destino derradeiro na África.

Dona Flor e Seus Dois Maridos

Estreando em algumas cidades do Nordeste Brasileiro, esta nova roupagem do clássico de Jorge Amado (que já foi levado aos cinemas na década de 1970, com Sônia Braga, e inclusive teve uma versão gringa, chamada Meu Adorável Fantasma, com Jeff Bridges, Sally Field e James Caan) tem direção de Pedro Vasconcelos e Juliana Paes, Marcelo Faria e Leandro Hassum no elenco como o trio protagonista. Na trama, Dona Flor teve um relacionamento pra lá de quente com o marido boêmio Vadinho. Mas após sua morte, ela encontra outro companheiro no recatado farmacêutico Teodoro. No entanto, a mulher sente tanta falta do falecido, que ele volta na forma de um fantasma para enlouquecê-la.

09/11

Gosto se Discute

A onda de estrelato de artistas lançados pela plataforma Youtube pegou e se tornou uma das fontes mais constantes de entretenimento, inclusive no cinema. Uma das que mais se beneficiou disso (ou a que mais se beneficiou) foi Kéfera Buchmann, que já protagonizou alguns filmes, como o sucesso É Fada! e agora volta trabalhando num filme de verdade e não num veículo para ela, ou quase. Kéfera interpreta uma funcionária enviada por investidores para fazer um renomado restaurante voltar a dar lucro. O veterano Cássio Gabus Mendes interpreta o irredutível chef, dono do local.

Assista nossa entrevista com o elenco de ‘Gosto se Discute’

16/11

Liga da Justiça

Este é sem dúvidas um dos filmes mais esperados do ano, e a prova de fogo para a DC/Warner nos cinemas. A Marvel se preparou durante anos para o espetáculo principal: Os Vingadores (2012). E o resultado foi a quebra de inúmeros recordes. Agora, a rival corre atrás do tempo perdido e chega com a sua resposta. Esta é a junção de seus principais heróis em um único e apoteótico filme. Aqui, Batman, Mulher Maravilha, Flash, Aquaman e Ciborgue unirão forças, à espera do Superman, para combater uma ameaça alienígena que planeja dominar a Terra. Qualquer semelhança não é pura coincidência. É esperar para ver.

23/11

Sem Fôlego

Colecionando elogios por onde foi exibido e com grande força para a época de premiações, este é o novo trabalho do prestigiado diretor Todd Haynes (Carol). Baseado no livro de Brian Selznick, Sem Fôlego conta duas histórias, coexistindo em tempos e formas cinematográficas distintas. Um menino está à procura de seu pai. No passado, uma menina também busca por algo especial. Cada história é narrada de uma forma, uma inclusive em preto e branco. Tem tudo para ser um dos mais criativos e especiais filmes do ano. Julianne Moore e Michelle Williams estão no elenco.

Pai em Dose Dupla 2

Ninguém imaginou que o primeiro Pai em Dose Dupla (2015) seria sucesso o suficiente para gerar uma sequência, mas aqui ela está. Se no primeiro filme tínhamos o embate entre o padrasto atrapalhado Will Ferrell e o pai biológico bad boy Mark Wahlberg, disputando a liderança da família, nesta continuação entram em jogo os pais dos pais. Os avôs interpretados por John Lithgow e Mel Gibson são versões mais velhas de suas crias e prometem criar muita confusão na época de natal, neste filme para toda a família.

Boneco de Neve

Suspense gelado, baseado no livro do especialista no gênero, o norueguês Jo Nesbro. Dirigido pelo sueco Tomas Alfredson, dos ótimos Deixa Ela Entrar (2008) e O Espião que Sabia Demais (2011), e protagonizado por um grande elenco, vide Michael Fassbender, Rebecca Ferguson e Charlotte Gainsbourg, o thriller narra uma caçada por um serial killer. Numa pacata cidade, assassinatos começam a ocorrer, crimes envolvendo mulheres. Cabe ao detetive Harry Hole (Fassbender), uma vez um talentoso policial, agora caído em desgraça, solucionar o caso.

30/11

Assassinato no Expresso Oriente

Falando em suspense baseado em livro, que tal a adaptação de um dos mais famosos de todos os tempos. Deixe para a autora Agatha Christie a criação de alguns dos maiores mistérios da literatura mundial. Considerada a rainha do suspense, Christie é renovada para uma nova geração, na forma de uma superprodução cinematográfica. Esperamos que esta moda pegue e outros trabalhos da icônica escritora deem frutos como este. Aqui, numa viagem de trem no dito expresso do Oriente, o exímio investigador Hercule Poirot se vê no meio de uma trama de assassinato, quando um dos passageiros é morto, deixando inúmeros suspeitos. Vale a pena ser investigado nas telonas, com as participações de Johnny Depp, Michelle Pfeiffer, Penélope Cruz, Daisy Ridley e Kenneth Branagh – que protagoniza e também dirige o longa.

Jogos Mortais – Jigsaw

O mês termina com um presente para os fãs de terror. Na minha infância, tínhamos como reis do gênero as franquias Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo. A nova geração tem como representantes as séries Atividade Paranormal e Jogos Mortais. Agora, uma delas retorna, sete anos depois de sua última aparição nas telonas, para um novo round de torturas intermináveis. O assassino John Kramer, conhecido como Jigsaw, morreu, mas suas armadilhas mortais continuam vivas. Na direção, os irmãos Michael e Peter Spierig, do ótimo O Predestinado (2014).

10 Sucessos Fenomenais Inesperados dos Últimos Anos

O que define um sucesso absoluto? No caso de produções cinematográficas é fácil: a junção de uma gorda bilheteria (o que garante a adoração do público) com a aprovação da crítica especializada.

Existem sucessos. E existem os fenômenos. Aquele tipo de filme dos quais estão todos falando e que se você não quiser ficar de fora do assunto, precisa correr para assistir. Mas existem também os sucessos fenomenais inesperados. São aqueles tipos de filme pelos quais todos estavam receosos – seja por qual motivo for -, com os dois pés atrás e que ainda assim viveram para se mostrar a nova sensação do pedaço.

Pensando neste tipo de obra que conseguiu superar a descrença, formulamos nossa nova lista. Estes são os 10 filmes que se tornaram sucesso fenomenal inesperado.

Pantera Negra (2018)

Tudo bem que só de ser um filme da Marvel, a garantia de sucesso é certa. O lance aqui é que ninguém esperava, nem em seus sonhos mais felizes, o tamanho de tal sucesso. O primeiro super-herói negro em grande escala do cinema trazia uma carga social muito importante, dirigido por um cineasta negro e com um elenco majoritariamente negro. O personagem já havia causado boa impressão em seu debute na aventura Capitão América: Guerra Civil (2016), mas ter um filme solo era algo diferente.

Com o lançamento, veio o burburinho. A Marvel havia acertado novamente. Mas algo inédito acontecia, até mesmo para os padrões da casa – que precisou reconhecer o fenômeno. Pantera Negra se tornava um marco social, transcendendo Hollywood ou até mesmo uma produção cinematográfica. O filme se tornou a produção mais rentável do ano nos EUA e a segunda ao redor do mundo – ficando atrás somente de outro fenômeno, este esperado: Vingadores: Guerra Infinita.

Com a crítica não foi diferente e Pantera Negra marca 97% de aprovação, quase a nota máxima. O maior legado da superprodução, no entanto, foi mostrar que filmes deste porte protagonizados e comandados por negros funcionam. E funcionam muito bem. Sinal de bem-vindos novos tempos e de que Hollywood pode mudar sossegada, sem precisar se preocupar com o lucro.

Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017)

A Sony já havia passado por um backlash parecido há pouco tempo. Em 2016, quando o primeiro trailer do novo Caça-Fantasmas, inteiramente protagonizado por mulheres, foi lançado no Youtube quebrou um triste recorde: se tornou o trailer com mais “descurtidas” da história da plataforma. O motivo: nerds mimizentos chorando e acusando os produtores de terem “acabado com suas infâncias”. Isso antes mesmo de poderem assistir ao longa. Mesmo tentando se envolver no manto do feminismo – como último recurso desesperado -, o filme não emplacou. Tudo bem que a qualidade da obra não ajudou muito.

Imagine o desespero dos executivos do mesmo estúdio, passando novamente por um incrível backlash pelo segundo ano consecutivo. A internet ardeu em comoção quando o primeiro trailer de Jumanji atingiu a rede. Pessoas que cresceram amando o filme original com o saudoso Robin Williams estavam mais do que descontentes com a nova roupagem, acusando-a de ser muito mais um veículo de Dwayne Johnson do que um remake/reboot/continuação de seu adorado filme. E eu de cá pensando com meus botões: “nunca soube que Jumanji tinha esta legião de culto”.

Mas para a extrema felicidade dos produtores, The Rock e todos os envolvidos, foi só a aventura juvenil atingir os cinemas, que o jogo virou de vez a seu favor. A ideia estranha de um novo Jumanji já havia caído nas graças de todos e com a aprovação de quase 80% da imprensa, curiosamente ainda mais alta que a do filme original de 1995, os céticos tiveram fé. O fracasso certo se tornava sucesso, mas não apenas isso, se tornava um fenômeno. O filme foi o quarto mais rentável de 2017 nos EUA (batendo simplesmente todos os lançamentos da Marvel) e o quinto ao redor do mundo, beirando a marca do US$1 bilhão. Alguém duvida que as continuações chegarão correndo?

Mulher-Maravilha (2017)

Podemos dizer que parte do sucesso de Pantera Negra se deve ao pioneirismo de Mulher-Maravilha. Antes um grande tabu, quando a primeira superprodução protagonizada por uma heroína mostrou que podia dar muito certo, outras que visavam aceitação de gênero ou raça vislumbraram a luz no fim do túnel. Mas você pergunta: por que Mulher-Maravilha, uma das personagens mais icônicas dos quadrinhos, era incerteza? Bem, por dois grandes motivos. O primeiro é o citado acima. Sim, já havíamos tido superproduções comandadas por mulheres em papeis principais, mas não deste porte, não deste subgênero ainda muito masculino.

Fora que outros haviam naufragado gloriosamente, vide Mulher Gato (2004), com Halle Berry, da mesma DC/Warner, e Elektra (2005), com Jennifer Garner. Chegamos ao segundo motivo, que se divide em uma bifurcação. Primeiro, a nova leva de produções da casa, a citada Warner/DC, não estava na melhor das fases, para dizer no mínimo, vindo de recepções que variavam de mornas a geladas, em filmes como O Homem de Aço (2013), Batman Vs. Superman (2016) e Esquadrão Suicida (2016). Mulher-Maravilha era quase como a última esperança deste universo não afundar.

Segundo, a protagonista Gal Gadot ainda estava em provação, por assim dizer. Muito criticada quando eleita para personificar a amazona, a israelense não havia impressionado incondicionalmente ao viver a heroína em BVS – tudo bem que a participação era pequena. Entretanto, quando chegou a hora de protagonizar seu filme solo, não faltaram elogios para a atriz. Mas com Liga da Justiça, lançado logo depois, pudemos perceber que ninguém a fotografa ou a utiliza como Patty Jenkins. Mulher-Maravilha ultrapassou todas as expectativas, marcando 92% de aprovação junto aos críticos. Além disso, se tornou fenômeno de bilheteria, em terceiro lugar nos EUA e décimo ao redor do mundo. Sim, as mulheres podem. E podem mais! O jogo mudou e Mulher-Maravilha 1984, a continuação a ser lançada ano que vem, já é um dos filmes mais esperados de 2019. Vida longa, Patty Jenkins e Gal Gadot.

Fragmentado (2017)

Quem já curtia cinema no final da década de 1990, conheceu de perto a ascensão de M. Night Shyamalan. Pouquíssimas vezes um diretor debutava no cenário mundial enaltecido com o título de gênio da sétima arte. Bastou uma obra (O Sexto Sentido) para Shyamalan ser tratado como o novo Spielberg ou o novo Hitchcock. Exageros da imprensa – que adora títulos. Mas depois, a cada novo trabalho o indiano perdia um pouco de seu prestígio. E isso parecia incomodá-lo. Até que, após o divisor de águas A Vila (2004), o cineasta resolveu declarar guerra aos críticos com A Dama na Água (2006).

Depois disso, parecia que a voz de autor do cineasta havia se calado, entre um desastre pretensioso aqui e um filme de aluguel ali. A volta por cima foi timidamente ensaiada com A Visita (2015), produção intimista na qual Shyamalan se despia de tudo e voltava a falar com o coração, ou com a paixão. Daí o ceticismo em relação a seu próximo trabalho, o então misterioso Fragmentado. Natural a desconfiança. Natural também os novos louros que o diretor recebeu após todos terem conferido o resultado de seu novo projeto.

Fragmentado trouxe um tour de force de James McAvoy – que fez todos gritarem “Oscar” – uma jovem talentosa recém-saída de um cult do gênero (Anya Taylor-Joy, de A Bruxa) e, acima de tudo, um texto caprichado de seu autor, fazendo de vez as pazes com crítica e público. E sim, com o sucesso. O desfecho que o interliga com outra obra sua, a qual todos pediam sequência, foi a cereja no bolo. O filme somou quase 80% de aprovação junto a imprensa e permaneceu por três semanas em primeiro lugar após sua estreia no início do ano passado – feito impressionando se levarmos em conta as competitivas bilheterias americanas, onde a cada semana filmes se devoram. E que venha Vidro, a continuação prometida para 2019.

Uma Aventura LEGO (2014)

Quando um longa-metragem para o cinema baseado nos brinquedos de encaixe LEGO foi anunciado, nem mesmo o mais visionário espectador fazia ideia do seu resultado. Na verdade, quase ninguém achava o conceito minimamente relevante ao ponto de render uma obra de qualidade. Nem mesmo as presenças dos diretores Christopher Miller e Phil Lord, responsáveis pelo hilário e insano reboot de Anjos da Lei (2012 e 2014), tirava a descrença geral.

Provando que até mesmo o material fonte mais idiota e inanimado pode render um bom filme se houver empenho e vontade, Uma Aventura LEGO surpreendeu dez entre dez espectadores, se mostrando um dos filmes mais divertidos não apenas de seu respectivo ano, como dos últimos anos igualmente. Escracho, metalinguagem, criatividade e excelente timing cômico fizeram de Lego um fenômeno, ao ponto de criar todo um universo derivado de animações da Warner, que já rendeu Lego Batman (2017) e Lego Ninjago (2017).

Uma Aventura Lego conquistou a crítica, com 96% de aprovação, o público, se tornando a quinta maior bilheteria nos EUA em seu respectivo ano, e o mundo. A continuação, programada para o ano que vem, seguirá o mesmo caminho. Alguém duvida?

Deadpool (2016)

Já vimos super-heróis salvando pessoas em filmes, séries, desenhos e quadrinhos. O que nunca havíamos visto era heróis salvando a carreira de seu intérprete. Bem, não desta forma. O ator Ryan Reynolds por pouco não entra para a história como o mais azarado quando o assunto é adaptação de quadrinhos. Tudo porque ele já tinha escorregado não uma, não duas, não três, mas quatro vezes antes de finalmente se redimir na pele de um personagem que, inclusive, já havia interpretado.

Primeiro foi Blade Trinity (2004), malfadada conclusão de uma boa franquia de herói obscuro. Depois – e talvez o pior da lista – foi X-Men Origens: Wolverine (2009), no qual personificou de forma totalmente equivocada o mercenário tagarela Wade Wilson, ao qual nunca se referem como Deadpool. E claro, não poderia faltar Lanterna Verde (2011), o pseudo divisor de águas para ao ator – como satirizado em Deadpool 2. Ah sim, e como esquecer de RIPD (2013), baseado nos quadrinhos de Peter M. Lenkov e Lucas Marangon. Apostando todas as suas fichas, Reynolds investiu em levar Deadpool de forma correta para as telonas, mas para isso era necessário muito sangue, palavrão, metalinguagem e censura alta, aposta arriscadíssima até então.

Depois de um teste de filmagens ter “vazado” na internet, a resposta foi mais do que positiva e os fãs clamavam por um filme do anti-herói, mas com a condição de ser produzido pela FOX nos termos do ator, em contato direto com a vontade dos fãs. Deadpool quebrou barreiras, se mostrou um filme de super-heróis de censura alta, que proibia a entrada justamente de seu público-alvo, e ainda assim se tornou um sucesso fenomenal. Assim como Pantera Negra mostrou que era possível para um elenco negro, Mulher-Maravilha cimentou as super-heroínas, Deadpool antes deles criava um subgênero dentro do cinema de super-heróis, mais adulto, lascivo e subversivo. Logan (2017) seguiu e a continuação Deadpool 2 (2018) também. O próximo da lista é Jovens Mutantes (2019). Com 83% de aprovação da imprensa, o filme de baixo orçamento se tornou o sexto mais rentável nos EUA em 2016 e o nono mundialmente. Impressionante para um personagem desconhecido e proibido. E que venham novas produções no estilo.

It: A Coisa (2017)

Pensa que a Warner só acerta em produção de terror quando se fala da franquia Invocação do Mal? Pois pense de novo. Indo contra todas as expectativas e descrenças, o diretor Andy Muschietti, apadrinhado de Guillermo del Toro, já havia ensaiado no gênero, com Mama (2013) – filme que ficou entre erros e acertos. It, no entanto, era muito mais ambicioso, quase um épico dividido em duas partes e, por isso mesmo, uma aposta arriscada.

Junte a isso o fato de que as obras de Stephen King na maioria das vezes não rendem filmes… bem, por assim dizer, muito bons – cof cof A Torre Negra cof cof. Além disso, It já havia sido transposto ao audiovisual, na forma de uma minissérie para a TV em dois episódios, que chegou por aqui como um filme longo nas locadoras. Apesar daquele filme portar uma participação icônica de Tim Curry como o irreverente palhaço Pennywise, basta uma segunda visita atualmente para perceber que nos apegávamos puramente a um valor nostálgico e que a obra não é lá muito boa.

O novo It funcionou e muito bem. A começar pelo título em português, A Coisa no lugar do esquisito Uma Obra-Prima do Medo. O elenco infantil é um deleite, destaque para a carismática Sophia Lillis, a única mulher do grupo. E quanto ao palhaço, numa síndrome de Coringa – Jack Nicholson contra Heath Ledger -, Bill Skarsgard mostra que nem sempre o clássico é melhor, num desempenho simplesmente impressionante. O filme é nostálgico, horripilante, mas também poético. Melhor que tudo isso, apresentou para uma nova gama de jovens fãs, a mitologia de Stephen King criada da forma ideal. It marca 85% de aprovação da imprensa e se tornou um dos filmes de terror mais rentáveis da história, a sétima maior bilheteira de 2017 nos EUA e a décima terceira no mundo. Alguém mais não consegue esperar pela parte dois, com Jessica Chastain e James McAvoy?

Guardiões da Galáxia (2014)

Mais uma vez, seguindo os passos de Pantera Negra, Mulher-Maravilha e Deapool, temos outro filme de super-heróis de quadrinho quebrando paradigmas na lista. Guardiões da Galáxia, no entanto, veio antes de todos esses e quebrou sua barreira antes. E qual foi a barreira desta vez, você pergunta. Bem, não foi a racial, de gênero ou a de censura alta. A barreira que a superprodução quebrou foi a de elevar personagens do time C ao primeiro escalão no patamar.

Tudo bem, você pode até dizer que a Marvel já havia conseguido tal feito com personagens como Homem de Ferro e Thor, que antes de seus respectivos filmes não eram heróis favoritos de ninguém. Mas estes são os que podemos chamar de personagens do time B, conhecidos ao menos nos círculos de aficionados. Com Guardiões, nem mesmo os amantes de quadrinhos sabiam bem do que se tratava.

Bastou um cineasta empenhado, do nível de James Gunn, para pouco tempo depois da estreia todos estarem apaixonados pelos personagens. Hoje em dia, Gamora, Rocket e Groot são itens indispensáveis em qualquer convenção de super-heróis. O filme não foi apenas sucesso, foi um fenômeno. E mostrou que com esforço e qualidade, qualquer personagem pode se tornar uma estrela e qualquer história pode cativar, se tornando icônica. Com 91% de aprovação da imprensa, o filme foi a terceira maior bilheteria de seu respectivo ano, tanto nos EUA quanto ao redor do mundo. O segundo, Vol. 2, seguiu a mesma linha. Mas a polêmica em torno do criador Gunn deixa uma nuvem de incerteza quanto ao terceiro filme.

Corra! (2017)

Ninguém tinha ouvido falar de Corra! até seu lançamento. O filme era vendido como um thriller racial. Confesso que não soube muito bem o que pensar ao assistir pela primeira vez a prévia. Sem entender o tom planejado, pensei estar vendo algo de péssimo gosto, que navegava por águas perigosas. E aí vieram as primeiras críticas, extremamente favoráveis. Mas até aí… quantos filmes já receberam aval da imprensa e morreram na praia. Junto às críticas, o falatório do público, um boca a boca garantindo o sucesso de bilheteira.

Pouquíssimo tempo após Fragmentado ter deixado a liderança das bilheterias americanas (duas semanas para ser mais preciso), outra obra de terror com muito a dizer se posicionava em primeiro. Corra! deu trabalho e fez frente à superproduções com Logan e Kong: Ilha da Caveira. Podemos, inclusive, dizer que o filme deu o pontapé para o fenômeno cultural e social alcançado por Pantera Negra. Afinal, a obra, por mais questões que levante, ainda é emoldurada no contexto do entretenimento.

Corra! fez mais e subiu até o Oscar. Quem imaginaria. Indicado para melhor filme. São os sinais dos novos tempos. Elogios da imprensa – com 99% de aprovação – e uma bilheteria impressionante para um filme tão pequeno – o que se traduz na aceitação plena do filme – é a receita que a Academia tem prestado atenção. Filmes como Corra! mostram que ideias podem valer mais do que astros e efeitos.E isso precisa ser valorizado. No comando, Jordan Peele, mais acostumado a atuações cômicas. Quem não quer ver o próximo trabalho do sujeito?

Um Lugar Silencioso (2018)

E que excelente época para os filmes de terror. O ano de 2017 foi excepcional, com obras como Fragmentado, Corra! e It: A Coisa. Todos querem ser os próximos. Alguns conseguem. É o caso com Um Lugar Silencioso, fenômeno do terror em 2018, enaltecido pela crítica, com 95% de aprovação.

Assim como Corra!, o filme traz um diretor inusitado no comando da produção. O ator John Krasinski é mais conhecido por sua participação numa série cômica, no entanto, deu o próximo passo ao confeccionar uma obra totalmente fora de sua zona de conforto. Para isso, escalou a parceira da vida real Emily Blunt e juntos criaram um clássico moderno. Muito semelhante a um episódio de Além da Imaginação, Um Lugar Silencioso nos apresenta uma realidade na qual qualquer barulho pode se tornar mortal.

O grande elemento do filme é o silêncio. Ele é primordial para uma sessão da obra. Além disso, Um Lugar Silencioso foi quase inteiramente confeccionado na linguagem de sinais, o que o transforma, na maior parte da projeção, em um terror mudo. O nível de tensão é alto. O longa é o mais rentável do ano dentro de seu gênero e está pronto para ganhar uma continuação. Mas será que precisava mesmo?

FLOPOU! Saiba Quais foram os Filmes mais DETONADOS pelos críticos em 2023…

A arte é subjetiva, como todos nós estamos cansados de saber. A máxima de “o que é bom para você pode ser ruim para mim e vice-versa” é a mais pura realidade quando tratamos de arte. E com os filmes isso acontece mais ainda por serem uma forma de arte muito popular e que desperta a paixão dos fãs como nenhuma outra. A verdade é que cada um de nós absorve a arte baseados em nossas próprias vivências e experiências, a bagagem que trazemos conosco. Dessa forma, a arte ou um filme é o espelho do que levamos para ele, ou seja, só irá refletir o que já temos dentro de nós.

Uma vez dito isso, é preciso levar em conta também o fator consenso. Vivemos em uma sociedade democrática, ou pelo menos desejamos que seja cada vez mais. Assim como o voto em políticos para saber quem ganhou uma eleição através da maioria das opções, a forma de avaliação de um filme pode ser simples: foi bom ou não em nossa opinião. Sendo assim, os mais variados agregadores reúnem avaliações da crítica especializada (profissionais com um conhecimento maior da arte cinematográfica, especializados em assistir e comentar todo tipo de filme com mais propriedade) e também do grande público, que em sua maioria procura cinema apenas para se entreter.

É sobre esta segunda categoria de espectador que iremos falar nessa matéria, o grande público. Por mais que você tenha gostado de alguns dos filmes que iremos apresentar abaixo como os piores de 2023, saiba que na opinião da maioria dos espectadores que os assistiu e votou no maior banco de dados de cinema da rede, o IMDB, eles deixaram muito a desejar. Aqui, reunimos os filmes de prestígio, de grandes estúdios, com astros e estrelas protagonizando, e que não conseguiram sequer uma nota 5 de 10 nestas avaliações. Confira abaixo quais são esses longas “azarados” ou “odiados” mesmo.

Casamento em Família
Nota: 4.9 / 6.1 mil votos

Reunir em um único filme os talentos de Richard Gere, Susan Sarandon, Diane Keaton e William H. Macy seria o suficiente para atrair atenção de qualquer cinéfilo. E apesar de sua premissa “farsesca” até interessante, na opinião geral dos espectadores o filme recai na fórmula do mais baixo denominador comum em sua comédia romântica. Na trama, Emma Roberts e Luke Bracey ficam noivos e decidem se casar, como forma de último esforço para seu relacionamento que já não estava indo muito bem. Porém, ao apresentarem suas famílias uma para a outra – Richard Gere e Diane Keaton (os pais dela) e William H. Macy e Susan Sarandon (os pais dele) – os casais de meia idade logo descobrem que estão secretamente traindo uns aos outros.

O Exorcista: O Devoto
Nota: 4.9 / 23 mil votos

Aqui podemos dizer que o consenso é praticamente uma unanimidade, pois difícil mesmo é encontrar alguém para falar bem do novo ‘O Exorcista’. Se fosse qualquer outro filme sobre possessão demoníaca, ‘O Devoto’ seria considerado medíocre e esquecido na semana seguinte, como a maioria dos exemplares deste que já se tornou um subgênero. O problema é que a Blumhouse e o diretor David Gordon Green (que cada vez se queima mais com a comunidade de fãs do terror) ousaram colocar o título de um dos filmes mais influentes e celebrados da sétima arte. Planejado como uma trilogia, duvidamos muito que uma continuação receba sinal verde.

Os Mercenários 4
Nota: 4.8 / 21 mil votos

Até então, a franquia dos heróis de ação da terceira idade havia ficado entre erros e acertos, mas sempre conseguia conquistar o coração do amante nostálgico do gênero. A proposta já nasceu como “galhofa” – Sylvester Stallone escreveu e dirigiu sua homenagem aos colegas e a ele mesmo, mostrando que os velhos cães de guerra ainda tinham muito sangue para dar em tela.

Com as continuações, o envolvimento de outras lendas foi aumentando, com: Jean-Claude Van Damme, Chuck Norris, Wesley Snipes, Harrison Ford, Mel Gibson e Antonio Banderas. Esse era o caminho que os filmes deveriam ter seguido, escalando quem sabe a seguir Jackie Chan, Steven Seagal, Kurt Russell e afins. Mas sabemos que a coisa começa errada quando os atrativos de seu novo filme são Megan Fox e 50 Cent…

Cemitério Maldito: A Origem
Nota: 4.7 / 7.5 mil votos

Os cinéfilos um pouco mais velhos ainda guardam com muito carinho a primeira adaptação de ‘Cemitério Maldito’ para o cinema, baseado no livro de Stephen King, e lançado em 1989. A história fala sobre uma família, dessas de comercial de margarina, se mudando para sua nova grande casa numa área rural dos EUA. Nas proximidades existe um antigo cemitério de animais, tido como místico, parte do folclore local, e que segundo reza a lenda, quem for enterrado ali retorna dos mortos; mas não está “puro”.

Aproveitando o sucesso que o filme fez, o estúdio resolveu lançar uma continuação três anos depois, e trinta anos depois um remake. Nenhum dos dois teve a mesma relevância cultural do primeiro. Agora eles tentam de novo com a primeira prequel deste universo e o resultado foi ainda mais genérico, agradando poucas pessoas.

Os Cavaleiros do Zodíaco
Nota: 4.4 / 9.1 mil votos

Muitos fatores jogaram contra esta primeira adaptação em live-action do famoso e muito cultuado anime dos anos 80. Talvez o mais determinante seja a ausência de grandes nomes envolvidos com o projeto, na frente e atrás das câmeras. Na hora de levar para as telonas uma produção deste porte com atores de carne e osso, é preciso ter o compromisso de fazer da maneira certa. E há muito tempo Hollywood percebeu que grandes atores dão credibilidade a este tipo de produto.

As presenças de Marlon Brando e Jack Nicholson foram o que fizeram os filmes do ‘Superman’ e ‘Batman’ darem certo, por exemplo. Isso e o fato de serem bons, é claro. E é isso que faz hoje a Marvel e a DC investirem pesado em nomes badalados para suas obras. Talvez ‘Cavaleiros do Zodíaco’, que não é bom, ganhasse mais credibilidade com esse investimento.

Peter Pan e Wendy
Nota: 4.4 / 26 mil votos

Peter Pan e Wendy’ parece ter seguido a fama das produções da Disney em live-action que adaptam suas animações clássicas despejadas na plataforma de streaming da Disney+; em especial o pouco apreciado ‘Pinóquio’, de Robert Zemeckis. De forma geral, mesmo os que rendem bilheterias astronômicas, como ‘A Bela e a Fera’, ‘O Rei Leão’ e ‘A Pequena Sereia’ não conseguem encantar da mesma forma que suas contrapartes em desenho. Não que o estúdio se importe muito com isso, afinal, como dito, tais produções ainda correspondem enchendo seus cofres. Porém, algumas delas parecem não terem a fé de seus produtores e terminam desovadas no streaming, somente para depois todos constatarem que realmente não eram muito boas – e caso fossem ao cinema certamente dariam prejuízo.

Pequenos Espiões: Apocalipse
Nota: 4.3 / 2.6 mil votos

A produção renomada menos apreciada pelo grande público é o quinto filme da franquia infantil ‘Pequenos Espiões’, idealizada por Robert Rodriguez. O diretor teve a ideia quando foi pai, e assim começou a pensar em projetos infantis para a criançada. O problema é que nenhum deles se salva. E não apenas dentro da franquia ‘Pequenos Espiões’, com fracassos como ‘Sharkboy e Lavagirl’, ‘A Pedra Mágica’ e ‘Pequenos Grandes Heróis’.

De alguma forma tais filmes devem dar algum resultado para o cineasta, caso contrário não continuaria fazendo-os. Depois da fracassada tentativa de reboot em 2011, com Jessica Alba, Rodriguez tenta de novo com esse exemplar, dessa vez contando com Zachary Levi e Gina Rodriguez como os nomes chamativos do elenco.

‘Uma Noite de Crime’: Série ganha nova clipe com cerimônia sinistra; Assista!

A série de TV baseada nos filmes da franquia ‘Uma Noite de Crime‘ (The Purge) ganhou um novo clipe tenso, dando início a uma cerimônia sinistra.

Confira:

O primeiro episódio vai ao ar no canal norte-americano USA Network dia 4 de setembro. A primeira temporada tem 10 episódios.

Fiona Dourif, que estrelou os dois últimos filmes da franquia ‘Brinquedo Assassino’ (‘A Maldição de Chucky’ e ‘O Culto de Chucky’), viverá Good Leader Tavis, uma carismática líder de culto.

O criador da franquia ‘Uma Noite de Crime‘, James DeMonaco, revelou mais detalhes sobre a série baseada nos filmes.

DeMonaco havia declarado que a série exploraria o que acontece nos outros 364 dias do ano, e tratou de esclarecer que apenas uma pequena parte da narrativa se dedicará aos dias “normais”.

“Eu queria que 70-65% se passa na noite do expurgo, e uns 30% são flashbacks. Nós seguiremos quatro pessoas com tramas aparentemente independentes na noite do expurgo. O formato de 10 horas da televisão nos permite usar flashbacks fora da noite do expurgo, mostrando a vida normal das pessoas. Nós poderemos ver quem essas pessoas são quando não estão na noite do expurgo, e quais eventos os levaram ao que acontece na noite em particular.”

Ele continua, “O formato nos permite verdadeiramente analisar o motivo de alguém recorrer a violência na noite do expurgo. Então, haverá um maior desenvolvimento. Os filmes vão direto ao ponto, e eu acho que a televisão nos permite analisar porque alguém pegou uma faca ou arma para resolver um problema.”

Segundo o chefe da BlumhouseJason Blum, o spin-off “revelará aos fãs o que acontece nos demais 364 dias do ano e de que forma a lei afeta a vida das pessoas”.

Os três filmes da franquia arrecadaram US$ 315.4 milhões mundialmente.

‘O Rei Leão’: Cartaz internacional recria cena clássica da animação; Confira!

O live-action ‘O Rei Leão‘ ganhou um novo cartaz, com Mufasa e Simba na Pedra do Reino.

Confira:

Dirigido por Jon Favreau (‘Mogli – O Menino Lobo‘), o longa é a versão live-action da animação clássica lançada em 1994.

Simba idolatra seu pai, Rei Mufasa, e leva a sério seu futuro real. Mas nem todos do reino celebram sua chegada. Scar, o irmão de Mufasa e anterior herdeiro do trono, tem seus próprios planos. A batalha pela Pedra do Reino será repleta de traições, tragédia e drama, resultando no exilo de Simba. Com ajuda de uma curiosa dupla de novos amigos, Simba deverá descobrir como crescer e tomar o que é seu por direito.

O elenco conta com Donald Glover (Simba), Beyoncé (Nala), Chiwetel Ejiofor (Scar), Seth Rogen (Pumba), Billy Eichner (Timão) e James Earl Jones (Mufasa).

O Rei Leão‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de julho.

Fofo! Baby ‘Sonic’ é destaque em novo trailer internacional do live-action; Confira!

Sonic – O Filme‘ ganhou um novo trailer, voltado para o mercado internacional.

Confira:

O longa-metragem estreia nos cinemas nacionais em 13 de fevereiro de 2020.

O longa segue as aventuras de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.

Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonoughA direção é de Jeff Fowler.

Patrick Casey e Josh Miller assinam o roteiro. 

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

O personagem do videogame foi criado pela SEGA para concorrer diretamente com Mario, da Nintendo. Sonic é um ouriço azul bastante veloz, e que tem como objectivo principal salvar os outros animais do vilão Dr. Eggman, que os transforma em robôs para trabalharem para ele como escravos. A franquia tem sido um dos maiores fenômenos de jogos de todo o mundo por mais de duas décadas, com mais de 140 milhões de jogos vendidos.

Assista ao trailer:

 

‘A Babá 2’ se torna o filme mais ASSISTIDO da semana na Netflix

Sucesso! Com apenas um dia de lançamento, a sequência ‘A Babá: Rainha da Morte‘ já se tornou a produção mais assistida da semana no catálogo brasileiro da Netflix, barrando o popular ‘Cinquenta Tons de Liberdade‘, que ficou na 2ª colocação.

Vale destacar também o elogiado terror coreano com zumbis, ‘#Alive‘, que se encontra na 4ª posição.

Recentemente, o diretor McG revelou que já pensa em uma nova sequência.

“Sempre houve três compassos para essa história. Há o primeiro, que mostra um Cole adolescente, que tem sentimentos estranhos pela babá. Mas naturalmente, não é apropriado que ele continue tendo esses sentimentos por uma mulher adulta. No segundo, ele está numa idade em que pode experimentar o amor… E então nós poderíamos explorar isso. Não quero falar sobre o terceiro compasso do arco de Cole. Mas caso o público goste desse filme, estamos prontos para fazer um terceiro. Vamos ver o que acontece”.

McG é responsável pela direção da sequência.

A continuação trará de volta os astros do original: Bella Thorne, Judah Lewis, Robbie Amell, Hana Mae Lee e Andrew BachelorJenna Ortega é a mais recente adição.

Dois anos após ter derrotado uma seita satânica liderada por sua babá, Cole agora só está preocupado em sobreviver à vida na escola. Mas quando seus velhos inimigos retornam, ele precisa provar novamente que é mais esperto do que as inconvenientes forças do mal.

‘A Bolha Assassina’: Produtores iniciam batalha legal pelos direitos do remake

De acordo com o THR, os produtores Richard SapersteinBrian Witten abriram um processo para manter os direitos do desenvolvimento de um remake de ‘A Bolha Assassina‘.

Os produtores alegam que já investiram mais de US$ 418 mil no desenvolvimento do projeto desde que adquiriram seus direitos em 2009. Depois de 12 anos, eles ainda precisam de mais tempo para tirar o projeto do papel.

Eles alegam que Charles S. Harris, cujo estúdio Worldwide Entertainment Corporation produziu o filme original, concordou oralmente em estender o prazo para o desenvolvimento do remake, mas não chegou a assinar um acordo, apesar dos diversos e-mails e até mesmo uma oferta de US$ 50 mil.

Caso o juiz não reconheça o acordo oral, eles irão alegar que a pandemia de COVID-19 representa uma força que os “previne de produzir o remake e, como resultado, uma extensão do prazo deve ser considerada”.

Vale lembrar que o remake já está em desenvolvimento há anos. Em 2009, foi reportado que Rob Zombie iria dirigir a nova versão, mas o projeto nunca saiu do papel. Posteriormente, Simon West (‘Os Mercenários 2’) também foi confirmado na direção, que, mais uma vez, não viu a luz do dia.

‘Mary’s Monster’: Filme sobre Mary Shelley, autora de ‘Frankenstein’, está em desenvolvimento

De acordo com o Variety, um novo filme focado na vida da Mary Shelley, autora do clássico ‘Frankenstein‘, está em desenvolvimento.

Intitulado ‘Mary’s Monster‘, o longa mostrará os desafios da autora em completar a obra.

Farren Blackburn (‘A Descoberta das Bruxas’) será responsável pela direção.

Aterrorizada por dar voz à escuridão de sua mente, Mary Shelley trava uma batalha perigosa com seu próprio ‘monstro interno’ enquanto ela luta para escrever seu romance de ficção científica, ‘Frankenstein’.

O roteiro foi escrito por Deborah Baxtrom (‘Living With Frankenstein’).

Publicado em 1818, ‘Frankenstein‘ é considerado um dos maiores livros de ficção científica do mundo, inspirando incontáveis filmes, séries e adaptações teatrais. Acredita-se que Shelley escreveu o livro com 19 anos, durante sua estada no Lago Geneva com seu marido Percy Bysshe Shelley e o poeta Lord Byron, onde o trio se manteve entretido contando histórias de fantasmas.

‘Outlander’: Saiba quem irá interpretar a Jenny Murray na 7ª temporada após a SAÍDA da Laura Donnelly

De acordo com o TVLine, Laura Donnelly (‘The Nevers’) não reprisará o seu papel como Jenny Murray na 7ª temporada de ‘Outlander‘. A atriz havia interpretado a personagem durante as três primeiras temporadas da série.

O papel será reescalado no próximo ciclo, com a atriz Kristin Atherton (‘Doctors’) assumindo a personagem.

Além disso, foi divulgado que alguns rostos familiares irão retornar na nova temporada, incluindo Graham McTavish (que interpretou Dougal MacKenzie), Nell Hudson (Laoghaire Fraser), Steven Cree (Ian Murray), Lotte Verbeek (Geillis Duncan), Andrew Whipp (Brian Fraser) e Layla Burns (Joan MacKimmmie)

Vale lembrar que Charles Vandervaart (‘Perdido no Espaço’) interpretará William Ransom, o filho secreto de Jamie.

Confira a primeira imagem do ator na produção:

Baseado nos livros de Diana Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743.

O elenco conta com Caitriona Balfe, Sam Heughan, Richard Rankin, Sophie Skelton, John Bell, César Domboy, Lauren Lyle, Caitlin O’Ryan, Mark Lewis Jones, Jessica Reynolds e Alexander Vlahos.

Influencers irritam espíritos SATÂNICOS no trailer do terror cômico ‘#ChadGetsTheAxe’; Confira!

O terror cômico ‘#ChadGetsTheAxe‘, que segue o mesmo estilo screenlife de filmes como ‘Amizade Desfeita‘ e ‘DASHCAM‘, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Travis Bible é responsável pela direção, além de coescrever o roteiro lado de Kemerton Hargrove.

Adaptação do curta homônimo, a trama segue quatro influencers enquanto eles fazem uma live pela Mansão do Diabo, o antigo lar de um culto satânico. Logo, as coisas saem terrivelmente erradas. E, enquanto a violência aumenta, o mesmo acontece com o número de espectadores.

O elenco conta com Spencer Harrison LevinMichael BoniniTaneisha FigueroaCameron VitoshBrandon DoyleShun Hagins.

O terror será lançado em VOD no dia 1º de setembro.

Pierce Brosnan interpretará caçador de lobisomens no TERROR ‘Wolfland’

De acordo com o Variety, Pierce Brosnan (‘Adão Negro’) será o protagonista de ‘Wolfland‘, novo terror de lobisomem que está sendo descrito como uma “odisseia épica”.

Na trama…

“Quando sua irmã é brutalmente atacada por um lobisomem e mostra sinais de transformação, um jovem deixa sua pequena vila em busca de um lendário caçador de lobisomens que pode reverter a terrível maldição.”

“Quando ele encontra a ‘lenda’, Devlin, caído contra um bar e sem humor suas histórias, Delvin pega o dinheiro do garoto e concorda em caçar a criatura, apenas para se encontrar em um redemoinho mortal de carnificina.”

Sean Brosnan será responsável pela direção.

A Imaginarium Studios, empresa responsável por ‘Planeta dos Macacos‘ e ‘O Senhor dos Anéis‘, lidará os efeitos e o design das criaturas.

Além de dirigir, Brosnan também assina o roteiro ao lado de Matt D’Elia.

“Estou animado em trabalhar com o Pierce em um filme de promete redefinir o subgênero dos lobisomens,” declarou o cineasta. “Com os incríveis efeitos especiais da Imaginarium, nós queremos criar uma transformação tão icônica quanto no clássico ‘Um Lobisomem Americano em Londres’.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Código Alarum

(Alarum)

 

Elenco:

Scott Eastwood
Sylvester Stallone
Willa Fitzgerald
Mike Colter
Isis Valverde

 

Direção: Michael Polish

Gênero: Ação

Duração: 95 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 3 de Abril de 2025

Sinopse: 

Em CÓDIGO ALARUM, Joe e Lara são agentes secretos que vivem fora do radar, mas quando saem de férias com amigos, eles se tornam alvos de uma caçada brutal. Suspeitos de estarem ligados à ALARUM, uma rede secreta de espiões, o casal é forçado a fugir, sem saber em quem confiar. Perseguidos por inimigos implacáveis e em um mundo de mentiras e traições, eles são obrigados a duvidar até mesmo de seus próprios aliados.

Curiosidades: 

» Alexander Vesha, de ‘Impacto Mortal‘, assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Lionsgate adquire os direitos das franquias ‘Rambo’ e ‘Os Mercenários’

De acordo com o Variety, a Lionsgate adquiriu os direitos de duas franquias clássicas de ação: ‘Rambo‘ e ‘Os Mercenários‘.

O site afirma que o estúdio fechou um acordo com a Millennium Media para “produzir filmes, séries e derivados da franquia ‘Os Mercenários‘, além de garantir os direitos globais de distribuição da vindoura pré-sequência de ‘Rambo‘.”

O acordo ainda torna a Lionsgate a principal parceira da Millennium em futuras produções televisas do universo de ‘Rambo‘, e inclui a oportunidade do estúdio participar de futuros filmes da franquia.

Vale lembrar que o Noah Centineo (‘Adão Negro’) será o protagonista de ‘John Rambo‘, que servirá de pré-sequência à clássica franquia estrelada pelo Sylvester Stallone.

O ator dará vida à versão jovem do icônico personagem titular.

Jalmari Helander (‘Sisu – Uma História de Determinação’) será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Rory Haines & Sohrab Noshirvani (‘Adão Negro’).

As filmagens estão programadas para o início de 2026, na Tailândia, e seguirá a história de um jovem John Rambo durante a Guerra no Vietnã.

Apesar de ter conhecimento sobre o projeto, Stallone não está envolvido em nenhuma capacidade.

Vale lembrar que a franquia ‘Rambo‘ já acumula cinco filmes e uma bilheteria mundial superior a US$ 800 milhões mundialmente. O capítulo mais recente, ‘Rambo: Até o Fim‘ (2019), arrecadou US$ 92 milhões nas bilheterias globais.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Gladiador Dourado’: Série do DCU é ENGAVETADA pela HBO

De acordo com o The Hollywood Reporter, o HBO cancelou oficialmente a série do ‘Gladiador Dourado‘, que faria parte do novo universo cinematográfico da DC.

“Minha série do ‘Gladiador Dourado’ não seguirá em frente,” declarou o roteirista David Jenkins (‘Nossa Bandeira é a Morte’).

Quando questionado sobre o fim prematuro do projeto, ele apenas disse: “Não posso fazer uma declaração melhor do que o Mahershala Ali, então ela também pode ser aplicada neste caso.”

Nesta semana, Mahershala Ali quebrou o silêncio após o cancelamento de ‘Blade‘: “Por alguma razão, aquele projeto não é para mim. Se eles quisessem fazer o filme do Blade, nós teríamos feito. Então, preciso seguir em frente — e já segui. Repito: eu estava sob contrato e eles têm bilhões de dólares; se quisessem fazer o filme, nós o teríamos feito. Sinto que estou pronto para deixar para trás as perguntas sobre ‘Blade’. Essas perguntas são para eles. Eles não quiserem fazer, então são eles que devem responder sobre isso.”

Antes do cancelamento, as gravações da série estavam programadas para julho.

Criado por Dan Jurgens em 1986, o Gladiador Dourado é o alter-ego de Michael Jon Carter, um personagem que veio do futuro e usa seu traje tecnológico para tentar ser um super-herói no presente… Mas seu real objetivo é ganhar fama, fortuna e conquistar mulheres.

Michael Jon “Booster” Carter é um ex-jogador universitário de futebol americano que perdeu sua bolsa de estudos após ser expulso da universidade por envolvimento com apostas ilegais. Mais tarde, ele decide usar tecnologia do futuro para se tornar um super-herói, embora sua obsessão por fama e fortuna costume irritar os outros heróis. O apelido “Gladiador Dourado” foi dado por ninguém menos que o ex-presidente Ronald Reagan, após Carter salvá-lo em uma de suas primeiras missões.

‘Thor – Ragnarok’ em duas novas e coloridas capas da revista Empire

O filme ‘Thor – Ragnarok‘ está estampando duas novas capas para a revista Empire. As versões trazem Thor e Hulk em cada uma delas.

Confira:

 

“O mundo de Thor está prestes a explodir em Thor – Ragnarok. Seu irmão desajeitado, Loki, assumiu Asgard, a poderosa Hela emergiu para roubar o trono para si e Thor é preso no outro lado do Universo. Para escapar do cativeiro e salvar sua morada da destruição iminente, Thor deve primeiro ganhar uma batalha mortal contra seu ex-aliado e antigo Vingador… O Incrível Hulk.”

Chris Hemsworth gostaria que ‘Thor – Ragnarok’ tivesse humor, como ‘Guardiões da Galáxia’

Cate Blanchett pode viver a primeira vilã da Marvel em ‘Thor: Ragnarok’

Diretor de ‘Thor: O Mundo Sombrio’ critica a Marvel Studios

Thor: Ragnarok‘ chegará aos cinemas em 2 de Novembro de 2017.

‘One Tree Hill’ revival? Elenco publica fotos no set de filmagens

Seria a realização dos sonhos dos fãs? O elenco da série ‘One Tree Hill‘ publicou uma série de fotos em um set de filmagens, sugerindo um possível revival da produção.

Nas publicações, os atores Danneel Ackles, Hilarie Burton, Robert Buckley e Antwon Tanner usaram a hashtag #christmas2018, indicando a realização de um especial de Natal da popular série jovem.

O mais intrigante de tudo isso é que logo depois todos deletaram as imagens, que foram resgatadas a tempo pelo site TVLine.

Confira:

‘Vingadores: Ultimato’: Curtiu a trilha sonora? Confira os nomes de todas as canções!

‘Vingadores: Ultimato’ já está em exibição nos cinemas e sua trilha sonora tem chamado a atenção dos fãs que já conseguiram conferir a produção.

E embora boa parte da trilha se instrumental, o filme conta com algumas músicas bem cativantes, que ajudaram a ditar o humor da produção do começo ao fim.

E para aqueles que não sabem os nomes da canções e ficaram curiosos para descobrir e começar a ouvi-las, separamos a curta lista de hits que encorparam este que será um dos grandes filmes dos últimos anos.

Confira:

  1. Dear Mr. Fantasy – Traffic
  2. Supersonic Rocketship – The Kinks
  3. Doom and Gloom – The Rolling Stones
  4. Come and Get Your Love – Redbone
  5. Hey Lawdy Mama – Steppenwolf
  6. It’s Been a Long, Long Time – Harry James And His Orchestra

Assista nossa crítica!

O filme é dirigido por Anthony Russo e Joe Russo:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Riverdale’: Sinopse oficial da 5ª temporada confirma salto temporal

A 5ª temporada da popular série ‘Riverdale‘ ganhou sua sinopse oficial. O material ainda confirma o salto temporal previamente revelado pelo showrunner Roberto Aguirre-Sacasa.

Confira:

“A quarta temporada de Riverdale começou com um funeral e uma homenagem ao falecido pai de Archie, o amado Fred Andrews (Luke Perry). Ao longo da temporada, Archie (KJ Apa) tentou viver de acordo com a memória de seu pai, orientando jovens em seu Centro Comunitário, com a ajuda de seus amigos Reggie (Charles Melton) e Munroe Moore. Mas a sombra dessa tragédia pairava sobre Archie – e as coisas só pioraram quando o irmão de Fred, Frank, chegou, trazendo complicações imprevistas com ele, para o grande desgosto da mãe de Archie (Molly Ringwald). Enquanto isso, depois que Betty (Lili Reinhart) salvou sua mãe (Mädchen Amick) e irmã do culto Farm, ela se juntou ao programa de treinamento júnior do FBI de seu irmão Charles. Veronica (Camila Mendes) se viu travada em uma batalha com seu pai Hiram (Mark Consuelos) e meia-irmã Hermosa, por causa de seu crescente negócio de rum. A pedido do FP (Skeet Ulrich), Jughead (Cole Sprouse) se matriculou em uma nova escola, a Stonewall Prep, apenas para se ver envolvido em um mistério que envolveu seu avô, o autor secreto de uma série de romances de detetives adolescentes chamados ‘The Baxter Brothers’.

Seus colegas de classe acabaram se revelando assassinos – e cabia a Betty e Jughead (fingindo estar morto) resolver o assassinato de… Jughead Jones! No Thistlehouse, Cheryl (Madelaine Petsch) ficou presa em um pesadelo gótico, lutando contra seus demônios, literais e metafóricos, com o apoio amoroso de sua namorada Toni (Vanessa Morgan). Ela finalmente colocou seu irmão Jason para descansar, enquanto mantinha seu controle sobre os Vixens como residente HBIC contra o diretor Honey (Kerr Smith). Kevin (Casey Cott) foi arrastado para um esquema ilícito, mas ainda encontrou tempo para fazer um Show de Variedades com canções de sucesso como ‘Hedwig and the Angry Inch’. E durante toda a temporada, vídeos perturbadores e sem marcação continuavam aparecendo nas portas dos nossos personagens, garantindo que haveria mais um mistério a resolver.

A quinta temporada de Riverdale começará com os últimos dias de nossos personagens como estudantes na Riverdale High. De um épico baile de formatura à uma graduação agridoce, ainda há muitos momentos emocionais e despedidas – com alguns casais terminando, enquanto todos seguem caminhos separados para a faculdade – ou em outro lugar. Em seguida, voltaremos com nossa gangue agora jovens, todos voltando à Riverdale para escapar de seu passado conturbado. E a vida e o romance só serão mais complicados agora que eles estão na casa dos vinte anos … “

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

Ray Fisher faria o filme solo do Ciborgue, com uma condição

A estreia de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘ reacendeu o desejo dos fãs de ver o SnyderVerse ganhando vida nas telonas com novos filmes.

E com o arco do Ciborgue se desenvolvendo ainda mais na recente versão do filme, muito tem se especulado a respeito do futuro do personagem na DC. Mas em meio às inúmeras denúncias feitas por Ray Fisher – a respeito do ambiente de trabalho dentro dos estúdios da Warner Bros. – a expectativa é de que os planos sejam remanejados.

Mas ainda assim, o diretor Zack Snyder compartilhou o seu desejo de ver o herói ganhando o seu próprio filme solo. Em uma entrevista recente (vida WeGotThisCovered), o cineasta refletiu sobre a possibilidade, sendo categórico ao dizer que o personagem é “incrível” e merece ser o próximo a prosperar no universo compartilhado da DC:

“Escute, o que eu quero ver os personagens fazendo em seguida…eu realmente quero que eles cresçam e prosperem. Eu estou interessado em um filme incrível do Aquaman, de Mulher-Maravilha 3, do Flash e eu acho que eles deveriam fazer um filme do Ciborgue. Isso faz muito sentido, principalmente depois de ver esse filme [Liga da Justiça]. Claro, Ciborgue deveria ser o próximo filme, porque ele é incrível”.

Vale lembrar que recentemente Ray Fisher confirmou que a Warner Bros. oficialmente demitiu o ator como Ciborgue, e o personagem foi cortado de ‘The Flash‘.

E embora Fisher tenha se mantido admiravelmente firme, em uma nova entrevista ele admitiu que estaria aberto à possibilidade de viver o personagem novamente, mas apenas se o estúdio fizesse as pazes.

“Eu realmente não espero nada, certo? Principalmente lidando com grandes estúdios. Muitas vezes, eles encontrarão uma maneira de desafiar qualquer expectativa que você possa ter. Mas, acho que podemos começar por um reconhecimento e um pedido de desculpas do que é claramente ficou conhecido como uma mentira. Então, podemos ver para onde vai a partir daí. Podemos ter essa conversa, mas acho que é onde começa a responsabilidade. Somos capazes de chegar à mesa e dizer: ‘Estas são as coisas que aconteceram, vamos tentar’. Parece haver esse tipo de narrativa, não sei por que, mas tem essa coisa que se você se eles desculparem denota fraqueza. Estou disposto a falar sobre isso. Se for algo, as pessoas estão dispostas a dar o primeiro passo. Como eu disse, não tenho muitas expectativas quando se trata disso.”, afirmou.

O ator está revoltado pois acredita que o chefe da DC, Walter Hamada, interferiu na investigação em que ele alegava abusos no set de ‘Liga da Justiça‘.

“Recebi a confirmação oficial de que a Warner Bros. Pictures decidiu me remover do elenco de The Flash”, começou Fisher. “Discordo totalmente da decisão deles, mas não é surpreendente. Apesar do equívoco, o envolvimento de Ciborgue em The Flash foi muito maior do que uma participação especial – e enquanto eu lamento a oportunidade perdida de trazer Victor Stone de volta à tela, trazer a consciência para as ações de Walter Hamada provará ser uma contribuição muito mais importante para o nosso mundo. ”

Na última semana, foi anunciado que Walter Hamada renovou seu contrato como presidente da DC Films, e vai permanecer no cargo até 2023.

Fisher criticou a decisão em seu perfil do Twitter e revelou que não iria trabalhar na DC enquanto Walter Hamada estivesse no comando do estúdio – o que fez com que seu personagem fosse cortado de ‘Flash‘.

Fisher sugeriu que Hamada deveria estar sob investigação por conta de comportamentos abusivos nos bastidores do filme.

Na publicação, o astro ressalta que Hamada também estava trabalhando com Geoff Johns, produtor que encontra-se sob investigação interna da Warner pelo mesmo motivo.

Fisher parecia irritado ao afirmar que a Warner “esqueceu de mencionar que Hamada estava trabalhando com Johns no mesmo período das refilmagens de ‘Liga da Justiça‘, quando os episódios de abusos foram denunciados.

Anteriormente, Fisher disse que nunca mais vai trabalhar com Hamada devido às suas mentiras.

Walter Hamada é o tipo mais perigoso que existe de mentiroso. Suas mentiras e o contato de 4 de setembro da assessoria de imprensa da Warner Bros pretendiam prejudicar as questões reais por trás da investigação sobre Liga da Justiça. Não participarei de nenhum filme produzido por ele”, afirmou. 

Entenda o caso

O ator Ray Fisher fez sérias acusações contra o diretor Joss Whedon, alegando que os produtores-executivos Geoff Johns e Jon Berg permitiram um comportamento “nojento e abusivo” durante as filmagens de ‘Liga da Justiça‘.

“O tratamento de Joss Whedon no set com o elenco e na equipe da ‘Liga da Justiça’ foi nojento, abusivo, pouco profissional e completamente inaceitável. Isso foi permitido, de várias maneiras, por Geoff Johns e Jon Berg. Responsabilidade> Entretenimento”, afirmou.

Pouco depois, o diretor Kevin Smith apoiou o ator Ray Fisher e revelou mais detalhes sobre o comportamento de Joss Whedon no set de ‘Liga da Justiça‘.

Segundo ele, já existiam histórias nos bastidores de que Joss Whedon estava “desmerecendo” o trabalho do Zack Snyder.

No episódio mais recente do podcast Fatman Beyond, Kevin Smith endorsou os comentários de Fisher:

“Um dia eu visitei o set de A Ascensão Skywalker, e fiquei conversando com pessoas que tinham trabalhado nas duas versões de Liga da Justiça. O pessoal dos efeitos especiais disse que Joss tinha o hábito de falar mal da versão de Zack [Snyder]. Ele cortava, descartava e era negativo quanto à versão de Zack, que ele havia assistido e que todas aquelas pessoas haviam feito juntas. Eles disseram que o set ficou bem tóxico”, afirmou. 

O ator que viveu o Ciborgue chegou até a alegar que o produtor-executivo Geoff Johns chegou a ameaçar sua carreira.  Após a denúncia, a Warner Bros. começou uma investigação para descobrir a verdade por trás das alegações.

Whedon e Johns permaneceram em silêncio após as alegações de Fisher em julho.

Porém, recentemente a Warner Bros. afirmou que o ator não está colaborando com as investigações.

Leia a declaração completa da Warner Bros.:

Em julho, os representantes de Ray Fisher pediram ao presidente da DC Films, Walter Hamada, que conversasse com o Sr. Fisher sobre suas preocupações durante a produção de ‘Liga da Justiça’. Os dois já haviam se falado quando o Sr. Hamada pediu que ele repetisse seu papel como Ciborgue em Flash, juntamente com outros membros da Liga da Justiça. Em sua conversa de julho, o Sr. Fisher relatou divergências que teve com a equipe de criação do filme em relação à sua interpretação de Ciborgue, e reclamou que as revisões sugeridas do roteiro não foram adotadas. O Sr. Hamada explicou que diferenças criativas são uma parte normal do processo de produção e que o roteirista / diretor de um filme deve, em última instância, ser responsável por esses assuntos. Notavelmente, o Sr. Hamada também disse ao Sr. Fisher que elevaria suas preocupações à WarnerMedia para que eles pudessem conduzir uma investigação.

Embora o Sr. Fisher nunca tenha alegado qualquer conduta indevida contra ele, a WarnerMedia, no entanto, iniciou uma investigação sobre as preocupações que ele havia levantado sobre a representação de seu personagem. Ainda não satisfeito, Fisher insistiu que a WarnerMedia contratasse um investigador independente. Este investigador tentou várias vezes se encontrar com o Sr. Fisher para discutir suas preocupações, mas, até o momento, o Sr. Fisher recusou-se a falar com o investigador. A Warner Bros. continua comprometida com a responsabilidade e o bem-estar de cada elenco e membro da equipe em cada uma de suas produções. Ele também continua empenhado em investigar qualquer alegação específica e confiável de má conduta, que até agora o Sr. Fisher não forneceu.

Vale lembrar que o papel do Ciborgue foi drasticamente reduzido nas refilmagens de Whedon, mas Zack Snyder prometeu que dará ao personagem o destaque merecido no novo corte do filme, que tem previsão de estreia para 2021 na HBO Max

Confira as imagens promocionais:

‘Código Preto’: Thriller de espionagem com Michael Fassbender e Cate Blanchett conquista 92% de aprovação no RT; Confira as críticas!

Código Preto‘ chega aos cinemas apenas na semana que vem, mas a crítica especializada internacional pôde conferir o filme em primeira mãos e as principais avaliações já estão entre nós.

Abrindo com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, o vindouro thriller de espionagem de Steven Soderbergh foi elogiado pela ótima dinâmica relacional entre Michael Fassbender e Cate Blanchett, bem como pelo trabalho do aclamado cineasta na direção.

A produção também foi considerada um ótimo e divertido entretenimento, marcada pela constante tensão sexual entre os protagonistas.

Confira as primeiras avaliações:

“Embora o elenco de apoio seja impecável em todos os aspectos, o filme é realmente de Blanchett e Fassbender, com atuações que transbordam o poder das estrelas da velha escola”. – Clarisse Loughrey, Independent (UK)

“‘Código Preto’ não oferece nada do escapismo de sucesso de um filme de James Bond, mas quando Soderbergh trabalha com esse nível de confiança e controle, ele é igualmente letal”. – Tim Grierson, Screen International

“‘Código Preto’ tem sucesso em sua sagacidade fria e no apelo frio e nervoso de suas duas estrelas. Blanchett avança pelo filme com graça de leoa; Fassbender faz o uso robótico da lógica de George parecer um afrodisíaco”. – Stephanie Zacharek, TIME Magazine

“‘Código Preto’ é um filme sexy, inteligente e legal sobre casamento. Sério”. – Kristy Puchko, Mashable

“Steven Soderbergh dispara um pequeno e elegante exercício de gênero — um rabisco, na verdade, em um estágio de sua carreira em que ele claramente está apenas se divertindo — que prova ser um de seus filmes mais inteligentes e sensuais até agora”. – Peter Debruge, Variety

“A fraqueza humana é a maior força de ‘Código Preto’. É um filme de espionagem insidiosamente ótimo, maduro e satisfatório”. – William Bibbiani, TheWrap

“Na medida em que essa exibição ligeiramente absurda pode ser levada a sério, sua importância reside no amor conjugal de George e Kathryn. Se você pode acreditar nisso, ou de qualquer forma acha isso uma invenção divertida, então há entretenimento em Código Preto”. – Peter Bradshaw, Guardian

Assista trailer:

O longa chega aos cinemas nacionais no dia 13 de março.

Steven Soderbergh (‘Contágio’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por David Koepp (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).

Quando a agente de inteligência Kathryn Woodhouse é suspeita de trair a nação, seu marido – também um agente lendário – enfrenta o teste final para saber se deve ser leal ao seu casamento ou ao seu país.

O elenco ainda conta com Tom Burke, Naomie Harris, Pierce Brosnan, Marisa Abela, Regé-Jean Page e Orli Shuka.

Crítica | DAO: Diretor franco-senegalês transforma festa de casamento em reflexão sobre raízes culturais dos imigrantes (Berlinale 2026)

Filme da mostra Competitiva do Festival de Berlim 2026

Na mostra competitiva do 76° Festival de Berlim, DAO, do diretor franco-senegalês Alain Gomis, propõe uma imersão ambiciosa — e exaustiva — na experiência da migração africana para a França. Com quase três horas de duração, o filme reflete sobre pertencimento, tradição e as fissuras deixadas pelo passado colonial francês, especialmente entre aqueles que nasceram na França, mas carregam a herança cultural de seus ancestrais.

Alain Gomis inicia a narrativa apresentando a definição do título DAO: “é um movimento perpétuo e circular que flui em tudo e une o mundo”. A frase funciona como chave de leitura: o ciclo da migração, o ciclo das tradições, o ciclo das relações familiares que se rompem e se reencontram. Um movimento que nunca é exatamente o mesmo, mas que se repete — como a própria diáspora.

Em um gesto metalinguístico, o filme assume tom quase confessional ao começar encenando um processo de direção de elenco. É nesse movimento que conhecemos Glória (Katy Corrêa), uma mulher de 50 anos, mãe solo, cuja filha (D’Johé Kouadio), de 22, decide se casar. As duas passam a condensar milhares de histórias de famílias oriundas de países colonizados pela França — especialmente Guiné-Bissau — que vivem hoje em território francês. Gomis, entretanto, evita transformar seus personagens em símbolo coletivo. Eles representam uma comunidade, mas permanecem indivíduos, cada qual com sua própria trajetória e cicatrizes.

A decisão da filha mobiliza não apenas um evento familiar, mas um retorno às origens. A viagem à Guiné-Bissau para realizar a cerimônia — custosa, extensa, repleta de rituais — torna-se gesto de honra ao avô falecido e de reafirmação cultural. Casamento e luto coexistem; celebração e memória caminham juntas. O passado, que parecia resolvido, ressurge nas conversas entre mãe e filha e, sobretudo, nos encontros com o pai ausente que retorna à cena, vivido pelo ator franco-algeriano Samir Guesmi. É nesses diálogos — delicados, às vezes duros — que o filme encontra sua força mais humana.

Há cenas emblemáticas que sintetizam essa ideia de circularidade cultural. Durante a festa, todos cantam juntos “Killing Me Softly with His Song”, imortalizada por Roberta Flack e regravada pelos Fugees. A canção ecoa como elo entre continentes, reafirmando que identidade também é trânsito e reinvenção.

A câmera acompanha exaustivamente cada etapa dos rituais: danças, cantos, cerimônias, preparo dos alimentos e sacrifícios de animais. Estes últimos são momentos visualmente incômodos, mas coerentes com a proposta de retratar a cultura sem filtragens ou concessões ao olhar ocidental. O filme não julga nem suaviza — apenas mostra. Talvez falte uma problematização mais incisiva para tensionar essas tradições, porque nem toda herança cultural é intocável.

Ainda assim, é significativo que Gomis ocupe esse espaço narrativo a partir de dentro da comunidade africana na França, retratando-a não como bloco homogêneo, mas como um conjunto de indivíduos complexos. O filme oscila entre momentos de grande força — como a despedida entre mãe e filha — e trechos dispersos que diluem seu impacto. Se DAO é o movimento circular que estrutura o mundo, o longa deixa uma pergunta central: o que escolhemos repetir e o que estamos prontos para transformar? A trajetória de Glória e sua filha aponta para uma das respostas possíveis.

‘Manto e Adaga’: Nova série da Marvel ganha cartaz; Trailer chega amanhã!

A nova série da Marvel pelo canal Freeform, Manto e Adagaganhou um novo pôster, anunciando um novo trailer para amanhã (20). Confira:

A nova série da Marvel teve seu primeiro episódio exibido no SXSW 2018 e as primeiras impressões são positivas. Confira:

“‘Manto e Adaga’ é um esperto, maduro e visualmente sólido programa da Marvel, e mal posso esperar para assistir mais. Muito divertido ter Jeph Loeb em outra série de super-herói”

“Terei mais publicações e mais opiniões do episódio de ‘Manto e Adaga’, da Marvel, no site em breve, mas deixem-me dizer isto: os dois jovens protagonistas são imersivamente bons. Eles são o motivo para assistir”

“O primeiro episódio de ‘Manto e Adaga’ foi um começo promissor. Dito isto, não há nada de muito novo ou diferente. Se você gosta do que a Marvel TV oferece, provavelmente gostará desse”

A série ganhou um novo trailer, que traz os personagens títulos se conhecendo.

Confira:

Cloak and Dagger‘ é inspirada na dupla ‘Manto e Adaga‘, e que terá os os jovens Aubrey Joseph e Olivia Holt para interpretarem os personagens título.

Gina Prince-Bythewood, que escreveu e dirigiu ‘No Limite da Fama‘, dirigiu o episódio piloto da série. A Marvel TV vai desenvolver o programa, que será transmitido pelo canal Freeform, selo adolescente da ABC – a mesma emissora de ‘Agents of SHIELD‘.

A produção estreia em 7 de junho.

‘A Morte te Dá Parabéns 2’ está pronto e recebe elogios de Jason Blum

A Morte te Dá Parabéns 2‘ já começou a ser filmado e Jason Blum, diretor da Blumhouse, aproveitou para elogiar a sequência via Twitter.

Blum afirmou que já assistiu ao filme e que o resultado está extremamente positivo.

“Alguns de nós já pôde assistir e está muito bom.”

O terror também ganhou seu primeiro vídeo dos bastidores recentemente.

Nele, Jessica Rothe, Israel Broussard e Rachel Matthews anunciam seus retornos como Tree Gelbman, Carter Davis e Danielle Bouseman, respectivamente. Ansioso?

Rostos conhecidos continuam sendo adicionados ao elenco da sequência de ‘A Morte te Dá Parabéns‘, o que não é uma surpresa considerando o tema do filme. Segundo o Variety, Ruby Modine assinou contrato para reprisar seu papel de Lori Spengler. 

Suraj Sharma e Sarah Yarkin entraram para o elenco. Sharma interpretará Samar Ghosh, uma cientista entusiasta que gosta de programar em seu tempo livre. Yarkin será Dre Morgan, um nerd que é seu parceiro no crime.

Em uma entrevista, Rothe falou sobre o conceito da continuação:

“A sequência, como foi descrita para mim, eleva o conceito do original de ser um filme de terror – e eu nem diria que se trara de terror, porque o filme é um terror, comédia, drama – para um gênero parecido com ‘De Volta para o Futuro’, onde a sequência começa logo de onde pararmos. Explicará muitas coisas do primeiro filme que não foram explicadas, e eleva tudo.”

Christopher Landon volta a dirigir.

A estreia acontece em 2019.

Lembra dele? | ‘Watchmen’, polêmica adaptação de Zack Snyder, completa 15 anos

Nos últimos anos, Zack Snyder andou se queimando em Hollywood muito por conta das controvérsias envolvendo a bagunça do extinto Universo Estendido DC, do qual ele foi contratado para ser o grande mentor. Porém, quando surgiu para o cinema, Zack era considerado um nome promissor para o futuro, não à toa recebeu o ‘título’ de “Visionário”. Sempre prezando por trabalhar os filmes com sua estética própria, Snyder teve seu primeiro “deslize” justamente em uma adaptação de quadrinhos.

Ame ou odeie, o Zack Snyder pode ser chamado de muitas coisas, menos de covarde. Isso porque ele brigou e assumiu Watchmen, uma adaptação que era considerada impossível de ser feita em Hollywood, não só pela complexidade da trama, mas principalmente porque seu autor, Alan Moore, é reconhecidamente uma das figuras mais fortes do meio das graphic novels. E agora, essa obra cinematográfica que dividiu opiniões completa 15 anos de existência. E você? Gostou ou não de Watchmen?

Antes de falar sobre o filme, vale a pena contextualizar o material original. A década de 1980 representa uma grande virada nas histórias em quadrinhos norte-americanas. Após duas décadas de maravilhas coloridas pulando das páginas dos gibis, os anos 80 decidiram mudar a abordagem, trazendo tons mais sombrios, investindo mais em dramas adultos, violência e questões políticas que trouxessem diferentes públicos para as revistas. Nesse contexto, nomes como Frank Miller, Art Spiegelman, Peter David, Neil Gaiman e Alan Moore fizeram carreira, revolucionando o que era fazer HQs.

Em 1983, a DC Comics havia acabado de comprar a Charlton Comics, trazendo alguns heróis do passado para dentro de seu panteão. Sabendo disso, cerca de dois anos depois, Alan Moore escreveu uma história que focaria na realidade podre desses personagens recém-chegados, permitindo que o autor desse uma nova visão deles nessa entrada no Universo DC. A trama acompanharia a investigação do assassinato do Pacificador (esse mesmo que se popularizou ao ser vivido por John Cena) por seu grupo de heróis, composto por nomes como Besouro Azul, Questão e o Capitão Átomo. Entretanto, apesar do projeto ter sido bem recebido, a ideia de usar os heróis da Charlton em uma empreitada tão controversa não caiu bem ante a direção. Afinal, esses personagens haviam acabado de chegar e essa visão mais crua e brutal poderia mudar para sempre a forma como o público veria eles dali para frente.

Reprodução

O editor da DC, Dick Giordano, enviou suas considerações para que Alan Moore reescrevesse “Quem Matou o Pacificador?” como uma graphic novel composta por personagens inéditos. O quadrinista detestou a ideia, porque acreditou que não funcionaria sem o apego dos fãs aos personagens que seriam distorcidos nas páginas. Só que ele mudou de ideia ao perceber que criar essas paródias poderia potencializar ainda mais as críticas que pretendia fazer, então aceitou as alterações do editor e começou a escrever. Sabendo que Moore estava fazendo um novo projeto, o desenhista Dave Gibbons embarcou no trabalho sem pensar duas vezes e o resto é história.

Trazendo fortes críticas à sociedade norte-americana e à sujeira social da época da Guerra Fria, além de desmistificar o ícone do super-herói e satirizar a cultura de massa, Watchmen se tornou um fenômeno. O universo criado por Moore e Gibbons foi tão rico e denso que causou uma mudança total no storytelling das HQs da época. Diante desse sucesso todo, começou um burburinho que se estenderia por décadas sobre uma adaptação para os cinemas. Só que a densidade da história fazia com que os produtores dessem a trama como “inadaptável para os cinemas”, principalmente porque os filmes de super-heróis ainda eram voltado para o público infantojuvenil.

Nos anos 2000, após o sucesso estrondoso de 300, a Warner viu em Zack Snyder a imagem certa do diretor para adaptar essa graphic novel icônica. Então, o cineasta decidiu se ater o máximo possível à obra original. Para isso, ele comprou uma edição própria de Watchmen e carregava para todos os lados. Por mais incomum que isso seja, o storyboard do filme foi a própria história em quadrinhos.

Dessa forma, Zack tentou ser o mais fiel possível ao material original, rendendo uma dos filmes mais visualmente idênticos a um quadrinho já feito em Hollywood. Mas aí entraram alguns problemas. O corte inicial do diretor tinha mais de três horas de duração, o que era considerado um suicídio comercial na época. Filmes grandes demais tinham menos sessões. Se a quantidade de sessões era menor, a bilheteria também seria mais baixa. Ou seja, não havia a menor condição dos produtores aprovarem. Para reduzir o corte, Snyder arrancou completamente o segmento conhecido como Contos do Cargueiro Negro, que foi inserido no longa no formato de animação e contava uma história paralela sobre um pirata que dialogava diretamente com os dilemas dos heróis.

Mais do que os contos, o filme perdeu sequências importantes, como a morte do Coruja original. Porém, o problema da adaptação passou longe de ser apenas os cortes. A maior crítica que o longa recebeu, do próprio Alan Moore, inclusive, foi a perda da essência da trama em prol da valorização estética. Como costumam brincar nas redes sociais, parece que o Zack Snyder “leu as figuras” e esqueceu de “interpretar a história”.

E o resultado disso se deu justamente no corte final do filme, que é odiado por Alan Moore. Além da alteração do final da graphic novel, que era o ponto de conexão a literalmente todas as ações de Ozymandias, mudando a lula espacial gigante para o próprio Dr. Manhattan, o filme acabou dando uma glamourização exacerbada ao Rorschach, que foi criado pelo quadrinista como um execrável e hipócrita psicopata, mas que acabou virando um símbolo de certos grupos não muito bem-quistos pela sociedade justamente por essa abordagem de exaltação promovida pelo filme de Snyder. Mal comparando, é similar ao Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, que foi criado para mostrar os horrores de poder praticamente fascista dado a policiais cariocas que se transformaram naquilo que deveriam combater. Mas, diante de uma interpretação incorreta, acabou virando símbolo da galera que defende o massacre feito pela polícia contra populações carentes que em vez de serem salvas do tráfico pelo BOPE terminam reféns dessas duas ‘entidades’ da corrupção estatal.

Vendo por esse ponto, fica muito nítido do motivo de Alan Moore odiar tanto o filme. O quadrinista é autodeclarado anarquista e teve de ver sua obra – que foi concebida para criticar a Guerra Fria e a febre da cultura de massa pelos heróis que saíam por aí chacinando a torto e a direito – sendo deturpada para um longa-metragem que mesmo sendo esteticamente marcante e fiel, ocasionou uma glamourização exacerbada de personagens que foram criados para representarem o que há de pior na sociedade.

Algo parecido aconteceu na época com Kick-Ass: Quebrando Tudo (2010). Nos quadrinhos, só falta o Mark Millar sair das páginas, apontar para o leitor e dizer: “Meu irmão, tu é um otário!”. Já o filme… Bem, ele ainda parodia os fãs de quadrinhos, mas sua roupagem de luxo e o carisma dos atores acaba o transformando em uma aventura divertida que perde a essência da crítica a uma sociedade problemática e viciada a ponto de adultos levarem super-heróis a sério.

E o ponto do Rorschach em específico é realmente sensível ao criador, porque ele declarou diversas vezes ter feito esse personagem reunindo tudo que havia de pior em um ser humano que ele poderia pensar. Por isso, o “detetive” é preconceituoso, sujo e hipócrita. Não por acaso ele caça e tortura bandidos, mas ignora o estupro cometido pelo Comediante, que é seu amigo e mentor.

Para piorar, o Rorschach virou símbolo de grupos de extrema-direita nos EUA. Essa situação, inclusive, foi retratada na série Watchmen, lançada em 2019. Mas antes que venham chamar o Alan Moore de clubista ou ‘Mimizento’, já que a série foi elogiada por ser considerada progressista, vale ressaltar que o autor também não gostou da produção de 2019. Por ele, Watchmen jamais seria adaptada para cinema ou TV, porque acaba alimentando um sistema que legitima tudo que ele mais abomina. É bastante comum ver o artista tocando nesse tema quase com um arrependimento de ter feito parte tão importante da trajetória dos quadrinhos na Cultura Pop.

Fato é que o filme tem seus prós e contras e cabe ao público decidir e interpretar. No fim das contas, Watchmen teve um orçamento altíssimo para a época (US$ 130 milhões) e o valor arrecadado (US$ 185 milhões) foi muito abaixo do esperado. Ainda assim, Snyder conseguiu lançar seu Snydercut que foi mais elogiado pelos fãs. Desde então, o universo Watchmen seguiu intocado nas telas, porque os produtores entenderam que mexer ali era tocar num vespeiro de polêmicas desnecessárias para seus interesses. O universo só voltaria a ser visitado uma década depois, com o elogiadíssimo seriado da HBO, que passou a brincar mais com as controvérsias da vida real, enquanto trabalhava uma trama que indicava dar continuação aos eventos da HQ, não do filme.

Watchmen está disponível no Max.

Crítica | Chama a Bebel – Giulia Benite vive Deficiente Física em Aventura Inclusiva e Didática para Crianças

Janeiro é o mês das férias da garotada. Enquanto o verão toma conta das cidades e a criançada curte o tempo longe das escolas, papais e mamães procuram formas de entreter a molecada, e uma das melhores opções é o cinema, até mesmo por conta do ar-condicionado. E por que não juntar a diversão com o educativo? Essa é uma das inspirações para assistir a ‘Chama a Bebel’, o mais novo filme infantojuvenil brasileiro que chega essa semana às salas de projeção de todo o país.

Bebel (Giulia Benite) é uma jovem cadeirante que toda a sua vida estudou em uma mesma escola no interior. Mas agora, aos quinze anos, ela precisará mudar para uma escola na cidade, e, por isso, deixará de morar com sua mãe, Mariana (Larissa Maciel), e seu avô, João (José Rubens Chachá), e passará a morar com a família de sua tia, Marieta (Flávia Garrafa). Ao chegar na nova escola, o professor Denis (Rafa Muller) passa uma tarefa aos alunos: pensar e propor uma solução sustentável para alguma coisa da escola. E aí começa o problema para Bebel, pois Rox (Sofia Cordeiro) e suas amigas passam a implicar com ela pois Bebel tem como  ídola a jovem Greta Thunberg, e, assim como a ativista sueca, Bebel tem opinião sobre tudo e pensa em formas de tornar o mundo melhor – o que vai contra ao estilo de vida de Rox.

Com uma hora e trinta redondinhos, ‘Chama a Bebel’ é, acima de tudo, um filme extremamente didático. Nesse sentido, o realizador Paulo Nascimento (também responsável pelo longa ‘Teu Mundo Não Cabe Nos Meus Olhos’, cujo protagonista era um homem cego) presta um ótimo serviço à população com seu projeto, principalmente aos professores, que poderão utilizar-se desse filme para levantar diversos debates em sala de aula. E claramente esse é um dos objetivos do longa, pois são muitos os temas inseridos em sua trama: reciclagem, capacitismo, maus tratos aos animais, preconceito, etc.

Talvez essa abundância de temas acabe pesando um pouco na trama, que fica com informações demais para caber em uma hora em meia. O roteiro assinado pelo próprio Paulo Nascimento e por Ricky Hiraoka traz personagens adolescentes visando entreter o público infantil; para tanto, muitas ações acabam sendo apenas sugeridas no enredo, sem acontecerem de fato (por exemplo, toda a resolução da história é narrada em off pela protagonista, com eventos selecionados que resumem o fim), ou reforçadas em demasia (como a tia vilã, cujos trejeitos são bem marcados para ficar bem evidente para a pimpolhada as intenções dela).

Giulia Benite também entra no projeto como produtora associada de ‘Chama a Bebel’ e emprega à sua protagonista ares bastante fortes e de liderança que a deixaram famosa como a “dona da rua” em seu trabalho anterior como a Mônica da ‘Turma da Mônica: Laços‘. Suas melhores cenas são os debates com a antagonista Rox, a quem a jovem Sofia Cordeiro emprestou doses certas de carisma e maldade.

Chama a Bebel’ une o entretenimento ao didatismo. Ensina divertindo, e diverte educando. Uma ótima ferramenta para pais e professores dialogarem com alunos e filhos, e também uma boa forma de transformar um momento das férias em aprendizado, através do cinema. Uma boa ideia de programa em família.

POLÊMICA! Rotten Tomatoes é acusado de mudar sistema de avaliação para proteger ‘Capitã Marvel’

O site Rotten Tomatoes, um dos maiores agregadores de críticas do mundo, está realizando algumas mudanças e, com parte do público dizendo que isso vem como resposta à pressão dos estúdios Disney sobre a polêmica envolvendo Capitã Marvel, seus porta-vozes resolveram clarificar as coisas.

O longa-metragem é a mais nova adição do Universo Cinemático Marvel e recentemente foi alvo de trolls que diminuíram a nota de avaliação do público antes mesmo do lançamento do filme nos cinemas. Essa não foi a primeira vez que um filme da Marvel sofreu com isso (Pantera Negra também foi vítima desses ataques), mas o presidente da FandangoPaul Yanover, explicou em uma recente entrevista que as decisões não têm nada a ver com a Disney.

[As mudanças] não são simples reações a, ‘Oh, Deus, alguns filmes estão sofrendo com isso’. Isso é apenas parte de uma estratégia a longo-prazo.

Desde que as mudanças foram anunciadas, Yanover ouviu certas pessoas dizerem que a Fandango, companhia detentora do Rotten Tomatoes, realizou um acordo com a Disney para ser “mais legal” com os filmes. “Nenhuma parte do site pertence à Disney”, ele acrescentou. “Boatos de contratos pré-organizados entre nós e eles são puramente falsos”.

Sobre as mudanças em questão, uma delas desabilita a função de comentar antes do lançamento oficial de algum filme. “Quando o filme estiver disponível, [usuários] podem escrever. Não queremos pessoas utilizando isso como uma plataforma política”.

Assista nossas primeiras reações:

‘Irena Sendler’: Gal Gadot irá estrelar novo drama da II Guerra Mundial

Gal Gadot, conhecida por seu papel no longa Mulher-Maravilha, vai produzir e estrelar no drama ‘Irena Sendler’. As informações são da Variety.

O projeto é baseado na vida real da heroína polonesa que salvou centenas de crianças judias durante o Holocausto. O filme será supervisionado pela Warner BrosGadot, Jaron VarsanoMarc Platt entram como produtores.

Justine Juel Gillmer fica responsável pelo roteiro.

O trabalho de Sendler tornou-se mundial e historicamente conhecido. Ela residia no gueto de Varsóvia durante a II Guerra Mundial e trabalhou com dúzias de outros voluntárias para levar as crianças para fora do país, dando-lhes identidades falsas e destinando-as a novas famílias. Ela foi presa e torturada pela Gestapo em 1943, mas nunca revelou nenhuma informação sobre as crianças.

Gadot é conhecida por seu papel-titular em Mulher-Maravilha, reprisando a personagem na aguardada sequência Mulher-Maravilha 1984’, que abre no dia 05 de junho de 2020. Ela recentemente foi elencada no mistério Morte no Nilo, sequência de ‘Assassinato no Expresso do Oriente’ na qual dará vida a Linnet Ridgeway-Doyle. 

10 Filmes que Completam 50 anos em 2020

2020 de fato está um ano de diversos clássicos aniversariantes da indústria cinematográfica – não é à toa que estamos realizando diversas listas comemorativas nas últimas semanas. E, sem sombra de dúvida, a polêmica década de 1970 não ficaria de fora de nosso especial.

Além de diversos documentários sobre música que tentaram explicar alguns eventos importantes e chocantes da cultura pop – que viriam inclusive a causar influências nos dias de hoje -, como é o caso do gigantesco festival de contra-cultura realizado em Woodstock, ou então o trágico show da banda Rolling Stones. Do outro lado, todavia, temos o lançamento do adorável Aristogatas, uma das grandes obras-primas dos estúdios Walt Disney, e da comédia de guerra ‘M.A.S.H.’.

Confira abaixo os dez filmes que completam 50 anos em 2020 que separamos especialmente para você – e comente qual o seu favorito:

ARISTOGATAS

A madame Adelaide Bonfamille, uma milionária francesa excêntrica, pretende deixar toda a sua fortuna para sua família de gatos: a fina e bem-educada Duquesa, o aspirante a pintor Toulouse, o pianista e futuro maestro Berlioz e a romântica cantora Marie. Porém, o malvado mordomo Edgar Baltazar abandona os gatos no interior do país para se tornar o beneficiário de toda a herança. Perdidos, eles encontram Thomas O’Malley, um gato de rua que os ajuda a voltar a Paris e confrontar o mordomo.

AEROPORTO

Em um período de 12 horas, o gerente de um grande aeroporto tem que lidar com uma poderosa nevasca, uma pista de pouso bloqueada e um passageiro mentalmente perturbado carregando uma bomba.

DE VOLTA AO PLANETA DOS MACACOS

O astronauta Brent sai em missão de resgate ao colega Taylor, e precisa atravessar uma linha do tempo para o futuro e chegar ao planeta onde ele desapareceu. O planeta do futuro foi dominado pelos macacos e os homens vivem no subterrâneo.

ARDIL 22

Assombrado pela morte de um jovem artilheiro, o capitão Yossarian tenta não seguir com o resto das suas missões de bombardeio da II Guerra Mundial, fingindo estar louco. Mas seus comandantes estão mais preocupados com a publicidade e o lucro.

O TOPO

El Topo (Alejandro Jodorowsky), um pistoleiro que veste negro, inicia uma transformadora jornada pelo deserto. Lá ele desafia quatro mestres guerreiros, testemunha a violência brutal de um mundo sádico e cruel e se declara Deus.

GIMME SHELTER

O filme apresenta os bastidores do controverso show dos Rolling Stones no autódromo de Altamont, um evento gratuito que recebeu milhares de americanos e foi chamado de Woodstock do Oeste, mas que eventualmente terminou em brigas e morte.

OLÁ, MAMÃE!

O filme reúne a icônica dupla Brian de Palma e Robert De Niro e é uma continuação de “Saudações”. Após voltar da Guerra do Vietnã, o jovem Jon Rubin resolve ganhar a vida vendendo imagens pornográficas de mulheres que ele filma de seu apartamento.

O CÍRCULO VERMELHO

Corey (Alain Delon) é um charmoso ladrão que deixou a prisão no mesmo dia que o assassino Vogel (Gian Maria Volonte) escapou da custódia do superintendente de polícia Mattei. Assim começa a parceria entre os dois bandidos, que juntos com um ex-policial planejam um roubo de jóias.

M.A.S.H.

Na Guerra da Coreia, três cirurgiões da unidade militar usam a irreverência e o deboche para lidar com a pressão do seu dia a dia, enfurecendo o Comando do Exército e criando situações deliciosamente hilariantes.

WOODSTOCK – 3 DIAS DE PAZ, AMOR E MÚSICA

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Woodstock (1970)
Woodstock – 1970
Director: Michael Wadleigh
Warner Bros
USA
Scene Still
Em 1969, quase 500.000 pessoas se reuniram em uma fazenda em Bethel, Nova York, para três dias de paz e música. Acompanhe uma documentação real do festival de música, da montagem à limpeza, com imagens icônicas de Jimi Hendrix, Janis Joplin, Joan Baez, Crosby, Stills and Nash e muitos outros ícones de uma geração.

‘Lago dos Cisnes’: Jessica Swale vai assinar nova adaptação do clássico balé para a Universal Pictures

Segundo o DeadlineJessica Swale foi contratada pela Universal Pictures para assinar o roteiro de ‘Lago dos Cisnes’, nova adaptação do clássico balé de Tchaikovsky.

Uma versão antiga do roteiro havia sido feita por Kristine Lauren Anderson.

Swale fez sua estreia na cadeira de direção com o drama da II Guerra Mundial ‘Summerland’, filme pelo qual também ficou responsável pela história. Seus outros projetos incluem Persuasão‘Longbourn’‘Nell Gwynn’.

Todd Lieberman and David Hoberman of Mandeville Films will produce. Mandeville’s Alex Young will executive produce.

Felicity Jones estrela a produção. Todd LiebermanDavid Hoberman entram como produtores.

Nenhum diretor foi atado ao projeto.

O balé original traz a história de uma princesa chamada Odette, que se transforma em uma cisne após ser amaldiçoada por um feiticeiro. A trama adaptada para os cinemas será inspirada pelo trabalho do renomado compositor, mas não será conduzida como um musical.

‘Zona de Combate’: Sci-fi com Anthony Mackie ganha belíssimo cartaz oficial; Confira!

A Netflix divulgou o cartaz oficial de ‘Zona de Combate‘ (‘Outside the Wire’), thriller sci-fi que traz Anthony Mackie como um androide militar encarregado de evitar o apocalipse.

Dirigido por Mikael Håfström, o longa tem estreia marcada para 15 de janeiro de 2021.

Confira, junto ao trailer:

Escrito por Rob Yescombe e Rowan Athale, o longa é ambientado no futuro e acompanha um piloto de drone (Damson Idris) que é enviado para uma zona militarizada mortal, onde se encontra trabalhando para um oficial androide (Mackie) encarregado de localizar um dispositivo do Juízo Final antes que insurgentes anarquistas o encontrem.

O elenco também conta com Enzo Cilenti (‘Guardiões da Galáxia’), Emily Beecham (‘Into the Badlands’), Michael Kelly (‘House of Cards’) e Pilou Asbæk (‘Game of Thrones’).

‘Army of the Dead’: Confira os incríveis efeitos visuais do filme de Zack Snyder em novo vídeo!

‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas chegou anteontem ao catálogo da Netflix e já se tornou uma das grandes sensações do ano.

Agora, para promover o filme, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo de bastidores que explora os incríveis efeitos visuais do longa.

Confira:

Crítica | Army of the Dead é SANGRENTO, cheio de slow-motion e tudo que se espera do Zack Snyder

Dirigido por Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘), o longa, que foi rodado em Las Vegas, contou com orçamento de US$ 70 milhões.

Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.

Dave Bautista estrela a produção. O elenco ainda conta com Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La RegueraTheo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Garret Dillahunt, Tig Notaro, Raúl Castillo, Huma Qureshi, Samantha Win, Richard Cetrone e Michael Cassidy.

‘Próxima Parada: Lar Doce Lar’: Animação com Isla Fisher e Keith Urban ganha teaser oficial e data de estreia; Confira!

Netflix divulgou recentemente o teaser oficial de ‘Próxima Parada: Lar Doce Lar’ (‘Back to the Outback’), nova animação ambientada no outback australiano.

Além disso, foi revelado que a produção será lançada no dia 10 de dezembro.

Confira:

Isla FisherTim MinchinEric BanaGuy Pearce, Miranda Tapsell, Angus Imrie, Rachel House, Keith Urban, Celesta Barber, Wayne Knight, Aislinn Derbez, Diesel Cash La Torraca, Lachlan Ross Power e Jacki Weaver estrelam a animação.

O filme marca a estreia diretorial da dupla Clare KnightHarry Cripps. Cripps tam´bem fica responsável pelo roteiro.

Confira a sinopse oficial abaixo:

Cansados de ficarem presos em um aquário de répteis onde humanos olham pasmos a eles como se fossem monstros, um grupo das criaturas mais perigosas da Austrália arquitetam um plano de escaparem do zoológico e voltarem para o outback, um lugar onde não serão julgados por suas escamas e presas.

Liderando o grupo está Maddie (Fisher), uma serpente venenosa com coração de ouro, que se une a um lagarto-fêmea chamado Zoe (Tapsell), uma adorável aranha chamada Frank (Pearce) e um escorpião sensível (Imrie). Mas quando cruzam caminho com seu nêmesis, Pretty Boy (Minchin), um fofo e insuportável coala, eles não têm escolha a levá-lo junto.