O ator, que apareceu em três episódios da segunda temporada, interpreta o personagem Ethan, filho do Xerife Mac. Ele é descrito como um atleta competitivo e um estudante de coração imenso que passa a frequentar a Mystic Falls High.
Criada por Julie Plec e Brett Matthews, a série gira em torno de uma nova geração de seres sobrenaturais dentro do mesmo universo ficcional que ‘The Vampire Diaries‘ e ‘The Originals‘. Se passará na Escola Salvatore para jovens dotados, quando a filha de Klaus Mikaelson, as gêmeas de Alaric e vários outros jovens amadurecem de forma não convencional, tentando se tornar suas melhores versões… ou sucumbindo aos seus piores impulsos. Mas, conforme a série se desenvolve, bruxas, vampiros e lobisomens terão que decidir se irão se tornar os heróis que querem ser – ou os vilões que estão destinados a se tornar.
A Apple TV+ renovou oficialmente a série distópica ‘See‘, estrelada por Jason Momoa (‘Aquaman’), para a 3ª temporada.
Vale lembrar que a segunda temporada será lançada no dia 27 de agosto, então a expectativa é que o terceiro ciclo estreie apenas em 2022.
Confira o trailer:
A série foi criada por Steven Knight (‘Peaky Blinders’).
Em um futuro distópico, a raça humana perdeu o sentido da visão e a sociedade teve que encontrar novas maneiras de interagir, construir, caçar e sobreviver. Tudo isso é desafiado quando um par de gêmeos nasce com visão.
O Prime Video revela hoje o trailer e o cartaz oficiais de The Boys Presents: Diabolical, a antologia animada de oito episódios que se passa no universo da série indicada ao Emmy The Boys. A animação estreia em mais de 240 países e territórios exclusivamente no Prime Video em 4 de março.
Confira:
Awkwafina, Michael Cera, Don Cheadle, Chace Crawford, Kieran Culkin, Giancarlo Esposito, Eliot Glazer, Jason Isaacs, Kumail Nanjiani, Justin Roiland, Seth Rogen, Andy Samberg, Ben Schwartz, Elisabeth Shue, Christian Slater, Kevin Smith, Antony Starr, Nasim Pedrad, Simon Pegg, Kenan Thompson, Aisha Tyler e a vencedora do Oscar Youn Yuh Jung dublam.
Os oito episódios, que terão entre 12 e 14 minutos e com estilos próprios de animação, revelarão histórias inéditas do universo de The Boys, trazidas à vida por algumas das mentes mais criativas e brilhantes do entretenimento da atualidade.
A trama segue um grupo de jovens que está passando as férias no México. Depois de uma noite de muita curtição, os amigos furtam dois jetskis e os levam para o alto-mar, mas eles acabam batendo em um acidente terrível. Depois que um dos jetskis afunda, o grupo se encontra a mais de três quilômetros da costa, com um jetski quebrado e um amigo gravemente ferido. Sem poder nada de volta para terra firme e com predadores circulando nas agitadas águas abaixo, o verdadeiro terror começa.
De acordo com o Deadline, Isabella Gomez, conhecida por estrelar a série ‘One Day At A Time‘, foi confirmada no elenco do terror independente ‘O Manequim‘ (The Mannequin).
Apesar da greve dos atores em Hollywood, o projeto ganhou aprovação do SAG-AFTRA e se junta à lista de projetos que receberam um acordo provisório da guilda.
As filmagens irão começar na próxima semana, em Los Angeles.
Na trama…
“Liana Rojas (Gomez), uma assistente de estilista faminta por inspiração, descobre que o edifício histórico no centro de Los Angeles, onde sua irmã morreu misteriosamente, é assombrado por um serial killer que assassinou e desmembrou suas vítimas meio século antes. Isso força Liana e seus amigos a encontrar uma maneira de escapar do fantasma sinistro antes que percam partes de seus próprios corpos.”
Contando com 16 episódios, a primeira parte do novo ciclo chega à plataforma de streaming no dia 27 de junho. A segunda leva, por sua vez, tem estreia marcada para o dia 24 de outubro.
A nova série começa em 1995, com Leia Forman, filha do Eric e da Donna, visitando seus avós (novamente interpretados por Kurtwood Smith e Debra Jo Rupp) em Point Place, Wisconsin, onde ela amadurece com uma nova geração de adolescentes “sob o olhar atencioso da Kitty e do Red”. Sexo, drogas e rock ’n roll nunca morrem, mas suas roupagens mudam.
Bonnie Turner e Terry Turner, criadores da série original, são responsáveis pelo roteiro e também entram como produtores executivos.
De acordo com o Deadline, Ayo Edebiri, da aclamada série ‘O Urso‘, está em negociações para estrelar e assinar o roteiro do live-action de ‘Barney‘.
Infelizmente, detalhes sobre a possível trama não foram divulgados. No entanto, o projeto está sendo desenvolvido pela Mattel Films e 59% Productions, empresa do ator Daniel Kaluuya.
A renomada A24 também está por trás da produção do live-action.
Anteriormente, o chefe da Mattel, Ynon Kreiz, compartilhou detalhes sobre o aguardado filme: “Esse está recebendo muita reação. É muito cedo para ser específico, mas posso dizer que estamos adotando uma abordagem nova que será divertida, interessante e culturalmente orientada. Não será um filme estranho.”
O executivo também destacou que ‘Barney‘ é um exemplo do interesse da Mattel em expandir seu alcance além de produções voltadas apenas para a família.
A empresa está buscando oportunidades de trabalhar em “filmes artísticos” que desafiem as expectativas e ofereçam experiências cinematográficas diferentes.
Vale lembrar que ‘Barbie‘ arrecadou US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais.
Produzido pela aclamada A24, o longa chegará aos cinemas nacionais no dia 3 de setembro de 2026.
A produção é baseada no curta original de Kane Parsons, que gira em torno de um jovem cineasta que vai parar em outra dimensão. Ele vaga por um escritório inquietantemente amarelo, vazio e labiríntico, que pode ou não abrigar seres sobrenaturais. O título e o cenário do filme são inspirados nas imagens de uma creepypasta (ou lenda urbana da internet) publicadas no site 4chan em 2019.
O curta é o primeiro de uma série que já acumulou mais de 190 milhões de visualizações online até o momento.
Com apenas 20 anos, Kane Parsons faz sua estreia como diretor de longa-metragem, tornando-se o cineasta mais jovem a colaborar com a A24. Os detalhes do enredo estão sendo mantidos em sigilo absoluto, o que reforça o mistério que cerca o projeto desde o anúncio de sua adaptação para os cinemas.
Jeff Franklin, criador de ‘Full House‘ e ‘Fuller House‘, anunciou via Twitter, que a 3ª temporada da série terá cinco episódios a mais que as anteriores, totalizando 18 capítulos.
Happy New Year! Looking forward to season 3 — 18 episodes — Back to work on Monday! http://t.co/cFMQ8Lxj0o
Em ‘Fuller House’, as aventuras que começaram em 1987 com ‘Full House’ continuam, agora com a veterinária D.J. Tanner-Fuller grávida e recém-viúva, vivendo em São Francisco. Sua irmã mais nova e aspirante à cantora Stephanie junto com a melhor amiga de D.J. e mãe solteira Kimmy, acompanhada da filha adolescente Ramona, vão se mudar para à casa de D.J. para ajudá-la a criar seus garotos – o rebelde J.D., de 12 anos, o neurótico Max, de 7 anos, e seu bebê que está a caminho.
Jeff Franklin, criador de ‘Três é Demais‘, assume a função de produtor executivo ao lado de Thomas L. Miller e Robert L. Boyett, produtores da série original.
A atriz Gal Gadot fará sua grande estreia como apresentadora convidada do aclamado programa de sketches cômicos, Saturday Night Live.
E para celebrar sua primeira participação, um cartaz de ‘Liga da Justiça’ foi alvo de paródias, trazendo a atriz ao lado de alguns dos membros do elenco do programa.
O primeiro trailer de ‘Shazam!’ trouxe uma série de referências e algumas delas fazem ligação direta à ‘Liga da Justiça’ e ‘Batman V. Superman’.
Uma referência em particular aponta que o mundo culpa Lex Luthor pela invasão do Lobo da Estepe. Esse easter-egg se encontra entre as coisas do Freddy Freeman, em um artigo do jornal The Daily Planet sobre o retorno do Superman.
O material, escrito pela própria Lois Lane, traz: “O suspeito máximo: À medida que uma busca mundial se inicia para aqueles responsáveis, especialistas dizem que sinais prematuros apontam para Lex Luthor e seus associados”.
Vale lembrar que Luthor fugiu da prisão nas cena pós-créditos de ‘Liga da Justiça’, o que naturalmente teria resultado em uma série de manchetes. Além disso, o vilão está tentando montar sua própria liga, o que salienta o fato de ele saber que o grupo de heróis já estaria de olho nele.
Todos temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de magia para que ele surja. No caso de Billy Batson, basta gritar SHAZAM! que este órfão de 14 anos consegue se transforma no super-herói adulto Shazam, um presente de um mago ancião. Ainda criança por dentro, Shazam faz com sua versão tudo o que um adolescente faria com poderes. Ele consegue voar? Tem visão de Raio-X? Consegue lançar raios com suas mãos? Consegue escapar da sua prova de Estudos Sociais? Shazam ainda usa suas habilidades com a imprudência de uma criança, mas precisará dominar seus poderes rapidamente para conseguir lutar contra as forças do mal controladas por Dr. Thaddeus Sivana.
‘Shazam!’ chega aos cinemas em 05 de Abril de 2019.
A minissérie baseada em fatos reais, ‘Olhos que Condenam‘, continua conquistando o público ao redor do mundo e a produção já foi vista por mais de 23 milhões de usuários da Netflix, números que compreendem a audiência mundial da plataforma.
A novidade foi compartilhada com alegria pela cineasta Ava DuVernay, responsável pela série. Por meio de seu Twitter, ela compartilhou uma emocionante mensagem, refletindo sobre a importância das histórias negras serem contadas, vistas e ouvidas.
Confira:
Imagine believing the world doesn’t care about real stories of black people. It always made me sad. So when Netflix just shared with me that 23M+ accounts worldwide have watched #WhenTheySeeUs, I cried. Our stories matter and can move across the globe. A new truth for a new day. pic.twitter.com/4vgCo0aKR9
“Imagine acreditar que o mundo não se importa com histórias reais de pessoas negras. Isso sempre me entristeceu. Então, quando a Netflix compartilhou comigo que mais de 23 milhões de pessoas ao redor do mundo já assistiram Olhos Que Condenam, eu chorei. Nossas histórias importam e podem mover ao redor do globo. Uma nova verdade para um novo dia”.
Criada e dirigida por Ava DuVernay (‘Uma Dobra no Tempo‘), a minissérie conta a história real que retrata o famoso caso dos Cinco do Central Park.
A trama conta a história de cinco adolescentes negros do Harlem condenados por um estupro que não cometeram. A minissérie em quatro partes reconstitui a trajetória de Antron McCray, Kevin Richardson, Yusef Salaam, Raymond Santana e Korey Wise, dos primeiros interrogatórios em 1989 à absolvição em 2002 e o posterior acordo de indenização com a prefeitura de Nova York em 2014.
A série antológica de terror da Hulu, ‘Monsterland’, está ganhando forma e mais um membro de seu elenco foi revelado.
A mais nova adição à produção é a atriz Kelly Marie Tran, mais conhecida por ter estrelado a saga mais recente de ‘Star Wars‘.
Tran estrelará o episódio “Iron River, MI“, interpretando Lauren, uma mulher que retorna à sua pequena cidade natal no estado de Michigan para o seu casamento. Após sua melhor amiga Elena desaparecer quando elas ainda eram adolescentes, Lauren conseguiu se restabelecer na vida e seguir em frente, mas coisas sobrenaturais trarão o terrível passado de volta.
“Encontros com sereias, anjos caídos e outros monstros estranhos levam pessoas quebradas a atos desesperados na tentativa de consertar suas vidas, o que ressalta a fina linha que separa o homem do monstro.”
Mary Laws is também será a produtora executiva da série.
Após tantos anos de espera, a aguardada sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ está finalmente começando a ganhar vida e o cineastaJames Gunn deu novos detalhes a respeito do seu processo de produção com o vindouro projeto.
Em uma entrevista recente à revista EW, o diretor de ‘O Esquadrão Suicida‘ compartilhou que os fãs podem esperar um filme “bem pesado”. Ele ainda ponderou que poucas alterações foram feitas no roteiro original.
“Ainda estou filmando ‘Peacemaker‘, mas estou começando a trabalhar em ‘Guardiões 3’. Para a sequência, o roteiro já está basicamente escrito há bastante tempo. Eu tenho brincado com ele de algumas maneiras ao longo dos anos, mas ele basicamente permaneceu o mesmo desde três anos atrás. É muito pesado, na verdade. É uma história mais pesada então é um processo emocional a ser percorrido”.
Com estreia prevista para maio de 2023, Gunn também revelou recentemente que as filmagens serão realizadas a partir do fim deste ano.
“A trilha sonora já está finalizada. As gravações do filme serão iniciadas no fim do ano”, ele escreveu.
Soundtrack is finished. Movie starts shooting end of year.
Infelizmente, Gunn revelou há alguns dias que pretende fazer apenas séries de TV após o lançamento do 3º filme da equipe de heróis da Marvel.
Por enquanto, não há como saber se ele falou sério ou se estava brincando, mas ele revelou que pensou sobre a ideia desde que começou a trabalhar na série do ‘Peacemaker‘.
“Estou adorando fazer [a série] do ‘Peacemaker‘. Acho que vou investir meu tempo apenas em séries de TV depois de ‘Guardiões da Galáxia 3‘. É uma possibilidade.”
Em seguida, ele compartilhou no Twitter a notícia replicada pelo The Direct e reforçou:
“Quero dizer, quem sabe! Estou aberto a tudo o que é mais gratificante e narrativo em todas as suas formas!”
A parceria entre a Jennifer Lopez e a Netflix segue cada vez mais forte e um novo projeto acaba de ser anunciado. Conforme revelado com exclusividade pelo Deadline, a artista vai estrelar a adaptação de ‘The Last Mrs. Parrish‘.
Fontes informaram ao site que o vencedor do Oscar Robert Zemeckis foi contratado para dirigir a produção, baseada na obra de Liv Constantine. O filme já está em desenvolvimento, com seu roteiro sendo escrito pelos indicados ao Oscar Andrea Berloff e John Gatins.
O projeto marcará o reencontro entre o premiado diretor e Gatins. A dupla trabalhou junta no aclamado drama ‘O Voo‘, drama estrelado por Denzel Washington e indicado ao Oscar.
A história acompanha uma vigarista (Lopez) que tem como próximas vítimas um casal rico — os Parrish. Ela se infiltra no casal fazendo amizade com a esposa e seduzindo o marido, com o plano de se tornar a próxima Sra. Parrish, apenas para descobrir que a vida da esposa é muito mais complicada do que ela poderia imaginar.
‘The Last Mrs. Parrish‘ fez sucesso ao ser escolhido porReese Witherspoon para o seu clube do livro. A obra chegou a vender mais de um milhão de cópias e foi traduzido para dezenas de países.
“Liga da Justiça é okay. Narrativamente é uma bagunça, a escala não funciona e o vilão não é bom. Entretanto, os heróis são ótimos, é um filme divertido e há um desenvolvimento de personagens surpreendentemente efetivo. Eu não amei o filme, mas há o suficiente para me deixar animado para o futuro.”
“Liga da Justiça não é um filme perfeito. Tem falhas na história e um vilão mal feito em CGI. Mas, mais importante que tudo isso, ele entende bem seus heróis. Cada membro da Liga é fantástico e é difícil escolher um favorito. É meio divertido, do começo ao fim.”
“Liga da Justiça é melhor que o esperado, mas não é um sucesso absoluto. A interação entre a equipe é bem divertida. O filme manda o Universo Estendido da DC em uma direção onde a franquia deveria estar. O Flash e o Aquaman roubam a cena. O Ciborgue e o vilão são os pontos fracos.”
“Liga da Justiça é melhor que Batman vs Superman e Esquadrão Suicida – é controlado, rude e com cenas de ação heroicas. Eu adorei a maior parte dos momentos mais leves e sinto que tem uma das melhores sequências de ação do Universo Estendido da DC Comics. E claro, a Mulher-Maravilha rouba a cena. Acho que se você vai atrás de Liga da Justiça para ver seus heróis favoritos demonstrando suas habilidades e sendo f*dões, você vai curtir. Muita ação. Muitos super-heróis sendo super-heróis.”
“A Liga da Justiça tem suas falhas, mas a diversão apagou a maior parte dos erros para mim. O elenco foi fantástico. Os personagens favoritos foram o Flash e o Aquaman. A cena pós-créditos vai fazer você gritar! Eu me diverti do começo ao fim. A expansão do Universo DC vai fazer todo mundo enlouquecer. E o Superman então…”
E aí, te deixou ainda mais animado para ver o filme?
Alimentado por sua fé restaurada na humanidade e inspirado pelo ato de altruísmo de Superman, Bruce Wayne busca a ajuda de sua nova aliada, Diana Prince, para encarar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar um time de meta-humanos para encarar essa ameaça recém-desperta. Mas apesar da formação dessa liga sem precedentes de heróis – Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Ciborgue e Flash – talvez seja tarde demais para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas.
A produção foi classificada como PG-13 (para maiores de 13 anos) por “sequências intensas de violência e ação de ficção científica, linguagem e algumas referências grosseiras”.
Antes mesmo de estrear, o novo filme da Marvel Studios já está quebrando alguns recordes. Só nos EUA, a pré-venda de ingressos no site Fandango já é maior do que a observada nos últimos sete lançamentos da Marvel combinados. De acordo com o The Wrap, em comparação com ‘Pantera Negra’, a nova produção do estúdio já vendeu mais do que o dobro de ingressos.
Ansiosos? O filme tem estreia marcada para 26 de abril.
Após a bombástica saída do astro Henry Cavillda DC Comics hoje (12), a vaga de novo Superman está em aberto nos cinemas, mas aprece que esse vazio não deve durar tanto tempo assim.
De acordo com o Deadline,Michael B. Jordan, o vilão Erik Killmonger de ‘Pantera Negra’, está sendo considerado para viver o herói da DC, no lugar de Cavill.
Segundo a fonte do site, a Warner estaria tentando mudar o rumo do herói e arriscar novas histórias. Não há intenções de trazer um novo ator para o papel agora, já que um filme do herói não está nos planos, mas, futuramente, é possível que Jordan assuma como um dos fortes candidatos.
Vale lembrar que essa informação não foi confirmada pelo estúdio e tudo ainda não passa de um rumor.
A Warner estaria em busca de um Batman e um Superman mais jovens para futuros novos filmes envolvendo os personagens, alegando que ambos “são como James Bond: sempre podem ser substituídos por atores mais novos”.
Lançado neste mês, Elio segue em cartaz nos cinemas para contar a história de Elio, um garotinho órfão que é acolhido pela tia, após perder os pais em um acidente trágico. Partindo do momento da perda, o longa mostra o garotinho tentando lidar com seus sentimentos por meio de um fascínio pelo espaço sideral, descoberto acidentalmente em uma exposição no trabalho da tia, que é funcionária da NASA. Movido pela possibilidade de haver vida fora da Terra, Elio acredita que ele poderá encontrar alguém que o entenda em outros planeta. Por isso, ele dedica grande parte de seu tempo a tentar fazer contato com seres alienígenas.
Porém, o que parecia um sonho distante logo vira realidade, quando ele acaba sendo abduzido por aliens, depois de interceptar uma mensagem enviada por eles. Levado ao ‘Comuniverso’, o garoto é recebido como o líder da Terra e se mete em uma confusão daquelas: precisa mediar um conflito diplomático com uma raça de ETs guerreiros, pondo em risco não apenas sua própria vida, mas a de todo o planeta Terra. Agora, Elio e os outros extraterrestres vão ter que encontrar um meio de resolver esse confusão.
A convite da Disney, o CinePOP participou de uma conversa com os dubladores brasileiros do filme, que conta com a estreia da atrizJuliana Paiva na dublagem. No filme, ela interpreta a tia Olga, e disse estar realizando um sonho.
“Foi a realização de um sonho. Eu já tinha a vontade de dublar e sou apaixonada por desenhos, principalmente da Disney/ Pixar. Aprendi muito e tenho muita lembrança afetiva de lições, músicas e histórias desses filmes. Fiquei muito feliz com essa oportunidade, ainda mais se tratando de Elio, que tem mensagens lindas. A Olga é uma personagem profunda, que fala sobre diferentes configurações de famílias, e eu tô muito encantada com o universo da dublagem. Como é difícil interpretar sem a troca de um parceiro de cena, e isso traz uma responsabilidade especial porque isso vai virar registro para muitas crianças. Elas vão assistir e criar uma memória afetiva para a vida inteira. Então, não é um peso, mas um sonho. É algo leve que se torna uma realização profissional com sabor de infância”, contou Juliana Paiva.
Parte importante do ‘Comuniverso’, a Embaixadora Questa foi vivida pela dubladora Júlia Ribas, que definiu a experiência como uma responsabilidade muito grande.
“Eu já havia dublado para a Pixar antes, em Produção de Sonhos, que foi direto para o Disney+. E agora Elio foi para os cinemas. É muito legal. Dublar para a Pixar é sempre uma responsabilidade muito grande. É uma produção muito linda, muito bem-feita. E são personagens incríveis. Mas foi muito legal poder participar desta história”, disse.
Já Márcio Marconato interpretou o Embaixador Helix, que ajuda na recepção de Elio no espaço sideral. Ele também destacou as mensagens importante que o filme passa.
“É sempre muito gratificante, porque a Pixar traz sempre histórias muito humanas, divertidas. E é sempre muito bom para fazer. Sempre fico muito feliz quando recebo o convite para fazer um filme da Pixar, porque você sabe que vai fazer um filme envolvente, com muita ação e mensagens de amizades”, comentou Márcio.
Ainda falando sobre sua estreia na dublagem, Juliana Paiva falou sobre uma conexão com sua criança interior na hora de fazer o trabalho.
“Foi o melhor dos mundos [estrear em ‘Elio’]. Quando eu recebi o telefonema, me emocionei muito. Estava nos meus planos dublar uma animação desse tamanho, mas é um sonho que não depende só da gente. Então, que sonho está sendo esse projeto. Conforme eu fui mergulhando mais no universo de ‘Elio’, no universo da Olga, eu fui me apaixonando mais por todos os recados que essa animação traz. A gente descobre que o filme é uma sessão de terapia em grupo, porque tem o encantamento da infância, já que é um filme que está esteticamente lindo, com uma galáxia linda – e sugiro que as pessoas assistam em 3D -, mas também por entender que é uma aventura sobre encontrar seu lugar no mundo, ressignificar fatos quando a vida te dá uma rasteira, sabe? Minha personagem é uma tia que se vê diante de uma maternidade precoce, lidando com um garoto órfão que se sente excluído. É uma aventura infantil, mas é um filme de gente grande. A Disney/ Pixar faz isso com a gente. Por isso a emoção de poder fazer esse trabalho, porque falou com a ‘Julianinha’ que via esses filmes e agora faz parte da construção dessa magia para outra geração”, concluiu.
No filme, uma das características mais irritantes e divertidas do Elio é que o menino desenvolveu um idioma próprio para se comunicar com os pais e com a tia, que não entende muito bem o “Elioês”.
“Foi a coisa mais difícil de fazer. O Elioês é um linguajar, tipo a língua do P, que o Elio criou com os pais dele. E a Olga tenta aprender para conquistar esse coraçãozinho rebelde do sobrinho. Foi muito difícil, tive que gravar várias vezes porque ela ainda não sabe bem, então ela erra bastante. Mas foi muito divertido. Eu cheguei a sonhar com isso. Mas é a forma dela mostrar que quer fazer parte desse universo do Elio”, revelou Juliana Paiva.
Da mesma forma, o longa traz alienígenas que falam português, por meio de tradutores universais, mas que também trazem momentos falando seus idiomas alienígenas estranhos, que são barulhos pra lá de esquisitos. Se para o público já é difícil de entender esses sons, imagine para os dubladores. Felizmente, conforme explicou Júlia, esses barulhos não precisam ser dublados.
“Dependendo do som que tem, a gente não chega a dublar. A gente faz os sons que vêm como a língua deles. E eu tive uma facilidade, apesar de estar com o coração acelerado por ser uma produção da Disney/ Pixar, porque a Questa não tem boca, né? Ela tem uns tentáculos, então não tive essa dificuldade de sincronia labial, mas a gente tem que entrar na energia, na voz do personagem. Mas os sons extraterrestres, a maioria deles, a gente acaba não fazendo”, explicou Júlia Ribas.
Cada família sabe as dores e os sabores de viver entre os seus. Há os momentos bons, inesquecíveis, mas também há muitos momentos de tretas e confusões ferrenhas – que, muitas vezes, até mesmo, acabam algumas relações. Mas também com o tempo, com os rumos que a vida de cada um leva, às vezes a distância, forçada ou não, vai moldando os novos rumos das interações familiares. Esta é a proposta trazida em ‘Pai Mãe Irmã Irmão’, novo filme autoral que chega a partir de hoje no circuito exibidor brasileiro.
Ao longo de uma hora e cinquenta, nos deparamos com três histórias – cada uma com mais ou menos a mesma duração. Na primeira, conhecemos um filho, Jeff (Adam Driver, de ‘História de um Casamento’) e uma filha, Emily (Mayim Bialik, de ‘Big Bang Theory’) que vão visitar um Pai (Tom Waits), que vive numa casa afastada da cidade. Eles levam presentes, mas, a real, é que o assunto entre eles praticamente não existe. Em uma segunda história, uma filha, Timothea (Cate Blanchett, de ‘O Senhor dos Anéis’) e sua irmã, Lilith (Vicky Krieps, de ‘Tempo’) vão visitar a mãe (Charlotte Rampling), que mora num bairro de classe média alta no centro de Londres. A diferença entre ambas as irmãs é nítida, porém à mesa, as duas e a mãe se comportam como a aristocracia manda, num lanche milimetricamente calculado. Por fim, conhecemos dois irmãos gêmeos, Skye (Indya Moore, de ‘Escape Room 2’), que acaba de chegar dos Estados Unidos, e Billy (Luka Sabbat, de ‘Os Mortos não Morrem’), cujos pais morreram num trágico acidente aéreo e, agora, ambos revisitam o antigo apartamento dos pais atrás de memórias dos bons tempos.
Entre ambas as três histórias, alguns elementos reaparecem nas tramas como um assunto em comum: a possibilidade ou não de se brindar com algum tipo de líquido que não alcoólico; a pureza da água que se bebe na Inglaterra; a reunião dos personagens ao redor de uma mesa com alimentos, entre outros. Há também falas que se repetem, para construir uma atmosfera que faz com que essas famílias, apesar de suas diferenças, sejam iguais em alguma medida.
O que mais atrai no roteiro de Jim Jarmusch (de ‘Paterson’) é a forma direta e sincera com que constrói as relações silenciosas e estranhas entre familiares que, a princípio, deveriam ter intimidade. E numa camada invisível, cabe ao espectador especular se a falta de afeto físico ou de aproximação entre os personagens (principalmente nas primeiras duas histórias) tem a ver com a cultura inglesa, menos calorosa que a latino-americana, ou se tem a ver com o próprio distanciamento que o tempo faz com as pessoas, ao ponto de cada um seguir seu rumo na vida e, quando se reúnem novamente, não há mais assunto em comum, memórias recentes que fazem com que o gelo, o climão seja facilmente desfeito.
Também dirigido porJim Jarmusch, o diretor consegue com muita facilidade construir um clima de tensão e de constrangimento entre os personagens que dura uma eternidade enquanto a visita acontece, e isso imediatamente causa desconforto no espectador, afinal, todo mundo já passou por uma situação de visita de tabela a qual a gente reza para acabar logo. Esse sentimento – do filme e no espectador – só muda na última história, que traz alguma esperança em sinalizar que, na ausência dos pais, os filhos conseguem andar com suas próprias pernas, mantendo entre si uma relação mais amigável.
Importante nome do cinema autoral, Jim Jarmusch traz em seu ‘Pai Mãe Irmã Irmão’ uma proposta que tira o espectador da sua zona de conforto e traz uma reflexão individual. Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza, é uma opção alternativa nos cinemas brasileiros.
Depois de treze anos desde seu último lançamento, ‘Life In Mono’, Emma Bunton voltou às plataformas de música de todo o mundo com uma reestreia inesperada e sem muita cerimônia – o breve e nostálgico ‘My Happy Place’. E talvez seguindo o passado de sua última produção, que trazia composições respaldadas nos clássicos anos 1960 sem perder sua personalidade Spice Girl, seu quarto álbum de estúdio resolve emular alguns nomes bastante famosos da indústria fonográfica, mais precisamente do clássico pop iniciado décadas atrás. Porém, ao ouvir as poucas faixas que o CD nos traz, é quase imediato sentir que Emma parece estagnada em um passado remoto, preferindo reviver os dias de glórias que seguir em frente.
O disco já começa com um delicioso pop intitulado “Baby Please Don’t Stop”, cuja rendição explora os melhores vocais da cantora e cria uma atmosfera envolvente, sexy e de tirar o fôlego. O início sutil já apresenta sua porção de criatividade apenas para explodir em um dançante chorus que, por mais nostálgico que se mostre, ainda é carregado de uma personalidade aplaudível e não se assemelha a nenhuma outra produção criada por Bunton. Inclusive, a artista fica responsável pela composição de uma letra que se rende às declarações de amor mais sedutoras possíveis, nos deixando animados para o restante da obra.
E é exatamente aí que as coisas se perdem. Àqueles com certeza absoluta de que o álbum se manteria no escopo pop sofrem com uma queda brusca de “I Wish I Could Have Loved You More”, uma contraposição que deixa a desejar por não explorar todo o potencial que promete. A presença da guitarra nos arremessa direto para as últimas décadas do século passado – e, no caso, são os instrumentais que ganham nossa atenção. As lyrics trazidas para essa track são repetitivas e culminam em uma produção nem um pouco coesa, alheia a qualquer sentido que poderíamos buscar. Realmente, nem mesmo a procura mais minuciosa melhora nossa primeira impressão: o rock-pop transforma-se em uma construção orquestral pincelada por saxofones inexplicáveis e vocais que nem um pouco fluidos.
Ao longo das outras canções, Emma retorna para uma zona consideravelmente melhor, alcançando um ótimo ápice com “Don’t Call Me Baby”. De forma concisa, a insurgência de um sutil violão conversa com as entradas sintéticas e a guitarra elétrica e trilha um caminho que pode não prezar pelo crescendo plástico, mas que funciona em sua completude. É interessante analisar que, mesmo trazendo escopos musicais anteriores, é esta composição em questão que amarra a mensagem principal e até mesmo nos faz esquecer um pouco dos múltiplos equívocos que profusamente estouram.
O obstáculo que fala mais alto é o fato de Emma Bunton permanecer presa à época que lhe deu glória e fama: tudo bem, é compreensível que a artista não deseje abandonar trejeitos do grupo que fez parte de sua vida e faz até hoje, inegavelmente. Porém, quando ouvimos um novo álbum, ainda mais num tempo marcado por uma bolha industrial prestes a explodir, o primeiro foco de atenção é a singularidade – que, em ‘My Happy Place’, luta para ter voz. Além de emular o clássico de Candie Payton (“I Wish I Could”, que poderia ter permanecido em 2007 sem alterações ou reformulações), “Don’t Call” marca relações muito fortes com rendições de Kylie Minogue – e esse é o motivo por nos relacionarmos de imediato.
Essa possível homenagem aparece em outras faixas: “Too Many Teardrops” carrega um brilho próprio; entretanto, traz uma confusão anacrônica que resgata obras de Alanis Morissette e, mais indiretamente, de Shania Twain. “I Only Want to Be with You”, recriação da conhecida performance de Dusty Springfield, abandona a conhecida de 1963 e emerge com uma roupagem mais contemporânea, uma balada construída em conjunta com Will Young que é aprazível, mas que, após a chegada do segundo bloco, entra em um contínuo melancólico e monótono demais até para os ouvidos menos experientes.
“You’re All I Need to Get By”, por sua vez, que também é homenagem à original de Marvin Gaye, traz um duo harmônico e com uma estruturação muito mais forte, que se perde apenas pelo inquebrantável ciclo. Porém, a adição dos instrumentos e da perspectiva contemporânea de Jade Jones tem uma praticidade adorável, cujos tons próprios do R&B são muito interessantes. “Come Away with Me”, todavia, é uma pura reciclagem mimética que dá uma sensação datada que se mantém até as últimas canções do álbum.
Emma resolve prestar menção às Spice Girls ao reviver o melódico “2 Become 1” ao lado de Robbie Williams. Mais uma vez, o reaproveitamento de algo que ajudou a criar não atinge uma plenitude envolvente o suficiente – contudo, não podemos tirar méritos dos acordes primários do violão e da fusão aplaudível de Bunton e Williams, que sabem o que estão fazendo com suas eloquências vocais ao mesmo tempo que deixam o fio da meada se perder. Um paradoxo que poderia ter sido previsto, mas infelizmente não o é.
‘My Happy Place’ é, com bastante clareza, um álbum repleto de homenagens, uma declaração de amor para suas influências e para aquilo que lhe dá conforto. Porém, considerando que Emma permaneceu mais de uma década sem retornar à música, era de se esperar que ela entregasse algo com um pouco mais de personalidade; porém, a cantora acaba nos entregando um álbum nada mais que divertido e nostálgico, perdendo a si mesma em meio a tantas emulações desnecessárias.
A Variety divulgou um vídeo exclusivo dos bastidores de ‘High School Musical – O Musical’, série baseada na trilogia homônima de Kenny Ortega, no qual o elenco e a equipe técnica falam sobre a trilha sonora da produção.
Confira:
Recentemente, a Disney divulgou cartazes individuais dos personagens, destacando o visual de Nini (Olivia Rodrigo), Ricky (Joshua Bassett), Gina (Sofia Wylie), EJ (Matt Cornett), Kourtney (Dara Renee), Carlos (Frankie A. Rodriguez), Ashlyn (Julia Lester), Big Red (Larry Saperstein), Jenn (Kate Reinders), e Sr. Mazzara (Mark St. Cyr).
Lembrando que plataforma de streaming já renovou a produção para sua 2ª temporada!
Confira o trailer oficial abaixo:
O elenco é composto porJoshua Bassett (da série A Irmã do Meio), Olivia Rodrigo (‘Bizaardvark’), Kate Reinders (‘Modern Family’), Sofia Wylie (‘Andi Mack’), Matt Cornett (‘Bella e os Bulldogs’), Dara Renee’ (‘Sexta-Feira Muito Louca’),Julia Lester (‘Mom’), Frankie Rodriguez (‘Modern Family’) e Larry Saperstein.
A 1ª temporada contará com 10 episódios e a história segue um grupo de estudantes de teatro de East High que se reúnem para produzir uma peça de inverno. A série será em uma espécie de documentário, com os personagens contando e mostrando como anda o desenvolvimento da apresentação e todos os detalhes.
Os protagonistas serão Ricky e Nini. O garoto é descrito como um “namorado sarcástico” e a “estrela” da série. Quando Nini decide terminar com ele, o jovem, que acredita não ser bom em nada, se candidata para estrelar a peça da escola. Tudo faz parte do seu plano para reconquistar a amada.
Segundo o The Hollywood Reporter, o lendário cineasta James Wan já tem outro projeto em vista: a adaptação da novelette‘Hunting Season’, assinada por Frank M. Robinson.
A história gira em torno de um oficial da lei do futuro que é declarado inimigo do Estado e sentenciado à execução ao ser mandado para o passado e perseguido por um pelotão. O homem tem três dias para se acostumar com a nova era e encontrar um jeito de sobreviver.
A narrativa foi publicada em 1951 na famosa Astounding Science Fiction Magazine, tendo sido relançada em diversas coleções desde então. Robinson foi um prolífico nome da ficção científica na década de 1950 e escreveu o discurso do ativista Harvey Milk nos anos 1970. Ele morreu em 2014, aos 87 anos.
Wan será o produtor executivo ao lado do conhecido colaborador Michael Clear. Susan Montford, Peter Luo, Judson Scotte Cory Kaplan também irão supervisionar o projeto.
Derek Kolstad (‘John Wick’, ‘Falcão e o Soldado Invernal’) assina o roteiro da adaptação.
A história é centrada em Sobiech, um adolescente da cidade de Lakeland que se tornou uma celebridade e que morreu de uma rara forma de câncer ósseo em 2013. Ele ganhou fama ao interpretar sua própria versão da música “Clouds”.
A Walt Disney estendeu seu acordo com o aclamado diretor Ryan Coogler e com o estonteante universo do filme ‘Pantera Negra’.
Segundo o Deadline, a Casa Mouse fechou um contrato televisivo de cinco anos com Coogler e com sua produtora, a Proximity Media. O realizador também está trabalhando em uma série para o estúdio – um drama baseado no Reino de Wakanda para o Disney+.
“Ryan Coogler é um realizador único, cuja visão e abordagem o tornaram um dos melhores de sua geração”, disse Bob Iger, presidente-executivo da Disney. “Com ‘Pantera Negra’, Ryan trouxe uma história revolucionária e personagens icônicos à vida, de uma forma significativa e memorável, criando um momento cultural emocionante. Estamos empolgados de fortalecer nosso relacionamento e contar mais histórias ótimas com Ryan e seu time”.
Coogler, por sua vez, comentou: “É uma honra fazer parceria com a Walt Disney Company. Trabalhar com eles em ‘Pantera Negra’ foi um sonho se tornando realidade. Como ávidos consumidores de televisão, não poderia estar mais feliz em lançar nossos projetos televisivos com Bob Iger, Dana Walden e todos os estúdios incríveis sob o comando da Disney”.
Por enquanto, nenhuma informação sobre elenco e narrativa foi confirmada acerca da série.
Vale lembrar que Coogler também retorna como diretor e roteirista de ‘Pantera Negra 2’, que tem estreia agendada para 08 de julho de 2022.
O aguardado terror ‘A Lenda de Candyman’ ganhou mais um belíssimo cartaz oficial, compartilhado originalmente pelo site Bloody Disgusting.
Confira:
Lembrando que a sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 26 de agosto.
O filme acompanha Anthony, um artista socialmente pronunciado em Chicago que pesquisa a lenda urbana de Candyman. Depois de investigar o último paradeiro conhecido do assassino, assassinatos estranhos começam a ocorrer em torno de Anthony. O protagonista desempenhará um papel semelhante ao de Helen Lyle, a personagem principal do filme original.
A mundialmente famosa drag queenPabllo Vittar lançou hoje (31) a aguardada colaboração “Follow Me”, performada ao lado da aclamada artista Rina Sawayama.
A música já está disponível em todas as plataformas de streaming, enquanto o videoclipe será lançado amanhã, 01 de abril. Uma prévia da canção havia sido performada no último dia 25, durante a apresentação da cantora no Lollapalooza 2022.
A faixa deve funcionar como lead single de seu próximo álbum de estúdio.
Ouça:
Vittar tornou-se mundialmente conhecida após o lançamento de seu álbum de estreia, ‘Vai Passar Mal’, que trouxe diversos sucessos comerciais e caiu no gosto popular da comunidade LGBTQ+. Em 2018, divulgou ‘Não Para Não’, que teve recepção sólida por parte da crítica e entrou para diversas listas de veículos de imprensa como um dos melhores álbuns nacionais do ano (incluindo a Rolling Stones Brasil).
Seu terceiro álbum, ‘111’, também veio acompanhado de um compilado de remixes que contou com colaborações como Lorena Simpson, Jaloo e Pocah. Seu quarto álbum, ‘Batidão Tropical’, foi lançado no ano passado e contou com músicas como “Triste com T” e “Ama Sofre Chora”.
Durante sua carreira, a artista levou para casa dois troféus APCA, um prêmio Multishow de Música Brasileira, um MTV Millenial Awards Brasil, um MTV Europe Music Awards, além de ter sido indicada a um Grammy Latino.
Também se juntam ao elenco Brandon Grace como Grey e Éanna Hardwicke como Sebastian.
Criada por Brian Young, a série é baseada na animação ‘O Clube das Winx‘.
A trama acompanha cinco amigas fadas que chegam a Alfea, um internato mágico localizado em Outromundo, onde devem aprender a dominar seus poderes enquanto se aventuram entre amores, rivalidades e os monstros que ameaçam sua própria existência.
Os co-CEOs da DC, James Gunn e Peter Safran, revelaram diversas novidades para o futuro do universo super-heroico e aproveitaram para anunciar uma nova série intitulada ‘Paradise Lost’ (via ComicBook.com).
A produção, que servirá como pré-sequência de ‘Mulher-Maravilha’, terá como escopo principal a ilha de Themyscira (conhecida coloquialmente como “Ilha Paraíso”).
A narrativa irá explorar as gerações que vieram antes da heroína nascer, sendo descrita como uma série no estilo ‘Game of Thrones’ e delineando as políticas e as aventuras das Amazonas.
Durante o anúncio, Gunn não revelou quem estará envolvido com o projeto.
“Essa é uma história no estilo ‘Game of Thrones’, sobre a atmosfera da Ilha Paraíso, lar das Amazonas e local de nascimento da Mulher Maravilha”, ele disse. “E isso envolve toda a obscuridade e o drama e a intriga política por trás dessa sociedade matriarcal. É uma história de origem sobre: como essa sociedade surgiu? O que ela significa? Como é a política delas? Quais são suas regras? Quem está no comando? Quais são os jogos que elas jogam entre si? Acho que é algo muito animador”.
‘Sequestro no Ar’ (‘Hijack’), série de suspense estrelada por Idris Elba (‘Luther’, ‘A Fera’), já está disponível no catálogo da Apple TV+ e, agora, foi divulgado um vídeo promocional nos levando aos bastidores da produção.
Confira:
A trama segue a jornada de um avião sequestrado em seu caminho para Londres, em um voo de sete horas, enquanto as autoridades em terra lutam por respostas. Elba interpreta Sam Nelson, “um talentoso negociador que precisa dar o melhor de si e usar toda a sua astúcia para tentar salvar a vida dos passageiros”.
Relembre o trailer:
Contada em tempo real, a produção é composta por sete episódios.
Que Beyoncé sabe como causar um impacto, isso não é novidade para ninguém. Mas em 2013, a icônica performer promoveria uma grande revolução no cenário fonográfico com a divulgação de seu quinto álbum de estúdio, ‘BEYONCÉ’ – pelo simples motivo de não ter tido anúncio prévio ou qualquer material promocional que indicasse que a cantora e compositora estava trabalhando em mais um compilado musical. Além de ter influenciado inúmeros artistas com o lançamento surpresa, o disco também promoveu uma mudança considerável na indústria, sendo responsável por mudar o dia de estreias de álbuns para a sexta-feira (como notado por diversos estudiosos e especialistas). E, tais aspectos à parte, a obra é impecável do começo ao fim e retoma a estética testamentária e conceitual que ela já vinha explorando nos últimos anos.
Se os álbuns iniciais de Beyoncé tinham um elo mais forte com as tendências do escopo mainstream – fossem infundidos com R&B, pop ou rap -, esta obra-prima musical se afastaria dos convencionalismos em prol de uma abordagem mais conceitual e que reiterasse, novamente, uma habilidade incrível de reinvenção e repaginação. Mesmo que estejamos analisando a versão padrão do álbum, a sólida jornada sinestésica e multimidiática promovida pela cantora é de tirar o fôlego e é redescoberta em camadas e mais camadas de profundidade toda vez que a ouvimos e canalizamos nossa atenção para um aspecto em particular. Entretanto, o que se exalta em foco principal é a explosão de incursões inesperadas que regem cada canção, movendo-se graciosamente por instrumentos contrastantes e um time de produção que demonstra estar sempre atento aos mínimos detalhes.
Nos anos anteriores a seu quinto álbum de estúdio, a performer parecia estar mais restrita ao que as pulsões mercadológicas falavam – isto é, acerca de como ela deveria se portar dentro das canções e dos versos para alcançar sucesso. Foi a partir de ‘4’ que ela percebeu que, uma vez imortalizada no show business, era possível desvencilhar-se do que os outros falavam e fazer o que bem entendesse: ‘BEYONCÉ’, dessa maneira, é um antro de hinos de independência que exaltam o empoderamento, o feminismo e sua posição dentro de um espaço que lutou para conquistar. Não é surpresa, pois, que encontremos inflexões bastante diferentes, que usam e abusam dos estilos a que estava acostumada, mas enfeitados com construções conceituais que delineiam uma afeição ao art pop, ao synth, ao neo-disco, ao electro-funk (subgêneros que vinham ganhando força através de nomes mais contemporâneos).
A jornada experimental tem início com uma das faixas mais conhecidas da carreira da nossa Queen B, “Pretty Hurts”. Auxiliada pela produção concisa e explosiva de Ammo, a power-ballad resgata a predileção de Beyoncé pelas narrativas antêmicas e por uma crítica social pungente e necessária – arquitetando uma análise da cultura da beleza e de que forma isso impacta principalmente as mulheres (“perfeição é a doença de uma nação” e “é a alma que precisa de cirurgia” são dos dois versos que resumem as mensagens que quer transmitir aos ouvintes); em uma sequência contraposta, somos apresentados a uma das várias joias do compilado, “Haunted”, uma envolvente e empolgante amálgama de R&B e trip-hop que drena inspiração de uma visão mais marxista do próprio trabalho (“todas essas pessoas no planeta trabalhando das 9 às 5 só para sobreviverem”).
O compilado é dotado de inúmeras tracks que exalam originalidade e uma confiança performática de tirar o fôlego – por incrível que pareça, ainda maiores que faixas mais antigas. Uma das melhores (se bem que é difícil encontrar algum defeito dentro do disco) é a icônica e memorável “Partition”. O enredo da canção traz diversas interpolações exímias, incluindo uma referência surpreendente ao escândalo envolvendo o ex-presidente Bill Clinton e a ex-secretária Monica Lewinsky, e discorre sobre um casal tendo relações sexuais em uma limusine – com os versos engolfados em um impecável electro-R&B. “Flawless”, por sua vez, Beyoncé se inspira na filósofa e acadêmicaChimamanda Ngozi Adichie para refletir sobre o papel da mulher na sociedade em uma expressividade feminista guiada pelo trap.
As parcerias da artista também funcionam com mágica encantadora: temos a espécie de sequência de “Crazy in Love”, “Drunk in Love”, performada ao lado do marido, Jay-Z, e aproveitando para recuperar as incursões orientais do pop árabe, fundindo-o com a dissonância dos pratos da bateria e do trap; “Mine”, cantada junto ao rapper Drake, começa como uma balada e transforma-se em uma narcótica rendição enfeitada com hip hop e elementos do Afrobeats; e “Superpower”, trazendo colaboração com o incrível Frank Ocean, é uma sutil doo-wop que parece nos transportar a outra dimensão – uma dimensão que prenuncia o fim dessa saudosa aventura. E, certamente, o álbum não poderia terminar de forma diferente senão com a cândida e emocionante “Blue”, em que a cantora traz a própria filha, Blue Ivy, para acompanhá-la nos vocais.
‘BEYONCÉ’ não é apenas um marco na carreira de sua artista epônima, mas também um marco no cenário fonográfico. A aclamação que recebeu e que continua recebendo não vem com nenhuma surpresa – tendo aparecido em múltiplas listas de melhores obras da década passada e do século. Aqui, Queen B mostra que ainda tem muito a contar para seus fãs e faz isso com maestria invejável e que reafirma sua importância infindável para a história da música.
‘Acima de Qualquer Suspeita‘ (Presumed Innocent), nova minissérie de suspense estrelada por Jake Gyllenhaal (‘Homem-Aranha: Longe de Casa’), chega este mês ao catálogo da Apple TV+.
A produção tem estreia agendada para o dia 12 de junho na plataforma de streaming.
Baseada no romance homônimo de Scott Turow, a trama leva os espectadores a uma jornada pelo terrível assassinato que vira o Ministério Público de Chicago de cabeça para baixo quando o promotor-adjunto Rusty Sabich se torna o suspeito do crime. A série explora a obsessão, o sexo, a política, o poder e os limites do amor, enquanto o acusado luta para manter a família e o casamento unidos.
O elenco ainda conta com Ruth Negga, Bill Camp, O-T Fagbenle, Chase Infiniti, Nana Mensah, Renate Reinsve, Peter Sarsgaard, Kingston Rumi Southwick e Elizabeth Marvel.
J.J. Abrams, de ‘Lost‘, e David E. Kelley, de ‘Big Little Lies‘, estão adaptando o romance e vão atuar como produtores executivos, ao lado de Gyllenhaal.
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