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Andy Serkis foi chamado de última hora para dar vida ao Knull em ‘Venom 3: A Última Rodada’

Andy Serkis confirmou ao Screen Rant que foi escalado de última hora para interpretar Knull em ‘Venom 3’.

“Houve uma conversa de ‘Isso pode continuar. Ele é um personagem bem grande’, e eu fiquei tipo… Bem, vamos ver o que acontece.”

O ilustrador Karl Lindberg publicou algumas artes conceituais inéditas do vilão Knull (Andy Serkis). É esperado que o vilão ganhe mais destaque no futuro.

Confira:

Apesar das críticas mistas, Venom 3: A Última Rodada’ vem se sagrando como um grande sucesso financeiro para a Sony Pictures, tendo ultrapassado recentemente a marca de US$450 milhões nas bilheterias mundiais.

Agora, a companhia está preparando o lançamento do longa-metragem em Blu-ray e outras mídias físicas – com os primeiros detalhes sobre os materiais extras já revelados.

Segundo o perfil Cryptic HD Quality, a versão em Blu-ray contará com nada menos que sete cenas deletadas (que, juntas, totalizam 11 minutos extras em relação à duração nos cinemas).

E isso não é tudo: para a alegria dos fãs, foram confirmados nove vídeos inéditos de bastidoresum videoclipe.

Vale lembrar queVenom 3: A Última Rodada’ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Assista à nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Em Venom: A Última Rodada, Tom Hardy retorna ao papel de Venom, um dos maiores e mais complexos personagens da Marvel, para o filme final da trilogia. Eddie e Venom estão fugindo. Perseguidos pelos dois mundos, a dupla é forçada a tomar uma decisão devastadora que vai fechar as cortinas da última rodada de Venom e Eddie. 

Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assume a direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Hardy.

O elenco ainda conta com Chiwetel Ejiofor, Juno Temple, Rhys Ifans, Peggy Lu, Alanna Ubach e Stephen Graham.

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‘VelociPastor’: Saiba aonde assistir ao terror trash sobre o padre que vira dinossauro

O terror trash VelociPastor já está disponível no streaming, mas você precisa de uma assinatura dentro do Prime Video para assistir.

O filme ficou disponível no Canal Boo! e recebeu apenas 59% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. É terror, e é trash mesmo. Assumido.

Uma verdadeira e inesperada grata surpresa, ‘The VelociPastor‘ é aquele tipo de filme de baixo orçamento que abraça totalmente suas limitações e transforma cada uma delas em virtude. Misturando terror sobrenatural, kung fu, humor absurdo e uma curiosa crise espiritual, o longa é curto, direto e surpreendentemente eficaz ao equilibrar o nonsense mais escancarado com uma inteligência autoconsciente que raramente se vê em produções desse tipo.

Confira um clipe, junto ao trailer completo:

A trama acompanha Doug Jones (Greg Cohan), um jovem padre profundamente abalado pela morte trágica de seus pais. Consumido pela culpa, pela fé em frangalhos e por questionamentos sobre seu próprio papel no mundo, ele acaba se envolvendo em uma sequência improvável de acontecimentos: ao viajar para a China, Jones se vê literalmente no lugar errado, na hora errada, em meio a uma violenta guerra territorial marcada por extermínios brutais. É nesse cenário caótico que o protagonista adquire, de forma completamente acidental, a habilidade de se transformar em um dinossauro — ou, mais precisamente, em um “guerreiro lagarto” — sempre que é submetido a situações extremas de estresse ou perigo.

Inicialmente, Doug rejeita completamente essa nova identidade monstruosa, bem como as consequências violentas que ela traz. As transformações resultam em vítimas ocasionais, geralmente criminosos como ladrões e estupradores, o que apenas intensifica o conflito interno do personagem entre fé, moralidade e justiça. No entanto, tudo começa a mudar quando ele conhece Carol (Alyssa Kempinski), uma estudante de pós-graduação que também trabalha como garota de programa. Com seu jeito acolhedor e uma visão de mundo surpreendentemente empática, Carol se torna o apoio emocional que Doug precisava para aceitar sua condição e redefinir seu propósito. A partir daí, ele passa a enxergar sua maldição como uma possível missão divina, decidindo agir como um improvável — e nada ortodoxo — vingador do Senhor.

Lançado em 2019, ‘The VelociPastor‘ tem apenas 75 minutos de duração e ostenta, sem qualquer vergonha, efeitos especiais de dinossauros que claramente parecem ter sido comprados em uma loja de brinquedos infláveis. Ainda assim, o filme demonstra uma consciência rara sobre até que ponto deve levar sua própria proposta a sério — ou melhor, exatamente o quanto não deve. Essa autoconsciência é o que torna a experiência tão divertida: o longa sabe rir de si mesmo, mas nunca trata seu público como ingênuo.

Greg Cohan é carismático no papel principal, sustentando a narrativa com uma atuação que transita com facilidade entre o drama existencial, o humor involuntário e o completo absurdo. As risadas surgem com frequência, assim como doses generosas de gore, tudo embalado em uma estética propositalmente exagerada. No fim das contas, ‘The VelociPastor’ é uma celebração do cinema trash feito com criatividade, paixão e um senso de humor afiado — uma obra que entende perfeitamente suas limitações e se diverte explorando cada uma delas.

O longa foi escrito e dirigido por Brendan Steere.

O elenco conta com Claire Hsu, Nicholas M. Garofolo e Alyssa Kempinski.

Grandes filmes sobre caçadas à Serial killers no estilo de ‘Dahmer: Um Canibal Americano’

Não é de hoje que muitos filmes sobre misteriosos assassinatos circulam pelas produções mundiais. Geralmente navegando entre o thriller e o suspense (sim, há diferença entre esses dois termos!), no primeiro com os acontecimentos acontecendo de maneira rápida e o segundo buscando linhas mais elaboradas de tensão, esses filmes nos prendem a atenção exatamente por conta da eterna curiosidade humana em saber as verdades de cada caso. Alguns inclusive adotam o recurso do Plot twist em sua narrativa gerando ainda mais surpresas (ou não) para o espectador.

Com o sucesso da minissérie ‘Dahmer: Um Canibal Americano‘, que chegou ao catálogo da Netflix há pouco mais de uma semana e continua dominando o TOP 10 , decidimos explorar esse universo onde buscamos junto com os personagens descobrir quem são as mentes malucas por trás de crimes terríveis, separamos abaixo uma lista com alguns bom filmes sobre caçadas à Serial killers.

 

O Silêncio dos Inocentes

Um do grandes clássicos do cinema e sem dúvidas um dos maiores filmes da década de 90, em O Silêncio dos Inocentes acompanhamos uma agente do FBI que precisa buscar informações com um psiquiatra psicopata, o Dr. Hannibal Lecter, a fim de conseguir capturar um outro assassino. Um dos grandes filmes da carreira de Foster.

 

O Colecionador de Ossos

No final da década de 90, chegaria aos cinemas de todo o mundo um filme de suspense, repleto de reviravoltas e protagonizado por Denzel Washington e Angelina Jolie, O Colecionador de Ossos. Na trama, acompanhamos a saga de uma jovem policial e um especialista em criminologista forense que perseguem através de pistas enigmáticas um cruel Serial Killer.

 

Copycat – A Vida Imita a Morte

Dirigido por Jon Amiel e protagonizado por Sigourney Weaver e Holly Hunter, Copycat é um suspense de meados da década de 90 e nos mostra a história de uma psicóloga criminal que tem agorafobia por conta de muitos traumas de seu passado mas precisa ajudar a polícia a identificar um assassino em série cujos crimes imitam os de assassinos famosos do passado.

 

O Guardião Invisível

As dúvidas do nosso passado passam a limpo o nosso futuro. Baseado na obra homônima da escritora Dolores Redondo, O Guardião Invisível, disponível no ótimo catálogo da Netflix, é um drama com envolventes momentos de suspense mesmo tendo um roteiro que falha em alguns arcos. Trabalha a psicologia dos personagens de maneira instigante e conta com atuações inspiradas, principalmente de sua protagonista, a inspetora Amaia Salazar, vivida pela ótima atriz espanhola Marta Etura (dos excelentes Cela 211 e Enquanto Você Dorme). A fotografia, grande destaque do filme, é impecável, uma estrutura de planos dinâmica e muito eficiente.

 

Que Dios nos Perdone

A razão e a inconsequência. A inconsequência e a razão. Indicado em categorias importante no prêmio Goya, Que Dios nos Perdone é instigante, investigativo e que detalha as feridas emocionais dos personagens captadas pelas lentes inteligentes de Rodrigo Sorogoyen, diretor do longa. Ao longo de um pouco mais de duas horas de projeção, somos envolvidos em um thriller alucinante com grandes atuações onde cada peça do quebra cabeça vai aparecendo aos poucos em meio aos conflitos morais e psicológicos dos investigadores de casos de assassinatos interligados.

 

Presságios de um Crime

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Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente. Em seu primeiro trabalho em Hollywood, o cineasta brasileiro Afonso Poyart (Dois Coelhos) se exercita no gênero do suspense/drama sem perder suas características estéticas de direção no peculiar Presságios de um Crime. Protagonizado pelo mestre Anthony Hopkins, Jeffrey Dean Morgan, Abbie Cornish e Colin Farrell, o longa-metragem, que custou perto dos 30 Milhões de dólares, fala do inconsciente, quase um exercício nolaniano. A exploração desse tema com certeza deixa o filme mais interessante, principalmente quando percebemos estar em um duelo de Médiuns Videntes.

 

Origens Secretas

Quando o herói pode estar nos lugares inimagináveis da nossa percepção. Lançado na Netflix no final de agosto de 2020, Origens Secretas, filme espanhol, escrito por David Galán Galindo e Fernando Navarro (com direção do primeiro), é um suspense repleto de referências nerds que devem agradar um público que cada vez mais busca na nostalgia o experimento de bons momentos assistindo a um filme. Os contrapontos dos personagens preenchem as poucas falhas de roteiro que passa longe de ser profundo ou pelo menos se camufla no carisma dos protagonistas. Um filme engraçado com analogias a super heróis conhecidos e situações inusitadas (às vezes até exageradas) mas que completam com muita força os arcos dos roteiro.

 

Seven – Os Sete Crimes Capitais

Em 1995, David Fincher começaria a marcar seu nome na história do cinema com a história de dois detetives que investigam um assassino psicopata que deixa pistas através dos pecados capitais. Com um elenco sensacional (Brad Pitt, Morgan Freeman, Kevin Spacey, entre outros), Seven foi um grande sucesso de público e crítica elevando o diretor de patamar.

 

Zodíaco

O sexto longa-metragem da carreira de David Fincher é baseado em uma investigação real sobre um serial killer que agiu nos EUA durante o final da década de 1960. Fincher dirigiu nesse filme bons nomes do cinema americano, como: Robert Downey Jr., Jake Gyllenhaal e Mark Ruffalo. É um dos filmes mais elogiados da filmografia de Fincher, pelos cinéfilos.

Gente Grande 2

TUDO EM DOBRO, MENOS O HUMOR

Fim de semana recheado de continuações de filmes de 2010 no Brasil. Depois de Percy Jackson e o Mar de Monstros, continuação de Percy Jackson e o Ladrão de Raios, ganhamos também esse Gente Grande 2, continuação do sucesso de público execrado pela imprensa especializada. O filme original foi acusado de tudo o que foi coisa, mas talvez a principal delas era o fato de que não tínhamos sequer uma história. Adam Sandler e seus comparsas simplesmente aparentavam terem saído de férias, rido muito, e rodado algumas imagens montadas como um filme. Bom, e lucrado muito também. Gente Grande rendeu para a Sony, mesmo sem uma história aparente, quase $300 milhões ao redor do mundo. O que é um absurdo.

Sandler possui seu público cativo, mas eu digo que você (lendo essa crítica) merece mais do que isso. Afinal somos nós quem pagamos pelas “férias” de um grupo preguiçoso, que se esforça pouco para criar cenas engraçadas e precisam apelar para a escatologia. Pense dessa forma, você gosta de se divertir e rir de pessoas caindo, e quando Kevin James (Professor Peso Pesado) cai ao bater contra uma árvore amarrada a uma corda (cena do primeiro filme). Lembre-se de que isso não é genuíno, e você estará rindo daquele amigo sem graça que apenas finge cair para chamar a atenção. Três anos depois e as coisas não melhoraram muito.

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Gente Grande 2 abre com uma cena digna de Oscar, com Adam Sandler sendo visitado por um alce que invade sua casa e urina em sua cara (Ei, isso é entretenimento!) enquanto ainda está deitado na cama, e depois na cara de seu filho no banho. Os amigos se mudaram para a cidadezinha, onde apenas passavam férias no filme original. Mas enquanto o primeiro falava sobre os protagonistas, sobre a amizade e a transição para a vida adulta (eu sei, estou retirando à força uma trama do filme, pelo menos é o que a sinopse dizia), essa segunda investida na “saga” nem sequer foca neles.

O novo filme prefere apresentar situações desconexas, subtramas que não vão a lugar algum, e situações tão bizarras que seria muito mais interessante e curioso assistir às reuniões dessa turma enquanto desenvolviam esse “projeto”.  O próprio Sandler levantou a questão durante sua entrevista no programa de David Letterman, consciente do pensamento geral sobre o fato do filme não fazer uso de um roteiro. O que acontece em Gente Grande 2 é: a personagem de Salma Hayek (Professor Peso Pesado) deseja um novo filho, coisa que seu marido, Sandler, não quer.

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De resto são situações montadas como esquetes de programas como Zorra Total, e jogadas ao longo de 101 minutos para poderem soar como algo parecido com um filme. O ex-jogador de basquete Saquille O´Neal dá as caras como um policial, e dessa vez David Spade recebe a visita de um filho que não sabia ter, idêntico a ele, porém alto, forte e criminoso.  O filme foca mais nas desventuras dos filhos dos protagonistas; e ao final tudo termina numa grande festa com temática dos anos 1980, onde muitos dos convidados (assim como o público atual de Sandler) não fazem a mínima ideia de quem são os homenageados com as fantasias.

Ah sim, ainda temos a participação do menino lobo da Saga Crepúsculo em pessoa, Taylor Lautner, realizando acrobacias reais na pele de um universitário encrenqueiro. E é claro, a cena final é uma grande briga generalizada. Temos também o irritante Nick Swardson (Dotado para Brilhar) em mais um de seus desempenhos “fascinantes” como um motorista de ônibus surreal e detestável. É claro que a maioria dos atores retornou, inclusive talentos como Maria Bello (que faz a esposa de Kevin James), afinal o salário é gordo para pouco trabalho. Mas quando nem Rob Schneider (usual colaborador de Sandler) aceita voltar, pode ser um sinal de que as coisas não vão bem…

Os MAIORES Sucessos do ano! Conheça as Maiores Bilheterias da Primeira Metade de 2022…

Embora não pareça para muitos, mas tudo mudou após a pandemia da Covid-19. É verdade que as coisas caminham intensamente para voltarem ao normal (ou o antigo normal) de novo. Diversos setores profissionais sentiram o baque nestes dois anos em que o mundo parou. Um dos mais afetados sem sombra de dúvidas foi o cinema. Bem, a pandemia também viu o mercado dos streamings ferver e fazer a indústria do audiovisual continuar ativa – se portando muito como a salvação da lavoura. Por outro lado, o mercado exibidor de grandes e pequenas redes de salas de cinema sofreram um grande dano. Mesmo as salas voltando a encher cada vez mais, o que temos hoje ainda não se compara ao que tínhamos antes em relação ao público. Muitos fecharam as portas, outros sobrevivem com a ajuda de aparelhos. A prova disso é a arrecadação nas bilheterias.

Antes da pandemia, grandes lançamentos ultrapassavam facilmente a marca de US$500 milhões mundiais, e muitos filmes medianos não faziam esforço para render acima de US$100 milhões mundiais. Hoje, são os grandes que se esforçam para chegar aos três dígitos de milhões no mundo. Muitos estúdios ainda apostam no lançamento simultâneo de filmes em cinema e streaming. Desde o início da pandemia, após o desastroso ano de 2020, algumas superproduções começaram a arrebanhar novamente os espectadores de volta aos templos – as salas de cinema. Ano passado foi Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. E este ano o sucesso estrondoso ficou por conta de Top Gun: Maverick.

2022 chegou à sua metade, mas já apresentou algumas produções que sacudiram as bilheterias provando que a tendência é, finalmente, as coisas voltarem aos eixos de novo. Desta forma, resolvemos reunir para você num top 10, os filmes mais rentáveis desta primeira metade do ano pelo mundo. Confira abaixo.

10 | Minions 2: A Origem de Gru

As bilheterias mundiais são imprevisíveis e podem mudar a todo instante. No período de poucas horas enquanto eu escrevia esta matéria, a posição de número 10 no ranking estava pronta para ser da produção chinesa de comédia, Too Cool to Kill (que será incluída ao final da lista como bônus). Após a atualização completa do último fim de semana e do dia de hoje (segunda-feira, 4 de julho), o filme chinês foi jogado para fora dos 10 mais rentáveis e o segundo Minions entrou em seu lugar. O fato é muito impressionante, já que o segundo filme das criaturinhas amarelas que adoram bananas fez sua estreia nos EUA, Brasil e em grande parte do mundo neste último fim de semana. E isso bastou para que estreasse com o pé direito, com uma bilheteria de quase US$220 milhões mundiais. De fato, é reportado que neste único fim de semana, Minions 2 superou toda a bilheteria do rival Lightyear (da Disney), em cartaz há três semanas. A animação mostra como os Minions conheceram seu mestre Gru.

09 | Os Caras Malvados

Outra animação chegando ao ranking. As animações sempre foram uma fonte muito rentável nos cinemas, é verdade. Porém, com a pandemia, se tornou uma excelente pedida para os pais que não aguentam mais ficar em casa com os pimpolhos os entretendo. Nada melhor do que uma folguinha de duas horas. Assim, essa animação bem diferenciada em questão de sua estética, com produção da Dreamworks e da Universal, se tornou um dos longas mais rentáveis deste início de 2022, com uma bilheteria de mais de US$244 milhões. Na trama, cinco animais antropomórficos (um lobo, um tubarão, uma cobra, uma tarântula e uma piranha) são criminosos de carteirinha precisando se reformar. O original conta com as vozes de Sam Rockwell, Awkwafina e Zazie Beetz.

08 | Uncharted – Fora do Mapa

No marketing e na publicidade existe o termo “venda casada”, que se refere à venda de um produto, digamos, menor junto com o produto que de fatos todos irão querer. Não dá para não pensar que foi exatamente esta a abordagem da Sony na hora de colocar nos cinemas este Uncharted, protagonizado pelo astro do momento Tom Holland, aproveitando o rastro absurdo de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa – o produto do mesmo estúdio mais vendido no ano passado. Com uma diferença pequena de tempo entre os filmes, esta aventura a la Indiana Jones, que na verdade é baseada num game extremamente popular, surfou a onda do sucesso. O filme era anunciado há certo tempo e não decepcionou. Uncharted chega em oitavo lugar com um pouco mais de US$401 milhões mundiais.

07 | Sonic 2

Mais um produto mirado para a garotada. Ninguém poderia dizer que o primeiro Sonic viveria para se tornar um dos maiores sucessos de 2020, numa era pré-pandemia. Na verdade, muito pelo contrário, já que o primeiro trailer divulgado sofreu um terrível backlash com o visual do ouriço azul. Satirizado recentemente pela Disney no novo filme do Tico e Teco (2022). Os realizadores deram ouvidos aos fãs, correram atrás do prejuízo em tempo recorde e modificaram a aparência do bichinho como todos queriam. Plástica virtual feita, o público não teve do que reclamar, e abraçou por completo o filme infantil inofensivo. Provando que conseguiu capturar novamente o raio na garrafa, a Paramount viu o segundo filme de seu mascote veloz emplacar novamente no gosto do grande público – dessa vez com os reforços da raposinha de duas caudas Tails e a equidna vermelha encrenqueira Knuckles. Será este um novo despertar dos filmes baseados em games? Se depender das bilheterias deste primeiro semestre, sim. Sonic 2 soma quase US$402 milhões mundiais.

06 | Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore

Sangue de Harry Potter tem poder! Mesmo com todas as tretas envolvendo o ator Johnny Depp e a escritora JK Rowling, a franquia do bruxinho mais famoso da sétima arte segue prosperando graças ao eco da franquia original. Fenômeno absoluto, Harry Potter se mostra incapaz de ser manchado ou desabado nem mesmo pelos boicotes de sua criadora, ou polêmicas envolvendo o elenco dos filmes. É indiscutível também que a franquia derivada Animais Fantásticos não possui a mesma ressonância. No entanto, ainda segue despertando o interesse dos fãs. Aqui, um desejo antigo dos detratores finalmente foi atendido: a substituição do astro Johnny Depp (o grande vilão desta franquia, presente nos dois primeiros filmes) por outro ator (no caso, o grande Mads Mikkelsen). Seja como for, apesar de algumas águas turbulentas em seu caminho, a Warner conseguiu arrecadar mais de US$405 milhões com seu terceiro Animais Fantásticos.

05 | Water Gate Bridge

Agora chegamos ao top 5, e logo de cara podemos notar um salto considerável de bilheteria entre o quinto e sexto posicionados. O quinto lugar soma basicamente mais US$220 milhões em relação ao sexto colocado. E aqui temos também a primeira produção asiática da lista – leia mais sobre isso no item bônus ao final da lista. Esta produção chinesa se trata da continuação de The Battle at Lake Changjin, de 2021, por si só um blockbuster asiático elencado entre as maiores bilheterias do ano passado no mundo. Os realizadores não perderam tempo e preparam rapidamente uma sequência deste drama histórico e patriótico que enaltece e homenageia os soldados chineses CPV (Chinese People’s Volunteers), os soldados voluntários, durante a Guerra da Coreia. A missão destes homens agora é focada em uma ponte, que é rota crucial da retirada norte-americana. A superprodução chinesa arrecadou mais de US$626 milhões – tudo em seu próprio solo, já que estas produções não são tão exportadas para o mundo quanto as americanas. Ter um dos países mais populosos do mundo certamente ajuda nestas horas.

04 | The Batman

Durante um bom tempo, no início de 2022, Batman foi o filme mais rentável do ano. Mas é difícil dizer que o jogo das bilheterias está ganho em março de qualquer ano. Assim, por melhor e mais elogiado que o novo filme do Homem-Morcego tenha sido, ele ainda enfrentará concorrência pesada nos próximos seis meses, e sua verdadeira luta será para se manter entre os 10 mais rentáveis de 2022. Nos três meses que seguiram de sua estreia, o blockbuster perdeu três posições, recaindo em quarto no ranking, com sua impressionante bilheteira de mais de US$770 milhões mundiais – dando outro salto em relação ao quinto lugar. Muitos estavam curiosos para saber como o jovem Robert Pattinson iria se comportar no papel e qual o teor do filme que Matt Reeves iria entregar. É seguro dizer que agradou gregos e troianos, com sua atmosfera de thriller arrepiante, quase chegando próximo a um filme de terror. Com a continuação já confirmada, só resta esperar que a nova saga do herói da DC repita o feito da trilogia anterior (de Christopher Nolan), na qual o segundo capítulo superou e muito (com praticamente o dobro) a bilheteria do primeiro filme.

03 | Jurassic World – Domínio

Como dito, desde que estreou no início de março deste ano, o novo blockbuster do Homem-Morcego parecia destinado a ser o filme do ano, dominando as bilheterias e com o potencial de bater a marca do bilhão. Bem, o longa chegou perto, mas por ser uma obra mais visceral e voltava para um clima de suspense e censura mais alta do que de costume, terminou afastando os adolescentes e as crianças. O reinado do herói da DC/Warner até durou um pouco e o filme ainda surge como o grande preferido de boa parte do público este ano. Mas aí foram surgindo outras grandes produções que aos poucos foram galgando nas bilheterias e ultrapassando a rentabilidade do morcego. Bem, como podemos ver pela lista, três filmes tiveram essa moral. O terceiro deles estreou há menos tempo, no início de junho, e ainda em cartaz pode ser que suba mais degraus em sua trajetória nas bilheterias. E o que pode ser maior do que um morcego, você pergunta? Que tal dinossauros? O terceiro Jurassic World (e sexto Jurassic Park) mistura a franquia original com o derivado e traz de volta os protagonistas do filme lá de 1993. Domínio ultrapassou com gosto a bilheteria de Batman, com mais de US$831 milhões mundiais para a Universal – e aumentando.

02 | Doutor Estranho no Multiverso da Loucura

O primeiro blockbuster a ultrapassar a bilheteria de Batman, foi o segundo filme do personagem da rival Marvel. O Doutor Estranho não é um herói tão popular assim, ainda mais se compararmos a um dos mais icônicos de todos como o Homem Morcego – podemos inclusive dizer que o mago supremo vivido por Benedict Cumberbatch pertence (ou pertencia) ao time B da casa de ideias. O que é popular, no entanto, é a máquina de fazer dinheiro chamada Marvel – que consegue transformar qualquer personagem secundário (com a ajuda de um investimento de centenas de milhões de dólares) na nova estrela do momento. Foi assim com os Guardiões da Galáxia, com o Homem-Formiga, o Pantera Negra, a Capitã Marvel e mais recentemente com Shang-Chi e os Eternos. E assim foi com Doutor Estranho também. Esse segundo filme sacudiu ainda mais as coisas. O motivo foi a promessa de um multiverso interligado, tendo iniciado nos cinemas com o fenômeno de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa. Os fãs ficaram simplesmente extasiados com as possibilidades de um filme criados nestes moldes, e correram em massa para os cinemas, fazendo Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, que estreou no início de maio, chegar perto de US$1 bilhão em bilheteria (com mais de US$951 milhões em caixa).

E a maior bilheteria desta primeira metade de 2022 é…

01 | Top Gun: Maverick

No início de maio, Doutor Estranho no Multiverso da Loucura estreou e destronou Batman como a maior bilheteria de 2022. O fato mostra que por maior que seja o personagem da DC/Warner fica muito difícil de competir com a fórmula que a Marvel criou para suas superproduções. E assim, o segundo Doutor Estranho parecia querer ficar estacionado na primeira posição, correndo rapidamente até quase atingir a marca do bilhão, mas parando antes de cruzar a linha de chegada. Seja como for, o fato não deixa de ser impressionante. Mas o que talvez ninguém contasse era que um blockbuster à moda antiga fosse chegar sorrateiramente, contando com a presença de um astro no topo de seu estrelato há 35 anos, para surrupiar a liderança da toda poderosa Marvel.

Top Gun: Maverick, continuação de um dos primeiros blockbusters da história, Top Gun: Ases Indomáveis (1986), foi um dos filmes mais adiados dos últimos anos. E muitos já o davam como filme problemático e possível fracasso – o histórico quase nunca é positivo para produções constantemente adiadas. Mas não é que quando finalmente pôde ser mostrado ao mundo, o filme recebeu elogios da maioria esmagadora dos críticos, foi aplaudido de pé por 5 minutos no Festival de Cannes e de pouco em pouco se tornou o primeiro filme a ultrapassar a barreira de US$1 bilhão em 2022. Na verdade, Maverick já soma mais de US$1.115 bilhão ao redor do mundo – se concretizando com a maior bilheteria da primeira metade de 2022.

Bônus: Too Cool to Kill

A hegemonia de Hollywood emplacando entre as maiores bilheterias mundiais já foi “atualizada” há quase 10 anos. Primeiro, os grandes estúdios americanos perceberam a potência que os países asiáticos tinham no consumo de suas produções, assim incluíam cenas a mais só para eles – como Homem de Ferro 3 (2013) fez, por exemplo. A partir de 2015 a coisa mudou de figura realmente, com produções asiáticas – em especial superproduções chinesas – emplacando entre as maiores bilheterias no mundo, e desbancando os blockbusters hollywoodianos. A situação atingiu seu epicentro em 2020 – quando cinco filmes chineses estiveram ranqueados entre os mais rentáveis daquele ano. Levando em conta que eles não exportam seus produtos com a mesma facilidade dos americanos. Essa tendência segue ocorrendo e esta produção chinesa esteve ranqueada em décima posição até o último fim de semana, com a estreia de Minions 2. Too Cool to Kill é uma comédia de farsa, onde uma atriz envolvida num esquema com criminosos, escala um atrapalhado aspirante a ator para a “fachada” de seu filme. O sujeito, no entanto, colocará tudo a perder. A produção chinesa arrecadou mais de US$217 milhões mundiais.

‘Deadpool 2’: Diretor defende decisão polêmica envolvendo Morena Baccarin

AVISO: Este post contém SPOILERS pesados sobre ‘Deadpool 2

O diretor de ‘Deadpool 2‘, David Leith, defendeu a decisão criativa de matar a personagem Vanessa, interpretada pela brasileira Morena Baccarin, nos primeiros minutos da sequência.

A decisão criou uma enorme controvérsia entre os fãs, não só porque a personagem representou um dos melhores pontos do primeiro filme, quebrando o molde de “donzela em apuros”, como também pelo fato dos roteiristas terem usado sua morte como ponto de desenvolvimento para o personagem principal.

Em entrevista ao ComicBook, Leitch explicou sobre sua decisão de matar a personagem:

“É um filme do Deadpool, e você precisa retirar dele tudo que o humaniza. Ele pode ser irritante, pode ser meio ofensivo, pode ser tudo isso, mas você precisa de um gancho emocional para enraizar o filme para que nós possamos fazer esta jornada com esse personagem e experienciar o Deadpool. “

Com a cena dos créditos finais, que é considerada oficial, o Deadpool consegue voltar no tempo e salvar a Vanessa da morte, o que abre o caminho para que ela volte a ter destaque em novas sequências. Os próprios roteiristas já declararam que gostariam de vê-la se aproximar de seu arco nos quadrinhos. Será que teremos a chance de ver a Vanessa com super poderes?

Apesar das controvérsias, Deadpool 2’ ultrapassou a marca de US$ 500 milhões na bilheteria mundial, em apenas 11 dias. O filme do Mercenário Tagarela somou US$ 218 milhões somente nos EUA e igualou o desempenho do primeiro longa, que chegou na marca também no mesmo período de tempo.

Deadpool 2 já é a terceira maior estreia do ano nos EUA ao arrecadar US$ 134 milhões em seu primeiro fim de semana e está atrás apenas dos longas do Marvel Studios‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Pantera Negra’.

‘Deadpool 2’: Fãs encontram possível ligação do filme com ‘Vingadores 4’

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Crítica | Deadpool 2 – Maior, Melhor e Muito Mais F*dão que o original 

 

Jordan Peele afirma que ‘Nós’ será um terror de verdade; Saiba mais!

Em entrevista ao Rolling StoneJordan Peele revelou que ‘Nós‘ será um terror de verdade, ao contrário de ‘Corra‘, que devia ter sido considerado um suspense social.

“Eu sou um fã de filmes de terror tão grande que confesso que a confusão em torno do gênero de ‘Corra’ partiu o meu coração. Eu quis fazer um filme de terror, mas aquele filme não é realmente terror. Como fã de terror, eu realmente queria contribuir com algo para esse universo.”

O roteirista Brian Hiatt completa, “Esse novo filme, ‘Nós’, é essa contribuição. ‘Corra’ é existencialmente assustador; ‘Nós’ é simplesmente assustador. É um conto de uma família enfrentando cópias de si mesmos.”

Na trama, “Uma mãe e um pai levam seus filhos para a casa na praia esperando relaxar e se divertir com seus amigos. Mas quando a noite cai, a serenidade se transforma em tensão e caos após visitas chocantes aparecerem sem convite.”

O elenco conta com Lupita Nyong’oDuke Nicholson, Evan Alex, Madison Curry, Cali Sheldon, Noelle Sheldon,  Tim Heidecker,Yahya Abdul-Mateen II, Anna Diop Shahadi Wright Joseph.

O terror chega aos cinemas nacionais em 21 de março.

Linda Porter, da comédia ‘Superstore’, morre aos 86 anos

Linda Porter, que interpretou Myrtle na comédia ‘Superstore‘, morreu aos 86 anos.

“Linda não era apenas hilária; ela era incrivelmente doce, energética e entusiasmada – trabalhar com ela iluminava o dia de todo mundo,” disseram os produtores executivos da série, Gabe Miller e Jonathan Green, em uma declaração. “Estamos orgulhosos por ser uma pequena parte de seu longa carreira. A série não será a mesma sem ela.”

Porter apareceu em um total de 35 episódios da série.

A série foi criada por Justin Spitzer.

A comédia acompanha uma família única de empregados de uma gigantesca loja. Desde os novatos deslumbrados ao veteranos que já viram de tudo, passando pelas contratações de verão, a narrativa acompanha o dia a dia da chegada dos caçadores de barganhas, promoções de causar comoção e sessões de treinamento com direito a cochilos.

O elenco conta com America Ferrera, Ben Feldman, Lauren Ash, Colton Dunn, Nico Santos, Mark McKinney, Nichole Bloom e Jon Miyahara.

‘Stargirl’: Atriz revela como se preparou para as cenas de ação; Confira!

A CW divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘Stargirl‘, com a atriz Brec Bassinger revelando como se preparou para o papel da heroína.

Confira:

O próximo episódio, intitulado The Justice Society, irá ao ar no dia 22 de junho.

Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106a_0172r.jpg — Pictured: Neil Jackson as Jordan Mahkent — Photo: Annette Brown/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106c_0074r2.jpg — Pictured (L-R): Neil Hopkins as Sportsmaster and Joy Osmanski as Tigress — Photo: Jace Downs/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106c_0149r.jpg — Pictured (L-R): Yvette Monreal as Wildcat and Cameron Gellman as Hourman — Photo: Jace Downs/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106c_0265b.jpg — Pictured: Neil Hopkins as Sportsmaster — Photo: Jace Downs/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106c_0255r.jpg — Pictured: Joy Osmanski as Tigress — Photo: Jace Downs/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106a_0191r.jpg — Pictured: Amy Smart as Barbara Whitmore — Photo: Annette Brown/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106a_0213r.jpg — Pictured: Brec Bassinger as Courtney Whitmore — Photo: Annette Brown/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106a_0235b.jpg — Pictured: rae Romano as Mike Dugan — Photo: Annette Brown/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106a_0271b.jpg — Pictured: Luke Wilson as Pat Dugan — Photo: Annette Brown/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106b_0019r1.jpg — Pictured (L-R): Yvette Monreal as Yolanda Montez and Anjelika Washington as Beth Chapel — Photo: Annette Brown/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Stargirl — “The Justice Society” — Image Number: STG106b_0104r.jpg — Pictured: Anjelika Washington as Beth Chapel — Photo: Annette Brown/The CW — © 2020 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

A série foi criada por Geoff JohnsGreg Berlanti.

Courtney Whitmore, uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

O elenco conta com Brec Bassinger, Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Amy Smart, Luke Wilson e Hunter Sansone.

‘The Walking Dead’: Michael James Shaw entra para o elenco da última temporada

De acordo com o Deadline, Michael James Shaw (‘Constantine’) entrou para o elenco da 11ª (e última) temporada de ‘The Walking Dead‘.

O ator interpretará Mercer, um personagem dos quadrinhos é o líder dos militares da comunidade Commonwealth.

Vale lembrar que a última temporada terá 24 episódios, e a AMC também está desenvolvendo um spin-off focado no Daryl e na Carol que está programado para estrear em 2023.

Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.

A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Christian Serratos, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Khary Payton, Jeffrey Dean Morgan e Lauren Cohan.

Jovens são transformados em vampiros no trailer do terror ‘Dead & Beautiful’; Assista!

O terror ‘Dead & Beautiful‘ ganhou um novo trailer.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por David Verbeek.

Cinco ricos jovens asiáticos estão sofrendo de tédio da classe alta, sem saber como passar os dias quando tão pouco se espera deles. Em busca de emoção, os cinco amigos formam o “Círculo”, um grupo onde se revezam projetando uma experiência única e extravagante para os outros. Mas as coisas dão errado quando os urbanos privilegiados acordam depois de uma noite fora, para descobrir que desenvolveram presas de vampiro e uma sede insaciável por carne, sangue e aventura a qualquer preço.

O elenco conta com Gijs Blom, Aviis Zhong, Yen Tsao, Philip Juan e Anechka Marchenko.

O terror será lançado pelo Shudder no dia 4 de novembro.

‘The Boys’: Claudia Doumit quase interpretou outra personagem na série

Em entrevista ao TVLine, Claudia Doumit, que interpreta a perigosa Victoria Neuman em ‘The Boys‘, revelou que quase interpretou outra personagem na série. Originalmente, a atriz fez teste para interpretar a Ashley Barrett (Colby Minifie), diretora de relações de talentos da Vought.

“Eu originalmente fiz um teste de elenco para a primeira temporada, mas não consegui o papel [da Ashley]. Quando eu fiz o teste para a segunda, pensei que também não ia conseguir. Lembro de manter minhas expectativas baixas. Fiquei muito feliz quando consegui o papel, porque a Victoria Neuman é uma ótima personagem. Eu amo interpretá-la. Acabou sendo melhor não ter sido contratada na primeira temporada, porque eu me identifico muito mais com a Neuman.”

A atriz aproveitou para elogiar o trabalho da Colby Minifie, que acabou ficando com o papel: “Ela está arrasando como essa personagem! Ela é perfeita interpretando a Ashley.”

Vale lembrar que o nosso querido editor-chefe Renato Marafon teve a honra de estar no tapete vermelho de ‘The Boys‘, para receber os astros da icônica e aclamada série do Prime Video.

Aproveitando a oportunidade, ele conversou brevemente com Antony Starr (Capitão Pátria), Karen Fukuhara (Kimiko Miyashiro), Jack Quaid (Hughie Campbell), Jensen Ackles (Soldier Boy), Karl Urban (Billy Bruto) e Nathan Mitchell (Black Noir).

As entrevistas individuais com o elenco serão divulgadas a partir do dia 7 de Julho, no canal oficial do CinePOP.

Confira:

Lembrando que o último episódio da 3ª temporada vai ao ar nesta sexta-feira, dia 08 de julho.

O novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Nintendo e Eu

(Death of Nintendo)

 

Elenco:

Noel Comia Jr.
Agot Isidro
Moi Marcampo

 

Direção: Raya Martin

Gênero: Comédia

Duração: 99 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 27 de Abril de 2023

Sinopse: 

Durante o verão, na época em que os videogames ainda eram uma novidade, quatro amigos adolescentes partem juntos em uma jornada de autodescoberta, enquanto tentam superar as pontuações de seus jogos e enfrentar os obstáculos da vida, como o amor infantil, pressão dos colegas e equilibrar a tradição familiar com a identidade própria.

Curiosidades: 

» Valerie Castillo Martinez assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘One Love’: Cinebiografia de Bob Marley recebe 37% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 30 críticas publicadas até o momento, ‘Bob Marley: One Love‘, filme que contará a história do ícone do reggae, amargou apenas 37% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral critica o tom genérico da cinebiografia, que falha em se aprofundar em uma das figuras mais emblemáticas da música. Apesar disso, a sólida performance do ator Kingsley Ben-Adir foi citada como um dos pontos mais fortes da produção.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Se as performances musicais são o ponto alto do filme, isso só mostra o poder emocional dessas canções e não o barulho dramático do longa que as acompanha.” (Times UK)

“O filme é extremamente genérico e cansativo, até mesmo para uma cinebiografia musical.” (Little White Lies)

“A decisão de focar em um único período na vida do Bob Marley foi acertada, resultando no ótimo ritmo do filme. O estilo da narrativa cria drama suficiente para ser cativante sem perder seu senso de autenticidade.” (Damian Michael Movies

“Essa é uma cinebiografia rasa que explora pouco da vida de um ícone, mas apresenta um desempenho sólido do ator Kingsley Ben-Adir.” (Empire Magazine)

“Essa cinebiografia apresenta todos os elementos certos, mas eles falham em se comunicar.” (THN)

“É uma cinebiografia decepcionante, uma vez que o ícone do reggae permanece um mistério após os créditos finais. No entanto, os atores Kingsley Ben-Adir e Natasha Lynch brilham em performances sólidas.” (Flick Feast)

“Esta cinebiografia tenta abordar a figura complexa do ícone do reggae, mas é uma produção confusa. Bob Marley merecia algo melhor, assim como os espectadores.” (InSession Film)

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de Fevereiro.

Confira o trailer, dublado e legendado:

O filme celebra a vida e a música de um ícone que inspirou gerações através da sua mensagem de amor e união. Pela primeira vez nos cinemas, o público vai descobrir a poderosa história de superação de adversidades e a jornada por trás da sua música revolucionária.

A direção do longa é assinada por Reinaldo Marcus Green, que também dirigiu ‘King Richard: Criando Campeãs‘, filme indicado a seis Oscars e vencedor de um. Bob Marley será interpretado pelo ator Kingsley Ben-Adir, que atualmente trabalha na série “Invasão Secreta”.

Contracenam com ele nesse novo longa, Lashana Lynch, James Norton, Tosin Cole, Anthony Welsh, Michael Gandolfini, Umi Myers e Nadine Marshall.

Confira o trailer DUBLADO e LEGENDADO de ‘Sting – Aranha Assassina’

A Diamond Films divulgou o trailer nacional do terror ‘Sting – Aranha Assassina‘, novo filme de aranha assassina que promete usar efeitos práticos.

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de dezembro.

Em uma noite fria e chuvosa, um objetivo misterioso cai do céu e atravessa a janela de antigo apartamento. É um ovo, e dele sai uma estranha aranha. A criatura é descoberta por Charlotte, uma menina rebelde de 12 anos que é obcecada por quadrinhos. Logo, ela decide criar a aranha como um animal de estimação, e a chama de Sting.

Enquanto sua ligação com a aranha cresce, o tamanho a criatura também aumenta. Quando os vizinhos da família começam a desaparecer, Charlotte é a única que pode parar essa ameaça grandiosa com sede de sangue humano.

Kiah Roache-Turner é responsável pela direção e roteiro.

O elenco conta com Ryan CorrAlyla BrownePenelope Mitchell, Robyn Nevin, Noni HazlehurstJermaine Fowler.

 

‘Um Maluco no Golfe 2’: Sequência quebra RECORDES de audiência em estreia na Netflix

Sucesso! De acordo com o Deadline, a sequência ‘Um Maluco no Golfe 2‘ (Happy Gilmore 2) quebrou recordes de audiência em sua estreia na Netflix.

A comédia registrou 46.7 milhões de visualizações em seus três primeiros dias – o que representa não apenas o maior lançamento de um filme do Adam Slander na plataforma, como também é a maior estreia da história para um filme original do serviço de streaming.

Além disso, o longa original, lançado em 1996, alcançou o TOP 3 das produções mais assistidas da plataforma, alcançando 11.4 milhões de visualizações.

No novo filme, o jogo ainda não acabou para Happy Gilmore. Agora, a lenda esquentadinha do golfe retorna para realizar o sonho de sua filha.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Kyle Newacheck (‘Mistério no Mediterrâneo’) é responsável pela direção.

A produção conta com o retorno de Adam Slander, Christopher McDonald, Benny Safdie, Benito Antonio Martínez Ocasio e Ben Stiller, além de introduzir John Daly, Sunny Sandler, Maxwell Jacob Friedman, Ethan Cutkosky e Haley Joel Osment.

‘Uma Esposa em Miniatura’: Série de comédia com Elizabeth Banks chega ao streaming; Saiba onde assistir!

A série de comédia ‘Uma Esposa em Miniatura‘ (The Miniature Wife) estreou no catálogo brasileiro da HBO Max.

Todos os 10 episódios da primeira temporada já estão disponíveis no serviço de streaming.

Na trama, um casal precisa confrontar a dinâmica de poder dentro do casamento quando um acidente faz com que um deles fique com apenas 15 cm de altura.

Elizabeth Banks (‘As Panteras’) e Matthew Macfadyen (‘Succession’) estrelam a produção.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi criada por Jennifer AmesSteve Turner.

Baseada no conto homônimo de Manuel González, a trama acompanha Lindy e Les, um casal que, após passar por um acidente tecnológico, começa a reavaliar a dinâmica de poder de seu relacionamento, levando a um confronto dramático na disputa pelo controle do casamento.

O elenco ainda conta com Zoe Lister-JonesSofia RosinskyO-T FagbenleSian CliffordRonny ChiengAasif MandviRong FuTricia Black.

“Vai ser maravilhoso”, afirma Patty Jenkins sobre ‘Mulher-Maravilha 2’

Após algumas especulações e nada de contrato assinado, o próprio presidente da DC tranquilizou os fãs de ‘Mulher-Maravilha’, confirmando que a diretora Patty Jenkins volta para assumir a sequência.

E sobre este assunto, a cineasta compartilhou seu entusiasmo e até mesmo uma certa apreensão inicial, que a fizeram relutar em assumir o compromisso.

Durante uma rodada de perguntas e respostas após a exibição do filme à cineastas e roteiristas mulheres, no evento Women in Film, ela pontuou:

“Eu tive um devaneio em relação à ‘Mulher-Maravilha 2’, pensando que não havia a necessidade de me comprometer com um segundo filme e que eu não precisava dessa espécie de conclusão precedente. Mas enquanto eu pegava no sono eu tive outra epifania, em que eu pude ver as coisas com mais clareza. Eu tenho em mãos a personagem mais incrível de todos os tempos, alguém que eu realmente amo, com o elenco prontinho para trabalhar comigo nesta etapa da minha vida… e eu tenho a liberdade criativa para construir a história que eu quiser com eles! Foi aí que eu percebi que não se trata de fazer mais e sim de fazer algo novo. A sequência será um filme próprio, e ele vai ser maravilhoso”.

Fãs de ‘Mulher-Maravilha’ recriam cena da “espada no vestido” 

Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema

Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Assista nossa crítica:

 

 

 

‘The Rain’ e mais 29 títulos estreiam na Netflix em maio; Confira a lista completa!

Mais um mês se aproxima e com a ele a Netflix anuncia a chegada de novos conteúdos em sua grade de programação.

Além da estreia da série original ‘The Rain’, a plataforma retoma algumas de suas queridinhas produções, com o retorno de ‘Unbreakable Kimmy Schmidt’ e sua quarta temporada e ‘Cara Gente Branca’, que chega com seu segundo ciclo.

Os fãs de Tina Fey podem se animar ainda mais, com o lançamento do novo episódio de ‘O Próximo Convidado Dispensa Apresentação, com David Letterman’. Ela será a personalidade mais recente a sentar na poltrona do apresentador.

Em se tratando de filmes, a Netflix traz novas produções do seu catálogo original, como ‘Contando os Segundos’ e ‘O Caçador e a Rainha do Gelo’.

E para te ajudar a se atualizar com o que vem por aí, nós trouxemos a lista completa com todos os títulos que estreiam em maio. Então separe o litrão de refri, renove o estoque de pipoca e que comecem as maratonas!

01/05

Duck Butter
Perfectos Desconocidos
Contando os Segundo
O Caminhos das Nuvens
27: Gone Too Soon

02/05

Chappie

04/05

Kong: O Rei dos Macacos
The Rain’ (temporada 1)
O Próximo Convidado Dispensa Apresentação com David Letterman: Tina Fey
Cara Gente Branca’ (temporada 2)
O Jogo do Detetive’ (temporada 1)
Gran Hotel’ (temporada 1)
Anon
A Partida Final

11/05

Bill Nye Saves the World’ (temporada 3)
A Barraca do Beijo
Gênio Diabólico
Spirit – Cavalgando Livre’
Quem Foi?

13/05

Geek’ (temporada 1)

18/05

Cargo
Mais Uma Página

22/05

Mob Psycho 100’ (temporada 1)

24/05

Red Trees

25/05

Brinquedos que Marcam Época’ (temporada 2)
Ibiza: Tudo Pelo DJ
Caçadores de Trolls

26/05

O Caderno de Sara
O Caçador e a Rainha do Gelo

30/05

Unbreakable Kimmy Schmidt’ (temporada 4)

‘Stumptown’: Cobie Smulders vai estrelar nova série da ABC

A nova série da emissora ABC, intitulada ‘Stumptown‘, está  ganhando forma e já tem sua protagonista. Segundo a revista Variety, a atriz Cobie Smulders (‘Vingadores: A Era de Ultron‘) vai estrelar a produção.

Baseada na graphic novel homônima, a série acompanha Dex Parios (Smulders), uma veterana do Exército que acaba de retornar para casa. De raciocínio rápido e autoconfiante, ela parece incapaz de manter sua vida pessoal nos eixos. E à medida que ela tenta criar uma nova vida em Portland, Oregon, ela divide seu tempo como uma investigadora particular, digladiando também com o seu passado – que gradativamente a alcança.

A graphic novel é assinada por Greg Rucka, Jason Ritchman e Matthew Southworth, que também assumem as funções de produtores executivos do projeto, junto a Justin Greenwood e Ruben Fleischer (‘Venom‘). 

‘Stumptown’ será o sexto piloto que a emissora encomendou neste ano, além de ‘NYPD Blue’‘Triangle‘, ‘The Baker and the Beauty’, entre outros.

‘Vingadores: Ultimato’: Tony Stark enfrenta o coronavírus em imitação de apresentador de talk show

Em meio à pandemia do coronavírus, quem melhor que o herói Tony Stark para desenvolver uma tecnologia capaz de resguardar a vida da população mundial?

Pensando nisso, o apresentador de talk show, Stephen Colbert, decidiu se transformar no personagem dos quadrinhos, fazendo uma impressionante imitação do herói vivido por Robert Downey Jr.

Em um vídeo compartilhado por ele mesmo, ele orienta seus fãs a ficarem em casa protegidos, enquanto desenvolve uma nova tecnologia, com a ajuda de JARVIS.

Confira o resultado, a partir do minuto 2.41:

Assista à nossa crítica do filme ‘Vingadores: Ultimato‘, capítulo que marca a despedida de Robert Downey Jr. da franquia:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Kung Fu’: Reboot da clássica série dos anos 1970 ganha suas primeiras imagens

O reboot da clássica série dos anos 70, ‘Kung Fu‘, ganhou suas primeiras imagens oficiais, divulgadas pela emissora The CW.

A produção também ganhou data de estreia e começa sua jornada no dia 07 de abril.

Confira as imagens:

Inspirada na série original criada por Ed Spielman, ‘Kung Fu‘ é uma produção da Warner Bros. Televisision, em associação com a Quinn’s House e a Berlanti Productions.

Christina M. Kim (‘Lost‘) assume a função de roteirista, além de ser uma das produtoras executivas, ao lado de Martin Gero (‘Blindspot‘, ‘LA Complex‘), Greg Berlanti (‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Riverdale‘) e Sarah Schechter (‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Riverdale‘).

O elenco da série conta com Olivia Lang, Tony Chung, Ludi Lin (‘Mortal Kombat’), Tzi Ma, Kheng Hua Tan, Jon Prasida, Gavin Stenhouse, Shannon Dang, Gwendoline Yeo e Eddie Liu.

Confira a sinopse oficial:

“Uma crise de identidade faz com que uma jovem chinesa-americana (Liang) abandone a faculdade e faça uma jornada que mudará sua vida, em um mosteiro isolado na China. Mas ao voltar para casa, ela vai encontrar sua cidade natal invadida por crimes e corrupção e decidirá usar suas habilidades em artes marciais e os valores de Shaolin para proteger sua comunidade e levar criminosos à justiça… à medida que também procura o assassino que matou o seu mentor Shaolin e que agora está atrás dela”.

Segundo a Variety, a conhecida diretora Hanelle Culpepper irá comandar o reboot.

Culpepper é uma veterana da indústria do entretenimento e já trabalhou em shows como Star Trek: Picard‘Star Trek: Discovery’‘Mayans M.C.’LuciferCriminal MindsGothamSupergirl e muitas outras produções.

Para quem não conhece, ‘Kung Fu‘ permaneceu no ar entre 1972 e 1975 e conta a história de Kwai Chang Caine (Carradine), um monge Shaolin e mestre em artes marciais que foge da China para os EUA quando seu mestre é assassinado.

Vagando e combatendo o crime, Caine se isola no Velho Oeste americano, ao mesmo tempo em que tenta encontrar pistas sobre o verdadeiro assassino de seu mestre.

Mesmo que muitos não tenham visto a série, seu impacto cultural continua presente no cinema, tanto que Carradine foi escalado como vilão de ‘Kill Bill‘ em homenagem ao seu trabalho na série.

Crítica | My Old School: Documentário com Alan Cumming subverte o gênero com história surreal

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2022

Em 1993, Brandon Lee protagonizou um dos causos reais mais pitorescos do Reino Unido. Um brilhante e perspicaz aluno do Ensino Médio em uma escola de prestígio da Escócia, ele se destacou entre os colegas de classe, sonhava em cursar Medicina e apesar de suas estranhezas, construiu um leque de amizades – abrigando alunos que até então eram vítimas constantes de bullying. Sua impressionante história, cheia de factoides surpreendentes e quase cinematográficos, não passava de uma farsa criada por um adulto que desejava reviver os tempos de escola, a fim de corrigir sua adolescência desajeitada. Mas quase 30 anos depois de tudo isso, Jono McLeod retorna para os corredores de sua antiga escola Bearsden Academy, para uma catártica experiência que poderia até ser pouco convidativa – se não fosse tão bem contada assim.

Em uma combinação excelente entre o fator documental e o drama, My Old School é uma inesperada e sensível jornada que mesmo diante de um relato tão problemático consegue ser doce e salpicada com um toque de humor. Com uma narrativa espetacular e muito bem construída, a produção convida a audiência para um peculiar reencontro escolar, em que ex-colegas de classe ajudam a remontar a farsa de Lee a partir de suas próprias experiências com ele. E sem ressentimentos e com imparcialidade genuína, McLeod faz de seu documentário uma caixa de memorabilia, entregando uma experiência diferente para o público, ao mesclar gêneros e formatos distintos.

Com o auxílio da animação, a bizarra história de Brandon Lee vira uma divertida e pitoresca viagem pelo espaço-tempo, que honra os amantes de documentários, à medida em que proporciona uma aventura aos apaixonados por ficção, que naturalmente não seriam atraídos pelo aspecto documental da narrativa. E nessa mistura, Alan Cumming se torna uma surpresa maravilhosa. Dublando a entrevista em áudio feita com Lee (cujo nome verdadeiro é outro), o astro entrega a expressividade certeira, provando uma vez mais que é capaz de navegar entre os mais diversos formatos narrativos, sempre com autenticidade e perspicácia.

Trazendo um sabor agridoce para a audiência, My Old School nos leva às emoções mais díspares e conflitantes. Ao mesmo tempo em que enxergamos um narcisista incapaz de descobrir o seu verdadeiro chamado profissional, conhecemos também um homem frágil que anseia por cumprir uma promessa não dita ao seu pai em seu leito de morte. Ao mesmo tempo, a estranheza de seus métodos nos intriga, nos confunde e nos provoca sentimentos mistos. Mas a narrativa bem alinhada e a direção dinâmica e interativa de Jono McLeod cumprem o seu papel ao entregar um desfecho delicado, que não julga o seu personagem aqui analisado, mas busca compreendê-lo para além de suas mentiras e decisões problemáticas. E será que um dia o falsário Brandon Lee realizará seu sonho de ser médico? Não sabemos. O que sabemos é que – definitivamente – algumas histórias reais são bem mais estranhas do que qualquer ficção.

Crítica | Bergman Island | Caprichosa metalinguagem em homenagem ao gênio sueco

Falar de cinema dentro de um filme é um fascínio para os amantes da sétima arte. Em estreia na mostra competitiva do Festival de Cannes 2021, a diretora Mia Hansen-Løve (O que Está por Vir) executa com proeza e certa melancolia uma homenagem ao cineasta sueco Ingmar Bergman, falecido em 2007. Ela nos leva em excursão à ilha de Fårö, em Gotlands län, na Suécia, onde Bergman passou seus últimos dias, escreveu seus roteiros e rodou muitas de suas obras. 

Prolífero artista, Bergman deixo um legado de mais de 50 filmes, em que tratava de temas, desde a metafísica (O Sétimo Selo, 1957), até a introspecção psicológica (Persona,1966) e análise da vida de casal (Cenas de um Casamento, 1974), além da reflexão familiar (Fanny & Alexander, 1982). Assim, todos esses elementos são apresentados no roteiro de Mia Hansen-Løve a partir da curiosidade do casal de cineastas Chris (Vicky Krieps) e Tony (Tim Roth), o qual parte em visita à ilha de Fårö, em busca de conhecimento e inspiração.

Ele é um famoso diretor e especialista na obra do autor sueco, já ela é uma roteirista impregnada com a indecisão de qual final dar para o seu atual trabalho. Além do papel de escritora, ela reflete sobre o seu ofício de mãe, já que não para de pensar na filha pequena deixada alguns dias longe de seus cuidados para focar no trabalho. Desse modo, a diretora francesa projeta uma metalinguagem para falar do processo de criação, influência e admiração no cinema. 

Progenitor de nove crianças de seis mulheres diferentes, Ingmar Bergman foi um pai ausente e alguns dos diálogos do filme processam a vida pessoal atabalhoada do diretor em evidência da enorme quantidade de obras realizadas. Em busca de um lirismo para sua aventura “descortinando Bergman”, Chris conhece o jovem cineasta e pesquisador Hampus (Hampus Nordenson), responsável por lhe apresentar curiosidades da ilha e dos suecos com as quais ela começa a compor o seu roteiro. 

Um segundo filme entra em cena com os personagens Amy (Mia Wasikowska) e Joseph (Anders Danielsen Lie). Eles se reencontram depois de um longo tempo para o casamento de um amigo em comum na ilha de Fårö. Durante três dias, Amy tem a chance de reviver os sentimentos alojados no seu peito, enquanto Joseph mostra-se hesitante com a aproximação da jovem. A fábula de Amy e Joseph ganha contornos tão vívidos e febris que por um momento, a escritora e o diretor da narrativa principal tornam-se secundários.

Acompanhar o sofrimento de Amy por um amor fugaz e idealizado invoca mais curiosidade  do que as andanças e compromissos diários de Chris e Tony. Assim, a vida dos criadores e das criaturas dividem a tela e a nossa atenção. Existe, entretanto, uma atração em ambas as narrativas por conta da cumplicidade de querer enxergá-los como parte da história, não como criações para nos provocar precisas emoções. Ao jogar com a metalinguagem, Mia Hansen-Løve brinca com a nossa percepção de vivenciar sentimentos legítimos por frações de segundos diante da tela. 

Bergman Island não é um filme de conclusões e resoluções, mas de processo. Aqueles que sabem apreciar a marcha ao invés da chegada vão admirar o esforço de Mia Hansen-Løve de nos apresentar um outro lado de Bergman e a vertente oposta da construção de uma história. Os percursos dos personagens parecem entreabertos, mas é por conta dessas possibilidades em jogo, que o seu trabalho possui um zelo particular. 

Pôster de fã para ‘Halloween’ mostra todo o amor de Michael Myers por Illinois

O novo ‘Halloween está chegando e um fã super talentoso resolveu criar um pôster para o filme, mostrando todo o amor de Michael Myers pela cidade de Illinois. Confira:

Enquanto isso, a atriz Jamie Lee Curtis encerrou suas filmagens de ‘Halloween’ e para marcar a despedida, ela publicou duas fotos em suas redes sociais. Confira:

“Três gerações de mulheres fortes da família Strode. Terminamos as filmagens desse retorno surpreendentemente assustador para Haddonfield”, ela afirmou.

 

Além disso, foram divulgadas novidades do elenco. Virginia Gardner (‘Os Fugitivos’) se juntou o elenco, no papel de melhor amiga de Andi Matichak (‘Orange is the New Black)’ – a neta da personagem de Jamie Lee Curtis (Laurie Strode).

O diretor e roteirista Nick Castle, que interpretou Michael Myers em Halloween: A Noite do Terror’, voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.

O elenco ainda conta com Drew Scheid (‘Stranger Things’), Miles Robbins (‘Mozart in the Jungle’) e Dylan Arnold (‘Mudbound’).

A trama trará Jamie Lee Curtis novamente como Laurie Strode, em um embate final com o assassino Michael Myers após quatro décadas do primeiro filme.

A nova produção é uma parceria da Blumhouse Productions e a Miramax e tem estreia prevista para 19 de outubro de 2018.

‘Halloween’ irá ignorar TODAS as sequências da franquia; Confira a sinopse!

“Michael e eu vemos vocês no próximo Halloween”, diz Jamie Lee Curtis em foto inédita

 

‘O Animal Cordial’: Elogiado terror nacional terá classificação de 18 anos

O Animal Cordial, de Gabriela Amaral Almeida, acaba de ganhar data de estreia no Brasil: 9 de agosto. Produzido por Rodrigo Teixeira, da RT Features, e distribuído pela California Filmes.

Além disso, o longa recebeu classificação indicativa e no Brasil será proibido para menores de 18 anos. A diretora concorda com a decisão, mas acrescenta:

“Isso tira a oportunidade de que o público jovem tenha acesso a um gênero que está em formação no Brasil. Já que ​o cinema não é mais a única forma de acessar conteúdos audiovisuais, a maioridade cinematográfica deveria ser 16 anos”

O filme é uma fábula violenta sobre desejo na sociedade brasileira, o primeiro slasher movie dirigido por uma mulher no Brasil. O longa deu a Murilo Benício o prêmio de Melhor Ator no Festival Internacional de Cinema do Rio, em 2017, e os prêmios de Melhor Atriz e Melhor diretora para Luciana Paes e Gabriela Amaral Almeida no FantasPoa 2018.

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o trailer do terror:

Confira, com algumas críticas:

Gabriela Amaral Almeida criou um filme intenso, que quase não deixa espaço para respirar, com reviravoltas que levam aos lugares mais sombrios do coração humano.”
ScreenAnarchy, Shelagh Rowan-Legg

“Animal Cordial captura a definição da palavra hipnotizante, e o faz com bravura.”
Cinepunx, Jaime Burchardt

“Animal Cordial é um olhar desconcertante sobre a inadequação masculina.”
Bloody Disgusting, Kalyn Corrigan

“Nada irá prepará-lo para as profundezas de insensatez deste filme.”
Quiet Earth, Marina Antunes

“Na superfície, Animal Cordial é um thriller intenso que nos apresenta a jornada de descoberta de personagens oprimidos e inconscientes de quem são e do que desejam. Debaixo desta primeira camada, há muitas outras que dão conta de temas como disputa por controle (especialmente no que tange aos relacionamentos homem-mulher), embate racial e confrontos de classes sociais.”
That Moment in, Kim Lo

“A diretora Gabriela Amaral Almeida nos coloca em um grupo de pessoas que estão escondendo segredos e possivelmente uma ou duas tendências psicopatas”.
Never Think Impossible

“Almeida fez uma estreia e tanto com seu longa-metragem. Eu mal posso esperar para ver o que ela vai fazer depois” 
Jaime Burchardt, Cinepunx

Na trama, um restaurante de classe média em São Paulo é invadido, no fim do expediente, por dois ladrões armados. O dono do estabelecimento, o cozinheiro, uma garçonete e três clientes são rendidos. Entre a cruz e a espada, Inácio – o homem pacato, o chefe amistoso e cordial – precisa agir para defender seu restaurante e seus clientes dos assaltantes.

O elenco conta com Murilo Benício, Luciana Paes, Camila Morgado, Irandhir Santos e Humberto Carrão.

10 curiosidades de MIB: Homens de Preto – Internacional | O filme que falhou em tentar trazer a MIB para a nova geração

Uma das franquias mais curiosas e divertidas dos últimos anos é MIB: Homens de Preto. Com um capítulo inicial fazendo muito sucesso e um segundo filme apresentando uma considerável queda na qualidade, a saga recuperou sua honra vários anos depois, com o fim da trilogia encerrando os caminhos dos Agentes J e K de forma emotiva e interessante. Porém, em 2019, a Sony tentou trazer a franquia de volta com um Spin Off que tinha muito potencial, mas acabou sendo uma das aventuras mais chatas daquele ano. No fim das contas, os bastidores dessa produção polêmica foram cheios de confusões, o que explica o fracasso do filme. Pensando nisso, o CinePOP selecionou 10 curiosidades sobre MIB: Homens de Preto – Internacional. Confira!


Spin Off

Inicialmente, esse filme estava programado para ser o lendário crossover de MIB com a franquia Anjos da Lei, que seria comandado pela dupla Chris Miller e Phil Lord. Porém, após uma série de contratempos, que incluíram também o famoso vazamento de e-mails, a Sony decidiu não arriscar com esse projeto e lançar algo supostamente mais seguro: um Spin Off para trazer a MIB para as novas gerações.


Um clássico

A ideia do Spin Off era de revitalizar a franquia de todas as formas possíveis. Além de dar mais destaque às personagens femininas, a produção contratou uma equipe para reavaliar e fazer versões mais modernas das icônicas armas da saga. No entanto, teve uma que permaneceu a mesma: o Neuralizador. O responsável pelo novos designs, Pierre Bohana, explicou que esse apagador de memórias era tão autêntico e icônico que o máximo que ele teve de fazer foi usar a computação para dar um mecanismo de funcionamento um tiquinho mais elaborado, porque de resto seria um erro mexer no que já é perfeito.


Tradição

Ao mesmo tempo em que queriam conquistar o público novo, com mais tecnologia e novos aparatos criativos, trazendo essa inovação para a saga, os produtores sabiam que precisam também agradar aos fãs da trilogia original. Então, uma forma encontrada para tentar resgatar aquele clima do primeiro filme, ele convidaram o brilhante compositor Danny Elfman, que comandou a trilha sonora do longa de 1997, para compor a trilha do quarto capítulo da franquia.


Ajudou muito

Além de Elfman, para dar esse toque de antigo e novo se encontrando em tela, a produção convidou Chris Bacon para compor a trilha em conjunto. No entanto, até mesmo pelo renome e respeito de Danny no mercado, suas decisões pesaram mais. E isso refletiu diretamente na trilha da Agente M. Inicialmente, ela seria acompanhada de uma versão da trilha clássica da MIB. Só que Danny fez uma intervenção para que ela tivesse sua trilha sonora própria, já que seria a personagem responsável por criar um vínculo emocional com o público. E assim foi feito.


Ignorado

A protagonista da vez é a personagem de Tessa Thompson, que investiga a MIB desde a infância e consegue ser aceita no time com o codinome de Agente M. Só que essa não foi a primeira vez que esse título foi citado na saga. Lá em 1997, em MIB: Homens de Preto, acontece uma das participações especiais mais famosas da história do cinema, quando Michael Jackson surge numa base da Antártica conversando por meio de uma tela. Ele sugere que possa ser o Agente M, mas o Zed o ignora. Nos filmes seguintes, não é revelado se ele se tornou ou não o tal Agente M, mas caso seu pedido tenha sido aceito, faz sentido que a personagem de Thompson herde o título, já que Michael faleceu em 2009.


Novato

Uma das boas adições deste filme à franquia foi o ETzinho “Pawny”. Feita toda com CGI, a criaturinha é interpretada pelo humorista Kumail Nanjiani, que foi indicado pela própria Tessa Thompson. E apesar de só precisar fazer a voz do alienígena, coisa que poderia ter sido feita em um estúdio, Kumail foi até Londres para ensaiar com a Tessa e o Chris Hemsworth, para melhorar a interação entre seus personagens.


Digno

Uma das boas cenas desse filme é quando o Agente H (Chris Hemsworth) está desarmado no meio de uma briga e se vê diante de um martelo. Ele se estica todo para pegar a arma e joga a ferramenta de uma maneira toda errada. A piada dessa cena é óbvia e presta uma homenagem legal ao papel que o lançou ao estrelato, o deus nórdico Thor, nos filmes da Marvel. O mais engraçado disso tudo é que se você prestar atenção, vai conseguir ouvir brevemente a música tema dos Vingadores ao fundo enquanto o loirão joga o martelo.


Alinhado

Além de terem estreado juntos o sucesso Thor: Ragnarok, lançado em 2017, Chris Hemsworth e Tessa Thompson compartilham mais uma semelhança: ambos nasceram em 1983. Além deles, outros dois membros do elenco principal deste filme fazem aniversário em 83. São eles: Rebecca Ferguson e Rafe Spall.


Flopou

Apesar dos esforços para trazer de volta a franquia para o topo de Hollywood, o que incluiu campanhas de marketing voltadas para os diferentes mercados (por exemplo, no Brasil, eles fizeram uma campanha toda voltada para o humorista Sérgio Mallandro, que chegou até a virar agente na versão brasileira do filme), MIB: Homens de Preto – Internacional arrecadou apenas 259 milhões de dólares, obtendo a pior bilheteria da franquia. Além disso, a Sony investiu cerca 110 milhões de dólares na produção do filme, com o resto sendo financiado pelas produtoras Hemisphere e Tencent. Ou seja, foi um grande fracasso.


Polêmicas

Com o fracassos nas bilheterias e nas críticas, não demorou para surgirem os culpados. Assim que foi divulgado o fraco desempenho do longa, surgiram boatos de bastidores dizendo que a produção do filme foi uma das mais caóticas da história de Hollywood. Segundo as notícias divulgadas pelo The Hollywood Reporter, o embate entre velho e novo na saga ficou representado pelas divergências criativas entre o diretor do filme, F. Gary Gray, que ameaçou abandonar o cargo inúmeras vezes, e o produtor Walter Parkes, que trabalhou no filme de 1997. De acordo com o site, Gary queria se manter fiel ao roteiro original, que traria questões polêmicas para o filme, como o debate sobre os refugiados e brincaria com grande ícones da história, como vilões incorporados nos Beatles, enquanto Parkes queria um filme de humor pastelão. Há boatos de que tudo que fosse minimamente novo incomodava e era removido do roteiro por Parkes, inclusive horas antes das filmagens. A situação ficou tão crítica que Chris Hemsworth e Tessa Thompson contrataram roteiristas particulares, com dinheiro do próprio bolso, para reescreverem algumas de suas fala, diante do tamanho da tragédia que havia ficado o remendo no roteiro. Não tinha como dar certo, né?

MIB: Homens de Preto – Internacional está no catálogo da Netflix.

Crítica | A Maldição – Despertar dos Mortos – ZUMBIS Buscam Vingança em terror do roteirista de ‘Invasão Zumbi’

Não é de hoje que as produções sul-coreanas andam fazendo sucesso entre o público brasileiro. Desde os doramas, que tanto encantam jovens e adolescentes, aos clássicos que recentemente levaram prêmios para casa, como ‘Parasita’ e ‘Round 6’, as produções da parte sul da ilha da Coreia andam cativando o mundo, em todas as áreas. Não seria diferente com relação às produções do gênero de terror e seus derivados, pois, como pudemos ver com ‘Invasão Zumbi’, o pessoal de lá tem muito o que falar. O mais recente título daquele país que chega ao público brasileiro tem o nome de ‘A Maldição – Despertar dos Mortos’, e chega a partir dessa semana às salas de cinema nacionais.

Im Jin Hee (Uhm Ji-won) é uma jovem jornalista que largou tudo para abrir seu próprio veículo independente de notícias. Por isso, ela tem dificuldades para manter as contas, e precisa muito vender seus livros, que falam sobre ocultismo e possessão demoníaca, mas poucas pessoas a levam a sério. Um dia ela é convidada para dar entrevista para uma rádio local, e, durante a conversa, é interrompida por um ouvinte, que telefona dizendo ser o assassino de um recente caso de homicídio bizarro que ainda não havia sido divulgado pela polícia. O ouvinte exige dar uma exclusiva para Jin. Confusa e assustada, Jin topa a entrevista, mas não esperava que o assassino se desfizesse em pó tal qual a vítima assassinada dias antes, e que tudo isso significasse uma grande conspiração na qual uma horda de zumbis assassinos busca vingança contra diretores de uma grande multinacional.

Escrito por Sang-ho Yeon, mesmo roteirista de ‘Invasão Zumbi’ (2016) e ‘Invasão Zumbi 2: Península’ (2020), fica bem claro que a paixão do roteirista é pensar histórias que envolvam zumbis. Isso é legal porque os fãs desse tipo de filme podem ficar seguindo as produções dele que sempre vão encontrar bom entretenimento envolvendo os mortos-vivos – que em ‘A Maldição – Despertar dos Mortos’ são pessoas que voltam à vida e assassinam gente de maneira convencional, só que quando a polícia descobre suas identidades, percebe que os homicidas estão mortos há meses. Uma boa sacada.

A Maldição – Despertar dos Mortos’ mistura diversos gêneros, sem se definir como nenhum deles. Apesar de ter dezenas de zumbis correndo para todos os lados de maneira coreografada (o que causa um efeito visual bem legal) e uma maquiagem interessante para criar bolhas nos rostos das pessoas quando estas entram em contato com uma determinada substância, talvez o gênero que mais defina o longa de Yong-wan Kim seja o da ação, dadas as variadas cenas de perseguição policial, correria, tensão sob armas, etc. O filme ainda encontra espaço para enraizar sua motivação em aspectos culturais de um país vizinho, a Indonésia, e seus rituais ocultistas de manipulação dos mortos – os jaechaui, os mortos que revivem e são capazes de falar.

Com muita ação e alguma coisa de terror, ‘A Maldição – Despertar dos Mortos’ surpreende por sua qualidade e por trazer elementos reais para seu argumento. Mesmo focando em um gênero e acertando no outro, é um bom filme que vai agradar a quem já acompanha as histórias de Sang-ho Yeon, além de que um filme de zumbi na tela grande é sempre uma boa pedida nos cinemas.

Vai no Psicólogo! 10 Filmes que Não Existiriam se o Protagonista fizesse Terapia….

Não é incomum, quando assistimos a um filme, nos pegarmos pensando: “se tal coisa acontecesse, a história seria completamente diferente.” É claro que os fatores mudam de trama pra trama. Mas algo bem simples poderia acabar com a narrativa de verdadeiros clássicos de cinema: uma boa terapia.

Num exercício de imaginação, o CinePOP separou para vocês uma lista de filmes memoráveis que não existiram se seu personagem principal desse uma passada, de vez em quando, num psicólogo.

É importante ressaltar que a matéria nada mais é do que isso, um exercício de imaginação. De forma alguma, o objetivo é fazer piada ou minimizar a importância do tratamento psicológico. Muito pelo contrário!

Vamos à lista!

CLUBE DA LUTA (1999)

Seria uma pena, mas a verdade é que o clássico de David Fincher não existiria se seu protagonista (vivido por Edward Norton) buscasse um tratamento. Em Clube da Luta, acompanhamos um homem que começa a ter problemas de insônia. A partir daí, desenvolve uma obsessão em compras. Depois, passa a frequentar grupos de apoio para pessoas com problemas que ele não possui. E tudo desencadeia em um “amigo imaginário” (Brad Pitt) que cria com ele um clube em que as pessoas lutam, que aos poucos vai se tornando uma verdadeira célula terrorista. Poxa, tudo isso poderia ser evitado lá no início, não? Está com dificuldade para dormir? Procure ajuda! Se você está lutando consigo mesmo num estacionamento, isso é um sinal vermelho.

 

CISNE NEGRO (2010)

Darren Aronofsky é mais um que adora perturbar a mente de seus protagonistas. Mãe! (2017) está aí para não nos deixar mentir. Mas seu caso mais marcante está presente em Cisne Negro, drama estrelado por Natalie Portman e Mila Kunis. A trama acompanha Nina (Portman), uma dedicada bailarina que assume a responsabilidade de protagonizar a montagem do clássico espetáculo de Tchaikovsky, O Lago dos Cisnes. Boa parte da história envolve o ambiente de pressão que Nina encontra na companhia de balé e na própria casa, com uma mãe abusiva e instável (Barbara Hershey). Obviamente, a profissão da jovem é marcada pelo perfeccionismo e pela busca constante do belo. Se procurasse ajuda, Nina provavelmente não precisaria passar pelos processos de violência física e mental que vemos em cena.

 

BRILHO ETERNO DE UMA MENTE SEM LEMBRANÇAS (2004)

“Sou só uma garota ferrada tentando encontrar minha paz de espírito.” Procura ajuda! “Por que eu me apaixono com qualquer mulher que me dá o mínimo de atenção?” Procura ajuda! Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças é um filme inesquecível, lindíssimo e cujo principal chamativo é o fato de estarmos diante de protagonistas “quebrados”. Se ao invés de tentarem apagar seu relacionamento de suas mentes, Joel (Jim Carrey) e Clementine (Kate Winslet) buscassem uma ajuda psicológica tudo poderia ter sido muito menos complicado. Para a sorte dos espectadores, e dos fãs de Michel Gondry e Charlie Kaufman, não foi o que aconteceu. 

 

AD ASTRA: RUMO ÀS ESTRELAS (2019)

Ah, Brad Pitt… você poderia muito bem ter salvo um relacionamento com a ex (interpretada pela atriz Liv Tyler) e economizado uma desgastante viagem ao espaço se fizesse um pouquinho de terapia. O personagem do ator em Ad Astra, Roy McBride, é um prato cheio para qualquer psicanalista. Ele cresceu sob a sombra do pai, um astronauta famoso, e acabou seguindo os passos do mesmo, apenas para ter que lidar com seu desaparecimento. Anos mais tarde, ele embarca numa possível missão de resgate para encontrar a si próprio e ao pai (vivido por Tommy Lee Jones). Sigmund Freud sonharia com um paciente como este.

 

ELA (2013)

Em um futuro próximo, após frustrações amorosas e profissionais, um solitário escritor (Joaquin Phoenix) desenvolve uma relação inusitada com um sistema operacional chamado Samantha (Scarlett Johansson). Só pela premissa de Ela já está bem claro que o personagem principal, Theodore, se beneficiaria bastante de um tratamento psicológico. A terapia não é cura para solidão, mas provavelmente ajudaria o sujeito a pensar duas vezes antes de embarcar em um relacionamento com um sistema operacional. Escrito e dirigido por Spike Jonze, o filme conta ainda com as presenças de Amy Adams, Rooney Mara, Chris Pratt e Olivia Wilde.

 

A REDE SOCIAL (2010)

Será que o Facebook não existiria se Mark Zuckerberg fizesse terapia quando jovem? Difícil saber a resposta. Mas se tudo aconteceu como retratado por David Fincher em A Rede Social, essa é uma possibilidade bem real. No filme, após ser deixado pela namorada (Rooney Mara), Mark (Jesse Eisenberg) se une a amigos da faculdade para desenvolver uma rede social. Daí nasce o Facebook. Ao longo da trama, o personagem principal trai amigos e se revela uma figura bem instável e arrogante. Na cena final, vemos Mark, já um executivo de sucesso, stalkeando o perfil da ex no Facebook, mostrando que não a esqueceu. De certa forma, o momento leva a crer que tudo foi feito numa tentativa de superar a ex. Nem precisava de tanto trabalho e conflito. Uma terapia já teria ajudado bastante. O filme conta ainda com Andrew Garfield, Armie Hammer e Justin Timberlake no elenco principal.

 

UMA BABÁ QUASE PERFEITA (1993)

Logo no início de Uma Babá Quase Perfeita, após Daniel (Robin Williams) dar uma festa que quase destrói a casa da família, Miranda (Sally Field) decide encerrar o casamento. Como acontece em muitos relacionamentos, apenas quando confrontado com o término da relação, o sujeito propõe uma terapia de casal, quando a situação já havia passado de todos os limites. Com o fim da relação, Daniel, ao invés de buscar ajuda para si mesmo, decide que a melhor opção é se fantasiar de uma velha senhora para voltar à vida diária dos três filhos. Tivesse procurado tratamento, poderia ter salvo o casamento ou encontrado uma forma mais madura de lidar com a situação. Isso significaria que os cinéfilos perderiam uma comédia divertidíssima, é verdade. Pierce Brosnan, Harvey Fierstein e Mara Wilson completam o elenco principal da produção dirigida por Chris Columbus.

 

BATMAN BEGINS (2005)

É bem provável que nenhum super-herói da ficção existiria se optasse pelo caminho da terapia, uma vez que a motivação para combater o crime muitas vezes nasce de um trauma na infância ou problemas pessoais. E esse é o exemplo clássico do nosso Homem-Morcego. Em Batman Begins, Bruce Wayne é um jovem que desenvolve um medo de morcegos após um acidente em casa, pouco depois vem um novo trauma: o assassinato de seus pais. Quando o responsável pelo crime é julgado, Bruce (Christian Bale) decide se vingar com suas próprias mãos, mas acaba desistindo. Pouco depois, decide unir os dois traumas e se fantasiar de morcego para combater o crime. Uma boa terapia teria ajudado muito o bilionário de Gotham City, embora a cidade provavelmente perderia seu vigilante mais famoso.

 

UM DIA DE FÚRIA (1993)

Desempregado e em meio a um processo conflituoso de divórcio, William Foster (Michael Douglas) chega ao seu limite após ficar preso em um engarrafamento e embarca em uma jornada de violência e sadismo contra a população de Los Angeles. A sinopse de Um Dia de Fúria já diz tudo, não é mesmo? O personagem principal do filme surta de uma hora pra outra após se sentir atacado pelo mundo. Fizesse tratamento, ele poderia lidar melhor com a separação, o desemprego e seus próprios conflitos internos. O filme dirigido por Joel Schumacher conta ainda com as presenças de Robert Duvall e Barbara Hershey no elenco principal.

 

A PEQUENA SEREIA (1989)

Uma linda, talentosa e inteligente sereia decide “vender” seu bem mais precioso (a voz) em troca da possibilidade de ficar com um homem que ela mal conhece. Sério, Ariel?!?!? Toma jeito! Se procurasse ajuda, a jovem sereia provavelmente saberia se valorizar mais e teria menos problemas de autoestima, afinal ela mesmo canta que é “alguém que tem quase tudo” e que “tudo o que tenho é maravilhoso”. Se é assim, precisa aprender a valorizar. E não só isso. Antes mesmo de perder sua voz, Ariel já demonstrava alguns probleminhas que exigiam ajuda. Ela tinha claros indícios de cleptomania e era uma verdadeira acumuladora de objetos. 

‘American Horror Story’ e os Nove Círculos do Inferno

Em 2017, Ryan Murphy confirmou que um de seus shows mais populares, American Horror Story, era, na verdade, uma gigantesca alegoria para um dos poemas épicos mais sombrios de todos os tempos: o Inferno de Dante Alighieri.

Antes de tudo, faz-se necessário entender que obra é essa. O livro, na verdade, é a primeira parte de uma longa viagem do próprio autor através de três lugares místicos: o Inferno, mencionado no parágrafo de cima, o Purgatório e o Paraíso. Essa “passagem” introdutória é composta por trinta e quatro longos cantos escritos à tradicional época do Humanismo literário na Itália.

Aqui, o personagem principal mergulha numa jornada que funciona como a representação material do submundo medieval. Neste caso, o herói é guiado pelo poeta romano Virgílio através de nove perigosos círculos cuja entrada se localiza na cidade de Jerusalém (local onde o anjo Lúcifer caiu do céu e abriu uma gigantesca cratera até o centro do mundo) e cujas tramas explicam as origens as consequências dos não tementes a Deus, dos pecadores, dos injustos e tantos outros mortais que pereceram no pós-morte.

Levando em consideração que a antologia de Murphy é uma exploração nem um pouco convencional de múltiplas narrativas de terror, não é com tanta surpresa que nos deparamos com uma referência clássica e secular que, até hoje, é utilizada por diversos artistas para criar contos sobrenaturais de perdição e redenção.

Com a chegada da nova temporada, a saga seriada se conclui (ao menos em relação aos círculos a que se dispôs explorar). É claro que a produção já foi renovada para um décimo ano – o que significa que a jornada dos espectadores ainda não terminou. Ainda devemos retornar desse retumbante e caótico cenário e talvez encontrar um pouco de luz restante.

Mas esse não é o propósito dessa matéria: a ideia é analisar de que forma Murphy e seus frequentes colaboradores corroboraram para transformar um gigantesco poema em algo mais contemporâneo, principalmente para as gerações de hoje.

O primeiro círculo do Inferno é conhecido como o Limbo, um lugar marcado pela desesperança e por suspiros saudosistas. Coincidentemente, esse trágico território corresponde à primeira temporada, Murder House, cujo próprio nome já é uma símile para “portal”. A casa assombrada que foi comprada pela família Harmon funcionava como uma grande passagem para a além-vida, habitada por fantasmas de pessoas que morreram em trágicos acidentes. Em uma análise mais detalhada, é até possível perceber que cada um dos espíritos não sofre mais, mas nutre-se de um passado que chegou ao fim de modo abrupto, interrompendo suas vidas.

Seguindo viagem, o segundo círculo é destinado aos luxuriosos, aos pecadores da carne, que se recusaram a abraçar a santidade do casamento e se entregaram aos desejos mundanos (tudo isso partindo de uma perspectiva católica, que fique bem claro). Essa atmosfera foi destinada à nona e mais recente iteração da antologia, 1984 – e, apesar de ter estreado ainda ontem, é bem fácil perceber o porquê de essa ser a escolha mais óbvia.

O nono ano do show nos convida a voltar para a tumultuosa e fervorosa década de 80, mais precisamente para um acampamento cujos monitores são movidos à base de drogas e de sexo. A princípio, tais temas dialogam com as claras homenagens aos famosos filmes de terror daquela época, mas também mantém relações interessantes com o que se destina àqueles movidos pela lascívia.

O próximo círculo é a prisão dos gulosos; aqui, Murphy foge por completo do que poderíamos esperar e adiciona alguns elementos eróticos para o tema. Na verdade, o terceiro vale é representado por Hotel e pelos vícios insuperáveis de seus personagens: a Condessa (Lady Gaga) e sua sede insaciável de sangue; Sally (Sarah Paulson) e sua inebriante necessidade de se drogar com heroína; John Lowe (Wes Bentley) e sua busca por justiça e por algo pelo qual viver. De fato, o quinto ano é dotado de uma representação poética deliciosamente complexa – ainda que peque em sua narrativa principal.

Freak Show é espelho do círculo da Avareza. Se pararmos para pensar, o circo dos horrores comandado por Elsa Mars (Jessica Lange) nada mais é que um conglomerado de pessoas que, no final das contas, pensam em si mesmas e que, mesmo numa condição de marginalização social, não se importam com os outros. Bette (Paulson) quer se livrar da irmã siamesa Dot (também Paulson) não importa o custo; Elsa quer se tornar famosa e deixar seu passado para trás; Dandy (Finn Wittrock) dispensa explicações, visto que é a própria encarnação de qualquer criança mimada que não aceita “não” como resposta.

O quinto círculo também dispensaria explicações, visto que se configura como a Raiva. Essa patológica e incontrolável doença ganha um fértil território com Roanoke, e não é por menos: ao longo de dez episódios que reinventam a si mesmo semana após semana, o público é bombardeado com uma overdose visual de sangue, do mais puro gore e de uma matança imparável que se estende até os últimos momentos do season finale.

Murphy retorna com suas simbologias desconstruídas com Cult, iteração que representa o círculo da Heresia. Os descrentes em Deus, na verdade, são transpostos para os descrentes do culto que cresce dia após dia e que ousa desafiar todas as leis existentes numa sociedade tomada pelo medo e pela insegurança. Eventualmente, o grupo comandado por Kai (Evan Peters) passa para as mãos de Ally (Paulson), mas não deixa de se valer do crescente desespero para alcançar o que deseja.

Muitas pessoas podem se confundir entre os círculos da Raiva e da Violência (este aqui representando o antepenúltimo território antes do centro do Inferno), mas, enquanto Roanoke apenas traduziu um sentimento intimista e que não necessariamente precisa ser materializado, Apocalypse, por mais tragicômica que tenha sido em suas vertentes dramáticas adolescentes, representa uma materialização extrema e bem mais mortal de pensamentos condenáveis. Afinal, a história, mesmo que restrita a um número exagerado de flashbacks, é movida pela explosão de bombas atômicas que destroem quase toda a humanidade. É claro que, no final das contas, esse caos é revertido – mas vamos nos ater ao que realmente importa.

Asylum representa o oitavo círculo, destinado aos fraudadores. Em uma reflexão quase redundante, os demoníacos protagonistas do Manicômio Briarcliff não apenas mentem para si próprios, mas estendem esse ardil reino de hipocrisia para seus “residentes”. Desde o Dr. Arthur Arden (James Cromwell) até a Irmã Mary Eunice (Lily Rabe) vivem de conluios controversos, arrastando inclusive a jornalista e escritora Lana Winters (Paulson) para um completo pesadelo que tenta transformá-la em, bom, uma ameba.

Por fim, a fan-favorite Coven se situa no último e pior dos círculos: o da Traição. Ao longo da terceira temporada, as poderosas mulheres que compuseram o clã de Fiona Goode (Lange) e, mais tarde, de sua filha Cordelia (Paulson), não pensavam duas vezes antes se atacarem e passarem por cima de qualquer pessoa para conseguirem o que almejavam. Dito isso, grande parte do elenco encontrou sua ruína em meio à completa falta de dignidade – algumas nos arrancando suspiros de indignação e outras, de satisfação.

American Horror Story sem sombra de dúvida é uma série mais complexa do que acreditamos e se vale de antigas inspirações que nunca perdem capacidade de serem relidas. Apesar dos deslizes ao longo desses nove anos, é inegável dizer que a produção marcou gerações e que seu cânone servirá de referência para obras futuras. Ou pelo menos assim esperamos.

CinemaCon é cancelado devido ao surto de Coronavírus

Segundo o ComicBook.com, o evento conhecido como CinemaCon também foi cancelado devido ao surto de Coronavírus que vem se espalhando pelo mundo.

A decisão veio de encontro ao que foi anunciado na semana passada, cujas informações indicavam que o evento iria acontecer com “medidas extras de saúde e de segurança”.

“É com grande pesar que anunciamos o cancelamento do CinemaCon 2020”, disseram John FithianMitch Neuhauser, presidentes da NATO (Associação Nacional dos Proprietários de Teatro), em uma declaração oficial. “A cada primavera, expositores, distribuidores e parceiros da indústria do mundo inteiro se encontram em Las Vegas para compartilhar informações e celebrar a experiência cinematográfica. Neste ano, devido ao banimento de viagens da União Europeia e as dificuldades de viagem em tantas outras áreas e outros desafios apresentados devido à pandemia do Coronavírus, uma parte significante da comunidade fílmica não poderá comparecer ao CinemaCon”.

“Esperamos ansiosamente continuar essa tradição de dez anos de reunir a maior convenção de cinemas do mundo”, eles completaram.

Ainda não se sabe se o evento poderá acontecer em outra data.

‘Ramy’ se torna a primeira série muçulmana indicada para o Emmy Awards!

Logo após o anúncio oficial dos indicados ao Emmy Awards 2020, a aclamada sitcom Ramy fez história ao se tornar a primeira série muçulmana a ser nomeada à premiação.

O co-criador e protagonista da série, Ramy Youssef, foi indicado nas categorias de Melhor Ator em Série de ComédiaMelhor Direção pelo episódio “Miakhalifa.mov”Mahershala Ali, que participou da segunda temporada, também foi indicado na categoria de Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia.

Vale lembrar que a série já está renovada para o terceiro ciclo, cuja estreia deve ocorrer apenas em 2021.

O jovem Ramy, filho de imigrantes egípcios, se encontra perdido em meio a uma jornada espiritual conflitante. Ele se vê num fogo cruzado entre sua comunidade muçulmana, que acha que a vida é um teste constante, seus amigos millenials, que pensam que a vida é cheia de infinitas possibilidades, e um Deus que está sempre assistindo a tudo isso acontecer.

O elenco conta com Ramy YoussefDavid MerhejeHiam Abbass, Amr Waked e Mahershala Ali.

‘Tiana’: Série baseada em ‘A Princesa e o Sapo’ ganha previsão de estreia!

A Disney anunciou recentemente que está produzindo uma série baseada na animação ‘A Princesa e o Sapo, lançada originalmente em 2009.

Agora, a Casa Mouse confirmou que o show ganhou previsão de estreia: 2022! O dia exato ainda não foi revelado.

Confira o anúncio e o logotipo abaixo:

Lembrando que o longa foi a última produção em 2D lançada pelo estúdio, que decidiu se concentrar em animações de CGI.

No filme, a trabalhadora e ambiciosa Tiana sonha em um dia abrir o seu próprio restaurante em Nova Orleans. Seus planos tomam um rumo diferente quando ela conhece o príncipe Naveen, o qual tinha se tornado um sapo pelo maldoso Dr. Facilier. Porém, o príncipe, que agora é um sapo, tem esperanças de ser um humano novamente se Tiana beijá-lo.