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‘The Crown’: Vídeo explora a história de AMOR entre o Príncipe William e Kate Middleton; Confira!

A leva final de episódios de The Crown’ já chegou à Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo explorando a história de amor entre o Príncipe William (Ed McVey) e Kate Middleton (Meg Bellamy).

Confira:

O ciclo de encerramento traz Imelda Staunton (‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’) como a Rainha Elizabeth II e Elizabeth Debicki (‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’) como a Princesa Diana.

O elenco também conta com Dominic West (‘The Wire’) como o Príncipe Charles, Jonathan Pryce (‘Game of Thrones’) como o Príncipe Philip, Lesley Manville (‘Trama Fantasma’) como a Princesa Margaret, Olivia Williams (‘O Pai’) como Camilla Parker, Ed McVey como o Príncipe William, Meg Bellamy como Kate MiddletonKhalid Abdalla como Dodi Fayed e mais.

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘WondLa – A Trilogia’: Série animada da Apple TV+ ganha trailer e data de estreia; Confira!

Apple TV+ divulgou recentemente o trailer oficial de WondLa – A Trilogia’, série animada baseada na saga de romances The Search for WondLa, de Tony DiTerlizzi.

Além disso, foi revelado que a produção chega à plataforma de streaming no dia 28 de junho.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Bobs Gannaway entra como showrunner e produtor executivo.

A temporada de estreia contará com sete capítulos.

A trama acompanha Eva (Jeanine Mason), uma adolescente curiosa, entusiasmada e espirituosa que está sendo criada em um bunker subterrâneo de última geração por Muthr, um robô zelador (Teri Hatcher). No seu aniversário de 16 anos, um ataque ao bunker força Eva a regressar à superfície da Terra, que agora é habitada por alienígenas, coberta por uma fauna de outro mundo e sem outros humanos. Na verdade, o planeta não se chama mais Terra, mas sim Orbona.

Otto (Brad Garrett), um adorável tardígrado gigante com quem Eva compartilha poderes telepáticos, e Rovender (Gary Anthony Williams), um alienígena rabugento com um passado conturbado, juntam-se a Eva enquanto ela lidera a equipe em uma perigosa missão para encontrar humanos, seu lar e seu verdadeiro destino.

Chiké OkonkwoDC DouglasAlan Tudyk e outros completam o elenco de dublagem.

‘Harry Potter’: Saiba QUEM é a escolha principal da Warner para viver Alvo Dumbledore na série

O universo de Harry Potter continua a ser expandido – e, muito em breve, ganhará uma série de televisão pelas mãos da Warner Bros. Discovery e pela HBO.

Agora, segundo a Variety, ambas as companhias já têm em mente quem elas gostariam de ver interpretando Alvo Dumbledore, o diretor de Hogwarts: Mark Rylance (‘Ponte de Espiões’, ‘Não Olhe para Cima’).

As informações indicam que, enquanto o astro vencedor do Oscar não está em negociações formais para interpretar o icônico personagem, a Warner apenas checou se Rylance estaria disposto a dar uma nova roupagem a Dumbledore pela duração da série.

Recentemente, Channing Dungey, presidente e CEO do Warner Bros. Television Group, revelou detalhes sobre o desenvolvimento da produção.

Dungey destacou que a série oferecerá uma imersão mais profunda no universo mágico criado por J.K. Rowling: Será “um pouco mais aprofundada do que um filme de duas horas”. 

Atualmente, a série está avançada no processo de desenvolvimento, com Francesca Gardiner (‘Succession’) como showrunner e produtora executiva, e Mark Mylod (‘Game of Thrones’) atuando como produtor executivo e diretor. O processo de elenco também está em andamento.

A primeira temporada está prevista para chegar ao streaming Max em 2026.

A Max irá produzir em associação com a Brontë Film and TV e a Warner Bros. Television. J.K. Rowling será produtora executiva juntamente com Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

‘Jurassic World’: Originalmente, Bryce Dallas Howard seria vilã no filme

Hoje, após dois filmes, a personagem Claire, vivida pela Bryce Dallas Howard, é uma das mais queridas pelos fãs, mas pouca gente sabe que, na primeira versão do roteiro, a atriz daria vida à uma vilã.

Em entrevista à revista BDH Network, Colin Trevorrow, co-roteirista e diretor de ‘Jurassic World’, afirmou que, antes dele entrar no projeto, já havia sido escrito um texto por Rick Jaffa e Amanda Silver. Nesse roteiro, a personagem de Dallas Howard se chamava Whitney e funcionaria como a principal antagonista do filme.

“Tinha essa personagem que tinha uma ou duas cenas, a gerente do lado corporativo do parque. Acho que seu nome era Whitney. Ela era uma antagonista”

Sucesso! ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘ arrecadou US$ 416 milhões nas bilheterias dos EUA. Mundialmente, a sequência já soma mais de US$ 1.3 bilhão – representando atualmente a 12ª maior bilheteria da história.

Na franquia, ‘Reino Ameaçado‘ só perde para ‘Jurassic World‘, que arrecadou mais de 1.6 bilhão globalmente, sendo US$ 652 apenas nos EUA.

[SPOILERS] O que acontece na cena pós-créditos de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado’ 

Ficou curioso? A nossa crítica já está disponível: Crítica | Jurassic World: Reino Ameaçado – O filme mais assustador da franquia

Libertadores | A curiosa ligação entre o cinema e o Botafogo

A ligação entre futebol e cinema é muito presente no Brasil. Parte importante da cultura nacional é a prática desse esporte que movimenta multidões pelo país, fazendo com que torcedores sigam seus times pelo mundo e até mesmo homenageiem os clubes do coração em seus trabalhos.

Mas há um ligação especial entre o Botafogo, que entra em campo daqui a pouco para enfrentar o Atlético-MG na finalíssima da Copa Libertadores, e o cinema. Mas antes de chegar nela, vale a pena citar algumas curiosidades.

Divulgação/ Conmebol

A primeira delas é que o mascote do Glorioso faz uma participação especial no filme O Impostor. Na trama, John Travolta interpreta um artista que planeja uma fuga espetacular da prisão. Por algum motivo que ninguém sabe – provavelmente um brasileiro na produção – o Manequinho, mascote do clube carioca aparece no filme em 1h31. Muito aleatório.

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Outro fato curioso é que tivemos o nosso próprio momento De Volta Para o Futuro no cinema nacional. Para quem não lembra, os torcedores do Chicago Cubs quase viveram uma profecia. Uma das melhores piadas de De Volta Para o Futuro II é quando Marty McFly viaja para 2015 e se choca com um placar afirmando que o Chicago Cubs foi campeão mundial naquele ano. Para quem não acompanha o beisebol, o Cubs passou décadas sem conquistar um título sequer e foi motivo de chacota no filme.

Porém, na vida real, o ano de 2015 teve uma arrancada espetacular do Cubs, que por muito pouco não cumpriu a profecia de McFly. No entanto, eles conquistaram o título na temporada seguinte. Foi incrível.

Já no Brasil, a profecia foi certeira. Em 1989, o filme A Princesa Xuxa e os Trapalhões foi lançado, se tornando um sucesso imediato no cinema nacional. Na época, o Botafogo vivia uma seca de títulos muito incômoda. Então, a equipe criativa decidiu zombar do time colocando um menino para vasculhar informações da Terra no futuro no longa. E uma das relíquias que ele encontra é um adesivo de “Botafogo campeão de 2010”.

A piada rendeu, mas chegou 2010 e o inesperado aconteceu. Além de bater o Vasco na final da Taça Guanabara, o Botafogo chegou à final do Campeonato Carioca e venceu o Flamengo nos pênaltis, com direito a cavadinha histórica do uruguaio Loco Abreu. No fim das contas, o Botafogo foi mesmo campeão em 2010.

Vale dizer também que o diretor Walter Salles, que está rodando o mundo com o aclamado Ainda Estou Aqui é torcedor do Botafogo e chegou a estudar comprar a SAF alvinegra no passado junto ao irmão. A negociação, no entanto, não foi para frente.

Reprodução

Mas vamos a atual ligação poderosa do Glorioso com o cinema mundial. Em 2021, o Botafogo acertou a venda de 90% do seu departamento de futebol para o empresário norte-americano John Textor. Empolgado com o clube e amado pelos torcedores, Textor tem algumas estatuetas do Oscar na prateleira.

Em 2006, o empresário comprou a Digital Domain de James Cameron, que era responsável por alguns dos efeitos especiais mais espetaculares de Hollywood. Eles trabalharam em longas como Transformers, Homem de Ferro, O Curioso Caso de Benjamin Button, Piratas do Caribe, Os Vingadores e afins.

Ele ficou seis anos à frente da empresa, que foi comprada em 2012, levando o empresário a investir em apresentações de artistas recriados em Holograma. Em 2015, ele começaria seu investimento no futebol, até desembarcar no Botafogo em 2021, onde trabalha para montar um projeto vencedor junto ao Alvinegro Carioca, que contou com a trajetória de sucesso de Textor em Hollywood para conseguir os investimentos que, hoje, permitem ao Botafogo estar disputando a maior final do continente.

A final entre Atlético-MG e Botafogo começa às 17h (de Brasília) e poderá ser assistida na Globo (TV aberta), na ESPN (TV por assinatura), no Paramount+ (streaming) e no Globoplay (streaming).

Crítica | Operação Natal – The Rock e Chris Evans em filme de ação natalino que derrapa na diversão

É oficial: está aberta a temporada de filmes natalinos nos cinemas e nos streamings. E embora a data seja uma celebração de origem católica, é também um evento cultural, celebrado em muitas partes do mundo – e, em cada parte, adaptando-se e absorvendo elementos da cultura local. Por isso o Natal num determinado país tem tradições diferentes de outros lugares. No intuito de apontar algumas dessas distinções, estreia a partir de hoje nos cinemas brasileiros o longa ‘Operação Natal’, que oficialmente abre a temporada ho ho ho esse ano.

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É véspera de Natal e o Polo Norte está a toda com as preparações dos presentes. Enquanto Das Neves (JK Simmons, de ‘Whiplash’) treina para ficar em forma, o comandante Callum (Dwayne Johnson, de ‘Jumanji’) se sente desanimado e pede demissão de seu trabalho protegendo e ajudando o Papai Noel, pois acha que os adultos e as crianças perderam o espírito natalino e hoje em dia só querem saber de brigar. Porém, quando Jack O’Malley (Chris Evans, de ‘Capitão América’) intercepta uma informação de inteligência sobre o paradeiro do Papai Noel e a vende no mercado paralelo, uma ameaça invade o Polo Norte e sequestra Das Neves. Para salvar o Natal agora, Callum e Jack irão se juntar numa inusitada parceria que os fará repensar suas vidas.

Operação Natal’ pretende ser um filme para toda a família e em muitos aspectos funciona mesmo, mas escorrega em alguns. Por exemplo, a duração de duas horas, que deve impacientar ao espectador, ou a mistura de linguagens, trazendo ao mesmo tempo elementos de terror com uma atuação canastrona de Chris Evans.

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O grande barato dessa produção é trazer personagens (inclusive natalinos, mas não apenas) de diversas culturas do mundo, apesar da história centrar nas tradições dos Estados Unidos. Assim, temos Garcia, um urso polar igual ao daquele refrigerante; temos referências ao Boxing Day (o dia da trica de presentes, típico dos países de cultura inglesa); temos o Krampus, criatura oriunda da cultura germânica, que pune as crianças que não se comportam; e a Gryla, criatura natalina da mitologia da Islândia. Ver todas essas personagens natalinas reunidas num filme para crianças é muito legal, pois ajuda a construir uma visão de mundo plural.

Com elementos tão legais, quem se perde é o roteiro de Chris Morgan e Hiram Garcia, que se debruçam em tecer uma aventura de parceiros (Callum e Jack) em vez de explorar com riqueza todos esses elementos culturais. Para a aventura dos dois amigos improváveis acontecer, eles rodam o mundo, enquanto falta tela e fala para Lucy Liu ( de ‘As Panteras’) e Bonnie Hunt (de ‘Jumanji’), sobrando neste filme quase todo conduzido por personagens masculinos.

Numa proposta diferente, ‘Operação Natal’ traz uma aventura com muita ação, acima do convencional para produções natalinas. Um filme bem-humorado que arranca risadas nos momentos mais inesperados, cheio de efeitos especiais e com muitas referências à cultura pop (como ‘Star Wars’ e ‘Mulher-Maravilha’). Pouco divertido, mas cheio de cultura, ‘Operação Natal’ é um inesperado filme de ação natalino.

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‘Mouse Guard’: Idris Elba está em negociações para estrelar nova adaptação da Fox

Mouse Guard, aguardada adaptação dos quadrinhos homônimos dos estúdios BOOM!, finalmente está caminhando para as telonas, aparentemente ainda sob a tutela da 20th Century Fox.

Segundo o site The Hollywood Reporter, a Fox está em negociações finais para elencar Idris Elba no elenco principal. Caso o acordo dê certo, Elba irá fazer parte de um time composto por nome como Andy SerkisThomas Brodie-Sangster. Quanto ao papel, o ator daria vida a Celanawe, um lendário campeão de outrora que é descrito nos moldes do icônico Obi-Wan Kenobi.

O filme é baseado nas graphic novels do escritor David Petersen e foca em um grupo de ratinhos que devem proteger seu reino. Eles enfrentarão não apenas desertores do grupo, mas também raposas, águias e outros predadores muito perigosos.

Dirigido por Wes Ball e produzido por Matt Reeves, o elenco é formado por Andy SerkisThomas Brodie-SangsterJoseph CaddellGary Whitta fica a encargo do roteiro.

Mouse Guard ainda não tem previsão de estreia.

‘007 – Sem Tempo para Morrer’: Produtora revela detalhes sobre o novo supervilão da saga

Em entrevista à revista Empire, a produtora Barbara Broccoli revelou alguns detalhes sobre o novo antagonista da saga 007.

O vilão será interpretado por Rami Malek e é conhecido por Safin, cuja sede de vingança se relaciona com suas descobertas tecnológicas e sua missão ecológica de salvar o mundo.

“Ele é realmente um supervilão”, Broccoli comentou. “Ele será a pessoa que vai mexer com James Bond. Ele vai dar trabalho”.

As filmagens de ‘007 – Sem Tempo para Morrer’ terminaram no último dia 25 de outubro e, agora, está no processo de pós-produção. O filme estreia em 08 de abril de 2020.

Confira o pôster:

https://www.facebook.com/266350353379883/posts/2823584880989738?s=100000425583181&v=e&sfns=mo

Lembrando que ‘No Time to Die’ será o último filme de Daniel Craig como James Bond. O ator vive o personagem desde 2006, com a estreia de ‘Casino Royale’.

Na trama, Bond deixou o serviço secreto e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Sua paz dura pouco quando seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista raptado acaba sendo muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond para o rastro de um misterioso vilão armado com uma tecnologia mortal.

Dirigido por Cary Fukunaga e com roteiro de Neal Purvis e Robert Wade, o 25º quinto da franquia estrela Craig, Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Rory Kinnear, Ben Whishaw, Jeffrey Wright, Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘A Missy Errada’: Nova comédia da Netflix ganha trailer oficial; Confira!

Netflix divulgou o trailer de sua nova comédia original, A Missy Errada.

Confira:

O filme é dirigido por Tim Spindel, com roteiro assinado por Chris PappasKevin Barnett.

Adam Sandler é o produtor.

Após trocar várias mensagens com a mulher dos seus sonhos, Tim Morris decide arriscar e convida a jovem para um evento corporativo em uma ilha paradisíaca. Mas quando encontra no aeroporto a mulher com quem teve um desastroso encontro às cegas, Tim descobre que estava escrevendo para A Missy Errada!

David SpadeLauren LapkusGeoff PiersonSarah ChalkeMolly SimsNick Swardson, Jacke SandlerChris WitaskeRoman Reigns estrelam.

A Missy Errada estreia no dia 08 de maio de 2020.

Arnold Schwarzenegger fará sua estreia na televisão em série de espionagem

Segundo o Deadline, o icônico Arnold Schwarzenegger fará sua estreia na televisão em uma série de espionagem ainda sem título oficial.

Criado por Nick Santora (ScorpionJack Reacher), a história gira em torno de um espião mundialmente famoso (Schwarzenegger) e sua filha (que ainda será escalada).

Tanto Santora quanto o ator serão produtores, ao lado de David EllisonDana GoldbergBill Bost.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Schwarzenegger é um dos nomes mais prolíficos da indústria cinematográfica e um dos queridinhos do gênero ação. Seus principais créditos incluem as franquias O Exterminador do FuturoPredador, além dos longas Conan, o Bárbaro’Comando para MatarOs Mercenários.

‘Supergirl’ enfrenta Lex Luthor no trailer da ÚLTIMA temporada; Assista!

A CW divulgou o primeiro trailer da 6ª (e última) temporada de ‘Supergirl‘.

Confira:

O novo ciclo estreia no dia 30 de março e será composto por vinte episódios.

Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG520A_0439r — Pictured: Melissa Benoist as Supergirl — Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG601A_0057r — Pictured: Melissa Benoist as Supergirl — Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG520A_0286r — Pictured: Jon Cryer as Lex Luthor — Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG520A_BTS_0721r — Pictured: Melissa Benoist as Supergirl, Sharon Leal as M’gann M’orzz and David Harewood as Hank Henshaw/J’onn J’onzz — Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG520B_0343r — Pictured: David Harewood as Hank Henshaw/J’onn J’onzz — Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG520B_0082r — Pictured: Katie McGrath as Lena Luthor — Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG601fg_0153r — Pictured (L – R): Azie Tesfai as Kelly Olsen and Chyler Leigh as Alex Danvers — Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG520A_BTS_0735r — Pictured: Sharon Leal as M’gann M’orzz — Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG601fg_135r — Pictured: Chyler Leigh as Alex Danvers — Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG520B_0379r — Pictured (L – R): Jesse Rath as Brainiac-5 and Nicole Maines as Dreamer– Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.
Supergirl — “Rebirth” — Image Number: SPG601fg_111r — Pictured (L – R): Jon Cryer as Lex Luthor and Brenda Strong as Lillian Luthor– Photo: Dean Buscher/The CW — © 2021 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

‘Ghostbusters: Mais Além’ surpreende nas bilheterias, mas tem estreia MENOR que o reboot de 2016

Sucesso! ‘Ghostbusters: Mais Além‘ surpreendeu nas bilheterias norte-americanas, com incríveis US$ 44 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana.

O resultado é muito superior às projeções iniciais, que indicavam uma estreia em torno de US$ 28-35 milhões no país. Além disso, o novo filme quase teve a maior estreia da franquia, ficando atrás apenas do reboot de 2016, que arrecadou US$ 46 milhões em seu primeiro final de semana.

No entanto, o reboot foi extremamente rejeitado e criticado pelo público e pelos críticos, caindo drasticamente nas semanas seguintes. ‘Ghostbusters: Mais Além‘ deve se destacar nas próximas semanas, especialmente após ter conquistado uma aprovação de 96% de aprovação do público.

No mercado internacional, o longa arrecadou US$ 16 milhões, totalizando uma estreia global sólida de US$ 60 milhões.

Vale lembrar que a produção já está em exibição nos cinemas nacionais!

Assista nossa crítica:

Crítica | Ghostbusters: Mais Além é a Sequência PERFEITA que a franquia merecia!

Além de dirigir, Jason Reitman também ajudou a escrever o roteiro em parceria com Gil Kenan (‘Poltergeist’).

Na trama, uma mãe solteira e seus dois filhos chegam em uma cidade pequena e começam a descobrir sua conexão com os caça-fantasmas originais, além do legado secreto que seu avô deixou para trás.

Finn Wolfhard (‘It: A Coisa’), Mckenna Grace (‘A Maldição da Residência Hill’), Carrie Coon (‘The Sinner’) e Paul Rudd (‘Vingadores: Ultimato’) estrelam. O elenco também conta com o retorno de Bill Murray, Dan Aykroyd, Annie PottsSigourney Weaver.

Tilda Swinton encontra “gênio da lâmpada” no trailer de ‘Era Uma Vez Um Gênio’; Confira dublado e legendado!

Paris Filmes divulgou o primeiro trailer de ‘Era uma Vez um Gênio‘ (Three Thousand Years of Longing), aventura fantástica estrelada por Tilda Swinton (‘Doutor Estranho’) e Idris Elba (‘O Esquadrão Suicida’).

Confira, dublado e legendado:

A produção será lançada nos cinemas nacionais no dia 1º de setembro.

Dirigido por George Miller (‘Mad Max: Estrada da Fúria’), o longa é baseado no conto The Djinn in the Nightingale’s Eye, de A. S. Byatt.

A Dra. Alithea Binnie é uma acadêmica – contente com a vida e uma criatura da razão. Enquanto em Istambul participando de uma conferência, ela encontra um Djinn que lhe oferece três desejos em troca de sua liberdade. Isso apresenta dois problemas. Primeiro, ela duvida que ele seja real e, segundo, por ser uma estudiosa de histórias e mitologia, ela conhece todas as histórias de advertência sobre desejos que deram errado. O Djinn defende seu caso contando histórias fantásticas de seu passado. Eventualmente, ela é seduzida e faz um desejo que surpreende os dois.

O elenco ainda conta com Aamito LagumBarcu GöldegarMatteo BocelliKaan GuldurJack BraddyPia ThunderboltAnna AdamsDavid CollinsAngie Tricker.

2ª temporada de ‘O Verão que Mudou Minha Vida’ ganha data de estreia; Confira o vídeo de anúncio!

O Prime Video finalmente anunciou quando a 2ª temporada da adaptação ‘O Verão que Mudou Minha Vida‘ será lançada.

Os três primeiros episódios do próximo ciclo irão estrear oficialmente no dia 14 de julho, enquanto os capítulos seguintes serão lançados em formato semanal.

Na segunda temporada, “Belly costumava contar os dias para o seu retorno à Cousins Beach, mas com a disputa entre Conrad e Jeremiah e o retorno do câncer de Susannah, ela não acha o verão será a mesma coisa. Quando um visitante inesperado ameaça o futuro da casa de Susannah, Belly precisa unir novamente o grupo – e finalmente decidir o que o seu coração quer”.

Confira o vídeo de anúncio e siga o CinePOP no YouTube:

Baseada no romance homônimo de Jenny Han (‘Para Todos os Garotos que já Amei’), a história é um drama multigeracional que gira em torno de um triângulo amoroso entre uma garota e dois irmãos, o relacionamento evolutivo entre mães e filhos, bem como o poder duradouro das amizades femininas.

O elenco conta com Lola Tung, Christopher Briney, Gavin CasalegnoRachel Blanchard e Jackie Chung.

Han escreveu o piloto da série e também entra como produtora executiva e co-showrunner.

‘O Verão que Mudou a Minha Vida’ foi lançado originalmente em 2009. Seu sucesso rendeu nada menos que duas sequências: Sem Você Não é Verão, publicada em 2010; e Sempre Teremos o Verão, de 2011.

POLÊMICA! Netflix fará série sobre a trágica noite do incêndio na Boate Kiss

A Netflix anunciou hoje que fará uma série sobre o incêndio na Boate Kiss, que deixou 242 mortos em 2013. A temporada terá cinco episódios e o roteiro será baseado no livro ‘Todo dia a mesma noite‘ (Editora Intrínseca), da premiada jornalista Daniela Arbex.

No livro, Daniela usa sua expertise e sensibilidade para reconstituir os acontecimentos em torno de uma das maiores tragédias da história recente do Brasil. Para escrever a obra, a autora analisou as 20 mil páginas que compõem o Caso Kiss na Justiça e entrevistou mais de 100 personagens de Santa Maria — ouvindo mães e pais de vítimas, sobreviventes, peritos, o ex-prefeito da cidade e até profissionais de saúde que pela primeira vez falaram sobre o caso.

A partir desse material, ela reconstrói cenas do dia do incêndio, mostra como o episódio abala ainda hoje a cidade e dá aos números e aos fatos a dimensão humana necessária. Dolorosa, mas indispensável, a obra conduz a uma compreensão ampla das consequências de descuidos banalizados por empresários, políticos e cidadãos, ajudando a erguer um memorial contra o esquecimento dessa noite tenebrosa.

As filmagens vão começar no início de 2022 e a série terá consultoria criativa da autora. O premiado cineasta Gustavo Lipsztein (Tensão em alto mar) lidera a equipe de roteiristas, com direção de Julia Rezende (Um namorado para a minha mulher).

Giselle estampa novo cartaz de ‘Desencantada’; Estreia é antecipada!

Desencantada‘ ganhou mais um cartaz, estampado por Giselle, personagem interpretada por Amy Adams.

A estreia no serviço de streaming foi antecipada para o dia dia 18 de novembro.
Desencantada‘ é a aguardada sequência de ‘Encantada‘, que se tornou possível graças ao Disney+, assim como ‘Abracadabra 2‘.

Confira, com o trailer:

A trama de Desencantada se passará 15 anos depois dos eventos de ‘Encantada‘ e nos leva de volta ao mundo de Giselle (Amy Adams) e de seu pragmático esposo, o advogada Robert (Patrick Dempsey). Com Morgan agora adolescente, Giselle e sua família se realocarão para o subúrbio de Monroeville, onde ela terá que enfrentar os desafios de uma nova casa, à medida que tenta redescobrir o verdadeiro significado do “Felizes para Sempre”.

 

Os Filmes de TERROR Mais Esperados de 2024 e 2025 [VÍDEO]

Quando falamos de um de nossos gêneros preferidos aqui no CinePOP, o terror, o ano de 2023 já nos trouxe muita coisa boa em sua primeira metade. O ano começou quente com ‘M3GAN’ na primeira semana de janeiro. O filme da boneca-robô com inteligência artificial arrecadou quase US$200 milhões mundiais num orçamento de US$12 milhões e já garantiu sua continuação.

Mas 2024 e 2025 prometem ainda mais!

No vídeo abaixo, o editor-chefe Renato Marafon traz os filmes de terror mais esperados dos próximos anos:

Entre os filmes estão:

MaXXXine

O filme ‘X – A Marca da Morte’ (2022) se tornou um tremendo sucesso. Enquanto esperavam a pandemia passar, o diretor Ti West e a atriz Mia Goth decidiram escrever a prequel de tal filme, intitulado ‘Pearl’. Lançado no mesmo ano, o segundo longa fez ainda mais sucesso. Assim, West e Goth decidiram retornar a este universo para um terceiro filme, e para isso conseguiram reunir o melhor elenco da franquia. Além de Goth no papel principal, ‘MaXXXine’ ainda traz Kevin Bacon, Michelle Monaghan, Lily Collins, Elizabeth Debicki, Bobby Cannavale, Giancarlo Esposito e a cantora Halsey. Desta vez a trama se passará em Hollywood. A data de estreia ainda não foi definida, mas é possível que o filme estreie entre o fim deste ano e o início de 2024.

Pânico 7

Aqui no CinePOP adoramos a franquia ‘Pânico’, que reviveu os slasher no fim dos anos 90, e segue forte até hoje, emplacando em 2023 seu sexto exemplar – após um bem-sucedido reboot/sequência no ano passado. A graça dos novos Pânico (o cinco e o seis) foi a apresentação de um novo elenco, encabeçado pelas talentosas Melissa Barrera e (principalmente) Jenna Ortega – a nova queridinha de Hollywood. Tanto que a estrela Neve Campbell ficou de fora do sexto e muita gente nem deu falta. Para o sétimo, a única coisa que sabemos é a contratação de Christopher Landon na direção – o mesmo responsável por ‘A Morte te dá Parabéns’ e ‘Freaky’. E assim como Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin trouxeram Samara Weaving (de ‘Casamento Sangrento‘) para o elenco de ‘Pânico VI’, bem que Landon poderia trazer Jessica Rothe ou/e Kathryn Newton para o elenco de ‘Pânico VII’. O longa deve ser lançado entre 2024 e 2025.

A Filha do Drácula

Em fase de produção para o lançamento em 19 de abril de 2024, mas ainda sem um título definido ou divulgado, esta é a nova aposta da Universal Pictures para um filme de monstro. Mas qual é o monstro, não me pergunte. O que sabemos é que foi este o filme pelo qual os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, citados acima, deixaram a franquia Pânico, depois dos elogiados e bem-sucedidos cinco e seis. Afinal, a dupla almeja alçar novos voos e crescer profissionalmente. E levaram consigo para o projeto a protagonista dos novos filmes, Melissa Barrera. O que pode botar em risco sua permanência no sétimo longa de Ghostface. Além de Barrerra, o novo projeto da dupla conta com Kathryn Newton, Dan Stevens e o recém-falecido Angus Cloud.

Um Lugar Silencioso – Dia 1

Um Lugar Silencioso’ (2018) se tornou um dos maiores sucessos surpresa do terror nos últimos cinco anos. O filme do diretor John Krasisnki também é sobre família e trouxe frescor com sua narrativa “muda”, de um mundo onde qualquer mínimo som pode ser fatal. Nem mesmo a pandemia atrapalhou o andamento da continuação, que igualmente trouxe Emily Blunt em destaque e se tornou sucesso. Agora, os produtores resolvem expandir esse universo com o primeiro derivado, ‘Day One’, ou ‘Dia Um’, comentando como as coisas chegaram ao que conhecemos. John Krasinski é o dono da ideia e produz, mas a direção fica com Michael Sarnoski, de ‘Pig’ (2021), com Nicolas Cage. No elenco, Lupita Nyong’o é o grande nome, seguida de Djimon Hounsou – que já vimos no segundo. A estreia é programada para o dia 8 de março de 2024.

E mais!

‘Divertida Mente 3’ vai acontecer?

Divertida Mente 2’ está prestes a chegar nos US$ 1 bilhão arrecadados mundialmente em apenas duas semanas, e é o maior sucesso do ano e também da Pixar.

Isso significa que Divertida Mente 3‘ vem aí?

Segundo o cineasta Kelsey Mann, a franquia ainda tem muitas histórias a serem contadas.

Durante uma entrevista à Total Film, Mann mencionou que vasculhou os arquivos de arte e storyboards do primeiro filme em busca de inspiração. “Havia tantas boas ideias. E certamente haverá ideias para este filme que são realmente excelentes e serão guardadas para o futuro. Definitivamente, há uma tonelada de ótimas ideias que usei para criar este filme”.

Mann já havia afirmado que Divertida Mente apresenta um dos maiores cenários que eles já criaram.

“Este é um mundo fantástico para explorar. Sinto que o que Pete Docter e toda a equipe do filme original criaram é verdadeiramente um playground que podemos expandir. Na verdade, quando fizemos o primeiro filme, o maior cenário que tínhamos criado na Pixar era dentro da mente de uma menina de 11 anos. No entanto, exploramos apenas cerca de 10% dele. Portanto, há muito mais a explorar”.

Questionado se algumas ideias não se encaixaram em Divertida Mente 2’, assim como aconteceu no primeiro filme, Mann respondeu:

“Absolutamente! Há algumas coisas que eu sei que nunca vão funcionar. E há outras que eu penso: ‘Isso é uma ideia realmente boa e engraçada. Precisa ser vista em algum momento’.”

“Há tanto personagens quanto cenários que acabaram no chão de edição e merecem ser vistos e explorados em algum momento”, acrescentou o produtor Mark Nielsen.

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Em apenas 16 dias, a sequência ‘Divertida Mente 2‘ já arrecadou impressionantes US$ 863.1 milhões nas bilheterias mundiais.

O novo longa conseguiu ultrapassar a arrecadação total do primeiro filme (US$859M), e atualmente se encontra no TOP 19 das maiores animações da história do cinema.

Nos EUA, o longa soma US$ 411.8 milhões – o que representa a nona maior animação da história do país, superando ‘Frozen: Uma Aventura Congelante‘ (US$400.9M).

Internacionalmente, ‘Divertida Mente 2‘ acrescenta US$ 451.3 milhões. O TOP 5 dos maiores mercados internacionais é formado pelo México (US$71.1M), Reino Unido (US$32.9M), Coreia (US$32.2M) e Brasil (US$28M).

De acordo com o Deadline, a sequência deve ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão em arrecadação no próximo final de semana, tornando-se a animação mais rápida a alcançar esta marca histórica.

Henry Cavill é o PREFERIDO do público para viver o novo James Bond

Após assumir o controle criativo da franquia de filmes ‘James Bond‘, o CEO da Amazon Jeff Bezos foi ao X perguntar aos seguidores quem eles escolheriam como o próximo ‘007‘.

Aproveitando a deixa, o IGN fez uma enquete perguntando ao público quem eles gostariam de ver como o agente, e o primeiro lugar disparado ficou com Henry Cavill com 54,4%. Em segundo lugar ficou Tom Hardy, com apenas 8,2%, seguido por James McAvoy (1,9%) e Michael Fassbender (5,1%).

Confira:

Antes de interpretar um espião em ‘O Agente da UNCLE’ e ‘Missão Impossível: Efeito Fallout’, Cavill foi recusado para o papel de James Bond.

Ele fez o teste em 2006 e afirma ter sido dispensado por ser ‘muito gordo’.

Hoje, o teste vazou. Assista:

O astro disse que foi chamado para o teste de elenco de 007: Casino Royale‘, mas não se preparou devidamente para o papel e foi substituído por Daniel Craig.

“Eu deveria ter me preparado melhor. Lembro-me que o diretor Martin Campbell disse: ‘Henry, você está um pouco gordinho para o papel.’ Na época eu não sabia como treinar ou fazer dieta. E fico feliz que Martin tenha sido sincero sobre isso, porque sei lidar com a verdade. Isso me ajuda a melhorar.”

Porém, o diretor Martin Campbell revelou ao Cinema Blend que não é verdade que o ator foi dispensado pelo seu peso.

“Eu realmente vi o teste de elenco do Henry Cavill para viver James Bond. Ele foi muito bem no teste. Mas ele era muito jovem para o papel e também não era tão experiente quanto o Daniel [Craig]”, afirmou. 

Os produtores de longa data da franquia, Michael G. Wilson e Barbara Broccoli, não terão mais controle criativo sobre os próximos filmes e séries.

A reportagem destaca que o Amazon MGM Studios, Wilson e Broccoli firmaram um acordo e criaram uma nova joint venture para abrigar os direitos de propriedade intelectual da franquia. Assim, as três partes continuarão como coproprietárias, mas a Amazon MGM terá o controle criativo.

“Desde sua introdução nos cinemas há mais de 60 anos, James Bond se tornou um dos personagens mais icônicos do entretenimento cinematográfico”, afirmou Mike Hopkins, chefe do Prime Video e Amazon MGM Studios.

“Nós somos gratos ao falecido Albert R. Broccoli e Harry Saltzman por levar James Bond aos cinemas ao redor do mundo, e a Michael G. Wilson e Barbara Broccoli por sua dedicação inabalável e seu papel em continuar o legado da franquia, que é apreciado por legiões de fãs ao redor do mundo. Temos a honra de dar continuidade a essa herança preciosa e estamos ansiosos para dar início à próxima fase do lendário 007 para o público ao redor do mundo”, acrescentou.

Wilson acrescentou: “Com minha carreira de 007 se estendendo por quase 60 anos incríveis, estou me afastando da produção dos filmes de James Bond para me concentrar em projetos artísticos e de caridade. Portanto, Barbara e eu concordamos que é hora de nosso parceiro de confiança, o Amazon MGM Studios, liderar James Bond no futuro”.

Broccoli comentou: “Minha vida foi dedicada a manter e expandir o extraordinário legado que foi passado a Michael e a mim por nosso pai, o produtor Cubby Broccoli. Tive a honra de trabalhar de perto com quatro atores tremendamente talentosos que interpretaram 007 e milhares de artistas maravilhosos da indústria. Com a conclusão de Sem Tempo para Morrer e Michael se aposentando dos filmes, sinto que é hora de me concentrar em meus outros projetos”.

Vale lembrar que o capítulo mais recente de 007 foi ‘Sem Tempo para Morrer’, lançado em 2021 e disponível no Prime Video.

O filme conquistou 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de ter arrecado fortes US$774,2 milhões nas bilheterias mundiais.

Na trama, Bond deixou o serviço ativo e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Sua paz não dura muito quando seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista sequestrado acaba sendo muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond à trilha de um vilão misterioso armado com nova tecnologia perigosa. 

Você sabe qual é a MAIOR bilheteria da história do Brasil? ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ é o 2º lugar…

Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ ultrapassou ‘Vingadores: Ultimato‘ e se tornou a segunda maior bilheteria de todos os tempos nos cinemas brasileiros. Mas você sabe qual é a primeira?

Divertida Mente 2‘ foi um fenômeno como nunca antes visto no Brasil. A animação da Pixar permanece isolada na primeira colocação, com impressionantes R$ 442,5 milhões arrecadados e cerca de 22,2 milhões de ingressos vendidos no Brasil. A Pixar arrasou!

Segundo dados do Filme B, o novo longa estrelado por Tom Holland já arrecadou mais de R$ 344 milhões e foi assistido por mais de 15 milhões de espectadores no país. Com isso, a produção também conquistou o título de live-action de maior arrecadação da história do Brasil, além de estabelecer um novo recorde para a Sony Pictures no mercado nacional.

O recorde anterior pertencia a ‘Vingadores: Ultimato’, que acumulou aproximadamente R$ 338,6 milhões em 2019. Apesar do desempenho impressionante, o Homem-Aranha ainda precisa percorrer um longo caminho para alcançar ‘Divertida Mente 2’.

Confira as ONZE maiores bilheterias da história dos cinemas brasileiros:

  1. Divertida Mente 2’ — R$ 442,5 milhões
  2. Homem-Aranha: Um Novo Dia’ — mais de R$ 344 milhões
  3. Vingadores: Ultimato’ — R$ 338,6 milhões
  4. Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ — R$ 307,4 milhões
  5. O Rei Leão’ — R$ 265,9 milhões
  6. Avatar: O Caminho da Água’ — R$ 241,5 milhões
  7. Vingadores: Guerra Infinita’ — R$ 238 milhões
  8. Lilo & Stitch’ — R$ 214,5 milhões
  9. Barbie’ — R$ 207,5 milhões
  10. Moana 2’ — R$ 177,5 milhões
  11. ‘Minha Mãe É uma Peça 3’ – R$ 169,9 milhões

Minha Mãe É uma Peça 3′ ficou fora do TOP 10 após a entrada de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ na segunda colocação.

O filme estrelado por Paulo Gustavo ocupa agora o 11º lugar, com aproximadamente R$ 169,9 milhões arrecadados. Ainda assim, permanece como a maior bilheteria de um filme brasileiro em valores nominais.

Vale destacar que o ranking considera os valores nominais arrecadados, sem correção da inflação. Por esse motivo, grandes fenômenos de público lançados décadas atrás, como ‘Tubarão’, ‘Titanic’ e ‘Dona Flor e Seus Dois Maridos’, não aparecem necessariamente entre as maiores arrecadações.

Como ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ continua em exibição, sua bilheteria ainda deve aumentar nas próximas semanas. Para ultrapassar ‘Divertida Mente 2’ e assumir a liderança, o blockbuster precisa arrecadar aproximadamente mais R$ 98,5 milhões no Brasil.

Internacionalmente, ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’  acrescenta US$ 1.365 bilhão através de 67 territórios – totalizando uma arrecadação global de US$ 2.2 bilhões.

O valor representa a sexta maior bilheteria da história do cinema, atrás apenas de ‘Avatar‘ (US$2.9B), ‘Vingadores: Ultimato‘ (US$2.79B), ‘Avatar: O Caminho da Água‘ (US$2.3B), ‘Ne Zha 2: O Renascer da Alma‘ (US$2.27B) e ‘Titanic‘ (US$2.26B).

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$221.4M), Reino Unido (US$117.8M), México (US$84.6M), França (US$74.3M) e Brasil (US$66.3M).

O filme ainda se tornou a maior arrecadação da história da Sony Pictures em 56 territórios, incluindo Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, República Tcheca, Equador, Egito, França, Hungria, Índia, Itália, Malásia, Peru, Filipinas, Polônia, Portugal, Romênia, África do Sul, Coreia do Sul, Espanha, Taiwan, Tailândia, Turquia, Emirados Árabes Unidos e Vietnã.

Confira todos os RECORDES quebrados pela estreia de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’

Vale lembrar que o longa abriu com US$ 355 milhões no território norte-americano – o que representa a segunda maior estreia doméstica da história, quase superando a abertura de ‘Vingadores: Ultimato‘ (US$357.1M). Com os números finais ainda a serem divulgados, alguns especialistas ainda acreditam na possibilidade do Amigão da Vizinhança assumir o primeiro lugar – considerando a pequena margem de diferença entre os dois títulos.

Com 90% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota A do público no CinemaScore – o que deve garantir à sequência uma excelente estabilidade nas telonas. Para termos de comparação, esta é a segunda melhor avaliação da história da franquia live-action, atrás apenas de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ (A+).

Saiba Mais – Homem-Aranha: Um Novo Dia

Homem-Aranha: Um Novo Diajá está em exibição nos cinemas nacionais!

Quatro anos após os acontecimentos de Sem Volta Para Casa, Peter Parker agora é um adulto que vive completamente sozinho, tendo se apagado voluntariamente da vida — e das memórias — de todos que ama. Em uma Nova York que já não reconhece seu nome, ele se dedica integralmente ao combate ao crime, assumindo o papel de Homem-Aranha em tempo integral.

No entanto, à medida que as responsabilidades aumentam, a pressão constante desencadeia uma inesperada e perigosa evolução física, colocando sua própria existência em risco. Ao mesmo tempo, uma série de crimes com um padrão misterioso começa a emergir, dando origem a uma das ameaças mais poderosas e desafiadoras que ele já enfrentou.

Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha, o elenco da sequência conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Jon Bernthal (Frank Castle/Justiceiro), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman.

Destin Daniel Cretton (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis) dirige, substituindo o Jon Watts, que comandou os três filmes anteriores.

Samara Weaving é atacada por psicopata obcecado nas imagens do thriller ‘Borderline’; Confira!

O suspense cômico ‘Borderline‘, estrelado pela Samara Weaving (‘Casamento Sangrento’), ganhou as primeiras imagens oficiais.

Confira:

O elenco também contará com Eric Dane (‘Euphoria’), Ray Nicholson (‘Panic’), Alba BaptistaJimmie Fails.

A trama vai seguir um sociopata romântico que escapa de uma instituição mental e invade a casa de uma estrela pop dos anos 90. Ele só quer ser amado; ela só quer sobreviver.

Jimmy Warden, roteirista de ‘A Babá: Rainha da Morte‘, fará sua estreia na direção.

Alba BaptistaJimmie Fails completam o elenco.

“De ‘Eu, Tonya’ até ‘Bela Vingança, nossos parceiros da produtora LuckyChap desenvolveram alguns dos filmes mais aclamados e bem-sucedidos dos últimos cinco anos, então estamos honrados que eles nos escolheram para representar esse novo projeto especial,” declarou a produtora Mimi Steinbauer. “Samara, Dane e Ray são perfeitos para liderar o elenco desse thriller divertido e cheio de reviravoltas do Jimmy.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘O Poder e a Lei’: Atriz de ‘UnReal’ se junta ao elenco da 4ª temporada

De acordo com o Deadline, Constance Zimmer (‘UnReal’) foi confirmada no elenco da quarta temporada da série ‘O Poder e a Lei‘ (‘The Lincoln Lawyer).

Em caráter regular, a atriz interpretará Dana Berg, uma personagem importante do sexto livro da saga em que a série é baseada.

Dana é uma promotora implacável que não deixará nada atrapalhar um veredito de culpado – o que lhe rendeu o apelido de Dana do Corredor da Morte.

Ela é descrita como uma adversária feroz que contorna as regras a seu favor, e é a última pessoa que Mickey quer enfrentar no que será o julgamento de sua vida.

Criada por David E. Kelley, a série é baseada na saga de livros ‘Nos Meandros da Lei‘, de Connelly.

A trama acompanha o idealista iconoclasta Mickey Haller (Manuel Garcia-Rulfo) que comanda uma firma de advocacia no banco de trás de seu carro, trabalhando em pequenos e grandes casos em Los Angeles. Após algum tempo longe do direito, Mickey está tentando encontrar um novo caminho na profissão. Quando retorna para Los Angeles, ele se depara com um mistério para resolver assim que inicia o novo negócio.

O elenco ainda conta com Neve Campbell, Becki Newton, Jazz Raycole, Angus Sampson e Christopher Gorham.

‘Se Não Fosse Você’ alcança o TOPO das bilheterias do PIOR final de semana de 2025

Após ter sido desbancada por ‘Chainsaw Man – O Filme: O Arco da Reze‘, a adaptação de ‘Se Não Fosse Você‘ (Regretting You) finalmente conseguiu alcançar o topo das bilheterias dos EUA.

O longa baseado no romance homônimo de Colleen Hoover arrecadou US$ 8.1 milhões em seu segundo final de semana no país, sofrendo uma queda de apenas -41% em comparação ao final de semana anterior.

Ao total, todos os filmes em cartaz arrecadaram apenas US$ 49 milhões no território norte-americano, o que representa o pior final de semana de 2025. Além disso, este ano registrou o pior desempenho em quase três décadas para o mês de outubro nas bilheterias domésticas.

Com uma arrecadação conjunta de US$ 425 milhões, o valor só fica acima do montante alcançado em outubro de 1997 (US$385M).

Nos EUA, ‘Se Não Fosse Você‘ soma US$ 27.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 22.5 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 50 milhões.

Para termos de comparação, o resultado representa quase metade do orçamento da adaptação – que girou em torno de US$ 30 milhões.

Crítica | ‘Se Não Fosse Você’ pode ser previsível, mas nos presenteia com um envolvente e pungente drama romântico

Apesar de ter sido massacrado pelos críticos – alcançando míseros 29% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o romance recebeu uma nota B do público no CinemaScore.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Morgan se tornou mãe bem nova, colocando seus próprios sonhos de lado para criar Clara. Enquanto Clara cresce e se torna uma adolescente, o relacionamento entre elas se torna complicado, especialmente após o trágico acidente que custou a vida de Chris, marido de Morgan e pai da Clara.

Josh Boone (‘A Culpa é das Estrelas’) fica responsável pela direção. Ele também assina o roteiro a partir de um rascunho prévio escrito por Susan McMartin (‘After’).

Dave Franco (‘Truque de Mestre’), Allison Williams (‘M3GAN’), Mckenna Grace (‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo’), Willa Fitzgerald (‘A Queda da Casa de Usher’) e Mason Thames (‘O Telefone Preto’), Scott Eastwood (‘Infiltrado’), Sam Morelos (‘That ’90s Show’), Clancy Brown (‘John Wick 4: Baba Yaga’) e Ethan Samuel Costanilla (‘Oh. What. Fun.’) estrelam.

‘Magnum’: Série de Marvel é CANCELADA após uma temporada

O Disney+ cancelou oficialmente a série ‘Magnum‘ (Wonder Man) depois de apenas uma temporada.

O serviço de streaming, que havia anunciado a renovação do seriado para o segundo ciclo em março, mudou de ideia e decidiu não dar continuidade à produção.

Recentemente, Yahya Abdul-Mateen II chegou a receber uma indicação de Melhor Ator em Série de Comédia no Emmy pelo seu trabalho na série. Na época, o astro declarou que havia criado uma conexão emocional com o projeto: “Essa série foi especial para mim. Normalmente eu me afasto do trabalho depois que ele é lançado, e também me afasto das conversas sobre ele. Mas ‘Magnum’ foi diferente, porque era algo muito especial para criativos, artistas e pessoas com sonhos. Eu realmente gostei de participar, mesmo que de forma periférica, das conversas sobre a série. Ela tocou muitas pessoas, e disso eu realmente me orgulho por fazer parte. Estou feliz que conseguimos uma 2ª temporada, e obrigado. Estou animado para mostrar o que estamos preparando.”

Com 91% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a produção registrou 618 milhões de minutos assistidos em sua primeira semana no serviço de streaming do Disney+.

A série conta com a produção executiva de Destin Daniel Cretton (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), que também assume a direção de alguns episódios. O roteiro é assinado por Andrew Guest (‘Gavião Arqueiro’).

O elenco principal traz nomes como Lauren Glazier, Demetrius Goose e Torrey Vogel, além do icônico retorno de Sir Ben Kingsley.

‘O Rei Leão’: Produtor da animação revela que Mufasa e Scar não são irmãos verdadeiros

23 anos após o lançamento da clássica animação ‘O Rei Leão‘, o produtor do original, Don Hahn, revelou que os personagens Mufasa e Scar não são irmãos de sangue, de fato.

A afirmação foi feita durante uma entrevista recente ao Hello Giggles, em que Hahn pontuou que assim como ele, a equipe de produção também havia chegado a este consenso, considerando até mesmo alguns aspectos ligados à dinâmica real entre leões na vida selvagem.

De acordo com ele:

“Enquanto produzíamos a animação, conversamos muito sobre ser improvável que ambos tivessem os mesmos pais. Levando em conta a forma como os leões atuam no mundo selvagem, quando o chefe da alcateia envelhece, o ‘leão trapaceiro’ o mata para ocupar seu lugar. Isso acarreta nas fêmeas o instinto reprodutor e então o mais jovem leão acaba matando o rei e todos os seus filhotes. Dessa maneira, ele se transforma no comandante da alcateia. Pensando nisso, eu sempre me perguntei: ‘como será então que temos esses dois leões a frente do mesmo grupo?’ Ocasionalmente é possível ver dois machos em uma mesma alcateia em uma dinâmica diferente, mas quando isso acontece, eles não são oriundos dos mesmos pais, não pertencem à mesma família. Sempre haverá um leão que ficará às sombras. Em ‘O Rei Leão‘, nós tentamos trazer essas verdades do reino animal para dentro da narrativa, o que nos leva a crer que Scar e Mufasa não poderiam ter o mesmo gene e grau de parentesco”.

 

O remake de ‘O Rei Leão‘ (Lion King), que será dirigido por John Favreau, estreia no dia 19 de julho de 2019.

O Rei Leão‘ é mais uma produção de uma série de adaptações que os Studios Disney tem feito ao longo dos anos. Além desta, já passaram para o gênero live action outros clássicos como ‘Cinderela‘, ‘Branca de Neve‘, ‘Malévola‘, ‘Alice no País das Maravilha‘ e a mais recente e aguardada, ‘A Bela e a Fera‘.

 

 

 

Crítica | Samantha! – Série brasileira da Netflix é uma overdose maravilhosa dos anos 80

A televisão brasileira nos anos 80 é um espetáculo à parte. Jovens esbeltas, seminuas, com colãs que marcam o corpo e meias arrastão pulverizam cenários infantis, que mesclam cores quentes com tons pastéis e reluzem em meio a holofotes brilhantes. À medida que a estética explode na tela diante das audiências, atividades divertidas e interativas roubam a atenção dos pequenos, que se perdem em um emaranhado de ruptura de princípios morais e desvirtualização excessiva dos parâmetros. Assim era um dia comum na TV aberta brasileira. A Netflix traz esse ar nostálgico todo de volta, em sua primeira série de comédia nacional, intitulada Samantha!. Destinada ao ostracismo, mas determinada demais para aceitar que nem tudo que é antigo de fato vira vintage nos anos 2010, a protagonista homônima tenta se provar, em uma espécie de sátira velada da ícone oitentista, Simony. Aquela mesma, da turminha infantil Balão Mágico.

Os anos 80 é uma das décadas mais fascinantes, não apenas por sua identidade tão particular expressa em tons neons, blazers com ombreiras, cabelos com permanente e a ascensão suprema do jeans surrado de cós alto da Levi’s. A década em si é um museu de novidades, com um estilo musical que imperava a ruptura com o passado e tentava planejar o futurismo em meio a uma tecnologia que exalava em VHS, fitas cassete e aparelhos portáteis de música, como walkman. Com uma identidade irreverente, que se destaca em figuras polêmicas como Madonna – que protestava contra o lirismo, com pichações em esculturas no clipe de Borderline -, extravagantes como Cindy Lauper – que se tornou outra potente voz feminina – e icônicas como Prince, a época carrega o frescor do novo como poucas conseguiram. E Samantha! resgata essa enorme memorabilia, abrindo o baú da irreverência, onde a TV ditava o nível de sucesso de alguém e a palavra internet sequer corria o mundo.

Em sua busca incansável pelo sucesso de outrora, a personagem vivida por Emanuelle Araújo custa a compreender o que se passa na atualidade. Paralisada no tempo, ela absorve os contextos sociais como alguém aquém ao mundo que a cerca, em uma busca incessante por algo impalpável. Essa voracidade se expressa em deliciosas referências e em um figurino tão comum para os anos 80, mas que gera uma estranheza e desconforto enormes para os olhos do presente. Com episódios leves que duram uma média de 30 minutos, a trajetória da incansável ex-estrela mirim converge com o cenário virtual do momento, gerando muito mais que conflitos de geração, mas uma leve crítica à forma como o mundo passou a se relacionar, mediante o uso excessivo das tecnologias e suas redes sociais.

Produzida por Alice Braga e Chuck Lorre, Samantha! traz a originalidade que só alguém de origem brasileira seria capaz de extrair do nosso passado e o carimbo de um dos maiores produtores de TV dos Estados Unidos. O envolvimento direto da atriz na produção contribui para a autenticidade do material desenvolvido, considerando que a narrativa é também um espelho das memórias de crianças que – assim como ela – cresceram assistindo programas emblemáticos como Clube da Criança, que marcou a estreia da Xuxa na televisão sob a tutela da emissora Manchete, e seus derivados subsequentes, como Xou da Xuxa, Xuxa Park e Planeta Xuxa. A presença de Lorre traz a credibilidade internacional de alguém que possui no currículo, grandes sucessos de público, como é o caso de Two and a Half Men e The Big Bang Theory. Com o emblema da Netflix reverberando a produção em diversos países, Samantha! leva a marca da brasilidade no ramo do entretenimento, trazendo piadas um pouco bairristas – de início -, mas crescendo vertiginosamente como uma produção que traz problemáticas extremamente pontuais para o atual contexto social global.

Embora cambaleie em seus três primeiros episódios, a primeira série de comédia da Netflix consegue mostrar a que veio adiante, com uma trama que faz um paralelo genuíno entre os simbolismos do sucesso nos anos 80 e nos anos 2010. Ao mostrar o enorme abismo que distancia ambos os períodos, Samantha! traz consigo um humor rico por suas contextualizações autênticas, brincando com os maneirismos das duas épocas, nos colocando como espectadores que observam estes universos de fora e chegam a ser capazes de sinalizar os aspectos ridículos com os quais nos acostumamos, em virtude da familiarização. Das mensagens subliminares em discos de vinil, passando pelas inserções de comerciais no meio da programação infantil, alcançado as duck faces que fazemos para as selfies e as hashtags sem sentido que bombam nas redes sociais, a indústria do entretenimento e a cultura POP se revelam diante da audiência, com diálogo irônicos, personagens substanciais e uma peculiaridade de encher os olhos.

Samantha! É o ponta-pé inicial necessário para a Netflix projetar a exímia qualidade de entretenimento que o Brasil realmente possui. Sem medo de satirizar as referências mais saudosas e até mesmo assustadoras, a série também não esquece de se projetar para o público mundial, desenvolvendo um elo de ligação capaz de deixar a produção tão divertida para aqueles que estão de fora, como ela realmente é para nós, que estamos aqui do lado de dentro de hilária bagunça.

Crítica em Vídeo:

Crítica | Desterro – O eu interior que provoca reflexões também através do olhar do outro

Instigantes diálogos que giram em torno de momentos de reflexões e decisões de uma personagem que parece buscar construir narrativas para um melhor entendimento do seu momento atual como mãe, esposa, filha e amiga, assim começamos falando sobre esse profundo drama existencial chamado Desterro. Exibido no Festival de Cinema de Roterdã, onde teve sua primeira exibição, essa co-produção Brasil, Argentina e Portugal encosta na filosofia, no sentido de descobertas sobre valores, conhecimentos e formas de entender o viver que acontece ao seu redor. O título do filme, Desterro, tem seus vários sentidos quando pensamos sobre o que vemos ao longo dos 123 minutos de projeção. Aqui se mistura em fatores que indicam o momento de solitude, um isolamento voluntário, e também na ação de sair do lugar onde mora por vontade própria.

Dirigido pela cineasta Maria Clara Escobar, em seu primeiro longa-metragem de ficção como diretora, o filme nos leva para a história de Laura (Carla Kinzo) que está num relacionamento há oito anos com Israel (Otto Jr.) com quem tem um filho. Ela se vê paralisada diversas vezes pelas dúvidas e formas de entender a sua vida. Além de tudo, entender um lugar que já tentou olhar demais acaba sendo o ponto de ruptura que chega para a personagem. Certo dia, resolve sair de casa, embarcando em uma viagem sem avisos, deixando Israel e seu filho, em busca de reconectar consigo mesma. As imagens aqui dizem muito, muitas vezes sem falas, é um recorte profundo que pode parecer um quebra-cabeça para o espectador pois a narrativa gira em torno de uma personagem em conflito.

O roteiro, assinado pela própria diretora que conta ainda com a colaboração da protagonista Carla Kinzo e do cineasta Caetano Gotardo, é muito interessante, traça paralelos que se convergem em recortes temporais sob pontos de vista distintos. Assim, vamos caminhando nessa narrativa, num primeiro momento entendendo o contexto em que se encontra Laura e num segundo momento os reflexos de suas decisões aos olhos do companheiro Israel.

Será um confronto entre o concreto e o abstrato? O incômodo parece cercar a personagem Laura, seja nos diálogos com os pais que sempre falam as mesmas coisas sobre casamento e parecem implicar dentro de uma veia conservadora na maneira de entenderem sobre relacionamentos, seja nos papos na cozinha com o seu companheiro, uma pessoa que parece distante, acomodado na sua irreversível praticidade de seu entendimento do mundo. Há também o olhar curioso sobre histórias que acabam cruzando seu caminho, como um papo entre duas mulheres no metrô ou nos depoimentos de passageiras de um ônibus.

Quando a resposta é o silêncio que atravessa a madrugada. Um dos caminhos para um entendimento melhor da protagonista chega em torno dos inúmeros diálogos sobre situações do cotidiano, seus e dos outros, e também na busca de reflexões sobre determinados recortes de suas idas e vindas. Seu pensar transborda em determinado momento, um fator irrecuperável de seu momento presente, do simples fato de não conseguir mais caminhar na sua monotonia gritante que logo se torna evidente mas já era iminente. A partir daí, escolhas chegam na sua frente dentro da liberdade de seu caminho, da sua estrada, gerando autodescobertas.

Desterro é um trabalho que vai te conquistando aos poucos, parece instigar o espectador para a necessidade de alguns em refletir sobre o seu próprio eu interior e também através do olhar do outro.

Crítica | ‘Benteveo’ – O luto e a memória sobre peças que buscam se encaixar [Bonito CineSur 2026]

No penúltimo dia de exibições da mostra competitiva sul-americana do Bonito CineSur 2026, fomos convidados a conhecer uma história sobre laços familiares que encontra camadas nas memórias e no preenchimento do que ainda não foi compreendido em um momento de perda. Uma obra potente que, em apenas 13 minutos, nos leva a uma imersão ao caminho ainda doloroso de reconexões.

Diretamente da Argentina, esse curta-metragem, Benteveo, dirigido pela cineasta Bianca Bazán Zárate, através de seus dois personagens, irmãos de faixa etárias diferentes, dialoga por meio de silêncios sufocantes montando uma potente alegoria da dor que atravessa a experiência humana. A obra nos leva a refletir sobre o luto, sobre o vazio e os caminhos que surgem pela memória para se construir um legado de significados.

Após o pai morrer, Bruno e Valentino vivem um momento de estagnação sobre o futuro, ainda presos à dor e tentando entender as lições que ficaram dessa referência familiar que se foi. Em uma casa humilde, ao longo de alguns dias, resolvem montar um bem-te-vi com peças que ainda estão soltas, ação que começara tempos atrás ao lado do pai. Ao longo desse período, entre o dito e o não dito se intercalando, atravessam o processo da perda e o real significado do que é a ausência.

A narrativa é muito bem modelada e fluida. Parte de uma relação deteriorada até um símbolo da natureza – uma ave conhecida por sua coragem e ligada a proteção ao ninho -, transformando os paralelos que se montam em profundas reflexões existenciais. Repleto de significados em cada cena, o projeto posiciona o olhar do público em uma atmosfera melancólica que abraça a esperança de reestabelecer vínculos importantes para qualquer caminhada.

As peças que saem do lugar, mas tentam se encaixar, são uma sugestão que acontece o tempo todo, um elo que interliga os personagens, presos numa espiral de sofrimento. Esse, que foi um dos melhores curtas-metragens exibidos no Bonito CineSur 2026, nos faz pensar a todo instante sobre como cada ser humano tem seu próprio tempo para lidar com as partidas. Lindo filme.

 

Fãs celebram aniversário de um ano de ‘Aves de Rapina’; Confira!

‘Aves de Rapina’ teve uma sólida recepção por parte da crítica especializada e fez história nas adaptações da DC ao trazer às teloans o primeiro grupo de anti-heroínas.

Apesar do fracasso de bilheteria, que alcançou pouco menos que US$202 milhões, o longa caiu no gosto popular e, em seu aniversário de um ano, levou os fãs a celebrarem a obra nas redes sociais.

Confira as reações abaixo:

“Essa cena de ‘Aves de Rapina’ será sempre icônica”.

“Um ano atrás, tivemos um dos melhores momentos da história dos quadrinhos no cinema”.

“Eu amei o filme ‘Aves de Rapina’“.

‘Aves de Rapina’ foi lançado um ano atrás e continua como uma das melhores adaptações de quadrinhos de todos os tempos”.

‘Aves de Rapina’ foi lançado um ano atrás”.

Assista à nossa crítica:

Crítica | Aves de Rapina – DC acerta novamente com filme divertido, colorido e cheio de vida

Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? ‘Aves de Rapina’ é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), Ewan McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

Mês do Orgulho | 20 Músicas Indispensáveis para Celebrar a Diversidade

Publicado originalmente em 09 de junho de 2020.

E o nosso especial do Mês do Orgulho continua!

Dessa vez, migraremos do cenário cinematográfico para o musical – afinal, ao longo dos anos, diversos artistas se posicionaram a favor da comunidade LGBTQIA+ através de canções que ganharam a indústria mainstream e de letras ácidas de respeito e contra o preconceito que enfrentamos todos os dias.

Por isso, o maior trabalho foi reduzir a quantidade incrível de iterações que poderiam integrar essa matéria. Entretanto, nossa singela lista irá contemplar os 20 maiores hinos queer da história (sejam explícitos ou reapropriados), viajando no tempo e trazendo nomes desde Culture Club até Janelle Monáe.

Confira:

20. DANCING QUEEN, ABBA

Assim como diversas outras produções musicais, “Dancing Queen, da banda sueca ABBA, não falava originalmente sobre a comunidade queer. Entretanto, a canção foi reapropriada como uma das representantes famosas da cultura LGBTQ+, funcionando como uma celebração de todas as rainhas e reis que viveram às escondidas por muito tempo e agora têm a oportunidade de se expressarem.

19. KARMA CHAMELEON, Culture Club

O ícone original gender-fluid do pop Boy George nunca deixou de se afastar da normatividade binária – e, desde os anos 1980, quando ainda integrava o famoso grupo Culture Club, provocou a mente conservadora e reacionária de quem o ouvia. Com “Karma Chameleon”, George usa seus vocais soulful para falar sobre a fluidez da orientação sexual – dizendo, eventualmente, que a ideia de gênero é uma mera construção social.

18. TAINTED LOVE, Soft Cell

Quando Ed Cobb escreveu “Tainted Love” em 1964, não poderia ter imaginado que ressoaria com tanta força duas décadas mais tarde. Em 1980, a sensual e futurística canção viria a representar o medo da comunidade LGBTQ+ no começo da crise da AIDS. Sua versão mais conhecida (e a melhor delas, diga-se de passagem), ganhou os palcos em 1981 através da voz de Marc Almond, tornando-se um sucesso sem precedentes.

17. IT’S RAINING MEN, The Weather Girls

Não há uma pessoa no mundo que nunca tenha ouvido alguma versão de “It’s Raining Men”, a canção mais conhecida do grupo The Weather Girls. Co-escrito por Paul ShafferPaul Jabara, a rendição foi descartada por ninguém menos que Donna Summer por seu conteúdo “blasfemo”. No final das contas, coube a Martha Wash encabeçar uma performance espetacular e quase dêitica de um dos maiores hinos dos anos 1980 – e até mesmo do século XX.

16. THE JEAN GENIE, David Bowie

A espetacular carreira de David Bowie é constantemente homenageada por artistas da nova geração – afinal, ele veio a inspirar a lendária Lady Gaga em toda sua estética performativa e musical. E “The Jean Genie” segue como uma de suas iterações mais incríveis e tocantes, sutil e metaforicamente deixando o country-rock flertar com sua persona andrógena e sua bissexualidade.

15. ALL THE LOVERS, Kylie Minogue

A artista australiana Kylie Minogue percebeu que havia se tornado um ícone LGBTQ+ no final dos anos 1980, alguns anos depois de começar a fazer sucesso mundial. Hoje, Minogue é dona de músicas indispensáveis para se ouvir no Mês do Orgulho – e uma delas prova seu status como Rainha do Dance: “All The Lovers”, uma synth-ballad de tirar o fôlego com um clipe espetacular que fala sobre o amor verdadeiro. E, se você está procurando por um hino de superação, temos também a icônica “Get Outta My Way”.

14. I WANT TO BREAK FREE, Queen

Freddie Mercury é um dos melhores cantores e compositores de todos os tempos e, ao lado do grupo chamado Queen, entregou rendições memoráveis e imortalizadas dos mais diversos jeitos. O electro-rock de “I Want To Break Free”, lançado sete anos antes de sua morte, insurge do modo mais inesperado como uma declaração de libertação e de amor (“eu me apaixonei pela primeira vez” e “eu quero ser livre”) que dialoga inclusive com sua bissexualidade.

13. YMCA, Village People

O irreverente grupo Village People sempre brincou com os estereótipos masculinizados da sociedade norte-americana dos anos 1970. Criado por Jacques Morali, o sexteto tem como uma de suas músicas principais o dançante “YMCA” – que faz uma alusão à sexualidade escondida de seus membros e de um lugar em que a orientação sexual não seria motivo de vergonha. O estrondo musical teve como resultado nada menos que 10 milhões de cópias vendidas ao redor do mundo – e um legado que é visto em cada festa de casamento ou reunião festiva.

12. MAKE ME FEEL, Janelle Monáe

Janelle Monáe entregou um dos melhores álbuns da década passada com Dirty Computer – e o hino “Make Me Feel” é apenas uma das muitas narrativas críticas das quais se dispõe. Modernizando o R&B com habilidade impecável, a música é uma declaração de sua pansexualidade com clareza dançante e envolvente, nos convidando para a pista de dança em uma memorável performance.

11. BORN NAKED, RuPaul

RuPaul Charles é a drag queen mais famosa do mundo e está no cenário artístico queer desde a primeira vez que subiu num par de saltos altos. Ao longo de sua extensa carreira – que inclui inúmeros protestos a favor da comunidade LGBTQ+ e negra -, ela nos entregou algumas músicas de amadurecimento e de superação frente às adversidades, incluindo o rock-pop “Born Naked” ao lado de Clairy Browne. A canção é regida pela premissa de “todos nós nascemos nus e o resto é drag” como forma de mostrar que somos todos iguais independente da orientação sexual e de nossas preferências artísticas.

10. YOU MAKE ME FEEL (MIGHTY REAL), Sylvester

Sylvester talvez seja conhecido por ter um falsetto extremamente pristino e expressivo – chegando até mesmo ao patamar de Prince. O cantor, abertamente gay e um dos ícones do gender-fluid e da não-binariedade, ganhou fama pela rendição disco de “You Make Me Feel (Mighty Real)”, que ganha os ouvidos de várias gerações até hoje. Sua ode à felicidade em uma época em que a homossexualidade e a transsexualidade eram encaradas como doenças apenas transforma a canção em uma importante declaração de amor à vida.

9. CLOSER, Tegan and Sara

A dupla de irmãs canadenses Tegan and Sara mostraram o mais puro retrato da amizade queer ao descrever com uma elegíaca letra que o amor entre duas pessoas não existe apenas no âmbito sexual, mas também no sentido mais sentimental. “Closer”, um dos principais singles do aclamado EP ‘Heartthrob’ é uma produção que não poderia ficar de fora da nossa lista no Mês do Orgulho.

8. BELIEVE, Cher

Sendo a patrona da música pop e uma das deusas da indústria fonográfica, Cher é um dos ícones mais poderosos da comunidade LGBTQ+ e nunca deixou de se posicionar a nosso favor. Com “Believe” sendo reestruturada para os dias atuais, a canção é um hino de esperança para aqueles que não acreditam no poder do amor – ou nem mesmo que são destinados a encontrar em alguém. Lançada em 1998, a faixa promocional de seu álbum homônimo é uma das mais importantes de sua carreira.

7. LET’S HAVE A KIKI, Scissor Sisters

Apesar da batida bastante familiar (e um tanto quanto cansativa), “Let’s Have a Kiki” é uma das músicas com maior quantidade de gírias LGBTQ+ de todos os tempos. Encabeçada pelo excêntrico e adorável grupo The Scissor Sisters (cujo próprio nome faz alusão à comunidade queer), a música é acompanhada de um vídeo instrucional atemporal e divertido que cai no gosto popular desde seu lançamento até os dias de hoje.

6. I WILL SURVIVE, Gloria Gaynor

Gloria Gaynor, a Rainha do disco-music, é a voz por trás de obras-primas da esfera fonográfica – incluindo “I Will Survive”. Apesar da motivação real ter vindo de tragédias pessoais, Gaynor reconheceu a importância de seu hino de superação para a comunidade queer, visto que sua letra enaltecedora começou a ser declamada e repetitiva como uma infusão de forças para seguir em frente e enfrentar as mais duras adversidades.

5. VOGUE, Madonna

Madonna colocou sua carreira em xeque ao postar-se a favor dos LGBTQ+ em uma época de puro descaso e estigmatização. Em 1990, colocou a cultura transsexual dos ballrooms no cenário mainstream com “Vogue”, chegando ao topo das paradas do mundo inteiro. Acompanhado de um vídeo preto-e-branco art-déco e fazendo menções a ícones do cinema dos anos 1920 e 1930, a música é uma rendição escapista e de altivez acompanhada de um liricismo irretocável digno das melhores construções da Rainha do pop clássico.

4. DANCING ON MY OWN, Robyn

Considerada até hoje uma das melhores músicas de todos os tempos, a comovente e emocionante balada electro-disco regada a sintetizadores da cantora e compositora sueca Robyn foi reclamada pela comunidade queer com força descomunal. Na verdade, se pegarmos a impecável elegia romântica que ela escreve, temos uma protagonista que representa as pessoas marginalizadas e isoladas que dançam por conta própria em vez de se esconderem em casa.

3. TRUE TRANS SOUL REBEL, Against Me!

Em seu livro de memórias ‘Tranny: Confessions of Punk Rock’s Most Infamous Anarchist Sellout’, publicado em 2016, a líder da banda Against Me!Laura Jane Grace, se recorda do momento em que começou a fazer a transição de gênero – desaparecendo em quartos de motéis para praticar o uso de vestidos e esperando que ninguém a visse. Foram esses dias que inspiraram a aclamada música “True Trans Soul Rebel”, uma rendição punk-western cuja letra fala sobre mulheres transsexuais lutando para viver.

2. I’M COMING OUT, Diana Ross

A lendária Diana Ross é conhecida por sua discografia impecável e alguns dos melhores hits de todos os tempos. Também posicionando-se sempre a favor da comunidade LGBTQ+, o anthem regado pelo dance-music “I’m Coming Out” foi reavido como um majestoso solilóquio de empoderamento, cuja conhecida letra é basicamente uma ode a aceitar quem realmente somos e não nos escondermos (não é à toa que o título serve de mote para quando nos revelamos queer).

1. BORN THIS WAY, Lady Gaga

Don’t be a drag, just be a queen.

Demorou até 2011 para que a indústria fonográfica finalmente começasse a falar com todas as letras as múltiplas orientações sexuais que se afastavam da binariedade. E a declaração de amor-próprio viria com ninguém menos com Lady Gaga, um dos maiores nomes do século XXI e uma das maiores ativistas LGBTQ+ da história.

Desde sua ascensão à fama em 2008, Gaga mostrou ser extremamente grata para a comunidade queer, nunca deixando de incluí-los em monólogos e discursos de respeito. Mas foi com “Born This Way” que a artista viria a provar sua gratidão: a incursão dance-pop, contemporânea e clássica ao mesmo tempo, não se valeria de metáforas e alusões, mas sim de versos claros o suficiente para deixar exposto que todos somos iguais e merecemos respeito e oportunidades.

“Não importa gay, hétero, bi, lésbica, transgênero, estou no caminho certo, eu nasci para sobreviver”. De fato, não há frase que mais represente essa constante e cada vez mais forte e endossada luta para existirmos em um sociedade tão hipócrita e preconceituosa.

‘7 Prisioneiros’: Christian Malheiros e Rodrigo Santoro explicam como foi a experiência de filmar o drama; Confira!

O aclamado filme nacional 7 Prisioneiros, estrelado por Rodrigo Santoro e Christian Melheiros, já está disponível na Netflix.

Para promover a produção, a gigante do streaming divulgou um novo vídeo em que os astros contam detalhes sobre como foi rodar o longa-metragem.

Confira:

Na trama, o jovem Mateus (Malheiros) sai do interior em busca de uma oportunidade de trabalho em um ferro velho de São Paulo comandado por Luca (Santoro). Chegando lá, acaba se tornando vítima de um sistema de trabalho análogo à escravidão.

A produção é de Ramin Bahrani (diretor indicado ao Oscar® com O Tigre Branco, também da Netflix) e Fernando Meirelles (indicado ao Oscar® com Cidade de Deus), com a O2 Filmes, e o roteiro é assinado por Thayná Mantesso e pelo diretor Alexandre Moratto. Conhecido por seu trabalho em Sócrates (2018, vencedor do Spirit Awards), este é o segundo longa metragem do cineasta brasilo-americano.

Abrindo com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa sobre escravidão contemporânea recebeu vários elogios pela direção de Alexandre Moratto e pela profundidade de seu roteiro – que explora a escravidão moderna de forma educativa e brutal.

 

A produção é dirigida por Alexandre Moratto e protagonizada também por Christian Malheiros.

 

‘The Flash’: Caitlin coloca mais vidas em perigo na promo oficial do episódio 08×11; Confira!

The CW divulgou a promo oficial de “Resurrection”, décimo primeiro episódio da 8ª temporada de The Flash.

Na trama, “Barry e Chester podem ter encontrado um jeito de impedir a ‘Chama Negra’ de machucar outra pessoa. Enquanto isso, Caitlin decide lidar com uma situação por conta própria, possivelmente colocando mais vidas em perigo”.

O capítulo vai ao ar no dia 13 de abril.

Confira:

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Chainsaw Man’: Anime ganha novo cartaz incrível e BRUTAL; Confira!

Chainsaw Man‘, anime que adapta o mangá de sucesso, ganhou um novo cartaz incrível brutal.

Confira, junto ao trailer legendado:

Na trama, Denji é um adolescente que mora com Pochita, o Demônio da Motosserra. Por conta das dívidas que herdou de seu pai, ele vive na miséria, exterminando outros demônios com Pochita para pagar as contas.

Até que, um dia, Denji é traído e morre. Em seus últimos momentos de consciência, ele firma um contrato com Pochita e renasce como o Homem-Motosserra – um humano com coração de demônio”.

O anime de ‘Chainsaw Man‘ é produzido pelo estúdio MAPPA (Jujutsu Kaisen e Attack on Titan) e tem lançamento previsto para outubro, na Crunchyroll.