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Chevalier: A Verdadeira História Nunca Contada

(Chevalier)

 

Elenco:

Kelvin Harrison Jr.
Samara Weaving
Lucy Boynton
Minnie Driver

 

Direção: Stephen Williams

Gênero: Biografia

Duração: 107 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 2023 no Star+

Sinopse: 

Nascido em 1745 no Caribe francês, De Saint-Georges era filho ilegítimo de uma escrava africana e de um fazendeiro francês. Ele alcançou as alturas na sociedade francesa, deslumbrante tanto como violinista e compositor, quanto como campeão de esgrima. Um caso de amor infeliz com uma nobre francesa e uma briga com Maria Antonieta e sua corte levaram à sua queda prematura.

Curiosidades: 

» O longa é baseado na história real do compositor Joseph Bologne, Chevalier de Saint-Georges;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

As Bestas

 

Elenco:

Denis Ménochet
Marina Foïs
Luis Zahera

 

Direção: Rodrigo Sorogoyen

Gênero: Drama

Duração: 137 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 25 de Janeiro de 2024

Sinopse: 

Antoine e Olga são um casal francês que se estabeleceu, há algum tempo, numa pequena aldeia, no interior da Galícia. Lá eles levam uma vida pacífica, embora coexistir com a população local não seja tão idílico quanto eles gostariam. Um conflito com seus vizinhos, os irmãos Anta, irrompe e a tensão cresce por toda a aldeia até que chega a um ponto sem retorno.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Rodrigo Sorogoyen também assina o roteiro ao lado de Isabel Peña;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Netflix compartilha cena INÉDITA de ‘Crepúsculo dos Deuses’, nova animação do Zack Snyder

Para promover o lançamento de ‘Crepúsculo dos Deuses‘ (Twilight of the Gods) – que acontecerá amanhã (19) –, a Netflix divulgou um clipe inédito da animação.

Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos’) serve como produtor e roteirista.

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Durante uma conversa com a Collider, Snyder falou sobre a produção: “Basicamente, é assim: há um rei e sua rainha em uma pequena vila viking, e eles querem se casar. Um evento acontece com eles em seu casamento que faz com que Sigrid, que é a noiva, a criança de gigantes, embarque em uma missão louca de vingança. Ela recruta um elenco de personagens – uma vidente, um anão – e eles se unem para formar um grupo com uma missão: encontrar um deus e lutar contra ele. É uma missão, é uma história de vingança. Sigrid é esse personagem bonito, muito escandinavo, frio, mas apaixonado, com quem realmente gostei de trabalhar porque ela é simplesmente incrível. Sylvia Hoeks dá voz a ela.”

O cineasta ainda revelou que a animação terá oito episódios: “eu simplesmente acho que foi uma dessas coisas que não entendemos, primeiro de tudo, as dificuldades do que seria necessário para fazer oito episódios de animação. Se eu soubesse, não sei se teria feito.”

Entre os astros do elenco estão John Noble (‘O Senhor dos Aneis: O Retorno do Rei’), que dará voz a Odin, o Pai de Todos. Thor será dublado por Pilou Asbæk (‘Game of Thrones’), enquanto Loki terá voz de Paterson Joseph (‘Timeless’).

Os demais nomes são Sylvia Hoeks (‘Blade Runner 2049’) como Sigrid, Stuart Martin (‘Medici: Mestres de Florença’) como Leif, Rahul Kohli (‘A Maldiçao da Mansão Bly’) como Egill, Jamie Clayton (‘Sense8’) como Seid-Kona, Kristofer Hivju (‘Game of Thrones’) como Andvar, Peter Stormare (‘John Wick: Um Novo Dia para Matar’) como Ulfr, Jamie Chung (‘Dragon Ball Evolution)’ como Hela, Lauren Cohen (‘The Walking Dead’) como Inge e Corey Stoll (‘Homem-Formiga’) como Hrafnkel.

Dinossauros tocam o TERROR em trailer inédito de ‘Jurassic World: Recomeço’; Confira!

A Universal Pictures divulgou um novo trailer com cenas inéditas de ‘Jurassic World: Recomeço‘, sequência estrelada por Scarlett Johansson (‘História de um Casamento’), Jonathan Bailey (‘Bridgerton’) e Mahersala Ali (‘Moonlight’).

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de julho.

Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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Frankie Muniz enfrenta a vida adulta no trailer do revival de ‘Malcolm in the Middle’; Confira!

O Disney+ divulgou o trailer completo de ‘Malcolm: A Vida Continua Injusta‘, revival da clássica série de comédia ‘Malcolm in the Middle‘.

Estrelada pelo Frankie Muniz, a produção estreará oficialmente no dia 10 de abril.

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Bryan Cranston e Jane Kaczmarek também retornam como os pais de MalcolmCaleb Ellsworth-Clark será Dewey, enquanto Christopher Masterson e Justin Berfield estão confirmados para reprisar seus icônicos papéis como Francis e Reese, respectivamente.

Além dos retornos e das novas adições, o elenco se expande com a chegada de Anthony Timpano, Vaughan Murrae e Keeley Karsten.

Timpano interpretará Jamie, o irmão mais novo de Malcolm, enquanto Murrae dará vida a Kelly, outro irmão. Karsten interpretará Leah, a filha de Malcolm.

A nova versão será supervisionada pelo criador original da série, Linwood Boomer.

De acordo com a sinopse oficial, Malcolm (Muniz) e sua filha se veem envolvidos no caos da família quando Hal (Cranston) e Lois (Kaczmarek) exigem sua presença para a festa de 40 anos de casamento deles”.

A série original teve sete temporadas e 151 episódios, de 2000 a 2006, e está disponível no Disney+.

‘Jurassic World 2’: Chris Pratt e Bryce Dallas visitam hospital infantil em Londres

Os protagonistas de ‘Jurassic World 2’, Chris Pratt e Bryce Dallas, abriram um espaço na sua agenda para passar um tempinho com os pacientes de um hospital infantil em Londres.

A visita foi registrada pelo astro em sua conta do Instagram.

Bryce e eu tivemos o enorme prazer de passar um tempo com nossa nova parceira Elle e com alguns outros pacientes no Great Ormand Street Children’s Hospital, em Londres. Eu sempre ficarei comovido pelo espírito inquebrável de uma criança.
Salmos 107:8-9
Que eles dêem graças ao Senhor por seu amor leal e por suas maravilhas em favor dos homens,
porque ele sacia o sedento e satisfaz plenamente o faminto. Sem dúvida. Hoje minha desejosa e faminta alma foi satisfeita”.

Confira:

“Um grande salve para a amável equipe do Great Ormand Street Children’s Hospital. Obrigado por tudo que vocês fazem!!” #angels

Huge shout out to the loving staff at the Great Ormand Street Children’s Hospital. Thank you for all that you do!!! #angels

Uma publicação compartilhada por chris pratt (@prattprattpratt) em

Bryce Dallas Howard revela detalhes sobre sua personagem em ‘Jurassic World 2’ 

Jurassic World 2‘ tem estreia marcada para 22 de Junho de 2018.

Confira as várias semelhanças entre ‘Jurassic World’ e ‘Jurassic Park’ 

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

Confira 10 curiosidades sobre ‘Jurassic World’

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Indicados ao Oscar ganham hilário trailer honesto; Assista!

O divertido canal do Youtube, ScreenJunkies, lançou seu mais novo trailer honesto e as vítimas da vez são os indicados ao Oscar de Melhor Filme, como ‘A Forma da Água‘, ‘Lady Bird‘, ‘Me Chame Pelo Seu Nome‘, ‘Dunkirk‘ e ‘Três Anúncios Para Um Crime‘.

Satirizando os principais detalhes de cada produção, o hilário vídeo brinca também com outros vencedores passados e faz comparações irônicas.

Assista:

Os Indicados e Esnobados ao Oscar 2018

O Oscar segue imprevisível em suas indicações. O grosso é o mesmo na maioria delas, mas o Oscar sempre reserva indicações que não vinham aparecendo muito, ou não haviam aparecido até então. Lembrando que você pode ler nossas previsões de indicações nas categorias principais: Melhor e diretor, melhor atriz, melhor ator e melhores coadjuvantes, clicando nos links. E confira também a lista completa dos indicados ao Oscar 2018.

Vamos analisar os indicados por categorias.

MELHOR FILME:

Na categoria principal de melhor filme, algumas cartas muito marcadas se fizeram presentes, como não poderia deixar de ser. A Forma da Água foi o filme com mais indicações nesta edição – foram 13 no total. Outro grande arrasa-quarteirão, Dunkirk, de Christopher Nolan, descolou 8 indicações. Medalhões como Me Chame Pelo Seu Nome, antes tido como favorito, e The Post – A Guerra Secreta, nova superprodução adulta de Steven Spielberg, surpreenderam, mas pela esnobada que receberam da Academia, quase passando em branco. Me Chame Pelo Seu Nome levou 4 indicações e The Post apenas duas. Levando em conta que o filme anterior e inferior de Spielberg, Ponte dos Espiões (2015), levou 6 indicações, esta esnobada é ainda mais sentida.

Corra!, suspense/terror de Jordan Peele, que vinha aparecendo nas premiações anteriores, mas ainda era grande incógnita no Oscar, mostrou uma grande quebra de paradigma para a Academia, que acolhe de volta o cinema de gênero entre os indicados – mesmo que com muito conteúdo e influência social. O filme de Peele foi indicado para 4 Oscar. Lady Bird – A Hora de Voar, outra certeza entre os indicados, terminou nomeado para 5 Oscar. Já o favorito Três Anúncios para um Crime pode estar com os dias contados de seu favoritismo. Com sete indicações ao Oscar, o filme não teve seu comandante Martin McDonagh nomeado na categoria de diretor. O que isso quer dizer, bem, nada, mas também tudo. Já tem tempo que estas duas categorias não caminham juntas – um bom exemplo disso é Argo (2012). Por outro lado, numericamente na história deste prêmio, o Oscar foi para filmes que tinham seus diretores ao menos indicados.

Mas quando o assunto são as surpresas desta categoria, nenhuma outra foi tão grande quanto as indicações de O Destino de uma Nação e Trama Fantasma. Começando pelo primeiro, filme de Joe Wright só vinha promovendo seu protagonista Gary Oldman, mas não havia sido lembrado em nenhuma premiação nesta categoria. De fato, quase ninguém acreditava na possibilidade de uma indicação para o filme. Bem, quando digo quase ninguém, é porque este que vos fala não eliminou por completo esta possibilidade. E vocês podem conferir no texto sobre os meus palpites neste link. Outra possibilidade que não eliminei foi para o filme de Paul Thomas Anderson, Trama Fantasma, que contra ele tinha o fato de ser um filme que quase ninguém viu, e pouco falado. Mas aqui estão eles, com 6 indicações cada.

Entre os esnobados, uma certa tristeza se abate por ver Eu, Tonya, um favorito pessoal, de fora da disputa pelo prêmio principal. Assim como Doentes de Amor, drama independente elogiado.

MELHOR ATRIZ:

Bem, esta categoria era uma das mais certas. E não deu outra. Nas minhas previsões, garantiam as presenças de Frances McDormand (a futura vencedora), Saoirse Ronan e Sally Hawkins. Todas entraram. Margot Robbie chegaria correndo por fora em quarto. Foi o que ocorreu. E por fim, Meryl Streep era a principal concorrente para a quinta vaga – acompanhada de perto por Judi Dench e Jessica Chastain. Entrou Meryl. Não foi dessa vez de novo Chastain!=/

MELHOR ATOR:

Meu pensamento aqui era: só Gary Oldman e Timothée Chalamet estavam confirmados. Daniel Kaluuya, James Franco, Tom Hanks, Daniel Day-Lewis e Denzel Washington corriam por fora numa dança das cadeiras para três vagas restantes. Muitos tinham certeza da inclusão de Franco na categoria. Eu tinha minhas dúvidas, tanto de Franco quanto de Kaluuya – este último terminou com sua indicação. O mesmo ocorreu com Washington, o último desta lista para a maioria, que acumula mais uma indicação, levantando um pouco a moral do filme Roman J. Israel Esq..

ATRIZ COADJUVANTE:

Mais surpresas aqui. Nada de Holly Hunter, tida como uma das favoritas na categoria bem no início dessa corrida. Hong Chau, de Pequena Grande Vida, que vinham sendo lembrados em prêmios anteriores, tampouco. Estas foram as duas maiores esnobadas. No ano da representatividade, temos duas atrizes negras indicadas nesta categoria: Octavia Spencer e Mary J. Blidge. Mas a maior surpresa foi mesmo a indicação da desconhecida Lesley Manville por Trama Fantasma – que não apareceu em nenhuma premiação anteriormente. As favoritas aqui continuam sendo Laurie Metcalf, e principalmente Allison Janney.

ATOR COADJUVANTE:

Sam Rockwell e Willem Dafoe, os favoritos, eram certos de figurarem. Rockwell deve ser o vencedor, e só não leva se uma zebra muito grande acontecer. Em terceiro lugar, Richard Jenkins (A Forma da Água) vinha aparecendo em diversos prêmios anteriores igualmente. Havia esperança de que Michael Stuhlbarg pudesse aparecer nos 45 do segundo tempo, por seu desempenho em Me Chame pelo Seu Nome, mas como não figurou em nenhuma outra premiação, ficou de fora mesmo. Woody Harrelson apareceu atrasado na festa, mas saiu descolando indicações no segundo tempo, e no Oscar repetiu o feito. Pior para Armie Hammer, o grande esnobado da categoria, que chegou a aparecer em alguns prêmios anteriores, como o Globo de Ouro.

DIRETOR:

Guillermo del Toro e Christopher Nolan eram certeza. Jordan Peele e Greta Gerwig, fortes especulações que se concretizaram. Mas a surpresa mesmo foi ver a quinta vaga ir para Paul Thomas Anderson, diretor de Trama Fantasma. Em prêmios anteriores, o longa de Anderson só figurava na categoria ator para Daniel Day-Lewis. No Oscar surgiu de forma “fantasma” e sorrateira, abocanhando nomeações de filme, atriz coadjuvante e diretor, entre outras. Martin McDonagh, diretor de Três Anúncios para um Crime, favorito para esta quinta vaga, ficou a ver navios. Assim como o segundo preferido para ocupar o espaço, o consagrado Steven Spielberg.

OUTRAS SURPRESAS:

Como não falar da indicação para Logan! Sim, um dos filmes mais elogiados de 2017, e não somente pelos fãs de quadrinhos, conquistou a honraria de uma nomeação para melhor roteiro adaptado.

Blade Runner 2049 – o melhor blockbuster do ano, despertava certo falatório de indicações, inclusive para melhor filme. Depois, seu momento foi caindo aos poucos. Mas o Oscar mostrou mais uma vez que os prêmios anteriores para ele nada significam, e indicou a belíssima ficção de Denis Villeneuve para cinco estatuetas técnicas.

ESNOBADOS:

Mulher Maravilha – uma das ausências mais sentidas, no ano da mulher no cinema, a superprodução de Patty Jenkins, protagonizada por Gal Gadot, a qual se especulava inclusive abocanhar prêmios grandes, não descolou sequer uma indicaçãozinha técnica.

Eu, Tonya – um favorito pessoal, esta biografia protagonizada pela musa Margot Robbie foi ganhando tanto momento em premiações prévias, que muitos acreditavam em sua conquista para nomeações nas categorias de filme e roteiro. Terminou apenas com as de atriz principal e coadjuvante, e montagem.

Artista do Desastre – um dos filmes mais comentados e elogiados da temporada, o longa estrelado e dirigido por James Franco pode ter sofrido backlash dos casos de assédio do ator. Franco vinha figurando em diversos prêmios, e inclusive levou o Globo de Ouro pra casa. No Oscar, porém, entrou apenas na categoria de roteiro adaptado.

Doentes de Amor – aparentemente o filme feel good do ano, esta dramática história sobre relacionamento era um dos favoritos lá atrás no início da corrida. De fato, muitos acreditavam ainda em sua nomeação para melhor filme e atriz coadjuvante. O longa terminou apenas com uma indicação de roteiro original.

A Grande JogadaJessica Chastain aos poucos vem cimentando seu lugar como a nova Amy Adams. Brincadeiras à parte, o primeiro longa dirigido por Aaron Sorkin merecia mais, no entanto, terminou com apenas uma indicação, na categoria de roteiro adaptado – justamente para o diretor.

Em Pedaços – um dos melhores filmes do ano, o drama potente e incômodo de Faith Akin vinha concorrendo cabeça a cabeça com o favorito The Square – A Arte da Discórdia. No Globo de Ouro, o filme alemão inclusive desbancou o sueco. Um favorito pessoal, me dói o coração vê-lo fora da corrida pela estatueta dourada.

‘Dora, a Aventureira’: Benicio del Toro será o dublador do Raposo

O elenco da versão live-action de ‘Dora, a Aventura‘ continua crescendo e o astro Benicio del Toro é a mais recente adição. Segundo o The Hollywood Reporter, ele emprestará sua voz para o personagem Raposo.

Além disso, a publicação revela que a fotografia principal da produção já foi finalizada. O trabalho havia iniciado em agosto, junto ao lançamento da primeira imagem de Isabela Moner como a protagonista homônima.

O elenco ainda conta com Michael Peña e Eva Longoria como os pais de Dora.

 

Confira a primeira imagem da atriz Isabela Moner, de Transformers: o Último Cavaleiro, caracterizada como Dora:

O roteiro está sendo escrito por Nick Stoller (‘Vizinhos’) e conta com a produção de Andrew Form e Brad FullerJames Bobin vai dirigir.

Paramount Pictures marcou para o dia 2 de agosto de 2019 a estreia do live-action.

 

Lançado em 2000 na Nickelodeon, Dora, a Aventureira’ ficou no ar até 2015 e teve 170 episódios produzidos, inclusive, foi indicado a 11 Emmys de Melhor Animação Infantil e levou uma única vez, em 2011.

Na trama, Dora e seu macaquinho inseparável seguem várias aventuras para entreter e ensinar as crianças.

Crítica Sundance | Leap of Faith: William Friedkin on the Exorcist desmistifica os segredos de O Exorcista

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2020

Um dos clássicos irrefutáveis e inegáveis do cinema, O Exorcista tem atravessado as décadas como um dos filmes mais atemporais da história da cinematografia. Brilhante dentro do gênero de terror e implacável como um longa por si só, a obra de William Friedkin determinou os rumos de condução narrativa em se tratando de horror e conseguiu ir além de si mesmo, se imortalizando como uma das produções mais bem feitas das últimas décadas. E mesmo após tanto anos e tantos outros filmes, nada consegue apagar o brilho de ineditismo trazido às telonas pelo cineasta.

E como um bom filme de terror, é natural que sua produção seja cercada por uma carga dramática daquelas que renda bons contos dos bastidores e especulações mirabolantes a respeito de coisas estranhas registradas nos sets de filmagens e possíveis manifestações sobrenaturais. Mas Leap of Faith: William Friedkin on the Exorcist não se trata disso. Deixando o fator obscuro – que chama as atenções do público – de fora da cena, o documentário de Alexandre O. Philippe é de fato a aula de cinema mais econômica que você terá na sua vida inteira. Como um longa que se ajeita confortavelmente no subgênero cinema essay, a produção é realmente um ensaio cinematográfico que explora até a última gota o autor da obra-prima que relata. Aqui, o diretor Friedkin senta diante do público para uma conversa informal (que é quase formal, de tanta substancialidade e conhecimento compartilhado) sobre o que faz de O Exorcista a pura genialidade atemporal que ele é. E essa é aquela aula que você não vai querer perder de jeito nenhum.

De maneira simples, Leap of Faith é aquele filme que explora as especulações tão propagadas ao redor do mundo desde 1973, ano em que O Exorcista foi lançado nos cinemas. Abordando desde a escolha do livro até mesmo aquela fatídica cena inicial gravada no Iraque e que – aparentemente – parece ter pouca relação com o exorcismo em si, a produção atravessa todos os aspectos do filme, suas questões existenciais, a construção de seus personagens e a tenacidade do diretor em ir a fundo em uma história que fosse essencialmente orgânica do começo ao fim. Como alguém que abre um grandioso e empoeirado baú jamais aberto, ele revela um a um os segredos da produção do filme e como ele foi capaz de extrair da audiência as reações mais pavorosas às cenas de maior impacto de seu filme.

Instintivo que só, William Friedkin acaba se revelando diante da audiência como um cineasta técnico que descobriu-se a partir de seus próprios instintos. Muitas vezes sem os famosos “porquês” que os fãs do filme sempre nutriram ao longo das décadas, ele é categórico em afirmar que alguns dos momentos mais vorazes e viscerais de O Exorcista partiram de uma decisão quase inconsciente. Já outras de fato são fruto de uma tecnicidade impressionante, regadas à referências artísticas do mais alto padrão e complexidade, algumas que nós jamais saberíamos identificar por conta própria. E como um diretor que já possuía uma identidade criativa nascida exatamente dessas referências, ele faz de O Exorcista uma extensão de suas percepções culturais e sociais, nos mostrando um lado do filme de terror que vai muito além dos jumpscares e da fatídica trilha sonora que se harmoniza à toda a narrativa.

Em Leap of Faith: William Friedkin on the Exorcist ainda descobrimos exatamente porque a música tema do longa nasceu daquele jeitinho tão assustador e macabro. Composta por Mike Oldfield, Tubular Bells é uma espécie de canção de ninar com um fator horripilante extra. E o que – inicialmente – poderia parecer inconveniente e pouco assustador, na verdade se transformou em um hino aterrorizante que, inevitavelmente, promove uma associação instantânea aos fatos narrados na trama. E assim segue o documentário, nos surpreendendo gradativamente a cada nova revelação. Fazendo com que o filme ganhe um frescor ainda mais, o longa é uma experiência cinematográfica inesgotável, garantindo a plena sensação de que tivemos a aula de cinema mais rica, com o professor mais experiente que existe.

Apaixonante do começo ao fim e envolvente, Leap of Faith: William Friedkin on the Exorcist nos leva a um universo de redescobertas do clássico de terror. Categórico ao apresentar o filme pela ótica exclusiva de seu criador, o documentário prova que é possível contar uma das histórias mais intrigantes com apenas uma fonte. Nos tomando pela mão em uma aventura que nos fará conhecer O Exorcista para muito além de seus efeitos dramáticos, a produção é uma experiência sinestésica que te deixará salivando para uma vez mais se assustar com esse clássico do terror.

‘Vikings’: Criador revela porque optou por encerrar a série na 6ª temporada

Os fãs de ‘Vikings‘ poderão conferir a 6ª e última temporada da produção em muito breve, quando a leva final de episódios estrear na Netflix no dia 31 de dezembro.

E embora para muitos a aclamada produção pudesse de fato ter seguido por mais algumas temporadas, o criador da série pensa de forma diferente. Em uma entrevista ao GameSpot, Michael Hirst ponderou sobre o motivo de ter optado por encerrar a série em seu sexto ano, afirmando que a trama havia chegado a um desfecho natural.

“Eu sabia, em um sentido global, para onde estava indo. E foi muito satisfatório, de certa forma, quando chegamos ao que eu sabia que seria a última temporada. Eu também senti que tinha falado tudo o que eu queria dizer sobre os Vikings, sabe? Eu comecei e fiquei fascinado por sua cultura e crenças e queria derrubar todos esses preconceitos e clichês sobre eles. E então me apaixonei por esses personagens principais. Por muitas vezes, meus dias e noites durante sete anos foram preenchidos com Vikings. Sabe, eu escreveria até a meia-noite, viajava para a Irlanda todas as semanas. Já era hora de concluir a saga”.

Assista ao trailer:

A épica série segue navegadores nórdicos explorando e conquistando novos territórios na Era Medieval. Ragnar Lothrok (‘The Beast’) é o protagonista. Gabriel Byrne (‘In Treatment’) faz Earl Haraldson, o poderoso antagonista da série. Jessalyn Gilsig (‘Glee’), Gustaf Skarsgård (‘Expedição Kon Tiki’), Clive Standen (‘Camelot’, ‘Robin Hood’) e Katheryn Winnick (‘Almas à Venda’) completam o elenco principal.

Michael Hirst e Morgan O’Sullivan, os criadores de ‘The Tudors’ e ‘Camelot’, são responsáveis pela série.

‘Cena do Crime – O Assassino da Times Square’: Minissérie sobre assassinatos CHOCANTES estreia na Netflix

A minissérie documental ‘Cena do Crime – O Assassino da Times Square‘ já está disponível na Netflix. A produção, que acompanha a chocante história de um predador sexual que abusava de mulheres, teve a sua estreia nesta quarta-feira (29).

Os três episódios narram a diabólica jornada de um assassino que ataca mulheres para realizar fantasias grotescas, no auge da Nova York dos anos 70. A série documental traz à tona todos os detalhes de seus crimes.

Joe Berlinger (‘Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal‘) assina a criação da produção.

Assista ao trailer:

Crítica | “O Morro dos Ventos Uivantes” subverte o gênero de filmes de época com um romance perfeito para a geração Booktok

Essa não é a história que você esperava sair das páginas do clássico de Emily Brontë. Construída entre muitas aspas dentro do escopo de sua fonte original, O Morro dos Ventos Uivantes de Emerald Fennell é a subversão do gênero de época, uma releitura livre em estética e adaptação literária que traduz para 2026 os anseios que percorrem as veredas do Booktok, dentro do TikTok.

E pode ser realmente difícil aceitar esse desmembramento de um clássico da literatura estrangeira nos cinemas. Sendo até mesmo considerada uma espécie de “desfiguração” do aspecto sombrio da tóxica relação entre Heathcliff e Cathy, é notável que há um conflito entre o que as palavras de Brontë nos dizem e a ideia que Fennell desconstruiu para entregar uma reinventada história de amor.

Mas permita-me fechar o livro por um instante. E diante desse silêncio de páginas que não se movem, permita-se ouvir o som que habita entre as aspas do título do filme. Permita que elas se concretizem em uma história de amor às avessas, exaustiva à sua maneira, mas completamente envolvente em suas repressões, desafetos, desarranjos e desencontros. É nesse hiato que corresponde ao nome do longa que nasce essa experiência cinematográfica chamada O Morro dos Ventos Uivantes. Não a adaptação dos anos 30, nem a dos anos 90, mas a que Margot Robbie e sua produtora LuckyChap nos convidam a contemplar.

Sob um design de produção manchado por um vermelho sangue que cobre dos pisos de um salão nobre às paredes que levam a uma assustadora escada, cada fragmento desenhado na releitura de Fennell eleva as características góticas do livro a um outro patamar. Ali, cada elemento precisa parecer palpável para que possamos dimensionar a aspereza deste pequeno universo que habita nos montes. Dos candelabros em formato de mão que atravessam as paredes à arquitetura robusta e irregular da casa original de Cathy, cada detalhe do romance foi pensado para ser uma escultura viva que vigia e guarda todos aqueles que estão sob seu jugo. Seja o jugo da miséria de uma casa abandonada ou da luxúria de uma mansão bem adornada.

E enquanto esses elementos falam conosco e contam parte da história, Margot Robbie e Jacob Elordi transfiguram o romance disfuncional de Heathcliff e Cathy para uma espécie de “amor condenado à morte”, onde o desejo ardente e a paixão não consumada ocupam todo o espaço da trama, deixando poucas brechas para os complexos dilemas do material fonte. E dentro disso, ainda que o filme definitivamente não seja fiel ao clássico original, ele o honra, extraindo sua essência amorosa para fora das páginas, a fim de consumá-la como um devaneio idílico que quase flerta com o formato “romantasy”, mas que jamais cruza essa linha (e ainda bem!).

Mantendo a elegância em abordar o controverso romance entre Heathcliff e Cathy, de forma em que a ardente sensualidade das cenas íntimas não ofusque o peso de seu plot twist, O Morro dos Ventos Uivantes é um espetáculo visual em definitivo. Com figurinos impecáveis assinados por Jacqueline Durran, o longa mescla a moda Vitoriana com o glamour da Hollywood antiga, com a combinação entre as tendências dos anos 50 e toques de contemporaneidade. Essa mistura também se reflete diretamente do roteiro de Fennell, que costura uma trama antiga com linhas modernas, gerando estranheza em alguns, mas um profundo encantamento para os que vão além da superfície dessa história.

Um Romeu e Julieta mais POP que busca transcender o tempo e as circunstâncias – à medida que se conecta a um novo público -, o drama é apaixonante, visceral e sufocante da melhor maneira possível. Extasiante em seu desfecho trágico, que ganha uma intensidade distinta ao som das melancólicas batidas de Charli XCX, O Morro dos Ventos Uivantes ainda condena sua audiência ao mesmo peso que a ausência de Cathy gera em Heathcliff. Nos deixando à deriva em um vazio existencial onde a morte assombra toda a história de amor que testemunhamos, o longa de Emerald Fennell é uma linda e imperfeita releitura, que se encaixa perfeitamente na geração do Booktok.

‘Amor, Sublime Amor’: Remake com Steven Spielberg é confirmado e está procurando elenco

Steven Spielberg está finalizando seu novo filme,Jogador Número Um, mas já está planejando seus próximos projetos na direção. De acordo com o Deadline, um remake de ‘Amor, Sublime Amor’ (West Side Story) pode ser o próximo filme do diretor para a 20th Century Fox.

Segundo o site, Spielberg é apaixonado pelo musical e o colaborador do diretor Tony Kushner está trabalhando no roteiro, que deve se passar nos dias de hoje.

Agora, a agência de atores Cindy Tolan Casting compartilhou uma imagem com a chamada para testes de elenco do projeto. Detalhe para o nome de Spielberg, confirmando-o como diretor do remake. Veja:

Novas informações devem sair em breve.

‘Amor, Sublime Amor’ foi lançado em 1961 e a trama se passa no lado oeste de Nova York, à sombra dos arranha-céus, onde ficam os guetos de imigrantes e classes menos favorecidas. Duas gangues, os Sharks, de porto-riquenhos, e os Jets, de brancos de origem anglo-saxônica, disputam a área, seguindo um código próprio de guerra e honra. Tony (Richard Beymer), antigo líder dos Jets, se apaixona por Maria (Natalie Wood), irmã do líder dos Sharks, e tem seu amor correspondido. A paixão dos dois fere princípios em ambos os lados, acirrando ainda mais a disputa. O longa foi indicado a 11 Oscars e levou 10, incluindo de melhor filme.

Enquanto isso, Jogador Número Um chega aos cinema em 29 de março de 2018.

‘Capitã Marvel’: Novas fotos vazadas mostram visual da heroína e do Nick Fury jovem

Caiu na internet mais algumas artes promocionais deCapitã Marvel, feitas para estampar embalagens de brinquedos licenciados, que mostram a heroína em seu traje tradicional vermelho e azul e o Nick Fury mais jovem. Confira:

Capitã Marvel chega aos cinemas em 8 de março de 2019, enquanto Vingadores 4 fica para 02 de maio de 2019.

Ranking | Do Pior ao Melhor Filme da Marvel – incluindo ‘Viúva Negra’

Os heróis da Marvel dominaram as críticas e bilheterias na última década e agora estão dando grandes passos para serem dominantes também no streaming. Com a estreia iminente de Viúva Negra, marcado para chegar aos cinemas e ao Disney+ na próxima sexta (9/7), o CinePOP decidiu rankear os 24 filmes na Marvel, incluindo Viúva Negra, do pior para o melhor. Lembrando que esta é uma lista opinativa, então esteja livre para concordar ou discordar.


24- Thor
(2011)

Lançado em uma época na qual a Marvel estava preocupada em abraçar vários tipos de público, Thor veio com uma ideia mais romântica de trazer um universo que misturasse o drama Shakespeariano ao romance adolescente que estava em alta na época. O resultado é um filme de estética incrível, mas de trama cansativa e pouco inspirada. Para não dizer que é uma derrota total, o longa introduziu o Loki de Tom Hiddleston ao público, que logo se transformou em um dos personagens favoritos de todo o MCU.

 

23- Homem de Ferro 2 (2010)

Enquanto o primeiro filme foi um sucesso de público e crítica, sendo elogiado por sua consistência e por dar o pontapé inicial para esse universo compartilhado, a sequência foi um filme super inconstante que parece mais interessado em introduzir os Vingadores do que  desenvolver a trama de Tony Stark (Robert Downey Jr.), que inicia esse longa morrendo aos poucos por conta de uma substância química no reator que o mantém vivo. É uma premissa interessante que acaba se misturando a intrigas empresariais, um vilão que surge do passado da família Stark e uma subtrama da S.H.I.E.L.D. que toma tempo demais de tela. Por outro lado, algumas das cenas mais legais e inventivas do herói, como a corrida em Mônaco e a batalha no jardim japonês, acontecem nesse filme. Outros pontos favoráveis são a estreia da Viúva Negra de Scarlett Johansson, que rouba a cena com seus golpes e truques de espionagem, a atuação inspirada de Robert Downey Jr. e a trilha sonora maravilhosa, que é praticamente um compilado com os melhores hits do AC/DC. Infelizmente, nem isso é capaz de fazer desta bagunça inconstante um bom filme.

 

22- Thor: O Mundo Sombrio (2013)

Se o primeiro filme já não tinha sido lá essas coisas, o segundo também não consegue melhorar tanto assim. Com um visual mais voltado para a fase do Jack Kirby nos quadrinhos, a trama desse filme é mais voltada para a relação entre Thor (Chris Hemsworth) e Jane Foster (Natalie Portman). O problema é que nenhum dos dois personagens apresentam grandes coisas e a química deles em cena é bem meia boca. Para piorar, o vilão é tão ameaçador quanto um filhote de labrador, restando ao Loki roubar a cena novamente para tentar impedir que esse filme seja um fracasso total.

 

21- O Incrível Hulk (2008)

Distribuído pela Universal, esse filme traz algumas ideias promissoras e o Hulk mais selvagem que os cinemas já viram. No entanto, fica aquele sentimento de que faltou alguma coisa. Como foi apenas o segundo filme do MCU, é interessante ver algumas ideias que foram propostas e posteriormente abandonadas. Na trama, Bruce Banner (Edward Norton) está foragido no Rio de Janeiro, onde trabalha formas de evitar sua transformação em Hulk e procura medicamentos que o ajudem a se livrar do monstrengo de uma vez por todas. Porém, quando o General Ross (William Hurt) descobre seu paradeiro, vai fazer de tudo para recuperar o Hulk, chegando até mesmo a criar um novo monstro, o Abominável (Tim Roth) – que voltará a ser visto no filme do Shang Chi – para persegui-lo. Então, Bruce vai atrás de sua ex-namorada, Betty Ross (Liv Tyler) – que também é filha do General Ross – para pedir ajuda.

 

20- Homem de Ferro 3 (2013)

Dirigido por Shane Black, Homem de Ferro 3 é um excelente filme de natal, mas não agradou muito como filme com super-herói. Vindo com altas expectativas depois do primeiro Vingadores, a última aventura solo de Tony Stark nos cinemas acabou focando no herói por trás da armadura. Levando Tony a se virar sem o traje, o longa conduz o herói em uma aventura sobre intrigas internacionais, falsos ídolos e a necessidade de um psicólogo sendo substituída por uma conversa com Bruce Banner. É divertido? É, mas os fãs do primeiro filme vão sentir uma diferença. Além de desperdiçar um ator do calibre do Ben Kingsley em um papel que será “resetado” em breve.

 

19- Homem-Formiga e a Vespa (2018)

Lançado na ressaca de Guerra Infinita, esse filme é realmente bom, apesar de não ser da mesma importância dos outros. É praticamente uma comédia romântica bem família que extrai o melhor de seu protagonista para contar uma história sobre amor, amizade e reino quântico. Isso porque o Homem-Formiga (Paul Rudd) vai tentar encontrar a mãe perdida da Vespa (Evangeline Lilly) no reino quântico. Só que acessar essa dimensão microscópica pode atrair atenção de gente perigosa. É um filme muito criativo, que aproveita bem as escalas e faz uma comédia família muito divertida.

 

18- Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)

A primeira aventura solo do Cabeça de Teia no MCU foi um grande sucesso comercial da Sony. Após os eventos de Guerra Civil, Peter Parker (Tom Holland) volta para o Queens, onde vai precisar dosar sua vida de estudante com as atividades secretas de super-herói. No entanto, quando o Abutre (Michael Keaton) começa a aterrorizar a vizinhança, ele vai ter que enfrentá-lo sem colocar a vida de quem ama em risco. Essa nova roupagem caiu bem no herói, mas a dependência de Peter de seu novo mentor, Tony Stark, pode não agradar tanto aos fãs mais antigos do Teioso.

 

17- Capitã Marvel (2019)

Ambientada nos anos 1990, a primeira aventura solo de uma personagem feminina da Marvel ficou marcada por uma campanha imbecil de boicote por motivos machistas. Ela não deu resultado e o longa arrecadou mais de US$ 1 bilhão em bilheteria ao redor do mundo. Na história, Vers (Brie Larson) é uma recruta desmemoriada do Império Kree que vive atormentada por fragmentos de sua vida passada. Quando ela acaba caindo na Terra, é logo receitada pela S.H.I.E.L.D. e conhece um jovem Nick Fury (Samuel L. Jackson), que vai tentar ajudá-la a descobrir mais sobre quem realmente é.

 

16- Thor: Ragnarok (2017)

Com direção do até então pouco conhecido Taika Waititi, o terceiro filme do Deus do Trovão enfim deixou de se levar a sério, permitindo que o próprio Thor ganhasse um upgrade em seus poderes e que ele e seus novos amigos explorassem novos aspectos dos quadrinhos que não se encaixavam na temática mais séria que os dois anteriores tentaram dar ao herói. Em meio ao fim do mundo nórdico, Thor e Loki acabam caindo em Sakaar, um planeta lixão em que os forasteiros são vendidos como comida ou escravos. Porém, Loki consegue se passar por um dos convidados do regente local, enquanto Thor vira um gladiador. Juntos, eles precisam encontrar um jeito de voltar para Asgard para tentar impedir o Ragnarok. Muito mais divertido e aproveitando o excelente timing que Chris Hemsworth tem para a comédia, esse longa redefiniu o Thor nos cinemas.

 

15- Vingadores: A Era de Ultron (2015)

Lançado sob muita expectativa, dado o sucesso estrondoso do primeiro filme, Vingadores 2 foi considerado uma decepção na época. Porém, vendo sob uma perspectiva mais ampla, esse filme foi fundamental para que momentos históricos desse universo pudessem acontecer em Guerra Infinita e Ultimato. Fora a introdução de novos heróis e o início do racha entre os heróis, A Era de Ultron traz Stark e Ultron (James Spader) como vilões. Inclusive, o próprio Ultron é uma grande caricatura de Tony Stark. Talvez seja por isso que muitos fãs do Homem de Ferro não gostam muito desse filme.


14- Viúva Negra
(2021)

Desejo antigo dos fãs da superespiã, o filme solo da Viúva Negra explora mais do misterioso passado de Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) na União Soviética e de sua trajetória até se tornar uma Vingadora. Com novos personagens carismáticos que ainda vão render muito no Universo Cinematográfico Marvel e com ação de primeira, é o típico filme que estaria algumas posições acima nesta lista se tivesse sido lançado há uns cinco ou seis anos.

 

13- Capitão América: Guerra Civil (2016)

Adaptando uma das sagas mais famosas de todos os tempos das histórias em quadrinhos, Guerra Civil foi um marco no MCU por ter introduzido dois dos heróis mais amados deste universo, o Homem-Aranha e o Pantera Negra. Fora isso, ele trouxe um núcleo novíssimo de coadjuvantes para o Capitão América (Chris Evans), que se consolidou como o maior rebelde do Universo Marvel. Outro grande mérito da produção é a direção dos Irmãos Russo, que sabe dividir os heróis em núcleos diferentes, dando bastante tempo de tela para cada um.


12- Homem-Aranha: Longe de Casa
(2019)

Após os eventos de Ultimato, o Homem-Aranha segue agindo como o Amigão da Vizinhança enquanto o mundo se recupera dos estragos causados por Thanos. Aproveitando a vida depois do Blip, Peter decide tirar férias do trabalho de super-herói e sai numa Eurotrip com seus amigos da escola. Porém, ele logo vai redescobrir que a vida de herói exige sacrifícios e ele logo se envolve em uma trama da S.H.I.E.L.D. sobre novos heróis, vilões e o Multiverso. Apesar de ter uma questão incômoda do Peter parecer não entender suas responsabilidades, esse longa adapta bem a sensação de ler uma HQ mensal, daquelas histórias descompromissadas que acontecem no intervalo entre duas grandes sagas, e isso é bem interessante.

 

11- Doutor Estranho (2016)

Estrelado por Benedict Cumberbatch, Doutor Estranho foi um filme que prometeu mais do que entregou. No entanto, o universo e o herói em si são tão interessantes que mesmo ficando abaixo do esperado, o longa conseguiu uma boa posição no ranking. Quando anunciaram que Scott Derrickson, famoso por filmes de terror, dirigiria a aventura do Mago Supremo, logo começaram as entrevistas falando sobre o tom de terror que a história teria. E quando confirmaram um elenco repleto de nomes de peso da indústria, a expectativa foi para uma história diferente de tudo que a Marvel já havia feito até então. Porém, a estrutura de roteiro é praticamente a mesma do primeiro filme do Homem de Ferro, com a diferença de mudar o cenário armamentista americano para um mundo mágico nepalês que mudaria o futuro do MCU. Em outras palavras, é um ótimo filme que tinha potencial para ser ainda melhor. Mas, mesmo assim, a história do cirurgião arrogante que se torna o maior dos magos após um acidente mortal consegue cativar e entreter de forma encantadora.

 

10- Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)

Penúltimo filme da Fase Um do MCU, a primeira aventura do Capitão América é simplesmente fantástica. Considerado um personagem de difícil adaptação para as telonas por conta de conflitos políticos e ideológicos do mundo real, o Capitão conseguiu conquistar públicos de diversas idades e de diferentes partes do mundo adotando uma estratégia que reinventou os quadrinhos da Marvel nos anos 1960: focar no homem por baixo da fantasia. Ao priorizar Steve Rogers em vez do Capitão América, o diretor Joe Johnston construiu um dos super-humanos mais humanos do cinema. Movido por muita boa vontade e esperança de dias melhores, o jovem Steve foi recrutado para um experimento que deu a ele capacidade física para se tornar o grande herói que ele sempre foi. E como a história se passa toda nos anos 1940, foi um acerto gigantesco trazer Johnston – que trabalhou em grandes produções baseadas na Segunda Guerra, como Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida e The Rocketeer – para a direção, porque ele conseguiu imprimir no filme toda a atmosfera, todo o clima das matinês. Sem contar, claro, a fotografia dando um ar retrô, algo único no MCU.

 

9- Pantera Negra (2018)

Assim como Doutor Estranho, Pantera Negra tem uma estrutura muito parecida com a de outros projetos anteriores do MCU, mas o rico universo explorado, a trilha sonora absurda, a direção mais que competente de Ryan Coogler e um vilão monstruosamente incrível (Michael B. Jordan) garantem essa alta colocação no ranking. Em tempos nos quais reclamam tanto da falta de originalidade nos filmes com super-heróis, a aventura solo do Pantera Negra conseguiu demonstrar sua identidade com muita personalidade, valorizando a mitologia do herói, trazendo diversos elementos de várias culturas africanas e se tornando um verdadeiro fenômeno sociocultural ao redor do mundo.

 

8- Homem-Formiga (2015)

Uma marca curiosa da franquia do Homem-Formiga é ter seus filmes lançados próximos de filmes-evento do MCU, o que acaba reduzindo a repercussão de suas aventuras solo. Com a surpreendente direção de Peyton Reed, que substituiu Edgar Wright, Homem-Formiga é um filme com coração sobre família. Apesar de ter diversas cenas incríveis que brincam com as escalas e os poderes do herói, o grande mérito dessa história são as relações humanas, tanto que os coadjuvantes tem grande destaque, mesmo sendo vendido como um filme de assalto. Nessa mistura de gêneros, a equipe criativa ainda usa bem o timing de Paul Rudd para a comédia e cria um dos filmes mais gostosos de ver e rever quantas vezes quiser no MCU.

 

7- Homem de Ferro (2008)

Responsável por dar início ao MCU e por resgatar a carreira de Robert Downey Jr., o primeiro Homem de Ferro é um filmaço. Embalado pela temática dos super-heróis, esse filme aproveita para falar sobre o mercado armamentista americano e como ele se retroalimenta fornecendo armas para o terrorismo internacional, fazendo dele um negócio muito lucrativo para empresários sem escrúpulos. No início do filme, Tony faz parte desse meio, mas conforme ele experimenta na pele as consequências de suas ações, ele vira o jogo para destruir parte do que ele mesmo construiu, se tornando um grande herói no processo. O ritmo é incrível, as atuações são maravilhosas e a liberdade dada para esse que foi o primeiro grande projeto do MCU é realmente um diferencial. O único deslize desse filme é a batalha final, que poderia ser um pouco mais emocionante, mas ainda assim é coerente com o que foi estabelecido para esse universo.

 

6- Os Vingadores (2012)

Considerado por muitos como o filme definitivo de super-heróis, a obra máxima de Joss Whedon foi o primeiro projeto da Marvel a romper a barreira do US$ 1 bilhão em bilheteria. Reunindo os maiores heróis da Terra para enfrentarem uma ameaça comum, o terrível Loki, Vingadores consegue transmitir otimismo, esperança, diversão, ação e humor na medida certa. Ele empolga quando tem que empolgar, faz rir quanto tem que fazer rir e emociona quanto tem que emocionar. Seu lançamento redefiniu os filmes de grupo nos cinemas e se tornou um marco para os fãs de quadrinhos.

 

5- Capitão América: O Soldado Invernal (2014)

O top-5 é aberto com a estreia dos Irmãos Russo na Marvel. No segundo filme do Capitão América, vemos Steve Rogers se adaptando ao mundo moderno. O homem fora de seu tempo tenta aproveitar os benefícios do século XXI, mas segue com os pesadelos de fantasmas de seu passado. Enquanto tenta assimilar tudo que viveu depois de ser descongelado, o herói começa a agir como um agente tático da S.H.I.E.L.D., atuando como a “cavalaria” em missões de espionagem. Nesse meio, ele descobre que antigos conhecidos estão vivos e fazem parte de uma conspiração que moldou o mundo como o conhecemos. Inspirada nas tramas de espionagem dos anos 70, a história desse filme é uma das mais maduras e atuais de todo o MCU. Fora isso, os Russo abriram mão da abordagem do herói como “o melhor atleta vivo” para dar a ele poderes e habilidades sobre-humanas, além de técnicas de luta pesadas. É nesse filme também que conhecemos o Falcão (Anthony Mackie), que viria a se tornar um dos heróis mais importantes desse universo.

 

4- Guardiões da Galáxia (2014)

O ano de 2014 foi maravilhoso para os fãs da Marvel. Não bastasse ter Capitão América: O Soldado Invernal, eles ainda foram presenteados com Guardiões da Galáxia, que pegou um grupo de heróis pouco conhecido e elevou todos os seus integrantes ao panteão da Cultura Pop de uma hora pra outra. Dirigido por James Gunn, famoso por seus filmes B, o longa junta um grupo de marginais da sociedade espacial e faz com que eles descubram uns nos outros que a vida pode ser mais do que roubar, enganar e matar os outros, contanto que tenha alguém que se importe com você. Ver esse processo de transformação dos personagens de fracassados sozinhos para uma família disfuncional consegue ser divertido e emocionante, tendo seus sentimentos e diálogos reforçados por uma trilha musical que funciona quase como um personagem senciente. É um filme original, com personalidade, coração e que exala o amor e esmero de todos os envolvidos com ele.

 

3- Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017)

Se o primeiro filme da franquia tinha sido uma obra de arte que introduziu com maestria o universo espacial no MCU, o segundo tinha a difícil missão de manter o mesmo nível de seu antecessor. Mas James Gunn foi além e conseguiu trazer uma obra superior ao original, que expandiu a mitologia dos Guardiões e abordou temas muito adultos de forma orgânica, mascarados pelas cores fortes e piadas. Mesmo com todas as brincadeiras e atitudes moralmente questionáveis dos personagens, esse filme também fala sobre família, luto e abandono, e pela forma como trata esses temas sem perder sua personalidade, sua identidade, é um dos filmes mais maduros do MCU.

 

2- Vingadores: Ultimato (2019)

Resultado de 11 anos de filmes separados, Ultimato tinha a difícil missão de encerrar o ciclo dos principais personagens da Cultura Pop do século XXI de forma respeitosa, criativa a coerente para honrar seus respectivos legados e agradar a diversos tipos de fãs. O resultado disso foi um filme de mais de 3h de duração que presta uma enorme homenagem ao próprio MCU e acerta em cheio no coração dos fãs, que dedicaram anos de suas vidas a acompanhar e consumir tudo relacionado aos Heróis Mais Poderosos da Terra. Dividido em núcleos de heróis sobreviventes, a trama leva os Vingadores ao extremo para tentarem derrotar o genocida Thanos (Josh Brolin) e trazerem os mortos de volta. É uma experiência catártica para os fãs que entrou para a história como um dos maiores filmes-eventos de todos os tempos.

 

1- Vingadores: Guerra Infinita (2018)

Por fim, na posição mais alta do nosso pódio, Vingadores: Guerra Infinita foi a consolidação da Marvel como estúdio “sério”. Na época, havia críticas sobre os filmes da empresa serem apenas parques de diversão voltados para personagens superficiais e para o humor. Com Guerra Infinita, o estúdio traz uma história mais sóbria focada no vilão: Thanos. Unindo pela primeira vez os heróis da Terra com os do núcleo espacial, o longa soube se manter interessante e trazer novidades para o público, que foi pego de surpresa por um final de cortar o coração. Muita gente fica na dúvida se prefere Guerra Infinita ou Ultimato, mas, pela forma com que os personagens são introduzidos e o vilão é bem trabalhado, assumindo papel de protagonista, Guerra Infinita se sustenta mais como filme e fica no nosso ponto mais alto do pódio do MCU.

E você? Concorda com a lista? Monte a sua nos comentários!

O Incrível Hulk e Homem-Aranha: De Volta ao Lar estão disponíveis na Netflix. Homem-Aranha: Longe de Casa está disponível no Amazon Prime Video. Os filmes restantes estão disponíveis no Disney+, assim como Viúva Negra, que estreia nos cinemas e na plataforma da Disney (por R$69,90) no dia 9 de julho.

Crítica | L.O.C.A – Comédia com Mariana Ximenes usa o humor para falar da obsessão afetiva

Desde os tempos da Idade Média as mulheres são retratadas como mentalmente instáveis, histéricas, bruxas e diabólicas. Essa tecnologia machista de retratar as mulheres como incapazes de manter a sanidade vem sendo argumento de muitos homens ao longo dos séculos para mantê-las distante dos estudos, da família, dos bens: em suma, do controle da própria vida. Não mais! Para mostrar que esse estereótipo é uma construção social e não uma verdade, a comédia nacional ‘L.O.C.A – Liga das Obsessivas Compulsivas por Amor’ estreia essa semana no Telecine/NOW.

Manuela (Mariana Ximenes) é uma estudante de jornalismo que tem um caso com seu orientador de mestrado, Carlos (Fabio Assunção). No trabalho ela não é valorizada, pois seu chefe, Estevão (Otávio Muller), não a deixa escrever sobre o que quer. Pior: diz que entende mais de mulheres do que ela. Um dia, após uma briga com Carlos por ele não assumi-la publicamente, Manuela conhece a ‘L.O.C.A – Liga das Obsessivas Compulsivas por Amor’, um grupo em que mulheres que amam demais se encontram para desabafar sobre seus relacionamentos ou suas dificuldades em se relacionar novamente. É Elena (Debora Lamm) quem a apresenta ao grupo, e lá Manuela conhece Rebeca (Roberta Rodrigues). Juntas as três vão retomar o controle de seus sentimentos e de suas vidas amorosas.

Escrito e dirigido por Claudia Jouvin, o longa chama a atenção logo de cara pelas locações, com cenas gravadas na Faculdade de Letras da UFRJ, e pela estética marcada com cores fortes e contrastantes, que se alinham aos sentimentos efervescentes das personagens. Rebeca, com estampas animais e cores solares, transparece o sangue quente e o calor suburbano; Manuela trabalha em um ambiente com degradê de rosa e vermelho almodovariano; Elena, que tanto se esforça em ter o casamento perfeito, desfila belíssimos vestidos floridos que acentuam e valorizam seu corpo. Créditos e aplausos à diretora de figurino Marina Franco e à direção de arte, Kiti Duarte.

O trio protagonista entrega exatamente o que se espera das personagens, com destaque para as maravilhosas Roberta Rodrigues (é impossível não querer ser amiga de Rebeca) e Debora Lamm, que arrancam risadas com o absurdo das situações em que se metem. Embora exageradas ao extremo, é esse exagero que faz com que a espectadora se identifique em algum grau com o que está assistindo, e sinta simpatia pelos desafios que as três amigas precisam superar.

Através do humor, ‘L.O.C.A – Liga das Obsessivas Compulsivas por Amor’ busca descontruir a imagem erigida de que quando o assunto é amor, as mulheres perdem o controle. De uma maneira bem-humorada e quase didática, o longa seleciona três mulheres de núcleos sociais distintos para apontar ao público-alvo que a maturidade emocional é algo que pode e deve ser trabalhado em ambos os sexos, e que quando se tem o apoio das amigas todas nós nos tornamos mais fortes.

Apesar de uma premissa que causa estranheza de início, a verdade é que ‘L.O.C.A – Liga das Obsessivas Compulsivas por Amor’ é uma gratíssima surpresa. Divertido, engraçado, instrutivo e empoderado, é um filme para ver e se inspirar a retomar a autonomia emocional que há tanto tempo a tantas mulheres foi negada.

 

‘Patrulha do Destino’: Astro de ‘Supernatural’ é confirmado no elenco

Patrulha do Destino‘ (Doom Patrol) já estreou e anda chamando a atenção de muita gente. Mesmo já estando em exibição, novidades surgem naturalmente. Com o 4º episódio prestes a ser exibido, foi revelado que o ator Mark Sheppard foi escolhido para interpretar Willoughby Kipling.

O personagem é um inglês que adora bebidas e tem um talento especial para a magia. O personagem da DC foi criado originalmente como um análogo à Constantine.

Confira um teaser do episódio:

A nova produção se passa no mesmo universo que ‘Titãs‘.

Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

Parte grupo de apoio, parte equipe de super-heróis, a Patrulha do Destino é um bando de malucos super-poderosos que lutam por um mundo que não quer nada com eles. Continuando após os eventos de ‘Titãs’, a série encontrará esses heróis relutantes em um lugar que eles nunca esperavam estar, chamados para a ação por ninguém menos que Cyborg, que chega a eles com uma missão difícil de recusar, mas com um aviso que também é difícil de ignorar: suas vidas nunca mais serão as mesmas.

O elenco conta com Matt Bomer (Homem-Negativo), Joivan Wade (Cyborg), April Bowlby (Mulher-Elástica), Timothy Dalton (Chefe), Diane Guerrero (Crazy Jane), Brendan Fraser (Robotman), Alan Tudyk (Sr. Ninguém) e Matthew Zuk (Negative Man).

‘Pennyworth’: Alfred conhece Martha Kane em novo clipe; Assista!

A série ‘Pennyworth‘, que contará a origem de Alfred Pennyworth, ganhou um novo clipe oficial trazendo o primeiro encontro entre Alfred (Jack Bannon) e Martha Kane (Emma Paetz), a mãe de Bruce Wayne/Batman.

10 episódios foram encomendados para o primeiro ciclo.

A série irá acompanhar a história de Alfred Pennyworth, com seus 20 anos de idade, treinado como oficial das forças especiais britânica, trabalhando para o pai do Bruce Wayne.

O elenco conta com Jack Bannon, Ben AldridgeRyan Fletcher, Hainsley Lloyd BennettPaloma FaithJason Flemyng.

Locke & Key | Um guia completo para a nova série da Netflix

A série de quadrinhos Locke & Key foi lançada em 2008 pelos aclamados quadrinistas Joe Hill e Gabriel Rodriguez. Dois anos depois – e acompanhando o boom da ficção fantástica que tomava conta dos cinemas e da televisão -, a extinta Fox comissionou um episódio piloto, mas o projeto nunca foi para a frente. Em 2017, os boatos de que o serviço de streaming do Hulu estaria produzindo uma adaptação foram desmentidos, levando mais dois anos até que a primeira temporada recebesse um verdadeiro sinal verde pela Netflix.

Agora, o thriller fantasioso estreou na Netflix com dez episódios que prometem nos encantar com sua narrativa intrincada e seus visuais icônicos – bebendo bastante do material original e trazendo à vida um dos enredos mais deliciosos dos últimos anos.

“Se olharmos para as duas outras versões, conseguimos ver o que estava funcionando e o que não estava”, Meredith Averill, co-showrunner da série, comentou em uma recente entrevista ao SFX. “Do que estávamos realmente gostando? Decidimos que queríamos transformar [os quadrinhos] em um drama familiar fundido com uma história de amadurecimento com nossos personagens adolescentes, e focar mais na fantasia que no terror”.

A perspectiva imprimida pela extensa equipe técnica e artística é uma escolha interessante e que vem chamando nossa atenção desde a divulgação dos primeiros teasers.

Para aumentas as expectativas para o show, o CinePOP preparou um breve guia sobre a trama principal e os personagens que farão parte do universo.

Confira abaixo:

OS PERSONAGENS

BODE LOCKE

Interpretado por Jackson Robert Scott, Bode é o membro mais jovem da família Locke e facilmente o mais inquisitivo acerca dos arredores da Casa Chave (Keyhouse, no original). Ele é o que encontra o maior número de chaves mágicas espalhadas pela morada, também conhecida como Chave-Fantasma. Esse objeto em particular permite que ele deixe seu corpo e flutue como um espírito, como mostrado no trailer mais recente.

TYLER LOCKE

Tyler é o filho adolescente de Nina e Rendell Locke. Ele testemunhou o assassinato do pai, aumentando o peso em sua consciência devido a um relacionamento conturbado. Interpretado por Connor Jessup, ele tem a princípio um comportamento desdenhoso e cínico em relação ao irmão Bode e às suas histórias fantasiosas, mesmo depois de confrontar as forças que levaram a vida do pai.

KINSEY LOCKE

Kinsey, encarnada por Emilia Jones, é a única filha dos Locke. Ela é extremamente protetora, principalmente quando o assunto é Bode. Uma vez que a família é realocada na misteriosa cidade de Lovecraft, Kinsey muda de aparência para se mesclar com as crianças locais. Sem saber, a Chave do Teletransporte faz parte de seu bracelete, dado como presente por seu pai.

ELLIE WHEDON

Ellie cresceu em Lovecraft e era uma amiga de infância de Rendell, que, ao lado de várias outras pessoas, presenciou em primeira mão os poderes das Chaves – bem como o demônio conhecido como Dodge. Eventualmente, ela se torna uma treinadora na Academia Matheson e, quando os Locke retornam para a cidadezinha, seu passado volta a assombrá-la. Sherri Saum dá vida à Ellie.

RUFUS WHEDON

Rufus, interpretado por Cody Bird, é filho de Ellie e sofre de um transtorno mental não diagnosticado. Sua condição o deixa imune a chaves como a Mental, enquanto as outras causam efeitos diferentes. Nos quadrinhos, ele é um pouco mais novo que sua versão seriada e é um amigo de Bode.

GABE

Griffin Gluck encarna Gabe, um estudante da Academia Matheson. Na escola, ele se torna amigo de Kinsey. Gabe, na verdade, foi criado especialmente para a série, não existindo no universo das HQs. É possível, entretanto, ele que seja inspirado no colorista Gabriel Rodriguez, um dos criadores de Locke & Key.

NINA LOCKE

Nina é a matriarca da família Locke e é interpretada por Darby Stanchfield. Assim como seu falecido marido, Nina é alcoólatra e foi aconselhada a se mudar para Lovecraft caso alguma coisa acontecesse com Rendell.

RENDELL LOCKE

Rendell (Bill Heck) cresceu em Lovecraft, onde ele e seus amigos de infância de tornaram Guardiões das Chaves. Apesar de sua extensa história com os objetos mágicos, ele se recusava a divulgar quaisquer informações sobre eles para a família, esperando que eles pudessem ter uma vida normal na Califórnia. Infelizmente, isso nunca aconteceu, depois que estudantes que Rendell procurava ajudar o atacaram impiedosamente – e ocasionaram sua morte e a realocação da família.

SAM LESSER

Thomas Mitchell Barnet interpreta Sam Lesser, um estudante perturbad que procurou ajuda com o ex-conselheiro da escola, Rendell. Abusado e negligenciado em casa, ele desenvolveu respeito por seu recém-formado amigo e ficou perplexo com o relacionamento entre ele e o filho. Mesmo assim, ele é contatado e manipulado pela maligna Dodge e ataca Rendell, esperando ganhar o poder das chaves da família no processo. Eventualmente, o conselheiro morre e Sam é preso.

DODGE

A vilã principal da série, a demoníaca Dodge, foi aprisionada na Wellhouse (uma parte da Casa Chave), depois de um incidente durante o qual ela foi liberta e possuiu um dos amigos de Rendell. Ela o manipulou e o utilizou para fazer tudo o que bem pretendia – desejando tomar posse de todas as chaves dos Locke. Sua cobiça incontrolável a colocam num caminho de vingança contra Rendell, possuindo Sam e o levando a cometer um indefensável crime. Dodge é interpretada por Laysla de Oliveira.

AS CHAVES

Bode funciona como receptáculo e porta de entrada do público para o mundo da Casa Chave. Situada em Massachusetts, Lovecraft (que agora é conhecida como Matheson), esse imenso casarão carrega a lenda de ser assombrada – e mal sabem os habitantes da cidadezinha que ela realmente é.

Através do irmão caçula dos Locke, os espectadores descobrem tudo sobre as chaves mágicas, que incluem:

  • A Chave Qualquer Lugar, que pode ser utilizada para transformar qualquer porta em um portal para qualquer lugar no planeta;
  • A Chave-Fantasma, que permite que seu usuário saia de seu corpo e voe por aí como um fantasma (obviamente).
  • A Chave da Mente, que permite explorar a mente de qualquer um.

Outros objetos incluem a Chave Ômega, que é utilizada para viajar entre as dimensões (nos quadrinhos, para selar a entrada de Dodge no nosso mundo) e a Chave Alfa, capaz de superar o demônio do corpo de qualquer pessoa.

Oprah Winfrey e Lionsgate vão adaptar ‘O Projeto 1619’ para o cinema e a televisão

Segundo o SlashFilm, a lendária Oprah Winfrey vai se reunir com a Lionsgate e com a vencedora do Prêmio Pulitzer de Jornalismo, Nikole Hannah-Jones, para adaptar O Projeto 1619 para os cinemas e para a televisão.

O ensaio, publicado através do The New York Times, explora o racismo estrutural nos Estados Unidos e re-examina o legado da escravidão no país. O projeto em questão foi desenvolvido em 2019, durante o 400º aniversário dos primeiros africanos ao estado da Virgínia. Com a ajuda de diversos jornalistas e escritores, que contribuíram com artigos, entrevistas, poemas e peças ficcionais, O Projeto 1619 fez um grande barulho e foi recebido com aclame universal.

A obra em questão já foi adaptada para um podcast dividido em cinco capítulos. Agora, Winfrey está abraçando o projeto e irá convidar diversos porta-vozes da comunidade negra estadunidense para ajudá-la a levá-lo para outras plataformas.

Hannah-Jones, que ganhou o Pulitzer este ano, entra como produtora executiva ao lado de sua colega de profissão, Caitlin Roper.

“Nós levamos bastante a sério nossa missão de encontrar parceiros na TV e no cinema que respeitam e honram nosso trabalho e nossa missão com O Projeto 1619, que entendem nossa visão e nossa obrigação moral de fazer justiça com essas histórias”, a jornalista comentou em uma declaração oficial. “Através de cada passo desse processo, a Lionsgate e sua equipe se mostraram ter esse tipo de parceria e é um sonho poder produzir esse trabalho com Oprah Winfrey, uma pioneira e um farol para tantos jornalistas negros. Estou animada com essa oportunidade”.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Marina divulga teaser de “Man’s World”, lead single de seu 5º álbum de estúdio

Em seu Instagram oficial, a cantora e compositora Mariana Diamandis, anteriormente conhecida como Marina and the Diamonds, divulgou o teaser do lead single de seu vindouro 5º álbum de estúdio.

Intitulada “Man’s World”, a canção será lançada no próximo dia 18 de novembro.

Confira:

Vale lembrar que o álbum segue sem título oficial ou data de estreia confirmada.

Marina começou sua carreira em 2010 com o lançamento de The Family Jewels, que misturava indie-popnew wave. Desde então, fez fama com a divulgação de Electra Heart (2012), com os famosos singles “How to be a Heartbreaker”“Primadonna”, e Froot (2015), acompanhado da música epônima e “Blue”.

Seu último álbum, ‘Love + Fear’, foi lançado no ano passado e trouxe uma colaboração com o cantor Luis Fonsi. Ela também participou da trilha sonora da sequência de Para Todos os Garotos que já Amei.

Especial Game of Thrones | Os 12 Momentos Mais Chocantes da Série

Se tem algo que Game of Thrones sabe fazer é chocar o público.

A série épica de fantasia, drama e tragédia, desde o princípio, arquitetou personagens extremamente complexos que participavam de arcos bem construídos e com reviravoltas constantes, colocando-os ora como heróis, ora como vilões – isso sem mencionar as tramas paralelas que participavam ativamente do dinamismo e da sucessão de eventos na produção.

Em celebração ao iminente aniversário de dez anos da obra, o CinePOP preparou várias matérias especiais. A segunda delas abrange os dez momentos mais chocantes de ‘GoT’, desde surpreendentes acontecimentos até mortes inaceitáveis.

Confira abaixo nossas escolhas (e cuidado com os spoilers):

12. CERSEI E A CAMINHADA DA VERGONHA

Episódio 05×10: Mother’s Mercy

No último episódio da quinta temporada, Cersei Lannister (Lena Headey) revela ter cometido adultério, mas nega que cometeu incesto ou que tenha participado da morte do Rei Robert. Para poder voltar a Porto Real, o Alto Pardal (Jonathan Pryce) a obriga a realizar a Caminhada da Vergonha, uma das cenas mais agonizantes do show – em que a impiedosa personagem mostra sua vulnerabilidade durante seis torturantes minutos, sendo humilhada pelo povo.

11. DAENERYS ENFRENTA OS KHALS

Episódio 06×04: Book of the Stranger

Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) já havia conquistado o público ao sair das chamas da pira de seu falecido marido com três dragões recém-nascidos – mas seu poder máximo seria mostrado em “Book of the Stranger”. O quarto episódio da 6ª temporada a coloca frente a frente com os Khals, queimando-os dentro da própria assembleia, e ganhando a fidelidade de seus súditos.

10. JAIME TEM A MÃO DECEPADA

Episódio 03×03: Walk of Punishment

Nas Terras Fluviais, Jaime convence Locke (Noah Taylor) que o pai da guerreira Brienne (Gwendoline Christie) é extremamente rico, impedindo seus homens de estuprá-la. Jaime, então promete que irá compensá-lo com joias e ouro caso volte vivo – mas Locke, enganando-o, o desacorrenta e arranca um faca de seu bolso para cortar a mão de espada de Jaime.

9. ARYA MATA O REI DA NOITE

Episódio 08×03: The Long Night

Apesar dos altos e baixos da 8ª temporada, “The Long Night” despontou como um dos principais episódios da série – e contém uma das cenas mais chocantes da produção. Durante a batalha contra o Rei da Noite, na qual tudo parecia perdido, Arya Stark (Maisie Williams) uniu toda a árdua prática para se tornar Ninguém e assassinar o principal algoz do episódio, matando-o com uma facada certeira.

8. DAENERYS INCENDEIA PORTO REAL

Episódio 08×05: The Bells

No quinto episódio da 8ª temporada, Cersei, percebendo que estava prestes a perder a batalha para Daenerys e seu descomunal exército, tocou os sinos de Porto Real rendendo-se e clamando por misericórdia. Qual foi nossa surpresa (ou nem tanta assim), quando khaleesi alçou voo em seu dragão e destruiu cada centímetro da cidade, incendiando qualquer um em seu caminho.

7. JOFFREY MORRE ENVENENADO

Episódio 04×02: The Lion and the Rose

Depois do trágico final da terceira temporada, os fãs de Game of Thrones presenciaram um dos momentos de maior alegria e satisfação da série com a morte do psicótico Rei Joffrey (Jack Gleeson). Em “The Lion and the Rose”, o personagem toma, inadvertidamente, um potente veneno que o faz asfixiar até a morte, morrendo nos braços da própria mãe, Cersei.

6. A MORTE DE RAMSAY

Episódio 06×09: Battle of the Bastards

Além de Joffrey, outra morte bastante satisfatória para o público foi a de Ramsay Bolton (Iwan Rheon). O psicótico personagem, que torturou constantemente o jovem Theon (Alfie Owen-Allen), encontrou seu fim nas mãos de Sansa (Sophie Turner), que o fez de refém e o entregou de alimento para famintos cachorros selvagens.

5. BRAN É EMPURRADO DA TORRE

Episódio 01×01: Winter Is Coming

Logo no primeiro episódio, Game of Thrones já mostrou que não seria uma série de fantasia qualquer: no final do piloto, o jovem Bran (Isaac Hempstead Wright) flagra Cersei e Jaime em um ato incestuoso sexual e, como resposta, é empurrado pelo personagem de Coster-Waldau do alto de uma torre – entrando em coma e ficando paralítico.

4. A EXPLOSÃO DO GRANDE SEPTO

Episódio 06×10: The Winds of Winter

Em apenas um movimento, Cersei Lannister conseguiu destruir todos os seus inimigos e aqueles que a haviam humilhado: “The Winds of Winter”, último episódio da sexta temporada, foi recebido com aclame universal pela crítica e, até hoje, é considerado um dos melhores episódios de todos os tempos. O motivo? Um plano eximiamente bem executado que culminou na catártica explosão do Grande Septo de Baelor.

3. STANNIS QUEIMA A PRÓPRIA FILHA

Episódio 05×09: The Dance of Dragons

A loucura religiosa de Stannis Baratheon (Stephen Dillane) alcançou proporções catastróficas e condenáveis com “The Dance of Dragons”, nono episódio da 5ª temporada. Aqui, como sacrifício ao Lorde da Luz e alimentado pelas promessas da perigosa e envolvente Melisandre (Carice van Houten), Stannis queima a própria filha, Shireen (Kerry Ingram), em um altar.

2. A EXECUÇÃO DE NED STARK

Episódio 01×09: Baelor

Game of Thrones mostrou que não teria escrúpulos em sacrificar os personagens mais queridos no nono episódio da temporada de estreia, “Baelor”. Aqui, após confessar sua traição, Ned Stark (Sean Bean) foi condenado com morte por decapitação a mando do Rei Joffrey.

1. O CASAMENTO VERMELHO

Episódio 03×09: The Rains of Castamere

Merecidamente no topo de nossa lista, o Casamento Vermelho entrou para a história como um dos capítulos mais chocantes e angustiantes da história da televisão. A sequência, embutida no episódio “The Rains of Castamere”, promove um massacre sem precedentes a mando de Walder Frey (David Bradley), trazendo uma brutal resolução para personagens como Robb Stark (Richard Madden), Talisa Stark (Oona Chaplin) e Catelyn Stark (Michelle Fairley).

‘Doogie Kamealoha’: Reboot de ‘Tal Pai, Tal Filho’ ganha trailer oficial; Confira!

O reboot da clássica série oitentista ‘Tal Pai, Tal Filho‘, intitulada ‘Doogie Kamealoha: Doutora Precoce‘, ganhou um novo trailer oficial.

Assista, dublado e legendado:

A produção será lançada no Disney+ em 08 de setembro.

A trama acompanha Lahela Kameāloha, uma garota de 16 anos com descendência asiática que tenta seguir a carreira de médica no Havaí, enquanto tenta conciliar com a vida de adolescente. Lahela contará com a ajuda da sua atrapalhada família. Enquanto sua mãe irlandesa é pavio curto e supervisora o hospital onde ela trabalha, seu pai havaiano luta para aceitar que sua filha não é mais uma garotinha.

Confira as primeiras imagens:

DOOGIE KAMEALOHA, M.D. – “License to Not Drive” – Yearning for freedom, Lahela defies Clara and takes the family car without permission. (Disney/Karen Neal)
KATHLEEN ROSE PERKINS, PEYTON ELIZABETH LEE, JEFFREY BOWYER- CHAPMAN, MAPUANA MAKIA

A nova versão foi criada pela havaiana Kourtney Kang, que teve grande sucesso como roteirista de ‘How I Met Your Mother‘ e ‘Fresh Off the Boat‘ (disponível no Disney+).

Kang assina o roteiro, além de ser uma das produtoras executivas do projeto.

Peyton Elizabeth Lee, Kathleen Rose Perkins e Jason Scott Lee estrelam a produção.

Na versão original, Neil Patrick Harris (‘How I Met Your Mother‘) vive um gênio adolescente, que tenta lidar com as complexidades da juventude, à medida em que atua como um médico licenciado em um programa de residência bem exigente. O enorme sucesso da produção, que no inglês se chama Doogie Howser, M.D., transformou a carreira do ator, lançando-o ao estrelato.

Tal Pai, Tal Filho‘ foi exibida entre 1989 e 1993.

‘Pânico’: Imagem de bastidores reúne Melissa Barrera com [SPOILER]; Confira!

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Pânico‘ finalmente estreou nos cinemas mundiais, e não apenas conseguiu reviver o gosto pela franquia, como também resgatou diversos personagens icônicos da saga slasher – um deles sendo Billy Loomis.

Billy foi um dos assassinos do longa-metragem original e foi interpretado com destreza por Skeet Ulrich. Entretanto, ele foi morto com um tiro na cabeça pela própria protagonista Sidney Prescott (Neve Campbell) – mas deu as caras no quinto filme como um fantasma da mente de Sam Carpenter (Melissa Barrera), ninguém menos que sua filha.

Agora, para celebrar o sucesso financeiro e crítico da produção, Ulrich divulgou uma fofa imagem de bastidores posando ao lado de Barrera.

Confira:

O novo capítulo estreou quebrando recordes no Brasil e demonstrou o poder da franquia por aqui. Em seu primeiro final de semana, o filme arrecadou R$ 4,5 milhões e vendeu 235 mil ingressos.

A abertura foi 80% maior do que a de ‘Pânico 4‘, lançado em 2011.

Além disso, quebrou o recorde de maior bilheteria de todos os tempos no Brasil para o dia de abertura de um filme de terror lançado em janeiro.

“Ficamos muito felizes com a abertura de Pânico e, com o período de férias, a expectativa é a melhor possível para o filme. Estamos muito confiantes de que se manterá forte nos cinemas por muitas semanas”, afirma Thiago Madruga, diretor de vendas da Paramount Brasil.

O vice-presidente e diretor-geral da Paramount Brasil, Cesar Silva, corroborou a expectativa:

“Estamos contentes com a abertura e com a repercussão positiva do filme. Ao longo de 25 anos, desde a sua estreia, a franquia Pânico formou uma base de fãs muito grande e apaixonada pela Sidney Prescott e pelos demais personagens, e é muito prazeroso poder vê-los felizes com o quinto filme. O novo Pânico é diversão garantida, tanto para quem já assistiu a todos os anteriores, como para novos amantes do gênero”.

Nos EUA, o terror arrecadou ótimos US$ 30,6 milhões em sua estreia no país.

O resultado está próximo das estreias de ‘Pânico 2‘ ($32.9m) e ‘Pânico 3‘ ($34.7m), concretizando a quinta iteração como mais um sucesso da franquia.

No mercado internacional, o longa arrecadou US$ 18 milhões, totalizando uma estreia global de US$ 48.6 milhões.

Assista às nossas crítica e entrevistas do novo ‘Pânico‘:

Lembrando que o filme continua em exibição nos cinemas nacionais.

 

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett , do elogiado terror ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério. 

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

‘Superman & Lois’: Clark passa por uma crise de identidade na promo oficial do episódio 02×14; Confira!

A CW divulgou a promo oficial de “Worlds War Bizzare”, 14º episódio da 2ª temporada de Superman & Lois’, estrelada por Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’).

O episódio vai ao ar no dia 21 de junho.

Confira:

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh.

‘Queen Charlotte’: Monarca irá sofrer na série derivada de ‘Bridgerton’, revela Shonda Rhimes

‘Queen Charlotte’, série derivada de Bridgerton que será focada na icônica Rainha Charlotte (interpretada originalmente por Golda Rosheuvel), chega em breve ao catálogo da Netflix.

Agora, enquanto mais detalhes sobre a produção não são revelados, a showrunner Shonda Rhimes conversou com o The Sunday Times sobre o que os fãs poderão esperar do spin-off – dizendo que nem tudo são flores para a jovem monarca.

“A Rainha Charlotte é uma presença exagerada”, ela conta. “Ela tem tudo que sempre quis, mas ainda carrega um sofrimento”.

Infelizmente, Rhimes não pôde contar mais sobre a produção, que trará India Amarteifio como a versão mais nova da Rainha.

A produção tem estreia agendada para 2023, ainda sem dia confirmado.

Confira:

A produção também vai girar em torno das jovens Violet Bridgerton (vivida por Ruth Gemmell na obra principal) e Lady Danbury (Adjoa Andoh).

Michelle FairleyCorey MylchreestArsema ThomasSam ClemmettFreddie DennisRichard CunninghamTunji KasimRob MaloneCyril Nri Hugh Sachs completam o elenco.

Shonda Rhimes retorna como produtora executiva ao lado de Betsy Beers e Tom Verica, e deve ficar responsável pelo roteiro.

‘Gotham Knights’: As investigações continuam na prévia oficial do 6º episódio; Confira!

A The CW divulgou a prévia oficial do sexto episódio de Gotham Knights, intitulado “A Chill in Gotham”.

Na trama, “ao ser condenado à morte pelo assassinato dos pais de Bruce Wayne, Joe Chill se volta para Harvey para um último pedido – falar com Turner. Enquanto isso, Stephanie procura ajuda de seu pai quando tem problemas para decifrar um código, e Carrie é forçada a ajudar no hospital depois de sua vida secreta como vigilante a colocar em situação complicada com a mãe”.

O capítulo vai ao ar no dia 25 de abril.

Confira:

Em ‘Gotham Knights‘, após o assassinato de Bruce Wayne, seu filho adotivo rebelde forja uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman quando todos são acusados ​​de matar o Homem-Morcego. Como os criminosos mais procurados da cidade, esse bando renegado de desajustados deve lutar para limpar seus nomes. Mas em uma Gotham sem Cavaleiro das Trevas para protegê-la, a cidade se torna a mais perigosa que já foi. No entanto, a esperança vem dos lugares mais inesperados, pois essa equipe de fugitivos incompatíveis se tornará sua próxima geração de salvadores.

O elenco conta com Oscar Morgan como Turner Hayes, Navia Robinson como Carrie Kelley, Fallon Smythe como Harper Row, Tyler DiChiara como Cullen Row, Olivia Rose Keegan como Duela, Anna Lore como Stephanie Brown, Rahart Adams como Brody, Misha Collins como Harvey Dent, Lauren Stamile como Rebecca Marchm e Damon Dayoub como Lincoln March.

A série foi criada por Chad FiveashJames StoterauxNatalie Abrams, roteiristas da adorada série Batwoman. Abrams também entra como co-produtora executiva.

Fiveash e Stoteraux entram como produtores executivos ao lado de Greg BerlantiSarah SchechterDavid Madden.

‘The Burial’: Drama legal com Jamie Foxx e Tommy Lee Jones ganha trailer LEGENDADO; Confira!

Prime Video Brasil divulgou o trailer legendado de The Burial, drama legal estrelado por Jamie Foxx.

O filme chega aos cinemas estadunidenses em 06 de outubro e à plataforma de streaming em 13 de outubro.

Confira:

O filme é dirigido por Maggie Betts, que também assina o roteiro ao lado de Doug Wright.

A história é baseada no advogado Willie E. Gary e seu cliente, Jeremiah Joseph O’Keefe, que abriu um processo contra uma companhia funerária após ir à falência.

Em 1995, Willie E. Gary (Foxx), um advogado não convencional de danos pessoais com um histórico impressionante, ajuda um dono de uma funerária falida, Jeremiah Joseph O’Keefe (Tommy Lee Jones) a processar a empresa funerária Loewen, liderada por Raymond Loewen (Bill Camp). como resultado de uma disputa contratual. Gary finalmente ganhou o veredicto do júri de US$ 500 milhões e a empresa Loewen entrou com pedido de falência.

Jurnee SmollettMamoudou AthieDorian MissickPamela ReedAmanda WarrenJim KlockAlan RuckBilly SlaughterLance E. Nichols completam o elenco.

Daniel Day-Lewis NÃO tem planos para sair da aposentadoria, revela diretor de ‘Meu Pé Esquerdo’

Daniel Day-Lewis permanece como um dos maiores atores de todos os tempos da indústria do entretenimento, mas não tem planos de sair da aposentadoria.

O astro vencedor de três estatuetas do Oscar fez sua última incursão no circuito cinematográfico com o aclamado Trama Fantasma, em 2017 – e, segundo o diretor Jim Sheridan, que trabalhou com Day-Lewis em Meu Pé Esquerdo, ele não pretende voltar à ativa.

Em entrevista ao Screen Daily, Sheridan afirmou:

“Ele disse que acabou, venho conversando com ele. Adoraria fazer algo com ele novamente. [Daniel] é como todo mundo, ele se abre aos streamers e há sete mil escolhas, nenhuma delas boa”.

O cineasta continua: “o filme saiu do domínio público para um domínio privado – você tem um controle, você pode pausar. Não é a mesma experiência”.

De qualquer forma, Sheridan disse que tem esperanças de que Day-Lewis resolva sair da aposentadoria algum dia.

“Seria ótimo vê-lo volta e fazer alguma coisa, porque ele é muito bom”, ele acrescentou.

Day-Lewis levou seu primeiro Oscar de Melhor Ator por sua aclamada performance em Meu Pé Esquerdo, em 1989. Ele também já levou duas outras estatuetas na mesma categoria por Sangue Negro, em 2007, e por Lincoln, em 2012.

Seu último filme, Trama Fantasma, lhe rendeu a sexta indicação ao Oscar e está disponível para aluguel no Prime Video.

Após 17 anos, personagem querida irá RETORNAR em ‘Grey’s Anatomy’

Segundo o DeadlineKali Rocha irá retornar para o drama médico ‘Grey’s AnAnatomy’ como a Dra. Sydney Heron.

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Rocha fez sua estreia como a personagem há dezessete anos, aparecendo pela primeira vez na 2ª temporada como uma residente do quarto ano que substituiu Bailey (Chandra Wilson) quando ela estava em licença à maternidade.

As informações indicam que Rocha aparecerá como atriz convidada em três episódios da 21ª temporada.

Mais detalhes não foram divulgados.

Vale lembrar que Scott Speedman (‘Anjos da Noite’) voltará a interpretar o Dr. Nick Marsh na atração.

O ator foi introduzido originalmente no seriado durante o décimo quarto ciclo. Após conquistar os espectadores, ele reprisou o papel na 18ª temporada, onde seu relacionamento com a protagonista Meredith Grey (Ellen Pompeo) começou a ser propriamente desenvolvido.

Agora, em caráter recorrente, Speedman foi confirmado em cinco episódios na nova temporada.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 26 de setembro.

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

 

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Criada por Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Meg Marinis.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

Marvel quer RETORNO de Robert Downey Jr. como Doutor Destino após ‘Vingadores: Guerras Secretas’, aponta rumor

Depois de ter eternizado Tony Stark/Homem de Ferro no Universo Cinemático MarvelRobert Downey Jrteve seu retorno confirmado ao icônico panteão super-heroico como o vilanesco Victor Von Doom/Doutor Destino.

Além de já ter sido confirmado em ‘Vingadores: Apocalipse’ e em Vingadores: Guerras Secretas, o personagem deve ser oficialmente introduzido em uma cena pós-créditos de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’.

Mas isso não é tudo: segundo recentes rumores (via CBM), a Marvel Studios quer que Downey Jr. reprise seu papel como Doutor Destino em projetos futuros – o que indica que o antagonista deve ter peso considerável após o fim da Saga do Multiverso no MCU.

Vale lembrar que, de acordo com a Production Weekly, as gravações de ‘Vingadores: Apocalipse‘ devem ser iniciadas em março deste ano.

Segundo o relatório, as gravações serão feitas no Reino Unido, com Chris Evans, Downey Jr. e Anthony Mackie tendo presenças confirmadas.

O site também informou que Tom Holland, Elizabeth Olsen e membros do elenco de ‘Quarteto Fantástico‘ gravarão cenas para o filme nesse período.

Vingadores: Apocalipse‘ está programado para no dia 1º de maio de 2026, enquanto a sequência ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ está prevista para maio de 2027.

Joe e Anthony Russo (‘Vingadores: Ultimato’) serão responsáveis pela direção.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

As 10 Melhores Séries do Ano (Até Agora)

Estamos chegando no final do ano – e, como é de costume aqui no CinePOP, está na hora de relembrar as melhores e as piores produções que o cenário do entretenimento nos entregou até então.

Depois de passarmos pelas Melhores Animações do Ano e pelos Melhores e Piores Filmes de Terror do Ano, chegou o momento de mergulhar de cabeça no circuito televiso e de streaming para compilar as Dez melhores séries de 2025 até agora – que traz a épica conclusão de Andor, a divertida comédia LGBTQIA+ Muito Esforçado e a segunda temporada do drama distópico The Last of Us.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi a sua favorita do ano:

10. BLACK MIRROR – 7ª TEMPORADA

Depois de uma década frustrando os fãs com histórias cansativas e sem muito nexo, Black Mirror aprendeu com os erros e nos entregou uma de suas melhores temporadas este ano. A nova leva de episódios resgatou as glórias da antologia sci-fi de maneira impecável, trazendo um de seus melhores episódios de volta para mais uma empreitada (“USS Callister: Into Infinity”) e reunindo um elenco admirável que incluiu Issa RaePaul GiamattiEmma Corrin para narrativas pungentes, emocionantes e reflexivas ao extremo.

9. THE LAST OF US – 2ª TEMPORADA

A 2ª temporada de The Last of Us recebeu críticas injustas por parte do público, que condenaram escolhas artísticas que afastaram a narrativa do game original. Porém, analisar esse espetacular ciclo com essa visão é um erro crasso e sem sentido, visto que lidamos com plataformas midiáticas diferentes. Afinal, o apreço dramático e estético do time envolvido com essa temporada é inegável, destinando esforços para tramas humanas em meio à impiedosidade assassina de uma natureza implacável – e de que forma a queda da civilização moderna é o ponto de início para uma barbárie sem fim.

8. MUITO ESFORÇADO

Em Muito EsforçadoBenito Skinner utiliza suas próprias experiências pessoais para construir uma profunda e jocosa narrativa de aceitação e descobrimento que não posa apnenas como um um exercício de entretenimento, mas uma forma saudável e terapêutica de analisar sua evolução. Afinal, a experiência de “sair do armário” é conhecida a quase todos os membros da comunidade queer – e ver um enredo assim ser remodelado na forma mais pura da diversão tem um valor inestimável de uma representatividade que não se força a esvaziamentos de pauta, e sim que foca em uma situação antropológica específica, tratada com propositais exageros e quebras de expectativa muito inteligentes. E, ao longo de oito curtos episódios, Skinner sabe muito bem o que está fazendo ao nos encantar com sólidas subtramas e atuações irretocáveis.

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7. MORRENDO POR SEXO

Michelle Williams é uma das atrizes mais prestigiadas do cenário do entretenimento atual – e, produção a produção, reitera sua invejável versatilidade artística. Na minissérie Morrendo Por Sexo, William se joga de cabeça em um de seus melhores papéis, interpretando uma mulher que é diagnosticada com câncer terminal e resolve deixar o marido em busca de um prazer sexual que nunca experimentou. E, construindo uma narrativa tragicômica de ponta, Liz MeriwetherKim Rosenstock alcançam um sucesso absoluto que merece ser apreciado em cada um de seus detalhes.

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6. ASSASSINATO NA CASA BRANCA

Seguindo os passos da recente mini-franquia ‘Entre Facasa e Segredos’,Assassinato na Casa Branca é um deleite do começo ao fim – uma divertida dramédia de suspense misteriosa de proporções épicas que nos levam ao interior da Casa Branca em um jogo de gato e rato que nos guia, episódio a episódio, em direções diferentes até culminar em uma reviravolta inesperada e complexa em demasia. Através de oito episódios frenéticos, o criador Paul William Davies apresenta uma série de personagens muito bem desenvolvidos e dotados de um certo ar de superioridade e complacência que logo cai por terra à medida que todos se tornam suspeitos – e são investigados pela presença revigorante de Uzo Aduba como a investigadora Cordelia Cupp.

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5. RUPTURA – 2ª TEMPORADA

ruptura

Um dos principais emblemas da nova era da Apple TV+ é o suspense psicológico Ruptura. Tendo retornado com uma exemplar 2ª temporada, a produção manteve o altíssimo nível do ciclo de estreia e abriu ainda mais espaço para discussões sociológicas sobre o funcionamento da comunidade capitalista como um todo e de que forma as questões individualistas são ditadas por regras milenares. E, é claro, nada disso poderia ser feito sem a presença de um elenco estelar, que inclui Adam ScottBritt LowerPatricia ArquetteSarah Bock.

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4. THE PITT

Depois de ter estrelado o drama médico ‘ER’Noah Wyle retornou como estrela de mais uma produção do gênero com The Pitt, que chegou sem muito barulho ao catálogo da Max e, em pouco tempo, encantou os assinantes e os críticos ao redor do mundo. A beleza da série não vem apenas com o trabalho quase simbiótico de um elenco de peso, e sim acompanhado de uma precisão inenarrável da vida dos profissionais de medicina e de um cuidado estético que costuma passar batido pelas narrativas desse tipo.

3. ADOLESCÊNCIA

Netflix acertou em cheio ao lançar a minissérie Adolescência em sua grade de programação – e não apenas por um time de atores que incluiu Owen Cooper em uma estreia memorável e Stephen Graham em uma poderosa rendição, mas pelas ousadias estéticas que trouxeram elementos novos aos gêneros criminal e de drama psicológico. Com um grande impacto político na discussão sobre temas como educação e a problemática da “manosfera”, a minissérie discorre sobre como o mundo de uma família vira de cabeça para baixo quando um jovem de treze anos é preso pelo assassinato de uma adolescente que estuda em sua escola.

2. ANDOR – 2ª TEMPORADA

É inegável dizer que certas incursões recentes da franquia ‘Star Wars’ falharam em conquistar o público e a crítica, como foi o caso da despojada ‘Skeleton Crew’ e da subestimada ‘O Acólito’ – ambas canceladas pelo Disney+ após não cumprirem com as expectativas. Felizmente, a 2ª temporada de Andor veio para nos entreter do começo ao fim com uma história ainda melhor que o ciclo de estreia, auxiliando a expandir um cosmos vibrante e explosivo e cuidando para que cada elemento fosse rearranjado a fim de fornecer uma conclusão digna – e guiada pela performance admirável de Diego Luna.

1. O ESTÚDIO

the studio apple tv+

É muito difícil encontrarmos alguma produção realmente ruim no expansivo e quase irretocável catálogo da Apple TV+ – e, neste ano, Seth Rogen firmou parceria com a plataforma de streaming para a divertida, envolvente e incrivelmente bem delineada O Estúdio, dramédia metalinguística que nos leva aos bastidores de um estúdio cinematográfico que tenta se salvar da própria ruína.

Aqui, o estelar elenco domina as telas com fervor aplaudível, com destaque às atuações irretocáveis de Rogen, Kathryn Hahn, Catherine O’Hara e a presença pontual e espetacular de ninguém menos que Martin Scorsese (que, inclusive, deve faturar uma indicação ao Emmy de Melhor Convidado). Em meio a atuações irretocáveis, o teor cômico constrói uma belíssima e instigante jornada que eleva a si mesmo à enésima potência em uma sarcástica trama autocrítica que se vale de quebras de expectativa muito sagazes.

Crítica | “Dream as One”, de ‘Avatar: Fogo e Cinzas’, é uma tentativa desesperada de emocionar com o mínimo de esforço

Mesmo anos depois de ter feito sua estreia no cenário do entretenimento sob o alter-ego de Hannah Montana, Miley Cyrus permanece como um dos nomes mais prolíficos e prestigiados do cenário do entretenimento – tendo se reinventado diversas vezes e calcado um legado indiscutível no show business, tanto como musicista quanto como atriz, produtora e filantropa. E, após ter trabalhado no ambicioso projeto ‘Something Beautiful’, que lhe rendeu uma indicação ao Grammy 2026 na categoria de Melhor Álbum Pop Vocal, Cyrus resolveu retornar à sua afeição pela sétima arte ao assinar a inédita “Dream as One”, que integra a trilha sonora de Avatar: Fogo e Cinzas’.

A faixa marca a primeira investida de Cyrus desde o ano passado, quando foi escalada ao lado de Andrew Wyatt e Lykke Li para a balada “Beautiful That Way”, do longa ‘The Last Showgirl’ – que garantiu ao trio uma indicação ao Globo de Ouro. Migrando dos palcos de Las Vegas para a imensidão de Pandora, a cantora e compositora havia celebrado a oportunidade de participar de um cosmos em constante expansão, cortesia da genial mente de James Cameron. Em uma declaração oficial em suas redes sociais, Cyrus disse que “mesmo que seja uma pequena estrela no universo que a família Avatar criou, é realmente um sonho que se tornou realidade”.

Para tanto, a performer volta a trabalhar com Wyatt e escala a ajuda de Mark Ronson e Simon Franglen em uma empreitada que grita por uma presença na próxima temporada de premiações em meio a escolhas tão caprichosas que transformam o que poderia ser uma cândida balada em uma regurgitação de elementos esquecíveis e repetidos. Com exceção dos ótimos vocais de Cyrus, que parecem amadurecer conforme os anos passam, o trabalho em conjunto de Wyatt, Ronson e Franglen não funciona como deveria e aposta fichas em uma espécie de country-pop-folk que nunca alça voo.

Estendendo-se por pouco mais de três minutos, “Dream as One” conta com todos os elementos que almejam a uma cobiçada indicação e consecutiva vitória no Oscar – desde um arranjo melódico que mistura piano, bateria e violão, passando por um crescendo orquestral e culminando com uma lírica que fala sobre o poder do amor e da união (algo que, dentro do universo de Avatar, é um tema recorrente). E, apesar dessas engrenagens funcionam dentro do esperado e Cyrus tenha espaço para deixar sua rendição se tornar força-motriz, a faixa se mostra tão desesperada para alcançar um objetivo, que se torna pedante e vazia em meio a uma remodelação de tantas incursões similares – e deixando que as referências a nomes como a Aerosmith e Lady Gaga transformem-se em emulações superficiais em vez de homenagens.

Em outras palavras, não há nada de novo para se ver aqui, e sim uma cartilha seguida à risca por Cyrus e seus colaboradores que destitui “Dream as One” de qualquer indício de originalidade ou frescor – e que a faz se perder em meio a tantas outras canções semelhantes e mais bem arquitetadas.