A PBS revelou recentemente que a série de época ‘Sanditon’, baseada no último manuscrito inacabado da lendária Jane Austen, foi oficialmente renovada para mais duas temporadas.
A notícia vem com bastante surpresa, considerando que a obra havia sido cancelada pela emissora original, a ITV, em dezembro de 2019, depois de apenas uma temporada.
O segundo ciclo ainda não tem previsão de lançamento.
Sanditon conta a história de Charlotte Heywood (Rose Williams), uma jovem que, na Inglaterra do século 19, se muda com a família para a cidade de Sanditon. Recém-saída do interior, a impulsiva Charlotte logo se vê confrontada com as intrigas e flertes locais. E o primeiro morador que cruza seu caminho é Tom Parker (Kris Marshall), um carismático e bem-humorado rapaz que sonha em transformar a monótona vila de pescadores em um resort elegante. Em seguida, Charlotte conhece Lady Denham (Anne Reid), uma viúva de caráter forte que se orgulha muito de seu poder e sua influência sobre os aldeões. Ao mesmo tempo, Charlotte se depara com o belo Sidney Parker (Theo James), que trabalha dia e noite para demonstrar o potencial seu povo. Sem querer, ela acaba envolvida na vida desses e de muitos outros aldeões, com os quais entra em conflito devido a uma visão de mundo completamente diferente.
Segundo a Variety, a BBC adquiriu os direitos de produção e de exibição de ‘Maria Antonieta’, nova série de Deborah Davis (‘A Favorita’).
A série, composta por oito episódios, é focada na icônica monarca que, aos 14 anos, deixou a Áustria para se casar com o Delfim da França, onde cresceu navegando pelas leis da corte local e pela pressão de continuar a dinastia Bourbon com um herdeiro homem. Até hoje, ela é considerada um símbolo da moda e relembrada por seu carisma, sua independência e por rumores que minavam sua reputação nos corredores de Versalhes.
Emilia Schüle e Louis Cunningham darão vida a Maria Antonieta e Louis XVI, respectivamente. Jack Archer e James Purefoy completam o elenco.
Louise Ironside, Avril E. Russell e Chloë Moss foram contratadas para assinar o roteiro, enquanto Pete Travis e Geoffrey Enthoven entram como diretores.
As informações também indicam que a produção será rodada nos principais locais frequentados pela rainha, incluindo o Palácio de Versalhes, o Vaux-le-Vicomte, o Lésigny, o Champs, o Voisins e também os estúdios Bry-sur-Marne.
‘Maria Antonieta’ ainda não tem previsão de lançamento.
É um fato dizer que, dentro do ramo culinário, a perfeição dos pratos e das bebidas servidas com a harmonização de seus ingredientes e da própria paciência memorável dos chefs de selecionarem as melhores mãos para que suas habilidades sejam transcendidas a um nível inenarrável e alcance o objetivo de atiçar as camadas mais escondidas do paladar humano. E talvez esta seja a maior metáfora para a vida dos artistas, sejam eles do âmbito audiovisual, sejam do literário: saber ponderar, escolher, descartar e culminar todo o conhecimento premeditado para algo inteiramente novo ou surpreendente.
‘Ratatouille’ é, pessoalmente, a minha animação favorita de todos os tempos. E apesar de já estar inserida na segunda era dos estúdios Pixar, o qual se iniciou com ‘Carros’ em 2006, o longa-metragem resgata elementos das obras anteriores e arquiteta uma odisseia envolvendo, mais uma vez, criaturas inimagináveis e antropomorfizadas – neste caso, emergindo na figura de Remy (Patton Oswalt), um rato do campo que internaliza um dos desejos mais primitivos da raça humana para sua mente de roedor: a de ser alguém que sempre quis.
O brilho do filme já se inicia com sua estrutura narrativa, a qual é estranha e satisfatoriamente comparável às páginas de um cardápio, preparando o terreno para o espectador e para o que ele verá durante seus quase 120 minutos de duração. Os momentos trágicos, cômicos, tensos e empáticos seguem uma linha catártica que se mistura à cronologia impessoal e atemporal da história, usufruindo de elementos com décadas de diferenças para construir uma ambientação atmosférica deliciosamente agradável. E, bom, não é à toa que a obra seja uma das melhores de todo o legado dos estúdios – e talvez fosse uma que merecesse uma possível sequência.
COUVERT
GUSTEAU (left), REMY (right)
O consenso mundial de que a melhor comida do mundo é feita na França não emerge como nenhuma surpresa quando olhamos para a premissa de ‘Ratatouille’. Primeiramente, utilizar o nome de um prato camponês como brincadeira semiótica com o personagem principal da história e como ela se desenvolve ao longo de seus três atos é de uma genialidade impagável. É claro, a ideia de Brad Bird em puxar um prato rústico de meados do século XVIII para o título de sua animação é de uma sutileza incabível quando pensamos no público-alvo – as crianças. Entretanto, tal obra não se restringe apenas a uma parcela espectadora, e sim traz a capacidade expansiva dos filmes predecessores para conquistar cada vez mais pessoas.
De qualquer modo, a associação do nome com os protagonistas do filme é certeira e entra como uma das sacadas mais brilhantes do legado Pixar. Mas boas ideias não permanecem apenas no plano imaterial: elas devem tangenciar os limites entre realidade e ficção com supressões e contrações arquetípicas que revelem uma aproximação entre criaturas animalescas ou inexistentes com a própria concepção de ser humano – afinal, o cinema surgiu a partir da busca constante do homem em se expressar. Logo, por mais ínfimo que isso seja, a autoidentificação é o primeiro passo para o sucesso.
Remy não poderia ter uma entrada melhor; através de alguns segundos bizarros (pela falta de outro adjetivo significativo o suficiente), vemos a paisagem pitoresca de uma humilde casa, adornada com clarões aparentemente destoantes da calma ambiência. E de repente, o nosso herói atravessa uma janela de vidro segurando um livro de receitas e portando em seu rosto a mais clara expressão de desespero. Tal imagem é cômica, sem sombra de dúvida, mas premedita os infinitos obstáculos pelos quais ele passará até atingir o ponto máximo de seu arco.
REMY (left), LINGUINI (right)
‘Ratatouille’ já demonstra um afastamento considerável de seus “irmãos animados” por optar pela presença do narrador-personagem. Apesar da constante menção às narrativas literárias clássicas, principalmente da escola Realista e Naturalista, a ideia dessa utilização se afasta dos convencionais clichês para fornecer uma perspectiva mais intimista. E já digo de antemão que o roteiro assinado também por Bird finca-se com bastante apreço às brechas que delineia: é possível vermos uma clara transição identitária e metamorfa, por assim dizer, entre os atos do filme. Em momento algum digo que isso causa estranheza ou quebre o paralelismo narrativo – muito pelo contrário: a oscilação de focos entre personagens diferentes é notável e também indica uma imparcialidade quanto ao que realmente aconteceu. Afinal, estamos ouvindo uma história; cabe àquele quem conta fornecer a veracidade pela qual buscamos, ainda que nos apresente de uma perspectiva única.
Remy está em constante desilusão consigo mesmo e com a vida que tem. Ele é um rato, um animal considerado “sujo e imundo” pelos olhos humanos”, mas suas puras intenções o levaram por um caminho quase divino, através do qual deseja lograr de suas habilidades na cuisine. Sim, é exatamente isso: sua personalidade aventureira e em constante evolução o permitiu se afastar dos estereótipos de sua raça para encontrar uma posição humanizada em meio aos obstáculos de ser quem realmente é. Ora, quem não consegue se deliciar vendo-o preparar um cogumelo com queijo no topo de uma casa campestre, discorrendo sobre sabores e sobre a combinação mágica e perfeita dos opostos?
Falar sobre a arte de cozinhar em um filme infanto-juvenil em sua essência, principalmente quando nos lembramos dos constantes estresses que chefs, críticos gastronômicos e degustadores profissionais passam em uma vida a priori prazerosa, é um desafio a ser encarado com atenção e cautela. Discorrer sobre as funções de cada um dentro da cozinha, o embate entre o real significado do que é comida e como esta passa por um processo de decadência com o passar dos anos e com a efemeridade da construção de um simples prato, ou até mesmo as relações humanas e suas fragilidades configura-se como uma tarefa complexa, principalmente quando se pretende deixar a mensagem universal e compreensível tanto para as crianças quanto para um público mais velho.
Felizmente, ‘Ratatouille’ nos apresenta a estes temas-base com bastante calma e deixando que cada um leve seu tempo para ser representado. É interessante ver através dos olhos de um animal tão pequeno a grandiosa futilidade da sociedade moderna, com seus dramas diários, sua constante procura pelo equilíbrio e pela paz, e a canalização das frustrações para pequenos momentos de prazer, como o saborear de um prato de comida. Remy não se preocupa com essas coisas, mas sim com como ele pode alcançar seus sonhos sendo um forasteiro dentro de um mundo comandado por humanos. Já à prima vista podemos deduzir que ele irá precisar de ajuda – e, como não poderá contar com o apoio de uma família estruturalmente conservadora e estagnada na própria condição natural, encontra esse fator X no lugar mais improvável possível.
PLAT PRINCIPAL
O protagonista da narrativa é um “lobo solitário”, por assim dizer. Apesar de estar conectado com gerações e gerações de outros ratos, ele não se sente como um, assim como também não se sente parte do cruel mundo em que vive. E encontrar algum modo de fazer com que seu sonho se torna realidade será uma das tarefas mais difíceis a ser enfrentadas e concluídas: apesar de persistente, sua personalidade sonhadora constantemente o coloque dentro de um mundo criado para seu bel-prazer. É a partir daí que o famoso chef Auguste Gusteau (Brad Garrett) passa de uma personalidade inalcançável para uma extensão da consciência do nosso herói.
Quando se sente sozinho, Gusteau se materializa, emergindo como uma versão em miniatura de si mesmo, adornado com a dólmã e o chapéu próprios dos cozinheiros e perscrutado por uma transparência fantasmagórica que apenas existe para impedir que Remy faça escolhas erradas ou se deixe levar pelos primitivos e rudimentares instintos animalescos – como a fome. Afinal, ele é um cozinheiro, e roubar comida para se satisfazer vai contra todos os princípios que jurou servir. “A comida virá. Seja paciente”, o bonachão chef diz para o rato, constantemente.
É então que a sorte começa a mudar. Como já dizia o ditado, “depois da tempestade, vem a bonança”. Não que os problemas a serem enfrentados pelo protagonista tenham encontrado um fim – afinal, se tivessem, não haveria necessidade para a história prosseguir. Mas assim que chega a Paris, a famosa cidade-luz, povoada por seus habitantes esperançosos, sonhadores e otimistas, ele se vê frente a frente com uma cena tão admirável quanto angustiante: após ser levado para o restaurante de Gusteau através de seus instintos, ele permanece observando com atenção o movimento dentro da cozinha, diferenciando o chef, o sous-chef, o chef de partie, até que seus olhos repousam na figura esquisita e desastrada de um jovem rapaz ruivo chamado Linguini (Lou Romano).
EMILE
Não é nenhuma surpresa quando os dois acabam se conectando no começo do segundo ato. À frente do Rio Sena, local onde o “garoto do lixo” deveria matar o rato que invadiu a cozinha, eles selam um pacto improvável de se ajudarem: afinal, de forma fantasiosa – assim como todos os outros filmes dos estúdios -, Linguini pareceu perceber a afeição daquele bichinho pela cozinha e como sua destreza nas artes culinárias era algo a ser reconhecido. E como ele precisa do emprego, vê uma oportunidade pretensiosa que gradativamente se transforma em uma amizade imprescindível para cada um dos desfechos subsequentes.
De que forma os dois poderiam se ajudar? Bom, partindo do preceito de que estamos internalizados em uma bolha de ficção, qualquer coisa é possível, desde que parta de semelhanças com a verdade e com o mundo que conhecemos. Acontece que Remy descobre que Linguini tem uma propensão a movimentos involuntários, regidos quando alguém puxa suas mechas de cabelo. E é a partir daí que os dois protagonizam as sequências mais divertidas e mais animadoras de todo o longa-metragem: o treino. Puxando referências, ainda que muito sutis, de outras obras audiovisuais e literárias nas quais o protagonista deve passar por longos processos de transformação para alcançar outro patamar pessoal, o rato e o humano se unem como duas engrenagens de uma maquinaria complexa para darem vida à harmonia culinária – este é dotado do porte físico; aquele, das habilidades gastronômicas. Bote tudo junto, adicione comicidade à gosto e pronto, o jantar está servido.
Esta não seria uma animação da Pixar sem os famosos e muito bem construídos antagonistas – e em ‘Ratatouille’, somos apresentados a diversas categorias: a primeira delas é a pessoal. Cada um dos personagens principais tem um conflito interno que os impede de se firmar como um estereótipo do forasteiro, o qual é desprovido de erros e fraquezas e apenas acerta o tempo todo. Sua humanização transcende até mesmo os conceitos de delineações de personalidade, invadindo os campos da psicanálise para dissertar sobre até que ponto a determinação individualista leva uma pessoa – ou, neste caso, um rato.
A segunda é a social. Como já dito, Remy tem seus problemas com o grupo comunitário em que vive, por não se portar como dita a música. Ele busca pelas transformações, mesmo que isso coloque em risco o passivo equilíbrio dentro de sua colônia. Linguini também é uma figura deslocada, sem qualquer senso para a comida, mas disposto a ajudar no que for através de sua formação altruísta, ainda que seja julgado por seus colegas de trabalho, principalmente por entrar em um período de ascensão sem quaisquer precedentes.
A terceira e mais perceptível é a exterior. Sempre presentes em narrativas infanto-juvenis, os “vilões” são peças essenciais para que as motivações dos heróis sejam pressionadas a se tornarem realidade e para que as camadas de complexidade dentro da narrativa se endossem em um arco completo que tem começo, meio e fim. Neste filme, os principais antagonistas exteriores são o chef Skinner (Ian Holm), que não aceita o surpreendente parentesco entre Gusteau e Linguini e deseja transformar o clássico restaurante do falecido empreendedor em uma franquia de comidas congeladas para atender a demanda do fast-food da sociedade parisiense. Seus ideais são corrompidos pelo oblíquo pensamento da evolução darwiniana e pela sobrevivência daquele que melhor se adapta – ora, ele nem mesmo acredita na premissa “qualquer um pode cozinhar”, principal epíteto de Gusteau.
O outro personagem vilanescos é o medonho e assustador Anton Ego (Peter O’Toole), que talvez seja a criação audiovisual mais contraditória de todos os tempos. Ele foi um dos principais responsáveis pela morte prematura do chef que empresta o nome ao restaurante, ao escrever uma crítica devastadora sobre a falsa originalidade de seus pratos e sobre como ele e suas crenças representavam a decadência da boa culinária.
Sua caracterização é digna de releitura dos clássicos do terror do início do cinema, mais precisamente do longa ‘Nosferatu’ (1922), um dos grandes ícones do expressionismo alemão. Não é necessária muita atenção e análise para vermos que os dois personagens são praticamente idênticos: Ego tem um corpanzil esquálido e esticado, com a pele tão branca quanto a neve, e profundas bolsas arroxeadas envolvendo os olhos semicerrados. Ele também é corcunda e fala com uma profundeza digna dos solilóquios de outro personagem também muito conhecido, Drácula. Até mesmo o lugar onde vive busca inspiração em obras de suspense: a construção de sua sala de estar é imponente e relembra a forma agourenta de um caixão.
Mas onde há vilania, há ajuda. E a presença do guardião e do conselheiro vem como Colette (Janeane Garofalo). Ela é a única presença feminina na cozinha do Gusteau e prova suas habilidades e sua responsabilidade a cada sequência em que protagoniza, tornando-se responsável por ensinar Linguini – e até mesmo Remy – as técnicas que aprendeu para fazer jus ao nome do restaurante em que trabalham. Sua personalidade afrontosa e forte traz à tona alguns defeitos, como o temperamento explosivo e o fato de confiar demais em que lhe deixa ensinar alguma coisa, ainda que seja o básico. A priori, percebemos um certo refreamento no tocante aos sentimentos que nutre pelo jovem desastrado que acabou de chegar ao Gusteau’s: ele é uma ameaça em potencial para a reputação que construiu depois de tantos anos de duro trabalho, mas logo percebe que ele deseja aprender, assim como o pequenino rato. Aliás, é interessante notarmos como duas personalidades tão distintas – a utópica sonhadora de Remy e a voraz realista de Colette – entram em conflito e trazem um dinamismo extremamente agradável ao longa.
DESSERT, S’IL VOUS PLAÎT
‘Ratatouille’ é o ponto de perfeição tão buscado pelos chefs audiovisuais por todo o mundo – e aqui faço menção obviamente à direção certeira de Bird e, talvez com mais ovação, à incrível trilha sonora composta por Michael Giacchino.
A jornada de Remy é uma dança. Desde os momentos iniciais, a câmera desliza sorrateiramente através das literalmente pequenas perspectivas do protagonista para fornecer uma grandiloquência para a incrível ambiência idealizada para o filme. A atemporalidade é justificada com os planos sequências que deslizam através de fechaduras, de canos quebrados e da própria estrutura urbana de Paris, pela qual o nosso amável rato desliza com tanta fluidez.
Optar por afastar-se da oposição clara entre plongées e contra-plongées vista em animações predecessoras, como ‘Toy Story 2’, entra como uma técnica muito bem-vinda, principalmente por valorizar a transparência entre o mundo dos humanos e o dos roedores. A saturação da montagem clássica é deixada de lado para fornecer uma agradável sensação de evolução narrativa através de planos escolhidos para fortalecer uma determinada atmosfera e de cortes rápidos que indicam, por exemplo, os momentos de tensão dentro da cozinha ou a revelação de segredos ocultos pelo tempo.
EMILE
O ápice vem com os momentos que simbolizam o tema principal do filme: a hora das refeições. Um dos momentos mais belos de toda o legado Pixar talvez seja o momento em que Remy finalmente tem a oportunidade de demonstrar suas habilidades culinárias ao salvar uma sopa praticamente destruída por Linguini. A própria concepção desta sequência segue o gradativo crescendo de óperas e ballets seculares, como ‘O Lago dos Cisnes’, fornecendo a suavidade e a fluidez necessárias para que nada pareça artificial ou fictício. Somos transportados para dentro da tela e perscrutamos o minucioso trabalho do rato, observando os ingredientes que usa, suas técnicas de cozinha; nós nos tornamos os próprios críticos gastronômicos sem nos darmos conta disso.
E é claro que essa maestria não existiria sem a música. Giacchino puxa elementos de décadas diferentes para orquestrar uma trilha tão emocionante quanto o filme pede para ser. A presença de sanfonas harmoniza com a simples, mas bem delineada composição com violinos, violoncelos e a melodia dramática do órgão. A cultura francesa existe não apenas no âmbito visual, mas ao expandir-se para a constante semiótica sensorial dos instrumentos. Temos, em um mesmo frame, o jazz da década de 1920 e o folk de meados dos anos 1950, enquanto exploramos a delicada finésse dos anos quarenta com a emergência de um ritmo mais frenético para a monotonia da sociedade parisiense.
Tudo culmina para os arcos de redenção dos personagens que considerávamos antagônicos, até mesmo a necessidade de autoafirmação de Remy. Sem qualquer sombra de dúvida, Ego é aquele que resume de forma literária e quase antropológica o que precisava ser verbalizado. No final do terceiro ato, após descobrir o segredo do restaurante que sempre ousou enfrentar, ele discorre sobre o trabalho do crítico, dizendo que a singularidade daqueles que nos impressionam é exatamente o que Gusteau defendia: nem todos podem se tornar um grande artista, mas uma grande obra de arte pode vir de qualquer lugar. Tal monólogo inclusive entra como uma autorreflexão para o trabalho que tentamos fazer aqui: analisar um filme é algo prazeroso, principalmente se temos críticas negativas a fazer. Entretanto, arriscar-se no novo é defender algo que não esperávamos, como uma humilde construção narrativa que consegue extrair a essência de quem nós mesmos somos.
LE FESTIN
‘Ratatouille’ é um grandioso banquete que surpreende por suas escolhas narrativas, estéticas e até mesmo por tratar de um assunto considerado batido, mas que martela a mais equilibrada pessoa. Como perseguir um sonho se você é constantemente atacado por aqueles que o cercam?
Como disse no início do texto, este é meu filme favorito dos estúdios, por nos relembrar de como a sutileza da arte e a atemporalidade daquilo que é criado é o suficiente para dar forças para o mais desesperado dos homens continuar em frente. A animação conversa com o público nos mais diferenciados níveis e tem a capacidade de tocar, com uma diversificação notável, o coração do público. E, citando uma das passagens do solilóquio de Ego, “estarei voltando ao Gusteau’s em breve, faminto por mais”.
Nosso especial do Dia do Rock continua a todo vapor.
Agora, em homenagem aos incríveis artistas que influenciaram suas gerações e que servem de inspiração para os nomes contemporâneos, separamos uma breve lista com 20 ícones do gênero que você precisa conhecer – passando dos mais conhecidos, como Aerosmith e The Beatles até Annie Lennox e The Runaways.
Confira:
SISTER ROSETTA THARPE
Rosetta Tharpe é conhecida, até hoje, como a Madrinha do rock and roll – e tornou-se uma superestrela com sua guitarra, viajando pelo mundo e agraciando o público com seu talento único. Nos anos 1960, ela introduziu aos britânicos o electric-blues, influenciando mais de uma década de artistas com suas produções mirabolantes, além de ter servido de inspiração para Elvis Presley (com quem inclusive trabalhou).
É claro que não poderíamos deixar Prince de fora da nossa lista – afinal, o icônico artista consegue “fazer tudo bem”, de acordo com o Hall da Fama do Rock and Roll. Conhecido por suas fusões entre funk, R&B, rock, pop e vários outros estilos, o cantor e compositor eternizou canções como “Purple Rain” na história da música e introduziu ao mundo o “som de Minneapolis”. Não é à toa que ele seja um dos maiores performers de todos os tempos e continua influenciando inúmeros nomes da contemporaneidade – como, por exemplo, Janelle Monáe e Adam Lambert.
Chuck Berry, assim como Rosetta Tharpe, tem uma importância inestimável não apenas para o rock, mas para o cenário fonográfico em si. Cunhado como o Pai do rock and roll, Berry é exaltado como um teorista magistral do gênero em questão e um gênio conceitual, como bem apontou o jornal The New York Times. Dentre as várias personalidades que influenciou, podemos citar Elvis Presley, Little Richard e Buddy Holly – ora, até mesmo os Beatles pegaram elementos de sua carreira emprestados para ascenderem à fama.
TINA TURNER
São poucos os artistas que conseguem alcançar o legado deixado por Tina Turner na indústria do entretenimento. A artista dominou os anos 1960 e 1970 com um estilo único, vibrante e recheado de vocais e movimentos esplêndidos – aproveitando a ascensão da música pop para imprimir uma identidade que misturasse gêneros. Vencedora de oito estatuetas do Grammy, Turner serviu de inspiração para a lendária Joan Jett, além de ser musa de artistas mais recentes, como Miley Cyrus, Kelly Clarkson e Pink.
MEMPHIS MINNIE
Se você nunca ouviu falar de Memphis Minnie, provavelmente deveria aproveitar esse dia tão icônico para conhecê-la. Quebrando as regras de gênero que lhe eram impostas, Minnie transformou-se em um ícone do rock e, inclusive, venceu o guitarrista Big Bill Broonzy em uma competição julgada por Muddy Waters. Não bastasse suas habilidades de tirar o fôlego, Minnie também assinou a clássica canção “When the Levee Breaks”, que ganharia fama através da banda Led Zeppelin.
LITTLE RICHARD
Little Richard não apenas é um dos nomes mais conhecidos do cenário rock, como também insurge como um dos emblemas da comunidade LGBTQIA+. Em uma de suas aparições públicas, Richard chamou a si mesmo de “rainha do rock“, em contrapartida a Elvis Presley, a quem havia influenciado. Desafiando as normas de gênero através de uma presença de palco extravagante, Richard influenciou cantores como Elton John e David Bowie, além de amalgamar temas como sexualidade, religião e vício em drogas em suas canções.
Quem nunca ouviu falar de Jimi Hendrix provavelmente está mentindo. Afinal, Hendrix, desde muito cedo em sua carreira musical, fez de tudo, menos se conformar com o cenário mainstream, que o afastava tanto dos convencionalismos do R&B quanto do escopo underground da cena rock. Mas sua maior conquista foi ter redefinido a presença da guitarra elétrica com técnicas de acorde únicas e esplendorosas – que ficaria conhecido como o “Acorde Hendrix”.
PEGGY JONES
Conhecida como a Mãe do rock and roll, Peggy Jones ganhou fama depois de participar como membro da banda de Bo Diddley. Eles começaram a trabalhar juntos em meados dos anos 1950 e tornou-se uma das primeiras (senão a primeira) guitarrista mulher a ter visibilidade considerável dentro do cenário fonográfico, segundo a History’s Greatest. Jones foi catapultada ao sucesso por suas investidas experimentais e suas inovações técnicas que ficariam marcadas na história – influenciando até mesmo bandas mais atuais de heavy metal.
Elton John jamais poderia ficar de fora da nossa lista, ainda mais considerando sua contínua expressividade no cenário musical. Encontrando sucesso comercial e crítico a partir dos anos 1970, John já lançou nada menos que 31 álbuns de estúdio, tendo colaborado com o liricista Bernie Taupin em uma fusão explosiva e bastante colorida de rock, pop-rock e glam-rock. Tendo conquistado inúmeros prêmios ao longo de sua vida, incluindo duas estatuetas do Oscar, John influenciou uma legião de artistas, incluindo Lady Gaga, Rina Sawayama e Adam Lambert.
Com uma carreira marcada pela reinvenção e por apresentações visuais estupendas – cuja estética viria a influenciar nomes como Lady Gaga e Lorde -, David Bowiepermanece como um dos musicistas de maior sucesso crítico e comercial de todos os tempos e carrega consigo um legado infindável, sendo até mesmo creditado como o Melhor Astro de Rock de Todos os Tempos pela revista Rolling Stone no ano de sua morte. Mais do que isso, Bowie nunca escondeu sua sexualidade e se tornou um símbolo da representatividade LGBTQ+ desde o momento em que abraçou o glam rock e abandonou o tradicionalismo fonográfico, abrindo espaço para um vanguardismo continua refletindo no cenário contemporâneo
Depois de fazer um moderado sucesso no final dos anos 1970, Annie Lennox tornou-se mundialmente famosa ao integrar o grupo de synth-rockEurythmics – ainda mais com sua performance memorável no videoclipe de “Sweet Dreams (Are Made of This)”. A contralto foi nomeada como uma das melhores cantoras vivas e uma das melhores de todos os tempos pela revista Rolling Stone. Como se não bastasse, Lennox é uma ativista sociopolítica nas questões sobre HIV/AIDS, principalmente no continente africano.
JONI MITCHELL
Variando entre diversos estilos que incluem rock, folk e jazz, Joni Mitchell ganhou nada menos que nove estatuetas do Grammy, além de ter sido incluída no Hall da Fama do Rock and Roll em 1997. Uma das mais importantes e influentes artistas do final do século passado, Mitchell é conhecida por músicas como “Chelsea Morning” e “The Circle Game”.
É claro que o Rei do Rock não ficaria de fora da nossa lista. Sendo um dos ícones mais significativos da cultura pop mundial, Elvis Presley começou sua carreira no começo dos anos 1950 e logo ascendeu ao sucesso com performance provocativas e sensuais que seriam imitados por outros ícones da música. Pioneiro do rockabilly e vencedor de três Grammys, Elvis é conhecido por músicas como “Heartbreak Hotel”, “Love Me Tender” e “Can’t Help Falling In Love”.
A banda de rock britânica The Rolling Stones se formou em 1962 e colocou Mick Jagger, Brian Jones, Keith Richards e tantos outros no topo do mundo. Identificando-se com a contracultura jovem da década de 1960, seu estilo musical tem fortes raízes no blues e no rock clássico. Através de centenas de prêmios e de canções icônicas, foi incluído no Hall da Fama em 1989 e é considerado como um dos maiores grupos musicais da história.
Metallica é uma banda de heavy metal extremamente influente e compõe o seleto grupo dos “quatro grandes” do thrash metal ao lado de Slayer, Anthrax e Megadeth. Vendendo mais de 125 milhões de álbuns ao redor do mundo, o grupo já levou para casa nove estatuetas do Grammy (com seus últimos seis álbuns tendo debutado diretamente no topo da Billboard 200). Seus integrantes são conhecidos por mudar o cenário do rock através de expansões do gênero e de intrincadas composições.
Tendo incorporado elementos do heavy metal e do R&B ao tradicionalismo clássico do blues e do hard-rock, Aerosmith não apenas tem uma das canções de amor mais famosas de todos os tempos (“I Don’t Wanna Miss a Thing”), como também inspirou diversos artistas com o passar do tempo. Donos de sucessos críticos e comerciais como “Livin’ on the Edge” e “Janie’s Got a Gun”, o grupo estadunidense vendeu mais de 150 milhões de álbuns ao redor do mundo e levou para casa quatro estatuetas do Grammy.
A banda Van Halen é conhecida principalmente por seus enérgicos e impecáveis shows, mas também é a principal responsável por levar o hard rock de volta para a esfera mainstream. Com mais de 80 milhões de álbuns vendidos, seu sucesso sem precedentes estourou no em que o grupo se formou, em 1972, estendendo-se até os dias de hoje (por mais que estejam em hiato desde 2015).
Bob Dylan é um dos patronos da cultura pop há mais de cinquenta anos. O musicista, que também trabalha como artista visual e literário, já lançou 39 álbuns de estúdio e, em 2016, levou o prêmio Nobel de Literatura para casa por imprimir uma nova perspectiva poética às construções fonográficas. Suas canções se tornaram hinos de prosperidade e foram utilizados durante protestos pelo direitos civis e contra a guerra. Com dez Grammys em sua carreira, Dylan desafiou as convenções musicais e apelou sua identidade para a crescente contracultura dos anos 1960.
O grupo formado por John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr é simplesmente a boyband mais antiga da história da música e, até hoje, permanecem como os artistas mais influentes de todos os tempos. Ganhando reconhecimento ao utilizar a contracultura do rock para levá-la ao panorama mainstream, a banda sempre conseguiu explorar diversos gêneros musicais de forma impecável – permanecendo, até hoje, como o ato fonográfico mais vendido (com aproximadamente 600 milhões de unidades adquiridas ao redor do mundo).
Em apenas quatro anos (o tempo que a carreira do grupo se manteve na ativa), The Runaways tornou-se uma das girlbands mais influenciáveis e importantes da música. Conhecidas por sucessos como “Cherry Bomb”, “Queens of Noise” e “Born to be Bad”, o grupo abriu caminho para muitas artistas femininas dos últimos 30 anos – como L7, The Donnas e Vixen -, sendo citadas como inspiração de diversos nomes da indústria.
Munido de seu violão ou de sua guitarra, Bruce Springsteen ganhou aclame da crítica e do público ao surgir no cenário musical no começo dos anos 1970. Falando sobre temas como luta de classes e utilizando poesia para compor suas envolventes e emocionantes canções, sua carreira já se estende por cinco décadas e incluem faixas como “Badlands”, “Streets of Philadelphia” e “Born to Run”. Springsteen tem em seu legado 20 prêmios do Grammy, dois Globos de Ouro, um Oscar e um Tony Award.
Uma das fundadoras do grupo The Runaways certamente merecia um espaço único para seu memorável e imortal legado. Joan Jett é a voz por trás de “Cherry Bomb”, “Light of Day” e “Dirty Deeds” – e é descrita como a Rainha do Rock’n’Roll e a Madrinha do Punk. Em 2015, ela foi acrescentada do Hall da Fama por sua importância artística e por sua forte presença no cenário feminista.
Quando pensamos no cenário musical brasileiro clássico, nossa mente logo coloca Rita Lee entre os principais nomes. E não é por menos: a Rainha do Rock nacional é uma voz ativa tanto política quanto artisticamente desde quando integrava o grupo Os Mutantes. Misturando o rock à psicodelia do tropicalismo e do new wave, Lee já vendeu 55 milhões de discos ao redor do mundo e foi a pioneira do hibridismo de gêneros. Sua obra-prima, ‘Fruto Proibido’, é um marco na história brasileira e entrou para a lista dos melhores discos nacionais da revista Rolling Stone.
Patti Smith é uma incrível e completa artista que começou sua carreira no cenário nova-iorquino dos anos 1970. Pioneira do movimento punk-rock nos Estados Unidos, Smith ganhou aclame por sua amálgama artista entre rock e poesia – e roubou os holofotes com a canção “Because the Night”, co-escrita com Bruce Springsteen. Responsável pela identidade musical de nomes como Courtney Love e Madonna, a artista também é uma ativista política contra as ofensas bélicas estadunidenses no Oriente Médio, principalmente.
Fundada pela cantora Debbie Harris e pelo guitarrista Chris Stein, Blondie é um grupo de rock estadunidense responsável pelo pioneirismo do punk e do new wave na cidade de Nova York nos anos 1970. Misturando estilos musicais que incorporavam elementos do disco, do pop, do reggae e até mesmo de um primitivo rap, a banda é conhecida por sucessos como “The Tide Is High”, “Call Me” e “Heart of Glass”. Em 2016, entraram para o Hall da Fama do Grammy.
TITÃS
O grupo de rock alternativo paulistano Titãs ganhou reconhecimento nacional e até mesmo internacional após pincelarem diversas canções com fusões inesperadas de estilos musicais que variavam entre o new wave e a MPB. Em 2009, levaram para casa o Grammy Latino, além de terem vendido quase 6,5 milhões de discos em quarenta anos de carreira – colocando-os na lista da bandas mais bem-sucedidas do Brasil.
BARÃO VERMELHO
Ao lado de Legião Urbana, Paralamas do Sucessoe Titãs, a banda Barão Vermelho é considerada até hoje como um dos quatro atos musicais brasileiros mais influentes da década de 1980. Com quase quarenta anos de carreira, o grupo é conhecido por sucessos de crítica e comerciais como “Todo Amor que Houver Nessa Vida”, “Pro Dia Nascer Feliz” e “Política Voz” – além de ter catapultado a carreira de nomes como Cazuza e Roberto Frejat.
CÁSSIA ELLER
Cássia Eller nos deixou muito cedo – principalmente depois de uma meteórica e importantíssima carreira. Ativista dos direitos LGBTQ+ por toda a sua vida, ela foi uma das maiores representantes do rock nacional dos anos 1990 e eleita a 40ª maior artista da música brasileira pela Rolling Stone. Em 2002, levou para casa um Grammy Latino póstumo por seu álbum ‘Acústico MTV’, consolidando seu imortal legado.
Pitty é uma das, senão a maior representante do rock brasileiro contemporâneo, dominando a cena nacional há mais de uma década. Tendo concorrido quatro vezes ao Grammy Latino, seu ácido liricismo e seu potentes vocais são as principais armas das quais se vale. Conhecida na Europa, nos Estados Unidos e no Japão, seus principais singles incluem “Amirável Chip Novo”, “Equalize”, “Memórias“ e “Na sua Estante”.
Janis Joplin também nos deixou muito cedo, com apenas 27 anos. Dona de uma voz única e de uma paixão pela arte musical e suas provocativas rendições a colocaram no Hall da Fama em 1995, além de ter vendido mais de 15 milhões de discos em apenas oito anos. Adorada mundialmente, Joplin é constantemente citada como influência de ícones contemporâneos – como Florence Welch, Stevie Nicks e Pink.
O aclamado documentário musical ‘Summer of Soul’, que marca a estreia diretorial do musicista Ahmir “Questlove” Thompson, ganhou data de estreia no Star+.
A produção, que levou o Oscar de Melhor Documentário, chega à plataforma de streaming no dia 16 de dezembro.
Em 1969, um festival com grandes nomes da música arrastou uma multidão de centenas de milhares de pessoas. Se você pensou em Woodstock, é melhor pensar de novo e assistir a este documentário vencedor do Oscar.#SummerOfSoul, estreia em 16 de dezembro. Só no #StarPlusBR. pic.twitter.com/sFZvSxDDOr
O documentário é parte filme musical, parte construção histórica criada através de um épico evento que celebrou a cultura, a moda e a importância da comunidade negra. Ao longo de seis semanas no verão de 1969, apenas a 160 quilômetros de Woodstock, acontecia o Festival Cultural do Harlem, filmado no Monte Morris Park. As gravações nunca tinham sido vistas até o momento. ‘Summer of Soul’ mostra a importância da história e o testamento do poder curativo da música em tempos de crise, tanto passada quanto presente.
O diretor Richard Linklater sempre teve a incrível de habilidade de transformar todas as suas obras em análises interessantes e profundas acerca do espírito humano, fosse com os dramas românticos ‘Antes do Amanhecer’ e ‘Antes do Por do Sol’, fosse com o longo processo de gestação do coming-of-age‘Boyhood’, que eventualmente ganhou a atenção da crítica e do público por seu visceral retrato de amadurecimento de um jovem rapaz. Em 2017, o cineasta retornou mais uma vez às telonas com mais uma investida no gênero em questão, agora migrando para as preocupações e as tristezas de um angustiado pai que recebe a triste notícia de que seu filho morreu em campo de batalha com ‘A Melhor Escolha’ – e ainda que esse recente longa não esteja completamente lapidado, é muito fácil observá-lo como um clássico do “panteão de Linklater”.
A trama se inicia se forma bem fluida, mostrando o pai em questão, Larry “Doc” Shepherd (Steve Carell) chegando a um decadente e minúsculo bar em Nova York para reencontrar um velho amigo de guerra – que aparentemente não o reconhece e continua divagando acerca de inúmeros assuntos irrelevantes. Já aqui, percebemos um contraste entre dois dos personagens principais que se mantém em um gradativo nível de complementaridade e paradoxo: enquanto Doc é mais introspectivo, talvez pelos traumas da Guerra do Vietnã, e reside em um patamar mais intimista, seu colega Sal Nealon (Bryan Cranston) definitivamente não tem papas na língua e parece estar possuído por um incansável espírito jovem e por vezes infantiloide – ainda que os cabelos brancos e a barriga saliente denunciem sua real idade.
Como já dito, o produto final tem os seus defeitos, incluindo um tempo cênico muito maior que o necessário. Entretanto, Linklater sabe muito bem orquestrar a sua obra a ponto de criar momentos preciosos para conhecermos melhor cada uma das personalidades apresentadas – e já faz isso no primeiro ato: em conjunto com um incrível roteiro assinado por ele mesmo e por Darryl Ponicsan, as sequências seguem um ritmo único e envolvente que reafirma a profundidade das falas e que consegue oscilar entre drama e comédia de modo preciso e natural. Além disso, toda a estrutura narrativa também procura exercer sua potencialidade máxima ao criar um escopo generalizado – a morte do filho de Doc – e pequenos núcleos entre os nossos heróis para levá-los a uma reflexão, ainda que não tão profunda assim, acerca do passado, do presente e até mesmo do futuro.
A cronologia do filme é linear e não se utiliza de artifícios técnicos para fornecer uma atmosfera nostálgica, como montagens paralelas, saltos temporais ou anacronismos cênicos: tudo tem seu início, meio e fim, sem floreios desnecessários e que deixam a roupagem da obra o mais verossímil possível. Afinal, ainda que Doc e seus colegas viajem para comparecer ao funeral do jovem soldado da Marinha, esse evento é o incidente incitante para que todos recuperem laços desfeitos há muito tempo e resolvam algumas pendências que eventualmente insurgem, incluindo certas mentiras que os coronéis e generais do Exército contam para preservar a memória daqueles “mortos em combate”.
É claro que Carell e Cranston já trazem uma química inigualável para as telonas, mas é Laurence Fishburne quem definitivamente rouba a cena com uma construção arquetípica tragicômica aplaudível. Ele é o terceiro integrante do grupo de soldados que lutou junto há mais de trinta anos, e que abandonou o seu passado para se tornar o Reverendo Richard Mueller em sua cidade local – e posso dizer sem sombra de dúvida que o encontro entre essas figuras é o ápice da trama. Sendo assim, temos a reunião de três personagens conflituosos – um pai melancólico, um bartender fanfarrão e um pastor extremamente devoto à sua profissão espiritual – que compartilham memórias inesquecíveis e que reacendem uma chama de amizade que sempre esteve ali, mas permaneceu adormecida conforme cada um deles embarcou em uma jornada diferente.
O que poderia se tornar um excessivo uso dos convencionalismos construtivos também é deixado de lado para uma investida interessante. Linklater sabe como manusear a câmera a ponto de não deixar as sequências verborrágicas mais monótonas do que poderiam ser – e até busca algumas cruas referências de David Lynch para construir a sua própria identidade. Os planos seguem uma continuidade muito interessante, carregada com certas metáforas para o problema que enfrentam e que seguem até mesmo o padrão estético – principalmente pelo uso da paleta de cores que passa de uma inebriante neutralidade do marrom e do preto para a angústia constante e cíclica de cores mais frias (cujo ápice é alcançado com a chegada do terceiro ato).
Há um momento em específico entre Sal e Richard que, pessoalmente, tornou-se o meu favorito: a cena ocorre dentro de um caminhão de mudanças e os dois começam a debater sobre a existência de um Deus todo-poderoso e sobre como sua justiça divina na verdade pode ser encarada como “injustiça”; ora, há até um momento em que o personagem de Cranston brinca de forma irreverente sobre quando chegará ao Paraíso e falará poucas e boas para o nosso Criador – então não há como deixar ela passar batido. E além de tudo isso, essa pequena fatia do segundo ato serve para dar introdução ao modo como os protagonistas irão lidar com as mentiras que lhes foram contadas (o filho de Doc não foi morto em campo, na verdade, mas sim durante um happy hour qualquer) e como poderão consertar um erro do passado.
Há seis anos, Linklater retornava para suas raízes humanitárias e humanizadoras mais uma vez com essa dramédia de guerra e, mesmo com os equívocos estruturais, consegue entregar-se a uma comovente narrativa que só consegue ser o que é pelo incrível trabalho de seu elenco de ponta, frisando as rendições performáticas do duo Cranston e Fishburne.
Taylor Lautner ganhou fama mundial ao interpretar o lobisomem Jacob na adorada saga ‘Crepúsculo’ – mas a jornada para se manter no papel não foi nada fácil.
Em uma recente entrevista ao podcast Good Guys (via Times of India), o astro disse que enfrentou diversos desafios para interpretar o personagem e que sua transformação física era a chave para continuar no papel.
Ele sabia que no segundo filme da franquia, ‘Lua Nova’, Jacob passaria por uma mudança significativa. Dessa forma, Lautner precisaria estar em ótimas condições físicas.
“A primeira vez que ouvi sobre [minha reescalação] foi pouco depois do lançamento do primeiro filme. Mas eu sabia que se [‘Crepúsculo’] tivesse uma boa bilheteria, eles iriam filmar o segundo capítulo pouco depois, no começo do próximo ano”, ele conta.
Apesar das ameaças de substituição, Lautner já estava começando sua transformação há alguns meses. Ele explicou que começou a ganhar massa e músculo fora dos olhos do estúdio. O astro, inclusive, se recorda de um momento importante quando o estúdio o informou de que Jacob seria reescalado e, quando se encontrou com os executivos, todos ficaram em choque com sua transformação.
Mesmo tenho ganhado onze quilos de massa muscular, o estúdio continuou a fazer audições com outros atores – incluindo Michael Copon, de ‘One Tree Hill’.
“Eu entendi o motivo [de eles fazerem isso], porque não tinha chances de continuar interpretando Jacob no segundo filme da forma que eu estava no primeiro”.
Vale lembrar que a saga de livros, assinada por Stephenie Meyer, vai ganhar uma adaptação televisiva. A série está em desenvolvimento inicial pela Lionsgate Television e ainda não tem uma plataforma definida nem um roteirista escolhido.
Segundo fontes, a companhia, que detém os direitos da franquia, planeja liderar o desenvolvimento do projeto antes de oferecê-lo a possíveis compradores. Ainda não há previsão para quando a série de ‘Crepúsculo’ será apresentada a potenciais interessados, pois a empresa primeiro busca encontrar um escritor para comandar o projeto.
Meyer deve estar envolvida na adaptação para a televisão. Wyck Godfrey e Erik Feig, ex-co-presidente do Lionsgate Motion Picture Group e responsável pela compra dos direitos dos livros para a Summit Entertainment, estão confirmados como produtores executivos da série.
Mais informações sobre a adaptação televisiva de ‘Crepúsculo’ não foram divulgadas. Fique ligado no CinePOP para mais novidades.
Os cinco filmes da franquia se tornaram um fenômeno da cultura pop e arrecadaram mais de US$ 3,4 bilhões em todo o mundo e tornaram Kristen Stewart, Robert Pattinson e Taylor Lautner estrelas internacionais.
Publicado originalmente em 2005, ‘Crepúsculo‘ transformou-se em best-seller mundial e deu origem uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, tornando-se um fenômeno cultural entre todas as idades.
O último filme da franquia, ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – O Final‘, foi lançado em 2012 e arrecadou US$ 829,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 120 milhões.
A 2ª temporada de Velma’, animação adulta derivada de ‘Scooby-Doo’ que acompanha as desventuras da detetive mais perspicaz da Mistério S.A., estreia esta semana no catálogo da Max.
Os novos episódios serão lançados nesta próxima quinta-feira, 25 de abril, na plataforma de streaming.
Segundo o ComicBookMovie, Suzanna Makkos, vice-presidente executiva de comédia original e animação adulta para Max e Adult Swim, afirmou anteriormente: “As séries que criamos no Max são baseadas em arte e voz, com personagens e comédia antes de qualquer outra coisa.”
“Estar sempre em busca de comédias ousadas com coração e originalidade, programas diversos e inclusivos com ressonância temática subjacente, e design de personagens que evidenciem a mão do artista. Estou muito animada para compartilhar essas séries incríveis com o mundo e continuar mostrando por que o Max é um ótimo lar para animações adultas”, concluiu.
Apesar de ter estreado com baixas avaliações (39% de aprovação entre os críticos e 7% de audiência no Rotten Tomatoes), o programa inexplicavelmente quebrou vários recordes de streaming para o Max, tornando-se a estreia mais vista de uma série animada original para o Max.
Em entrevista para a Emmy Magazine, o criador, showrunner e produtor executivoCharlie Grandy rebateu as críticas ao dizer:
“Os programas originais de Hanna-Barbera ainda estão disponíveis para assistir. Não estamos apagando os originais. Só queremos ter nossa própria identidade no vasto Scooby-verso!”
Ele continuou, abordando a questão da etnia dos personagens:
“[A produtora executiva] Mindy Kaling veio até mim e disse que adoraria trabalhar em uma história com Velma… Seria engraçado tê-la no centro de um show. A partir disso, pensamos nela como uma descendente do sul da Ásia e nos perguntamos: ‘Por que parar por aí?’ Nenhum desses personagens está enraizado em etnias caucasianas. Levamos a ideia à Warner Bros. e nos disseram: ‘Façam. Façam o que quiserem. Está na hora de mudanças! Apenas certifiquem-se de que seja engraçado e bom!’ Não vemos problems nenhum nisso, o mundo está mudando.”
O drama jovem-adulto tem como pano de fundo a experiência HBCU e gira em torno de uma jovem e esperançosa jogadora de tênis de Beverly Hills e de um jogador de basebol de elite de Chicago, conforme eles lidam com as altas expectativas dos esportes universitários e navegam pelos altos e baixos da vida adulta sem supervisão.
GeffriMaya, Peyton Alex Smith, Kelly Jenrette, Cory Hardrict, Sylvester Powell, Netta Walker e Camille Hyde completam o elenco.
O longa está programado para estrear no dia 13 de março de 2025.
Baseada em uma história real, a trama segue uma aposentada que desmontou uma quadrilha carioca de traficantes e policiais a partir de filmagens feitas da janela do seu apartamento no Rio de Janeiro.
Com roteiro de Paula Fiúza, o longa é inspirado pela obra literária Dona Vitória da Paz, escrito pelo jornalista Fábio Gusmão.
O canal USA anunciou que ‘Resident Alien‘, série cômica de ficção científica estrelada por Alan Tudyk, foi oficialmente cancelada após quatro temporadas (via Deadline).
O atual ciclo será finalizado no próximo dia 8 de agosto e servirá como encerramento da série.
Ainda não se sabe o motivo concreto por trás da decisão, mas acredita-se que seja em virtude da modesta audiência da atração.
No Brasil, a série está disponível no Disney+.
Na trama, Harry é um extraterrestre que pousa no planeta Terra e tenta se passar como um médico humano. Com a missão secreta de matar todos os humanos, Harry começa a viver uma vida simples – mas as coisas ficam difíceis quando ele é encarregado de ajudar a resolver um assassinato local e ele percebe que precisa entender esse novo mundo.
Criada por Chris Sheridan, a série é baseada nos quadrinhos da Dark Horse.
A HBOdivulgou um vídeo inédito de ‘O Cavaleiro dos SeteReinos‘ (A Knight Of The Seven Kingdoms), nova série derivada de ‘Game of Thrones‘.
O material nos leva aos bastidores da épica e ambiciosa produção, que é inspirada no romance ‘Dunk & Egg’, de George R.R. Martin, e expande o icônico universo de Westeros.
A produção será lançada oficialmente no dia 19 janeiro na emissora e no catálogo da HBO Max.
Confira:
Na trama, um século antes dos eventos da série original, dois heróis improváveis percorreram Westeros… um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto, e seu diminuto escudeiro, Egg. Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.
Vale lembrar que ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ já está renovada para a 2ª temporada!
Edward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) fazem parte da série pré-sequência.
Peter Claffey, Dexter Sol Ansell, Finn Bennett, Bertie Carvel, Tanzyn Crawford, Daniel Ings e Sam Spruell também integram o elenco.
Sarah Adina Smith e Owen Harris dirigem os seis episódios da atração.
O longa-metragem é um dos lançamentos mais aguardados do ano. Orçado em US$250 milhões de dólares, o filme adapta o conto de Homero em um épico que reúne um grande elenco de estrelas, além de apresentar efeitos visuais e práticos inovadores. A produção marca um marco técnico na carreira de Nolan, sendo a primeira filmada inteiramente com câmeras IMAX de 70 mm.
Apesar da expectativa, o projeto tem enfrentado duras críticas antes mesmo da estreia. Além da polêmica envolvendo as armaduras, o diretor tem sido alvo de debates pela escalação de Lupita Nyong’o como Helena de Troia, descrita na mitologia como a mulher mais bonita do mundo, e pela inclusão do ator Elliot Page e do rapper Travis Scott.
Diferente de boa parte das produções do cineasta, o longa-metragem terá um tempo um tanto quanto “reduzido”. Segundo o Deadline, o filme terá menos de três horas de duração.
“A produtora Emma Thomas também garantiu que o épico filme terá menos de três, mas não estava certa quanto ao real tempo de tela, visto que [o projeto] ainda está em pós-produção”, afirma o site.
Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda.
O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.
As críticas de ‘Coringa‘ já foram liberadas e o filme é um sucesso. Com mais de 800 avaliações de pessoas que estiveram presentes na première no Festival de Veneza, o longa dirigido por Todd Phillips e estrelado por Joaquin Phoenix conquistou a nota 9,8 no IMDb.
Trata-se de uma das melhores avaliações da história do cinema.
Confira, com algumas críticas:
“Tendo copiado descaradamente os filmes de Scorsese, Phillips modela os ingredientes roubados em algo novo, de modo que o que começou como uma alegre sessão de cosplay se torna progressivamente mais perigoso – e de alguma forma mais relevante também.”, Xan Brooks – The Guardian.
“Ninguém que vê este novo filme precisará de qualquer outra versão.”, David Sexton – London Evening Standard
“Phillips pode querer que pensemos que ele está nos dando um filme sobre o vazio de nossa cultura, mas, na verdade, ele está apenas oferecendo um excelente exemplo disso.”, Stephanie Zacharek – Revista Time
“Coringa tem uma história sombria, sombria e psicologicamente plausível, uma visão da sociopatia dos desenhos animados feita em carne-e-osso”, Justin Chang – Los Angeles Times
“Coringa é uma das verdadeiras obras-primas do cinema de super-heróis e uma das maiores realizações de 2019.”, Mark Hughes – Forbes.
“Phoenix mergulhou fundo tão profundamente e, com uma performance tão complexa, brutal e fisicamente transformadora, não seria surpresa vê-lo levar para casa uma estatueta ou duas na temporada de prêmios.”, John Bleasdale – CineVue.
“O que você ganha quando pega um solitário pobre e mentalmente instável e o trata como lixo? A resposta dada no engenhoso novo recurso de Todd Phillips é o arqui-inimigo de Batman, o Coringa.”, Geoffrey Macnab – Independente.
“O Coringa é bem-sucedido graças aos talentos de Phoenix, que criou um antagonista em camadas, indutor de terror, e conquistou seu lugar de direito ao lado de Heath Ledger e Jack Nicholson no panteão dos melhores Coringas de todos os tempos.”, Marlow Stern – The Daily Beast.
‘Coringa‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de outubro.
O longa é dirigido por Todd Phillips (da franquia ‘Se Beber Não Case!‘), que também assina o roteiro ao lado de Scott Silver.
Drama. A trama gira em torno do icônico arqui-inimigo do Batman, e segue uma história original e independente que nunca foi vista nas telonas anteriormente. A exploração de Arthur Fleck (Phoenix), um homem desconsiderado pela sociedade, não é apenas um estudo de caráter corajoso, mas também um conto preventivo.
A história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separada do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.
No último sábado (30), a empresa de transportes espaciais SpaceX e a NASA fizeram história ao levar uma tripulação para a Estação Espacial Internacional após mais de 15 anos de planejamento.
E, de acordo com a Forbes, o traje dos astronautas Doug Hurley e Bob Behnken foi desenhado por Jose Fernandez, figurinista de ‘Mulher-Maravilha’, ‘G.I. Joe: Retaliação‘, e ‘Tron – O Legado‘.
O processo de design começou em 2016, quando os representantes da SpaceX convidaram Fernandez para um concurso de projetos de trajes feitos sob medida.
Em entrevista à revista, o artista disse que:
“Elon Musk [fundador da SpaceX] ficava dizendo: ‘qualquer pessoa fica melhor de smoking, não importa qual o tamanho ou o peso dela’. Então pensei em fazer um traje espacial no qual os astronautas se sentissem com uma aparência melhor. Eu quis fazer algo que os deixasse como super-heróis.”, disse Fernandez.
O designer também já projetou os uniformes e acessórios de diversos personagens da Marvel Studios, como os capacetes do Loki e (Tom Hiddleston) e do Thor (Chris Hemsworth), além dos figurinos de ‘Capitão América: Guerra Civil’.
Ele também é o responsável pela criação dos capacetes da dupla Daft Punk.
Em relação aos astronautas, não está claro quanto tempo Hurley e Behnken vão permanecer na EEI, já que os controladores da missão da NASA ainda não determinaram a duração da missão.
Pelo visto, eles podem retornar dentro de um mês ou ficar a bordo da estação por mais quatro meses.
Após divulgar o primeiro trailer de ‘Luca’, aPixar revelou o elenco de dublagem da animação, que trará Jacob Tremblay dando voz ao protagonista.
Jack Dylan Grazer (‘Shazam!’, ‘It: A Coisa’) e Emma Berman (‘Dear Mom’) também fazem parte do elenco.
Grazer dará voz a Alberto, melhor amigo de Luca, e Berman será Giulia, uma menina que se torna a guia turística e mais nova amiga dos dois estranhos visitantes.
No trama, os dois amigos saem em divertidas aventuras pelas mais apaixonantes paisagens da Riviera Italiana, à medida em que também escondem um segredo a respeito da suas verdadeiras identidades.
Na verdade, Luca Paguro e Alberto Scorfano são criaturas marinhas que ganham forma humana quando estão em terra firma.
Lembrando que a estreia está marcada para 18 de junho deste ano.
Assista ao trailer:
A produção é uma história de amadurecimento sobre um garoto que compartilha aventuras na Riviera Italiana com seu novo melhor amigo. Mas um segredo sombrio sobre sua verdadeira identidade pode ameaçar esse vínculo.
Segundo o diretor do longa, Enrico Casarosa, a animação mistura elementos da sua história, enquanto crescia em Genoa, trazendo fragmentos que fazem referência à ‘A Pequena Sereia‘ e aos trabalhos do lendário cineasta Hayao Miyazaki.
Recentemente, Casarosa (‘La Luna‘) refletiu sobre o teor da trama:
“Esta é uma história profundamente pessoal para mim, não apenas porque se passa na Riviera Italiana, onde eu cresci, mas por celebrar o valor das amizades de infância. Essa fase geralmente define o caminho que seguimos em nossas vidas e que tipo de pessoas vamos nos tornar, ‘Luca‘ fala exatamente sobre isso. Além da beleza e do charme do litoral italiano, o filme apresenta uma aventura inesquecível que mudará a vida do protagonista e do público.”
Através do Twitter, a página oficial da série ‘Cobra Kai’ divulgou novas imagens da 4ª temporada.
Numa delas, Johnny Lawrence (William Zabka) imita o clássico chute que Daniel LaRusso (Ralph Macchio) usou para derrotá-lo no campeonato de Karatê de 1984.
Uma outra mostra os alunos da dupla espiando alguma curiosidade, e a última traz Tory (Peyton List) enfrentando Robby (Tanner Buchanan) sob o olhar orgulhoso de John Kreese (Martin Kove).
Confira:
“Com novas alianças, novos alunos e novos conflitos, o campeonato de All-Valley é um jogo de qualquer um.”
With new alliances, new students, and new conflicts, the All-Valley is anyone’s game. pic.twitter.com/ZlSOgr21bX
Lembrando que a 4ª temporada de ‘Cobra Kai‘ chega ao catálogo da Netflix em 31 de dezembro.
Confira o teaser:
Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 5ª temporada!
COBRA KAIse passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).
Na terceira temporada, estão todos aturdidos após a violenta briga entre os dois dojos na escola, que deixou Miguel gravemente ferido. Enquanto Daniel revisita o passado à procura de respostas e Johnny busca redenção, Kreese manipula ainda mais seus vulneráveis alunos com suas ideias de dominação. A alma do Vale está em jogo, assim como o destino de todos os alunos e senseis.
Em seu perfil do Twitter, a ilustradora Mushk Rizvi revelou algumas artes conceituais de ‘Ms. Marvel‘, trazendo alguns designs completamente diferentes da versão oficial.
Como Kamala Khan (Iman Vellani) é fã da Capitã Marvel (Brie Larson), um dos possíveis visuais seria inspirado na máscara espacial que Carol Danvers usa em um momento do filme de 2019.
No entanto, também há artes mais drásticas, mostrando Kamala com uma máscara azul que cobriria todo o seu rosto antes dela vestir o visual definitivo.
Felizmente, os responsáveis pela atração optaram pela máscara mais simples por cima dos olhos, que é fiel ao material original.
Confira as artes:
“Algumas pré-visualizações das máscaras de Kamala Khan para a série ‘Ms. Marvel’, da Disney Plus. Estas foram feitos para o que ela poderia estar usando antes de conseguir sua máscara real. Retratos são sempre uma parte divertida do trabalho para mim. Eu posso desenhar retratos todos os dias, desde que sejam um pouco estilizados.”
Some pre vis #KamalaKhan portraits and mask iterations for #MsMarvel on #DisneyPlus . These were done for what she could be using before she gets her actual mask. Portraits are always the fun part for me. I can portraits allll dayyy, granted they are a bit stylized <.< pic.twitter.com/q0Ml6ugiMN
Lembrando que todos os episódios da série estão disponíveis na Disney+.
Confira o trailer:
“‘Ms. Marvel’ é uma nova e original série que introduz Kamala Khan, uma jovem adolescente muçulmana-americana da cidade de Nova Jersey. Ávida gamer e uma voraz leitora de fan-fictions, Kamala é uma megafã de super-heróis com uma imaginação gigantesca – principalmente quando se trata da Capitã Marvel. Entretanto, Kamala sente como se não pertencesse à própria escola e, às vezes, dentro de casa – isso é, até conseguir superpoderes como os heróis que sempre admirou. A vida fica melhor com superpoderes, certo?”
Iman Vellani dá vida à protagonista titular, alter-ego de Kamala Khan, uma adolescente paquistanesa-americana nascida em Jersey City, fã de super-heróis, em especial da ‘Capitã Marvel‘.
Laurel Marsen interpreta Zoe Zimmer, personagem que apareceu ainda no começo das histórias em quadrinhos originais e foi uma das valentonas que maltrataram Kamala Khan na escola. Eventualmente, as duas se aproximam e desenvolvem respeito mútuo que beira a amizade.
Na trama, Kamala é afetada pela névoa Terrigen, responsável pela criação dos Inumanos. Quando acorda com superpoderes, decide ser uma heroína como seu ídolo e adota o antigo codinome da Capitã, Miss Marvel.
Obaid-Chinoy é mais conhecida por ser uma vencedora de dois Oscar pelos curtas documentários ‘Saving Face‘ (2012) e ‘Uma Garota no Rio‘ (2015). Já Menon possui em seu currículo uma série de créditos na TV, como ‘The Walking Dead‘, ‘O Justiceiro‘, além da série ‘Titãs‘, do Universo DC.
Há algumas semanas, diversos rumores apontaram queFrank Grillo (‘Capitão América: O Soldado Invernal’) poderia ter alguma participação do futuro do DCU, que está sendo planejado por James GunnePeter Safran.
Agora, em seu perfil do Instagram, o ator comemorou sua escalação como Rick Flag Sr. em ‘Creature Commandos‘, um dos filmes confirmados para ‘Deuses e Monstros’, o primeiro capítulo da nova safra de produções da DC Studios.
Na publicação, ele compartilhou uma imagem da notícia que confirma o papel e escreveu:
“Devo dizer que estou animado para ingressar no universo @dcofficial é um enorme eufemismo. O que @jamesgunn e #PeterSafran têm reservado em todas as mídias é FENOMENAL, assim como o elenco. #Aqui vamos nós!!!!”
Confira:
Grillo também fez parte do MCU como Brock Rumlow, o Ossos Cruzados, sendo introduzido em ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘ e reprisando o papel em ‘Capitão América: Guerra Civil’ e ‘Vingadores: Ultimato’.
‘Creature Commandos‘ deve adaptar as histórias em quadrinhos ‘Weird War Tales’, de 1980, que reuniu um lobisomem, um vampiro, uma górgona e o monstro de Frankenstein para lutar contra as forças nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.
Assim como o Esquadrão Suicida, o grupo foi reunido por Amanda Waller, que decide criar uma força operações secretas apenas com prisioneiros que sofreram deformidades ou mutações.
A adaptação deve ser ambientada nos dias atuais e terá conexão com a série dedicada à Waller (Viola Davis).
Entre os personagens aguardados estão o piloto de guerra Rick Flag Sr., a cientista anfíbia da S.H.A.D.E. Nina Mazursky, o Doutor Fósforo, Frankenstein e sua Noiva de Frankenstein, o robô G.I. de fabricação militar e o Doninha.
Tom Holland revelou ontem que faria um grande anúncio e muitos fãs estavam especulando que seria algo relacionado apo aguardado ‘Homem-Aranha 4‘ ou ‘Uncharted 2‘.
No entanto, o astro confirmou através do Instagram que irá estrelar uma nova versão teatral de ‘Romeu e Julieta‘, famosa peça escrita por William Shakespeare entre 1591 e 1595.
Por enquanto, ainda não foi revelado quem dará vida à Julieta.
Dirigida por Jamie Lloyd (‘The Seagull’), a peça vai estrear no verão europeu (entre junho e agosto), em West End, um cultuado centro cultural de Londres, na Inglaterra (via Variety).
Através de um comunicado, o dramaturgo rendeu elogios a Holland.
“Holland é um dos maiores e mais emocionantes jovens atores do mundo”, disse Lloyd em comunicado. “É uma honra recebê-lo de volta ao West End.”
A produção de Lloyd está sendo anunciada como uma “nova visão pulsante do conto imortal de Shakespeare sobre escritores de palavras, rimadores, amantes e guerreiros” e vai permanecer em cartaz durante 12 semanas.
Vale lembrar que Holland fez sua estreia nos palcos como protagonista em ‘Billy Elliot: O Musical‘, em 2009.
Além de ser mais conhecido por seu papel como Peter Parker nos novos filmes do Homem-Aranha, ele também atuou em ‘O Diabo de Cada Dia’, ‘Cherry – Inocência Perdida’, ‘Uncharted’ e na série ‘The Crowded Room‘.
‘Venom 3‘ foi confirmado pela Sony e trará Kelly Marcel como diretora do projeto em vez de Andy Serkis, que comandou o segundo capítulo da franquia.
Em seu Instagram, o astro da franquia, Tom Hardy, anunciou a pré-produção do longa e compartilhou um vídeo de uma cena deletada do primeiro filme com a seguinte legenda:
“Enquanto trabalhamos na pré-produção de V3 [Venom 3] essa lembrança veio.”
Em entrevista ao SlashFilm, AndySerkis explicou porque não retorna para a direção.
“Olhe, eu me diverti muito fazendo [‘Venom: Tempo de Carnifinca’]. Tom Hardy é um grande amigo e fiquei muito orgulhoso do trabalho”, ele disse. “Ser o guardião dessa franquia por um tempo foi ótimo. Eu tenho vários projetos em que começarei a trabalhar, como ‘A Revolução dos Bichos’, por exemplo. Estávamos prestes a entrar em produção e tivemos que pausar quando ‘Venom’ surgiu. […] Mas estou muito feliz que Kelly está fazendo [a sequência]”.
Marcel e Hardy estão produzindo e roteirizando o terceiro filme.
O Deadline também relata que ‘Venom 3‘ é o “capítulo final” da história de Eddie Brock, que tem um simbionte alienígena como seu parceiro.
A Sony Pictures adiou seu próximo filme em parceria com a Marvel de 6 de outubro de 2023 para 7 de junho de 2024.
Hardy já indicou que o roteiro do terceiro filme do ‘Venom‘ está pronto, tanto que ele já está decorando suas falas. O ator vai retornar como Eddie Brock no filme do universo de vilões do Homem-Aranha na Sony.
‘Venom‘ ganhou filme solo em 2018, que acabou arrebentando na bilheteria mundial, com US$ 856 milhões arrecadados no mundo todo. A sequência, ‘Venom: Tempo de Carnificina‘ (2021) trouxe Woody Harrelson com o psicopata Cletus Kasady.
A nova temporada de ‘American Horror Story‘, intitulada ‘Delicate‘, começou a ser exibida nos EUA a partir do último dia 21, no canal FX. No entanto, a exibição ainda não estava confirmada em território nacional.
Agora, de surpresa, o Star+ liberou o primeiro episódio em seu streaming aqui no Brasil, já com legendas em português. A dublagem, no entanto, ainda não foi disponibilizada.
Os novos episódios serão lançados no streaming todas as sextas-feiras.
SURPRESA!!
Sem anúncio ou divulgação, o primeiro episódio de ‘American Horror Story: Delicate’ foi disponibilizado no @StarPlusBR, apenas um dia após sua exibição nos EUA.
Com 6 críticas publicadas até o momento, a 12ª temporada de ‘American Horror Story‘, intitulada ‘Delicate‘, conquistou 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
Para termos de comparação, essa é a maior média de aprovação da série desde ‘American Horror Story: 1984‘ (88%).
O consenso geral destaca a temática da nova temporada, elogiando uma história mais focada e contida que nos ciclos anteriores e, surpreendentemente, evidencia a Kim Kardashian como um dos maiores pontos positivos do décimo segundo ciclo.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Se as melhores estreias conseguem prender os espectadores, ‘Delicate’ conseguiu apenas tocá-los – deixou uma boa impressão, mas não manteve ninguém ansioso por mais.” (Hollywood Reporter)
“Controle é uma palavra que é raramente usada no universo de ‘American Horror Story’. No entanto, a adaptação da história de um livro com uma roteirista diferente parece ter acrescentado um foco bem-vindo à série em sua 12ª temporada.” (CNN)
“As habilidades de atuação da Kim Kardashian podem até não ser dignas de um Emmy, mas ela é a única que está entregando todo o potencial camp desta temporada.” (USA Today)
“‘Delicate’ tem o potencial para ser uma boa temporada de ‘American Horror Story’ por causa das boas performances de Emma Roberts e Kim Kardashian, mas há muitas chances da história acabar desandando.” (Decider)
“O universo de ‘American Horror Story’ já vai fazer 12 anos, mas a produção continua tão inovadora e vibrante quanto em seu lançamento em 2011.” (Deadline)
“‘American Horror Story’ geralmente aposta pesado em uma ambientação sinistra de terror, mas, nesta temporada, é mais sobre o explorar um cotidiano incrivelmente dissociativo e assustador.” (Polygon)
Intitulado Rockabye, o próximo episódio irá ao ar no dia 27 de setembro. Na trama, Anna está preparada para a disputa acirrada na temporada de premiações. Depois que um encontro assustador a convence de que está sendo seguida, ela começa a questionar em quem pode confiar.
“Anna começa a suspeitar que alguma coisa está tentando impedi-la de ter um bebê. Poderia ser o usuário anônimo no Tumblr com seus comentários maldosos? Poderia ser a mulher estranha que tirou uma foto dela quando entrou no consultório médico? Poderia ser o estranho que invadiu sua casa e deitou na cama ao seu lado enquanto dormia? Ela não tem certeza de nada hoje em dia.”
“Anna encontra apoio em sua amiga Siobhan, uma outra atriz muito mais conhecida do que ela, mas seu próprio marido não acredita nela. Então, seu pior pesadelo se torna realidade: seu médico a informa que ela sofreu um aborto… Mas ela ainda consegue sentir o bebê dentro dela. Ela ainda consegue sentir os efeitos físicos em seu corpo. Enquanto os sintomas da gravidez se tornam cada vez mais severos e aterrorizantes, Anna sente que está sendo perseguida, e ninguém a leva a sério quando ela insiste que há algo terrivelmente errado.”
Nicki Minaj foi detida no aeroporto de Amsterdã, na Holanda, na manhã deste sábado (25 de maio), sob suspeita de porte de maconha. A cantora estava a caminho de Manchester para uma apresentação agendada para esta noite. Lembrando que a maconha é legal no pais.
Segundo o Deadline, Minaj compartilhou atualizações ao vivo dos eventos conforme eles aconteciam por meio de suas contas oficiais no Twitter e Instagram.
A cantora gravou sua conversa com as autoridades, questionando os motivos da detenção e da revista em suas bagagens. “Polícia disse que eles precisam descarregar toda a sua bagagem e buscar tudo”.
Quando questionou o motivo, o mesmo homem disse que um policial solicitou isso porque ela o filmou revisando seus pertences.
“Estão tentando me impedir de ir a todos os shows”, Minaj. “Eles pegaram minhas malas antes que eu pudesse vê-las. Colocaram no avião. Agora estão dizendo que estão esperando pela alfândega. Isso é o que acontece quando as pessoas são pagas para tentar sabotar uma turnê depois que tudo o mais falhou. Tudo o que fizeram é ilegal.”
Em outra atualização, ela disse que um piloto solicitou que ela removesse sua postagem no Instagram.
“agora eles disseram que encontraram maconha e que outro grupo de pessoas tem que vir aqui para pesar os pré-rolados. Tenha em mente que eles pegaram minhas malas sem consentimento. Meu segurança já os informou que esses baseados pertencem a ele. Ah sim, e o piloto quer que eu tire minha postagem no Instagram”, ela twittou.
A última atualização de Minaj informa que ela foi obrigada a ir à delegacia para prestar depoimento sobre o caso. “Agora eles disseram que tenho que ir a 5 minutos daqui para fazer uma declaração sobre a segurança na delegacia de polícia”.
Após as polêmicas envolvendo ‘Rust’, o ator Alec Baldwin irá estrear um Reality show que acompanhará o dia a dia de sua família, intitulada ‘The Baldwins’.
De acordo com o Deadline, a série será lançada no dia 23 de fevereiro, no TLC.
Estrelada porAlec Baldwin, sua esposa Hilaria Baldwin, seus sete filhos e seis animais de estimação, ‘The Baldwins’ promete mostrar o cotidiano da família e seus momentos mais íntimos.
“Esta série oferece aos telespectadores uma visão de nossas vidas como família — o bom, o ruim, o selvagem e tudo o que está entre esses momentos”, disseram Alec e Hilaria Baldwin em uma declaração conjunta. “Esperamos que os telespectadores se conectem com nossas experiências e com o amor que compartilhamos. Filmar o programa foi uma jornada incrível, e estamos orgulhosos de ter o TLC como parceiro para contar nossa história”.
Lembrando que o julgamento de Alec Baldwin chegou oficialmente ao fim. O ator havia sido indiciado por homicídio involuntário devido a um tiroteio no set de ‘Rust’ no Novo México.
Segundo o Deadline, um mês após a Procuradora Especial Karri Morrissey tentar reverter o caso, que havia sido arquivado poucos dias após o início do julgamento neste verão devido à supressão de provas, o escritório do Procurador-Geral do Novo México, Raul Torrez, decidiu na segunda-feira não “prosseguir com o apelo em nome da acusação”.
“A decisão de hoje de arquivar o apelo é a validação final do que Alec Baldwin e seus advogados disseram desde o início — essa foi uma tragédia indescritível, mas Alec Baldwin não cometeu nenhum crime”, afirmaram os advogados principais de Baldwin, Luke Nikas e Alex Spiro, na segunda-feira. “O estado de direito permanece intacto no Novo México”.
Com isso, o ator está livre das acusações penais. No entanto, ele ainda enfrenta diversas ações civis relacionadas ao tiroteio, que seguem em andamento nos tribunais da Califórnia e do Novo México.
Vale lembrar que, em novembro, o julgamento foi interrompido devido a uma alegação de evidência suprimida, o que levou a corte do Novo México a anular a validade de qualquer veredito contra Baldwin.
Em 2021, durante as filmagens de uma cena de ‘Rust’, a arma de Baldwin disparou um projétil real, ferindo o diretorJoel Souza e matando a cinegrafista Halyna Hutchins.
Vanessa Kirby, estrela de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, contou que não hesitou em aceitar o papel de Sue Storm, a Mulher Invisível, no novo longa do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU). Segundo a atriz, o impacto emocional da personagem e seu arco profundo foram decisivos.
“Quando esse projeto surgiu, fiquei genuinamente comovida com o fato de que ela era uma mulher grávida, uma nova mãe, e ao mesmo tempo tinha superpoderes”, disse Kirby, conforme à Variety. “Isso me ajudou a ancorar a personagem em algo real, entender como seria viver essas duas experiências simultaneamente foi desafiador, mas me trouxe uma conexão forte com essa ideia de lar e família, o que facilitou muito o processo”.
Kirby não precisou passar por testes. Ela foi convidada para um almoço com o diretor Matt Shakman e, mais tarde, se encontrou com Kevin Feige, presidente da Marvel Studios.
Sobre isso, ela afirmou: “Não tive qualquer hesitação, e isso me surpreendeu. Acho que é porque gostei muito dela desde o início. Li muitos quadrinhos, e Sue passa por fases intensas: ela se torna a Malice, uma versão sombria de si mesma, depois assume de vez a identidade de Mulher Invisível, após anos sendo chamada de Garota Invisível. Ela até tem um bebê natimorto, algo que poucos sabem. Sua história é profunda, psicologicamente rica”.
“Sabia que não estaria sozinha. Esses três atores se tornaram como uma família para mim. Os admiro imensamente, e como o Quarteto Fantástico é sempre unido nos quadrinhos, tive certeza de que estaríamos juntos nisso. Isso me deu segurança diante de um universo tão novo”, afirmou.
Kirby também comentou sobre sua participação em ‘Vingadores: Apocalipse’, que segue em produção, e durante a qual ela está grávida.
“Estou amando, absolutamente amando. Tem sido um privilégio enorme. Estar nesse universo e viver essa experiência nesse momento da minha vida é algo incrível”, acrescentou.
De acordo com o Variety, ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ arrecadou US$ 118 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA – ficando acima das projeções que indicavam uma abertura em torno de US$ 100-110 milhões no país.
O valor representa a quarta maior estreia doméstica do ano, atrás apenas de ‘Um Filme Minecraft‘ (US$162M), ‘Lilo & Stitch‘ (US$146M) e ‘Superman‘ (US$125M).
Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 100 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 218 milhões.
Vale lembrar que ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ já está em exibição nos cinemas nacionais.
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
‘A Viagem de Carro de Joe’, novo longa da Netflix criado porTyler Perry, ganhou seu primeiro trailer. A comédia é um derivado da clássica franquia ‘Madea’s Big Happy Family’.
‘A Viagem de Carro de Joe’ estreia na Netflix em 13 de fevereiro de 2026.
O filme é centrado em Joe, irmão de Madea, e marca a primeira vez que o personagem será protagonista de um longa. A trama acompanha Joe em uma viagem com seu neto, B.J., enquanto o leva até a faculdade.
“Ele leva B.J. em uma viagem de carro atravessando o país para ensiná-lo sobre o mundo. O caminho promete muitas tensões, mas também lições de vida”, afirma a sinopse.
Além de assinar o roteiro, Tyler Perry interpreta Joe no longa, que também conta com Jermaine Harris como B.J. e Amber Reign Smith no elenco.
Sob o comando de James Gunn, o novo DCU pode ter perdido mais um dos projetos anunciados. Segundo o ComicBookMovie, a série animada do ‘Besouro Azul’ foi silenciosamente deixada de lado. A informação surge justamente após a confirmação de que Xolo Maridueña voltará a interpretar Jaime Reyes em ‘Superman: Homem do Amanhã’, próximo filme do universo compartilhado da DC.
De acordo com o site, tudo indica que a animação seguiu o mesmo caminho de outras produções do “Capítulo 1: Deuses e Monstros” que ainda não saíram do papel, como ‘Waller’, ‘The Authority’ e ‘Monstro do Pântano’.
“No ano passado, a HBO Max revelou que passaria a priorizar produções voltadas ao público adulto e familiar, deixando o conteúdo infantil em segundo plano por não apresentar o mesmo desempenho e por não ser mais considerado uma prioridade. A série animada do Besouro Azul era voltada para o público jovem, que representa uma grande parcela dos fãs do herói. Desde o anúncio original, não houve mais nenhuma atualização sobre o projeto”, destacou o veículo.
Embora a produção não tenha sido oficialmente cancelada, chamou a atenção o fato de ela não ter sido mencionada durante o painel da DC Studios no Festival de Annecy, onde foram apresentados diversos projetos de animação do estúdio.
A série teria Miguel Puga como showrunner, com roteiro de Cristian Martinez. Já Angel Manuel Soto e Gareth Dunnet-Alcocer, diretor e roteirista do filme de 2023, atuariam como produtores executivos ao lado de John Ricard e Galen Vaisman.
Na época do anúncio, também foi confirmado que Xolo Maridueña retornaria como Jaime Reyes, acompanhado por outros membros do elenco do longa, que ainda não haviam sido revelados. Havia, porém, versões diferentes sobre a proposta da animação: enquanto alguns afirmavam que seria uma sequência direta do filme de 2023, outros diziam que ela serviria como um reboot leve, introduzindo o herói oficialmente no novo DCU sem a bagagem do antigo DCEU.
LEMBRANDO QUE AS INFORMAÇÕES SÃO APENAS RUMORES.
Vale lembrar que as filmagens de ‘Homem do Amanhã‘ já estão acontecendo, na Georgia.
James Gunn (‘O Esquadrão Suicida’) retorna à direção.
A trama do novo filme promete elevar as apostas do DCU ao apresentar uma aliança improvável: o Homem de Aço precisará unir forças com o Lex Luthor para deter a ameaça tecnológica de Brainiac, que visa a coleção de mundos.
O longa tem estreia mundial marcada para 9 de julho de 2027, consolidando a nova era da DC nos cinemas sob o comando de Gunn e Peter Safran.
O elenco conta com David Corenswet como o Homem de Aço, Nicholas Hoult como Lex Luthor,Lars Eidinger como Brainiac, Rachel Brosnahan como Lois Lane, Skyler Gisondo como Jimmy Olsen, Sara Sampaio como Eve Teschmacher, Isabela Merced como Mulher-Gavião, Nathan Fillion como Guy Gardner e Edi Gathegi como Senhor Incrível. Adria Arjona, Aaron Pierre e Matthew Lillard também fazem parte do elenco.
O lendário diretor John Carpenter, o gênio por trás de filmes como ‘Halloween‘ e ‘O Enigma de Outro Mundo‘, falou muito bem do jogo ‘HorizonForbidden West‘ (Guerrilla Games) e, sobretudo, elogiou o trabalho de Ashley Burch como dubladora de Aloy, protagonista do game.
Ele começou a jogar videogames ainda nos anos de 1990 graças a seu filho e tem twittado sobre as suas experiências com jogos nos últimos tempos. Depois de elogiar ‘Halo Infinite‘ e dizer que era “o melhor da série Halo ”, o diretor agora pegou seu controle DualSense para conferir a aclamada sequência de ‘Horizon Zero Dawn‘.
No Twiiter, Carpenter chamou ‘Horizon Forbidden West’ de “um jogo de ação épico e suntuoso”, e disse que Ashley Burch “triunfa”como Aloy na continuação.
O jogo também está sendo elogiado pela crítica mundial pelos seus visuais impressionantes e, embora a versão de última geração de Playstation 5 ofereça maior fidelidade, a versão básica do Playstation 4 também é absolutamente linda.
O aclamado cineasta Quentin Tarantino afirmou, em uma entrevista recente ao Los Angeles Times, que nunca faria um filme para os selos da Marvel e DC.
Sem papas na língua, Tarantino disse que não está procurando emprego para ter que trabalhar com essas empresas: “Você precisa ser contratado para fazer essas coisas. Eu não sou uma mão de obra contratável. Não estou procurando emprego”.
O cineasta, inclusive, comparou o atual cenário de filmes de super-heróis ao movimento dos anos 1960, quando autores celebraram a “decadência” das adaptações de musicais.
Disse também que o “sufocamento” da indústria ocorre de forma semelhante e, assim como no passado, atualmente, onde vários autores mal podem esperar pelo fim dos filmes de super-heróis, o grande filão atual da indústria.
O mais recente filme de Quentin Tarantino foi ‘Era Uma Vez… Em Hollywood‘. O filme se passa em uma Los Angeles em 1969. Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) é um ator de TV que, juntamente com seu dublê, está decidido a fazer o nome em Hollywood.
Para tanto, ele conhece muitas pessoas influentes na indústria cinematográfica, o que os acaba levando aos assassinatos realizados por Charles Manson na época, entre eles o da atriz Sharon Tate (Margot Robbie), que na época estava grávida do diretor Roman Polanski (Rafal Zawierucha).
Elijah Wood, John Cusack, Alex Winter, Allen Leech, Benjamin Nathan-Serio, Beth Trollan, Christopher Kahler, Dee Wallace, Don Kress, Don McManus, Jim Arnold, John Hugill, Jose Mellinas, Kerry Bishé, Mino Mackic, Rachel Arieff, Tamsin Egerton
Antes do desempenho que marca seu retorno, um pianista que sofre de medo do palco descobre um bilhete assustador em suas partituras. A ameaça afirma que ele terá que fazer o melhor concerto de sua vida, sem um único erro, se quiser salvar a si mesmo e também à sua esposa.
Curiosidades:
» Dos produtores de “Poder Paranormal” e “Enterrado Vivo”.
» Descrito no mercado como sendo uma espécie de “Velocidade Máxima” ao piano.
Inclusive, se alguém estiver pela Inglaterra e quiser nos mandar sugestões por cartas, estamos super abertos a receber.
A Coroa Britânica divulgou nesta sexta-feira, 11, os selos comemorativos ao lançamento de ‘Star Wars – O Despertar da Força‘. São 18 modelos.
Até o momento, foram divulgados 12. O mais legal de tudo é que os selos reúnes personagens da sextologia original bem como da nova produção deJ.J. Abrams.
O sétimo episódio da franquia atualmente passa pela fase de pós-produção em Londres. Sua estreia nos cinemas brasileiros está programada para 17 de dezembro de 2015.
Em entrevista ao HeyUGuys, o Presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, revelou alguns detalhes interessantes sobre a parceria com a Sony para realizar ‘Spider-Man: Homecoming‘ (Homem-Aranha: De Volta Ao Lar).
Segundo ele, a parceria para o uso do Homem-Aranha dá TOTAL controle criativo para que a Marvel desenvolva o filme solo do personagem.
“Bem, eu conheci todos aqueles diretores da Sony. Eu conheço Amy Pascal e Tom Rothman há anos, e isso tem sido ótimo porque eles tem nos apoiado muito, permitindo-nos tomar as decisões criativas do que fazer no filme. Eles são grandes parceiros na produção desse filme”, afirmou.
‘Spider-Man: Homecoming‘ estreia nos cinemas nacionais dia 27 de Julho de 2017, três semanas após o lançamento norte-americano. A Sony Pictures ficará responsável pela distribuição.
O filme terá Robert Downey Jr. como Tony Stark, também conhecido como Homem de Ferro. Ele e o Homem-Aranha compartilham a tela em ‘Capitão América: Guerra Civil‘, e o relacionamento vai ser expandido no filme solo do personagem.
Especula-se que o ator receberá um salário milionário entre US$ 20 e 40 milhões para o filme.
JáMichael Keaton (‘Birdman’) não está mais em negociações com a Marvel para viver o vilão Abutre, um dos mais antigos inimigos do Aranha.
A produção vai mostrar o jovem Peter Parker (Tom Holland) em seu primeiro ano do colegial, e terá o Abutre como vilão.
‘Homecoming‘ faz referência às HQs do Homem-Aranha lançadas na década de 1980, que conta com participações especiais do Homem de Ferro e do Capitão América. O título também faz uma alusão à parceria entre a Sony Pictures e a Marvel, com o personagem “De Volta Para Casa” nas telonas.
A Warner e a Entertainment Weekly liberaram a nova imagem de ‘LEGOBatman – O Filme‘.
Confira, com os primeiros trailers:
Will Arnett voltará a dublar o Batman, Michael Cera (‘Superbad – É Hoje’) dubla Robin e Zach Galifianakis (‘Se Beber, Não Case!’) empresta a voz para o vilão Coringa. Ralph Fiennes (‘Harry Potter e o Enigma do Príncipe’) será o mordomo Alfred.
A cantoraMariah Careyvai dublar a prefeita de Gotham na animação.
‘LEGOBatman: O Filme’ chegará aos cinemas em 26 de maio de 2017. ‘Uma Aventura LEGO 2‘ será lançado em 25 de maio de 2018.
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