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‘Kevin Can F**k Himself’: Série com atriz de ‘Schitt’s Creek’ ganha nova imagem; Confira!

A nova série que mistura drama com sátira, ‘Kevin Can F**k Himself‘ ganhou uma nova imagem oficial, divulgada com exclusividade pela revista EW.

A produção pertence à emissora AMC e é estrelada Annie Murphy, mais conhecida por protagonizar a aclamada série ‘Schitt’s Creek‘.

Confira a imagem:

Kevin Can F*** Himself
Annie Murphy as Allison, Eric Petersen as Kevin

A nova comédia dramática visa fazer uma crítica social, mostrando que as esposas de sitcoms são muito mais do que caricaturas irritantes ou tiradas cômicas de pouca importância. A série trará uma perspectiva mais sombria e densa, regada por um humor bem pesado.

Confira o primeiro trailer:

Na trama, Murphy interpreta Allison, a submissa esposa do escandaloso Kevin McRoberts (Erc Petersen), que começa a se libertar do molde de dona de casa impecável e perfeita e sairá em uma nova jornada de autodescoberta, que não envolva o seu marido.

Kevin Can F**k Himself‘ foi criada por Valerie Armstrong e conta com a produção executiva da atriz Rashida Jones.

A produção estreia no dia 13 de junho na AMC+, nos Estados Unidos.

 

‘007’: Produtores de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ e ‘Harry Potter’ vão assumir franquia junto à Amazon

Agora é oficial, os produtores Amy Pascal e David Heyman vão assumir a franquia de James Bond junto à Amazon MGM. A informação foi confirmada pelo The Hollywood Reporter.

A dupla foi escolhida para conduzir o novo filme de Bond, o primeiro a ser produzido por alguém de fora da família Broccoli.

Pascal produzirá o filme pela Pascal Pictures, com Heyman produzindo pela Heyday Films.

A decisão vem logo após a Amazon MGM encerrar o acordo com Barbara Broccoli e Michael G. Wilson, os produtores cuja família produz os filmes de 007 desde a década de 60.

Amy Pascal é conhecida por ter sido uma das principais produtoras da mais recente trilogia do ‘Homem-Aranha‘ (estrelada por Tom Holland), bem como dos sucessos ‘Rivais‘, ‘Adoráveis Mulheres‘ e ‘A Grande Jogada‘.

David Heyman possui em seu currículo a franquia de ‘Harry Potter‘, ‘Paddington‘ e os indicados ao Oscar ‘Era uma Vez em…Hollywood‘ e ‘História de um Casamento‘ – todos como produtor.

No anúncio oficial, a empresa destacou o histórico de sucesso de Pascal e Heyman em Hollywood. Na ocasião, Courtenay Valenti, chefe de Cinema do Amazon MGM Studios, ponderou sobre o compromisso de honrar o legado de Bond, à medida em que constrói seu novo futuro:

“Estamos abordando cada decisão criativa com James Bond, que Barbara Broccoli e Michael G. Wilson conduziram com tanta maestria, com o maior senso de responsabilidade. Parte de um grupo de elite de produtores que desenvolveram e administraram grandes franquias cinematográficas para o sucesso de bilheteria e aclamação da crítica, Amy Pascal e David Heyman são dois dos produtores de cinema mais talentosos, experientes e respeitados em nossa indústria”.

Por meio de uma declaração conjunta, Pascal e Heyman comemoram o novo acordo firmado:

James Bond é um dos personagens mais icônicos da história do cinema. Estamos honrados em seguir os passos de Barbara Broccoli e Michael Wilson, que fizeram tantos filmes extraordinários, e animados em manter o espírito de Bond muito vivo – enquanto ele embarca em sua próxima aventura”. 

O filme mais recente da saga, ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, marcou a despedida de Daniel Craig do papel titular. Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou US$ 774.1 milhões nas bilheterias mundiais.

Relançamento de ‘O Silêncio dos Inocentes’ em 4K ganha trailer belíssimo; ASSISTA!

O único filme do gênero a levar a estatueta de Melhor Filme no Oscar foi restaurado e será relançado em 4K nos cinemas do Reino Unido.

O Silêncio dos Inocentes, dirigido por Jonathan Demme e estrelado por Jodie Foster e Anthony Hopkins, foi lançado em 1991. O relançamento acontece à partir de 03 de Novembro. Não há informações sobre se também ganhará sessões no Brasil.

Assista ao belo trailer remasterizado do relançamento:

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ foi o filme mais lucrativo de 2017

Apesar de 2017 ter sido um ano ótimo para o cinema, com muitos lançamentos milionários, parece que quem reinou mesmo foi Star Wars: Os Últimos Jedi que, de acordo com o Deadline, foi o filme mais rentável do ano, fazendo mais de US$ 578 milhões de lucro direto.

Para comparar, ‘Rogue One: Uma História Star Wars fez US$ 319 milhões de lucro direto em 2016, enquanto Star Wars: O Despertar da Força’ conseguiu US$ 580 milhões em 2015.

Um feito curioso, afinal Os Últimos Jedi fez cerca de US$ 700 milhões a menos que o seu antecessor na bilheteria mundial.

Veja também algumas novas imagens que mostram cenas deletadas do filme:

Veja também um novo vídeo dos bastidores mostrando a transformação de Andy Serkis no Supremo Líder Snoke:

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’: Vídeo reúne todos os easter eggs do filme; Vem ver!

Descubra onde está o capacete de Darth Vader em ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’

‘Creed II’: Michael B. Jordan e Stallone prontos para o combate em novas fotos

A sequência ‘Creed II‘ ganhou belas imagens divulgadas pelo site Fandango, que traz o astro Michael B. Jordan ao lado de Sly Stallone, prontos para o combate.

Confira:

“A vida se tornou um ato de equilíbrio para Adonis Creed. Entre as obrigações pessoais e os treinos para sua próxima luta, ele está contra o grande desafio da sua vida. Enfrentar um oponente que tem ligações com o passado da sua família intensifica a batalha iminente no ringue. Rocky Balboa está ao lado durante tudo isso e, juntos, Rocky e Adonis confrontarão seu legado compartilhado, questionaram pelo que vale a pena lutar e descobrirão que nada é mais importante do que a família. Creed II é sobre voltar ao princípio para redescobrir o que o tornou um campeão em primeiro lugar e lembrar que, não importa aonde você vá, você não pode escapar do que você é”

Creed – Nascido para Lutar‘ já arrecadou mais de US$ 100 milhões somente nos EUA.

Com direção de Steven Caple Jr. (‘Class’), o longa tem estreia marcada para 21 de novembro de 2018.

Mostra SP | Não perca a chance de ver ‘O Vidreiro’ na Mostra

A Mostra SP está acontecendo em São Paulo e uma das principais oportunidades que essa edição traz é o filme O Vidreiro (The Glassworker). Essa animação não vem sendo muito comentada no Brasil, mas é um projeto realmente grandioso.

Ele estreou internacionalmente no Festival Internacional de Animação de Annecy, na França, e vem repercutindo positivamente lá fora. Confira o trailer!

O longa chama atenção por ter a estética das animações japonesas, mas é, na verdade, um filme feito no Paquistão. É a primeira animação 2D feita 100% à mão no Paquistão. Mais do que isso, o longa foi tão bem avaliado internamente que foi escolhido para ser o representante oficial do país na corrida pelo Oscar 2025.

Isso significa que, caso sejam eleitos, o público poderá ver um embate entre O Vidreiro e Ainda Estou Aqui, por exemplo.

Crianças observam estante de esculturas em loja.

Inspirado nos filmes do Studio Ghibli, o longa tem direção de Usman Riaz e demorou cerca de uma década para ser concluído. Em entrevista ao Collider, ele afirmou que teve muitas dificuldades na realização do longa, mas que se sente orgulhoso de ter concluído o projeto.

“Ninguém jamais tentou fazer um filme de animação desenhado à mão no Paquistão por um bom motivo: porque é impossível”, disse.

De acordo com a sinopse, Vincent é um jovem talentoso que comanda, com o pai, a melhor oficina de vidro do país. A vida dos dois se transforma por causa de uma guerra que se aproxima e da qual eles não querem fazer parte. A chegada à cidade de um coronel do Exército e da jovem Alliz, aspirante a violinista e filha do militar, modifica a rotina do local e testa a relação entre pai e filho. O amor que se desenvolve entre Vincent e Alliz é constantemente desafiado pelas visões de mundo divergentes das respectivas figuras paternas.

Jovens sentados na praia ao pôr do sol

Por ser um filme bastante nichado, não há previsão de estreia no Brasil. Então, a Mostra SP traz oportunidades que podem ser únicas de assistir um filme histórico para o Paquistão e que tem o potencial para ser realmente uma obra-prima.

Ainda restam três sessões no evento. Elas acontecem nos dias 19, 22 e 23 de outubro. Os ingressos e horários estão disponíveis no site da Mostra.

Crítica | Força Bruta: Sem Saída – Comédia, Ação e Pancadaria em ÓTIMO Filme Sul-Coreano

As décadas de 1970 a 1990 foram o grande auge do cinema de ação. Os maiores nomes que produziram na indústria desse gênero cinematográfico vieram dessa época: Bruce Lee, Steven Seagal, Bruce Willis, Chuck Norris, Sylvester Stallone, Arnold Schwarzenegger e por aí vai. Nomes que inspiram muitos atores e diretores que hoje fazem filmes de ação com uma essência em comum: a pancadaria rolando solta. E é exatamente nessa pegada que chega aos cinemas essa semana o filme de ação sul-coreano ‘Força Bruta: Sem Saída’.

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Ma Suk-Do (Ma Dong-seok, de ‘Eternos’, da Marvel) é um investigador policial fora do comum. É que suas técnicas envolvem muito mais a força bruta do que interrogatórios. Quando, um dia, ele é chamado para investigar uma morte suspeita de assassinato de uma jovem acompanhante, o desenrolar da trama irá acabar levando a ele e à sua equipe a um caminho totalmente inesperado, envolvendo grandes nomes não só do submundo do crime na Coreia do Sul, mas também a uma rede internacional de tráfico, o que exigirá que Ma Suk-Do e sua equipe tenham que correr contra o tempo para impedir que qualquer suspeito escape do país.

O mais legal em ‘Força Bruta: Sem Saída’ é a vibe policial anos 80/90 que a franquia resgata, colocando um protagonista bem brucutu que busca sempre resolver as coisas no soco – ou melhor, no bom e velho tapa na cara de mão cheia – em vez de fazer uso dos métodos convencionais. É claro que vez ou outra isso acaba escorregando nos procedimentos comuns de uma delegacia de polícia, e é justamente esse conflito ético que faz com que o protagonista seja tão cativante, afinal, todo espectador conseguirá perdoá-lo por acabar optando pelos caminhos mais rápidos de se resolver a coisa (ou seja, na mão) do que ficar esperando a burocracia da polícia.

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Mas não só de ação vive o ‘Força Bruta: Sem Saída’. O filme de Lee Sang-yong traz bastante humor, que é inserido nos momentos-chave do longa com uma sutileza de um hipopótamo. Uma vez que o protagonista é esse brucutu com coração, é nos momentos mais inesperados que algum diálogo ou ação surreal acontece e que acaba pegando a gente de surpresa – e é a surpresa que promove o riso no espectador. Por exemplo, quando Ma Suk-Do está enfrentando um vilão no soco, e vira para o cara e diz “você vai precisar de um advogado”, e aí ele literalmente fecha o punho, olha para o punho, olha para o vilão e diz “seu advogado chegou”. Isso é hilário, e mérito não só do roteiro de Kim Min-Sung, como também da tradução, por manter o humor nos diálogos em português.

Com literalmente cenas de ação do início ao fim das uma hora e quarenta de filme, ‘Força Bruta: Sem Saída’ é um filme imperdível não só para quem é fã do cinema de ação, mas para todo mundo que curte um bom filme. Tem aquela vibe de ‘Um Tira da Pesada’, com direito a pós-créditos engraçado que dá o link para a continuação da franquia. E, pelo jeitão, é uma franquia que daria muito certo aqui no Brasil.

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‘Bond 25’: Filme ganha novo título de produção

A próxima iteração da saga 007 passou por alguns obstáculos desde seu anúncio e, por enquanto, está sendo referido como Bond 25Lupita Nyong’o, ao que tudo indica, não está mais sendo considerada como a próxima Bond-girl, a data de estreia do filme foi adiada novamente e o roteiro está passando por reescrita.

Mesmo que muito esteja acontecendo, ao menos o site Production Weekly conseguiu nos revelar o novo título de produção para as aguardadas aventuras de James Bond. Segundo o site, a continuação ficará conhecida como Eclipse – e tudo indica que esse também será o título oficial da obra.

Ao menos 500 pessoas vão trabalhar nessa filmagem em específico.

As gravações começam dia 06 de abril nos estúdios Pinewood, Londres.

Antes previsto para estrear em 14 de fevereiro de 2020, o filme agora chega apenas em 8 de abril de 2020. Dois meses de atraso para dar tempo de finalizar a pós-produção do problemático filme.

Vindos de ‘007 Contra Spectre‘, teremos a volta de Lea Seydoux, Ralph Fiennes Naomie Harris.

Cary Joji Fukunagade ‘Beasts of No Nation‘, dirige.

A Annapurna ficará a cargo dos direitos de distribuição do filme nos EUA, ao lado da MGM. Já a Universal Pictures fica como a detentora dos diretos internacionais.

‘Ford Vs Ferrari’: Christian Bale e Matt Damon na nova cena divulgada do longa; Confira!

A Fox Film divulgou uma nova cena oficial do longa baseado em fatos reais ‘Ford Vs Ferrari’.

Confira:

Ford Vs Ferrari‘, é estrelado por Christian Bale (‘Vice’) e Matt Damon (‘Perdido em Marte’), com direção de James Mangold (‘Logan’).

Confira o trailer completo:

Os vencedores do Oscar®, Matt Damon e Christian Bale estrelam ‘Ford Vs Ferrari‘, a incrível história real do visionário designer automotivo americano Carroll Shelby (Damon) e do destemido piloto britânico Ken Miles (Bale). Juntos, eles lutaram contra o domínio corporativo, as leis da física e seus próprios demônios pessoais para construir um carro de corrida revolucionário para a Ford Motor Company, assumir o controle das pistas e derrotar os carros dominantes de Enzo Ferrari, nas 24 Horas de Le Mans, na França em 1966.

O longa estreia em 15 de novembro nos EUA.

Opinião | ‘One World’ e o poder incomparável de Lady Gaga

Em 2008, a indústria fonográfica ganhava um novo e ressonante capítulo com a insurgência astronômica de Lady Gaga, alter-ego recheado de referências da jovem Stefani Joanne Angelina Germanotta. Com o lançamento de The Fame, seu álbum de estreia que até hoje carrega o título de um dos melhores débuts da História da música, a artista mostrou-se versátil ao ponto de recuperar as glórias do início do século do pop ao mesmo tempo que reinventava-se – aspecto que seria apenas confirmado em pouco mais de uma década de carreira, cinco CDs solos, uma colaboração ao lado do lendário Tony Bennett e uma trilha sonora que viria a se tornar a mais premiada de todos os tempos.

Ao longo do denso The Fame Monster’, do político Born This Way, do subestimado ‘ARTPOP’, do intimista Joannee das irretocáveis rendições de ‘Nasce Uma Estrela’, Gaga viria a levar para casa nada menos que 11 estatuetas do Grammy – além de um Oscar, dois Globos de Ouro, um BAFTA e centenas de outros prêmios que a colocariam como a segunda artista viva mais laureada (perdendo apenas para outra lenda da música, a nossa sempre impecável Beyoncé). Mas a estonteante vida da performer, que a cada ano abre um novo capítulo e nos entrega algo inesperado, não é apenas pautada em condecorações máximas do mundo da música e da atuação: ela, assim como tantos outros que vieram antes, sempre destinou grande parte de sua existência para ajudar os outros através de dezenas de atividades filantrópicas – que confirmaram-se mais uma vez em 2020 com a curadoria do One World: Together at Home.

Desde o sucesso que Gaga fizera com o remake de ‘Nasce Uma Estrela’, seus fãs (apelidados carinhosamente de little monsters) clamavam pelo retorno da popstar ao mundo da música – com ênfase no gênero pop, que já vinha deixando de lado desde 2014 para explorar outras vertentes de suas múltiplas máscaras artísticas. Não foi até o começo deste ano que “Stupid Love”, single de seu próximo álbum, viria a causar comoção entre os ouvintes – mas a alegria duraria pouco: mesmo com uma estreia sólida nos charts (conquistando o 5º lugar da Hot 100 da Billboard apesar de ter vazado um mês antes do lançamento oficial), a cantora e compositora parecia não investir muitos esforços para que a música continuasse nas paradas internacionais ou nas rádios. E o motivo seria explicado poucas semanas depois.

Em meio à pandemia sem precedentes do novo coronavírus (COVID-19), a Gaga perceberia que seu lado filantrópico e empático precisava ser colocado em ação de novo: afastando-se das mídias, ela conseguiu reunir esforços inenarráveis para dar vida a um evento musical que talvez tenha ultrapassado as expectativas de qualquer um. O ‘One World’, como ficou conhecido o supracitado “festival”, foi transmitido na noite de ontem através de diversos canais estadunidenses e brasileiros, começando às 15h (horário de Brasília) e estendendo-se até as 23h, trazendo uma mistura extremamente equilibrada de novos e clássicos talentos da esfera do entretenimento, além de unir o mundo mais uma vez em uma luta pela saúde que trouxe comentários de especialistas da área da saúde e de grandes líderes globais.

Ao longo de oito horas, nomes como Charlie Puth, Jessie J, Adam Lambert, Ellie Goulding, Jess Glynne e Annie Lennox aceitaram o convite de Gaga para participarem dos pré-shows, pequenos vídeos pré-gravados que seriam transmitidos ao longo do dia com clássicos originais ou rendições espetaculares em homenagem aos profissionais que estão na linha de frente para impedir que o vírus nos ataque. Jennifer Hudson faria uma memorável (sem trocadilhos intencionais) apresentação de “Memory”, dando uma pausa antes de voltar com “Hallelujah”; Andra Day abriria as performances com a emocionante e impecável “Rise Up” (um hino necessário para os dias que enfrentamos).

Mais à noite, o show principal ocorreria: a curadora e organizadora do evento nos encantaria com sua voz e com uma releitura de “Smile”, de Nat King Cole. Os Rolling Stones se reuniriam cada um em sua casa para uma apresentação tão exuberante quanto seus concertos ao vivo; Billie Eilish e Finneas sairiam de uma vitória espetacular do Grammy Awards para a acústica versão de “Sunny”; Taylor Swift cantaria uma de suas iterações, “Soon You’ll Get Better”; e, para fechar com chave de ouro, Gaga se reuniria na vindoura colaboração com Céline Dion, John Legend, Andrea Bocelli e Lang Lang em “The Prayer”, música que já vinha sendo promovida como uma das melhores dos últimos anos desde 2019.

Entretanto, se os nomes supracitados já nos tiraram o fôlego, nada poderia nos preparar para os solilóquios de esperança e de militância trazidos em uma reflexiva retórica por convidados imprescindíveis: Matthew McConaughey, Danai Gurira, Don Cheadle, Queen-B, Samuel L. Jackson, Oprah Winfrey, Bill Gates e até mesmo uma colaboração inesperada e chocante de Michelle Obama e Laura Bush, duas ex-primeiras damas dos Estados Unidos que sucederiam comentários de outros influentes nomes da política, da saúde, da economia e da sociedade. Tudo isso feito com o apoio da OMS, da Global Citizen, e supervisionado por Lady Gaga.

E por que exatamente falamos disso?

Desde sua ascensão à fama, a performer nunca deixou de apoiar minorias sociais, destinando grande parte de seu lucro e de suas músicas para a comunidade LGBTQ+. Em 2011, fundou a Born This Way Foundation ao lado da mãe, Cynthia Germanotta. Estabelecida na Universidade de Harvard e nomeada a partir de seu álbum lançado no mesmo ano, essa organização não-lucrativa visa à inspiração dos mais jovens e à construção de um mundo melhor, principalmente àqueles que foram expulsos ou fugiram de casa ao se assumirem. Partindo dos princípios de coragem, gentileza e apoio, suas campanhas surtem efeito até hoje e contribuem para prospectos mais sólidos a todo mundo. Um ano atrás, Gaga diria que não poderia participar da regravação de “We Are the World”, single de caridade em apoio ao terremoto que devastou Haiti e deixou milhares de mortos; pouco depois, destinaria os lucros de seu show em Nova York para ajudar a reacender a chama de esperança aos necessitados.

Em 2019, ela entregaria um histórico discurso durante a celebração dos 50 anos de Stonewall, agradecendo aos mais velhos por se imporem em busca de um futuro melhor. Nove anos antes, faria declarações polêmicas condenando a política do Don’t Ask, Don’t Tell, expondo as falcatruas da esfera militar norte-americana e condenando a homofobia que se escondia nos quartéis. Neste ano, pouco antes de anunciar a espetacular live que pararia o mundo mais uma vez, Gaga realizaria diversas reuniões virtuais com empresas multi-bilionárias para arrecadar US$35 milhões para auxiliar no combate ao coronavírus.

E, se você pensava que os esforços já haviam acabado, os shows que organizou meticulosamente para nos manter entretidos e agradecer aos soldados da linha de frente das pesquisas científicas e dos que lutam para salvar centenas de vida por dia culminaram em uma receita de quase US$128 milhões para auxiliar os trabalhadores.

Em meio a solilóquios e ações vazias, Lady Gaga provou mais uma vez que seu legado e sua influência são maiores do que muitos lhe dão crédito – e, sem a menor sombra de dúvida, mostra ser a pessoa mais poderosa do mundo por uma série de razões explicadas nos parágrafos acima. Entretanto, isso não é o principal: o principal é que esse poder imensurável é sempre destinado para o bem e, como sempre defendeu, para o trilhamento de um futuro mais colorido, empático e ensolarado.

Illyana Rasputin é destaque no novo teaser de ‘Os Novos Mutantes’

20th Century Studios divulgou um novo vídeo promocional de Os Novos Mutantes, apresentando Anya-Taylor Joy como Illyana Rasputin/Magik.

Confira:

O filme chega aos cinemas nacionais em 10 de setembro.

Neste tenebroso filme recheado de ação e baseado nos quadrinhos da Marvel, cinco jovens que demonstram ter poderes especiais são levados a uma instituição secreta para passar em tratamentos que podem curá-los dos perigos de suas habilidades. Fazendo parte desse grupo estão Danielle Moonstar/Miragem, que cria ilusões a partir do medo de outras pessoas; Rahne Sinclair, que se transforma na lobisomem Lupina; Sam Guthrie, que, como o Míssil, pode voar em velocidades incríveis enquanto é protegido por um campo de força; Roberto da Costa/Mancha Solar, que absorve e canalizar poder solar; e Illyana Rasputin/Magik, irmã mais nova de Colosso que se transforma em uma armadura humana por conta própria e carrega uma espada de almas que amplifica suas habilidades sobre-humanas e psíquicas.

A convite da Dra. Cecilia Reyes para compartilhar as histórias de quando seus poderes primeiro se manifestaram, os cinco “pacientes” começam a entender que fazem parte de um grupo de pessoas conhecido como mutantes, que foram historicamente marginalizados e temidos. Conforme revivem suas origens, as memórias começam a se tornar realidade. Logo, eles começam a questionar o que é real ou não, e fica claro que a instituição não é o que parece. Agora a questão é: por que estão sendo mantidos em cativeiro? E quem está tentando destruí-los? A tensão e o terror regem essa aventura arrepiante dirigida por Josh Boone e co-escrita por Boone e Knate Lee.

O longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.

A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

Crítica | Alicia Keys adota um tom confessional e reflexivo em ‘The Diary of Alicia Keys’

Seguir os passos de Songs in A Minor seria um trabalho bastante complicado – mas não para Alicia Keys. Depois de seu estrondoso début com um dos melhores álbuns da década de 2000, a cantora e compositora estava pronta para mergulhar em uma nova aventura, dessa vez adotando um tom mais confessional do que suas investidas anteriores, encontrando sucesso em explorações à la soup-chicken-for-the-soul. As declamações, outrora restritas a relacionamento românticos, amadureceram para reflexivos versos sobre a vida e sobre aqueles que se vão – além de, mais uma vez, abrir portas para o crescimento do neo-soul como um gênero mainstream. Foi a partir daí que surgiu um de seus álbuns mais famosos, o memorável ‘The Diary of Alicia Keys.

Levando a sintaxe do título à risca, Keys transformou uma longa jornada fonográfica, composta por quinze músicas e quase uma hora de duração, em um diário bastante pessoal e íntimo, fruto de suas experiências de um assertivo crescimento em meio a traumas e a eventos infelizes – incluindo a morte precoce de Aaliyah, que veio a influenciar a composição da faixa mais conhecida do CD, “If I Ain’t Got You”. Talvez o único problema, por falta de outro termo, provenha da necessidade de manter uma narrativa já contada em voga, criando uma espécie de continuidade em relação à obra de estreia e, por essa razão, esquecendo-se de investir em construções originais. Não se enganem: as faixas insurgem do âmago de uma performer que merece ser ouvida e, por essa razão, são poderosas do começo ao fim – mas é inegável sentir uma consonância tremenda com o que já havia nos apresentado dois anos antes.

A própria estrutura do álbum é dotada de semelhanças com ‘A Minor’: a primeira faixa demonstra, mais uma vez, a habilidade de Keys com o piano, construindo uma breve e mística introdução que mistura elementos orquestrais com a revitalização do R&B e dos impactantes beatdrops, dando as cartas do jogo que serão mostradas mais tarde. “Harlem’s Nocturne” faz uma ode à vida boêmia e misteriosa de um dos bairros mais conhecidos de Nova York, contrapondo-se e, ao mesmo tempo, unindo-se à apresentação mais sensorial de “Piano & I”. Pouco depois, a artista resolve fazer homenagem à sensualidade das girl groups dos anos 1990 e 2000 com “Karma”, cuja categórica declaração nos relembra de atos como o subestimado Mis-teeq.

Há um senso estético de profundo charme nas iterações que Alicia se dispõe a produzir e a escrever, tomando as rédeas de basicamente todo o processo criativo. Cada elemento é empolgante, dissonante do melhor jeito possível, e envolvente através de uma elegância saudosista e narcótica que viria a influenciar diversos nomes – incluindo Adele e Amy Winehouse com seus resgates mnemônicos do auge do soul e do blues. Os empolgantes interlúdios, “Feeling U, Feeling Me” e “Nobody Not Really”, atravessam a esfera cinemática e constroem narrativas sinestésicas que unem o melhor dos dois mundos em um breve escopo – fruto de uma imaginação irrefreável que sabe como se manter ávida em mundo movido pela rapidez.

A cantora sabe como tirar seu tempo para cautelosamente arquitetar dimensões novas e que a colocam numa exclusividade atemporal impecável e apaixonante. De fato, esse proposital anacronismo (que não deve ser entendido como antiquado, e sim como para além da cronologia humana) é a força-motriz de diversas tracks, ainda mais quando resolve homenagear Dionne Warwick e Gladys Knight com o mash-up “If I Was Your Woman/Walk On My”, retomando a arte dos anos 1960 e 1970 com infusões modernas do R&B e do hip-hop (dois gêneros que já haviam se tornado marca registrada de sua discografia). As consagrações permanecem na noventista “Slow Down” que, movida pelo piano, Alicia cria uma montanha-russa de experimentalismos que seguem caminhos inesperados e com vida própria; “Samsonite Man” a leva ainda mais longe, em uma trama sobre um relacionamento que não mais funciona.

Keys faz algumas escolhas ousadas no tocante a termos – certas investidas que fogem do lirismo a que estamos acostumados, motivo pelo qual podemos achar estranho parte das rendições. Mas, enquanto ela pode pecar na lapidação de algumas arestas pungentes, nos envolve pela potência ilimitada de seus vocais e pelas fabulescas e circenses acrobacias que funde em cada música; “You Don’t Know My Name” é a iteração que mais exemplifica a dificuldade em se cantar as obras da performer, pela intricada progressão e pela duração de mais de seis minutos (algo normal, considerando as epopeias digressivas de sua obra anterior.

Na supracitada “If I Ain’t Got You” e em “Diary”, faixas que coerentemente se isolam na primeira metade do álbum, Alicia Keys encontra espaço de sobra para falar sobre seu tema principal, resumido no chamativo carpe diem. “Algumas pessoas vivem pela fortuna; algumas, pela fama”, são os versos que clarificam o que precisamos buscar para ser feliz, algo que foge do materialismo exacerbado da sociedade contemporânea e que se isola em um plano intangível e metafísico – amizades, amor, espiritualidade, esperança… Não importa como você o entenda, ‘The Diary of Alicia Keys é uma produção que conversa com todos e que nos dá respostas mesmo quando não acreditamos precisar delas.

Nota por faixa:

  1. Harlem’s Nocturne – 5/5
  2. Karma – 4/5
  3. Heatburn – 4/5
  4. If I Was Your Woman/Walk on By – 4/5
  5. You Don’t Know My Name – 4/5
  6. If I Ain’t Got You – 5/5
  7. Diary (feat. Tony! Toni! Toné!, Jermaine Paul) – 4,5/5
  8. Dragon Days – 4/5
  9. Wake Up – 4,5/5
  10. So Simple (feay. Lellow) – 4,5/5
  11. When You Really Love Someone – 5/5
  12. Feeling U, Feeling Me – 5/5
  13. Slow Down – 5/5
  14. Samsonite Man – 5/5
  15. Nobody Not Really – 4,5/5

‘House of the Dragon’ é ‘espetacular’, diz chefe de conteúdo da HBO

Em uma recente entrevista à Variety, o chefe de conteúdo da HBO e da HBO MaxCasey Bloys, revelou alguns detalhes sobre House of the Dragon, aguardada série derivada de Game of Thrones.

Além de ter confirmado que o spin-off é o único em desenvolvimento na emissora, Bloys também disse que a produção tem ganhado constante aclame pelos executivos. Ele também disse que David BenioffD.B. Weiss, criadores da série original, não tiveram qualquer envolvimento com House of the Dragon.

“A série é espetacular. O elenco está incrível”, ele disse.

Confira as primeiras imagens abaixo:

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; e Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado.

A história de ‘House of the Dragon‘ se passa 300 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘, e seguirá os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

Dez episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A Guerra dos Tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

‘Cowboy Bebop’: Depois do trailer, confira o novo cartaz incrível da série live-action da Netflix

Depois do trailer, a Netflix divulgou um novo e incrível cartaz da aguardada série live-action Cowboy Bebop.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 19 de novembro.

A adaptação é fruto de uma parceria entre a Netflix e a Tomorrow Studios e terá 10 episódios em sua primeira temporada.

O elenco conta com John Cho, Mustafa Shakir, Daniella Pineda, Elena Satine e Alex Hassell.

Andre Nemec, Josh Appelbaum, Jeff Pinkner, e Scott Rosenberg são os produtores executivos. O diretor da produção original, Shinichiro Watanabe, atuará como consultor.

Com toques de filosofia, diálogos profundos e psicológicos, o anime ‘Cowboy Bepop’ traz a história de um grupo de caçadores de recompensa que viaja em uma nave intitulada Bepop. E, à medida que eles procuram trabalho, as conversas vão se tornando ainda mais interessantes e reflexivas.

‘Águas Profundas’: Suspense erótico com Ben Affleck e Ana de Armas estreia no Prime Video!

O suspense erótico ‘Águas Profundas’, estrelado por Ana de ArmasBen Affleck, já está disponível no Prime Video.

O filme foi lançado hoje, 18 de março, na plataforma de streaming.

Na trama, “Vic e Melinda Van Allen são um jovem casal atraente, cujos jogos mentais sofrem uma reviravolta quando as pessoas ao seu redor começam a aparecer mortas. O casal evita o divórcio em um casamento sem amor, permitindo que cada um tenha seus próprios amantes, mas tudo fica conturbado quando a fachada da vida suburbana americana é exposta”.

Crítica | ‘Águas Profundas’, suspense erótico com Ben Affleck e Ana de Armas, se afoga na própria presunção

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

 

O longa é baseado no livro homônimo escrito por Patricia Highsmith e é o primeiro filme do diretor Adrian Lyne em quase duas décadas. Uma das suas produções mais famosas é ‘Atração Fatal‘.

O elenco ainda conta com Tracy LettsRachel BlanchardDash MihokJacob ElordiKristen Connolly, Jade Fernandez e Lil Rel Howety.

‘A Escola Amaldiçoada’: Série de terror antológica já está disponível na Netflix!

A série de terror antológica ‘A Escola Amaldiçoada‘ já está disponível na Netflix.

A produção será lançada na plataforma de streaming hoje, 10 de agosto.

A série traz oito histórias aterrorizantes baseadas em quadrinhos: uma garota que comete suicídio; uma biblioteca assombrada; comida da cantina feita com carne humana; um fantasma de cabeça; um cômodo infestado por um demônio; um demônio vingativo em um prédio abandonado; e uma classe que apenas alunos mortos assistem.

Prepare-se para um novo tipo de terror. Durante o dia, a escola pertence aos estudantes. Mas, à noite, é uma história completamente diferente.

Relembre o trailer:

A produção contará com os diretores: James Thanadol Nuansut, Tum Putipong Saisikaew, Songsak Mongkolthong e Mike Phontharis Chotkijsadarsopon.

The Weeknd lança clipe oficial de “Nothing Is Lost (You Give Me Strength)”, música-tema de ‘Avatar: O Caminho da Água’

O icônico cantor e compositor The Weeknd lançou recentemente o videoclipe oficial “Nothing Is Lost (You Give Me Strength)”, música-tema de Avatar: O Caminho da Água’.

A faixa já está disponível em todas as plataformas de streaming.

Confira:

Lembrando que o filme continua em exibição nos cinemas nacionais.

O corte final da sequência tem 3 horas e 10 minutos, sendo 28 minutos mais longo que o primeiro filme.

O primeiro capítulo de Avatar teve nada menos que 162 minutos de duração (isso é, quase duas horas e quarenta minutos) – e o cineasta já havia adiantado que quer ir além na sequência.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água‘ começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Nick Fury é destaque no novo teaser OFICIAL de ‘Invasão Secreta’; Confira!

Disney+ divulgou um novo teaser oficial de ‘Invasão Secreta’, nova série do MCU estrelada por Samuel L. Jackson como Nick Fury.

Lembrando que a produção chega ao catálogo da plataforma de streaming em 21 de junho.

Confira:

Com somente dois episódios exibidos para a crítica especializada, a série detém marca negativa para Marvel Studios no Rotten Tomatoes.

A produção está atualmente com uma porcentagem de aprovação de 66% baseada em 55 críticas.

Isso coloca ‘Invasão Secreta‘ como a produção menos bem avaliada do Universo Cinematográfico Marvel até o momento.

Anteriormente, o título de menor aprovação pertencia a ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, que detinha uma avaliação de 80%. Agora, a nova série protagonizada por Samuel L. Jackson e Emilia Clarke superou essa marca negativa.

É importante destacar que as avaliações podem evoluir ao longo do tempo, uma vez que mais episódios são disponibilizados e novas críticas são feitas. No entanto, o resultado inicial de indica uma recepção morna por parte da crítica, o que contrasta com o histórico de sucesso do MCU no site.

Confira algumas avaliações:

“‘Invasão Secreta’ mostra-se tão morna quanto parada.” – IndieWare

Samuel L. Jackson parece tão farto da fórmula da Marvel assim como uma parte crescente do público.” – Daily Telegraph (UK).

“É divertido o suficiente. Afinal, esta é uma série da Marvel, o que significa que é um caso liso e polido que traz diversos Easter Eggs para os fãs saborearem.” – London Evening Standard

“Como um dos projetos mais maduros do MCU até hoje, ‘Invasão Secreta’ é um drama tenso e fascinante que presenteia seus atores com material de peso e encoraja seu público a olhar além do brilho do super-heroísmo.” – Empire

“No geral, ‘Invasão Secreta’ tem ideias que se contentam em provocar um ritmo que um filme da Marvel pode não permitir.” – Variety.

“Na maior parte, ‘Invasão Secreta’ é mais sombrio e até monótono do que se poderia esperar.” – The Hollywood Reporter

Além de Jackson e Ben Mendelsohn, a trama também conta com James Rhodes (Don Cheadle), Sonya Falsworth (Olivia Colman), G’iah (Emilia Clarke), Gravik (Kisngsley Ben-Adir), Maria Hill (Cobie Smulders), Everett Ross (Martin Freeman) e os misteriosos personagens de Carmen Ejogo e Killian Scott.

 

Drama CRIMINAL com Jenna Ortega e Tommy Lee Jones ganha trailer legendado; Confira!

Paramount+ Brasil divulgou recentemente o trailer legendado de Finestkind, drama criminal que traz Jenna Ortega (‘Wandinha’) e Tommy Lee Jones (‘Ad Astra’) ao elenco.

Além disso, foi revelado que o longa-metragem chega à plataforma de streaming no dia 16 de dezembro, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos.

Confira:

O filme é escrito e dirigido por Brian Helgeland.

Finestkind’ conta a história de dois irmãos (Ben Foster e Toby Wallace), criados em mundos diferentes, que se reencontram quando adultos durante um verão fatídico. Tendo como pano de fundo a pesca comercial, a história assume riscos primordiais quando circunstâncias desesperadoras forçam os irmãos a fechar um acordo com uma violenta gangue criminosa de Boston. Ao longo do caminho, uma jovem (Ortega) se vê perigosamente pega no meio. Sacrifícios devem ser feitos e os laços entre irmãos, amigos, amantes e um pai (Jones) e seu filho são postos à prova.

Tim DalyClayne CrawfordAaron StanfordScotty TovarLolita DavidovichMeghan LeathersIsmael Cruz CórdovaFernanda Andrade e outros completam o elenco.

Chefe da Marvel dá atualização sobre o projeto em live-action focado em Nova

Em uma recente entrevista ao Screen Rant, o chefe de TV, streaming e animação da Marvel StudiosBrad Winderbaum, foi questionado sobre o vindouro projeto em live-action focado no icônico personagem Nova, que fará parte da 5ª fase do MCU.

Para aqueles que não conhecem, o herói – que é alter-ego de Richard Rider – apareceu em diversos quadrinhos da Marvel Comics e faz parte de um grupo policial intergaláctico conhecido como Nova Corps, tendo habilidades super-humanas como maior força, voo e resistência a danos.

O projeto em questão vem sendo gestado há bastante tempo e causado bastante fervor nos fãs – funcionando como uma série do Disney+, como apontam recentes rumores.

Winderbaum, então, comentou sobre a atração em questão e de que forma a estreia do herói no MCU irá ocorrer.

“É um território novo para nós, desenvolver mais shows do que produzimos”, ele comentou. Nova certamente é emocionante para nós, temos ótimas ideias fervilhando. Acho que há muito potencial aí. Eu adoro Nova também, dos quadrinhos, principalmente da era Richard Rider… Vamos ver o que acontece. Como você disse, há poucas janelas de lançamento na programação, mas queremos ter certeza de que tudo o que fazemos é tão bom quanto possível. Mas direi que é um projeto específico com o qual estamos entusiasmados e entusiasmados em desenvolver”.

Anteriormente, Winderbaum comentou sobre boatos envolvendo a elogiada animação ‘X-Men ’97’, que falam sobre uma possível mudança de título. Segundo boatos, a segunda iteração ficaria conhecida como ‘X-Men ’98’, como continuação direta do ciclo de estreia.

Entretanto, Winderbaum foi bem categórico em negar os rumores e disse que o título da atração continuaria o mesmo afirmando: “continuará a ser ‘X-Men ’97’“.

Lembrando que a série está disponível no Disney+.

‘Canário Negro’, novo thriller de espionagem com Kate Beckinsale, chega ao streaming!

Canário Negro‘ (Canary Black), novo thriller de espionagem estrelado por Kate Beckinsale (‘Anjos da Noite’), já está disponível no catálogo do Prime Video.

A produção foi lançada na plataforma de streaming hoje, 24 de outubro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Pierre Morel é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Matthew Kennedy.

Uma agente de alto escalão da CIA, Avery Graves, é chantageada por terroristas para trair seu próprio país para salvar seu marido sequestrado. Separada de sua equipe, ela recorre a seus contatos do submundo para sobreviver e ajudar a localizar a cobiçada inteligência que os sequestradores querem. Traída a cada passo, ela deve confiar em seu treinamento de ponta e habilidades primitivas de luta em uma corrida mortal para realizar um resgate que pode desencadear uma crise global.

O elenco ainda conta com Rupert Friend, Ray Stevenson, Saffron Burrows, Ben Miles, Goran Kostić e Michael Brandon.

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BAFTA TV Awards 2025 | ‘Bebê Rena’ conquista OITO indicações à premiação

A série ‘Bebê Rena‘ se tornou um dos maiores fenômenos da Netflix – e continua fazendo bonito na temporada de premiações.

Durante o anúncio de indicados à 71ª edição do BAFTA TV Awards, a produção conquistou nada menos que oito nomeações, incluindo Melhor Minissérie de DramaMelhor Ator para Richard GaddMelhor Atriz Coadjuvante para Jessica Gunning.

Os vencedores serão revelados em 11 de maio.

A série foi criada por Gadd.

Inspirada em uma história real, a trama gira em torno de Donny Dunn (Gadd), um bartender de Londres que sonha em se tornar um comediante. Sua vida muda quando ele conhece Martha (Gunning), que começa a visitá-lo no trabalho todos os dias. Logo, o que parecia uma amizade normal se transforma em obsessão. E não demora muito para ele descobrir que a Martha é uma stalker condenada e acusada de perseguir inúmeras pessoas…

No caso real, Gadd relatou ao longo de alguns shows que foi perseguido por pelo menos quatro anos por uma mulher que o apelidou como Bebê Rena.

Apesar do apelido que costuma causar risos na plateia, ele disse que foi assediado com 41.071 e-mails, 350 horas de mensagens de voz, 744 tweets, 46 mensagens no Facebook e 106 páginas de cartas.

Além disso, ela tentou chamar sua atenção com presentes, incluindo uma rena de pelúcia, pílulas para dormir, um chapéu de lã e roupas íntimas, como pijamas e cuecas boxer.

Com direção de Weronika Tofilska, a atração retrata o caso em sete episódios.

Crítica | Mike Flanagan explora a efemeridade da vida e a certeza da morte no potente drama ‘A Vida de Chuck’

Mike Flanagan tornou-se um dos realizadores mais populares e prestigiados do cenário contemporâneo do entretenimento através de uma série de projetos que não apenas revitalizaram o gênero do terror e do suspense, como remodelaram convencionalismos existentes em pequenas obras de arte. Desde o ótimo ‘Hush: A Morte Ouve’, passando pela espetacular minissérie ‘A Maldição da Residência Hill’ e pelo enervante thriller Jogo Perigoso, e culminando com a fabulosa ‘A Queda da Casa de Usher’, Flanagan mostrou e continua mostrando ter as habilidades necessárias para fazer de seu incrível storytelling um arauto de celebração artística e audiovisual.

Agora, o diretor retorna para a sétima arte com a ambiciosa adaptação de um dos romances mais elogiados do mestre Stephen King: A Vida de Chuck. Dividindo o filme em três partes que são contadas em cronologia reversa, a poderosa trama é centrada em Charles “Chuck” Krantz (interpretado pelo sempre incrível Tom Hiddleston quando adulto e pelos jovens Cody Flanagan, Benjamin Pajak e Jacob Tremblay nas várias fases de sua jornada) e emerge como uma cândida exploração sobre a efemeridade da existência e os pequenos prazeres que se escondem em meio ao frenesi incontrolável que chamamos de vida. Afastando-se das incursões do terror e do suspense exploradas em suas outras obras, Flanagan abraça o drama de maneira sólida para construir um diálogo com os espectadores que, em sua maior parte, funciona de maneira aprazível e tocante – e reitera seu importante status no show business.

A primeira parte do longa é a que mais nos chama atenção e delineia-se como um ato de abertura que nos tira o fôlego, tanto pelas hábeis mãos que conduzem a câmera, quanto pelo belíssimo espetáculo visual que singra entre a realidade e a fábula. Intitulado “Thanks, Chuck”, esse bloco nos apresenta ao professor Marty Anderson (Chiwetel Ejiofor) e à sua ex-esposa Felicia Gordon (Karen Gillan), exaurida por seu constante trabalho como enfermeira. Os dois percebem que algo errado vem se espalhando como uma peste pelo planeta, desde consecutivos desastres naturais até a queda geral dos aparelhos eletrônicos e da internet, e o desaparecimento inexplicável de várias pessoas. Cientes de que o fim do mundo se aproxima a passos rápidos, eles tentam fazer o máximo para manter a normalidade, rendendo-se à letargia de um “apocalipse” incontrolável que prenuncia o desfecho de tudo que conhecem.

Guiado pelas irretocáveis performances de Ejiofor e Gillan, que nutrem de uma química apaixonante um com o outro (mesmo que estejam apenas falando ao telefone), o ato de abertura é arquitetado com uma paixão cinemática infindável: cada engrenagem se encaixa com perfeição em uma mixórdia explosiva e inquietante de melodrama, suspense e filosofia. O verborrágico roteiro parte da interessante premissa do “calendário cósmico” para contar os minutos finais da vida de Chuck – cujo rosto inexplicavelmente aparece em inúmeros outdoors da cidade onde Marty e Felicia moram, agradecendo pelos “39 anos de trabalho” que o contador prestou; a fotografia rende-se a uma crescente intimidade que entra em conflito com o épico escopo destrutivo que se apodera da Terra, mergulhando na melancolia derradeira dos tons de azul que, em poucos minutos, dominam as telonas.

A verdade é que o fim abrupto do universo dialoga com os dois capítulos subsequentes do filme. Em “I Contain Multitudes”, que funciona como o primeiro ato da narrativa e o bloco de encerramento do projeto, somos apresentados a um jovem Chuck que, quando criança, passou pelo trauma de perder os pais. Felizmente, ele sempre contou com o apoio dos avós, Sarah (Mia Sara) e Albie (Mark Hamill), desenvolvendo uma aptidão nata tanto pela dança – que o alcança de maneira inesperada quando adulto e cruzando caminho com a jovem Janice (Annalise Basso) e a baterista Taylor (Taylor Gordon) – quanto pela matemática, o que o ajudou a enxergar o mundo com outros olhos. Movido pela arte em sua multiplicidade expressiva, Chuck é emblema de todas as angústias, medos e receios que nos impedem de sermos quem somos e de buscar uma felicidade que, em meio a consideráveis obstáculos, soa intangível.

Beirando os quarenta anos, nosso protagonista vê a vida se esvaindo, rendendo-se a uma memorabília poética que finca os dentes no clássico poema “Song of Myself”, de Walt Whitman. À medida que Chuck se despede das multidões que compuseram seu cotidiano, o universo existente em seu subconsciente dá adeus, apagando-se aos poucos à medida que o último sopro é dado. É claro que a conclusão-início da narrativa pode soar um pouco apressada quando justaposta às outras investidas do projeto, mas o resultado é forte o suficiente para que os erros sejam ofuscados e varridos para debaixo do tapete – e que nos convidem a refletir sobre o nosso tempo na Terra.

Em matéria de análises sobre a vida e a morte, Flanagan conseguiu esquadrinhar um pouco mais a fundo objetos abstratos em produções anteriores, como a impactante e solene ‘Missa da Meia-Noite’, de 2021. Porém, o realizador permanece no topo de seu implacável jogo ao dizer, em meio às entrelinhas que se desprendem por esse épico dramático, que a certeza da morte é o que nos faz viver cada dia como se fosse o último – e essa mensagem é o que resume a beleza de A Vida de Chuck.

Lembrando que o filme chega aos cinemas no dia 4 de setembro.

Crítica ‘Dona Beja’ | Grazi Massafera explode em cena com o instigante e delicioso remake

 Cuidado: spoilers à frente.

A teledramaturgia brasileira não é considerada, quiçá, a melhor do mundo por qualquer motivo. Desde o surgimento da televisão como veículo artístico, o cenário nacional foi palco para clássicos instantâneos que se encontraram sucesso crítico e comercial ao redor do planeta, eternizando-se no escopo do entretenimento – como foi o caso de obras como ‘Vale Tudo’, ‘Avenida Brasil’ e ‘Cordel Encantado’, apenas para citar algumas. Em 1986, Wilson Aguiar Filho encabeçou a ambiciosa novela ‘Dona Beija’, que fez um estrondo durante sua exibição entre os meses de março e julho, imortalizando uma das personagens mais memoráveis da cultura pop do Brasil.

Agora, quarenta anos mais tarde, somos convidados a revisitar esse universo com o vindouro lançamento do remake Dona Beja, que chega ao catálogo da HBO Max no próximo dia 2 de fevereiro, com o lançamento dos cinco primeiros capítulos. Estrelado por Grazi Massafera como a personagem titular, a semana de estreia da segunda novela original da gigante do streaming é um deleite performático e narrativo que acerta em cheio com a atmosfera colonial do século XIX à medida que nos apresenta a personagens complexos e recheados de dilemas morais que culminam em reviravoltas e surpresas próprias do gênero. Ainda que dotado de alguns deslizes de ritmo e de estrutura, o resultado é aprazível o suficiente para nos manter intrigados e envolvidos no arco de uma mulher que ousou desafiar o status quo da época para se libertar das próprias amarras.

De certa maneira, todo o escopo da atração nos remonta à icônica minissérie ‘Hilda Furacão’, estrelada por Ana Paula Arósio. Aqui, Massafera dá vida a Ana Jacinta de São José, apelidada carinhosamente como Beja, uma jovem de beleza estonteante e que foi criada pelo avô, José Alves (Roberto Bomtempo). Jurando amor eterno a Antônio (David Junior), que em breve partirá para Londres para cursar Direito, Beja vê sua vida virar de cabeça para baixo quando, após participar de um baile em homenagem ao Ouvidor Motta (Virgílio Castelo), se torna alvo desse ambicioso homem, que decide raptá-la e levá-la para a cidade de Paracatu, obrigando-a a se casar com ele. Porém, ela se recusa a aceitar e faz de tudo para escapar de sua prisão, fomentada pelo assassinato do avô pelas mãos de seu impiedoso carcereiro, fazendo de tudo para voltar aos braços de Antônio.

Como podemos imaginar, seu plano não dá certo: as más línguas que percorreram Araxá, sua cidade natal, afirmaram que ela abandonou o noivado para ficar com um homem mais rico, atraindo comentários maldosos acerca de sua pureza e de seu caráter. Beja, tendo como aliada a dama de companhia Severina (Pedro Fasanaro) e a imponente Madame Constance (Elizabeth Savalla), percebe que a vida que desejava lhe foi arrancada como um último suspiro, resolvendo se vingar da melhor maneira que pode: arrancar todo o dinheiro que puder do Ouvidor antes de se firmar uma das mulheres mais ricas da região, voltar para Araxá e mostrar que ela não é a mesma Beja inocente e ingênua de antes.

O capítulo piloto da obra tem início com o breve retorno da protagonista titular à cidade em que foi criada, singrando entre alguns problemas de ritmo e de roteiro que são ofuscados pelo teor introdutório do enredo. Afinal, temos vários arcos delineados no episódio de estreia, cada qual com importância significativa para os eventos que sucederão – e, com a chegada da iteração seguinte, o time criativo por trás do remake retoma as rédeas e volta aos eixos com um delicioso e instigante tour-de-force recheado de artimanhas, reviravoltas, traições e tudo aquilo de que mais gostamos em uma novela.

Trazendo Daniel Berlinsky e António Barreira no comando da nova versão, ambos partindo de um argumento assinado por Renata Jhin, é notável como a trama é adaptada para um público diferente daquele que assistiu à produção original na década de 1980, atualizando, onde conseguem, temas de discussão necessária mesmo depois de dois séculos em que Dona Beja é ambientada. Acompanhando a ambientação da já mencionada ‘Hilda Furacão’ e apostando fichas em um interessante revisionismo crítico aos moldes de ‘Bridgerton’, os múltiplos núcleos se aglomeram em uma mistura de incursões sobre feminismo, escravidão, injúria, empoderamento sexual, hierarquias de gênero, LGBTQfobia e tantos outros – sem se valer de falas superexpositivas e optando por uma poética inebriante que acompanha os protagonistas e coadjuvantes.

Ainda que o tom leve um tempo até ser polido e acertado, o comprometimento de Berlinsky e Barreira é o suficiente para nos engolfar nessa imprescindível jornada – e é claro que nada disso seria possível sem o trabalho impecável de Massafera, que continua a reiterar sua incrível versatilidade artística e coloca Beja numa posição similar a de Larissa (‘Verdades Secretas’) e Paloma (‘Bom Sucesso’). Dominando os holofotes com uma força magistral, a atriz funciona tanto sozinha quanto com seus colegas, singrando com uma química exemplar com o cândido apoio que encontra em Fasanaro, com a ácida leveza cômica que Savalla traz com Madame Constance e com a irrupção shakespeariana que nutre ao lado de Castelo, apenas para citar alguns.

Junior também tem seu momento para brilhar, encontrando sucesso maior quando ao lado de Massafera, mas dividindo as cenas com outros atores de enorme peso – incluindo Indira Nascimento e Bianca Bin como suas irmãs, a invejosa Maria e a sonhadora Angélica, e Bukassa Kabenguele e Deborah Evelyn como o Coronel Tenório Madeira e Cecília Sampaio, seus pais; Erika Januza é mais um nome a agraciar as telinhas ao encarnar Candinha, uma jovem negra que estava prestes a se casar com o odioso Coronel Botelho (Werner Schünemann) antes de ser transformada em uma pária social e uma “mulher dama”, largada à porta do bordel à medida que reflete sobre a condição da mulher negra em uma sociedade díspar e opressora.

Os cinco primeiros capítulos de Dona Beja acertam em cheio onde devem e finalizam um sólido bloco de abertura que, apesar dos costumeiros convencionalismos das produções do gênero e dos arcos de introdução, nos envolve pelo poder inegável de um talentoso corpo de performers. Guiado pela presença marcante de Massafera, o remake é pincelado com uma roupagem mais contemporânea e “anacrônica”, por assim dizer, que imediatamente nos deixa curiosos para os próximos episódios.

Lembrando que a novela tem estreia marcada para o dia 2 de fevereiro na HBO Max.

Crítica | Mesmo com o carisma nato de Millie Bobby Brown, ‘Enola Holmes 3’ é uma sequência AQUÉM do esperado

Millie Bobby Brown tem uma extensa história com a Netflix que inclui a premiada e popular série Stranger Things, em que eternizou a icônica Eleven, o sci-fi distópico ‘The Electric State’ e a fantasia sombria ‘Donzela’. E uma das atrações mais populares encabeçadas pela atriz indicada ao Emmy é a franquia de mistério ‘Enola Holmes’, que chegou ao streaming em 2020 e se tornou uma das produções mais populares da plataforma. Baseada nos escritos de Nancy Springer e inspirada nas histórias assinadas por Sir Arthur Conan Doyle – sim, a mente por trás do lendário detetive Sherlock Holmes -, a atração recebeu críticas bastante positivas por sua atmosfera despojada e muito envolvente.

Não demorou muito até a Netflix investir esforços em uma sequência que estreou em 2022, ampliando o vibrante universo protagonizado pela irmã mais nova de Sherlock e Mycroft e encontrando uma recepção igualmente favorável. Quatro anos mais tarde, somos convidados a explorar o terceiro capítulo de uma saga que parece ter muito a nos contar – porém, apesar das boas intenções, ‘Enola Holmes 3’ comete o crasso erro de tentar ser maior do que consegue e se esquecer de criar uma atmosfera que não se leve a sério, deixando de lado a diversão para uma história sisuda e um tanto quanto esquecível.

Na mais nova aventura de Enola, o angustiante e opressivo cenário londrino dá espaço para a idílica Malta, onde ela e o jovem Lorde Tewkesbury (Louis Partridge) estão prestes a se casar. Carregada com dúvidas que se estendem até o momento da cerimônia, Enola vê seu mundo virar de cabeça para baixo quando o Dr. Watson (Himesh Patel) aparece e diz a ela que Sherlock (Henry Cavill) foi sequestrado. Para piorar, além de perder o próprio casamento, ela lida com o rapto de Lady Tewkesbury (Hattie Morahan), mãe de seu noivo – e tudo parece estar conectado com uma história de traição e de subjugação promovida pelo Império Britânico ao país insular onde exerce uma influência colonialista desde sempre.

Embarcando em mais uma jornada para resolver um intrincado mistério e reunindo-se não apenas com sua mãe, Eudoria (Helena Bonham Carter), mas com a perigosa mestre do crime Mira Troy, anagrama de Moriarty, (Sharon Duncan-Brewster) – que, de alguma maneira, conseguiu escapar da prisão para dar continuidade a seu reino de caos -, Enola compreende que as coisas não são tão simples quanto parecem e que tanto ela quanto Tewkesbury podem estar envolvidos em algo muito mais complicado que imaginavam.

O sucesso dos dois primeiros filmes não veio apenas com o roteiro de Jack Thorne, que retorna para o terceiro capítulo da saga, mas com a presença do diretor Harry Bradbeer, que imprimiu nas telinhas uma mistura de nostalgia e originalidade e construiu uma identidade única para o arco de amadurecimento da protagonista titular. Para o novo longa-metragem, Bradbeer cede espaço a Philip Barantini – que, de certa maneira, se mantém fiel ao escopo explorado nas entradas predecessoras e consegue arquitetar sequências sólidas e que trazem dinamismo à narrativa, mas que soam muito panfletárias em virtude do idílico palco em que os personagens estão. Em outras palavras, é notável como há uma falta de coesão entre os três atos que compõe a história, como se o projeto tivesse sido pautado em forma episódica e não-sequencial.

Thorne também aparenta estar cansado em mais uma colaboração para o universo ‘Enola Holmes’, preferindo esquadrinhar fórmulas do gênero e clichês diversos em detrimento de um mistério que seja realmente envolvente e recheado de camadas e reviravoltas. Há momentos que chamam a nossa atenção, com destaque às cenas em que o carisma nato de Brown, que de fato nasceu para interpretar a heroína, entra em conflito com a presença imponente de Duncan-Brewster – que se mostra comprometida o suficiente com o vilanesco papel que reprisa e rouba os holofotes com sua presença sobressalente; porém, quando colocamos as engrenagens uma ao lado da outra, notamos que a estrutura outrora inabalável da franquia se transmuta em uma colcha de retalhos costurada às pressas.

O restante do elenco também faz um bom trabalho – e é sempre interessante ver as personalidades conflitantes de Enola e Tewkesbury se complementando pela química de Brown e Partridge. Navegando em meio a mensagens anti-imperialistas que soam contemporâneas, ainda mais em meio ao barril de pólvora em que o mundo vem se transformando nos últimos anos, é possível até mesmo aproveitar as parcas centelhas críticas que se estendem por pouco mais de cem minutos de duração – mas nada que os filmes anteriores já não tenham feito antes.

Se você não está procurando nada além do óbvio ou se está em busca de algo rápido e que entretenha dentro de limites autoimpostos, ‘Enola Holmes 3’ é a pedida certa para um fim de semana tranquilo – mas é inegável dizer que o terceiro capítulo da franquia de mistério já denota um cansaço criativo incisivo e que, infelizmente, entrega um resultado aquém do esperado.

Lembrando que o longa-metragem está disponível na Netflix.

‘Liga da Justiça’: Diretor de ‘Quarteto Fantástico’ apoia o lançamento da versão de Zack Snyder

Em seu perfil do Twitter, o diretor Josh Trank (‘Quarteto Fantástico’) publicou uma mensagem apoiando a campanha #releasethesnydercut para que a Warner Bros lance a versão de Liga da Justiça planejada por Zack Snyder.

Na legenda, Trank se dirigiu à Warner Bros e escreveu:

“Ok, com toda sinceridade, lancem a versão de Snyder. Apenas façam isso. Warner Bros, lance a versão de Snyder.”

Confira:

Além de Trank, a campanha está sendo divulgada por diversos atores e cineastas, incluindo Gal Gadot, Ben Affleck, Ray Fisher, Damon Lindelof, e até mesmo Simu Liu, protagonista do vindouro ‘Shan-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’.

Apesar da Warner Bros desmentir, o próprio Snyder já aderiu ao pedido dos fãs e vem provocando o público com informações sobre o filme, como partes do roteiro e cenas não utilizadas.

Em seu perfil no Vero, o diretor já mostrou uma cena na qual Victor Stone (Ray Fisher) seria visitado por seu pais em uma ilusão após o herói tentar abrir a Caixa Materna.

O filme teria a presença de Kiersey Clemons como intérprete de Iris West, além de uma cena com  Diana Prince (Gal Gadot) indo atrás de pistas sobre a origem de Darkseid e seus planos de invadir a Terra com o exército de Apokolips.

Confira:

De qualquer forma, parece que tanto os fãs quanto o diretor não vão desistir de ver a versão original do longa.

Vale lembrar que os membros do grupo #ReleaseTheSnyderCut continuam com sua campanha pedindo o lançamento da versão idealizada por Snyder.

E aí, será que o movimento ganha força para pressionar o estúdio?

‘Capitão América: Guerra Civil’: Assista ao teste de Tom Holland como Homem-Aranha

O Homem-Aranha foi introduzido no MCU em ‘Capitão América: Guerra Civil‘ e muitos fãs permanecem curiosos para ver as audições de Tom Holland quando estava disputando o papel.

Pensando nisso, um canal do Youtube divulgou algumas cenas do astro repassando suas falas e contracenando com Chris Evans enquanto reproduzem a icônica luta entre o Cabeça de Teia e o Capitão América.

Assista:

Um dos momentos mais marcantes do filme é quando o Homem-Aranha se inspira em ‘Star Wars: O Império Contra-Ataca‘ para criar uma estratégia para derrubar o gigante Homem-Formiga (Paul Rudd).

No entanto, Holland chocou os fãs após admitir que nunca assistiu ao clássico filme.

E, durante uma entrevista com Kevin McCarthy, os diretores Anthony e Joe Russo revelaram que insistiram para o astro começar a assistir filmes clássicos.

“Aquela cena de ‘Capitão América: Guerra Civil‘ fez muitos fãs vibrarem. Antes de mostrarmos para Tom, achamos que ele ia pirar e saltar de animação, mas ele não tinha assistido nenhum filme da saga [‘Star Wars‘].”, disse Joe, rindo. “Ficamos um pouco desapontados! Mas Tom é muito jovem, e o filme tem quase o dobro de sua idade. Mesmo assim, nós insistimos para que ele começasse a assistir filmes clássicos e quase o obrigamos a assistir ao Pizza Film School.”

Para quem não sabe, o Pizza Film School é uma série de lives feitas pelos irmãos Russo, nas quais eles debatem sobre diversos filmes clássicos e as melhores pizzarias dos EUA.

Enquanto Holland se aventura pelo mundo do cinema, vale lembrar que as gravações de Homem-Aranha 3‘ foram adiadas devido ao surto de Coronavírus.

Mesmo assim, a Sony Pictures revelou que as expectativas em relação ao início das filmagens permanecem para o verão norte-americano, mas não há nada confirmado.

Dirigido por Jon Watts, o lançamento do longa foi adiado de julho de 2021 para outubro do mesmo ano.

Além de Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

‘Invocação do Mal 3’ não terá conexão com [SPOILERS!]; Entenda!

Uma coisa que tem sido marca registrada na franquia Invocação do Mal é sua conexão com outros títulos, como ‘Annabelle’ e ‘A Freira’.

O primeiro filme da trilogia apresentou a demoníaca boneca ‘Annabelle‘, uma aparição tão bem-sucedida que lhe rendeu três filmes e mais uma aparição em ‘Invocação do Mal 2‘.

Falando nisso, a sequência lançada em 2016 introduziu o demônio Valak, que mais tarde ganhou seu próprio filme, intitulado ‘A Freira’ (2018).

No entanto, essas conexões não vão acontecer em ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’, e há um bom motivo para isso.

Em uma coletiva à imprensa para divulgar o filme, o diretor Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona’) brincou ao dizer que:

“Poderia ser como ‘Vingadores: Ultimato‘, poderíamos trazer Bathsheba, Valak, o Homem-Torto, a Freira, a festa seria completa… Mas não, com certeza não. Este filme precisava funcionar por si só.”

Ele explicou que:

“Desta vez, os Warren estão enfrentando algo que nunca enfrentaram antes, então queríamos dar mais espaço e exclusividade para esta parte da história deles, sem usarmos influências externas dos outros filmes.”

A julgar pelo trailer e pelos cartazes em que o casal aparece amedrontado, não há dúvida de que eles vão enfrentar algo que vai abalar sua carreira como demonologistas.

Chaves ainda explicou que ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ será o mais perturbador e desconfortável da trilogia porque:

“Neste filme, Ed e Lorraine estão nus no escuro, desprotegidos e a ponto de terem sua fé testada. Eles estão lidando com algo que é mais astuto do que eles, então seu medo e suas dúvidas são transmitidas para o público. Este será o primeiro filme a mostrar uma tragédia real.”

Ele continuou, alertando que nem sempre há finais felizes:

“Até este ponto, nunca houve realmente uma vítima em um filme da franquia. Existem histórias de casas mal-assombradas, onde Ed e Lorraine Warren saem vitoriosos, este é o ponto de conforto dos filmes. Mas, desta vez, há uma vítima real. Por ser um caso diferente em muitos aspectos, trabalhamos com a ideia de que às vezes um exorcismo não sai como o planejado. Nem sempre há um final feliz… Mas tentar encontrar uma reflexão a partir dos erros também é algo reflexivo na jornada do casal.” 

E aí, você está ansioso?

Descrição dos primeiros 11 minutos de ‘Invocação do Mal 3’ [EXCLUSIVO]

Lembrando que o longa chega aos cinemas nacionais em 03 de junho. 

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’ revela uma história assustadora de terror, assassinato e um desconhecido mal que chocou até os experientes investigadores de atividades paranormais Ed e Lorraine Warren. Um dos casos mais sensacionais de seus arquivos, começa com uma luta pela alma de um garoto, depois os leva para além de tudo o que já haviam visto antes, para marcar a primeira vez na história dos Estados Unidos que um suspeito de assassinato alegar ter tido uma possessão demoníaca como defesa.

O elenco ainda conta com Ruairi O’Connor, Sarah Catherine Hook, Julian Hilliard, Charlene Amoia, Paul Wilson e Sterling Jerins.

Nos EUA, o longa estreia em 04 de junho nas telonas e na HBO Max.

‘Batman’: Matt Reeves explica CONEXÃO entre o Charada e o Assassino do Zodíaco

Quando o Charada de Paul Dano foi revelado nas primeiras imagens de ‘Batman‘, muitos fãs o compararam com o assassino em série retratado no filme ‘Zodíaco’, do diretor David Fincher.

Ambos os antagonistas adoram enigmas, mas a semelhança também está na nova aparência do Charada, claramente inspirada nos retratos falados do Assassino do Zodíaco.

Durante uma entrevista para o Movie Maker, o diretor Matt Reeves disse que essa semelhança foi proposital e uma referência à história real contada no filme de Fincher.

“A premissa do filme é que o Charada é moldado em um modo quase idêntico ao do Assassino do Zodíaco, onde temos Gordon e Batman como [Robert] Woodward e [Carl] Bernstein (os jornalistas que investigaram os assassinatos reais).”

Ele continuou, explicando um pouco da motivação do Charada.

“Em vez de matar qualquer vítima, ele está atrás de figuras importantes de Gotham, aqueles que são os pilares da sociedade. Começa com o prefeito, e assim por diante. Na sequência dos assassinatos, ele revela que nenhuma dessas pessoas eram o que diziam ser, e você começa a perceber que há algum tipo de associação entre as vítimas. Assim como Woodward e Bernstein, nosso heróis tentam seguir as pistas para tentar desvendar esta clássica de história de detetive.”

Assim como Charada é modelado pelo Assassino do Zodíaco, Reeves já havia dito à Empire que se inspirou no músico Kurt Cobain para criar sua versão de Bruce Wayne.

“Quando eu escrevo, eu escuto música. E, enquanto escrevia o primeiro ato, eu coloquei “Something In The Way”, da banda Nirvana”, ele comentou. “Foi aí que veio a mim: em vez de fazer Bruce Wayne como a versão playboy que vimos anteriormente, há uma outra versão em que ele passou por uma grande tragédia e se tornou recluso. Daí nasceu essa versão fictícia de um Kurt Cobain ainda mais sombrio, que vive numa mansão decadente e se divide em duas vidas.”

Anteriormente, uma listagem da Motion Picture Association (MPA) anunciou que o ambicioso projeto será recomendado para maiores de 13 anos em virtude “forte conteúdo violento e perturbador, conteúdo sobre drogas, linguagem forte e material sugestivo”.

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

Lembrando que ‘Batman‘ tem estreia marcada para 04 de março deste ano.

Assista aos trailers e siga o CinePOP no YouTube:

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.”

 

Criadora de ‘Mulher-Hulk’ explica a importância do Demolidor no novo episódio

O novo episódio de ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’ finalmente contou com a participação de Charlie Cox reprisando seu papel como Matt Murdock, o Demolidor.

O episódio mostrou Jen (Tatiana Maslany) e Matt em lados opostos do mesmo processo judicial, enquanto Eugene Patillio, o Homem-Sapo (Brandon Stanley), estava processando Luke Jacobson (Griffin Matthews) por fazer um traje aparentemente defeituoso.

Em entrevista para o site oficial da Marvel, a criadora da série, Jessica Gao, explicou a importância da introdução de Murdock para a evolução de Jen como heroína.

“Fazia muito sentido trazê-lo neste programa porque tanto ele quanto Jen são advogados durante o dia e super-heróis fora do escritório, mesmo que Jen esteja fazendo isso com relutância. Quem seria melhor para convencê-la a mergulhar nesta jornada?”

Além de dividirem o tribunal, Jen e Matt tentam resgatar Jacobson depois que ele é sequestrado pelo Homem-Sapo, levando a uma intensa sequência de ação, incluindo uma luta do Demolidor contra os capangas de Eugene em um corredor mal iluminado, fazendo referência a uma das cenas mais marcantes da extinta série da Netflix.

Mas, antes que ele pudesse concluir a pancadaria, Jen interfere esmagando o telhado do corredor e acabando de vez com alguns dos capangas.

E aí, você já assistiu ao episódio? O que achou das referências?

Lembrando que o último episódio de ‘Mulher-Hulk será lançado no dia 13 de outubro.

A trama acompanha Jennifer Walters (Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Jameela Jamil, Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Conheça o sci-fi com Tom Holland e Daisy Ridley escondido na Amazon Prime Video

Tom Holland e Daisy Ridley ficaram bastante conhecidos por seus papéis como Peter Parker, nos filmes da Marvel, e a jedi Rey, na saga ‘Star Wars‘.

E a dupla já contracenou em um sci-fi não tão popular, intitulado ‘Mundo em Caos‘, baseado nos romances escritos por Patrick Ness.

Disponível na Amazon Prime Video, o longa é ambientado num futuro pós-apocalíptico, onde a humanidade já começou a colonizar outros planetas, uma infecção rara e perigosa tomou conta do planeta e causou o inimaginável: todas as mulheres foram mortas, e agora os pensamentos de todos os homens tornaram-se audíveis. O jovem Todd (Holland), temendo a destruição total, decide partir fugindo de sua cidade e, durante sua jornada, conhece pela primeira vez na vida uma mulher (Ridley).

Dirigida por Doug Liman (‘No Limite do Amanhã’) em 2021, a adaptação acabou se tornando um fracasso entre os críticos, recebendo míseros 21% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Em justificativa, a análise do Daily Telepgraph diz que:

Holland e Ridley têm um relacionamento de dois troncos de árvore, e as possibilidades dramáticas e cômicas mais profundas da torrente unidirecional de pensamentos íntimos entre eles permanecem desconcertantemente inexploradas.”

Confira algumas análises:

“Não faltam detalhes imaginativos de ficção científica ou atores talentosos no filme, mas a trama se resume a personagens que mal conhecemos perseguindo uns aos outros e gritando.” (TheWrap)

“Além de ser irritante, depressivo e repulsivo, Mundo em Caos‘ tem muito ao seu favor.” (San Francisco Chronicle)

“O diretor Doug Liman oferece um filme com um conceito interessante – podemos ouvir tudo o que os personagens estão pensando –, mas que rapidamente se torna desgastante.” (Variety)

“Considerando os lançamentos durante a pandemia do diretor Doug Liman, ‘Mundo em Caos definitivamente tem uma premissa mais interessante do que ‘Locked Down’. Mas isso não significa que você deva voltar correndo aos cinemas para ver.” (EW)

Daisy Ridley e Tom Holland não têm química em ‘Mundo em Caos‘ e a premissa central, o “barulho”, é extremamente irritante e persiste por todo o filme.” (MovieWeb)

“Apesar de todas as tentativas de se criar um filme de ficção científica original, a trama ainda se desenvolve de uma forma bastante genérica, cheio de clichês convencionais.” (Gone With The Twins)

Relembre o trailer:

Dirigido por Doug Liman (‘No Limite do Amanhã‘), o longa é inspirado no romance homônimo escrito por Patrick Ness.

O elenco também conta com Mads Mikkelsen, Cynthia Erivo, Nick Jonas e David Oyelowo.

‘Descendentes: A Ascensão de Copas’ ganha clipe musical da canção ‘What’s My Name (Red Version)’; Confira!

A Disney Music divulgou um novo clipe de ‘Descendentes: A Ascensão de Copas‘, o quarto filme da franquia ‘Descendentes’, que chega ao catálogo da Disney+ em 12 de junho.

O material é um videoclipe da canção ‘What’s My Name (Red Version)‘, e traz China Anne McClain e Kylie Cantrall como as filhas de Ursulla e Rainha de Copas, respectivamente.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

A produção, ambientada no mesmo universo de ‘Descendentes‘, retornará à Auradon e à Ilha dos Perdidos antes de levar os espectadores “em uma aventura através do território inexplorado de Wonderland, um lugar mágico e misterioso que se tornou famoso com ‘Alice no País das Maravilhas‘.

A trama focará em Chloe, filha da Cinderela, e Red, filha da Rainha da Copas. A dupla improvável se conhecerá “em uma celebração em Auradon quando o caos é libertado. Para evitar o golpe iminente, elas terão que se unir e viajar no tempo, com a ajuda de um relógio de bolso criado pelo filho do Chapeleiro Maluco, para parar um evento que irá gerar graves consequências”.

Jennifer Phang fica responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Dan Frey e Russell Sommer.

O elenco conta com Rita Ora como a Rainha de Copas; Kylie Cantrall como Red; Malia Baker como Chloe; China Anne McClain como Uma, a filha da Ursula; Dara Reneé como Ulyana, irmã da Uma; Joshua Colley como Gancho; Melanie Paxson como Fada Madrinha; Morgan Dudley como Ella, a versão jovem da Cinderela; Ruby Rose Turner como Bridget, a versão jovem da Rainha de Copas; Brandy como Cinderela; e Alex Boniello como o Valete de Ouros.

‘Pânico 6’: Diretores comentam decisão de filme ter “final feliz”; Entenda!

Os diretores de ‘Pânico VI‘, Matt Bettinneli-Olpin e Tyler Gillett, comentaram em entrevista com o Dan of Geek sobre o final do filme ter um tom mais “positivo”, com vários personagens sobrevivendo, apesar de bem machucados.

“Uma parte de nós queria que fosse um filme muito intenso. Por outro lado, também queríamos que fosse um filme divertido. Nós tentamos equilibrar as duas coisas. Um dos motivos pelos quais é tão legal assistir ao primeiro ‘Pânico’ tantas vezes é que os personagens principais são ótimos e todos eles sobrevivem. Nós queríamos que parecesse que íamos matar todo mundo, mas eles ainda estão vivos no final. É um equilíbrio divertido. Parecia certo para nós.”

Eles ainda acrescentam:

“Nós não gostamos quando um personagem morre e não existem consequências. Esses momentos precisam ser tratados com um nível de sensibilidade, os personagens não podem ser insensíveis. Quando você perde um amigo, você precisa lidar com a gravidade do que isso significa para você. Fizemos isso com a morte de Dewey. Existe um bom tempo de lamentação, e então voltamos para o cenário divertido. Queríamos que ‘Pânico VI’ fosse rápido, não queríamos diminuir a velocidade para lidar com esses momentos de luto.”

Além de quebrar recordes no território norte-americano – com uma estreia sólida de US$ 44.5 milhões –, ‘Pânico 6‘ também surpreendeu no Brasil, onde a sequência registrou a maior estreia da franquia.

De acordo com o Deadline, o novo longa arrecadou R$ 9.46 milhões durante o primeiro final de semana em nosso país. O resultado representa um aumento de 55% em comparação ao lançamento do filme anterior, ‘Pânico‘ (2022).

Além disso, a arrecadação global de ‘Pânico 6‘ também quebrou recordes da saga. O terror arrecadou US$ 22.6 milhões internacionalmente, através de 53 mercados – um aumento de 60% em comparação ao quinto filme.

O longa também teve o maior lançamento da franquia no Reino Unido, Austrália, México, Itália e Holanda.

Ao total, a produção teve uma estreia global de US$ 67.1 milhões.

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

O terror acompanha os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado.

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.