‘Madame Teia‘ foi finalmente exibido ao público na noite de segunda-feira, depois que o filme da Sony/Marvel estreou em Los Angeles, e as primeiras reações já chegaram às redes sociais.
Os críticos não aprovaram a produção, criticando a má execução, o roteiro e as atuações.
“Madame Teia é uma bagunça constrangedora. Estrelas talentosas desperdiçadas provavelmente no pior filme de quadrinhos que já vi. Cheio de diálogos atrozes, edição estranha e estrutura totalmente ridícula. Fiquei ali perplexo, cena por cena, alguém aprovou isso.”
#MadameWeb is an embarrassing mess. Talented stars wasted on probably the worst comic book movie I have ever seen. Filled with atrocious dialogue, awkward editing, & all around laughable structure. I sat there baffled scene by scene someone approved this. The memes will redeem it pic.twitter.com/wwxBZmzf1f
“Madame Teia é totalmente bom. Realmente não há muito a dizer aqui. As atrizes são encantadoras. Dakota Johnson é uma bruxa esquisita. As vibrações de slasher/PREMONIÇÃO e super-heróis estão lá. Mas simplesmente não há muito nisso. Não é um desastre. Meio que aí.”
#MadameWeb is totally fine. There’s really not a lot to say here. The leads are charming. Dakota Johnson is a witchy weirdo. The slasher/FINAL DESTINATION meets superheroes vibes are there. But there’s just not a whole lot to it. Not a disaster. Just kinda there. pic.twitter.com/HVf1jsUBnO
“Madame Teia é um filme desajeitado, mal escrito, confuso e desleixado, repleto de edições e performances medíocres. Mesmo tendo uma fotografia sólida e um conceito interessante, não pôde ser salvo devido à sua péssima execução.”
#MadameWeb is a clunky, poorly-written, messy, and sloppy movie packed with some mediocre editing and performances.
Even though it had solid cinematography and an interesting concept, it couldn’t be saved due to its terrible execution.
“Infelizmente, não fui entretido com sucesso. #MadameWeb é uma série de perdas e oportunidades desperdiçadas e não apenas por motivos óbvios…”
I was not, unfortunately, successfully entertained. #MadameWeb is a series of misses and wasted opportunities and not just for obvious reasons… https://t.co/EHXNdtYrbe
“Eu assisti #MadameWeb e foi ruim. Tentei dar uma chance, mas infelizmente a má execução não ajudou. O elenco é incrível, mas as performances foram definitivamente decepcionantes…”
I watched #MadameWeb and it was bad. I tried to give it a chance but sadly the poor execution didn’t help it. The cast was awesome but the performances were definitely disappointing… pic.twitter.com/jCRahgVZlQ
‘Madame Teia‘ conta a origem de uma das heroínas mais enigmáticas da Marvel. O thriller estrela Dakota Johnson como Cassandra Webb, uma paramédica em Manhattan que pode ter habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos… se elas conseguirem sobreviver ao presente ameaçador.
‘Madame Teia’ estreia em 15 de fevereiro de 2024, confira o trailer.
Após o sucesso da série do ‘Cavaleiro da Lua’, que trouxe o herói vivido por Oscar Isaac, os fãs estão ansiosos por uma possível segunda temporada, mas ainda não há novidades. Enquanto os fãs aguardam, um artista compartilhou uma bela arte imaginando um novo visual para o icônico herói.
A arte apresenta o Mr. Knight, uma outra persona do herói. Nas telonas, essa persona deve vir como o traje para Jake Lockley, a terceira personalidade do herói.
Após o fim da 1ª temporada, o showrunnerMohamed Diab já havia dito que, se houver uma 2ª temporada, a trama vai mergulhar na identidade de Jake Lockley.
Lockley é uma das personalidade alternativas de Spector e foi apresentada nos momentos finais do último episódio como o novo representante de Khonshu, a entidade que concedeu a Spector seus poderes.
“Primeiro de tudo, quero lhe dizer que não sei nada [sobre o futuro da série], assim como vocês. Não sei nada sobre o que vai acontecer. E não estou dando uma de Andrew Garfield. Apenas não sei.”
Ele continuou:
“Se fosse por mim, eu começaria com Jake Lockley. Quem ele é, quem ele ama. O que ele faz e porquê ele faz… Para mim, é muito interessante mergulhar nesses pequenos detalhes na construção de um personagem. Eu sabia que o público estava esperando pela aparição dele em algum momento e sei que estão curiosos para saber mais agora que ele foi provocado.”
E aí, será que o anúncio da 2ª temporada pode chegar em breve?
Lembrando que todos os episódios da temporada de estreia estão disponíveis no catálogo da Disney+.
A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.
O longa será lançado na plataforma no dia 5 de abril.
Dirigido por Philip Martin (‘The Crown’), a produção narra o dramático processo de obtenção da entrevista do Príncipe Andrew (interpretado por Rufus Sewell) para a televisão da BBC, em 2019. Na polêmica entrevista, ele comenta sobre as acusações de abuso sexual a uma menor às quais foi submetido.
Ambientada em 2019, a trama pretende cobrir os eventos que aconteceram antes e depois da entrevista conduzida pela jornalista Emily Maitlis. Na ocasião, ela questionou sobre a ligação de Andrew com Jeffrey Epstein, magnata envolvido em uma rede de abuso e exploração sexual de menores de idade.
Na época, a entrevista se tornou um dos assuntos mais comentados na Europa depois de ir ao ar na BBC com o título ‘Prince Andrew & the Epstein Scandal‘.
A obra serviu de inspiração para o roteiro do filme, escrito por Peter Moffat (‘Justiça Criminal’), roteiro esse que chamou a atenção de Martin e deu início à produção do longa.
Além de Anderson e Sewell, o elenco conta com Billie Piper como Sam McAlister, Keeley Hawes como Amanda Thirsk, Connor Swindells como Jae Donnelly, Romola Garai como Esme Wren, Charity Wakefield como Princesa Beatrice e Lia Williams como Fran Unsworth.
Inspirado em eventos reais, ‘Scoop’ é o relato interno do jornalismo corajoso que rendeu uma entrevista devastadora – a infame aparição do príncipe Andrew na BBC Newsnight. Da tensão das negociações de alto risco da produtora Sam McAlister com o Palácio de Buckingham, até o confronto forense de cair o queixo de Emily Maitlis com o Príncipe, ‘Scoop’ nos leva para dentro da história, com as mulheres que não parariam por nada para consegui-la. Para conseguir uma entrevista tão grande, você tem que ser ousado.
Em entrevista ao Empire Magazine, o diretor Adam Wingard (‘O Hóspede’) revelou que o aguardado ‘Godzilla e Kong: O Novo Império‘ apresentará diferentes versões do Godzilla.
Após o lançamento do primeiro trailer, os espectadores ficaram chocados com o novo visual do icônico Kaiju, que apareceu com uma surpreendente coloração rosa. E, de acordo com o cineasta, a criatura deve trazer ainda mais surpresas neste próximo capítulo da franquia.
“[A versão rosa do Godzilla] é como seu traje de treinamento. Eu adoro os filmes de artes marciais dos Shaw Brothers. Aqueles filmes são sempre sobre uma grande ameaça, onde o protagonista precisa evoluir para conseguir lidar com esse confronto. É por isso que nós teremos diferentes versões do Godzilla neste filme.”
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de março.
No novo filme, Kong e o temível Godzilla juntarão forças para enfrentarem uma colossal ameaça desconhecida, escondida em nosso mundo, capaz de colocar em risco a própria existência deles – e a nossa.
Relembre o trailer:
O filme vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas.
O roteiro foi escrito por Terry Rossio (‘Godzilla vs. Kong’), Simon Barrett (‘Você é o Próximo’) e Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’), a partir do argumento de Rossio & Wingard & Barrett.
Do dia 15 ao 25 de fevereiro, o Festival de Cinema de Berlim invade as ruas da Potsdamer Platz, na capital da Alemanha. Com mais de 200 títulos no catálogo, o evento apresenta quatro produções e duas coproduções brasileiras em mostras paralelas.
Dando início a temporada de grandes premiações internacionais na indústria cinematográfica, a Berlinale deixou mais uma vez o Brasil de fora da competição do Urso de Ouro. A última disputa nacional ao prêmio foi em 2020, com o filme Todos os mortos, escrito e dirigido por Caetano Gotardo e Marcos Dutra. Celebramos a vitória apenas duas vezes, com Tropa de Elite (2007), de José Padilha e Central do Brasil (1998), de Walter Salles.
O país é representado por dois longas-metragens Betânia, de Marcelo Botta, e Cidade; Campo, de Juliana Rojas, nas respectivas mostras Panorama e Encounters. Além dos curtas-metragens Lapso, de Caroline Cavalcanti, e Quebrante, de Janaina Wagner.
Para completar a seleção, o Brasil também aparece em duas co-produções internacionais, são elas Shikun, deAmos Gitai, como a produtora brasileira Ventre Studio; e Dormir de olhos abertos, de Nele Wohlatz, com a produção da Cinemascópio, fundada por Kleber Mendonça Filho.
Betânia (Diana Mattos) tem 65 anos e é uma matriarca de família robusta. Após a morte do marido, as filhas convencem-na a regressar à aldeia onde nasceu e reencontrar-se com o resto da família. Ela deixa para trás o seu estilo de vida simples, agrário e sem eletricidade e chega a um local onde a convivem tradição e modernidade.
A vila fica à beira das dunas do parque nacional dos Lençóis Maranhenses, no estado brasileiro do Maranhão, em uma região recentemente desertificada não muito longe da Amazônia. Em 2018, Marcelo Botta filmou um documentário na região e ele volta ao local com o seulonga-metragem de estreia.
A expectativa é de belas paisagens e uma história emocionante ao longo de duas horas de projeção. Além de uma reflexão sobre as questões ecológicas e socioculturais.
Com o reconhecimento internacional de As Boas Maneiras (2018) e Trabalhar Cansa(2011) — ambos em parceria com Marco Dutra —, Juliana Rojas tem um promissor currículo no cinema fantástico. Depois da série da Netflix, Boca a Boca, ao lado de Esmir Filho, ela volta às discussões de luta de classe e os fantasmas que assombram a nossa realidade.
Cidade; Campoconta duas histórias de migração, memória e fantasmas entre a cidade e o campo. Após enchentes devastadoras em sua cidade natal, a trabalhadora rural Joana (Fernanda Vianna) se muda para São Paulo para encontrar sua irmã Tânia (Andrea Marquee), que mora com o neto Jaime (Kalleb Oliveira). Em um segundo momento, Flávia (Mirella Façanha) e Mara (Bruna Linzmeyer) lutam para recomeçar a vida em uma casa abandonada, mas a primeira desconfia haver algo na mata ao redor da residência.
Assim como em Sinfonia da Necrópole (2014), Juliana Rojas dirige sozinha o longa, sendo este a segunda iniciativa solo da cineasta de Campinas (SP).
Após serem flagrados em atos de vandalismo, Bel (Beatriz Oliveira) e Juliano (Juan Queiroz) se conhecem na biblioteca pública, onde realizam medidas socioeducativas. Prestes a completar 18 anos, Bel é surda, gosta de andar de skate e desenhar, mas enfrenta os desafios da comunicação por língua de sinais. Já Juliano é um jovem apaixonado por rap, registra seu cotidiano em áudio, porém não tem perspectivas para o futuro.
Através das suas experiências partilhadas de repressão às mãos das autoridades estatais, os dois se aproximam. Juntos, eles encontram formas de resistir à dureza das suas vidas e à ignorância e negligência do sistema. Diretora estreante, Caroline Cavalcanti é uma pessoa com deficiência auditiva há 5 anos e vivenciou diferentes tipos de relacionamento com o som. Em 2020, recebeu o prêmio Cardume Cabíria pelo roteiro Zero Decibel, de Bernardo Silvino.
Quebrante, de Janaina Wagner
Apresentado na mostra Forum Expanded, Quebrante acompanha Dona Erismar, conhecida na região como A Mulher das Cavernas. A professora aposentada do ensino fundamental foi quem descobriu as cavernas na pequena cidade de Rurópolis, no Pará. Ela entrava nos buracos escuros e desconhecidos e explorava suas extensões com apenas uma vela nas mãos e um isqueiro amarrado nas calças.
Desde 2011, a artista e cineasta Janaina Wagner trabalha com vídeo, desenho e instalação. De acordo com a diretora, Quebrante é uma conversa entre a lua e as pedras, livremente inspirada no projeto The Truly Underground Cinema (O cinema verdadeiramente underground, 1971) de Robert Smithson e no filme The Very Eye of Night (O próprio olho da noite, 1958) de Maya Deren.
Com a produção da Cinemascópio, fundada por Kleber Mendonça Filho, o longa Dormir de olhos abertostem como cenário uma quente cidade costeira do Brasil e será apresentado na mostra Encounters. Sem atores nacionais no elenco principal, o longa é uma mistura cultural entre Brasil, China e Argentina, além de falado em quatro idiomas: madarim, português, espanhol e inglês.
Na trama, Kai (Liao Kai Ro) chega de férias de Taiwan com o coração partido e conhece Fu Ang (Wang Shin-Hong) e Xiao Xin (Chen Xiao Xin). Nesta comédia de mal-entendidos, os protagonistas são interpretados por atores estreantes, tendo como pano de fundo o trabalho e as relações delicadas entre eles.
O caráter multicultural do projeto é assinado pela cineasta Nele Wohlatz,nascida na Alemanha, mas com vivência de 12 anos em Buenos Aires, na Argentina. Este é seu segundo longa, após a obra O Futuro Perfeito,lançada no Festival de Locarno 2016.
Produção da companhia brasileira Ventre Studio com outras cinco empresas internacionais, Shikun é uma comovente metáfora inspirada na famosa peça Rinoceronte, do romano Eugène Ionesco, conhecido por fazer o teatro do absurdo.
Na trama, um setor diversificado da sociedade israelense converge em um único edifício multiuso, chamado Shikun. À medida que pessoas de diferentes línguas, origens e gerações se reúnem em encontros altamente teatrais, elas enfrentam a situação de maneira surpreendente. Destaque para a presença da atriz suíça Irène Jacob, famosa pelos filmes A Dupla Vida de Véronique (1991) e A Fraternidade é Vermelha(1994), de Krzysztof Kieslowski.
Nascido em Israel, o cineasta Amós Gitai estreou em 1980 com o documentário House. Desde então, ele dirigiu inúmeros filmes e participou da competição do Festival de Cannes e de Veneza. Fora de competição, Shikunserá apresentado na mostra Berlinale Special este ano.
Empolgado(a) com algum desses títulos? O CinePOP realiza a cobertura direta do Festival de Berlim, do dia 15 ao 25 de fevereiro de 2024. Acompanhe!
OUniverso Estendido DC chegou ao fim com Aquaman 2: O Reino Perdido, lançado no finalzinho de 2023. Após um início promissor no auge da ‘Era dos Super-Heróis’ nos cinemas, esse universo compartilhado começou a se perder diante da falta de liderança do estúdio e da ausência de convicção no projeto.
O problema é que nem só de bombas viveu o falecidoDCEU. É impossível só fazer porcaria quando se contrata alguns dos melhores nomes do mercado para trabalhar em um projeto que durou uma década. E são esses filmes que vão deixar saudade nos fãs e criar aquela sensação de que talvez fosse possível tê-lo salvado. Por isso, o CinePOP vai elencar os cinco melhores filmes nesta matéria. Confira!
O primeiro capítulo doDCEU nos cinemas foi bem controverso na época de seu lançamento. Utilizando metáforas cristãs à exaustão para descrever o herói, o diretor Zack Snyder tentou transformar a origem do Superman (Henry Cavill) em um tipo de épico bíblico de super-heróis. E por mais polêmica que seja essa abordagem, é curioso ver como funcionou bem em muitos momentos. O uso de planos que engrandecem a figura de um Superman errante deu um ar épico ao longa, assim como as provações pelas quais o Homem de Aço teve de passar antes de assumir o tradicional traje azul, vermelho e amarelo. O problema desse filme foi mais no ato final, no qual o diretor perdeu um pouco da linha e corrompeu de forma complicada fatores morais intrínsecos ao personagem.
Sem contar a lógica dos Power Rangers de “destruir a cidade para salvar a cidade”. Sério, pelo estado que ficou Metropolis depois do Super “salvá-la”, era melhor ter entregado a chave da cidade pro Zod logo. Ah, vale a pena ressaltar também o trabalho maravilhoso que Hans Zimmer fez na trilha sonora desse filme. Trabalhar com o Superman exige um carinho especial na tratativa sonora, já que ele está eternamente atrelado ao tema do filme de 1978, mas ainda assim Zimmer conseguiu ser respeitoso com o passado do herói e criou scores que combinaram e descreveram as sensações dessa nova abordagem do kryptoniano.
Dirigido por James Wan, o Midas de Hollywood, Aquamanconseguiu algo que nenhum outro longa da DC alcançou nesses dez anos de Universo Estendido DC: arrecadou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias do mundo todo. Ambientado depois dos eventos do filme da Liga da Justiça, essa aventura anfíbia mudou completamente o tom dos filmes da DC nos cinemas ao esquecer o filtro escuro e a necessidade de introduzir elementos para serem desenvolvidos em filmes de outros heróis. Ou seja, ao focar mais em sua própria trama em vez de tentar desenvolver o DCEU, Wan conseguiu fazer com que o público se importasse com a história de origem de um dos heróis mais zoados do primeiro escalão da DC.
Apostando no carisma de Jason Momoapara conduzir a trama, o longa também ganhou pontos por trazer uma visual subaquático deslumbrante e por explorar a riqueza desse mundo com muitas cores e iluminações diferentes, proporcionando momentos “com cara de histórias em quadrinhos”, como a batalha dos protagonistas contra o Arraia Negra na Itália, o embate com as criaturas do poço ou a pancadaria final, que apresenta mais animais marinhos que todas as temporadas juntas de Bob Esponja. É um filme despretensioso, divertido e que consegue elevar a moral de um herói que andava meio em baixa por conta das inúmeras piadas que as séries de Cultura Pop faziam com seus poderes.
Também conhecido como o primeiro filme inquestionável do Universo Estendido DC, Mulher-Maravilha foi trabalhado como uma prequel, o que deu muito certo. Partindo de uma das incontáveis pontas soltas queBVS deixou, Diana teve sua história de origem desenvolvida com base em uma foto antiga. O trabalho de Patty Jenkins foi muito apaixonado nesse filme, até pelo peso que ele trouxe. Então, foi um longa que honrou o legado da super-heroína, explorando pontos fascinantes do passado dela, mas também conseguiu fazer com que ela assumisse um posto que normalmente era do Superman: o símbolo de esperança.
Como o Clark ainda vinha sendo trabalhado como um herói errante, Diana surgiu com seu otimismo, coragem e persistência para mostrar ao mundo dos homens que eles não deveriam se entregar aos vilões, porque ela estava ali para ajudá-los e isso os motivou a seguir na luta. A cena mais emblemática do filme é justamente isso, um sopro de esperança. Diante da fronteira tomada pelos inimigos, Diana pegou seu escudo e atravessou a Terra de Ninguém, enfrentando sozinha o exército inimigo. Vendo aquilo, os outros soldados se inspiraram e avançaram junto a ela. De arrepiar.
Além disso, os personagens de apoio foram todos muito carismáticos, e a direção não perdeu tempo tentando sexualizar a Mulher-Maravilha. Na verdade, esse filme é tão bom que só não está na primeira colocação dessa lista por conta de um pequeno deslize no clímax da trama, mas não é nada que atrapalhe o espetáculo.
Shazam! é um dos filmes mais sinceros que a DC já fez. Dirigido por David F. Sandberg, que vinha do mundo dos filmes de terror, esse longa foi a adaptação mais fiel já feita na história do Universo DC. Quem já leu as histórias de origem do personagem, seja na versão clássica ou nos Novos 52, com certeza conseguiu identificar cenas, ambientações e até mesmo falas tiradas diretamente das páginas dos quadrinhos. Mas não é por isso que esse filme chegou tão longe no nosso ranking. Ele está aqui porque conseguiu trazer elementos próprios que fizeram dele muito mais que uma adaptação exemplar.
É um filme com coração, com alma, sobre um menino órfão que encontra quem ele realmente é em sua nova família. Sem contar que trazer um herói cujos poderes são baseados em magia para a perspectiva de uma criança querendo ser grande é uma premissa maravilhosamente perfeita para um herói de quadrinhos nas telonas. Junte a isso um elenco que compreende bem as motivações de seus personagens e o resultado foi uma aventura espetacular sobre família, heroísmo e amadurecimento.
Depois do fracasso colossal que foi o primeiro Esquadrão, James Gunnassumiu o roteiro e a direção dessa sequência para provar o efeito que um bom diretor pode ter em um filme. Contando a história de forma sádica, matando personagens a torto e a direito, Gunn não se baseou exatamente em um arco das HQs para escrever esse roteiro repleto de violência, humor e interações humanas sinceras entre os piores vilões do mundo.
Parte importante para esse filme funcionar foi ter roteiro, direção e elenco entendendo que os personagens são a escória da humanidade, mas que até mesmo essa gente poderia ter sentimentos e objetivos. Assim, partindo dessa ótica, o grupo foi visto como um monte de bandidos descartáveis sendo mandados para uma ilha da América Latina para resolver as burradas imperialistas dos EUA, mesmo que isso significasse não voltarem vivos. Adotando uma estética que remete instantaneamente aos quadrinhos, fosse pelas cores, diálogos dinâmicos ou até mesmo pelas passagens de capítulos, O Esquadrão Suicida contou ainda com uma trilha sonora maravilhosa e um desenvolvimento de personagens maior que o de praticamente todos os outros filmes da casa.
Todos os filmes citados estão disponíveis no HBO Max.
Segundo rumores recentes, o Motoqueiro Fantasma pode ganhar um novo filme, desta vez fazendo parte do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM).
É crucial ressaltar que, até o momento, todas essas informações são meramente rumores.
Segundo o My Time To Shine Hello, o produtor cinematográfico e presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, está planejando um novo filme para o herói, que contaria com a participação de Sacha Baron Cohen (‘Alice Através do Espelho’), supostamente interpretando Mephisto.
Além disso, para o papel principal do herói, Feige e o resto do estúdio estão de olho em contratar um ator “de primeira linha” em Hollywood.
Lembrando que ‘Deadpool e Wolverine‘ será o único filme do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM) em 2024.
“O herói irresponsável Deadpool mudará a história do MCU com Wolverine!?”
Anteriormente, o insider divulgou a sinopse preliminar do aguardado novo filme.
Na trama, “Depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.”
De acordo com o DisInsider, o filme também vai contar com surpreendentes participações especiais dos X-Men e do Quarteto Fantástico, todos da extinta 20th CenturyFox.
O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU
Após repercutir na internet graças ao trailer de ‘Madame Teia’, a atriz Dakota Johnson, reconhecida por seu trabalho em ’50 Tons de Cinza’, compartilhou sua surpresa ao descobrir que se tornou um meme.
No primeiro trailer, Johnson interpreta uma mulher com habilidades clarividentes, encarregada de resgatar outras garotas com talentos sobrenaturais de um vilão ligado ao passado de sua mãe, uma pesquisadora de aranhas na Amazônia antes de falecer.
Foi exatamente esse contexto que gerou o momento hilário que se espalhou pela web. “Eu já vi aquele homem antes”, declara Johnson. “Ele estava na Amazônia com minha mãe quando ela estava pesquisando aranhas, pouco antes de ela morrer.”
A forma extremamente monótona e expositiva como Johnson pronuncia a frase, aliada à absurdidade e especificidade da informação, tornou o momento alvo de piadas na internet.
Durante uma entrevista ao HuffPost UK, Dakota Johnson foi questionada sobre sua percepção do meme. Aparentemente irritada, ela ponderou sobre o motivo. “Por que isso se tornou meme? Alguém destacou isso e eu não faço ideia do porquê. Mas, afinal, qualquer frase fora de contexto… é fora de contexto? Que coisa boba… ‘Ele estava na Amazônia pesquisando aranhas com minha mãe antes dela morrer.’ Parece-me uma história básica, mas talvez eu esteja apenas viajando.”
Confira alguns comentários:
I’ve seen that man before… He was in the Amazon with my mom when she was researching spiders right before she died pic.twitter.com/YsTzjtiNNz
“O que sou eu, algum tipo de pesquisador na Amazônia com sua mãe quando ela estava pesquisando aranhas antes de morrer?”
In another life, I would have really liked… just being in the Amazon… with your mom… when she was researching spiders… right before she died pic.twitter.com/H5uTqdOHpg
“Ele também usou fundos de campanha para sua viagem à Amazônia com minha mãe quando ela estava pesquisando aranhas pouco antes de morrer”
“average person researches 3 spiders a year” factoid actualy just statistical error. average person researches 0 spiders per year. My mom, who was in the Amazon researching over 10,000 spiders right before she died, is an outlier and should not have been counted
“pessoa média pesquisa 3 aranhas por ano” factoide na verdade apenas erro estatístico. Em média, uma pessoa pesquisa 0 aranhas por ano. Minha mãe, que estava na Amazônia pesquisando mais de 10 mil aranhas antes de morrer, é um ponto fora da curva e não deveria ter sido contada”
‘Madame Teia’ estreia em 15 de fevereiro de 2024, confira o trailer.
‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ figura como um dos filmes mais aguardados da Marvel, trazendo de volta Sam Wilson (Anthony Mackie) no papel do novo Capitão América.
E ele terá a companhia de um dos Vingadores original.
Durante uma entrevista ao Festival Internacional de Cinema de Santa Bárbara, Mark Ruffalo deixou escapar que retornará como Bruce Banner/Hulk no filme.
Na entrevista, ele disse que não deveríamos esperar um filme solo do ‘Hulk‘: “Não quero dizer estourar a bolha de ninguém, mas isso não está acontecendo”.
Mas à medida que a entrevista continua, o entrevistador diz: “Mas você está Capitão América: Admirável Mundo Novo, né?”
Ruffalo respondeu: “Sim. Vai ser ótimo.”
Fotos vazadas recentemente na internet oferecem um vislumbre do herói com seu traje inédito.
O traje recém-revelado apresenta diferenças marcantes em relação ao utilizado pelo herói no desfecho de ‘Falcão e o Soldado Invernal’, quando Sam Wilson decide assumir o papel do Vingador.
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
O Festival de Cinema de Berlim (ou Berlinale) é um dos maiores festivais da Europa depois de Cannes e Veneza, além de ser o pontapé inicial das produções do ano. A partir desta quinta-feira, 15 de fevereiro, as ruas da Potsdamer Platz, no centro de Berlim, serão tomadas pelos tapetes vermelhos com a estreia mundial de Small Things Like These, filme de abertura do evento e baseado no romance histórico da autora irlandesa Claire Keegan.
Com o júri presidido pela mexicana-queniana Lupita Nyong’o, entre 15 e 25 de fevereiro, o evento recebe grandes nomes do cinema mundial e lança a primeira competição da temporada: a disputa pelo Urso de Ouro. Como no ano passado (veja tudo aqui), o CinePOP terá uma cobertura especial in loco para contar os detalhes em primeira mão dos lançamentos, as novidades, além das discussões e polêmicas dos bastidores.
Principal Polêmica Entre os Convidados
Quando às críticas não estão direcionadas a seleção oficial e a contínua disparidade de gênero, com 20 filmes, apenas seis dirigidos por mulheres (e dois deles em co-direção com homens), ela é no âmbito social-político. Os organizadores do Festival de Berlim desconvidaram cinco membros do partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD) da cerimônia de abertura.
Após semanas de discussão e uma carta aberta assinada por mais de 200 profissionais do cinema, os quais declararam ser “incompatível” com o compromisso do festival a presença de pessoas contra princípios básicos de empatia. Até a última quinta, dia 8 de fevereiro, os organizadores da Berlinale mantiveram a sua decisão, mas o debate tornou-se mais acalorado quando relatórios sobre uma reunião secreta dos políticos da AfD e ativistas neonazis vieram à luz do dia.
Nessa reunião, eles discutem um “plano diretor” de deportações em massa no caso de o partido chegar ao poder. Vale lembrar que em 2019, o então diretor da Berlinale, Dieter Kosslick, convidou os membros da AfD a participar no festival, instigando-os a ver um filme sobre a realidade da vida no gueto de Varsóvia. No fim das contas, a declaração é: “ todos os políticos da AfD anteriormente convidados (…) não são bem-vindos na Berlinale.”
A atenção, entretanto, não estão somente nas polêmicas e na mostra competitiva, mas também na seleção Berlinale Special Gala, como as aguardadas produções: Spaceman, da Netflix, com Adam Sandler e Carey Mulligan; Love Lies Bleeding, com Kristen Stewart (presidente do júri do ano passado), recém-lançado em Sundance, em janeiro; e o suspense Cuckoo, com Hunter Schafer (da série Euphoria).
Dirigido pelo sueco Johan Renck, Spaceman é adaptação da obra literária Spaceman of Bohemia, de Jaroslav Kalfar, e mistura drama e ficção-científica. Aclamado pela minissérie Chernobyl (2019), o diretor teve passagens pela direção de Walking Dead e Breaking Bad, além de vários clipes musicais. Com estreia para dia 1° de março na plataforma de streaming, este pode ser considerado o primeiro longa-metragem do diretor, embora ele tenha dirigido o desconhecido A Libertação de Nancy (2008).
Com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, depois da première norte-americana em Sundance, Love Lies Bleedingchega à Europa com grandes expectativas. Produção da A24, este é o segundo filme de Rose Glass após o sucesso do terror Saint Maud (2019). Um filme com semelhante trajetória foi Vidas Passadas, de Celine Song, apresentado em Sundance, em seguida em Berlim, e hoje está entre os nomeados a Melhor Filme no Oscar 2024.
Após a participação no filme Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes(2023), a atriz transsexual Hunter Schafer ganha protagonismo fora da série Euphoria no papel de Gretchen, em Cuckoo. Segundo longa-metragem do diretor alemão Tilman Singer, o filme é um suspense obscuro e chama atenção mais pela atriz do que pela história em si.
Outra surpresa é o lançamento mundial da série italiana Supersex, da Netflix, no festival, prevista para chegar ao streaming em 6 de março. A série é livremente inspirada na vida e nas memórias do astro de filmes pornograficos Rocco Siffredi. Com 145 minutos, a produção busca um lançamento tal como The Idol, da HBO, no Festival de Cannes 2023, porém a esperança é algo melhor do que o produto estrelado por Lily-Rose Depp e The Weeknd.
Brasil representado na Alemanha
Mais uma vez o Brasil ficou de fora da mostra competitiva do festival. O país, entretanto, está representado pelos longas-metragens Betânia, de Marcelo Botta, e Cidade; Campo, de Juliana Rojas, nas respectivas mostras Panorama e Encounters. Além dos curtas-metragens Lapso, de Caroline Cavalcanti, e Quebrante, de Janaina Wagner.
Para completar a seleção, o Brasil também aparece em duas co-produções internacionais, são elas Shikun, deAmos Gitai, como a produtora brasileira Ventre Studio; e Dormir de olhos abertos, de Nele Wohlatz, com a produção da Cinemascópio, fundada por Kleber Mendonça Filho.
Os detalhes de cada produção podem ser encontrados no nosso artigo especial sobre o cinema nacional no Festival de Berlim 2024.
Júri de Estrelas do Urso de Ouro
Presidido por Lupita Nyong’o, o júri do festival é composto de outros seis atores, diretores e artistas do cinema para condecorar os filmes em oito categorias. Sob o comando de Kristen Stewart, o último grande prêmio foi concedido ao documentárioNo Adamant, de Nicolas Philibert, apresentado somente na Mostra de São Paulo, no Brasil.
Um dos membros do júri é o ator e diretor Brady Corbet, conhecido por seus papéis em Mistérios da Carne (2004) e a refilmagem de Violência Gratuita (2007). Como diretor, ele apresentou Vox Lux(2018), com Natalie Portman, no Festival de Venice 2018. Junto dele estará o diretor alemão Christian Petzold, cinco vezes selecionado na Competição de Berlim, e, no ano passo, ganhador do Urso de Prata – Grande Prêmio do Júri com o drama romântico Afire(2023).
Parte também do júri é a atriz e diretora de Hong Kong Ann Hui. Pouco conhecida em território brasileiro, um dos seus títulos mais famosos é Uma Vida Simples (2011), lançado no Festival de Veneza. Outros nomes são a atriz italiana Jasmine Trinca, conhecida por O Quarto do Filho(2001); o diretor espanhol Albert Serra, selecionado em Cannes 2022, com o filme Pacifiction(2022); e a escritora ucraniana Oksana Zabuzhko.
Além das estrelas internacionais, alguns diretores também prometem surpreender por conta dos seus trabalhos anteriores, como o francês Olivier Assayas, responsável por Acima das Nuvens (2014) e Personal Shopper (2016), ambos com Kristen Stewart, e a franco-senegalesa Mati Diop, após o sucesso de Atlantique (2019), premiado em Cannes.
Os principais títulos são o filme de abertura Small Things Like These, de Tim Mielants, com Cillian Murphy; Black Tea, do cineasta mauritano Abderrahmane Sissako, uma odisseia cultural entre África e Ásia; e ainda A Different Man, com o ator Adam Pearson, que possui neurofibromatose e esteve no filme Sob a Pele (2013), de Jonathan Glazer.
‘Twisters’, a aguardada sequência do filme de desastre de 1996, ‘Twister’, lançou seu primeiro trailer, trazendo consigo os primeiros detalhes revelados pela Universal Studios.
“Este verão, o épico filme de desastre retorna, proporcionando uma montanha-russa de adrenalina que prende o espectador à cadeira e uma experiência emocionante na tela grande que o coloca em contato direto com uma das forças mais maravilhosas – e destrutivas – da natureza”, afirma a Universal Studios.
Na trama, “Daisy Edgar-Jones interpreta Kate Cooper, uma ex-caçadora de tempestades assombrada por um encontro devastador com um tornado durante seus anos de faculdade. Agora, ela estuda padrões de tempestades em telas seguras na cidade de Nova York. Entretanto, ela é atraída de volta às planícies abertas por seu amigo, Javi (interpretado por Anthony Ramos), para testar um novo sistema revolucionário de rastreamento. Lá, ela cruza o caminho de Tyler Owens (interpretado por Glen Powell), o charmoso e imprudente superstar das redes sociais que se alimenta de postar suas aventuras de caça a tempestades com sua equipe animada. À medida que a temporada de tempestades se intensifica, fenômenos aterrorizantes nunca vistos antes são desencadeados, colocando Kate, Tyler e suas equipes concorrentes diretamente nos caminhos de múltiplos sistemas de tempestades convergindo sobre o centro de Oklahoma na luta de suas vidas.”
Dirigido por Lee Isaac Chung (‘Minari: Em Busca da Felicidade’), com produção de Frank Marshall (‘Indiana Jones e o Chamado do Destino’) e Patrick Crowley(‘Jurassic World: Domínio’). O roteiro é assinado por Mark L. Smith (‘O Regresso’).
De acordo com o Deadline, ‘Bob Marley: One Love‘ deve superar a estreia de ‘Madame Teia‘ nas bilheterias norte-americanas.
Durante o final de semana estendido de Dia dos Namorados, as projeções indicam que a cinebiografia do ícone do reggae deve arrecadar em torno de US$ 30-35 milhões contra US$ 20-25 milhões arrecadados pelo novo filme da Marvel/Sony Pictures.
Para termos de comparação, ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ arrecadou US$ 120.3 milhões neste mesmo período há um ano. E, naquela época, os números foram considerados uma decepção.
“Em um período lento nos cinemas, é difícil voltar a atrair a atenção do público – a menos que você um blockbuster antecipado, como ‘Duna: Parte 2’, que estreará no início de março,” declarou um executivo da indústria.
Vale destacar que o longa estrelado pela Dakota Johnson deve registrar a pior abertura no universo cinematográfico do Homem-Aranha, ficando abaixo do desempenho de ‘Morbius‘ (US$39 milhões).
Felizmente, diferente de outros fracassos recentes do gênero, ‘Madame Teia‘ custou apenas US$ 80 milhões, o que pode ajudar na recuperação de seu investimento.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de fevereiro.
Entre idas e vindas, verões ensolarados e momentos tão cruciais, Emma e Dexter caminham lado a lado ao longo de 20 anos. Atravessam as décadas, mudam seus hábitos, se envolvem em relacionamentos disfuncionais e duradouros e por fim se encontram – em um novo tempo, com uma nova versão de si mesmos. Um Dia se tornou um sucesso instantâneo da literatura por sua delicada e identificável reflexão sobre a vida, as pessoas que passam por ela e aquelas que decidem ficar indefinidamente. Como um convite intimista a uma experiência catártica, o romance de David Nicholls faz de sua história de amor uma oportunidade ao leitor de reavaliar suas escolhas e decisões. Seu sucesso fez com que esse doloroso e agitado conto de amor fosse adaptado para as telonas, nas personas de Anne Hathaway e Jim Sturgess, nos idos dos anos 2010. E quase 15 anos depois, o autor tira seu best-seller da prateleira e o reapresenta ao mundo, desta vez em um formato diferente, por uma tecnologia nova.
E assim, Um Dia volta a fazer parte de nossas vidas, pela ótica dos talentosos Leo Woodall e Ambika Mod. Interpretando os mesmos papéis que fizeram milhões de leitores se apaixonarem ainda em 2011, a dupla nos convida a conhecer Emma e Dexter por um olhar mais profundo. Com tempo de tela suficiente para explorar seus respectivos personagens, ambos fazem dessa experiência uma encantadora vitrine de sua versatilidade e maturidade em tela. Atravessando 20 anos ao longo de 14 episódios, ambos se desenvolvem com leveza, carregam as marcas do tempo em suas linguagens corporais e refletem a mudança das circunstâncias de seus protagonistas com astúcia e realismo. Nos fazendo apaixonar uma vez mais por aquele casal que tanto demora para se encontrar, eles tornam a minissérie uma jornada delicada por um diário pessoal, onde vivemos e desfrutamos das melhores e piores memórias dessas figuras tão distintas, mas tão perfeitas uma para a outra.
E sob a produção executiva de Nicholls, Um Dia é capaz de surpreender os fãs do longa original, justamente por explorar com profundidade cada um dos anos que marcam a aventura do casal protagonista. Investindo o tempo de tela para trabalhar os detalhes mais sutis dessa jornada, ele e sua equipe criativa conseguem tornar a nova versão ainda mais cativante e apaixonante, nos levando a lugares ensolarados e a momentos únicos que no atraem para dentro desse pequeno e por vezes idílico universo. E uma vez dentro, somos tomados pelas emoções, pelos romances e pelos desfechos inesperados que cada episódio nos proporciona. E como se estivéssemos vivendo dentro de um pequeno e precioso sonho, a minissérie original da Netflix nos proporciona uma experiência doce, às vezes levemente amarga, mas sempre saborosa e apreciável.
Explorando muito bem o desenvolvimento de seus protagonistas – inclusive os coadjuvantes -, Um Dia é ainda um conto sobre família, perdas, recomeços, renovos e desapegos. Abordando sabiamente o amadurecimento a partir da passagem do tempo e das experiências da vida, a produção é hipnotizante, nos consome rapidamente e nos deixa à deriva com seu doloroso e já sabido final. Se preocupando mais com o trajeto do que com o fim em si, a minissérie se preocupa em honrar o amor dos leitores por esse romance, garantindo cenas valiosas e memoráveis que aquecem o coração, ainda que inevitavelmente o prepare para um solitário e injusto encerramento.
Tratando com leveza e doçura assuntos tão importantes como luto, vícios, perdas e descontentamento, a original Netflix é cheia de pequenos e valiosos instantes reflexivos que – ainda que não sejam profundos e extensos – ajudam a tornar a experiência televisiva ainda mais especial. Resgatando perfeitamente a estética do final dos anos 80 e anos 90, Um Dia é também uma nostálgica viagem temporal, onde o amor, a amizade, a renúncia e os reencontros revelam a beleza de um relacionamento que nunca verdadeiramente se esfriou, mas que apenas se transformou e cresceu com a ajuda do tempo. Uma ponderação sobre as vidas que se cruzam com a nossa, a minissérie é como um soneto agridoce sobre a importância de viver intensamente todos os dias, na certeza de que sendo bons ou maus, cada um deles vale a pena ser desfrutado.
‘Upgraded: As Cores do Amor’ é a mais nova comédia romântica do Prime Video e, conhecendo os clássicos convencionalismos desse gênero que tanto povos o cenário do entretenimento, o longa-metragem dirigido por Carlson Young consegue acertar as notas certas para transformar uma história que tinha tudo para ser clichê em uma divertida e inspiradora narrativa de amadurecimento que entrega exatamente o que promete – e que é guiada pela incrível performance de Camila Mendes (cuja carreira pós ‘Riverdale’ vem se mostrando bastante frutífera, ainda mais considerando sua recente participação no ótimo ‘Justiceiras’, ao lado de Maya Hawke).
A trama acompanha uma jovem estagiária de uma casa de leilões chamada Ana Santos (Mendes), que se graduou em História da Arte e que parece não ter muita confiança em si mesma: apesar de ter um mestrado em sua carreira, ela está completamente endividada e vive com a irmã e seu noivo em um pequeno apartamento, onde é obrigada a dormir em um futon enquanto decide o que fazer. Sentindo-se um peso e lutando dia após dia para conseguir a chance de decolar no complexo mundo da arte, ela agarra uma oportunidade única quando encontra um erro crítico em um catálogo, levando sua chefe, a impiedosa Claire Dupont (Marisa Tomei), a chamá-la para Londres– ficando responsável por tarefas absurdas enquanto tenta impressioná-la ainda mais, além de lidar com as odiosas mean girls Amy (Saoirse-Monica Jackson) e Suzette (Rachel Matthews), as duas assistentes principais de Claire.
Amy e Suzette fazem de tudo para importuná-la, inclusive colocando-a na classe econômica de um voo de longas horas para deixá-la cansada e inapta a fazer seu trabalho. Porém, ela ganha um upgrade para a primeira classe e conhece o charmoso William Laroche (Archie Renaux), um rico publicitário inglês que acredita que ela é a chefe da casa de leilões – e, pensando que poderia aproveitar esse honesto equívoco, ela finge ser Claire e navega por um turbilhão de mentiras para garantir que tudo saia como o planejado. Em outras palavras, temos todos os elementos clássicos das rom-coms unidos em um universo envolvente, que traz elementos de ‘Cinderela’ a ‘O Diabo Veste Prada’, no romântico cenário londrino que aproveita a química dos atores para nos levar nessa singela viagem de pouco mais de cem minutos.
Young, que ficou mundialmente conhecida por seu trabalho como Brooke Maddox na série ‘Scream’ (e que faz uma breve participação especial em uma das cenas), volta à cadeira de direção depois de ter comandado o terror ‘The Blazing World’ – diminuindo as ambições artísticas para jogar em território familiar e navegar com solidez por um gênero já explorado ad nauseam na sétima arte. O resultado é bastante positivo, principalmente ao se aliar com o roteiro de Christine Lenig, Justin Matthews e Luke Spencer Roberts, guiando-nos por uma clássica história de amor que, apesar de formulaica, é prática e convincente. É claro que temos tomadas conhecidas dentro desse escopo artístico, mas Young as abraça com tamanho carinho que podemos varrê-las para debaixo do tapete frente a uma íntegra investida que, em momento algum, quer dar um passo maior que consegue.
Todavia, é Mendes quem rouba a nossa atenção. Depois de ter dominado as telinhas ao interpretar Veronica em ‘Riverdale’ (um dos poucos pontos positivos dessa novelesca e canastrona série), ela vem demonstrando uma versatilidade invejável sem se render a exageros cansativos; pelo contrário, a atriz mostra que consegue fluir e dar originalidade a um enredo que não tem muito a nos contar – e faz isso dividindo os holofotes com a presença magnética de Renaux, com quem desfruta de um entrosamento apaixonante e que dá o gostinho de paixão de que precisávamos. Além disso, é preciso mencionar a forte presença de Tomei como uma releitura mais suave de Meryl Streep como Miranda Priestly, bem como a adição espetacular de Lena Olin como a excêntrica Catherine, mãe de Will.
Como é de costume, rom-coms partem de uma premissa bem clara e que não costuma fugir de obviedades. Temos o momento em que Ana se vê enclausurada em um ambiente de trabalho tóxico à medida que desenvolve um relacionamento com Will; pouco depois, ela começa a ter sucesso nas coisas que faz e, pela primeira vez, está feliz com a vida que outrora não aguentava ter; e, como parte de uma breve conclusão pré-terceiro ato em que tudo dá errado, Ana é desmascarada, perde o emprego, perde Will (e até mesmo senta em tinta fresca). Mas é claro que as coisas dariam certo e o desenlace final seria num tom positivo e esperançoso.
‘Upgraded: As Cores do Amor’ pode não ter muita profundidade ou ousar ir além do que consegue, mas cumpre com o que promete e explode em uma química apaixonante e envolvente que nos faz esquecer dos problemas estruturais. O filme é a pedida certa para assistir numa noite caseira – a não ser que você definitivamente não seja fã de comédias românticas.
Christopher Nolan, o renomado cineasta indicado ao Oscar de Melhor Direção por ‘Oppenheimer’, teceu elogios ao trabalho de Robert Downey Jr. como Tony Stark/Homem de Ferro do Universo Cinematográfico Marvel, afirmando que sua escalação foi “uma das decisões de elenco mais impactantes na história do cinema”.
Durante uma entrevista no programa The Late Show, Nolan compartilhou: “Com qualquer pessoa com quem você trabalhe, especialmente atores… você está buscando algum tipo de conexão emocional, empatia”, disse ele. “Você está procurando algum tipo de generosidade. [Downey] possui esse incrível espírito generoso. Isso significa que, quando ele está em cena com outras pessoas, ele se certifica de que todos estejam dando o seu melhor, que todos sejam capazes de trazer o seu melhor para a mesa. Ele os ajuda a aprofundar essas conexões emocionais”.
O diretor continuou: “Sempre quis trabalhar com ele. Sempre vi isso em seu trabalho”, revelou. “E ele tem um carisma incrível como Tony Stark. Sua interpretação como Homem de Ferro é uma das decisões de elenco mais significativas já tomadas na história do cinema. Eu queria dar a ele a oportunidade de se perder em um papel, de se entregar completamente a outro ser humano, como grandes atores fazem”.
É importante destacar que Nolan escalou Downey Jr. para trabalhar em ‘Oppenheimer’, onde ele interpretou Lewis Strauss, o ex-Secretário de Comércio Interino dos Estados Unidos, papel pelo qual Downey Jr. está concorrendo ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.
AtualmenteChristopher Nolanestá concorrendo ao Oscar na categoria de Melhor Direção por seu trabalho em ‘Oppenheimer’.
‘Oppenheimer‘ foi um dos maiores sucessos de bilheteria do ano, arrecadando US$ 952,6 milhões pelo mundo. O filme foi indicado a 13 categorias do Oscar, incluindo Melhor Filme.
Na trama o físico J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy) trabalha com uma equipe de cientistas durante o Projeto Manhattan, levando ao desenvolvimento da bomba atômica.
Após o sucesso de ‘Top Gun: Maverick’, o ator Danny Ramirez, que estrelou o filme, falou sobre a possibilidade de retornar em uma eventual sequência, expressando que seria uma honra participar de um ‘Top Gun 3’.
Durante uma entrevista ao ComicBook, ele declarou: “Seria uma honra absoluta ser convidado de volta. Eu acho que a perspectiva de até mesmo poder retornar ao ar é a mais emocionante”, compartilhou Ramirez. “E então, eu sei que toda a equipe ficaria muito animada. Mas, quero dizer, sim, nós vimos quanto tempo levou para fazer o segundo. E a única lição que aprendemos com isso é que você precisa acertar a história”.
Ele acrescentou: “E eu acho que as pessoas no comando são absolutamente as certas também. Tipo, quero dizer, ‘Top Gun: Maverick’ foi incrível. Então não há dúvida, foi incrível. Então, estamos realmente animados com a perspectiva de possivelmente sermos convidados de volta.”
Vale lembrar que a Paramount Pictures já está desenvolvendo o terceiro filme.
Lembrando que ‘Top Gun: Maverick’ se tornou um dos maiores sucessos de 2022, conquistando 96% de aprovação dos críticos e arrecadando US$ 1,493 bilhão pelo mundo.
A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.
De acordo com o Deadline, Ben Wang (‘Meninas Malvadas’) foi contratado para estrelar o reboot de ‘Karatê Kid‘, que está sendo desenvolvido pela Sony Pictures.
A trama, ambientada na Costa Leste, focará em um adolescente chinês que encontra força e direção através da mentora de artes marciais.
Anteriormente, Jackie Chan e Ralph Macchiohaviam sido confirmados, reprisando seu papéis dos filmes anteriores.
Jonathan Entwistle (‘Goosebumps 2: Halloween Assombrado’) é responsável pela direção.
O roteiro do novo longa é assinado por Rob Lieber, criador da série ‘I Am Not Okay with This‘.
O longa está programado para estrear no dia 12 de dezembro.
Enquanto isso, a quinta temporada de ‘Cobra Kai‘ já está disponível na Netflix, e a sexta e derradeira temporada está atualmente em produção, aguardando em breve a confirmação da data de lançamento.
O astro Oscar Isaac, que interpreta o ‘Cavaleiro da Lua’ no Universo Cinematográfico da Marvel (UCM), recentemente revelou se estaria disposto a trabalhar no novo Universo Estendido DC (DCU) com James Gunn, especificamente para o papel do vilão Slade Wilson.
Durante a Middle East Film & Comic Con, o ator foi questionado por um fã se aceitaria interpretar o vilão no novo DCU.
“Acho que o Exterminador seria divertido. Não tenho mais uma regra para escolher papéis; tudo depende da história e da oportunidade de fazer algo interessante e diferente, algo que empolgue o público. Seja na DC ou em qualquer outro lugar”, respondeu Oscar Isaac.
قام عضو الحساب وليد حميدان بسؤال نجم مسلسل Moon Knight الفنان Oscar Isaac بمعرض MEFCC في أبو ظبي عن مستقبل Moon Knight حيث جاوب انه يتطلع بأن يكون من ضمن فريق Midnight Sons بمارفل كما أنه تحدث عن مدى اهتمامه بتأدية دور Deathstroke بعالم DC pic.twitter.com/2AnOMF7v7B
Lembrando que todos os episódios de ‘Cavaleiro da Lua’ estão disponíveis no catálogo da Disney+.
A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.
Todo início de ano, com as primeiras divulgações das produções seriadas que vão compor os catálogos das streamings disponíveis no Brasil, já ficamos ansiosos com as possibilidades daqueles projetos que tem tudo para chamar a atenção do público. Pensando nisso, separamos abaixo uma lista com 10 séries que vão dar o que falar em 2024:
Baseado na obra vencedora do Prêmio Pulitzer escrita pelo escritor e professor Viet Thanh Nguyen, O Simpatizante, nova minissérie da HBO MAX vai nos mostrar a história de um agente duplo vietnamita infiltrado nos Estados Unidos. O elenco conta com a participação de Robert Downey Jr. .
Baseado na obra Shogun, escrito em meados da década de 70 pelo autor britânico James Clavell, nessa nova série da Star Plus vamos acompanhar um período marcante do Japão feudal no início do período Edo marcando o embate entre homens ambiciosos e uma samurai.
Criada pela dupla Ryan Murphy e Ian Brennan, essa antologia reunirá um elenco com nomes como: Javier Bardem e Chloë Sevigny. Vamos assim conhecer a história de dois irmãos acusados de matar os próprios pais.
A aguardada nova minissérie protagonizada por Kate Winslet nos mostrará a história dentro de um recorte de um ano de um regime autoritário flertando com a queda.
Ambientada em Londres durante o Natal, vamos acompanhar uma espiã (Keira Knightley) que durante anos passa informações do marido para uma organização e acaba se metendo em alguns conflitos após um acontecimento.
Aguardada minissérie, que mais um vez adapta a história do personagem Tom Ripley, criado pela escritora norte-americana Patricia Highsmith para o audiovisual, em Ripley vamos acompanhar, durante a década de 60, um homem trambiqueiro que é enviado para Itália com a missão de convencer o filho de um milionário a voltar pra casa.
Baseado no best-seller homônimo escrito pelo jornalista e escritor norte-americano Tom Wolfe, em Um Homem por Inteiro iremos acompanhar a história de um magnata que luta contra a falência.
Aguardada minissérie que terá como protagonista um do maiores vilões do Batman, em Pinguim vamos acompanhar as jogadas estratégicas criadas por Oswald Cobblepot pra ser o rei do crime em Gotham.
O feriado de Carnaval já começou – e, se você não curte muito aproveitar os vários bloquinhos em sua cidade, sempre há a opção de ficar em casa relaxando e conferindo os melhores títulos nas plataformas de streaming.
E um dos gêneros favoritos do público continua sendo, sem sombra de dúvida, o de mistério e de suspense. Pensando nisso, preparamos uma breve lista com cinco séries nesses estilos para você conferir no catálogo da HBO Max.
‘Big Little Lies’ tornou-se um fenômeno gigantesco quando estreou em 2017 – e trouxe um elenco de peso às telinhas que incluiu Nicole Kidman, Reese Witherspoon, Laura Dern, Zoë Kravitz, Shailene Woodley e Meryl Streep (esta elencada na 2ª temporada). Na trama, baseada no romance ‘Pequenas Grandes Mentiras’, de Liane Moriarty, três mães se aproximam quando seus filhos passam a estudar juntos no jardim de infância. Até então, elas levam vidas aparentemente perfeitas, mas os acontecimentos que se desenrolam levam as três a extremos como assassinato e subversão.
MARÍA MARTA: ASSASSINATO NO COUNTRY CLUBE
A trama acompanha a história do crime envolvendo María Marta García Belsunce, ocorrido na Argentina, em 2002. Em 27 de outubro, María Marta foi encontrada morta por seu marido, Carlos Carrascosa, no banheiro de sua casa, localizada em um bairro privado exclusivo da província de Buenos Aires. O que a princípio parecia um acidente doméstico, tornou-se um dos crimes mais emblemáticos da história da Argentina.
TRUE DETECTIVE: TERRA NOTURNA
Anos depois de uma conturbada terceira temporada, ‘True Detective’ voltou com força total com uma temporada simplesmente fantástica – e cujo último episódio será exibido neste próximo domingo. Contando com ninguém menos que Jodie Foster e Kali Reis no elenco, a trama é ambientada durante o longo inverno que se assenta em Ennis, Alasca, após seis homens que operam a Estação de Pesquisa Ártica Tsalal desaparecem sem deixar rastros. Para resolver o caso, as detetives Liz Danvers (Foster) e Evangeline Navarro (Reis) precisam confrontar a escuridão dentro delas e escavar as verdades amaldiçoadas que estão enterradas sob o gelo eterno.
TODOS MENTEM
Em meio a tantos produtos originais e de alta qualidade na HBO Max, ‘Todos Mentem’ provavelmente deve ter passado longe de seu radar – mas deve ser apreciada por sua intrincada e chocante trama. A história começa quando um vídeo que mostrando as atividades sexuais de uma professora com um de seus alunos (e filho de sua melhor amiga) vem a público, quebrando a tranquilidade em Belmonte, um empreendimento residencial fictício exclusivo no litoral catalão. Para piorar a situação, o cadáver de um dos vizinhos é descoberto em um penhasco.
AQUELES QUE MATAM: PERDIDOS
Depois de passar seis meses tentando, sem sucesso, encontrar Julie Vinding (Alvilda Lyneborg Lassen), de 17 anos, que desapareceu no caminho para casa depois de uma festa em um subúrbio de Copenhague, o detetive Jan Michelson (Kenneth M. Christensen) é retirado do caso. por seus superiores que acreditam que a garota está morta. Michelson continua trabalhando no caso nas horas vagas e descobre o desaparecimento de Natasha, outra jovem de dezessete anos, também loira, dez anos antes. Ele rapidamente encontra o corpo de Natasha em um lago e é reintegrado no caso. O chefe de Michelson, MT (Peter Mygind), traz a perfiladora criminal Louise Bergstein (Natalie Madueño) para ajudar na investigação. Quando uma terceira garota loira, a funcionária do hotel Emma Holst (Tessa Hoder), é sequestrada, os investigadores descobrem que podem estar caçando um serial killer.
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