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Crítica | O Menino e a Garça – Hayao Miyazaki continua sendo uma INDESTRUTÍVEL ponte com nosso sonhar

Um novo começo numa aventura repleta de possibilidades. De volta aos longas-metragens de animação após uma década, o genial cineasta Hayao Miyazaki, co-fundador do Studio Ghibli, mais uma vez transforma a realidade em fantasia com um recheio repleto de camadas que nos levam a metáforas sobre a amizade, a dor, o luto, onde portas vão se abrindo e escolhas surgindo.

Um mundo mágico, onde quase tudo também é possível repleto de enigmáticos personagens que vão gerar diversas interpretações, é o palco de O Menino e a Garça, indicado ao Oscar de Melhor Animação em 2024.

Na trama, ambientada no Japão em tempos de Segunda Guerra Mundial, conhecemos Mahito, um jovem que perde a mãe muito cedo em uma tragédia por conta dessa terrível guerra. Tempos depois ele se muda com o pai para uma enorme propriedade na zona rural japonesa onde tem o primeiro contato com a nova madrasta. Essa última de quem não consegue se aproximar por achar que ela está roubando o lugar de sua mãe. Desbravando a extensa propriedade que é seu novo lar, acaba descobrindo um lugar que logo se mostra uma espécie de portal.

Quando sua madrasta some, o protagonista embarca na sua aventura indo até esse lugar mágico junto com uma curiosa garça e lá o confronto com um universo de situações que ele jamais imaginaria encontrar se mostra à sua frente.

Primeiro filme de animação da história a ser o escolhido para a abertura no prestigiado Festival de Toronto, O Menino e Garça apresenta em seu primeiro ato um detalhismo minucioso sobre o contexto de uma época de tensão em um Japão consumido pela guerra, fato que causou uma série de consequências para seus habitantes.

Dentro desse contexto, que é bastante representativo pela proximidade do protagonista com a situação já que o pai é um projetista de peças de combate, a narrativa com um dinamismo próprio começa sua poesia quase enigmática a partir desse personagem principal nas dores do luto e com a inconsequência sendo uma constante.

Ao longo das suas duas horas de projeção, a jornada do herói é muito bem estabelecida com embates sendo refletidos nas ações o que impulsiona a narrativa para um ritmo intenso onde não conseguimos desgrudar os olhos da tela. Conflitos familiares viram molas propulsoras para um choque com a realidade, um lugar comum na trajetória de todos nós, onde erramos e acertamos mas nunca deixamos de ter elementos ao nosso redor que nos posicionam em zonas de equilíbrio.

O projeto, todo desenhado a mão, que demorou cerca de sete anos para ficar pronto, com Miyazaki trabalhando cerca de um minuto do filme por mês, possui um engenhoso roteiro que recheia a tela com personificações que traduzem o abstrato dos sentimentos. As leituras dos curiosos personagens serão diversas, é um show de criatividade, fruto da mente de um gênio, já na casa dos 80 anos, que pode ter nesse trabalho sua última assinatura.

Um dos filmes mais caros produzidos no Japão, O Menino e a Garça é um forte favorito a ganhar o Oscar de Melhor Animação, o que seria a segunda conquista de diretor (em 2003, venceu pelo inesquecível A Viagem de Chihiro). Colocando os sonhos no papel sem esquecer de fatos que marcaram a trajetória de seu país, Hayao Miyazaki continua sendo uma indestrutível ponte com nosso sonhar.

Em Ritmo de Fuga (Baby Driver) – o som e a fúria

Por Adriana Cruxen

Baby Driver (Em Ritmo de Fuga) é aquele filme de amor disfarçado de thriller onde a música é protagonista e dita o timing de todas as cenas. É como se estivéssemos assistindo a um videoclipe de tirar o fôlego do início ao fim. Com elenco interessante e história cativante, o longa tem tudo para ser um dos maiores acertos da carreira do diretor, roteirista e aficionado por música, Edgar Wright.

Leia nossa crítica de ‘Em Ritmo de Fuga’

O mocinho, apelidado “Baby”, é o motorista de fuga vivido pelo astro teen Ansel Elgort, que utiliza a música para se livrar de um zumbido nos ouvidos, resultado de um acidente de carro que o deixou órfão na infância e com isso cria um mundo musical à parte. Seu par romântico é a garçonete Deborah (Lily James), que também tem alma musical e sonha cair na estrada em direção ao oeste “em um carro que não pode pagar, com um plano que não têm”.

A cena inicial do filme, definitivamente memorável, foi tirada do clipe da banda inglesa “Mint Royale – Blue Song“, (clipe que foi dirigido pelo próprio Wright em 2003) acrescida da barulhenta música “Bellbotoms“, do trio nova-iorquino The Jon Spencer Blues Explosion, presente no disco “Orange” (1994), no qual o diretor é fã de carteirinha.

Assista nossa rapidinha com Ansel Elgort

Wright falou em entrevista ao site “Fast Company” que se considera muito parecido com o protagonista e sempre utiliza canções para cada momento de sua vida – assim como Baby – que tem um iPod para cada diferente tipo de humor. E assim a trama segue orquestrada: para cada cena, uma música. Tem Queen, Beck, The Champs, Beach Boys, Barry White, canções incríveis para as sequências de ação, romance, humor e violência.

Curiosidades: a cantora de indie pop Sky Ferreira interpreta a mãe de Baby (que sonhava em ser cantora). Ela também está na trilha sonora oficial do filme com uma versão para Easy (The Commodores), música que já foi regravada por meio mundo musical, mas que é especialmente linda na voz de Lionel Richie mesmo, quem a compôs.

Assista nossa crítica em vídeo de ‘Em Ritmo de Fuga’

A escolha de “Easy” foi feita por acaso. Na audição para o filme, o diretor perguntou para Ansel se ele sabia alguma música de cor e o astro respondeu “Easy“. Foi uma identificação instantânea com Wright, que também ama essa canção e a tinha em sua playlist na hora do teste. Então Ansel fez a cena dublando a música dos Commodores perfeitamente.

Assista nossa entrevista com Edgar Wright, Ansel Elgort e Jon Hamm

O diretor adicionou ao script essa canção, que significava algo para Ansel e transformou em significante também para Baby, seu personagem. Quando ele lembra de sua mãe cantando Easy é como se todos os problemas fossem embora e tudo ficasse bem. Se eu fosse você não perderia este filme! Em cartaz nas principais salas de cinema do Brasil.

Crítica em Vídeo | Jessica Jones: 2ª Temporada – O mulherão da p***a voltou!

Jessica Jones fez um tremendo estardalhaço no mundo da cultura pop / nerd quando estrelou sua própria série de TV na Netflix em 2015. Mais do que isso, Jones foi simplesmente a segunda série da Marvel a dar certo na plataforma. Então, é apenas natural manter as expectativas lá em cima para a segunda temporada, que estreou no último dia 8 de março. Obviamente, já conferimos todos os 13 episódios e comentamos para você no vídeo abaixo. Confira e deixe sua opinião.

‘O Exorcista’ Do Pior ao MELHOR | Ranqueamos todos os Filmes da Franquia – Incluindo o recente ‘O Exorcista – O Devoto’

Estreou no Brasil um dos filmes mais aguardados de 2023 – o novo capítulo da franquia de terror ‘O Exorcista’.

O Exorcista’ (1973) é um dos filmes de terror mais populares da história do cinema, rapidamente mencionado como o melhor do gênero por grande parte dos fãs. O que muitos podem não lembrar ou saber é que o filme original recebeu indicações de melhor diretor, atriz, ator e atriz coadjuvantes, fotografia, direção de arte, edição, a até mesmo a principal de melhor filme; e saiu vitorioso nas categorias de melhor roteiro adaptado e som. Sim, o primeiro ‘Exorcista’ venceu o Oscar de melhor roteiro. E isso já diz tudo sobre ele.

O Exorcista’ pode ser o melhor filme de terror de todos os tempos, mas suas continuações definitivamente não são. E justamente por isso não podemos dizer que esta é uma grande franquia do gênero, já que muitos sequer lembram que o primeiro teve continuações – de tão apagadas que são pelo original. Seja como for eles tentaram de novo com ‘O Exorcista – O Devoto’, e não deu muito certo. Mesmo assim, resolvemos ranquear do pior ao melhor todos os seis filmes de ‘O Exorcista’ – sem querer desmotivá-lo a assistir o novo, mas bem, você já deve ter ouvido o que estão falando dele. Sendo assim, confira abaixo.

06) O Exorcista II – O Herege (1977)

O Exorcista II’ é uma aula de como não se fazer uma continuação; especialmente a continuação de um dos filmes mais queridos de todos os tempos. E se você está desconfiado com o novo filme, saiba que a maior decepção com o título ‘O Exorcista’ já aconteceu muitos anos atrás. Como dito na introdução, ‘O Exorcista’ (1973) fez um enorme sucesso e conquistou bastante prestígio. Assim, obviamente os produtores viram a oportunidade de lucrar mais um pouco em cima deste título, mesmo que a história não pedisse continuação.

Quatro anos depois, sem o envolvimento do diretor original ou do autor do livro / roteirista, e com toda a cara de caça-níquel, chegava aos cinemas ‘O Exorcista II – O Herege’, cujo chamariz era a volta de Linda Blair, a menina possuída, agora nas formas de uma jovem mulher. Talvez por não querer repetir o que havia sido feito no original, a trama desta vez se baseia muito mais na ciência, confiando no que a tecnologia visual tinha de mais interessante para oferecer. Assim, muito mais do que uma luta espiritual, a protagonista desta vez é testada por máquinas e experimentos. Mesmo assim temos tempo para tribos africanas e gafanhotos, além das participações de Richard Burton, Louise Fletcher e James Earl Jones.

05) O Exorcista – O Início (2004)

Quando achávamos que ‘O Exorcista’ estava morto e enterrado, deixando os fãs com a memória do clássico em paz, eis que a Warner, então detentora dos direitos do título, resolvia tirar o cadáver do túmulo para mais uma investida. ‘O Exorcista – O Início’ é mais do que um filme, pois seus bastidores são muito mais interessantes do que o resultado em tela. Em resumo, Renny Harlin, diretor de ‘A Hora do Pesadelo 4’, ‘Duro de Matar 2’ e ‘Risco Total’ foi chamado às pressas para terminar essa pré-sequência, mas só concordou se pudesse fazer basicamente um filme novo do zero. E ganhou sinal verde.

O objetivo do filme de Harlin era injetar mais ação e adrenalina para maior dinamismo na trama, que conta sobre o jovem padre Merrin – agora interpretado por Stellan Skarsgard, em seu primeiro encontro com o demônio Pazuzu. O protagonista havia deixado o celibato para se tornar arqueólogo, quando se encontra com a entidade e resolve recobrar sua fé ao fim de seu arco – que o liga ao filme original. Mas a “emenda saiu pior que o soneto”, e o filme que deveria ser a salvação se tornou um fracasso, fazendo a Warner retornar e terminar o filme original… que você confere alguns itens abaixo.

04) O Exorcista – O Devoto (2023)

Se você é fã de cinema já deve ter visto e lido muitas críticas sobre o mais recente exemplar da franquia. Ou seja, deve estar ciente do que esperar. Aqui, a propriedade sai finalmente das mãos da Warner e se muda para uma nova casa, a Universal Pictures, em parceria com a Blumhouse. Uma das produtoras mais proeminentes de terror, mas que nem sempre acerta, está ficando ambiciosa e resgatando grandes títulos do gênero. Primeiro com ‘Halloween’, e agora com ‘O Exorcista’. Para a façanha de reerguer o título foi escalado inclusive o mesmo diretor, David Gordon Green – que seguiu sua proposta de esquecer todas as continuações anteriores e dar sequência apenas ao original. Assim, ‘O Devoto’ segue direto o filme de 1973.

E se a única continuação direta do original (até então) trouxe Linda Blair como protagonista no filme 2, esse novo capítulo aposta na presença da veterana Ellen Burstyn, reprisando o papel de Chris, a mãe da menina possuída no clássico, para uma breve participação. A história, no entanto, resolve por algo mais próximo de ‘Os Suspeitos’ (2013), de Denis Villeneuve, em que o drama do sumiço de duas meninas se torna o verdadeiro terror real de duas famílias. A diferença é que aqui ambas voltam possuídas pelo demônio. O que tem sido muito dito em relação ao filme é que se tirássemos algumas menções ao original, e participações, esse seria um filme de exorcismo qualquer. Porém ao colocar o título ‘O Exorcista’ termina perdendo pontos por comparação.

03) O Exorcista – Domínio (2005)

Esse filme e ‘O Exorcista – O Início’ caminham lado a lado, sendo impossível falar de um sem falar de outro. Como dito acima, a Warner havia dado sinal verde para mais um filme de ‘O Exorcista’ e para isso contratou o diretor Paul Schrader, conhecido pelo roteiro de ‘Taxi Driver’ e ‘Touro Indomável’, e pela direção de ‘Gigolô Americano’ e ‘A Marca da Pantera’. Acontece que quando olharam o resultado do que o cineasta estava fazendo, os produtores ficaram imensamente insatisfeitos e o afastaram do longa, o substituindo por Renny Harlin, que exigiu fazer um filme do zero. Assim, nasceu ‘O Exorcista – O Início’ (2004).

Quando ‘O Exorcista – O Início’ chegou aos cinemas e se mostrou fracasso de crítica e público, os produtores correram de volta para Schrader e permitiram que finalizasse seu filme, na esperança de que algo se salvasse. ‘Domínio’ foi terminado e lançado no ano seguinte. Mais voltado ao drama, aos personagens e com um ritmo mais lento, o filme igualmente não agradou, assim entre mortos e feridos ninguém se salvou. Mesmo assim, ‘Domínio’ ainda é considerado por todos um filme melhor que ‘O Início’ – e como podemos ver, do que o novo ‘O Devoto’ também.

02) O Exorcista III (1990)

Surpreendentemente, ‘O Exorcista III’ tem ganhado cada vez mais fãs com o passar dos anos, atualmente gozando do status de cult. Como ocorre de tempos em tempos, o revisionismo histórico em relação a alguns filmes pode lhes fazer extremamente bem. O que acontece é que um determinado filme pode ser abraçado por uma nova geração, mesmo que tenha passado em branco ou desmerecido pela geração da época em que foi lançado. Filmes como ‘Blade Runner’ e ‘O Enigma de Outro Mundo’ fracassaram monumentalmente com a crítica da época quando estiveram nos cinemas e afastaram o público; somente para serem redescobertos pela geração das videolocadoras anos depois. O mesmo ocorre hoje com a geração do Youtube.

Um grande movimento de influenciadores e fãs de terror no Youtube começou a olhar com outros olhos para ‘O Exorcista III’, o definindo como um filme subestimado e uma obra esquecida. A verdade é que o maior atrativo do terceiro filme é se desvencilhar, em partes, do que havia sido feito no original. Aqui acompanhamos novos personagens (apesar da volta do Padre Karras – Jason Miller -, aqui como Paciente X) em uma trama que envolve um serial killer e um detetive obcecado em descobrir a verdade de seu legado maldito. A sacada desse terceiro é ter roteiro e direção do mesmo William Peter Blatty, que escreveu o livro em que o primeiro é baseado, e adaptou o roteiro. Assim, é como se o dono da história confeccionasse outra trama macabra, mesmo que diferente do original.

01)  O Exorcista (1973)

Não tem jeito. E você esperava ver outro em primeiro lugar? Acho que ninguém. ‘O Exorcista’ é definitivamente um dos melhores filmes de terror de todos os tempos, e muitos fãs podem argumentar que é o melhor. Particularmente, o considero o mais assustador de todos os tempos, sem que nenhum outro se compare. Afinal, quantos outros filmes de terror você conhece que foram indicados ao Oscar? Não muitos, tenho certeza. ‘O Exorcista’ foi um evento, chocou audiências pelo mundo inteiro. Mas o que não pode ser minimizado é sua qualidade.

Dificilmente vemos filmes tão influentes que seu resultado continua ecoando 50 anos depois. Esse é o caso com ‘O Exorcista’ – ainda hoje todo filme sobre o tema é imediatamente comparado a ele, com muitos afirmando que depois dele nada no subgênero “filme de possessão demoníaca” chega perto. Mas a verdadeira força de ‘O Exorcista’ é a história e os personagens criados por William Peter Blatty, mais preocupado com o drama de uma mãe desesperada para “curar” sua filha, e para isso precisando aderir a uma batalha espiritual. E também a direção precisa de William Friedkin, um dos cineastas mais interessantes e subestimados de Hollywood.

Assista nossa crítica:

‘Star Trek’: Patrick Stewart dá novos detalhes sobre o seu retorno à franquia

Os fãs ficaram extremamente animados com o anúncio que o ator Patrick Stewart iria retornar ao universo ‘Star Trek‘. Agora, o próprio ator deu novos detalhes sobre o projeto.

“[Picard] pode não ser mais um capitão. Ele pode ser alguém que mudou com as suas experiências. Nós ainda não temos um roteiro, só conversamos sobre as narrativas. Será algo muito diferente, mas será feito com a mesma paixão.”

O astro voltará ao papel Jean-Luc Picard em uma nova série produzida por Alex Kurtzman, o mesmo criador de ‘Star Trek: Discovery‘, para a CBS All Access.

“É uma inesperada, mas prazerosa surpresa me ver empolgado e revigorado por estar voltando ao papel de Jean-Luc Picard e por explorar novas dimensões com ele. Leia meu comunicado na íntegra na foto”.

Confira seu anúncio:

Segundo o The Hollywood Reporter, a nova série contará com James Duff, Michael Chabon, Akiva Goldsman e Kirsten Beyer como produtores.

Duff é mais conhecido por ter criado as sérieThe Closer‘ e ‘Major Crimes‘ e recentemente foi anunciado como parte da produção da nova temporada de ‘Star Trek: Discovery‘. Goldsman e Beyer trabalharam na série original da Netflix e Chabon escreveu o roteiro de ‘John Carter – Entre Dois Mundos‘.

Paramount cortou o beijo gay de ‘Star Trek: Sem Fronteiras’

Transmitida entre 1966 e 1969, ‘Star Trek’ teve três temporadas e 79 episódios produzidos, além de servir como base para várias séries derivadas.

 

‘Nosso Planeta’: Guepardos caçam no novo clipe do documentário; Assista!

A Netflix divulgou um novo clipe da série documental ‘Nosso Planeta‘ (Our Planet).

Confira:

O famoso naturalista David Attenborough narrará a produção.

O documentário focará na amplitude da diversidade de habitats ao redor do mundo, desde a remota região ártica e os misteriosos oceanos profundos até as vastas paisagens da África e diversas selvas da América do Sul.

Todos os episódios serão lançados na plataforma no dia 5 de abril.

‘Natal Sagrento’: Jovens lutam pela vida em novas imagens do terror; Confira!

O remake ‘Natal Sangrento‘ (Black Christmas) ganhou novas imagens oficiais.

Confira:

Vale lembrar que o terror teve sua estreia CANCELADA nos cinemas nacionais e será lançada diretamente em vídeo.

Dirigido por Sophia Takal, o longa é baseado no filme homônimo lançado em 1974. Vale lembrar que a produção original já havia recebido um remake em 2006, intitulado ‘Natal Negro‘.

As alunas do Hawthorne College estão prestes a sair de férias… se conseguirem sair vivas dessa. Uma por uma, as meninas da irmandade no campus estão sendo mortas por um assassino mascarado desconhecido. Mas o assassino está prestes a descobrir que as jovens mulheres desta geração não estão dispostas a se tornar vítimas infelizes enquanto lutam até o fim.

O elenco inclui Imogen Poots (‘Sala Verde‘), Aleyse Shannon (‘Charmed‘), Brittany O’Grady (‘Star‘), Lily Donoghue (‘The Goldbergs‘), Cary Elwes (‘Jogos Mortais‘) e Caleb Eberhardt (‘O Coro da Broadway‘).

Samara Weaving participaria de ‘Pânico 5’, mas conflitos na agenda a impediram

Em entrevista ao Collider, a atriz Samara Weaving revelou que conversou com os diretores Matt Bettinelli-OlpinTyler Gilett sobre fazer parte do elenco da aguardada sequência ‘Pânico 5‘, mas conflitos na agenda impediram sua participação no longa.

“Nós conversamos muito sobre isso, mas tivemos conflitos na agenda, o que é uma pena. Nós tivemos muitas discussões, mas por causa do cronograma, não será possível. Eu ainda estarei na Austrália, trabalhando em ‘Nine Perfect Strangers’, então não seria possível filmar ‘Pânico 5’. Viajar ficou muito complicado atualmente.”

Vale lembrar que a atriz já trabalhou com os cineastas no elogiado ‘Casamento Sangrento‘, um dos filmes de terror mais aclamados do ano passado.

Por enquanto, o elenco confirmado conta com o retorno dos veteranos Courteney Cox (Gale Weathers) e David Arquette (Dewey Riley), além da introdução das novatas Jenna Ortega e Melissa Barrera.

Rumores apontam que a Selena Gomez pode participar da sequência.

Neve Campbell, intérprete de Sidney Prescott, revelou ao Collider que está em negociações para participar do novo filme.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gilett, do sucesso Casamento Sangrento, comandam o projeto. Kevin Williamson será o produtor.

Na trama, veremos Sidney Prescott no século 21.

“Acho que você sempre pode contar mais com essas histórias, e são filmes divertidos. Obviamente, há um grande público para eles, e o público quer ver mais deles. Você sempre pode ir além com a jornada. Certamente, com Sidney, ela chega a uma nova mudança em sua vida, em uma nova era” 

‘Pânico 5’: Teoria aposta que Sidney será assassinada logo no início do filme

Olpin e Gillertt (‘Casamento Sangrento‘) convenceram a atriz que a sequência será uma homenagem ao finado diretor Wes Craven.

“Bem, eu não estou 100% em Pânico 5, mas para ser honesta, os dois diretores (Bettinelli-Olpin e Gillett) fizeram um ótimo trabalho. Eu assisti os filmes deles, e eles são realmente talentosos. Eles escreveram uma carta para mim, expressando que grandes fãs do trabalho de Wes são e como estão honrados por terem a chance de fazer Pânico 5, porque a franquia Pânico é a razão de serem diretores agora. Então, isso foi muito fofo. Eles realmente querem honrar o estilo de trabalho de Wes e honrar os filmes. Foi uma coisa adorável de se ouvir. Então, vamos ver. Felizmente, todos nós podemos olhar nos olhos em tudo e queremos fazer algo ótimo, mas é um processo.”, afirmou.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais. 

‘Resident Evil 8: Village’: Novo trailer foca na história do jogo; Confira!

A Capcom divulgou um novo trailer do aguardado ‘Resident Evil 8: Village‘, que foca na história do jogo ao invés da gameplay.

Confira:

Vale lembrar que o jogo será lançado oficialmente amanhã (7) para Playstation 5, Xbox Series X e PC.

 

A história se passará alguns anos após os eventos de ‘Resident Evil 7‘, onde o protagonista Ethan Winters viajou para Louisiana para procurar pela sua esposa desaparecida, Mia. No novo jogo, Ethan e Mia estão vivendo felizes e deixando o passado pra trás. Finalmente conseguindo superar os eventos traumáticos, o mundo de Ethan vira de cabeça pra baixo quando Chris Redfield – um rosto inesperado, mas familiar –, faz um retorno chocante, o que desencadeia uma série de eventos que leva Ethan a procurar respostas em uma vila misteriosa.

Conheça 15 curiosidades sobre a franquia ‘Resident Evil’

‘The Walking Dead’: Criador explica por que os mortos-vivos não são chamados de “zumbis” na série

No mais recente exemplar de Cutting Room Floor, o criador Robert Kirkman explicou o motivo de ter evitado usar o termo “zumbi” nos quadrinhos de ‘The Walking Dead‘, além de ter sido revelado por que a série NUNCA faz menção ao termo.

“Eu comecei os quadrinhos sem usar o termo “zumbi”. Eu basicamente o estava evitando. Acredito que o Glenn diz algumas vezes, mas foram apenas deslizes. Então, eu inventei a terminologia ‘espreitadores’ e ‘errantes’. No entanto, depois de um tempo, pareceu bobo ficar usando apenas esses termos. Então, conforme eu cresci, eu pensei: ‘Que se dane, eles são zumbis… vou fazer os personagens chamá-los de zumbis. Quem se importa?”

Anteriormente, o showrunner Frank Darabont havia revelado que não usava o termo “zumbis” na série: “Não queríamos usar o termo “zumbis” porque sentimos que ficção envolvendo zumbis não existe nesse universo. Para que a história funcionasse, não poderíamos ter personagens dizendo: ‘Você só precisa atirar na cabeça deles, como nos filmes do George A. Romero’. Então, você precisa imaginar que o universo criado pelo Romero não existe nesse mundo. É por isso que usamos o termo “errantes” na série.”

O ciclo final retornará com episódios inéditos no dia 20 de fevereiro – vale lembrar que os episódios são lançados uma semana antes no streaming da AMC+.

Ao total, a última temporada contará com 24 episódios, divididos em três partes.

Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.

A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Lauren Cohan, Christian Serratos, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Khary Payton, Cooper Andrews, Callan McAuliffe e Jeffrey Dean Morgan.

O Segredo de Madeleine Collins

(Madeleine Collins)

 

Elenco:

Virginie Efira
Quim Gutiérrez
Bruno Salomone

Direção: Antoine Barraud

Gênero: Drama

Duração: 102 min.

Distribuidora: Synapse

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 22 de Setembro de 2022

Sinopse: 

Judith leva uma vida dupla: dois amantes, dois filhos na França e uma filha na Suíça. Enredada em segredos e mentiras, suas vidas começam a se despedaçar.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Antoine Barraud também assina o roteiro ao lado de Héléna Klotz;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Maika Monroe busca vingança no clipe VIOLENTO do suspense ‘Deus é uma Bala’; Confira!

O thriller de ação ‘God is a Bullet‘, estrelado por Nikolaj Coster-Waldau (‘Game of Thrones’), Maika Monroe (‘O Hóspede’) e Jamie Foxx (‘Power’), ganho um novo clipe violento.

Confira:

Dirigido por Nick Cassevetes (‘Diário de uma Paixão’), a história é centrada em um homem que se infiltra num culto satânico responsável pela morte da ex-mulher e pelo rapto da filha.

Coster-Waldau dá vida ao “vice-detetive Bob Hightower, que encontra sua ex-mulher assassinada e sua filha sequestrada por um culto satânico. Frustrado pelas investigações dos oficiais, ele sai da força policial, arranja várias tatuagens e se infiltra no grupo para caçar o líder com a ajuda da única vítima que escapou”.

Foxx tem papel coadjuvante d’O Barqueiro. Andrew Dice Clay, Januar JonesMaika Monroe completam o elenco.

Cassavetes também fica responsável pelo roteiro, que é adaptado do romance homônimo de Boston Teran.

Michael MendelsohnDon AllenKim H. WintherJim Steele produzem.

Atriz de ‘Pretty Little Liars’ quer estrelar novo ‘Todo Mundo em Pânico’

Através do seu Twitter, Bailee Madison, conhecida pelo reboot de ‘Pretty Little Liars‘, expressou o seu desejo em participar do novo filme da franquia ‘Todo Mundo em Pânico‘.

A atriz já é conhecida pelos fãs do gênero terror, tendo estrelado filmes como ‘Não Tenha Medo do Escuro‘ (2010), ‘A Maldição de Hallowen‘ (2016), ‘Os Estranhos: Caçada Noturna‘ (2018) e ‘Play Dead‘ (2022).

“Isso é aleatório, mas [os produtores de] ‘Todo Mundo em Pânico 6’ podem me ligar. Sinto que nós nos divertiríamos [com o novo filme]. Certo. Adeus.”

Anteriormente, a atriz Melissa Barrera também havia revelado que adoraria estrelar o sexto filme da saga: “Sempre adorei esses filmes. Quando vi que eles confirmaram, logo pensei: ‘Isso seria muito divertido de fazer’. Eles ainda têm aquele icônico elenco original, então veremos o que acontece no próximo. Estou muito animada para ver este novo.”, ela afirmou.

Os fãs das adoradas paródias de sucessos do terror não estão levando fé na vindoura produção. Entre os comentários, alguns alegaram que o humor ácido da franquia não funciona nos dias de hoje por conta do cenário politicamente correto.

Outros argumentaram que a produção já será um fracasso se não trouxer Anna FarisRegina King como as icônicas Cindy e Brenda, assim como aconteceu com o 5º filme.

Confira as reações:

Vale lembrar que Marlon Wayans já havia dito à à Variety (via Critical Overlord) em 2020 que “seria difícil um novo filme da franquia ser aprovado nos dia de hoje devido ao humor politicamente correto”.

Na época, a declaração do intérprete de Shorty Meeks causou polêmica, já que os filmes originais abusavam de piadas preconceituosas e capacitistas em relação a gays, negros, asiáticos e deficientes físicos e intelectuais.

No entanto, o astro completou a fala dizendo que um filme de comédia tem todo o direito de fazer o público rir zombando de qualquer situação, desde que não esteja humilhando ninguém.

Relembre a declaração completa:

“Acho que seria difícil um novo filme ganhar sinal verde hoje. Mas acho que a reação ainda seria a mesma. O que aprendi fazendo comédia stand-up são as opiniões das pessoas, e o gosto das pessoas não é ditado pela natureza politicamente correta do clima político social.”

Ele continua:

“Vivemos na América e a liberdade de expressão é a Primeira Emenda. Com a liberdade de expressão vem a liberdade de criatividade. E acho que qualquer um pode fazer uma piada sobre qualquer coisa. Acho que tudo se trata da intenção de quem está contando a piada. A sua intenção é humilhar ou é fazer as pessoas rirem? Nossa intenção é sempre fazer as pessoas rirem.”

Jonathan Glickman, da Miramax, servirá como produtor.

As filmagens devem acontecer ainda este ano, com previsão de lançamento para 2025.

Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.

Ao longo das sequências, a trama parodiava cenas de diversos filmes de suspense e terror, como ‘Pânico’, ‘O Exorcista’, ‘O Grito’, ‘Brinquedo Assassino‘ e vários outros.

Série documental sobre o polêmico rapper P. Diddy ganha trailer LEGENDADO; Confira!

O Max divulgou o trailer legendado da minissérie documental ‘A Queda de P. Diddy‘, que trará imagens inéditas e relatos exclusivos sobre as acusações contra o polêmico rapper e empresário Sean “Diddy” Combs.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção estreará no serviço de streaming no dia 1º de fevereiro.

O projeto se propõe a desvendar não apenas os primeiros anos de vida de Combs, mas também a sua transformação ao longo das décadas.

A série irá fornecer uma visão detalhada das forças e influências que moldaram sua trajetória, incluindo aspectos que podem ter contribuído para a construção da imagem de um homem controverso, que muitos consideram ter se tornado um “monstro” ao longo de sua ascensão.

O documentário será uma oportunidade para o público entender melhor as diversas facetas da personalidade de Diddy, desde suas origens até sua ascensão como um dos nomes mais influentes da indústria musical e do entretenimento.

A estreia está marcada para o dia 1º de Fevereiro no Max, e promete ser um dos lançamentos mais aguardados do ano para os fãs e curiosos sobre a vida do ícone do hip-hop que causou no último ano.

Diddy foi preso em 16 de setembro de 2024, sendo acusado de liderar um esquema de anos visando o abuso e exploração sexual de mulheres, utilizando seu império corporativo para cometer os crimes. Combs foi preso por agentes federais em um hotel de Nova York e, por enquanto, não há informações sobre quando ocorrerá o julgamento oficial. Todavia, caso declarado culpado, ele pode pegar prisão perpétua pelos atos cometidos.

As acusações emergem meses depois de diversos processos que começaram em novembro do ano passado quando a cantora Cassie, ex-namorada de Diddy, o acusou de abuso físico e sexual enquanto estavam juntos.

Após o processo, Joi Dickerson-Neal afirmou que Cassie a inspirou a contar sua própria história: em 1991, quando era apenas uma estudante, Combs a drogou, abusou dela sexualmente e gravou o crime sem ela saber. De acordo com o relatório, ela havia concordado em sair para jantar com Diddy no dia 03 de janeiro de 1991, em Harlem, durante as férias de inverno da Universidade de Siracusa.

Foi lá que Combs “intencionalmente a drogou” e a levou para um lugar onde estava ficando. Sem quaisquer “capacidades físicas e mentais de se defender dele”, ele abusou sexualmente dela. Como se não bastasse, ela descobriu mais tarde, através de um amigo, que ele havia gravado o abuso e mostrado a outras pessoas. Combs, por sua vez, negou as alegações.

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No último dia de elegibilidade do Adult Survivors Act, legislação que permitiu que supostas vítimas de crimes sexuais para os quais o prazo de prescrição expirou pudessem abrir ações civis pelo período de um ano (entre 24 de novembro de 2022 e 24 de novembro de 2023), Liza Gardner também abriu um processo contra o produtor, acusando-o de tê-la violentado quando tinha apenas dezesseis anos. No documento, ela afirmou que em 1990 ou em 1991, ela e uma amiga se encontraram com Combs e com o cantor de R&B Aaron Hall em um evento supervisionado pela MCA Records, em Manhattan. Depois da festa, ela foi convidada para o apartamento de Hall, juntamente a Combs, e ambos lhe ofereceram várias bebidas ao longo da noite.

Diddy, então, a forçou a ter relações sexuais, deixando-a “chocada e traumatizada”. Hall entrou no quarto após Combs “terminar” e fez a mesma coisa.

Em dezembro de 2023, uma vítima que preferiu não se identificar, abriu outro processo contra Combs, alegando que foi violentada e traficada sexualmente por um grupo de pessoas comandado por Combs e Harve Pierre, ex-presidente da produtora Bad Boys Records (que fazia parte do império de Diddy). A mulher afirmou que o abuso ocorreu em 2003, quando ela tinha 17 anos, enquanto seu agressor tinha 34.

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Mais nomes que não se pronunciaram em relação ao ocorrido e mantinham uma relação próxima com Diddy incluem Naomi Campbell, que participava ativamente de suas festas, e o supracitado Usher.

Remake de ‘O Beijo da Mulher Aranha’ FRACASSA com estreia desastrosa nos EUA

O remake ‘O Beijo da Mulher Aranha‘ (Kiss of the Spider Woman), estrelado por Jennifer Lopez, fracassou em sua estreia nos EUA.

A nova versão falhou em alcançar US$ 1 milhão em seu primeiro final de semana no país, abrindo com desastrosos US$ 840 mil através de 1,300 salas de cinema. Para termos de comparação, projeções mais recentes indicavam uma abertura em torno de US$ 1.5-3 milhões.

Vale lembrar que o longa foi financiado de forma independente, antes de ser adquirido pela Roadside Attractions e Lionsgate, e contou com um orçamento de US$ 34 milhões.

A trama segue Valentín, um preso político que divide uma cela com Molina, condenado por atentado ao pudor. Os dois formam um vínculo improvável enquanto Molina reconta o enredo de um musical de Hollywood estrelado por sua diva favorita do cinema, Ingrid Luna.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de janeiro de 2026.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

John Kander Fred Ebb são responsáveis pelas canções.

Barry JosephsonTom KirdahyGreg YolenMatt Geller entram como produtores. Lopez, Elaine Goldsmith-ThomasBenny Medina são os produtores executivos.

‘The Terror’: Série antológica é RENOVADA para a 4ª temporada

Em entrevista ao ScreenRant, o produtor executivo David W. Zucker confirmou que a série antológica ‘The Terror‘ já está renovada para a 4ª temporada.

Ele declarou que “um acordo já foi fechado para o livro” que será adaptado no próximo ciclo.

Vale lembrar que a terceira temporada, intitulada ‘The Terror: Devil in Silver‘ (O Diabo em Prata, em tradução livre), será estrelada pelo Dan Stevens (‘Abigail’), e estreará no dia 7 de maio.

Na trama…

“Pepper é um homem pobre e trabalhador que, após uma série de infortúnios, se vê internado injustamente no Hospital Psiquiátrico New Hyde – uma instituição cheia de pessoas que a sociedade gostaria de esquecer. Lá, ele deve enfrentar pacientes que trabalham contra ele, médicos que guardam segredos sombrios e talvez até o próprio Diabo.”

“Enquanto Pepper lida com um ambiente infernal onde nada é o que parece, ele descobre que o único caminho para a liberdade é enfrentar a entidade que prospera com o sofrimento dentro dos muros de New Hyde – mas isso pode acabar provando que os piores demônios de todos vivem dentro dele.”

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A nova temporada será baseada no livro homônimo de Victor LaValle.

Karyn Kusama (‘Garota Infernal’) irá dirigir os dois primeiros episódios.

“‘The Terror’ é uma série antológica que já entregou duas temporadas impressionantes, que misturam eventos reais com aterrorizantes mistérios sobrenaturais,” declarou Dan McDermott, presidente da AMC. “‘The Devil in Silver’ oferece a oportunidade perfeita para um novo capítulo desta popular e aclamada antologia.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

2ª temporada de ‘Punho de Ferro’ não terá mesmos criadores

A confirmação da segunda temporada de ‘Punho de Ferro’ trouxe também outra novidade. Segundo o site Entertainment Weekly, a série da Netflix demitiu o atual líder criativo, que será substituído para o novo ciclo.

De acordo com as informações, Scott Buck (‘Dexter’) deixará a produção, dando seu lugar para Raven Metzner (‘Sleepy Hollow’).

Vale ressaltar que o primeiro ciclo de ‘Punho de Ferro’ recebeu muitas críticas negativas, ao ponto de ser considerada a pior série das quatro produções originais desenvolvidas pela Marvel e Netflix.

 

Na segunda temporada, Misty Knight terá participação garantida. Ela foi uma das personagens principais na primeira temporada de ‘Luke Cage‘.

A expectativa é que a nova leva de episódios possa ficar para 2019, já que ainda há na fila… ‘Justiceiro‘, a terceira temporada de ‘Demolidor’ (confirmada em 2015), e a segunda de ‘Luke Cage’ e ‘Jessica Jones’.

 

‘Vingadores 4’: Nova sinopse promete “sacrifícios” dos heróis

Vingadores 4‘ ganhou uma nova sinopse. Divulgada pelo site Comic Book Movie, o material teria aparecido primeiramente na Licensing Magazine.

Confira a descrição:

“Uma culminação de 22 filmes interconectados, o quarto capítulo da saga dos ‘Vingadores’ vai levar as audiências a testemunharem um ponto de virada desta épica jornada. Nossos amados heróis vão verdadeiramente entender o quão frágil é essa realidade e os sacrifícios que precisam ser feitos para sustentá-la”.

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘The 100’: 6ª temporada ganha novo trailer; Assista!

A 6ª temporada de ‘The 100‘ ganhou um novo e intenso trailer, repleto de cenas de ação.

Assista:

Confira as primeiras imagens promocionais da 6ª temporada:

O próximo ciclo da série irá estrear no dia 30 de abril.

“Enquanto nós começamos a explorar esse novo mundo, eu realmente queria que fosse um novo livro,” disse o showrunner Jason Rothenberg sobre a sexta temporada. “O primeiro volume terminou, e agora podemos contar uma aventura completamente nova com as pessoas que passamos a amar. Será insano, incrível, bonito e muito, muito diferente.”

O elenco inclui Eliza Taylor, Paige Turco, Bob Morley, Marie Avgeropoulos, Lindsey Morgan, Ricky WhittleRichard Harmon JR Bourne.

A série é baseada no livro homônimo da autora Kass Morgan.

‘Roswell: New Mexico’: Liz está fora de controle na promo do episódio 2×07; Assista!

O 7º episódio de ‘Roswell: New Mexio‘, intitulado “Como La Flor”, ganhou uma nova promo, que mostra que perto de sua mãe, Liz e seus poderem podem acabar ficando fora de controle.

Confira:

Produzida pela Julie Plec (‘The Vampire Diaries‘), a série é um reboot da produção clássica ‘Roswell‘.

O drama conta a história de uma filha de imigrantes que, relutantemente, decide voltar à cidade de Roswell, no Novo México. Lá, ela descobre que sua antiga paixão adolescente, que hoje atua como um policial, é de fato um alien que tem escondido suas habilidades a vida inteira.

Ao descobrir seu segredo, ela volta a se aproximar do rapaz, o ajudando na busca por suas origens, à medida que ambos começam a se reconectar. No entanto, sua verdadeira identidade pode vir a tona, quando um governo sagaz inicia um trabalho violento para desvendar uma possível presença de vida alienígena na Terra. O medo e ódio pelo desconhecido podem colocar em risco a vida do policial e o romance que está surgindo entre os dois.

O elenco inclui Nathan Parsons (‘True Blood‘), Jeanine Mason (‘Grey’s Anatomy‘), Heather HemmensTyler BlackburnLily CowlesMichael Vlamis.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 3ª temporada.

‘Thor: Amor e Trovão’: Roteirista compartilha várias imagens dos bastidores

As filmagens de ‘Thor: Amor e Trovão‘ seguem a todo vapor e a roteirista do longa, Jennifer Kaytin Robinson, compartilhou várias novas imagens dos bastidores, por meio de sua conta oficial do Instagram.

Confira:

Vale lembrar que o vencedor do Oscar Russell Crowe (‘Gladiador’, ‘A Múmia’) foi confirmado no elenco (via Heroic Hollywood).

Detalhes sobre o seu papel não foram revelados.

O ator se junta aos previamente anunciados Chris Hemsworth (Thor), Tessa Thompson (Valquíria), Natalie Portman (Jane Foster/Poderosa Thor), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses), Jaime Alexander (Lady Sif) e Jeff Goldblum (Grão-Mestre).

Vale lembrar que Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Ben Falcone também está no elenco em um papel não revelado.

Dirigido por Taika Waititi, o novo filme tem estreia prevista para em 06 de maio de 2022.

‘Wish: O Poder dos Desejos’ é uma conexão entre o passado e o futuro da Disney, afirma produtor

A animação ‘Wish: O Poder dos Desejos‘ segue em exibição nos cinemas brasileiros, com a proposta de resgatar a magia de outrora através de uma estética mais clássica e vintage, que remete ao saudoso e glorioso passado da Disney Animation.

E durante uma entrevista ao CinePOP, o produtor Juan Pablo Reyes revelou detalhes a respeito do novo longa, afirmando que muito mais do que uma bela homenagem a clássicos como ‘Pinóquio‘ e ‘Branca de Neve‘, ‘Wish‘ é de fato uma conexão entre o passado e o futuro da empresa.

Na ocasião, Reyes ainda comentou sobre como a animação visa inspirar sua audiência, despertando-na para seus sonhos mais ousados e complexos. Para o produtor, ‘Wish‘ também reforça os principais valores que tornaram a Disney uma empresa amada pelas famílias, à medida em que se mantém atenta às necessidades atuais de seu público.

Confira a entrevista:

Crítica | Wish: O Poder dos Desejos é a BELÍSSIMA redenção da Disney após um ano difícil

Ariana DeBose, Alan Tudyk e Chris Pine são as vozes no idioma original.

A trama acompanha uma jovem garota chamada Asha, que deseja uma estrela e obtém uma resposta mais direta do que esperava quando uma estrela problemática desce do céu para se juntar a ela. Asha, então, enfrentará um dos inimigos mais formidáveis ​​do universo e terá que se unir à Star, uma força cósmica e uma bola ilimitada de pura energia e talvez caos.

Chris Buck (‘Frozen’) e Fawn Veerasunthorn (‘Moana’) entram como diretores.

Cannes 2024 | Dia 4 – Francis Ford Coppola, Yorgos Yorgos Lanthimos e Nicolas Cage

Em apenas quatro dias da 77a edição do Festival de Cannes, o evento apresentaou entrevistas importantes e filmes interessantes, mas ainda não tem um declaração polêmica ou uma obra apaixonante. O CinePOP fez o resume do dia 17 de maio no maior festival de cinema do mundo.

Os temas comentados no vídeo são a entrevista coletiva com Francis Ford Coppola e elenco de Megalopolis e mais quatro filmes, três em competição e um em sessão da meia-noite, isto é, horário de filmes peculiares com uma proposta ousada e diferente.

Entre ele estão Três Quilômetro até o Fim do Mundo (Three Kilometres to the End of the World), do romeno Emanuel Parvu; Tipos de Gentileza (Kinds of Kindness), do grego Yorgos Lanthimos; e Oh, Canada, do norte-americano Paul Schrader. Os três em competição pela Palma de Ouro.

Para finaliza a noite O Surfista (The Surfer), de Lorcan Finnegan, produzido e protagonizado por Nicolas Cage, foi apresentado na Sessão da Meia-Noite. Confira abaixo a declaração do sobrinho de Cage, após a apresentação do seu filme no festival:

 

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Veja o resumo do QUARTO dia do Festival de Cannes:

‘Spawn’ ganha data para início das filmagens; Vem ver!

O reboot do filme do anti-herói Spawn está vindo por aí e suas filmagens devem começar em maio, segundo o Omega Underground.

A grande maioria das cenas serão gravadas em Nova York e o o longa terá um baixo orçamento, girando em torno dos US$ 10 milhões em gastos.

Recentemente, o criador do personagem, Todd McFarlanerevelou ao Azcentral que o Spawn não será um filme convencional de super-herói, mas sim algo mais próximo de um terror sobrenatural.

“O roteiro já está pronto e já conhecemos nosso elenco. Será um filme bem sombrio, pesado, sério e para maiores de idade. Não será um filme de super-herói. Não acho que a maioria das pessoas o colocariam nesta categoria. Será um filme empolgante sobrenatural, como muitos dos bons filmes assustadores. A única coisa fantástica será o Spawn, todo o resto será normal”

McFarlane também havia revelado que o personagem título não será o protagonista dessa vez e não irá dizer nenhuma palavra durante todo o filme:

Spawn não dirá uma palavra o filme inteiro. Esse filme é sobre o xerife e as pessoas perseguindo o fantasma. É isso… O papel principal não é do Spawn, o papel principal é de um policial, como o xerife Brody de ‘Tubarão’. Acho que podemos encaixar um ator bastante significativo que queremos. Ao contrário de outros filmes de super-heróis, não precisamos de um ator para colocar próteses e maquiagem ou ir à academia. Nós só precisamos que ele atue”

Todd McFarlane, publicou em seu twitter uma foto do seu notebook, mostrando parte do roteiro do reboot, com a seguinte legenda: “Prévia do roteiro do filme de Spawn: Aqui vai uma parte de uma cena (relativamente) inicial do último roteiro de Spawn. Aguardem novidades em breve!”

 

Apesar de não mostrar muita coisa, podemos ver que se trata de uma cena de ação em que os personagens Danny e Twitch estão em um treinamento de tiros.

Já dá para deixar ansioso pelo que está por vir, lembrando que o reboot será produzido pela Blumhouse, a produtora de Corra!’.

Leia mais sobre o tão esperado filme de Spawn:

‘Spawn’: Divulgados novos detalhes sobre o reboot do anti-herói; Confira!

Reboot de ‘Spawn’ será produzido pela Blumhouse, de ‘Corra!’

 

Revelado novo teaser macabro de ‘American Horror Story: Apocalypse’

American Horror Story: Apocalypse’, o tão aguardado crossover entre “Murder House” (1ª Temporada) e “Coven” (3ª Temporada), ganhou um novo teaser liberado pelo FX. Assista:

O próprio Ryan Murphy confirmou, através do Twitter, que Taissa Farmiga, Gabourey Sidibe, Lily Rabe, Frances Conroy e Stevie Nicks irão retornar na próxima temporada.

De acordo com o Bloody Disgusting, Jessica Lange irá retornar para a 8ª temporada de ‘American Horror Story‘. Segundo o site, ela irá reprisar o seu papel de Constance Langdon, da primeira temporada da série.

A estreia nos EUA acontece dia 12 de setembro.

Recentemente, Sarah Paulson deu novas informações sobre sua personagem: ela viverá dois papéis diferentes na nova fase do programa, e deixou um suspense no ar afirmando que um deles ou será de ‘Coven’ ou de ‘Muder House’, afinal, a nova temporada será um crossover entre as temporadas antigas.

“Não irei interpretar Cordelia e Billie. Alguém disse que iria interpretá-las? Interessante… Até pode ser que eu interprete as duas personagens. Mas não. Tudo o que posso dizer é que terei duas personagens, e um desses nomes está correto, e o outro não.”

Confirmados até agora são Sarah Paulson, Evan Peters, Kathy Bates, Joan Collins, Billie Lourd, Cheyenne Jackson, Leslie Grossman, Billy Eichner e Adina Porter. Emma Roberts também devem retornar.

O FX já renovou ‘American Horror Story para suas 9ª e 10ª temporadas.

10 curiosidades de ‘Rocky Balboa’, um dos melhores filmes da saga do Garanhão Italiano

Ao longo da história do cinema, poucas franquias se tornaram tão icônicas quanto a saga do pugilista Rocky Balboa. Iniciada nos anos 70, a história do Garanhão Italiano seguiu nos cinemas até 2018, quando fez sua última participação na franquia Creed. Porém, a última vez que o público viu Rocky se apresentar nos ringues foi em 2006, no filme que encerrou sua franquia original.

A história traz um toque emocional que combinou perfeitamente com a filosofia do personagem, conquistando o público de forma mais certeira que um cruzado de direita, se tornando um dos melhores capítulos da franquia. Neste fim de semana, o CinePOP traz 10 curiosidades que você talvez não conheça sobre os bastidores de Rocky Balboa. Confira!

Dirigindo

O filme é dirigido pelo próprio Sylvester Stallone, que defendia que o filme fosse o último da franquia. Por conta disso, ele inseriu flashbacks de todos os filmes anteriores da saga.

Improviso

No cargo de diretor, Stallone permitiu e incentivou que os atores improvisassem bastante. Isso refletiu majoritariamente nas cenas de diálogo entre Rocky e a Pequena Marie.

Inspiração

Reprodução/ Al Bello /Allsport

A inspiração para o filme foi uma luta que aconteceu na vida real. O lendário George Foreman se aposentou dos ringues em 1977. Só que, aos 45 anos, ele fez sua volta em um desafio ao campeão mundial da época, Michael Moorer, de 26 anos. Assim, após 10 rounds, Foreman nocauteou o rapaz, se tornado o campeão mundial de pesos-pesados mais velho da história. A luta aconteceu em 1994.

Roteiro

A primeira versão do roteiro era bem diferente. Rocky seria dono de uma academia para treinar jovens, Adrian estaria viva e o Rocky Jr. estaria servindo a Força Aérea. Porém, Sly sentiu que faltava apelo emocional. Assim, ele decidiu deixar o Rocky viúvo, porque isso traria um impacto psicológico forte para o protagonista e também faria com que ele tentasse se aproximar do filho.

Ponto turístico

Inclusive, o túmulo de Adrian Balboa virou um marco tão icônico da franquia que foi mantido como ponto de visitação na Filadélfia.

Picotado

O primeiro corte do filme tinha cerca de 2h30 de duração e contaria com cenas como a do Rocky seguindo uma mulher até um elevador por tê-la confundido com a Adrian e um reencontro entre o lutador e seu filho. Porém, a MGM pediu que o filme tivesse no máximo 1h45 e ele teve de cortar diversos momento.

Surpresa

Um dos maiores desafios da produção foi encontrar uma arena para gravar a luta final. Isso porque as principais arenas dos EUA já estavam com eventos agendados. Então, Stallone viu que haveria uma luta de Boxe real organizada pela HBO. Ele conversou com os organizadores e perguntou se poderia fazer as filmagens da coletiva e da luta no mesmo dia do evento, porque assim aproveitariam não só a estrutura, mas o público também. Eles concordaram e aí veio outra preocupação: o medo que o público não encarasse bem as filmagens e vaiassem ou avacalhassem as cenas. Mas, para a surpresa do Sly, assim que ele pisou no ringue, a torcida enlouqueceu puxando coros de “Rocky!” espontaneamente.

Preparo

A primeira sequência gravada foi justamente a luta final do filme. Isso porque Stallone atuou e dirigiu o filme. Então, ele gravou o fim primeiro para aproveitar os seis meses de treinamento, já que precisava estar com o físico impecável nas cenas em que aparecesse sem camisa, e teria de reduzir os treinos para se dedicar a direção do resto do longa.

Pancadão

A luta final, segundo o próprio Stallone, não contou com golpes ensaiados. Segundo o diretor, os dois atores lutaram de verdade, tanto que a hora em que Rocky cai e tem dificuldade para levantar, foi uma reação completamente real dele, que sentiu o golpe. Ele chegou a ser nocauteado durantes as gravações.

Pela última vez

A cena em que o Rocky sobe lentamente as lendárias escadarias, que foi usada à exaustão para promover o filme, foi justamente a última cena a ser filmada. Stallone sabia que ficaria emotivo e ela deveria representar o fim de sua jornada junto ao personagem.

Rocky Balboa está disponível no Amazon Prime Video.

Crítica | Tin & Tina – Terror Psicológico da Netflix é ATERRORIZANTE…

Às vezes um filme de terror pode até não ter uma história muito convincente, mas a forma como é construída tem elementos ou cenas tão impactantes, que acabam ficando no nosso imaginário por muito tempo depois de o longa ter terminado. Isso às vezes pode acontecer por causa do grau de semelhança com algum episódio em nossa vida particular por conta da possibilidade de aquela história acontecer na nossa realidade. Ou simplesmente porque a produção foi bem-feita, superando sua história original e causando um verdadeiro impacto no espectador. Isto ocorre em ‘Tin & Tina’, novo terror psicológico espanhol, lançamento na plataforma da Netflix neste mês.

Espanha, 1981. O casal Lola (Milena Smit) e Adolfo (Jaime Lorente) acabou de casar. Os dois têm uma vida inteira pela frente para disfrutar, enquanto a Espanha ainda se recupera das consequências da ditadura franquista e se prepara para receber as Olimpíadas de 1982. Lola e Adolfo têm seus sonhos dizimados no dia de seu casamento, quando a jovem sofre inesperado aborto e recebe a notícia de que não poderá mais ter filhos. Meses se passam e o casal não consegue superar a perda, até que Adolfo sugere que adotem uma criança. A ideia nobre os leva a um convento, onde Lola decide adotar um casal de irmãos gêmeos que se afeiçoara a ela. Porém, uma vez que a convivência em família começa, Tin (Carlos González Morollón) e Tina (Anastasia Russo) começam a demonstrar uma fervorosa devoção católica para justificar toda e qualquer atitude deles, e o que inicialmente poderia ser apenas consequências de uma educação rígida do convento aos poucos vai se tornando o pior pesadelo de Lola.

Em exatas duas horas de duração ‘Tin & Tina’ consegue construir um envolvente ambiente de terror psicológico com uma bela fotografia e uma ótima direção de arte que ao mesmo tempo consegue recriar um cenário dos anos 80 e confere elementos bizarros o suficientes para transformar o set em algo ligeiramente confortável para o espectador, mas com uma pontinha azeda que nos deixa em dúvida se aquele ambiente é realmente seguro quanto parece.

Neste contexto, se sobressaem as atuações das crianças albinas, absolutamente hipnotizadoras em um misto de uma inocência infantil e diálogos coerentes que nos faz sentir raiva e empatia delas por conta de seus argumentos plausíveis. Fazendo o contraponto, a ótima Milena Smit (de ‘Mães Paralelas’, último longa do Almodóvar) balanceia a equação como uma mãe que quer se dedicar à maternidade, mas que entra em conflito com as crenças e o comportamento das crianças adotadas. No filme de Rubin Stein o único um pouco fora de sintonia é Jaime Lorente, que tem bem menos cenas que seus colegas de elenco e cujo personagem abusa em desacreditar da esposa até mesmo em momentos muito evidentes, o que leva o espectador a perder a paciência com ele.

Em se tratando de terror psicológico, o roteiro ambienta o espectador na história, mas sem evidenciar qualquer tipo de violência, o que pode ser frustrante para os fãs do gênero. Aos mais sensíveis, a sugestão do que acontece é mais interessante do que ver acontecer de fato. ‘Tin & Tina’ é desses filmes cuja estética fica grudada na nossa retina mesmo depois que ele acaba, porque essas duas crianças são macabras e bizarras demais para serem esquecidas.

Marvel troca Netflix por Hulu e irão produzir quatro séries, incluindo ‘Howard, o Pato’

À medida que o relacionamento entre MarvelNetflix fica cada vez mais tênue, o poderoso estúdio está entrando em uma parceria de quatro séries animadas com a Hulu.

Os estúdios Marvel – que será controlado por boa parte da Disney após a concretização do acordo com a Fox – ganhou sinal verde para quatro produções e um especial com a nova plataforma de streaming, marcando uma fusão interessante e que pode funcionar muito bem.

As séries adultas serão baseadas nos populares personagens da Marvel Television‘M.O.D.O.K.’Hit-Monkey‘Tigra & Dazzler’Howard the Duck já ganharam encomendas para episódios pilotos.

Similar à parceria que mantinha com a Netflix, todos os shows culminarão em um especial intitulado The Offenders. Todas elas terão como produtor executivo Jeph Loeb. É válido dizer que a Hulu e a Marvel já possuem uma produção juntas intitulada ‘The Runaways’, que deve ganhar renovação para terceira temporada em breve.

Confira as descrições das séries:

  • ‘M.O.D.O.K.’  é centrado em um supervilão megalomaníaco com uma cabeça gigantesca e um corpo minúsculo, que luta para manter o controle de sua organização do mal e de sua família.
  • Hit-Monkey conta a história de um macaco da neve japonês, cujo mentor é o fantasma de um assassino estadunidense e que o guia através do submundo de Tóquio em uma obscura saga de vingança.
  • Tigra & Dazzler Show é ua história de dois super-heróis e melhores amigos e suas lutas por reconhecimento entre pessoas poderosas na cidade de Los Angeles.
  • ‘Howard the Duck’ está preso em um mundo do qual nunca conseguiu escapar, mas ele espera voltar para casa com a ajuda de sua amiga Beverly antes que o Dr. Bong continue a “torturá-lo”.
  • The Offenders traz todos os personagens mencionados em um único time para tentar salvar o mundo e certas partes do universo.

Ainda não há previsão de estreia para nenhuma das séries.

‘The Trial Of The Chicago 7’: Yahya Abdul Mateen II está em negociações para participar do drama

O ator Yahya Abdul-Mateen II (Aquaman) está em negociações finais para participar do novo filme de Aaron Sorkin, The Trial of the Chicago 7. As informações são da Variety.

Caso o acordo seja fechado, ele se junta ao previamente anunciado Eddie Redmayne (‘A Teoria de Tudo’) em um papel ainda não revelado.

O filme, produzido por Steven Spielberg, esteve na geladeira por mais de uma década e finalmente vai começar a caminhar.

O longa é baseado no documentário de Brett Morgan, intitulado ‘Chicago 10‘, que traz os relatos do infame julgamento de 1969, que ajuizou sete acusados pelo governo federal de conspiração e mais outros crimes. O grupo é oriundo da ascensão dos protestos da contracultura na cidade de Chicago, na Convenção Democrática Nacional, em 1968. O julgamento parou o país e iniciou uma conversa sobre uma desordem intencional para enfraquecer o governo norte-americano.

Além de dirigir, Sorkin assina o roteiro da produção.

‘Baghdad Central’: Drama do Hulu ganha novo teaser trailer oficial; Confira!

Hulu divulgou o novo teaser trailer oficial de ‘Baghdad Central’, drama sobre um pai em busca de sua filha desaparecida.

Confira:

Pouco depois da queda de Saddam Hussein, o ex-policial iraquiano Muhsin al-Khafaji perdeu tudo e batalha dia após dia para manter ele e sua doente filha, Mrouj, a salvo. Mas quando ele descobre que sua filha mais velha Sawsan está perdida, Khafaji mergulha numa busca desesperada para encontrá-la.

Waleed ZuaiterCorey StollBertie CarvelLeem LubanyJuly Namir e outros fazem parte do elenco.

‘Baghdad Central’ estreia no dia 27 de março.

Crítica | Profuso e excessivo, ‘MDNA’ é o álbum mais problemático de Madonna

A partir de fevereiro de 2012, mais precisamente durante sua apresentação no Super Bowl XLVI, Madonna começou a promover seu décimo segundo álbum de estúdio, um acrônimo para seu próprio nome intitulado MDNA. A produção era o primeiro compilado de originais desde 2008, quando havia lançado o conturbado Hard Candy, cuja recepção por parte da crítica não foi tão sólida quanto se imaginava. Retomando a parceria com William Orbit, que simplesmente havia ficado responsável pelo revolucionário Ray of Light, a performer mergulhava de cabeça no drástico retorno ao impactante pop do início de sua carreira, abrindo espaço para a forte influência do EDM através de 16 faixas e dois remixes. O resultado, todavia, foi bem aquém do esperado e se mostrou ainda mais oscilante e fragmentado que sua investida anterior – não pelo teor lírico, mas sim pela inexplicável produção que dividiu a narrativa em um tríptico sem pé nem cabeça.

Diferente do álbum predecessor, a artista se mostrou pronta para recuperar o fôlego e falar mais aberta e explicitamente sobre temas como amor e vingança – talvez o hiato de quatro anos e sua experiência diretorial com ‘W.E.’, que lhe rendeu um Globo de Ouro de Melhor Canção Original, tenha lhe feito bem. Em meio a uma estética que voltava a colocá-la no centro dos holofotes da controvérsia, Madonna opta por construir uma espécie de droga sintética cujo objetivo é viciar seus fãs – mas as escolhas, novamente, são equivocadas em grande parte das tracks. Em MDNA, que faz uma menção “mascarada” para o uso e os efeitos do ecstasy (MDMA), os ápices restringem-se mais aos materiais promocionais e à incrível capa do CD (que premedita as distorções e onomatopeias das quais ela se vale) do que às canções em si.

Enquanto quatro singles foram lançados nessa nova era, o mais famoso é, sem dúvida, a futurista “Girl Gone Wild” – surpreendentemente uma coesa construção aparatada por quatro compositores e três produtores. Madonna procura criar um pastiche de sua própria carreira ao abrir a música com um breve e ambíguo solilóquio cujas raízes se fincam em “Act of Contrition”: “eu sinto muito por ter te ofendido”, ela diz, pouco antes de falar que o que mais quer é “ser boa”. Entretanto, como já provou diversas vezes, ela não consegue evitar: ser má é a sua sina – e o que fez nos apaixonar por sua presença inegável e atemporal na indústria do entretenimento. De forma hipnótica, ela nos conduz por uma competente narrativa e certos usos explosivos do electro-dance que não conseguem ofuscar o repetitivo e extenuante refrão.

Esse deslize, talvez proposital, talvez acidental, mantém-se como o único elemento que une as outras duas partes da obra. Em “Gang Bang”, Madonna jura vingança contra um enlace romântico que lhe trouxe dúvidas e mágoas e que, agora, vai pagar por seus pecados até mesmo no Inferno – em um cíclico espectro que não tem fim. Em “Give Me All Your Luvin’”, o apreço pelos anos 1980 reflete as inspirações em Toni Basil, instigando uma suposta crítica que é pincelada pela momentânea presença de Nicki Minaj e M.I.A. (colocando-as ou tirando-as, o produto final seria o mesmo: infantiloide e datado). Em “I Fucked Up”, a progressão é exatamente a mesma, apesar do mid-tempo ser usado como força-motriz e encobrir com um teor reflexivo e apologético; “B-Day Song” é apenas mais uma reciclagem de tudo que ouvimos não apenas aqui, mas sim nos primeiros anos de sua carreira, procurando buscar os soubrettes ecoantes de Like a Virgin.

A cantora, outra vez, parece não ter ideia do que está fazendo – o que é um infortúnio. MDNA, caso gerado através de uma cautela mais potente, poderia facilmente criar um paralelo entre passado e presente para um nome que nunca saiu da popularidade. No final das contas, somos deixados à mercê de referências jogadas em qualquer lugar, como é o caso da medíocre citação de Olivia Newton-John em “Superstar” (que passa longe de ser uma das piores faixas, apesar disso não significar muita coisa). Outra problemática encontrada reside no fato de Madonna não conseguir transformar arquiteturas pueris em ambiguidades ousadas, como fizera anteriormente: “Turn Up the Radio” se infiltra no período pós-discoteca e se sustenta por meros dezesseis segundos antes de se render a versos pobres e previsíveis; “I’m A Sinner” é tão calculável quanto a música supracitada e se prende a uma linearidade gritante.

Devo mencionar, não obstante, alguns dos pontos altos espalhados profusamente por essa jornada: na primeira parte, Madonna dá vida a uma interessante faixa, representativa da mais pura definição de EDM, “I’m Addicted”: ela nos convida para uma críptica e colorida aventura que atravessa as fronteiras da música e da arte – dentro do tempo que precisava ter e dos crescendos e reviravoltas que queríamos há algum tempo. “Masterpiece”, que integrou o longa-metragem mencionado nos primeiros parágrafos, é uma semi-balada elegíaca e evocativa que cria poesias envolventes e que, por isso mesmo, não tem nada a ver com qualquer coisa que tenha sido apresentada. “Beautiful Killer” estende seus braços para os acordes do baixo e do sincretismo fonográfico, uma pequena e não totalmente lapidada joia perdida num turbilhão incompreensível.

Madonna dá um tiro cego com MDNA e, quando os últimos segundos da última faixa dão adeus, ficamos com uma sensação agridoce, pelo fato do aguardado retorno da rainha do pop depois de quatro anos não ter entregado o que podia. Oscilante e acriançando, o álbum se volta mais para uma tentativa desesperada da performer se manter atenta às demandas da esfera musical – sendo que ela definitivamente não precisava disso.

Nota:

  • Girl Gone Wild – 2,5/5
  • Gang Bang – 3/5
  • I’m Addicted – 4/5
  • Turn Up the Radio – 2/5
  • Give Me All Your Luvin’ – 2,5/5
  • Some Girls – 2/5
  • Superstar – 2/5
  • I Don’t Give A – 1,5/5
  • I’m A Sinner – 1,5/5
  • Love Spent – 2,5/5
  • Masterpiece – 4,5/5
  • Falling Free – 3/5
  • Beautiful Killer – 3,5/5
  • I Fucked Up – 2/5
  • B-Day Song – 1/5
  • Best Friend – 0,5/5

Reese Witherspoon rasga elogios para ‘Mulher-Maravilha 1984’: “A surpresa no final foi ÉPICA!”

Mulher-Maravilha 1984’ teve um forte impacto nas bilheterias de 2020, mas vem sofrendo uma série de críticas negativas por parte do público – sendo até mesmo comparado ao fracasso crítico e comercial de ‘Lanterna Verde’.

Entretanto, Reese Witherspoon não faz parte desse grupo. A atriz vencedora do Oscar postou em seu Twitter oficial uma mensagem aclamando o longa-metragem, mencionando as “ótimas sequências de ação e os vilões” e dizendo que “a surpresa no final” foi épica.

Confira:

Até agora, o filme arrecadou já arrecadou US$ 85 milhões mundialmente, tendo sido lançado na China e em outros territórios no exterior no fim de semana passado.

Nos EUA, o filme arrecadou US$ 16,7 milhões no final de semana estendido – o que representa a MAIOR estreia no país desde a reabertura dos cinemas após a pandemia de COVID. O filme foi lançado em 2.100 salas de cinemas nos EUA, e conseguiu uma boa abertura nas telonas.

No Brasil, o filme fez R$ 8,7 milhões em seu primeiro final de semana, tornando-se o maior lançamento depois da reabertura dos cinemas no Brasil.

Ao todo, 494 mil pessoas foram conferir o filme nas telonas dos cinemas.

O Brasil conquistou a quarta maior bilheteria do filme no mundo, atrás apenas de China, Taiwan e Tailândia, mesmo com apenas 70% do mercado exibidor aberto no país. Isso reafirma a força das produções e dos fãs brasileiros da DC no país, que somam diversos recordes de bilheteria recentes com filmes como ‘Coringa‘, ‘Aquaman‘ e ‘Liga da Justiça‘.

Após a notícia da abertura, a Warner confirmou que o terceiro filme da franquia entrou em desenvolvimento.

“À medida que fãs ao redor do mundo continuam a embarcar na jornada de Diana Prince, com a poderosa abertura de ‘Mulher-Maravilha 1984’, estamos empolgados em poder continuar sua história com nossas Mulheres-Maravilhas da vida real – Gal e Patty – que retornarão para concluir a tão planejada trilogia cinematográfica”, disse o chefe da Warner Bros., Toby Emmerich, em um comunicado oficial.

Gal Gadot retorna como Diana Prince/Mulher-Maravilha e Patty Jenkins volta para escrever e dirigir o filme.

Assista a nossa crítica do filme:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

Marina anuncia “Ancient Dreams in a Modern Land” como 3º single de seu próximo álbum de estúdio

A cantora e compositora Mariana Diamandis, anteriormente conhecida como Marina and the Diamonds, anunciou hoje (12) em seu Twitter oficial que Ancient Dreams in a Modern Land será o próximo single oficial de seu quinto álbum de estúdio homônimo.

Confira:

A faixa é precedida pelas canções “Man’s World”“Purge the Poison” e será lançada na próxima quarta-feira, 19 de maio.

O álbum, por sua vez, estreia em todas as plataformas digitais em 11 de junho.

Marina começou sua carreira em 2010 com o lançamento de The Family Jewels, que misturava indie-popnew wave. Desde então, fez fama com a divulgação de Electra Heart (2012), com os famosos singles “How to be a Heartbreaker”“Primadonna”, e Froot (2015), acompanhado da música epônima e “Blue”.

Seu último álbum, ‘Love + Fear’, foi lançado no ano passado e trouxe uma colaboração com o cantor Luis Fonsi. Ela também participou da trilha sonora da sequência de Para Todos os Garotos que já Amei.