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Charlize Theron fala sobre trilogia de ‘The Old Guard’, projeto com Christopher Nolan e filme sobre os bastidores de ‘Mad Max: Estrada da Fúria’

Charlize Theron está de volta à ação com ‘The Old Guard 2‘, sequência da aclamada produção de 2020 da Netflix. Em entrevista ao The Hollywood Reporter, a atriz comentou o futuro da franquia, seu novo papel em ‘A Odisséia’, de Christopher Nolan, e refletiu sobre o impacto e legado de sua performance como Furiosa, em ‘Mad Max: Estrada da Fúria’.

Theron afirma que a sequência nunca foi planejada originalmente, mas a resposta estrondosa do público ao primeiro filme — que se tornou uma das produções mais assistidas da história da Netflix — fez com que a continuação ganhasse forma de maneira natural. Ainda assim, ela não se compromete com a certeza de uma trilogia.

“Nunca estou confiante, não. Uma coisa que aprendi nesse negócio é que não existem garantias. Foi muito generoso da parte da Netflix não nos forçar para outra direção. Essa era sempre a maneira como queríamos terminar o filme. É bem parecido com o primeiro: não fizemos com a intenção de ter uma continuação. Mas aconteceu. Então tratamos esse da mesma forma.”

Com direção agora de Victoria Mahoney, ‘The Old Guard 2‘ traz Andy (Theron) lidando com sua nova condição de mortal, enquanto a reaparição de sua antiga amante imortal, Quỳnh (Veronica Ngô), e a presença misteriosa de Discord, personagem de Uma Thurman, abalam a dinâmica do grupo.

O filme termina com um novo e brutal gancho, mas Theron diz que a equipe criativa ainda não tem planos definidos para um eventual terceiro longa.

Ao longo da entrevista, a vencedora do Oscar ainda comentou sobre outros projetos. Na ocasião, ela refletiu sobre embarcar em um épico sob a direção de Christopher Nolan: uma adaptação de A Odisseia. A atriz interpretará a feiticeira Circe e revelou que chegará em um ponto avançado da produção.

“Sinto que serei a novata do set. Eles já estão filmando há cinco meses, e eu devo ficar por apenas duas semanas. Mas só pelo roteiro, sei que será algo épico.”

Relembrando ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘ (2015), Theron também voltou a comentar a substituição de sua personagem por Anya Taylor-Joy no prelúdio ‘Furiosa: Uma Saga Mad Max‘, lançado este ano.

“Nada nessa decisão me pareceu malicioso. Eu entendo totalmente. Mas isso não faz com que seja menos doloroso. Provavelmente vivi no corpo da Furiosa por mais tempo do que qualquer outro personagem que interpretei. Foi um papel desafiador em todos os sentidos. Mas acho que Furiosa é um filme absolutamente lindo.”

Questionada sobre a possibilidade de um filme sobre os bastidores da caótica produção de ‘Estrada da Fúria‘, Theron disse nunca ter pensado nisso, mas achou interessante a sugestão de que Mackenzie Davis poderia interpretá-la nesse contexto:

“Sim, Mackenzie é incrível. E ela tem os braços certos”, brincou.

Vale lembrar que ‘The Old Guard 2‘ foi lançado nesta quarta-feira, 2 de julho, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Dirigido por Victoria Mahoney, o filme mostra Andy (Charlize Theron) e seus guerreiros imortais enfrentando um novo inimigo que ameaça a existência da raça humana.

Além de Teron, o filme também terá outros retornos com o elenco sendo contando com Matthias Schoenaerts (Booker), KiKi Layne (Nile Freeman), Marwan Kenzari (Joe), Luca Marinelli (Nicky), Vân Veronica Ngô (Quynh) e Chiwetel Ejiofor (James Copley). Uma Thurman (de ‘Kill Bill’) e Henry Golding (de ‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes’) são as novas adições.

‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’ terá exibição com orquestra tocando a trilha sonora ao vivo

Os Potterheads brasileiros já podem comemorar! O Brasil recebe, pela primeira vez, o ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal in Concert’, evento que exibirá o primeiro filme da saga com uma orquestra tocando a trilha sonora de John Williams ao vivo.

A Orquestra Sinfônica se apresentará entre os dias 8 e 11 de março em São Paulo, no Shopping Eldorado.

A ideia foi lançada em 2016 pela CineConcerts e a Warner Bros e consiste em uma turnê mundial de concertos celebrando os filmes do bruxo. Desde a estreia de Harry Potter e a Pedra Filosofal in Concert’, em junho de 2016, mais de 500 mil fãs vivenciaram esta experiência da JK Rowling’s Wizarding World, que tem até 2018 mais de 600 performances programadas para mais de 38 países.

Para mais informações e valores dos ingressos, acesse o site do evento.

Enquanto isso, a HBO divulgou um emocionante trailer relembrando a saga Harry Potter para o especialHarry Potter: A Aventura Completa’, especial da emissora que irá exibir, pela primeira vez, os oito filmes do bruxinho eAnimais Fantásticos e Onde Habitam. Segure as lágrimas e assista: 

O Especial acontece dia 02 de janeiro de 2018. Todos os filmes ficarão disponíveis também nos HBO On Demand, HBO Now e HBO Go.

A HBO Brasil não confirmou nada até o momento, porém, é muito provável que os nove filmes fiquem disponíveis ao mesmo também por aqui.

Voltaremos ao Mundo Mágico em 2018 também com o lançamento de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwaldem 15 de novembro.

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A saga completou 20 anos no dia 26 de junho de 2017.

O parque se foi em novo pôster IMAX de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado’

Jurassic World: Reino Ameaçado ganhou um novo cartaz IMAX destacando que o parque se foi de uma vez por todas. Confira:

‘Jurassic World: Reino Ameaçado’ é aplaudido por 10 minutos; Confira as primeiras reações!

Enquanto isso, o segundo capítulo da franquia segue com estreia marcada para 21 de junho, mas terá pré-estreias pagas à partir de 14 de junho. Os ingressos já estão à venda.

O longa recebeu classificação indicativa e aparentemente será mesmo mais sombrio que o filme anterior, dirigido por Colin Trevorrow.

Jurassic World 2‘ foi classificado como PG-13 (para maiores de 13 anos) por “sequências intensas de violência e perigo de ficção científica”.

“Passaram-se quatro anos desde que o parque temático e resort de luxo Jurassic World foi destruído por dinossauros que escaparam do cativeiro. Isla Nublar agora se encontra abandonada por humanos enquanto os dinossauros restantes sobrevivem sozinhos na selva.

Quando o vulcão inativo da ilha começa a dar sinais de que vai entrar em erupção, Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) fazem uma campanha para resgatar os dinossauros desse evento que pode levá-los novamente à extinção. Owen está determinado a encontrar Blue, a líder das velociraptors que ainda está perdida na selva, e Claire passou a respeitar essas criaturas que agora são a sua missão de vida.

Ao chegarem na instável ilha quando a lava começa a jorrar, a expedição deles descobre uma conspiração que pode levar todo o nosso planeta a um estado perigoso que não é visto desde tempos pré-históricos. Todas as maravilhas, aventuras e emoções que são sinônimo de uma das mais populares e bem sucedidas franquias da história do cinema, essa novo longa marca o retorno de personagens queridos e dinossauros – junto com novas raças ainda mais impressionantes e aterrorizantes que antes. Bem-vindos a Jurassic World: Reino Ameaçado.”

‘Jurassic World 3’ ganha data de estreia; Vem ver!

James Cromwell,Ted LevineRafe SpallToby Jones e Justice Smith foram confirmados na nova produção, ao lado de Chris Pratt e Bryce Dallas Howard. A estreia é prevista para 21 de junho de 2018.

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

Especial The Office | Conheça Michael Schur

Michael Schur não é um nome muito comentado pelo público, mas provavelmente já fez você chorar rir nos últimos anos sem você nem saber quem ele é. Por trás dos maiores shows de humor americano dos últimos anos, Michael trabalha de forma silenciosa e genial, fazendo dele quase que uma entidade das comédias televisas.

Michael Herbert Schur trabalha como roteirista e produtor televisivo há muito tempo. Sua carreira como roteirista de humor começou no Saturday Night Live!onde escreveu roteiros de 1998 até 2004, quando começou a produzir e roteirizar alguns episódios da versão americana de The Office. Foi na série que Schur ganhou notoriedade. Seu humor simples, mas repleto de sarcasmo, logo conquistou o público e abriu os olhos das empresas para ele. Além do roteiro, Michael também interpretou um personagem inesquecível e de poucas falas: o primo esquisitão de Dwight, Mose Schrute. Mose ficou marcado pela corrida  esquisita e pela barba tosca. Falando na barba, Michael declarou diversas vezes que não curtia muito fazer o Mose porque ele odeia ter que deixar a barba crescer, mas odeia ainda mais ter que usar a incômoda barba falsa. 

Em 2008, ele começou a trabalhar na criação do episódio piloto de um Spin-Off de The Office. Conforme o episódio ia tomando forma, Michael entendeu que a série, também gravada no formato de mockumentary, talvez pudesse ganhar vida própria, sem necessariamente precisar de uma ligação com The Office para ter seu espaço nas televisões dos Estados Unidos. Após apresentar a proposta e receber o sinal verde, essa nova série, chamada Parks and Recreation nasceu, cresceu e virou um fenômeno. Estrelada por Amy Poehler, a série acompanha Leslie Knope (Poehler), do Departamento de Parques de Indiana, na árdua missão de transformar uma construção abandonada em um Parque para as pessoas. O diferencial da série, que durou sete temporadas, eram os personagens. Bobos e sacanas – mas de um jeito fofo -, eles cativaram o público. Ah, foi esta série que lançou Chris Pratt ao estrelato. Schur acumulou as funções de Diretor, Roteirista e Produtor Executivo.

Em 2013, com o fim de The Office e com Parks and Recreation entrando na reta final, Michael Schur voltou seus olhos para a criação de uma nova série. Junto a Dan Goor, ele apresentou para a Fox um projeto de série de humor ambientada em uma delegacia de polícia de Nova York. A empresa gostou do que foi apresentado e encomendou uma temporada de 13 episódios. O conteúdo entregue foi tão satisfatório que eles encomendaram mais 9 episódios, totalizando os 22 episódios da primeira temporada de Brooklyn Nine-Nine, um verdeiro sucesso. Porém, a Fox decidiu cancelar a produção na quinta temporada, causando revolta nos fãs. O potencial que o fandom mostrou fez com que a NBC, uma velha conhecida de Schur, resgatasse a série, que continua firme e forte até hoje.Mas não é só com humor que ele trabalha bem. Junto a Rashida Jones, com quem trabalhou em The Office e Parks, Michael roteirizou o primeiro episódio da terceira temporada da antologia futurista Black Mirror. O episódio é Nosedive, que é estrelado por Bryce Dallas Howard e traz a história de uma mulher que faz de tudo para manter seu ranking de avaliação alto. É uma forte crítica à influência das redes sociais em nossa vida e como uma atitude sem pensar pode mudar de vez a vida de alguém, não necessariamente para melhor.

Por fim, em 2016, logo após o final de Parks e no meio de B99, Michael criou outro fenômeno junto a NBC. Falando sobre a vida após a morte, The Good Place brinca com muitos conceitos religiosos e aspectos da sociedade, como céu, inferno e bom comportamento. A série foi curta – se comparada aos seus outros trabalhos – tendo acabado em janeiro deste ano. A produção ficou marcada por seus personagens ambíguos e fofos, e pelos plot twists incríveis. Assim como em Parks e B99, Michael criou, dirigiu, roteirizou e produziu o seriado.

Michael construiu um legado fantástico na televisão, sendo um “Rei do Show” moderno. Praticamente todas tendências humorísticas dos últimos anos tiveram participação ou foram criadas por ele. Um profissional fantástico que não tem tanto reconhecimento quanto deveria.

As 9 temporadas de The Office estão disponíveis no Amazon Prime Video e a série também está sendo reprisada no canal por assinatura Comedy Central. As sete temporadas de Parks and Recreation estão disponíveis no Amazon Prime Video. Brooklyn Nine-Nine pode ser encontrada na Netflix, que acabou de colocar uma temporada nova no catálogo. Black Mirror está completinha na Netflix, assim como The Good Place.

Crítica | The Last Days of American Crime – Filme de Ação da Netflix é Cafona, Violento e Constrangedor

O que esperar de um filme cujo título é ‘The Last Days of American Crime’ – que, em português seria “os últimos dias de crime americano”? Só o título já demonstra toda a pretensão dessa produção, seja por se autodenominar “americano” (quando, americanos são todos os nascidos nas Américas, e não só quem nasceu nos Estados Unidos), seja pela pretensa ilusão de propor o fim da criminalidade naquele país, ainda que na ficção. E ainda usou 2h30 pra contar isso.

Num misto de ação e distopia, o longa baseado na graphic novel de Rick Remender e Greg Tocchini traz a história do assaltante Graham Bricke (Édgar Ramírez), cujo irmão, Rory (Daniel Fox), acabou preso. Então, um dia, Bricke recebe a notícia de que o irmão se suicidou na cadeia, e Bricke fica injuriado. Dias depois, conhece a misteriosa Shelby Dupree (Anna Brewster) num bar, e, depois de uns amassos, surge o noivo dela, Kevin Cash (Michael Pitt), com uma proposta de assalto mirabolante – sendo que ele é filho de um dos caras mais perigosos da cidade que, vejam só, está atrás da cabeça de Bricke. Ah, e tudo isso num mundo distópico em que os Estados Unidos estão testando um implante na cabeça dos criminosos que, quando ativados, as pessoas ficam fisicamente incapacitadas de cometer qualquer tipo de crime. E o tal assalto que eles estão planejando vai acontecer minutos antes do implante ser ativado digitalmente no país inteiro.

O argumento poderia até gerar alguma reflexão sobre a questão do controle governamental sobre os cidadãos etc, mas o resultado de ‘The Last Days of American Crime’ é tãããão cafona, que o espectador nem sequer se prende a qualquer tipo de tema que o filme se propusesse a debater.

O roteiro de Karl Gajdusek tenta construir uma atmosfera meio noir, mostrando o background dos personagens para solidificar sua história – todas sofridas, narradas por um personagem sem emoção. O resultado é atores fazendo carão o tempo todo, uma chuva de falas estilo Temperatura Máxima (tais como Dupree falando “ele está com o pau dele em mim”, fazendo olhar de desafio como se falar a palavra pau fosse suuuper transgressor; ou Cash olhando alucinado antes do assalto e dizendo “vejo vocês do outro lado”). O roteiro desvia um bocado para justificar as atitudes dos personagens, o que impacienta o espectador, que só quer chegar ao tal assalto e ver o tal do dispositivo anticrime ser acionado – estes, por suas vezes, quando ocorrem, são uma salada confusa de explosão, violência e poses de uma ‘La Casa de Papel’ mal sucedida.

Last Days Of American Crime – Edgar Ramírez – Photo Credit: Netflix / Marcos Cruz

É tanto problema nesse filme, que fica difícil eleger o principal. Será que Édgar Ramírez não poderia ter dado mais expressão a seu personagem? Será que Anna Brewster não poderia ter dado mais solidez à sua Dupree, que vai de badass a pobre coitada em menos de uma hora? Será que a atuação de Michael Pitt realmente se destaca, ou só todo o resto que é ruim mesmo? Quando se tem tantos problemas assim, o único a ser responsabilizado só pode ser o diretor, Olivier Magaton.

The Last Days of American Crime’ é desses filmes que já na primeira cena você tem o tom do que está por vir – e é dali pra baixo. Pretensioso, cafona e gratuitamente violento, é uma grande produção, com explosivos e carros batendo, mas não vale o tempo do espectador.

‘Game of Thrones’: Internet reage ao teaser da última temporada

Ontem a HBO pegou muita gente de surpresa com a revelação do 1º teaser oficial da 8ª temporada de ‘Game of Thrones‘.

Obviamente que o misterioso vídeo rendeu diversas reações de fãs empolgados na internet. Confira:

“Jon está andando ao lado da estátua de Lyanna. Eu tô chorando!”

 “Uma hora essa pena iria cair.”

“Pera, eles tão olhando as próprias estátuas. Arya e Sansa parecem estar na mesma idade enquanto Jon está mais velho… Pode levar de volta, HBO, eu não quero isso não.”

Confira o teaser:

Recentemente, o presidente da emissora, Richard Pleper, elogiou o trabalho feito em entrevista à Variety:

“Um espetáculo. Os caras fizeram seis filmes. A reação que eu tive ao assisti-los foi ‘Eu estou assistindo um filme’. Eles sabiam que a barra era alta. Eles elevaram a barra. Eu assisti duas vezes sem qualquer efeito visual e estou impressionado. Todos terão um verdadeiro deleite extraordinário de narrativa e uma produção mágica, mágica.”

Recentemente, a série ganhou um breve teaser mostrando Sansa Stark ao entregar Winterfell para Daenerys Targaryen, chamando-na de Vossa Alteza.

Assista:

David Nutter, que dirigiu vários episódios de ‘Game of Thrones‘, revelou detalhes sobre a temporada final em uma sessão de perguntas e respostas no Reddit.

Segundo ele, a temporada será “espetacular, inspiradora e satisfatória”.

Além disso, ele afirmou que os episódios serão mais longos que o habitual.

“Teremos episódios mais longos do que 60 minutos. Vamos ter muito tempo para mostrar esse final épico”, ele concluiu.

Confira cartazes e um teaser:

Assista ao teaser épico revelando a data de estreia: Abril de 2019.

Assista:

Desde que a revista Entertainment Weekly divulgou as primeiras imagens da 8a temporada de Game of Thrones, mostrando Jon Snow (Kit Harington) e Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) juntinhos, os fãs ficaram em polvorosa.

A revista também divulgou uma lista com alguns detalhes revelados da última temporada (nada muito importante, claro, mas o suficiente para aguçar a ansiedade dos fãs). Por isso, a partir de agora, esta reportagem contém SPOILERS.

A última leitura

A última leitura em grupo foi, óbvio, muito emocionante para boa parte do elenco da série, porém, foi ainda mais especial para o ator Kit Harignton, uma vez que ele não tinha a menor ideia do que esperar da temporada, já que havia decidido não ler o roteiro sozinho antes.

Ao que parece, o ator teria chorado duas vezes durante a leitura em grupo. “Em todas as temporadas, você lê ao final da última página do roteiro: ‘Fim da Temporada 1’ ou ‘Fim da Temporada 2′”, confessou o ator. “Neste roteiro estava escritor ‘Fim de Game of Thrones‘”.

Rumores sobre um possível filme são verdade

Uns anos atrás houve rumores de que os showrunners da série, David Benioff e Dan Weiss, queriam transformar Game of Thrones em um filme. Bom, isso é verdade. Os dois acreditavam que uma trilogia de filmes seria a única maneira de ter o orçamento necessário para produzir o final da série. A produtora, entretanto, prometeu a Benioff e a Weiss que eles teriam tudo que precisassem para produzir um final de série que fosse “digno de um espetáculo”.

A oitava temporada trará personagens que irão te surpreender

Durante a visita da revista aos sets de filmagem, os repórteres ficaram chocados ao verem a gravação de uma cena que continha diversos atores que eles não esperavam ver. Não se tem mais informação sobre quem seriam esses personagens, mas começa uma especulação de que poderia ser a Lady Stark finalmente como Lady Stoneheart. Será?

Cena de abertura

“A temporada 8 começa em Winterfell, com uma cena que contém diversas menções ao piloto da série, mas repaginados. Em vez da chegada da comitiva do Rei Robert, é a chegada de Daenerys e seu exército. Em seguida, há uma intensa e arrepiante intercalação de personagens – alguns dos quais sequer se conheceram antes, muitos dos quais com histórias bastante perturbadas -, uma vez que todos eles estão prestes a enfrentar a inevitável invasão do Exército dos Mortos“, diz a reportagem.

Sim, isso significa que iremos ver Daenerys e Sansa se encontrando pela primeira vez, e parece que a Lady Stark não será tão amistosa com a Mãe dos Dragões: “Sansa não está feliz pelo fato de Jon ter se ajoelhado para a sua nova namorada.”

A Batalha Final

O diretor Michael Sapochnik irá voltar agora para trazer aos fãs aquilo que com certeza será um confronto final épico entre os defensores de Westeros e o Exército dos Mortos, e, ao que tudo indica, será a sequência de batalha mais inacreditável jamais vista na televisão.

Parece que a maior parte da sequência se passará em Winterfell, embora a batalha vá ser intercortada entre “muitos personagens envolvidos em suas próprias histórias de sobrevivência”.

“É brutal”, disse Peter Dinklage (Tyrion Lannister). “Faz a Batalha dos Bastardos parecer um parque temático”.

‘Mouse Guard’: Animação engavetada pela Disney tem arte revelada

Mouse Guard, adaptação dos quadrinhos homônimos de David Petersen, era um dos projetos mais aguardados da fusão da Disney com a Fox, mas foi descartada dos planos dos estúdios e ainda não se sabe quanto demorará para voltar ao desenvolvimento.

Entretanto, o artista Darek Zabrocki compartilhou ontem, 25, uma pequena e fantástica peça mostrando os conceitos estilísticos que traria para a releitura. Confira:

Segundo o Deadline, a releitura para as telonas foi engavetada pelos estúdios Walt Disney apenas duas semanas antes das produções começarem.

Ainda de acordo com a notícia, a “Disney examinou com cautela [o projeto] e percebeu que ele não se encaixava no cronograma”, acrescentando que o longa está dentre os “projetos demo” da companhia. Os cineastas já estão procurando outra produtora para os filmes, incluindo a Netflix.

A história é centrada em um grupo de ratinhos que devem proteger seu reino. Eles enfrentarão não apenas desertores do grupo, mas também raposas, águias e outros predadores muito perigosos.

O projeto, a ser dirigido por Wes Ball e produzido por Matt Reeves, traria em seu elenco Sonoya MizunoIdris Elba, Giancarlo Esposito, Andy SerkisThomas Brodie-Sangster, Joseph Caddell e outros. Gary Whitta ficaria a encargo do roteiro.

‘Um Lugar Silencioso – Parte II’: Emily Blunt luta para sobreviver em nova imagem; Confira!

Um Lugar Silencioso – Parte II‘ ganhou uma nova imagem oficial.

Confira:

O suspense chega aos cinemas brasileiros no dia 19 de março de 2020 – um dia antes da estreia nos EUA.

John Krasinski dirige. Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas a continuação deve responder algumas questões sobre a origem das criaturas e como os eventos apocalípticos aconteceram.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

‘The Umbrella Academy’: 2ª temporada ganha novas imagens promocionais; Confira!

Netflix divulgou novas imagens oficiais da 2ª temporada de The Umbrella Academy.

Confira:

O novo ciclo estreia no dia 31 de julho.

Há alguns meses, o compositor Jeff Russo revelou ao Comic Book o que o público pode esperar do segundo ano.

“Bom, há definitivamente uma grande mudança no cenário, isso é óbvio. E tentamos não mudar muito a abordagem de como contar a história musicalmente. Quer dizer, utilizamos várias canções incríveis na primeira temporada. Vamos fazer a mesma coisa na segunda. Usamos a trilha sonora de modo bastante significativo para apoiar os arcos emocionais dos personagens na 1ª temporada. Vamos fazer isso de novo na segunda. Há alguns novos personagens que terão perspectivas sonoras diferentes e isso é sempre divertido, criar novos temas para novos personagens. Então temos várias coisas novas e várias coisas similares”.

Yusuf GatewoodMarin IrelandRitu Arya farão parte do próximo ciclo e darão vida ao carismático Raymond, uma texana sem medo chamada Sissy e uma brilhante e insana mulher chamada Lila, respectivamente.

Lembrando que o site What’s On Netflix havia divulgado que a adorada série já foi renovada para a 3ª temporada. As informações são de fontes próximas à produção.

Lauren Otero (‘Garota Conhece Mundo’) e Elizabeth Padden (‘Future Man’) foram contratadas para escrever os novos episódios.

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Ellen PageRobert SheehanTom HopperDavid CastañedaAidan Gallagher, Emmy Raver-LampmanMary J. BligeCameron Britton.

 

‘Colheita Maldita’: Novo filme da franquia ganha alta classificação indicativa

Segundo o FilmRatings.com, a nova entrada da franquia Colheita Maldita, baseado no conto homônimo do mestre do terror Stephen King, ganhou classificação indicativa oficial.

O site indica que o longa-metragem será maiores de idade (R-rated) em virtude de “violência e imagens sangrentas”.

A produção foi gravada durante o período de quarentena e funcionará como uma pré-sequência, narrando eventos que se passaram antes do primeiro filme – apesar de assumidamente não ter nenhuma conexão com a franquia original.

A trama vai acompanhar os eventos que levaram ao massacre dos adultos por suas crianças em uma cidade pequena em Nebraska, depois da irresponsabilidade dos adultos ter sido responsável pela destruição da colheita e do futuro dos seus filhos.

Confira a primeira imagem da produção:

O longa será dirigido por Kurt Wimmer (‘Ultravioleta‘).

O elenco conta com Elena KampourisKate MoyerCallan Mulvey e Bruce Spence.

Crítica | Billy The Kid – Tom Blyth brilha na pele do mais famoso pistoleiro do velho oeste americano

A saga de um famoso anti-herói. Criada pelo britânico Michael Hirst, produtor de Vikings The Tudors, entre outros sucessos, chegou na Paramount Plus, quase desapercebido, uma série que nos leva de volta às disputas e conflitos no epicentro de um tumultuado velho oeste americano nos apresentando um amplo recorte sobre a vida do mais famoso pistoleiro desse período, Billy The Kid. Passeando pela história do marcante do período ligado à expansão americana, nos poucos mas intensos anos que viveu, o anti-herói presenciou a corrupção, terras sem lei, violência, disputas de comerciantes. Conhecido por alguns nomes, figura polêmica de uma época onde o sobreviver era o ganha pão de cada dia, Billy The Kid participou da famosa Guerra do Condado de Lincoln, fato que ficou integralmente para ser conferido nas próximas temporadas. No papel principal, o ótimo Tom Blyth brilha no papel principal.

Na trama, conhecemos os primeiros passos de William H. Bonney (Tom Blyth), depois conhecido como Billy The Kid, Desde o início de vida conturbado, vindo de uma família de imigrantes irlandeses, se muda para o velho oeste norte-americano junto com sua família ao mesmo tempo que uma série de tragédias começam a cercá-lo. Se vendo sozinho em um mundo cruel, onde sobreviver rompe com sua moral quase que instantaneamente. A primeira temporada foca em como ele tornou aos poucos um dos rostos mais procurados pelas autoridades da época.

Princípios que ferem princípios. Uma ampla análise é feita sobre essa figura controversa. O roteiro é bem detalhista, começando pela sua visão inicial do que seria sua vida dali em diante. Sua família foi para os Estados Unidos com o desejo de um tratamento justo para todos, fato que logo se revelara ser um objetivo difícil de se encontrar. As mortes que acompanham sua trajetória parecem o fazer entender a vida de outras formas, onde a justiça tem interpretações variadas o deixando em uma linha tênue sobre o que é ser justo e até mesmo suas interpretações para lealdade. Suas inúmeras fugas de prisões ganham real sentido além das escolhas que faz quando se vê entre traições e lealdades.

Na segunda metade da temporada, acompanhamos a história seguindo rumo ao epicentro dos seus conflitos (e os fatos que o tornaram conhecido), dentro das ações desenfreadas com uma gangue a princípio comandada por um impiedoso e perigoso amigo e o iminente rompimento, fruto de um idealismo conflitante. Aqui apresentam-se mais conflitos que o cerca. A disputa por gados, por meio de fazendeiros poderosos, um mundo onde a manipulação era uma ferramenta na busca por objetivos unilaterais, as concessões de terras espanholas, um clássico jogo pelo poder, em uma terra onde a lei é corruptível. Vivendo intensamente o período do Velho Oeste americano, os caminhos percorridos pelo protagonista segue em paralelo à história norte-americana.

Ao longo dos ótimos oito episódios da primeira temporada, a série criada por Michael Hirst é um retrato marcante de uma época, de atitudes moralmente questionáveis, que ainda tem muito a desenvolver nas próximas temporadas.

Casais amados do cinema que se odeiam na vida real

Ah, os casais apaixonados de Hollywood. De tempos em tempos assistimos a filmes que nos redefinem o que é o amor. Mas se nas telas tudo é lindo e perfeito, nos bastidores a coisa pode não ser tão aconchegante assim. Pensando nisso, resolvemos montar uma lista somente com casais amorosos, que não foram tão amorosos assim durante as gravações. Patrick Swayze e Jennifer Grey (Dirty Dancing), Julia Roberts e Nick Nolte (Adoro Problemas) e Leonardo DiCaprio e Claire Danes (Romeu e Julieta) são alguns dos casos mais conhecidos. No entanto, iremos comentar outros aqui, que talvez vocês não tenham conhecimento.

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Tom Hardy e Charlize TheronMad Max: Estrada da Fúria (2015)

Sim, o quarto Mad Max é considerado pela maioria dos especialistas como o melhor filme do ano passado. Mas sua produção foi longe de ser um mar de rosas. Para começar, houve um atraso no lançamento, já que sua estreia era programada incialmente para 2014. Tudo caminhava para o desastre pleno, o que encerraria de vez a carreira do veterano diretor George Miller. “Um Pesadelo” é como todos descrevem a confecção da obra. Além disso, o casal protagonista Tom Hardy (Max) – que tem fama de ser um ator difícil de se trabalhar – e Charlize Theron (Furiosa) não se deram bem. Ambos também estiveram em atrito com o diretor. Talvez daí a relutância para uma continuação. Quem perde são os fãs.

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Ryan Gosling e Rachel McAdams – Diário de uma Paixão (2004)

Ryan Gosling e Rachel McAdams são ótimos atores, já que ninguém jamais imaginou que os dois não se davam bem por trás das câmeras do romance ‘Diário de uma Paixão‘ (The Notebook). Segundo o diretor Nick Cassavetes, a química dos protagonistas no set não era nada parecida com a vista no filme. “Eu não deveria contar essa história, mas eles realmente não estavam se dando bem no set. Realmente não. Ryan [Gosling] veio a mim em frente a 150 figurantes que estavam esperando para gravar uma cena, e disse: ‘Nick venha aqui. Você pode tirar ela daqui e trazer outra atriz? Eu não posso mais. Não consigo atuar com ela. Não está saindo nada de bom disso’”, afirmou.

Percebendo que o filme dependia da atuação dos atores, Cassavetes realizou uma sessão de terapia de casais. Após toda essa briga, Gosling e McAdams namoraram na vida real por quatro anos. Seria amor?

 

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Meryl Streep e Woody AllenManhattan (1979)

Só mesmo sendo Meryl Streep para declarar que jamais trabalharia novamente com o cultuado Woody Allen. Na realidade, quando o fato ocorreu, Streep era uma iniciante, muitas décadas antes de se tornar a lenda que é hoje. O método de trabalho do cineasta (roteirista, diretor e ator) não agradou muito a atriz. Ao contrário da maioria dos atores iniciantes, desesperados por uma chance de trabalhar com Allen (somente pelo prestígio, já que seus filmes não possuem um grande orçamento para o cachê de astros e estrelas), para Streep uma vez foi o bastante.

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Johnny Depp e Angelina JolieO Turista (2010)

O Turista foi um desastre de cabo a rabo. A falta de química entre dois dos maiores astros da atualidade foi reflexo dos bastidores igualmente frio. Depp e Jolie pareciam estar lá somente para bater ponto e descontar seus cheques, com a estrela aparentemente mais desconfortável na produção do que o intérprete do Capitão Sparrow. Jolie inclusive revelou que o único motivo dela ter topado fazer o filme foi porque sabia que seria uma filmagem rápida em Veneza, Itália. E quem não quer passear por lá? Até o coadjuvante Paul Bettany, que dispensou o papel protagonista em O Discurso do Rei (que deu o Oscar para Colin Firth) por este filme, admite que esta foi a pior decisão de sua carreira. Bem, a verdade é que até agora nada de Florian Henckel von Donnersmarck (A Vida dos Outros). Pobre sujeito…

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Mira Sorvino e Jeremy Northam – Mutação (1997)

Outra produção problemática, outro casal que não se deu bem. O que acontece muitas vezes em um set conturbado, é que a tensão acaba sendo tão grande por inúmeros problemas, que acaba afetando os atores e suas relações. Foi exatamente o que ocorreu aqui, com a primeira produção americana do cineasta mexicano Guillermo del Toro. Sobrou até para o filme, uma produção B que funciona como prazer culposo, já que o cineasta renega seu trabalho aqui.

Tudo porque o produtor Bob Weinstein (um dos donos do estúdio Miramax, ao lado do irmão Harvey) não parava de interferir na produção, exigindo novos cortes. Além disso, del Toro confirmou que a vencedora do Oscar Mira Sorvino (Poderosa Afrodite) não conseguia suportar Jeremy Northam (Invasores). O trauma foi tanto que del Toro partiria para filmar no México (A Espinha do Diabo), só retornando para Hollywood em 2002, com Blade 2.

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Bill Murray & Lucy LiuAs Panteras (2000)

Bem, este não foi exatamente um casal nas telas. A descendente de chineses Lucy Liu é a Pantera menos conhecida do trio, mesmo assim não evitou a monumental briga que teve com o cultuado Bill Murray no set de filmagens. A acalorada briga parou as gravações do blockbuster por um dia inteiro. Além disso, o diretor do longa, McG, veio a público declarar que Murray o agrediu fisicamente, ao que o veterano ator nega. Nem é preciso dizer que Murray, intérprete do chefe das meninas Bosley, foi substituído na sequência As Panteras Detonando. Nada disso teria acontecido se a cantora e atriz Aalyiah, primeira opção para viver a Pantera Alex (Liu), não tivesse sido negada por ser muito jovem.

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Marilyn Monroe e Laurence Olivier – O Príncipe Encantado (1957)

Marilyn Monroe foi uma figura polêmica. Por um lado, uma das maiores estrelas do cinema de todos os tempos. Por outro, uma atriz problemática, que não decorava seus textos – precisando de inúmeras tomadas até acertar o planejado pelo diretor – e sempre atrasava para as filmagens. Além disso, Monroe não se achava boa o suficiente, o que causava problemas psicológicos nela, como a depressão.

O conceituado dramaturgo e ator shakespeariano Sir Laurence Olivier foi um dos que sofreu ao trabalhar com a atriz. O diretor ficou tão traumatizado com a experiência, que só voltaria a dirigir para cinema na década de 1970. Mesmo com o atrito, o contrato da estrela estipulava que ela deveria levar 75% do lucro do filme. Tudo isso – menos o último fato – foi retratado em Sete Dias com Marilyn (2011), que teve Michelle Williams na pele da estrela e Kenneth Branagh como o conterrâneo cineasta.

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Humphrey Bogart e Audrey Hepbrun – Sabrina (1954)

Outro filme clássico, da era de ouro de Hollywood, cuja produção foi no mínimo conturbada. O ícone durão Humphrey Bogart, que substituiu Cary Grant de última hora, não gostou de trabalhar com a musa Hepburn (ainda em seu início de carreira, em seu segundo trabalho significativo no cinema, após o Oscar na estreia por A Princesa e o Plebeu). Bogart queria a esposa Lauren Bacall para o papel e quando perguntado sobre trabalhar com Audrey, disse: “É OK, se você não se incomodar em repetir cada tomada doze vezes”.

O astro ainda considerou Hepburn sem talento e incapaz de atuar. Para piorar a situação da musa, o diretor Billy Wilder (O Pecado Mora ao Lado) a pediu para que fingisse doença para adiar as filmagens, já que ainda estava trabalhando no roteiro. Por outro lado, Audrey Hepburn e William Holden, co-protagonista no filme, se apaixonaram e iniciaram um romance, que infelizmente não durou muito.

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Harrison Ford e Sean YoungBlade Runner: O Caçador de Androides (1982)

Nem filmes considerados os melhores de todos os tempos escapam da maldição de seus bastidores. Esta ficção científica extremamente influente não nasceu vencedora. Pelo contrário, na época de seu lançamento ninguém estava preparado para algo do tipo. Conclusão: Blade Runner foi um tremendo fracasso de público e os críticos igualmente não sabiam o que pensar, desmerecendo esta obra-prima na época.

A verdade é que Blade Runner passou por alterações em sua narrativa ao longo dos anos, mesmo assim, o diretor Ridley Scott aponta até hoje este como o seu melhor trabalho. Seja como for, vale tudo em nome da arte. Ou será? Em uma cena um pouco mais intensa, o ator Harrison Ford dá um empurrão de verdade em Sean Young, sua parceira romântica nas telas. Young se machucou e não perdoou o companheiro. Em outro momento, quando é revelado que sua personagem era uma replicante, Young deixa cair lágrimas reais. Seriam de ódio por Ford?

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Marlon Brando e Sophia Loren – A Condessa de Hong Kong (1967)

O último trabalho como diretor do icônico Charles Chaplin (aqui com 77 anos) não foi uma “viagem” muito tranquila. O conto sobre um rico empresário, visitando uma terra exótica e se apaixonando era para ser uma história encantadora. Seus bastidores, no entanto, não o são. Tudo porque os monstros sagrados Marlon Brando e Sophia Loren não se bicaram durante as filmagens. Brando, conhecida figura difícil e controversa, não fez por menos e incorporou novamente sua persona problemática. Em uma determinada cena (romântica), o astro simplesmente proferiu para a musa: “Você sabia que possui pelos pretos nas narinas”. E que mulher não gosta de ouvir um gesto tão carinhoso como este? Fico só pensando em Chaplin no meio de tudo. Pobre vagabundo.

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Richard Gere e Debra Winger – A Força do Destino (1982)

Este filme indicado para seis Oscar e vencedor de dois, foi um dos maiores sucessos da década. Uma história extremamente romântica, sobre um rebelde aprendendo disciplina e se apaixonando por uma mulher de fibra. Quem poderia esquecer o final, quando Gere fardado entra na fábrica e leva Winger nos braços ao som de “Up Where We Belong”, de Joe Cocker e Jennifer Warnes? Por trás dos panos a coisa foi um pouco menos graciosa, ou muito menos. Gere e Winger se estranharam e quando o diretor Taylor Hackford (Ray) gritava corta, iam para o mais longe possível um do outro.

Fora isso, os dois atores tiveram seus próprios problemas. Gere disse que só fez o filme por dinheiro e durante um acidente de filmagem chutou seu companheiro de cena Louis Gossett Jr. nos países baixos, o que deixou o ator enfurecido e sem aparecer no set por dois dias. Apesar disso, o filme rendeu a Gossett Jr. o Oscar. Já Winger, prefere esquecer que fez o filme. A atriz, indicada três vezes ao Oscar (por este filme, Laços de Ternura e Terra das Sombras), quase não foi aceita para o papel em seu teste, por um produtor achar que não era “comível” o suficiente. Mesmo assim, ela foi obrigada a fazer uma cena de nudez no filme.

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 Woody Allen e Mia FarrowMaridos e Esposas (1992)

Lá vem nosso cineasta incestuoso preferido novamente na lista. Woody Allen é um gênio do cinema. E provando que não devemos misturar a vida pessoal e a profissional, o diretor é também uma das figuras mais polêmicas do meio. Foi aqui que Allen pôs fim ao relacionamento de 12 anos com a atriz Mia Farrow (eles nunca foram oficialmente casados) da pior maneira possível. A parceria da dupla começou quando a atriz de O Bebê de Rosemary (1968) e O Grande Gatsby (1974), protagonizou Sonhos Eróticos de uma Noite de Verão (1982), se tornando assim a nova musa do cineasta, após Diane Keaton.

Depois vieram um total de mais 11 filmes juntos, até culminar neste Maridos e Esposas. Foi durante as filmagens do longa que Farrow descobriu acidentalmente a traição do companheiro, colega de cena e diretor, que vinha mantendo um caso com sua filha adotiva Soon-Yi – com quem Allen está casado até hoje. Imaginem a dor da atriz. E o pior, ao precisar, a pedido dos produtores, voltar às filmagens, ser dirigida e contracenar com Allen, fingindo amá-lo como marido. Todo profissionalismo é pouco para a Sra. Farrow.

‘O Legado de Júpiter’: Série da Netflix ganha cartaz oficial; Confira!

O Legado de Júpiter‘, nova série de super-heróis da Netflix, ganhou um belíssimo cartaz oficial.

O trailer será divulgado ainda hoje, 07 de abril.

Confira:

 

A obra é dirigida por Steven S. DeKnight (‘Demolidor’) e Brian e Mark Gunn, ‘O Legado de Júpiter‘ estreia em 07 de maio.

“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”

A trama será estrelada por Josh Duhamel (Sheldon Sampson), Ben Daniels (Walter Sampson); Leslie Bibb (Grace Sampson), Elena Kampouris (Chloe Sampson), Andrew Horton (Brandon Sampson), Mike Wade (Fitz Small) e Matt Lanter (George Hutchence).

‘Ele é Demais’: Drag queens Katya e Trixie Mattel reagem ao remake da Netflix; Confira!

Ele é Demaisremake da Netflix do clássico Ela é Demais, estreou há alguns dias na Netflix e, para promover a produção, foi divulgado um novo vídeo em que as icônicas drag queens KatyaTrixie Mattel reagem ao filme.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a obra amargou 32% de aprovação dos críticos, enquanto agradou apenas 30% do público.

Entre as críticas tecidas ao filme, citam-se os problemas na execução, a falta de profundidade emocional da trama e a performance da TikToker Addison Rae, que tenta fazer sua transição para a atução, mas falha por completo.

Confira as principais avaliações do momento:

“As intenções foram nobres, mas a execução não muito”. – Bill Goodykoontz, Arizona Republic

Ele é Demais possui a profundidade emocional de um vídeo do TikTok e não se mantem vivo na nossa mente muito mais que um vídeo viral de dança”. – Adam Graham, Detroit News

“Salvo pelos celulares que os personagens usam como armar, o reboot de Mark Waters preguiçosamente repete o filme de 1999, mas sen sua cativante estranheza”. – Devika Girish, New York Times

Ele é Demais realmente não é pior que o primeiro filme”. – Robyn Bahr, Hollywood Reporter

“Dolorosamente arrastado, com uma direção de fotografia completamente super exposta, uma edição instável e performances preguiçosas”. – Caroline Siede, AV Club

A trama acompanha uma influenciadora (Addison Rae) em sua saga para cumprir um grande desafio: transformar o antissocial Cameron (Tanner Buchanan) no garoto mais popular da escola.

Dirigido por Mark Waters (‘Meninas Malvadas’ e ‘Sexta-Feira Muito Louca’), a nova versão traz uma inversão de gêneros – agora será o homem que passará por uma transformação.

O elenco ainda conta com Madison Pettis, Peyton Meyer, Isabella Crovetti, Andrew Matarazzo, Vanessa Dubasso, Myra Malloy, Annie Jacob, Brian Torres, Romel De Silva, Dominic Goodman, Ryan Hollis e Tiffany Simon

‘Encanto’: Canção “We Don’t Talk About Bruno” quebra recorde de “Let It Go”

Encanto se tornou um dos mais recentes sucessos do Walt Disney Studios e, desde sua estreia oficial nos cinemas e na plataforma do Disney+, vem conquistando o público por sua narrativa e, principalmente, pelas memoráveis canções criadas por Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’, ‘Moana’).

Agora, parece que o longa-metragem quebrou mais um recorde: a canção “We Don’t Talk About Bruno”, que viralizou em todas as redes sociais e se tornou uma das marcas do filme, alcançou o 4º lugar da Billboard Hot 100, tornando-se a maior música do panteão da Casa Mouse em 26 anos.

A faixa foi a mais bem-sucedida da parada e destronou o imortal single “Let It Go”, de ‘Frozen’, que havia alcançado o 5º lugar da Hot 100 em abril de 2014.

“We Don’t Talk About Bruno”, que atingiu um status icônico em pouquíssimo, se junta a outros sucessos da Disney, como “A Whole New World” (‘Aladdin’), que atingiu o 1º lugar da parada; e “Can You Feel the Love Tonight” (‘O Rei Leão’) e “Colors of the Wind” (‘Pocahontas’), ambas dominando o 4º lugar da Hot 100.

Vale lembrar que a canção entrou para a nossa lista de Melhores Músicas de 2021, ficando em oitavo lugar.

Lembrando que a animação está disponível no catálogo do Disney+.

Jared Bush e Byron Howard (‘Zootopia’) são responsáveis pela direção.

Crítica | ‘Encanto’ é a melhor animação da Disney desde ‘Moana – Um Mar de Aventuras’

A magia de Encanto abençoou todas as crianças da família com um dom único, desde superforça até o poder de cura – todas as crianças, exceto uma: Mirabel (Stephanie Beatriz). Mas quando ela descobre que a magia em torno da cidade está em perigo, Mirabel decide que ela, a única Madrigal comum, pode ser a última esperança de sua família excepcional.

O longa também traz canções originais de Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’).

John Cho vive um pai com tumor fatal no trailer do drama ‘Don’t Make Me Go’; Confira!

Prime Video divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Don’t Make Me Go’, novo drama estrelado por John Cho (‘Buscando…’).

O longa-metragem chega à plataforma de streaming no dia 15 de julho.

Confira:

O filme é dirigido por Hannah Marks, com roteiro assinado por Vera Herbert.

Quando um pai solteiro de uma jovem adolescente descobre que tem um tumor fatal no cérebro, ele a leva em uma viagem para encontrar a mãe que a abandonou muitos anos atrás – e, no caminho, tenta ensinar a ela tudo o que precisará para viver o resto da vida.

Mia Isaac co-estrela. Kaya ScodelarioJosh ThomsonOtis DhanjiStefania LaVie OwenMitchell HopeJen Van Epps e outros completam o elenco.

Curiosidades | ‘Encantada’, elogiado musical com Amy Adams, faz 15 anos em 2022!

Em 2007, a Walt Disney dava vida a um de suas melhores produções – o elogiado e adorado musical cômico Encantada.

Na trama, a princesa Giselle é expulsa por uma rainha malvada do seu próprio conto de fadas e vai parar em Manhattan, Nova York, onde música, mágica e finais felizes já não são tão fáceis de encontrar. Giselle está completamente perdida no novo mundo, até que um advogado divorciado resolve ajudá-la. A situação se complica quando o príncipe de sua história chega para salvá-la.

Contando com Amy AdamsPatrick DempseyIdina MenzelJames MarsdenTimothy SpallSusan Sarandon no elenco, o longa, comandado por Kevin Lima, ganhou inúmeros elogios por parte da crítica especializada, além de ter arrecadado mais de US$340 milhões mundialmente – isso sem falar da aguardada sequência que será lançada muito em breve no Disney+.

Para comemorar seu aniversário de 15 anos, preparamos uma breve matéria elencando algumas curiosidades de bastidores da produção.

Confira:

  • Quando Edward (Marsden) está em cima do ônibus de turismo, as pessoas em volta que estão rindo não eram extras, mas turistas de verdade.
  • Menzel, uma veterana da Broadway e vencedora do Tony Award, não canta no longa-metragem. Em uma entrevista, Menzel declarou que ficou honrada em ser contratada apenas como atriz.
  • A firma de advocacia em que Robert (Dempsey) trabalha se chama Churchill, Harline e Smith, os sobrenomes dos compositores da animação ‘Branca de Neve e os Sete Anões’.

  • A cena que Lima achou a mais difícil de rodar foi o número musical “That’s How You Know”, feito no Central Park. A sequência, de cinco minutos, levou nada menos que dezessete dias para ser finalizada em virtude das constantes mudanças de clima – que permitiram apenas sete dias ensolarados para fazer a cena.
  • Jodi Benson (a Ariel, de ‘A Pequena Sereia’), Paige O’Hara (a Bela, de ‘A Bela e a Fera’) e Judy Kuhn (a Pocahontas do filme homônimo) fazem aparições no filme. Além disso, Julie Andrews, que interpretou a personagem titular de ‘Mary Poppins’, foi escalada para narrar a produção.

  • Dois dos dançarinos idosos do número “That’s How You Know” dançaram juntos como membros da gangue Jets em Amor, Sublime Amor’. Outro deles participou de ‘Mary Poppins’ como um dos limpadores de chaminés.
  • Originalmente, Giselle seria loira, mas os executivos perceberam que a personagem ficaria melhor se fosse ruiva.
  • Nancy Tremaine (Menzel) e Robert Philip (Dempsey) deveriam originalmente fazer um dueto, mas a cena foi cortada da versão final.

  • O restaurante onde Edward e Gisele jantam chama-se “Bella Notte”. Esse é o nome da música que está sendo cantada enquanto a Dama e o Vagabundo estão comendo espaguete no filme homônimo de 1955.
  • No começo do filme, Giselle está criando um manequim de seu “verdadeiro amor”. A roupa que ele está usando nunca é vestida pelo príncipe Edward, mas é usada por Robert no baile perto do final deste filme.

‘Os Encanadores da Casa Branca’: Minissérie sobre o Caso Watergate ganha cartaz OFICIAL; Confira!

HBO Max divulgou o cartaz oficial da vindoura minissérie ‘Os Encanadores da Casa Branca’, que gira em torno do escândalo Watergate.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 01 de maio.

Confira, junto ao trailer:

O elenco estelar inclui Lena Headey, Domnhall GleesonWoody HarrelsonJustin Theroux, Kiernan ShipkaIke BarinholtzYul Vasquez, David KrumholtzRich SommerKim CoatesLiam JamesJudy Greer.

A produção, que será composta por cinco capítulos, é comandada pelos produtores executivos de VeepAlex GregoryPeter HuyckDavid MandelFrank Rich.

A história gira em torno de E. Howard Hunt e G. Gordon Liddy, nomes por trás da intrincada engrenagem de Watergate, no governo de Richard Nixon, que destruíram a própria presidência que tentavam preserva.

Baseado em documentos público e no romance de não-ficção Integrity, de EgilMatthew Krogh, a série trará Headey como Dorothy Hunt, mãe de quatro filhos e membro essencial da CIA. Ela deve manter sua família unida à medida que é arrastada para a complexa trama de seu marido, Howard.

Vídeo nos leva aos BASTIDORES da adaptação musical de ‘A Cor Púrpura’; Confira!

A Warner Bros. divulgou um novo vídeo promocional nos levando aos bastidores de A Cor Púrpura, produzida por Oprah Winfrey, Steven Spielberg, Scott Sanders e Quincy Jones.

Confira, junto ao trailer:

O elenco conta com Taraji P. HensonJon Batiste, Fantasia BarrinoDanielle BrooksColman DomingoCorey HawkinsH.E.R.Louis Gossett Jr.David Alan GrierCiaraHalle Bailey.

A produção chegará aos cinemas em 20 de dezembro de 2023.

Blitz Bazawule, co-diretor de Black Is King, assume a direção do projeto.

Marcus Gardley (‘The Chi’) assina o roteiro, que conta com letras e canções do aclamado musical vencedor da Broadway.

A Cor Púrpura‘ é baseado tanto no musical de 2005, como na obra literária de Alice Walker e na releitura cinematográfica de Spielberg, estrelada por Oprah Winfrey e Whoopi Goldberg.

O longa original, lançado em 1985, rendeu 10 indicações ao Oscar, incluindo a de Melhor Filme.

A obra vai contar com Spielberg, Winfrey e Quincy Jones na produção. Vale ressaltar que o último assumiu o mesmo papel na adaptação oitentista.

A versão musical também traz Scott Sanders como produtor.

‘Donzela’: Fantasia estrelada por Milly Bobby Brown DIVIDE a crítica internacional; Confira!

Donzela(‘Damsel’), novo filme de fantasia estrelado por Millie Bobby Brown (‘Stranger Things’, ‘Enola Holmes’), chega amanhã, 08 de março, ao catálogo da Netflix – e parece que não fez o sucesso prometido entre a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 61% de aprovação com base em 18 reviews até o momento. Apesar dos elogios à atuação de Brown, a direção e o roteiro tiveram recepção mista por parte dos especialistas.

Confira alguns dos comentários:

Donzela pega o gênero de princesas e o vira de cabeça para baixo” – Solzy at the Movies.

“Surpreendentemente pobre em fantasia ou sentimento, Donzela só irá agradar aos curiosos para ver o que Brown está fazendo” – Fish Jelly Films.

Donzela é intenso e emocionante, e foi surpreendente ver o quão sangrento o filme pôde ficar” – Nerd Reactor.

“O humor aqui – não intencional, é claro – vem do choque entre o comprometimento feroz de Brown e a absoluta indignidade daquilo com que ela está se comprometendo” – San Francisco Chronicle.

‘Game of Thrones’ para pré-adolescentes” – The Only Critic.

A história gira em torno de Elodie (Brown), uma jovem princesa que acredita estar prometida para o príncipe Henry – apenas para descobrir que, na verdade, servirá de sacrifício para um perigoso dragão.

Robin WrightRay WinstoneShoreh AghdashlooNick RobinsonBrooke Carter completam o elenco.

Juan Carlos Fresnadillo (‘Extermínio 2’) comanda o projeto, enquanto Dan Mazeau (‘Fúria de Titãs’) assina o roteiro.

Brown também entra como produtora ao lado de Joe RothJeff Kirschenbaum.

Essa não é a primeira vez que Brown e a plataforma de streaming colaboram, visto que ambos trabalharam juntos na aclamada e premiada série sci-fi Stranger Things, que rendeu à atriz duas indicações ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante, e em duas adaptações de Enola Holmes, que se tornaram um grande sucesso crítico e comercial.

3ª e ÚLTIMA temporada de ‘De Volta aos 15’ estreia esta semana no streaming!

A 3ª e última temporada de De Volta aos 15, adorada série estrelada por Maísa, estreia esta semana na Netflix.

Os episódios de encerramento da atração chegam à plataforma de streaming no dia 21 de agosto.

Confira:

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Vale lembrar que, recentemente, a atriz Juliana Paiva foi escalada para o ciclo de encerramento.

Paiva dará vida à versão adulta de Filipa, que passa a conhecer a protagonista Anita na faculdade. A versão mais jovem da personagem será vivida por Larissa Manoela, que se reúne com a ex-colega da novela ‘Carrossel’Maísa.

Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na Netflix.

A série é baseada no livro homônimo escrito pela blogueira e colunista Bruna Vieira.

Aos 15 anos, Anita sonhava em crescer logo e deixar sua pequena cidade para viajar pelo mundo. Mas, ao completar seus 30 anos, percebe que as coisas não são bem como imaginava. Quando volta à terra natal para o casamento da irmã, eventos desastrosos acontecem, e ela se refugia no quarto onde passou a adolescência. Ao ligar seu antigo computador, a protagonista é transportada, como mágica, para o primeiro dia no colegial. Agora, Anita vai tentar consertar a vida de todos ao seu redor, mas cada mudança no passado impacta o futuro de todos – e nem sempre para melhor.

Escrita por Janaina Tokitaka, Renata Kochen, Alice Marcone e Bryan Ruffo, ‘De Volta aos 15 terá seis episódios na 1ª temporada.

Além de Maisa e Camila, o elenco também conta com Klara Castanho, João Guilherme, Caio Cabral, Pedro Vinícius, Gabriel Wiedemann, Antônio Carrara, Amanda Azevedo, Lucca Picon, Pedro Ottoni, Fernanda Bressan, Mariana Rios, Bruno Montaleone, Alice Marcone, Breno Ferreira, Yana Sardenberg, Gabriel Stauffer, Rafael Coimbra, Fabricio Licursi, Kiko Vianello, Felipe Camargo e Luciana Braga.

‘Casamentos Cruzados’: COMÉDIA com Will Ferrell e Reese Witherspoon ganha trailer FINAL; Confira!

Prime Video divulgou o trailer final de ‘Casamentos Cruzados’, comédia estrelada por Will FerrellReese Witherspoon.

O longa-metragem chega à plataforma de streaming no dia 30 de janeiro.

Confira:

O filme é escrito e dirigido por Nicholas Stoller (‘Dora e a Cidade Perdida’, ‘Mais que Amigos’).

Uma noiva (Geraldine Viswanathan) e seu pai (Ferrell) descobrem que o local do casamento dos seus sonhos foi reservado duas vezes para outra noiva (Meredith Hagner) e sua irmã organizadora de casamentos (Witherspoon), com consequências hilariantes.

Celia WestonKeyle Monterroso MejiaLeanne MorganJimmy Tatro completam o elenco.

‘Homem com H’ estreia em 1º LUGAR na Netflix e faz jus à arte e ao legado irreverente de Ney Matogrosso

Ney Matogrosso é um dos artistas mais conhecidos e prestigiados da história nacional – e ficou conhecido por, em uma época de extremo tradicionalismo, quebrar padrões de gênero através de uma voz única e de um estilo performático irreverente e disruptivo, que chamou a atenção da mídia e dos espectadores (para o bem ou para o mal). Eternizando-se como um dos maiores performers do Brasil e estendendo seu legado para diversas gerações, Ney continua como uma força incomparável e irrefreável – ganhando, agora, uma merecida cinebiografia intitulada Homem com H, que estreou em PRIMEIRO LUGAR entre os filmes mais vistos da Netflix.

Comandado por Esmir Filho, o filme narra a ascensão e a popularização de Ney como o artista que o conhecemos – delineando o claro impacto que a vivência com um pai militar rígido e impetuoso o transformou em um ícone do entretenimento. Aqui, Jesuíta Barbosa, conhecido por seu trabalho em produções como ‘Tatuagem’ e ‘Serra Pelada’, transforma-se no protagonista de maneira irreconhecível e singra pelos altos e baixos de alguém que se recusava ao conformismo e sempre prezou pelo inédito e pelo original. Não é surpresa que, ao assistir à produção, os espectadores sejam engolfados por um trabalho aplaudível do ator, que busca emular e homenagear Matogrosso nos mínimos detalhes – seja nos maneirismos corporais ou no petrificante olhar que conquistou o país inteiro.

Filho, responsável também pelo roteiro, pega páginas emprestadas de inúmeras obras similares para dar vida a esse enredo: promovendo um encontro entre vários momentos importantes de Ney, somos convidados a visitar uma infância conturbada em que ele nunca pôde, de fato, ser uma criança – forçado a obedecer cegamente a uma família doutrinada por uma época em que “a moral e os bons costumes” deveriam ser seguidos ao pé da letra, mas recusando-se a dobrar às vontades do pai, Antônio (Rômulo Braga). Ao ser expulso de casa por não seguir as regras, Ney entra para a Aeronáutica, muda-se para Brasília e ganha destaque ao participar do coral local, migra para São Paulo e depois para o Rio de Janeiro e, pouco a pouco, transforma esse estilo “nômade” em seu próprio cotidiano – algo que é criticado por terceiros, mas apenas o enche de mais determinação.

Ao longo de duas horas, é notável como o cineasta conhece a história de Ney e tem plena ciência do que deseja fazer: seja em seu trabalho como figurinista e artesão, seja rodeado por artistas amadores, seja em sua estreia oficial como músico na banda Secos & Molhados, Filho deixa que Barbosa expresse sua própria identidade artística e encarne a mente em polvorosa de Matogrosso – descontente ao se ver transformado, dia após dia, em um produto mercadológica que poda suas asas e que o coloca em rótulos que abominava desde sempre. Imortalizado por seu estilo andrógeno, Ney seguiu o que a mente e o coração mandavam, nunca deixando de se preocupar com aqueles que amava – como, por exemplo, o saudoso Cazuza (encarnado por Jullio Reis), e a mãe, Beíta (Hermila Guedes).

Um dos elementos de maior defesa do longa-metragem é a forma como o performer se posicionava contra qualquer regime autoritário. E, considerando que seu auge artístico emergiu em meio à Ditadura Militar que assombrou o Brasil durante mais de duas décadas, as maquiagens, as roupas e seu estilo de dança eram (e continuam sendo) poderosos estandartes contra a opressão e a repressão, recusando-se a derramar uma lágrima mesmo quando os obstáculos apareciam. Mais do que isso, Filho nos leva à obscura época em que a epidemia de HIV ceifava as vidas da comunidade LGTBQIA+, deixando de lado os aspectos panfletários e garantindo um enfoque exclusivo em como Ney e todos à sua volta lidavam com esse mortal problema. “Eles querem colocar a culpa em nós, mas a culpa não é nossa”, ele brada no ápice do terceiro ato.

É claro que a estrutura técnica segue o protocolo de cinebiografias; porém, o diretor garante que uma ideia específica seja transmitida ao público de maneira derradeira e com a mais absoluta certeza de que o intimismo e a humanidade fornecidas a esse artista nos emocionem do começo ao fim – além de dosar esse drama familiar e tour-de-force com uma boa dose de humor. Dessa forma, a fotografia de Azul Serra e a direção de arte de Thales Junqueira caminham juntas para garantir uma introspecção fílmica que preza por cores melancólicas e planos fechados, afastando-se do escopo épico de espetáculos e shows e transformando cada performance em um arauto de desobediência proposital e de liberdade conquistada por Ney.

Homem com H é uma grata surpresa que faz jus ao legado e à arte de um dos maiores artistas da história do nosso país – contando com atuações irretocáveis e um comprometimento estético e criativo que deixa nossos olhos mareados mesmo depois dos créditos de encerramento subirem à tela. Problemas mínimos à parte, é possível dizer, sem pensar duas vezes, que o filme é um dos melhores do circuito nacional este ano e merece ser apreciado em toda sua completude.

‘Pecadores’: Ryan Coogler revela que CLÁSSICO filme do Disney Channel inspirou o terror de vampiros

Com um dos melhores filmes do ano sob sua tutela, Ryan Coogler causou um grande impacto com o lançamento do impecável Pecadores no começo deste ano – e, recentemente, revelou que uma das inspirações para o projeto veio de uma fonte inesperada.

Durante o painel promocional do longa-metragem durante o Deadline Contenders Film, o diretor e roteirista contou que o clássico filme do Disney Channel ‘A Sorte dos Irlandeses’, de 2001, alimentou o fascínio que tinha pelas similaridades entre a cultura irlandesa e a negra – inspirando a criação do vilanesco Remmick (Jack O’Connell) para a narrativa.

“Essa foi nossa primeira introdução a algumas das semelhanças entre a música folclórica irlandesa e, basicamente, a nossa música”, explicou ele. “Havia uma pequena comunidade irlandesa na região da Baía de São Francisco, e nós conversávamos sobre isso. Aquele filme foi uma espécie de ponto de partida para nós, por incrível que pareça. Sempre fomos fascinados por essa cultura na minha família”.

Vale lembrar que o filme está disponível no catálogo da HBO Max e é um dos favoritos para aparecer na próxima temporada de premiações.

Na trama, os irmãos gêmeos vividos por Michael B. Jordan retornam à sua cidade natal tentando fugir de vidas marcadas por violência e arrependimento. Mas o refúgio rapidamente se transforma em pesadelo quando eles descobrem uma ameaça ainda maior — e sobrenatural — à espreita.

Com elementos de terror psicológico, drama familiar e vampirismo, ‘Pecadores‘ foi aclamado pela crítica e pelo público desde sua estreia nos cinemas, sendo elogiado por sua abordagem visceral e socialmente carregada, marca registrada do diretor de ‘Pantera Negra‘ e ‘Creed‘.

O elenco do longa ainda conta com Hailee Steinfeld no papel de Mary, bem como Jayme Lawson, Delroy Lindo, Wunmi Mosaku, Omar Miller, Li Jun Li, Jack O’Connell, Miles Caton e Christian Robinson,

3ª temporada de ‘Helluva Boss’, spin-off de ‘Hazbin Hotel’, ganha trailer e previsão de estreia no Prime Video!

O Prime Video divulgou o teaser trailer oficial da 3ª temporada de ‘Helluva Boss’, do mundo da elogiada série animada ‘Hotel Hazbin’, criada por Vivienne Medrano.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo será dividido em duas partes: a primeira delas chega à plataforma entre setembro e novembro de 2026; a segunda, por sua vez, tem lançamento previsto para 2027.

Lembrando que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis no streaming.

Confira:

Ambientada no Inferno, ‘Helluva Boss’ acompanha Blitzo, líder excêntrico da P.A.I. (Profissionais de Assassinato Imediato), uma pequena e caótica empresa de assassinatos que funciona graças a um grimório mágico e a um complicado relacionamento com o príncipe demônio Stolas. Ao lado de sua equipe igualmente caótica – Moxxie, um atirador de elite; Millie, uma assassina ardente e habilidosa; e Loona, sua recepcionista sarcástica e infernal – Blitzo aceita contratos para matar alvos no mundo humano. Ao equilibrar o trabalho com a vida pessoal, a equipe se vê constantemente em situações absurdas, violentas e de humor ácido. Vivienne Medrano criou a série e atua como produtora executiva. Tom Murray também atua como produtor executivo.

A produção é estrelada por Brandon Rogers, Richard Horvitz, Vivian Williams, Erica Lindbeck e Bryce Pinkham. A série também conta com Alex Brightman, James Monroe Iglehart, Cristina Vee, Georgie Leahy, Rochelle Diamante e Morgana Ignis.

Vale lembrar que ‘Hotel Hazbin’ já foi renovada até a 5ª e última temporada.

‘O Rei Leão’ deve arrecadar US$ 150 milhões no primeiro fim de semana de estreia

Considerando o amor dos fãs pela animação de ‘O Rei Leão‘, espera-se que o remake live-action possa arrecadar números impressionantes nas bilheterias, apesar das críticas.

De acordo com a Variety, o remake pode faturar US$ 150 milhões durante o seu primeiro fim de semana de estreia, a partir de sexta-feira (19), nos EUA. Alguns analistas arriscam até mesmo US$ 180 milhões.

Esses valores podem fazer com que o filme de Jon Favreu se aproxime das maiores bilheterias de abertura em 2019, atrás de ‘Vingadores: Ultimato’ (US$ 357 milhões) e ‘Capitã Marvel‘ (US$ 153 milhões).

Até o momento, ‘Toy Story 4‘ teve terceira maior abertura no fim de semana, com US$ 121 milhões, que podem ser facilmente ultrapassados.

Resta saber se as críticas irão afetar ‘O Rei Leão‘, que teve somente 57% de provação no Rotten Tomatoes.

Lembrando que o filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista nossa crítica:

‘Batman do Futuro’: Adaptação live action teria Clint Eastwood como Bruce Wayne

Durante uma entrevista para o Podcast de Kevin Smith, o diretor Boaz Yakin (‘Duelo de Titãs’) revelou que estava desenvolvendo um filme do ‘Batman do Futuro‘ em 2000, e Clint Eastwood era o favorito para interpretar Bruce Wayne.

Yakin disse que a Warner Bros o convidou para repaginar a imagem do Homem-Morcego no cinema após o fracasso de ‘Batman & Robin‘, então ele sugeriu uma adaptação do aclamado desenho animado.

“Eu me encontrei com Alan Burnett e Paul Dini, os criadores de ‘Batman do Futuro‘ e começamos a desenvolver uma adaptação. Faríamos como na animação, com Terry McGinnis aprendendo a lidar com a responsabilidade de ser o Batman, num cenário parecido com ‘Blade Runner‘… E teríamos Clint Eastwood como velho Bruce Wayne.”

Enquanto a equipe trabalhava em algumas versões do enredo, Dini preparou um roteiro baseado na animação ‘O Retorno do Coringa‘, mas foi aí que as coisas deram errado.

Parece que a Warner Bros se interessou pelo roteiro de Dini, só que os executivos do estúdio não concordaram com a pegada sombria e violenta, então o forçaram a escrever uma história mais descontraída.

Por conta disso, Yakin decidiu abandonar a produção, seguido por Dini e Burnett.

“O projeto foi engavetado e nunca mais ouvi falar sobre uma adaptação do ‘Batman do Futuro. Eu acho que seria algo a frente de seu tempo, porque a trilogia ‘O Cavaleiro das Trevas’ foi bastante sombria e faz sucesso até hoje. Foi uma pena, porque eu estava muito empolgado com a ideia.”, admitiu Yakin.

Para quem não se lembra, ‘Batman do Futuro‘ foi uma animação exibida entre 1999 e 2001, e seu sucesso foi tão grande que deu origem a uma aclamada série de quadrinhos, contando a história de Terry McGinnis, que ocupa o lugar de Bruce Wayne como o novo Cavaleiro das Trevas mais de cinquenta anos no futuro.

Confira um fan pôster de Eastwood como Batman:

‘Batman: Soul of the Dragon’: Bruce Wayne vira aluno de artes marciais em trecho da nova animação; Assista!

A Warner Bros Entertainment divulgou uma cena de ‘Batman: Soul of the Dragon‘, animação que retrata a juventude de Bruce Wayne como aprendiz de artes marciais sob a tutela do O-Sensei.

No vídeo, Bruce e seus colegas de dojô são apresentados à Soul Breaker, uma poderosa e milenar espada que é ‘a chave para a vida e a morte’.

“Ésta é a chave para desvendar a vida e a morte, por isso deve ser guardada por quem escolhe preservar a vida”, diz o velho mestre.

Dirigida por Sam Liu, a aventura tem estreia está marcada para 12 de janeiro de 2021, direto em Blu-ray.

Confira a cena:

‘Batman: Soul of the Dragon’ é produzida por Bruce Timm, co-criador de ‘Batman: A Série Animada‘, e é inspirada em filmes de artes marciais dos anos 70.

Na trama, o Cavaleiro das Trevas vai combater a organização terrorista conhecida como Kobra e vai contar com a ajuda de vários lutadores da DC Comics, incluindo o Tigre de Bronze original e a Lady Shiva.

‘House of Secrets’: Diretor de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’ vai comandar nova série da Disney+

De acordo com o Comic Book, Chris Columbus, diretor de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’, está desenvolvendo uma nova série de TV para a Disney+.

Intitulada ‘House of Secrets‘, a série é uma adaptação dos romances homônimos escritos por Columbus e pelo falecido Ned Vizzini (‘Se Enlouquecer, Não se Apaixone’).

A atração é fruto de uma parceria da plataforma de streaming com a produtora 26th Street Pictures, responsável pela trilogia ‘Uma Noite no Museu.

Para quem não conhece, a trama acompanha um trio de irmãos – Brendan, Eleanor e Cordelia Walker – depois que sua família se muda para uma velha casa vitoriana que já foi propriedade do romancista ocultista Denver Kristoff.

Enquanto lidam com um vizinho mal humorado, as crianças percebem que estão presas dentro da casa mágica, que as transporta entre os mundos interligados criados nos romances de Kristoff.

Além de dirigir, Columbus também será um dos produtores, junto com Michael Barnathan e Mark Radcliffe.

Como o projeto ainda está nos estágios inciais, não há informações sobre elenco, roteiristas e nem previsão de estreia.

Lembrando que Columbus também dirigiu outros grandes clássicos do cinema, como ‘Esqueceram de Mim‘ e ‘Uma Babá Quase Perfeita’, além de produzir ‘Um Herói de Brinquedo’ eHarry Potter e o Prisioneiro de Azkaban’.

Seu filme mais recentes foi ‘Crônicas de Natal: Parte Dois‘.

E aí, qual produção dele é a sua preferida?

Última temporada de ‘Stranger Things’ terá salto temporal

Entre a 3ª e 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, apenas seis meses se passaram, mas a brecha de tempo será muito mais longa quando a última temporada for lançada.

Durante uma entrevista para o TV Line, os criadores da série, Matt e Ross Duffer, disseram que haverá um salto temporal na trama da 5ª temporada.

“Tenho certeza de que faremos um salto no tempo quando chegar a última temporada”, disse Ross. “Originalmente, queríamos gravar as temporadas 4 e 5 são mesmo tempo, mas foi inviável por conta da pandemia. Então, essas são todas as discussões que teremos com nossos escritores quando começarmos a trabalhar na 5ª… Acredite ou não, ainda estamos trabalhando na 4ª. Ainda precisamos finalizar os dois episódios finais porque são muito grandes.”

Questionados sobre quando serão iniciadas as gravações da última temporada, Matt disse o seguinte:

“Não tenho certeza se estamos prontos para dizer uma data de início para as filmagens. Mas já temos tudo mapeado e já estamos nos preparando psicologica e logisticamente.”

Vale lembrar que a primeira parte da quarta da temporada já está disponível na Netflix. Os dois episódios finais serão lançados apenas no dia 1º de julho.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

Novo suspense psicológico da Netflix começa bem, mas é massacrado pelo público; Confira as reações!

Chegou ao catálogo da Netflix esta semana o suspense psicológico ‘Excluídos‘ (The Strays), que está dando o que falar entre os assinantes da plataforma.

Na trama, Neve (Ashley Madekwe) é a vice-diretora de uma renomada escola particular e vive em uma bela e luxuosa casa junto com o marido e seus filhos adolescentes, Sebastian (Samuel Small) e Mary (Maria Almeida).

Mas sua vida cuidadosamente elaborada e aparentemente perfeita começa a desmoronar com a chegada de duas figuras sombrias de seu passado, Abigail (Bukky Bakray) e Marvin (Jorden Myrie).

Misturando críticas ao racismo em meio a uma trama de conflitos de interesse, ‘Excluídos’ explora como a ganância pode gerar consequências catastróficas quando o passado insiste em vir à tona.

Escrito e dirigido pelo estreante Nathaniel Martello-White, o longa se tornou um destaque entre os críticos e recebeu 75% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Inclusive, o crítico do The MacGuffin afirma que:

Nathaniel Martello-White se anunciou com uma estreia fortíssima. Se este é seu ponto de partida, só posso imaginar a que alturas ele nos levará a seguir.”

Em apenas dois dias em exibição, ‘Excluídos‘ já ocupa o 2º lugar entre os filmes mais vistos da semana.

Por outro lado, parece que as reviravoltas não estão agradando o público…

Nas redes sociais, os usuários estão comentando que o longa se sai bem até um certo ponto, mas a trama começa a ficar entediante até que se perde vez em um final completamente sem sentido.

Confira as reações:

Confira o trailer:

Criador de ‘Ahsoka’ rebate uma das maiores críticas à série; Confira!

Uma das maiores críticas à trama de ‘Ahsoka‘ foi o fato de Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) ser uma usuária da Força, já que ela nunca havia dado sinais de ser uma senstiva em ‘Star Wars: Rebels‘, animação que a introduziu à saga.

Além disso, a rapidez com que Sabine aprendeu a dominar a Força foi algo que incomodou a maior parte do público.

Em entrevista para o Dagobah Dispatch (via CBR), o criador da atração, Dave Filoni, foi questionado sobre como encarou essas críticas.

Em resposta, ele justificou que:

“A ideia de que ela não tm total domínio em manipular a Força é que é a graça de tudo, na minha opinião. É incrível como os fãs evoluíram junto com a saga ‘Star Wars‘, porque há todo esse questionamento, pensamentos, opiniões e grupos voltados a essas discussões. Você pode encontrar grupos que pensam diferente sobre como funciona a Força. Mas, basicamente, se você apenas prestar atenção aos filmes que George [Lucas] fez, entenderá que a Força é um campo de energia criado por todos os seres vivos.”

Ele continuou:

“É o mesmo que praticar artes marciais ou até mesmo pilates. Se eu fizesse isso, seria melhor para mim, seria mais saudável, seria fortalecedor. Então, por que não fazemos todos? Mas [a prática] leva tempo. É preciso comprometimento, e nem todas as pessoas são boas nisso. Vamos ver o que acontece.”

Lembrando que todos os episódios de ‘Ahsoka‘ estão disponíveis na Disney+.

Ambientada após a queda do Império, ‘Ahsoka‘ acompanha a Jedi renegada (vivida por Rosario Dawson) enquanto ela investiga uma ameaça emergente em um momento de vulnerabilidade da galáxia. Em meio à sua busca, ela terá de lidar com negócios inacabados pelos traumas de suas experiência de mestre e aprendiz ao lado da Mandaloriana Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) e da lendária piloto rebelde Hera Syndulla (Mary Elizabeth Wintead).

Lars MikkelsenRay StevensonIvanna SakhnoDiana Lee InosantoDavid Tennant e outros também fazem parte do elenco.

Sandman | Da Revolução dos Quadrinhos à Mais Nova Aposta da NETFLIX

Clássico da indústria de quadrinhos irá ganhar adaptação em breve mas sua fama é bem mais antiga

O recente anúncio de parte do elenco para a vindoura série de Sandman, para a Netflix, agitou novamente o interesse pela obra. Apesar de algumas informações técnicas já terem sido anunciadas (tais como número de episódios e trama) a data de estreia permanece uma incógnita; a única pista sobre ela é que provavelmente será em algum momento de 2021. O criador da obra original, Neil Gaiman, está diretamente envolvido no projeto.

A questão é que o material fonte no qual a série da Netflix pretende se inspirar remonta de décadas atrás, mais especificamente 29 de novembro de 1988. Esse material fonte, por sua vez, se inspirou parcialmente em outro mais antigo. O primeiro indivíduo a usar a alcunha de Sandman foi Wesley Dodds, personagem criado por Gardner Fox (co-criador do primeiro Flash) e Bert Christman em 1939. Dodds operava como um vigilante, bem ao estilo do Batman, no qual sua principal arma disparava um gás do sono e seu vestuário consistia em um terno, uma capa e uma máscara de gás da Primeira Guerra Mundial.

Apesar do personagem ter figurado em uma revista importante da DC Comics, a Adventure Comics, sua fama foi se apagando após a década de 40 até seu total desaparecimento. Isso até os anos 80, quando o ainda desconhecido Neil Gaiman sugeriu ao então presidente da DC, Janette Kahn, uma revitalização do antigo vigilante. Gaiman vinha de seu primeiro projeto para a editora, Black Orchid, que não só fora muito elogiado como também introduziu os elementos místicos que o tornaram famoso.

Wesley Dodds foi o primeiro a usar a alcunha de Sandman nos quadrinhos

Durante uma entrevista concedida à Phil Hoad sobre como foi o processo de criação de Sandman para o Guardian em 2013, Gaiman disse como a ideia de retrabalhar o personagem surgiu. “Em 1988, quando eu escrevi uma sequência de sonho para Black Orchid, minha primeira obra para a DC, me ocorreu que poderia ser legal se o Sandman… pudesse estar lá… Mais tarde eu recebi uma ligação me pedindo para fazer uma serialização mensal. Eles falaram: faça seu próprio. Logo eu comecei a pensar em algo mais místico; vamos ter alguém que está por aí desde o início dos tempos. Eu herdei da mitologia a ideia de que ele era Morfeus, rei dos sonhos”.

A lenda de Morfeus remete ao panteão divino da antiga Grécia, no qual ele como um deus ocupava o posto de responsável pelos sonhos e o sono. Ao mesmo tempo a figura do Sandman, importante também para o processo criativo do quadrinho, veio de uma lenda folclórica da Europa cuja responsabilidade era conceder sonhos agradáveis às crianças utilizando sua areia mágica.

A perspectiva de Gaiman para o projeto, no entanto, não era animadora. Na mesma entrevista ele conta que planejou inicialmente que a história tivesse oito edições, isso porque todos os seus trabalhos até então foram fracassos comerciais e dessa forma ele ponderou que essa seria uma quantidade razoável antes que ele fosse demitido do projeto. É importante lembrar que a DC Comics, no final dos anos 80, estava com uma política de priorizar investimento em histórias mais pesadas e adultas.

O sucesso de “Watchmen” entre 1986 e 1987 motivou a DC Comics a investir em histórias mais pesadas

A editora liderava o mercado de maneira absoluta com os revolucionários Watchmen e Retorno do Cavaleiro das Trevas mas antes disso já havia também emplacado sucessos de crítica como Monstro do Pântano (principalmente durante a fase em que Alan Moore esteve à frente da revista) e a própria Black Orchid de Gaiman

A estratégia que parecia estar funcionando era incentivar o fluxo de mais autores britânicos (momento esse que ficou conhecido na indústria como a “invasão britânica”), de modo que mais histórias de teor maduro pudessem ser produzidas. Essa decisão também levou à criação do selo Vertigo, cuja linha editorial era voltada para histórias que não poderiam ser publicadas pelo carimbo normal da empresa graças ao público mais jovem que consumia essas revistas e pela censura da Comics Code Authority.

Dessa forma, não foi inesperado que Gaiman recebesse incentivo por parte de seus superiores de retrabalhar por completo um personagem esquecido. Em 1989, ao final da quinta edição de Sandman, o autor reservou duas páginas para abordar como a ideia nasceu. Apesar dela não diferir muito do que foi dito na entrevista para o Guardian, ele dá uma noção do que era para ser o tema central da revista.

A quinta edição é famosa por ter apresentado a versão mais ameaçadora de John Dee, o Doutor Destino

“Tentei visualizar uma revista que não explorasse estritamente o terror, fantasia ou super-heróis. Ela teria que ser um estranho amálgama dos três temas. Uma revista cujas fronteiras estivessem tão distantes quanto as de um sonho…”.

Mas, afinal, sobre o que é Sandman? Pode-se dizer que a trama central da série acompanha as jornadas de Sonho (o personagem título que também é chamado de Morfeus, Senhor do Sonhar, Oneiros e etc) através de diversos arcos em que ele se relaciona com a ambição e esperança tanto de mortais quanto de imortais. Por ser uma entidade atrelada ao mundo dos sonhos surge sempre uma dinâmica interessante entre ele e o tema do arco narrativo em questão (Sonho não chega a ser deslocado como o Dr. Manhattan, tendo seus momentos de carisma).

Outro fator muito interessante é como a escrita de Gaiman dialoga com acontecimentos do mundo real. Esse casamento entre fatos e fantasia cria ao redor do universo apresentado uma sensação de proximidade e seriedade no qual o leitor não se sente automaticamente compelido a rejeitar ou ridicularizar o que está sendo proposto.

Mesmo não sendo um mortal, Sonho consegue demonstrar sentimentos com bastante frequência

Um exemplo é o primeiro arco dos quadrinhos, que será adaptado pela Netflix, chamado de Prelúdios e Noturnos. Por ser a apresentação da obra ele segue uma linha bastante clara de apresentação do protagonista, do objetivo dele e do trajeto percorrido. Basicamente Sonho é capturado por um ocultista, no início do século XX, por acidente. Este por sua vez desejava capturar a irmã de Sonho, a Morte, mas errou de alvo.

Detido em uma redoma mágica e despojado de seus itens (dentre eles uma algibeira com areia encantada, igual ao folclore mencionado) ele aguarda o passar das décadas enquanto seus captores vão envelhecendo. Após conseguir a libertação ele parte em uma jornada em busca de seus itens que foram se perdendo no passar do tempo. Ao mesmo tempo, a ausência do senhor dos sonhos teve um efeito negativo no mundo onde muitos não conseguiram dormir ou dormiram para sempre.

Acontece que essa consequência da ausência de Sonho no mundo é livremente baseada em um acontecimento real. Entre 1915 e 1926 ocorreu uma epidemia de Encephalitis Lethargica em vários pontos do mundo. Também conhecida como “doença do sono” esse quadro implica na letargia completa do corpo e sonolência incontrolável dentre outros sintomas. Até hoje a causa dessa epidemia é desconhecida, mas a forma como a história de Sonho conta sua origem combina com dados reais.

A desordem no mundo dos sonhos causada pela ausência de Morfeu tem embasamento em algo real

É para tanto que Sandman é muito mais sobre como Sonho (e porque não seus irmãos também) lida com o universo e eventualmente as pessoas do que sobre uma aventura tradicional de quadrinhos. O abstracionismo dos cenários envolvendo diferentes seres e dimensões presentes em cada volume torna Sandman um exemplar puro de fantasia que tem muito a falar sem sacrificar a imaginação.

A escrita do autor, bastante inspirada para transmitir verbalmente a inexatidão de dimensões como o reino do sonhar, foi tema do artigo Les Figures du rêve dans The Sandman de Neil Gaiman no qual a autora Isabelle L. Guillaume aponta como a escrita tem papel essencial nessa narrativa. 

“O ponto é que Gaiman não desenha uma linha limite clara entre os vários produtos da imaginação humana. No coração do sonhar existe uma biblioteca de livros aos quais Gaiman chama de livros dos sonhos, mas que na verdade são produtos da imaginação, ou de sonhar acordado… Com esse gesto unificador, Gaiman estabelece uma narrativa que visa confundir entre realidade e ficção, tanto para o leitor quanto para os personagens que fazem parte da narrativa”.

Sandman teve uma duração de setenta e cinco edições entre 1989 e 1996. Entretanto até os dias atuais são produzidos spin-offs (histórias relacionadas) ambientados naquele universo tais como uma minissérie focada em Morte, no sonhar e uma série solo focada em Lúcifer (esta que serviu levemente de inspiração para a famosa série da Netflix). 

O seriado estrelado por Tom Ellis se inspirou na visão de Neil Gaiman sobre Lúcifer

Ao todo, a série conquistou mais de 26 prêmios Eisner (o mais importante da indústria dos quadrinhos). Em 1991 a décima nona edição ganhou o cultuado World Fantasy Award, que premia os melhores exemplares do gênero de fantasia em cada ano, como melhor curta de ficção. Dentro da DC Comics a série original mantém uma marca invejável de jamais ter recebido novos capítulos, algo que nem mesmo Watchmen alcançou.

Em termos de adaptação Sandman também não deve em nada. Recentemente os três primeiros volumes receberam uma adaptação em audiobook comandada pelo próprio Neil Gaiman e envolvendo nomes como James McAvoy (Morfeus), Michael Sheen (Lúcifer) e Kat Dennings (Morte). Há também um curta produzido por fãs que adapta a sequência de acontecimentos vistos no restaurante durante a sexta edição intitulada 24 Horas de forma visualmente bastante fiel ao visto na HQ. Um longa metragem estrelado por Joseph Gordon-Levitt também quase saiu do papel mas acabou morrendo em 2016. Agora é só aguardar a nova produção da Netflix