O astroEvan Peters, mais conhecido por ser o intérprete do mutante Mercúrio na nova saga de ‘X-Men‘, revelou que gostaria de interpretar outro personagem da franquia dos quadrinhos.
Durante sua participação no painel de ‘X-Men: Fênix Negra‘, o ator revelou que gostaria de viver o herói Wolverine nos cinemas.
Disse:
“Wolverine, com toda a certeza. Ele é simplesmente incrível! Eu realmente tenho pensado nisso e sempre será o Wolverine, 100%. O cara sabe rejuvenescer”.
E durante a WonderCon, duas cenas fantásticas de ‘Fênix Negra‘ foram exibidas.
Confira a descrição:
A primeira cena foi a mesma exibida na CCXP, e mostra os X-Men indo para o espaço em uma missão para resgatar um ônibus espacial da NASA. Mística lidera o grupo que tem a Tempestade, Ciclope, Mercúrio, Noturno e a Jean Grey – com seus uniformes amarelos dos quadrinhos. Chegando no espaço, Jean tenta salvar os astronautas e acaba sendo possuída por uma força avermelhada que paira no espaço. A cena seguinte mostra que Charles Xavier (James McAvoy) foi corrompido pela fama após aparecer na capa de várias revistas, e entra em um embate com a Mística – que diz que as mulheres estão fazendo o papel de líderes do grupo, que devia chamar X-Women.
A segunda cena foi ainda mais ÉPICA. Jean Grey está se transformando na Fênix Negra e é encontrada no meio de Nova York. Charles, Ciclope (Tye Sheridan), Tempestade (Alexandra Shipp) e Noturno (Kodi Smit-McPhee) querem salvá-la da Irmandade, grupo que quer matá-la comandado pela Fera (Nicholas Hoult) e Magneto (Michael Fassbender). Foi uma das melhores cenas de ação da franquia. A dinâmica dos X-Men nunca esteve tão boa. A luta acontece em plena Nova York, e temos um grande embate entre o Ciclope e o Fera. Épico.
Depois de assistir essa cena, ficamos empolgados com o filme. Será que a Fox está escondendo um tesouro?
“Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.”
A 3ª temporada de ‘Killing Eve’ segue eletrizante e com fortes emoções e o quarto episódio ganhou uma nova promo, que pontua que Eve e Villanelle podem estar cada vez mais próximas de novamente se encontrarem.
Confira:
Vale lembrar que a produção já está renovada para a 4ª temporada.
A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanella.
John Walker pode até ser – momentaneamente – o novo Capitão América na série ‘Falcão e o Soldado Invernal’, mas isso não significa que o sua jornada no MCU já esteja traçada e definida.
E novas imagens vazadas podem ter revelado qual será o verdadeiro destino do personagem. As fotos em questão contém SPOILERS, portanto, siga com a leitura da publicação por sua conta em risco.
[SPOILER]
Nas imagens, o ator Wyatt Russell aparece trajando um uniforme militar, com várias insignias e honrarias por seus méritos como agente do exército. O intérprete de John Walker também está machucado, com o seu braço esquerdo engessado.
Confira:
Lembrando que o 5º episódio será lançado em 16 de abril, na Disney+.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e SoldadoInvernal’.
Imortalizada pelo tempo e regada por uma infindável coletânea de memórias afetivas que atravessam as décadas, a franquia de Ghostbusters pertence a uma seleta prateleira de clássicos oitentistas que, inevitavelmente, conseguiriam vencer o teste do tempo, se consagrando como um marco sociocultural emblemático. Em 2021, seus quase 40 anos de legado ganharam um fôlego novo com a sequência ‘Mais Além‘. Em 2024, a jornada retomada por Jason Reitman apresenta um novo capítulo pelas mãos de Gil Kenan – onde passado e presente formam um amálgama colorido e divertido que anuncia o futuro da saga dos Caça-Fantasmas para uma outra geração.
No clássico e estreito prédio de tijolos terracota, localizado em uma das esquinas da região nobre de Tribeca, a nova geração de heróis do cotidiano retoma sua corrida contra as manifestações fantasmagóricas que circulam pela amada cidade de Nova York. Agora em uma nova forma, os Ghostbusters são essencialmente estruturado por um pequeno núcleo familiar, conduzido por um Paul Rudd paternal, dócil e cômico. Seu protagonismo é seguido por McKenna Grace, Finn Wolfhard e Carrie Coon, que complementam essa família disfuncional cuja rotina é marcada por mochilas de prótons e capturas insanas de fantasmas pouco assustadores. E a alma da franquia original está ali. Nos detalhes, no design de figurino e de produção, na icônica canção original de Ray Parker Jr. Mas o tempo é outro e as histórias também.
E ainda que Ghostbusters: Apocalipse de Gelo se apegue à memorabília oitentista que fez do longa de 1984 o marco cinematográfico que até hoje é, a verdade é que Kenan visa conduzí-la de maneira um pouco mais independente, ainda que não saiba muito bem como fazê-lo. Mantendo a conexão entre passado e presente bem viva, a produção se compromete a reverenciar os originais, mas tenta consolidar seu próprio humor, seu próprio ritmo narrativo e até mesmo sua própria carga dramática – o que pode ser um pouco confuso para os mais nostálgicos.
Fazendo da trama uma combinação mais delicada entre o drama existencial da jovem Phoebe (McKenna Grace) e a comédia pastelão de um alívio cômico inesperado – vivido pelo vencedor do Oscar Kumail Nanjiani, a nova sequência ainda patina para encontrar seu eixo, mas se salva por saber conduzir muito bem seus personagens. Com um elenco carismático e o apelo afetivo dos protagonistas originais, ‘Apocalipse de Gelo‘ é uma mistura agridoce e imperfeita daquilo que sempre funcionou muito bem nos longas antigos e de uma nova narrativa ainda pouco madura, mas cheia de potencial.
Com um humor leve, suave e bastante familiar, a sequência consegue construir um ambiente cômico ótimo o suficiente para se sustentar até os instantes finais, ainda que nem todas as suas piadas genuinamente funcionem. Se concentrando em construir uma comédia que flerte bem menos com os trocadilhos e duplos sentidos tão presentes no passado, o mais recente capítulo opta por brincar com o bobo – o que provavelmente fará os fãs antigos torcerem o nariz. Mas ainda que a comédia não seja do mesmo nível de sagacidade e perspicácia de outrora, ‘Apocalipse de Gelo‘ não é uma fria e consegue sim aquecer os corações mais apaixonados e dispostos a encarar uma aventura que se preocupe mais em agregar um novo público do que essencialmente reter o antigo.
Ainda assim, Ghostbusters segue sendo aquele mesmo museu de antiguidades irretocáveis e apaixonantes, con Bill Murray, Annie Potts, Dan Aykroyd e Ernie Hudson entregando aquele fan service que tanto esperamos. Tratados na trama como o elo intríseco e o ponto de equilíbrio entre a geração millennial e a geração Z, os veteranos são devidamente honrados em tela, protagonizam momentos que rendem suspiros, ativam memórias afetivas e são fundamentais para o clímax do filme. Mas nos instantes finais, Kenan reitera que possui outros rumos para a franquia, tornando McKennaGrace o pilar de sustentação desse novo futuro que já se anuncia.
E com temáticas familiares um pouco mais densas que tentam permear o humor, a continuação desse clássico oitentista é em suma uma despretenciosa experiência cinematográfica. Com seu viés dramático pouco aprofundado, sendo usado apenas como uma âncora emocional para vincular a audiência mais jovem aos novos personagens, Ghostbusters: Apocalipse de Gelo funciona mais como uma comédia familiar sem compromisso. Brincando com as nossas memórias através da nostalgia, a produção pode até ser previsível, mas se garante por saber trabalhar bem o riso frouxo. É o Caça-Fantasmas que talvez você espere? Não. Mas ainda assim é uma deliciosa aventura cheia de referências apaixonantes.
Sensação no Festival de Veneza em agosto, Babygirl, da cineasta holandesa Halina Reijn, aborda de maneira provocativa temas como sexualidade, liderança e papeis de gênero. Num encontro de exibição do filme para os votantes do Globo de Ouro e Oscar no charmoso restaurante Silencio des Prés, em Paris, Halina compartilhou suas inspirações e desafios no processo criativo do suspense erótico, ganhador da Coppa Volpi de Melhor Atriz para Nicole Kidman. Ojurado era presidido por Isabelle Huppert, uma das inspirações da cineasta. “A Professora de Piano[2001] é um dos meus filmes favoritos”, confidenciou.
Igualmente esperada para o coquetel após a exibição na emblemática sala Cinéma Étolie Saint-Germain-de-Prés no subsolo do restaurante gastronômico, Nicole Kidman não apareceu devido às condições meteorológicas; em pleno novembro, nevou em Paris e os termômetros chegaram a temperaturas negativas. Em gravação na Cidade Luz, a atriz australiana deixou a diretora de 49 anos ser protagonista da conversa sobre pudor, prazer e poder em conversas com os votantes.
Diretora e elenco de Babygirl no Festival de Veneza 2024 (Foto: The Hollywood Reporter)
A Lacuna do Orgasmo
Para a diretora e roteirista Halina Reijn, a sexualidade em Babygirlnão é somente o tema central, mas uma metáfora para a busca da sua protagonista Romy (Nicole Kidman) pela liberdade de seus pensamentos reprimidos e traumas passados. Ela é CEO de uma empresa de tecnologia e envolve-se sexualmente com um dos estagiários de sua companhia, numa relação de controle e dominação.
“[Romy] é uma mulher em crise existencial, tentando se libertar das pressões que a aprisionam. Ela acredita que precisa ser perfeita: a mãe ideal, a esposa ideal, sem falhas ou feridas, porém isso a desconectou de seu ‘lado selvagem’”, explica Halima.
A partir dessa obra, a diretora busca abordar a complexidade do prazer feminino, um tema muitas vezes ignorado ou minimizado nos filmes do gênero suspense erótico. Halima destaca a “lacuna do orgasmo” — um fenômeno real e estatisticamente comprovado — como um ponto de partida para a história, já que está relacionada à primeira cena do filme de Romy durante uma transa com o seu marido (Antonio Banderas).
“Baseei-me em uma amiga que, por muito tempo, nunca havia experimentado um orgasmo durante a relação sexual com um homem. Ao investigar, percebi que isso é um problema maior do que parece“, revelou a artista.
Desde os anos 1970, com a teoria do Male Gaze(Olhar Masculino), da crítica cultural Laura Mulvey, é discutida a representação das mulheres na telas apenas com um objeto de admiração, principalmente por diretores homens, mas será que as mulheres conseguem romper esse padrão? Atriz de teatro e televisão durante anos, Halina Reijn trabalhou com Paul Verhoeven no suspense A Espiã (2006) e confessa ter incorporado algumas dos elementos de um dos maiores cineastas do seu país neste filme, contudo, com um olhar acurado para o prazer feminino.
Enquanto no seu primeiro longa-metragem na direção Instinto (2019), Halima explorava uma relação tóxica e tortuosa entre uma terapeuta e um estuprador, subjugada à perspectiva masculina do desejo feminino, Babygirlé uma obra sobre pessoas comuns e o enfrentamento das nossas contradições internas. “Utilizei elementos de thrillers sexuais dos anos 1990, mas invertendo as expectativas.”, explica a autora.
Embora o longa tenha inspirações de Instinto Selvagem (1992), de Paul Verhoeven, e Nove 1/2 Semanas de Amor (1986), de Adrian Lyne, Babygirltraz questionamentos tanto sobre feminilidade quanto sobre masculinidade, principalmente através do papel do jovem estagiário Samuel (Harris Dickinson). “[Para mim,] os homens também estão tentando encontrar seu lugar no mundo: ‘O que significa ser homem hoje? O que é permitido?’. Quero incluir todos na conversa e mostrar que somos todos humanos — anjos e demônios, herois e vilões.“, explica a roteirista sobre a composição dos personagens e um ponto diferencial dos suspense eróticos do século XX.
A Escolha de um Elenco Factível
“Eu interpreto todos os personagens sozinha enquanto escrevo, para garantir que o ritmo funcione“, confessa Halina. Sua abordagem de direção é igualmente meticulosa. “Preciso de estrutura completa, preparo tudo como um militar, com planos detalhados e ensaios rigorosos. Só assim consigo ser livre no momento.”
Essa disciplina encontrou eco em Nicole Kidman, cuja preparação foi igualmente minuciosa. “Nicole chegou aos ensaios com um fichário cheio de anotações e fotos. Isso nos permitiu criar momentos genuínos no set.” Na construção das cenas, Halina também utilizou a técnica de coreografar cada detalhe para, paradoxalmente, transmitir espontaneidade. “A cena no quarto de hotel vermelho, onde ela tem seu primeiro orgasmo verdadeiro, foi ensaiada e gravada em uma tomada longa. Tudo era planejado para parecer improvisado.”
Além de aparecer completamente nua em algumas cenas, Nicole Kidman entrega-se ao personagem na sua jornada confusa sobre poder e dominação, ao mesmo tempo que é uma mulher forte e imponente, ela deseja ser subjugada e submissa. A contradição lhe exigiu uma alta performance e habilidade diferente de seus recentes trabalhos para Netflix, como Tudo em Família (2024) e O Casal Perfeito (2024).
O elenco masculino, composto por Antonio Banderas e Harris Dickinson, também foi selecionado com cuidado para refletir as nuances dos personagens. “Antonio traz credibilidade e complexidade ao papel do marido. Ele não é um vilão; o casamento funciona em muitos aspectos. Mas a crise da protagonista é interna — ela precisa ser honesta consigo mesma antes de ser honesta com ele”. Somente um galã maduro poderia apresentar o desejo e frieza ao mesmo tempo para a diretora.
Sobre Harris Dickinson, Halina destacou sua capacidade de transitar vulnerabilidade e masculinidade. “Ele representa a geração Z, que tem uma visão diferente sobre sexo, hierarquia e corpos. Harris consegue ser confiante e sensível ao mesmo tempo, pedindo consentimento enquanto domina a personagem. Isso é raro.”
Harris Dickinson em Trinângulo da Tristeza, ganhador da Palma de Ouro 2022 (Foto: Divulgação)
Destaque nos filmes Ratos de Praia (2017) e Triângulo da Tristeza(2022), Dickinson, de 28 anos, apesar da pouca idade, não se intimidou diante das cenas íntimas com a musa Nicole Kidman. “Se ele estava impressionado por trabalhar com ela, escondeu muito bem”, brincou a diretora.
Ambiguidades e Reflexões Sobre Amor e Sexo
Com um trofeu no festival de Veneza, Babygirlchega na temporada de prêmios avido por mais títulos para Nicole Kidman, mas também sonha com chances de direção e roteiro original por conta da inversão de olhares do gênero suspense erótico. Para isso, o final é intencionalmente ambíguo. “Queria uma boa resolução para o casal, mas não no estilo Disney. A cena final é como um exercício terapêutico — eles tentam olhar um nos olhos do outro sem desviar. É um esforço para encontrar intimidade novamente.“, explica a diretora sobre a metáfora final entre o homem e o animal; isto é, o mestre e o discípulo.
“Somos todos complexos, e o cinema é um lugar onde podemos explorar essas complexidades. Quero criar histórias que nos desafiem a aceitar nossas imperfeições e a nos conectarmos uns com os outros de maneira mais autêntica”, expõe Halina. Será ainda é novidade falar sobre as relações de poder e o desejo feminino no cinema mainstreaming?
Vale lembrar que o filme Jogo Justo, de Chloe Domont, lançado no último ano no TIFF, trazia uma nova perspectiva para o gênero erótico, mas ficou reduzido ao consumo via streaming e nem chegou a ser nomeado na temporada de prêmios apesar dos oytimos protagonistas Phoebe Dynevor e Alden Ehrenreich. Com distribuição da Diamond Films, Babygirl estreia dia 9 de janeiro de 2025 nos cinemas brasileiros.
A Netflix acabou de anunciar ‘Sintonia’, uma nova série original brasileira em parceria com o maior canal da América latina no YouTube, KondZilla.
O projeto terá 8 episódios criados e dirigidos por KondZilla. Que tem estreia marcada para 2019. Assista ao teaser:
O diretor e roteirista Konrad Cunha Dantas, mais conhecido como KondZilla, ficou famoso pela produção em qualidade de clipes para diversos artista do ramo do Funk, logo se tornando o maior canal do Brasil no YouTube voltado para videoclipes.
A trama de ‘Sintonia’ acompanhará o ponto de vista de três personagens diferentes, Doni, Nando e Rita, que cresceram juntos na mesma favela, sob a influência do funk, das drogas e da igreja. Porém, conforme o tempo passa, eles transformam suas experiências na infância e seguem caminhos bem diferentes.
O filme é descrito como uma nova versão de ‘Garota Exemplar‘.
Adaptado do romance deDarcey Bell, ‘Um Pequeno Favor‘ é o primeiro de uma série de dois livros, que conta a história de Emily, uma mulher bem sucedida que trabalha para uma famosa marca do ramo da moda em Manhattan. Solitária e viúva com um filho pequeno, Stephanie se inspira em seu blog, acompanhando rotineiramente sua vida direto do subúrbio de Connecticut e imaginando Emily como uma espécie de confidente. Tudo muda de forma trágica quando a empresária de sucesso desaparece subitamente, sem deixar qualquer rastro.
A nova produção do Universo Cinematográfico Marvel chegou aos cinemas brasileiros, trazendo Carol Danvers, Monica Rambeau e Kamala Khan como protagonistas de As Marvels, uma aventura que parecia ser descompromissada, mas recentemente se mostrou bem importante para o desenrolar da Saga do Multiverso nesses novos tempos do MCU.
Nos últimos anos, criou-se um mito de que é preciso assistir a dezenas de produções lançadas anteriormente para poder entender um novo filme da Marvel, mas convenhamos que isso é um grande exagero. As séries sempre começam com uma recapitulação do que aconteceu anteriormente até chegar ali, enquanto os longas sempre resolvem essas questões de filmes prévios com explicações nos diálogos, flashbacks ou piadinhas que contextualizam as pessoas. O máximo que se consegue vendo produções anteriores é uma maior compreensão de referências e piadas, mas nada que realmente comprometa o entendimento dos longas.
Por isso, a lista de hoje é feita visando essa maximização da experiência de quem quer embarcar com tudo no MCU e não sabe o que assistir antes do próximo lançamento do estúdio. Confira!
Ambientado em 1995, Capitã Marvel mostra o passado de Carol Danvers (Brie Larson), uma agente dos Krees em treinamento para derrotar os Skrulls. Durante uma missão que dá errado, ela vai parar na Terra, onde conhece o jovem Nick Fury(Samuel L. Jackson), ainda construindo sua carreira na SHIELD. No planetinha azul, Carol descobre coisas sobre sua vida, enquanto suas memórias começam a ficar embaralhada. Ao encontrar uma velha amiga, ela entende que foi raptada pelos Krees e teve sua mente “resetada”. Agora, junto a Maria Rambeau, Nick Fury e um surpreendente aliado Skrull, Carol vai tentar impedir o avanço do exército Kree nessa guerra sem fim.
A luta para derrotar Thanos (Josh Brolin) é um dos eventos mais importantes de todo o MCU. Ela trouxe metade do universo de volta e teve envolvimento direto da Capitã Marvel, que ajudou a resgatar heróis, a enfrentar o grande vilão e a acabar com as chances dele conseguir concluir seu plano de genocídio novamente. É um filme-evento histórico, considerado o auge do MCU até aqui. Além disso, ele influencia as produções desta década, direcionando os heróis para suas novas histórias.
A primeira série da Marvel no Disney+ conta como Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) usou seus poderes para sequestrar a cidade de WestView, onde transformou os moradores em personagens de sua vida perfeita, inspirada pelas produções televisivas que assistiu na infância. Para tentar impedi-la, a SWORD, uma agência que cuida de problemas entre a Terra e o espaço, envia Monica Rambeau (Teyonah Parris), que acaba caindo no controle da feiticeira e eventualmente ganhando seus poderes.
Dando sequência aos eventos de WandaVision, a Feiticeira Escarlate tenta acessar realidades alternativas para encontrar uma forma de resgatar seus filhos. No entanto, nesse processo, ela causa uma verdadeira bagunça, enfrentando heróis, matando inocentes e acabando com a vida de praticamente qualquer um que cruze seu caminho. Nessa jornada sem limites, ela enfrenta uma variante da Capitã Marvel que ainda tem muito a mostrar no MCU.
Nesta série do Disney+, Kamala Khan (Iman Vellani) é uma adolescente muçulmana comum de Nova Jersey, onde escuta seus podcasts, escreve suas fanfics e participa de fóruns sobre sua super-heroína favorita, a Capitã Marvel. Certo dia, ela encontra um bracelete de seus antepassados paquistaneses que desperta poderes especiais que ela nunca sonhou ter. Agora, ela vai lutar contra uma raça interdimensional secreta que está tentando sobrepor a sua realidade a do Universo 616.
Depois de ser apagado por Thanos e trazido de volta pelos Vingadores, Nick Fury sente que perdeu seu papel na sociedade. Nesse meio, um grupo de Skrulls, cansado de esperar pela promessa de Fury e Carol nos anos 90, começa uma revolução para tentar causar a Terceira Guerra Mundial, fragilizando os governos do mundo para que eles possam tomar a Terra para si. Ao fim da série, Fury retoma seu protagonismo e recebe uma possível oferta de paz dos Kree, levando o agente secreto novamente para o espaço.
Quase quinze anos atrás a comédia ‘Se Beber Não Case’ estreou nos cinemas e causou uma verdadeira revolução com o seu jeito sem freio de construir uma narrativa envolvendo quatro homens brancos adultos em uma sequência de situações hilárias que fizeram com que o público mundial caísse na gargalhada, e resultou numa franquia homônima. Mas, era uma história um bocado machista, e uma das principais piadas do filme era em cima de um personagem asiático, Senhor Chow, interpretado por Ken Jeong, que sempre era retratado como um personagem diminuído perante os protagonistas. Como contraponto a essa proposta, estreia na primeira semana de agosto a comédia ‘Loucas em Apuros’, uma resposta feminina e asiática a ‘Se Beber Não Case’.
Audrey (Ashley Park) é uma advogada de sucesso focada em conseguir uma promoção que vai torná-la representante da empresa em Los Angeles. Desde pequena sua melhor amiga é Lolo (Sherry Cola), que é seu extremo oposto: artista liberal e despreocupada com a vida, atualmente ela vive na garagem de Audrey. Quando Audrey recebe uma proposta de viajar para a China para fechar um grande negócio para a empresa, ela topa na hora, e decide levar Lolo junto como intérprete, afinal, embora asiática, ela fora adotada ainda pequena por um casal branco e não fala nada em mandarim. O que era para ser uma viagem de negócios rapidamente desanda ladeira abaixo quando a prima de Lolo, Olho de Peixe (Sabrina Wu), é agregada à viagem ainda no aeroporto, e a amiga de faculdade de Audrey, Kat (Stephanie Hsu), entra no grupo, causando ciúme em Lolo.
É bem verdade que as comparações com ‘Se Beber Não Case’ sejam recorrente ao longo de ‘Loucas em Apuros’, porém o filme é tão bom, que as semelhanças ficam em segundo plano. O roteiro de Teresa Hsiao e Cherry Chevapravatdumrong é bem costurado em cima de clichês padrões desse tipo de comédia, mas sempre inserindo um contexto crítico-social que traz o contraponto asiático – mais particularmente, chinês – para dentro das cenas. Assim, boa parte da comicidade se baseia no contraste entre a branquitude e seu olhar limitado e xenofóbico sobre a comunidade asiática e como estas personagens perlaboram essas questões constantemente em suas vidas.
Os diálogos são construídos de maneira tão inteligente, que surpreende por conseguirem ser inseridos em contextos tão aleatórios como os que as personagens se metem. Por outro lado, embora evidentemente Olho de Peixe seja uma personagem trans, o longa de Adele Lim não aprofunda o debate, deixando a personagem meio abobalhada e deslocada do grupo.
Ainda assim ‘Loucas em Apuros’ encontra espaço para construir cenas de comicidade escatológica típicas desse tipo de produção e que atrai o grande público. Nesse sentido, o longa não só recupera o gênero, encabeçado por produções como ‘American Pie’, como entrega uma versão feminina de situações que quando protagonizadas por homens não causaram tanto espanto quanto aqui, protagonizada por mulheres – e esse é o grande mérito de ‘Loucas em Apuros’: ocupar com mulheres um espaço do gênero da comédia bobeirol reservado apenas para atores homens e histórias masculinas.
Inteligente, colorido, hilário e surpreendentemente crítico, ‘Loucas em Apuros’ consegue produzir entretenimento com consciência social. No meio de uma aventura muito inesperada de quatro mulheres longe de suas raízes ancestrais, não se espantem se em alguns momentos um par de lágrimas escorrer dos seus olhos, pois debaixo da camada da comédia há uma profunda e bela mensagem sobre ter orgulho de se ser quem é.
Aproveitando o finzinho do recesso, ‘Loucas em Apuros’ está com sessões de pré-estreia em muitos cinemas. É um filme para rir com as amigas e abraçá-las ao final da sessão.
Conforme os estúdios Marvel continuam a explorar a vida de Peter Parker no MCU com ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’, muitos fãs estão doidos para ver alguns clássicos personagens dos quadrinhos aparecer no próximo filme.
E enquanto esperamos encontrar o editor-chefe do Clarim Diário, J. Jonah Jameson, o artista El Frami imaginou uma versão encarnada por ninguém menos que o adorado e carismático Terry Crews.
Tom Holland irá retornar no papel do herói adolescente em ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’, cuja estreia está marcada para o dia 05 de julho. Porém, é provável que ele faça uma aparição na épica conclusão ‘Vingadores: Ultimato’, que chega aos cinemas no dia 25 de abril.
‘Harley Quinn’, nova série animada da DC estrelada por Kaley Cuoco, finalmente ganhou data de estreia: durante o painel da New York Comic-Con, foi revelado ao público que o primeiro episódio será transmitido no dia 29 de novembro.
Leia a sinopse da série:
‘Harley Quinn’, baseado nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.
Em uma recente entrevista ao ComicBook.com, a atriz Adriyan Rae comentou um pouco sobre seu papel protagonista em ‘Vagrant Queen’, série do SyFy que estreia hoje, 27 de março.
“O papel era o meu sonho”, ela revelou. “Então fiz a audição e me apaixonei por Elisa e instantaneamente me conectei com ela”.
“Fiz as minhas próprias acrobacias [no show”, ela acrescentou. “Houve apenas duas delas que não fiz, que foram quedas muito altas que não tinha permissão para fazer”.
Jem Gerrard entra como criador e showrunner da nova produção.
A série é baseada nas HQs homônimas co-criadas pela roteirista vencedora dos prêmios GLAAD e Eisner Magdalene Visaggio e pelo artista Jason Smith.
A narrativa gira em torno de Elida (Rae), princesa que logo se torna uma forasteira órfã, que explora os confins traiçoeiros da galáxia, fugindo do governo republicano que quer extinguir sua linhagem. Quando seu velho amigo Isaac (Rozon) aparece e diz que sua mãe Xevelyn está viva, ele se juntam a um novo aliado, Amae, para resgatá-la, lutando contra o perigoso Comandante Lazaro (du Toit).
Em seu Twitter oficial, a showrunnerLauren S. Hissrich compartilhou a primeira imagem de bastidores da 2ª temporada de ‘The Witcher’, mostrando que a equipe está tomando todas as precauções necessárias para continuar a produção da série.
Confira:
De acordo com o Redanian Intelligence, as gravações dos novos episódios serão finalizadas apenas em fevereiro de 2021.
Antes da pandemia do Coronavírus a produção seria encerrada dentro de seis meses, entre fevereiro e agosto de 2020.
No entanto, diversas alterações causadas pela pandemia do Coronavírus forçaram a equipe de produção a adicionar mais dois meses de planejamentos.
Como as filmagens estão sendo retomadas aos poucos a partir desta semana, espera-se que tudo esteja pronto até o início do ano que vem, quando será iniciado o estágio de pós-produção.
Por conta do atraso, é provável que a estreia dos novos episódios seja adiada em alguns meses.
No entanto, não foram revelados detalhes sobre a data de estreia, que estava prevista originalmente para o verão norte-americano de 2021 (entre junho e setembro).
Enquanto isso, vale lembra que os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Netflix.
Assista ao trailer:
Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.
Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.
O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.
Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.
‘Pequenos Grandes Heróis’ estreou no último dia 25 de dezembro na Netflix e, para promover o filme, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo com os melhores momentos do longa.
Os super-heróis do planeta Terra foram raptados após uma invasão alienígena. Agora, os filhos deles estão sob a proteção do governo, que designou uma misteriosa babá (Priyanka Chopra Jonas) para ficar de olho neles em um lugar isolado. Mas nada nem ninguém vai impedir Missy Moreno (YaYa Gosselin) de resgatar seu pai, o super-herói Marcus Moreno (Pedro Pascal). Para isso, ela forma uma equipe extraordinária com outros jovens heróis com superpoderes, como elasticidade, controle do tempo e previsão do futuro.
Quando invasores alienígenas sequestram os super-heróis da Terra, seus filhos são levados para uma área de segurança máxima do governo. Mas a esperta Missy Moreno (Gosselin) não desiste de resgatar o seu pai super-herói, Marcus Moreno (Pascal). Missy se une às super-crianças, também filhas dos heróis em apuros, para escapar da supervisão da misteriosa agente do governo, Sra. Granada (Chopra-Jones). Para salvar seus pais eles terão de juntar esforços e trabalhar em equipe utilizando cada um seu super poder — desde a elasticidade, ao controle do tempo e até prever o futuro — formando uma equipe de outro mundo.
‘Bridgerton’ tornou-se um dos maiores sucessos da Netflix e, para aqueles que a dramédia de época ficaria por isso mesmo, a plataforma de streaming anunciou hoje (14) uma série derivada focada em ninguém menos que a Rainha Charlotte, interpretada por Golda Rosheuvel.
Alem disso, a produção também irá focar nas jovens Violet Bridgerton (vivida por Ruth Gemmell na obra principal) e Lady Danbury (Adjoa Andoh).
Shonda Rhimes retorna como produtora executiva ao lado de Betsy Beers e Tom Verica, e deve ficar responsável pelo roteiro.
Confira o anúncio:
All Hail The Queen!
Thrilled to announce we’re expanding the Bridgerton universe with a limited series that will tell Queen Charlotte’s origin story — the series will also feature young Violet Bridgerton and young Lady Danbury pic.twitter.com/nshBfETMdN
Enquanto mais detalhes não são revelados, vale lembrar que a 2ª temporada trará quatro novos nomes ao elenco: Charithra Chandran (‘Alex Rider’),Shelley Conn(‘Liar’),Calam Lynch (‘Beleza Negra’) eRupert Young(‘Dear Evan Hanson’).
Chandran será Edwina Sharma, irmã mais nova de Kate; Conn será Mary Sharma, mãe de Kate; Lynch será Theo Sharpe; e Young dará vida a um personagem chamado Jack.
A primeira temporada já está disponível na Netflix!
Através do Instagram, a página @atlanta_filming divulgou uma nova imagem oficial de bastidores da 4ª temporada de ‘Westworld’, revelando um bizarro veículo que aparecerá nos próximos episódios.
Em entrevista ao Deadline, a co-criadora da série, Lisa Joy, comentou sobre o que poderemos esperar do novo ciclo.
Joy revelou que os novos episódios terão novos mundos “bastante divertidos”, bem como a aparição de um dos membros do elenco de ‘Caminhos da Memória’, sua estreia diretorial.
“Você verá alguns novos mundos e acho que eles são muito divertidos. E você verá alguém que sequestrei de ‘Caminhos da Memória’ de um jeito bastante engraçado”, ela disse.
Lembrando que ainda não há previsão de estreia ou detalhes revelados do próximo ciclo.
Criada por Jonathan Nolan e Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.
Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.
A trama acompanha Elena Greco, uma autora que decide escrever suas memórias de infância depois de receber um telefonema sobre o sumiço de sua antiga melhor amiga. Ela estava na primeira série quando conheceu Lila, uma criança brilhante e sagaz. Se Elena precisa estudar e se esforçar muito para ser uma das melhores da turma, Lila não tem dificuldade em estar à frente da série que foi designada. As duas rapidamente desenvolvem uma amizade baseada em competição, contudo, Elena é fascinada pela facilidade com que Lila aprende coisas além de sua capacidade. Por viverem em um bairro pobre e violento, ninguém espera que as meninas vão muito além do ensino fundamental. Elas acabam seguindo caminhos diferentes depois que os pais de Elena apoiam, mesmo que relutantes, que a menina continue na escola, sendo o oposto do que acontece com Lila. Lila precisa enfrentar uma realidade diferente de Elena e, ao longo dos anos, acompanhamos o desenvolvimento da amizade e rivalidade entre as duas até a vida adulta.
A AMC divulgou um novo cartaz oficial de ‘Entrevista com o Vampiro‘ (Interview with the Vampire), nova adaptação da clássica saga literária de Anne Rice.
A produção será lançada no outono estadunidense, isto é, entre setembro e novembro de 2022.
O pôster dá destaque ao vampiro Louis de Pointe du Lac, interpretado por Jacob Anderson.
Confira:
O elenco também conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que será o vampiro Lestat; Eric Bogosian (‘Billions’), que viverá o Daniel Molloy; Assad Zaman, que dará vida a Rashid; e Bailey Bass (‘Avatar 2’), que irá interpretar Claudia, jovem que é transformada em vampira por Louis e Lestat.
Assista às primeiras cenas da produção abaixo:
Iconic characters. Epic new worlds. Legendary series.
A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.
Alan Taylor (‘Game of Thrones’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios.
Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada, que está prevista para estrear apenas em 2022.
Rolin Jones (‘Friday Night Lights’) servirá como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.
A produção estreará oficialmente no dia 15 de janeiro.
A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.
A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.
A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.
A Apple TV+ divulgou o trailer oficial de ‘Hijack’, série de suspense estrelada por Idris Elba (‘Luther’, ‘A Fera’).
A produção chega à plataforma de streaming no dia 28 de junho.
Confira, junto às imagens promocionais:
Contada em tempo real, a produção terá sete episódios.
A trama segue a jornada de um avião sequestrado em seu caminho para Londres, em um voo de sete horas, enquanto as autoridades em terra lutam por respostas. Elba interpreta Sam Nelson, “um talentoso negociador que precisa dar o melhor de si e usar toda a sua astúcia para tentar salvar a vida dos passageiros”.
ATENÇÃO PARA SPOILERS DA SEGUNDA TEMPORADA DE ‘LOKI’ NO TEXTO!
O penúltimo episódio da 2ª temporada de ‘Loki’, intitulado “Science/Fiction”, foi lançado nesta semana e levou os fãs da Marvel Studios a criar teorias sobre o que aconteceu.
O episódio em questão mostrou Loki (Tom Hiddleston) viajando através de linhas do tempo diferentes para encontrar seus amigos em suas reais cronologias. Depois que reuniu todos para salvar a Agência de Variação Temporal (AVT), vários espectadores acreditam que o Deus da Trapaça pode ser o novo “Aquele que Permanece” no fim dos tempos, enquanto outros creem que estamos testemunhando a formação original da AVT.
Nos quadrinhos, Loki é, atualmente, o Deus das Histórias, o que pode servir de indicativo para o ultimato do personagem no MCU.
E isso não é tudo: recentemente, diversas dicas foram descobertas nas redes sociais, incluindo uma compartilhada pela própria conta do Thor no Instagram.
A postagem em questão apresenta um clipe de ‘Thor: O Mundo Sombrio’, que reúne Loki e Odin (AnthonyHopkins) e que pode premeditar a ascensão do personagem ao seu “trono”.
No vídeo, que vem acompanhado com um emoji de relógio, Odin diz: “tudo isso porque Loki deseja um trono”. Loki, então, responde: “é meu direito de sangue”.
Vale lembrar que a série está em exibição no Disney+, com novos episódios sendo lançados todas às quintas-feiras às 22h do horário de Brasília.
Confira o trailer:
No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, a temporada abriu com uma aprovação de 82% e uma nota média de 7.2/10.
Confira algumas avaliações:
“Há tanto para gostar aqui que você quase esquece que é uma série da Marvel.” – RogerEbert.com
“Por mais monótono que o resto da temporada possa ser, o grande problema é Jonathan Majors, que retorna como mais uma variante de Kang.” – Rolling Stone
“Às vezes você sente que precisa de um diploma de física teórica para entender tudo. O trabalho de caráter forte compensa parte disso, assim como um senso de humor consciente.” – USA Today
“É o melhor série do Disney+ da Marvel Studios desde… ‘Loki’.” – Washington Post
“É tudo um pouco cansativo.” – London Evening Standard
“Personagens com questões convincentes, alto drama existencial, comédia peculiar e ação arrebatadora são combinados melhor do que em qualquer outro programa do Disney+ até hoje.” – TheWrap
A 2ª temporada de ‘Loki’ começa logo após o chocante final da temporada anterior, quando Loki se encontra em uma batalha pela alma da Agência de Variância Temporal. Junto com Mobius, B-15 e uma equipe de novos e antigos personagens, ele navega em um Multiverso cada vez mais perigoso e em constante expansão em busca de Sylvie, da juíza Renslayer, da Senhorita Minutos e da verdade sobre o que significa possuir livre arbítrio e propósito glorioso.
Além do protagonista Tom Hiddleston, os novos episódios vão contar com o retorno de Owen Wilson como Mobius M. Mobius, o excêntrico funcionário da Agência de Variância Temporal que embarca na anarquia de Loki contra as forças que controlam o tempo.
No lugar do roteirista-chefe, Michael Waldron, quem assume a função na 2ª temporada é Eric Martin.
Para quem não sabe, Martin já havia escrito dois importantes episódios da 1ª temporada: ‘For All Time. Always’ e ‘The Nexus Event‘, além de ser o co-produtor da atração.
Anitta é um dos nomes mais conhecidos do cenário fonográfico atual e, desde sua estreia oficial no mundo da música lá em 2013, mostrou que veio para ficar. Natural de Honório Gurgel e aproveitando a crescente popularização do funk-pop para se imortalizar, a cantora e compositora transformou-se em uma powerhouse como nenhuma outra, alcançando feitos invejáveis e até mesmo uma indicação ao Grammy de Artista Revelação após tornar-se a primeira brasileira a atingir o topo do Spotify Global com o hit“Envolver”. Calcando uma trajetória de enorme sucesso que inclusive lhe trouxe visibilidade no mercado internacional – ora, para além das colaborações memoráveis, ela até mesmo foi integrada à trilha sonora de ‘As Panteras’ com a subestimada “Pantera” -, é inegável que a genial mentalidade de Anitta a mantém na boca do povo goste ou não dela.
Em agosto do ano passado, a performer começou a nos preparar para sua nova investida musical ao lançar o EP‘Funk Generation: A Favela Love Story’, retornando às suas raízes após ter explorado incursões do mainstream internacional com ‘Versions of Me’ – uma mistura explosiva de pop, synth e EDM adornada com pinceladas de reggaetón e funk em uma espécie de autotestamento. Com o EP em questão, ela alimentava o interesse de seus fãs em o que culminaria no aguardado ‘Funk Generation’, álbum que chegou às principais plataformas de streaming no último dia 26 de abril. É claro que seu novo lançamento não viria sem críticas pré-concebidas, principalmente pelo fato dela estar indesculpavelmente se apropriando de todas as críticas feitas à sua persona e transmutando-as em uma celebração eruptiva que se concretiza como a iteração mais coesa de sua discografia até agora.
É notável como o gênero funk sempre esteve associado a adjetivos e caracterizações pejorativas – erroneamente mencionado como palanque para o tráfico de drogas e a hiperssexualização. Entretanto, caso tracemos as origens desse estilo musical, que busca elementos do Miami bass e do freestyle norte-americano, a construção emergiu como um levante contracultural que começava a dar mais voz a artistas de comunidades periféricas e promoviam uma deliberada exploração da sociedade ao se afastar da burguesia e do elitismo musical. De certa maneira, ao incorporar as múltiplas facetas do funk em sua nova obra, Anitta utiliza a popularidade inescapável de que se apoderou para fazer questão de apresentar uma perspectiva nostálgica e original através de quinze faixas.
Em ‘Funk Generation’, Anitta nos convida a uma viagem no tempo que espalha-se pelas múltiplas vertentes do gênero: logo de cara, com “Lose Ya Breath”, o público é envolvido em um impactante electro-funk que traz certas páginas emprestadas de Ayria (mais especificamente da track“Analog Trash”) para firmar uma amálgama com o EDM à medida que nos conduz por uma sensual e vibrante narrativa que nos arremessa direto para as pistas de dança. É notável como as referências ao new-funk e ao funk 150-BPM aparecem com força e deixam claro o que podemos esperar desse compilado; “Grip”, por sua vez, se apoia na distorção do clássico funk carioca ao incorporar pesados sintetizadores e breves menções ao trap – incluindo batidas muito bem demarcadas que digladiam com versos ostensivos sobre dinheiro e sexo da melhor maneira possível.
Apesar de manter a essência trilíngue de produções anteriores, Anitta tem um objetivo muito claro com o álbum: apresentar o funk para o mundo – e, com um claro objetivo em mente, é apenas questão de tempo até questionamentos começarem a despontar sobre o caráter do disco. Afinal, o público brasileiro está acostumado com a multiplicidade de progressões sonoras e dissonâncias instrumentais presentes no estilo, enquanto o mainstream norte-americano e europeu pauta-se em algo mais sólido, com raras exceções. E, ao longo das tracks, percebemos como a performer não pensa duas vezes antes de se deixar levar por esse conceitualismo que, inclusive, abre um novo capítulo para o funk no escopo nacional ao aproximá-lo de uma criação artística com potencial ilimitado e mais mercadológico do que já é.
De um lado, “Double Team” abraça o funk ousadia em uma comunhão de compositores e produtores que unem forças para falar sobre liberdade sexual e responder às muitas críticas sofridas por Anitta ao longo dos anos – que diminuíam suas conquistas e sua importância em virtude de um puritanismo barato e que, em pleno século XXI, não tem mais espaço entre nós. Enquanto aqui ela é acompanhada pela clara química do rapperBrray e da cantora Bad Gyal, ela faz algo parecido em “Savage Funk”, navegando sozinha pelo melhor do funk carioca e do trap enquanto emula uma explicitação chocante e bem-vinda que dura menos de um minuto e meio; “Joga Pra Lua” expande a mentalidade “marketeira” de Anitta em uma simples e efetiva canção, enquanto “Ahi” traz o reggaetón de volta ao lado de Sam Smith para um mid-tempo que, apesar de repetitivo, é prático na ideia de que se vale.
O destaque principal do disco é destinado a “Funk Rave” – uma peça musical que, sem sombra de dúvida, é uma das melhores incursões da carreira de Anitta pela ousadia com a qual trabalha uma sucessão de estilos diferentes que convergem para um inebriante coquetel de synth-funk, funk 150-BPM e funk-trap cujo único crime é durar apenas dois minutos e meio. Eventualmente, fica claro que ‘Funk Generation’ mostra que a cantora e compositora atingiu um status em que, agora, pode fazer o que bem entender e, mais do que isso, cria as próprias tendências e deixa bem claro que não está preocupada com o que os outros pensam – e sim apenas com o que deseja fazer como artista.
Nota por faixa:
1. Lose Ya Breath – 4,5/5 2. Grip – 5/5 3. Funk Rave – 5/5 4. Fria – 4/5 5. Meme – 3/5 6. Love in Common – 3,5/5 7. Aceita – 3,5/5 8. Double Team – 4/5 9. Savage Funk – 3,5/5 10. Joga pra Lua, feat. Dennis e Pedro Sampaio – 4/5 11. Cria de Favela – 4,5/5 12. Puta Cara – 3/5 13. Sabana – 3,5/5 14. Ahi, feat. Sam Smith – 3,5/5 15. Mil Veces – 3,5/5
A produção estreará oficialmente no dia 10 de outubro.
Ambientada em Milão, no ano de 2030, a trama começa oito anos após a queda da Citadel. Desde então, Diana Cavalieri (Matilda De Angelis), uma agente secreta da Citadel, está sozinha, presa atrás das linhas inimigas.
Quando ela finalmente vê uma saída e a chance de desaparecer para sempre, a única maneira de fazer isso é confiar no aliado mais inesperado, Edo Zani (Lorenzo Cervasio), o herdeiro de uma agência inimiga, a Manticore Itália, e filho do chefe da organização, Ettore Zani (Maurizio Lombardi), que está competindo pela liderança contra as outras famílias europeias.
Gina Gardini entra como produtora executiva e showrunner, enquanto Arnaldo Catinari fica responsável pela direção.
A atração também conta com Julia Piaton, Thekla Reuten, Daniele Paoloni, Bernhard Schütz e Filippo Nigro.
Lady Gaga finalmente está de volta: ‘MAYHEM’ está entre nós!
O sétimo compilado de originais da titânica musicista foi lançado hoje, 07 de março, e conta com os singles“Die With a Smile”, “Disease” e “Abracadabra”, além de outras onze faixas que já estão disponíveis nas plataformas de streaming.
Nas redes sociais, os fãs rasgaram elogios para a produção e já estão escolhendo suas faixas favoritas.
Terminei de ouvir o MAYHEM e eu amei, gostei da sonoridade anos 70-80. Num primeiro momento, gostei bastante de Killah, Zombieboy (perfeitinha demais), How Bad Do U Want Me e Shadow of a Man. LADY GAGA EU TE AMO DEMAIS pic.twitter.com/0U8Ag5g6BN
De primeira eu não tinha gostado de todas do Mayhem. Mas hoje fui escutar de novo e entrei totalmente no mundinho que ela queria SOMENTE ELA poderia algo assim PQP QUE ÁLBUM BOM Lady Gaga primeira artista a lançar um álbum com 14 singles!!
TucanoFork: 10/10 pic.twitter.com/D6qDU9hKO2
1. Disease 2. Abracadabra 3. Garden of Eden 4. Perfect Celebrity 5. Vanish Into You 6. Killah ft. Gesaffelstein 7. Zombieboy 8. LoveDrug 9. How Bad Do U Want Me 10. Don’t Call Tonight 11. Shadow Of A Man 12. The Beast 13. Blade of Grass 14. Die With A Smile com Bruno Mars
O compilado anterior de originais de Gaga foi o elogiado ‘Chromatica’, lançado em 2020 e que lhe rendeu uma estatueta do Grammy. Em 2021, ela se uniu a Tony Bennett para o elogiado ‘Love for Sale’, que rendeu a ambos os artistas mais um gramofone dourado – marcando o último disco da lenda do jazz antes de seu falecimento.
Em 2024, ela também lançou um álbum de covers de jazz e duas músicas originais intitulado ‘Harlequin’, que funcionou como um projeto-irmão do filme ‘Coringa: Delírio a Dois’. Além disso, uniu-se a Bruno Mars para uma das canções mais bem-sucedidas e aclamadas do ano, “Die With a Smile”.
Considerada uma das maiores artistas da história, Gaga já conquistou inúmeros prêmios ao longo de sua carreira, incluindo 14 Grammys, 1 Oscar, 2 Globos de Ouro, 2 Critics Choice Awards e 1 BAFTA. Ela também é uma das musicistas mais bem-sucedidas da indústria, tendo vendido 110 milhões de álbuns, 175 bilhões de streamings e 758 milhões de unidades ao redor do mundo.
Os próximos episódios ainda vão contar com uma mudança, com o produtor executivo Dave Erickson assumindo a função como o único showrunner. Ele também é o responsável por conduzir outra série de Sheridan, ‘Mayor of Kingstown‘, e recentemente fechou um acordo de vários anos com a MTV Entertainment Studios.
Após 25 anos na prisão, o mafioso Dwight “The General” Manfredi (Stallone) é libertado e exilado por seu chefe para a cidade de Tulsa. Percebendo que sua família mafiosa pode não ter seus melhores interesses em mente, Dwight lentamente cria uma “equipe” com um grupo de pessoas improváveis, para ajudá-lo a estabelecer um novo império do crime.
Foram revelados hoje (7) os indicados ao Actor Awards 2026, um dos principais termômetros para o Oscar e uma das premiações mais cobiçadas do ano – que, até o ano passado, era conhecido como Screen Actor Guild Awards.
Janelle James, de ‘Abbott Elementary’, e Connor Storrie, de ‘Heated Rivalry’, fizeram o anúncio, que teve início às 15h (horário de Brasília). Um total de 15 categorias — seis em cinema e nove em televisão — estão em disputa no Actors Awards, com os vencedores sendo anunciados em uma cerimônia no domingo, 1º de março, que será transmitida ao vivo pela Netflix.
Harrison Ford receberá o Prêmio SAG-AFTRA de Conjunto da Obra, a maior honraria do sindicato, que reconhece a carreira e as realizações humanitárias, durante a cerimônia.
Na disputa de Melhor Ator em Filme, Timothée Chalamet, estrela de ‘Marty Supreme’, concorre novamente após ter vencido o prêmio do SAG no ano passado por sua atuação como Bob Dylan em ‘Um Completo Desconhecido. Ele enfrentará Leonardo DiCaprio por ‘Uma Batalha Após a Outra’, Ethan Hawke por ‘Blue Moon’, Michael B. Jordan por ‘Pecadores’ e Jesse Plemons por ‘Bugonia’.
Já na categoria de Melhor Atriz em Filme, Jessie Buckley (‘Hamnet’), Rose Byrne (‘Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria’), Kate Hudson (‘Song Sung Blue’), Chase Infinity (‘Uma Batalha Após a Outra’) e Emma Stone (‘Bugonia’) competem pela estatueta.
Conifra a lista completa de indicados:
Melhor Elenco em Filme Frankenstein Hamnet Marty Supreme Uma Batalha Após a Outra Pecadores
Melhor Ator em Filme Timothée Chalament, Marty Supreme
Leonardo DiCaprio, Uma Batalha Após a Outra
Ethan Hawke, Blue Moon
Michael B. Jordan, Pecadores
Jesse Plemons, Bugonia
Melhor Atriz em Filme Jessie Buckley, Hamnet
Rose Byrne, Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
Kate Hudson, Song Sung Blue
Chase Infiniti, Uma Batalha Após a Outra
Emma Stone, Bugonia
Melhor Ator Coadjuvante em Filme
Miles Caton, Pecadores
Benicio Del Toro, Uma Batalha Após a Outra
Jacob Elordi, Frankenstein
Paul Mescal, Hamnet
Sean Penn, Uma Batalha Após a Outra
Melhor Atriz Coadjuvante em Filme
Odessa A’Zion, Marty Supreme
Ariana Grande, Wicked: Parte II
Amy Madigan, A Hora do Mal
Wunmi Mosaku, Pecadores
Teyana Taylor, Uma Batalha Após a Outra
Melhor Elenco em Série de Comédia Abbott Elementary O Urso Hacks Only Murders in the Building O Estúdio
Melhor Atriz em Série de Comédia
Kathryn Hahn, O Estúdio
Catherine O’Hara, O Estúdio
Jenna Ortega, Wandinha
Jean Smart, Hacks
Kristen Wiig, Palm Royale
Melhor Ator em Série de Comédia
Ike Barinholtz, O Estúdio
Adam Brody, Ninguém Quer
Ted Danson, Um Espião Infiltrado
Seth Rogen, O Estúdio
Martin Short, Only Murders in the Building
Melhor Elenco em Série de Drama A Diplomata Landman The Pitt Ruptura The White Lotus
Melhor Ator em Série de Drama
Sterling K. Brown, Paradise
Billy Crudup, The Morning Show
Walton Goggins, The White Lotus
Gary Oldman, Slow Horses
Noah Wyle, The Pitt
Melhor Atriz em Série de Drama
Britt Lower, Ruptura
Parker Posey, The White Lotus
Keri Russell, A Diplomata
Rhea Seehorn, Pluribus
Aimee Lou Wood, The White Lotus
Melhor Atriz em Minissérie ou Filme para a Televisão
Claire Danes, O Monstro em Mim
Erin Doherty, Adolescência
Sarah Snook, All Her Fault
Christine Tremarco, Adolescência
Michelle Williams, Morrendo por Sexo
Melhor Ator em Minissérie ou Filme para a Televisão
Jason Bateman, Black Rabbit
Owen Cooper, Adolescência
Stephen Graham, Adolescência
Charlie Hunnam, Monstro: A História de Ed Gein
Matthew Rhys, O Monstro em Mim
Melhor Elenco de Dublês em Filme F1 Frankenstein Missão: Impossível – O Acerto Final Uma Batalha Após a Outra Pecadores
Melhor Elenco de Dublês em Série – Drama ou Comédia Andor Landman The Last of Us Round 6 Stranger Things
Segundo o Deadline, a Amazon MGM Studios está desenvolvendo uma série sequência do elogiado drama psicológico ‘A Namorada Ideal’, que estreou no Prime Video no ano passado.
Com poucas informações reveladas, sabe-se que o spin-off funcionará como uma história independente, com novos personagens baseados em temas sobre masculinidade.
Baseada no romance best-seller homônimo de Michelle Frances, a trama acompanha Cherry (Olivia Cooke), uma corretora de imóveis em busca de dias melhores para sua vida repleta de limitações. Ao conhecer Danny (Laurie Davidson), um médico recém-formado e filho único de uma família rica, a felicidade parece bater novamente em sua porta. A questão é que a mãe do novo amor, Laura (Robin Wright) – uma elegante dona de galerias de arte -, começa a desconfiar dela, levando essa história para uma série de conflitos brutais.
Sob dois pontos de vistas distintos – um de cada protagonista -, a narrativa ganha ritmo e amplia debates também por meio de um preciso jogo de câmeras, em que um mesmo assunto entra em contradição, dependendo do olhar. Essa combinação de elementos se soma a uma linguagem visual marcada por cores que potencializam o campo das emoções, bem conduzidos e espalhadas nos espaços onde os choques acontecem.
De acordo com o We Got This Covered, a Disney está planejando um reboot para a franquia ‘Alien‘, com produção de Ridley Scott.
A intenção do estúdio é atrair o público resgatando a mitologia da franquia, que se perdeu em ‘Prometheus’ e ‘Alien: Covenant’.
Maiores detalhes não foram divulgados e nada foi confirmado oficialmente.
Considerando o sucesso dos primeiros filmes entre os fãs, não é surpresa que aDisney queira embarcar na ideia após adquirir os direitos da franquia, antes sob domínio da Fox.
‘Alien – O Oitavo Passageiro’ foi dirigido por Scott e escrito por Dan O’Bannon, e teve estreia em 20 de agosto de 1979.
A DC Universe divulgou duas imagens inéditas de ‘Stargirl‘, destacando o visual do Hourman (Cameron Gellman) e de uma das versões do Doutor Meia-Noite, que será vivido por Anjelika Washington.
Ambos os trajes são inspirados nos quadrinhos da ‘Liga da Justiça da América’ lançados em 1999 e escritos por Geoff John, que também é o criador da série.
O design dos figurinos foi desenhado por Laura Jean Shannon, responsável pela maioria dos trajes oficiais das séries da DC em parceria com a CW e a Warner bros.
Confira, junto com o novo trailer da adaptação:
Lembrando que a atração estreia em 19 de maio na CW, e um dia antes no catálogo da DC Universe.
A trama contará a história de Courtney Whitmore, uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.
Amy Smart interpretará a mãe da heroína homônima, Barbara. Na trama, ela fará o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).
Após sua despedida como Oliver Queen em ‘Arrow’, Stephen Amell continua trabalhando nas gravações de ‘Heels‘, vindoura série de TV da Starz ambientada no universo das lutas livres.
Em seu perfil do Twitter, o astro assustou alguns fãs ao publicar um vídeo em que aparece encharcado de sangue.
O astro ainda brincou e fingiu estar completamente desnorteado, dizendo:
“Eu realmente não consigo definir o que é, mas parece que foi uma quinta-feira.”
Lembrando queAlexander Ludwig (‘Vikings’) também estrela e vai interpretar um lutador chamado Ace Spades, irmão de Jack, personagem de Amell.
A trama vai explorar o mundo do wrestling independente, em uma temporada composta por oito episódios.
Por enquanto, ainda não há previsão de estreia.
Produzida pela Lionsgate e pela Paramount TV, ‘Heels‘ também conta com Alison Luff, Chris Bauer, Kelli Berglund, Allen Maldonado, e James Harrison.
Confira a sinopse:
“Escrita por Michael Waldron (‘Loki’), a série terá Mike O’Malley como showrunner e vai acompanhar um grupo de homens e mulheres que perseguem seus sonhos no mundo do wrestling. Em uma pequena comunidade da Geórgia, dois irmãos disputam uma chance para continuar com o legado de seu falecido pai. No ringue, há um mocinho e um vilão, personagens difíceis de interpretar e também de serem deixados para trás.”
Alaqua Cox fará sua estreia como atriz na série do ‘Gavião Arqueiro‘, interpretando a heroína Maya Lopez, também conhecida como Echo.
Nos quadrinhos, ela é uma nativa americana com deficiência auditiva, que pode copiar exatamente os movimentos de outras pessoas.
Sua habilidade faz dela uma excelente lutadora e uma dura adversária para qualquer oponente.
Durante uma entrevista para a revista People,Cox explicou como sua vida mudou desde que foi escalada para a série.
“Eu nunca tinha atuado na vida, quer dizer, exceto em uma peça da escola, mas eu era criança. Isso conta? É uma loucura o quanto minha vida já mudou porque eu abandonei a faculdade e estava trabalhando numa fábrica da Amazon.”
Além da deficiência auditiva, Cox também é deficiente física, pois teve a perna direita amputada.
Ao tocar no assunto, ela disse que ficou muito feliz por mostrar que ainda é capaz de fazer qualquer coisa como uma pessoa comum e está animada para ver a reação do público.
“Eu nunca vi um deficiente auditivo e amputado atuando, então estou muito animada para mostrar às pessoas quem eu sou e o que posso fazer. É uma forma de mostrar que todos deveriam ter a oportunidade de fazerem o que querem, apesar das limitações.”
Infelizmente, a estrela não revelou nenhum detalhe sobre a importância de Echo na atração.
Vale lembrar que Cox também vai estrelar sua própria série, que será escrita por Etan Cohen e sua esposa, Emily, que também serão os showrunners e diretores do primeiro episódio.
Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para a produção.
Enquanto isso, a estreia de ‘Gavião Arqueiro‘ está marcada para 24 de novembro, com um episódio duplo.
O Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com ‘Gavião Arqueiro’, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.
Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.
Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.
Depois que a série do ‘Obi-Wan Kenobi‘ chegou ao fim, foi revelado a produção foi idealizada incialmente como uma trilogia de filmes.
No entanto, a ideia foi descartada por conta da péssima de recepção de ‘Solo: Uma História Star Wars’ e deu lugar à série da Disney+.
No último episódio da atração, Kenobi (Ewan McGregor) enfrenta Darth Vader (Hayden Christensen) mais uma vez e sai vitorioso, abandonando seu antigo aprendiz.
Acontece que o filme teria um final completamente diferente, com Vader saindo vitorioso e acreditando que Kenobi estivesse morto.
A informação foi revelada por Stuart Beattie, roteirista contratado para o projeto, na época.
Em entrevista para o The Direct, o cineasta disse que:
“Na minha versão, Vader ele realmente acreditava que Kenobi estava morto depois do confronte entre eles. Para mim, essa seria a razão pela qual ele fica tão surpreso ao descobrir que Kenobi estava vivo em ‘Uma Nova Esperança‘. Há uma cena em que ele diz: ‘Estou sentindo uma presença que não sinto desde…’ Na minha mente, a última vez que eles se encontraram, foi quando Vader achou que tinha matado seu mestre e resolvido suas diferenças de uma vez por todas.”
Ele continuou:
“Escrevi dessa forma porque eu sempre senti que o encontro deles no ‘Episódio IV‘ era algo do tipo: ‘Oh, meu Deus, ele está vivo’. Quero dizer, quando Vader conversa om Tarkin sobre Kenobi, o Moff diz: “Não é possível, ele está morto.” Então eu senti que a única maneira de Vader ter parado de caçar Kenobi era porque ele acreditava que o velho Jedi estava morto.”
Por fim, ele descreveu como seria o duelo entre os icônicos personagens:
“Nesta versão do roteiro, o confronto teria ocorrido em uma estação espacial prestes a desmoronar. Kenobi seria atingido por um golpe de Vader, despencando em meios aos escombros, então eles se separam e o vilão vai embora antes de um grande explosão. Não havia como procurar seu corpo, o que fez Vader entender que ele não sobreviveu, mas foi o que aconteceu. No fim das contas, eu acho que Kenobi é que não queria matar Vader e forjou sua morte para tomar conta de Luke.”
E aí, você acha que esse final se encaixaria melhor com a trilogia original?
Lembrando que todos os episódios de ‘Obi-Wan Kenobi‘ já estão disponíveis na Disney+.
A trama é ambientada 10 anos após os dramáticos eventos de ‘A Vingança dos Sith‘, quando Kenobi se isolou em Tatooine após seu duelo contra Anakin para manter Luke e Leia escondidos de seu pai e do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid).
Confira o trailer:
Além de McGregor e Christensen, Joel Edgertone Bonnie Piesse retornam como Owen e Beru Lars, os tios de Luke Skywalker.
O elenco também conta com O’Shea Jackson Jr (‘Straight Outta Compton’), Rupert Friend (‘Homeland’), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos’) Kumail Nanjiani (‘Eternos’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Simone Kessell (‘Reckoning’) e Benny Safdie (‘Joias Brutas’).
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