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Sony lança box que reúne os últimos cinco filmes do ‘Homem-Aranha’

A Sony Pictures está lançando um box especial, que reúne os cinco últimos filmes do herói ‘Homem-Aranha‘.

O combo, intitulado ‘Spider-Man Legacy Collection 4k Ultra HD‘ trará a primeira trilogia do amigo da vizinhança, dirigida por Sam Raimi, além das duas produções estreladas por Andrew Garfield, intitulada ‘O Espetacular Homem-Aranha‘.

O box virá com 12 cds, segundo o site ComickBook.com, que contará também com a versão do diretor de ‘Homem-Aranha 3‘, trazendo inúmeras cenas extras e um tempo de filme um pouco menor.

O combo ainda trará outros materiais extras desenvolvidos especialmente para esta edição especial, além de arquivos clássicos.

Kirsten Dunst alfineta ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ 

 

 

‘Father of The Year’: David Spade disputa o cargo de melhor pai no trailer da nova comédia da Netflix

A nova comédia original da Netflix, ‘Father of The Year‘, ganhou um novo trailer.

Confira:

Estrelada por David Spade, a produção traz a história de dois homens nada convencionais, que ao descobrirem que seus filhos universitários estão discutindo para saber quem tem o melhor pai, assumem a responsabilidade para si e passam a disputar o almejado cargo. A comédia promete trazer confusões inusitadas e clássicas piadas.

Produzido pela Happy Maddison, a produtora de Adam Sandler, a comédia é o quinto longa do contrato assinado entre o comediante e a Netflix. Recentemente, Spade também estrelou ‘Sam Waxler‘, um dos filmes estabelecidos pela parceria.

O elenco de ‘Father of the Year‘ ainda conta com Bridgit Mendler (‘Nashville‘), Nat Faxon (‘Tammy‘) e Joey Bragg (‘Liv e Maddie‘). A previsão de estreia na Netflix é para o dia 20 de julho.

Vídeo hilário mostra Jessica Chastain fazendo piada após ser mordida por cavalo na rua; Assista!

A atriz Jessica Chastain é conhecida por seu carisma e soube levar uma situação bem constrangedora ao seu favor, rindo de si mesma e de todo o incidente.

Enquanto caminhava pelas ruas, ela acabou sendo rapidamente atacada por um cavalo, enquanto tentava acariciá-lo. Ao invés de ficar irritada, ela transformou tudo numa grande piada, fazendo do vídeo que registra o incidente em uma espécie de meme.

Em pouco tempo o vídeo foi visto mais de 100  mil vezes, recebendo 7,3 mil curtidas, além muitos comentários.

Assista:

 

Rupert Grint defende a comunidade trans após polêmica carta aberta de J.K. Rowling

O astro de ‘Harry Potter‘, Rupert Grint, fez uma declaração categórica em favor da comunidade trans, após a polêmica carta aberta emitida pela autora da saga de livros homônimos, J.K. Rwoling.

Em um comunicado ao The Times, ele defendeu o direito das pessoas trans viverem suas vidas de formas livres e sem julgamentos:

“Eu firmemente me posiciono com a comunidade trans e ecoo os sentimentos expressados por muitos dos meus colegas. Mulheres trans são mulheres. Homens trans são homens. Nós todos deveríamos ter o direito de viver e amar sem julgamento”.

Leia a carta de J.K. Rowling na íntegra:

“Essa não é uma carta fácil de escrever, por razões que logo se mostrarão claras, mas sei que é momento de me explicar acerca de um tema cercado de toxicidade. Eu escrevi isso sem qualquer intenção de acrescentar mais toxicidade.

Para as pessoas que não sabem: em dezembro do ano passado, fiz um tuíte em apoio a Maya Forstater, uma especialista em impostos que havia perdido seu trabalho por postagens ‘transfóbicas’. Ela levou seu caso para um tribunal trabalhista, pedindo para que o juiz julgasse se uma crença filosófica que sexo é determinado pela biologia é protegido pela lei. O Juiz Taylor disse que não.

Meu interesse em temas trans é pré-datado ao caso de Maya por quase dois anos, durante o qual acompanhei os debates sobre conceitos de identidade de gênero de perto. Conheci pessoas trans, li vários livros, blogs, artigos de pessoas trans, especialistas de gênero, pessoas interssexuais, psicólogos, especialistas, trabalhadores sociais e doutores, e segui o discurso online e em mídia tradicional. Em certo nível, meu interesse nesse tema tem sido profissional, pois estou escrevendo uma série criminal, ambientada nos dias de hoje, e minha detetive protagonista é de uma idade que se interessa e que é afetada por isso; mas em um nível pessoal também, como irei explicar.

Durante todo o tempo que vim pesquisando e aprendendo, acusações e ameaças de ativistas trans começaram a aparecer em meu Twitter. Tudo isso foi engatilhado por uma ‘curtida’. Quando comecei a me interessar em identidade de gênero e discussões transgêneras, comecei a tirar fotos de comentários que me interessavam, como modo de me lembrar o que deveria pesquisar mais tarde. Em uma ocasião, eu, sem percebi, apertei o botão de ‘curtir’ em vez de tirar uma foto. Aquela única ‘curtida’ foi evidência de pensamentos errôneos e um persistente baixo nível de assédio começou.

Meses depois, eu aumentei meu crime ao seguir Magdalen Burns no Twitter. Madgalen foi uma jovem e corajosa feminista e lésbica que estava morrendo em virtude de um tumor cerebral. Eu a segui porque gostaria de entrar em contato com ela diretamente, o que consegui. Entretanto, visto que Magdalen foi uma grande credora da importância do sexo biológico e não acreditava que lésbicas deveriam ser chamadas de fanáticas por não namorarem mulheres trans com pênis, os pontos se juntaram nas cabeças das ativistas trans, e o nível de abuso social aumentou.

Eu menciono tudo isso apenas para explicar que eu sabia perfeitamente o que iria acontecer quando eu apoiei Maya. Eu deveria estar no meu quarto ou quinto cancelamento na época. Eu esperava as ameaças de violência, que me diriam que eu ‘estava literalmente matando pessoas trans com meu ódio’, de ser chamada de vadia e, é claro, por meus livros serem chamados, apesar de um homem particularmente abusivo me disse que iria compostá-los.

O que eu não esperava, nas consequências do meu cancelamento, era uma avalanche de e-mails e cartas que choveram em mim, a maioria das respostas positivas, agradecidas e apoiadoras. Eles vieram de uma seção de pessoas gentis, empáticas e inteligentes, algumas trabalhando em campos que lidavam com disforia de gênero e pessoas trans, com preocupações profundas sobre o modo que os conceitos sociopolíticos estão influenciando a política, as práticas médicas e salvaguardas. Eles estão preocupados sobre os perigos para as pessoas jovens, gays e sobre a erosão de direitos de mulheres e garotas. Acima de tudo, estão preocupados sobre um clima de medo que não fará bem a ninguém – principalmente a juventude trans.

Eu havia me afastado do Twitter por vários meses tanto antes quanto depois de tweetar em apoio a Maya, porque eu sabia que não estava fazendo bem para minha saúde mental. Eu apenas retornei, porque queria compartilhar um livro infantil gratuito durante a pandemia. Imediatamente, ativistas que claramente acreditam ser bons, progressistas e gentis, assolaram minha timeline, acreditando no direito de policiar meu discurso, me acusar de ódio, me chamar de misoginia, me insultar e, acima de tudo – como qualquer mulher envolvida nesse debate saberá -, de TERF.

Se você não sabia – e por que deveria? -, ‘TERF’ é um acrônimo criado por ativistas trans que significa Feministas Radicais Trans-Excludentes. Na prática, uma seção considerável e diversa de mulheres estava sendo chamada de TERFs e a grande maioria nunca nem foram feministas radicais. Exemplos das chamadas TERFs variam da mãe de um jovem gay que estava com medo de que seu filho quisesse fazer a transição para escapar do preconceito homofóbico, para uma idosa histérica anti-feminista que jurou nunca mais voltar ao Marks & Spencer porque estavam permitindo que qualquer homem que se identificava como mulher entrar no provador feminino. Ironicamente, feministas radicais nem ao menos são trans-excludentes – elas incluem homens trans em seu feminismo, porque nasceram mulheres.

Mas essas acusações foram o bastante para intimidar muitas pessoas, instituições e organizações que outrora admirava, que se acovardaram ante a táticas infantiloides. ‘Eles irão nos chamar de transfóbicos!’. ‘Eles irão dizer que eu odeio pessoas trans!’. E depois, vão dizer que têm pulgas? Falando como uma mulher biológica, várias pessoas em posições de poder realmente precisam criar coragem”. [aqui, Rowling faz uma piada de mal gosto com a expressão “grow a pair”, dizendo que “é algo literalmente possível, de acordo com as pessoas que dizem que peixes-palhaço provam que humanos não são uma espécie dismórfica”.]

“Então por que estou fazendo isso? Por que falar? Por que não fazer minha pesquisa quietamente e manter minha cabeça abaixada?

Bom, eu tenho cinco razões em ficar preocupada com esse novo ativismo trans, e decidi que preciso falar.

Primeiramente, eu tenho um fundo de caridade focado em aliviar de privações sociais na Escócia, com ênfase em particular em mulheres e crianças. Dentre outras coisas, meu fundo apoia projetos para prisioneiras e para sobreviventes de abusos sexual e doméstico. Eu também financio pesquisas médicas sobre esclerose múltipla que se comporta de maneiras diferentes em homens e mulheres. Ficou claro para mim, há algum tempo, que o novo ativismo trans está tendo (ou deve ter, se todas as demandas forem atendidas) um impacto em várias das causas que apoio, porque está forçando uma erosão da definição legal de sexo e substituindo-o por gênero.

A segunda razão é que sou uma ex-professora e a fundadora de uma caridade para crianças, o que me dá interesse tanto em educação quanto em segurança. Assim como vários, eu tenho preocupações sobre os efeitos do movimento trans em ambos.

A terceira é que, por mais que seja uma autora banida, estou interessada em liberdade de expressão e tenho defendendo-a publicamente, mesmo no tocante a Donald Trump.

A quarta é onde as coisas começam a ficar pessoais. Estou preocupada sobre essa gigantesca explosão em mulheres jovens que querem fazer a transição e também sobre os números crescentes daqueles que des-transicionam (retornam para seu sexo original), porque se arrependem de ter feito algo que, em alguns casos, alteraram seus corpos irrevogavelmente, e tirado sua fertilidade. Alguns dizem que eles decidem transicionar depois de perceberem que têm atração pelo mesmo sexo, e que transicionar é parte movida pela homofobia, seja pela sociedade ou pela família.

A maioria das pessoas provavelmente não estão cientes – eu certamente não estava, até começar a pesquisar sobre isso – que, dez anos atrás, a maioria das pessoas querendo transicionar para o sexo oposto eram homens. A taxa agora foi revertida. O Reino Unido teve um aumento de 4400% de garotas desejando fazer o tratamento. Garotas autistas são fortemente representadas nesses números.

O mesmo fenômeno foi visto nos Estados Unidos. Em 2018, a pesquisadora e médica Lisa Littman foi explorar mais sobre isso. Numa entrevista, ela disse:

‘Pais online estavam descrevendo um padrão bastante incomum de identificação transgênera, na qual vários amigos e até mesmo grupos inteiros de amigos se identificavam como transgêneros ao mesmo tempo. Eu estaria errada se não considerasse contágio social e influências como fatores potenciais’.

Littman mencionou o Tumblr, o Reddit, o Instagram e o YouTube como fatores contribuintes para a Rápida Disforia de Gênero, na qual acredita que, no âmbito da identificação transgênera, ‘a juventude veio crescendo particularmente através de câmaras de eco’.

Seu artigo causou um furor. Ela foi acusada de viés ideológico e de espalhar informações falsas sobre pessoas transgênero, sujeita a um tsunami de abusos e uma campanha para descreditar tanto ela quanto seu trabalho. A revista tirou o artigo da internet e o reviu antes de republicá-o. Entretanto, sua carreira teve uma queda similar à sofrida por Maya Forstater. Lisa Littman ousou desafiar um dos pilares do ativismo trans, que é a concepção de identidade de gênero como inata, assim como a orientação sexual. Ninguém, os ativistas insistiram, poderia ser persuadido em ser trans. 

O argumento de vários ativistas trans é que, se você não deixar um adolescente com disforia de gênero transicionar, eles irão se matar. Em um artigo explicando o motivo de ter saído de Tavistock (clínica de gênero na Inglaterra), o psiquiatra Marcus Evans declarou que a ideia de crianças se matando caso não pudessem transicionar, não se ‘alinham substancialmente com quaisquer dados ou estudos na área. Nem mesmo se alinham com os casos que encontrei ao longo de décadas como psicoterapeuta’.

Os escritos de um jovem homem trans revelam um grupo de pessoas notavelmente sensíveis e sagazes. Quanto mais lia sobre suas declarações acerca de disforia de gênero, com descrições sobre ansiedade, dissociação, transtornos alimentarem, automutilação e ódio, mais me perguntava se, caso eu nascesse trinta anos mais tarde, eu também iria transicionar. A tentação de escapar da feminilidade seria grande. Eu lidei com um severo TOC quando adolescente. Se eu tivesse encontrado uma comunidade online que não conseguia encontrar em meu ambiente imediato, eu acredito que seria persuadida em me transformar no filho de meu pai que ele abertamente dizia que teria preferido.

Quando leio sobre a teoria de identidade de gênero, me lembro o quão mentalmente sem sexo eu me sentia. Eu lembrava das descrições de Colette sobre ser uma ‘hermafrodita mental’, e as palavras de Simone de Beauvoir: ‘é perfeitamente natural para a mulher do futuro se sentir indignada com as limitações impostas sobre seu sexo. A verdadeira questão não é se ela deve rejeitá-los, mas sim entender o motivo de aceitá-los’.

Visto que não tinha uma possibilidade realística de me tornar homem nos anos 1980, foram os livros e a música que me ajudaram a lidar com problemas de saúde mental e escrutínio sexual e julgamento que coloca várias garotas contra seus corpos quando adolescentes. Felizmente, para mim, encontrei meu próprio senso de alteridade, e minha ambivalência sobre ser uma mulher, refletida no trabalho de escritoras mulheres e musicistas que me garantiram que, apesar de tudo o que um mundo sexista tenta falar sobre o corpo feminino, não há problema em não se sentir compatível dentro de sua cabeça; não há problema em se sentir confusa, na escuridão, sexual ou não-sexualmente incerta de quem ou do que você é.

Eu quero ser bastante clara aqui: sei que transicionar será uma solução para alguns casos de disforia de gênero, ainda que eu esteja clara, através de uma extensa pesquisa, que estudos mostraram consistentemente que entre 60% e 90% de adolescentes com disforia de gênero irão crescer fora de sua disforia. De novo, me pediram para ‘apenas conhecer algumas pessoas trans’. Eu fiz isso: além de conhecer vários jovens, todos adoráveis, conheço uma mulher que se descreve como transsexual que é mas velha que eu e maravilhosa. Apesar de ser aberta sobre seu passado como um homem gay, eu sempre achei difícil pensar como ela como qualquer pessoa além de uma mulher, e acredito (e espero) que ela esteja feliz por ter transicionado. Ser mais velha, entretanto, a fez passar por um processo longo e rigoroso de avaliação, psicoterapia e transformação por etapas. A explosão atual do ativismo trans está urgindo por uma remoção de quase todos os sistemas robustos, através dos quais os candidatos a reatribuição de gênero devem passar. Um homem que não pretende passar por cirurgia e não tomar hormônios pode garantir a si mesmo um Certificado de Reconhecimento de Gênero e ser uma mulher respaldada pela lei. Muitas pessoas não têm ciência disso.

Estamos vivendo no período mais misógino que já presenciei. Nos anos 1980, eu imaginava que minhas filhas futuras caso eu tivesse alguma, teriam muito mais do que eu tive, mas entre o backlash feminista e uma cultura saturada de pornografia, acredito que as coisas ficaram piores. Nunca vi uma mulher denegrida e desumanizada como vejo hoje. Do líder de um mundo livre com uma triste história de assédio sexual e seu orgulho em dizer ‘pegá-las pela vagina’, até o movimento dos celibatários involuntários que se volta contra as mulheres que não vão transar com eles, para as ativistas trans que declaram que TERFs merecem apanhar e serem re-educadas, homens nesse espectro político parecem concordar: mulheres estão pedindo por problemas. Em todo lugar, mulheres estão sendo mandadas para calar a boca e sentar.

Eu li todos os argumentos sobre feminilidade não residir no corpo sexual, e as asserções que mulheres biológicas não têm experiências comuns, e eu os vejo, também, como profundamente misóginos e retrógrados. É claro também que um dos objetivos de negar a importância do sexo é erodir que o que alguns parecem enxergar como uma ideia segregacionista e cruel de que as mulheres têm suas próprias realidades biológicas ou – ameaçador do mesmo jeito – realidade unificadoras que as transformam em uma classe política coesa. As centenas de e-mails que recebi nos últimos dias prova que essa erosão preocupa vários outros. Não é o bastante para mulheres serem aliadas ao movimento trans. Mulheres devem aceitar e admitir que não há diferenças entre elas e as mulheres trans.

Mas várias mulheres me disseram antes que ‘mulher’ não é uma fantasia. ‘Mulher’ não é uma ideia na mente de um homem. ‘Mulher’ não é um cérebro cor de rosa, um receptáculo de Jimmy Choos ou qualquer das outras ideias sexistas que agora são ditas como progressistas. Além disso, a linguagem ‘inclusiva’ que chama as mulheres de ‘menstruadoras’ e ‘pessoas com vulvas’ diminui e desumaniza tantas mulheres do mesmo modo. Eu entendo o motivo das ativistas trans considerarem essa linguagem apropriada e gentil, mas para nós que fomos humilhadas por homens violentos, não é neutro, é hostil e alienável.

O que me traz para a quinta razão pela qual estou profundamente preocupada com as consequências do atual ativismo trans.

Estive no olho público por quase vinte anos e nunca falei publicamente sobre ser abusada doméstica e sexualmente. Não é por que tenho vergonha do que aconteceu a mim, mas sim porque é traumático revisitar e relembrar. Eu também me sinto protetora sobe minha filha do primeiro casamento. Não queria custódia completa de uma história que pertence a ela, também. Entretanto, um tempo atrás, eu a perguntei como ela se sentiria caso fosse a público falar sobre essa parte da minha vida, e ela me encorajou a seguir em frente.

Estou mencionando essas coisas agora não numa tentativa de gerar empatia, mas sim de solidariedade quanto ao número gigante de mulheres que têm histórias como a minha, que foram chamadas de intolerantes por tem preocupações sobre espaços de um sexo apenas.

Eu consegui escapar do meu primeiro casamento violento com certa dificuldade, mas agora estou casa com um homem bom e com princípios, segura e protegida de modos que não imaginava nem em um milhão de anos. Entretanto, as cicatrizes deixadas pela violência e pelo abuso sexual não desaparecem, não importa o quão amada você seja, e não importa o quanto de dinheiro você tenha. Meu nervosismo perene é uma piada familiar – e até eu sei que é engraçada -, mas rezo que minhas filhas nunca tenham as mesmas razões que tenho de odiar barulhos altos, ou ser surpreendida por pessoas atrás de mim.

Se você pudesse entrar em minha cabeça e compreender o que eu sinto quando leio sobre uma mulher trans morrendo nas mãos de um homem violento, encontraria solidariedade e afinidade. Eu tive uma sensação visceral do terror pelo qual essas mulheres trans passaram os últimos segundos na Terra, porque tive momentos do mais puro e cego medo, quando percebi que a única coisa me mantendo viva era a hesitação do meu agressor.

Acredito que a maioria das pessoas que se identificam como trans não apenas representem zero ameaça para outros, mas são vulneráveis pelos motivos que escrevi. Pessoas trans precisam e merecem proteção. Como as mulheres, são mais suscetíveis a serem assassinada por parceiros sexuais. Mulheres trans que trabalham na indústria do sexo, particularmente mulheres trans de cor, são um risco em particular. Assim como qualquer outro sobrevivente de abuso doméstico e sexual que conheço, sinto empatia e solidariedade com mulheres trans que foram abusadas por homens.

Então, eu quero que as mulheres trans sejam protegidas. Do mesmo modo, não quero que garotas e mulheres [cisgênero] fiquem menos seguras. Quando você abre as portas dos banheiros e provadores para qualquer homem que acredita ou que se sente como uma mulher – como eu disse, certificados de confirmação de gênero podem ser entregues sem qualquer necessidade de cirurgia ou hormônios -, então você abre as portas para qualquer homem que queira entrar. É a mais pura verdade.

No sábado de manhã, li que o governo escocês está seguindo em frente com seus controversos planos de reconhecimento de gênero, que irão, no geral, significar que tudo do que um homem precisa para ‘se tornar uma mulher’ é dizer que é uma. Para usar uma palavra bastante contemporânea, fui ‘engatilhada’. Presa por ataques impiedosos de ativistas trans nas redes sociais, quando estava apenas tentando dar um feedback para as crianças sobre as imagens que fizeram para meu livro durante a quarentena, eu passei a manhã do sábado em um lugar bastante conturbado na minha cabeça, conforme memórias sobre abusos sexuais que sofri em meus vinte e poucos anos voltavam constantemente. O abuso aconteceu em um lugar e em uma época de pura vulnerabilidade, e um homem se aproveitou da oportunidade. Não consegui me livrar dessas memórias e vi o quão difícil era conter minha raiva e decepção acerca do modo que meu governo está brincando com a segurança das mulheres e das garotas.

Na noite de sábado, olhando as imagens das crianças antes de ir para a cama, esqueci a primeira regra do Twitter – nunca, nunca esperar uma conversa com nuances – e reagi acerca do que senti ser uma linguagem degradante sobre as mulheres. Falei sobre a importância do sexo, e venho pagando o preço desde então. Eu fui transfóbica, fui uma puta, fui uma vadia, uma TERF, eu mereci ser cancelada, apanhar e morrer. ‘Você o próprio Voldemort’, disse uma pessoa, claramente sentindo que essa seria a única linguagem que entenderia.

Seria muito mais fácil tuitar as hashtags aprovadas – porque é claro que os direitos trans são direitos humanos e é claro que vidas trans importam. Há felicidade, alívio e segurança na conformidade. Como Simone de Beauvoir também escreveu, ‘… sem dúvida é mais confortável aguentar uma servidão cega do que trabalhar para a libertação de alguém; os mortos, também, são bem melhor vestidos na Terra do que os vivos’.

Números exorbitantes de mulheres são justificavelmente aterrorizadas pelos ativistas trans; sei disso, porque várias entraram em contato comigo para contar suas histórias. Elas estão com medo de doxxing, de perder seus empregos e meios de subsistência e da violência.

Mas infinitamente desagradável que seja esse alvejamento sobre mim, eu me recuso a abaixar a cabeça para um movimento que acredito que está causando demonstráveis ações para erodir ‘mulher’ como uma classe política e biológica, e oferecendo refúgio para predadores como alguns antes disso. Eu me coloco ao lado de homens e mulheres, gays, héteros e trans, que estão unidos pela liberdade de expressão e pensamento, e pelos direitos e pela segurança dos mais vulneráveis em nossa sociedade: jovens gays, adolescentes frágeis e mulheres que se respaldam em seus espaços de sexo. Votações mostram que essas mulheres são a grande maioria, e excluir apenas os privilegiados e sortudos de nunca terem enfrentando violência sexual dos homens, e que nunca se importaram em se reeducar o quão prevalente é.

A única coisa que me dá esperança é que as mulheres que podem protestar e se organizar estão fazendo isso, e elas têm alguns homens decentes e pessoas trans ao lado delas. Partidos políticos que tentam acalmar as vozes mais altas nesse debate estão ignorando as preocupações das mulheres sobre seus riscos. No Reino Unido, mulheres estão se unindo de lados opostos da mesma moeda, preocupadas sobre a erosão de seus direitos e a intimidação generalizada. Nenhuma das mulheres com as quais conversei odeia pessoas trans; pelo contrário. Muitas delas começaram a se interessar nesses temas por causa da juventude trans, e são bastante compreensivas acerca de adultos trans que querem apenas viver suas vidas, mas estão enfrentando backlash de um tipo de ativismo com o qual não concordam. A ironia suprema é que a tentativa de silenciar as mulheres com a palavra ‘TERF’ podem ter levado mais mulheres jovens em direção ao feminismo radical do que o movimento viu nas últimas décadas.

A última coisa que queria dizer é essa. Eu não escrevi esse artigo na esperança de que alguém toque um violino para mim, nem mesmo um pequenininho. Sou extraordinariamente afortunada; sou uma sobrevivente, certamente não uma vitima. Mencionei meu passado apenas porque, assim com qualquer outro ser humano no planeta, tenho uma história completa, que molda meus medos, meus interesses e minhas opiniões. Nunca esqueço a complexidade interior quando crio um personagem ficcional e eu certamente nunca esquecerei quando falamos de pessoas trans.

Tudo o que peço – tudo o que quero – é uma empatia similar, um entendimento similar, que seja expandido para as milhões de mulheres cujo único crime foi querer que suas preocupações fossem ouvidas, sem receber ameaças e abusos”.

Através do site The Trevor Project, que representa uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de informar e prevenir o suicídio entre jovens LGBTs, o ator Daniel Radcliffe rebateu os comentários transfóbicos que Rowling fez no Twitter, ressaltando a importância de defender e apoiar a comunidade trans.

“Eu percebi que certos portais de notícias provavelmente irão querer indicar uma briga entre eu e a J.K. Rowling, mas esse não é o caso e nem é importante no momento. Enquanto ela é responsável pelos rumos que a minha vida tomou, eu, que tenho sido honrado em trabalhar com o Projeto Trevor na última década, sinto que devo dizer algo. Mulheres transgênero são mulheres. Qualquer declaração contrária a isso apaga a identidade e dignidade das pessoas trans e vai contra o indicado pelos profissionais da saúde que têm muito mais domínio no assunto do que eu e a J.K. Rowling. De acordo com o The Trevor Project, 78% de pessoas transgêneros e não-binárias são discriminadas por causa de sua identidade de gênero. Nós precisamos fazer mais para apoiar essas pessoas, não invalidar suas identidades e não causar mais mal a elas.”

Essa não é a primeira vez que Rowling se envolve em polêmicas do tipo. E apesar de afirmar que não é contra a liberdade de gênero, ela já admitiu que é leitora de sites anti-trans.

Há alguns anos, ela também foi duramente criticada por compartilhar trechos de entrevistas tentando minimizar a luta da comunidade transgênero.

A atriz Emma Watson, que interpretou Hermione Granger em todos os oito filmes da série ‘Harry Potter‘, veio a publico defender as pessoas trans.

“As pessoas trans são o que dizem ser e merecem viver suas vidas sem serem constantemente questionadas ou informadas de que não são quem dizem ser. Quero que meus seguidores trans saibam que eu e tantas outras pessoas ao redor do mundo te vemos, te respeitamos e te amamos por quem você é.”

 

‘Uma Skatista Radical’: Novo drama indiano já está disponível na Netflix

O drama indiano ‘Uma Skatista Radical‘ já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (11) na grade de programação.

Ambientada em uma vila remota em Rajasthan, na Índia, a trama segue Prerna (Gupta), uma adolescente local vivendo uma vida ligada pela tradição e pelo dever para com seus pais. Mas quando a publicitária Jessica (Maghera) chega à aldeia para saber mais sobre a infância de seu falecido pai, Prerna e as outras crianças locais são apresentadas a uma nova aventura emocionante graças a Jessica e seu velho amigo (Readwin), que cruza a cidade em um skate. As crianças se apaixonam pelo esporte, patinando pela vila, atrapalhando tudo e todos ao seu redor. Determinada pela sua paixão recém-descoberta, Jessica inicia uma batalha difícil para construir um lugar para andar de skate, deixando Prerna com uma escolha difícil entre se conformar com as expectativas da sociedade em relação a ela ou realizar seu sonho de competir no Campeonato Nacional de Skate.

Confira:

Manjari Makijany é responsável pela direção, e escreveu o roteiro ao lado de Vinati Makijany.

O elenco conta com Rachel Saanchita Gupta, Amy Maghera, Shafin Patel e Jonathan Readwin, além de uma participação especial de Waheeda Rehman.

Thriller criminal de Martin Scorsese com Leonardo DiCaprio, The Rock e Emily Blunt será lançado pela 20th Century

O aclamado cineasta Martin Scorsese já está trabalhando em seu novo filme e a 20th Century, divisão da Disney Company, foi confirmada como a responsável por seu lançamento. A novidade foi revelada pelo The Hollywood Reporter.

O thriller criminal, que ainda não possui título oficial, se passará no Havaí e já conta com Leonardo DiCaprio, The Rock e Emily Blunt no elenco principal. O roteiro é assinado pelo jornalista e autor Nick Bilton.

Baseado em uma história real, o longa seguirá os moldes de ‘Goodfellas – Os Bons Companheiros‘ e ‘Os Infiltrados‘ e se concentra em um chefão da máfia que disputa para ter o controle das ilhas havaiamas entre os anos 60 e 70.

Os três atores, o diretor e o roteirista também assumirão o cargo de produtores do projeto, que é fruto da amizade entre Blunt e Dwayne Johnson. O conceito e a ideia do filme se originaram de Blunt e agora Johnson está co-escrevendo um livro sobre o assunto em parceria com Bilton.

A história acompanha um chefão da máfia formidável e carismático, que se levanta para construir o império criminoso mais poderoso das ilhas, travando uma guerra brutal contra corporações do continente e sindicatos rivais, enquanto luta para preservar sua terra ancestral. Sua busca implacável por poder absoluto deu início à última grande saga da máfia americana, onde a guerra pela sobrevivência cultural acontece no mais improvável dos lugares: o paraíso.

Anne Hathaway revela que fingiu felicidade ao ganhar o Oscar; ENTENDA!

A atriz Anne Hathaway levou a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante para casa em 2013, por Os Miseráveis, porém, revelou em entrevista ao The Guardian que precisou fingir que estava feliz ao ouvir seu nome como vencedora do Oscar.

Ao jornal, ela explicou que sentia emocionalmente desgastada pelo papel.

“Eu me senti muito desconfortável naquele dia. Tive que ficar de pé na frente das pessoas e sentir algo que eu não sentia, que é uma felicidade simples. É uma coisa óbvia, você ganha um Oscar e supostamente deve ficar feliz. Eu não me senti assim. Eu me senti mal porque estava em um vestido que custa mais do que algumas pessoas vão ver em sua vida, e ganhei um prêmio por interpretar uma dor que é real para boa parte da nossa experiência coletiva como seres humanos”

 

Atualmente, a atriz está em Oito Mulheres e um Segredo, com lançamento previsto para junho de 2018.

 

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Cartaz chinês mostra mais detalhes do Aranha de Ferro

A Marvel Studios divulgou um novo cartaz internacional de Vingadores: Guerra Infinitaque mostra mais alguns detalhes da nova armadura de Peter Parker (Tom Holland). Confira:

Assista também os novos comerciais do filme:

Chris Pratt, o Senhor das Estrelas, virá ao Brasil para divulgar ‘Vingadores: Guerra Infinita’

Vingadores: Guerra Infinita já quebrou seu primeiro recorde no Brasil. De acordo com informações do site Ingressos.com, em apenas 12 horas de pré-venda, o filme já superou em 25% a produção até então com maior venda antecipada na plataforma, Star Wars: O Despertar da Força, em 2015.

Nos EUA, nas primeiras 72 horas de vendas de ingressos antecipados para Vingadores: Guerra Infinita, o filme já quase triplicou a marca de Pantera Negra, antigo recordista dos filmes de super-heróis.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o primeiro filme gravado inteiramente em IMAX

A estreia acontece dia 26 de Abril.

Filmes dos ‘X-Men’ ainda estão longe de acabar, afirma roteirista

Sabemos que ‘X-Men: Fênix Negra‘ será o último filme produzido pela Fox antes dos mutantes ingressarem ao Marvel Studios e, especulava-se também que fosse o final da história que começou com ‘X-Men’, em 2000.

No entanto, o roteirista Simon Kinbergum dos principais nomes da franquia dos nos cinemas desde X-Men: O Confronto Final, no qual trabalhou como roteirista, contou ao THR que os mutantes não devem se despedir dos cinemas tão cedo, já que agora podem se tornar filmes de diversos gêneros como terror e comédia.

“Espero realmente que nunca acabe. Descobrimos que fazendo filmes mais independentes de uma grande linha narrativa, podemos inserir diferentes gêneros em filmes baseados em quadrinhos. ‘Logan’ foi um faroeste, e ‘Deadpool’ como Monty Python, comédia para maiores. Materiais de gênero já entregaram muito drama e comédias. Se você consegue inserir esses tipos de filmes nesse gênero bem abrangente, então você pode se divertir mais e alongar a vida dessas histórias”

E aí, animados para os futuros filmes dos X-Men?

Segundo novos rumores confirmados por Jeff Sneider, editor-chefe do The Tracking Board, em uma entrevista ao Meet The Movie Press, a personagem que Jessica Chastain interpretará em X-Men: Fênix Negra será bem importante e surpreendente.

Sneider garante que a atriz será Claudine Renko, também conhecida como Srta. Sinistra, a versão feminina do famoso vilão Sr. Sinistro. Nos quadrinhos, Claudine é uma espécie de nova personificação de Nathaniel Essex, e já fez parte até mesmo do Clube do Inferno. Além de possuir os mesmos poderes do Sr. Sinistro, Claudine também tem a rara habilidade de prever o futuro.

Vale ressaltar que tudo ainda se trata de rumores e novas informações oficiais devem sair em breve.

O longa foi adiado para 14 de fevereiro de 2019.

Disney lançará os filmes da Fox nos cinemas, incluindo ‘X-Men: Fênix Negra’ 

O filme é situado em 1992, dez anos após os eventos de X-Men: Apocalipse. Agora, Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult), Tempestade (Alexandra Shipp), Noturno (Kodi Smit-McPhee) e Mercúrio (Evans Peters) são considerados heróis nacionais. Charles Xavier (James McAvoy) consegue a capa da revista Time. Mas esse ego coloca a equipe em risco. Depois de serem despachados para uma missão no espaço, um raio solar atinge o X-Jato e esse aumento de energia desperta uma força maligna em Jean: a Fênix.

 

Dica | ‘A Chegada’ completa oito anos e segue a melhor ficção do século XXI

Nesta semana, fui surpreendido com a informação de que o filme A Chegada completou oito anos de seu lançamento. O longa de Denis Villeneuve é uma obra-prima e provavelmente é a melhor ficção científica do século XXI, mas é também um grande exercício de empatia e particularmente me lembra de um momento muito curioso do Rio de Janeiro.

Em 2016, o Rio foi o centro do mundo com a realização das Olimpíadas. E o grande coração do evento foi o Parque Olímpico, na Barra da Tijuca/ Curicica. Nesse mesmo ano, após a cerimônia de abertura encantar o planeta, e diversos ícones olímpicos desfilarem suas capacidades super-humanas nos estádios e arenas cariocas, o Festival do Rio decidiu aproveitar essa onda de atenção e melhorias no transporte urbano da Barra para levar seus grandes eventos para a Cidade das Artes, que fica no centro do bairro. E o filme de abertura daquele ano foi justamente A Chegada, que vinha sendo muito comentado no exterior, já que diversas críticas apontavam o longa como presença certa no Oscar.

Divulgação/ Prefeitura do Rio

O resultado disso foi uma sessão concorridíssima que, mesmo realizada em uma sala gigantesca, acabou não conseguindo atender a todos os interessados em ver a obra de Villeneuve. No fim das contas, a organização do Festival do Rio entendeu que não dava para se separar do Odeon, na região Central, e a realização do evento voltou para seu lar tradicional pouco tempo depois. Ainda assim, ficou essa marca da sessão abarrotada de gente ávida por assistir a ficção científica do século.

Para quem nunca assistiu, A Chegada é uma adaptação do livro História da sua vida e outros contos, de Ted Chiang. O texto desse conto é primoroso, não por acaso foi adaptado quase na íntegra. A história acompanha um planeta Terra aparentemente comum, cuja vida vira de ponta-cabeça com a chegada de 12 naves alienígenas espalhadas pelo mundo. Elas não fazem absolutamente nada além de ficarem paradas, flutuando numa paz terrível. Contudo, como são gigantescas, os exércitos do mundo convocam tropas para tentar a comunicação ou destruição dos OVNIs.

É interessante reparar como cada nação reage de forma distinta às naves, com alguns exércitos tentando bombardeá-las imediatamente, enquanto outras tentam estudá-las para evitar maiores danos.

Nesse contexto, a Dra. Louise Banks (Amy Adams), uma professora universitária de linguística, é convocada para tentar decifrar o idioma dos alienígenas, fazendo com que ela embarque em uma jornada de empatia, autodescoberta e negociações, já que além de tentar dialogar com os aliens, ela ainda busca meios de intervir nas estratégias militares de destruição. E afinal, qual o objetivo desses alienígenas tão diferentes com o planeta Terra? Destruí-lo ou ensiná-lo?

Ostentando uma fotografia de tirar o fôlego – que trabalhou em grande parte com iluminação natural -, com uma trilha sonora fabulosa, um requinte estético muito interessante e uma construção de universo exemplar, A Chegada é um filme tecnicamente perfeito, mas que cativa, além de tudo, pela humanidade de seus personagens.

É impossível não se prender a essa corrida contra o tempo da Dra. Louise, e também não é possível não se emocionar com sua trajetória de vida, que é contada de forma não-linear. É um daqueles filmes que se você ainda não viu, vai ficar se questionando: “por que não vi isso antes?”. E se já tiver visto, vai poder rever e se encantar novamente pela poesia em forma de filme que Denis Villeneuve construiu e entregou ao mundo.

A Chegada está disponível no Paramount+.

Crítica | Lobisomens – ‘Jumanji’ Francês da Netflix Traz Aventura para Família com Vários Duplo Sentidos

Jumanji’ marcou ao menos duas gerações de cinéfilos no mundo inteiro. A produção estadunidense de 1995 sobre um garoto que desaparece no passado porque foi sugado para dentro de um jogo de tabuleiro e é resgatado anos depois, quando outras crianças entram para o jogo fez grande sucesso – tanto, que ganhou duas continuações para as gerações atuais, dessa vez, estrelada por The Rock. E seu formato também inspirou muitas outras produções que vieram depois, como a mais recente ‘Lobisomens’, novo filme francês de aventura que chegou recentemente à Netflix e pulou direto para o primeiro lugar do Top 10 da plataforma.

Cena medieval com pessoas em vila movimentada.

Jérôme (Franck Dubosc) levou a família para passar as férias de verão na casa de seu pai, Gilbert (Jean Reno, de ‘Meu Amigo Pinguim’), pois este começa a dar sinais de constante esquecimento e perda de memória. Para passar o tempo, Jérôme sugere que sua filha, Clara (Lisa do Couto Texeira), seu enteado Théo (Raphael Romand), sua esposa, Marie (Suzanne Clément) e a sua caçula, Louise (Alizée Caugnies) joguem um jogo de tabuleiro bastante comum na sua família, chamado ‘Lobisomens’, porém, quando deixam o jogo de lado, um grande terremoto faz com que todos eles se teletransportem para o século XV, em plena Idade Média. Agora a pequena família precisa se unir para eliminar os lobisomens do vilarejo para, assim, conseguirem voltar para sua casa de verdade.

Partindo de um mote facilmente identificável para grandes e pequenos espectadores (afinal, viagem no tempo e viagem para dentro de um jogo não são novidades), o grande diferencial do roteiro de François Uzan, Céleste Balin e Hervé Marly é partir desse mote para traçar uma análise crítica da sociedade ocidental como um todo, tanto a do século XV quanto a dos tempos atuais. Mesmo tendendo a fazer parecer que os tempos de hoje são melhores para viver, o roteiro insere reflexões interessantes, como, por exemplo, o fato de as mulheres não terem nenhum direito naquele tempo e viverem como se fossem objetos dos pais, maridos, filhos, ou sobre como as relações interraciais eram inimagináveis naquele tempo, sendo hoje possível pessoas de todas as raças (mas, no caso do filme, uma menina negra) coexistirem – ainda que esse ponto seja debatível.

lobisomens netflix

François Uzan anteriormente dirigiu nada menos que a sérieLupin’, pra própria Netflix, e, para quem assistiu às três temporadas da série, dá para identificar certos aspectos em comum, principalmente com o personagem Théo, que se revela ser um ladrão, mas que, a partir dos objetos roubados, ele na verdade rouba a identidade de seus donos, transformando-se na pessoa. Isso, numa camada superficial, mas há um duplo sentido aqui, uma vez que desde o primeiro momento da apresentação de Théo os personagens o provocam por seu cabelo, dando a entender que ele não sabe a qual gênero pertence – e daí o duplo sentido, uma vez que o personagem sem identidade é justamente aquele que rouba a identidade dos outros.

Com diversas pegadinhas conteudísticas como esta, ‘Lobisomens’ mistura aventura, ação e fantasia numa história para assistir em família após o almoço de domingo. E ainda traz Jean Reno, um dos maiores atores marroquinos, num papel que o espectador mais perspicaz poderá até se emocionar.

Grupo em cenário medieval com vitrais e colunas.

‘Coringa’: Diretor divulga nova imagem do filme

Todd Phillips, diretor do aguardo longa-metragem Coringa, divulgou em seu Instagram uma nova imagem trazendo Joaquin Phoenix como o personagem-título.

Confira:

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

Editing #Joker

Uma publicação compartilhada por Todd Phillips (@toddphillips1) em

Abaixo você confere algumas imagens de bastidores.

A estreia de Coringa será dia 3 de outubro de 2019.

A trama deve explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease. Ou seja, é muito provável que o filme seja para maiores de idade.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.

“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.

Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

‘Mrs. Fletcher’: Minissérie estrelada por Kathryn Hahn ganha novo teaser; Assista!

Mrs. Fletcher, nova minissérie de comédia da HBO, ganhou mais um teaser oficial.

Confira:

O show é estrelado por Kathryn Hahn como a personagem-titular e é baseado no romance homônimo de Tom Perrotta.

Eve Fletcher (Hahn) é uma mãe solteira de quarenta anos que trabalha como diretor executiva de um centro de idosos e que se vê sozinha em sua casa depois de seu filho entrar na faculdade. Enquanto isso, Brendan Fletcher (Jackson White) descobre que a vida é mais complicada do que imaginou e luta para fazer conexões com seus colegas de turma mais politizados e mais populares. Mãe e filho se veem sozinhos pela primeira vez numa série ácida que navega pelos temas de maternidade, sexualidade, amor e identidade em um momento cultural nos quais as atitudes acerca de gênero e sexo evoluem rapidamente.

Owen TeagueKatie KershawDomenick LombardozziCameron BoyceJen RichardsCasey Wilson completam o elenco.

Nicole Holofcener comanda o projeto a partir do roteiro assinado por Perrotta.

Mrs. Fletcher estreou ontem, 27 de outubro.

‘Guardiões da Galáxia’: James Gunn divulga mixtape oficial de Meredith Quill; Ouça!

Em seu Instagram oficial, o diretor James Gunn anunciou que adicionou à sua conta do Spotifymixtape oficial de Meredith Quill (Laura Haddock), mãe de Peter (Chris Pratt). Para aqueles que não se recordam, a trilha sonora que acompanha os personagens são de grande importância para os arcos narrativos.

Dentre os artistas incluídos na playlist, temos Stevie WonderHall & OatesPaul Simon. Você pode conferir a lista completa clicando aqui.

Em uma recente publicação da Film Updates, a popstar Lady Gaga foi mencionada como possível integrante de ‘Guardiões da Galáxia Vol 3′ como Lylla, o interesse amoroso de Rocket.

Lady Gaga está sendo cotada para o papel de Lylla, o interesse amoroso de Rocket, em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘. Isso marcaria um reencontro entre Gaga e Bradley Cooper, intérprete de Rocket, após sua atuação conjunta em ‘Nasce uma Estrela‘”

Para quem não conhece, Lylla foi criada em 1982 como uma lontra senciente e herdeira de uma fábrica de brinquedos. Ela conhece Rocket no meio da grande ‘Guerra dos Brinquedos‘, sim, é exatamente o que parece.

É claro que sua origem pode ser alterada no MCU, caso seja confirmada sua introdução, mas já sabemos que James Gunn não é do tipo que se esquiva de elementos fantásticos em suas adaptações.

Especula-se que o filme chegará aos cinemas em 2023.

Stephen Schwartz, compositor de ‘Wicked’, vai ganhar documentário especial

Segundo a Variety, o icônico maestro, compositor e liricista Stephen Schwartz, nome por trás de peças como PippinWicked, será homenageado com um novo documentário sobre sua vida dirigido por John Scheinfeld.

Intitulado ‘Defying Gravity: From Godspell to Wicked, A Musical Journey’, a produção do longa-metragem começa em 2021 e vai trazer para as telonas os altos e os baixos da carreira de Schwartz.

Scheinfeld não é estranho à indústria musical, tendo dirigido ‘Chasing Trane’‘The U.S. vs. John Lennon’.

Schwartz, por sua vez, é um dos nomes mais prolíficos da indústria do entretenimento e ficou a encargo de números musicais e cinematográficos extremamente conhecidos – incluindo Colors of the Wind”, “Day by Day” e Corner of the Sky”. Ele também é conhecido pela peça ‘Godspell’ e pelas animações PocahontasO Príncipe do Egito. Schwartz já levou para casa o Oscar, o Tony e o Grammy.

Spencer Proffer, Corey BrynishRussell Miller irão produzir o filme. Scheinfeld também fica a encargo do roteiro.

‘Boss Level’: Frank Grillo quebra tudo no novo trailer do thriller sci-fi; Confira!

Boss Level, thriller sci-fi estrelado por Frank Grillo, ganhou um novo trailer oficial recheado de ação.

Confira:

O filme é dirigido por Joe Carnahan.

Preso em um looping temporal que constantemente repete o dia de seu assassinato, o ex-agente das forças especiais Roy Pulver descobre pistar sobre um projeto secreto do governo que poderia desvendar o mistério sobre sua imparável morte. Em uma corrida contra o relógio, Pulver deve caçar o Coronel Ventor, chefe do programa em questão, enquanto foge de assassinos treinados e impiedosos que querem mantê-lo longe da verdade.

Mel GibsonNaomi WattsMichelle YeohAnnabelle WallisKen JeongRob Gronskowski completam o elenco.

Boss Level estreia dia 05 de março no Hulu.

‘Mulan’, clássica animação da Disney, completa 23 anos; Veja curiosidades sobre o filme!

No último dia 05 de junho, a lendária atriz Ming-Na Wen nos lembrou que, há 23 anos, a clássica animação Mulan fazia sua estreia oficial nos cinemas estadunidenses antes de conquistar o restante do mundo.

A narrativa é centrada em Fa Mulan, filha do ex-guerreiro Fa Zhou, que se mascara como homem para impedir que o pai seja chamado novamente para integrar o exército chinês. Tornando-se a primeira princesa asiática da Casa Mouse, o filme foi lançado durante a Renascença Disney e ganhou aclame pela crítica especializada, conquistando inúmeros prêmios, incluindo a estatueta de Melhor Filme Animado no Annie Awards e uma indicação ao Oscar de Melhor Animação.

O sucesso crítico e comercial transformou a obra em um dos títulos mais singelos e emocionantes do império cinemático, trazendo temas como família, identidade e gênero para as telonas, além de ter sido elogiada pela competência do estilo artístico.

Para celebrar o aniversário e o legado da produção – que inclusive deu origem a um live-action dirigido por Niki Caro no ano passado -, o CinePOP separou uma lista com dez curiosidades sobre o longa.

Confira abaixo:

A ARTE IMITA A VIDA

Antes de entrar para o elenco de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.’, Ming-Na Wen dublou a icônica Mulan para a Casa Mouse. Na animação, a personagem toca bastante no próprio cabelo em homenagem à atriz, que fazia a mesma coisa durante as gravações.

REFERÊNCIAS LINGUÍSTICAS

Fa é a pronúncia cantonesa do nome de família de Mulan, enquanto Hua é a pronúnica correta em mandarim, significando florHua Ping, nome falso de Mulan quando entra para o exército, significa vaso de flor, nomenclatura dada pelos chineses a homens afeminados.

APOIO FAMILIAR

Mulan foi a segunda princesa da Disney a ter os dois pais vivos e presentes durante o longa-metragem, com Aurora, de ‘A Bela Adormecida’, sendo a primeira. Mulan seria seguida por Rapunzel (‘Enrolados’), Merida (‘Valente’) e Moana (‘Moana’).

DE UM CURTA PARA UM LONGA

Originalmente, o filme havia sido planejado como um curta-metragem intitulado ‘China Doll’, cuja história seria centrada em uma miserável e oprimida jovem chinesa que é levada por um príncipe encantado britânico para uma vida de felicidade no Ocidente. Entretanto, o romancista e consultor Robert D. San Souci sugeriu que fosse feito um filme a partir do poema ‘A Canção de Fa Mu Lan’; sendo assim, ambas as ideias foram fundidas em uma.

TECNOLOGIA DE PONTA

Os animadores utilizaram a mais atual tecnologia para acrescentar detalhes e emular técnicas de filmagem anteriormente indisponíveis no gênero, como cenas com mais de 30 mil pessoas. Eles utilizaram um programa de computador chamado Atilla para construir a sequências da guerra em que os hunos aparecem montados em cavalos.

REFLECTION

A música “Reflection” seria mais longa no filme, mas os produtores queriam poupar tempo de cena. Na versão deletada, Mulan não apenas se livra da maquiagem e das joias, mas também das faixas. Além disso, a versão deletada traria a protagonista montada em Khan e atravessando as montanhas e os campos.

EQUIPE DE PESO

No total, quase 700 artistas, animadores e técnicos trabalham em Mulan.

COREOGRAFIAS ON POINT

Mimi ChanGeorge Kee, dois artistas reais de artes marciais, fizeram as coreografias de luta para os personagens de Mulan e de Shang. Chan foi descoberta por Mark Henn quando trabalhava com ele no time de animação de Orlando. Ele, então, a utilizou como modelo para a protagonista.

A SERPENTE VERMELHA

O nome de Mushu é inspirado por mushussu, ou serpente vermelha, criatura da mitologia babilônica. Animal sagrado que pertencia ao deus Marduk e ao seu filho, Nabu, mishussu era conhecido por ser escamado, com pernas que assemelhassem aos membros de uma água, membros de leão, um longo rabo e pesoço, uma cabeça com chifres, uma língua bifurcada e uma crista.

HONRA PARA A FAMÍLIA

Na lenda chinesa original, Mulan alcança sucesso em sua empreitadas e deixa o campo de batalha com inúmeras honrarias. Meses depois, os soldados companheiros da guerreira partem em busca de seu “irmão de guerra” e ficam chocados ao descobrir que ele, na verdade, é uma mulher.

‘A Roda do Tempo’: Moiraine parte em uma jornada perigosa no novo trailer INCRÍVEL da série; Confira!

A Amazon Prime divulgou um novo trailer com cenas inéditas da ambiciosa série A Roda do Tempo.

Assista:

Lembrando que a primeira temporada chega ao catálogo da plataforma de streaming em 19 de novembro.

Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.

Alexandre Willaume (‘Tomb Raider’) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.

O elenco também inclui Madeleine Madden, que dará vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford, que será Perrin Aybara; Harris, que irá interpretar Mar Cauthon; Zoë Robins, que será Nynaeve; Josha Stradowski, que dará vida a Rand Al’Thor; Daniel Henney, que será al’Lan Mandragoran; e Álvaro Morte, que irá interpretar Logain Ablar.

Priyanka Bose, Taylor NapierEmmanuel ImaniHammad AnimashaunÁlvaro Morte, Pasha BocarieJennifer PrestonIzuka HoyleSophie OkonedoKae AlexanderClare PerkinsPeter FranzenKate Fleetwood também estrelam a produção.

‘Lioness’: Laysla de Oliveira, de ‘Locke & Key’, estrelará nova série de espionagem da Paramount+

Paramount+ anunciou recentemente que Laysla De Oliveira, atriz brasileira-canadense conhecida por seus papéis em ‘Locke & Key’‘Campo do Medo’, foi escalada como uma das protagonistas da série de espionagem Lioness.

De Oliveira se junta à previamente confirmada Zoë Saldaña (‘Guardiões da Galáxia’), que também irá estrelar a produção.

Lioness é baseado no real programa da CIA homônimo e acompanha Cruz Manuelos (De Oliveira), uma jovem e impetuosa recruta da marinha dos Estados Unidos que entra para o programa para ajudar a destruir uma organização terrorista. Saldaña dará vida a Joe, chefe da estação da Lioness que tem como objetivo treinar, liderar e gerenciar as agentes femininas do programa.

Saldaña também entra como produtora executiva ao lado da vencedora do Oscar Nicole Kidman.

Taylor Sheridan (‘Yellowstone’, ‘1883’) é o criador da série, enquanto Tom Brady (‘Colony’) serve como produtor e showrunner.

As gravações têm início agendado para junho de 2022.

Crítica | ‘Desejos S.A.’ – Desejos e tentações na interessante série do Star+ com a Carol Castro

Chegou nesse final de março ao catálogo da Star Plus uma série de antologia brasileira que se agarra na tentação como forma de provocar os dilemas na visão de conturbados personagens se jogando no mar das inconsequências. Criada pelos ótimos cineastas argentinos Gastón Duprat e Mariano Cohn, Desejos S.A. busca o olhar pela fechadura sobre os desejos não verbalizados, aqueles guardados a sete chaves, expondo a intimidade e seus embates fervorosos com a moral. O projeto é baseado em uma ideia do autor Horarcio Convertini.

A trama dessa minissérie gira em torno de seis histórias independentes que possuem um único elo: uma empresa misteriosa chamada Desejos S.A. que seduz vítimas realizando qualquer desejo por apenas 9,90 (custo da ligação que a pessoa realiza). Mas para toda ação há uma consequência, uma contrapartida indigesta que é preciso realizar para concluir a pedido. Na linha do: ‘o que você faria?’, sonhos podem se tornar verdadeiros pesadelos nessa análise profunda sobre os limites do ser humano. Algo que escancara verdades da sociedade.

Entre os ótimos personagens, conhecemos um homem da tecnologia e sua obsessão pela companheira do irmão, uma cuidadora que trabalha faz mais de duas décadas para um acomodado coronel aposentado, uma criança que deseja voltar a reunir os pais recém separados, uma mulher bem sucedida querendo descobrir possíveis segredos do marido, um frustrado motorista e seu incômodo com o novo vizinho além de uma religiosa que secretamente é fã de um famoso cantor. O elenco tem ótimos nomes: Carol Castro, Silvero Pereira, Marcos Pasquim, Daniel Rocha, Rocco Pitanga, Gilda Nomacce, Nelson Freitas e até mesmo a participação do cantor Diogo Nogueira.

A narrativa busca no detalhe, na imersão de uma trilha sonora chiclete, deixar todos os elementos em cena com a faceta da tensão refletindo para o espectador. Há muitos pontos interessantes na direção de arte que serão captadas pelos olhos mais observadores. Parece que há uma necessidade, muitas vezes excessiva, de qualquer elemento dizer alguma coisa. A condução da trama não se apressa para buscar seu clímax, com um ritmo dosado, busca uma profunda construção dos personagens antes de qualquer ação.

A consequência é um ponto a ser analisado, algo que se aproxima muito com a realidade, trazendo paralelos aos montes. O ser humano como vitrine dos erros e acertos, do certo ou errado, do egoísmo e até mesmo da acomodação pelo caminho mais fácil sempre gera bons debates. Fantoches nas mãos de algum grupo secreto, o desejo corre anos luz à frente de qualquer situação que possa chegar no fim do túnel das decisões dos protagonistas. Aqui percebemos que o egocentrismo, esse olhar para si mesmo, reverbera à beira do abismo dos conflitos.

Com episódios durando cerca de 30 minutos, daqueles projetos para se maratonar em uma parte de um dia, essa série de antologia esmiúça casamentos em crise, relações deterioradas com o tempo, a expressão ‘até as últimas consequências’, mas se fortalece mesmo nos seus dilemas, jogando perguntas ao vento, a principal delas: O que você faria se pudesse realizar qualquer desejo não importando as consequências?

 

 

 

Polêmica: Que Cartaz é esse?! “Superpescoço” de Alicia Vikander chama atenção

O novo Tomb Raider promete ser uma produção polêmica. Tudo bem, ninguém assistiu ao filme ainda, e a polêmica até o momento se dá totalmente fora das telas. A começar pela escalação da vencedora do Oscar Alicia Vikander (A Garota Dinamarquesa), atriz que muitos acreditam não fazer jus ao personagem, substituindo a também vencedora do Oscar Angelina Jolie.

O trailer estreou na rede, não se mostrou um peso morto, mas também não empolgou como Lara Croft: Tomb Raider (2001), o primeiro filme de Jolie no papel, que nos fez acreditar ser uma das melhores produções daquele ano. A novidade vem como cortesia do primeiro e horrendo cartaz do filme, que apresenta um “superpescoço” para Croft, a transformando numa espécie de “mulher elástico”.

Dentre as habilidades da aventureira não se encontram contorcionismo de pescoço ou elasticidade. Nossos colegas do Inverse inclusive publicaram uma matéria apresentando os problemas físicos com a forma inverossímil da nova Tomb Raider. Segundo eles, o pescoço pode virar num ângulo de 50 graus para cima e para baixo, e 45 para os lados. Se uma pessoa rodar o pescoço enquanto puxa o ombro para uma rotação máxima, atingirá 80 graus.

No pôster, o pescoço de Croft (Vikander) permanece parado, sem girar, enquanto sua cabeça aparece virada. O movimento a aproxima mais de uma coruja do que de um ser humano. O que sem dúvida deixaria o filme bem mais interessante – imagine a personagem sendo “bicada” por uma coruja radioativa. Estamos torcendo muito para que o filme não siga tudo de ruim que vem acontecendo na campanha de marketing do longa até aqui e se mostre uma obra verdadeiramente boa. Tomb Raider – A Origem estreia em março de 2018 nos EUA.

Conheça a Franquia ‘Karatê Kid’ – Que deu origem para a série Cobra Kai

Sim, querido leitor, a história de Daniel LaRusso e Johnny Lawrence iniciou muitas décadas antes de Cobra Kai, a série que você mais respeita na atualidade. Trinta e poucos anos antes da plataforma Youtube sequer existir (o que dirá o derivado Youtube Red), os queridos personagens da franquia Karatê Kid já disparavam seus golpes certeiros, alheios a um futuro no qual algo chamado Internet iria mudar não somente a funcionalidade de nossas vidas, como resgatar suas carreiras.

Aproveitando o gancho da série do ano, e também pensando em você, nosso querido leitor, resolvemos voltar ao passado e trazer a série cinematográfica inteira comentada filme a filme. Sem mais delongas, esta é a franquia Karatê Kid.

Karatê Kid – A Hora da Verdade

O bully nunca havia sido retratado de forma tão abrangente como neste filme. O sucesso tornou Karatê Kid um dos filmes mais populares, não apenas do ano de 1984, como da década inteira, se transformando num verdadeiro marco do cinema entretenimento mundial.

O retrato juvenil da clássica história de superação da jornada do herói ganhava contornos nunca antes adereçados, usando como pano de fundo o universo das artes marciais – o que fez todos os meninos da época correrem para as aulas de karatê e afins. A trama de identificação imediata para o grande público, traz o menino novo da escola, vindo de outra cidade, que ao invés de boas vindas recebe hostilização e surra de valentões, e através da amizade e ensinamentos de um velho mestre sábio (dono de seus próprios traumas) consegue superar as adversidades.

Crítica em Vídeo | Cobra Kai – A Série do Ano!

Bastou um filme para que Daniel LaRusso e o Sr. Miyagi, vividos respectivamente por Ralph Macchio e Pat Morita, ficassem imortalizados no consciente de toda uma geração. Dirigido por John G. Avildsen (vencedor do Oscar de melhor diretor por Rocky – Um Lutador, de 1976), Karatê Kid – A Hora da Verdade se tornava a quinta maior bilheteira de seu respectivo ano nos EUA, com mais de US$90 milhões em caixa – ficando atrás somente de sucessos como Um Tira da Pesada, Os Caça-Fantasmas, Indiana Jones e o Templo da Perdição e Gremlins.

Poucos sabem também é que Pat Morita, o intérprete do mestre Miyagi, foi indicado ao Oscar de melhor coadjuvante pelo filme em 1985. O rival de Daniel no filme, Johnny Lawrence, vivido pelo ator William Zabka, voltaria muitos anos depois para a franquia como protagonista de Cobra Kai. No filme, Martin Kove é o motivo por trás da agressividade do jovem, na pele do instrutor Kreese, da citada academia de luta. Outro nome de peso no primeiro filme é o da indicada ao Oscar Elisabeth Shue (Despedida em Las Vegas), que vive Ali, namorada de Johnny, por quem Daniel se apaixona. Esperamos vê-la em breve na nova série.

Karatê Kid II – A Hora da Verdade Continua

Com o estrondoso sucesso que o primeiro longa trouxe para a Columbia Pictures, hoje Sony, é claro que o sinal verde seria dado (ou exigido) pelo estúdio. Ei, você não achou que franquias e continuações são um invenção recente, né? Com as voltas de todos os envolvidos originais – o diretor Avildsen, o roteirista Robert Mark Kamen e os protagonistas Macchio e Morita – a sequência chegava dois anos depois, em 1986, precisando ser maior e melhor.

Seguindo imediatamente da noite do anterior, o segundo Karatê Kid logo joga nossos heróis na maior aventura de suas vidas. Para não repetir a estrutura narrativa (que viria a ocorrer no terceiro), a trama arruma uma viagem para o Japão, realizando uma volta ao lar do mestre Miyagi. O personagem havia se tornado tão popular, que os realizadores decidiram focar a história nele desta vez, lhe dando o palco para protagonizar o filme – e deixando Daniel LaRusso como coadjuvante desta história. Assim, é o mestre quem precisa fazer as pazes com o passado, com o pai, e um antigo rival.

Crítica | Cobra Kai 1ª Temporada – 34 anos depois de Karatê Kid e o mundo mudou bastante

Karatê Kid II foi ainda mais popular e bem sucedido que o original. O filme foi a quarta maior bilheteria de seu ano, com mais de US$115 milhões nos EUA (garantindo assim o selo de blockbuster – medido na época por todo filme que ultrapassasse a barreira dos 100 milhões), e ficando atrás somente de grandes produções como Top Gun – Ases Indomáveis, Crocodilo Dundee e Platoon. O prestígio também continuava, e Karatê Kid II recebeu nova indicação ao Oscar, desta vez pela canção “Glory of Love”, de Peter Cetera e David Foster – a qual muitos atribuem, sem saber, ao primeiro filme.

Foi nesta época também que começaram a ser vendidos todo tipo de produto envolvendo o nome do filme, assim que os produtores viram potencial na conexão que a obra tinha com o público. Desta forma, os primeiro bonecos (conhecidos como action figures – em uma crescente de mercado) chegavam às lojas, assim como os primeiros vídeo games levando a marca Karatê Kid. As crianças podiam não apenas assistir as aventuras de Daniel San e Miyagi no cinema e vídeo, mas também jogar e brincar com eles.

Karatê Kid III – O Desafio Final

Mesmo um sucesso estrondoso precisa saber a hora de parar. Se criar a continuação de Karatê Kid parecia ser algo improvável – mas que se mostrou financeiramente, ao menos, a escolha certa – o que dirá uma terceira parte. Já ouviram o termo “tirar leite de pedra”?

Três anos depois, e em 1989 foi justamente o que os envolvidos originais recebiam contrato para fazer. Novamente, Avildsen, Kamen, Macchio e Morita retornavam para seus papeis em mais uma aventura recheada de artes marciais. Mas qual história contar, já que mestre e pupilo haviam superado todos os desafios? A opção foi trazer o passado de volta à tona. Na trama mais surreal da franquia, Kreese, o mestre derrotado da academia Cobra Kai, deseja vingança contra os protagonistas, no melhor estilo vilão de quadrinhos / James Bond.

Conheça a Franquia Desejo de Matar – Um dos primeiros e mais famosos justiceiros do cinema

O sujeito se alia a um antigo colega de Vietnã, o ricaço Terry (Thomas Ian Griffith) – com direito a rabinho de cavalo e tudo, no melhor estilo Steven Seagal – dando o respaldo financeiro ao grupo malvado. Além, é claro, de alistar um novo pupilo, nas formas de Mike Barnes (Sean Kanan), o “bad boy” do karatê como era conhecido, servindo como substituto para Johnny.

O filme foi massacrado pela crítica, e por alguma razão os envolvidos já imaginavam, realmente planejando o terceiro longa como o último da franquia – daí a tradução em português. Karatê Kid III rendeu apenas um pouco mais de US$38 milhões nos EUA, o que perto dos filmes anteriores pode ser considerado um fracasso de bilheteria – ficando na 33ª posição no ranking dos filmes mais rentáveis. No concorrido ano de 1989, que engatava verdadeiramente o que perceberíamos com blockbusters, e contava com superproduções como Batman, Indiana Jones e a Última Cruzada, De Volta para o Futuro 2, Máquina Mortífera 2, Os Caça-Fantasmas 2, entre outros, a franquia já não tinha o mesmo gás. O filme sequer se posicionou entre as 30 maiores bilheterias mundiais do ano.

De qualquer forma, insistindo em extrair os últimos lucros que poderiam, uma série em animação de Karatê Kid foi lançada nesta época. Na verdade, a tentativa era a de um acordo para 65 episódios, com lançamento para 1988. O acordo finalmente foi aprovado para uma temporada de 13 episódios, que foram ao ar em 1989. Infelizmente o programa animado durou apenas esta primeira temporada, sendo cancelado logo após.

Karatê Kid 4 – A Nova Aventura

Com a franquia aparentemente morta e enterrada, os produtores tiveram uma brilhante epifania (para não dizer o contrário) cinco anos depois da última aventura de Daniel LaRusso e Miyagi no cinema- que parecia ter colocado o prego no caixão de Karatê Kid. Já que estes eram os anos 1990, mais antenados com questões sociais e femininas, que tal uma menina como a nova “criança carateca”? Até mesmo o título “the next karate kid”, ou “a próxima criança do karatê”, trazia esperança de tirar a franquia das cinzas.

Exatamente dez anos depois do primeiro longa, e a nova Karatê Kid assumia as formas de Hilary Swank – sim, você leu certo, a atriz duas vezes vencedora do Oscar (Meninos Não Choram e Menina de Ouro) – em seu segundo filme para o cinema (depois de Buffy – A Caça-Vampiros, 1992). No papel da rebelde Julie, Swank começa a ser treinada nas artes marciais pelo icônico Miyagi, a pedido de sua avó. Assim, a trama sai de Los Angeles para Boston, para mais um conto de bullying e superação.

Conheça a franquia Evil Dead – A Morte do Demônio / Uma Noite Alucinante

O saudoso Pat Morita (falecido em 2005) retornava para o papel que o consagrou, mas nenhum dos demais envolvidos estavam associados ao projeto. Christopher Cain (Os Jovens Pistoleiros, 1988) assumia a direção, e o texto ficava a cargo de Mark Lee. Além de Morita e Swank, o elenco contava ainda com Michael Ironside na pele do vilão obrigatório – o ator fez carreira com o tipo, em filmes como Scanners – Sua Mente Pode Destruir (1981) e O Vingador do Futuro (1990).

Com a competição acirrada de filmes como O Rei Leão, Velocidade Máxima, Forrest Gump, True Lies, O Máskara e Os Flintstones no ano de 1994, Karate Kid 4 somou irrisórios US$4 milhões em bilheteira nos EUA e um pouco mais de US$15 milhões ao redor do mundo.

Será que Swank toparia um eventual retorno na pele de Julie para a série Cobra Kai? Seria bem interessante se o programa abraçasse até os exemplares malditos da franquia.

Karate Kid

Anos 2010 e a palavra de ordem há muito é refilmagem e reinício de franquias cujos nomes ainda permeiam o subconsciente do público, em especial dos trintões. Assim, a clássica história de bullying ganhava novas tintas para a nova geração.

Produzido pelo casal Will Smith e Jada Pinkett Smith, como forma de impulsionara carreira de sua cria, o pequeno Jaden Smith, o filme contou com roteiro de Christopher Murphey e direção de Harald Zwart (Os Instrumentos Mortais). Um dos problemas aqui foi realmente a falta de carisma do jovem ator.

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A trama agora focava na família afrodescendente Parker, na qual uma oferta de emprego faz a mãe solteira Sherry (papel da indicada ao Oscar Taraji P. Henson) se mudar para a China com o filho Dre (Smith). No local, assim como Daniel LaRusso muitos anos antes dele, o menino será perseguido por uma nova classe de valentões, ao se apaixonar por uma colega de escola.

Ah sim, estamos esquecendo o personagem do mestre, afinal o que seria de Karate Kid sem a relação mentor–pupilo. E quem melhor para ensinar artes marciais atualmente do que Jackie Chan. Assim como Miyagi, o Sr. Han é um professor relutante, atormentado por seus próprios demônios do passado. As coreografias de luta são mais bem planejadas e realistas (mesmo com o golpe surreal que encerra a luta no torneio) – o pequeno Jaden realmente aprendeu a lutar, e Chan não dublava como Morita. O problema? A arte ensinada era o Kung Fu e não o Karatê.

Karate Kid (2010), apesar das críticas mornas (65% de aprovação da imprensa), pode ser considerado um sucesso financeiro, já que com o orçamento de US$40 milhões, o filme somou mais de US$176 milhões nos EUA e US$400 milhões mundiais, se tornando assim um dos filmes mais rentáveis de seu respectivo ano. Apesar disso, não houve planos para uma continuação.

Ash vs Evil Dead | Análise da 1º Temporada – Disponível na Netflix (FINALMENTE!)

Cobra Kai

34 anos após sua primeira aparição no cinema, Daniel LaRusso e o rival Johnny Lawrence retornam para nossas vidas, invertendo seus conhecidos papeis, numa simbiose de lugares acinzentados. A série que serve de carro-chefe para a plataforma Youtube Red, parece trazer a clássica história para o mundo real, e nos mostra aonde se encontram os queridos personagens na fase adulta.

Igualmente produzida por Will Smith, a série se mostra a forma certeira de continuar as histórias de seus protagonistas, e obtém resultado muito mais satisfatório do que as últimas sequências desta franquia. O saldo foi tão positivo, que além de todas as críticas extremamente favoráveis (com 100% de aprovação da imprensa), uma segunda temporada já foi encomendada. Torcemos para que traga a volta de alguns dos personagens icônicos que já passaram pela franquia.

‘Wonka’, ‘Aquaman 2’, ‘Mamonas Assassinas’ e os Filmes Mais Esperados de Dezembro 2023 nos Cinemas!

Pois é, querido leitor. Agora chegamos oficialmente ao fim de 2023. Adentramos dezembro, o último mês do ano. Parece que foi ontem que as expectativas em torno de algumas produções iam lá nas alturas. Muitas surpresas e decepções. Por exemplo, quem poderia esperar que o gênero dos super-heróis finalmente fosse exibir enorme fadiga. Tanto a DC, quanto a Marvel deram com os burros n’água em 2023 – entregando superproduções que foram recebidos de forma fria, tanto pela crítica quanto pelo público – vide ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’, ‘Shazam! Fúria dos Deuses’, ‘Flash’, ‘Besouro Azul’ e ‘As Marvels’.

Por outro lado, quem poderia prever o sucesso da animação ‘Super Mario Bros – O Filme’, um dos filmes mais rentáveis de 2023, que chegou fazendo barulho logo em abril. Pelo mesmo caminho, e adquirindo ainda mais sucesso, tivemos o filme da ‘Barbie’. Seria uma nostalgia coletiva em relação a produtos muito queridos do passado? Ou os filmes simplesmente foram bons?

Mas engana-se quem pensa que o ano chegou ao fim em matéria de bons filmes e superproduções, pois ainda temos um mês que guarda algumas das maiores e mais milionárias estreias de 2023. Como por exemplo a volta de um certo chocolateiro, em sua história de origem. Assim como o rei dos mares em sua despedida. Filmes de comédia, terror, drama, candidatos ao Oscar e produções brasileiras. Dezembro tem de tudo. Confira abaixo e programe-se.

07/12

Wonka

Dezembro começa quente com a estreia do que muitos estão chamando de “o filme perfeito para as festas de fim de ano”. Timothée Chalamet assume o manto do chocolateiro deixado por Gene Wilder (e depois Johnny Depp) no filme comandado pelo mesmo diretor dos filmes do ursinho ‘Paddington’. Ou seja, esperem muito coração e fantasia.

Maestro

O segundo grande lançamento do mês é uma produção da Netflix, mas que ganhará breve exibição nas telonas também. Esse é um pré-requisito das regras do Oscar para tornar um filme elegível. E sim dúvidas ‘Maestro’, nova produção dirigida e estrelada por Bradley Cooper, que é biografia de Leonard Bernstein, busca indicações nesta temporada.

Feriado Sangrento

Nem só de fantasias encantadoras e filmes buscando o Oscar esse mês de Dezembro será feito. Afinal, temos espaço para um terror slasher barra-pesada, que nasceu de uma brincadeira em 2007. ‘Feriado Sangrento’ nasceu como um trailer falso em ‘Grindhouse’, projeto de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez que acabou virando ‘Planeta Terrore e ‘À Prova de Morte’. Quem dirige aqui é Eli Roth.

O Sequestro do Voo 375

Baseado numa história inacreditável e que só poderia ser real, ‘O Sequestro do Voo 375’ conta sobre o atentado verdadeiro a um voo na década de 1980, quando um trabalhador chamado Nonato, insatisfeito com a inflação, o desemprego e a corrupção, decide sequestrar um avião e planejou jogá-lo no Palácio do Planalto, colocando em risco a vida de mais de cem passageiros. Coube ao heroico piloto contornar a situação.

O Silêncio da Vingança

Quem retorna este ano sem muito estardalhaço é John Woo, um dos grandes diretores internacionais, que fez muito sucesso em Hollywood com seus filmes de ação nos anos 1990 e 2000. Woo andava sumido, mas volta trazendo Joel Kinnaman como protagonista, vivendo um pai que vê seu filho ser morto em meio ao fogo cruzado de uma guerra entre gangues bem nas festas de fim de ano. Agora o sujeito partirá atrás de vingança.

14/12

Aquaman 2

O segundo fim de semana de Dezembro traz o rei dos sete mares, o herói Aquaman – interpretado mais uma vez pelo grandalhão barbudo Jason Momoa. O primeiro filme do herói bateu o recorde de bilheteria de US$1 bilhão ao redor do mundo. Ou seja, espera-se um bom resultado deste segundo também, que trará o herói precisando a se aliar ao irmão preso desde o fim do primeiro filme, para enfrentarem uma ameaça ainda maior.

Godzilla Minus One

Calma, ainda não se trata de ‘Godzilla x Kong 2’. Esse filme, que lançou seu trailer online recentemente, só irá estrear em 2024. Aqui trata-se de mais uma produção japonesa da franquia ‘Godzilla’, que teve início em 1954 com o filme original. De lá para cá foram nada menos que 30 filmes desta franquia. Esse novo exemplar vem sendo elogiado, pelo escopo de sua produção, o desenvolvimento do drama, e o uso de efeitos especiais na criação do monstro – anteriormente um homem usando roupa de borracha, nas produções do país.

Quem Fizer Ganha

Quando este novo longa do diretor Taika Waititi foi anunciado, esperava-se que fosse se tornar um novo sucesso no Oscar, como seu filme mais sério ‘Jojo Rabbit’. Esse não foi bem o caso. Seja como for, resultou em um filme divertido e que funciona como uma versão de ‘Ted Lasso’, dadas as devidas proporções, para as telonas. Quem estrela é Michael Fassbender.

Tá Escrito

O diretor Matheus Souza estreou no mundo do cinema em 2008 recebendo inúmeros elogios e prêmios por ser considerado uma voz única e jovem em produções que abordavam relacionamento de forma bem sincera. O cineasta seguiu por esse caminho, fazendo destes elementos a sua marca registrada. Ele continua nessa vertente, porém, em obras mais populares. Aqui ele se une à Larissa Manoela para uma história que envolve sucesso, horóscopo e fantasia em sua trama.

21/12

Renaissance – Um Filme de Beyoncé

Está se tornando cada vez mais comum vermos shows de cantores famosos transformados em filmes para o cinema. E isso não é particularmente uma novidade. Dos Rolling Stones com ‘Shine a Light’, passando por Justin Bieber em ‘Never Say Never’ e Katy Perry com ‘Part of Me’; até chegarmos no fenômeno de Taylor Swift em ‘The Eras Tour’, os cinemas têm se tornado um lugar dançando. E em dezembro essa tradição continua com Beyoncé e seu ‘Renaissance’. Se você é fã, prepare seu ingresso.

Os Três Mosqueteiros – Milady

Na primeira metade do ano, o público foi brindado com a superprodução francesa que adapta para as telonas mais uma vez o conto mais famoso do romancista Alexandre Dumas: ‘Os Três Mosqueteiros’. O elenco traz nomes como Eva Green, Vincent Cassel, Romain Duris e Louis Garrel. Agora, como anunciado, chega a segunda parte deste filme, subtitulado Milady, para a conclusão da história.

28/12

Minha Irmã e Eu

2023 se despede com duas produções nacionais de renome. Primeiro, as rainhas das comédias brasileiras Ingrid Guimarães e Tatá Werneck se reúnem para ‘Minha Irmã e Eu’, que tem assinatura da mesma diretora de ‘Minha Vida em Marte’ e ‘Minha Mãe é uma Peça 3’. O filme brinca com o universo sertanejo e do interior de Goiás, e das cercanias do Mato Grosso do Sul, muito em voga atualmente, vide a novela ‘Terra e Paixão’.

Mamonas Assassinas – O Filme

Fora isso, fechando o ano, temos uma das produções nacionais mais esperadas de 2023. As cinebiografias são um dos gêneros mais queridos aqui no Brasil, e só este ano tivemos as de Claudinho e Buchecha (‘Nosso Sonho’), Mussum (‘Mussum – O Filmis’) e Gal Costa (‘Meu Nome é Gal’). Agora, chega a dos Mamonas Assassinas, uma banda que teve uma ascensão meteórica nos anos 1990, e um encerramento abrupto de sua carreira após um acidente aéreo trágico em 1996. O filme celebra a alegria que o grupo sempre trouxe aos fãs. E suas músicas escrachadas e bem-humoradas.

Anticristo celebra o fim do mundo no novo teaser de ‘American Horror Story: Apocalypse’

American Horror Story: Apocalypse’, o tão aguardado crossover entre “Murder House” (1ª Temporada) e “Coven” (3ª Temporada), ganhou um novo teaser com o Anticristo celebrando o fim do mundo.

Confira:


Ontem, Ryan Murphy divulgou as primeiras fotos dos bastidores de ‘American Horror Story: Radioactive‘, mostrando o retorno do coven de bruxas da terceira temporada.

Confira:

The Return. Cordelia, Stevie and Misty casting a bewitching spell.

Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em

A estreia nos EUA acontece dia 12 de setembro.

Recentemente, Sarah Paulson deu novas informações sobre sua personagem: ela viverá dois papéis diferentes na nova fase do programa, e deixou um suspense no ar afirmando que um deles ou será de ‘Coven’ ou de ‘Muder House’, afinal, a nova temporada será um crossover entre as temporadas antigas.

“Não irei interpretar Cordelia e Billie. Alguém disse que iria interpretá-las? Interessante… Até pode ser que eu interprete as duas personagens. Mas não. Tudo o que posso dizer é que terei duas personagens, e um desses nomes está correto, e o outro não.”

Confirmados até agora são Sarah Paulson, Evan Peters, Emma Roberts, Kathy Bates, Joan Collins, Billie Lourd, Cheyenne Jackson, Leslie Grossman, Billy Eichner e Adina Porter.

O FX já renovou ‘American Horror Story para suas 9ª e 10ª temporadas.

‘Star Wars – A Ascensão Skywalker’: Primeiro teaser cartaz revela o logo do filme; Confira!

Star Wars: Episódio IX – A Ascensão Skywalker‘ ganhou o primeiro cartaz com o logo do filme.

Confira, com o trailer:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de dezembro.

‘Frozen 2’ ultrapassa a marca de US$ 1 BILHÃO nas bilheterias mundiais

Em menos de um mês, a sequência ‘Frozen 2‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

Esse é o sexto filme da Disney a ultrapassar essa marca em 2019. Além disso, é a terceira animação da história da Disney (sem considerarmos as produções da Pixar) a alcançar a marca bilionária, o que inclui o primeiro ‘Frozen‘ e ‘Zootopia‘.

Nos EUA, o longa acumula US$ 366.5 milhões. No mercado internacional, são US$ 666 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 1,032.5 bilhão mundialmente.

Frozen 2‘ chega aos cinemas nacionais em 02 de janeiro de 2020.

A dupla Chris Buck e Jennifer Lee, que dirigiu o primeiro filme, retorna à direção.

Anna, Elsa, Kristoff e Olaf se aventuram nas profundezas da floresta para descobrir a verdade por trás de um antigo mistério do reino.

A sequência conta com o retorno de Idina Menzel, Kristen Bell, Jonathan Groff e Josh Gad. Os novatos Sterling K. Brown e Evan Rachel Wood completam o elenco.

‘Power Book II: Ghost’: Série derivada será lançada no Brasil pela Amazon Prime

A Amazon Prime confirmou que será responsável pelo lançamento da série ‘Power Book II: Ghost‘, spin-off de ‘Power‘, no Brasil.

Os episódios serão lançados semanalmente na plataforma.

Confira o trailer legendado:

Nos EUA, o derivado irá estrear no dia 6 de setembro.

A trama começará dias após o desfecho da série ‘Power’. A nova produção irá focar em Tariq, enquanto ele lida com sua nova vida e tenta ser digno ao legado do pai. Começando a faculdade, que ele deve completar para conseguir sua herança, uma das suas primeiras missões é tentar tirar sua mãe da prisão após ela ter tentado incriminar seu namorado pela morte do Ghost.

O elenco conta com Michael Rainey, Naturi Naughton, Mary J. Blige e LaToya Tonodeo.

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‘All Rise’ é CANCELADA pela CBS após 2 temporadas

A CBS cancelou oficialmente a série ‘All Rise‘ depois de apenas duas temporadas.

A segunda temporada tem registrado uma média de 0.45 na demo, e um total de 4 milhões de espectadores – o que representa uma das piores audiências da emissora.

Vale lembrar que a produção passou por diversas polêmicas nos bastidores. Recentemente, a Warner Bros. demitiu Greg Spottiswood, criador da série, após investigar acusações de conduta antiprofissional.

Seu suposto uso de linguagem ofensiva gerou denúncias de racismo, que resultaram em uma nova investigação e em sua eventual demissão. Ele também foi dispensado por sua agência APA.

Intitulado Yeet, último episódio da série irá ao ar no dia 24 de maio.

O drama jurídico segue a vida dedicada, caótica, esperançosa e às vezes absurda dos juízes, promotores e defensores públicos, enquanto trabalham com oficiais de justiça, secretários e policiais para obter justiça para o povo de Los Angeles em meio a um sistema legal falho.

O elenco conta com Simone Missick, Wilson Bethel, Jessica Camacho, J. Alex Brinson, Ruthie Ann Miles, Lindsay Mendez e Marg Helgenberger.

‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City’: Confira a cena PÓS-CRÉDITOS da adaptação!

Para promover o lançamento do terror em video on demand, o site IGN divulgou a cena pós-créditos da adaptação ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City‘, que traz o retorno de uma personagem icônica dos jogos.

Confira, com os 8 primeiros minutos do longa:

 

A produção adapta a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, é ambientada em 1998 e conta os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecem no filme.

O elenco conta com Kaya Scodelario como Claire Redfield, Tom Hopper como Albert Wesker, Avan Jogia como Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonough como William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.

Além de dirigir, Roberts assina o roteiro ao lado de Greg Russo (‘Mortal Kombat 2021’).

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Eviljá arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na saga baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

Wish: O Poder dos Desejos

(Wish)

 

Elenco:

Alan Tudyk
Ariana DeBose

 

Direção: Chris Buck, Fawn Veerasunthorn

Gênero: Animação

Duração: 95 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 4 de Janeiro de 2024

Sinopse: 

WISH: O PODER DOS DESEJOS acompanha uma jovem garota chamada Asha, que deseja uma estrela e obtém uma resposta mais direta do que esperava quando uma estrela problemática desce do céu para se juntar a ela. Asha, então, enfrentará um dos inimigos mais formidáveis ​​do universo e terá que se unir à Star, uma força cósmica e uma bola ilimitada de pura energia e talvez caos.

Crítica: 

Crítica | Wish: O Poder dos Desejos é a BELÍSSIMA redenção da Disney após um ano difícil

Crítica em Vídeo: 

Entrevista: 

Curiosidades: 

» Além de codirigir, Chris Buck também assina o roteiro ao lado de Jennifer Lee (‘Frozen: Uma Aventura Congelante’);

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Confira o teaser SINISTRO do remake do terror ‘Espírito Assassino’

O terror ‘Witchboard‘, remake do clássico ‘Espírito Assassino‘, ganhou o primeiro teaser.

Confira:

Chuck Russell (‘A Bolha Assassina’, ‘O Máskara’) é responsável pela direção.

Emily (Madison Iseman) e seu noivo Christian (Aaron Dominguez) descobrem um misterioso artefato wiccaniano, um pêndulo, enquanto se preparam para abrir um bistrô em um Bairro Francês de Nova Orleans. Uma escuridão descende sobre Emily quando ela fica obcecada com o poder de adivinhação do tabuleiro e a habilidade de invocar espíritos. Desesperado para ajudar sua noiva, Christian busca o conselho do especialista em ocultismo Alexander Babiaste (Jamie Campbell Bower). Mas Babiaste tem seus próprios segredos, incluindo uma conexão com um coven moderno de bruxas. Logo, um jogo perigoso começa quando cada balanço do pêndulo coloca a alma de Emily em risco.

Antonia Desplat (‘Operação Final’) e Charlie Tahan (‘Ozark’) completam o elenco.

Russell e Greg McKay escreveram o roteiro e estão produzindo com Kade Vu e Bernie Gewissler, em uma produção da A-Nation Media.

Sem data de estreia, o terror está previsto para ser lançado em 2024.

Conheça as entidades SINISTRAS do terror ‘O Tarô da Morte’

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o artista Trevor Henderson revelou novos detalhes sobre o processo de criação do sinistro design das entidades no terror sobrenatural ‘O Tarô da Morte‘.

“Foi muito divertido criar o design de diversos monstros para apenas um filme, como em ’13 Fantasmas’. [Os diretores] me abordaram com uma versão inicial do roteiro, então eu tive a oportunidade ver o contexto no qual cada entidade daria as caras e como isso poderia funcionar através de seus designs individuais. Eu tive liberdade durante o processo de criação do visual dos monstros, o que foi um pouco intimidador, mas também foi adorável ter a chance de dar vida a essas entidades e ver suas mudanças desde o roteiro original até a versão final do filme,” declarou Henderson.

Confira a descrição do artista para cada entidade:

  • A Suma Sacerdotisa: “A coroa foi a peça central do design dela. [Cohen & Halberg] queriam que ela usasse uma coroa, como uma figura sinistra da realeza. A venda que ela usa foi uma adição muito tardia. Foi um pouco difícil conectar o significado das cartas no design. Sinto que isso transparece mais no roteiro, mas tentamos criar algo icônico que chamasse atenção na tela.”

  • O Eremita: “Ele é como um homem da montanha, alguém que foi sequestrado por um longo tempo. Então, ele está vestido com trapos. Mas ele é um eremita, e está vestido de pele – pele de outra pessoa. Originalmente, não veríamos por debaixo da máscara, mas há alguns vislumbres da aparência da criatura na edição final do filme.”

  • O Enforcado: “Acredito que ele foi o mais fácil [em termos de design]. Fiz uma página de esboços simples e depois fiz alguns ajustes durante a renderização. Este é o design que tenho maior familiaridade, e eu amo quando a face dele é revelada – que é uma parte muito importante.”

  • O Louco: “No começo, ele focamos em horror corporal. No roteiro original ele tinha apenas uma boca; um rosto vazio com um grande sorriso. Consideramos isso por um tempo, então decidimos seguir por um caminho diferente. Nós pensamos em uma máscara com diferentes expressões, mas o grande desafio foi criar o que estava por debaixo dela.”

  • O Mago: “Originalmente, ele teria uma figura mais esquelética. Eu queria realmente explorar um visual de mágico performático, de um jeito estranho e sinistro. Eu tentei fazer algumas versões diferentes para ver qual ficaria melhor, e o traje de mágico vaudevilliano realmente pareceu certo.”

  • A Morte: “Ele deveria ser o Michael Myers do nosso filme. Ele é muito lento, metódico e preciso. Eu queria criar uma figura intimidadora que não tinha boca. Na versão original, ele não tinha olhos – apenas órbitas vazias. Eu queria que ele tivesse uma aparência meio alienígena.”

  • O Diabo: “Ele e a Morte tiveram muito destaque no filme. Nós tentamos pensar primeiro no design das criaturas com mais destaque na história. Começamos com a Morte e o Diabo, porque suas cenas estão conectadas. Queríamos que o Diabo apresentasse elementos complementários à Morte; mais bestial, ágil e rápido.”

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de maio.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Anna Halberg e Spenser Cohen, o longa originalmente seria intitulado Horrorscope.

Quando um grupo de amigos irresponsavelmente viola a regra sagrada da leitura de tarô, a de nunca usar o deque de outra pessoa, eles libertam um mal inominável que estava preso nas cartas. Um por um, eles encaram seu destino e acabam em uma corrida contra a morte para escapar do futuro previsto para eles nas cartas.

O elenco conta com Larsen Thompson, Harriet Slater, Adain Bradley, Avantika e Jacob Batalon.

‘Sonic 3’ se aproxima de US$ 450 milhões e quebra novo RECORDE da franquia

Sucesso! A sequência ‘Sonic 3‘ já arrecadou quase US$ 450 milhões nas bilheterias mundiais.

Internacionalmente, o longa soma US$ 220.5 milhões, o que representa a maior arrecadação internacional da história da franquia. Para termos de comparação, o segundo filme fechou sua passagem pelos territórios internacionais com US$ 214.5 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$28.9M), México (US$21.1M), França (US$18.4M), Austrália (US$17.1M) e Brasil (US$12.3M).

Vale lembrar que o terceiro capítulo também se tornou a maior arrecadação global da franquia, com sólidos US$ 446.5 milhões.

Ao total, a franquia superou a marca de US$ 1.1 bilhão em arrecadação. Juntos, os dois primeiros filmes haviam alcançado US$ 725.2 milhões mundialmente.

Com o sucesso, o quarto filme da franquia foi confirmado e já tem data de estreia: 19 de março de 2027.

No terceiro filme, o ouriço velocista (Ben Schwartz), o guerreiro equidna Knuckles (Idris Elba) e a raposa voadora Tails (Colleen O’Shaughnessey) constroem uma aliança voltada à proteção da mágica Esmeralda Mestra. No entanto, uma nova ameaça surge quando os militares da G.U.N., uma força especial, não conseguem encontrar o corpo do Dr. Eggman (Jim Carrey) no local onde ocorreu a batalha final.

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