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Agora e Para Sempre

A “INQUIETA” DAKOTA FANNING

Exibido em festivais de cinema em Londres e na França, Agora e Para Sempre é uma produção inglesa estrelada pela menina de ouro Dakota Fanning. A atriz explodiu no cinema americano ainda na infância, onde chamou a atenção em diversas produções de renome como Chamas da Vingança e Guerra dos Mundos, sempre desempenhando performances assustadoras (de tão boas) para alguém de sua idade.

Apesar de nunca ter sido indicada ao Oscar, em meados da década passada Fanning era considerada uma das melhores atrizes americanas em atividade, mesmo sendo apenas uma criança. Passado o tempo e baixada a poeira, Fanning agora é uma jovem adulta. Muitas atrizes mirins não foram bem sucedidas na fase madura, outras conseguiram se destacar, como é o caso com Jodie Foster, um dos exemplos mais claros no mercado de Hollywood.

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Aqui, Fanning com 19 anos de idade, aparece com um sotaque britânico pela primeira vez ao viver a britânica Tessa Scott, uma menina diagnosticada com leucemia. É sempre estranho ver atores que sabemos ser de certa nacionalidade forjando um sotaque de outro país. E à primeira vista é isso o que acontece aqui, com a menina empurrando um sotaque carregado e fajuto, porém, o fato apenas demonstra que o nível do talento da jovem atriz não diminuiu e em poucos minutos ela nos faz esquecer que é uma americana nata e nos embrenha fundo na história da vida de sua personagem.

De cabelos curtos, Fanning já nos captura logo em sua primeira cena ao aparecer numa festa com o desejo de perder a virgindade, e depois voltando atrás. A cena de Fanning correndo pelas ruas logo se transforma numa elaborada animação, e a música contagiante nos afirma que essa será uma excursão única, por uma trama emotiva, mas igualmente muito positiva.

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Diversos temas já foram explorados sobre doentes terminais e seus últimos dias, e o que vem diretamente à cabeça é o recente e elogiadíssimo filme do cultuado Gus Van Sant, Inquietos. O filme de Van Sant trazia inclusive uma Mia Wasikowaska loirinha e de cabelos curtos, semelhante fisicamente à personagem de Fanning. A trama é uma mistura de Inquietos com Antes de Partir, filme com Jack Nicholson e Morgan Freeman. Na história, a menina Tessa desiste de seu tratamento contra a fatídica doença, justamente por lhe tirar todas as forças e últimas energias que lhe restam.

Ao contrário, ela decide valorizar sua vida, criando uma lista das coisas que nunca fez e deseja realizar antes de sua despedida de nosso mundo. Essa é uma obra básica, com um roteiro que embora baseado num livro, já vimos diversas outras vezes, como nos filmes citados e muitos outros. O diretor Ol Parker foi o responsável pelo roteiro do açucarado e agradável O Exótico Hotel Marigold, e entrega aqui um filme com os mesmos adjetivos.

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O que chama a atenção no filme sem dúvida são as atuações. Como citado, Dakota Fanning (sumida em sua fase adolescente, tendo participado apenas em pontas nos filmes da saga Crepúsculo e The Runnaways, nos últimos anos) entra na fase adulta pela porta da frente com um trabalho digno. O talentoso ator e diretor Paddy Considine (Terra de Sonhos e Tiranossauro) entrega um desempenho igualmente forte como o pai da menina, e o jovem Jeremy Irvine (Cavalo de Guerra e Great Expectations) vive o vizinho ao lado, e interesse romântico da protagonista.

Mas um dos chamarizes é a ótima Olivia Williams (O Escritor Fantasma) na pele da ausente e disfuncional mãe da protagonista. Diz o ditado que um filme para ser considerado bom precisa ter ao menos três cenas boas e nenhuma ruim. Agora e Para Sempre tem ao menos mais de uma cena boa, e nenhuma ruim. O final é perfeito.

Gostou de ‘Resident Evil – A Série’? Rankeamos do Pior ao Melhor Filme da Franquia de Paul W S Anderson

Poucas franquias de jogos são tão conhecidas e memoráveis quanto Resident Evil, razão pela qual o anúncio de que os games ganhariam uma adaptação cinematográfica pelas mãos de Paul W.S. Anderson animaram bastante os fãs.

O primeiro filme da saga estrelada por Milla JovovichResident Evil: O Hóspede Maldito’, chegou aos cinemas em 2002 e acompanhou a história de Alice, uma mulher com amnésia que acorda em uma gigantesca mansão e logo é arrastada por um grupo de soldados da Umbrella Corporation para uma instalação subterrânea que esconde segredos assombrosos. Lá, ela descobre que um perigoso vírus escapou dos laboratórios e está transformando as pessoas em zumbis – lutando contra o tempo para sobreviver e para impedir que essa epidemia maligna continue se espalhando.

Apesar das críticas negativas, o longa arrecadou mais de US$100 milhões nas bilheterias mundiais, rendendo cinco sequências de similar sucesso financeiro e fracasso crítico. Michelle RodriguezEric MabiusJames PurefoyMartin CrewesColin Salmon também fizeram parte do elenco.

A Sony Pictures tentou rebootar a franquia com o infame ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City‘, estrelado por Kaya Scodelario (‘Maze Runner’) como Claire Redfield e Robbie Amell (‘Upload’) como seu irmão, Chris.

Agora, a Netflix lança sua série baseada na saga… que também não tem agradado aos fãs.

Pensando nesse recomeço da franquia, decidimos relembrar e homenagear os filmes estrelados pela bela Milla Jovovich e dirigidos pelo Paul W S Anderson.

Veja abaixo, diga se concorda e liste do pior ao melhor os seus filmes da franquia.

Crítica | Resident Evil 6 – O Capítulo Final 

6. Resident Evil 5: Retribuição

Quase ninguém esperava pelo quinto episódio da franquia de zumbis, que obteve uma recepção bem fria. O jogo inverteu cinco anos depois e o sexto Resident Evil é esperado quase de forma cult. Este é o episódio que tenta subverter o que havia sido mostrado até então, utilizando de certa criatividade, mas no geral se tornando apenas confuso. Alice é mostrada como mãe e dona de casa, completamente diferente da imagem heroica que tínhamos da personagem. Seu marido é Carlos (Oded Fehr), que só aparece nestas sequências, soando quase como um sonho. Tudo, é claro, não passa de uma realidade falsa criada pela Umbrella (se me disserem que a empresa estava envolvida na morte de Cristo, a esta altura acredito). O filme se passa quase todo dentro dos “cenários” da corporação, recriando o Japão e a Rússia, por exemplo.

Gameplay: como dito, este quinto exemplar, novamente comandado por Anderson (o marido de Jovovich) é o que mais apela para tentar ser diferente. A primeira cena dá rewind em câmera lenta, exibindo uma boa estética. As cenas com Alice dona de casa remetem a verdadeiros filmes de terror. Mas depois disso, Resident Evil 5 força a barra querendo ligar tudo aos filmes iniciais, inclusive trazendo de volta personagens esquecidos, apenas pelo “valor nostálgico”. Como o planeta já está praticamente todo devastado, o longa se passa dentro das instalações da Umbrella, que recria com perfeição cidades do mundo.

Personagens para Escolher: Alice (Milla Jovovich) segue firme e forte, com direito a uma nova versão mamãe dona de casa. Luther West (Boris Kodjoe) do filme anterior, também retorna e faz parte da equipe de apoio liderada por Leon S. Kennedy (Johann Urb), um favorito dos games, e que tem Barry Burton (Kevin Durand) em sua formação. A parceirade luta de Alice dessa vez, apelando ao forte público asiático (uma tendência em Hollywood atualmente), é Ada Wong (Li Bingbing, a maior estrela da China na atualidade). Becky (Aryana Engineer) é a filha “fictícia” de Alice e seu motivador no desfecho, acrescentando um momento diretamente tirado de Aliens – O Resgate (1986), já que nada se cria, tudo se copia.

Inimigos: temos muitos inimigos aqui para escolher. Os zumbis são deixados de lado, para que antigas aliadas surjam como antagonistas, em especial, Jill Valentine (Sienna Guillory) e Rain (Michelle Rodriguez). James ‘One’ Shade (Colin Salmon) também reaparece. Temos aqui também um Licker mutante, maior e mais ameaçador, dois big hammer guys, e a mudança brusca de lado do vilão mor Wesker (Shawn Roberts), agora um aliado desesperado. O desfecho na Casa Branca, prometendo criaturas aladas, que veremos no sexto exemplar, é muito bom.

Chefão de Fase: apesar de tudo isso, o confronto final fica entre as quatro mulheres, dando ao público o “cat fight” extremo. De um lado, as heroínas Alice e Ada, e de outro, as transformadas Jill e Rain. É fetiche até dizer chega – mas a coreografia é muito ruinzinha, causando risadas e vergonha alheia.

5. Resident Evil 4: Recomeço

O quarto Resident Evil se divide em dois filmes. O primeiro é muito legal e se concentrasse neste trecho, poderíamos ter uma obra verdadeiramente à altura das primeiras posições. Na primeira parte, Recomeço se passa inteiramente numa prisão abandonada, sendo um filme contido, no qual a horda de zumbis tenta entrar e os protagonistas precisam mantê-los de fora. Ou seja, o princípio de todo bom terror de zumbis, vide Madrugada dos Mortos (2004). A outra parte, que inclui o ataque inicial dos clones de Alice à sede da Umbrella e o desfecho no barco “santuário falso”, é onde o filme dá asas para seu lado videogame, se tornando apenas recomendado para os aficionados e não para o público em geral.

Gameplay: Alice (Milla Jovovich) percebe que possui um exército de clones ao seu dispor e o usa para invadir a base da Umbrella, destruindo-a. Como havia ficado muito over com seus poderes, a trama trata de eximi-la dos mesmos logo no início. Procurando os sobreviventes do filme anterior, ela encontra Claire transformada através de um artefato tecnológico e parte com ela, aterrissando no teto de uma prisão. Lá, irão se deparar com um novo grupo de sobreviventes. O desfecho ocorre num grande navio, a nova sede da Umbrella. É o primeiro filme em 3D da franquia e marca a volta de Paul W. S. Anderson na direção.

Personagens para Escolher: Alice (Milla Jovovich) retorna em versão ninja, com direito a espadas e tudo. Sem poderes, mas ainda incrivelmente boa no combate, ela continua uma badass. Claire (Ali Larter) é a desmemoriada da vez e tem a chance de reencontrar seu irmão, Chris Redfield (Wentworth Miller), um dos personagens mais marcantes dos games. Luther (Boris Kodjoe) é um jogador de basquete celebridade, e quem lidera os sobreviventes da prisão, que incluí Crystal (Kacey Clarke), Angel (Sergio Peris-Mencheta) e o secretário Kim (Norman Yeung). No final, reencontramos também a gracinha K-Mart (Spencer Locke).

Inimigos: sempre que vemos o ator Kim Coates num filme, podemos ter certeza que ele será o vilão ou um traidor, e aqui não dá outra com seu personagem pomposo Bennett, um ex-agente de Hollywood. Os zumbis sofreram mutação, talvez influenciados pelo que Guillermo Del Toro criou para Blade 2 (2002), e de suas bocas agora saem uma “flor mortal”. Os dobermans aparecem no confronto final no navio. E a adição desta vez fica por conta do monstro big hammer Guy, uma criatura gigantesca, cheia de estacas de ferro cravadas em seu corpo e que surge arrastando um grande martelo/machado. *Spoiler* Fiquem até o fim dos créditos para verem a mudança de lado de uma querida personagem.

Chefão de Fase: o chefão que vinha sendo prometido desde o início é o grande antagonista da série nos games, Albert Wesker, aqui vivido por sua versão definitiva nos filmes, o ator Shawn Roberts. Extremamente caricato em sua caracterização, o personagem apela diretamente aos fãs, mas não transcende bem para um filme, já que sua personalidade robótica, óculos escuros insistentes e estilo de vilão de matinê (só falta mesmo um grande bigode enrolado) deixa tudo bem farofeiro, se tornando difícil acreditar que esta figura patética está à frente de uma mega corporação. Seja como for, o onipresente Wesker é quem realiza o embate final com Alice aqui.

4. Resident Evil 6: O Capítulo Final

Cinco anos depois do malfadado e tremenda encheção de linguiça quinto episódio, Milla Jovovich e Paul W. S. Anderson prometiam sacudir o mundo dos fãs de Resident Evil, entregando um apoteótico Capítulo Final. E o que se espera de um Capítulo Final? Bem, que feche uma saga com chave de ouro, equilibrando ação, diversão e humor, valor de entretenimento e um encerramento digno. É seguro dizer que o resultado não foi bem esse, embora esteja longe do abismal Retribuição. Dá para perceber também uma tentativa de se aproximar de Extinção ao máximo, já que o terceiro é o mais elogiado da franquia. O problema é que o filme se passa quase todo à noite, o que resulta numa fotografia muito escura, deixando o público sem entender o que está sendo mostrado. Junte a isso uma edição picotada de videoclipe. No lado positivo, O Capítulo Final faz uma boa ligação com toda a série e responde perguntas que sempre quisemos saber. Alguém duvida que teremos em breve novos episódios de Resident Evil?

Gameplay: nossa heroína Alice (Jovovich) começa novamente seu trajeto sozinha, numa terra devastada, que muito lembra os filmes Mad Max. Ao longo de sua jornada de 10 anos (15 na cronologia real), o mundo contaminado deu origem a criaturas mutantes, algumas semelhantes a dragões e outras a grandes cachorros. Sabe-se que os poucos sobreviventes, todos membros do alto escalão da Umbrella, estão protegidos na Colmeia, a base científica subterrânea do primeiro filme. Temos também a volta da inteligência artificial Rainha Vermelha.

Personagens para Escolher: Alice (Jovovich) segue firme e forte, detonando dragões agora. De início solitária, passando o pão que o diabo amassou nas mãos dos funcionários da Umbrella, ela logo é acolhida por um grupo de aliados. Dentre os membros do grupo, um rosto conhecido, Claire (Ali Larter). Seu namorado é Doc (Eoin Macken). Temos ainda a presença de Razor (Fraser James) e Abigail (a musa blockbuster atual, Ruby Rose).

Inimigos: temos uma penca de antagonistas neste autointitulado Capítulo Final. Das criaturas, se sobressaem dragões e os cães mutantes (não mais os icônicos dobermans). A Rainha Vermelha vota a dar a caras, papel de Ever Anderson aqui, e compreendemos seu passado e a origem da Umbrella. O verdadeiro antagonista, no entanto, é o Dr. Isaacs (Iain Glen), que havia morrido no terceiro filme (mais um elo com Extinção). O destaque dado ao personagem aqui, aproveitando a fama do ator vinda de Game of Thrones, é tamanha que podemos considera-lo o verdadeiro protagonista do longa. De forma inexplicável, ele assume o comando da Umbrella, deixando Wesker (Shawn Roberts), que era o grande vilão da saga, em segundo plano, como um simples capataz.  Temos também algumas aparições surpresas, que não valem ser mencionadas.

Chefão de Fase: bem, na verdade não temos uma luta final, típica dos filmes da franquia, neste “último” exemplar. O que deixa certo gosto amargo. O confronto final de Wesker é com.. bem, um objeto inanimado; e o Dr. Isaacs se digladia… bem, não é com Alice.

3. Resident Evil: O Hóspede Maldito

O primeiro filme da franquia deixou muita gente sem saber direito o que pensar. Fãs do game saíram decepcionados por, primeiro, perceberem uma protagonista que não existia em seu cânone (a heroína Alice, de Milla Jovovich, criada especialmente para o filme), e segundo, por notarem que o elemento terror trazido em especial pelos mortos-vivos que assombravam os jogos, ficou reduzidos ao segundo plano, dando lugar para uma aventura de ação, onde a tecnologia de uma inteligência artificial era a verdadeira vilã.

Gameplay: após o computador central que controla a enorme instalação subterrânea da misteriosa corporação Umbrella entrar em pane e lacrar todos os seus funcionários, assim matando-os sistematicamente, um grupo de elite da mesma empresa é chamado para investigar e resolver o problema. Ao mesmo tempo, uma trama de espionagem industrial se desenvolve e tem nossa heroína Alice bem no centro.

Personagens para Escolher: a heroína é Alice (Jovovich), uma mulher sem memória, que adora chutar cachorros. Dentre os membros da equipe de resgate, destacam-se o líder One (Colin Salmon), J.D. (Pasquale Aleardi), Kaplan (Martin Crewes) e, obviamente, a durona Rain (papel de Michelle Rodriguez, a segunda nos créditos). Matt (Eric Mabius) é o herói e espécie de “par” para Alice no primeiro filme.

Inimigos: a grande causadora do problema a ser solucionado é a inteligência artificial que controla a base científica conhecida como Rainha Vermelha, e ela vem na forma de uma menininha, papel Michaela Dicker. Podemos argumentar se ela está mais para aliada, no entanto. Temos também os óbvios zumbis, nos quais alguns dos personagens irão se transformar, os famosos dobermans e o fdp Spence (James Purefoy), o “marido” de Alice.

Chefão de Fase: enquanto a Rainha Vermelha soa como antagonista, e saibamos que o verdadeiro vilão é a Umbrella, o último desafio enfrentado por Alice no primeiro filme é o Licker, aquela grande criatura animalesca, com o cérebro exposto e língua alongada, desenvolvida nas pesquisas genéticas da enigmática empresa.

2. Resident Evil 2: Apocalipse

Tudo bem, tudo bem. Sei que receberei reclamações por colocar o segundo episódio, odiado pela maioria, como o número dois na lista. Irei tentar argumentar minha defesa aqui. Já sabíamos que a franquia não era para ser levada a sério, e neste segundo filme eles brincam muito mais com o conceito, elevando tudo a outro patamar e abraçando de vez o exagero. A ação é megalômana e o ridículo é a palavra de ordem. Fora isso, ganhamos finalmente a heroína dos games, Jill Valentine (Sienna Guillory), um grupo mais interessante de personagens e o diretor chileno Alexander Witt capricha nas cenas de terror envolvendo ataques zumbis (que é o que queremos ver aqui) – como na cena da igreja na qual um padre “alimenta” a irmã morta-viva e outra com crianças devorando uma pobre coitada num colégio. Fora isso, a paleta de cor azulada, num longa que se passa todo à noite, traz a memorável cena no cemitério, na qual pela única vez na franquia, os mortos se levantam do túmulo, numa cena em câmera lenta que remete imediatamente ao icônico clipe Thriller, de Michael Jackson.

Gameplay: maior em todos os quesitos, o T-vírus agora espalhou-se por toda a cidade de Racoon City, que prontamente foi evacuada, deixando para trás um grupo de indesejáveis, aonde encontram-se os protagonistas. Alice (Jovovich) agora é uma badass de verdade e não mais uma vítima, a cena com a moto e o vitral da igreja prova isso (e também que não faz sentido algum, como ela saberia aonde aterrissar e o que tinha do outro lado?). A trama ainda envolve o resgate de uma menininha (Sophie Vavasseur), filha de um cientista, papel de Jared Harris.

Personagens para Escolher: Alice (Jovovich) passou para o nível dois e agora é dona de superforça e agilidade. Temos aqui personagens tirados dos games, como a citada Jill Valentine (Guillory) e Carlos Oliveira (Oded Fehr). Completando o grupo de sobreviventes: a jornalista Terri Morales (Sandrine Holt), o malandro L.J. (Mike Epps) e o parceiro de Valentine, Sgto. Peyton Wells (Razaaq Adoti).

Inimigos: mais zumbis e mortos-vivos se acumulam a cada cena. Não podíamos ficar sem os famosos dobermans deteriorados também e o Licker (chefão do primeiro filme) também volta em dose dupla na cena da igreja. O maior antagonista do segundo filme, no entanto, é o insofreável Nêmesis (Matthew G. Taylor), um Frankenstein mutante armado até os dentes, saído direto do passado de Alice.

Chefão de Fase: apesar do Nêmesis ser o inimigo mais poderoso, a última batalha de Apocalipse é contra o rosto da Umbrella neste segundo longa, o Major Cain (papel do alemão Thomas Kretschmann, que viveu o Barão Strucker nos filmes da Marvel).

1. Resident Evil 3: A Extinção

Essa é barbada. Todos os fãs e não fãs da franquia Resident Evil no cinema concordam que o terceiro exemplar, dirigido por Russell Mulcahy (Highlander), é o melhor. Esta espécie de Mad Max com zumbis é o oposto do segundo filme e cria uma dualidade interessante. Enquanto seu antecessor tem o azul como cor dominante em sua fotografia e se passa exclusivamente à noite, Extinção traz a maioria de suas cenas para a quentura do deserto, de dia, e tendo o amarelo e marrom como cores predominantes. Fora isso temos a maravilhosa cena de abertura com Alice se deparando com um grupo de humanos odiosos, remetendo a Walking Dead e mostrando que o homem pode ser pior que os zumbis.

Gameplay: a ação é levada para o deserto de Nevada, onde ficava Las Vegas. O clima pós-apocalíptico de Mad Max impera e podemos notar até mesmo as ruínas do que era a cidade. Um comboio de sobreviventes, liderados por Claire Redfield (Ali Larter), procura pela “terra prometida”, enquanto lutam por sobrevivência. Logo, Alice se junta a eles e reencontra velhos rostos como Carlos e L.J., além de novos jogadores. Enquanto isso, a Umbrella também se depara com dificuldades para controlar a pandemia, ao mesmo tempo em que faz testes com os mortos-vivos (em uma cena que traz O Dia dos Mortos, de George Romero, à mente). Aqui notamos que Alice não é única e um momento emblemático revela a quantidade de clones que foram criados da moça e depois mortos.

Personagens para Escolher: Alice (Milla Jovovich) retorna mais poderosa do que nunca, além de força e grande agilidade (e toma pirueta no ar), a protagonista agora possui incrível telecinese, deixando-a pra lá de “macetada”. Claire Redfield (Ali Larter) é uma líder nata, e L.J. (Mike Epps) agora arrumou uma pretendente, nas formas de Betty (papel da cantora Ashanti). Carlos (Oded Fehr) está de volta e ao lado dele, o cowboy atirador de elite Chase (Linden Ashby), o gênio hi-tech Mikey (Christopher Egan) e a menina K-Mart (Spencer Locke), encontrada no mercado que a batizou.

Inimigos: claro que os zumbis não poderiam faltar e eles são aos montes, cercando a entrada da base subterrânea da Umbrella. Os cães doberman também voltam na cena de abertura, em que um grupo de infelizes tenta alimentá-los com Alice. Lickers e Nêmesis são deixados de fora para um foco maior nos mortos-vivos, no entanto, temos espaço para corvos zumbis, numa homenagem a Os Pássaros (1963), de Hitchcock.

Chefão de Fase: já temos vislumbres do grande antagonista dos games, Albert Wesker (aqui interpretado primeiramente por Jason O´Mara). No entanto, acompanhamos os passos do inescrupuloso Dr. Isaacs (Iain Glenn, de Game Of Thrones) e seus planos particulares, culminando em sua transformação em uma criatura e no confronto com a heroína.

‘Deadpool 2’: Confira imagens do filme antes e depois dos efeitos visuais

Confira algumas imagens em alta definição de ‘Deadpool 2‘ antes e depois dos efeitos visuais terem sido acrescentados:

Recentemente, ‘Deadpool 2‘ chegou a marca de US$ 227,7 milhões nos EUA, superando o faturamento de ‘Logan‘, que finalizou seu período nos cinemas norte-americanos abocanhando US$ 226 milhões.

‘Deadpool 2’: Fãs encontram possível ligação do filme com ‘Vingadores 4’

‘Deadpool 2’: Roteiristas queriam cena pós-créditos com o ‘Quarteto Fantástico’ de 2015

Crítica | Deadpool 2 – Maior, Melhor e Muito Mais F*dão que o original 

‘Deadpool 2’ teve PESADA cena pós-créditos cortada por exigência da Fox; Veja a descrição!

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

 

Diretora fala sobre ‘Babadook’ ter se tornado um ícone LGBTQ

Lançado em 2014, ‘Babadook‘ se tornou um dos filmes mais elogiados do gênero. No entanto, o antagonista do longa só se tornou viral em 2017, tornando-se um improvável ícone da comunidade LGBTQ através de hilários memes.

Em entrevista ao Bloody Disgusting, a diretor Jennifer Kent finalmente falou sobre o assunto.

“Isso é insano. Mas, claro, eu amei toda essa história. É muito doido e isso o manteve vivo. Ele não quer morrer, então encontrou outras formas de se manter relevante.”

Ela continua, “Vocês viram o tweet que o Jordan Peele fez? Um tweet só com emoticons contando toda a história do filme. Foi muito engraçado.”

Esse é o primeiro longa dirigido por Jennifer Kent, que também escreveu o roteiro.

Uma mãe solteira, atormentada pela morte violenta do marido, batalha com o medo de seu filho de um monstro estar se espreitando pela casa, mas logo descobre a presença sinistra ao seu redor.

O elenco conta com Essie Davis, Noah Wiseman, Hayley McElhinney, Daniel Henshall e Barbara West.

Brad Pitt afirma que ‘Era uma Vez em Hollywood’ é uma carta de amor a Hollywood

A Sony Pictures divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘Era uma Vez em Hollywood‘, que é descrito como ‘uma carta de amor a Hollywood’.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Quentin Tarantino, sendo esta a 9ª produção sob o seu comando.

Um ator de televisão e seu dublê embarcam em uma odisseia para se fazer um nome para si na indústria cinematográfica durante os assassinatos de Charles Manson em 1969, na cidade de Los Angeles.

O elenco grandioso conta com Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Al Pacino, Margot RobbieKurt Russell, Dakota Fanning, James Mardsen, Bruce Dern, Michael Madsen, Tim Roth, Timothy Olyphant, Damian Lewis, Lena Dunham, Emile Hirsch, Luke Perry, Scoot McNairy e James Remar.

M8 – Quando a Morte Socorre a Vida

(M8)

 

Elenco:

Juan Paiva

Raphael Logam

Henri Pagnoncelli

 

Direção: Jeferson De

Gênero: Suspense

Duração: 84 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ 6 milhões

Estreia: 03 de Dezembro de 2020

Sinopse: 

Maurício é um calouro da prestigiada Universidade Federal de Medicina, filho de Cida, uma auxiliar de enfermagem, que dá duro para ver seu filho entrar pra faculdade. Em sua primeira aula de anatomia, Maurício é apresentado a M-8, corpo que servirá para estudo dele e dos amigos durante o primeiro semestre. Em uma jornada permeada de mistério e realidade, Mauricio enfrenta suas próprias angústias para desvendar a identidade desse rosto desconhecido.

Crítica | M-8 – Quando a Morte Socorre a Vida – Vidas (e Mortes) Negras Importam em Novo Filme de Jeferson De (Nota: 8.0)

Curiosidades: 

» O longa é baseado no livro homônimo de Salomão Polakiewicz;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘The Deep House’: Terror subaquático do diretor de ‘A Invasora’ ganha 1ª imagem oficial

O terror subaquático ‘The Deep House‘, dirigido por Julien Maury e Alexandre Bustillo (do ultra violento ‘A Invasora‘), ganhou a primeira imagem oficial.

Confira:

Na trama, enquanto mergulham um remoto lago francês, um casal de Youtubers, que se especializou em exploração subaquática, descobre uma misteriosamente casa no fundo do lago. O que começa como uma descoberta única, logo se transforma em um pesadelo quando eles entendem que a casa foi palco de crimes sinistros. Presos, com pouca reserva de oxigênio, Tina e Ben percebem que o pior ainda está por vir: eles não estão sozinhos na casa.

James Jagger e Camille Rowe estrelam a produção.

Sem data de estreia, o longa está previsto para ser lançado em 2021.

‘Zoey e a sua Fantástica Playlist’: Especial natalino ganha clipe musical e data de estreia

O Roku finalmente anunciou quando o especial natalino da comédia musical ‘Zoey e a sua Fantástica Playlist‘ (Zoey’s Extraordinary Playlist) irá estrear.

O longa, intitulado ‘Zoey’s Extraordinary Christmas‘, será lançado oficialmente no dia 1º de dezembro.

Além disso, foi divulgado o primeiro clipe do filme, com Alex Newell soltando a voz ao som de It’s The Most Wonderful Time Of The Year.

Confira:

O elenco contará com o retorno de Jane Levy (Zoey), Skylar Astin (Max) Alex Newell (Mo), John Clarence Stewart (Simon), Andrew Leeds (David), Alice Lee (Emily), Michael Thomas Grant (Leif), Kapil Talwalkar (Tobin), Mary Steenburgen (Maggie), Peter Gallagher (Mitch) e Bernadette Peters (Deb).

Vale lembrar que, caso o filme se saia bem na plataforma de streaming, há possibilidade do Roku encomendar episódios adicionais da série.

A série foi criada por Austin Winsberg.

A trama conta a história de Zoey Clarke (Levy), uma inteligente programadora de computadores que está tentando traçar seu sucesso em São Francisco. Após um peculiar incidente, ela acaba adquirindo um talento inusitado, sendo capaz de ouvir os anseios e desejos mais profundos e escusos das pessoas que a cercam. E todos esses pensamentos são revelados a ela em formato de canções.

O elenco conta com Jane Levy, Skylar Astin, Peter Gallagher, Alex Newell, John Clarence Stewart e Mary Steenburgen.

Tubarão toca o terror no trailer LEGENDADO de ‘The Reef: Stalked’, sequência de ‘Perigo em Alto Mar’

O terror ‘The Reef: Stalked‘, sequência de ‘Perigo em Alto Mar‘, ganhou trailer legendado.

Confira:

Andrew Traucki retorna à direção.

Tentando superar o terrível assassinato de sua irmã, Annie e duas amigas próximas viajam para uma remota ilha no pacífico para mergulhar. Apenas algumas horas após sua aventura, as mulheres são perseguidas e atacadas por um grande tubarão branco. Para sobreviver, elas precisarão se unir e Nic terá que superar seus traumas, enfrentar seus medos e matar a criatura.

O elenco conta com Teressa LianeAnn TruongSaskia ArcherKate ListerTim Ross.

O terror será lançado em VOD no dia 29 de julho.

O Mestre da Fumaça

 

Elenco:

Daniel Rocha
Nathalia Rodrigues
Ângela Dip

 

Direção: Andre Sigwalt, Augusto Soares

Gênero: Comédia

Duração: 104 min.

Distribuidora: Lança Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 11 de Maio de 2023

Sinopse: 

Os irmãos Gabriel e Daniel se veem amaldiçoados pela máfia chinesa com a temida Vingança das 3 Gerações, que já ceifou a vida do avô e do pai de ambos. Para sobreviver, um dos irmãos precisa aprender os segredos do Estilo da Fumaça, uma arte marcial canábica ancestral, pouco conhecida e controversa, ensinada por um mestre único.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, a dupla Andre Sigwalt e Augusto Soares também é responsável pelo roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Todos Menos Você’: Comédia romântica ultrapassa US$ 170 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A comédia romântica ‘Todos Menos Você‘ (Anyone but You), estrelada por Sydney Sweeney (‘Euphoria’) e Glen Powell (‘Top Gun: Maverick’), ultrapassou a marca dos US$ 170 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa se tornou a maior arrecadação para uma comédia romântica com alta classificação etária desde ‘O Bebê de Bridget Jones‘, de 2016.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 80.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 90 milhões – totalizando US$ 170.1 milhões mundialmente.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais inclui a Austrália (US$13.7M), Reino Unido (US$12.6M), Alemanha (US$10.3M), México (US$6.8M) e Itália (US$5.6M).

No Brasil, o boca a boca positivo fez a produção crescer 45% e liderar as bilheterias. Após estrear em segundo lugar em sua primeira semana em cartaz, o filme ultrapassou ‘Nosso Lar 2‘ e subiu para a primeira posição nas bilheterias nacionais, arrecadando R$ 5.6 milhões.

Crítica | Sydney Sweeney e Glen Powell BRILHAM na divertida comédia romântica ‘Todos Menos Você’

Vale lembrar que, no território norte-americano, o filme arrecadou apenas US$ 8 milhões no final de semana estendido de Natal. No entanto, a produção manteve uma excelente estabilidade nas telonas – o que reflete em sua média de 87% de aprovação do público no Rotten Tomatoes.

Desde sua estreia, o longa não sofreu uma queda semanal maior do que 27% no país.

Confira nossa crítica:

Will Gluck, nome por trás das comédias ‘A Mentira‘ (2010) e ‘Amizade Colorida‘ (2011), é responsável pela direção.

Gluck escreveu o filme com Ilana Wolpert (‘High School Musical’).

Na ousada comédia, Bea (Sweeney) e Ben (Powell) parecem o casal perfeito, mas depois de um incrível primeiro encontro, algo aconteceu que esfriou a atração eletrizante dos dois. Até que eles são colocados inesperadamente juntos em um casamento na Austrália. Então, eles fazem o que todo adulto faria – fingem ser um casal.

Joe Roth, Jeff Kirschenbaum, Sweeney e Gluck produzem.

Sydney Sweeney vai estrelar e produzir a nova adaptação do clássico ‘Barbarella‘, e está no elenco de Madame Teia.

Glen Powell esteve no filme de grande sucesso de 2022, ‘Top Gun: Maverick‘. Ele também está em ‘Irmãos de Honra‘, estrelando ao lado de Jonathan Majors, e vai estrelar uma série dos Irmãos Russo.

Comunidade é assombrada por seus PECADOS no trailer do terror ‘The Damned’; Confira!

O terror psicológico ‘The Damned‘ ganhou o primeiro trailer.

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Thordur Palsson (‘O Assassino de Valhalla’) é responsável pela direção.

No Século XIX, uma viúva precisa fazer uma escolha impossível quando um navio afunda na costa de seu posto de pesca isolado durante um inverno especialmente cruel. Com as provisões acabando, Eva e sua comunidade unida devem escolher entre resgatar a tripulação naufragada ou priorizar sua própria sobrevivência. Enfrentando as consequências de sua decisão e atormentados pela culpa, os habitantes lutam contra uma crescente sensação de pavor e começam a acreditar que todos estão sendo punidos por suas escolhas.

O elenco conta com Odessa YoungJoe ColeSiobhan FinneranRory McCann, Turlough ConveryLewis GribbenFrancis MageeMícheál Óg LaneAndrean SigurgeirssonGuillermo UriaArnar Máni Iansson Gray.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 3 de janeiro.

‘Outlander: Blood of My Blood’ ganha trailer LEGENDADO e data de estreia no Disney+; Confira!

O Disney+ divulgou o trailer legendado da série ‘Outlander: Blood of My Blood‘, que servirá de pré-sequência do adorado drama de época ‘Outlander‘.

Além disso, foi confirmado que o derivado estreará no serviço de streaming no dia 9 de agosto.

A produção focará em duas histórias de amor paralelas ambientadas em dois períodos de tempo diferentes, com os pais de Jamie nas Highlands escocesas do início do século XVIII e os pais de Claire na Inglaterra da Primeira Guerra Mundial.

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Sara VickersBrian McCardieJhon LumsdenPeter Mullan são os protagonistas.

Vickers dá vida a Brian Fraser – avó de Jamie Fraser -, uma governanta da casa Lovat. McCardie será Isaac Grant, líder do Clã Grant; Lumsden, por sua vez, é seu filho, Malcolm, um pretendente em potencial para Ellen MacKenzie. Por fim, Mullan dá vida a Red Jacob MacKenzie, pai de Ellen, Dougal, Colum, Janet e Jocasta.

O restante do elenco conta com Rory Alexander (‘Pistol’), Sam Retford (‘Coronation Street’), Seamus McLean Ross (‘Payback’), Conor MacNeill (‘O Turista’), Harriet Slater (‘Indiana Jones e A Relíquia do Destino’), Jamie Roy (‘Flowers and Honey’), Hermione Corfield (‘Os Renegados’) e Jeremy Irvine (‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!’).

A trama explora a vida dos pais de Jamie, Ellen MacKenzie (Slater) e Brian Fraser (Roy), assim como a história de origem dos pais de Claire, Julia Moriston (Corfield) e Henry Beauchamp (Irvine).

Beekeeper 2

(The Beekeeper 2)

 

Elenco:

Jason Statham
Pom Klementieff
Jeremy Irons

 

Direção: Timo Tjahjanto

Gênero: Ação

Duração: — min.

Distribuidora: Sony Pictures

Estreia: 14 de Janeiro de 2027

Sinopse: 

Em BEEKEEPER 2, Adam Clay terá que usar as habilidades do seu passado para acabar com uma nova ameaça e proteger as pessoas que ama.

 

Curiosidades: 

Qual será a história de ‘Beekeeper 2’, a sequência do filme de AÇÃO com Jason Statham?

» Kurt Wimmer assina novamente o roteiro – desta vez, ao lado de Umair Aleem;

» Sucesso nos cinemas, o primeiro filme arrecadou US$ 152.7 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de apenas US$ 40 milhões;

‘Beekeeper: Rede de Vingança’: Amazon MGM garante os direitos mundiais da sequência, em acordo de mais de US$ 50 milhões

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Tom Holland faz vídeo resposta para Chris Hemsworth com brinquedos de ‘Os Vingadores’

Lembra daquele vídeo feito nos bastidores de ‘Vingadores – Guerra Infinita’, pelo astro Chris Hemsworth?

Então, o ator Tom Holland decidiu entrar na brincadeira, fazendo um vídeo resposta no mesmo estilo. Só que dessa vez, quem apanha é Thor, com seu próprio martelo.

Confira:

Assista ao vídeo anterior de Hemsworth:

Em vídeo, Tom Holland deixa escapar que estará em ‘Os Vingadores 4’

‘Vingadores – Guerra Infinita’ vai abordar eventos passados de ‘Guardiões da Galáxia’ 

Jeremy Renner odiou sua participação em ‘Os Vingadores’ 

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Hereditary’, considerado “o novo ‘O Exorcista'”, ganha imagem inédita

O aclamado terror Hereditary, considerado por alguns críticos como “o novo ‘O Exorcista‘”, ganhou uma nova imagem, que traz a atriz Toni Collette em desespero.

Confira, com o trailer:

Na trama, a família Graham começa a se revelar após a morte de sua avó reclusa. Mesmo após sua partida, a matriarca ainda exerce um mal sobre a família, especialmente em sua neta adolescente e solitária, Charlie, com quem ela sempre teve um fascínio incomum. À medida que um terror esmagador toma conta de sua casa, sua existência pacífica é desfeita, forçando sua mãe a explorar um reino mais obscuro para escapar do destino infeliz que eles herdaram.

Dirigido por Ari Aster, a produção é conduzida pela A24 e seu elenco conta como Toni Collette (‘O Sexto Sentido’), Zachary Arthur, Mallory Bechtel e Ann Dowd (‘The Handmaid’s Tale’).

O filme ainda não tem data de estreia para o Brasil.

‘Nós’: Terror de Jordan Peele ganha trailer internacional com cenas inéditas

O terror ‘Nós‘ ganhou um novo trailer internacional, com cenas inéditas.

Confira:

Na trama, “Uma mãe e um pai levam seus filhos para a casa na praia esperando relaxar e se divertir com seus amigos. Mas quando a noite cai, a serenidade se transforma em tensão e caos após visitas chocantes aparecerem sem convite.”

O elenco conta com Lupita Nyong’oDuke Nicholson, Evan Alex, Madison Curry, Cali Sheldon, Noelle Sheldon,  Tim Heidecker,Yahya Abdul-Mateen II, Anna Diop Shahadi Wright Joseph.

O terror chega aos cinemas nacionais em 21 de março.

‘O Império do Besteirol Contra-Ataca’: Reboot é o ‘Vingadores: Ultimato’ da franquia

O Reboot de ‘Jay and Silent Bob’O Império do Besteirol Contra-Ataca’, promete fortes emoções para os fãs da franquia cômica.

E segundo o ator e diretor Kevin Smith, a produção será o equivalente a ‘Vingadores: Ultimato’, trazendo personagens vistos no passado, em uma épica jornada. A informação foi compartilhada por ele mesmo, durante uma rodada de perguntas e respostas feita por meio de uma live no Facebook.

Na ocasião, ele comentou que o criador da aclamada série cômica ‘The Goldbergs elogiou a produção:

Adam Goldberg, criador da série The Goldbergs, quando assistiu à produção, nos disse: ‘Essa é tipo sua versão de Vingadores: Ultimato‘. Nós trouxemos todo mundo que faz parte da saga e, sim, esse filme é meio que o nosso ‘Ultimato‘. Se você assistisse a ‘Ultimato‘ sem jamais ter visto qualquer um dos filmes anteriores da Marvel antes, você ficaria confuso pensando: ‘Mas que bosta está acontecendo aqui?’. O mesmo acontecerá com o reboot de ‘Jay and Silent Bob‘. Se você nunca assistiu nada do que fiz no passado antes, algumas das piadas se perderão para você”.


Confira o cartaz do longa:

Kevin Smith, Jason MewesShannon ElizabethJason LeeDonnell RawlingsJoey Lauren Adams retornam para o reboot.

Joe Manganiello, Craig Robinson, Frankie Shaw e Stephen Blatt completam o elenco.

Retratado pelo próprio Smith e colaborador de longa data, Jason Mewes, Jay e Silent Bob se originaram como personagens secundários no clássico ‘O Balconista’ e apareceram novamente em ‘Barrados no Shopping’. O crossover de Jay e Bob em algumas produções acabou criando uma continuidade compartilhada, que Smith e seus fãs chamam de View Askewniverse. Eles posteriormente reapareceram em ‘Procura-se Amy’, onde ambos serviram como a inspiração para os quadrinhos intitulados ‘Bluntman & Chronic’.

‘Kim’s Convenience’: Série de comédia com astro de ‘Shang-Chi’ é cancelada após 5ª temporada

A série de comédia canadense sobre uma família coreana, intitulada ‘Kim’s Convenience‘, será cancelada após a sua 5ª temporada.

A novidade, que fora anunciada pela própria conta oficial do Instagram da série, chega como uma surpresa, considerando que a produção já havia sido renovada para a sua 6ª temporada.

Segundo o anúncio, os criadores Ins Choi e Kevin White decidiram seguir adiante com novos projetos, após a conclusão da 5ª temporada. Consequentemente, a produtora responsável pela série, a Thunderbird Films, optou por não dar sequência com o programa sem a dupla original.

A série, que iniciou sua jornada em 2016 na emissora canadense CBC, viu sua popularidade crescer grandiosamente na América do Norte, após suas quatro temporadas entrarem para a grade de programação da Netflix.

A produção é estrelada por Simu Liu, ator escalado para protagonizar a vindoura adaptação dos quadrinhos da Marvel,Shang-Chi e a Lenda dos Dez Aneis‘.

Por meio de sua conta oficial do Twitter, ele lamentou o abrupto cancelamento de ‘Kim’s Convenience‘, dizendo estar desapontado:

“Notícia decepcionante hoje.

Estou de coração partido. Sinto que a minha jornada com Jung foi abreviada. Eu acho que vocês, os fãs, mereciam mais. Mas estou orgulhoso de tudo o que conquistamos juntos em cinco temporadas.

Obrigado por todo o seu amor e suporte. Isso não é um adeus, apenas um Ok, a gente se vê”.


Kim’s Convenience‘ não é exibida no Brasil.

Assista ao trailer da 5ª temporada:

Crítica | Bom dia, Verônica: 2ª temporada se aprofunda em temas sensíveis e suaviza as cenas mais fortes

Sucesso instantâneo em sua estreia na Netflix, a série brasileira Bom dia, Verônica transforma a saga de uma obstinada e incorruptível policial em uma inebriante aventura hollywoodiana. Sua jornada, que em certos momentos traz ares do thriller de ação Atômica, fez de um tema tão complexo e delicado a grande vertente de sua narrativa, usando ainda alguns artifícios do gênero de terror para dimensionar a grandiosidade dos traumas oriundos do abuso sexual e da agressão doméstica. Em sua nova temporada, a produção criada por Raphael Montes vai ainda mais além e faz duras críticas aos líderes religiosos que abusam de sua influência para sustentar suas agendas demoníacas.

Tentando encontrar os verdadeiros chefes daquela máfia que tira proveito de crianças órfãs e mulheres frágeis, Verônica (Tainá Müller) se depara com Matias (Reynaldo Gianecchini) e sua perfeita esposa e delicada filha. Líder de uma seita que mistura o Cristianismo com o Espiritismo, ele é uma versão glamourizada de João de Deus, charlatão que usou sua religião como técnica de persuasão, dissimulação e abusos. E ao longo de seis episódios, testemunhamos a narrativa dessa “irretocável” família se cruzar com os dilemas pessoais e profissionais da própria protagonista, que se vê diante da dura decisão de ter que abrir mão de seus filhos, para tentar salvar tantas outras meninas sem pai e nem mãe.

E à medida que somos confrontados com as duras e às vezes controversas decisões dessa protagonista imperfeita, enxergamos ainda mais de nós em suas lutas. Idealista, mas também durona, ela é a face e a voz de inúmeras sobreviventes de estupro, pedofilia e agressão doméstica. E embora os assuntos abordados sejam ainda mais dolorosos de acompanhar, Montes e sua equipe de roteiristas tomaram a ousada decisão de preservar a sensibilidade existente nesses casos tão traumáticos, sendo mais sutis e sugestivos quando se trata de apontar os diversos crimes denunciados a cada episódio. Abrindo mão da violência mais gráfica que testemunhamos na 1ª temporada, a série original da Netflix assume a responsabilidade de escancarar os fatos, sem precisar de todo aquele grafismo do passado.

Com um elenco exemplar, os novos episódios da produção destacam as poderosas performances de Camila Márdila, Müller, Gianecchini e Klara Castanho, que brilham em tela e nos absorvem em seus dilemas e conflitos. Com atuações mais naturais, os protagonistas nos levam aos seus limites psicoemocionais, nos convidando para uma experiência ainda mais imersiva e dilacerante. Com excelentes confrontos corpo a corpo, os novos episódios sabem dosar bem o suspense e a ação, deixando brecha para pequenas reviravoltas que apimentam ainda mais a narrativa e angustiam nossos sentidos.

Preservando ainda a integridade da atriz Klara Castanho – que surpreende em uma performance sensível e dolorosa de assistir, o novo ciclo ainda reforça sua enorme qualidade técnica de edição e montagem, que nada perde para os padrões de Hollywood. Com o amparo da Netflix, a série mostra a grandiosidade e o potencial da arte desenvolvida em nosso país e reitera a importância de contarmos nossas histórias, com nossa cultura e nosso contexto social para o mundo. Envolvente e com conexões diretas à temporada anterior, Bom dia, Verônica não dá ponto sem nó e caminha com bravura em direção a um futuro promissor, que promete uma explosiva combinação de novas denúncias e casos assombrosos. Agora é torcer para que Verônica finalmente tenha um bom dia com o anúncio da sua 3ª temporada.

Crítica | Titane – O Vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes 2021

Expectativas foram criadas depois do estonteante debut da jovem diretora francesa Julia Ducournau em 2016. Com Grave (Raw), a iniciante conseguiu cativar os fãs do horror visceral e os amantes da fotografia com uma heroína em descoberta da sua própria identidade e apetite sexual. Por outro lado, lançado no Festival de Cannes 2021, Titane, seu segundo longa, possui um enredo frio, incômodo e pouco envolvente, mas fez a plateia querer vomitar

Depois de um acidente de carro ainda criança, Alexia (Agathe Rousselle) é obrigada a conviver com um placa de titânio na sua cabeça. A primeira cena apresenta o acontecimento derivado de uma banalidade e um pai negligente. Com o passar dos anos, a aparência distinta pelo metal e a cicatriz torna-se parte da sua personalidade dissociativa. Ela trabalha como dançarina exótica em cima de carros e possui estranhos admiradores. 

Logo após sair do hospital, ainda pequena, a menina beija o carro o qual a tornou, em parte, esculpida em metal. O híbrido máquina e humano é o grande mote da narrativa de Julia Ducournau. Após experimentar uma noite de sexo sem proteção com o automóvel, Alexia encontra-se grávida e entre as suas pernas escorre um óleo negro e viscoso, como se em suas veias corressem gasolina no lugar de sangue.

A partir de então, o enredo torna-se um sequência de cenas projetadas para causar mal estar e perturbar o espectador. Ao dar-se conta da gravidez, ela tenta um aborto com as próprias mãos por meio de um “palito de cabelo”. Apesar da utilidade de prender suas mechas, o “palito” é uma verdadeira arma em suas mãos e não apenas contra o próprio feto. 

Além da tentativa de aborto, duas outras cenas causam arrepios. A primeira é durante o sexo com a companheira de trabalho Justine (Garance Marillier) – protagonista do primeiro filme da diretora. Ela tenta arrancar a dente o piercing no mamilo da menina. O segundo momento é quando ela decide passar-se por um rapaz desaparecido há anos para fugir da polícia. Para isso, ela quebra o próprio nariz o esmagando contra a pia do banheiro. 

Se no primeiro filme da diretora existiam cenas de fazer revirar o estômago, elas estavam atreladas a um objetivo bem delimitado e sedutor. Em Titane, o suspense da história fica por conta do bebê automobilístico a desenvolver-se em um corpo humano. A protagonista, no entanto, é completamente opaca. Em uma mistura de Crash – Estranhos Prazeres (1996), de David Cronenberg, e Eraserhead (1977), de David Lynch, a estranha fábula tem o seu encanto fotográfico e um ambientação hipnótica, mas não nos engaja à Alexia. 

Para incrementar o enredo, Vincent (Vincent Lindon), o pai do menino desaparecido Adrien (o qual Alexia o incorpora fazendo suas formas femininas desaparecer), a acolhe em sua casa sem exame de DNA ou demais perguntas. Perturbado psicologicamente e bastante musculoso aos 62 anos, o ator representa o limite da estrutura humana com injeções de drogas para fortificá-lo. Um paralelo que causa tensão sobre o flagelo do corpo a partir das mutilações realizadas por Alexia e o combate ao fogo, já que ele é um bombeiro. 

Titane testa o limite entre a força bruta humana e a potência mecânica. Entre as dores contínuas e uma coceira incessante, que faz Alexia esfolar a própria barriga, a tensão é projetada pelo nascimento do fruto de uma noite de luxúria entre o automóvel e a protagonista. A cena do parto, no entanto, não gera o ápice pretendido. Apesar da possível alusão a Alien, o Oitavo Passageiro (1979), de Ridley Scott, o nascimento é uma derrota para Alexia e uma redenção para Vicente, depois de uma estranha proximidade entre ele e seu filho postiço Adrien. 

Assim como Jordan Peele, Julia Ducournau derrapou na síndrome do segundo filme fantástico, isto é, após uma estonteante estreia no cinema, tal como Corra! (2017), de Peele, a diretora não consegue manter o charme e a surpresa do primeiro projeto. Com Nós (2019), Jordan criou um interessante mundo particular, mas que não conseguiu amarrar seus próprios nós. Já em Titane, a cineasta francesa apresenta um show desguarnecido de horrores e perturbação. Sob a agenda da perversão pode até entreter, mas precisa de mais contexto para marcar o público. 

 

** Filmes visto no Festival de Cannes em 14 de julho. 

‘Pantera Negra’: Fã cria petição para a Netflix produzir série baseada no filme

Pantera Negra já é um dos maiores sucessos da Marvel Studios e muitos fãs acreditam que ainda tem muita história para contar.

Pensando nisso, um fã chamado Eric Hamilton resolveu criar uma petição visando conseguir assinaturas para que a Marvel, juntamente com a Netflix, desenvolvam o seriado ‘Wakanda’, que contaria as origens do misterioso país do herói.

O objetivo da petição é conseguir 5 mil assinaturas para chamar atenção do serviço de streaming, que já conta com mais de 3 mil. Para fazer parte, clique neste link.

O novo filme da Marvel Studios já arrecadou mais de US$ 202 milhões na bilheteria norte-americana. Mundialmente, já ultrapassou a incrível marca de US$ 700 milhões.

Os Melhores e Piores filmes da Marvel Studios – Incluindo ‘Pantera Negra’

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar).

O longa já está em cartaz nos cinemas.

Lenda urbana da internet ganha vida em novo trailer de ‘Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’

Sony Pictures divulgou um novo trailer perturbador do terror ‘Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’, além disso, o filme ganhou uma nova data de estreia nos EUA: 10 de agosto de 2018.

As protagonistas são as jovens Joey King, de ‘Invocação do Mal‘, e Annalise Basso, de Ouija: Origem do Mal. Além delas, estão confirmados Jaz Sinclair (‘When The Bough Breaks’) e Talitha Bateman (‘Annabelle 2’).

A Screen Gems é responsável por grandes filmes de terror, como ‘O Exorcismo de Emily Rose‘, ‘O Albergue‘, ‘Anjos da Noite‘ e ‘Resident Evil‘.

O pouco conhecido David Byrke escreveu o roteiro.

A estreia de Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’ no Brasil foi marcada para 23 de agosto de 2018, porém, existe a possibilidade de também ser adiantada.

Pokémon | ‘Pokémon Company’ revela mais dois personagens da nova série animada

Em dezembro de 2022, após mais de 25 anos do início da série animada, o mestre Pokémon Ash Ketchum enfim conquistou o campeonato Oito Mestres, equivalente ao torneio mundial desse universo, e verá sua jornada de décadas chegar ao fim junto com o término de Jornadas Supremas Pokémon. Mas como a franquia não pode parar, uma nova série já foi anunciada e terá como protagonistas a dupla Liko e Rain, que pelo mundo viajarão tentando desvendar mistérios de dois objetos: o pingente de Liko e a Pokébola de Rain.

Na manhã desta sexta-feira (24), a The Pokémon Company emitiu um comunicado anunciando mais dois personagens recorrentes da nova saga, que podem agradar a uns, mas certamente deixará outros meio decepcionados. Confira!

A dupla é formada pelo Professor Friede, um dos mais experientes pesquisadores do mundo Pokémon, e seu companheiro de aventuras, o Capitão Pikachu. Esses dois devem acompanhar a dupla principal enquanto novos Pokémon aparecem e novas jornadas se desenvolvem. Mais informações devem ser divulgadas em breve.

Divulgação/ The Pokémon Company

Ao mesmo tempo em que é interessante ver esses novos personagens que dominarão a franquia nas telinhas e telonas nos próximos anos, soa meio repetitivo novamente trazer um Pikachu para ser personagem de destaque na série. Mercadologicamente é uma decisão óbvia, já que o ratinho amarelo é símbolo da franquia mais lucrativa da Cultura Pop mundial. No entanto, grande parte dos fãs esperava que a imagem do Pikachu seria preservada um pouco após quase três décadas de exposição constante. Não é como se faltassem outros Pokémon carismáticos, não é mesmo? Mas, no comunicado, o vice-presidente de marketing da The Pokémon Company International, Taito Okiura, comentou um pouco mais sobre o que esperar dessa nova série e o motivo de manterem o Pikachu como um dos personagens-chave da saga.

“À medida que o mundo Pokémon se expande e evolui, os fãs poderão embarcar em uma nova jornada de ação, aventura e amizade através dos olhos de personagens únicos como Friede e Capitão Pikachu na estreia da próxima série animada, neste ano. […] Por 27 anos, Pikachu tem sido sinônimo da franquia Pokémon, e estamos ansiosos para ver esse amado Pokémon continuar a ter uma presença significativa na série animada e permanecer um ícone para a marca”, afirmou Okiura.

Até o momento, não há uma data de lançamento para a nova série, só é sabido que ela está prometida para 2023. Entretanto, é possível que nova informações sejam reveladas no próximo Pokémon Day, que acontece na próxima segunda-feira (27), trazendo um vídeo exclusivo de aproximadamente 20 minutos com novidades da franquia, chamado Pokémon Presents.

Ansiosos para a nova série?

Jornadas Supremas Pokémon está disponível na Netflix.

 

Crítica | Meu Querido Zelador – Série de comédia ácida no estilo ‘Parasita’ estreia na Star+

Desde que o longa sul-coreano ‘Parasita’ ganhou o Oscar de Melhor Filme e Melhor Filme Estrangeiro, dentre outros prêmios, a produção cinematográfica ocidental tem voltado seus olhos com mais atenção para as histórias das pessoas comuns, que trazem uma riqueza ainda maior para as narrativas. O atual representante do Brasil ao Oscar, ‘Marte Um’, também aborda esse tema, pois um dos personagens, o pai, é porteiro de um prédio de classe média alta. Também nessa pegada, recentemente estreou no streaming da StarPlus a ótima série argentina ‘Meu Querido Zelador’, programão para maratonar de uma vez só.

Há quase trinta anos Eliseo (Guillermo Francella) trabalha em um prédio como porteiro e zelador, cuidando do local, abrindo portas, ajudando com compras, recebendo encomendas e orientando outros funcionários. Sua vida praticamente inteira está neste prédio, na zona rica de Buenos Aires. Certo dia, ele entreouve uma conversa muito suspeita da arquiteta Florencia (Malena Sánchez) e o advogado Doutor Zambrano (Gabriel Goity), que o faz ficar encucado até que, na reunião de condomínio, Eliseo infiltra um walkie talkie no local para ouvir o debate e descobre que os dois moradores levaram uma proposta tentadora aos outros proprietários: construir uma piscina no terraço do prédio. Isso não seria um problema, exceto pelo fato de a casa de Eliseo ficar exatamente no terraço, e, para a construção da piscina, Zambrano e Florencia estivessem propondo demitir o zelador e destruir sua casa. O que eles não contavam era com a astúcia do ‘Meu Querido Zelador’.

Dividida em nove episódios curtinhos com cerca de trinta minutos, ‘Meu Querido Zelador’ é uma série de comédia deliciosamente ácida com toques de suspense e psicopatia. Guillermo Francella faz de seu personagem um dócil e querido cidadão exemplar, sem vícios, sempre disposto, mas que usará de todos os artifícios para defender sua permanência – e é aí que vem o outro lado desse protagonista, que também se revela um cara frio, calculista, sem remorsos e bastante obcecado com cada morador, um verdadeiro vouyer da vida alheia. A química perfeita entre um ótimo ator com o roteiro ao ponto de Martin Bustos.

Se por um lado a série entretém e faz rir, por outro faz a crítica social ao comportamento dos seres mais abastados, que comumente se acham na autoridade de descartar pessoas como se fossem lixo. A cada risada que damos da história criada por Gastón Duprat e Mariano Cohn fica um sabor amargo na boca, por reconhecermos esses comportamentos na sociedade. É o que mais vemos acontecer nos dias de hoje: empresas descartando funcionários e prestadores de serviço sem se importarem com os direitos trabalhistas, com o impacto que causa na vida da pessoa e/ou em prol de uma dita modernização, em que empregos são substituídos por máquinas e autoatendimento. É o retrocesso disfarçado de “futuro”.

Não se admire se você sentir nervoso ao assistir aos episódios de ‘Meu Querido Zelador’, pois um clima constante de “vai dar ruim” vai sendo construído com a evolução do enredo, costurado por um suspense estilo policial em que todos são suspeitos de um crime ainda não cometido, mas que deve ser evitado pelo protagonista. ‘Meu Querido Zelador’ é uma série deliciosa e viciante, sabor vingança.

OSCAR 2022 | Selecionamos 20 Filmes que são apostas para a premiação

Pouco tempo se passou desde que Nomadland consagrou-se o grande vencedor do Oscar 2021, premiado como Melhor Filme, Melhor Direção (Chloé Zhao) e Melhor Atriz (Frances McDormand). A cerimônia fechou a temporada de premiações dos filmes do ano passado. E abriu as portas para um cenário de especulação sobre o que vem por aí.

Apaixonado por premiações e sem conseguir se controlar na expectativa, o CinePOP decidiu separar para vocês algumas apostas muito prematuras sobre o que pode pintar no Oscar 2022.

É importante destacar que as apostas dizem respeito às categorias principais, especialmente Melhor Filme.

Amor Sublime Amor

Lançada em 1961, a versão original de West Side Story levou para casa nada menos que 10 estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme. Se por um lado a falta de originalidade pode prejudicar, por outro é impossível ignorar a grandiosidade do projeto e o envolvimento de Steven Spielberg, um cineasta muito querido pela Academia.

 

Em um Bairro de Nova York

Mais um musical que promete fazer barulho. O filme é uma adaptação de In the Heights, peça de Lin-Manuel Miranda que antecedeu o trabalho em Hamilton. Em um Bairro de Nova York talvez tenha maiores chances em categorias como Melhor Canção Original (o EGOT de Lin parece questão de tempo), mas as primeiras críticas do filme apontam que ele pode sim surpreender na temporada de premiações.

 

Cry Macho

A volta de Clint Eastwood ao mundo do faroeste é daqueles projetos que parecem destinados ao Oscar. É bem verdade que os últimos trabalhos do cineastas não tiveram muito destaque em premiações, mas Clint sempre foi um nome importante na indústria. Além de tudo, o filme contará com Clint atuando no que pode ser sua despedida à frente das telas. Aos 90 anos, ele tem se concentrado cada vez mais na direção. 

 

The French Dispatch

Dirigido por Wes Anderson e estrelado por Tilda Swinton, Frances McDormand, Bill Murray, Owen Wilson, Saoirse Ronan, Benicio Del Toro, Timothée Chalamet e Adrien Brody. Só isso já parece o bastante para colocar o longa na próxima temporada de premiações. O filme estava marcado para estrear em 2020, mas acabou adiado por causa da pandemia.

 

House of Gucci

Ridley Scott pode não ser amado pelos críticos, mas está sempre recebendo um carinho por parte da Academia. O diretor quatro vezes indicado ao Oscar chega com novo projeto em 2021. E não é qualquer projeto. House of Gucci conta a história do assassinato de Maurizio Gucci, empresário do mundo da moda Gucci. O crime foi orquestrado por sua ex-esposa. No elenco, nomes como Lady Gaga, Adam Driver, Al Pacino e Jared Leto.

 

Soggy Bottom

Em Paul Thomas Anderson nós confiamos! O diretor de Magnólia, Sangue Negro e O Mestre chega em breve com seu mais novo projeto: Soggy Bottom. Passado na Califórnia dos anos 70, o filme acompanha um estudante do ensino médio que também é um ator mirim de sucesso. O elenco traz Bradley Cooper, Benny Safdie e Cooper Hoffman, filho do grande Philip Seymour Hoffman.

 

Nightmare Alley

Primeiro filme dirigido por Guillermo del Toro após A Forma da Água, vencedor de quatro estatuetas do Oscar. Bradley Cooper e Cate Blanchett lideram o elenco do novo projeto. Eles vivem os dois protagonistas: um vigarista que chega ao fundo do poço e sua psiquiatra, que aos poucos se revela mais problemática que ele. Rooney Mara e Toni Collette completam o time.

 

Don’t Look Up

Adam McKay surgiu para o mundo dirigindo comédias como O Âncora e Ricky Bobby, mas aos poucos foi se tornando um dos queridinhos das temporadas de premiações. Seus últimos trabalhos foram A Grande Aposta (2015) e Vice (2019), dois filmes premiados no Oscar. Em 2021, o cineasta lança Don’t Look Up, comédia estrelada por Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence sobre dois astrônomos que tentam alertar o mundo sobre os riscos de um asteroide acabar com a vida na Terra. Cate Blanchett, Timothée Chalamet, Meryl Streep e Jonah Hill completam o elenco.

 

Duna

Mesmo indicado em oito categorias no Oscar 2017, A Chegada deixou a temporada de premiações com um gostinho de que merecia mais reconhecimento. E o novo trabalho do diretor Denis Villeneuve também deve chegar fazendo muito barulho. A nova versão de Duna para os cinemas era um dos filmes mais aguardados do ano passado, mas acabou adiado por causa da pandemia. Adaptação de clássico de Frank Herbert, o filme traz Timothée Chalamet, Rebecca Ferguson, Zendaya, Jason Momoa, Oscar Isaac e Javier Bardem à frente do elenco.

 

Canterbury Glass

A crítica pode não gostar de David O. Russell, mas ano após ano lá está ele na temporada de premiações. O Lado Bom da Vida, Trapaça, Joy: O Nome do Sucesso… E agora é a vez de Canterbury Glass. E para buscar esta indicação, o cineasta contará com a ajuda de uma das sensações do momento, a atriz Anya Taylor-Joy (O Gambito da Rainha). O elenco conta ainda com Margot Robbie, Zoe Saldana, Robert De Niro e Christian Bale

 

Não Se Preocupe Querida

Após estrear na direção com o ótimo Fora de Série, Olivia Wilde chega com um projeto bem mais ambicioso em 2021. Trata-se do drama Não Se Preocupe Querida, com Florence Pugh e Harry Styles como protagonistas. O drama com elementos de suspense conta a história de uma dona de casa dos anos 50 que vive numa comunidade utópica com o marido. Aos poucos, ela começa a desconfiar que a companhia para qual ele trabalha possui alguns segredos terríveis.  

 

A Journal for Jordan

Em seu primeiro trabalho como diretor desde Um Limite Entre Nós (2016), que recebeu quatro indicações ao Oscar, Denzel Washington agora conta a história do sargento Charles Monroe King. Antes de ser morto durante a Guerra do Iraque, ele escreve um diário para o filho falando sobre como poderia levar uma vida decente mesmo crescendo sem um pai. Michael B. Jordan é o protagonista.

 

Next Goal Wins

Adaptação para a ficção do documentário O Próximo Gol Leva (2014). Dirigido por Taika Waititi, o filme conta com Elisabeth Moss, Michael Fassbender e Armie Hammer no elenco. A trama acompanha a saga da seleção de futebol da Samoa Americana, que perdeu uma partida para a Austrália pelo placar de 31 x 0, durante as eliminatórias para a Copa do Mundo de 2002.

 

King Richard

Drama que explora o sucesso das tenistas Venus e Serena Williams, destacando a importância do pai e treinador Richard Williams. Will Smith foi o escolhido para o papel de Richard e atua ao lado de Jon Bernthal, Dylan McDermott, Tony Goldwyn e Aunjanue Ellis. A direção é de Reinaldo Marcus Green.

 

The Tragedy of Macbeth

A clássica peça de William Shakespeare chega aos cinemas em breve pelas mãos do cultuado diretor e roteirista Joel Coen (Onde os Fracos Não Têm Vez). O elenco traz ninguém menos que Denzel Washington e Frances McDormand como lorde e lady Macbeth, respectivamente. 

 

Blonde

Adaptação de livro homônimo de Joyce Carol Oates, que é uma reimaginação da vida pessoal e profissional de Norma Jeane Baker, mais conhecida como Marilyn Monroe. Ana de Armas foi a escolhida para interpretar Marilyn e irá contracenar com nomes como Julianne Nicholson, Bobby Cannavale, Adrien Brody e Sara Paxton. A direção é de Andrew Dominik, de O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford.

 

Spencer

Além de Marilyn, outra famosa loira vai aparecer em destaque nas telas em 2021. Spencer, de Pablo Larraín, contará parte da história da princesa Diana, especialmente o período em que decide se separar do príncipe Charles. Lady Di será interpretada por ninguém menos que Kristen Stewart. O diretor é o mesmo de Jackie, cinebiografia de Jacqueline Kennedy Onassis.

 

The Power of the Dog

A cultuada diretora Jane Campion (O Piano) chega em breve com o aguardado The Power of the Dog, adaptação de livro homônimo escrito por Thomas Savage. A trama acompanha a relação de dois irmãos que dividem um rancho, e que entram em conflito quando um deles decide se casar. Benedict Cumberbatch, Kirsten Dunst e Jesse Plemons formam o trio principal.

 

C’mon C’mon

Novo filme da produtora A24, C’mon C’mon traz Joaquin Phoenix na pele de um artista de meia idade que embarca em uma viagem através do país na companhia do jovem sobrinho. Gaby Hoffmann e Jaboukie Young-White também estão no elenco. A direção é de Mike Mills, de Mulheres do Século 20.

 

Red, White and Water 

Outra produção da A24. Após trabalhar na série Room 104, a diretora Lila Neugebauer faz sua estreia em longas com Red, White and Water. O drama acompanha a saga de uma oficial do exército americano que sofre um trauma grave no cérebro durante o combate no Afeganistão. De volta aos Estados Unidos, ela terá que ajustar sua vida às novas limitações. Jennifer Lawrence é a protagonista do filme, que conta ainda com as presenças de Brian Tyree Henry e Samira Wiley.

‘Pedro Coelho 2’: Sequência é adiada em quase dois meses

De acordo com o site Deadline, a sequência Pedro Coelho 2’ teve seu lançamento adiado em quase dois meses: em vez de estrear no dia 07 de fevereiro, o longa chega aos cinemas em 03 de abril de 2020.

As mudanças foram feitas acerca do período da Páscoa do ano que vem, para que não concorra com a exibição de ‘007 – Sem Tempo para Morrer’, que será lançado no final de semana do feriado em questão.

Faturando ótimos US$ 320 milhões mundialmente, a produção original – que mescla animação em 3D com live action -, teve uma boa recepção tanto da crítica quanto do público.

A continuação contará com o retorno do diretor Will Gluck e dos astros James Corden, Rose Byrne e Domhnall Gleeson no elenco.

Baseado na série de livros ‘As Aventuras de Pedro Coelho’, da autora Beatrix Potter, o filme conta a história do rebelde animalzinho que apronta grandes confusões, além de travar uma briga com o senhor McGregor (Gleeson) pelo carinho de sua amada, a apaixonada por animais, Bea (Byrne).

Usuários da Netflix estão assistindo a documentário sobre pandemia devido ao surto de Coronavírus

Segundo a Netflix, os usuários da plataforma estão consumindo um produto um tanto quanto esquecido nos últimos meses – principalmente devido ao surto do Coronavírus nas últimas semanas.

Depois de diversos cancelamentos de eventos cinematográficos, banimentos de voos da Europa e a recente confirmação de que Tom Hanks e sua esposa contraíram a doença, a obra Pandemic: Como Prevenir uma Epidemia começou a despontar como uma das grandes escolhas dos espectadores.

Confira o trailer:

Confira a sinopse oficial:

Conheça os heróis do front de batalha contra a influenza e aprenda sobre seus esforços para impedir a próxima epidemia global.

A série documental viaja por países como Índia, Egito, Congo e Estados Unidos, trazendo referências e paralelos a outros surtos sanitários (como a Gripe Espanhola) e também comentários sobre os profissionais de saúde que lutam para que essas pandemias acabem.

Crítica | Madonna critica o chauvinismo da indústria musical com o magistral ‘Bedtime Stories’

Há um certo teor emblemático na primeira metade da década de 1990 para a música – principalmente quando restringimos nossa atenção para o conturbado período pelo qual Madonna passou em 1992 e em 1994. Com o lançamento de ‘Erotica’, a rainha do pop começava a enfrentar um backlash injustificável acerca da revolução que causara no cenário feminino mainstream – poucos anos depois de já ter feito isso com Like a Prayer. Talvez nunca na história (ou ao menos não com tanta força), uma mulher havia quebrado tabus sobre temáticas sexuais, corporais e até mesmo no tocante a fetiches e, de certa forma, a conservadora sociedade norte-americana e europeia não parece ter “adorado” a ideia, principalmente quando o álbum veio acompanhado do icônico livro Sex, recheado de fotografias com nudez explícita.

Como forma de “limpar” sua imagem, Madonna viria a dar um passo para atrás, mas não do jeito que todos pensavam. Com Bedtime Stories, seu sexto álbum de estúdio, a cantora e compositora iria se afastar do costumeiro pop exuberante de suas investidas anteriores e até mesmo do dance-noir de seu CD predecessor, abrindo espaço para incursões intimistas e bastante pessoas do R&B que trariam colaborações inesperadas e infalíveis – principalmente partindo de uma performer que não tinha medo de explorações grandiosas e arriscadas. No geral, a poderosa lírica é mascarada com uma espécie de dream-pop fabulesco que cria pequenos universos independentes e que, em uma simbiose fônica, unem-se uns aos outros em confissões declamatórias e críticas que nos envolvem ao longo de quase uma hora.

Mais uma vez, a artista promove uma mistura astuciosa e que beira a evasão instrumental, talvez querendo nos guiar para um âmbito mais sensorial do que palpável, talvez arquitetando uma via de mão de dupla que se repete em cada uma das onze faixas. Percebe-se um apreço da produção, supervisionada por Madonna e auxiliada por nomes como Dallas Austin e Nellee Hooper, por elementos “estranhos” às envergaduras do pop, como o saxofone, o xilofone e o órgão. Em vez de se render aos sintetizadores (cuja estética seria revisitada nos conceitos de Ray of Light e na mercadologia gritante de Confessions on a Dance Floor), a ideia aqui é convidar os fãs e até mesmo aqueles que entravam em primeiro contato com a identidade da lead singer a conhecer uma narrativa única. Apesar da track de abertura, “Survival”, carregar semelhanças inegáveis com Madonna do final dos anos 1980, ela serve de abertura estética àquilo que nos aguarda – e que insurge com majestade nas faixas seguintes.

A obra, ainda que não seja tão vanguardista quanto outras conterrâneas, tem uma construção única, instigante e carregada de uma acidez travestida por baladas românticas – dessa forma, alimentando faixas incríveis e memoráveis como é o caso do crescendo resguardado de “Secret” ou então da contemporaneidade de época de “I’d Rather Be Your Love”, instantaneamente guarnecida pela composição dos Isley Brothers e suas inclinações ao soul. Outras, por sua vez, cultivam sensações diversas, mergulhando de cabeça nos primórdios dos narcóticos e sensuais vocais do chamber-soul, como a ambígua “Inside of Me”, ou então para a amálgama entre R&B e jazz resguardada por “Forbidden Love” (cujo resultado é bem menos entediante do que poderíamos imaginar).

Se ‘Erotica’ nos ensinou alguma coisa, foi que Madonna não pede desculpas por estar certa e por enfrentar o status quo. Ela sempre foi astuta no tocante às composições (não é surpresa que, até hoje, seja uma das melhores de todos os tempos) e, por essa razão, tinha plena ciência de como prosseguir em tempos em que as mulheres não podiam ter a mesma liberdade criativa que os homens. De certa forma, Madonna estava acostumada àquilo e, como já havia provado diversas vezes, continuaria a destruir as barreiras de gênero em busca de melhores oportunidades para suas colegas de profissão que também pavimentavam seu caminho na esfera fonográfica. “Human Nature”, por exemplo, é um grande anthem feminista e um dos singles menos conhecidos da cantora, por criticar com ávida fúria o chauvinismo e a repressão, aproveitando para apostar em ironias cruas e aplaudíveis.

Como se não bastasse, a cantora acerta em cheio quando se trata de parcerias, unindo-se à envolvência de Meshell Ndegeocello e escolhendo a dedo suas referências a Jean Harlow, as quais atravessam os limites da música e do cinema em um entrelaço multicultural. Porém, seu auge artístico resolve dar às caras quando Björk entra em cena: a hodierna artista britânica, conhecida por seu estilo irreverente, acompanha Madonna em “Bedtime Story”. Sua progressão afasta-se da dominação do R&B noventista dos Estados Unidos e abre portas para os sintetizadores abafados do dub inglês, para os versos sem métrica e para o nirvana experimental. Em “Sanctuary”, ela volta com sua paixão poética ao recitar Walter Whitman (que acaba sendo a melhor secção de uma música oscilante).

Finalizando essa mais nova jornada em estilo burlesco e onírico com “Take a Bow”, Bedtime Stories é uma das melhores obras da rainha do pop por seu teor ao mesmo tempo melódico e digressivo, suave e áspero, dentro de composições que superam nossas expectativas e reafirmam sua magistral importância.

Nota por faixa:

  • Survival – 4,5/5
  • Secret – 5/5
  • I’d Rather Be Your love (feat. Meshell Ndegeocello) – 5/5
  • Don’t Stop – 4/5
  • Inside of Me – 4/5
  • Human Nature – 5/5
  • Forbidden Love – 4,5/5
  • Love Tried to Welcome Me – 5/5
  • Sanctuary – 3/5
  • Bedtime Story – 5/5
  • Take a Bow – 4,5/5

‘Zootopia+’: Série baseada na animação ganha previsão de estreia!

Walt Disney anunciou recentemente que a aclamada e premiada animação Zootopia – Essa Cidade é o Bicho’ vai ganhar uma série no Disney+. Agora, a Casa Mouse ofereceu uma atualização do projeto, indicando que o show será lançado em 2022, ainda sem dia confirmado.

Confira:

Ainda sem detalhes, a produção se junta às já confirmadas TianaMoana.

Zootopia foi lançado em 2016 e se tornou um dos filmes mais aclamados da Casa Mouse, levando para casa um Oscar, um Globo de Ouro, um Annie Award e vários outros prêmios.

Relembre o trailer:

Judy Hopps é a pequena coelha de uma fazenda isolada, filha de agricultores que plantam cenouras há décadas. Mas ela tem sonhos maiores: pretende se mudar para a cidade grande, Zootopia, onde todas as espécies de animais convivem em harmonia, na intenção de se tornar a primeira coelha policial. Judy enfrenta o preconceito e as manipulações dos outros animais, mas conta com a ajuda inesperada da raposa Nick Wilde, conhecida por sua malícia e suas infrações. A inesperada dupla se dedica à busca de um animal desaparecido, descobrindo uma conspiração que afeta toda a cidade.

 

‘Batwoman’: Mestre das Pistas é destaque na promo oficial do episódio 02×13; Confira!

The CW divulgou a promo oficial de “I’ll Give You a Clue”, 13º episódio da segunda temporada de Batwoman.

Na trama, “quando Sophie deve enfrentar um inimigo de seus dias com os Corvos, Ryan, Mary e Luke também são arrastados para o jogo da vilã. Enquanto isso, o jogo vira para Alice quando ela se vê em circunstâncias terríveis; Jacob continua a revisitar seu passado”.

O capítulo vai ao ar no dia 09 de maio.

Confira:

No novo ano, Javicia Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

‘House of the Dragon’: Série terá muito mais dragões que ‘Game of Thrones’, revela George R.R. Martin

Em uma recente entrevista ao The Stuff Dreams Are Made Of, o icônico romancista George R.R. Martin revelou mais alguns detalhes sobre a vindoura série pré-sequência de Game of ThronesHouse of the Dragon, que tem estreia prevista para o ano que vem.

Martin revelou que a produção terá muito mais dragões que a obra original – mais especificamente, dezessete.

“Sempre pensei que essa história era muito legal, é uma que estou muito animado para ver ganhar vida nas telinhas”, ele comentou. “E é claro que estou animado para os dragões! Obviamente, eu amo os dragões. Tínhamos três deles em Game of Thrones, mas agora temos 17 deles. E, com sorte, cada um deles terá sua própria personalidade e serão imediatamente reconhecidos quando vocês o virem, as cores e tudo o mais – porque os dragões têm personalidades nos livros e será ótimo vê-los ganhar vida”.

Recentemente, sete novos membros foram confirmados no elenco: Graham McTavish (‘O Hobbit’, ‘Aquaman’), Gavin Spokes (‘Brexit’), Matthew Needham (‘Chernobyl’), Bill Paterson (‘Fleabag’), Ryan Corr (‘Holding the Man’), Jefferson Hall (‘Devs’) e David Horovitch (‘A Freira’).

McTavish será Sor Harrold Westerling, antigo soldado da Guarda Real desde os dias do Rei Jaehaerys e considerado um exemplo de cavalheirismo e honra.

Spokes será Lord Lyonel Strong, o Mestre das Leis do Rei Viserys e Senhor de Harrenhal.

Needham será Larys Strong, o filho mais novo do Mestre em Leis Lyonel Strong, levado ao tribunal por seu pai.

Paterson será Lord Lyman Beesbury, o Senhor de Honeyholt e Mestre da Moeda no pequeno conselho do Rei Viserys.

Corr será Sor Harwin ‘Breakbones’ Strong, considerado o homem mais forte dos Sete Reinos. Sor Harwin é o filho mais velho do Mestre das Leis, Lyonel Strong, e herdeiro de Harrenhal.

Hall será Lord Jason Lannister, Senhor de Casterly Rock e gêmeo de Sor Tyland Lannister, também interpretado por ele e descrito como um político astuto e calculista.

Horovitch será o Grande Maester Mellos, uma voz da razão e conselheiro de confiança do Rei Viserys.

Confira o anúncio:

Lembrando que House of the Dragon‘ tem estreia prevista para o ano que vem na HBO.

A história é ambientada 300 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘, e seguirá os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

Dez episódios foram encomendados para a primeira temporada.

O elenco também conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly AlcockEmily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A Guerra dos Tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

‘Only Murders in the Building’: Nathan Lane irá reprisar seu papel como Teddy Dimas na 2ª temporada

De acordo com o Deadline, o icônico ator Nathan Lane irá reprisar seu papel como Teddy Dimas na 2ª temporada da aclamada comédia de mistério Only Murders in the Building.

Detalhes sobre sua participação não foram revelados.

Teddy e seu filho, Theo (James Caverly), foram um dos principais suspeitos da temporada de estreia da produção e de terem assassinado Tim Kono (Julian Cihi). Eventualmente, ambos são levados por terem cometido o crime, mas as investigações apontaram o contrário e eles foram soltos e declarados inocentes.

Além de Lane, o próximo ciclo também apresentará Shirley MacLaine (vencedora do Oscar por ‘Laços de Ternura‘) e Amy Schumer (‘Sexy por Acidente’), porém, detalhes sobre suas personagens não foram divulgados.

A nova temporada também contará com Cara Delevingne (‘Carnival Row’) no elenco regular. Ela irá interpretar Alice, uma sofisticada insider do mundo da arte que se envolve no mais recente mistério dos podcasters investigados.

A trama segue três estranhos que compartilham uma obsessão pelo gênero true crime e que, de repente, se veem envolvidos em um crime na vida real. Quando uma morte horrível ocorre dentro de seu exclusivo prédio de apartamentos no Upper West Side, o trio – formado por Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) – começa a suspeitar de assassinato e usa seu conhecimento de true crime para investigar o caso. Mas não demora para que o trio perceba que um assassino pode estar vivendo entre eles e que, portanto, estão em perigo. Agora, eles vão ter de correr para decifrar as pistas e descobrir a verdade – antes que seja tarde demais.

A série é criada por Martin e John Hoffman.