A fantasia sci-fi intitulada ‘Sociedade Secreta dos Segundos Filhos Reais‘ já está disponível no catálogo do Disney+ há mais de um mês.
Agora, considerando a popularidade da plataforma e de suas produções originais, a Casa Mouse divulgou novas artes promocionais inéditas do longa-metragem.
A trama acompanha Sam (PeytonElizabeth Lee), uma rebelde princesa que é a segunda na linha de sucessão ao trono do Reino de Illyria. Sem qualquer interesse em assumir as funções reais, a jovem vai acabar descobrindo que possui super-poderes e encontrará uma organização ultra secreta cuja missão é proteger o seu país de inúmeras ameaças.
Pouco depois da Marvel Studios ter divulgado os cartazes individuais do aguardado ‘Viúva Negra’, o astro David Harbour, que dá vida ao Guardião Vermelho no longa-metragem, publicou o pôster em seu Instagram oficial, com uma legenda que pode ter confirmado a aparição da Guarda Invernal na obra.
Harbour escreveu: “Ursa, Yelena, Nat, CD, Sputnik, eu e o restante da Guarda Invernal esperamos ansiosamente poder compartilhar um saco de pipoca e uma tela de cinema com vocês no dia 09 de julho”, fazendo referência ao icônico grupo mencionado.
Para aqueles não familiarizados, a Guarda Invernal é um time de super-heróis russos que insurgem como a resposta soviética aos Vingadores dos Estados unidos. Caracterizados como bastante heroicos e representativos por natureza, o time é formado pelo Guardião Vermelho e também por nomes como Estrela Negra e Dínamo Escarlate.
O filme recebeu a classificação PG-13 por “sequências intensas de violência e ação, um pouco de linguagem chula e material temático”.
Por um preço único de R$69,60 e por tempo limitado, os assinantes Disney+ poderão contratar o acesso antecipado por meio do Premier Access.
No thriller de espionagem ‘Viúva Negra’, Natasha Romanoff confronta as partes obscuras de sua racionalidade quando uma perigosa conspiração atada ao seu passado vem à tona. Perseguida por uma força que não vai parar até destruí-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e com os relacionamentos despedaçados deixados para trás depois de se tornar uma Vingadora.
‘Mad Max: Estrada da Fúria’ foi um dos filmes mais aclamados da década passada e serviu como um ótimo reboot para a clássica franquia distópica iniciada em 1979. Entretanto, a produção do longa-metragem não foi a das melhores, principalmente no tocante ao conturbado relacionamento entre Tom Hardy (Max Rockatansky) e Charlize Theron (Furiosa).
Os detalhes sobre a animosidade entre os dois atores ganharam novos detalhes com o lançamento de ‘Blood, Sweat & Chrome: The Wild and True Story of Mad Max: Fury Road’, de Kyle Buchanan, lançado no último dia 22 de fevereiro nos Estados Unidos (via The Guardian).
Em entrevista ao próprio Buchanan, Theron e outros membros da equipe e do elenco alegaram que Hardy tinha diversos comportamentos nada profissionais, incluindo atrasos constantes que exigiam que seus colegas esperassem horas no set de filmagens.
Em um dos acontecimentos, Hardy deveria chegar ao local às 8 horas da manhã, junto aos outros atores e aos funcionárias que estariam lá naquele dia – incluindo Theron, que tinha acabado de dar luz ao seu filho e o havia deixado em uma creche para poder trabalhar. Mesmo com “pedidos especiais” feitos pela produção para que Tom fosse pontual, ele se atrasou por mais de três horas, enquanto Charlize permaneceu imóvel, “sem ir ao banheiro, sem fazer nada”, conforme apontou o operador de câmera Mark Goellnicht. “Ela realmente iria fazer algo”.
Quando Hardy chegou lá, Theron disse a ele: “o quão desrespeitoso você é?”, pouco depois se voltando aos produtores e dizendo que eles deveriam multá-lo por alguns milhares de dólares por cada minuto que deixou a equipe esperando.
O ator, então, adotou um comportamento “bastante agressivo” e fez com que Charlize “se sentisse realmente ameaçada”, sendo obrigada a pedir para proteção dentro do próprio set com medo de que alguma coisa pudesse acontecer. “Essa foi a gota d’água”, Goellnicht continua, “porque ela disse: ‘eu quero alguém para me proteger'”.
De acordo com Theron, “chegou a um ponto em que estava fora de controle, e havia um senso de que, talvez, mandando uma produtora mulher, as coisas poderiam ficar mais equilibrada, porque eu não me sentia segura”.
“Não quero criar desculpas para maus comportamento, mas foi uma filmagem complicada. Agora, eu tenho uma perspectiva bem clara do que aconteceu. Não acho que tinha essa clareza quando estávamos fazendo o filme. Eu estava em modo de sobrevivência; eu estava morrendo de medo”, ela acrescenta.
O filme foi escrito e dirigido por George Miller, que também comandou os outros três títulos da saga.
Assombrado por seu turbulento passado, Mad Max acredita que a melhor maneira de sobreviver é vagar sozinho. No entanto, ele é levado por um grupo em fuga através de Wasteland em um War Rig (carro de guerra) dirigido por uma Imperatriz de elite chamada Furiosa. Eles estão fugindo de uma cidadela tiranizada por Immortan Joe, que teve algo insubstituível roubado. Enfurecido, o senhor da guerra convoca todas as suas gangues e persegue os rebeldes impiedosamente na estrada de guerra que se segue.
‘Mad Max: Estrada da Fúria’ foi extremamente aclamado pelos críticos e é considerado como um dos melhores longas-metragens de ação já feitos na história. Além de levar seis estatuetas do Oscar para casa, também fez um estrondo na bilheteria e arrecadou mais de US$374 milhões mundialmente.
A ideia de “pior filme do mundo” é praticamente inexistente, principalmente se considerarmos que a experiência cinematográfica é subjetiva para toda e qualquer pessoa. Deve-se levar em conta inclusive a memória afetiva que tal espectador carrega no momento em que as luzes se apagam e determinada obra começa a ser transmitida nas telas, o que, na maioria das vezes, impacta na recepção do público em relação a alguma história – por mais ruim que ela seja em teoria. Entretanto, há um longa-metragem que consegue superar todas as expectativas e que faz jus à posição que ocupa – e essa “obra-prima” às avessas é intitulada ‘The Room’.
É bem provável que grande parte das pessoas já tenha ouvido falar dele. O drama – se é que podemos chamá-lo disso – foi produzido, dirigido e estrelado em 2003 pelo inesquecível Tommy Wiseau, ainda que essa memorabilidade exista por todos os motivos errados. Esse foi a sua única investida para o mercado do entretenimento norte-americano, e não é nenhuma surpresa que o diretor tenha se aposentado quase definitivamente após promover seu “filho”: absolutamente cada um dos aspectos que compõe uma obra audiovisual, desde a pré-produção até o momento em que a tela se apaga mais uma vez indicando seu término, é errado. E não, não estou exagerando ao dizer que não há um ponto sequer ou uma simples faísca de esperança que se salve do completo fracasso e vergonha alheia que sentimos após os quase 100 minutos finalmente chegarem a uma conclusão risível.
Primeiro, devemos pensar ao redor de que a trama gira – e a resposta não poderia ser outra além de indefinível. É claro que o título premedita certas possibilidades, visto que faz menção ao cenário principal da história (um pequeno e claustrofóbico apartamento), mas se pensarmos no escopo geral, nas motivações dos personagens e até mesmo como seus arcos são construídos, entramos em um beco sem saída e simplesmente permanecemos lá. Temos algumas figuras soltas que habitam as construções cênicas, mas que se portam de forma tão mecânica que chega a ser angustiante suas expressividades tão presentes quanto uma porta. O protagonista Johnny (Wiseau) vive junto com sua namorada/futura esposa Lisa (Juliette Danielle). Os dois têm alguns amigos em comum. E, bom… É isso.
Não há uma linha narrativa a ser seguida, não há uma cronologia e nem mesmo algo que permite o mínimo de conexão ou aceitação da audiência em relação aos personagens. E definitivamente a estética escolhida pelo diretor ajuda a esse total afastamento: o escopo imagético é horrível. Pífio, por assim dizer. Wiseau opta por mostrar de forma quase obrigatória cada um dos acontecimentos que se desenrolam: se um dos personagens enche o copo, a câmera se isola em planos detalhes para mostrar todos os movimentos (desde o abrir da garrafa até a ingestão do líquido); caso haja um diálogo entre mais de duas pessoas, as reações se tornam extremamente saturadas mais uma vez pelo uso de enquadramentos fechados, prezando pelo começo e término das falas antes do brusco corte para o próximo que fala.
Qualquer criação mais ousada é inexistente. Não há montagens paralelas, quebras de cronologia, paralelismos cênicos e nem mesmo o clássico misè-en-scene parecem encontrar espaço em uma fórmula endossada e inquebrável. É quase impossível dividir o longa em atos, visto que os três se mesclam em uma amálgama insuportável de ser acompanhada com a seriedade necessárias – seriedade essa que infelizmente tira ainda mais o pequeno brilho que ‘The Room’ poderia ter. Mas ao que tudo indica, ao menos à prima-vista, a obra se leva muito a sério e tenta ser um drama psicológico-familiar com inúmeras tramas que deveriam servir como bases mais complexas para a construção dos protagonistas. Levar isso em consideração é, sem dúvida, um dos equívocos mais drásticos a se cometer: se você procura ter um pouco de diversão com essa “rendição cinematográfica”, não o encare como uma iteração séria.
Há um certo vício de linguagem no começo do primeiro ato que deixa sua marca de forma definitiva: Lisa parece não estar contente com sua atual situação e busca sensações novas ao trair seu companheiro com o melhor amigo Mark (Greg Sestero). Isso já premedita o quê? Cenas picantes. Cada sequência de sexo segue escolhas identitárias que se assemelham a videoclipes românticos e clichês, incluindo as transições em cross-fade e a captura de diversos planos alternados entre gerais, médios e fechados que tentam transpassar intimidade e sensualidade, mas acabam sendo extremamente cômicas.
Agora vamos às partes mais dolorosas: as atuações. Não sei de que modo posso começar a analisar as “incríveis” performances dos atores e atrizes que compõe tal obra. Primeiramente, é necessário reafirmar que o roteiro, também escrito por Wiseau, não ajuda nem um pouco quando o quesito é respaldar aqueles que irão encarnar os personagens. As falas são autoexplicativas demais, e são proferidas com uma linearidade e mediocridade puras. Todos ali são essencialmente canastrões e tentam realmente arquitetar alguns momentos de catarse que são falsas, artificiais e que, ao invés de divertirem, incomodam até a última gota. Há uma sequência em particular em que o diretor, que como supracitado dá vida ao protagonista, abre a porta da cobertura dizendo “eu não a machuquei. Eu não… Ah, oi Mark!” de modo tão infantilizado que chega a ser surreal – aliás, em diversos momentos me perguntei se o elenco não havia tomado algumas doses de medicamentos para poder atuar com tamanha… Excentricidade. ‘
‘The Room’ não chega nem mesmo a ser engraçado, e sim doloroso. É muito válido que Wiseau entenda o completo fracasso de sua homenagem ao sonho americano e diga mesmo assim que ele conseguiu alcançar seu objetivo. Realmente conseguiu – e garanto que ficará marcado na História durante muito, muito tempo.
‘Spirited – Um Conto Natalino‘, musical estrelado por Ryan Reynolds e Will Ferrell, chegou nas últimas semanas ao catálogo da Apple TV+ e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo compilando os erros de gravação do longa-metragem.
O elenco conta com Ferrell (‘Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars’, ‘Zoolander’), Reynolds (‘Deadpool, ‘O Projeto Adam’, ‘Alerta Vermelho’), Octavia Spencer (‘Histórias Cruzadas’, ‘Estrelas Além do Tempo’, ‘Ma’) e Sunita Mani (‘Tudo em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo’, ‘Glow’).
Sean Anders e John Morris, dupla responsável pela franquia ‘Pai em Dose Dupla’, ficam responsáveis pela direção e pelo roteiro. Anders também entra como diretor.
O conto, publicado originalmente em 1843, é ambientado na cidade de Londres às vésperas do Natal e gira em torno do ranzinza Ebenezer Scrooge, um magnata sovina e solitário que não vê razão para tanta alegria. Nessa mesma noite, ele recebe a visita fantasmagórica de seu antigo sócio, Marley, que se arrependeu no pós-morte de ter passado a vida apenas atrás de dinheiro e, por isso, resolve levar Scrooge em uma viagem inesquecível para tentar salvá-lo enquanto há tempo.
Reynolds é conhecido por seu papel na franquia ‘Deadpool’. Seus últimos projetos incluíram ‘Detetive Pikachu’ e o spin-off‘Hobbs & Shaw’. Ferrell, por sua vez, ganhou notoriedade por sua participação no programa ‘Saturday Night Live’ e, desde então, participou de projetos como ‘Austin Powers’ e ‘O Âncora’.
Lady Gaga é, até hoje, um dos nomes mais importantes da música contemporânea. Desde sua estreia em 2008 com ‘The Fame’ e o subsequente ‘The Fame Monster’ – que mudaram o cenário fonográfico e ajudaram a artista a calcar o espetáculo como o conhecemos hoje -, a cantora e compositora nunca deixou de apoiar as causas das minorias sociais, principalmente da comunidade LGBTQIA+, dizendo que ela não estaria onde está se não fosse pela recepção quase unânime do público e daqueles que não conseguiam encontrar aceitação em meio a uma sociedade patriarcal e bastante conservadora.
Pouco tempo depois, aqueles que encaravam Gaga como uma “modinha passageira” perceberam que ela estava para ficar – algo que foi provado com o sucesso mundial de ‘Born This Way’. Em seu terceiro álbum de estúdio, a performer deixou bem claro que continuaria a se postar a favor dos que sofriam, utilizando o domínio do panorama mainstream para colocar em voga temas de necessária discussão, ainda mais em pleno século XXI. Mais do que isso, ela também transformaria a plataforma em um palco para demonstrar uma invejável versatilidade artística que não era vista com muita facilidade por suas conterrâneas, afastando-se do costumeiro EDM e synth-pop que ajudou a realavancar e apostando fichas desde o electro-rock até o house.
O lead single da produção reafirmou o que Gaga representava para seus fãs, os little monsters. Debutando em primeiro lugar em dezenas de charts mundiais e tornando-se não apenas uma das melhores músicas da época, mas do século, ela fez o que muitos tentavam fazer há décadas, mas sem precisar recorrer a metáforas e simbologias datadas; pelo contrário, Gaga arquitetou, com todas as palavras, um hino de empoderamento e de libertação para servir de mote aos excluídos e marginalizados – à medida que misturava o melhor do electropop à estética surrealista de Salvador Dalí e Francis Bacon para um memorável curta-metragem sobre a criação do mundo e como nada reside no “preto e branco”. Com isso, o primeiro capítulo de uma jornada de autodescobrimento ganhava vida – e alastraria seu legado até os dias de hoje.
Exatos doze anos depois da estreia do álbum, ‘Born This Way’ continua provando uma atemporalidade que é almejada por inúmeros nomes do entretenimento – e que poucos conseguem. Levando em consideração os múltiplos temas trazidos às faixas, incluindo uma desconstrução iconográfica dos tabus religiosos e das maniqueístas análises do bem e do mal, Gaga sofreu boicote por extremistas fanáticos que a encaravam como o “Anticristo” e uma “péssima influência” às gerações mais novas. Mas o que não podia ser previsto era o exato oposto: com “Judas”, uma das faixas mais controversas do álbum, Gaga fez um exame minucioso da tênue linha que separa o certo do errado (“Jesus é minha virtude, mas Judas é o demônio a quem me agarro”); em “Bloody Mary”, cuja melodia flerta com o trance e traz referências diversas à mitologia católica em uma exaltação do perdão (“quando você se for, ainda serei a Maria Sangrenta”).
Alternando entre uma complexa e explosiva suavidade e uma homenagem aos ícones do rock, Gaga provou mais do que nunca que não se contentava em dar vida apenas a uma música que demonstrasse seu agradecimento àqueles que sempre a apoiaram. É nesse âmbito que surgem pequenas joias como “Bad Kids” e “Hair”, duas das faixas mais potentes da década passada que falam sobre individualidade e sobre a multiplicidade de diferenças que existem no planeta; “Government Hooker” e “Scheiβe”, carregadas de inflexões feministas, falam abertamente sobre sexo e sobre sensualidade através de melodias bastante sensuais e que representam uma resposta à objetificação a que as mulheres são submetidas pelos homens; “Americano”, uma das entradas mais subestimadas do álbum, se diverte com o estilo mariachi em uma crítica às políticas anti-imigração dos Estados Unidos e uma história de amor que ultrapassa barreiras linguísticas e culturais.
Enquanto a obra é alicerçada em uma ode ao respeito e à empatia, criando um universo que não dá espaço para preconceitos e julgamentos, ele é também uma forma de Gaga se reencontrar consigo mesma após diversas experiências traumáticas – que aparecem na evocativa e gloriosa “Marry the Night”, uma das melhores canções de sua carreira. A música, inclusive, ganhou uma nova dimensão nos últimos dias durante a série documental ‘The Me You Can’t See’, produzida por Oprah Winfrey e pelo Príncipe Harry, em que a vencedora do Oscar fala sobre os abusos sexuais que sofreu por parte de seu antigo produtor aos 19 anos; a romântica e elegíaca “Yoü and I”, que traz afeições pelo country-rock e viria a influenciar inúmeros artistas – como Idina Menzel e Haley Reinhart -, bem como a futura iteração ‘Joanne’, celebra a transmutação artística da performer em uma poética aventura pelas estradas da vida.
Para além do óbvio sucesso mercadológico (quase 13 milhões de cópias equivalentes comercializadas ao redor do mundo) e do aclame crítico, que considera, ano após ano, não apenas a magnum opus de Lady Gaga como também um dos melhores álbuns de todos os tempos, a produção é uma celebração da própria vida em todos os seus aspectos e vai para além da superficialidade de vendas: como nunca, ‘Born This Way’ mostrou o que realmente significa causar um impacto humanitário no convulsionado cenário do entretenimento – e, dez anos mais tarde, continua mostrando uma importância transcendental.
‘Finestkind’ conta a história de dois irmãos (Ben Foster e Toby Wallace), criados em mundos diferentes, que se reencontram quando adultos durante um verão fatídico. Tendo como pano de fundo a pesca comercial, a história assume riscos primordiais quando circunstâncias desesperadoras forçam os irmãos a fechar um acordo com uma violenta gangue criminosa de Boston. Ao longo do caminho, uma jovem (Ortega) se vê perigosamente pega no meio. Sacrifícios devem ser feitos e os laços entre irmãos, amigos, amantes e um pai (Jones) e seu filho são postos à prova.
A Apple TV+ divulgou recentemente o trailer oficial de ‘The Big Cigar’, sua nova minissérie inspirada em eventos reais.
A produção chega à plataforma de streaming no dia 17 de maio.
Confira:
Baseado no aclamado artigo de mesmo nome, os dois primeiros capítulos foram dirigidos por Don Cheadle.
Janine Sherman Barrois, Jim Hecht e Joshuah Bearman entram como produtores executivos.
‘The Big Cigar’ conta a incrível história real do encontro de Hollywood com revolucionários: a ousada fuga para Cuba do fundador dos Panteras Negras, Huey Newton, tentando escapar do FBI com a ajuda do famoso produtor cinematográfico Bert Schneider. O plano incrivelmente elaborado – envolvendo uma produção cinematográfica falsa – dá errado de todas as maneiras possíveis.
Na Mesopotâmia, séculos atrás, Ahmanet tem seus planos interrompidos quando estava prestes a invocar Set, o deus da morte, para que juntos pudessem governar o mundo. Mumificada, ela é aprisionada dentro de uma tumba. Nos dias atuais, o local é descoberto por acidente por Nick Morton e Chris Vail, saqueadores de artefatos antigos que estavam na região em busca de raridades. Ao lado da pesquisadora Jenny Halsey, eles investigam a tumba recém-descoberta e, acidentalmente, despertam Ahmanet.
O filme foi detonado pela crítica internacional à época do lançamento, amargando apenas 15% de aprovação, e arrecadou apenas US$410 milhões ao redor do mundo (causando uma perda estimada entre US$60 e US$95 milhões a Universal Pictures).
Os dois primeiros episódios de ‘Demolidor: Renascido‘ já estão disponíveis no catálogo brasileiro do Disney+ – e a nova série da Marvel Studios já caiu no gosto do público.
No Rotten Tomatoes, a produção abriu com sólidos 84% de aprovação, com nota 7.5/10 baseada em 61 reviews até o momento.
Confira os principais comentários:
“Que alívio ter o melhor de Hell’s Kitchen de volta. Charlie Cox e Vincent D’Onofrio impulsionam uma temporada forte que parece — mais ou menos — como o Demolidor que conhecemos e amamos” – Empire Magazine.
“A conquista mais importante de ‘Renascido’ é a maneira astuta com que ele continua tudo o que funcionou na série original do Demolidor, com algumas melhorias notáveis em outros aspectos” – Consequence.
“Os dois primeiros episódios desmontam e reconstroem o que a Netflix construiu anteriormente, pegando emprestado elementos do enredo de ‘Batman: O Retorno’ e ‘Batman Eternamente’, tornando-o um tanto familiar como um falso docudrama processual” – Untitled Movie Podcast.
“Com suas atuações estelares, roteiro envolvente e trabalho de dublê impecável, ‘Demolidor: Renascido’ faz jus ao hype e muito mais” – Black Girl Nerds.
Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.
O elenco ainda traz o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).
‘Depois da Caçada‘ (After the Hunt), próximo filme do diretor Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo seu Nome’, ‘Rivais’), fará sua estreia mundial na 82ª edição do Festival de Veneza antes de chegar ao circuito comercial.
O longa-metragem, estrelado por Julia Roberts (‘O Mundo Depois de Nós’), Andrew Garfield (‘Todo Tempo que Temos’) e Ayo Edebiri (‘O Urso’), explora as consequências e o caos em uma faculdade quando uma aluna acusa uma professora de agressão sexual.
Lembrando que o festival ocorre entre os dias 27 de agosto e 6 de setembro, no Lido di Venezia.
#DepoisdaCaçada, do diretor Luca Guadagnino, terá sua primeira exibição no 82º Festival Internacional de Cinema de Veneza.
Após anos de segredos e teasers misteriosos, ‘Pluribus’, a nova série do aclamado realizador Vince Gilligan (‘Breaking Bad’), chegou ao catálogo da Apple TV e tornou-se um sucesso imensurável de crítica e de público.
A produção, inclusive, foi relembrada na 31ª edição do Critics Choice Awards e garantiu a Rhea Seehorn a merecida estatueta de Melhor Atriz em Série de Drama.
O parceiro de Batman, Robin, só fez sua primeira aparição moderna nas telonas em 1995, com ‘Batman Eternamente’ e com Chris O’Donnell assumindo o papel.
Entretanto, há uma “realidade alternativa” da Terra em que Dick Grayson, nome verdadeiro do super-herói, teria aparecido na primeira aventura cinematográfica do Cavaleiro das Trevas – o infame e clássico ‘Batman’, de Tim Burton.
A revelação veio recentemente com a divulgação de quatro storyboards inéditos do longa-metragem de 1989, que trouxe Michael Keaton como o personagem titular e Jack Nicholson como o icônico e psicótico Coringa.
Como podemos ver, os rascunhos, que estão sendo leiloadas pelo preço de US$59 no site Heritage Auctions, mostram uma cena que nunca saiu dos papéis e que traz Robin lutando contra o Coringa, enquanto Batman luta pela própria vida.
A sequência inteira aconteceria no terceiro ato e serviria como a introdução do fiel escudeiro do Cavaleiro das Trevas, mas foi considerada forçada e, portanto, descartada. A estreia de Robin nas telonas foi adiada para ‘Batman Eternamente’, onde ele seria interpretado por Marlon Wayans (sim, o mesmo astro da franquia ‘Todo Mundo em Pânico’). Entretanto, essa ideia também foi cortada.
As quatro páginas foram desenhadas por David Russell, um artista de storyboard que também trabalhou em clássicos como ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final’, ‘Uma Cilada para Roger Rabbit’ e ‘Star Wars: O Retorno de Jedi’.
A arte é feita em técnica mista em folhas de 21,5 x 28 cm, com cada página medindo aproximadamente 18 x 10 cm.
Confira:
Vale lembrar que tanto ‘Batman’ quanto ‘Batman Eternamente’ estão disponíveis na HBO Max.
Anthony Hopkins transformou Hannibal Lecter no ícone que ele é hoje, mas muitos se esquecem que Brian Cox foi o primeiro intérprete do psicopata canibal em ‘Manhunter – Caçador de Assassinos‘ (1986).
E apesar da popularidade que Lecter ganhou ao longo dos anos, Cox acredita que isso é o que prejudica o mito por trás do personagem, desconstruindo todo o seu mistério.
“O problema sempre foi, para mim, que Hannibal Lecter trabalha na surdina. Quando você começa a se concentrar nele, você revela seu mistério. O grande fascínio sobre Hannibal Lecter, quando eu o interpretei, foi que ele era um personagem misterioso. Você não sabia nada sobre ele, então isso significava que ele era ainda mais perigoso, por causa de seus segredos.”, disse Cox ao Comic Book.
Mesmo assim, Cox reconhece o trabalho de Hopkins, mas afirma que os filmes não dão ao público a chance de fantasiar quem é Hannibal Lecter.
“Claro, Tony [Hopkins] foi maravilhoso, ele fez um ótimo trabalho, mas os roteiros focaram mais e mais sobre ‘Quem é esse cara?’ Eu acho que a força de Hannibal está em deixar que o público tire suas próprias conclusões. Eu acredito que isso é muito mais interessante.”
Além de Cox e Hopkins, Hannibal Lecter já foi vivido por F. Murray Abraham, Gaspard Ulliel, e Aaron Thomas, além deMads Mikkelsen, na série de TV cancelada em 2015.
Diversos artistas já se sentiram pressionados durante a produção de uma adaptação para TV ou para o cinema por conta da exigência de alguns fãs.
No entanto, a atriz Malin Ackerman revelou ao Collider que se sentiu muito insegura ao participar de ‘Watchmen‘ porque não se sentia à altura do elenco.
A intérprete de Laurie Júpiter, a Espectral II, disse que até pensou em desistir do papel por conta das próprias cobranças.
“Quando participei de ‘Watchmen‘, eu me senti um peixe fora d’água porque era um filme muito grande e cheio de astros e estrelas no elenco. Parecia que eu não devia estar ali, eu não me sentia à altura dos outros atores, sabe? Não sei porque, mas eu me senti muito desconfortável, como se eu fosse o elo mais fraco naquela ligação. Acho que me senti mais segura depois que quase desisti, então eu pensei: ‘Preciso tomar uma decisão rápida, é desistir ou dar o meu melhor.”
Para quem não se lembra, ‘Watchmen‘ chegou aos cinemas em 2009 e até hoje é motivo de diversos debates entre os fãs por conta do desfecho completamente diferente dos quadrinhos.
Apesar disso, o longa teve uma recepção razoável e acumulou 64% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Orçado em US$ 120 milhões, o longa arrecadou apenas US$ 185 milhões pelo mundo.
Lembrando que a HBO lançou uma série ambientada após os eventos dos quadrinhos originais e foi eleita uma das melhores produções de 2019.
Situada em uma história alternativa onde ‘super-heróis’ são tratados como bandidos, ‘Watchmen‘ é baseada na icônica graphic novel de Alan Mooree Dave Gibbons, e acompanha as consequências dos atos dos vigilantes após a morte de Rorschach e a suposta partida do Dr. Manhattan para Marte.
No trailer de ‘Godzilla vs. Kong‘, há uma cena em que o gorila bloqueia os raios radioativos do adversário usando um machado.
No entanto, alguns internautas questionaram como um simples machado poderia resistir ao poder nuclear do Godzilla…
Até que surgiram rumores afirmando que a arma é feita com uma das placas de ossos do próprio réptil.
E parece que esses rumores foram confirmados, como mostra um dos brinquedos inspirados no longa.
As imagens que comprovam a informação foram divulgadas por um perfil do Twitter focado na franquia dos monstros.
Confira:
“Foi revelada uma nova figura da S.H. MonsterArts inspirada em ‘Godzilla vs Kong‘. A figura virá com três conjuntos de peças para reposição, incluindo o machado de Kong e uma cabeça extra. O lançamento está marcado para junho (maio no Japão) por US$ 68.”
A new S.H.MonsterArts Kong from #GodzillaVsKong figure has been revealed. The figure will come with three sets of replacement wrist pieces, Kong’s axe, and a replacement head piece and will be released in June (May in Japan) for $68. pic.twitter.com/N0enB6qFcE
Lembrando que a Warner Bros. do Brasil informou ao CinePOP que o filme chega aos cinemas nacionais no dia 25 de Março, uma semana antes da estreia nos Estados Unidos.
Nos EUA, o filme será lançado no dia 31 de março tanto nos cinemas quanto na HBO Max.
A estratégia é a mesma utilizada para o lançamento de ‘Mulher-Maravilha 1984‘, que estreou nos cinemas nacionais uma semana antes de ser lançado nos Estados Unidos.
O primeiro trailer do filme foi lançado há dois dias e está dando o que falar entre os internautas.
Cheio de ação, o vídeo entregou cenas intensas de confronto entre os dois titãs. Logo, os fãs da produção rapidamente escolheram para quem irão torcer nessa briga e as reações são hilárias.
Separamos algumas para vocês. Confira:
*Godzilla*: Respiração subaquática, regeneração super rapida, imunidade radioativa, super força, sopro Atômico / Baforada de um feixe radioativo polarizado de alta energia atômica, Imunidade bélica
*Kong*: Macacu
O KONG VAI FAZER OQ? JOGAR MERDA NO GODZILLA?#TeamGodzillapic.twitter.com/HBrVziyihF
Fans de Godzilla: Ain ele solta rajada de energia atômica pela boca, Godzilla é capaz de erguer 2 mil toneladas e esmagar arranha-céus sem fazer muito esforço e sua história se conecta com o Japão pós Guerra além de mi mi mi mi mi mi mi mi
Tropa do Kong O bonde dos macaco ataca novamente vai chorar largatixa? mamacos acima de tudo, King encima de todos ✊✊ tá em shock ⚡⚡ godzilla??? fica Flinstons aí réptil de bosta Avante Kong
Godzilla e o Kong está causando discórdia entre meus amigos, eu queria dizer que só usa poderzinho quem não se garante no soco pic.twitter.com/IhTvIShixB
As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.
Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.
Desde queJonathan Majors foi confirmado como intérprete de Kang, o Conquistador em ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, o público está curioso para saber como será a introdução do vilão ao MCU.
Apesar do astro ter surgido como Aquele que Permanece na série do ‘Loki’, Kang deve ser uma variante completamente diferente do personagem.
Durante uma entrevista para a Variety, Paul Rudd, intérprete de Scott Lang, não mediu as palavras ao elogiar o trabalho de Majors como o vilão.
“Eu amei tudo que Jonathan fez e o que está fazendo no nosso filme. Sua atuação me deixou nocauteado. É muito divertido trazer novas pessoas para o grupo, e o entusiasmo dele é algo muito perceptível.”
Considerado a declaração, Majors parece ter abraçado seu papel como o novo grande vilão do MCU.
Recentemente, o astro conversou com o Comic Book e detalhou como o personagem terá uma dinâmica diferente da versão introduzida em ‘Loki‘.
“Aquele que Permanece é o arquétipo do mago e o que acontece com ele quando fica entediado: ele se torna um trapaceiro, um bobo da corte. Acho que quando o encontramos em ‘Loki’, ele está vivendo no limite de tudo o que já presenciou. Você realmente não sabe onde ele está e eu acho que a ambiguidade disso é uma das coisas perversas sobre seu caráter.”
Ele continuou:
“A partir disso, conforme Kang começa a erguer a cabeça e planejar suas conquistas, ele não tem escolha a não ser estar em oposição ou ser diferente d’Aquele que Permanece. Isso foi o que mais me motivou a aceitar o papel. Kang vive em tantas iterações como Aquele que Permanece… Lembram quando ele diz: ‘Reencarnação, baby’? A nova versão que veremos não será tão brincalhona e compreensiva como o que vimos na série.”
Para quem não conhece, Kang é um dos personagens mais complexos da Marvel por conta de suas inúmeras identidades ao longo dos anos em que ele enfrentou os heróis da editora.
Descrito como descendente de Reed Richards, Nathaniel Richards nasceu no século 30 e teve acesso a uma máquina do tempo, que lhe permitiu percorrer diferentes eras da humanidade assumindo diferentes identidades na tentativa de se tornar um governante supremo.
Por conta de suas atividades, o Quarteto Fantástico percebeu sua interferência no espaço-tempo e eles se tornaram grandes inimigos a partir daí, o que levou a uma série de eventos catastróficos na história.
Ainda não se sabe como o personagem será adaptado, então sua origem pode ser alterada e outros elementos podem ser adicionados em relação ao seu verdadeiro eu.
Lembrando que as filmagens da continuação foram iniciadas em julho nos estúdios Pinewood, na Inglaterra. Em sequência, o elenco e a equipe de produção retornarão para a cidade de Atlanta, onde aMarvel Studios grava os seus filmes.
A obra será rodada sob o título de produção ‘Goat Rodeo’.
Além de Rudd e Majors, no papel principal, o elenco também conta com o retorno de Michelle Pfeiffer como Janet Van Dyne, Michael Douglas como Hank Pym eKathryn Newton como Cassie Lang.
A sequência traz o retorno dePeyton Reed como diretor, com roteiro escrito por Jeff Loveness (‘Rick e Morty‘).
Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão àMarvel Studios.
Na ocasião, o astro participava da Fan Expo, uma famosa convenção de fãs, em Denver.
No vídeo, ele segura um boneco de pelúcia do personagem e diz:
“Acabei de filmar ‘Branca de Neve’. Vai sair no final do ano que vem. E, claro, eu interpreto Zangado.Gal Gadot será a nossa bruxa, e Rachel Zegler será nossa Branca de Neve. Vai ser um momento muito bom.”
Em entrevista concedida ao AP Entertainment, Zegler deu mais detalhes sobre sua versão da princesa e como será a sua personalidade.
Segundo Zegler, a personagem do novo filme será mais heroica e destemida, deixando de lado aquele lado indefeso da donzela em perigo visto frequentemente nos filmes. “É possível ser princesa e também uma heroína.”
Ela também ressaltou a sua empolgação por ser a primeira latina a interpretar a Branca de Neve:
“Nunca, em um milhão de anos imaginei que isso seria uma possibilidade para mim. Você normalmente não vê Brancas de Neve que são descendentes de latinos. Mesmo a princesa fazendo um grande sucesso nos países dessa língua”.
A versãolive-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso crítico e comercial do remake de ‘Rei Leão‘.
A direção fica por conta de Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’).
Em 2007 Drew Barrymoree Hugh Grant estrelaram o filme ‘Letra e Música‘, no qual um astro da música pop dos anos 80 que está tentando ressuscitar sua carreira conhece uma parceira talentosa para compor uma música.
No entanto, fora das telas, Grant insultou Barrymore ao dizer que ela é “uma péssima cantora e tem um voz horrível”, gerando uma revolta entre os fãs da atriz.
E não pára por aí, Grant chegou a comentar que “cães latindo têm melhores vocalizações do que o som da voz dela”.
Por outro lado, em vez de se irritar com a declaração, Barrymore encarou tudo com bom humor.
No mais recente episódio do programa The Drew Barrymore Show, a estrela disse que não acha que o que Grant disse foi realmente maldoso.
“Se você conhece Hugh, essa é a maneira dele dizer que ama você. Eu juro, é engraçado, mas é verdade. Tipo quando ele pareceu arrogante com Ashley Graham no tapete vermelho e a deixou sem jeito. Não, esse é Hugh Grant. Você acha que está ficando com essa estrela de cinema encantadora e o que você realmente consegue é o Hugh mal-humorado e depois se apaixona pelo Hugh mal-humorado. Quando ele diz essas coisas, acredite em mim, é a maneira dele ser engraçado. Não acho que ele diria algo negativo para magoar alguém.”
Dirigido por Marc Lawrence, ‘Letra e Música‘ dividiu a crítica especializa e conquistou 63% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Orçado em US$ 40 milhões, o longa arrecadou US$ 145,9 milhões pelo mundo.
Relembre o trailer:
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Os fãs do musical ‘Wicked‘ estão extremamente curiosos para descobrirem como a peça da Broadway baseada no universo de ‘O Mágico de Oz‘ vai se traduzir nas telonas pela primeira vez.
Estrelada por Ariana GrandeeCynthia Erivo, a adaptação live-action será dividida em duas partes, previstas para 27 de novembro de 2024 e 27 de novembro de 2025.
E parece que as duas estrelas do filme encontraram uma forma especial de comemorar o andamento do projeto.
Em seus perfis do Instagram, elas compartilharam tatuagens idênticas com o tema do filme.
Agora, ambas ostentam ‘For Good’ – o título e seu dueto – nas palmas das mãos, além de flores de papoula nas laterais.
Confira:
Em entrevista para a Variety, o compositor Stephen Schwartz disse que, antes da greve dos atores, faltavam apenas 10 dias para as gravações serem concluídas.
“De certa forma, a greve é algo bastante frustrante porque temos, eu acho, uns 10 dias de filmagem para concluirmos ambos os filmes… Mas agora temos os sindicatos em greve.”
A declaração vai ao encontro dos comentários que o diretor Jon M. Chu (‘Podres de Ricos’) publicou nas redes sociais:
“Ainda não acabamos [de gravar os filmes]. Apenas fizemos uma pausa até que a greve termine e possamos terminar as últimas partes. Estávamos a apenas alguns dias de concluirmos ambas as produções, estávamos TÃO perto. Tem sido muito doloroso parar tudo, mas estaremos de volta devidamente mais fortes quando for a hora certa. Meu coração está com nosso elenco e equipe.”
Em em comunicado oficial, o diretor Jon M. Chu (‘Em um Bairro de Nova York’) explicou porque a adaptação será dividida em duas partes.
“Enquanto desenvolvíamos a adaptação, ficou claro que seria impossível contar a história de ‘Wicked‘ em apenas um filme. Enquanto tentávamos cortar personagens e canções, essas decisões começaram a comprometer o material de origem que nos encantou por tantos anos. Então, nós decidimos fazer DOIS filmes! Com mais espaço, nós poderemos contar a história de ‘Wicked‘ como deve ser contada, com ainda mais profundidade e surpresas na jornada desses personagens queridos.”
O diretor ainda prometeu que os filmes irão apresentar um “universo fantástico, animado e cheio de personagens dinâmicos”, que irá atrair tanto os fãs do musical, quanto os espectadores que não conhecem o material de origem.
Atualmente no catálogo da HBO Max, animação chegou aos seus 20 anos
Dentre os nomes que ajudaram a solidificar a marca do Cartoon Network para o público infantil, poucos chegam perto do de Genndy Tartakovsky. O animador foi o responsável por títulos clássicos como Laboratório de Dexter e Clone Wars(as duas temporadas da versão que antecedeu o estilo 3D).
Apesar da total diferença de ambientação dentre os dois títulos, um elemento comum que os conectava era o traço característico do autor. Este que tinha formas geométricas bem perceptíveis por toda a composição dos cenários, não importando o título trabalhado. Foi assim com as produções mencionadas e também com Samurai Jack.
Lançado em 2001, a animação tinha uma proposta bem diferente ao que o Cartoon Network priorizava até então; a trama acompanha o samurai sem nome que é a única força que se opõe ao terrível Abu, graças ao treinamento obtido para empunhar uma katana mágica. Ambos se digladiam em uma batalha final no qual, quando estava prestes a ser derrotado, Abu abre um portal do tempo e envia o samurai para o futuro.
O samurai não conseguiu derrotar Abu antes de ser enviado ao futuro
Ao chegar nessa nova realidade não demora até ele perceber que se trata de um futuro distópico no qual as forças do mal dominaram o mundo, tendo Abu como seu soberano. O guerreiro então inicia uma peregrinação pelo desolado cenário, oferecendo ajuda aqueles que precisam e recebendo o nome de Jack.
Uma das características mais marcantes da animação, além do visual estilizado, era o silêncio. A jornada de Jack foi marcada pela visão de longas sequências em que o único som predominante era o de passos sendo dados em chão de terra ou do vento soprando.
Não à toa, provavelmente a imagem mais comum que permeia no imaginário dos fãs, quando se lembram da série, é a de Jack andando calma e lentamente por meio de um cenário desolado ao som do vento. Essa escolha técnica tem uma justificativa, ainda que não seja o que se espera. Por volta de 2017, Tartakovsky participou de um clipe para a divulgação do filme, publicado pelo portal IndieWire e presente em um artigo assinado por Michael Nordine, no qual ele explicou o porquê da ausência de diálogos do protagonista.
O momentos de quietude são uma das marcas da série
“Indo de Dexter para Meninas Superpoderosas, havia vários diálogos, muita ação é claro, porém eu estava ficando sobrecarregado com as palavras… Comédia é realmente algo difícil e toda a ação que fizemos em Dexter e Meninas foi muito bem sucedida e eu decidi que talvez a próxima coisa que fizesse seria um show de ação… Então eu tive essa ideia de um samurai que é transportado para o futuro…e não há muitos diálogos e é super estilizado”.
A escolha por uma via mais simples de lidar com a produção de cada episódio acabou vindo de encontro com as inspirações que o animador teve desde sempre. Conforme confessado por Tartakovsky em uma sessão de perguntas e respostas do canal Adult Swim, a inspiração para certos conceitos visuais de Samurai Jackremonta ao cinema.
Segundo ele, muito do que é visto na animação veio de trabalhos de fotografia apresentados em filmes dos anos 70 e até mesmo antes desse período, remontando aos clássicos Ben-Hur (1959) e Lawrence da Arábia (1962). Nas palavras do animador: “ no cinema dos anos 70 as coisas eram duras, eram sujas e é daí que eu tirei muitas inspirações, eu amo sentir as coisas viscerais e eu acho que os filmes dos anos 70 fizeram isso”.
A consagração de Samurai Jackveio em 2004, quando o programa recebeu um Emmy de melhor programação de animação com menos de uma hora. Nessa mesma edição, Tartakovsky também levou a estatueta da mesma categoria, porém voltada para programas com uma hora ou mais de duração, por seu trabalho com Clone Wars.
David Gordon Green, o diretor da nova trilogia de ‘Halloween‘, está agora mergulhando em outro universo assustador com o aguardado lançamento de ‘O Exorcista: O Devoto‘.
Em uma entrevista exclusiva à Empire Magazine, Green discutiu as nuances que diferenciam as duas franquias, revelando abordagens distintas para cada uma delas.
Ele compartilhou que as duas franquias são “muito diferentes” entre si. Enquanto Halloween é mais direto e se enquadra no gênero “slasher”, ‘O Exorcista‘ exige uma abordagem mais aprofundada, centrada na pesquisa e na sensibilidade devido ao seu teor dramático.
“Os filmes de Halloween são caracterizados pelo gênero slasher. Ambas as franquias oferecem espaço para experimentação e, quem sabe, diversão. No entanto, ‘O Exorcista: O Devoto’ foi um projeto que demandou pesquisa mais intensa e um abordagem levemente mais acadêmica. A narrativa que estávamos moldando e os laços entre os personagens eram mais voltados para o drama. É uma perspectiva completamente diferente”, explicou Green.
David Gordon Green, diretor de ‘O Exorcista: O Devoto‘ e conhecido por seu trabalho na trilogia nova de ‘Halloween‘, compartilhou sua abordagem cuidadosa em relação à icônica voz demoníaca na franquia clássica do terror.
Em entrevista para o SyFy Wire, ele expressou seu desejo de não decepcionar os fãs, reconhecendo o papel crucial que essa característica desempenha na série.
Green revelou que a versão final do filme pode diferir do que foi apresentado no trailer oficial.
“Estamos na parte de voz demoníaca do processo agora, e explorando vários conceitos. Outro dia, nós trouxemos cinco pessoas muito, muito diferentes para uma sala, com um microfone e pedi que dissessem coisas”, explicou o diretor.
“Talvez eu queira que seja cada uma dessas vozes e muito mais. Talvez eu queira que esse demônio seja um monte de coisas”, concluiu.
Anteriormente, conversando com o IndieWire, o produtor Jason Blum comentou sobre a expectativa pelo lançamento e disse que este é o filme mais arriscado de sua carreira.
“O filme mais arriscado que já fiz com certeza ainda não foi lançado. É ‘O Exorcista‘. Só porque é muito caro. Normalmente, a barreira para o sucesso em tudo o que fazemos é incrivelmente baixa porque fazemos filmes baratos. Para ‘O Exorcista’, a aposta é alta.”
Ele acrescentou que:
“Não é um alto risco para a Blumhouse. Obviamente, já fomos pagos, mas é um risco alto para nossos parceiros. Então, quando você me pergunta qual é a coisa mais arriscada em que já trabalhamos, considero isso como para nós ou nossos parceiros financeiros. No caso de ‘O Exorcista’, esse seria o maior, porque é um risco alto para a Universal.”
Na trama, um pai desesperado pede a ajuda de Chris MacNeil para tentar lidar com uma presença demoníaca, assim como aconteceu com ela no passado.
Kevin Durand, ator que interpreta o vilão Proximus César em ‘Planeta dos Macacos: O Reinado’, revelou recentemente em entrevista ao Games Radar as suas inspirações para o personagem, que incluem figuras como o bilionário Elon Musk e o ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger.
“Isso é incrível! Quer dizer, mesmo com o rosto de bonobo, eles me comparam ao Elon Musk… eu sou comparado ao Elon Musk o tempo todo na verdade, é muito engraçado. As pessoas se aproximam de mim com um olhar nos olhos onde percebo que elas não estão encontrando um ator que gostam, é algo maior. Mas o fato de isso transparecer mesmo quando sou um macaco é fantástico!”, disse Durand.
“Eu olhei para oradores realmente carismáticos – assisti [o coach de vida] Tony Robbins bastante, Elon, Arnold Schwarzenegger fazendo seus discursos como governador. Apenas esses humanos que, sem esforço, você apenas precisa observá-los enquanto têm tanto poder e carisma”, completou Durand.
O ator também destacou a importância da improvisação no processo de criação do personagem. “Quatro semanas na escola de macacos, me fizeram uma pergunta e eu estava tão no corpo, mas ainda não sabia qual era a voz. De repente, apenas falei ‘que dia maravilhoso’ [como Proximus César] e a voz começou a sair. Eles ficaram tipo ‘espera aí’, pegaram seus celulares e me filmaram falando. Tudo parecia muito orgânico através desse processo.”
Essa liberdade para improvisar se estendeu ao set de filmagem, onde o elenco tinha espaço para explorar diferentes cenas e diálogos. “Meu primeiro dia no set, entre as tomadas, Owen ainda estava no personagem e eu pude perceber que ele estava me olhando de longe, se aproximando, me chamando. De repente, fui de ‘meu deus, me sinto tão idiota’ para [faz sons de macaco]. Proximus simplesmente saiu e nós ficamos tipo [Teague e Durand então conversam como macacos]. Nós saímos correndo e improvisamos por cerca de 45 minutos – e nós fazíamos isso o tempo todo! BTS – não a banda de pop coreano, mas a equipe dos bastidores – nos perguntava quando estávamos gravando aquela cena, mas estávamos apenas improvisando! No entanto, através disso, algumas coisas realmente entraram no filme.”
Na trama do novo filme, ambientada 300 anos após os eventos de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, as qualidades de liderança de César se dissiparam com o tempo, porém, seu legado continua a inspirar Noa, o novo herói macaco do Reino.
O astro de ‘Harry Potter’, Ralph Fiennes, recentemente compartilhou detalhes sobre sua experiência durante as gravações da saga cinematográfica, onde interpretou o temível Lord das Trevas, Voldemort.
Segundo o ComicBook, o ator revelou as dificuldades que enfrentou nos bastidoresdo último filme.
Ao relembrar uma cena de ação intensa em Hogwarts, Fiennes explicou: “Eu usava longas túnicas de seda e precisava de meias-calças por baixo. O problema é que as meias acabavam escorregando para baixo, ficando na altura dos meus joelhos. Para ajustar a túnica e levantar as meias-calças, era um grande esforço, o que acabava sendo bem irritante”.
Para resolver esse contratempo, Fiennes encontrou uma solução criativa que gerou momentos cômicos nos bastidores. Ele contou: “Eu sugeri: ‘Por que não cortamos as meias?’ E coloquei uma cinta-liga. Lembro-me de provocar a equipe ou os dublês, levantando as saias de forma provocante para mostrar minhas maravilhosas pernas com a cinta-liga”.
Segundo o Collider, o ator explicou como desenvolveu a performance de um personagem completamente destituído de empatia:
“Quando interpreto Voldemort, estou tentando acessar algo sem empatia. É sobre poder e controle, manipular as pessoas para obter mais poder. Há um prazer real, quase erótico, em como eu posso controlá-las. Eu sei que tenho o poder de fazer isso. Você não tem chance”, disse ele.
Vale lembrar que em breve, ‘Harry Potter’ ganhará uma série que está prevista para chegar ao streaming Max em 2026.
A Max irá produzir em associação com a Brontë Film and TV e a Warner Bros. Television. J.K. Rowling será produtora executiva juntamente com Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.
A atriz Rachel Brosnahan, que interpreta a icônica jornalista Lois Lane no novo filme ‘Superman’ de James Gunn, compartilhou recentemente suas inspirações para dar vida à personagem no longa que marca o início do DCU.
Segundo o ComicBook, Brosnahan explicou como mergulhou na mente de uma jornalista séria, desde a intensidade do trabalho até os maus hábitos que vêm com a dedicação excessiva.
“Vou mantê-las anônimas, porque não perguntei se podia revelar que falei com elas, mas conversei com duas jornalistas investigativas”, contou Brosnahan. “Uma em particular, ela é uma jornalista brilhante, alguém que admiro muito e venho admirando de longe há algum tempo. Tive a oportunidade de falar com ela enquanto ela estava no meio de uma apuração, e fiquei muito impressionada com a forma como ela se movia e como falava sobre seu trabalho”.
Brosnahan captou claramente o tipo de personalidade e mentalidade que leva alguém a seguir essa carreira.
“Ela falava sobre ser atraída pela intensidade e pelos extremos da condição humana desde muito jovem”, disse a atriz. “Isso me tocou bastante, eu estava tentando encontrar algo em que me agarrar para construir essa versão da Lois, e adorei essa ideia”.
Ao mesmo tempo, ela também se inspirou nos “prazeres culposos” da personagem.
“Falamos muito sobre vícios… Não falamos sobre cigarros, mas a Lois, historicamente, é fumante, e não pudemos mostrar isso no filme”, disse Brosnahan. “O James [Gunn] disse: ‘Talvez ela tenha vaporizado por um tempo e estivesse tentando parar…’ A conversa era: quais são esses vícios, o que faz você seguir em frente quando está tão focada no trabalho. Adoro a ideia de que ela é alguém que perde a noção do tempo, consome quantidades infinitas de açúcar, comida industrializada, miojo, e tem roupas dobradas pela metade espalhadas pela casa”.
‘Superman’ já está em cartaz nos cinemas nacionais.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
O desfecho épico de ‘Stranger Things’ já está disponível na Netflix e, como esperado, o último episódio trouxe respostas definitivas e um clima de despedida agridoce que paralisou a internet na virada do ano. Mas, com o desfecho sendo uma batalha épica contra Vecna e a Mente Coletiva, uma grande dúvida fica entre os fãs: afinal, quem morreu?
De acordo com o Deadline, a resposta é: praticamente ninguém, pelo menos ninguém com quem os fãs realmente se importassem profundamente.
Kali (Eight)
A irmã de Eleven, Kali (também conhecida como Eight), retornou à série nesta temporada após sua primeira aparição na segunda temporada. Apesar de o Volume 1 terminar com seu retorno, a personagem teve pouco destaque na temporada final.
No último episódio, durante o confronto com os militares, Kali é baleada. Ela morre nos braços de Eleven, afirmando que seu destino era perecer no mundo invertido.
Tenente Robert Akers
O militar, que serviu como principal aliado da Dra. Key e ficou marcado entre os fãs por seu rosto queimado, também encontra seu fim no Mundo Invertido. Em seus momentos finais, após atirar em Kali, ele acaba sendo morto por Eleven, que usa seus poderes para forçá-lo a atirar em si mesmo.
Vecna / Henry Creel (001)
O vilão oficial da série finalmente encontra seu fim no encerramento da história. Sem arco de redenção, apesar de alguns momentos que exploram seu passado, Vecna enfrenta o grupo principal em sua batalha final, ao lado do Devorador de Mentes.
No confronto decisivo, Vecna é derrotado por Eleven com a ajuda de Will, enquanto os outros personagens conseguem destruir o Devorador de Mentes. Nos momentos finais, gravemente ferido, Vecna é decapitado por Joyce com um machado, enquanto a cena intercala flashes das pessoas que ele matou ou feriu ao longo da série.
O Devorador de Mentes
Considerado o verdadeiro líder do Mundo Invertido, o vilão surpreende ao surgir para a batalha final. Ao lado de Vecna, ele enfrenta o grupo principal, mas acaba sendo derrotado e tem seu corpo destruído. No fim, após a destruição do Mundo Invertido, toda a mente colmeia encontra oficialmente o seu fim.
Eleven morreu? (O Final Ambíguo)
O momento mais emocionante do episódio mostra Eleven se sacrificando. Para garantir que o governo nunca mais use seu sangue para criar novos experimentos, ela decide permanecer no Mundo Invertido enquanto as bombas de C-4 detonam, aparentemente desaparecendo na explosão.
Entretanto, o final oferece uma luz de esperança: meses depois, durante uma formatura e uma última campanha de D&D, Mike revela uma teoria aos amigos. Ele acredita que Eleven não morreu, mas que Kali usou seus últimos suspiros para criar uma ilusão, fazendo os militares (e os amigos) acreditarem que El estava no portal, enquanto a verdadeira Eleven escapava pelos túneis.
A série termina com uma cena emocionante de Eleven fazendo uma trilha em uma cadeia de montanhas com três cachoeiras, sugerindo que ela finalmente encontrou a paz e a liberdade em um lugar onde ninguém a conhece. Como diz Mike: “Nós nunca teremos certeza, mas eu escolho acreditar”.
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
O cantor Mick Jagger, vocalista dos The Rolling Stones, manifestou recentemente seu interesse na produção de uma cinebiografia sobre a lendária banda britânica, formada em 1962. Conforme o Deadline, o astro destacou que, assim como os Beatles, os Stones também renderiam uma excelente história nas telas.
Como exemplo desse modelo de narrativa, Jagger citou produções focadas em recortes específicos, como ‘Um Completo Desconhecido’ (2024), sobre Bob Dylan, e ‘Get on Up’ (2014), cinebiografia deJames Brown da qual foi produtor.
“Sim, isso me interessa. Não quero entrar em muitos detalhes, mas eu sei como enxergo isso. Existem muitas maneiras de fazer uma cinebiografia. Na maioria das vezes, você escolhe apenas um pequeno período da vida de alguém e o cerca de outros acontecimentos. Veja o filme do Bob Dylan: ele mostra o momento em que Bob adotou a guitarra elétrica”, disse Jagger.
O vocalista continuou sua linha de raciocínio explicando a necessidade de foco estratégico na direção: “Você precisa pensar: em qual momento vai focar? E quais dois anos da história serão realmente interessantes? O filme do Bob Dylan cobre cerca de dois anos; o de James Brown, que produzi, abrange um período um pouco maior”.
Questionado sobre qual fase da carreira de mais de seis décadas dos Rolling Stones renderia o melhor roteiro, o cantor admitiu a complexidade da escolha.
“Não sei qual período escolher, porque nossa história é muito longa”, respondeu Jagger.
O interesse do vocalista coincide com o atual momento de grandes projetos sobre ícones do rock, como o ambicioso projeto do diretor Sam Mendes, ‘The Beatles – A Four-Film Cinematic Event‘, uma série de quatro cinebiografias simultâneas focadas em cada um dos membros da banda de Liverpool.
“Com um trabalho que possui seus principais elementos de linguagem, Steven Soderbergh se despede da sétima arte.”
Desde o início de sua carreira, no final da década de 80, quando venceu o Festival de Cannes por seu excepcional longa de estreia,Sexo, Mentiras e Videotapes, Steven Soderbergh já impressionava pelo amplo domínio de linguagem cinematográfica e constante versatilidade artística. Seus trabalhos posteriores, KafkaeO Inventor de Ilusões, o colocaram num alto patamar onde, ainda dentro do seu estilo tipicamente alternativo, conseguiu fazer produções mais ousadas, como Erin Brockovich – Uma Mulher de Talento e Traffic: Ninguém Sai Limpo. Sendo ambos indicados ao Oscar de melhor filme e este último lhe rendendo o prêmio de melhor diretor.
Ingressando de vez em Hollywood, comandou o estrelado Onze Homens e um Segredo, que o consolidou como um dos cineastas mais promissores de sua geração. E, apesar de não ter ido bem ao realizar os sofríveis Confissões de uma Garota de Programa e Contágio, conseguiu, novamente, destaque com os recentes A Toda Prova e Magic Mike. Estes muito elogiados pela crítica e público, fazendo novamente as pazes com os apreciadores de sua arte.
Agora, com cinquenta anos de idade, para surpresa de todos, Soderbergh anuncia sua provável e precoce aposentadoria. Se despedindo nos cinemas (pois, para TV, fez o ainda inédito Behind the Candelabra) com o ótimo suspense policial Terapia de Risco. Um filme que, coincidentemente, imprime suas principais características, especialmente em sua parte estética.
Na trama, a jovem e misteriosa Emily Taylor (Rooney Mara) recebe a notícia que enfim seu marido Martin Taylor (Channing Tatum) será libertado da prisão, onde havia sido acusado por um crime de colarinho branco. Ainda que aliviada, Emily tem estranhas crises de depressão e busca ajuda psiquiatra para conter a ansiedade. Recebendo apoio psicológico, amparada pelo Dr. Jonathan Banks (Jude Law), é submetida a um tratamento a base de fortes medicamentos, que acarretam alguns efeitos colaterais. E, mesmo reagindo inicialmente de forma positiva, tal evento gera consequências inesperadas na vida da jovem e do psiquiatra.
Criando, como de costume, uma narrativa elegantíssima e ao mesmo tempo tensa, Soderbergh desenvolve, de maneira muito orgânica, um conto que se mostra cada vez mais curioso. Logo no início do primeiro ato, devido a uma espetacular apresentação geral dos principais fatos do caso, somos totalmente fisgados e embarcamos na história. Isso pela sua irrestrita capacidade de direção, onde não precisa de muitos diálogos e tempo para expor toda informação necessária que o expectador carece saber até aquele momento.
O clima de tensão está constantemente presente nas ações dos personagens e notadamente nos diálogos de Emily com o psiquiatra. Aonde reside tudo que está por trás dos reais acontecimentos. A fotografia, que é também assinada pelo próprio Soderbergh, tem fator fundamental para que tal sensação permaneça ao longo da trama. Com lentes opacas, uma espécie de nevoa parece rondar os cenários internos e externos. Causando uma impressão de conflito, ao público, e sendo muito importante para o suspense desejado.
Um dos pontos mais altos da fita é, sem duvidas, a atriz Rooney Mara, que pouco a pouco vai conquistando seu espaço na indústria com interpretações corajosas e ousadas. Ela mostra aqui o seu lado sensual e misterioso, assim como fez em Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres, deixando, propositalmente, a plateia ambígua a respeito de sua Emily.Jude Lawtambém está muito bem em tela e consegue imprimir realmente a imagem de um homem desesperado e confuso sobre os acontecimentos passados. A eterna parceira do diretor novamente marca presença,Catherine Zeta-Jones começa como uma personagem secundaria e cresce ao longo do conto. Já não podemos dizer o mesmo de Channing Tatum, que passa despercebido, como na maioria de seus papeis.
O roteiro deScott Z. Burns (O Desinformante!), apesar de simplório do ponto de vista crítico e artístico, é promissor. Porém, nas mãos de um diretor menos experiente, poderia ser desperdiçado, por algum descuido. Os diálogos não são primorosos, mas o mérito está em sua narrativa. A decupagem foi essencial para que tudo funcionasse bem. E a trilha sonora do ótimo Thomas Newman (Operação Skyfall), também auxilia as cenas de suspense e investigação. A melodia é intensa e enigmática.
Todavia, como já era de se imaginar, Terapia de Risco tem um final revelador, mas que funciona organicamente. Não é nada forçado ou maniqueísta. É surpreendente e interessante. E se realmente esse for o último filme de cinema dirigido porSteven Soderbergh, garanto que este terminou muito bem sua história na sétima arte e deixará saudades.
Na próxima semana, a Paramount vai lançar a sua novo promessa do terror, ‘Sorria‘ , com estúdio fazendo uma das campanhas de marketing virais mais assustadoras dos últimos anos. No último fim de semana, muita gente percebeu nos jogos da Major League Baseball tinham uma pessoa sentada atrás da home plate que não estava se movendo, mas exibia um sorriso bizarro e assustador, referenciando filme.
Enquanto alguns prestavam atenção na partida, outros estavam com a camisa de ‘Sorria‘ e pareciam chamar a atenção e assustar algumas do lado. As primeiras reações de ‘Smile‘ (no original) apareceram depois que o filme teve sua estreia mundial no Fantastic Fest esta semana.
Atualmente, o filme possui uma média de 75% de aprovação no Rotten Tomatoes, com críticos elogiando os “jumpscares eficientes e aterrorizantes”. No twitter, alguns usuários registraram o momento e compartilharam o sorrido assustador de uma mulher na plateia. Confira:
UPDATE: We also have smilers at the Dodgers/Cardinals game, and a smiler was spotted photo-bombing the Today Show! Keep 👀 open all weekend – they’re everywhere!#SmileMoviepic.twitter.com/WMhzHQ0uND
Looks like the horror movie Smile coming out soon is doing promo stuff at baseball games tonight. Love when movies do stuff like this. pic.twitter.com/ahOepGX2Bm
How do you feel about viral marketing for a horror movie at a baseball game? Both at the Mets/A’s game and the Yankees/Red Sox game, there were actors clearly marketing the movie Smile. What do you guys think? pic.twitter.com/ZYllhuqF1a
— amber renee (is probably at epcot) 🖤 (@takarakanashi) September 24, 2022
The ‘Smile’ movie is doing promo by having people sit at baseball games doing creepy faces and it’s honestly fucking genius marketing pic.twitter.com/zsyVH077Q1
Anteriormente sob o título ‘Something’s Wrong With Rose‘, a história acompanha uma mulher que depois de testemunhar um incidente bizarro e traumático envolvendo um paciente, começa a experimentar ocorrências assustadoras que ela não consegue explicar. O terror aqui, no entanto, está no fato das vítimas terem um sorriso largo, fixo e bizarro no rosto.
Dirigido por Parker Finn (The Hidebehind), Sorria é adaptado de seu curta-metragem de terror de 2020, ‘Laura Hasn’t Slept‘. O filme possui apenas 11 minutos e acompanha uma mulher chamada Laura, que procurou ajuda de seu terapeuta após sonhar repetidas vezes com o mesmo pesadelo.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de setembro.
Após testemunhar um incidente traumático envolvendo uma paciente, a Dra. Rose Cotter começa a ser assombrada por ocorrências sobrenaturais que ela não consegue explicar. Logo, ela deve confrontar seu passado problemático para sobreviver e escapar de sua nova realidade sinistra.
Sinopse: É uma selva lá fora para Blu, Jade e seus três filhos, em RIO 2, depois que eles deixam a cidade maravilhosa para se aventurar em uma viagem à Amazônia, para uma reunião de família. Fora de casa, em um lugar desconhecido, Blu terá que enfrentar seu maior medo – seu sogro – enquanto procura escapar do plano de vingança de Nigel. Todos os personagens preferidos de RIO estão de volta, e agora, novas vozes e novos artistas integram o elenco.
Curiosidades:
» A animação ‘Rio‘, dirigida pelo carioca Carlos Saldanha, arrecadou ótimos US$ 484 milhões mundialmente.
» No Brasil, ‘Rio‘ estreou com número recorde de cópias: 1.011. O recorde pertencia a ‘Saga Crepúsculo: Eclipse‘, com 692 cópias.
» Anne Hathaway, Jesse Eisenberg, Jemaine Clement, will.i.am, Tracy Morgan,George Lopez, Leslie Mann, Rodrigo Santoro, Bebel Gilberto, Jake T. Austin e Jamie Foxx retornam como dubladores. Andy Garcia, Bruno Mars, Janelle Monáe, Kristin Chenoweth, Rita Moreno,Amandla Stenberg, Rachel Crow, Pierce Gagnon e Natalie Morales são as novas adições no elenco de vozes.
A estreia de ’Heroes Reborn’ acontecerá dia 24 de Setembro nos EUA.
A saga por trás da série ‘Heroes‘, de 2006, vai continuar nas telinhas com o retorno do criador Tim Kring para o desenvolvimento de novas camadas do seu conceito da origem dos super-heróis. Esse aguardado retorno da minissérie, em 13 episódios, irá reconectar com os elementos básicos da primeira temporada da série, em que pessoas comuns um dia acordam e descobrem ter habilidades extraordinárias. Esta série será precedida de uma nova web série, que vai introduzir para o público s novos personagens e enredos que levará o fenômeno dos heróis para novos lugares.
A nova temporada, intitulada ‘Heroes Reborn‘, terá 13 episódios e será precedida por uma web serie que apresentará os novos personagens.
Criada por Tim Kring, a série original contou a história de pessoas comuns que descobrem ter habilidades especiais, tais como telepatia, capacidade para voar, etc. Esses indivíduos percebem que estão conectados e de que têm por missão evitar a realização de desastres normalmente previstas nas imagens feitas por pintores com o dom de precognição. Em ‘Heroes Reborn‘, voltaremos a ver o dilema de pessoas que descobrem ter poderes sobrenaturais.
Zachary Levi (‘Chuck’), Danika Yarosh (‘Shameless’), Robbie Kay (‘Once Upon a Time’), Judith Shekoni (‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2’), Gatlin Green, Ryan Guzman (‘O Garoto da Casa ao Lado’), Francesca Eastwood, filha do diretor Clint Eastwood,Toru Uchikado, Pruitt Taylor Vince (‘True Blood’), Eve Harlow (‘The 100’) e Dylan Bruce (Orphan Black) estão no elenco de novatos.
Ao sair da prisão, a doutora Nise da Silveira volta aos trabalhos num hospital psiquiátrico no subúrbio do Rio de Janeiro e se recusa a empregar o eletrochoque e a lobotomia no tratamento dos esquizofrênicos. Isolada pelos médicos, resta a ela assumir o abandonado Setor de Terapia Ocupacional, onde dá início a uma revolução regida por amor, arte e loucura.
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