Site Página 2226

Homem passa noite aterrorizante com cadáver no trailer do terror ‘The Vigil’

O terror ‘The Vigil‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Keith Thomas.

Yakov, um ex-Hassid, aceita um emprego como shomer, sendo contratado para “fazer a vigília” do corpo de um membro falecido da comunidade. Tendo perdido a fé, Yakov não está ansioso para voltar à comunidade religiosa que abandonou recentemente. Mas quando Reb Shulem, um rabino e confidente, se aproxima de Yakov após uma reunião de um grupo de apoio e se oferece para pagar Yakov para ser o shomer de um sobrevivente do Holocausto recentemente falecido, ele aceita com relutância o trabalho. Logo depois de chegar à casa em ruínas, Yakov percebe que algo está muito, muito errado. Esta não será uma vigília silenciosa.

O elenco conta com Adam Margules, Dave Davis, Menashe Lustig, Malky Goldman, Lynn Cohen e Fred Melamed.

No UK, o longa será lançado nos cinemas no dia 17 de julho. A Blumhouse assumirá a distribuição nos EUA, mas ainda não confirmou a data de estreia.

‘Bloodthirsty’: Terror com lobisomens ganha trailer INTENSO; Confira!

O terror sobre lobisomens ‘Bloodthirsty‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Amelia Moses (‘Bleed With Me’) é responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Wendy Hill-Tout ao lado da filha Lowell, que também escreveu as músicas originais da produção.

Gray, uma cantora indie, cujo primeiro álbum foi um sucesso estrondoso, recebe um convite para trabalhar com o notório produtor musical Vaughn Daniels em seu remoto estúdio na floresta. Junto com sua namorada Charlie, elas chegam em sua mansão, e o trabalho começa. Mas Gray está tendo visões de que ela é um lobo, e conforme seu trabalho com o exigente Vaughn se aprofunda, a cantora vegana começa a ter fome de carne e caça. Quando Gray começa a se transformar em um lobisomem, ela descobre quem realmente é e os segredos da família que ela nunca conheceu. O que será necessário para se tornar uma grande artista e a que custo para sua humanidade?

O elenco conta com Lauren BeattyGreg BrykKatharine King So e Michael Ironside

Nos EUA, o terror será lançado em cinemas selecionados e em VOD no dia 23 de abril.

‘Venom: Tempo de Carnificina’ ultrapassa US$ 450 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso nos cinemas, a sequência ‘Venom: Tempo de Carnificina‘ ultrapassou a marca dos US$ 450 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 206.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 248.2 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 454.7 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica em vídeo:

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Mutantes canibais atacam nas imagens de ‘The Lair’, novo terror do diretor de ‘Abismo do Medo’

O Collider divulgou novas imagens de ‘The Lair‘, próximo filme do diretor Neil Marshall (‘Abismo do Medo’), que trará híbridos alienígenas canibais.

Confira:

“Esse filme realmente captura o estilo e intensidade dos meus primeiros filmes, sem contar a violência e cenas sangrentas,” declarou Marshall. “Eu acho que os fãs de terror e ação irão se divertir muito.”

Na trama…

“O sargento Tom Hook tem a tarefa de liderar uma equipe para encontrar a tenente Kate Sinclair, uma piloto de caça da Força Aérea Real abatida no Afeganistão. Sinclair, perseguida por insurgentes, encontra refúgio em um abrigo secreto há muito abandonado e involuntariamente libera uma arma biológica mortal – metade humana, metade alienígena e faminta por carne humana. Hook e sua equipe, acompanhados por um punhado de tropas britânicas, devem salvar Sinclair dos insurgentes e, mais importante, dos híbrios canibais antes que eles invadam a área e, potencialmente, o mundo.”

O elenco contará com Jonathan HowardCharlotte Kirk, Jamie Bamber, Leon OckendenMark StrepanHadi KhanjanpourHarry Taurasi, Kibong Tanji e Troy Alexander.

O terror será lançado em VOD no dia 28 de outubro.

Após a saída de Kevin Costner, ‘Yellowstone’ é CANCELADA pela Paramount

De acordo com o TVLine, a Paramount Network confirmou o cancelamento da popular série ‘Yellowstone‘ depois de cinco temporadas.

A decisão foi anunciada logo após ter sido noticiado que o ator Kevin Costner não retornaria para o sexto ciclo. Alegadamente, a saída do ator se deu por causa de conflitos com cocriador da série, Taylor Sheridan, em relação aos compromissos de filmagem nos episódios restantes da atual temporada.

Rumores apontam que os desentendimentos entre Costner e a produção da série já são antigos, destacando problemas em relação ao cronograma de filmagens e também das exigências do ator nos bastidores da série – o que causou um incômodo geral no set.

A história da família Dutton, no entanto, irá continuar em um spin-off que deve ser estrelado pelo Matthew McConaughey. Com o final da série original programado para ir ao ar em novembro, o site afirma que o novo derivado estreará logo em seguida, em dezembro.

A série foi criada por Taylor Sheridan e John Linson.

A história é centrada na luta, por vezes violenta, de uma família do interior do estado de Montana contra a invasão de sua propriedade.

Kevin Costner, Luke Grimes, Kelly ReillyWes BentleyCole Hauser estrelam. O novo ciclo conta com a adição de Jacki WeaverPiper PeraboKathryn KellyFinn Little.

Exposição polêmica inspirada em ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’ vai virar filme de TERROR

Se vocês acharam que a exposição Willy’s Chocolate Experience, inspirada no clássico ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘, foi um show de horrores, vocês ainda não viram nada…

De acordo com o Bloody Disgusting, um filme de terror baseado no evento está oficialmente em desenvolvimento.

Intitulado ‘The Unknown‘, o longa terá como antagonista uma figura marcante e assustadora do evento desastroso – que viralizou recentemente ao aparecer com roupas escuras e uma máscara metálica que não tem nada a ver com o universo do Willy Wonka.

A produtora por trás do projeto, a Kaledonia Pictures, declarou: “O filme deve começar suas filmagens em breve, e está previsto para estrear ainda em 2024. A trama seguirá um ilustrador renomado que é assombrado pela trágica morte de seu filho. Desesperado para escapar do luto, ele e sua esposa devem se isolam nas montanhas escocesas – onde um mal inimaginável os aguarda.”

Confira o vídeo da figura sinistra que inspirou a produção:

Os ingressos custavam 35 Libras, cerca de R$ 218,90, mas o evento teve uma resposta tão negativa que os organizadores o cancelaram no meio do dia e não informaram aos que chegavam mais tarde que não poderiam comparecer… O que motivou as denúncias e a chegada da polícia.

O site do evento, repleto de visuais atraentes, diz o seguinte:

“Sua jornada começa em um jardim encantado, com doces gigantes, flores vibrantes, esculturas de aparência misteriosa e surpresas mágicas que adicionam uma camada de maravilha extra para a sua experiência neste universo de chocolate!”

Além disso, o evento atraiu os primeiros clientes com a promessa de que eles poderiam “navegar por um jardim peculiar, mas encantador, coletando deliciosos grãos de todas as cores, formas e tamanhos.”

Mas, em letras minúsculas na parte inferior do site, há um texto que diz:

“Esta experiência não está de forma alguma relacionada à franquia Wonka, que é propriedade da Warner Bros.”

Um dos clientes, chamado Mark Sinclair disse ao  The New York Times que dirigiu duas horas para levar seus filhos ao evento e “havia talvez 20 cadeiras, algumas mesas e um castelo inflável que estava apenas meio inflado. As crianças ganharam duas jujubas cada… e depois meia xícara de limonada.”

Num grupo do Facebook criado para alvos do “golpe da casa dos illuminati”, Paul Connell, que diz ter trabalhado no evento, disse que os funcionários também foram enganados pelo evento e pelos organizadores.

“Sabíamos que dificilmente seríamos pagos pelo evento quando chegássemos no sábado de manhã, mas ficamos por aqui porque sabíamos que eles fariam isso com ou sem nós e podemos pelo menos tentar tornar algum aspecto divertido para as crianças”, escreveu ele.

No fim das contas, a House dos Illuminati apresentou um pedido de desculpas em sua página no Facebook, que já foi excluída, e anunciou que vai reembolsar todos os clientes.

Pedimos desculpas pelo que aconteceu e reembolsaremos integralmente cada pessoa que comprou os ingressos”, dizia o comunicado.

Lembrando que ‘Wonka‘, pré-sequência ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘, conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais.

Apesar de ter sido lançado em dezembro, o longa subiu para o TOP 7 das maiores arrecadações de 2023.

Nos EUA, o título soma US$ 214.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 402.7 milhões – totalizando US$ 617.2 milhões mundialmente.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$77.3M), França (US$30.1M), México (US$27M), Austrália (US$25.5M) e Alemanha (US$24.3M).

Vale lembrar que ‘Wonka‘ arrecadou sólidos US$ 39 milhões em sua estreia nas bilheterias norte-americanas, superando o lançamento de clássicos do gênero como ‘Mamma Mia!‘ e ‘Hairspray‘, que estrearam com US$ 27.7 milhões e US$ 27.8 milhões no país, respectivamente.

Após uma sucessão de fracassos do gênero – ‘Em um Bairro de Nova York‘ ($11.5M), ‘Amor, Sublime Amor‘ ($10.5M) e ‘Querido Evan Hansen‘ ($7.4M) –, ‘Wonka‘ marca o retorno triunfante dos musicais nas telonas.

Confira nossa crítica:

Além de Chalamet, o elenco conta com Hugh GrantKeegan Michael-KeyTom DavisSimon FarnabyKobna Holdbrook-SmithMathew BayntonJim CarterRich FulcherOlivia ColmanSally Hawkins e Rowan Atkinson.

 

Keira Knightley e Ben Whishaw são espiões no novo trailer de ‘Black Doves’, thriller da Netflix

Netflix divulgou o novo trailer da minissérie de espionagem ‘Black Doves‘, estrelada por Keira Knightley (‘Orgulho e Preconceito’) e Ben Whishaw (‘A Very English Scandal’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada na plataforma no dia 5 de dezembro.

Sarah Lancashire (‘Julia’), Luther Ford (‘The Crown’), Finn Bennett (‘True Detective: Terra Noturna’), Tracey Ullman (‘The Tracey Ullman Show’) e Adeel Akhtar (‘Sweet Tooth’) também estrelam o projeto.

Andrew KojiAndrew BuchanKathryn Hunter, Sam TroughtonElla Lily HylandAdam SilverKen NwosuGabrielle CreevyOmari Douglas completam o elenco.

A produção contará com seis episódios e foi criada e escrita por Joe Barton.

Na trama, Knightley dá vida a Helen Webb, uma esposa e mãe perspicaz, prática e dedicada – e espiã profissional. Durante uma década, ela transmitiu os segredos do marido político à organização obscura para a qual trabalha: as Black Doves. Quando seu amante secreto Jason (Koji) é assassinado, seu espião mestre, o enigmático Reed (Lancashire), chama um velho amigo de Helen para mantê-la segura – Sam Young (Whishaw).

Sam é um assassino suave que bebe champanhe. Mas tendo estado fora do jogo desde um trabalho fracassado com consequências desastrosas, ele voltou para casa, para uma Londres que seguiu em frente sem ele. À medida que o seu passado ameaça alcançá-lo, a sua tarefa é proteger Helen enquanto ela investiga quem matou Jason e porquê.

Alex GabassiLisa Gunning entram como diretores.

Barton, Jane FatherstoneChris Fry e Knightley entram como produtores executivos.

Vale lembrar que a atração já foi renovada para a 2ª temporada.

Novas aventuras e ameaças no DIVERTIDO trailer da 13ª temporada de ‘Futurama’; Confira!

O Hulu divulgou o primeiro trailer da 13ª temporada da série animada ‘Futurama‘.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 15 de setembro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

No Brasil, o seriado está disponível no serviço de streaming do Disney+.

A produção pode ser acompanhada por novos espectadores, mas também funciona como uma sequência direta da série original – e segue a continuação da épica história de amor entre o Fry e a Leela, o conteúdo misterioso da caixa do Nibbler, a história secreta do Papai Noel Robô, e o paradeiro dos girinos de Kif e Amy. Enquanto isso, há uma nova pandemia na cidade enquanto a equipe explora o futuro das vacinas, bitcoins, cultura do cancelamento e streaming.

Criada por Matt Groening (‘Os Simpsons’) e David X. Cohen (‘Beavis and Butt-Head’), ‘Futurama’ estreou em 1999 e rapidamente ganhou seguidores fiéis e aclamação da crítica, incluindo dois Emmys de Melhor Série Animada. Apesar de seu cenário em um futuro distante, o programa é conhecido por suas críticas ácidas e satíricas sobre a vida no presente.

A trama gira em torno de um entregador de pizza que acidentalmente se congela por mil anos. A série originalmente foi exibida por quatro temporadas (1999–2003), na FOX. Cinco anos depois do cancelamento, o canal Comedy Central reviveu a produção por mais três temporadas (2008–2013).

futurama

Última temporada de ‘Power Book III: Raising Kanan’ ganha trailer e data de estreia; Confira!

O canal Starz divulgou o trailer completo da 5ª (e última) temporada da série derivada ‘Power Book III: Raising Kanan‘.

Além disso, foi confirmado que o ciclo final estreará no dia 12 de junho.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Anteriormente, o showrunner Sascha Penn confirmou que o encerramento da série já fazia parte do plano desde o início: “Foi sempre minha intenção que ‘Raising Kanan’ tivesse cinco temporadas, e graças aos meus amigos e parceiros na Starz e na Lionsgate, assim como ao elenco incrível, à equipe e aos roteiristas, pude contar toda a história que comecei a escrever lá em 2019. Dito isso, com o que preparamos neste final de temporada e a inevitável introdução de Breeze, ainda temos uma temporada excepcionalmente intensa e cheia de ação pela frente. Garanto que os riscos para Kanan e toda a família Thomas nunca foram tão altos”. 

Criada por Penn, a série é o terceiro spin-off do universo de ‘Power‘.

A produção é uma pré-sequência que segue os primeiros anos de Kanan Stark, o personagem interpretado pelo Curtis “50 Cent” Jackson na série original.

O elenco conta com Mekai Curtis, Antonio Ortiz, London Brown, Patina Miller, Malcolm Mays, Hailey Kilgore, Jo-Vaughn Scott e Toby Sandeman.

Alicia Vikander fala sobre sua versão de Lara Croft para o reboot de ‘Tomb Raider’

A atriz Alicia Vikander conversou recentemente com a revista Entertainment Weekly sobre sua versão de Lara Croft e segundo a intérprete, os fãs da personagem conhecerão um outro lado ainda não explorado nos cinemas.

Diz ela:

“Ela tem toda aquela força, rigidez, curiosidade e inteligência características a sua personalidade, mas nós a despimos de toda sua vasta experiência. Neste reboot, ela não teve sua aventura. Ela ainda pensava que estava presa a essa vida moderna de mulher de negócios do subúrbio de Londres até que tudo se abre diante dela. É aí que as coisas começam. Nesta produção veremos esta personagem tão amada por outros ângulos”.

Alicia aproveitou a oportunidade para compartilhar um pouco sobre as cenas de ação que ‘Tomb Raider’ terá:

“Assim como no filme ‘A Onda’, temos muitas sequências na água. Os dois últimos dias de gravação eu fiquei em um tanque. No total, fiquei 16 dias totalmente encharcada ou submersa na água. Em uma cena em questão, nós gravamos no centro olímpico de rafting, onde eu fui jogada dentro do rio com as minhas mãos atadas! Isso acontece cerca de 50 vezes e eu nem precisei atuar, sou reagir a tudo aquilo!”

 

Alicia Vikander estrela como ‘Lara Croft‘. Walton Goggins (‘Os Oito Odiados‘) vai interpretar o vilão da trama.

Dominic West, da aclamada série ‘The Affair‘, será o pai de Lara Croft, Lord Richard Croft. A participação do pai de Lara na história é de extrema importância para que a personagem se desenvolva e mais ainda, para que ela enfrente as aventuras até chegar a ele.

“Sete anos após o desaparecimento de seu pai, Lara, de 21 anos de idade, se recusa a assumir as rédeas do seu império empresarial global. Ao invés disso, ela trabalha como entregadora de objetos em Londres, enquanto tinha aulas na faculdade. Eventualmente, ela se inspira no desaparecimento de seu pai e viaja para sua última localização conhecida. De repente, as apostas não poderiam ser mais altas para Lara, que – contra as possibilidades e armada apenas com sua mente afiada, fé e o espírito teimoso – deve aprender a ultrapassar seus limites enquanto viaja para o desconhecido. Se ela sobreviver a esta aventura perigosa, ela poderá fazer o seu próprio nome, Tomb Raider.”

As filmagens passarão por locações na África do Sul e na Inglaterra. A estreia acontece em 16 de março de 2018, com distribuição da Warner Bros.

O norueguês Roar Uthaug (‘Presos no Gelo’) dirige. Geneva Robertson-Dworet roteiriza.

Os filmes estrelados por Angelina Jolie, em 2001 e 2003, foram produzidos pela Paramount. Juntos, arrecadaram cerca de 400 milhões de dólares mundialmente, o que animou a MGM em tentar mais uma vez colocar a heroína patrimônio da Internet no cinema.

 

 

‘Deadpool 2’: “Não seja um pamonha” anuncia kombi do Mercenário nas ruas de São Paulo

Deapool 2‘ estreia nos cinemas essa semana e para marcar a chegada da produção, a Fox Film do Brasil decidiu realizar uma divertida ação pelas ruas de São Paulo, em uma kombi toda adesivada.

O carro de som traz a voz do dublador oficial do Mercenário vendendo pamonhas e convidando as pessoas na rua para conferir a produção, com o risco de elas levarem spoilers e serem também chamadas de “pamonhas”.

Confira:

Enquanto isso, ‘Deadpool 2’ ganhou um novo pôster hilário com a frase “Do mesmo estúdio que matou o Wolverine”, alfinetando a decisão da Fox de matar o herói no final de ‘Logan’. Confira:

Deadpool 2‘ foi escrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

O filme do anti-herói teve sua estreia antecipada e agora chega aos cinemas em 17 de maio de 2018.

‘Supergirl’: Superman não aparecerá na quarta temporada

A quarta temporada de ‘Supergirl‘ não trará o retorno do herói Superman. A informação foi compartilhada pelo portal ComicBook.

Segundo a publicação, a revelação foi feita pelos produtores Robert Rovner e Jessica Queller, após a exibição do último episódio.

Ao serem questionados sobre a volta do personagem, ambos foram categóricos em sua resposta, afirmando que ele “não retornará nesta temporada”.

Ainda não se sabe quais os planos para o herói no futuro, mas a expectativa é que ele tenha um pouco mais de destaque na quinta temporada, fazendo o seu retorno à produção.

 

Recentemente, foi revelado que o ator e diretor Kevin Smith vai dirigir um dos episódios do próximo ano. Smith revelou que conduzirá um dos capítulos da produção, mas não especificou qual deles ainda, salientando que o anúncio oficial virá em breve.

‘Supergirl’ é transmitida no Brasil pelo canal pago Warner Channel.

‘Friends’: Especial com o elenco original é adiado indefinidamente

Os fãs de ‘Friends’ terão que esperar um pouco mais para conferir o aguardado especial com o elenco original.

Embora anteriormente a WarnerMedia tivesse reiterado que a estreia do programa manteria sua data original – estando disponível junto ao lançamento do streaming, a pandemia do coronavírus mais uma vez interrompeu os planos.

Segundo a revista EW, em virtude da paralisação das gravações – devido à reclusão social imposta nos Estados Unidos e ao redor do mundo -, o especial não pôde ser filmado.

As filmagens estavam originalmente agendadas para o final de março e a expectativa da Warner ainda era conseguir reunir o elenco no mês abril, caso a situação melhorasse no país.

No entanto, considerando que a pandemia ainda inspira cuidados mais severos, o estúdio decidiu não arriscar.

Ainda assim, o lançamento do serviço de streaming HBO Max permanece programado para o mês de maio, em data a ainda ser revelada.

Os 236 episódios de ‘Friends’ ficarão disponíveis na estreia da plataforma de streaming. No Brasil, a série continuará com a Netflix temporariamente, até que o serviço da Warner seja lançado por aqui.

 

Os astros Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer retornarão para a reunião.

O episódio custará cerca de US$ 20 milhões e será “não roteirizado”. Ou seja, provavelmente teremos todo o elenco relembrando os momentos mais icônicos da série.

Além disso, o streaming conseguiu os direitos exclusivos de exibição dos episódios antigos, que eram da Netflix.

Para a HBO Max, uma das principais atrações será a comédia amada dos anos 90. Isso deve ajudar o serviço a começar bem, juntamente com os outros exclusivos que a Warner Bros. terá na manga.

Como a WarnerMedia investiu US$ 425 milhões pelos direitos de transmissão da série na HBO Max, o intuito do especial é atrair mais audiência para a atração.

Demi Lovato estampa bela capa virtual da revista EW; Confira!

A cantora Demi Lovato está compartilhando a sua tumultuada trajetória com traumas de infância e vícios em substâncias ilícitas, por meio de seu novo documentário ‘Demi Lovato: Dancing With The Devil‘.

E para comemorar a estreia da produção, que está disponível em seu canal oficial no YouTube – gratuitamente -, a artista se tornou o grande destaque da mais recente edição da revista EW, estampando a capa da publicação.

Confira:

Produzido pelo YouTube, a produção teve a sua estreia mundial no Festival South by Southwest, e já está disponível na conta oficial da cantora – com legendas em português. A terceira e quarta partes da produção serão lançadas nas duas próximas semanas.

Assista a Parte 1:

Parte 2:

Confira o trailer:

Confira a sinopse oficial:

Demi Lovato não esconde nada nesse impactante documentário dividido em quatro partes, que explora os aspectos que levaram à overdose que quase lhe tirou a vida em 2018, e o despertar que veio a seguir. O diretor Michael D. Ratner obteve um acesso sem precedentes à jornada pessoal e musical da estrela durante o período mais difícil de sua vida, na medida em que ela revela traumas antigos e descobre a importância de sua saúde física, emocional e mental. Muito mais do que uma análise que ultrapassa a superfície de celebridade, este é um retrato íntimo do vício e do processo de cura e empoderamento.

Michael D. Ratner assume a direção de ‘Demi Lovato: Dancing With The Devil‘.

Crítica | Os Encanadores da Casa Branca: Comédia e drama se misturam em minissérie política com Woody Harrelson e Justin Theroux

Como um caleidoscópio, o caso Watergate se revela em diversas facetas a partir da ótica pela qual você o observa. Trazendo uma coletânea de 40 envolvidos no que se tornaria um dos maiores escândalos de corrupção da história norte-americana, o grampeamento ilegal do escritório do partido democrata ainda hoje desperta o interesse e o imaginário da opinião pública. Desde Todos Os Homens do Presidente (1976), passando por Frost/Nixon (2008) e até a mais recente série Gaslit (2022), o tema continua permeando a cultura POP sempre com uma nova perspectiva de um mesmo crime. E agora, a HBO traz o outro lado dos relatos com Os Encanadores da Casa Branca, mostrando os átrios da operação política mais catastrófica dos Estados Unidos – dessa vez pela visão dos próprios criminosos.

E. Howard Hunt e Gordon Liddy foram de veteranos de guerra a espiões de Richard Nixon, o único presidente americano “forçado” a renunciar em meio a um escândalo de corrupção. Em Os Encanadores da Casa Branca, eles voltam à vida pelas excepcionais performances de Woody Harrelson e Justin Theroux, que formam um peculiar e impecável duo em tela. Sempre em contraste um com o outro, mas inevitavelmente complementares em suas personalidades, ambos os personagens vão de uma espécie de bromance a um nível completo de estranheza, impessoalidade e inimizade. E com uma dinâmica em tela excelente e fluída, os atores passeiam pelos cinco episódios da minissérie com leveza, acidez e sarcasmo.

Em meio a diálogos afiados, que exalam uma caricatura impressionante do que é a idolatria política, Harrelson e Theroux dominam a produção, conduzindo habilmente um time de atores coadjuvantes tão poderoso quanto os protagonistas. Aqui, Lena Headey, Domhnall Gleeson, Judy Greer, Kim Coates, Toby Hass e Liam James dão vida aos principais personagens de apoio, orbitando em torno do caos e afetando-o drasticamente. E com um roteiro bem detalhado e muito bem desenvolvido, Os Encanadores da Casa Branca faz um paralelo entre a corrupção, o desvio de caráter e as consequências catastróficas que a servidão cega a líderes de Estado podem trazer como efeito colateral.

Um dos aspectos mais poderosos da minissérie é justamente sua sutil e contemporânea percepção dos fatos, que datam os anos de 1972,1973 e 1974. Nos mostrando que a idolatria política é atemporal e estupidamente repetitiva ao longo das décadas, a produção naturalmente ainda faz um paralelo com a obsessão que seus protagonistas nutriam por Nixon. E sem direcionar indiretas especificamente – embora haja um viés partidário por razões óbvias, Os Encanadores da Casa Branca faz um relato visual de como o fanatismo por presidentes ou qualquer outro agente do alto escalão governamental é a epítome da estupidez humana, capaz de custar famílias inteiras , a segurança pública e a vida de pessoas inocentes.

E embora a trama facilmente pudesse ser comprimida no formato cinematográfico, tal como o clássico Todos os Homens do Presidente, é inegável que Alex Gregory e Peter Huyck fizeram um trabalho excelente com a série. Administrando muito bem todo o “causo”, a produção sabe dosar os momentos mais intensos em cada episódio, nos mantendo interessados e envolvidos. E com um humor sarcástico afiado, Os Encanadores da Casa Branca ainda se torna um deleite para os menos apaixonados pelo gênero de thriller político. Flertando com o pastelão em momentos pontuais, se atendo mais à rispidez e acidez em seus diálogos inteligentes, a nova minissérie é mais um presente de originalidade que só a HBO sabe entregar.

David Fincher em Paris | “Nós aprendemos com nossos erros”, confessa diretor sobre um dos seus filmes

Após ser aplaudido de pé no Festival de Cinema em Veneza e em Londres (BFI), David Fincher completou sua turnê europeia de O Assassino (The Killer) com a sessão de abertura da retrospectiva de sua obra na Cinémathèque Française, em Paris, na última sexta-feira, 13 de outubro. 

Disponível a partir de 10 de novembro na Netflix, O Assassino teve poucas oportunidades de ser apreciado nos cinemas em festivais e pré-estreias, como a partir de 26 de outubro em poucas cidades brasileiras. Com Michael Fassbender como o protagonista do título e Tilda Swinton, o longa é uma dos títulos mais aguardados de 2023 e conta com a participação da atriz brasileira Sophie Charlotte

Depois da sessão, David Fincher conversou com os convidados nas instalações da Cinemateca e participou de um coquetel de celebração da sua carreira. Como um dos convidados da noite, o CinePOP conta os detalhes da “masterclass” dada pelo cineasta durante o evento.

Como nasceu o projeto

Com a presença dos autores franceses Luc Jacamon & Matz no evento, David Fincher contou ter sido presenteado por uma amiga com a graphic novel The Killer. Segundo o diretor, ela acreditava que ia lhe interessar por conta do enorme número de corpos no chão durante a história.

Gravado na memória do público pelos suspenses Seven – Os Sete crimes Capitais (1995), Clube da Luta (1999), O Quarto do Pânico (2002), Zodiaco (2007); Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres (2011) e Garota Exemplar (2014), O Assassino é a impressão digital do gênero suspense policial cunhado pelo diretor norte-americano ao longo de sua carreira. 

Leia mais: Crítica | O Assassino – David Fincher entrega suspense intimista, perturbador e cômico

Os “corpos no chão” não foi somente um ponto decisivo para o cineasta escolher adaptar a obra, mas também o enorme monólogo niilista do personagem título. O objetivo do diretor era apresentar uma relação mais estreita entre um assassino em série e o espectador. Para ele, a questão era desafiar a si e ao público: “apontar a câmera para o pensamento de alguém é bastante intimista. Mas será que é verdade? Porque as pessoas mentem para si mesmas”, reflete.  

Construção do roteiro

Em parceria com os autores da graphic novel e Andrew Kevin Walker — roteirista de Seven – Os Sete Crimes Capitais —, o projeto foi criado com base nos 13 volumes da coleção The Killer e levou ao menos dois anos para sair do papel e ser ajustado algumas vezes pelo cineasta. Um dos destaques é exatamente a dose de humor ácido injetada na produção, algo não tão habitual nos longas anteriores do diretor. 

Se você vai submeter a audiência a um enorme número de violência, acho importante ter um tempo de descanso, por isso coloquei alguns momentos de risos”, conta Fincher e ainda revela: “A piada do turista alemão veio do escritório de produção em Paris, ouvimos e decidimos guardar.”. Desculpe-nos o spoiler, mas todo auditório gargalhou uníssono neste momento do longa; ou seja, funcionou. 

Canções e Efusão Sonora

Será que a cena final de Clube da Luta ia ser igualmente memorável sem a canção Where is my mind?, da banda Pixies? Ou o término de A Rede Social (2010), sem Baby, You’re A Rich Man, dos Beatles? Esses são apenas dois exemplos de como Fincher encaixa sempre música e imagem para contar uma história. Vale lembrar que o diretor começou a carreira realizando clipes musicais. 

Em O Assassino, a efusão do som é bastante utilizada com a intenção de deixar o espectador desnorteado. O matador vivido por Fassbender executa suas vítimas com fones de ouvidos e imerso nas melodias de The Smiths. Por quê? Para o diretor, a música era o material de motivação do personagem e todos os envolvidos na produção acharam engraçado. 

Afinal, matar ao som de There Is a Light That Never Goes Out, do The Smiths, soa realmente cômico. Vale ressaltar que a banda britânica dos anos 1980 não foi a primeira opção para o filme, antes eles tentaram Joy Division e Siouxsie and the Banshees, mas não obtiveram sucesso com o licenciamento. As trilhas sonoras “fincheanas” são realmente boas, escute uma das várias playlists no Spotify.

Aprender com os Erros 

Como a premissa de O Assassino é um erro no trabalho minucioso do matador de aluguel, David Fincher compartilhou um dos seus momentos de dúvida ao longo de sua gloriosa carreira. Ao contrário do personagem título que repete o mantra: “Stick to the plan” (Siga o plano), ele confessa não poder cometer erros com milhões de dolàres dos produtores em mãos, mas seria idiota não aproveitar uma ideia melhor do que a do plano inicial. 

Nesse mérito, ele expressa alguns arrependimentos em relação ao seu terceiro longa, Vidas em Jogo (1997), com Michael Douglas e Sean Penn. Como já dito em entrevistas anteriores, ele lamenta o desenrolar do terceiro ato do filme e sua resolução, mas ele sentencia de modo otimista: “digamos que também aprendemos com nossos erros”. 

Apologia à Violência

Com 12 longas-metragens aclamados pela crítica e público, David Fincher é sempre contestado sobre o seu critério em lidar com temas extremamente violentos. O filme Clube da Luta, por exemplo, ficou estigmatizado por incentivar jovens a começarem clubes de lutas e atentados com explosivos. Se o tema da violência instiga o cineasta, ele declara que não acredita no fetiche da violência e seu objetivo é fazer o público se sentir nauseado.

Se você vai incluir violência no seu filme é necessário fazer com que as pessoas sintam que é algo a ser evitado e mesmo no filme ela vai querer evitar [virar o rosto ou fechar os olhos] como na única cena de violência explícita no filme Garota Exemplar”, explica o diretor de 61 anos. 

Com um contrato vigente com a Netflix, os próximos projetos do cineasta estarão ainda na plataforma, mas não revela incômodo de não ter os seus dois últimos filmes distribuídos nas salas de cinema comerciais. No Brasil, o filme estreia no dia 26 de outubro em cinemas selecionados e, logo em seguida, chega à plataforma. 

Com simpatia e disposição, David Fincher distribuiu autógrafos e conversou com os presentes sobre os detalhes das gravações e efeitos visuais. Em uma noite com David Fincher, o nosso erro (e aprendizado) foi não ter registrado o momento ao lado de um dos grandes cineastas da nossa atualidade. 

Bumblebee

(Bumblebee)

 

Elenco:

Hailee Steinfeld

John Cena

Pamela Adlon

Direção: Travis Knight

Gênero: Ação

Duração: 114 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ 128 milhões

Estreia: 27 de Dezembro de 2018

Sinopse:

No ano de 1987, Bumblebee encontra refúgio em um ferro-velho de uma pequena cidade praiana da Califórnia. Charlie (Hailee Steinfeld), prestes a fazer 18 anos e buscando seu lugar no mundo, encontra Bumblebee machucado e sem condições de uso. Quando o revive, Charlie logo percebe que este não é qualquer fusca amarelo.

Crítica | Bumblebee – Melhor Transformers da franquia é uma deliciosa aventura nostálgica (Nota: 8.0)

Crítica em Vídeo: 

Entrevistas: 

Curiosidades: 

» Spin-off de ‘Transformers’ focado no robô Bumblebee;

» A estreia foi antecipada para o Natal de 2018!

Trailer:

Cartazes:

 

Fotos:

 

Crítica | Você Nunca Esteve Realmente Aqui – ‘Taxi Driver’ encontra a fúria de Joaquin Phoenix

Sem dúvida, uma das tarefas mais difíceis no processo de fazer um filme, é encontrar o elenco perfeito, ou nesse caso, o ator perfeito, que não apenas servirá como base da trama, mas também como propulsor que guiará a história para frente. Toda boa obra sabe utilizar seu elenco, com todas as suas qualidades e limitações, à seu favor. E este é um caso perfeito que funciona.

Joaquin Phoenix recebe a difícil tarefa (quer dizer… difícil para atores inexperientes), de segurar um thriller intenso nas costas. Intenso porém contido, essa seria a melhor forma de descrever ‘Você Nunca Esteve Realmente Aqui’ (You Were Never Really Here), longa-metragem distribuído pela Amazon Studios nos Estados Unidos e pela produtora Supo Mungam Films no Brasil, que apresenta Joe, um veterano de guerra atormentado pelos fantasmas do passado, que ganha a vida resgatando jovens desaparecidas, porém, quando uma missão fica fora de controle, os seus pesadelos o alcançam e começa então uma luta intensa em busca de vingança.

A direção é da brilhante Lynne Ramsay, diretora por trás de ‘Precisamos Falar Sobre Kevin’, uma importante mulher em ascensão no machista cinema hollywoodiano. Nessa obra, ela utiliza com maestria muitos planos detalhe e planos longos, ângulos de câmeras estilosos, jogo de câmera (particularmente nas cenas dos assassinatos), criando uma interessante atmosfera sombria para o roteiro escrito por ela mesma, baseado no livro de Jonathan Ames.

Com uma direção tão dedicada e um ator comprometido em passar sua angustia, todo o restante parece funcionar de forma equilibrada, desde a perfeita mise-en-scène até a belíssima direção de fotografia de Thomas Townend, que realça os tons escuros e esverdeados, passando uma completa sensação de tristeza e solidão. A trilha sonora eletrizante também acrescenta positivamente ao suspense que está sendo criado.

Apesar de todo brilhantismo técnico, o destaque mesmo fica para o protagonista e suas múltiplas camadas. Toda sua jornada, desde o começo do filme até seu fatídico final, sua ambiguidade e sua transformação interna são cativantes. Somos levados a comprar sua vilania, até descobrimos seu lado afetuoso com sua mãe, seu passado conturbado, suas fragilidades e pensamentos suicidas.

A partir daí que a trama avança e seu ritmo lento e dramático do primeiro ato, cansativo em suas minuciosidades, assume um intrigante suspense violento, digo de obras aclamadas como ‘John Wick’‘Oldboy’, ‘Taxi Driver’ e ‘Drive’, aliás, qualquer semelhança com essas três últimas pode não ser mera coincidência, afinal, existe uma visível inspiração na trama, como por exemplo o martelo que Joe utiliza em seus assassinatos e a fotografia voltada para o neon com trilha sonora frenética em cenas no carro. Uma perfeita homenagem ao gênero.

‘Você Nunca Esteve Realmente Aqui’ definitivamente vai permanecer com você após a sessão, te fazendo refletir sobre o rumo que a trama tomou ou mesmo emocionando ao lembrar daquela triste cena do lago. Talvez seja um filme sem muita esperança e cruciante, afinal, a proposta não era ser nada menos que brutal, e talvez por essas qualidades negativas que vai te fazer lembra-lo daqui a um tempo.

Joaquin Phoenix é espantoso e, se existia alguma dúvida de que ele não dará um Coringa marcante no projeto de Martin Scorsese, esse filme existe para te provar o contrário.

Lembra dele? | Antes do sucesso de ‘Barbie’, Mattel fracassou com ‘Max Steel’

A cada dia que passa, as projeções de bilheteria de Barbie só aumentam. O sucesso é tão grande que diversos cinemas no Brasil tiveram que abrir sessões extra para atenderem a demanda de público completamente fora do normal nesses últimos tempos. Com isso, a aventura da boneca mais famosa do mundo já soma números muito expressivos não apenas aqui, mas em todo o mundo. Parece simplesmente impossível ir a um shopping ou complexo de cinemas e não ver pelo menos metade das pessoas do recinto vestidas de rosa, o que se deve ao trabalho publicitário fantástico do longa e principalmente à qualidade inquestionável da produção, que é efetivamente um filmaço.

Nas redes sociais, porém, existe uma piada que parece revelar uma demanda reprimida dos fãs da Mattel. Desde que Barbie foi anunciado, surgiram diversos memes sobre a cena pós-créditos anunciar a chegada de um filme de outro brinquedo da marca, o parrudo Max Steel. Sucesso entre os meninos e principal pesadelo do Ken, o boneco foi lançado no final dos anos 90 sob forte inspiração da linha Big Jim, que a Mattel lançou nos EUA entre os anos 70 e 80. O mais curioso é que a nova linha não era exatamente popular nos Estados Unidos, mas se tornou um verdadeiro sucesso nos países da América Latina e na Europa. No Brasil, inclusive, a linha se tornou um hit com a parceria entre a marca de brinquedos e o canal SBT, após fecharem uma parceria para exibição dos filmes e desenhos animados do Max, que mostravam o rapaz como um agente especial da N-Tek, que viajava o mundo resolvendo missões contra vilões completamente excêntricos, como o Psycho e o monstrão Elementor.

O Max Steel fez bastante sucesso com seus filmes animados em 3D

Porém, após mais de uma década de sucesso de vendas, a Mattel decidiu fazer um reboot na linha de brinquedos e consequentemente nas animações. Assim, em 2013, o jovem bombado de supostamente 19 anos deu espaço às aventuras de Max, um adolescente magrinho de 16 anos com aquele cabelo ao estilo Justin Bieber em 2010, e Steel, um robozinho alienígena foragido na Terra após se voltar contra seu povo e impedir que seu líder, Makino, tomasse o planeta dos humanos.

Assim, ele se liga ao jovem Max após seu pai, Jim McGrath (lembram do Big Jim?) – o primeiro a se conectar com o Steel, desaparecer no espaço, e começa uma série de novas aventuras da dupla se entendendo e criando os mais diversos aparatos para lutar, rendendo uma série animada, alguns filmes animados e o tão sonhado live action.

Reboot do Max Steel não foi exatamente um sucesso

O problema é que o reboot conseguiu manter um número razoável de vendas, mas não o bastante para replicar o sucesso da franquia no início da década passada. Com isso, a saga de Max Steel foi entrando numa espiral de obscuridade tão grande que decidiram envelhecer um pouco mais o personagem e deixá-lo mais próximo do visual de antes. Só que até chegarem a essa conclusão, o filme de cinema já estava encomendado, com elenco escalado e contava até mesmo com o medalhão Andy García na história.

Lançado em 2016, Max Steel foi um verdadeiro fracasso de público e crítica. Adaptando uma história que não tinha cativado nem mesmo seu público alvo (a molecada que brincava com os bonecos), o longa chegou aos cinemas e arrecadou míseros 6,2 milhões de dólares ao redor do mundo. Sem contar o valor usado na divulgação, a aventura custou aproximadamente 10 milhões de dólares. Ou seja, prejuízo brabo para a Mattel. Além disso, a repercussão foi tão negativa que certamente contribuiu para a queda nas vendas da franquia. Afinal, criança nenhuma quer brincar com um ‘herói’ que virou sinônimo de piada. Para complicar ainda mais a reputação de Max, o filme segue até hoje com um humilhante 0% da crítica especializada no agregador de notas Rotten Tomatoes.

A pior parte acerca desse projeto que já nasceu fadado ao fracasso é que ele começou com uma parceria que poderia ter feito sucesso, mas foi afetada pelo malfadado reboot do personagem. Em 2009, numa época em que os filmes baseados em brinquedos estavam em alta em Hollywood, com produções como Transformers e G.I. Joe tomando as salas, a Mattel fechou uma parceria com a Paramount para desenvolver um filme de ação sobre o Max Steel, trazendo no papel principal o galã da época, Taylor Lautner, em alta com a franquia Crepúsculo.

Porém, poucos meses depois, Taylor deixou o projeto para fechar com a Universal o papel de protagonista em um projeto teoricamente parecido. Quando você pensar numa gestão de carreira complicada, lembre-se que Lautner saiu de Max Steel para ser o Stretch Armstrong (aquele boneco loiro de borracha que estica), em um filme que sequer saiu do papel, terminando com o próprio ator abandonando o barco em 2012.

Em 2013, sem ninguém topando assumir o desafio de viver o Max Steel, o projeto sofreu uma nova derrota: o contrato com a Paramount venceu e o estúdio decidiu não renovar com a Mattel pelos direitos de adaptação. Dessa forma, roteiro e ideias para o filme foram completamente descartados mais ou menos na mesma época que a empresa decidiu fazer o tal reboot do boneco. E mesmo assim, eles acreditavam que essa nova roupagem da franquia seria o bastante para aproximar o personagem do público fã dos super-heróis que dominavam as bilheterias.

Então, entre 2013 e 2014, a Mattel firmou uma parceria com a Dolphin Entertainment para bancar o filme, que seria estrelado por Ben Winchell e Andy García. Um claro retrocesso em comparação com o projeto ambicioso de anos antes. O maior mistério disso tudo é como conseguiram convencer o Andy García a entrar nessa barca furada. E com um visual bem similar ao do Homem de Ferro, Max Steel chegou aos cinemas apenas em 2016, adaptando a história da animação que já não fazia sucesso entre a molecada.

Na trama, Jim McGrath é um cientista que morre misteriosamente, deixando sua esposa grávida sozinha. A partir daí, ela tem o bebê, o chama de Max e eles começam a mudar de cidade em cidade, sem que o menino entendesse o motivo. Com 16 anos, Max e a mãe chegam a uma nova região em que Jim era muito conhecido. Na mesma época, ele começa a manifestar poderes que partem de uma energia azul estranha que sai de seu interior.  E para ajudar a entender e a controlar esses poderes especiais, o robozinho Steel aparece com seus comentários sarcásticos para se unir a ele e juntos canalizarem essa energia tão poderosa. O problema é que há vilões nessa mundo, então a dupla decide atuar como um grande super-herói: o poderoso Max Steel.

A história é terrível, as atuações são tenebrosas e os efeitos visuais são dignos de uma produção de US$ 10 milhões. Resultado: fracasso total e prejuízo. O impacto negativo foi tão grande que nunca mais se cogitou publicamente sequer uma nova adaptação do Max Steel para as telonas… Até agora. Dias antes do lançamento de Barbie, foi confirmado o interesse da Mattel em desenvolver um universo de filmes inspirados em suas principais franquias de brinquedos. Dentre elas, Max Steel. Não há notícias de um projeto em desenvolvimento, nem de qualquer nome ligado a ele, apenas que há um interesse.

E com o sucesso que Barbie está fazendo nos cinemas do mundo, provavelmente alguns desses projetos ganharão sinal verde nos próximos meses. E se o filme da boneca loirinha deixou lições é que serão necessários três elementos para o pleno funcionamento dessa ideia da Mattel. O primeiro, obviamente, é uma parceria com um estúdio que tenha porte e relevância para vender franquias deste tamanho; O segundo é o investimento. Não adianta economizar e tentar conseguir bilheterias bilionárias. Ainda mais com Max Steel, cuja graça está nos aparatos criativos e criaturas misturadas com máquinas, tipo aqueles tigres robóticos; O terceiro e mais importante é uma lição que fica para todas as produções de Hollywood: liberdade criativa. Sem essas duas palavrinhas, certamente a diretora e roteirista Greta Gerwig não teria feito um trabalho tão brilhante e divertido quanto o que vimos nas telonas.

Você assistiu o filme do Max Steel? Diga nos comentários!

Barbie está em cartaz nos cinemas.

 

Crítica | Sombras de um Crime – Liam Neeson é detetive em Suspense Noir à la Hitchcock

O calendário cinematográfico de 2023 finalmente começou porque o primeiro filme de Liam Neeson do ano chega a partir dessa semana aos cinemas brasileiros. Podemos falar isso com propriedade porque Liam Neeson é um dos caras mais ativos da indústria, lançando filme atrás de filme incansavelmente. Bom, talvez não tão incansavelmente, pois o ator, pela primeira vez em tanto tempo, está levemente trocando de gênero e de personagem, ainda que mantenha a essência do homem bruto. Estamos falando do suspenseSombras de um Crime’, seu mais novo trabalho.

Marlowe (Liam Neeson) é um detetive particular nas ruas da Los Angeles da final dos década de 1930. Após ter perdido o seu distintivo como detetive policial, Marlowe vive de pequenos casos que lhe renda em algum dinheiro sem lhe custar seus valores. Quando uma misteriosa e atraente mulher, Clare Cavendish (Diane Kruger), o procura em seu escritório com muito dinheiro e um único pedido – encontrar seu amante desaparecido – Marlowe fica extremamente tentado a solucionar o caso, que aparentemente parece ser uma coisa simples. Entretanto, durante a década de ouro do cinema hollywoodiano, nada é exatamente o que parece, e a investigação sobre o desaparecimento de Nico Peterson (François Arnaud) pode ser conduzida por caminhos não planejados, colocando a vida de Marlowe em perigo.

Para quem acompanha a carreira do ator, é legal ver Liam Neeson estrelando um filme que sai do foco dos filmes de ação e envereda por outro gênero – no caso, o suspense policial desenvolvido através do subgênero noir. Considerando seus últimos filmes, em que ele fez o papel de um assassino de aluguel já com problemas de memória ou de saúde devido à sua idade e demonstrando visível cansaço em gravar as cenas de pancadaria, enquanto investigador Marlowe Liam Neeson sem encaixa perfeitamente no papel, pois consegue demonstrar a mesma dureza dos outros personagens com os quais costumava trabalhar e, ao mesmo tempo, imprimir aquela desenvoltura típica de personagens tão bem criados na literatura, como o Poirot de Agatha Christie, ou a nebulosidade dos personagens de Alfred Hitchcock.

Um dos melhores aspectos de ‘Sombras de um Crime’ é a produção artística, tanto do cenário quanto da caracterização e o figurino, que, somados ao tom sépia escolhido pelo diretor Neil Jordan, consegue ambientar bem tanto a época quanto a localidade e a temática do filme ao espectador. Baseado no livro “The Black-Eyed Girl”, de Benjamin Black (título que aparece como um filme fictício em um pôster nas últimas cenas), esta não é a primeira vez que o personagem Marlowe é adaptado para os cinemas, mas Liam Neeson incorporou bem a essência do protagonista, imprimindo suas próprias características pessoais, tornando-o nem vulgar nem canastrão demais. E, como pano de fundo, o espectador ainda pode ter um gostinho dos bastidores da Hollywood de início do século 20, pois é neste panorama em que o crime a ser investigado ocorre.

Sombras de um Crime’ é um filme envolvente, ainda que a motivação de seus personagens seja um pouco fraca. Mas quem gosta de filmes noir poderá ser contemplado com uma boa imersão neste ‘Sombras de um Crime’, cuja produção realmente consegue imergir o espectador no clima do filme.

‘Ataque ao Prédio 2’: John Boyega quer uma sequência para o filme de ação

Graças a ‘Star Wars’ e a ‘Círculo de Fogo’John Boyega tornou-se uma grande estrela. Mas seu primeiro grande papel veio no gênero de ação em 2011, com ‘Ataque ao Prédio’ e, agora, o ator confirmou que participaria de uma sequência.

https://www.instagram.com/p/BtgDdegFadB/

Boyega compartilhou uma imagem em seu Instagram, a priori parecendo fora do contexto e inspirando um fã a perguntar, “Sequência?”. Ele então respondeu à questão, dizendo que “se os produtores quiserem, então eu vou voltar para Peckham o mais rápido possível”.

Para aqueles que não se lembram, Peckham é o bairro londrino onde o filme foi gravado.

Estrelado por Boyega, Jodie Whittaker, Alex Ismael, Franz Drameh, Luke Treadaway e outros, a história gira em torno de uma invasão alienígena que eclode em um pequeno bairro, forçando as crianças a se juntarem a vizinhos nada convencionais para acabar com a ameaça.

O próximo projeto do ator é para a franquia ‘Star Wars’.  Ainda que detalhes sobre o plot estejam mantidos às escondidas, ‘Episódio IX’ será o último capítulo da saga Skywalker, trazendo inclusive veteranos da franquia, como Mark HamillCarrie Fisher (em imagens de arquivo), às telonas novamente.

O elenco é formado por Daisy Ridley, Boyega, Adam Driver, Keri Russell, Naomi Ackie, Kelly Marie Tran, Lupita Nyong’o e outros, com direção a encargo de J.J. Abrams (‘Star Wars: O Despertar da Força’).

‘Star  Wars: Episódio IX’ chega aos cinemas no dia 19 de dezembro.

Disney e Marvel terão 25% dos lucros de bilheteria de ‘Homem-Aranha 3’

Walt Disney conseguiu com sucesso aumentar a porcentagem da bilheteria que receberá da franquia em live-action ‘Homem-Aranha’, com um novo acordo abrindo portar para que o produtor-executivo Kevin Feige empreste suas habilidades mais uma vez para a saga.

A arrecadação da Disney e da Marvel, dessa forma, aumenta de 5% para 25% (representando um aumento de 500% na partilha entre as duas companhias e a Sony Pictures). Além disso, Tom Holland poderá participar de mais um filme do Universo Cinemático Marvel (MCU).

A confirmação de um novo acordo firmado entre a Marvel Studios e a Sony Pictures veio acompanhada de grandes novidades.

Jon Watts está oficialmente em negociações para voltar à direção de ‘Homem-Aranha 3’.

Watts não é um estranho para a franquia, visto que ficou responsável pelos dois primeiros filmes da saga, ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’, em 2017, e ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’, em 2019. Ambos os longas tornaram-se sucessos tanto de crítica quanto de bilheteria.

Além disso, o terceiro filme também ganhou data de estreia, chegando aos cinemas no dia 16 de julho de 2021.

Tom Holland irá voltar como o protagonista. É bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo ZendayaMarisa Tomei e Jacob Batalon.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

‘The Batman’: Compositor diz que versão de Matt Reeves é diferente de tudo que já vimos

Em uma recente entrevista ao Collider, o compositor Michael Giacchino revelou que o aguardado projeto ‘The Batman’ será um deleite para os fãs do personagem e trará uma versão diferente do que já vimos para as telonas.

Quando questionado sobre a abordagem do diretor Matt Reeves para a nova história, Giacchino revelou que ela é “original” de uma forma bastante interessante”.

“Acho que o que ele está fazendo é bem legal e é diferente e original. De uma forma que me deixa animado quando vejo uma graphic novel ou novos quadrinhos sendo lançados com perspectivas diferentes. Parece com isso”.

Lembrando que ‘The Batman‘ tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021. 

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos MaxCharlie Carver.

Dirigido por Matt Reeves, a trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

Robert Downey Jr. e Matthew Rhys comentam sobre a reinvenção de ‘Perry Mason’ em novo vídeo

HBO divulgou um novo vídeo de bastidores da aclamada série ‘Perry Mason’, em que o produtor Robert Downey Jr. e o astro Matthew Rhys discutem como reinventaram o icônico personagem titular para a produção.

Confira:

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada. A confirmação foi feita por Downey Jr. em seu Twitter oficial.

Confira:

Criada por Ron FitzgeraldRolin Jones, a série é um reboot do seriado homônimo lançado nos anos 60.

Ambientada em 1932, em Los Angeles, a trama segue um advogado de defesa que consegue o caso de sua vida.

O elenco conta com Matthew Rhys, Jedediah Jenk, Nick La Croix, Tatiana Maslany e Drew Walton.

Perry Mason‘ foi exibida entre os anos de 1957 e 1966, e foi consagrada como uma das primeiras séries a explorar o universo jurídico na TV. Produzida pela emissora CBS, ela chegou ao Brasil, por meio da Rede Record, nos anos 60. Com nove temporadas, a produção contou com 271 episódios de uma hora de duração cada.

As 50 Melhores Músicas de 2020

Continuando nosso especial de fim de ano, o CinePOP separou uma lista com as 50 melhores músicas de 2020 – um trabalho nem um pouco fácil, diga-se de passagem.

Desde o resgate da explosão pop-rock dos anos 1980 e 1990 até o melhor da MPB contemporânea, artistas como Lady GagaDua LipaKylie Minogue apostaram no escapismo dançante, nos deixando ansiosos para retornar aos clubes para mexer o esqueleto. Bob DylanTaylor Swift, por sua vez, mergulharam na sinestesia reflexiva e poética com odes quase literárias, incrementando um ano marcado pela melancolia e pelo isolamento.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

50. “SMILE”, Katy Perry

Três anos e vários singles soltos depois de sua última incursão com ‘Witness’, Katy Perry voltou com seu álbum ‘Smile’ – e a música-título é a melhor entrada da produção. Com inflexões para o nu-disco que nos lembram de Diana RossDonna Summer do melhor jeito possível – isso sem mencionar o adorável videoclipe oficial.

49. “THEREFORE I AM”, Billie Eilish

Billie Eilish ganhou o mundo ao lançar o aclamado álbum ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’ e, pouco tempo depois, voltou com um single bastante interessante que resgatou o pop noir que a colocou no topo do mundo. “Therefore I Am” é uma competente e incisiva canção que traz ácidas críticas sobre alguém que pensa ser muito mais do que consegue.

48. “MY HAIR”, Ariana Grande

2020 não seria 2020 se Ariana Grande não tivesse lançado mais um álbum de estúdio. Seguindo os passos dos ovacionados ‘Sweetener’‘Thank U, Next’‘Positions’ voltou para o R&B clássico da cantora – e trouxe algumas pérolas da música. “my hair” é uma dessas joias que provavelmente não vão ganhar o reconhecimento que merecem, mas que é digna de entrar para nossa lista por sua construção sensual e nostálgica.

47. “BACK TO ME”, Lindsay Lohan

Se teve alguém que nos surpreendeu neste ano, essa pessoa foi Lindsay Lohan. Anunciando sem muito alvoroço seu aguardado retorno para a música, “Back To Me” é um synth-pop noventista com reflexos dos anos 2000 que traz a cantora e compositora no auge de uma maturidade que sabe que fez coisas erradas – mas que cresceu e não se arrepende disso.

46. “PINK DIAMOND”, Charli XCX

Pouco depois de seu álbum homônimo, Charli XCX lançou de surpresa o álbum ‘how i’m feeling now’ e, conhecendo o estilo da cantora, ela iria se respaldar com força no PC music que vem explorando com mais e mais afeição desde o início da década passada. Com “pink diamond”, Charli deixa claro que não tem medo de experimentar e unir gêneros conflitanes em um mesmo espectro.

45. “DEATH BY ROCK AND ROLL”, The Pretty Reckless

Já fazia um tempo desde que The Pretty Reckless lançava músicas originais, mas nos presenteou no começo de 2020 com a divulgação de “Death By Rock and Roll”. O lead single do vindouro álbum homônimo (com estreia agendada para 2021) é uma ode ao hard rock e mistura sensualidade e acidez – além de ser guiado pelos potentes vocais de Taylor Momsen.

44. “ABOUT LOVE”, MARINA

MARINA emprestou sua conhecida e melódica voz para a sequência do filme ‘Para Todos os Garotos que Já Amei’ – e o resultado foi o melhor do suis generis das semi-baladas pop. Misturando piano com sintetizadores, a canção é uma análise bastante humana do que significa se apaixonar e do que é o amor.

43. “BRAIN & HEART”, Melanie Martinez

Pouco depois de ‘K-12’, Melanie Martinez voltou com o breve EP ‘After School’, que se tornou sua produção mais coesa desde sua recente estreia na indústria fonográfica. Mantendo-se em uma estrutura digna do final dos anos 2010, com as batidas quebradas e uma atmosfera quase onírica, “Brain & Heart” é uma das faixas que resume exatamente o que e quem Melanie representa para a música contemporânea.

42. “JOAN OF ARC ON THE DANCE FLOOR”, Aly & AJ

“Joan of Arc on the Dance Floor” provavelmente passou longe do radar mainstream de 2020, mas a incursão realizada entre a dupla Aly & AJ é uma das semibaladas mais poderosas do ano. A iteração, movida por sintetizadores e por ecos vocais arrepiantes, amalgama presente e passado ao celebrar uma das figuras mais icônicas da história, Joana D’Arc

41. “MISS U MORE THAN U KNOW”, Sofia Carson, R3H4B

2020 teve bastante apreço pela indústria oitentista do disco e do pop, mas não foi o caso de Sofia Carson. Apesar de não ter lançado qualquer álbum, a talentosa dançarina, cantora e compositora se juntou com o DJ R3H4B para a romântica e narcótica “Miss U More Than U Know”, sobre uma jovem garota que, tentando esquecer de um relacionamento conturbado, percebe que não consegue deixar seu antigo amor de lado.

40. “I DARE YOU”, Kelly Clarkson

Kelly Clarkson celebrou o amor em todas as suas formas com a evocativa e apaixonante “I Dare You”, um soft-pop-rock que desmistifica os tabus por trás dos relacionamentos românticos e deixa bem claro que se apaixonar não é um crime – não importa o quanto as pessoas digam isso.

39. “APOCALIPSIS”, Isabela Merced

Isabela Merced ganhou o mundo ao interpretar Dora, a Aventureira, em um dos filmes mais divertidos do ano. Em 2020, ela conquistou a música com o lançamento de seu primeiro EP – e, com ele, da sensualidade latina e adornada com pungentes trompetes de “apocalipsis”, uma de suas iterações mais maduras até o momento.

38.“SHOW THEM THE WAY”, Stevie Nicks

Stevie Nicks é um dos nomes mais conhecidos da indústria fonográfica e um dos ícones do indie-folk e do indie-rock. Em 2020, ela apostou em uma crítica rendição sobre governos e sobre a índole do ser humano com a balada “Show Them The Way”, sendo guiada pelas teclas melódicas do piano de cauda.

37. “MISTAKES”, Jonas Blue, Paloma Faith

2020 foi um ano de grande prosperidade para o pop – que havia, já há algum tempo, rendido-se ao trap e ao rap. E, no centro de tudo isso, temos o retorno triunfante de Paloma Faith, que desceu de seu pedestal como atriz para mergulhar no electro-pop com a minimalista “Mistakes”, composta ao lado do produtor Jonas Blue, que deixa o escopo sonoro em segundo plano e permite que a cantora renda-se a uma narcótica performance.

36. “STILL HAVE ME”, Demi Lovato

Depois de um tempo longe dos holofotes, Demi Lovato fez seu retorno aos palcos com “Anyone”, no Grammy Awards. Mas nada poderia nos preparar para o emocionante poder vocal de “Still Have Me”, uma das músicas promocionais que entregou aos fãs neste ano, construindo uma narrativa pessoal e cruciante.

35. “DOUBLE TROUBLE”, Will Ferrell, My Marianne, Tiësto

‘Festival Eurovision da Canção’ estreou há alguns meses na Netflix e, ainda que não tenha encantado muitos fãs ao redor do mundo, de fato nos entregou algumas das melhores canções do ano. A mais emblemática delas é “Double Trouble”, performada por Will FerrellMy Marianne e porduzida pelo lendário Dj Tiësto em uma carta de amor ao Europop dos anos 1990.

34. “BLAME IT ON ME”, Melanie C

Brincando com as inflexões do electro-pop em um enredo que fala sobre um relacionamento tóxico que ao menos lhe fez crescer como pessoa, Melanie C não poderia deixar de aparecer na nossa lista. A ex-Spice Girl lançou seu vindouro oitavo álbum de estúdio neste ano e um de seus pontos altos é o vibrante lead single.

33. “RING”, Selena Gomez

Selena Gomez é outro nome que vem ganhando mais força com o passar dos anos. Seis anos depois de lançar Revival, a artista voltou imbatível com o que podemos apenas encarar como a melhor entrada de sua discografia – o íntimo, sexy e poderoso Rare, que conta com uma das melhores faixas de sua carreira. “Ring” é um flerte com suas raízes latinas que move-se através de uma sensual e envolvente batida (e apostas em vocais que oscilam entre o contralto e o soubrette).

32. “I LOVE YOU’S”, Hailee Steinfeld

Desde o lançamento de “I Love Myself”, Hailee Steinfeld vem trilhando um delicioso caminho de amadurecimento que também passou por “Back to Life”“Afterlife” e, finalmente na incrível rendição de “I Love You’s”, que faz homenagem do melhor jeito possível à canção de Annie Lennox – sem deixar de imprimir sua identidade upbeat e seus profundos e poéticos versos.

31. “PEDIALYTE”, JoJo

JoJo pode ter demorado, mas finalmente chegou para a festa. Conhecida por “Too Little Too Late”, a cantora se afastou do mundo da música por mais de uma década antes de retornar com ‘Good to Know’ e com a profunda canção “Pedialyte”, cujas dissonâncias propositais são fruto de sua inspiração pelo dream-pop e pelo finalzinho do new-wave dos Estados Unidos.

30. “THE BAKERY”, Melanie Martinez

Melanie Martinez é, sem sombra de dúvida, uma das figuras mais peculiares do cenário mainstream – e, por essa razão, não é compreendida por todos. “The Bakery”, dessa forma, é a canção que resume a carreira dessa cantora, compositora e diretora única, usando um respaldo trip-hop para falar de sua experiência em uma padaria para juntar dinheiro e investir em sua arte.

29. “TERCEIRA”, Lívia Nolla

Em “Terceira”Lívia Nolla volta ao período transitório entre os anos 1990 e 2000 e absorve a estética única de Fiona Apple para uma tríptica narrativa; os solos da guitarra são inspirados pela rebeldia nostálgica de Cássia EllerRita Lee – mas o que mais nos rouba a atenção é a montanha-russa e as inversões ousadas a que a cantora e compositora se propõe a nos entregar.

28. “ABLAZE”, Alanis Morissette

“Ablaze” é uma das canções mais emocionantes do ano e, infelizmente, não ganhou a atenção que merecia. Performada pela voz inconfundível de Alanis Morissette, a balada soft-rock brinca com os conceitos de empatia, memória e maternidade, mostrando que essa lenda da música ainda tem muito a nos contar.

27. “YOU SHOULD BE SAD”, Halsey

Em ManicHalsey abusa da essência do country-pop, mostrando que não pensa duas vezes antes de honrar suas principais influências: a ambientação explorada na emergência de Alanis Morissette é retraída para um dark-country-rock em “You Should Be Sad”, cujas declarações de superação são acompanhadas de uma frenética guitarra e uma ecoante superposição de vozes – o que explica o fato da canção ser o ápice do álbum e uma das melhores de sua carreira.

26. “LEVITATING”, Dua Lipa feat. DaBaby

“Levitating”, escondida no miolo do aclamado ‘Future Nostalgia’ (um dos melhores álbuns do ano), alastra referências para Earth, Wind & Fire e para Bee Gees quando opta pelas múltiplas camadas vocais, ao passo que inclina-se para os primórdios do R&B quando cria bridges inesperadas e quando deixa a guitarra tomar conta dessa mixórdia instrumental.

25. “PARTY TILL I DIE”, Kim Petras

Kim Petras se torno a rainha do Halloween ao lançar não um, mas dois álbuns justapostos que compõe a jornada ‘TURN OFF THE LIGHT’. Em 2020, ela deu continuidade às suas incursões no pop industrial e no synth vanguardista com “Party Till I Die”. A infusão eletrônica, desconexa e distorcida é um ótimo jeito de começar o terceiro capítulo dessa narrativa sobrenatural – e mal podemos esperar para ver o que Petras fará a seguir.

24. “BOSS BITCH”, Doja Cat

Aves de Rapina: O Álbum já abre do melhor jeito possível com a incrível proeminência de Doja Cat e a impecável arquitetura de “Boss Bitch”. Apesar de bastante familiar (ainda mais quando pensamos na transição dos anos 2000 para os 2010), a canção transborda com um delicioso rap guiado por sintetizadores do electro e do dance-pop, entregando uma rendição frenética e inebriante ao extremo – sabendo o momento certo de recuar para um instrumental mais densa e de utilizar os familiares moduladores de voz.

23. “LET ME LOVE YOU LIKE A WOMAN”, Lana Del Rey

Lana Del Rey entregou um dos melhores álbuns do ano passado com ‘Norman Fucking Rockwell’ e, agora, está de volta com o que prometera ser o capítulo de abertura de sua próxima obra fonográfica. “Let Me Love You Like a Woman” é uma continuação digna de suas jornadas reflexivas e sensorialistas, seja pela urgência de seus versos amadurecidos, seja pela produção comandada por Jack Antonoff.

22. “UNGODLY HOUR”, Chloe x Halle

Chloe x Halle pararam o mundo com o lançamento de ‘Ungodly Hour’, uma das produções mais bem construídas e amarradas dos últimos anos. Aqui, a faixa-título emerge como uma apaixonante declamação romântica que tangencia uma deliciosa e pecaminosa blasfêmia muito bem estruturada e que não perde a chance de ser uma das entregas mais mercadológicas do álbum.

21. “BLINDING LIGHTS”, The Weeknd

The Weeknd foi esnobado nas principais premiações da indústria musical, mas suas incursões não passariam batido por nossa lista. Com “Blinding Lights”, o cantor rearranja a presença impactante dos sintetizadores e presta homenagem a bandas como a-ha em uma dinâmica e futurista faixa.

20. “WHERE DOES THE DJ GO?”, Kylie Minogue

A faixa mais surpreendente de ‘Disco’, novo álbum de Kylie Minogue, se restringe ao saudosismo tocante de “Where Does the DJ Go?”, comandada pelo poder incomparável de uma rendição quase teatral e um crescendo soberbo que precedem um dos refrões mais sólidos do ano, estendendo suas ramificações inclusive para o gospel-pop.

19. “CORRE O MUNDA”, Adriana Calcanhotto

“Corre o Munda” é o desfecho perfeito e necessário para uma obra do calibre de ‘Só’, mais recente lançamento de Adriana Calcanhotto. Perscrutada com um solilóquio romântico e que faz alusões a Fernando Pessoa sobre Coimbra, cidade portuguesa para a qual retornaria antes da pandemia, a cantora discorre sobre o caudaloso rio Mondego e sua vivência naquele país europeu.

18. “MARJORIE”, Taylor Swift

É difícil não se emocionar com a potência taciturna de “marjorie”. Um dos muitos ápices artísticos de Swift em Evermore, a faixa trata com carinho e com uma saudade imbatível Marjorie Finlay, falecida avó da performer que a encorajou a mergulhar no mundo da música. A própria cantora e compositora disse que Finlay a visita, ainda que em sonhos, para lhe dar inspiração e para segurar sua mão em momentos difíceis.

17. “NO BODY, NO CRIME”, Taylor Swift

Taylor Swift e country são uma combinação perfeita e, no momento em que ela resolve retornar para suas raízes, acerta em cheio. Em “no body, no crime”, a performer se une ao aclamado trio musical HAIM para uma narrativa movida pela guitarra e por uma atmosfera chocante que fala essencialmente sofre infidelidade.

16. “MIDNIGHT SKY”, Miley Cyrus

Até mesmo Miley Cyrus se rendeu ao passado ao lançar o lead single de ‘Plastic Hearts’“Midnight Sky” é uma explosiva fusão entre discosynth-poppop rockelectropop, que arranca de Cyrus seus melhores vocais e transforma a canção em um hino de liberdade própria para as pistas de dança.

15. “XS”, Rina Sawayama

Em “XS”, Rina Sawayama transforma seu próprio estilo em uma experiência única que transgrede basicamente tudo que se conhece: a cantora e compositora imprime acordes do rock em colaboração à melodia das tubulares baterias e do violão, além de fundi-la a mudanças bruscas de tempo e de progressão que são um deleite para os ouvidos.

14. “RAIN ON ME”, Lady Gaga & Ariana Grande

“Rain On Me” apenas confirmou o que todos sabíamos: Lady Gaga estava pronta para voltar ao pop. Unindo forças com Ariana Grande, o soberbo house-pop dominou as paradas do mundo inteiro e conquistou inúmeros prêmios desde seu lançamento. Exuberante, provocativo e envolvente, a canção era exatamente do que precisávamos para afogar nossas mágoas e nos esquecer do show de horrores que 2020 foi.

13. “FALSE PROPHET”, Bob Dylan

“False Prophet” é uma das melhores músicas de Bob Dylan em quase vinte anos. A faixa de ‘Rough and Rowdy Ways’ cria um flerte malicioso e blasfemo com a mitologia católica e uma aproximação com a tragédia greco-romana – tudo isso transformado em um belíssimo e impactante country-folk que é dono de seu próprio borbulhante mundo.

12. “BLACK PARADE”, Beyoncé

BLACK PARADE definitivamente merecia mais atenção e reconhecimento do que tem – mas a falta de atenção para a faixa apenas prova que Beyoncé permanece na ativa como uma das artistas mais versáteis e sagazes da última geração segue vivo em um legado que nunca será apagado.

11. “MARCH MARCH”, The Chicks

“March March” reflete exatamente o tipo de carreira que as The Chicks tiveram desde sua estreia bombástica no mundo da música. Criticadas por expressarem seu descontentamento com o governo dos Estados Unidos, o grupo ficou longe dos holofotes por tempo demais – mas voltaram com força com um dissonante hino de empoderamento.

10. “PHYSICAL”, Dua Lipa

O implacável sucesso crítico e comercial de ‘Future Nostalgia’, 2º álbum de Dua Lipa, não poderia existir sem levarmos em conta a iteração intitulada “Physical”, que exala uma mistura bastante equilibrada e enérgica das explorações de Olivia Newton-John décadas atrás e da idealização da performer em homenagear todos os nomes que a influenciaram como musicista.

9. “BEND THE KNEE”, Bruno Martini, IZA, Timbaland

Enquanto “Bend the Knee” passou longe de ganhar um marketing digno do que representa para o cenário musical brasileiro, a canção merece estar no nosso Top 10. O conhecido Timbaland se reuniu com dois nomes nacionais, Bruno Martini e a sempre incrível IZA, para uma incursão electro-disco regada a sintetizadores e um refrão viciante.

8. “I CAN’T BREATHE”, H.E.R.

Em meio aos protestos contra os brutais assassinatos de civis negros nos Estados Unidos, incluindo o sufocamento que matou George Floyd, a cantora estadunidense H.E.R. criou um hino R&B e trip-hop para denunciar a falta de empatia e a corrupção dos oficiais de justiça com a potente “I Can’t Breathe”.

7. “LUV U SO”, One Bit

One Bit é uma dupla que pode não ser conhecida mundialmente, mas que causou um alvoroço significativo em 2020 com uma das produções mais subestimadas do ano. “Luv U So” é uma breve faixa que transforma o gênero house numa investida quintessencial, marcada pela explosão bem demarcada do piano e dos sintetizadores.

6. “WHAT’S YOUR PLEASURE”, Jessie Ware

Jessie Ware exalou toda sua glória com o requinte sensorial de ‘What’s Your Pleasure?’ – e a faixa titular do álbum é tudo o que esperaríamos de uma obra desse calibre. Nutrindo-se de um disco mais amadurecido e mergulhando de cabeça nas recriações uptempo do EDM (sendo inspirada inclusive por Lady Gaga), a sutileza vocal e a onírica atmosfera são o bastante para nos tirar do chão.

5. “WAP”, Cardi B feat. Megan Thee Stallion

Cardi BMegan Thee Stallion trouxeram toda a química e a sensualidade possíveis para a amálgama perfeita entre o dirty rap e o hip hop de “WAP”, uma das maiores colaborações do ano. Através de versos pungentes e bastante explícitos, a canção ganha os nossos corações (e as nossas playlists) principalmente por suas mensagens em acordo com o movimento sexo-positivo e a exaltação do corpo feminino.

4. “BABYLON”, Lady Gaga

“Babylon” é a faixa que encerra uma das jornadas mais incríveis do ano – ‘Chromatica’. A conclusão irretocável nutre de similaridades progressivas com as icônicas produções dos anos 1990, apesar de pincelá-las com um dêitico coro gospel que não poderia ter vindo em melhor hora.

3. “EXILE”, Taylor Swift

“Exile” é uma das melhores músicas do século e uniu Swift à conhecida e grave voz de Bon Iver em uma tocante história de dois amantes separados por circunstâncias inexplicáveis. Emergindo como a melhor colaboração da artista de “Safe & Sound”, a canção é uma balada indie folk com elementos do gospel e com uma química apaixonante entre os dois vocalistas.

2. “SHAMEIKA”, Fiona Apple

A inexplicavelmente divertida “Shameika” é o carro-chefe de ‘Fetch the Bolt Cutters’, mais novo álbum da aclamada Fiona Apple. Aqui, a performa volta suas influências para o art pop e o baroque pop que a colocou nos holofotes ainda em 1996 com Tidal, escrevendo um solilóquio de independênia marcado pelo cotidiano e pelo banal.

1. “CHROMATICA II + 911”, Lady Gaga

A maior conquista de ‘Chromatica’, de Lady Gaga, e já ter nascido carregando um legado gigantesco. Trazendo o house de volta à vida e já influenciando diversos outros artistas a fazer o mesmo – incluindo One Bit -, o novo álbum veio acompanhado de diversos hinos dignos de nota. Um deles é a fusão criada pela cinemática “Chromatica II” e pelo electro-synth de “911”.

É quase pecaminoso separar as duas faixas, e por isso elas empatam no primeiro lugar da nossa lista. Quando as tracks unem-se em um viagem no tempo e futurista, estamos prontos para algo original e arrefecedor; está última canção, por exemplo, é uma ode mimética à aclamada dupla Daft Punk, cujas linhas europeias são trazidas para o mainstream norte-americano com um peso eletrônico que converge e diverge ao longo de quase três minutos.

‘Legends of Tomorrow’: Heróis viajam para 2045 na promo oficial do episódio 06×03; Confira!

A CW divulgou a promo oficial de “The Ex-Factor”, terceiro episódio da 6ª temporada de ‘Legends of Tomorrow’.

Na trama, “as Lendas finalmente chegam em 2045, tentando derrotar um guerreiro alienígena que deixa Zari sem escolha além de participar de uma competição de canto. Ava finalmente chega ao limite com o comportamento de Rory e com o encorajamento de Spooner. Sara se vê lutando após ser atacada, mas um rosto familiar a ajuda a procurar por refúgio. Enquanto isso, Zari e Constantine têm uma conversa necessária”.

O capítulo vai ao ar no dia 16 de maio.

Confira, junto às imagens:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

‘Missa da Meia-Noite’: Novo vídeo de bastidores revela como a estética do Anjo foi criada; Confira!

A elogiada minissérie de terror ‘Missa da Meia-Noite’ chegou recentemente à Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo de bastidores em que a equipe criativa revela o processo de criação da estética do Anjo.

Confira:

A história gira em torno de “uma isolada comunidade insular que presencia eventos miraculosos – e presságios aterrorizantes – depois da chegada de um carismático e misterioso padre”.

Kate SiegelHenry ThomasAnnabeth GishHamish Linklater e outros fazem parte do elenco.

Flanagan recentemente dirigiu a sequência de ‘O Iluminado’‘Doutor Sono’, e a nova temporada de sua antologia de terror, intitulada ‘A Maldição da Mansão Bly’ – que se tornou um sucesso de público e de crítica.

‘Superman & Lois’: Algo suspeito vem aí na promo oficial do episódio 02×06; Confira!

A CW divulgou a promo oficial de “Tried and True”, 6º episódio da 2ª temporada de ‘Superman & Lois‘, estrelada por Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’).

Na trama, “Lois conta a Clark que ela e Chrissy planejam a fazer uma investigação mais profunda na Sociedade Inversa e Lana e Sarah tentam confortar uma a outra depois do ocorrido com a quinceañera de Sarah. Enquanto isso, Jordan percebe algo suspeito sobre a bolsa de livros de Jonathan. Por fim, o Tenente Mitch Anderson se vê na linha de fogo pela deterioração da relação do departamento de defesa com Superman”.

O capítulo vai ao ar no dia 01 de março.

Confira:

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh.

‘Dota: Dragon’s Blood’: A batalha vai começar no trailer OFICIAL da 3ª temporada; Confira!

Netflix divulgou recentemente o trailer oficial da 3ª temporada de ‘Dota: Dragon’s Blood‘.

Os novos episódios têm estreia agendada para o dia 11 de agosto.

Confira:

Ashley Edward Miller (‘X-Men: Primeira Classe’) é a showrunner da série. Ryu Ki Hyun (‘Avatar: A Lenda de Korra’) está na produção executiva.

Lembrando que as duas primeiras temporadas da série estão disponíveis na Netflix.

A produção é baseada no universo dos jogos DOTA 2.

A trama segue Davion, um renomado Cavaleiro do Dragão dedicado a livrar o mundo das forças do mal. Após um encontro com um poderoso e antigo dragão e com a nobre Princesa Mirana, que segue em sua própria missão secreta, Davion acaba se envolvendo em eventos muito maiores do que jamais poderia imaginar.

‘Accused’: Assassinatos e casos misteriosos no novo trailer da série criminal da FOX

A FOX divulgou o novo trailer do drama criminal ‘Accused‘.

Baseada na homônima série britânica vencedora do BAFTA, a produção estreará oficialmente no dia 22 de janeiro.

A trama de cada episódio começará na corte com um réu sendo acusado de um crime. Depois a história volta no passado para revelar como essas pessoas acabaram nas situações extraordinárias em que se encontram.

Confira:

A série está sendo desenvolvida por Howard Gordon, Alex Gansa e David Shore (‘The Good Doctor’).

O elenco grandioso conta com Rachel Bilson, Whitney Cummings, Abigail Breslin, Michael ChiklisMargo Martindale, Molly Parker, Rhea Perlman, Malcolm-Jamal Warner, Wendell Pierce e Jack Davenport.

‘Planeta Pré-histórico’: 2ª temporada já está disponível na Apple TV+!

A 2ª temporada da série documental ‘Planeta Pré-histórico‘ (Prehistoric Planet), que mostra como era o mundo habitado por dinossauros, já está disponível na Apple TV+.

A produção foi lançada hoje, 22 de maio, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

David Attenborough retorna como narrador.

Veja as maravilhas do nosso mundo como nunca antes nesta série documental épica de Jon Favreau e dos produtores do ‘Planeta Terra‘. Viaje 66 milhões de anos no passado para quando dinossauros majestosos e criaturas extraordinárias vagavam pelas terras, mares e céus.

Hans Zimmer, aclamado compositor vencedor de dois Oscars, é responsável pela trilha sonora.

Sandra Oh tenta convencer Awkwafina a participar de um game show no clipe INÉDITO da comédia ‘Quiz Lady’

Foi divulgado um clipe inédito de ‘Quiz Lady‘, comédia para maiores estrelada por Awkwafina (‘Oito Mulheres e um Segredo’) e Sandra Oh (‘Killing Eve’).

Confira:

A produção estreará oficialmente no dia 03 de novembro no Star+.

Na trama, Anna e sua irmã caótica, Jenny, precisam trabalhar juntas para cobrir o valor das dívidas de apostas de sua mãe. E ,quando o cachorro da Anne é sequestrado, elas farão de tudo para conseguir o dinheiro.

Relembre o trailer legendado:

O filme é dirigido por Jessica Yu (‘Fosse/Verdon’), com roteiro assinado por Jen D’Angelo.

Anne, uma mulher tensa e obcecada por game shows, deve se juntar a sua caótica irmã Jenny para ajudar a pagar as dívidas de jogo de sua mãe. Quando o amado cachorro de Anne é sequestrado, elas terão que fazer uma viagem pelo país para conseguir o dinheiro de que precisam. Para fazer isso, terão que aproveitar as habilidades de Anne, transformando-a na campeã do game show que ela sempre quis ser.

Jason SchwartzmanTony HaleHolland TaylorWill Ferrell completam o elenco.

‘Bridgerton’: Penelope e Colin são destaque no cartaz INÉDITO da 3ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou mais um cartaz inédito da 3ª temporada de ‘Bridgerton‘, que chega ao catálogo em duas partes: a primeira em 16 de maio de 2024, enquanto a segunda, em 13 de junho.

Confira, junto à sinopse e ao trailer:

“Na trama, Penelope Featherington entra na 3ª temporada finalmente pronta para desistir de sua paixão de longa data por Colin Bridgerton. No entanto, isso não significa que ela acabou com o amor. Em vez disso, Penelope decidiu que é hora de ter um marido – e de preferência um que lhe dê a liberdade para continue sua vida dupla como Lady Whistledown, longe dos olhares indiscretos de sua mãe e irmãs. Sem confiança, as tentativas de Penelope no mercado matrimonial falham espetacularmente.

1. A Flor Despertou
2. Sob a Luz do Luar
3. Forças da Natureza
4. Velhos Amigos
5. Corrida Contra o Tempo
6. Os Segredos de Colin Bridgerton
7. De Mãos Dadas
8. Revelações

‘Bridgerton’ está de volta para sua terceira temporada e mostra Penelope Featherington (Nicola Coughlan) finalmente tendo desistido de sua paixão de longa data por Colin Bridgerton (Luke Newton) depois de ouvir suas palavras depreciativas sobre sua última temporada. Ela, no entanto, decidiu que é hora de arranjar um marido, de preferência um que lhe proporcione independência suficiente para continuar sua vida dupla como Lady Whistledown, longe de mãe e das irmãs. Mas, sem confiança, as tentativas de Penelope no mercado matrimonial falham espetacularmente.

Enquanto isso, Colin voltou de suas viagens de verão com um novo visual e um senso sério de arrogância. Mas ele está desanimado ao perceber que Penelope, a única pessoa que sempre o apreciou como ele era, o trata com indiferença. Ansioso para reconquistar sua amizade, Colin se oferece para orientar Penelope nos caminhos da confiança para ajudá-la a encontrar um marido. Mas, quando suas aulas começam a funcionar um pouco bem demais, Colin deve questionar se seus sentimentos por Penelope são realmente apenas amigáveis, enquanto a crescente presença de Penelope na sociedade torna ainda mais difícil manter seu alter ego Lady Whistledown em segredo.

Vale lembrar que, em entrevista à VarietyPhoebe Dynevor, intérprete de Daphne Bridgerton, revelou que não irá aparecer no próximo ciclo.

“Bom, eu fiz as minhas duas temporadas”, ela conta. “Fiz o que eu queria com a personagem e ela teve um ótimo arco. Se eles me chamarem no futuro, quem sabe?”.

Dynevor continua , dizendo sobre a possibilidade de aparecer nos novos episódios: “infelizmente, não na 3ª temporada. Potencialmente no futuro. Mas a 3ª temporada estou animada para ver apenas como espectadora”.

Criada por Chris Van Dusen, a série é baseada nos romances de Julia Quinn.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

Hannah New (‘Black Sails’) também fará parte do novo ciclo.

A atriz interpretará a jovem viúva Lady Tilley Arnold, que “aproveita do privilégio e poder de comandar a fortuna do seu falecido marido, vivendo em seus próprios termos com independência financeira e liberdade sexual”.