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‘Homem de Aço 2’: Christopher McQuarrie e Henry Cavill conversaram sobre possível sequência

O cineasta Christopher McQuarrie já expressou seu interesse em dirigir a sequênciaHomem de Aço 2’ no Twitter e em uma entrevista ao site ComicBook ele voltou a tocar no assunto, conferindo novos detalhes.

Segundo o diretor, ele e Henry Cavill trocaram ideias a respeito do que poderia ser realizado na continuação e que seu desejo de se envolver no projeto é realmente genuíno.

Disse:

“Nós tivemos muito tempo juntos no set de ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’ e Henry é um grande fã do Superman. Eu não consigo evitar em compartilhar histórias com as pessoas e ele me contou qual era sua perspectiva para o herói e eu realmente achei a ideia incrível e contribui com uma coisinha aqui e ali. O tweet ao qual você se refere é em virtude de uma pergunta de um usuário, que me questionou sobre topar ou não o projeto. E eu disse, ‘hey, eles sabem onde me encontrar’. Ninguém ainda me procurou, mas sabe…”

 

Warner Bros. deixa os heróis mais coloridos no Blu-ray de ‘Liga da Justiça’ 

Parque de ‘Star Wars’ na Disneylândia ganha várias imagens; Confira!

Os fãs de ‘Star Wars’ poderão viver uma experiência real dentro do universo da saga, com a chegada do parque Star Wars: Galaxy’s Edge, na Disneylândia, localizada em Anaheim (Califórnia).

O novo espaço, que será inaugurado no verão norte-americano de 2019, ganhou várias imagens, que trazem detalhes dos pratos a serem servidos nos restaurantes temáticos, bem como fotos dos produtos da franquia que só poderão ser encontrados no parque de Star Wars.

O material ainda traz artes conceituais das atrações, bem como fotos feitas dentro do parque, que ainda está em fase de construção.

Confira:

Para anunciar a novidade, a Disney divulgou um teaser sobre o local.

Confira:

Crítica | Star Wars: Os Últimos Jedi – Demora a engatar, mas quando engata é épico

 

‘The Batman’: Estreia pode ser adiada em virtude do coronavírus

Embora a estreia de ‘The Batman‘ esteja programada apenas para 2021, o atual quadro mundial pode acabar afetando a data de lançamento da produção.

A informação foi compartilhada pela revista Variety. Segundo a publicação, quando a reclusão social foi imposta em virtude do coronavírus, as filmagens do longa já estavam acontecendo há quase sete semanas.

A interrupção do cronograma de gravações pode impactar o andamento das produção a longo prazo, principalmente considerando as previsões da Organização Mundial de Saúde (OMS), cujas expectativas indicam que a pandemia deve durar por mais alguns meses, até que a população mundial possa retornar às suas rotinas como habitualmente.

Além de ‘The Batman‘, a Variety ainda aponta que o mesmo pode acontecer com os filmes ‘Red Notice‘, da Netflix, e ‘Matrix 4‘.

Ainda é incerto mensurar a dimensão do impacto do coronavírus no cronograma das produções que estavam em andamento, mas continue acompanhando o CinePOP, para manter-se atualizado!

 

O elenco deThe Batman‘ conta com Robert Pattinson (Bruce Wayne), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), e Andy Serkis (Alfred Pennyworth). Colin Farrell também está em negociações para os papel de Pinguim.

John Turturro (O Grande Lebowski) interpretará Carmine Falcone, líder da lendária Família do Crime Falcone – uma organização do crime organizado que se tornou uma instituição do submundo de Gotham City.

Jayme Lawson  vai interpretar uma política chamada Bella, que irá concorrer a um importante cargo na promotoria de Gotham. Como Harvey Dent pode ter um papel importante na trama, é de se esperar que Bella seja uma espécie de rival e ambos estejam competindo pela função.

Lembrando que a adaptação tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

‘Dia do Sim’: Comédia com Jennifer Garner e Jenna Ortega já está disponível na Netflix

A comédia familiar ‘Dia do Sim‘ já está disponível na plataforma de streaming da Netflix. A produção teve sua estreia nesta sexta-feira (12) na grade de programação.

Acostumados a sempre dizer NÃO em casa, Allison e Carlos decidem dizer SIM aos seus três filhos durante 24 horas. E por um dia inteiro, são as crianças quem ditam as regras! Eles nunca imaginaram que terminariam envolvidos em um turbilhão de aventuras por Los Angeles, Estados Unidos, nem que a família estaria mais unida do que nunca.

O filme é estrelado por Jennifer Garner, Édgar Ramírez, Jenna Ortega, Julian LernerEverly Carganilla.

Confira o cartaz:

 

Miguel Arteta dirige.

Crítica | As Falsificadoras: Série da Netflix é uma hilária aventura sobre trambiques e crime organizado

Da mais intensa euforia ao catastrófico dramalhão juvenil nasce um produto original da Netflix inexplicável e bem diferente de qualquer outro que a plataforma já tenha lançado nos últimos meses. Após se enveredar pelas ruas sombrias do Mundo Invertido de Stranger Things, a gigante do streaming agora cruza as fronteiras geográficas e traz do Canadá um presente gringo para os assinantes. Unindo a comédia ao drama sombrio, As Falsificadoras é sua nova série coming of age sobre duas adolescentes que descobrem um talento nato para a criação de identidades falsas. E essa história mirabolante nem é meme.

Livremente inspirada em fatos reais, a nova série consegue nos arrebatar abruptamente em apenas 20 e poucos minutos. Com um roteiro afiadíssimo e uma história com ares de Bling Ring: A Gangue de Hollywood, As Falsificadoras é escrachada em seu humor, sabendo mesclar os formatos pastelão e sombrio com um brilhantismo raramente visto em séries teens. Madura em sua abordagem, a produção de David Turko mostra o que acontece quando duas adolescentes – no auge de seus dramas – decidem empreender no mundo do crime organizado. E aqui, o que começa como uma fácil maneira de ganhar dinheiro através de seus colegas de escola, acaba se transformando em um negócio assombroso e perigoso. Mas nem por isso menos engraçado.

Um dos aspectos impecáveis da original Netflix é justamente sua habilidade de transcrever a adolescência feminina a partir da construção e desconstrução de estereótipos. Com duas protagonistas que são a definição de nerd e popular, a série as subverte de forma divertida e progressiva, trazendo ambas as desconhecidas atrizes Emilija Baranac e Jennifer Tong quebrando a quarta parede enquanto tentam convencer a audiência de sua inocência e reais motivações. Usando o recurso metalinguístico de forma inteligente e importante – sem querer tirar proveito de uma tendência batida em Hollywood, Turko mostra como essas duas perspectivas díspares sobre um mesmo crime não apenas afetam o desenrolar da trama, como também na nossa experiência enquanto público.

Com uma montagem excelente que abusa dos cortes rápidos e destaca a intensidade absurda dessas jovens personagens, As Falsificadoras faz da sua pós-produção um primor e prova o quanto uma boa edição é capaz de transformar o resultado final de uma série ou filme. Com uma direção dinâmica em episódios curtos, a comédia dramática nunca desacelera, explora os arcos dos coadjuvantes com naturalidade e apresenta um elenco desconhecido impressionante, que reitera o quão preciosa é a produção canadense.

Sempre flertando com um drama sombrio e complexo, a dramédia original da Netflix consegue abordar questões mais densas sem depreciar o seu humor sarcástico e ácido. Tratando os gêneros de maneira equilibrada, aqui ambos são complementares e se comunicam entre si – sem tornar a experiência da audiência confusa e cansativa. Com o carisma de duas ótimas protagonistas e um enredo evolutivo que não perde tempo com subplots desnecessários, As Falsificadoras nos conquista de forma integral. Substancial por tratar as rachaduras familiares e leve por seu humor exagerado que serve de metáfora para a impulsividade juvenil, a série original da Netflix é uma daquelas preciosidades que sempre vale um replay.

Crítica | Sintonia – 3ª Temporada introduz luta política à trindade funk, crime e fé

Na quebrada, antes de puxar o gatilho ou atirar uma pedra, as tensões são discutidas numa roda entre os “chefes” da comunidade. Dali sai o veredito do caso: perdão, reparação ou morte. Lançada em 2019 por Konrad Dantas (a.k.a Kondizilla), Felipe Braga e Guilherme Quintella, Sintonia, desde a primeira temporada, constrói uma intensa montagem e suspense a partir dessas rodas entre oponentes. A terceira temporada volta no ritmo das outras e inclui um novo tema: política. Assim, o enredo adiciona pimenta nas vidas agitadas dos amigos Doni (Jottapê Carvalho), Rita (Bruna Mascarenhas) e Nando (Christian Malheiros).

Os atores estão bem mais à vontade nos personagens e os “moleques” da Vila Áurea giram novas engrenagens. Em uma virada de rota, o primeiro episódio já começa com o relacionamento apaixonado e consolidado de Rita e Cleyton, o Formigão (MC M10). Após sua conversão ao evangelho de Cristo e o abandono da vida do crime, o jovem reencontra igualmente o caminho aos braços da jovem serva do Senhor. 

Para a moça, o filho do pastor Levi (Bruno Gadiol) é carta virada, mas não engolida. Seus laços com a comunidade e seus passos em direção à cúpula da igreja começam a incomodar a direção da “casa de Deus”. Seu desafio é disputar com outro membro da congregação a vaga evangélica às eleições de vereador(a) da cidade de São Paulo. Em outro dilema, como anunciado no último episódio da temporada anterior, Nando é agora um traficante conhecido nacionalmente e líder de organização criminosa procurado. 

Com uma carreira política à frente e uma de cantor em busca de consolidação, Rita e Doni se afastaram de Nando? Pelo contrário, o seriado reforça mais os laços entre os amigos de infância, porém todos vivem com cuidados redobrados. O final do primeiro episódio é marcado por uma surpresa na história. Um dos personagens chega perto de acertar suas contas com a justiça, mas como Sintonia busca realidade, o estado é representado por servidores inescrupulosos.

Nesta temporada, os roteiristas buscam mostrar como os jovens lidam com poder, dinheiro e paz de espírito. Se o dinheiro entra, o poder chega e a paz sai pela janela. Doni, de um rapaz sonhador e talentoso, tornou-se um boyzinho preguiçoso, mandão e abusado. A cena inicial é a sua caminhada pelas ruas de Paris, após o hit de parceria com MC Kevinho e Alok estourar e fazer uma turnê pela Europa. O namoro com Tally (Gabriela Mag) segue aos trancos e barrancos e os entorpecentes entram em cena. 

Sintonia não tem receio de colocar seus personagens em situações indigestas ao público, portanto, a empatia criada desde o início nos prende à história dos três amigos da periferia paulistana. Nesta temporada é mais evidente a falta de conselhos que os jovens carecem para construir um bom caminho e fazer melhores escolhas. 

A mãe de Doni é mais ausente depois da morte do marido e o sucesso do filho. Nando sempre teve que ser o chefe da casa desde os dez anos. Os seus “conselheiros”, na verdade, aproveitaram do seu abandono ao estenderem alguns dedos. Já Rita perdeu a mãe, foi rejeitada pelo pai e sua madrinha Sueli (Fernanda Viacava) lhe diz para orar a fim de encontrar respostas. Diversas vezes entre os seis novos episódios, a jovem diz que Deus não a responde. Em dilema entre a fé submissa aos dogmas da igreja e a sua verdadeira personalidade, Rita faz uma escolha política e madura. 

Depois de muito vacilar, Doni busca encontrar o caminho do perdão e da humildade perdida entre views do YouTube. Vale dizer que o personagem de Tally dá uma guinada, de uma influencer bonitinha a uma verdadeira rocha de suporte de Doni. O relacionamento dos dois se assemelha a diversos namoros entre influencers da mídia brasileira, com traições, polêmicas e notas de esclarecimento via Instagram

As redes sociais, aliás já presente anteriormente, mostram como as vozes da periferia começam a fazer eco na sociedade através da ferramenta, por exemplo, tem participação da YouTuber Foquinha e menção a Whindersson Nunes. As músicas, infelizmente, ficam em segundo plano desta vez. O seriado realiza apenas dois lançamentos, um da Mc Luzi (Fanieh): Respeita a mãe, e um “plágio” sertanejo de Doni: Foi no Piseiro. O personagem compôs ainda uma baladinha de desculpa para a namorada: No silêncio da noite

Além de Paris, a produção da série cruza a fronteira do Brasil-Paraguai, onde Nando começa a fazer “carreira internacional”. Ao seu lado, depois de dez anos preso e de diversas conversas por celular, Badá (Sandrão RZO) reaparece na comunidade. Após o nascimento do segundo filho, as tentativas de Nando de fazer um “último trabalho” para sair do crime o fazem perder diversas coisas, pessoas e a si mesmo. 

O enredo peca, às vezes, por romancear as escolhas da vida em comunidade, mas ao mesmo tempo é um roteiro que permite dar camadas e mais camadas a personagens que são meramente estampados nos jornais e julgados pelas outras classes sociais: é o funkeiro, o traficante, a beata da política. Trazer essas figuras subjugadas como protagonistas de um seriado é transmitir entendimento sobre vivências e dar um olhar mais empático ao cotidiano das nossas periferias.

Por essa e outras, entre erros e acertos, a série Sintonia continua dinâmica, interessante e potente. O episódio final é um conflito de guerra sem solução fácil. Espero, portanto, a quarta temporada e, acredito, a conclusão da trajetória desse trio.

‘Meninas Malvadas’: “Regina George me persegue”, brinca Rachel McAdams

Em entrevista ao New York Times, para promover seu novo filme A Noite do Jogo, a atriz Rachel McAdams afirmou que, mesmo depois de tantos anos que Meninas Malvadas foi lançado, a vilã Regina George ainda é lembrada em sua vida:

“Regina George me persegue todos os dias. Ela tem essa qualidade. [Risos] Na verdade, tenho que agradecê-la por me dar alguma longevidade. Sou para sempre grata por Tina Fey e Mark Waters. Lembro que, quando li, liguei para o meu agente e disse ‘interpreto qualquer coisa nisso, por favor, por favor, por favor’. Estava no começo da minha carreira e era algo grande que realmente queria fazer. Estou sempre procurando por personagens que chamem a atenção, o que provavelmente explica por que gosto de interpretar vilãs”

É impossível não rir dos famosos bordões de Meninas Malvadas, principalmente se estiver assistindo dublado. Frases como “Às quartas-feiras, usamos rosa” e “Não adianta tentar fazer o barro acontecer. Não vai acontecer” ficaram até hoje no vocabulário popular dos fãs.

E pensando nisso, a Revista W convidou a atriz e protagonista da comédia de 2004, Lindsay Lohan, para reencenar as frases mais famosas. O resultado é hilário. Assista:

Se tem alguém que ainda acredita que ‘Meninas Malvadas merecia ganhar um sequência direta do filme original, de 2004, esse alguém é Lohan.

Após declarar publicamente que já possui um roteiro pronto para a sequência, a atriz revelou, em entrevista ao The Wendy Williams Show, que persegue o produtor Lorne Michaels e o roteirista Steve Higgins sempre que está em Nova York:

“Eu adoraria ver Meninas Malvadas 2’. Mas acho que eles realmente estão muito ocupados com o musical da Broadway atualmente. Já os incomodei tanto que virei uma stalker, sério! Sempre assisto ao Saturday Night Live quando estou em Nova York. Falo com Lorne e com Steve”

Se depender de Lohan, essa sequência já teria, até mesmo, novos atores no elenco, como Jamie Lee Curtis e Jimmy Fallon, a atriz também já convidou Emma Stone para assumir um dos papéis do roteiro.

E aí, será que vai acontecer essa desejada continuação algum dia?

Enquanto isso, ‘Meninas Malvadas‘ virou musical na Broadway e ganhou seu primeiro vídeo, que traz Regina George e suas Mean Girls te convidando para assistir à peça. A estreia acontece em 8 de abril de 2018.

‘American Horror Story’: Escolhido ator que irá interpretar o filho de Tate em ‘Apocalypse’

O ator Cody Fern (‘American Crime Story’) irá interpretar o Michael Langdon (filho do Tate) em American Horror Story: Apocalypse’. A notícia foi confirmada pelo próprio Ryan Murphycriador da série.

Em uma nova entrevista ao Screen Rant, Sarah Paulson deu novas informações sobre sua personagem na 8ª temporada de ‘American Horror Story‘, que ganhou o subtitulo ‘Apocalypse‘.

Segundo a atriz, ela viverá dois papéis diferentes na nova fase do programa, e deixou um suspense no ar afirmando que um deles ou será de ‘Coven’ ou de ‘Muder House’, afinal, a nova temporada será um crossover entre as temporadas antigas.

“Não irei interpretar Cordelia e Billie. Alguém disse que iria interpretá-las? Interessante… Até pode ser que eu interprete as duas personagens. Mas não. Tudo o que posso dizer é que terei duas personagens, e um desses nomes está correto, e o outro não”

O tão aguardado crossover entre “Murder House” (1ª Temporada) e “Coven” (3ª Temporada) será lançado nos EUA dia 12 de setembro.

Confira o visual e os cartazes da nova temporada.

Confirmados até agora são Sarah Paulson, Evan Peters, Kathy Bates, Joan Collins, Billie Lourd, Cheyenne Jackson, Leslie Grossman, Billy Eichner e Adina Porter. Emma Roberts e Taissa Farmiga devem retornar.

Além disso, o ator Billy Eichner publicou uma foto do elenco reunido em seu Instagram, porém, apenas uma pessoa não foi mostrada, sendo coberta com o emoji de um fantasma e sendo chamada de “amiga(o) secreta(o)”. Especula-se que seja Jessica Lange, já que seu retorno ainda está sendo mantido em segredo. Confira:

Especula-se que a “temporada especial” trará o retorno da musa Jessica Lange, que interpretou a diabólica Constance Langdon na primeira temporada e a Suprema Fiona Goode na terceira.

Segundo a MTV, a atriz já revelou que gostaria de retornar para uma última participação na série, e esse seria o momento ideal para seu retorno.

Os fãs têm especulado há tempos que a bruxa Madison Montgomery (Emma Roberts) tem alguma ligação com o infame “cirurgião das estrelas” Charles Montgomery (Matt Ross), o médico da primeira temporada. Além deles terem o mesmo sobrenome, ambos moravam em Los Angeles. Mas nada de concreto foi estabelecido entre os dois personagens.

O anúncio abre a porta para vários astros que passaram pela primeira e pela terceira temporada, como Dylan McDermott, Kate Mara, Alexandra Breckenridge, Zachary Quinto e Gabourey Sidibe.

Oscar 2023 | Saiba em quais STREAMINGS assistir aos filmes indicados!

Última chamada! Se você ainda não assistiu aos filmes indicados ao Oscar, é melhor correr! Com a cerimônia mais famosa do mundo acontecendo hoje (12), é humanamente impossível assistir a todos os indicados. Então, nessa altura do campeonato, você pode correr para os cinemas e assistir aos que ainda estão em cartaz ou escolher os indicados que constam nos catálogos dos principais streamings do Brasil.

Amazon Prime Video

Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo

Com “apenas” 11 indicações ao Oscar, nas categorias Melhor Filme;  Melhor Atriz (Michelle Yeoh);  Melhor Direção;  Melhor Roteiro Original;  Melhor Ator Coadjuvante (Ke Huy Quan);  Melhor Atriz Coadjuvante (Jamie Lee Curtis), Melhor Trilha Sonora e Melhor Figurino, Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo é o favoritaço a sair com um caminhão de troféus ao fim da noite. A história acompanha uma imigrante chinesa que construiu sua vida com o marido frouxo nos EUA, mas agora sofre para pagar as taxas. A monotonia e o desespero da vida comum se esvaem quando uma ameaça do Multiverso começa a atacar as múltiplas realidades e ela é escolhida para ajudar a parar essa criatura.

Triângulo da Tristeza

Depois de brilhar no Palma de Ouro, Triângulo da Tristeza chega ao Oscar com indicações a Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Roteiro Original. Apesar de não ser um dos favoritos, nunca se sabe quando a Academia vai tentar surpreender. O filme é uma sátira sueca sobre a natureza humana e a liquidez dos relacionamentos modernos. A trama acompanha um modelo masculino que já foi o mais desejado do mundo, mas agora pena para conseguir um emprego que o valorize devidamente. E isso afeta diretamente seu relacionamento com uma influenciadora digital mais preocupada com sua imagem virtual do que com o resto. Mas a situação se complica mesmo quando eles vão para um cruzeiro de ricaços, que acaba naufragando, o que leva os sobreviventes às mais insanas e nojentas atitudes.

Argentina, 1985

Estrelado pelo onipresente Ricardo Darín, Argentina, 1985 é baseado na história real de dois promotores de justiça, que mexeram num vespeiro ao investigar e processar os militares envolvidos na ditadura militar argentina, a que mais matou na América Latina.

 

Mubi

Queridinho dos cinéfilos, o Mubi tem um catálogo espetacular. Neste ano, a plataforma traz apenas um concorrente em seu acervo.

Aftersun

Cotado por muitos para figurar na lista de Melhor Filme, Aftersun acabou conquistando apenas uma indicação para Paul Mescal na categoria de Melhor Ator. O filme acompanha as memórias de Sophie, que conta uma história de mais de duas décadas ao lembrar das férias que passou com seu pai quando tinha 11 anos de idade. Entre memórias reais e sua imaginação, a mulher constrói a imagem de seu jovem e misterioso pai, enquanto tenta entendê-lo melhor.

 

Apple TV+

Passagem

Também conhecido como Causeway, esse drama conseguiu uma indicação a Melhor Ator Coadjuvante para Brian Tyree Henry. Neste drama psicológico, uma militar norte-americana (Jennifer Lawrence) retorna para casa após sofrer uma lesão cerebral na guerra do Afeganistão. De volta ao lar, ela sofre para se adaptar novamente à vida comum. Preste a um caso de depressão profunda, ela começa uma amizade com James (Brian Tyree Henry), um mecânico que também lida com um trauma muito grande.

O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo

Indicado na categoria de Melhor Curta-Metragem de Animação, O menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo é uma adaptação de um livro infantil que foi um estrondoso sucesso de vendas. A história segue um garotinho, que é muito amigo de uma Toupeira, confessa que seu sonho é ter um lar. Assim, eles começam uma jornada para tentar realizar esse sonho, mesmo que não entendam muito bem o que é exatamente um lar.


Paramount+ e Telecine

Aqui temos um caso interessante. Tanto o Paramount+ quanto o Telecine, que pode ser acessado pelo aplicativo do Globoplay, contam com apenas um indicado em seus catálogos.

O mais curioso é que se trata do mesmo filme. No entanto, diferentemente dos longas que mostramos até aqui, esse indicado foi selecionado para concorrer em nada menos que seis categorias diferentes.

São elas: Melhor Filme, Melhor  Roteiro Adaptado, Melhores Efeitos Visuais, Melhor Montagem, Melhor Som e Melhor Canção Original. Além disso, o longa em questão foi um verdadeiro fenômeno dos cinemas em 2022 e conquistou uma bilheteria muito expressiva, constando na lista de melhores do ano de muitas pessoas pelo mundo. Agora ficou fácil de saber que o filme é:

Top Gun: Maverick

Sequência do clássico dos anos 80, Top Gun: Ases Indomáveis, e ainda estrelado pelo incansável Tom Cruise, Top Gun: Maverick mostra Pete ‘Maverick’ (Cruise) se recusando a aderir à aposentadoria, o que o leva a trabalhar como piloto de testes. Após desafiar ordens de seus superiores, Maverick é designado a uma missão incomum: treinar uma nova leva de pilotos da Top Gun para cumprirem uma missão impossível nos ares.

 

Disney+

Vulcões: a tragédia de Katia e Maurice Krafft

Com indicação na categoria de Melhor Documentário de Longa-Metragem, Vulcões: a tragédia de Katia e Maurice Krafft conta a história de um casal de cientistas que dedicou a vida a estudar e entender melhor os vulcões para que ninguém mais tivesse que morrer por conta de uma erupção. O doc usa muitas imagens feitas pela própria dupla, até chegar ao seu triste fim, justamente envolvendo um vulcão.

Le Pupille

Indicado na categoria Melhor Curta-Metragem em Live Action, Le Pupille é um curta sobre a inocência infantil e a ganância, mostradas pela perspectiva de um grupo de meninas de um orfanato católico no período das Grandes Guerras. Com a proximidade do natal e a miséria tomando conta do mundo com os recursos sendo direcionados para os confrontos, as garotinhas rebeldes se organizam para tentar conseguir um bolo da Madre Superiora.

Red: Crescer é uma Fera

Indicado a Melhor Animação, Red conta a história de uma pré-adolescente de origem asiática nos anos 2000, cuja boyband favorita vai fazer um show em sua cidade, para o desespero de sua mãe controladora. Para piorar, a coitada entra na adolescência e descobre que as mulheres de sua família são amaldiçoadas com uma transformação física extraordinária. Toda vez que ela se estressa ou vive alterações comportamentais, se transforma em um Panda Vermelho gigante.

Pantera Negra: Wakanda Para Sempre

Pantera Negra: Wakanda Para Sempre conquistou cinco indicações nas categorias, inlcuindo Melhor Canção Original, Melhor Figurino, Melhor Cabelo e Maquiagem, Melhores Efeitos Visuais e a grande indicação a Melhor Atriz Coadjuvante para Angela Bassett. Na trama, o Rei T’Challa morreu. Sob o comando da Rainha Ramonda (Angela Bassett), Wakanda segue como uma nação poderosa. Porém, uma ameaça submarina surge na figura de Namor (Tenoch Huerta), regente de um reino submerso que entra em conflito com a nação africana.

 

HBO Max

O HBO Max tem quatro indicados em várias categorias, sendo favorito em algumas delas. No total, o serviço de streaming da HBO conta com 11 indicações.

Tudo o Que Respira

Indicado na categoria de Melhor Documentário de Longa-Metragem, Tudo o Que Respira é um doc sobre preservação ambiental. Ele acompanha a saga diária de dois irmãos para salvar o milhafre-preto, uma ave de rapina fundamental para o ecossistema indiano, que sofre com a poluição descomunal de Nova Delhi.

Navalny

Também indicado a Melhor Documentário de Longa-Metragem, Navalny surfa na onda do movimento anti-Rússia, fortalecido pela guerra contra a Ucrânia, para contar a história do advogado Alexei Navalny, que se tornou o principal adversário de Putin e sobreviveu a uma tentativa de envenenamento. A trama traz uma série de causos e investigações que trazem à luz diversos escândalos da política russa. É o grande favorito da categoria.

Elvis

Indicado em oito categorias, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino, Melhor Maquiagem e Penteados, Melhor Montagem e Melhor Som, é justamente na categoria de Melhor Ator que o filme parece ter mais chances de se consagrar, já que a atuação de Austin Butler foi unânime. O longa conta de forma bem dinâmica a história do Rei do Rock, desde sua infância até sua morte precoce, dando ênfase tanto às visões do próprio Elvis quanto a ótica de seu controverso empresário.

Batman

Sucesso na crítica e no público em 2022, o novo Batman brilhou nas categorias técnicas. Ele foi indicado em Melhores Efeitos Visuais, Melhor Maquiagem e Cabelo e Melhor Som. A trama gira em torno do jovem Bruce Wayne (Robert Pattinson), que começou há pouco tempo a ser o justiceiro conhecido como Batman. Enquanto age nas sombras de Gotham, um misterioso terrorista surge, trazendo o caos para a vida do super-herói.

 

Netflix

Por fim, mas não menos importante, a Netflix já se tornou figurinha marcada no Oscar. Com produções originais e outras que apenas foram adicionadas posteriormente, são nada menos que sete filmes no catálogo, totalizando 14 indicações.

O Efeito Martha Mitchell

Outro Doc de cunho político, O Efeito Martha Mitchell foi indicado a Melhor Curta-documentário. Ele acompanha a socialite e fofoqueira, Martha Mitchell, que tinha muita influência durante o governo de Richard Nixon, mas que começou a perder prestígio e viver dificuldades após o escândalo de Watergate.

Como Cuidar De Um Bebê Elefante

Assim como a produção anterior, Como Cuidar De Um Bebê Elefante concorre na categoria de Melhor Curta-documentário e pode surpreender, já que traz um drama bem construído de um casal de indianos que adota e toma conta de Raghu, um bebê elefante que foi abandonado por sua manada após ver a mãe morrer eletrocutada. E como o elefante é uma criatura incrivelmente sagrada, o casal, que tinha suas dificuldades, enxerga a possibilidade de criar esse bebê como uma benção divina. É uma história sensível e emocionante.

Nada de Novo no Front

Com nada menos que nove indicações, incluindo Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Maquiagem e Peteados, Melhores Efeitos Visuais e Melhor Som, o hit Nada de Novo no Front é a principal aposta da Netflix nesta temporada. Adaptando o clássico da literatura mundial de mesmo nome, esse filme alemão conta a história do jovem Paul, um rapaz idealista e entusiasmado que é convocado para defender seu país nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial. Porém, todo esse idealismo vai se dissipando conforme ele tem de enfrentar os horrores da guerra.

Pinóquio

Franco favorito na categoria de Melhor Animação, Pinóquio traz a visão de Guillermo Del Toro para a clássica história do bonequinho de madeira que sonha em ser um menino de verdade. Solitário, o velho Gepeto cria um boneco de madeira que ganha vida num toque de mágica. Porém, o pequeno Pinóquio fica confuso com sua identidade e seu papel no mundo. Então, ele foge de casa para tentar se encontrar e acaba caindo numa aventura cheia de perigos e desafios.

Blonde

Baseado num romance fictício sobre Marilyn Monroe, Blonde foi massacrado pela crítica e está na disputa pelo Framboesa de Ouro na categoria de Pior Filme do Ano. Entretanto, em meio ao ultraje desse filme, houve uma salvação: a atuação impressionante de Ana de Armas como Marilyn. Seu trabalho rendeu ao filme uma indicação na categoria de Melhor Atriz.

RRR (Revolta, Rebelião, Revolução)

Verdadeiro fenômeno do cinema indiano, RRR conquistou apenas uma indicação em Melhor Canção Original. E apesar de ser meio decepcionante que só tenha sido indicado nessa categoria, ‘Naatuu Naatu’ é uma das grandes favoritas a levar a estatueta para casa. Esse longa conta a aventura épica de dois heróis revolucionários da Índia pré-independência que vão atrás de uma menina levada pelos exploradores do governo britânico,  mesmo sabendo dos riscos que isso pode trazer. É uma mistura de musical com drama, aventura e ação.

 

Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades

Indicado a Melhor Fotografia, esse longa do premiado diretor Alejandro G. Iñárritu acabou decepcionando por só conseguir essa indicação. O filme conta a história de um jornalista mexicano que vive em Los Angeles e construiu sua carreira por lá. Após ganhar um prêmio de prestígio internacional, ele volta ao México, o que o leva em uma profunda jornada a seu passado, misturando suas memórias, seus traumas e inseguranças com seu sucesso no presente, mexendo com a cabeça do homem em uma viagem insana.


Glass Onion: Um Mistério Knives Out

Controverso e divisor de opiniões, Glass Onion é mais um filme do diretor Rian Johnson que se populariza mais pelas reações mistas do público e da crítica do que pela qualidade do longa. Continuação de Entre Facas e Segredos (2019), o filme conquistou uma indicação em Melhor Roteiro Original. A trama agora leva o detetive Benoit Blanc (Daniel Craig) à Grécia, onde um bilionário excêntrico convidou seus melhores amigos para sua ilha particular para jogarem uma partida de “Detetive”. Só que um assassinato de verdade acaba acontecendo, e todos ali viram suspeitos.

A Fera do Mar

Assim como Pinóquio, A Fera do Mar é uma animação original fantástica da Netflix que conquistou uma indicação em Melhor Animação. Só que não desponta como favorito justamente pelo filme de Del Toro ser extraordinário. Nessa história, uma garotinha entra de gaiato no navio de um aventureiro famoso por ser um grande caçador de monstros marinhos. Com o passar da viagem, que visa matar o máximo de monstros possíveis, a menininha e o marinheiro criam uma grande amizade que vai mudar a perspectiva do caçador sobre as criaturas do mar.

Com apresentação de Jimmy Kimmel, o Oscar 2023 acontece hoje, dia 12 de março de 2023.

 

Crítica | Nada É Por Acaso – Giovanna Lancellotti e Rafael Cardoso estrelam filme espírita regular

Zibia Gasparetto foi, sem dúvidas, um fenômeno literário, uma das principais escritoras do país, independente do gênero de que estejamos falando. Vendeu milhões de livros, com equivalente número de leitores fiéis, que buscavam em suas palavras histórias inspiradoras de espíritos que tentavam se comunicar com os viventes. Depois de muito tempo aguardando por uma adaptação aos cinemas (uma vez que Zibia foi e ainda é uma grande best-seller) finalmente um de seus livros, o mais vendido deles, ganha uma adaptação cinematográfica no Brasil: trata-se de ‘Nada É Por Acaso’, drama que chegou às salas brasileiras de cinema a partir dessa semana.

Marina (Giovanna Lancellotti) volta de uma viagem com cinco milhões de reais em sua conta. Agora, ela só quer seguir em frente e cuidar da sua família, sem querer encarar o fez. Contudo, os encontros constantes com Maria Eugênia (Mika Guluzian), Henrique (Tiago Luz) e o filho do casal não podem ser apenas uma coincidência. E quando seu próprio irmão mais novo começa a ter crises inexplicáveis na escola, Marina pede ajuda ao charmoso psicólogo (Rafael Cardoso) que acabara de conhecer, e que lhe recomenda levá-lo a um centro espírita. Lá, Marina irá descobrir uma profunda ligação com Maria Eugênia, e que os laços de amor e de amizade remontam a tempos muito anteriores, para além dessa vida.

O roteiro de Audemir Leuzinger e Claudio Torres Gonzaga se baseia no livro de Zibia mas não consegue realizar a conexão necessária com a emoção desse romance espírita. A trama é construída de modo que a história é apresentada como um quebra-cabeças ao espectador, em um leve tom de suspense para estimular a quem está assistindo a tentar adivinhar como que todos os personagens irão se conectar. Entretanto, o ir e vir temporal causa ligeira confusão, dando uma sensação de estarmos vendo a algum tipo de continuação de algo não visto anteriormente, em um drama que parece fazer sentido apenas para os personagens, não para quem está de fora.

O filme de Márcio Trigo se mostra uma produção luxuosa, com locações de apartamentos de alto padrão aquisitivo e carrões em cena, sem mencionar a elencagem de dois atores com rostos conhecidos pelo público – que, por suas vezes, cumprem o que se esperava deles para estes papéis. Numa tentativa de conquistar o grande público para além de seu público-alvo, ‘Nada É Por Acaso‘ faz prevalecer a dramaturgia do enredo, dando menos foco às sessões de passe e às experiências a partir delas. É uma escolha da produção, mas faz com que a história precise ser aceita pelo espectador, para além do ceticismo de cada um e da suspensão da descrença.

Nada É Por Acaso‘ é um filme regular, sem se aprofundar demais no drama nem descarrilhar para outros vieses para além do livro. Abre bem o caminho para as produções que virão sobre os livros da Zibia e foca diretamente naqueles que acreditam e seguem os ensinamentos espíritas. Contando com a emoção do espectador, é um filme que vai mexer com aqueles que entendem as conexões anteriores a esta nossa vida.

‘The Rhythm Section’: Filme de ação com Blake Lively estilo ‘007’ é adiado em nove meses

Blake Lively irá retornar para as telonas pouco tempo depois de Um Pequeno Favor, no qual dividiu o protagonismo ao lado de Anna Kendrick. Entretanto, seu novo projeto foi adiado nove meses de acordo com declarações da Paramount Pictures.

O thriller de espionagem intitulado The Rhythm Section (A Seção do Ritmo, em tradução livre) estava previsto para chegar aos cinemas no dia 22 de fevereiro deste ano. Entretanto, o longa competiria com Frozen 2 e, por esse motivo, sua data mudou.

A produção do filme também passaram por certos atrasos, visto que foram temporariamente suspensas em dezembro de 2017 por causa dos ferimentos que Lively sofreu durante filmagens de uma sequência de ação. Ela precisou passar por uma cirurgia após quebrar os ossos da mão.

Dirigido por por Reed Morano (responsável pela série The Handmaid’s Tale), The Rhythm Section estreia agora no dia 22 de novembro e também traz no elenco Sterling K. Brown como o par romântico de Lively.

O longa é baseado na série de romances de espionagem assinada por Mark Burnell e gira em torno de uma mulher aturdida pela perda de sua família em um misterioso acidente de avião.

 

‘The Crown’: Olivia Colman é a Rainha Elizabeth no novo teaser da 3ª temporada

A Netflix divulgou um novo teaser trailer da aclamada série The Crown.

Confira:

O novo ano será ambientado em 1976, o que inclui a introdução de um novo elenco: Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret). Gillian Anderson será Margaret Thatcher.

A terceira temporada vai contar a ascensão do Primeiro Ministro Harold Wilson (Jason Watkins) e o desgaste do casamento entre Margaret e Antony Armstrong-Jones (Ben Daniels), além de outras tramas históricas. Também veremos a versão adulta dos Príncipe Charles e a Princesa Anne, que serão interpretados pelos desconhecidos Josh O’Connor e Erin Doherty.

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

The Crown retorna no dia 17 de novembro.

15 Filmes LGBTQ+ Imperdíveis!

Recentemente, a cara do cinema mundial começou a mudar a dar espaço para narrativas envolvendo minorias sociais, principalmente a comunidade queer.

Há alguns anos (aproximadamente uma década e ganhando um boom palpável desde 2016), o crescimento da diversidade nas telonas foi exponencial e os LGBTQ+ começaram a dominar a indústria do entretenimento, tanto na frente quanto atrás das câmeras. E, para celebrar a diversidade, o CinePOP separou para você 15 longas imperdíveis da temática em questão, abrangendo gêneros desde documentários até comédias românticas.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

PARIS IS BURNING

Vencedor do Festival de Cannes de 1990, Paris Is Burning pode soar muito familiar para os fãs do reality show RuPaul’s Drag Race. O documentário, dirigido por Jennie Livingston, gira em torno da ball culture, uma sub-cultura LGBT que se tornou muito famosa em Nova York dos anos 1980 e que trazia em seus holofotes as comunidades negra, latina e gay, mostrando as competições nas quais os participantes aderiam a um tema ou categoria específicos e desfilavam, sendo julgados no final com base em sua veracidade e realeza. De acordo com inúmeros críticos, o longa tornou-se um símbolo iconográfico e imprescindível sobre a Era de Ouro dos drag balls nos Estados Unidos, além de quebrar inúmeros tabus de gênero e sexualidade.

DIVINAS DIVAS

Dirigido por Leandra Leal, Divinas Divas é sobretudo um retrato real e atemporal das dificuldades que artistas – no caso travestis – passaram nos anos 1960 (início da ditadura civil-militar) antes de firmarem-se como ícones da cultura pop e influenciarem inúmeros jovens que lutam pela liberdade de expressão e pelo conceito de individualidade. Girando em torno da primeira geração de drags do Brasil, as histórias viscerais contrastam com o glamour dos palcos e com o reconhecimento tardio dessas incríveis performers – além de mostrar com grande profundidade e emoção as consequências da não-aceitação e do preconceito.

HOJE EU QUERO VOLTAR SOZINHO

A sutileza de ‘Hoje Eu Quero Voltar Sozinho é, de longe, seu maior mérito. Girando em torno de Leonardo, um garoto cego que já se acostumou à sua condição, mas é constantemente assediado por seus colegas de sala, a narrativa principal baseia-se muito nas comédias românticas hollywoodianas para aprofundar os sentimentos confusos e gradativos que o protagonista começa a sentir com a chegada de um novo garoto à escola, Gabriel. Além de um tratamento delicado sobre o assunto, o filme foi indicado ao GLAAD Awards, maior prêmio LGBTQ+ do entretenimento.

CAROL

A obra de Todd Haynes, baseada em ‘O Preço do Sal’, de Patricia Highsmith, fez grande alvoroço em 2015 e permitiu mais uma indicação de Cate Blanchett ao Oscar de Melhor Atriz. A história gira em torno do crescente romance às escondidas que se desenvolve entre a personagem-título, uma rica mulher que esconde seus reais sentimentos de uma sociedade machista e conservadora, e Therese, uma lojista que é instantaneamente presa pelo mágico charme de Carol e entra numa jornada sem volta que nos relembra muito da road-trip de ‘Thelma & Louise. Os temas da sexualidade e da descoberta, assim como em outros filmes do gênero, é tratado com uma sutileza, sensualidade e incrível verdade – fator que se consolida com a química cênica entre Blanchett e Rooney Mara.

O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN

A epopeia nostálgica e romântica estrelado por Jake Gyllenhaal e Heath Ledger talvez seja um dos filmes mais emocionantes e angustiantes que já assisti em minha vida, justamente por trazer uma história de descobrimento e amor dentro de uma sociedade extremamente conservadora e preconceituosa sem precisar falar dos tabus que envolvem esse círculo incorruptível e essencialmente humano. O filme gira em torno de dois vaqueiros, Ennis e Jack, que viajam para Brokeback Mountain, no estado de Wyoming, para trabalharem como pastores. Lá, eles conseguem se libertar da roupagem que foram obrigados a carregar desde sempre, entendendo, eventualmente, que a relação de amizade alcançou outro nível. E, solitários naquele pequeno lugar arcadiano, os dois têm sua própria perspectiva de natureza e levam o que aconteceu entre eles para o restante de uma vida pautada em mentiras e frustrações internalizadas.

MOONLIGHT: SOB A LUZ DO LUAR

Moonlight: Sob a Luz do Luar’ é um filme necessário. Vencedor da estatueta de Melhor Filme no Oscar 2018, a história que revolve a infância, adolescência e vida adulta conturbadas de Chiron, todas as múltiplas subtramas são uma análise subjetiva, emocionante e muito relevante sobre inúmeros temas, incluindo tráfico de drogas, racismo, pobreza e principalmente, apesar de extremamente sutil, a aceitação da sexualidade. Desde criança, o protagonista sofria com comentários incisivos sobre seu jeito “afeminado” e não aceito na comunidade onde morava. Conforme crescia, Chiron e seu melhor amigo Kevin transformam a amizade em uma complicada tensão sexual e nova, que assusta a ambos e que culmina em uma das sequências mais belas do cinema. O filme não permite simplificações, visto que afasta-se da rotulagem de “narrativa de nicho” para fornecer uma perspectiva muito maior e mais complexa que seus semelhantes.

FILADÉLFIA

Há filmes dentro da indústria cinematográfica que alcançam um patamar transgressor por serem os primeiros de determinado gênero a quebrar tabus e padrões narrativos para abalar as estruturas da “zona de conforto”. E é exatamente isso que ‘Filadélfia, dirigido por Jonathan Demme, discorre sobre: temas nunca antes vistos, como homofobia, homossexualidade e contração e prevenção de HIV/AIDS gira em torno do protagonista Andrew Beckett, um advogado gay que trabalhar para ma prestigiosa firma judicial e que é mandado embora após não conseguir manter em segredo que foi diagnosticado com o vírus. A trama não permanece às escondidas e chega aos tribunais, cujas sequências são extremamente bem montadas sem tocar em feridas ainda não cicatrizadas de sua audiência.

CIDADE DOS SONHOS

David Lynch é conhecido por gostar de chocar seu público. E é isso o que ele faz com grande sucesso no filme ‘Cidade dos Sonhos, protagonizado por Naomi Watts e Laura Harring. Misturando o mundo real com as inconstâncias do paralelismo onírico, a história de mistério é perscrutada por uma gradativa tensão sexual, pautada no desejo e no primitivismo humano, entre as personagens principais, que eventualmente consumam sua atração uma pela outra em uma cena incrível. Ao contrário de outros filmes do gênero, a crueza é a opção narrativa principal, com passagens explícitas e que não se preocupam com a catarse absorvida pelo espectador.

CLUBE DE COMPRAS DALLAS

Clube de Compras Dallas é baseado na vida de Ron Woodroof, um eletricista heterossexual de Dallas que foi diagnosticado com AIDS em 1985, durante uma das épocas mais obscuras da doença. Embora os médicos tenham lhe dado apenas trinta dias de vida, Woodroof se recusou a aceitar o prognóstico e criou uma operação de tráfico de remédios alternativos, na época, ilegais. A partir daí, o filme transforma-se em um retrato cruel da realidade enfrentada pelos portadores do vírus, o qual era associado unicamente à comunidade LGBTQ+. Apesar da perspectiva não convencional para os filmes de gênero, o personagem desenvolve uma relação de amizade evolutiva com a transsexual Rayon (Jared Leto), mergulhando em um mundo que repudiava e desconhecia e que, em um arco de redenção e epifania, passou a ajudar e a apoiar.

TOMBOY

A grandiosidade de ‘Tomboy já reside sobre seu nome: o título faz menção ao estilo de moda conhecido como “tomboy”, o qual mistura de forma híbrida e sem separação roupas masculinas e femininas em uma transgressão identitária que conversa, eventualmente, com a quebra de padrões de gênero que é analisada no filme. A história, escrita e dirigida por Céline Sciamma, gira em torno de Laure, que se muda durante as férias de verão para uma nova cidade e, por seu estilo “masculinizado”, apresenta-se como Mikhael para as outras crianças. Laure/Mikhael eventualmente conhece Lisa e, a partir desse momento, entra em uma crise emocional, lidando com sua identidade dupla que é desconhecida em parte pelos pais, e em parte por seus amigos. A competente narrativa é uma análise clara sobre transgêneros e transsexuais, oferecendo uma perspectiva tocante e livre de arquiteturas estereotipadas.

COM AMOR, SIMON

Se os anos 1990 ficaram famosos por suas inúmeras comédias românticas adolescentes, sem sombra de dúvida deixaram de lado a comunidade LGBTQ+. Na verdade, é muito fácil encontrar estereótipos queer em qualquer longa-metragem que se recordasse deles (preferindo colocá-los em pequenas caixinhas sem qualquer desenvolvimento dramático aparente). Em 2018, o diretor Greg Berlanti ganharia nossos corações com uma deliciosa aventura coming-of-age baseada no romance homônimo de Becky Albertalli‘Com Amor, Simon’. A história, girando em torno do jovem adolescente titular, é uma simples narrativa que leva o protagonista a se assumir (ou, no caso, a ter sua orientação sexual explanada para o mundo) e as consequências de algo que não planejava fazer tão cedo – tudo isso pincelado com um delicioso arco romântico envolvendo um pretendente misterioso.

ME CHAME PELO SEU NOME

Um cenário idílico erguido no paraíso perdido da Itália nos anos 1980. É assim que André Aciman cria uma de suas icônicas histórias de amor gay, neste caso delineada entre o jovem Elio Perlman e o visitante Oliver. Em 2017, Luca Guadagnino ficaria responsável por trazer esse conto de fadas à vida, chamando os conhecidos nomes de Timothée ChalametArmie Hammer como os protagonistas, respectivamente. O resultado foi uma cândida tour-de-force com dramático final que explorou as camadas mais profundas do amor – levando para casa a estatueta de Melhor Roteiro Original no Oscar 2018.

DOR E GLÓRIA

O sensível retrato semi-biográfico de Pedro Almodóvar alcançou o patamar de um dos melhores longas-metragens do ano passado (e talvez da década). ‘Dor e Glória’, comandado pela poderosa atuação de Antonio Banderas e de Penélope Cruz, tem um peso inegável por sua beleza cinematográfica, aliada a um roteiro perscrutado por honrarias metalinguísticas que exploram desde a infância até o auge e a consequente decadência do cineasta Salvador Mallo (Banderas), incluindo seu retorno para a infância, a descoberta de sua orientação sexual quando pré-adolescente e seu caso de amor perdido quando ainda era um universitário em Madrid – com um reencontro emocionante e um finale de tirar o fôlego de qualquer apreciador da carreira de Almodóvar.

RETRATO DE UMA JOVEM EM CHAMAS

Sciamma ganhou fama com ‘Un Certain Regarde’ em 2007, vindo a comandar o poderoso Tomboy alguns anos depois; entretanto, seu grande momento viria ano passado com o lançamento do drama de época Retrato de Uma Jovem em Chamas, que gira em torno de duas mulheres totalmente diferentes que se apaixonam sob circunstâncias inesperadas. Na verdade, a protagonista é uma desconhecida pintora que tenta fazer seu nome em um mundo dominado pelos homens, sendo recrutada por uma excêntrica condessa para pintar o retrato de sua filha rebelde. Só há um problema: ela não pode revelar quais são suas verdadeiras intenções, passando-se por dama de companhia e tentando memorizar as feições de sua modelo para pintar-lhe na calada da noite.

COLETTE

Keira Knightley nos deu mais uma incrível interpretação ao estrelar a cinebiografia Colette, inspirada na “controversa” vida da escritora francesa Gabrielle Colette. A romancista e jornalista havia sido contratada para assinar os livros do pedante Henry Gauthier-Villars (Dominic West), acabando por se casar com ele até descobrir suas falcatruas. Eventualmente, os dois permaneceram juntos em laços matrimoniais de fachada, mas Colette se tornou amante da duquesa Mathilde de Morny (Denise Gough). Seu legado e seu apreço pela art-nouveau ficaram para os séculos e, até hoje, são levantados em pautas feministas pelo mundo inteiro.

‘Duna’: 1º trailer do remake ganha data de lançamento; Confira!

Segundo o site Trailer Track, o primeiro trailer do remake de Duna ganhou data de lançamento: 21 de agosto.

Reiterando previsões anunciadas na semana passada, o vídeo será exibido antes da re-exibição de A Origem, aclamado filme de Christopher Nolan. Além disso, ele será acompanhado do novo trailer oficial de Mulher-Maravilha 1984.

Em entrevista ao podcast Team Deakins, o aclamado diretor Denis Villeneuve revelou que foi inspirado pelo lendário diretor de fotografia vencedor do Oscar, Roger Deakins, para dar vida à arte imagética do remake.

Os dois trabalharam juntos em Blade Runner 2049, obra que rendeu a Deakins a estatueta da Academia.

“Quando estou trabalhando com você, estarei em uma posição onde vou aprender coisas todos os dias sobre a realização cinematográfica. Estou em um processo de aprendizagem trabalhando com você. É muito enriquecedor e animador. Agora, estou fazendo o trabalho de efeitos visuais de Duna e me vi pensando coisas do tipo: ‘eu sei que é Roger’. Sei posso fazer coisas [por causa de Roger]”.

A Warner Bros. permanece com planos de lançar o filme em 18 de dezembro de 2020.

Dirigido por Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049‘), o longa deve adaptar apenas a primeira metade do livro.

Uma jornada de herói mítica e emocionante, ‘Duna’ conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothee Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome‘) será o protagonista. Oscar Isaac, Rebecca FergusonJason MomoaDave Bautista, Javier BardemCharlotte Rampling e Josh Brolin completam o elenco.

‘Shadow in the Cloud’: Chloë Grace Moretz luta contra misoginia e monstros no trailer do novo sci-fi de época

Vertical Entertainment divulgou recentemente o trailer oficial de Shadow in the Cloud, ação sci-fi ambientada na II Guerra Mundial e estrelada por Chloë Grace Moretz.

Confira:

Roseanne Liang comanda a produção e também assina o roteiro.

Em Shadow in the Cloud, uma mulher, piloto de avião na Segunda Guerra Mundial, viaja com documentos ultrasecretos. Quando ela encontra uma presença maligna no vôo, sua vida ganha novos contornos, precisando ela lutar, também, uma guerra sobrenatural.

Nick RobinsonBeulah Koale, Taylor John SmithCallan Mulvey completam o elenco.

O filme tem estreia marcada para o dia 01 de janeiro de 2021 em VOD, ainda sem previsão de lançamento em território nacional.

‘O Informante’: Suspense com Joel Kinnaman abre com 62% de aprovação no RT; Confira as críticas!

O suspense criminal ‘O Informante‘, estrelado por Rosamund Pike, Joel Kinnaman e Common, já está disponível na Netflix e, apesar de divertido, dividiu a crítica internacional.

No Rotten Tomatoes, a produção conquistou 62% de aprovação, com nota 5.80/10 baseada em 53 reviews. Segundo o consenso geral, “[o filme] pode ser uma diversão passável para fãs não tão apaixonados por thriller, mas a maior parte dos ingredientes foi reciclada de outras entradas superiores ao gênero”.

Confira os principais comentários abaixo:

“[O filme] não é ruim. Só não é nada de mais” – Los Angeles Times.

Joel Kinnaman está coletando nomes nesse divertido filme de ação” – Chicago Sun-Times.

O Informante é confuso quanto ao que deve canalizar sua atenção” – Globe and Mail.

“Nada novo para ver aqui, mas, considerando a curva da pandemia, é perfeitamente OK” – Fox 4 Kansas City.

“Outros filmes-B criminais conseguem fazer o trabalho muito melhor” – Decider.

Ana de Armas e Clive Owen completam o elenco.

Na trama, depois de uma missão fracassada, um informante do FBI é obrigado a continuar trabalhando infiltrado para desmantelar uma quadrilha, só que agora dentro da prisão.

O Informante‘ é dirigido por Andrea Di Stefano, a partir de um roteiro co-assinado por Rowan Joffe e Matt Cook.

‘Missa da Meia-Noite’: Criador revela referência ao terror ‘O Espelho’ na minissérie; Saiba qual é!

Em uma recente entrevista a Entertainment Weekly, o aclamado realizador Mike Flanagan comentou um pouco sobre a elogiada minissérie de terror Missa da Meia-Noite e aproveitou a ótima recepção da crítica e do público para revelar que a produção esconde uma referência a outro título que também comandou: O Espelho.

O longa, lançado em 2013 e estrelado por Karen GillanBrenton Thwaites, contou a história de dois jovens irmãos que acreditavam que um antigo espelho de família foi o responsável pela misteriosa morte dos pais.

Flanagan comentou que a relíquia titular pode ser vista nas cenas divididas entre o Padre Paul (Hamish Linklater) e Riley (Zach Gilford), mais especificamente nas sequências em que eles se juntam para as reuniões dos Alcoólicos Anônimos.

“Está atrás deles, nas cenas que mostram o palco de lado”, ele revelou. “Tudo está se tornando realmente intrincado, realmente conectado. Esse é o nosso objetivo. Quero que todos [esses projetos] se transformem em uma bola de neve quando terminarmos, quase impossível de separar um do outro”.

Você percebeu o easter egg?

A história gira em torno de “uma isolada comunidade insular que presencia eventos miraculosos – e presságios aterrorizantes – depois da chegada de um carismático e misterioso padre”.

Missa da Meia-Noite tem estreia agendada para 24 de setembro.

Kate SiegelHenry ThomasAnnabeth Gish fazem parte do elenco.

Flanagan recentemente dirigiu a sequência de O IluminadoDoutor Sono, e a nova temporada de sua antologia de terror, intitulada ‘A Maldição da Mansão Bly’ – que se tornou um sucesso de público e de crítica.

‘Downton Abbey 2: Uma Nova Era’: Sequência ganha novo trailer oficial INCRÍVEL; Confira!

A Universal Pictures e a Focus Features divulgaram hoje (15) o trailer oficial de Downton Abbey 2: Uma Nova Era’.

O filme chega em breve aos cinemas brasileiros, ainda sem data confirmada.

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De acordo com o criador da série, Julian Fellowes, todo o elenco original retornará, com quatro novas adições: Hugh Dancy (‘Hannibal’), Dominic West (‘The Affair’), Laura Haddock (‘Os Demônios de Da Vinci’) e a atriz francesa Nathalie Baye.

Seus papéis estão sendo mantidos em segredo, assim como a trama do novo filme.

Simon Curtis (‘Meu Amigo Enzo’) fica responsável pela direção, euquanto Fellowes assina o roteiro.

“Não há nada melhor do que estar em casa para os feriados e não podemos imaginar um presente melhor do que nos reunirmos com Julian, [o produtor] Gareth Neame e toda a família Downton em 2021 para trazermos os Crawleys de volta aos fãs,” afirmou Peter Kujawski, presidente da Focus Features.

O primeiro filme foi um grande sucesso, arrecadando quase US$ 200 milhões mundialmente.

‘Sem Limites’: Série épica com Rodrigo Santoro já está disponível no Prime Video!

Sem Limites, série épico-histórica estrelada por Rodrigo Santoro (‘Westworld’) e Álvaro Morte (‘La Casa de Papel’), já está disponível no Prime Video.

A produção foi lançada hoje, 08 de julho, na plataforma de streaming.

Liderados pelo português Fernão de Magalhães (Santoro), 239 marinheiros partiram de Sanlúcar de Barrameda (Cádiz, Espanha) em 20 de agosto de 1519. Três anos depois, apenas 18 marinheiros retornaram, gravemente doentes devido à fome, no único navio que resistiu à viagem, capitaneado pelo velejador espanhol Juan Sebastián Elcano (Morte).

Eles percorreram 14.460 léguas, rumo ao oeste, completando a circunavegação do mundo; uma missão quase impossível que buscava encontrar um novo caminho para as “ilhas das especiarias” e que acabou mudando a história da humanidade ao provar que a Terra é redonda.

Essa façanha transformou para sempre o comércio, a economia, a astronomia e o conhecimento do planeta, sendo considerada uma das maiores conquistas da história da humanidade.

Relembre o trailer:

O show tem o lançamento coincidindo com a celebração do 500º aniversário da expedição. A superprodução, dirigida por Simon West (‘Con Air: Rota da Fuga’), dá vida à história épica de um grupo de marinheiros em uma viagem ao desconhecido.

O elenco também conta com Sergio Peris-MenchetaAdrián LastraCarlos CuevasPepón NietoRaúl TejónGonçalo DinizManuel MorónBárbara Goenaga.

‘Wicked’: Ethan Slater será Boq na adaptação cinematográfica

Segundo a VarietyEthan Slater, um veterano dos palcos da Broadway, foi escalado para a vindoura adaptação cinematográfica de Wicked.

Slater dará vida a Boq, um jovem munchkin que se torna amigo tanto de Elphaba e Glinda durante o tempo que passaram juntos na Universidade Shiz.

O longa é estrelado por Ariana Grande e Cynthia Erivo e acompanha a história de amizade entre Elphaba (Erivo), a Bruxa Má do Oeste, e Glinda (Grande), a Bruxa Boa do Sul. Jonathan Bailey também estará no elenco, enquanto Jeff Goldblum está em negociações para interpretar o Mágico de Oz.

Quem assina a direção é Jon M. Chu, que comandou ‘Em um Bairro de Nova York‘, com Marc Platt (‘La La Land: Cantado Estações’) na produção. Winnie Holzman está no roteiro e Stephen Schwartz, na composição musical.

Em em comunicado oficial, Chu explicou porque a adaptação será dividida em DUAS partes.

“Enquanto desenvolvíamos a adaptação, ficou claro que seria impossível contar a história de Wicked‘ em apenas um filme. Enquanto tentávamos cortar personagens e canções, essas decisões começaram a comprometer o material de origem que nos encantou por tantos anos. Então, nós decidimos fazer DOIS filmes! Com mais espaço, nós poderemos contar a história de ‘Wicked‘ como deve ser contada, com ainda mais profundidade e surpresas na jornada desses personagens queridos.”

O diretor ainda prometeu que os filmes irão apresentar um “universo fantástico, animado e cheio de personagens dinâmicos”, que irá atrair tanto os fãs do musical, quanto os espectadores que não conhecem o material de origem.

A estreia da primeira parte do projeto acontece dia 25 de dezembro de 2024 e a segunda em 25 de dezembro de 2025.

Anya Chalotra fala sobre a saída de Henry Cavill de ‘The Witcher’: “Desejo a ele tudo de bom”

A 3ª temporada de The Witcher chega em breve à Netflix e, para a tristeza dos fãs, marcará a saída de Henry Cavill, intérprete do protagonista Geralt de Rivia, do elenco.

Agora, em entrevista à EWAnya Chalotra (que vive Yennefer na produção) falou sobre a partida de Cavill e que as notícias foram reveladas depois que as filmagens do próximo ciclo terminaram.

“Tudo o que sabíamos eram os sentimentos que temos quando qualquer temporada chega ao fim. É cheio de orgulho, amor e realização pelo que fizemos”, ela contou. “Então, ficamos naquele momento, e não em outro. A notícia foi… Sim, é difícil de aceitar, porque ele é uma parte crucial do show e todos nós o adoramos. Então, vamos sentir muito a falta dele. Eu desejo a ele tudo de bom”.

A primeira parte do terceiro ciclo será lançada em 29 de junho. Os episódios restantes, por sua vez, chegam à plataforma de streaming em 27 de julho.

Em uma recente entrevista à EW, a showrunner Lauren S. Hissrich falou sobre os próximos episódios, que serão adaptados do romance ‘Tempo de Desprezo’, e prometeu aos fãs que os próximos episódios serão mais fiéis à saga literária de Andrzej Sapkowski.

“O que é mais interessante é que a 3ª temporada, para mim, é a coisa mais fiel que fizemos no tocante a adaptar os livros”, ela comentou. “Obviamente, não podemos fazer cada página, mas ‘Tempo de Desprezo’ nos deu vários eventos grandes de ação, pontos narrativos, momentos definidores dos personagens e grandes revelações. Há muito que pudemos seguir à risca”.

Anteriormente, Hissrich falou sobre a saída de Cavill e garantiu que a despedida do astro será honrosa devido à sua contribuição até agora.

“Henry se entregou muito para a nossa série e, por isso, queremos honrá-lo adequadamente. E o mais interessante é que a 3ª temporada, para mim, é a coisa mais próxima que fizemos de uma adaptação individual dos livros.”

Ela continuou, destacando a saída do ator.

“A grande virada de Geralt é desistir da neutralidade e fazer tudo o que for necessário para chegar a Ciri. E, para mim, é a despedida mais heróica que poderíamos ter, mesmo que não tenha sido escrita para ser assim… Será uma boa lembrança da última aparição de Cavill como o Bruxo.”

Por fim, ela disse que a troca de atores também vai gerar uma nova abordagem para o personagem:

“Geralt terá uma nova missão em mente quando o encontrarmos na 4ª temporada. Ele será um Geralt um pouco diferente do que esperávamos. E não me refiro à aparência”, brincou ela.

Lembrando que Cavill será substituído por Liam Hemsworth.

‘Canada’s Drag Race’: Conheça as queens da 4ª temporada do reality de competição!

WOWPresents divulgou recentemente um novo teaser oficial e divertido da 4ª temporada do reality show ‘Canada’s Drag Race’, série spin-off da premiada ‘RuPaul’s Drag Race’.

O vídeo apresenta as competidoras do próximo ciclo: Aimee Yonce ShennelAurora MatrixDenimKiki CoeKitten KaboodleLuna DuBoisMelinda VergaNeara NuffSisi SupersterThe Girlfriend ExperienceVenus.

Confira:

Brooke Lynn Hytes, ex-participante da competição original, retorna para mesa fixa de jurados. Brad GoreskiAmanda BrugelTraci Melchor também fazem parte do painel.

Lembrando que a nova temporada estreia em 16 de novembro:

Começam as gravações do MISTERIOSO filme de vampiros estrelado por Michael B. Jordan

Através das redes sociais, o diretor de fotografia Autumn Durald Arkapaw revelou que as gravações do misterioso suspense estrelado por Michael B. Jordan e dirigido por Ryan Coogler já começaram.

Ainda sem título revelado, sabe-se que o projeto é um thriller de vampiros.

Na postagem, Arkapaw escreveu: “preparem-se”.

Além de Jordan, o elenco conta com Hailee SteinfeldWunmi Mosaku, Delroy Lindo e Jack O’Connell, entre outros.

Rumores sugerem que o filme se passará no Sul dos Estados Unidos durante a era Jim Crow e possivelmente envolverá vampiros e tradições sobrenaturais sulistas.

Ao que parece, Mosaku será a protagonista feminina do filme, possivelmente interpretando a esposa de um dos personagens de Jordan.

Conforme o Comic Book, o longa produzido pela Warner Bros será lançado nos cinemas em 07 de março de 2025.

O anúncio também confirma que Coogler atuará como roteirista e diretor, além de produzir ao lado de Zinzi Coogler e Sev Ohanian.

O compositor duas vezes vencedor do Oscar, Ludwig Göransson, que compôs a trilha sonora de todos os quatro filmes anteriores de Coogler, será o produtor executivo do novo filme ao lado de Rebecca Cho e Will Greenfield.

Orçado em torno de US$ 90 milhões, o longa ainda sem título deve começar a ser gravado em abril, em locações de Nova Orleans.

Este representa o primeiro roteiro especulativo de Coogler através de sua produtora, Proximity Media.

Por enquanto, como o projeto está nos estágios iniciais, mais detalhes devem ser divulgados ao longo dos próximos meses.

Ryan Coogler é um dos cineastas mais requisitados de sua geração. Ele reinventou a franquia Rocky com Creed em 2015, que agora conta com três filmes. Sua estreia no Marvel Studios, Pantera Negra, tornou-se um marco cultural, arrecadando US$ 1,34 bilhão globalmente e recebendo uma indicação ao Oscar de melhor filme, algo raro no gênero de quadrinhos.

Dica da Semana | Animações com temas PROFUNDOS para assistir no Disney+!

Há quem diga que produções animadas são destinadas apenas a crianças – o que sabemos ser uma grande falácia.

Mesmo as produções clássicas da Walt Disney Studios possuem uma qualidade estética e narrativa que conquista não apenas os jovens espectadores, mas públicos de todas as idades. Se pensarmos nas décadas mais recentes, títulos como ‘Red: Crescer é uma Fera’WALL-EVida de Inseto mergulham fundo em temas de complexidade considerável, traduzidos sob uma ótica mais didática e divertida e com capacidade de se relacionar com qualquer pessoa que deseje lhes assistir.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando cinco animações mais profundas do que aparentam para você conferir no Disney+.

Veja abaixo as nossas escolhas:

VIDA DE INSETO (1998)

Explorando temas como opressão social e luta de classes de uma forma inesperada e extremamente bem feita, Vida de Inseto parece não ter o reconhecimento que merece. Trazendo John Lasseter na cadeira de direção, a trama acompanha Flik, uma formiga cheia de ideias que sempre causa problemas na sua colônia. Seu último acidente foi destruir os alimentos que seriam usados para pagamento ao gafanhoto Hopper. Agora, Hopper está exigindo o dobro, senão a colônia será aniquilada. Para evitar o desastre, Flik tenta recrutar combatentes para defender o local, e quando encontra um bando de insetos voadores, ele acredita que encontrou a sua salvação. 

PROCURANDO NEMO (2003)

Todos nós lidamos com traumas – isso é um fato. E, em 2003, Andrew Stanton resolveu trazer essa intrincada parte da mente humana às telonas através da animação Procurando Nemo: na trama, Marlin é um peixe-palhaço superprotetor que sente-se culpado pela morte da esposa e da maioria de seus filhos após um ataque de barracuda. Tendo apenas Nemo como sua família, ele acredita que manter-se na zona de segurança de seu recife é a decisão mais sensata. Porém, quando Nemo é raptado por um grupo de mergulhadores, ele é forçado a cruzar os oceanos para resgatá-lo, forçando-se a enfrentar seus medos à medida que reencontra a si mesmo no caminho.

WALL-E (2008)

WALL-E destaca-se como uma das maiores pérolas da Pixar e do gênero animado – tendo entrado para diversas listas de melhores filmes de todos os tempos. E, enquanto o aspecto ambiental é o que mais nos chama a atenção pela própria ambientação do enredo, há inúmeras investidas que despontam no projeto, incluindo a questão das inteligências artificiais em uma época em que tais discussões não tinham palco considerável; a alienação frente a um prospecto que não existe; o capitalismo predatório como antecessor da ruína humana; entre muitos outros.

DIVERTIDA MENTE (2015)

É um fato dizer que Divertida Mente é uma das melhores produções da Pixar e, de fato, uma das melhores animações já lançadas na história da sétima arte. Acompanhando Riley, uma jovem garota que se muda para São Francisco e dá início a um novo capítulo de sua vida, somos transportados para a mente da protagonista e para as emoções que a regem: Alegria, Medo, Nojinho, Raiva e Tristeza. E, por mais que a cândida narrativa e a colorida estética chamem mais a atenção dos pequenos, a exploração da psique humana em uma das fases decisivas da vida é certeira e abre espaço para discussões que permanecem necessárias mesmo quando somos adultos.

RED: CRESCER É UMA FERA (2022)

Se há algo que os executivos da Casa Mouse gostam de trazer em suas produções, são os enredos envolvendo as relações entre pai e filho ou mãe e filha. Em ‘Red: Crescer é uma Fera’Domee Shi resolve se apropriar da própria infância para construir uma divertida narrativa de amadurecimento em que a jovem Meilin (Rosalie Chiang), em seu aniversário de 13 anos, transforma-se em um gigante panda vermelho. Emergindo não apenas como uma clara metáfora às drásticas mudanças da puberdade e infundindo as telas com a cultura sino-canadense, a complicada dinâmica entre a jovem e a mãe, rígida e irredutível, é uma das forças-motrizes para o amadurecimento de ambas as personagens.

Astro de ‘Reacher’ revela motivo da DEMORA das gravações de ‘Velozes e Furiosos 11’

Em uma recente entrevista ao Screen Rant, o astro Alan Ritchson (‘Reacher’) comentou sobre os motivos por trás da demora de ‘Velozes e Furiosos 11’.

Durante a conversa, o astro explicou que complicações de cronograma são a principal razão pelo atraso das filmagens do último capítulo da saga de ação.

“Esse é um dos maiores desafios que a franquia está enfrentando. Você tem pessoas como Dwayne JohnsonVin DieselJason Momoa, eu mesmo e vários outros super ocupados”, ele explicou. “Então, tentar reunir todas essas estrelas para que façamos [o filme] acontecer é uma conquista da natureza”.

Ritchson continua: “vamos ver o que acontece, mas esse é um projeto dos sonhos para a Universal Pictures e um que me diverti fazendo. Então, adoraria participar e trazê-lo de novo à vida”.

Anteriormente, Diesel divulgou um vídeo dos bastidores do próximo ‘Velozes e Furiosos‘.

No vídeo, podemos ver o Chevelle SS e outros carrões que foram usados no primeiro filme – e voltam para a última sequência.

“25 anos depois”, postou Vin.

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Vin Diesel confirma o retorno às raízes em ‘Velozes e Furiosos 11’: “Voltará para casa”

Inicialmente, ‘Velozes e Furiosos 11’ estava sendo escrito por Christina Hodson (‘Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa’) e Oren Uziel (‘Sonic: O Filme’). No entanto, agora o filme será escrito por Zach Dean (‘A Guerra do Amanhã’), que ajudou a escrever Velozes e Furiosos 10, conforme anunciado pelo intérprete do icônico Dominic Toretto.

O capítulo mais recente da franquia, ‘Velozes e Furiosos 10‘, está disponível no Prime Video.

Na trama, Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família precisam enfrentar o adversário mais letal que já encontraram. Alimentada pela vingança, uma ameaça terrível emerge das sombras do passado para destruir o mundo de Dom e todos que ele ama.

O elenco conta com Vin Diesel e Michelle Rodriguez reprisando seus papéis como Dom Toretto e Letty, além de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Rita Moreno (‘Amor, Sublime, Amor’), Brie Larson (‘Miss Marvel’) e Jason Statham (‘Carga Explosiva’).

Dica da Semana | ‘Os Delírios de Consumo de Becky Bloom’, uma rom-com divertida e honesta

No ano 2000, a autora britânica Sophie Kinsella ganhou proeminência ao nos convidar a acompanhar as aventuras de Becky Bloom com o romance Os Delírios de Consumo de Becky Bloom– uma divertida comédia romântica literária focada em uma viciada em compras idealista que se mete em confusões inimagináveis envolvendo uma paixão pelo prazer e objetivos utópicos demais para serem realizados. Construindo uma narrativa fácil e despojada de acompanhar, o sucesso do romance original deu uma origem a inúmeras sequências e a uma subsequente adaptação fílmica que chegou aos cinemas em 2009 pelas mãos de P.J. Horgan.

Pegando a essência dos livros de Kinsella em uma releitura livre, a trama é centrada em Rebecca Bloomwood (Isla Fisher), uma jornalista fantasiosa apaixonada por compras e pelo prazer de aproveitar o que a vida tem de oferecer. Sentindo-se em uma plenitude inexplicável quando seu cartão de crédito é aprovado nas várias lojas vibrantes e chamativas de Manhattan, Becky dribla os problemas que insistem em persegui-la com uma negação de seus próprios impulsos consumistas – movida por um otimismo inescapável e pelo companheirismo de sua melhor amiga e colega de apartamento, Suzy (Krysten Ritter).

Becky, inclusive, acredita que só precisa da oportunidade certa para mostrar seu valor, desejando mais que tudo uma vaga na famosa revista de moda Alette, podendo, então, deixar seu trabalho em uma pequena editoria de jardinagem e mostrar ao mundo para o que veio. Quando consegue uma entrevista, nossa heroína se vê realizada – isto é, até descobrir que a vaga já foi preenchida pela estonteante e esnobe Alicia (Leslie Bibb). Porém, nem tudo está perdido, e Becky consegue uma entrevista de última hora para, ironicamente, uma revista de economia supervisionada pelo charmoso e impetuoso Luke (Hugh Dancy), sendo contratada por, de alguma maneira, ter mostrado sua maneira única de enxergar a realidade e transformando-se em uma colunista cujo pseudônimo é A Garota da Echarpe Verde.

O problema é que Becky luta contra seus próprios demônios financeiros, descontrolando-se através de pequenos “prêmios” por seu trabalho duro e afirmando para si mesma que seus gastos, na verdade, são investimentos. Todavia, quando um cobrador de dívidas chamado Derek Smeath (Robert Stanton) começa a persegui-la para que ela pague a fatura de suas compulsões materialistas, Becky percebe que seu recém-encontrado porto seguro pode estar ameaçado e pode colocar em risco sua relação com as pessoas que mais ama na vida.

À época do lançamento, o longa-metragem fez um sucesso considerável de bilheteria ao arrecadar mais de US$108 milhões ao redor do planeta, mas foi massacrado por uma fraca recepção crítica – amargando meros 26% de aprovação no Rotten Tomatoes e duramente criticado por exaltar o consumo desenfreado de maneira indireta. Todavia, ao olharmos de volta para esse projeto, os comentários de que o filme estaria defendendo o materialismo compulsório caem por terra quando sua ideia principal é utilizar a comédia para criticá-lo de maneira inesperada e que funciona em partes e dentro de limites autoimpostos pelo gênero em questão. Navegando pelas atribulações de uma vida profissional recém-iniciada e por obstáculos que deve enfrentar para, enfim, encontrar um merecido amadurecimento, Becky emerge como uma arquetípica protagonista de rom-coms cujo magnetismo é forte o suficiente para nos envolver em uma relação quase parassocial.

Fisher faz um ótimo trabalho em encarnar a protagonista, materializando a personalidade peculiar de Rebecca e roubando os holofotes através de figurinos característicos de sua estonteante presença – e nutrindo de uma química interessante com os outros membros do elenco, principalmente de Ritter e de John Goodman e Joan Cusack, que interpretam seus pais, Graham e Jane. E, em uma subtrama romântica que une Becky e Luke em um convencional arco, é notável a falta de química entre a atriz e Dancy (que, por sua vez, parece apagado em meio ao restante do elenco).

De certa maneira, é notável como o projeto vem à sombra de ‘O Diabo Veste Prada’, que já havia mergulhado nesse universo da moda e do jornalismo de maneira não ortodoxa, funcionando como uma outra adaptação cinematográfica que teve impacto significativo na cultura pop. Entretanto, ainda que as comparações sejam inevitáveis, Os Delírios de Consumo de Becky Bloom não tem qualquer intenção de reinventar o gênero ou oferecer uma análise profunda sobre ambição e fraqueza; pelo contrário, Hogan, aliando-se ao roteiro de Tim Firth, Tracey Jackson e Kayla Alpert, oferece um entretenimento prático e dentro do que esperaríamos para uma obra assim.

Lembrando que o filme está disponível no catálogo do Prime Video.

‘CIA’: Série derivada de ‘FBI’ com Tom Ellis ganha trailer EXPLOSIVO e data de estreia; Confira!

CBS divulgou o trailer oficial de CIA, série derivada de FBI estrelada por Tom Ellis (‘Lúcifer’).

Além disso, foi revelado que o spin-off tem estreia agendada para o dia 23 de fevereiro de 2026 na emissora, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

 

A série derivada foi escrita por Dick Wolf e David Hudgins (showrunner de ‘FBI: Most Wanted’).

A trama gira em torno de dois parceiros improváveis ​​– um agente da CIA (Ellis), falante e descontrolado, que desrespeita as regras, e um agente do FBI experiente e inteligente (Nick Gehlfuss), que acredita no Estado de Direito. Quando esta dupla peculiar é designada para trabalhar na Estação da CIA em Nova York, eles precisam aprender a trabalhar juntos para investigar casos e criminosos que representam ameaças em solo americano, descobrindo que suas diferenças podem, na verdade, ser sua força.

Natalee LinezNecar Zadegan também fazem parte do elenco.

Crítica | ‘Backrooms: Um Não-Lugar’ une terror, suspense e sci-fi em uma INQUIETANTE jornada interdimensional

Cuidado: spoilers à frente.

O cenário do terror contemporâneo vem passando por uma revitalização desde meados da década passada, seja no cinema ou na televisão – e um dos subgêneros que vem ganhando espaço é o das creepypastas. Originadas em fóruns online, essas macabras e excêntricas histórias começaram a receber sólidas adaptações como ‘Channel Zero’, de Nick Antosca, que construiu uma série antológica que expandiu esses microcosmos em arrepiantes narrativas, ou o longa-metragem ‘Slenderman’, que se apropriou de uma das figuras mais populares da cultura cibernética. Agora, está na hora de explorarmos uma outra história que ganhou o nome de Backrooms: Um Não-Lugar’ e que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 28 de maio.

A produção parte de uma creepypasta que se tornou bastante conhecida no site 4chan, em que pessoas começaram a compartilhar fotos de lugares espaçosos, labirínticos e estranhamente angustiantes, como escritórios abandonados imbuídos em luzes amareladas e ruidosas, ou estacionamentos vazios e escuros. A partir daí, o jovem realizador Kane Parsons deu vida a uma webserie em 2022 que angariou fãs ao redor do mundo e que se apoiou no terror found footage e no horror analógico para construir uma mitologia que explorou os espaços liminares e a própria angústia humana sobre o desconhecido.

A ótima recepção do projeto chamou a atenção dos executivos da A24, que logo fecharam contrato com Parsons para uma antecipada adaptação cinematográfica que poderia ou dar muito certo, ou dar muito errado. Felizmente, ao se sagrar o diretor mais jovem da história do estúdio, Parsons conseguiu superar as expectativas que manter o desolado espectro de sua webserie original intacto sem se render aos convencionalismos de gênero e sem se apoiar em explicações cansativas e redundantes para o comodismo do público. Dessa forma, Backrooms emerge como um dos melhores terrores do ano – mas, com certeza, irá dividir o público e a crítica.

A trama nos apresenta a Clark (Chiwetel Ejiofor), dono de uma loja de móveis que se divorciou há pouco tempo e que se vê num limbo existencial ao não ter alcançado nenhum de seus objetivos, sentindo que o tempo corre mais rápido dia a dia. Expulso de casa pela ex-mulher e forçado a dormir no próprio negócio (que vai de mal a pior), Clark descobre uma espécie de dimensão alternativa que se esconde no porão da loja, abrigando um espaço aparentemente infinito de corredores e de salas bizarras que, apesar de assemelharem com a realidade, exalam uma sensação derradeira e melancólica de fim.

O homem, então, conta sobre seu achado para a terapeuta Mary Kline (Renate Reinsve), que lida com seus próprios traumas à medida que uma conturbada infância continua vindo à tona para assombrá-la. Mary, a princípio, não acredita em seu paciente – mas alguns dias depois recebe uma estranha mensagem de voz que a leva até a loja e abre seus olhos para uma dimensão interminável de incertezas e de um crescente medo que não apenas está ligada às estranhas criaturas que lá vivem, mas ao caótico turbilhão de emoções e de arrependimentos em que Charles se transformou.

Parsons soa como a escolha perfeita para inaugurar uma nova era do terror dentro da A24, acompanhando diversos outros realizadores que resolvem esquadrinhar o território do suspense psicológico e do horror atmosférico. Em outras palavras, é notável como o jovem diretor, que também fica responsável pelo roteiro, não cria jumpscares óbvios, e sim premedita um encontro entre a realidade e a loucura através da existência de entidades sobrenaturais que se escondem nos corredores das backrooms. O complexo de corredores abriga desde piscinas destroçadas até profusas decorações de Natal, bebendo de um cotidiano que se desenrola sem preocupações lá em cima enquanto revela a desordem da psique humana – que, nesse caso, parte das pulsões autodestrutivas e destrutivas de Clark.

Cada engrenagem é pensada com cuidado e, ainda que o enredo demore a engrenar no primeiro ato, desenrola-se com uma preciosidade cênica que, sequência a sequência, engolfa o público numa angústia fervorosa e numa compreensão assustadora do que se esconde para longe dos nossos olhos. Seja na tétrica trilha sonora que Parsons assina ao lado de Edo Van Breemen, seja na sufocante e opressiva fotografia de Jeremy Cox, os espectadores, assim como os personagens principais, se veem num universo sem saída que os consome até que o Não-Lugar se torne o único Lugar (uma complacência tristonha e ao mesmo tempo confortável que torna Clark e Mary tão diferentes entre si).

Enquanto Ejiofor faz um ótimo trabalho ao nos convidar para a espiralada montanha-russa de sentimentos e de decepções que Clark coletou ao longo de uma vida infeliz, Reinsve, recém-saída de mais uma indicação ao Oscar por seu impecável trabalho em ‘Valor Sentimental’, rouba os holofotes como o contraponto perfeito, em que se recusa a ser arrastada para mais uma prisão e a aceitar aquela dimensão recheada de corredores intermináveis como sua nova “casa”, por assim dizer. Vibrando em uma sutil química que os permite brilhar tanto juntos quanto por conta própria, a dupla ainda é acompanhada de nomes como Mark Duplass, Finn Bennett e Lukita Maxwell.

Por mais que deixe muitas pontas soltas e alimente terreno para uma possível sequência, Backrooms: Um Não-Lugar’ mostra que o gênero do terror sci-fi ainda tem muito a nos contar, sagrando-se como mais um ótimo título desse amplo espectro a chegar aos cinemas em 2026. É claro que a inesperada e intrincada estrutura do projeto pode não ser do agrado de todos, mas o resultado é sólido e memorável o bastante para garantir que o filme seja comentado pelos espectadores.

‘Mortal Kombat’: Lewis Tan compartilha imagem dos bastidores do reboot; Confira!

Em seu perfil no Twitter, Lewis Tan compartilhou uma imagem ao lado dos colegas de elenco no reboot de Mortal Kombat’.

O roteirista Greg Russo também aparece ao lado de Joe Taslim e Mehcad Brooks, intérpretes de Sub-Zero e Jax, respectivamente.

Na legenda, Tan escreveu:

“Cabeças vão rolar…”

Confira:

Lembrando que as gravações do filme já começaram e a equipe de produção está na Austrália do Sul, com sets montados nos condados de Coober Pedy e Mount Crawford.

Dirigido por Simon McQuoid e produzido por James Wan, ‘Mortal Kombat‘ será lançado nos cinemas no dia 5 de março de 2021.

O elenco conta com  Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena) e Lewis Tan, ainda sem personagem definido.

Diferente do que todos pensavam, Russo afirmou que a nova adaptação do clássico jogo para os cinemas não repetirá as mesmas histórias que os longas predecessores.

“A ideia para este novo filme sempre foi essa, não queremos repetir o que vocês já viram”, Russo declarou. “Isso não é chamativo para ninguém, creio eu. E eles já assistiram àqueles filmes. Então, ao mesmo tempo que queremos contar uma nova história, ela será fiel ao panteão dos jogos que todos amam.”

Dois longas-metragens anteriores foram realizados. Lançado em 1995, Mortal Kombat teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122,1 milhões nas bilheterias mundiais. Mortal Kombat – A Aniquilação’ estreou 2 anos depois e custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51,3 milhões. Ambos foram massacrados pela crítica.

‘Expresso do Amanhã’ é oficialmente renovada para sua 2ª temporada

A 1ª temporada de ‘Expresso do Amanhã‘ estreou em maio e continua fazendo sucesso entre os assinantes da Netflix, que aproveitou para confirmar que a adaptação já foi renovada para a sua 2ª temporada.

No entanto, ainda não há detalhes sobre o início das gravações e nem previsão de estreia, já que as produções da plataforma foram interrompidas devido ao surto de Coronavírus.

Confira o anúncio:

Enquanto isso, vale lembrar que o próximo episódio será exibido em 22 de junho.

Assista ao teaser:

Criada por Graeme Manson, a série é a 2ª segunda adaptação da HQ francesa ‘O Perfuraneve‘, escrita por Benjamin Legrand e Jean-Marc Rochette. Em 2013, o diretor Boong Joo-Ho adaptou a trama para o cinema e trouxe Chris Evans como protagonista.

Sete anos após o planeta Terra ser lançado em uma era glacial, todos os sobreviventes vivem a bordo de um trem de 1.001 vagões que dá voltas ao redor do mundo sem parar. O trem gigantesco se divide em classes, com a elite nos primeiros vagões e os mais pobres nos últimos. Mas o que acontece quando aqueles que foram oprimidos a vida inteira resolvem se rebelar e lutar?

O elenco também conta com Jennifer Connelly, Daveed Diggs, Mickey Sumner, Susan Park, Katie McGuinness, Annalise Basso, Sheila Vand e Sam Otto.

‘The Batman’: Diretor comemora o fim das gravações com nova imagem dos bastidores; Confira!

Em seu perfil do Twitter, o diretor Matt Reeves publicou uma nova imagem dos bastidores de ‘The Batman‘ para comemorar o fim das gravações.

Após diversas pausas por conta de problemas envolvendo a pandemia do Coronavírus, a fotografia principal finalmente foi concluída no Reino Unido.

Na legenda da publicação, o cineasta usou algumas tags para confirmar o #últimodiadefilmagens do aguardado filme da DC Comics.

Confira:

Lembrando que a data de estreia permanece agendada para março de 2022.

Assista ao trailer:

Segundo Walter Hamada, o chefe de filmes da DC, ‘The Batman‘ se passará em uma Terra diferente e não fará parte do DCEU.

“No multiverso, existe uma Terra com a versão de Liga da Justiça com Gal [Gadot], Jason [Momoa] e Ezra [Miller], e outra com o Batman de Pattinson”.

Segundo assim, as franquias não terão crossover e seguirão caminhos distintos.

Além de Robert Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“ESTE NOVO BATMAN PRECISAVA ESTAR EM CONFORMIDADE COM UMA FAIXA ETÁRIA DEFINIDA. ELE É DESCRITO COMO UM JOVEM COM CERCA DE 30 ANOS DE IDADE, E A HISTÓRIA NÃO VAI FOCAR EM SUA ORIGEM, NEM EM SEU COMBATE AO CRIME EM GOTHAM CITY. ELE É BRUCE WAYNE, AINDA TENTANDO ENCONTRAR O CAMINHO PARA SE TORNAR AQUELE DETETIVE GENIAL.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Matt Reeves está preparando.

Confira o logo e o primeiro cartaz OFICIAL de The Batman.

Adam Driver comenta sobre possível retorno à saga ‘Star Wars’

Apesar da atual trilogia de ‘Star Wars‘ (2015 – 2019) ter faturado bilhões em bilheterias, os filmes foram considerados completos fracassos narrativos pela maioria dos fãs da saga.

Por conta disso, os astros Daisy Ridley e John Boyega já disseram que não têm certeza se topariam reprisar seu papéis como Rey e Finn no futuro.

Por outro lado, Adam Driver, intérprete de Kylo Ren, disse que pensaria no assunto se recebesse uma proposta.

Durante uma entrevista para à UNILAD, o astro foi questionado sobre a possibilidade e disse que:

“Não sou totalmente contra a ideia [de reprisar esse papel]. Meu objetivo de carreira é trabalhar com cineastas importantes, em pequenas ou grandes produções. Se eu for o cara certo para um papel, por que não?”

Pelo visto, Driver está mudando de ideia, porque no ano passado, o astro disse à revista Le Matin que planejava investir em outros aspectos de sua carreira.

“Não acho que voltar ao universo de ‘Star Wars’ seja uma prioridade para mim. Foi uma experiência que ficará na minha memória para sempre um dos destaques da minha carreira, mas estou buscando outras aventuras, algo que force a estudar o lado mais dramático da dramaturgia.”

De qualquer forma, Kylo Ren acabou se sacrificando para salvar Rey das garras do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), encerrando seu arco em ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’.

Lembrando que o próximo filme de Driver é ‘Casa Gucci’, que já está em exibição nos cinemas nacionais.

Recentemente, a MGM divulgou um novo vídeo promocional apresentando o astro como Maurizio, herdeiro da icônica maison italiana.

Confira:

O longa-metragem abriu com 68% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 6.0/10 baseada em 23 reviews até o momento. Apesar de elogiarem a atuação do elenco protagonista, principalmente de Lady Gaga e de Jared Leto, os especialistas pontuaram falhas na direção de Ridley Scott e no roteiro sobrecarregado.

Confira os principais comentários abaixo:

“O conto de ambição e vingança de Ridley Scott praticamente implora por excesso melodramático” – Slant Magazine.

Lady Gaga novamente domina as telonas no drama baseado em fatos reais ‘Casa Gucci’, apesar de que, dessa vez, não é uma estrela da música que nasce, e sim uma grande atriz” – USA Today.

“Gucci pode não ser a xícara de Espresso de todos, mas nunca é entediante” – CinemaBlend.

“É um pouco louco e não funciona por completo. Mas o consumo conspícuo de luxo cintila mesmo em seus momentos mais baixos” – Movie Nation.

‘Casa Gucci’ é a comédia mais engraçada e a tragédia mais insana do ano” – Vox.

Assista ao trailer abaixo e siga o CinePOP no YouTube:

Ridley Scott (‘Perdido em Marte’) entra como diretor

Casa Gucci‘ é inspirada na chocante história real do império da família por trás da italiana casa de moda Gucci. Abrangendo três décadas de amor, traição, decadência, vingança e em última instância, assassinato, vemos o que um nome significa, o que vale e quão longe uma família para se manter no controle.

Adam Driver, Jeremy IronsJared LetoAl PacinoSalma Hayek, Jack Huston e Reeve Carney também estrelam.

A trama é adaptada do romance de não-ficção ‘The House of Gucci: A Sensational Story of Murder Madness, Glamour, and Greed’.

Sequência de ‘Batman’ ainda não recebeu sinal verde da Warner Bros

Lançado em março, ‘Batman‘ foi um sucesso de crítica e bilheteria, conquistando 85% de aprovação e acumulando US$ 770,8 milhões pelo mundo.

E, durante a Cinemacon 2022, foi anunciado que o diretor Matt Reeves já começou a roteirizar a sequência, com o início das filmagens programado para o ano que vem.

No entanto, a Variety divulgou que a produção ainda não recebeu sinal verde agora que David Zaslav assumiu o comando da Warner Bros. Discovery.

O longa permanece nos estágios iniciais de desenvolvimento, mas a companhia ainda está analisando a proposta e alega que “se uma sequência for lançada, ainda está a anos de distância até que chegue aos cinemas”.

Até o momento, maiores detalhes não foram divulgados, mas Reeves já havia revelado que pretende criar um universo compartilhado envolvendo a mitologia do Homem-Morcego.

Recentemente, a HBO Max anunciou uma série centrada no Pinguim, vivido por Colin Farrell.

Além disso, uma derivada sobre o Asilo Arkham vai explorar o passado Coringa (Barry Keoghan), que apareceu brevemente na adaptação estrelada por Robert Pattinson.

Em entrevista para o portal, Reeves foi questionado sobre a importância do personagem em seu Batverso, ao que ele respondeu:

“Pode haver respostas [sobre o passado dele]… Há coisas que estou muito interessado em fazer com a série do Arkham para a HBO Max. Há coisas sobre as quais conversamos nos bastidores. Então é muito possível [que ele esteja na série]. Também não é impossível que haja alguma história que remonte ao passado dele até o que vimos [em ‘Batman’].”

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Batman‘ já está disponível na HBO Max.

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