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EXCLUSIVO: Drew Barrymore vira “zumbi” no novo e divertido trailer de ‘Santa Clarita Diet’

O CinePOP divulga em primeira mão o trailer de ‘Santa Clarita Diet‘, a nova série original da Netflix. Hilário!

Assista:

Estrelada por Drew Barrymore (‘Pânico’) e Timothy Olyphant (‘A Epidemia’), a história acompanha o casal Joel (Olyphant) e Sheila (Barrymore), corretores de imóveis que estão descontentes com suas vidas em Santa Clarita, subúrbio de Los Angeles.

Um dia, ela passa por uma mudança drástica que levará o casal por uma estrada de morte e destruição…. em um bom sentido.

Vale ressaltar que a personagem de Barrymore irá se transformar em zumbi, assim como parte da população de Santa Clarita. Ela terá que lutar conta o vício de se alimentar de carne humana, e contará com a ajuda do marido.

O elenco ainda conta com Ricardo Chavira, Skyler Gisondo, Liv Hewson e Richard T Jones.

A primeira temporada terá 13 episódios, e estreia dia 3 de Fevereiro.

Mistérios começam a ser resolvidos, indica prévia do episódio 1×11 de ‘Riverdale’

Com a aguardada segunda morte e mais três episódios para o final da primeira temporada, ‘Riverdale‘ começará a responder seus segredos para encerrar a primeira leva de episódio de forma contínua.

Então, confira o que vem por aí no episódio da próxima semana:

Assista a um vídeo EXCLUSIVO do filme ‘D.P.A. – Detetives do Prédio Azul’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um vídeo de ‘D.P.A. – Detetives do Prédio Azul‘  – baseado na série sucesso do canal Gloob.

O vídeo traz o pequeno Pedro Henriques Motta, de apenas 10 anos, que interpreta o Pippo – detetive da capa verde.

O filme estreia nos cinemas nacionais dia 13 de Julho!

Assista:

Pippo, Sol e Bento se infiltram em uma festa organizada pela terrível síndica, Dona Leocádia. Eles presenciam um crime mágico quase perfeito, que condena o Prédio Azul a uma demolição de emergência. Para salvar o edifício, o trio precisa sair pela cidade do Rio de Janeiro e investigar os principais suspeitos: quatro poderosos bruxos que estavam na festa. A aventura fica completa quando Tom, Mila e Capim, os detetives veteranos, chegam para ajudar no caso.

O elenco conta com Letícia Braga, Anderson Lima, Pedro Henriques Motta, Tamara Taxman, Ronaldo Reis, Letícia Pedro, Cauê Campos, Caio Manhente, Charles Myara, Suely Franco, Otávio Müller, Mariana Ximenes, Aílton Graça, Maria Clara Gueiros, George Sauma e mais.

André Pellenz dirige.

‘First They Killed My Father’, filme de Angelina Jolie, ganha novo vídeo

First They Killed My Father‘, o mais novo longa dirigido por Angelina Jolie ganhou um vídeo com as críticas positivas que o longa recebeu ao longo da semana de estreia.

A produção é baseada na autobiografia da ativista cambojana de direitos humanos e amiga de Jolie, Loung Ung.

O reinado de terror e genocídio do Khmer Vermelha no Camboja é apresentado sob a óptica de uma criança de cinco anos que foi arrancada de sua família em 1975.

Confira o trailer e cartaz:

‘Sense8’: Episódio Final ganha vídeo dos bastidores sobre alerta de spoilers

O episódio final de duas horas de ‘Sense8‘ ganhou um vídeo dos bastidores sobre alerta de spoilers.

Assista e confira fotos:

 

Depois de um cancelamento que devastou os fãs de ‘Sense8‘, a Netflix voltou atrás de encomendou um episódio final para dar um fim digno à história.

Netflix também confirmou que o tão aguardado episódio estreia em 08 de junho no serviço de streaming.

Oi? Conheça o título inusitado que ‘Deadpool 2’ recebeu na China

O Deadpool gosta de ser zueiro em todas as línguas, e agora também na China. ‘Deadpool 2‘ foi lançado por lá com um título pra lá de inusitado: ‘Deadpool 2: I Love My Family‘ (Eu amo minha família).

Aparentemente o título parece uma piada inocente, mas na verdade, é uma referência à uma série sitcom famosa na China que fez sucesso entre 1993 e 1994.

O título foi dado no país após a recente permissão das autoridades Chinesas para o filme finalmente estrear em suas salas de cinema, onde Ryan Reynolds já está promovendo o filme.

Deadpool‘ e ‘Deadpool 2‘ foram banidos da China, e não chegaram a ser exibido no país devido ao excesso de violência. O filme lançado por lá foi a versão ‘Era Uma Vez um Deadpool‘, para menores de idade e sem palavrões.

Acharam ‘Deadpool 2: I Love My Family‘ um bom título?

‘Deadpool 2’: Fãs encontram possível ligação do filme com ‘Vingadores 4’

‘Deadpool 2’: Roteiristas queriam cena pós-créditos com o ‘Quarteto Fantástico’ de 2015

Crítica | Deadpool 2 – Maior, Melhor e Muito Mais F*dão que o original 

‘Deadpool 2’ teve PESADA cena pós-créditos cortada por exigência da Fox; Veja a descrição!

 

Crítica | Predadores Assassinos é aterrorizante e vai fazer você se contorcer no cinema

Imagine ficar preso na assustadora tempestade de um furacão Categoria 5, enquanto tenta salvar seu pai da morte. Por si só, essa premissa já seria extremamente assustadora, mas ‘Predadores Assassinos‘ (Crawl) decide ir além e adiciona mais elementos de terror: jacarés gigantes sedentos por sangue.

Após o sucesso estrondoso de ‘Tubarão‘, filme-evento lançado por Steven Spielberg em 1975, as produções com animais assassinos ganharam seu lugar nos cinemas e arrecadaram milhares de dólares nas bilheterias, usando desde um cachorro endemoniado (‘Cujo‘), até piranhas e ‘Serpentes à Bordo‘. Sim, a imaginação fértil dos roteiristas hollywoodianos nos brindou com produções-B divertidas, assustadoras e extremamente piradas, como o sucesso da franquia trash ‘Sharknado‘.

Porém, o terror foi dando espaço para a comédia e as produções do subgênero se tornaram cada vez mais raras.

Com ‘Predadores Assassinos‘, o terror está de volta: tenso, angustiante, sangrento e sombrio, o filme consegue te prender na cadeira do começo até o fim à medida que acompanhamos a aterrorizante jornada da nossa protagonista.

A trama acompanha a jovem Haley (Kaya Scodelario), que não consegue contatar seu pai enquanto um enorme furacão está à caminho de sua cidade natal na Flórida. Preocupada, ela ignora as ordens das autoridades para deixar a cidade e vai em busca de seu pai desaparecido. Ao encontrá-lo gravemente ferido, os dois ficam presos na inundação. Porém, conforme o tempo passa, Haley e seu pai descobrem que o aumento do nível da água é o menor dos seus problemas.

O diretor Alexandre Aja prova que não é preciso muito para se fazer um ótimo filme: usando apenas dois personagens e uma trama aparentemente simples, ele cria um suspense angustiante e sufocante que prende a atenção do espectador durante cada um de seus 87 minutos. Com várias reviravoltas criativas e uma tensão crescente, o filme consegue aproveitar cada um dos momentos para surpreender o espectador.

Aja, que já comandou outras produções bem sucedidas como os remakes ‘Viagem Maldita‘ e ‘Piranha 3D‘, tem um talento nato para assustar e entreter ao mesmo tempo, fugindo dos clichês de gênero e trazendo inovação para uma fórmula desgastada, além de criar um ritmo frenético e momentos de tensão máxima.

Outro grande ponto positivo está na protagonista. A atriz britânica de ascendência brasileira Kaya Scodelario cria uma personagem forte e inteligente (algo incomum no gênero), entregando uma atuação ótima e extremamente convincente.

Produzido por Sam Raimi (‘Arraste-me Para o Inferno‘), ‘Predadores Assassinos‘ é um terror que cumpre com sucesso o que se propõe, usando um CGI de ponta auxiliado por efeitos práticos de primeira para assustar e aterrorizar. E, acredite, você vai se contorcer de nervoso na cadeira do cinema!

Diretor critica a Fox e revela quais eram seus planos para sequência de ‘X-Men: Primeira Classe’

Em entrevista ao ComingSoon, o diretor revelou seus planos originais para a sequência de ‘X-Men: Primeira Classe‘, fazendo duras críticas às escolhas da FOX.

“[Meu plano] era que o jovem Wolverine dos anos 70 continuasse com esses personagens, minha versão dos X-Men. Então, ele realmente poderia conhecer todos eles. E meu filme final [da trilogia] seria ‘Dias de um Futuro Esquecido’. Esse seria o meu terceiro filme onde você juntaria todos eles… porque o que é maior do que colocar [Ian] McKellen, Michael [Fassbender], [Patrick] Stewart e James [McAvoy] todos juntos? A FOX leu o roteiro e disse: ‘Nossa, isso é tão legal. Vamos fazer esse filme agora’. E eu respondi: ‘E o que vocês vão fazer depois disso? Enfiem em mim, não tem como seguir em frente depois disso’.

Ele continua, “Então, eles fizeram ‘Apocalipse’ e é tipo… se vocês os trocasse de posição, teria sido bem melhor. Hollywood não entende de ritmo. Os executivos estão a 100 km/h, olhando para o retrovisor sem entender o motivo de terem batido.”

Você acha que a sequência teria sido boa?

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Quando o primeiro ‘Mulher-Maravilha‘ foi lançado nos cinemas em 2017, logo se sobressaiu entre os outros filmes do Universo Cinematográfico da DC. Era uma produção mais intimista, que investia em seu roteiro ao invés de cenas de ação megalomaníacas e efeitos especiais caros e excessivos.

Aproveitando um roteiro mais “pé no chão”, a diretora Patty Jenkins acertou em cheio ao investir na história de origem da heroína e dar profundidade para cada um dos personagens em tela, criando uma empatia com o telespectador e mostrando uma jornada de redenção que várias vezes foi vista nos cinemas, mas que continua funcionando.

O resultado foi melhor que o esperado: uma bilheteria de ótimos US$ 821,8 milhões e 93% de aprovação dos críticos especializados no medidor do Rotten Tomatoes.

Três anos e alguns adiamentos infelizes depois, eis que chega aos cinemas a tão aguardada sequência. E podem comemorar: ‘Mulher-Maravilha 1984‘ é superior ao filme original, uma fábula sobre esperança e amor em um mundo que realmente precisa ouvir mensagens positivas.

A narrativa é ambientada em 1984, quando o planeta era muito mais inocente e colorido do que os dias atuais. Após perder seu grande amor, Diana virou uma arqueóloga que trabalha no museu Smithsonian. Nos seus momentos de folga, se divide entre uma vida solitária e salvar o mundo como a Mulher-Maravilha. Ela está desconectada de todos, sem nenhum amigo.

As coisas começam a mudar quando faz amizade com Barbara Minerva, uma mulher desengonçada e com baixa autoestima que vê em Diana tudo o que ela gostaria de ser. Quando um objeto poderoso surge no museu e cai nas mãos perigosas do trambiqueiro Max, Diana precisa salvar o mundo mais um vez de um perigo iminente que pode destruir toda uma civilização.

A diretora Patty Jenkins acerta ao desenvolver seus personagens em vez de apenas investir nas cenas de ação. Mas não se engane: o filme ainda tem cenas grandiosas de ação, inclusive duas cenas que são ainda maiores que a icônica ‘Terra de Ninguém’ da obra anterior. Mas durante seus respiros, o roteiro aposta em vilões complexos para que nos importemos com suas ações, sem deixá-los caricatos e superficiais.

O grande destaque está nas atuações de Kristen Wiig e Pedro Pascal, que interpretam Barbara Minerva e Maxwell Lord, respectivamente. Suas motivações são bastante claras e bem definidas, ambos sendo vilões humanizados, perigosos e que geram empatia e ódio nos espectadores na medida certa.

Gal Gadot continua brilhante no papel principal. O carisma da atriz é o que faz o filme funcionar e, dessa vez, ela está ainda mais à vontade e imponente, já que a história se aprofunda em sua origem e cria uma heroína multifacetada e realista, com seus acertos e erros. Sua química em tela com Chris Pine é invejável e se torna um dos pontos altos da produção.

Jenkins entrega um filme nos moldes dos anos 80, colorido e cheio de alma e coração. Arrisco a dizer que este é o meu filme preferido do DCEU, e extremamente superior ao primeiro filme. O terceiro ato é cheio de ritmo e possui uma bela mensagem que vai ecoar na audiência.

O único defeito reside nas cenas mais dramáticas, que exigem demais de Gadot e por vezes soam piegas e mal desenvolvidas, ainda que isso não afete o resultado final.

Mulher-Maravilha 1984‘ ainda arruma tempo para levantar questões bem atuais, necessárias e indispensáveis para um longa como esse, como o feminismo, colocando uma mulher dona de seu próprio arco dramático, e como as pessoas podem ser corrompidas pelo poder. É uma ode sobre esperança e amor, que mostra o quão prejudicial é a ambição exacerbada. Além disso, você deve tomar bastante cuidado com aquela sua amiga invejosa, pois você nunca pode imaginar se ela vai se tornar uma Mulher Leopardo.

E para aqueles que esperam fan service dos quadrinhos, fiquem tranquilos: com certeza vocês vão se deliciar.

‘Mulher-Maravilha 1984’ abre com 84% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Assista nossa crítica em VÍDEO:

‘The Last of Us’: Adaptação do game de sucesso ganha primeiras imagens do set

O ambicioso projeto The Last of Us, da HBO, teve suas primeiras imagens do set vazadas na internet.

A série está sendo rodada no Canadá.

Confira as fotos:


Pedro Pascal (‘The Mandalorian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) irão estrelar a produção como Joel e Ellie, respectivamente. O elenco ainda contará com Gabriel Luna, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett.

Kantemir Balagov será responsável pela direção do episódio piloto, com Jasmila Žbanić e Ali Abbasi também confirmados na direção de outros episódios.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Neil Druckmann.

Por enquanto, a produção ainda não possui previsão de lançamento.

‘Animais Fantásticos 3’ ganha comercial mostrando o amor de Dumbledore por Grindelwald

Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore, terceiro capítulo da saga mágica, ganhou um novo comercial – mostrando o amor de Dumbledore por Grindelwald. Lembrando que o filme chega aos cinemas brasileiros no dia 14 de abril.

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O professor Alvo Dumbledore (Jude Law) sabe que o poderoso mago das trevas Gellert Grindelwald (Mads Mikkelsen) está se movimentando para assumir o controle do mundo mágico. Incapaz de detê-lo sozinho, ele pede ao magizoologista Newt Scamander (Eddie Redmayne) para liderar uma intrépida equipe de bruxos, bruxas e um corajoso padeiro trouxa em uma missão perigosa, em que eles encontram velhos e novos animais fantásticos e entram em conflito com a crescente legião de seguidores de Grindelwald. Mas com tantas ameaças, quanto tempo poderá Dumbledore permanecer à margem do embate?

Em entrevista ao ColliderMads Mikkelsen, que foi escalado para viver a nova versão de Gellert Grindelwald, falou um pouco sobre as tentativas de replicar o que Johnny Depp havia construído com o antagonista nas investidas anteriores, dizendo que copiá-lo seria “criativamente estúpido”.

“Ninguém está interessado em tentar copiar alguma coisa, isso seria um suicídio criativo imediato, especialmente quando já foi feito de forma incrível antes. Então todos estão esperando que sigamos um caminho diferente. Dito isso, precisamos de uma ponte entre o que [Depp] fez e o que eu irei fazer, então essas pontes devemos encontrar juntos – o que implica um certo visual, certas atitudes em certas situações, mas deve ser feito de um modo único. Tudo o mais seria criativamente estúpido”.

O elenco também conta com Eddie RedmayneJude Law, Dan FoglerAlison SudolEzra MillerCallum TurnerJessica WilliamsRichard CoyleMaria Fernanda Cândido.

David Yates comanda o projeto a partir de um roteiro assinado por Steven Kloves e J.K. Rowling.

Coringa de Joaquin Phoenix está livre e correndo por Gotham City em fotos e vídeos de ‘Coringa 2’

Foram postados novas fotos e vídeos dos bastidores da sequência de ‘Coringa‘. ‘Joker – Folie a Deux‘ é estrelado por Joaquin Phoenix e Lady Gaga.

Nos vídeos e fotos, é possível conferir as gravações externas, que estão acontecendo no centro de Los Angeles, e mostram mais da ambientação da cidade de Gotham City dos anos 80.

O Palhaço do Crime de Phoenix corre pela cidade, acompanhado de alguns impostores.

Confira abaixo:

Além de Gaga e Phoenix, Brendan Gleeson e Catherine Keener também se juntam à dupla.

O enredo de ‘Joker: Folie a Deux‘ ainda é mantido em segredo, mas a teoria atual é que ele abordará a origem do romance entre o Coringa e a sua clássica parceira no crime, Arlequina, vivida por Gaga.

Com estreia marcada para 04 de outubro de 2024, o projeto está sendo descrito como um musical.

Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Gaga irá interpretar Arlequina.

Lançado em 2019, ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões.

‘Guerra Civil’: Sci-fi com Wagner Moura e Kirsten Dunst tem estreia ANTECIPADA e será o filme mais caro da A24

Guerra Civil‘, sci-fi distópico estrelado por Wagner Moura (‘Narcos’) e Kirsten Dunst (‘Ataque dos Cães’), teve sua estreia ADIANTADA nos cinemas norte-americanos.

Ao invés de 26 de abril, o filme agora chega aos cinemas dos EUA em 12 de abril.

O filme será o mais caro da história da A24 e custou US$ 50 milhões.

Até então, os filmes mais caro da produtora eram ‘Ex_Machina: Instinto Artificial‘ e ‘A Lenda do Cavaleiro Verde‘, ambos orçados em US$ 15 milhões.

Guerra Civil‘ é dirigido por Alex Garland, também responsável por ‘Ex_Machina‘.

Confira:

Em um futuro próximo nos EUA, a corrida à Casa Branca coloca em risco o futuro de todos.

O elenco ainda conta com Cailee Spaeny, Stephen McKinley Henderson Nick Offerman.

Chris Hemsworth deve viver o ‘Príncipe Encantado’ em live-action da Disney

Conhecido por seus trabalhos de sucesso em ‘Paddington’ e Wonka, o diretor Paul King está comandando um projeto da Disney focado no icônico Príncipe Encantado.

E, segundo o jornalista Jeff Sneider, a Disney já tem um astro em vista para viver o protagonista.

Chris Hemsworth é o preferido para viver o Príncipe Encantado.

Simon Farnaby e Jon Croker estão colaborando com King no roteiro.

O Príncipe Encantado é uma figura conhecida por suas aparições em clássicos da Disney, marcado principalmente por ser o interesse amoroso de princesas como Cinderela.

Por enquanto, o enredo ainda não foi revelado e, por esse motivo, não se sabe se o projeto contará a história de um novo príncipe ou se terá ligação com o par de alguma princesa específica da Disney.

Estando em ascensão na carreira, Paul King assume o projeto em um grande momento, após ter dirigido sucessos.

Seu trabalho mais recente foi Wonka, filme estrelado por Timothée Chalamet, que obteve grande sucesso nas bilheterias e uma ótima recepção da crítica.

Aa produção alcançou sólidos 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. Além disso, o longa também se tornou um sucesso nos cinemas, arrecadando US$ 625,4 milhões nas bilheterias mundiais e sendo um dos filmes mais assistidos da plataforma de streaming Max.

Além de Chalamet, o elenco conta com Hugh GrantKeegan Michael-KeyTom DavisSimon FarnabyKobna Holdbrook-SmithMathew BayntonJim CarterRich FulcherOlivia ColmanSally Hawkins e Rowan Atkinson.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Grabber volta do inferno no trailer final de ‘O Telefone Preto 2’; Assista e confira as críticas!

O Telefone Preto 2, sequência do épico de terror estrelado por Ethan Hawke, ganhou seu trailer final.

Além disso, o filme conquistou aprovação positiva no Rotten Tomatoes, com 85% de avaliação favorável pela crítica especializada, baseada em 20 análises.

Há quatro anos, Finn matou seu sequestrador e escapou, tornando-se o único sobrevivente de O Pegador. Mas o verdadeiro mal transcende a morte… e o telefone voltou a tocar. Enquanto Finn, agora com 17 anos, tenta lidar com a vida após o cativeiro, sua irmã Gwen começa a receber ligações em seus sonhos através do telefone preto — e a ter visões perturbadoras de três garotos sendo perseguidos em um acampamento de inverno.

Decidida a resolver o mistério e acabar com o tormento que aflige a ela e seu irmão, Gwen convence Finn a visitar o acampamento durante uma tempestade de inverno. Lá, ela descobre uma ligação devastadora entre O Pegador e a própria história de sua família. Juntos, Gwen e Finn terão que enfrentar um assassino que se tornou ainda mais poderoso após a morte — e mais ligado a eles do que jamais poderiam imaginar.

Assista ao trailer:

Para efeito de comparação, o primeiro filme alcançou 81% de aprovação, com base em 272 avaliações da crítica especializada.

De modo geral, os críticos apontam que a sequência se mostra digna do primeiro longa, mantendo o nível do filme original.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“As melhores coisas deste filme vêm de outros filmes, seja de trabalhos anteriores da equipe criativa ou de títulos icônicos de décadas passadas. Esses elementos são agradáveis, e é exatamente por isso que foram reciclados aqui”, disse Katie Rife do IndieWire.

“É um pouco longo demais e tem um trecho excessivamente expositivo para um filme que funciona melhor quando se apoia na lógica surreal dos pesadelos, mas essa obra estranha consegue explorar o medo de maneiras criativas e inesperadas”, disse Brian Tallerico do RogerEbert.

“Embora O Telefone Preto 2 justifique trazer essa franquia de volta à vida, é pouco provável que seja tão memorável quanto seu antecessor”, disse Sean Boelman do FandomWire.

“Uma visão marcante e uma interpretação única de clássicos do terror, combinadas com um elenco extraordinário, garantem que Black Phone 2 supere seu antecessor em praticamente todos os aspectos”, disse Meagan Navarro do Bloody Disgusting.

O Telefone Preto 2 é uma sequência à altura, ao mesmo tempo aterrorizante e extremamente emocional. Madeleine McGraw e Mason Thames entregam as melhores atuações de suas carreiras”, disse Tessa Smith do Mama’s Geeky.

O Telefone Preto 2 é um exemplo de como continuações podem ir além e conquistar apelo próprio, nos levando o mais perto possível de Freddy Krueger até que haja um novo A Hora do Pesadelo”, disse Matt Donato do IGN Movies.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de outubro.

Scott Derrickson (‘A Entidade’) retorna à direção.

O elenco conta com o retorno de Ethan Hawke, Mason Thames, Madeleine McGraw, Jeremy Davies e Miguel Mora, além de introduzir Demián BichirArianna Rivas e Anna Lore.

Crítica 2 | Ave, César!

UMA COTIDIANA DECLARAÇÃO DE AMOR AO CINEMA

 

O trailer de Ave, César! (Hail, Caesar!) engana; ele não é claro sobre o seu produto. É daqueles trailers que mais passam o clima do que o conteúdo da obra. Pessoalmente, prefiro assim. Temos uma degustação do filme, sem comprometer o prazer da primeira prova na sala de sessão. O trailer dá um grande destaque para o personagem de George Clooney. Porém, seu Baird Whitlock é apenas um dos muitos coadjuvantes do protagonista Eddie Mannix, interpretação por Josh Brolin.

Boa parte do filme é um passeio pelos bastidores da Hollywood da década de 1950, pelos olhos do executivo Eddie Mannix, sujeito austero, encarregado de resolver os pequenos, e grandes, problemas do estúdio Capitol e suas estrelas. É pelos olhos dele que observamos essa reinvenção da era de ouro do cinema.

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Por focar em várias figuras do estúdio, o filme pode soar um tanto frouxo para o público que, por causa do trailer, enxergue o personagem de Clooney como protagonista. Bom, de fato, é o principal problema dentre os muitos causos resolvidos por Mannix. Essa estrutura de muitas subtramas também ajuda para que parte do público demore a embarcar no filme. Por outro lado, isto permite aos irmãos diretores Joel e Ethan Coen reimaginarem a magia e o fascínio de Hollywood de 1950.

O épico bíblico, os números musicais, o faroeste e o melodrama. Todos os gêneros cabem; são releituras que transportam o público para os anos 1950. Os irmãos Coen conseguem transportar o público para o aquela época enquanto exibem os filmes dentro do filme. Dois aspectos técnicos valem nota: a exibição dos filmes não ocupa toda a tela do nossa sala de exibição. Eles fazem um sobre enquadramento, permitindo que o público perceba as diferenças entre as diversas razões de aspecto das telas. Também chama atenção a fotografia; com suas variações, ela divide a realidade, amarelada e uniforme – ainda que muito louca –, da encenação, com cores variadas e vibrantes. Cada vez que a câmera desliga, o galã se revela um ator limitado, embora carismático, a grande atriz, “bela, recatada e do lar”, aparece em “menos bela, pouco recatada e do bar”, e o grande astro, na verdade, é canastrão.

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Nem todas as subtramas são bem trabalhadas. O plot envolvendo a persoagem de Scarlett Johansson é superficial e pouco desenvolvido. Já o ator-cowboy Hobie Doyle (Alden Ehrenreich) é um personagem cujo carisma vai conquistando o público a cada cena, passando de um sujeito bronco para um ator doce e sagaz. Em certo momento, Hobie Doyle consegue compreende melhor o sistema dos estúdios do que a grande estrela Whitlock.

Ave, César! também é uma declaração de amor ao cinema! Vou precisar revelar detalhes do enredo, spoilers após a imagem.

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Whitlock é sequestrado por um grupo de roteiristas, que querem o dinheiro do resgate como forma de compensar a baixa remuneração pelos seus roteiros (ainda bem que os roteiristas da vida real fazem greve…). Eles também são comunistas, e revelam para Whitlock suas estratégias para introduzir nos roteiros pílulas esquerdosas com a finalidade de mudar o mundo. O humor crítico dos irmãos Coen ataca tanto os delírios dos comunistas, quanto os exageros do Macartismo (vejam a gag visual do submarino).

Em uma conversa com Mannix, após o seu resgate, Whitlock canta a grandeza da teoria marxista e critica o dono do estúdio. É quando Mannix dá uns tapas em Whitlock e manda que ele faça o que sabe, atuar. Pouco depois, veremos o único momento que a atuação de Clooney deixa de caracterizar seu personagem como um ator canastrão e o faz proferir um belo discurso. Depois disso, vemos Mannix decidindo continuar a trabalhar no estúdio, por ser o que realmente gosta de fazer. A última imagem é uma panorâmica que mostra o estúdio Capital como um templo da sétima arte.

ave, césar!

 

Neste ato final, Joel e Ethan Coen fazem uma declaração de amor ao cinema e de independência do artista. Os irmãos Coen criticam a postura de quem, como os roteiristas-comunistas, decidem submeter a arte a um critério que não seja o estético. E com a decisão de Mannix de continuar no estúdio, eles declaram sua devoção ao cinema.

Ave, César! é o canto de devoção de Joel e Ethan Coen; a arte como religião do artista, espaço no qual a expressão sujeita-se apenas à estética.

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Crítica | ‘La Dolce Villa’ – Comédia romântica da NETFLIX entrega mensagens positivas no acomodado dos clichês

Com o simples objetivo de combater o despovoamento de regiões do interior, a Itália – e também alguns outros países europeus – lança oportunidades com a aquisição de propriedades abandonadas ao preço simbólico de um euro. Isso é um fato real que acaba se tornando o pilar da nova comédia romântica da Netflix La Dolce Villa.

Explorando um esqueleto de roteiro que parece com tantos outros que vemos por aí – fato esse que incomoda em alguns momentos pelo excesso de clichês – o projeto dirigido por Mark Waters é uma obra que apresenta sem profundidade conflitos na relação entre pais e filhos, oportunidades para estrangeiros em outros países mas apostas suas fichas na camada principal: um foco num romance de conto de fadas na meia idade. Nessa mistura, algumas lições podem até virar reflexões.

O viúvo e consultor gastronômico norte-americano Eric (Scott Foley), em um impulso de pai preocupado, viaja as pressas para uma pequena cidade italiana com o desejo de convencer a filha Olívia (Maia Reficco) para abandonar a ideia de comprar uma propriedade no lugar. Chegando no local, começa a mudar de pensamento quando percebe oportunidades, e também quando se sente atraído pela prefeita da região, Francesca (Violante Plácido).

Ampliando os horizontes com imagens de um local lindo, a comuna San Gregorio da Sassola (onde foi todo rodado o longa-metragem), a história se desenvolve apresentando conclusões simplistas em torno de esteriótipos culturais. A fragilidade do roteiro para falar de política e outros assuntos parece confirmar as peças pré encaixadas que acabam produzindo uma enorme obviedade dentro dos arcos dramáticos dos personagens principais.

Do amor ao descompromisso no se reinventar, a história segue buscando entregar mensagens positivas no conforto do simplório, acomodado nos clichês mais batidos de muitas outras leituras sobre o transformar o olhar para a vida.

Os 10 Melhores Filmes Originais da Netflix

O CinePOP resolveu listar para você os melhores filmes originais produzidos pela Netflix. E para tudo ficar mais democrático, como sempre, a pesquisa foi feita em cima da opinião do grande público – o que pode incluir críticos, cinéfilos, profissionais da indústria, especialistas, entusiastas e o espectador comum.

Antes de começarmos a lista, vale dizer que nem todos os filmes elogiados por gregos e troianos encontraram lugar na lista, então aqui vão algumas menções honrosas de filmes que são adorados: Aniquilação (2018), 22 de julho (2018), Já Não Me Sinto em Casa Nesse Mundo (2017), Estrada Sem Lei (2019), The Dirt – Confissões do Mötley Crüe (2019), Primeiro Mataram Meu Pai (2017), Crônicas de Natal (2018) e Para Todos os Garotos que Já Amei (2018).

Ps. Vale lembrar também que nesta lista não trataremos de nenhum documentário, apenas filmes de ficção. Estamos pensando em fazer uma lista só para os documentários em breve.

Sem mais delongas, vem conhecer.

10 | Jadotville  (2016)

Estrelado por Jamie Dornan, o Sr. Grey da franquia 50 Tons de Cinza, este longa ação é baseado no livro de Declan Power. Recontando uma história real, este drama biográfico de guerra narra a trajetória do Comandante irlandês Pat Quinlan (Dornan) que liderou sua tropa fazendo cerco à invasão de mercenários franceses e belgas no Congo na década de 1960. No elenco, nomes como Emmanuelle Seigner, Guillaume Canet e Mark Strong.

09 | Amizades Improváveis (2016)

Mais acostumado a papeis em comédias, e recentemente tendo adentrado o universo de super-heróis da Marvel como o Homem-Formiga (2015 e 2018), Paul Rudd apostou num drama em sua primeira colaboração com a Netflix. Tudo bem que o longa, igualmente baseado num livro, tem doses de humor – muitas vezes incorreto. Aqui, Rudd vive um sujeito participando de um projeto social como cuidador de jovens deficientes para superar um trauma de família. Ele parte em uma viagem pelo país com um rapaz preso a uma cadeira de rodas (papel de Craig Roberts). No caminho, encontram a “rebelde” personagem de Selena Gomez.

08 | Okja (2017)

Em cartaz com o sucesso absoluto Parasita, enaltecido como um dos melhores filmes deste ano, o talentoso cineasta sul coreano Bong Joon-ho marca presença na lista dos melhores filmes originais da Netflix. A pareceria do colosso do audiovisual com a mente criativa do diretor se deu neste projeto de cunho ecológico. Escrita pelo próprio Joon-ho, a história apresenta uma empresa criando um novo animal em laboratório – uma espécie de vaca misturada com hipopótamo. O propósito do animal é uma comida mais saudável, mas para o teste, diversos fazendeiros devem criar um bicho para ver qual irá se mostrar mais apto à produção em massa. No entanto, a netinha de um destes fazendeiros acaba se afeiçoando a uma das criaturas, a quem ela nomeia Okja.

Crítica | Okja – produção Netflix de prestígio, saída de Cannes, estreia na plataforma

07 | A Balada de Buster Scruggs (2018)

Este projeto dos renomados irmãos Coen inicialmente nasceria como uma série, dividida em episódios. Se formos parar para pensar, a ideia não foi muito modificada, já que se transformou num filme episódico, sem ligação entre suas histórias, contando seis subtramas como uma verdadeira antologia. Com todas as suas tramas passadas no velho oeste, o longa varia os gêneros de seus trechos, desde a comédia/ musical (a melhor delas), passando por drama, suspense e até histórias existencialistas. Surpreendendo a todos, o filme dos Coen foi indicado a três Oscar: figurino, canção e roteiro adaptado.

Crítica | A Balada de Buster Scruggs – Relatos Selvagens do Velho Oeste

06 | Meu Nome é Dolemite (2019)

O mais recente sucesso da Netflix também encontra lugar na lista. Meu Nome é Dolemite é um drama biográfico, dono de muito bom humor, que funciona como uma mistura de Ed Wood (1994) e Artista do Desastre (2017), mas voltado ao universo do cinema blaxploitation da década de 1970. O longa também celebra os retornos à boa forma de Eddie Murphy e Wesley Snipes, cotados a prêmios na próxima temporada.

Crítica TIFF | Meu Nome é Dolemite – A redenção de Eddie Murphy

05 | O Rei (2019)

E se Dolemite foi lançado na plataforma há pouco tempo, este drama medieval épico estreou há menos tempo ainda. Novo trabalho dos parceiros David Michôd e Joel Edgerton no roteiro, depois de The Rover – A Caçada (2014). Este é o segundo longa que Michôd dirige para a Netflix depois de War Machine (2017), estrelado por Brad Pitt. Aqui, temos recontada a história de Henrique V, e sua ascensão ao trono da Inglaterra. O personagem histórico é vivido pelo jovem Timothée Chalamet, e o elenco conta ainda com Robert Pattinson.

Crítica | ‘O Rei’ é um épico de guerra que funciona melhor como drama histórico

04 | El Camino: A Breaking Bad Film (2019)

A série Breaking Bad (2008-2013) indiscutivelmente é um dos maiores sucessos televisivos dos últimos anos, ou quem sabe de todos os tempos. Seu criador, Vince Gilligan, soube capitalizar em cima do sucesso e tratou de gerar um derivado, Better Call Saul, que mesmo bem diferente do material original, também se tornou sucesso. Agora, o próprio Gilligan escreve, produz e dirige o primeiro longa do universo de Breaking Bad – focando no personagem de Aaron Paul, Jesse Pinkman. O filme continua a trajetória do sujeito e igualmente conquistou tantos elogios que chega em quarta posição de nossa lista.

Crítica Netflix | El Camino: A redenção de Jesse Pinkman em um filme que honra sua jornada

03 | O Menino que Descobriu o Vento (2019)

Esta história de que a Netflix só fazer filmes ruins já caiu por terra há tempos, é só dar uma olhada em quantos longas de excelência a casa lançou só este ano – na lista este já é o quarto. Baseado numa história real e no livro que serviu como as memórias do protagonista, chega este drama que chamou muita atenção no início do ano por seu teor emotivo. A obra marca a estreia na direção do ator indicado ao Oscar Chiwetel Ejiofor (12 Anos de Escravidão), que também adapta o roteiro e estrela a produção. Na trama, um menino desenvolve um gerador de vento para salvar sua família e sua aldeia de fome e sede, em Malawi, África.

Crítica | O Menino que Descobriu o Vento – Drama africano possui mensagem fortíssima

02 | Beasts of No Nation (2015)

A primeira produção original da Netflix mostrou que o colosso não estava para brincadeira. Logo de casa a empresa emplacou um golaço com este drama cru baseado num livro sobre as experiências de um garoto transformado em soldado da guerra civil de um país africano não nomeado. O longa traz um desempenho impactante de Idris Elba na pele do guerrilheiro aliciador de crianças para seu exército. Na época, a Netflix fez uma forte campanha para a entrada do longa no Oscar, mas a Academia então vetou a participação da obra. Alguns anos depois e as portas foram abertas para a empresa, que já conseguiu emplacar algumas de suas produções na maior festa do cinema mundial.

01 | Roma (2018)

No topo do pódio como a melhor produção original está Roma, drama de Alfonso Cuarón, indicado para 10 prêmios no Oscar deste ano, incluindo melhor filme, atriz, atriz coadjuvante e roteiro, e vencedor de três: fotografia, filme estrangeiro e diretor. Só por este currículo, podemos ver que sua liderança é justificada. Pelo menos cacife a obra possui. Escrito pelo próprio Cuarón, sobre suas experiências na infância, o longa foi todo produzido em preto e branco, e faz uso de técnicas de filmagens riquíssimas, como somente um mestre do porte do diretor mexicano pode entregar. A trama narra a trajetória de uma jovem mexicana que trabalha como empregada doméstica de uma família, ao mesmo tempo precisando lidar com seus problemas pessoais, como uma gravidez indesejada.

Crítica | Roma: Alfonso Cuarón faz carta de amor à sua babá no melhor filme de 2018

FLOPOU! ‘Gremlins 2’, ‘Dick Tracy’, ‘Rocky V’, ‘A História Sem Fim 2’ e os Grandes FRACASSOS do Cinema que Completam 35 Anos

O revisionismo artístico é um conceito bem interessante. E quando pensamos em cinema, é um exercício saudável e necessário. Afinal, o mundo está o tempo todo em constante mudança, principalmente no que diz respeito a conceitos sociais. O que era regra antes, hoje pode ser a exceção. Mas nada de cancelamentos. O lance é utilizar este estudo antropológico como aprendizado.

A cultura evoluiu muito ao longo dos séculos, e não existe melhor cápsula do tempo do que o cinema. O racismo, o preconceito e o machismo inerentes do passado são só alguns dos tópicos que podem ser encontrados em diversas produções, sem que precisemos voltar muito no passado. Tais elementos que descem extremamente “quadrados” hoje, são razões mais que justificáveis para a impopularidade de uma obra quando a visitamos atualmente. Mas existe também o efeito contrário, de filmes que passaram em branco em seu lançamento, e terminam ganhando status de cult a cada nova geração, terminando considerados à frente de seu tempo.

E aqui no CinePOP somos totalmente a favor de segundas, terceiras e até quartas chances para produções cinematográficas incompreendidas em seu tempo. No entanto, na coluna dos Grandes Flops apresentamos somente os fatos (que não podem ser mudados ou apagados) sobre o custo x bilheteria e opinião crítica de tais longas.

A ideia é celebrar estes fiascos em sua totalidade, visando uma nova oportunidade a estas produções – que nem todos podem conhecer. Desta forma, vem com a gente lembrar destas obras ambiciosas, cujo resultado, ao menos na época, deixou a desejar.

Estes são os Grandes Flops do Cinema que Completam 35 Anos em 2025.

Gremlins 2

Falando em continuações cujo resultado ficou bem aquém do original e do esperado em si, aqui temos a sequência de outra fantasia juvenil saída diretamente de 1984. Esta, com leves toques de terror. Gremlins, com produção de Steven Speilberg, roteiro de Chris Columbus (Esqueceram de Mim) e direção de Joe Dante (Meus Vizinhos São um Terror), entraria para a história como um dos filmes mais queridos e famosos dos anos 1980. Outra vez a Warner demorava para arquitetar a continuação, talvez esperando o roteiro certo. Com o mesmo time na frente e atrás das câmeras, Gremlins 2 sairia seis anos depois, abrindo a década de 1990.

A verdade é que alguns filmes, por mais queridos que sejam, terminam de uma forma que se torna um verdadeiro quebra-cabeça para os roteiristas bolarem uma continuação. Isso mostra que no passado, um longa tinha começo, meio e fim, sem a preocupação de planejar com antecedência uma segunda parte. Por mais louvável que fosse, o fato igualmente terminava colocando os envolvidos, muitas vezes, num beco sem saída, a fim de não deixar transparecer que a opção de continuar uma história era meramente financeira – o que em muitos casos é a mais pura verdade. E Gremlins foi um destes casos onde o “The End” significou o fim mesmo.

Ou será? Já que, um tempinho depois, tiraram da cartola um retorno para o fofucho Gizmo e seus irmãozinhos endiabrados que se transformam em monstrinhos escamosos. A opção para esta sequência foi mover a trama para Nova York, mas como filmar lá é caro, a ação se desenrola toda dentro de um prédio altamente hi-tech. Com um orçamento inflado de US$50 milhões, Gremlins 2 não conseguiu sequer se pagar, arrecadando US$41 milhões. O que colocou um ponto final na cultuada franquia. Desde então boatos sobre um terceiro filme circulam e agora podem estar de fato ganhando vida. Gremlins e Goonies são dois dos filmes que os fãs dos anos 1980 mais querem ver continuações atuais.

 

A História Sem Fim 2

Por mais difícil que seja acreditar, a continuação da querida fantasia alemã foi um fracasso. E sim, eu disse alemã – por mais que seja falada em inglês e tenha atores americanos, o primeiro A História Sem Fim (1984) é uma produção da Alemanha, país de onde saiu o roteirista e diretor do longa Wolfgang Petersen. Mas a verdade é que apenas o filme original é visto e guardado com carinho pelos fãs. E bem que deveriam mesmo, já que é um marco para o cinema de fantasia infantil – reverenciado ainda hoje, como na série Stranger Things, da Netflix. O longa original, com um orçamento de US$27 milhões, arrecadou US$100 milhões mundialmente, se tornando um fenômeno para a época.

Querendo capitalizar no sucesso, mas esperando consideráveis seis anos para tirar a ideia do papel, a Warner (que já havia coproduzido o primeiro e o distribuído na América) confeccionou uma sequência, lançada há exatos 35 anos. Um dos detalhes mais notados pelos fãs foi a mudança do elenco principal, em especial do menino protagonista Bastian e o aventureiro mirim Atreyu – ambos reescalados. Curiosamente, com a saída de Petersen do projeto, outro diretor renomado pegaria a vaga: ninguém menos que o australiano George Miller – então com a trilogia Mad Max e As Bruxas de Eastwick já no currículo.

Quase uma refilmagem do original, a continuação custou ainda mais caro para o estúdio, com um orçamento de US$36 milhões. A arrecadação, no entanto, se mostraria insatisfatória com o retorno de apenas US$17 milhões nos EUA. Devido ao sucesso de sua mitologia e sua carreira internacional, a franquia seguiu para um terceira parte (1994), novamente trocando os atores, uma série em animação (1995) e uma série em live-action (2001).

O Predador 2

Mais uma segunda parte estreava nos cinemas há trinta e quatro anos. E não será a última da lista. 1990 foi um dos anos com mais continuações na história do cinema, e você achando que era coisa de agora. O Predador (1987), veículo de ação para Arnold Schwarzenegger, embora detonado pela crítica, ganhou ares de cult e fez uma bilheteria decente – com um orçamento de US$15 milhões, recuperando para FOX US$98 milhões mundiais. A premissa era simples: quem enfrentará agora o musculoso protagonista, que já havia descartado tudo quanto era inimigo em seus filmes que exalavam testosterona? E foi assim que algum roteirista teve a ideia de coloca-lo para se digladiar com uma criatura vinda de outro planeta.

Nos anos 1980, filmes com criaturas faziam muito sucesso, com técnicos em efeitos e maquiadores se esbaldando em concretizar alguns personagens que se tornariam icônicos, entrando para sempre no imaginário popular dos fãs e para a história do cinema. Assim, o alienígena humanoide com cara de crustáceo era uma figura interessante demais em seu design para simplesmente desaparecer após um único filme. Ainda mais quando esse filme se mostrou um sucesso. Três anos depois, os executivos da FOX finalmente o tiravam da gaveta para mais uma caçada na Terra.

Porém, se deparavam com o primeiro grande empasse. Schwarzenegger tinha peixes maiores para fritar (como O Exterminador do Futuro 2) e se recusou a voltar. A solução foi mover a ação para uma selva diferente (a Los Angeles do “futuro” de 1997) e escalar Danny Glover (saído do sucesso de dois Máquina Mortífera) para viver o durão e escaldado detetive Harrigan. Embora não tenha o apelo do primeiro, O Predador 2: A Caçada Continua tem seus atrativos e pode ser considerada uma obra subestimada.

Com um orçamento três vezes maior que o original, o filme não se pagou nos EUA, arrecadando apenas US$30 milhões. A salvação do longa foi o mercado internacional, onde juntou outros US$30 milhões, mesmo assim ficando abaixo do esperado. Ah sim, se tornando também uma franquia da qual ninguém sabe o que fazer, já que ao menos outras três investidas – Alien vs. Predador (2004), Predadores (2010) e O Predador (2018) – deram com os burros n’água.

 

Rocky V

Calma, por aqui também amamos a franquia Rocky. Mas mesmo dentre os fãs e aficionados, o quinto episódio é considerado o mais problemático e deslocado. De fato, até o próprio criador da franquia Sylvester Stallone confessa o erro que foi este Rocky V. O gosto amargo do filme deixou o ator inquieto por dezesseis anos, até tirar da cartola Rocky Balboa (2006) – simplesmente para poder ter um “encerramento” adequado para a franquia. A tentativa de voltar às origens aqui se mostrou um tiro no pé, com Rocky de volta ao seu velho bairro depois de ter perdido tudo. Mas o pior é a trama em si.

No quinto filme, Rocky não sobe aos ringues (coisa que poderia muito bem fazer, já que voltaria para lutar com tudo dezesseis anos depois)! A opção por uma “história mais humana”, mostra o protagonista treinando um novo talento promissor, a quem acolhe como um pupilo, enquanto renega o próprio filho e seus problemas. No entanto, seu lutador protegido irá se mostrar fraco de caráter, o traindo. O clímax ocorre com os dois saindo no braço no meio da rua, numa briga sem regras.

O fato faz de Rocky V o ponto fora da curva da franquia. Fracasso de crítica, o longa sequer se pagou em território norte-americano, custando US$42 milhões e arrecadando US$40 milhões. Graças ao mercado internacional, Rocky V conseguiu escapar por completo do desastre, retornando uma boa bilheteria mundial. Mas se levarmos em conta o desempenho do antecessor Rocky IV, que se tornou a segunda maior bilheteria de cinco anos antes, com absurdos US$300 milhões mundiais, e US$130 milhões só nos EUA, fica ainda mais evidente o mau desempenho deste sucessor.

 

A Fogueira das Vaidades

Começamos a lista com o que é provavelmente o maior fracasso do cinema de 35 anos atrás. E não apenas isso, A Fogueira das Vaidades pode ser considerado um dos maiores fracassos dos anos 1990, e quem sabe da história do cinema. Além disso se tornou uma verdadeira aula de como NÃO adaptar um livro de tremendo sucesso ao cinema. Baseado no best-seller de Tom Wolfe, o filme logo se tornou um baita investimento da Warner, que almejava levar para as telonas em grande estilo a história sobre um magnata e sua amante que atropelam um sem-teto e fogem sem prestar socorro, vendo sua vida de alta classe social ser virada do avesso graças a investigação de jornalista alcoólatra desacreditado.

Dá para ver por esta premissa que um suculento tema sobre luta de classes pode ser espremido daí – algo que não é novidade em Hollywood. A narrativa da obra literária, apesar do assunto trágico e sério, é levado na base da acidez e ironia, acrescentando muitas camadas ao texto. Para a empreitada, o estúdio tirou de seus cofres US$50 milhões para o orçamento e contratou para o comando o veterano prestigiado Brian De Palma – recém saído dos sucessos de Os Intocáveis e Pecados de Guerra, aderindo assim à sua primeira comédia.

Na frente das telas, um verdadeiro time de peso: Tom Hanks, Melanie Griffith e Bruce Willis dividindo as telas pela primeira vez. Além de uma ponta de Morgan Freeman. Uma das maiores críticas que o filme recebeu foi sobre a escalação equivocada de Willis para o papel do jornalista, e seu trabalho ligado no automático. Conclusão: o alto investimento viu o retorno de apenas minguados US$15 milhões em bilheteria, além de um verdadeiro massacre por parte da crítica.  

Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus

Por mais que A História Sem Fim e Gremlins tenham demorado a gerar continuações, nada se compara a esta animação da Disney – que criou uma lacuna geracional entre seus fãs. Afinal, qual criança ou adolescente em 1990 lembraria do sucesso Bernardo e Bianca, lançado em… 1977? A dupla que dá nome ao título são dois camundongos parte de uma agência de investigação e resgate, cuja última missão é encontrar uma garotinha sequestrada por caçadores. O filme, que teve US$7.5 milhões de orçamento, arrecadou US$71.2 milhões em bilheteria, algo muito impressionante.

Apesar do sucesso, na época a Disney não era essa máquina de gerar franquias e continuações que é hoje, acreditando muito mais em histórias originais. Pula para 1990, uma época que, como dito, viu uma enxurrada de continuações ser lançadas. Seguindo de perto a tendência, o estúdio do Mickey resolveu dançar conforme a música e orquestrar o retorno de dois outros ratinhos famosos de seu acervo. O problema? Talvez tenham esperado demais, já que a volta de Bernardo e Bianca demorou nada menos que treze anos. Desta vez, a ideia foi leva-los para a Austrália, onde um caso envolvendo um menino desparecido e uma rara águia dourada na mira de caçadores os aguardava. Com um orçamento de US$30 milhões, a animação sequer se pagou, rendendo em bilheteria US$27 milhões. O fato fez do filme uma das produções animadas da Disney mais obscuras de seu acervo.

 

Duck Tales – O Filme

Quem ouve falar da Disney hoje, uma mega corporação dona de propriedades como a Fox, a saga Star Wars, a Pixar e a Marvel, só pensa em monopólio e em domínio mundial. A geração atual pode até achar que a entidade multibilionária é perfeita e sem defeitos. Mas estes mesmos não imaginam o perrengue que o estúdio já passou, e para isso nem precisamos voltar muito no tempo, 35 anos no passado já está bom. No mesmo ano do fiasco Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus, a Disney lançava outra produção animada que visava cair no gosto dos pequenos, se tornando o novo fenômeno popular, mas tudo que viu foi despesas e dor de cabeça – já que as crianças da época só queriam saber de Batman e das Tartarugas Ninja: então dois sucessos recentes.

Aqui, falamos de Duck Tales – O Filme, adaptação para as telonas de um famoso desenho animado da casa. Duck Tales: Os Caçadores de Aventuras deu protagonismo nas telinhas pela primeira vez para o avarento Tio Patinhas, o tio ricaço, mas pão duro, do Pato Donald, e seus três sobrinhos: Huguinho, Zezinho e Luizinho (Hewey, Dewey e Louie). O seriado foi uma febre, e durou de 1987 a 1990 – terminando bem na época do lançamento de sua primeira versão em longa-metragem. No cinema, com ares de Indiana Jones, no entanto, ninguém quis pagar para ver os personagens. Apesar das críticas na maioria positivas, a animação não fez o barulho esperado pelo estúdio e mesmo com uma bilheteria de US$18 milhões, gerou um prejuízo de US$2 milhões para a Disney. Mas nem tudo está perdido, já que uma nova série animada com os personagens de Duck Tales foi lançada em 2017, e ainda está no ar. A Árvore da Maldição

O Exorcista (1973) é considerado por muitos um dos melhores filmes de terror da história do cinema, constantemente citado em listas de especialistas. O sucesso foi tanto que, além de indicações ao Oscar (inclusive de melhor filme, sabia desta?), a produção gerou quatro continuações (com o quarto filme sendo dividido em duas obras de diretores diferentes) e uma série de TV de sucesso. Ou seja, é prestígio para ninguém botar defeito.

Grande parte do sucesso de O Exorcista se deve ao seu diretor, William Friedkin – que igualmente foi indicado ao Oscar na categoria de direção pelo longa. Sendo assim, era somente natural que o retorno do cineasta ao gênero que o consagrou fosse extremamente aguardado. E ele ocorreria 17 anos após ter comandado O Exorcista, com este A Árvore da Maldição. Igualmente baseado num livro, desta vez escrito por Dan Greenburg, a obra fala sobre ocultismo, magia negra, sacrifícios e deuses druidas da natureza.

Na trama, um casal jovem pais de um bebê contratam uma babá para cuidar de sua pequena cria recém-nascida, somente para descobrir que a mulher faz parte de uma sociedade secreta, no melhor estilo A Profecia (1976), que planeja sacrificar a criança para uma árvore-demônio. Detonado pelos críticos, o longa, que teve bastidores problemáticos, subitamente se tornou um “filme maldito” na carreira de Friedkin e dos envolvidos, sobre o qual o cineasta se recusa a falar. Tanto que o diretor utilizou o infame pseudônimo de Alan Von Smithee em uma versão do filme editado para a TV a cabo (e pensar que Sam Raimi, o diretor originalmente vinculado ao projeto, se livrou de uma boa). Embora o orçamento do longa não seja divulgado pela Universal, o filme foi considerado um fracasso financeiro, arrecadando US$17 milhões.

 

Air America – Loucos Pelo Perigo

Com franquias como Mad Max e Máquina Mortífera em seu currículo, a carreira de Mel Gibson ia de vento em popa. Justamente no período, o ator australiano era alçado ao status de astro de Hollywood, com cada projeto tocado por ele se transformando em ouro imediato. Por outro lado, seu colega mais jovem Robert Downey Jr saía de uma leva de produções adolescentes, onde ele acumulou muito reconhecimento, e agora estava pronto para alçar voos mais altos (com o perdão do trocadilho). A união da dupla era por si só um evento, já que eram dois dos atores mais quentes da época, vindos de gerações diferentes.

E o projeto escolhido para protagonizar juntos foi a adaptação do livro de Christopher Robbins sobre audaciosos pilotos de helicóptero realizando entregas durante a Guerra do Vietnã. A produção ficou a cargo da extinta Carolco, com distribuição da Columbia / Sony. Mesmo com a diversão de termos Gibson e Downey Jr em cena, o filme rendeu abaixo do esperado para o estúdio – já que o público, a este ponto, talvez estivesse cansado de obras sobre o tema (a Guerra do Vietnã havia sido abordada consecutivamente em sucessos como Platoon, Nascido para Matar, Pecados de Guerra e Nascido em 4 de Julho, por exemplo, há pouco tempo). Com um orçamento de US$35 milhões, Air America rendeu US$31 milhões, e mais US$2 milhões internacionalmente, ainda assim sequer se pagando.

Graffiti Bridge

Voltando ao tópico das continuações, não são apenas os filmes de ação, fantasia, terror e animação que geram sequências, dramas musicais igualmente podem render uma franquia. Ou ao menos tentar. O mais curioso de algumas segundas partes de obras não é o fato de serem inferiores aos seus originais, ou sequer não atingir o resultado esperado, mas sim cair tão profundamente na obscuridade, que nem ao menos tomamos conhecimento que tais longas existem. Afinal, você já tinha ouvido falar na continuação de O Mágico de OZ, criada pela própria Disney, ou do cult máximo do cinema noir detetivesco Chinatown? Pois bem, mas saibam que elas existem, basta procurar na internet.

Exatamente no mesmo quesito podemos encontrar a continuação de Purple Rain, coincidentemente lançado seis anos antes de sua sequência – deu pra sentir uma temática aqui, certo? Mas antes, vamos responder à pergunta dos mais novos, que neste momento devem estar comentando: “que diabos é Purple Rain”? Bem, alguns podem até se lembrar da canção de mesmo nome do artista multifacetado e saudoso Prince. Pois a música foi criada pelo cantor para ser o carro-chefe de uma produção cinematográfica de mesmo nome, que fez grande sucesso e vendeu muitos discos de sua trilha sonora. No filme, Prince conta meio que a história de sua vida, como um aspirante a músico vindo de um lar abusivo, que precisa enfrentar o pai, e os desafios para se tornar um astro do rock. Com um orçamento de US$7 milhões, o musical dramático rendeu dez vezes mais, retornando aos cofres da Warner US$70 milhões.

Se deixando dominar por puro ego, como lhe era familiar segundo relatos, Prince não apenas protagoniza, como assina o roteiro e a direção desta dita “sequência não oficial”. Apesar de tal definição, o músico retorna na pele do personagem The Kid, desta vez um pouco mais velho e bem sucedido, dono de um clube noturno – que continua precisando lidar com problemas relacionados ao submundo do crime em sua cidade. Novamente lançado pela Warner, e contando com um disco de mesmo nome ligado ao projeto (que igualmente fez menos sucesso do que o anterior), Graffiti Bridge, o projeto de vaidade de Prince, fez uso de um orçamento mais reduzido em relação ao original, com US$2.4 milhões gastos. Porém, viu retornar igualmente menos dinheiro, apenas conseguindo se pagar com uma bilheteria de US$4.5 milhões – bem abaixo do que era esperado. Quem sabe foi a falta de sua musa Apollonia que lhe trouxe azar?

Bônus: Dick Tracy

Tudo bem, esta adaptação dos famosos quadrinhos de Chester Gould capitaneada por Warrern Beatty (que produziu, dirigiu e estrelou o filme) está anos luz dos fracassos discorridos acima. Mas a verdade é que com o investimento que Dick Tracy recebeu, esperava-se que seu desempenho com o público fosse bem melhor. Com quase US$50 milhões em seu orçamento, a Disney viu o retorno do dobro nas bilheterias norte-americanas, e mais US$62 milhões internacionalmente, totalizando US$162 milhões.

É preciso lembrar que Dick Tracy foi levado às telonas para ser a resposta da Disney para Batman, da Warner, lançado no ano anterior. As semelhanças entre os blockbusters são muitas, incluindo uma direção de arte chamativa, grandes nomes no elenco (em especial interpretando os vilões – com Jack Nicholson em Batman, e Al Pacino em Dick Tracy) e a trilha sonora de Danny Elfman – que trabalhou em ambos os filmes. Batman provou (novamente, após Superman – O Filme) que filmes baseados em quadrinhos poderiam ser uma ideia extremamente rentável, e a Disney quis sua fatia desta torta. Até mesmo um disco com músicas de um artista sensação do pop foram equivalentes para as produções, com Prince em Batman e Madonna (igualmente na frente das câmeras, no papel da corista Breathless Mahoney) em Dick Tracy. O que não fizeram igual foi a bilheteria, já que Batman deixou Tracy e Beatty comendo poeira – com um orçamento de US$35 milhões, arrecadou US$251 milhões somente nos EUA, e US$411 milhões mundiais, elevando os blockbusters a outro patamar.

CW encomenda roteiros adicionais para ‘Charmed’, ‘Legacies’ e ‘All American’

Parece que a CW está confiante com suas novas séries! A emissora encomendou roteiros adicionais para as estreantes ‘Charmed‘, ‘Legacies‘ e ‘All American‘.

Charmed‘ e ‘All American‘ tiveram mais cinco roteiros encomendados, enquanto ‘Legacies‘ ganhou mais três. Vale lembrar, no entanto, que isso não quer dizer necessariamente que os projetos ganharão mais episódios. A CW só encomendou os roteiros, mas não deu sinal verde para a produção de mais episódios além da encomenda padrão – 13 episódios.

Tudo vai depender do desempenho da audiência das séries.

All American‘ vai estrear nessa quarta-feira, dia 10, e ‘Charmed‘ chegará no dia 14 de outubro. ‘Legacies‘ será lançada perto do Halloween, no dia 25.

‘Deadly Class’ é CANCELADA pelo SyFy

O canal Syfy cancelou oficialmente a série ‘Deadly Class‘ depois de apenas uma temporada.

De acordo com o Deadline, Sony Pictures TV tentará encontrar um novo lar para a produção.

Criada por Miles Orion FeldsottRick Remender, a série é na HQ homônima lançada desde 2014.

Ambientada em um mundo obscuro e tendo como plano de fundo a contracultura da década de 1980, Deadly Class acompanha a história de um adolescente que é recrutado para uma escola particular de elite, para onde todas as famílias mais ricas do mundo do crime mandam suas proles. O drama é descrito como um coming of age repleto de mistério e angústias adolescentes.

O elenco é composto por Benjamin WadsworthBenedict WongLana CondorMaria Gabriela de FariaLiam JamesMichel Duval e Luke Tennie.

No Brasil, a série é exibida pela Globo Play.

‘Elite’: 3ª temporada ganha novas imagens promocionais; Confira!

A Netflix divulgou as novas imagens promocionais da 3ª temporada de ‘Elite‘.

Confira:

O próximo ano será lançado na plataforma no dia 13 de março.

Crítica | Elite – Série da Netflix mistura ‘Gossip Girl’ e ‘How to Get Away with Murder’ 

Criada por Darío Madrona e Carlos Montero, a primeira temporada da série foi um grande sucesso, sendo assistida por mais de 20 milhões de contas diferentes em apenas um mês.

Após um terremoto destruir uma escola pública, o governo envia três adolescentes de classe operária para Las Encinas, uma das melhores e mais caras escolas do país, frequentada pelos filhos da elite espanhola. O confronto entre aqueles que têm tudo e aqueles que não têm nada a perder cria uma atmosfera carregada e acaba levando a um assassinato. Quem estará por trás do crime?

O elenco inclui María Pedraza, Itzan Escamilla, Miguel Bernardeau, Miguel Herrán, Jaime Lorente, Álvaro Rico, Arón Piper, Mina El Hammani, Ester Expósito, Omar Ayuso e Danna Paola.

‘Toys of Terror’: Brinquedos atacam nos novos clipes do terror; Assista!

O terror ‘Toys of Terror‘ ganhou dois novos clipes.

Confira, com o trailer completo:

Dirigido por Nicholas Verso (‘Nowhere Boys‘), o longa é escrito por Dana Gould, criador da série ‘Stan Against Evil‘.

David Cashman promete a sua família uma divertida viagem de Natal, mas quando eles chegam ao velho orfanato em ruínas nos bosques nevados de Washington, eles percebem que ele planeja fazer dessas férias um trabalho, renovando o lugar na esperança de vender para algum bilionário de Seattle. Sua esposa, Hannah, está furiosa, assim como as crianças, Franklin, Zoe e Alicia – até que, vagando pela mansão assustadora, eles encontram um estoque de brinquedos antigos em uma sala de jogos abandonada e os pegam imediatamente.

Em pouco tempo, eles se recusam a se separar de seus novos brinquedos, para grande consternação de sua babá Rose, que sente que algo na casa não está certo. Conforme as crianças começam a agir de forma cada vez mais estranha, Rose tem um palpite de que os brinquedos podem estar vivos e manipulando toda a família. Ela tenta avisar os Cashman e tirá-los de casa, mas ninguém parece estar ouvindo, mesmo quando a contagem de corpos aumenta.

Rose pode ajudar a família a escapar com suas vidas – ou eles ficarão presos em um orfanato em ruínas, para nunca mais celebrar outro Natal?

O elenco conta com Yana TeresaGeorgia WatersVerity MarksDayo AdeSaul Elias e Zoe Dish.

O terror será lançado em VOD no dia 27 de outubro, e em DVD e Blu-ray no dia 19 de janeiro de 2021.

‘Till Death’: Terror com Megan Fox conquista 89% de aprovação no Rotten Tomatoes

O terror ‘Till Death‘, que marca o retorno da atriz Megan Fox (‘Garota Infernal’) ao gênero, surpreendeu e conquistou os críticos, com sólidos 89% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Com 19 críticas até o momento, o consenso geral é que, apesar de não revolucionar o gênero, a produção apresenta cenas tensas e diverte. Além disso, a performance da Megan Fox foi um dos pontos mais elogiados pelos críticos.

Separamos os trechos das principais críticas:

“A direção de S.K. Dale e a dedicação da Megan Fox contribuíram muito para tornar ‘Till Death’ uma jornada brilhante e divertida. (Variety)

“Em sua estreia na direção, S.K. Dale orquestra um jogo tenso de gato e rato que, refrescantemente, não se leva muito a sério.” (New York Times)

“É um pouco bobo, mas, ao mesmo tempo, oferece uma experiência totalmente envolvente e com um ritmo tenso que deixará todos inquietos na poltrona.” (RogerEbert)

“Simples, mas eficaz. Megan Fox está incrível nesse filme.” (Amanda the Jedi)

“A tensão compensa pela introdução melodramática, e a Megan Fox mostra-se uma protagonista competente. Apesar de não se destacar no gênero, ‘Till Death’ é uma aventura divertida enquanto dura.” (Bloody Disgusting)

“É um ótimo retorno da Megan Fox ao gênero, 11 anos após o clássico ‘Garota Infernal’. Emma é uma personagem que tem grandes desafios físicos, precisa sujar as mãos e superar dificuldades aparentemente impossíveis. E nós acreditamos nela.” (DrumDrums)

Megan Fox literalmente carrega o peso e a intensidade desse filme nas costas.” (The Only Critic)

Confira:

S.K. Dale é responsável pela direção.

A trama seguirá Emma, que está algemada ao seu marido morto por causa de uma vingança doentia e deve sobreviver a dois assassinos contratados para finalizar o serviço.

O roteiro, que foi escrito por Jason Carvey, foi destaque na Blood List, uma lista anual de Hollywood com ótimos enredos não produzidos.

O elenco ainda conta com Eoin Macken, Aml AmeenCallan MulveyJack Roth.

‘Deadpool 3’ é CONFIRMADO e terá diretor de ‘Free Guy’

De acordo com o THR, a sequência ‘Deadpool 3‘ foi oficialmente CONFIRMADO, e terá Shawn Levy na direção.

O cineasta já havia trabalhado previamente com o astro Ryan Reynolds em ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e no recente ‘O Projeto Adam‘.

O roteiro fica por conta das irmãs Wendy MolyneuxLizzie Molyneux-Loeglin, que são mais conhecidas pelo trabalho na série animada ‘Bob’s Burgers‘.

O projeto provavelmente será para maiores de idade – assim como os dois filmes anteriores –, mas a informação ainda não foi confirmada.

Ao total, os dois primeiros filmes arrecadaram mais de um bilhão e meio nas bilheterias mundiais.

Namor ganhará filme solo após ‘Pantera Negra 2’? Produtor responde!

Em entrevista ao ComicBook, o produtor Nate Moore revelou que um filme solo do Namor (Tenoch Huerta), que foi introduzido em ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘, não será possível, pois os direitos do personagem pertencem à Universal Pictures.

O produtor ainda afirmou que, apesar de não terem sofrido limitações para criar a história do vilão nas telonas, o uso de sua imagem teve que ser controlado no material de marketing.

“[O problema com os direitos do Namor] nos afeta de diversas formas, até mesmo como usamos o personagem no marketing de [‘Pantera Negra 2’]. Apesar disso, não tivemos limitações para o desenvolvimento do personagem, o que é ótimo, pois nos inspiramos muito no material de origem, mas fizemos grandes alterações para ancorá-lo no nosso universo.”

Ele completa, “Eu já li todos os quadrinhos do Namor, mas o reino de Atlantis é um pouco vago. Então, [o diretor] Ryan [Coogler] quis ancorar esse universo em algo que parecesse tangível e real. Em termos legais, não havia nada que nos impedisse de fazer isso, o que foi ótimo.”

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Demônio toca o TERROR em novas imagens de ‘O Exorcista: O Devoto’; Confira!

O site Bloody Disgusting divulgou as novas imagens oficiais (e dos bastidores) do terror ‘O Exorcista: O Devoto‘, sequência direta do clássico de 1973.

Confira:

(from left) Tony (Norbert Leo Butz), Katherine (Olivia O’Neill) and Miranda (Jennifer Nettles) in The Exorcist: Believer, directed by David Gordon Green.

(from left) Victor Fielding (Leslie Odom, Jr., background) and Angela Fielding (Lidya Jewett) with additional cast members in The Exorcist: Believer, directed by David Gordon Green.

Ann Dowd as Ann in The Exorcist: Believer, directed by David Gordon Green.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de outubro.

De acordo com informações do Deadline, o longa está previsto para arrecadar aproximadamente US$ 30 milhões em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos.

A estimativa de arrecadação é considerada ótima, especialmente por se tratar de um filme de terror.

O valor é o mesmo que o soft reboot de ‘Pânico‘, que arrecadou US$ 30 milhões em sua estreia nos EUA em 2022.

Embora o orçamento exato da produção ainda seja desconhecido, é importante lembrar que a Universal Pictures e a Blumhouse gastaram cerca de US$ 400 milhões para adquirir os direitos da franquia ‘O Exorcista‘.

Conhecido por seu trabalho na nova trilogia de ‘Halloween‘, Green compartilhou sua abordagem cuidadosa em relação à icônica voz demoníaca na franquia clássica do terror.

Em entrevista para o SyFy Wire, ele expressou seu desejo de não decepcionar os fãs, reconhecendo o papel crucial que essa característica desempenha na série.

Green revelou que a versão final do filme pode diferir do que foi apresentado no trailer oficial.

“Estamos na parte de voz demoníaca do processo agora, e explorando vários conceitos. Outro dia, nós trouxemos cinco pessoas muito, muito diferentes para uma sala, com um microfone e pedi que dissessem coisas”, explicou o diretor.

“Talvez eu queira que seja cada uma dessas vozes e muito mais. Talvez eu queira que esse demônio seja um monte de coisas”, concluiu.

Anteriormente, conversando com o IndieWire, o produtor Jason Blum comentou sobre a expectativa pelo lançamento e disse que este é o filme mais arriscado de sua carreira.

“O filme mais arriscado que já fiz com certeza ainda não foi lançado. É ‘O Exorcista‘. Só porque é muito caro. Normalmente, a barreira para o sucesso em tudo o que fazemos é incrivelmente baixa porque fazemos filmes baratos. Para ‘O Exorcista’, a aposta é alta.”

Ele acrescentou que:

“Não é um alto risco para a Blumhouse. Obviamente, já fomos pagos, mas é um risco alto para nossos parceiros. Então, quando você me pergunta qual é a coisa mais arriscada em que já trabalhamos, considero isso como para nós ou nossos parceiros financeiros. No caso de ‘O Exorcista’, esse seria o maior, porque é um risco alto para a Universal.”

Na trama, um pai desesperado pede a ajuda de Chris MacNeil para tentar lidar com uma presença demoníaca, assim como aconteceu com ela no passado.

Leslie Odom Jr.Ann DowdJennifer NettlesNorbert Leo ButzLidya JewettOlivia MarcumEllen Burstyn estrelam.

‘Sexta-Feira Muito Louca 2’: Lindsay Lohan revela novos detalhes sobre a sequência

Em entrevista ao Good Morning America, Lindsay Lohan (‘Meninas Malvadas’) revelou novos detalhes sobre a aguardada sequência ‘Sexta-Feira Muito Louca 2‘.

A atriz ainda comentou sobre como foi se reunir com a Jamie Lee Curtis (‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’) depois de décadas após o lançamento do longa original.

“Não posso dizer muito, mas estou tendo aulas de guitarra, e eu tenho uma filha neste novo filme. Nós estamos nos divertindo muito [com ‘Sexta-Feira Muito Louca 2’]. É muito importante se divertir durante as filmagens, e há muito amor e risadas [nesta continuação]. Tem sido uma experiência ótima.”

Ela completa, “Eu e a Jamie [Lee Curtis] mantivemos contato no decorrer dos anos. Sempre dizem que, mesmo que você fique anos sem ver uma pessoa que você é muito próximo, quando você a vê novamente, é como se nunca tivessem ficado separados. É incrível ver mulheres apoiando mulheres.”

No novo filme, Anna tem uma filha e uma futura enteada. Conforme navegam pela miríade de desafios que aparecem quando as duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode sim cair duas vezes no mesmo lugar.

Confira a primeira foto:

Vale lembrar que Jamie Lee CurtisLindsay Lohan reprisam seus papéis como Tess e Anna. Mark HarmonChad Michael MurrayChristina Vidal MitchellHaley HudsonLucille SoongStephen Tobolowsky Rosalind Chao também retornam ao elenco.

As novas adições incluem Manny Jacinto (‘The Good Place’), Julia Butters (‘Os Fabelmans’), Sophia Hammons (‘Amor nas Alturas’) e Maitreyi Ramakrishnan (‘Eu Nunca…’)

O filme tem lançamento previsto para 2025, sem dia confirmado.

@disneystudiosThe band’s back together and coming to theaters in 2025 . The sequel to Freaky Friday is now in production!♬ original sound – Disney Studios

A cineasta Nisha Ganatra, conhecida por seus trabalhos emA Batida Perfeita e ‘Cake – A Receita do Amor’, foi escolhida para comandar o projeto.

Andrew Gunn, produtor do filme original de 2003, está produzindo o novo filme em colaboração com a ex-executiva da Disney Kristin Burr (‘Cruella’).

Elyse Hollander (Nikolai) ficará responsável pelo roteiro.

Vale lembrar que o filme original se tornou um enorme sucesso de bilheteria, tendo arrecadado mais de US$ 160 milhões mundialmente – a partir de um orçamento de apenas US$ 26 milhões.

Na trama, Tess e Anna são mãe e filha que vivem às turras. Decididas a acabar com as brigas, elas trocam repentinamente de corpos. Agora cada uma precisa aprender a lidar com a vida da outra, com as confusões crescendo ainda mais pelo fato de Tess estar de casamento marcado.

Mickey Mouse faz novas vítimas no trailer FINAL do terror ‘Screamboat’; Confira!

O longa ‘Screamboat‘, versão terror do clássico curta animado ‘O Vapor Willie‘, ganhou trailer final.

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O terror está programado para estrear no dia 2 abril.

Um rato assassino persegue um grupo de nova-iorquinos em um passeio noturno de balsa, desencadeando uma luta pela sobrevivência e transformando seu passeio em um pesadelo. Será que a tripulação de viajantes do navio conseguirá encontrar uma maneira de deter a criatura assassina que desenvolveu um gosto por turistas?

David Howard Thornton, que interpreta o psicótico palhaço Art na franquia ‘Terrifier‘, dá vida ao Mickey Mouse.

O elenco ainda contará com Allison Pittel, Kailey Hyman, Tyler Posey, Amy SchumacherJesse PoseyJesse Kove, Rumi C Jean-Louis, Jarlath ConroyCharles Edwin Powell.

A produção será baseada no curta homônimo envolvendo o icônico personagem da Disney. Lançado originalmente em 1928, ‘O Vapor Willie‘ entrou recentemente em domínio público.

 

Beleza é uma DOENÇA nos novos cartazes individuais de ‘The Beauty’, nova série de Ryan Murphy

O canal FX divulgou os cartazes individuais de ‘The Beauty‘, nova série criada pelo Ryan Murphy (‘American Horror Story’).

Os três primeiros episódios serão lançados no dia 21 de janeiro. No Brasil, a produção estará disponível através do serviço de streaming do Disney+.

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Rebecca Hall se junta ao elenco de ‘The Beauty’, nova série do Ryan Murphy sobre “DST da beleza”

Os agentes do FBI Cooper Madsen (Evan Peters) e Jordan Bennett (Rebecca Hall) são enviados a Paris para descobrir a verdade. À medida que se aprofundam no caso, descobrem um vírus sexualmente transmissível que transforma pessoas comuns em visões de perfeição física, mas com consequências terríveis.

A investigação os coloca diretamente na mira de chefe da Corporação (Ashton Kutcher), um bilionário da tecnologia misterioso que secretamente criou uma droga milagrosa apelidada de “A Beleza”, e que fará de tudo para proteger seu império trilionário — inclusive liberar seu executor letal, o Assassino (Anthony Ramos).

Conforme a epidemia se espalha, Jeremy (Jeremy Pope), um forasteiro desesperado, se vê preso no caos, buscando um propósito enquanto os agentes correm por Paris, Veneza, Roma e Nova York para impedir uma ameaça que pode alterar o futuro da humanidade. O que você sacrificaria pela perfeição?

A produção é baseada na graphic novel Beauty, de Jeremy Haun e Jason A. Hurley.

‘Monstro: A História de Ed Gein’: Osgood Perkins detona série de Ryan Murphy

Murphy e Matt Hodgson são responsáveis pela cocriação, roteiro e produção executiva da série.

’24: Legacy’: Spin-off de ’24 Horas’ ganha trailer cheio de ação

O spin-off de ‘24 Horas‘ acaba de ganhar um novo trailer com muita ação e explosões. Veja:

’24: Legacy’ ganha primeiro cartaz

Corey Hawkins interpretará Eric Carter, personagem que sucede Jack Bauer (Kiefer Sutherland) como o herói no show. Vindo de um passado tumultuado, Carter se tornou um Rangers do Exército, mas depois de alguns problemas retorna para Virgínia com sua esposa Nicole. Quando seu passado volta a atormentá-lo, ele acaba se juntando à Unidade Contra-Terrorismo (CTU) e trabalhará ao lado de uma agente mais velha e experiente.

Kiefer Sutherland confirma que não volta para ’24: Legacy’

O reboot trará personagens conhecidos das primeiras temporadas em participações especiais.

Howard Gordon, produtor de ’24 Horas’, também cuidará do derivado. ’24 Legacy’ estreia em 5 de fevereiro de 2017.

Celebração dos 25 anos de ‘Power Rangers’ ganha logo e detalhes; Confira!

A clássica série ‘Power Rangers’ comemora seus 25 anos em 2018 e os preparativos para a grande festa já começaram a ser anunciados, ao lado do lançamento da logo do evento.

Confira:

A celebração vai contar com uma série de iniciativas, que inclui a exibição de um episódio especial de 25 anos do programa no canal Nickelodeon, que acontecerá durante a temporada de ‘Power Rangers Super Ninja Steel’, no verão americano do ano que vem.

A festa também terá a turnê de uma produção teatral interativa, feita em parceria com a Red Light Management and Creative Artists Agency.

Indo mais além, a Saban vai lançar um jogo de encenação interativo, que permite que os fãs participem da saga de maneira divertida. O game será realizado na plataforma Hyper RPG Twitch.

Programada para iniciar em janeiro de 2018 e durar ao longo de todo o ano, as comemorações ainda trarão escape rooms, centros de realidade virtual e atividades de aprimoramento físico para crianças.

 

‘Power Rangers 2’ pode ser CANCELADO após fracasso nas bilheterias 

Crítica | Power Rangers

 

 

Petição para a Marvel recontratar James Gunn ultrapassa 250 mil assinaturas

O apoio ao cineasta James Gunn continua crescente e a petição feita para a Marvel ultrapassou sua própria meta inicial.

Anteriormente estipulado em 200 assinaturas, o abaixo-assinado foi além dessa marca, alcançando 254.520 pessoas, na manhã desta terça-feira (24).

Além disso, algumas personalidades começaram a se posicionar na internet, criticando a Disney por sua postura extremista, pontuando que todos já cometeram erros no passado e merecem uma chance.

Não se sabe se a Walt Disney pretende considerar a iniciativa como um fator para a recontratação, mas é válido ressaltar que o apelo popular possui um grande impacto – principalmente considerando o sucesso pré-estabelecido pelo diretor quando à frente dos dois filmes da saga de ‘Guardiões da Galáxia’.

Confira!

‘Guardiões da Galáxia 3’: Dave Bautista critica demissão de James Gunn 

Atores apoiam James Gunn e pedem retorno do diretor a ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’

O diretor foi demitido depois que personalidades conservadoras reapareceram velhos tweets nos quais o cineasta brincou sobre assuntos polêmicos como pedofilia e estupro.

Em alguns tweets, Gunn escreveu coisas como:

“Eu gosto quando menininhos tocam em minhas partes íntimas. Shhh!”

“Filmes não românticos: Três homens e um bebê fazendo sexo”

“Meu novo filme ‘Jerkloose’ se passará em uma cidade pequena onde se masturbar é proibido e jovens fazem na frente de criancinhas para mostrar como é divertido”

“Rir é o melhor remédio. é por isso que eu rio de pessoas com AIDS”

“Acabei de fazer uma piada sobre sodomizar a minha amiga quando ela estava dormindo”

“Queria caçar animais de grande porte, mas sei que isso é moralmente questionável. Então estou indo atrás de caçar alguém para estuprar”

Depois das acusações, Gunn publicou uma série de mensagens no Twitter pedindo desculpas aos fãs:

“As pessoas que seguiram minha carreira sabem como comecei. Me via como um provocador, fazendo filmes e contando piadas que eram escandalosas e tabu para muitos. Como disse publicamente muitas vezes, na medida em que desenvolvi como pessoa, meu trabalho e meu humor também desenvolveram. Não posso dizer que sou melhor, mas sou muito diferente do que eu era  passado. A época em que falava coisas só para chocar e ver as reações de todos definitivamente já acabou. No passado, me desculpei pelo meu humor ácido. Me sinto arrependido e realmente quis dizer tudo que disse nas minhas desculpas. Eu sei que é uma declaração estranha e que pode parecer óbvia, mas estou aqui dizendo isso. Esta é a verdade completa: costumava fazer piadas ofensivas, não faço mais. Não culpo meu passado por isso, mas me sinto mais humano e mais criativo hoje. Amo vocês”.

O presidente da Walt Disney Studios, Alan Horn, anunciou a demissão em comunicado:

“As atitudes e declarações ofensivas descobertas no feed do Twitter de James são indefensáveis ​​e inconsistentes com os valores de nosso estúdio, e nós rompemos nosso relacionamento comercial com ele”.