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‘Annabelle 2’ vira nova pegadinha do Silvio Santos; Confira o teaser

A boneca Annabelle, do terror ‘Annabelle – A Criação do Mal‘, vai virar pegadinha novamente nas mãos do Silvio Santos, em seu programa de auditório do canal SBT.

Confira o teaser, seguido pelas fotos:

Vale ressaltar que na época do lançamento da primeira produção, o apresentador realizou uma série de pegadinhas hilárias.

Confira:

O terror só chega aos cinemas em agosto, mas a crítica especializada já teve a oportunidade de conferir a produção.

E segundo as primeiras avaliações já liberadas, a sequência – que na verdade é uma prequel – é de fato o melhor filme derivado da franquia iniciada com ‘Invocação do Mal’.

Um dos aspectos mais elogiados no terror é a habilidade de manter a tensão em momentos até considerados pequenos, através do bom uso das técnicas de filmagem, para criar contextos que chegam a dar calafrios.

E ainda que falte pouco mais de dois meses para a tão aguardada chegada da produção, nós já separamos as críticas para prepará-lo para o que vem por aí.

Confira:

“Sandberg arrebata o suspense e mantêm um ar de tensão elevada por todo o filme, tornando ainda mais fácil pular do assento em pequenos momentos amedrontadores, que em outras circunstâncias passariam despercebidos”. – Kalyn Corrigan, Bloody Disgusting

 

“Embora estivesse preso a um roteiro ruim, o diretor de ‘Lights Out’, David F. Sandberg, consegue invocar alguns pavores efetivos na prequel da boneca-demônio do estúdio New Line. […] Aqui, Sandberg novamente brinca com a iluminação, composição e suspense, enquadrando tomadas de uma forma que nos deixa constantemente procurando sombras por vestígios de movimentos, à medida que ele desenha cenas para uma tensão máxima”. – Peter Debruge, Variety

 

“’Annabelle 2: A Criação do Mal’ é a rara sequência de terror que melhor mediante o original, estrelando protagonistas mais envolventes e um final consideravelmente menos problemático”. – Jean Vejvoda, IGN

 

“A forma como Sandberg utiliza a boneca é extremamente eficiente, especialmente durante algumas cenas cuidadosas com dublês que parece ser remanescentes de ‘Invocação do Mal’, mas que são renovadas o suficiente para entregarem uma sensação única e divertida que você não esperava. […] Entre este e ‘Lights Out’, o diretor David F. Sandberg é claramente alguém para assistir. Com ‘Annabelle 2: A Criação do Mal’, ele consegue – com sucesso – fazer algo totalmente seu, à medida que também respeito as produções anteriores”. – Perri Nemiroff, Collider

 

“Os sustos de Sandberg são bem sucedidos. Ele escancara uma boa linha cinematográfica entre os clássicos de terror dos anos 70 e os frenéticos e acelerados filmes produzidos para a geração com Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade. E só achei a história um pouco confusa, Mas Sandberg disse que quando o roteiro de ‘Annabelle 2: A Criação do Mal’ chegou em suas mãos, a trama era muito mais longa e contava com as histórias de background de todos os personagens – graças a Deus ele fez mais esguio e mal”. – Staci Layne Wilson, Dread Central

 

“Como ele fez com sua estreia em ‘Lights Out’, Sandberg demonstra uma hábil afinidade para a elaboração das convenções de horror, bem como para a expansão do universo de ‘Invocação do Mal’. Depois de conquistar os pulos de sustos requisitados que fazem com que os eventos sejam engrenados, Sandberg se instala em um compasso que deliberadamente maneja os personagens em direção a um crescente perigo, conforme gradativamente revela a magnitude da ameaça que está diante deles”. – Justin Lowe, THR

 

 

‘The Handmaid’s Tale’ | 2×06: ‘First Blood’ – Inflamável e avassaladora

A perplexidade constante de The Handmaid’s Tale tem a habilidade de antecipar algumas reações de seu público. Em uma sucessão de descrenças na humanidade, flagelos de esperança se dissipam sorrateiramente, nos preparando sempre para algo cada vez pior. Talvez seja por isso que aqueles respiros súbitos e inesperados de fé tomem todo o fôlego, nos lembrando que nem tudo está perdido. E essa fagulha da pequena chama de esperança incendiou, em um episódio explosivo.

Leia também nossas análises dos episódios 1 (June), 2 (Unwomen) da 2ª Temporada , 3 (Baggage), 4 (Other Women)  e 5 (Seeds)

First Blood’ nos leva a uma June que ainda aparenta estar um pouco aquém de si mesma, mas que gradativamente recupera o seu tato voraz e sua percepção sobre sobrevivência. Ainda com fragmentos do abuso emocional trazidos dos fatos mais recentes vividos pela personagem, ela cambaleia entre uma mentalidade que insiste em estimulá-la a lutar e o receio de alguém que continua marcada pela severidade das mentiras contadas pela Tia Lydia e alimentadas pelo casal Waterford. Neste contexto dúbio, nossa heroína tenta encontrar forças em sua própria gestação, à medida que pensa cautelosamente em quais serão seus próximos passos.

No sexto capítulo da segunda temporada da produção, nos encontramos como uma audiência constantemente desconfortável. Não que esse sentimento seja algo absolutamente incomum para nós, mas algo se destaca da tragédia que tantas vezes testemunhamos. Este incomodo se manifesta pela sensação de que há algo vago pairando no ar. Uma espécie de ausência. Algo está faltando. Serena Waterford (Yvonne Strahovski) se contém em si mesma, à medida que June pondera seus movimentos. As demais aias seguem o mesmo fluxo, de uma maneira misteriosa. O episódio caminha como se não soubéssemos de algo valioso, como se invadíssemos um ambiente, absorvendo o auge de uma conversa acalorada e cheia de risos que instantaneamente se calam. A princípio, ‘First Blood’ apenas parece ser um tanto simplista demais, sem algo extraordinário. Até que se prova ser completamente o oposto.

‘The Handmaid’s Tale’: Falamos com Bruce Miller, o criador da série sensação

E no entremeio deste episódio, uma nova peça do passado se encaixa, trazendo uma face mais detalhada do passado que precede a instauração de Gilead. Desta vez, conhecemos um novo pedaço das motivações de Fred Waterford (Joseph Fiennes) e Serena Joy – que por sinal não assinava o sobrenome do esposo na América futuramente extinta. Em meio a um clamor social cheio de revolta e indignação, uma incoerente feminista se posiciona a favor da escravização do corpo da mulher. Entre gritos histéricos, ela defende sua loucura e nos ajuda a dimensionar mais uma nova esfera que permitiu que este regime totalitarista ganhasse coro e força. Este hiato no tempo contextualiza ainda mais a narrativa original de Margaret Atwood, explanando aqueles pontos que a autora optou por não narrar.

E o que aparentemente seria o início de uma fase nova para Gilead e – possivelmente – iria coroar o fim da resistência do grupo Mayday, se transforma em um espetáculo cinematográfico de encher os olhos. Inesperadamente, somos tomados por uma repentina descarga emocional e visceral, que novamente traz aquela tal perplexidade a níveis soberbos, com um sabor diferente. Como já fizera em sua primeira temporada, The Handmaid’s Tale faz da surpresa seu grande trunfo, novamente nos lembrando que enquanto houver resistência, a esperança permanecerá inflamável e avassaladora.

Leia também ‘The Handmaid’s Tale’ | 2×04: ‘Other Women’ – Quando a opressão lobotomiza a alma

‘Gotham’: Coringa ganha nova e BEM SINISTRA imagem; Confira!

A revelação da primeira foto oficial do vilão Coringa, na série ‘Gotham‘, deixou os fãs impressionados com a caracterização do astro Cameron Monaghan.

E o intérprete do personagem compartilhou uma nova imagem do vilão, trazendo detalhes bem precisos de suas feições, cobertas por cicatrizes.

Confira:

O último episódio da série será exibido no dia 25 de abril.

Com Gotham na beira da anarquia total e separada do resto do mundo, apenas Jim Gordon, Bruce Wayne e vários outros heróis ficam para trás para tentar reconquistar a cidade. Inspirado pelo arco ‘Terra de Ninguém’ dos quadrinhos, os vilões tomam conta da cidade – incluindo o Pinguim, Charada, as Sereias e Jeremiah. Será que a ordem será restaurada ou o caos reinará em Gotham?

Ben McKenzie, Donal Logue, David Mazouz, Robin Lord Taylor, Camren Bicondova, Cory Michael Smith, Sean Pertwee, Erin Richards, Morena Baccarin e Shane West estrelam.

‘Law & Order: SVU’: Christopher Meloni retorna para a estreia da 22ª temporada

O ator Christopher Meloni fará o seu retorno como Elliot Stabler na estreia da 22ª temporada da série ‘Law & Order: SVU‘. A informação foi confirmada pelo próprio showrunner Warren Leight.

Durante sua participação no podcast que traz os bastidores da série, Leight revelou que seu retorno no novo ciclo já está bem garantido:

“Está bem claro que o Elliot estará no episódio de abertura da 22ª temporada. Isso eu tenho certeza”.

Meloni interpretou Elliot Stabler ao lado da atriz Mariska Hargitav, intérprete da Olivia Benson, entre a primeira e 12ª temporada de ‘SVU‘.

Originalmente, a aparição do ator estava agendada para o final da 21ª temporada, no entanto, a pandemia do coronavírus acabou impedindo as filmagens do capítulo em questão, resultando em um encurtamento do ciclo.

Ainda não se sabe quando a próxima leva de episódios começará a ser gravada. Durante a participação no podcast, Leight pontuou que tudo depende da evolução do quadro mundial atual.

O showrunner ainda falou que e incerto dizer se a família do personagem Stabler aparecerá no novo ciclo:

“Se os fãs terão a chancer de rever a família de Stabler? Isso é algo que ainda precisamos decidir”.

 

O spin-off ‘Law & Order: SVU‘ é um sucesso sem precedentes, ultrapassando até mesmo o nível de popularidade de sua série materna, ‘Law & Order‘, exibida entre os anos de 1990 e 2010.

SVU‘ conquistou 6.4 milhões de espectadores, entre a faixa etária de 18 e 49 anos, com sua temporada mais recente.

Criada por Dick Wolf, a franquia ‘Law & Order‘ possui seis derivados além da série original.

A trama acompanha Olivia Benson e sua equipe de elite do departamento de polícia de Nova York investiga crimes, incluindo agressão sexual, abuso infantil e violência doméstica.

O elenco conta com Mariska Hargitay, Kelli Giddish, Ice-T e Peter Scanavino.

No Brasil, Law & Order SVU é exibida pela Universal TV.

 

Conheça o novo sci-fi da Netflix que é PURO CIÊNCIA ESPACIAL!

O sci-fi ‘Passageiro Acidental’, estrelado por Anna Kendrick (‘Um Pequeno Favor‘) e Toni Collette (‘Inacreditável‘) teve a sua estreia nesta quinta-feira (22) na Netflix e a nossa crítica e jornalista Rafa Gomes teve a oportunidade de entrevistar o diretor brasileiro Joe Penna, responsável pelo longa.

Confira esse bate papo!

Confira o trailer:

O cineasta brasileiro Joe Penna (‘Arctic’) é responsável pela direção.

Em uma missão com destino à Marte, um clandestino (Anderson) inesperado acidentalmente causa graves danos aos sistemas de suporte de vida da nave. Enfrentando recursos cada vez menores e um resultado potencialmente sombrio, uma pesquisadora médica (Kendrick) emerge como a única voz dissidente contra a lógica clínica de sua comandante (Collette) e do biólogo da nave (Kim).

O elenco também conta com Shamier Anderson (‘Winonna Earp‘) e Daniel Dae Kim (‘Hellboy‘).

 

Crítica | Pisque Duas Vezes: Zoe Kravitz surpreende os fãs de thriller psicológico com excepcional e exuberante estreia na direção

As cores vibrantes desta isolada e paradisíaca ilha são um colírio para os olhos. A exuberância de seu visual natural e rústico exalam um frescor. É como se essas imagens tão vivas possuíssem um aroma palpável, que transborda para fora das telas, mexendo com nossos sentidos. Zoë Kravitz faz sua estreia na direção de maneira pouco espalhafatosa, como se mais uma vez, mais um experiente ator tentasse a sorte do lado oposto da câmera. Nada de novo. Exceto que Pisque Duas Vezes não é qualquer tentativa cinematográfica de projeção e entrada no seleto grupo de excelentes diretores, existente em Hollywood. Com um olhar cirúrgico e um pulso firme para a construção de inesperados planos sequência, a filha do famoso rockstar Lenny Kravitz tem muito a dizer…e a nos ensinar.

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Sempre abusando do brilho nos tons avermelhados e claros e do contraste nas cores mais terrosas e rústicas, o thriller psicológico acompanha a história de um magnata da tecnologia (Channing Tatum) tentando se reconciliar com seus comportamentos indiscretos e com a opinião pública. Em busca de redenção e perdão, ele faz seu retorno à mídia como um recomeço, conforme mantém uma vida idílica e bem Hollywood-life-style nessa deserta praia com seus amigos. Com festas inesgotáveis, um visual quase celestial e corpos sedutores banhados por um sol escaldante, ele e seus convidados vivem os sabores de uma espiral de prazeres carnais inesgotáveis. Tudo gira em torno de uma grande festa, regada por álcool, substâncias ilícitas e risos desesperadores. Até que algo começa a sair do controle, ruindo essa arquitetada miragem.

E embora saibamos que estamos diante de um suspense psicológico, a sinestésica experiência com Pisque Duas Vezes é sempre um desembrulhar de caixas muito bem ornamentadas, cuidadosamente talhadas e seladas com embrulhos suntuosos. Como uma espécie de quebra-cabeças ou uma melindrosa partida de xadrez, o longa explora a premissa do assédio/abuso sexual por uma ótica muito mais original, brincando com as sensações de seus personagens e da audiência, à medida em que nos convida a entendê-los e gradativamente decifrá-los. Nos levando por um jogo psicótico e psicodélico, o longa vai desafiando nossa percepção, sempre nos surpreendendo e chocando.

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Nesse labirinto festivo rodado em pouquíssimos sets, Kravitz faz sua triunfal estreia diretorial, trazendo identidade, conceito e uma excelente história para contar. E ainda que a temática em si não seja nova, sua abordagem é convincente, original e bebe de relatos horripilantes vinculados ao magnata Jeffrey Epstein e sua misteriosa ilha. Trazendo Tatum em sua estreia como vilão, Pisque Duas Vezes finalmente nos mostra um outro nível de maturidade profissional do ator, que migra de papeis românticos e cômicos para um lado mais sombrio e desafiador. Provando que é capaz de oferecer muito mais do que jamais fizera em Hollywood, ele nos entrega sua melhor e mais complexa performance.

Naomi Ackie, Christian Slater, Adria Arjona, Alia Shawkat, Haley Joel Osment, Simon Rex e Geena Davis completam o elenco com brilhantismo, agregando pavor, tensão e angústia com suas atuações. Contribuindo para a crescente tensão que apenas eclode em seu clímax, os demais protagonistas dividem a tela com Tatum em nível de igualdade, ajudando a fazer do roteiro de Kravitz e de ET Feigenbaum uma experiência cinematográfica que nos absorve para dentro da tela e que nos torna personagens inaudíveis, tamanho nosso envolvimento com cada quadro.

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Marcado por uma trilha sonora ensurdecedora que contribui para a atmosfera de constante estado de alerta, o thriller psicológico é uma das melhores surpresas do cinema em 2024 e foge aos padrões do que fora lançado nas telonas até o momento. Se privando da necessidade de se explicar excessivamente, Pisque Duas Vezes apenas nos toma pelas mãos na expectativa de que saibamos ler as entrelinhas. Fazendo de cada elemento de seu design de produção um artefato fundamental em seu storytelling, a estreia de Zoë na direção é um convite à sua ousada visão criativa e ao que ela é capaz de nos entregar em meio a um cinema contemporâneo que ainda se retroalimenta de sequências que ninguém pediu e remakes que ninguém quer.

 

Crítica | Limonov: O camaleão russo – Ben Whishaw destaca-se como o real poeta, boêmio e fora da lei do país de Putin

Lançado na mostra competitiva do Festival de Cannes 2024, Limonov: O camaleão russo (Limonov: The Ballad) não fez barulho na Croisette, diferente do seu protagonista na vida real. Sob o olhar do cineasta russo Kirill Serebrennikov, a cinebiografia se encarrega de apresentar o rebelde escritor Eduard Limonov, líder de um grupo político fascista e militarista, baseado em Nova York. Com uma personalidade irritante e ideias adversas, o protagonista desafia o espectador a se interessar pela sua trajetória.

Na pele de Limonov, Ben Whishaw destaca-se nesta jornada tortuosa e estilizada. O ator britânico entrega uma performance intensa, variando entre o charme anárquico e a miséria emocional com precisão notável, uma das cenas mais anticonvencionais e exigentes, é a de ato sexual com outro homem em local público. Limonov é ao mesmo tempo patético e subversivo, desequilibrado e intrigante, e é justamente essa contradição que sustenta o mínimo de interesse pelo personagem que, por seus próprios méritos, é mais repelente do que fascinante. Whishaw dá ao poeta revolucionário uma dimensão quase trágica, mesmo quando o texto parece hesitar em se posicionar claramente sobre suas ideias e ações.

A direção de Kirill Serebrennikov é vibrante, quase operística, e confirma seu talento para transformar caos em linguagem cinematográfica. Conhecido por obras provocadoras como Verão (2018), sobre o rock underground soviético, e A Esposa de Tchaikovsky (2022), o cineasta demonstra predileção por figuras marginais e rebeldes à norma. Seu estilo visual é marcado por coreografias elaboradas, transições inesperadas e uma abordagem sensorial que mistura música, política e desespero. Em Limonov: O camaleão russo, todos esses elementos estão presentes, mas, ao contrário de seus trabalhos anteriores, falta aqui o peso emocional e o fio condutor que nos faça investir na jornada do protagonista.

Co-escrito por Serebrennikov ao lado de Ben Hopkins e Paweł Pawlikowski — de Ida (2013) e Guerra Fria (2018) —, o roteiro é adaptado do romance biográfico de Emmanuel Carrère. O filme, no entanto, abandona o olhar crítico da obra literária e enaltece o espetáculo do caos que esta figura representa. Os momentos mais controversos da vida do escritor — seu flerte com o fascismo, o nacionalismo violento e o apoio a conflitos armados — são tratados com superficialidade ou relegados aos créditos finais. 

Os momentos engraçados e estilizados fazem do filme uma experiência curiosa: o desfile de editoras nova-iorquinas zombando do trabalho de Limonov, os conflitos performáticos com intelectuais franceses, o erotismo vulgar transformado em provocação estética. Tudo isso colabora para a criação de um retrato ruidoso, mas nada esclarecedor deste homem russo performático. Em vez de nos aproximar do sujeito, a narrativa o cerca de artifícios, como se tivesse medo de confrontar verdadeiramente sua natureza.

É interessante notar como Serebrennikov evita mencionar diretamente figuras políticas, como Vladimir Putin, apesar de toda a história de Limonov estar imersa no mesmo caldo ideológico do atual regime russo. Essa omissão talvez diga mais sobre os limites auto impostos do projeto de uma possível censura externa. Ao passo que A Febre Petrov (2021) mergulhavam com força em críticas à sociedade russa, ainda que de forma alegórica, Limonov: O camaleão russo se contenta em fazer de seu personagem uma espécie de rockstar político, evitando questionamentos mais profundos sobre a responsabilidade de suas ações e alimentando o circo midiático. 

Ao final, Limonov: O camaleão russo soa mais como uma colagem de momentos provocativos do que como um retrato sólido de um homem complexo. A direção episódica e a atuação carismática de Ben Whishaw compensam parcialmente a ausência de densidade, mas não salvam o filme de um certo esgotamento. Há ritmo, há estilo, há provocação, porém falta conexão com o público. Limonov é um personagem difícil de admirar e, neste filme, também difícil de compreender. Ao espectador resta o cansaço de uma jornada barulhenta e o desconforto de tentar encontrar sentido na trajetória de alguém que, no fim das contas, fez do caos o seu maior legado.

 

Distribuido pela Pandora Filmes, Limonov: O camaleão russo chega às salas de cinema do Brasil no dia 17 de abril de 2025.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ ganha cenas inéditas em trailer comemorativo

A Marvel Studios lançou um novo trailer em IMAX, comemorando seus 10 anos nos cinemas. Além de cenas de todos seus filmes, ainda podemos ver cenas inéditas de ‘Vingadores: Guerra Infinita. Confira:

 

Confira outros teasers:

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

‘Alita: Anjo de Combate’: Ficção científica ganha nova imagem da ciborgue

Alita: Anjo de Combate, nova superprodução de ficção científica dirigida por Robert Rodriguezganhou uma nova imagem divulgada pela Entertainment Weekly, que destaca a ciborgue interpretada por Rosa Salazar. Confira:

Assista também o novo trailer repleto de ação:

A produção teve sua data de estreia adiada pela Fox. Antes prevista para 20 de julho de 2018, e agora está marcado para 21 de dezembro do mesmo ano.

O longa produzido por James Cameron passa agora a disputar bilheteria com outros dois blockbusters: ‘Aquaman’ e ‘Bumblebee’, que estreiam no mesmo dia.

O filme ainda não possui data de estreia no Brasil.

Enquanto isso, assista um vídeo dos bastidores:

O filme tem roteiro e produção de James Cameron. No elenco, Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez, Jackie Earle Haley e Rosa Salazar como Alita. A estreia ocorre no dia 20 de julho de 2018 nos EUA.

Baseado no mangá Battle Angel Alita, conta a história da personagem-título, que vivem em um mundo cyberpunk ambientada no século 26. Na trama, o caçador de recompensas Daisuke Ido encontra uma ciborgue avariada e resolve tratá-la como filha, dando-lhe o nome de Alita. Inspirada no pai adotivo, a menina eletrônica decide, então, seguir seus passos e tornar-se também uma caçadora.

Análise ‘Monarch – Legado de Monstros’ | Sétimo episódio expande o ‘Monsterverse’ com virada inesperada

[ANTES DE COMEÇAR A ANÁLISE, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu o sétimo episódio de Monarch – Legado de Monstros, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

Divulgação/ Apple TV+

Oficialmente na reta final da temporada, Monarch – Legado de Monstros começou a trabalhar suas viradas. Este episódio é focado em contar a história de May (Kiersey Clemons), que trouxe bastante carisma para a série, mas ainda era uma personagem muito misteriosa. O público sabia que ela tinha algo a esconder, só não fazia ideia do que era. E por incrível que pareça, sua jornada é fundamental para o Monsterverse.

Ao longo do episódio, descobrimos que ela foi contratada pela chefe de uma empresa de biotecnologia misteriosa e cheia da grana. Sua missão era contribuir com ideias e expandir um projeto secreto. Porém, a menina descobre que essa tecnologia envolvia controles neurais e torturava animais. Assim, ela apaga os arquivos e dados de toda a pesquisa, pondo fim a anos de trabalho em segundos. Isso a torna persona non grata da empresa, que passa a persegui-la pelo mundo. E foi por essa razão que ela teve de largar sua família e se foragir no Japão, onde encontrou Kentaro (Ren Watabe) e eventualmente embarcou na trama da família Randa.

Divulgação/ Apple TV+

Essa a trama que move o episódio. Depois que a May, cujo nome real é Corah, é sequestrada na Argélia, tudo passa a rodar em torno de seu passado. Isso cria uma aproximação inesperada, mas sensacional entre Cate (Anna Sawai), Kentaro e Tim (Joe Tippett), o agente da Monarch. Em todo esse tempo, o agente meio que limpava a barra dos irmãos na agência e agora, com essa proximidade, eles passam a efetivamente trabalhar juntos. E isso é um dos pontos mais interessantes da série: a dualidade acerca do que é a Monarch. Não dá para ter certeza se eles são heróis ou vilões. No momento, eles habitam uma zona cinzenta, momentos depois de terem atitudes dignas de vilões. É incrível, porque a organização vem sendo tratada dessa forma ambígua desde o início, mas nunca foi aprofundada.

Paralelamente a isso, Lee Shaw (Kurt Russell) quebra as expectativas e assume um papel mais vilanesco. Nos últimos dois episódios, ele já tinha lançado uns papos meio tortos de querer ajudar o Godzilla e tudo mais, mas como o vovô-garoto ajudava os meninos na busca pelo pai, o grupo deixou passar batido. Agora parece cada vez mais claro que ele vai antagonizar com os protagonistas na reta final. E confesso estar bastante curioso para ver como isso vai se desenrolar.

Divulgação/ Apple TV+

No fim do episódio, a Monarch fecha uma parceria com a empresa que estava infernizando a May/ Corah em troca da liberdade da hacker. Momentos antes, a ‘chefe’ havia feito uma proposta para perdoar o erro e as dívidas da garota em troca dela passar a atuar como espiã, contando para eles tudo que descobrisse sobre os Titãs. O repentino interesse da empresa de biotecnologia nos Titãs, assim como os testes de controle neural, viria a ser explicado no finalzinho do episódio. Walter Simmons (Demián Bichir) faz uma ligação para a ‘chefe’, cujo computador está com o papel de parede da nova empresa que surgiu da antiga: a Apex Cybernetics. Na conversa, eles dizem que a parceria com a Monarch pode ser muito proveitosa.

Bom, para quem não lembra, a Apex é a empresa responsável por usar os restos mortais contrabandeados do Ghidorah para desenvolver uma conexão neural com as máquinas que compõe o Mechagodzilla, a grande ameaça de Godzilla vs Kong (2021). Simmons, inclusive, é morto momentos depois de lançar seu Titã metálico. Enfim, é uma forma muito maneira de expandir o Monsterverse, porque a série que deveria contar a história da fundação da Monarch aproveita a chance para mostrar ao público as origens de sua futura maior rival nesse universo. E o mais legal disso tudo é que as consequências das ações dessas duas empresas voltarão a ser exploradas no ano que vem, em Godzilla e Kong: O Novo Império.

Reprodução/ Warner Bros.

E para fechar com chave de ouro, o episódio traz a Monarch se revelando para o mundo. Esse final promete muito para os próximos capítulos. E mais do que isso, vale destacar que esse episódio se sustentou sem apelar em momento algum para o núcleo dos personagens de 1950, que vem sendo um dos pontos altos da produção. Isso mostra que o trio de 2015 está pronto para voos maiores e agora é aguardar para ver qual a próxima confusão em que vão se meter.

Divulgação/ Apple TV+

Os novos episódios de Monarch – Legado de Monstros estreiam toda sexta no Apple TV+.

Crítica | Uma Fada Veio Me Visitar – Xuxa Volta às Telonas em Filme Didático sobre Bullying

A adolescência é uma fase conturbada. Hormônios à flor da pele, notas baixas, busca por popularidade e por amizades: tudo ganha mais profundidade no universo jovem, inclusive porque muitos desses sentimentos são sentidos pela primeira vez. E tudo isso fica ainda mais complexo no mundo globalizado, conectado, que precisa de curtidas, seguidores e aprovações virtuais. Antenado nesse universo, chega aos cinemas para o feriadão de Dia das Crianças o filme juvenil ‘Uma Fada Veio Me Visitar’.

Luna (Tontom Périsé) é uma jovem que vive sua vida normalmente, indo à escola e conversando com sua melhor amiga. Porém, de uns tempos pra cá ela anda muito irritada, sem saber o motivo. Certa noite, a jovem recebe uma visita inesperada: a fada Tatu (Xuxa) simplesmente aparece no seu quarto, dizendo ter uma missão e que precisa da ajuda de Luna. Desconfiada, a jovem não consegue acreditar no que vê, até que finalmente Tatu lhe conta a verdade: ela estivera congelada nas últimas quatro décadas e precisa fazer com que Luna se torne amiga de Lara (Vitória Valentin) para ser promovida. O problema é que Lara é exatamente a maior inimiga não só de Luna, mas da escola toda.

Uma Fada Veio Me Visitar’ é uma refilmagem do longa ‘É Fada!’, anteriormente estrelado pela youtuber Kéfera Buchmann, que tinha uma pegada completamente diferente do projeto atual. E notadamente essa é a maior motivação em fazer uma nova versão dessa história, que é um livro homônimo de Thalita Rebouças: contar a história dessa jovem adolescente de uma maneira mais consciente. A autora, que também assina o roteiro nessa versão, repaginou a própria para torná-la mais didática, mais relevante ao público atual, que fala abertamente sobre os temas pertinentes à própria idade.

Assim, esse novo filme é tão didático, mas tão didático, que pode ser tranquilamente utilizado por professores em sala de aula para tratar temas como o bullying e a propagação do ódio. Entretanto, a montagem final do projeto de Vivianne Jundi parece ter deixado de fora cenas importantes para a compreensão da trama, por exemplo, a efetiva prática de bullying por Lara: quando a antagonista entra na história, todo mundo a odeia, mas não vemos a jovem de fato fazer nada contra ninguém, o que fica um pouco confuso.

O maior acerto nesse novo projeto é, sem dúvidas, a reaparição de Xuxa no terreno do audiovisual de ficção. É nítido como a atriz mantém seu carisma mesmo após tanto tempo afastada, e sua personagem, com uma pegada de anos 80, traz diversas referências a personalidades musicais que são divertidas de assistir. Entre autorreferências à momentos da própria carreira, Xuxa ressignifica e apresenta uma década divertida à uma geração que se distanciou do que é analógico. Ver Xuxa nas telonas é o maior presente que esse novo projeto traz para o circuito atual.

Com participações especiais de Dani Calabresa, Zezeh Barbosa e Livia Inhudes, ‘Uma Fada Veio Me Visitar’ é uma comédia leve para mostrar às crianças e jovens que todo mundo passa por problemas, e que nem sempre sabemos o mais profundo da vida do coleguinha, então, antes de odiar gratuitamente, o melhor é sempre conversar sobre as inquietações. Programão em família nos cinemas nesse feriadão.

‘Capitã Marvel’ tem DUAS cenas pós-créditos

Os estúdios Marvel realizaram a primeira cabine de imprensa para Capitã Marvel ontem à noite, 19 e, além de reações bastante positivas, os críticos aproveitaram para confirmarem certas coisas para os fãs. Como manda a tradição dentro do MCU, os longas-metragens tipicamente carregam uma ou duas cenas extras nos créditos após o término da narrativa principal.

No caso de Capitã Marvel, os primeiros comentários sobre o filme vieram acompanhados da confirmação de duas cenas pós-créditos ainda não reveladas – uma antes do letreiro e uma depois.

Capitã Marvel é uma pré-sequência de ‘Vingadores’ bastante funcional, de forma até a manter relações com o primeiro filme de ‘Capitão América’. Ele é pró-mulheres sem saturar, com cenas pré e pós-créditos que me deixaram comovida e arrepiada” – Sonaiya KelleyL.A. Times.

Também foi revelado que o filme começa com um tributo comovente à lenda da MarvelStan Lee, que certamente irá arrancar diversas lágrimas dos cinéfilos e fãs de quadrinhos. 

Confira as primeiras reações:

“Fãs dos quadrinhos da #CapitãMarvel irão amar o filme. Simples e prático” – Brandon DavisComicBook.com.

 

Capitã Marvel é incrível! Tem algumas surpresas que não vi chegando, e o mistério/origem é envolvente e divertido. Brie Larson é ótima e entra no MCU de forma fantástica” – Eric EisenbergCinema Blend.

 

“#CapitãMarvel tem uma ótima vibe sci-fi dos anos 90 com um tom diferente de qualquer outro filme da Marvel, de verdade. É retrô, bizarro, misterioso e cômico. É engraçado em lugares surpreendentes e de tirar o fôlego nos lugares certos. E é divertido porque está sempre mudando. [O filme] tem várias coisas certas” – Erik DavisFandango

 

“#CapitãMarvel é pura alegria. Eu não posso esperar pela geração de garotinhas que crescerão com Carol Danvers como uma heroína.”, Devan Coggan, EW.

 

“Espero que os Skrulls sejam as Joias do Infinito da MCU daqui para frente. Ben Mendelsohn é incrível e todo o conceito de mudança flui muito bem. #CapitãMarvel”, Brandon Davis, ComicBook.

 

“Os fãs de quadrinhos e do MCU gostarão mais do #CaptainMarvel do que o espectador comum. Ainda assim, esse público vai gostar muito, é totalmente uma história de origem.”, Brandon Davis, ComicBook.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘Thor: Amor e Trovão’ pode introduzir a primeira heroína trans do MCU

Em julho deste ano, o site GWW divulgou que os estúdios Marvel estariam procurando por uma atriz transgênero para algum de seus próximos projetos, cujas especulações apontavam para a aguardada sequência ‘Thor: Amor e Trovão’.

Agora, segundo o We Got This Covered, novas informações corroboraram os boatos e confirmaram que, de fato, a companhia está em busca de uma atriz para viver Sera, uma super-heroína trans muito rara que pertence ao MCU. Entretanto, essa ideia pertence ao pré-projeto do longa-metragem e que não se sabe se a personagem será removida da narrativa principal ou será introduzida em outro filme.

Taika Waititi retornará à direção da sequência.

O elenco conta com Chris Hemsworth, Tessa Thompson, Natalie Portman e Kat Dennings.

Thor: Amor e Trovão‘ tem estreia prevista para 5 de novembro de 2021.

‘Eu Conheço a Verdade’: Série com Mark Ruffalo é adiada em duas semanas

A nova minissérie da HBO, estrelada por Mark Ruffalo e intitulada Eu Conheço a Verdade, foi adiada em duas semanas.

Segundo um comunicado de imprensa oficial, a estreia da produção mudou do dia 27 de março para domingo, 10 de maio.

Confira o novo trailer:

Baseado no romance homônimo e best-seller de Wally Lamb, a trama traz “a saga de uma família e acompanha as vidas paralelas de irmãos gêmeos idênticos, em uma épica história de traição, sacrifício e perdão”. A descrição oficial da HBO ainda pontua que a trama terá como pano de fundo a América do século XX.

O cineasta Derek Cianfrance (‘Namorados Para Sempre‘) assina o roteiro e a direção dos seis episódios da minissérie.

O elenco também é formado por Melissa Leo, Rosie O’Donnell, Archie Panjabi, Imogen Poots , Juliette Lewis e Kathyrn Hahn.

Eu Conheço a Verdade estreia em 27 de abril.

‘Halloween Kills’: A cidade inteira irá lidar com a ira de Michael Myers na sequência, diz diretor

Em entrevista à Total Film, o diretor David Gordon Green comentou um pouco sobre o que podemos aguardar da vindoura sequência Halloween Kills – O Terror Continua’, indicando que o retorno do serial killer Michael Myers será enfrentado, desta vez, por todas as pessoas da cidade de Haddonfield, Illinois.

“Se o primeiro filme foi, de alguma forma, uma recontagem das origens de Myers e seu reencontro com Laurie depois de todos esses anos, então a segunda parte é sobre seu reino de caos em Haddonfield. ‘Mob Rules” era o nosso título de produção para o longa. É sobre uma comunidade que se une em meio ao caos, e que se divide acerca de como enfrentar o mal”.

Vale lembrar que o filme teve sua estreia adiada e chegará aos cinemas em 15 de outubro de 2021.

Assista ao primeiro teaser:

Segundo o produtor e criador John Carpenter, o corte para os cinemas do longa-metragem está pronto e é bastante intensa.

“O corte está pronto. Eles vão editá-lo em Nova York na próxima semana. Então estará na lata. Meu trabalho está feito. O filme é algo completamente novo. É divertido, intenso e brutal, um filme slasher vezes cem, algo grande. É gigantesco. Nunca vi algo como isso”.

O terceiro filme foi adiado para Outubro de 2022.

Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retorna à direção.

Curtis estrela ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards e Anthony Michael Hall. Judy Greer e Andi Matichak também voltam.

Sucesso de público e crítica, o reboot de ‘Halloween‘ arrecadou US$ 255.4 milhões mundialmente, alcançando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘Acasa’: Documentário vencedor do Prêmio do Júri em Sundance ganha trailer poderoso; Confira!

ZeitgeistFilm divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Acasa, My Home’, documentário romeno que gira em torno de uma família que vê seu mundo mudar quando o lugar onde vivem é transformado em um parque público.

A produção levou para casa o Prêmio Especial do Júri por Fotografia e Documentário Mundial no Festival de Sundance.

Confira:

O filme é dirigido por Radu Cironiciuc.

Na região selvagem do Delta Bucareste, um reservatório de água abandonado ao lado de uma efervescente metrópole, a família Enache vivia em perfeita harmonia com a natureza por duas décadas, dormindo às margens de um belíssimo lago, pegando peixes com as próprias mãos e seguindo o ritmo das estações. Quando a área é transformada em um parque nacional público, eles são forçados a deixar para trás sua vida nada convencional e se mudar para a cidade, onde redes de pesca são trocadas por celulares e tardes idílicas são passadas em salas de aula. À medida que a família luta para se conformar à civilizaçõ moderna e manter a conexão entre si mesmos, eles começam a questionar seu lugar no mundo e o que o futuro lhes reserva.

‘Acasa’ estreia em circuito limitado no dia 15 de janeiro, ainda sem previsão de lançamento nos cinemas mundiais.

‘A Casa Coruja’: Série animada do Disney Channel é renovada para a 3ª temporada

Pouco depois de divulgar o teaser trailer dos novos episódios, o Disney Channel anunciou que a adorada animação ‘A Casa Coruja’ foi oficialmente renovada para a 3ª temporada!

Enquanto detalhes sobre o ciclo não são divulgados, vale lembrar que a 2ª iteração estreia em 12 de junho.

Confira o teaser:

A série é uma mistura de comédia e terror e gira em torno de uma garota chamada Luz que se torna aprendiza de uma poderosa feiticeira conhecida como Eda. O objetivo da protagonista é se tornar uma poderosa bruxa e, além de sua mentora, também será acompanhada pelo adorável guerreiro King.

A produção é comandada por Dana Terrace.

Sarah-Nicole RoblesWendie MalickAlex HirschTati GabrielleIsaac Ryan BrownMae WhitmanIsabella Rossellini e outros fazem parte do elenco de dublagem.

‘Turma da Mônica – Lições’: Turminha está de volta no novo cartaz oficial da sequência; Confira!

Através das redes sociais, a página oficial da Maurício de Sousa Produções divulgou o novo cartaz oficial de Turma da Mônica – Lições’, sequência do elogiado live-action.

Confira:

Daniel Rezende retorna para a cadeira de direção.

No filme, a Turminha formada por Mônica (Giulia Benite), Cebolinha (Kevin Vechiatto), Magali (Laura Rauseo) e Cascão (Gabriel Moreira) está crescendo e precisa lidar com os desafios da passagem da infância para a pré-adolescência. Na nova aventura, eles se esquecem de fazer o dever de casa e decidem fugir da escola, mas nem tudo sai como o esperado.

No elenco também estão Monica Iozzi, Paulo Vilhena, Fafá Rennó, Luiz Pacini, Laís Vilela, Emily Nayara, Lucas Infante, Cauã Martins, Sofia Munhoz, Gabriel Blotto e Pedro Souza., além das participações especiais de Malu Mader, Isabelle Drumond, Camila Brandão e Fernando Mais.

O filme é uma adaptação da graphic novel homônima, escrita e desenhada pelos irmãos Vitor e Lu Cafaggi. O primeiro longa live-action, ‘Turma da Mônica – Laços’, levou mais de 2 milhões de espectadores ao cinema. A estreia de ‘Turma da Mônica – Lições’ nos cinemas está prevista para 2021.

‘Legends of Tomorrow’: Nick Zano deixa o elenco da série após seis temporadas

A 7ª temporada de Legends of Tomorrow chegou ao fim no último dia 02 de março – e trouxe más notícias para os fãs da série.

The CW confirmou que Nick Zano, intérprete de Nate Heywood, deixou o elenco da produção depois de seis iterações. O ator, que dava vida a um historiador de Star City que podia se transformar em uma criatura feita totalmente de aço, dava vida a um personagem regular desde a 2ª temporada, em 2016.

A narrativa do ciclo mais recente, inclusive, resolveu dar uma conclusão a Nate, que decidiu viver com a namorada, a Zari de sua linha do tempo original, que morava dentro de um Totem do Vento com seus ancestrais.

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Uma equipe de heróis e vilões ajuda a evitar desastres no universo que poderia afetar não apenas a Terra, mas também o próprio tempo.

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Adam Tsekhman, Shayan Sobhian, Lisseth Chavez, Amy Louise Pemberton e Matt Ryan.

Artigo | ‘101 Dálmatas’: o testamento da Disney para a arte cinematográfica

101 Dálmatas – ou A Guerra dos Dálmatas’, como originalmente foi traduzido para o português – é um filme revolucionário. Desde sua forma narrativa até sua arte-final, essa obra-prima ficou responsável por quebrar um padrão adotado por Walt Disney e companhia durante duas décadas e representar o futuro de um modo tão exímio que fica muito difícil colocar em palavras a sua importância para as animações como as conhecemos nos dias de hoje. É claro, levando em conta a época em que foi lançado (meados da Guerra Fria), não podemos esperar exatamente a perfeição animada, mas sim uma irreverência cênica que é agradável para os olhos e tem a capacidade de envolver o público por sua sublime sutileza. E, bom, não é à toa que este seja um dos longas-metragens mais lembrados desse império cinematográfico – e não é por falta de motivos.

Diferente de investidas anteriores, essa narrativa é mais próxima do nosso cotidiano que imaginamos. Tudo bem, estamos ambientados na década de 1950 em Londres, mas mesmo assim as características urbanas e saturadas são facilmente reconhecidas pelo público, o qual de imediato já faz algumas inferências com o escopo a ser apresentado e explorado. Essa estética já marca uma ruptura com outros clássicos – e até mesmo A Dama e o Vagabundo’ traziam uma perspectiva mais burlesca e improvável, ainda que trouxesse cães como protagonistas. De qualquer modo, estávamos acostumados a nos divertir em microcosmos fantasiosos, perscrutados por elementos sobrenaturais – quem não se recorda da transformação de Malévola em dragão? – e saídas ocasionais demais para serem verdade.

Em Dálmatas’, tudo muda. Não, não me refiro a respaldos documentais vistos em Você Já Foi à Bahia?’, e sim ao retrato da vida urbana: resgatando ideais literários de um realismo exacerbado, o trio de diretores formado por Clyde Geronimi, Hamilton Luske e Wolfgang Reitherman transforma um conjunto de características muito endossadas em algo novo. Talvez a ideia de originalidade nunca tenha gritado tão alto quanto aqui – e cada uma das inclinações funciona de forma perfeita. Nem mesmo o óbvio envelhecimento do filme o torna menos adorável, tanto por seus personagens quanto pelas críticas que faz.

O prólogo, como já dito, nos leva à entulhada e nostálgica Londres, cuja constituição é uma mistura de tonalidades complementares que, harmonicamente, constroem um pano de fundo que se mantém e que permite a diferenciação entre os atos. Ao fundo, ouvimos a carismática voz de um narrador-personagem que analisa os seus dias ao lado de seu humano de estimação, Roger (Ben Wright). Sim, é exatamente isso: aqui, a antropomorfização dos protagonistas é elevada a um nível de submissão inversa, diferente da relação vista em Dama e Vagabundo’, universo dentro do qual os personagens principais são colocados em um patamar inferior. Desse modo, a nossa “voz divina” parte de Pongo (Rod Taylor), um gigantesco e muito inteligente dálmata que acredita que seu companheiro deve encontrar alguém para ficar a seu lado – e ele está determinado a ajudá-lo.

É a partir desse pensamento altruísta e cômico ao mesmo tempo que temos um dos pontapés iniciais para o encontro entre Roger e sua futura esposa, Anita (Lisa Davis), e Pongo e sua também futura “esposa”, Perdita (Cate Bauer). Os quatro formam uma família como nenhuma outra e, desde o princípio, trazem todas as delineações britânicas que sempre adoramos ver em longas-metragens, incluindo os dialetos cantados, o excesso de cordialidade e as quebras de expectativa com personalidades essencialmente humanas e que permitem uma relação como nenhuma outra conosco. A química efervescente mantém-se nos momentos de drama e de comédia, além de servir como base para a brusca mudança à ação e à aventura – em outras palavras, ele aproveita de sua completude para explorar o que conseguir nos breves oitenta minutos de duração.

Esse equilíbrio e perfeição, talvez uma tentativa de se aproximar do apreço romântico que o império Disney sempre teve, é logo abalado pela chegada de uma das melhores vilãs já criadas, a cadavérica e mórbida Cruella de Vil (Betty Lou Gerson). Cruella é literalmente uma figura esquelética ambulante, escondida pelo cabelo excessivamente bicromático e pelo gigantesco casaco de pele amarelado, combinando com os dentes já maltratados pelo fumo. Ela é um ícone da moda e carrega uma piteira em mãos o tempo todo para ostentar seu poder, o qual também é reafirmado pelo seu reluzente Phanter DeVille, automóvel que, na época, restringia-se às elites. A antagonista, diferente do que podemos inferir de outras vilãs sobrenaturais, é essencialmente má, e não um produto do meio em que vive. Ela nasceu assim e irá morrer assim – e sua personalidade apenas deixa bem claro sua total falta de senso comunitário.

Cruella e Anita mantém uma falsa relação de proximidade, mas aquela está apenas interessada nos futuros filhotes de Pongo e Perdita – e para quê? Bom, ainda que isso fique mais claro com o desenrolar dos eventos, ela deseja escalpelá-los para criar uma nova coleção com pelo de dálmata. Sim, é cruel. E é para ser assim; a exploração da ambição humana talvez seja mais presente aqui que em qualquer outra obra, alastrando-se para o conformismo, a tristeza excessiva, a acomodação e os esparsos brilhos de otimismo – todas características de seres movidos por ideais citadinos. E ainda que consigamos descobrir o desfecho da obra, essa previsibilidade é ofuscada por completo por todas as fórmulas que permite quebrar – reiterando o ideal evolutivo dos estúdios.

A vilã também é acompanhada por seus comparsas, Jásper (J. Pat O’Malley) e Horácio (Frederick Worlock), duas recriações dos conhecidos escapes cômicos que, na verdade, se baseiam na crueldade para serem tão engraçados. A caracterização dessa dupla serviria de base para filmes como Mogli – O Menino Lobo’, principalmente pela alternância entre o excesso de branco e cores mais neutras para as vestimentas, cujo contraste permite a clara diferenciação entre os mocinhos e os heróis – é claro que abandonar por completo o maniqueísmo, mas aqui esse conceito é tratado de forma mais amalgamada.

A narrativa é recheada de personagens secundários, fator que poderia cair em uma desnecessária saturação de coadjuvantes que não teriam nenhum valor agregado para a trama principal ou para os arcos dos protagonistas. Entretanto, até mesmo o relance de alguns personagens – que propositalmente se assemelham com Vagabundo, Lady e Jock, mantendo uma relação metalinguística com as outras animações – é importante para compreendermos causa e consequência. As saídas tangenciais deus ex machina praticamente não existem – e a veracidade com a qual a narrativa é levada a sério não poderia atingir esse patamar se não fosse pela identidade imagética e sonora. Quanto à sonora, o time criativo se afasta brilhantemente do mickey mousing e ousa buscar uma composição musical mais orquestral, burlesca e menos ambígua. Agora, quanto à imagética, é preciso retornar um pouco na História.

No início do século XX, as vanguardas artísticas despontaram por toda a Europa, buscando uma brusca ruptura com o conservador academicismo de pintores, escultores e literários. Em outras palavra, pesquisava-se por algo que conversasse com o progresso científico e intelectual da sociedade; porém, não fazia sentido que a realidade não fosse representada do jeito que é. Alcançar a perfeição não estava em pauta, e é por isso que os artistas desejavam transgredir as técnicas com pinceladas trêmulas, a negação da forma linear (uma construção humana, e não natural), o jogo entre cores descartando a ausência e a presença total de luz – e o trio de diretores parte justamente desses princípios para arquitetar as ambiências.

Cada pedaço de cada frame é abarrotado de informações que parecem se fundir e que não possuem começo ou fim. Se prestarmos atenção, as composições lineares não são preenchidas dentro de suas limitações pela soberba paleta de cores; opta-se por criar uma ilusão de multidimensionalidade que ainda utiliza técnicas da rotoscopia, todavia prezando por algo mais impressionista e imediatista. Ora, até mesmo as sombras entram com exímia cautela – perceba que os objetos têm sua projeção em roxo, salmão e rosa, mas nunca em preto, fincando-se às ilusões ópticas dessas vanguardas supracitadas. Todas essas escolhas também serviriam para uma das obras-primas contemporâneas da Disney, Fantasia 2000′ (mais especificamente a aplaudível tradução cênica de Rhapsody in Blue”).

101 Dálmatas é soberbamente irreverente e progressista. Ele não apenas tem uma das histórias mais divertidas e emocionantes deste império, mas marca o abandono do classicismo cinematográfico ao entregar-se a uma nova era, um renascimento que perduraria até a década de 1990.

Jovem esconde segredos no teaser oficial da série de suspense ‘The Watchful Eye’; Confira!

Freeform divulgou recentemente o teaser trailer oficial de The Watchful Eye, sua mais nova minissérie de suspense.

A produção tem estreia marcada para o dia 30 de janeiro, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

Confira:

Julie Durk (‘Grace e Frankie’) é a criadora da série, enquanto Emily Fox entra como sahowrunner

The Watchful Eye acompanha Elena Santos, uma jovem mulher com um passado complicado que consegue trabalhar como babá de uma influente família em Manhattan. Ela logo descobre que todos no misterioso condomínio têm seus segredos. O que eles não sabem, entretanto, é que Elena também tem coisas a esconder.

Mariel Molino interpreta Elena. Amy AckerWarren ChristieJon-Michael EckerAliyah RoyaleBaraka RahmaniGrace KaufmanChristopher Redman e outros completam o elenco.

Crossover entre ‘Transformers’ e ‘G.I. Joe’ está em desenvolvimento, afirma insider

As franquias ‘G.I. Joe’Transformers são extremamente conhecidos pelo público afora e, agora, para que um filme crossover entre as duas irá acontecer.

Segundo a famosa insider MyTimeToShineHello, a Paramount Pictures, que detém a propriedade intelectual de ambas as sagas, está produzindo um longa-metragem envolvendo os dois universos.

A notícia foi compartilhada através do Twitter, acompanhada da capa da HQ ‘G.I. Joe vs. the Transformers, publicada em 2003, e mensagem “está acontecendo”.

Confira:

Nenhuma confirmação foi feita pelo estúdio. Dessa forma, encare apenas como rumor.

Vale lembrar que o próximo filme da saga Transformers, intitulado ‘O Despertar das Feras’, chega aos cinemas nacionais em 08 de julho.

Com Anthony Ramos (Nasce Uma Estrela e Hamilton) e Dominique Fishback (Enxame, Judas e o Messias Negro) nos papéis principais, o elenco ainda conta com grandes nomes na dublagem original como Michelle Yeoh, Pete Davidson, Peter Dinklage e Michaela Jae Rodriguez.

Baseado na temporada “Beast Wars” da animação dos anos 1990, ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ levará o público a uma aventura global com os Autobots em 1994. O filme apresentará a batalha existente na Terra entre Autobots e Decepticons aos Maximals, nova geração de Transformer.

Eddie Murphy participa de um CONCURSO de decorações natalinas no trailer da comédia ‘A Batalha de Natal’; Confira!

Prime Video revelou o trailer oficial de ‘A Batalha de Natal’, nova comédia natalina estrelada por Eddie Murphy.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 01 de dezembro.

Confira:

Lembrando que, além de Murphy, o filme também conta com Tracee Ellis Ross (‘Black-ish’), Jillian Bell (‘Anjos da Lei 2’) , Genneya Walton (‘Darby: A Jovem Sensitiva’), Madison Thomas (‘911’), Thaddeus J. Mixson (‘Creed III’), Robin Thede (‘Insecure’), Chris Redd (‘Big Mouth’), Danielle Pinnock (‘Jovem Sheldon’), Ken Marino (‘A Babá: Rainha da Morte’), Anjelah Johnson-Reyes (‘Superstore’) e D.C. Young Fly (‘American Soul’).

Reginald Hudlin (‘O Príncipe das Mulheres’) entra como o diretor.

O roteiro é assinado por Kelly Younger, inspirado em suas experiências de férias da infância.

A história acompanha Chris (Murphy), um homem que está determinado a ganhar o concurso de decorações natalinas anuais feita por seu vizinho. Então, ele acidentalmente faz um acordo com uma elfa perniciosa, Pepper (Bell), para aumentar suas chances de vitória. Entretanto, quando Pepper lança um feitiço que traz os doze dias de Natal à vida, ela também traz caos a toda a cidade. Agora, Chris, com a ajuda de sua esposa Carol (Ross) e seus três filhos, correm contra o tempo para derrotar outros personagens mágicos, quebrar o feitiço e salvar a cidade e o Natal.

‘Red One’: Matéria EXPÕE falta de profissionalismo de Dwayne Johnson, que atrasava e fazia xixi em garrafas d’água

Red One é uma das produções mais aguardadas do ano e chegará aos cinemas norte-americanos no dia 15 de novembro de 2024 – já estando em desenvolvimento há bastante tempo.

O filme trará ninguém menos que Dwayne Johnson como um dos protagonistas, um dos atores mais conhecidos do cenário contemporâneo do entretenimento. Conhecido por estrelar alguns dos maiores blockbusters da memória recente, o ator está migrando para um novo capítulo de sua carreira com o projeto, principalmente pelo altíssimo orçamento de US$250 milhões.

Originalmente, o longa tinha data de estreia marcada para o fim de 2023, mas foi adiado, ao que tudo indicava, em virtude da greve de roteiristas e de atores de Hollywood. Todavia, a história é muito mais complexa (via The Wrap).

Problemas de produção – que vão desde o atraso crônico de Johnson e a falta de profissionalismo no set até a inexperiência dos produtores – causaram um aumento considerável no custo do filme coestrelado por Chris Evans e J.K. Simmons.

De acordo com mais de uma dúzia de pessoas diretamente envolvidas no projeto, o desenvolvimento de Red One transformou-se em uma tempestade de problemas agravados pela inexperiência do produtor principal do filme, Hiram Garcia, e dos executivos de longa-metragem e produção da Amazon MGM, Julie Rapaport e Glenn Gainor, que estão supervisionando o projeto.

Fontes disseram ao The Wrap que Johnson chegou oito horas atrasado para o set do filme – forçando a equipe a realizar as gravações em pouquíssimo dias. Nos filmes anteriores, Johnson adquiriu o hábito de urinar em uma garrafa de água para economizar tempo, incomodando os membros da equipe.

“No set, longe do trailer, se ele precisa urinar, ele não vai ao banheiro público”, disse uma fonte que conhece bem o astro de cinema. “Ele faz xixi em uma garrafa de água Voss e sua equipe ou um PA tem que descartá-la”.

Isso não é tudo: em sua primeira CinemaCon deste ano, a Amazon MGM resolveu, de modo incomum, exibir teasers do filme para um pequeno grupo de jornalistas escolhidos a dedo pela assessora de Johnson, Meredith O’Sullivan. Os jornalistas assistiram a cerca de 10 minutos de filmagem, mas não foram autorizados a escrever sobre o que viram.

Embora seja comum que os estúdios revelem estrategicamente cenas selecionadas, o completo apagão da mídia em torno do que foi exibido de Red One sugere que a Amazon está ciente de que terá um caminho difícil até o dia de lançamento.

Em outra declaração ao The Wrap, um porta-voz da Amazon MGM negou que houvesse quaisquer problemas no set do longa, fosse pelos atrasos causados ​​pela falta de comprometimento de Johnson ou pela inexperiência de Seven Bucks que fizeram o orçamento do filme disparar.

Dwayne Johnson e Seven Bucks têm sido parceiros incríveis em Red One – um filme que o público de todas as idades vai adorar nesta temporada de férias”, disse o porta-voz. “Nossos testes foram muito fortes – a reação da CinemaCon fala por si – e não teríamos conseguido sem o trabalho e apoio constante de Dwayne. Qualquer reportagem que implique que chegamos a esse ponto com ele chegando sete ou oito horas atrasado para o set é ao mesmo tempo ridícula e falsa.”

Lembrando que o elenco também conta com Kiernan Shipka e Lucy Liu.

A direção do filme é de Jake Kasdan, com roteiro de Chris Morgan. A produção é assinada por Kasdan, Morgan, Johnson, Garcia, Melvin Mar e Dany Garcia, enquanto Sky Salem Robinson, da Detective Agency, também é co-produtor.

Crítica | Mikey Madison BRILHA na fascinante e absurda tragicomédia ‘Anora’, vencedora do Oscar

Sean Baker não é um dos diretores mais elogiados da atualidade por qualquer motivo: ao longo de sua carreira, o cineasta encabeçou títulos que se tornaram sucesso de crítica e de público pela ambiguidade entre crueza e sutileza com que construiu suas produções, como ‘Tangerina’ e ‘Projeto Flórida’. Em 2024, Baker retornou aos holofotes com Anora, um ambicioso ímpeto criativo que teve sua estreia mundial no Festival de Cannes e que levou para casa um dos prêmios mais cobiçados do evento – a Palma de Ouro. Depois, levou o Oscar de Melhor Filme; Melhor Direção; Melhor Edição; Melhor Roteiro Original; e Melhor Atriz, com Mikey Madison. E isso não vem como surpresa: por quase duas horas e meia, o diretor arquiteta um potente e tragicômico tour-de-force liderado por performances irretocáveis e uma trama absurdista no melhor sentido do termo.

O enredo acompanha Anora (Mikey Madison), uma dançarina de um clube de strip-tease e uma garota de programa que vê sua vida mudar de uma hora para a outra. Após conhecer o filho de um poderoso oligarca russo, Vanya (Mark Eudelshteyn), que a contrata para ser sua namorada por uma semana. Após sete dias regados a viagens insanas, bebidas caras e luxos ostentosos, Vanya resolve pedi-la em casamento – e, aceitando mergulhar nessa loucura inexplicável, Anora se torna sua esposa. Porém, esse conto de fadas chega ao fim mais rápido do que o imaginado quando os pais de Vanya resolvem voltar da Rússia e obrigá-lo a anular o casamento, alegando que seu relacionamento trará nada além de vergonha para o nome da família. E é a partir daí que tudo escala a um propositalmente exagerado melodrama que coloca ‘Deus da Carnificina’ sob uma dose letal de esteroides.

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Apesar de descrito como um drama, Anoraemerge como uma obra fílmica que consegue borrar os limites delineados entre os gêneros narrativos. Percebemos desde os primeiros minutos que o escopo atmosférico, pincelado com o hedonismo estético e artístico de um realismo mágico que divide os múltiplos atos. A ideia é fundir o prazer fugaz com a dureza de uma realidade sóbria, seja no conflito entre as paletas de cores, seja na oscilação de uma bem estruturada fotografia assinada por Drew Daniels. No final das contas, não é possível colocá-lo apenas em um rótulo, conforme o escopo escala a níveis estratosféricos e aposta fichas na maximização das complicadas relações humanas.

Um outro tema trazido por Baker às telonas é a efemeridade da psique humana, traduzida de forma palpável através da construção de cada um dos personagens – inclusive, os coadjuvantes possuem papel de considerável destaque na trama principal. Anora e Vanya são dois jovens inconsequentes, mas não de maneira similar: enquanto este se mantém preso em um ciclo sem fim de festas, álcool e sexo, resguardado não só pelo nome da família, como pelo dinheiro que o protege da brutalidade do mundo, aquela é forçada a colocar um sorriso no rosto noite após noite para conseguir o mínimo para sobreviver em meio a uma aferrada vigilância e a um julgamento depreciador. É claro que, ao permitir que essas duas perspectivas se engolfassem em uma explosão sexual e emocional, Baker, responsável pelo roteiro, premedita a tragédia e um anticlímax elaborado com sagacidade e ousadia.

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O diretor conduz o longa com maestria invejável, garantindo que cada frame seja arquitetado como uma pintura, puxando elementos de inúmeras escolas artísticas a fim de reuni-las em uma aventura instigante e lunática. As emoções permanecem afloradas do começo ao fim e abrem espaço para que o público se conecte em várias camadas com as personas, odiando-as ou compreendendo-as. Esse, aliás, é um dos maiores acertos do filme e um dos motivos que o consagra como uma das entradas mais originais e envolventes dos últimos anos na sétima arte.

Não podemos, é óbvio, deixar de comentar sobre as atuações. Eudelshteyn faz um trabalho admirável como o mimado Vanya, ensandecido em meio às regalias que a vida lhe dá e agindo sem qualquer pensamento racional conforme arrasta todos à sua volta a um vórtice de autocomiseração e frustração; Karren Karagulian, dando vida a Toros, braço-direito do pai de Vanya, é uma boa adição ao elenco ao perceber que pode perder o emprego e a reputação caso não resolva esse enorme problema e coloque o jovem herdeiro de volta nos eixos; e até mesmo Yura Borisov, encarnando o capanga Igor, foge dos maniqueísmos do tipo social que lhe é dado ao adorná-lo com uma humanidade inesperada.

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Porém, a estrela principal é Madison. A atriz, que já havia participado de projetos como ‘Era Uma Vez em… Hollywood’ e ‘Pânico’ (neste último, rendendo-se à roupagem de uma serial killer com vitalidade assustadora), se doa de corpo e alma à personagem titular em uma performance simplesmente impecável e que singra pela complexa e circinal complexidade de Anora. Apesar de parecer superficial, a protagonista é anfigúrica a cada cena e a cada ato – e Madison permite que ela escale a uma profundidade angustiante. Apostando fichas no forte sotaque de Nova Jersey para compô-la e em um fraseamento que tangencia a musicalidade, ninguém se assustaria caso ela conquistasse uma indicação ao Oscar.

Anora pode posar como um longa superficial – mas alcança seu objetivo por abraçar essa aparência e partir dessa premissa para engendrar uma história desatinada que corrompe as ideias de amor, possessão, desejo e decepção em um objetivo distorcido e muito fascinante.

‘Invencível’: Vídeo compila os MELHORES momentos da 3ª temporada; Confira!

A 3ª temporada da aclamada animação Invencível chegou mês passado ao catálogo do Prime Video – e continuou o tremendo sucesso da série criada por Robert Kirkman.

Agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo inédito compilando os melhores momentos do terceiro ciclo.

Confira:

Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.

Lembrando que o astro Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’, ‘The Boys’) fará parte do novo ciclo. Detalhes sobre seu personagem não foram revelados.

O elenco é composto também por Steven Yeun, J.K. Simmons, Mark Hamill, Chris Diamantopolous, Walton Goggins, Grey Griffin, Gillian Jacobs, Melise, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Kevin Michael Richardson e Seth Rogen.

Aaron PaulSimu LiuJonathan BanksKate MaraXolo MaridueñaJohn DiMaggioTzi MaDoug BradleyChristian Convery fazem parte da nova leva de episódios.

Doechii anuncia datas da turnê Live from the Swamp

A vencedora do Grammy Doechii anunciou recentemente as datas de sua mais nova turnê, intitulada Live from the Swamp.

As boas novas vêm pouco depois de sua estreia oficial no Festival Lollapalooza. No começo deste ano, a performer foi condecorada com o prêmio de Melhor Álbum Rap pelo elogiado ‘Alligator Bites Never Heal’ – tornando-se a terceira artista negra a conquistar o feito após Lauryn HillCardi B.

A pré-venda tem início nesta próxima sexta-feira, 8 de agosto. Para participar, os fãs devem se cadastrar no site até quarta-feira, 6 de agosto. Nenhum código é necessário para acessar a compra dos ingressos, visto que o único requisito é possuir uma conta na Ticketmaster. As entradas remanescentes entrarão na venda geral a partir de 11 de agosto.

Confira (via Variety):

Live from the Swamp Tour

Tue Oct 14 – Chicago, IL – Aragon Ballroom

Fri Oct 17 – Toronto, ON – Coca Cola Coliseum

Sun Oct 19 – Boston, MA – MGM Music Hall

Tue Oct 21 – Washington, DC – The Anthem

Thu Oct 23 – Charlotte, NC – Bojangles Coliseum

Mon Oct 27 – Atlanta, GA – Coca Cola Roxy

Wed Oct 29 – Dallas, TX – Toyota Music Factory

Fri Oct 31 – Houston, TX – 713 Music Hall

Mon Nov 03 – Phoenix, AZ – Arizona Financial Theatre

Wed Nov 05 – San Diego, CA – Gallagher Square

Fri Nov 07 – San Francisco, CA – Bill Graham Civic Auditorium

Mon Nov 10 – Seattle, WA – WAMU Theater

Festival Performances

Sun Aug 17 – Hasselt, Belgium – Pukkelpop Festival

Sat Sep 27 – Queens, NY – All Things Go Festival

Sun Sep 28 – Colombia, MD – All Things Go Festival

Sat Oct 04 – Austin, TX – Austin City Limits Festival

Sat Oct 11 – Austin, TX – Austin City Limits Festival

Sun Oct 26 – Atlanta, GA – One Music Festival

Australian Dates

Sat Dec 06 – Ballarat, Australia – Spilt Milk Festival

Sun Dec 07 – Perth, Australia – Spilt Milk Festival

Sat Dec 13 – Canberra, Australia – Spilt Milk Festival

Sun Dec 14 – Gold Coast, Australia – Spilt Milk Festival

Globo de Ouro 2026 | Conheça as séries indicadas às categorias de drama e de comédia!

Globo de Ouro 2026 acontece hoje, 11 de janeiro – dando continuidade à temporada de premiações após a exibição do Critics Choice Awards.

O evento visa premiar o melhor do cinema e da televisão do ano passado, e conta com diversos títulos que se tornaram os favoritos do público e da crítica.

Para prepará-lo para a cerimônia, preparamos uma breve matéria apresentando as séries indcadas às categorias de drama e comédia, que incluem títulos estreantes como ‘Pluribus’‘O Estúdio’ e o retorno de produções como ‘Only Murders in the Building’‘A Diplomata’.

Lembrando que a cerimônia começa às 22h.

Confira:

DRAMA

A DIPLOMATA

Na terceira temporada de ‘A Diplomata’, Kate (Keri Russell) acaba de acusar a vice-presidente Grace Penn (Allison Janney) de tramar um ataque terrorista e admite que almeja o cargo. Mas agora o presidente está morto, com as suspeitas recaindo sobre o marido de Kate, Hal (Rufus Sewell), enquanto Grace assume a cadeira máxima do governo dos Estados Unidos. Dessa forma, Kate assume um papel que nunca desejou, com uma liberdade que jamais imaginou, uma amizade cada vez mais complexa com o secretário de Relações Exteriores, Austin Dennison (David Gyasi), e um vínculo perturbador com o primeiro-cavalheiro, Todd Penn (Bradley Whitford).

THE PITT

the pitt 3

Séries médicas têm um lugar especial no coração dos fãs, dado o sucesso imbatível de produções como ‘E.R.’‘Grey’s Anatomy’‘House’. E, em meio a uma fadiga criativa e uma quantidade exacerbada de produções do gênero, o drama ‘The Pitt’ veio para mostrar que boas histórias ainda podem ser contadas – apostando em incursões mais amadurecidas e ousadas que nos envolveram desde o primeiro episódio. A trama nos leva para o Centro Médico de Pittsburgh e apresenta um cotidiano mais realista de um grupo de médicos liderado pelo estupendo Noah Wyle como o Dr. Robby.

PLURIBUS

Depois de ter feito história com ‘Breaking Bad’‘Better Call Saul’Vince Gilligan voltou com uma das melhores séries da década com ‘Pluribus’. Desde sua longeva concepção, a obra despontava como um dos títulos mais bizarros e inexplicáveis da Apple TV, acompanhado de uma breve logline que dizia que a pessoa mais miserável do planeta deveria salvá-lo da felicidade. Uma sinopse um tanto quanto evasiva e vaga, por assim dizer – mas que logo se transformou em uma impecável obra de arte guiada pela arrebatadora performance de Rhea Seehorn no papel principal.

RUPTURA

Um dos principais emblemas da nova era da Apple TV é o suspense psicológico ‘Ruptura’. Tendo retornado com uma exemplar 2ª temporada em 2025, a produção manteve o altíssimo nível do ciclo de estreia e abriu ainda mais espaço para discussões sociológicas sobre o funcionamento da comunidade capitalista como um todo e de que forma as questões individualistas são ditadas por regras milenares. E, é claro, nada disso poderia ser feito sem a presença de um elenco estelar, que inclui Adam ScottBritt LowerPatricia ArquetteSarah Bock.

SLOW HORSES

Reafirmando o status imbatível da Apple TV como uma das melhores plataformas de streaming da atualidade, ‘Slow Horses’ continua a trilhar um caminho de enorme sucesso – encantando os assinantes com histórias instigantes e que fazem just aos escritos de Mick Herron. Na quinta temporada, que chegou ao serviço no ano passado, todos ficam desconfiados quando o nerd de tecnologia Roddy Ho arranja uma nova namorada glamorosa. Mas, quando uma série de eventos cada vez mais bizarros começa a acontecer pela cidade, cabe aos slow horses descobrir como tudo está conectado.

THE WHITE LOTUS

the white lotus

É sempre bom quando um show de calibre sólido e que não tem medo de arriscar, mesmo navegando por alguns convencionalismos, retorna com episódios inéditos – e é o que sentimentos quando uma nova estadia se inicia com a terceira temporada de ‘The White Lotus’. Nos levando para a Tailândia para uma terceira temporada que mantém o altíssimo nível das iterações predecessoras, Mike White acertou mais uma vez ao explorar a complexidade e os erros da condição humana com um elenco estelar que incluiu Jason Isaacs, Aimee Lou Wood, Carrie Coon e Walton Goggins.

COMÉDIA OU MUSICAL

ABBOTT ELEMENTARY

‘Abbott Elementary’ estreou sem muito alvoroço, apenas para se tornar uma das séries de comédia mais elogiadas das últimas décadas – cortesia da extraordinária mente de Quinta Brunson. A 5ª temporada mergulha os professores no caos quando uma caldeira quebrada os força a se mudar para um shopping abandonado, apresentando novos desafios e uma “Trilogia do Shopping” de episódios, além de explorar novas dinâmicas, como Janine orientando Dominic, o trabalho paralelo secreto de Gregory e possíveis grandes mudanças na escola.

O URSO

Ainda que coletando algumas críticas negativas, a 4ª temporada de ‘O Urso’ repetiu o sucesso dos ciclos anteriores, apoiando-se no crescente talento de nomes como Jeremy Allen WhiteAyo EdebiriEbon Moss-Bachrach. Nos mais recentes episódios, Carmy, Sydney e Richie lutam para salvar o restaurante The Bear do fechamento, enfrentando crescente pressão financeira, uma crítica negativa do Chicago Tribune e crises pessoais. Tudo isso leva a profundas reflexões sobre seus papéis, relacionamentos e à decisão final de Carmy de se afastar para se reencontrar, deixando o futuro do restaurante nas mãos de Sydney.

HACKS

Jean Smart é uma das maiores atrizes de todos os tempos – e tem um talento único para a comédia. Não é surpresa que, ao lado de Hannah Einbinder, ela tenha criado mágica com ‘Hacks’, cuja quarta temporada talvez seja a melhor da série até agora. O mais recente ciclo acompanha a lendária comediante Deborah Vance no lançamento de um novo talk show noturno, com sua ex-protegida Ava Daniels como roteirista principal. No entanto, a renovação da parceria é imediatamente marcada por tensões e conflitos, forçando-as a lidar com disputas de poder profissionais, identidades pessoais e pressões da indústria, culminando em decisões bombásticas e consequências que podem mudar a carreira de Deborah e o futuro do programa.

NINGUÉM QUER

A segunda temporada de ‘Ninguém Quer’, estrelada por Kristen Bell e Adam Brody, acompanha o rabino Noah e a podcaster Joanne enquanto eles lidam com os desafios crescentes do relacionamento, principalmente a hesitação de Joanne em se converter ao judaísmo. Isso leva a brigas sobre compromisso, casamento e morar juntos, à medida que a fase de lua de mel chega ao fim. A trama também explora histórias paralelas com amigos e familiares, incluindo o romance instável de Morgan com seu ex-terapeuta, Dr. Andy, e a fase conturbada de Esther e Sasha. Paralelamente, novos personagens, como a influenciadora Abby (Leighton Meester), rival de Joanne, chegam à temporada, que culmina em grandes mudanças nos relacionamentos de todos os envolvidos.

ONLY MURDERS IN THE BUILDING

A 5ª temporada de ‘Only Murders in the Building’ tem início logo depois do impressionante cliffhanger do ciclo anterior, que mostrou a morte do amado porteiro Lester (Teddy Coluca) e que colocou nossos três detetives amadores e podcasters, Charles (Steve Martin), Oliver (Martin Short) e Mabel (Selena Gomez), no radar de uma poderosa e rica mulher chamada Sofia Caccimelio (Téa Leoni), que pede a ajuda deles para encontrar o marido desaparecido, o intrigante e sombrio Nicky (Bobby Cannavale). Aparentemente sem relação um com o outro, ambos os casos são abraçados pelo nosso “trio de ouro”, que descobre que as coisas são bem mais estranhas do que imaginavam – lançando-os em viagem pelo submundo das máfias nova-iorquinas.

O ESTÚDIO

Seth Rogen é um gênio da comédia e, título a título, o ator, realizador e roteirista se reinventa como ninguém. E isso não seria diferente com o lançamento de ‘O Estúdio’, uma das produções mais aclamdas da Apple TV do ano passado que lançou luz às complexas e controversas engrenagens de Hollywood e da indústria do entretenimento – acompanhando um produtor apaixonado pela sétima arte que se tornou presidente de uma companhia em decadência. Contando com um elenco de peso, que inclusive trouxe Martin Scorsese como ele mesmo em um dos episódios, a série tem grandes chances de varrer a premiação este ano.

Com Wagner Moura e Greta Lee, SUSPENSE sci-fi ‘A Última Casa’ ganha primeiro cartaz; Confira!

Netflix divulgou o primeiro cartaz oficial de ‘A Última Casa‘ (The Last House), novo suspense sci-fi estrelado por Wagner Moura (‘Guerra Civil’) e Greta Lee (‘Vidas Passadas’).

Na trama, uma família fica presa em sua própria casa, sem ter como sair. Como se não bastasse, seus recursos estão acabando – e eles precisarão trabalhar juntos não apenas para sobreviver com o mínimo de produtos essenciais, e sim para enfrentar a ameaça misteriosa e mortal que os está mantendo encarcerados.

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 7 de agosto.

Confira, junto às imagens, e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Louis Leterrier (‘Truque de Mestre’), o longa originalmente havia sido intitulado 11817.

O elenco ainda conta com Riley Chung (‘Sunrise’), Emma Ho (‘The Expanse’), Noah Alexander Sosnowski (Seção 8 – Organização Secreta’) e Gabriel Barbosa (‘Segredos de um Escândalo’).

O roteiro é assinado por Matthew Robinson (‘Amor e Monstros’, ‘Dora e a Cidade Perdida’).

A produção terá baixa classificação etária (PG-13), tendo sido classificada pelo MPAA por “conteúdo violento, terror, uso de drogas, referências sexuais e linguagem”.

‘Undone’: Rosa Salazar diz que série a fez questionar a própria realidade; Entenda!

Alma (Rosa Salazar) é uma jovem insatisfeita com a vida, que descobre uma relação única com o espaço e o tempo após sofrer um grave acidente de carro.

Quando visões de seu falecido pai (Bob Odenkirk) começam a atormentá-la, ela viaja através das dimensões para tentar a impedir a morte dele.

Essa é a trama de ‘Undone‘, nova série animada da Amazon Prime.

Durante uma entrevista para o Comic Book, Salazar disse que a produção mudou completamente sua maneira de encarar a realidade.

“Eu estava em um ponto da vida onde eu estava farta da monotonia, da rotina, e dos padrões de vida. Eu estou constantemente procurando algo a mais. Deve haver mais. […] E foi essa série! Eu me identifiquei com a trama e isso me aterrorizou. Quero dizer, eu experimentei uma fração do que Alma vive. Tive um momento em que realmente estava exausta e questionei a natureza da minha realidade. Foi uma fração de segundos, mas foi aterrorizante.”

A série lida com ansiedade, tristeza, amor, relação familiar e crises existenciais com uma facilidade surpreendente.

Tudo isso através de um estilo de animação exclusivo.

Assista ao trailer:

A série traz Raphael Bob-Waksberg (Bojack Horseman) como showrunner.

Segundo o site TVLine, o show é pioneiro dentro da indústria televisiva ao utilizar a técnica da rotoscopia aliada a cenários pintados em óleo para dar vida às animações.

Além de Salazar e Odenkirk, o elenco é formado por Daveed DiggsAngelique CabralConstance MarieSiddarth DhananjayTyler PoseyJon CorbettJeanne TripplehornSheila Vand.

‘Coronavírus’: Pequim interrompe planos de reabrir cinemas devido ao aumento de casos da doença

De acordo com o Deadline, o governo chinês está ordenando o fechamento das salas de cinema que foram reabertas em Pequim devido ao aumento de contágio de COVID-19 na capital.

Foi dito que três novos casos foram notificados pelas agências de saúde, e são os primeiros desde que o governo local autorizou a reabertura do comércio, há dois meses.

Felizmente, os pacientes não deixaram a cidade, e as autoridades estão monitorando a situação para que a Capital não se transforme em um novo ponto de propagação do Coronavírus.

Isso só prova que ainda é muito cedo para apostar na reabertura de qualquer setor do mercado que venha a gerar aglomerações desnecessárias.

Ao redor do mundo, diversos países registraram um rápido crescimento nos casos da doença após o afrouxamento ou suspensão das medidas de isolamento social.

Nos EUA, Texas e Florida notificaram aumentos surpreendentes no número de infectados após a reabertura da última semana, com cerca de 3.500 casos diários, somando os dois estados.

Lembrando que o vírus já infectou mais de 7,2 milhões de pessoas no mundo, causando pelo menos 400.000 mortes.

Apesar do número assustador, o CEO da Disney, Bob Chapek, minimizou as preocupações sobre a doença durante uma entrevista para a CBNC.

Questionado se a companhia estava preocupada com a possibilidade de novos contágios após a reabertura das salas de cinema, o executivo respondeu:

“Se você pensar bem, a ocupação das salas de cinema durante segunda à sexta-feira não chega a 25% da lotação. O problema é aos fins de semana, mas acredito que isso pode ser controlado.”

Chapek ainda disse que o deve de manter as salas controladas cabe aos expositores, e não aos estúdios de cinema.

“O controle sobre o número de clientes é dever dos nosso expositores parceiros. Tudo vai depender da demanda [de pessoas que chegarem ao cinema].”

Bob Chapek durante uma convenção da Disney em 2019

12 Blockbusters recentes para você rever no Telecine

O CinePOP resolveu formular uma série de matérias com dicas de filmes disponíveis nos canais Telecine e na sua plataforma digital, o Telecine Play – onde você pode encontrar produções de diversos gêneros, muitas que acabaram de sair dos cinemas (ou sequer passaram por eles) inclusive. Seja para rever ou assistir pela primeira vez, começamos com a lista de superproduções, com alguns dos mais recentes sucessos do cinema. Portanto, programe-se.

Missão: Impossível – Efeito Fallout

Com dois novos episódios desta franquia incrivelmente rentável já confirmados para 2021 e 2022, esta é a oportunidade perfeita para você rever ou quem sabe assistir pela primeira vez a este sexto capítulo. Considerado o melhor filme da série (algo difícil de ser conquistado), Efeito Fallout acerta na mistura de cenas de ação de tirar o fôlego, uma trama complexa e interessante, e personagens cativantes. Uma curiosidade para além da qualidade do longa, foi a polêmica que gerou em torno do infame bigode do personagem de Henry Cavill – uma das adições ao elenco. Devido às gravações deste filme, o ator não pôde raspar seu bigode para as refilmagens de Liga da Justiça (2017), no qual interpretou o Superman, e o bigode precisou ser digitalmente removido de seu rosto, resultando em efeitos canhestros.

Alita – Anjo de Combate

Sucesso surpresa do ano passado, Alita é baseado na famosa graphic novel japonesa. Uma ficção científica ambientada num futuro distópico, a história narra a jornada de autodescoberta de uma menina ciborgue, no melhor estilo Pinóquio dos novos tempos. Além da trama edificante, o filme conta com efeitos de cair o queixo, em especial o que transforma a protagonista Rosa Salazar na “boneca virtual” do título – bem no estilo Avatar (2009). Não por menos, Alita tem total envolvimento do diretor James Cameron, que aqui produz e assina o roteiro. No comando da obra, o igualmente celebrado Robert Rodriguez (Sin City – A Cidade do Pecado).

Bumblebee

Existe um filme bom na franquia Transformers? Sim, mesmo que seja um derivado, e ele atende pelo título Bumblebee. O mais carismático dos robôs gigantes que se transformam em carros e veículos – apesar de não falar – Bumblebee volta ao seu formato original de fusca para seu primeiro filme solo. Para isso os produtores realizam um filme mais juvenil e tiram Michael Bay de jogada do comando. Quem assume é Travis Knight, especialista em animação dos estúdios Laika. Na trama, uma amizade nasce entre uma adolescente, papel da menina indicada ao Oscar Hailee Steinfeld, e seu fusquinha amarelo que é na verdade um robô alienígena.

Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw

Velozes e Furiosos 9 foi um dos blockbusters que sofreu com o coronavírus, tendo sua estreia adiada para 2021. Então, este é o momento ideal para não apenas maratonar os oito episódios anteriores, como também conferir este primeiro derivado da franquia – o mais novo lançamento da rede Telecine. Desta vez, o foco é em dois personagens rouba-cenas da série: o policial montanha de músculos Luke Hobbs (papel de Dwayne Johnson), e o mestre em artes marciais Deckard Shaw (vivido por Jason Statham). O encontro destas duas lendas do cinema de ação precisava de um desafio à altura, assim entra em cena o vilão vivido por Idris Elba –  um super-homem negro (como diz o próprio), modificado geneticamente num laboratório.

Creed II

Depois da franquia Rocky – que durou seis filmes – Sylvester Stallone saiu dos holofotes, se tornando coadjuvante no derivado Creed – Nascido para Lutar (2015). O filme do talentosíssimo Ryan Coogler (Pantera Negra) fez de maneira certa o que Rocky V (1990) havia tentado: colocar o ex-lutador no papel de treinador de um novo talento. Rocky e seu pupilo retornam nesta sequência para enfrentar um grande fantasma do passado para ambos, o maior adversário do pugilista, o russo Ivan Drago (Dolph Lundgren). E não apenas isso, Drago foi responsável por matar Apollo Creed (Carl Weathers), pai de Adonis Creed (Michael B. Jordan), no ringue. Creed III já está em fase de pré-produção, então este é o momento perfeito para conferir os dois primeiros filmes do derivado.

Deadpool 2

Deadpool (2016) não foi apenas um dos grandes sucessos inesperados do gênero em anos recentes, como é também um dos mais revolucionários e influentes. O primeiro filme de super-heróis com censura alta desta nova geração, o longa se mostrou também um enorme sucesso, mostrando que o modelo podia dar muito certo para o grande público. Assim, uma continuação não demorou a sair do papel e, adivinhe, foi ainda melhor. Mais engraçado e ainda mais autoconsciente, é preciso assistir ao filme mais de uma vez para pegar tudo que atiram na gente – então esta é a oportunidade ideal. Grande parte da graça do filme é trazida por dois personagens, adições perfeitas ao elenco. A primeira é a motivação do roteiro, e um dos personagens preferidos dos fãs do universo X – o ciborgue viajante do tempo Cable – papel de um Josh Brolin inspirado. E segundo, a reformulação mais que apropriada de Domino nas formas da ótima Zazie Beetz. Só queremos estes personagens e seus intérpretes no MCU, Marvel nunca te pedimos nada.

Jurassic World: Reino Ameaçado

Outra franquia que possui mais um filme engatilhado para o ano que vem. A deixa perfeita para você conferir esse e todos os longas da série jurássica das telonas mais uma vez. Neste quinto exemplar, o diretor J.A. Bayona, oriundo do cinema de terror, consegue injetar elementos de tal gênero na proposta – com uma subtrama envolvendo experiências genéticas realizadas nos subterrâneos de uma grande mansão, onde ocorre também o clímax do filme. A grandiosidade dos filmes anteriores dá espaço para uma obra mais minimalista, que aposta em elementos de puro terror e suspense, tentando voltar às origens de Jurassic Park.

O Predador

Aqui está um item da lista que talvez tenha passado despercebido por muitos. Então, esta é a hora para se inteirar do novo filme de ação do alienígena caçador de homens. Escrito e dirigido por Shane Black (que esteve no elenco do original de 1987), esta espécie de reboot apresenta uma nova equipe de militares armados até os dentes enfrentando a criatura com cara de crustáceo. A diferença desta vez é que os protagonistas são um grupo de desajustados em reabilitação no exército por má conduta. Aqui encontramos também diversas referências aos filmes anteriores. Para quem gosta dos anos 80, um atrativo é a presença de Fred Dekker no roteiro, diretor de clássicos da época como Noite de Arrepios (1986) e Deu a Louca nos Monstros (1987).

Vingadores: Guerra Infinita

Bem, este apenas quem esteve debaixo de uma rocha nos últimos anos deixou passar. Mesmo assim, os que já assistiram podem seguir demonstrando seu amor pelo MCU em novas visitas – afinal, o terceiro Vingadores é tão bom que vale diversas investidas, e a cada uma delas conseguimos descobrir novos elementos. A genialidade dos envolvidos não tem limite. Ah sim, vale lembrar também que este ano teremos duas novas produções da casa, Viúva Negra e Os Eternos, então esta é a oportunidade de conferir novamente este que foi o início do fim, para o recomeço que teremos este ano. Tudo irá mudar a partir desta nova fase.

Pantera Negra

E por falar em Marvel, não podíamos deixar passar um de seus filmes mais prestigiados no cinema – ou quem sabe “o” mais prestigiado. Afinal, quantos filmes do MCU podem dizer que foram indicados ao Oscar na categoria principal? Pantera Negra é não apenas um dos filmes de super-heróis mais importantes de todos os tempos, como também é uma das produções mais necessárias da história do cinema por sua representatividade racial. Certamente você já ouviu falar muito sobre isso, mas realmente não podemos frisar o suficiente. Esta é a primeira superprodução do cinema com um elenco majoritariamente negro, e uma que foca e impulsiona a cultura africana de forma adequada para as grandes massas. A obra recebeu sete indicações ao Oscar, incluindo melhor filme, e levou os de trilha sonora, figurino e direção de arte.

Tomb Raider: A Origem

Sei que muitos ainda têm Angelina Jolie como a Lara Croft definitiva do cinema, mas que tal dar mais uma chance para esta outra vencedora do Oscar? Esta é a ocasião perfeita para isso – levando em conta que uma continuação do filme está atualmente em desenvolvimento. Alicia Vikander cria uma versão mais jovem da aventureira bilionária e um retrato mais realista da personagem saída dos games. Jolie era a Lara Croft perfeita, pois parecia ter saído dos jogos diretamente para o nosso mundo, porém, seus filmes tinham todo o clima cartunesco de uma adaptação leve. Aqui, a opção foi por um teor mais cru e um pouco mais sombrio. Merece uma segunda chance.

Han Solo: Uma História Star Wars

Que tal viajar por uma galáxia muito, muito distante ao lado do charmoso pirata espacial Han Solo (Alden Ehrenreich) e a bordo da Millenium Falcon, a espaçonave mais famosa da sétima arte? Este é o convite que Han Solo: Uma História Star Wars faz, num filme de origem para um dos personagens mais carismáticos do mundo do cinema. Este derivado nos mostra como foi o início de uma das amizades mais queridas de nossa infância, com o peludo Chewbacca. Além disso, o filme mostra como Han conheceu outro famoso trapaceiro das galáxias, Lando Calrissian – vivido aqui pelo celebrado Donald Glover. Para todos os fãs da maior franquia das telonas, este é um prato cheio para esta época de reclusão social.

‘Extermínio 2’ (2007) – Revisitando uma das Sequências Mais Esquecidas da História do Cinema

Extermínio: O Templo dos Ossos’ já está em cartaz nos cinemas pelo mundo. Para entrar no clima do novo longa, daremos continuidade, revisitando desta vez a primeira sequência da franquia, o “esquecido” ‘Extermínio 2’, de 2007. Confira.

Leia também: ‘Extermínio’ (2002) – Revisitando o novo Clássico de Danny Boyle – que redefiniu o gênero “filme de zumbi”

Devido ao enorme sucesso e impacto cultural de ‘Extermínio’, que havia conquistado tanto o público quanto a crítica, a produtora DNA Films, junto com Danny Boyle e o roteirista Alex Garland, percebeu que havia espaço para expandir o universo criado, explorando as consequências da epidemia em uma escala maior.

Embora Boyle e Garland não retornassem como diretor e roteirista principal, ambos permaneceram envolvidos como produtores executivos, ajudando a orientar o projeto criativamente. O conceito central da sequência nasceu da pergunta: o que aconteceria depois de uma tentativa de reconstrução da sociedade em um cenário ainda instável e perigoso?

A equipe criativa queria mostrar como a ameaça do vírus Raiva persistiria, mesmo com as medidas de contenção e a presença militar. O diretor espanhol Juan Carlos Fresnadillo foi escolhido para comandar o projeto, trazendo um olhar mais focado em ação e tensão contínua. A ideia era criar um filme mais amplo e explosivo, mostrando o impacto da infecção em uma Londres parcialmente repovoada, mas ainda traumatizada.

O roteiro de Rowan Joffé e Jesus Olmo manteve o tom sombrio do original, mas com uma narrativa mais acelerada e com efeitos visuais mais elaborados, aproveitando o aumento de orçamento em relação ao primeiro filme.

Extermínio 2 se passa seis meses após os eventos do primeiro filme, quando o exército dos Estados Unidos assume o controle de Londres para iniciar um processo de repopulação e reconstrução da cidade. A trama acompanha Don, um sobrevivente que se reencontra com seus filhos, Tammy e Andy, trazidos de volta à cidade após um período de quarentena no exterior.

No entanto, o reencontro familiar é abalado quando Andy e Tammy escapam da zona segura para buscar lembranças da mãe, Alice, dada como morta, mas encontrada viva e aparentemente imune ao vírus. A descoberta de que ela carrega o vírus de forma assintomática coloca todos em alerta máximo, pois representa uma nova e silenciosa ameaça de contágio.

A situação rapidamente foge do controle quando Don, ao visitar a esposa, acaba sendo infectado após um beijo de reconciliação. Isso dá início a uma nova onda de contaminação que se espalha rapidamente pelo setor seguro de Londres, levando à falência de todo o plano de reconstrução. O filme acompanha a fuga desesperada de Tammy, Andy e um pequeno grupo de sobreviventes, incluindo um soldado americano chamado Doyle e a médica Scarlet, enquanto tentam escapar de infectados e de ataques aéreos ordenados pelo próprio exército.

Com cenas de ação intensas e uma atmosfera de constante perigo, ‘Extermínio 2 termina com um tom ainda mais pessimista que o primeiro, sugerindo que o vírus já alcançou o continente europeu, deixando o futuro da humanidade em aberto.

Ao contrário do primeiro filme, que tinha um elenco britânico relativamente desconhecido, ‘Extermínio 2 trouxe novos rostos e uma mistura de atores britânicos e norte-americanos para ampliar o apelo internacional. Robert Carlyle, conhecido por papeis em filmes como ‘Trainspotting e ‘Ou Tudo ou Nada, interpreta Don, o pai atormentado cujas escolhas têm consequências catastróficas.

Rose Byrne vive Scarlet, uma médica militar determinada a proteger os irmãos Tammy e Andy, interpretados por Imogen Poots e Mackintosh Muggleton, ambos estreantes no cinema na época. Jeremy Renner, antes de se tornar mundialmente famoso como o Gavião Arqueiro da Marvel, assume o papel de Doyle, um soldado americano que se rebela contra ordens para proteger os civis. O elenco conta ainda com Idris Elba, Harold Perrineau e Catherine McCormack.

A principal diferença em relação ao elenco original é a ausência total dos personagens de ‘Extermínio (2002), como Jim, Selena e Hannah, o que reforça a ideia de que a sequência é uma expansão de universo e não uma continuação direta dos protagonistas anteriores. Essa mudança também refletiu o novo tom do filme: mais voltado para ação militar e suspense em larga escala, ao invés do foco intimista e psicológico do primeiro.

A inclusão de atores com mais visibilidade internacional foi uma estratégia dos produtores para garantir uma distribuição mais ampla nos mercados estrangeiros, principalmente nos Estados Unidos, onde o filme teve uma campanha de lançamento mais robusta.

A direção de ‘Extermínio 2 ficou a cargo do espanhol Juan Carlos Fresnadillo, conhecido até então pelo thriller psicológico ‘Intacto (2001) – e que anos mais tarde viria a dirigir a aventura ‘Donzela’, com Millie Bobby Brown, na Netflix. Sua entrada marcou uma mudança significativa no tom e no estilo visual em relação ao primeiro filme, dirigido por Danny Boyle.

Embora Boyle e Alex Garland permanecessem como produtores executivos, o roteiro da sequência foi escrito por Rowan Joffé, Jesús Olmo e o próprio Fresnadillo, com enfoque maior na ação e em cenas de impacto visual, ao invés da abordagem mais intimista e atmosférica do original. Fresnadillo trouxe uma narrativa mais rápida e caótica, com sequências de perseguição, tiroteios e efeitos especiais mais elaborados, refletindo também o aumento de orçamento.

Essa mudança de direção deu ao filme um ritmo mais voltado ao suspense de guerra e à ação em grande escala, enquanto o primeiro era mais psicológico e claustrofóbico. O resultado foi uma continuação mais comercial, porém igualmente tensa e sombria, explorando o pânico coletivo e o fracasso das estruturas de controle em cenários de crise.

A crítica de ‘Extermínio 2 foi, em geral, positiva, embora menos entusiasmada que com o filme original. Muitos elogiaram a direção enérgica de Juan Carlos Fresnadillo e as sequências de ação intensas, destacando o ritmo acelerado e a escala mais grandiosa da narrativa. A performance de Robert Carlyle e a fotografia sombria também foram pontos frequentemente destacados.

No entanto, alguns críticos apontaram que a sequência perdeu parte da originalidade e da carga emocional que marcaram o primeiro ‘Extermínio, dirigido por Danny Boyle. Comparado ao original, o novo filme foi visto como menos inovador e mais voltado ao espetáculo, com foco em efeitos visuais e ação militar, mas ainda assim elogiado por manter a tensão e a brutalidade do universo criado. O consenso geral foi de que, apesar de não alcançar o impacto cultural do primeiro, ‘Extermínio 2 se manteve como uma continuação sólida e eficiente dentro do gênero.

Extermínio 2 estreou nos cinemas dos Estados Unidos em maio de 2007, alcançando a quarta posição no ranking de bilheteria em seu fim de semana de estreia, com uma arrecadação de aproximadamente 10 milhões de dólares. Naquele período, o filme enfrentou uma forte concorrência, principalmente de grandes blockbusters de verão.

Em sua semana de lançamento, o topo das bilheteiras era dominado por ‘Homem-Aranha 3, que estava em sua terceira semana e continuava atraindo grandes públicos, seguido por ‘Shrek Terceiro e o suspense ‘O Invisível. Apesar de não liderar, ‘Extermínio 2 teve um desempenho considerado satisfatório para uma produção de médio orçamento e gênero específico como o terror apocalíptico. No total, o filme arrecadou cerca de 65 milhões de dólares mundialmente, mais que dobrando seu orçamento, o que consolidou o sucesso comercial da franquia. O resultado reforçou o apelo do universo criado no primeiro longa e manteve vivo o interesse por possíveis continuações futuras.

O principal motivo para a ausência de uma terceira parte de ‘Extermínio até 2025 está relacionado a uma combinação de fatores criativos e comerciais. Embora sempre tenha havido interesse dos fãs e até especulações de projetos intitulados ‘Extermínio 3 ou ‘28 Months Later’, a equipe original, incluindo Danny Boyle e Alex Garland, não havia encontrado um conceito que considerassem suficientemente inovador ou relevante para dar continuidade à história.

Além disso, houve dificuldades relacionadas a direitos de produção entre os estúdios envolvidos, o que também atrasou qualquer desenvolvimento concreto. Ao longo dos anos, tanto Boyle quanto Garland seguiram para outros projetos de grande porte, deixando a franquia em um estado de hibernação. Até chegarmos a ‘Extermínio: A Evolução’ e  ‘Extermínio: O Templo dos Ossos’.