A Globoplay lançou uma série de suspense produzida por Jack Bender, diretor de ‘Lost‘, que virou um fenômeno na internet.
Trata-se de ‘Origem‘, que mistura suspense e terror em um história cheia de reviravoltas.
A trama é ambientada em uma misteriosa cidade no interior dos Estados Unidos que aprisiona de forma sobrenatural aquele que chegam lá.
Para piorar a situação, seres monstruosos caçam os moradores durante a noite, então o xerife Boyd Stevens (Harold Perrineau) tenta deixar os sobreviventes da cidade seguros enquanto procura por uma forma de escapar.
Em menos de uma semana disponível no catálogo, a produção já se tornou em uma febre entre os assinantes, que estão rendendo elogios à trama.
Origem, é uma série de terror e suspense produzida por Jack Bender, diretor de Lost. A produção estreiou nesta terça-feira (21) exclusivamente no Globoplay. Acabei de ver o trailer na Globo e achei interessante. Entrou pra minha lista de séries pra assistir. pic.twitter.com/g00jvB7677
PORRA QUE SÉRIE BOA DA PORRA MEU DEUS DO CEU SE VOCE TEM GLOBOPLAY OU STREMIO OU SEI LA VE ESSA SERIE LOGO MEU DEUS DO CEU MUITO BOA!!!!!!!!! NETFLIX SONHA EM PRODUZIR ALGO ASSIM TAO BOM pic.twitter.com/G56JIRZVbh
— Dan ta matando zumbis lgbts ️ (@danthedarkpink) March 24, 2023
Comecei a ver uma série muito boa “Origem” na globoplay
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de fevereiro.
Escrito por Frank Herbert, o romance ‘Duna‘ é uma aventura tão densa que o diretor Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049’) decidiu dividir sua adaptação em duas partes.
A sequência vai explorar a jornada mítica de Paul Atreides, agora ao lado de Chani e dos Fremen, que pode levá-los até a uma guerra, se necessário for, para Paul se vingar dos conspiradores que destruíram sua família. Diante da difícil escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo conhecido, ele dará tudo de si para evitar o futuro terrível que só ele pode prever.
O longa traz de volta Timothée Chalamet (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) como Paul Atreides e apresenta Austin Butler (‘Elvis’) como seu novo adversário, o vilão Feyd-Rauth Harkonnen.
A franquia ‘Pânico’ vai muito bem, obrigado! ‘Pânico VI’ estreou nos cinemas em março de 2023 e se tornou um sucesso imediato de bilheteria e críticas, garantindo o sinal verde para o sétimo filme – que estreia em fevereiro de 2026.
‘Pânico VI’ foi lançado na Netflix, garantindo a alegria dos aficionados pelo gênero e pela franquia que não conseguiram conferir o longa nas telonas.
O mais interessante é que ‘Pânico’ nasceu como uma “brincadeira” com o gênero slasher em 1996, mas terminou ressuscitando o estilo para toda uma nova geração. Vinte e sete anos depois de sua estreia, a franquia ‘Pânico’ cresceu para se tornar a mais bem sucedida de seu subgênero, que mescla boas bilheterias, adoração dos fãs, críticas sempre favoráveis, e como alguns adoram proferir: não possui um filme verdadeiramente ruim em sua galeria de, agora, seis produções.
‘Pânico’ nasceu como grande brincadeira/homenagem ao slasher, mas se tornou a maior franquia do gênero.
Após o “encerramento” da trilogia original, o plano dos criadores Wes Craven e o roteirista Kevin Williamson era realizar uma nova trilogia, a começar com ‘Pânico 4’, de 2011. Inclusive, um quinto filme com Craven na direção e texto de Williamson já estava ganhando forma. Apesar de ser um dos capítulos mais adorados na opinião de grande parte dos fãs (talvez o segundo somente atrás do original), ‘Pânico 4’ deixou a desejar financeiramente em seu retorno nas bilheteiras, se tornando o “maior fracasso” da franquia. Como consequência, afundou todos os planos de uma nova trilogia – que veria Jill (Emma Roberts) sobrevivendo o desfecho do quarto filme e indo para a faculdade, ainda garantindo a fama de sobrevivente. Porém, alguns colegas a confrontariam com a verdade. Sidney seria professora nessa mesma universidade.
Em 2015, com a morte do mestre Wes Craven, os planos para um quinto filme pareciam ainda mais distantes. Mas há de surgir sempre uma luz no fim do túnel. E no caso da franquia ‘Pânico’, essa luz se deu com a compra dos direitos pela Paramount, que tirava o título das mãos da Miramax (Dimension), ainda mais depois da queda do chefão do estúdio, Harvey Weinstein. Assim, o novo estúdio tratou de colocar sua nova aquisição para trabalhar e gerar dinheiro. E eles não poderiam ter sido mais bem sucedidos nessa empreitada.
A partir de 2022, a franquia tomaria outros rumos pelas mãos da Paramount – com novos diretores e elenco.
O quinto filme ‘Pânico’, já nas mãos da Paramount, foi pensado como muitas obras atuais que apostam na nostalgia, sem esquecer a adição de elementos modernos para dialogar com o público atual. Assim, o quinto ‘Pânico’ era ao mesmo tempo uma continuação dos anteriores (sem apagar qualquer episódio passado de sua cronologia), mas também uma espécie de “reboot” (termo utilizado para o reinício de uma franquia). Isso porque no quinto filme foram adicionados uma gama de novos personagens que iriam receber a tocha passada de veteranos como Sidney (Neve Campbell), Gale (Courteney Cox) e Dewey (David Arquette). Pela primeira vez na franquia, as protagonistas agora seriam as irmãs Sam (Melissa Barrera) e Tara (Jenna Ortega).
Dessa forma, ‘Pânico 5’ era o início de uma nova fase para a franquia. Aliás, seguindo os passos de ‘Halloween’ (2018), o quinto filme eliminou o número de seu título (por uma questão mercadológica e de marketing), se tornando, assim como o original, apenas ‘Pânico’. A partir do sexto filme, o número voltou, mas sofreu a reviravolta de se tornar numeral romano ‘Pânico VI’.
Vivemos uma realidade na qual através das redes sociais, os estúdios ouvem o que o público deseja e o atende.
Com o advento veloz e furioso das redes sociais, os executivos dos grandes estúdios encontraram nelas um canal direto para se comunicar e ouvir os fãs. Sim, é claro que existe muita reclamação furada e mimimi, mas existe também pedidos bem sensatos e genuínos de gente que ama estes filmes. Nos últimos anos, os estúdios mostraram que estão antenados com as vontades de seu público, afinal no fim das contas são eles que enchem as salas de cinema, então por que não entregar algo em troca, que eles verdadeiramente gostam e esperam. Desde um novo visual para o ‘Sonic’, passando pela versão do diretor Zack Snyder para ‘Liga da Justiça’ e o Homem-Aranha no MCU, até o filme solo do Deadpool, Dwayne Johnson como Adão Negro e os três Homem-Aranha em ‘Sem Volta para Casa’, Hollywood tem constantemente entregue o desejo dos fãs.
E sim, ‘Pânico’ também é uma franquia que desperta muita paixão, teorias e pedidos por parte dos fãs – muitos dos quais se transformam em memes espalhados na internet. Abaixo listaremos as principais teorias que se tornaram reinvindicações dos fãs para a franquia – e o que ainda pode vir por aí. Confira. Ah sim, nem precisa ser dito que o texto abaixo é repleto de spoilers da franquia.
Kirby está viva!
Não é só no cinema de heróis de quadrinhos que os personagens não permanecem mortos; essa tendência começa a adentrar novos gêneros, como o terror. Se a fã obcecada Annie Wilkes (Kathy Bates), de ‘Louca Obsessão’ (1990), visse estas reviravoltas, certamente gritaria: “não foi isso o que aconteceu, não foi isso que vocês mostraram”, perdendo as estribeiras. Como disse a própria Courteney Cox: “eu achava que Kirby estava morta”. Sim, ela estava morta, assassinada por Charlie (Rory Culkin) ao final de ‘Pânico 4’, quando o rapaz se revela como um dos assassinos. Foi uma morte impactante, mas que os fãs, por terem adorado a loirinha, nunca perdoaram os realizadores. Afinal, não se planeja a popularidade de determinado personagem, ela simplesmente acontece.
Bem, a sobrevivência de Kirby pode não ter sido um coelho tirado da cartola tão grande assim. Acontece que os próprios Craven e Williamson disseram que queriam deixar ambíguo se Kirby havia sobrevivido ou não, e seus planos para um quinto filme a tinham no roteiro. Os fãs notaram que Hayden Panettiere respira ao cair no chão, e sempre teorizaram sobre o fato de Kirby estar viva. Desta forma, ela finalmente retornou ao universo de ‘Pânico’ no sexto longa, agora como uma agente do FBI, mesmo que seu retorno não tenha sido tão brilhante em tela quanto o imaginado pelos fãs – em partes devido à semi-aposentadoria da atriz que a interpreta.
Stu está vivo?
Talvez a segunda teoria mais forte entre os fãs de ‘Pânico’ (atrás somente da sobrevivência de Kirby – que se mostrou real), seja o fato de que Stu (Matthew Lillard), o assassino do primeiro filme, também estaria vivo. No filme original, ele recebe com uma TV de grande porte na cabeça, tendo seu crânio esmagado no processo. Para todos os efeitos, Stu está morto e enterrado desde então. Bem, mas não é isso que os fãs querem. Na teoria de um grupo massivo de aficionados, Stu está vivo, e assim como a volta de Kirby, eles vêm clamando por isso há algum tempo. E por que não trazê-lo de volta? Já que trouxeram Kirby.
Essa teoria pode soar tão absurda quanto a de Kirby estar viva, caso esta segunda não tivesse se concretizado. Mas a verdade é que também usa como base uma vontade dos próprios realizadores. Kevin Williamson tinha planos para o retorno de Stu como o vilão de ‘Pânico 3’, que mostraria o psicopata agora comandando um grupo de seguidores a fazer seu trabalho sujo em uma nova chacina. Ou seja, o próprio roteirista também acreditava que o assassino está vivo. Quem somos nós para dizer o contrário. De fato, isso apenas alimentou ainda mais o desejo dos fãs. Era esperado inclusive que Stu fosse revelado como o Ghostface de ‘Pânico VI’, tamanho escarcéu em torno da tal cena do “santuário”. Coisa que terminou não ocorrendo. No entanto, em um diálogo no mesmo filme, Kirby profere: “esta é a TV que matou Stu”. Ao que Mindy (Jasmin Savoy Brown) retruca: “se você acreditar que ele está morto mesmo”. O diálogo é uma provocação com os fãs, um questionamento existente agora dentro do próprio filme, no qual os personagens duvidam da morte do vilão. É só uma questão de tempo para seu retorno.
A mãe de Sam e Tara
O reboot de ‘Pânico’ introduziu alguns personagens que já se tornaram canônicos e muito queridos pelos fãs da franquia – em especial o citado “core 4”, os sobreviventes do quinto para o sexto filme: as irmãs Sam e Tara Carpenter; e os irmãos Mindy e Chad Meeks-Martin. Porém, uma personagem que é constantemente mencionada, mas ainda não apareceu nestes novos filmes, é a mãe das irmãs protagonistas. Dona de uma relação difícil com Sam, a matriarca das Carpenter também se afastou da filha mais jovem Tara. Isso seria abordado em ‘Pânico 7‘, mas deve ficar para o futuro da franquia.
‘Pânico VI’ foi um sucesso, mas isso não significa que o filme não tenha tido sua cota de polêmicas. A maior delas, como todos os fãs puderam acompanhar, foi a ausência de Neve Campbell, a eterna Sidney. A personagem é o rosto da franquia, e é para ‘Pânico’ o que a musa Jamie Lee Curtis é para a franquia ‘Halloween’. Assim, o sexto longa foi o primeiro a não contar com a participação de Campbell. Os fãs reclamaram, mas o resultado foi que o longa se comportou bem sem sua estrela, até porque o foco agora são as irmãs Carpenter, vividas por Barrera e Ortega.
Nessa disputa de força, de um lado do ringue tínhamos a veterana Neve Campbell, ciente do que trouxe para a franquia durante esses quase 30 anos, e ciente de seu valor. A atriz considerou que o salário oferecido a ela por este sexto longa estava abaixo do que ela achava justo, e credita ao fato de ser mulher – se fosse um homem a oferta teria sido maior. Do outro lado do ringue, a Paramount contou com um orçamento de US$35 milhões (que não é muito folgado para os padrões de Hollywood), e considerou o ponto de vista administrativo de um negócio.
Mesmo assim, a atriz foi contratada para estrelar o sétimo filme – que não terá o retorno de Barrera e Ortega.
Um dos filmes de ação dirigidos pelo badalado Guy Ritchie pode nunca ser lançado. ‘Na Zona Cinzenta‘ (In the Grey) teve suas filmagens encerradas no meio de 2023 e estava programado para estrear nos cinemas em 17 de janeiro de 2025 pela Lionsgate, mas desapareceu silenciosamente do calendário sem explicações.
O destino do filme ainda é incerto e pode continuar assim por um bom tempo. No papel, o projeto tinha tudo para dar certo:Henry Cavill, Jake Gyllenhaal e Eiza González lideram o elenco, com Ritchie na direção e sua marca registrada de caos estiloso e de alto risco no centro da trama.
A história acompanha dois especialistas em extração e uma negociadora de alto nível encarregados de resgatar um grupo que “opera entre o crime e a lei”. É o tipo de premissa perfeita para a narrativa dinâmica de Ritchie, na linha de filmes como ‘O Pacto‘ e ‘Infiltrado’.
Agora, até mesmo os produtores do filme estão mantendo silêncio sobre o que está acontecendo nos bastidores.
Em uma nova entrevista ao Deadline, Benjamin Kramer e Teddy Schwarzman, produtores da Black Bear Pictures, não esclareceram o status da produção.
Quando questionado sobre o lançamento, Schwarzman respondeu simplesmente:
“Sem comentários”.
O que será que aconteceu com o material filmado? O silêncio só alimentou as especulações.
Além de dirigir, Guy Ritchie também assina o roteiro do longa.
Não adianta, tem filmes que não conseguimos nos conectar, que nos levam ao tédio nos seus inacabáveis minutos! Pode ser por uma enorme reunião de clichês, por falta de desenvolvimento de personagens ou mesmo a falta de criatividade ao criar uma narrativa. Pensando nisso, reunimos abaixo algumas produções (na opinião desse que escreve) que se encaixam nesse cenário.
Obs: Você também já assistiu a um filme e teve essa mesma sensação? Desabafe em nossa caixa de comentários!
Na trama, que começa de maneira frenética, conhecemos Um (Ryan Reynolds), um bilionário que após viver de perto horrores contra inocentes, resolve ‘se matar’ de mentirinha e passar a viver escondido em lugares onde nunca fora visto. Além disso, começa um projeto de comandar uma equipe de pessoas sozinhas no mundo mas habilidosas em suas áreas que vão ajuda-lo a combater as mentes do mal pelo planeta. Cada um deles é conhecido por um número. Numa reunião de idas e vindas via flashbacks durante a ação principal, vamos conhecendo alguns recrutamentos e um pouco mais da história de toda a equipe.
Xtremo
A lenda dos samurais espanhóis. Dirigido pelo cineasta espanhol Daniel Benmayor, em seu quarto longa-metragem, Xtremo é uma mistura entre drama e ação com muitas cenas violentas que partem do princípio da vingança (quase um clichê quando pensamos em motivos) para justificar toda a matança e necessidade de poder dentro de furados códigos de éticas dos habilidosos matadores que aparecem ao longo das cansativas quase duas horas de duração. A pretensão de embarcar em uma profundidade dentro do drama instaurada é o furo no barco desse que projeto que tem coreografias que lembram alguns filmes asiáticos das últimas décadas.
Arizona
Na trama, conhecemos Cassie (Rosemarie DeWitt), uma mulher de meia idade, mãe, divorciada, que mantém uma boa relação com o ex-marido. Ela está falida e prestes a perder sua casa. Seu dia a dia é uma batalha, já que trabalha no mercado imobiliário exatamente na época de uma das maiores crises norte americanas no setor. Certo dia, após chegar para trabalhar, acaba presenciando o assassinato de seu chefe pelo desregulado Sonny (Danny McBride) que estava insatisfeito com a maneira como fora lhe passado as informações de sua atual casa e os prejuízos da mesma. Assim, Cassie e Sonny travam uma batalha sangrenta, a primeira buscando sobreviver nas mãos desse maluco e o segundo, bem o segundo não conseguimos entender as maluquices e objetivos desse personagem.
Quando nem tudo sai como planejado. Depois do ótimo Força Maior, o cineasta e roteirista sueco Ruben Östlund volta às telonas com um filme que busca colocar em evidência, para debates e argumentos, o papel de cada um de nós na sociedade em que vivemos. Ao longo dos 142 minutos de projeção, vemos a narrativa da trama por meio de peça de curta duração, uma espécie de séries de esquetes, método que se desmancha em bons e sonolentos momentos.
Na trama, acompanhamos o aposentado general Benjamin ford (Robert de Niro), um homem ranzinza e que vive solitário em uma cabana longe dos agitos das metrópoles. Distante da família, certo dia resolve aceitar a ajuda do desconhecido Emil Kovac (John Travolta), um homem amargurado por um passado sangrento na guerra da Bósnia e que vai para os Estados Unidos em busca de vingança. Ao pior estilo gato e rato, ambos travam uma batalha de vida e morte com tentativas frustradas de terror psicológico.
Na trama, conhecemos o tímido/introspectivo/traumatizado professor Baptiste Cambière (Pierre Rochefort), um homem que esconde de todos seu passado. Certo dia, oferece uma carona para um de seus alunos e depois de uma conversa com o pai do menino, acaba parando em uma praia paradisíaca e conhece Sandra (Louise Bourgoin), a mãe do menino. Sandra, se encontra em uma situação financeira difícil e por isso, o professor resolve ajudá-la mesmo tendo que enfrentar seu passado novamente.
Na trama, conhecemos a bela e tímida Anastasia Steele (Dakota Johnson), uma jovem que após ir para uma entrevista no lugar de uma amiga, acaba conhecendo o misterioso empresário Christian Grey (Jamie Dornan). Logo de cara, os dois futuros pombinhos se atraem e logo começam a embarcar em uma relação peculiar, com contratos e pedidos exclusivos, tudo por conta de um segredo que Grey esconde em um quarto secreto dentro de sua casa. Lendo essa sinopse parece até um filme de mistério, né? Mas na verdade, 50 Tons de Cinza em vez de provocar acaba gerando uma outra coisa: sono.
Na trama, conhecemos Rachel (Emily Blunt) que tenta seguir em frente em sua vida mesmo tendo um vício constante por álcool e ter sida abandonada pelo ex-marido. Assim, escondendo da amiga que divide apartamento que perdeu seu emprego, passa seus dias andando de um lado para o outro de trem desenhando e criando em sua imaginação histórias para seus reais personagens. Até que certo dia acaba se envolvendo como testemunha de um terrível crime que aconteceu, por grande coincidência no bairro onde seu ex-marido mora com a nova esposa e o filho recém-nascido.
As dores e o poder do impossível. Com uma história super corrida, onde tudo acontece com uma ansiedade danada, chegou aos cinemas anos atrás, o projeto baseado em fatos reais O Poder e o Impossível. Dirigido pelo cineasta Scott Waugh e com Josh HartnetteMira Sorvino no elenco, o projeto parece uma propaganda motivacional, um livro de auto ajuda sobre um ex-atleta com problemas graves com drogas que vai para o alto de uma montanha, com o tempo fechando, praticar snowboard terapêutico.
Todo filmado em White Plains (Nova Iorque), The Catcher Was a Spy nos apresenta Moe Berg (Paul Rudd) um famoso jogador de baseball da MLB (liga norte americana profissional), fluente em muitas línguas, que acaba indo trabalhar como uma espécie de agente secreto de uma agência norte americana participando de uma missão importante.
O diretor Lee Daniels tomou o mundo cinéfilo de assalto em 2009 ao entregar Preciosa, drama devastador indicado para seis prêmios no Oscar (incluindo melhor filme), e vencedor de dois. Num curto espaço de tempo, o ocupado cineasta lança mais dois novos projetos. Seus dois novos filmes fazem parte da programação do Festival do Rio 2013. O Mordomo da Casa Branca (o último a ser lançado) é o mais prestigiado. Extremamente elogiado, o filme tem grandes chances no Oscar 2014. É o mais correto também, e certo de agradar a gregos e troianos.
Já The Paperboy, que no Brasil recebeu o título genérico Obsessão, é um filme mais subversivo, exibido em Festivais, e para quem gosta de filmes estranhos e diferentes. Baseado no livro de Peter Dexter, e com o roteiro adaptado pelo próprio Daniels, em parceria com o autor do livro, a história traz o jovem Zac Efron como o protagonista Jack. Na flórida da década de 1960, no fervor da segregação racial que tomava o mundo, a trama foca no caso de um condenado a morte, que pode ser inocente da acusação de ter assassinado um oficial de polícia. Hillary, o condenado, é interpretado de forma insana por John Cusack.
No local chega Ward, papel de Matthew McConaughey (em mais um de seus papéis de retorno à boa forma), e seu colega jornalista Yardley, vivido por David Oyelowo (destaque em O Mordomo da Casa Branca), um britânico pomposo. Jack (Efron) é o irmão caçula do repórter vivido por McConaughey, e ele serve como nossos olhos para tudo o que acontece na tela. Ele é o narrador, e o ponto de vista da história. O rapaz perdido, sem um foco na vida, sente grande orgulho do irmão, e começa a ajudar a equipe jornalística servindo como motorista. Entra em cena a personagem mais chamativa da obra, Charlotte, a mulher espevitada vivida por Nicole Kidman.
De cabelos loiros platinados, e usando um figurino revelador durante toda a projeção, Kidman tem um desempenho impressionante, que faz Suzanne Stone Maretto, sua personagem em Um Sonho Sem Limites, parecer uma freira num convento. Alguns dos momentos mais insanos da carreira de Kidman estão aqui, a maioria fazendo uso de uma sexualidade vulcânica. Ela vive a chamada “White trash”, uma pobretona local, sem refinamento algum, que se corresponde por cartas com o personagem de Cusack, e com ele desenvolveu um relacionamento platônico. Os dois estão prometidos como noivos, quando, e se, o sujeito sair da prisão.
Coisa que o determinado personagem de McConaughey está disposto a fazer. Ele acredita piamente que o sujeito não é culpado, e como um bom jornalista sai em busca pela verdade. Custe o que custar. Em sua maioria, Obsessão é um thriller investigativo, que tem em suas entrelinhas material louco o suficiente para fazer dele um grande entretenimento camp. O jovem personagem de Efron apaixona-se perdidamente pela sensual personagem de Kidman, e no percurso cria uma espécie de incomum triângulo amoroso. Como todos os filmes do diretor Daniels, Obsessão tem um forte teor racial, implícito ou explícito, e aqui ele vem em sua maioria envolvendo a personagem da cantora Macy Gray.
Gray vive a empregada na casa de Efron, e grande amiga do rapaz. Obsessão mostra como as pessoas lidavam com a situação racial latente, mesmo as que queriam se manter imparciais ou afastadas do conflito e polêmica. Obsessãocaminha em dois mundos. Em seus momentos mais sóbrios é um justo suspense de investigação, com o fantasma do auge da segregação racial como pano de fundo; já em seus momentos mais alucinados é um filme de terror com cenas violentas, chocantes e explícitas, e faz uso de um material sexual acelerado que envolve uma das cenas de masturbação mais alucinadas da história do cinema. Como se isso não bastasse, no momento mais non sense a personagem de Kidman tem justamente a cura ideal para a queimadura de águas vivas.
A metade do ano já ficou para trás. Adentramos agora o oitavo mês de 2022, e o segundo da parte dois do ano. Mas não pense você que o melhor que o cinema tinha a oferecer já passou. Nada disso. Para começo de conversa, o segundo semestre é a parte que guarda as estreias mais elogiadas de cada ano, com filmes mais sérios e adultos, e que quase sempre terminam caindo na época de premiações. E não apenas isso, os grandes estúdios há muito viram certa vantagem em lançar alguns de seus maiores produtos na segunda metade do ano. Com 2022 não será diferente, já que trará as estreias de blockbusters como Adão Negro, Shazam 2, Avatar 2 e Pantera Negra 2. Isso, no entanto, é só para os próximos meses. Em Agosto ficaremos com a nova superprodução do astro Brad Pitt repleta de ação, Idris Elba enfrentando um leão para salvar as filhas pequenas, a nova comédia de Fábio Porchat e Dani Calabresa, um dos filmes de terror mais polêmicos e elogiados do ano, e também o novo blockbuster do diretor Jordan Peele. Ou seja, não faltarão ótimas estreias. Confira abaixo e programe-se.
Agosto começa quente com o novo filme do astro Brad Pitt. O ator não lançava um longa desde 2019 quando estrelou a ficção Ad Astra, e agora se aventura no terreno da ação, nesta obra que adapta um livro japonês. Dirigido pelo especialista em adrenalina David Leitch (que já foi dublê no passado), a trama se passa inteiramente dentro de um trem bala, quando diversos assassinos profissionais são contratados para um trabalho e sem querer descobrem isso da pior maneira possível dentro do veículo ultra veloz. A produção conta com um grande elenco de nomes como Aaron Taylor-Johnson, Joey King, Michael Shannon, Brian Tyree Henry, Logan Lerman, Zazie Beetz, Karen Fukuhara e até mesmo Sandra Bullock.
No mesmo fim de semana enfrentando a concorrência pesada do blockbuster da Sony, os humoristas brasileiros Fábio Porchat e Dani Calabresa colocam “seu bloco na rua”, ou melhor, “seu filme nos cinemas”. O longa vai ser a pedida para aqueles que optarem por risadas ao invés da ação, com uma comédia no jeitinho que o brasileiro gosta. Na trama, Porchat vive um sujeito dono de uma vida monótona sem muitas perspectivas, que termina sendo demitido do trabalho e levando um pé da noiva. No fundo do poço, ele resolve ir ao Rio de Janeiro e termina assumindo a identidade de um palestrante motivacional. Seu “novo emprego” irá salvar sua vida.
O segundo fim de semana de agosto será encabeçado pelo talentoso Idris Elba, que estrela este filme de suspense e ação da Universal Pictures. Na trama ele interpreta o pai de duas adolescentes, que resolve leva-las para conhecer suas raízes africanas na savana. No local, no entanto, irão viver um verdadeiro pesadelo quando se tornam alvo de um leão assassino – e agora ele precisará lutar com todas as suas forças para se salvar e salvar suas filhas. Um prato cheio para os que curtem uma dose de adrenalina extra no cinema.
X – A Marca da Morte
Esse foi um dos filmes de terror mais comentados da primeira metade de 2022. X foi lançado em março em grande parte do mundo e demorou bastante até finalmente ser trazido ao Brasil pela Playarte. Muitos já puderam conferir o longa, que deu o que falar e recebeu inúmeros elogios. Na trama, uma equipe de filmagens decide realizar um filme pornô no local remoto de uma fazenda a fim de não serem incomodados. Porém, logo precisarão esquecer o filme e evitar a morte, quando o local se mostra não tão tranquilo assim. Essa é a chance de todos os que ainda não assistiram ao terror poderem conferi-lo nas telonas, e quem já viu e gostou, repetir agora nos cinemas.
Outra comédia nacional que chega aos cinemas em agosto, essa com um teor voltado para toda a família. O grande Lázaro Ramos recentemente lançou nos cinemas seu filme Medida Provisória, que chamou muita atenção. Agora Lázaro esquece a direção e se concentra no protagonismo deste longa que fala sobre as dificuldades e o aprendizado da paternidade. Ele vive Tom, um sujeito casado que ao lado da esposa ganham a primeira filinha. O problema é que de começo o sujeito não está tão disposto a abrir mão de sua vida anterior, e precisará aprender no tranco como ser pai. A musa Paolla Oliveira interpreta sua esposa.
O segundo fim de semana de agosto traz ainda mais um filme de terror, para deixar os aficionados eufóricos batendo ponto nos cinemas. Esse aqui é um lançamento da Paris Filmes e tem a loirinha Teresa Palmer (Quando as Luzes se Apagam) como protagonista. Ela vive uma mãe de família, que se muda com o marido para a cidade onde ele cresceu após a morte de um de seus filhos gêmeos. O recomeço logo se transforma em pesadelo quando seu outro filho parece se tornar alvo de forças malignas do local, ao mesmo tempo em que guarda seus próprios segredos sombrios.
Começamos o terceiro fim de semana de agosto com outra produção nacional. Eriberto Leão é quem protagoniza essa divertida comédia dramática sobre um escritor de sucesso do passado, que se encontra em crise de bloqueio criativo. É quando ele decide se apropriar da história de outra pessoa e usá-la como material para seu novo livro, que termina se tornando um grande sucesso. Junte a isso, um criminoso e belas e fatais mulheres em sua vida. Completando o elenco, Luana Piovani e Maria Flor.
Outra produção nacional, esse filme estrelado por Tony Ramos e Cássio Gabus Mendes foi adiado de junho pela distribuidora Paris Filmes e agora aporta em nossos cinemas em agosto. Comédia dramática protagonizada por um trio de pesos-pesados de nossa dramaturgia. Tony Ramos é quem encabeça na pele de Pedro, dono de uma cantina com mais de 50 anos de funcionamento, afundada em dívidas. Ele se encontra com os amigos de infância vividos por Gabus Mendes e Ary França, e juntos relembram o passado e uma época mais feliz, enquanto Pedro planeja a própria morte.
Outro filme adiado de junho para agosto, este tem distribuição da A2 Filmes, e se trata do novo trabalho do prestigiado cineasta chinês Zhang Yimou, do clássico Lanternas Vermelhas (1991). Aqui ele se enverada no gênero da espionagem para uma trama passada na década de 1930, sobre um grupo de agentes especiais comunistas, retornando de uma missão e embarcando em outra que se mostrará fatal, quando descobrem que um de seus colegas pode ser um traidor, colocando tudo a perder.
25/08
Não! Não Olhe!
O último fim de semana de agosto será fechado com chave de ouro. Acontece que esta é a data de estreia do mais novo trabalho do diretor Jordan Peele (de Corra! e Nós). Em pouco tempo o cineasta conseguiu tomar para si um filão: o dos filmes de terror com forte carga social. Peele dá voz e prioriza histórias negras. E em seu mais recente filme não é diferente. Ele adentra o universo da ficção, apresentando uma invasão alienígena diferente de tudo o que já vimos. Os protagonistas são Daniel Kaluuya e Keke Palmer – que interpretam irmãos donos de um rancho de cavalos, presenciando os mais bizarros eventos em sua propriedade.
Com roteiro de Guel Arraes e direção de seu genro – o ator Caio Blat -, O Debate promete dar o que falar, seguindo a linha das críticas sociais ferrenhas, usando a ficção científica e o futuro como analogias para o que vivemos hoje. Assim como o importante Medida Provisória, de Lázaro Ramos, esta nova produção promete colocar o dedo na ferida do brasileiro. O filme discute o papel da mídia em tempos polarizados e de divergências políticas que parecem irreversíveis. Diante deste cenário no futuro, uma nova variante de um vírus promete fazer estrago na população, e um debate político pode ser crucial para o destino do país e a salvação de inúmeras vidas. Qualquer semelhança com a vida real não é mera coincidência. Débora Bloch e Paulo Betti estrelam como um casal de jornalistas à frente de um importante telejornal.
O mês das férias escolares já acabou, mas isso não significa que os pequenos ficarão órfãos de um produto mirado a eles em agosto. Essa animação da Paramount Pictures segue o mesmo caminho do sucesso Kung Fu Panda, desta vez apresentando um cão de caça sem muita sorte aprendendo a lutar para salvar uma cidade de gatos, ao invés de um panda acima do peso. Quem dubla a versão em português é Deborah Secco, o veterano Ary Fontoura e a sensação Paulo Vieira, que dá voz ao protagonista Hank.
Filmado completamente em preto e branco, confira o trailer de ‘Empathy, Inc.‘, um suspense que mostra um avanço tecnológico dando terrivelmente errado.
“Nesta trama distorcida, às vezes brutal, o capitalista Joel (Zack Robidas) tem um negócio multimilionário falido, e ele e sua esposa, Jessica (Kathy Searle), são forçados a morar com os pais e começar do zero. No momento mais desesperador de sua vida, Joel conhece o velho amigo Nicolaus (Eric Berryman) e seu parceiro de negócios Lester (Jay Klaitz), que procuram investidores em uma nova tecnologia, conhecida como XVR – Realidade Virtual EXtrema -, de sua empresa Empathy. Inc., que oferece as experiências mais realistas e comoventes para os usuários, colocando-os nas vidas dos menos afortunados. Joel obtém os fundos para levantar o projeto, mas logo descobre que os criadores da tecnologia têm usos muito mais sinistros reservados para sua criação e que a realidade que fornece a seus clientes não é virtual.”
O filme é dirigido por Yedidya Gorsetman, e será lançado no dia 24 de junho.
A comédia acompanha a história de Maya, uma empenhada funcionária de uma loja de departamentos que quer se reinventar e tenta uma chance no competitivo mundo corporativo de Madison Avenue.
O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
Demeter é o nome do navio que transportava o Drácula da Transilvânia para Londres no livro de Bram Stoker.
O roteiro foi escrito em 2002, por Bragi Schut (‘Caça às Bruxas‘), e já está sendo desenvolvido há anos – com o envolvimento de diversos diretores com o passar do tempo.
A trama gira em torno da viagem do navio que está transportando o Drácula, na qual a tripulação começa a ser brutalmente assassinada.
Emily Byrne (Katic) é uma agente do FBI que assume a difícil missão de capturar um dos assassinos mais perigosos de Boston, mas, durante as investigações, ela acaba desaparecendo sem deixar pistas. Seis anos depois, ela é encontrada quase sem vida e sem memória dentro de uma cabana no meio da floresta. Ao voltar para a sua vida normal, no entanto, Emily descobre que além de seu marido ter se casado com outra mulher, levar uma vida longe de casos criminais será um sonho distante para ela.
Em entrevista ao GamesRadar, o diretor Zack Snyder revelou por que decidiu trazer novamente o Coringa do Jared Leto na nova versão de ‘Liga da Justiça‘, explicando a sua intenção de continuar a narrativa de ambos os personagens.
“Acrescentar o Coringa era algo que eu queria fazer. Fracamente, o maior conflito em um universo em que o Batman existe é ele confrontar o Coringa. Eu tinha medo que se esse fosse o último filme da ‘Liga da Justiça’ com Ben Affleck e do Jared Leto, iria parecer que eu não tinha descoberto um jeito de mostrar esse conflito.”
Ele completa, “Foi uma escolha minha trazer o Coringa de volta para continuar a narrativa. Eu indiquei isso em ‘Batman vs. Superman’ – quando você vê a arma do Batman no mundo pós-apocalíptico, ela tem um Coringa nela. Isso tem um pouco a ver com aquele conceito.”
Cada parte do evento de 4h de duração vai receber títulos diferenciados, como ‘Não conte com isso, Batman’, ‘A era dos heróis’, ‘Amada mãe, amado filho’, ‘Máquina de mudanças’, ‘Todos os cavalos do rei’ e ‘Algo mais sombrio’.
Vale reforçar que o filme não será lançado em episódios, e a divisão é apenas uma estratégia estilística como em alguns filmes do Tarantino, por exemplo.
Anteriormente, o diretorZack Snyder confirmou que está nos estágios finais de ‘Justice League: Justice Is Grey Edition‘, a versão em preto e branco do filme.
“Eu gostaria de fazer um filme em preto e branco em algum momento. Estamos terminando agora a versão em preto e branco da Liga da Justiça, e é chamada de Justice Is Grey Edition. É assim que eu chamo. Liga da Justiça: Edição da Justiça é Cinza. Não é preto e branco como dizem (risos). Mas esse é o nome da versão em preto e branco.”, disse Snyder ao I Minutemen .
Confira o novo cartaz:
Snyder descreveu o que agora é chamado de Justice Is Grey Edition como a “maior experiência da Liga da Justiça” e a “versão ideal do filme” porque o famoso Snyder Cut foi editado em preto e branco.
“Minha versão ideal do filme é a versão IMAX em preto e branco do filme. Isso, para mim, é a experiência mais centrada no fã, mais pura e mais da Liga da Justiça. Porque foi assim que vivi com o filme por dois anos, em preto e branco.”, disse Snyder em uma entrevista de novembro para o The Film Junkee .
Lembrando que o filme será lançado no Brasil em VOD no dia 18 de Março, e terá 4 horas de duração.
“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.
“Com a aclamação dos críticos e dos fãs, está claro que as histórias e os personagens da Liga de Luta Livre Duffy conquistaram os espectadores ao apresentarem uma comunidade que raramente é encontrada na televisão,” afirmou o presidente do Starz, Jeffrey Hirsch, em uma declaração. “Estou animado para o incrível elenco e produtores executivos retomarem seu trabalho na segunda temporada.”
O próximo ciclo está programado para estrear apenas em 2022.
A trama segue dois irmãos e rivais — um vilão, ou “heel”, no ringue; o outro, um herói, ou “rosto”, uma guerra pela promoção de seu pai na luta livre, disputando a atenção nacional na pequena cidade da Geórgia.
O estúdio MGM anunciou que o longa de super-herói ‘O Samaritano‘, estrelado pelo Sylvester Stallone, será lançado exclusivamente através do Prime Video.
A produção estreará no serviço de streaming no dia 26 de agosto.
Confira os novos cartazes:
Julius Avery (‘Operação Overlord‘) é responsável pela direção.
A trama se passa 20 anos após uma destrutiva batalha que acarretou na morte de um super vilão. Com o fim da ameaça, o herói acaba abrindo mão de seu ofício, levando uma vida distante do combate ao crime. Até que um garotinho começa a desenvolver uma amizade com o velho, suspeitando que o senhor é o herói desaparecido. Gradativamente, ele vai descobrir que a verdade é mais sombria do que pensava.
De acordo com o Deadline, James McAvoy (‘Fragmentado’) vai estrelar o remake do terror psicológico ‘Speak No Evil‘, que está sendo desenvolvido pela Blumhouse.
James Watkins, conhecido pelo sucesso ‘A Mulher de Preto‘ e pelo traumatizante ‘Sem Saída‘, será responsável pela direção e pelo roteiro.
O remake está previsto para estrear no dia 9 de agosto de 2024.
No longa original, uma família dinamarquesa visita uma família holandesa que conheceu durante as férias. O que deveria ser um fim de semana idílico lentamente se transforma em um pesadelo enquanto os dinamarqueses tentam se manter educados diante de situações desagradáveis.
O longa foi escrito e dirigido por Christian Tafdrup.
“De férias em Toscana, uma família dinamarquesa faz amizade imediata com uma família holandesa. Meses depois, o casal dinamarquês recebe um convite inesperado para visitar os holandeses em sua casa de madeira e decide passar o fim de semana. No entanto, não demora muito para que a alegria do reencontro seja substituída por mal-entendidos. As coisas gradualmente saem do controle, à medida que os holandeses se tornam algo muito diferente do que aparentavam ser. A pequena família dinamarquesa agora se encontra presa em uma casa, na qual ela gostaria de nunca ter entrado.”
O elenco conta com Morten Burian, Sidsel Siem, Koch Fedja, Van Huêt, Karina Smulders, Liva Forsberg e Marius Damslev.
O terror ‘A Primeira Profecia‘ (The First Omen), pré-sequência do clássico ‘A Profecia‘, recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.
O longa foi classificado pelo MPAA por “cenas violentas, imagens sangrentas e perturbadoras e breve nudez gráfica”.
Na trama, quando uma jovem americana é enviada para Roma para começar uma nova vida em serviço à igreja, ela encontra uma escuridão que a faz questionar sua própria fé e descobre uma aterrorizante conspiração que envolve o nascimento do mal incarnado.
Confira o trailer, dublado e legendado:
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de abril.
Arkasha Stevenson (‘Vingança Sabor Cereja’) é responsável pela direção. A cineasta reescreveu o roteiro ao lado do seu parceiro Tim Smith, que também serve como produtor executivo através da Phantom Four.
O filme original foi lançado em 1976 e girou em torno de um casal cujo primeiro filho morreu pouco depois de nascer. Os pais, então, resolveram adotar uma criança órfã – mas uma série de eventos bizarros circundando Damien levou os dois a questionarem a origem do garotinho (e eventualmente a descobrirem que ele é o próprio Anticristo).
O sucesso da obra rendeu nada menos que três sequências e um remake, além de uma série baseada no filme original.
De acordo com o Variety, apesar de ter sido originalmente concebida como uma minissérie, ‘Agatha Desde Sempre‘ não será submetida às categorias de série limitada na temporada de premiações.
A produção irá concorrer nas categorias de comédia, e irá enfrentar a concorrência de seriados aclamados como ‘Abbott Elementary‘, ‘O Urso‘ e ‘Hacks‘.
A decisão surpreende abre a possibilidade da série retornar para novas temporadas – especialmente depois do seu desfecho ter deixado um gancho direto para o retorno do [SPOILER] irmão do Billy, o Tommy Maximoff.
Ansiosos para acompanharem novas aventuras da Agatha e do Billy?
Lembrando que os fãs da produção estrelada por Kathryn Hahn já podem conferir os nove capítulos de ‘Agatha Desde Sempre‘ na íntegra – todos disponíveis no Disney+.
A trama se passa três anos depois de ‘WandaVision’ e acompanha Agatha Harkness (Kathryn Hahn) que, após ficar presa em um feitiço lançado por Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), consegue sair de sua prisão sem grades e retorna à realidade sedenta por vingança e pelo desejo de sair de Westview. Todavia, as coisas mudam quando Rio Vidal (Aubrey Plaza) aparece em sua casa e revela que inúmeros bruxos desejam matar Agatha em virtude de acontecimentos passados – o que coloca a protagonista em uma luta pela própria vida ao lado de um clã de companheiras.
O elenco também conta com Joe Locke, Sasheer Zamata, Ali Ahn, Maria Dizzia, Paul Adelstein, Miles Gutierrez-Riley, Okwui Okpokwasili, Debra Jo Rupp e Patti LuPone.
De acordo com o Deadline, a sequência ‘Os Caras Malvados 2‘ arrecadou US$ 44.5 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.
Nos EUA, o longa abriu no TOP 2, atrás apenas de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘, com US$ 22.2 milhões.
Levemente acima das projeções, a sequência registrou uma média parecida com a abertura do longa original, que arrecadou US$ 23.9 milhões no território norte-americano neste mesmo período.
Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 22.3 milhões através de 58 mercados.
Com 86% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a animação também parece ter conquistado os espectadores, recebendo uma nota A no CinemaScore – a mesma média alcançada pelo longa original.
No novo capítulo, os Caras Malvados lutam para encontrar confiança e aceitação para sua recente condição de bons moços, quando são forçados, por um esquadrão de mulheres criminosas, a abandonar a aposentadoria para fazer um último trabalho.
O primeiro filme, ‘Os Caras Malvados‘, foi um sucesso de bilheteria, ultrapassando a marca dos US$ 250 milhões mundialmente, e ainda ganhou um especial de Natal intitulado ‘Os Caras Malvados: Um Natal do Mal‘.
A foto destaca o elenco principal, formado por Souheila Yacoub (‘Duna: Parte 2’), Hunter Doohan (‘Wandinha’), Luciane Buchanan (‘O Agente Noturno’) e Tandi Wright (‘Pearl’).
Sébastien Vaniček (‘Infestação’) é responsável pela direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard.
Além deste projeto, a Ghost House Pictures contratou Francis Galluppi (‘A Última Parada do Arizona’) para escrever e dirigir outro filme da franquia. No entanto, este projeto ainda não teve mais detalhes revelados.
Com orçamento de US$ 19 milhões, ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, filme mais recente da saga de terror, conquistou 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
A veterana e vencedora do Oscar,Sissy Spacek é a mais nova protagonista a ser confirmada no elenco da nova produção para a TV de J.J. Abrams e Stephen King.
A atriz, que estrelou o clássico ‘Carrie, A Estranha’ na década de 70, volta a trabalhar com o autor, no papel de Ruth Deaver, a estranha mãe adotiva de Henry (Holland).
Além de Spacek, Jane Levy fará parte da produção como uma historiadora de Castle Rock, obcecada pela morte.
A plataforma de streaming Hulu confirmou a encomenda de 10 episódios para a primeira temporada da série antológica, que trará vários personagens inspirados nas clássicas obras de King.
Todos eles estarão “confinados” numa cidade que tem o mesmo nome da série.
Só pra você ter ideia do quão curioso é o projeto, personagens de ‘Cujo‘, ‘Sonâmbulos‘ e ‘It – A Coisa‘ deverão fazer parte do elenco principal.
Vale lembrar que o teaser de apresentação da série também já foi revelado.
Cada temporada acompanhará um grupo distinto de protagonistas e narrativas, à medida que também se conecta com os ciclos anteriores e seus respectivos personagens. ‘Castle Rock‘ foi encomendada pela plataforma de streaming Hulu e ainda não possui data de estreia ou quantidade de episódios para sua primeira temporada.
Para aqueles que desconhecem o universo literário de King, Castle Rock é uma cidade fictícia no estado americano de Maine onde muitos de seus thrillers e contos se passam. A primeira vez que ela apareceu foi no livro de 1979, ‘A Zona Morta‘. Além disso, ela surge novamente em ‘Cão Raivoso‘ (1981), ‘O Corpo‘(1982), ‘O Caminhão do Tio Otto‘ (1983), ‘O Atalho da Sra. Todd‘ (1984), ‘A Metade Negra‘ (1989), ‘O Cão da Polaroid‘ (1990), ‘Trocas Macabras‘ (1993), entre outros.
O drama ‘Anything‘, estrelado por Matt Bomer, ganhou uma nova imagem.
Confira:
Baseado na peça homônima de Timothy McNeil, a trama conta a história de um homem (John Carroll Lynch), que desenvolve um comportamento suicida após a morte de sua esposa e acaba se mudando de Mississipi para Los Angeles. Sob o olhar cuidadoso de sua irmã, ele desenvolve uma intensa amizade com uma prostituta trans (Matt Bomer). De origens distintas, o improvável novo casal deve conciliar suas diferenças, à medida que buscam preencher o vazio de suas vidas.
O longa de ‘Aves de Rapina’ já está em produção e as primeiras fotos dos bastidores das filmagens já estão circulando na internet.
Divulgadas pelo Hollywood Pipeline, as imagens trazem as personagens Alerquina e a pequena Cassandra Cain, interpretadas porMargot Robbie eElla Jay Basco, respectivamente. Além disso, é possível conferir o visual mais detalhado da Caçadora.
O artista conceitual da Marvel,Ryan Meinerding, compartilhou várias artes conceituais de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘, que destacam a capa do livro visual feito para o longa.
As artes trazem detalhes dos personagens principais do filme e foram compartilhadas por meio da conta oficial do artista no Instagram.
Os fãs de ‘WandaVision‘ podem esperar fortes emocionais em seu episódio final, que vai ao ar na próxima sexta-feira (05).
E segundo o diretor da produção, Matt Shakman, um dos grandes questionamentos a ser respondido no capítulo de encerramento é a respeito de quem de fato é o verdadeiro Visão.
Durante uma entrevista ao portal Collider, ele ponderou sobre essa e outras questões relacionadas à série, que fora descrita por ele como uma jornada da Wanda pelos “estágios do luto”:
“Bem, o episódio 8 realmente abre a principal jornada temática da Wanda, que são os estágios do luto. É disso que se trata toda a série, como você lida com a perda. Esse tem sido o tema geral do programa, a sua espinha dorsal. E é isso que queremos garantir que seja resolvido no final. Mas também queremos que seja surpreendente. Queremos que seja muito divertido. Introduzimos um novo personagem no final do capítulo anterior, que é o Visão Branco – agora temos dois Visões no quadro. A questão de ‘Quem é o verdadeiro Visão?’ vai se desenvolver no final. Portanto, há muito por vir”.
A inocência do primeiro amor e os desafios da fase de amadurecimento moldaram algumas das melhores séries lançadas entre os anos 90 e 2000. E em meio à produções como Felicity, Dawson’s Creek, The O.C. e Gilmore Girls, sempre esteve a inquietude feminina. Inseguranças, dilemas amorosos e conflitos internos pautaram episódios a fio, ajudando ainda uma nova leva de adolescentes a crescer e a se desenvolver em meio aos seus próprios conflitos.
E O Verão que Mudou Minha Vida é como uma brisa fresca vinda do sul de ambas as décadas. Delicada, sensível e apaixonante, a série é um doce e encantador presente, em um mar de séries juvenis forçadas, hipersexualizadas e repetitivas.
Assista ao trailer:
Seguindo um estilo de roteiro que nos remete muito à produção televisiva das décadas de 90 e 2000, O Verão que Mudou Minha Vida segue seu curso de forma natural e mais complexa, convidando a audiência para as mesmas reflexões vividas pelos seus personagens. Com protagonistas profundos e muito bem desenhados, a série de Jenny Han (também autora da trilogia literária) e Gabrielle G. Stanton é um drama atemporal sobre a descoberta do amor, em meio a um processo de busca por identidade. Com arcos narrativos que tornam todo o elenco principal igualmente importante, a série tem um desenvolvimento impecável em sete episódios e torna o seio familiar sempre um destaque em meio ao grupo mais juvenil.
Lola Tung, Christopher Briney, Gavin Casalegno e Sean Kaufman possuem uma dinâmica em tela cativante e funcionam lindamente em sincronia. E ainda que alguns personagens cresçam mais em nosso conceito já pela metade da temporada, Tung é a personificação ideal de Belly e nos faz rapidamente apaixonar por sua jornada do mesmo jeito que Lana Condor fez na trilogia Para Todos os Garotos que Já Amei. E sob uma fotografia solar e leve, acompanhamos uma trama que se desenvolve com celeridade, sabe expandir os arcos de suas protagonistas mais maduras – vividas aqui por Rachel Blanchard e Jackie Chung – , conforme também se conecta com o seu público a partir de um romance tão confuso como tantas garotas adorariam viver na vida real.
E com uma trilha sonora adaptada que emana algumas das vozes mais populares do momento – Olivia Rodrigo, Taylor Swift e Ariana Grande -, a original Prime Video consegue fugir dos atuais estereótipos de séries teen, que pregam uma adultização que beira o ofensivo. Mas profunda como Gilmore Girls, complicada como Dawson’s Creeke divertida como The O.C., O Verão que Mudou Minha Vidaé uma adaptação impressionante, que nos leva para a mesma montanha-russa emocional de seus personagens e nos deixa ansiosos para uma nova temporada. Bem dirigida e com uma abordagem simbólica sobre amizade na vida adulta e a construção de família, a série é uma surpresa necessária que merece ser guardada em um potinho, de tão preciosa que é.
Para compreender o drama compartilhado por Luiz Bolognesi (Ex-Pajé, 2018) e Davi Kopenawa, é preciso um pouco de contexto histórico, dado no início e no fim do documentário A Última Floresta, o único representante brasileiro no Festival de Berlim 2021. A tribo Yanomami vive na floresta amazônica, na divisa entre a Venezuela e o Brasil, há mais de 1000 anos. Ao longo de várias décadas, os habitantes sofreram com a invasão de garimpeiros e a disseminação de doenças na área. O ápice desta disputa foi o Massacre de Haximu (1992/93), o qual levou a óbito mais de 1.500 indígenas.
De lá para cá, o líder Davi Kopenawa lutou por uma lei de proteção ao governo, que estabeleceu 25 anos de tranquilidade ao seu povo. No início de 2019, no entanto, com a chegada de Jair Bolsonaro à Presidência da República, 20.000 mineiros adentraram o território e trouxeram o vírus da Covid-19 aos nativos. Estabelecida a dimensão da luta em questão, A Última Florestanão somente aumenta a consciência sobre as consequências devastadoras da industrialização e da urbanização dos habitantes da floresta, mas também estimula a reflexão sobre a nossa própria compreensão de bem-estar.
A denúncia realizada por Bolognesi não é direta a um culpado e nem enfática em apresentar evidências de um crime. O documentário apoia-se de modo híbrido em acompanhar o cotidiano dos nativos e na simulação de lendas locais. A imaginação, portanto, ganha espaço para contar a origem desse povo e a sua luta incansável para manter a natureza longe da exploração industrial.
Assim como a maioria dos relatos etnográficos de linhagem indígena, a história dos Yanomami é repleta de mitos e folclores. Pela narração de Davi Kopenawa, o documentário representa a lenda dos irmãos Ohmama e Yoasi, os quais eram os únicos humanos na Terra e conviviam com seres sobrenaturais. Os outros humanos nasceram da união de Ohmama com Thuëyoma, uma mulher mítica que vivia sob as águas.
Segundo a lenda, é a traição de Yoasi e a sua expulsão do território os fatos causadores da vinda de espíritos malignos à tribo. Assim, Ohmama teria escondido os minerais, ou seja a riqueza da região, embaixo da terra para ninguém tocar. Entre os contos lúdicos e os afazeres do dia a dia, como caçar, preparar beiju e trançar cestas, A Última Florestanos transporta ao habitat desse povo e enriquece a compreensão do embate entre a tribo e os invasores. Afinal, como dito, a presença estrangeira contamina a água de consumo, faz os rios secarem e impede o sossego do sono alheio.
Em um momento simbólico, o líder da tribo conversa com um dos mais jovens e apresenta sua experiência de ter ido trabalhar para os brancos, levado pela sedução de suas ofertas. Ele, entretanto, esclarece como os índios, que servem de operários da exploração industrial e destruição da floresta, são tratados como indigentes, sem raízes e estrangeiros na sua própria terra por não dominarem o português. Um relato tocante que enfatiza a máxima do xamã: “apesar de ter muitas mercadorias, o branco não divide”.
Na reta final, A Última Floresta apresenta a passagem de Davi Kopenawa na Universidade de Harvard a compartilhar o extermínio da sua tribo, hoje com apenas 35.000 habitantes. Para encerrar esta denúncia lúdica, Luiz Bolognesimostra o seu narrador a olhar por uma janela e a escutar o som ao redor bem diferente dos cantos de pássaros e da correnteza dos rios. Uma mensagem pessimista dentro de uma narrativa de luta pela sobrevivência.
A nova ficção científica da Netflix, intitulada ‘Mudo’, considerada uma das grandes apostas do serviço de streaming para esse ano, está recebendo críticas extremamente negativas internacionalmente.
Com apenas 8% de aprovação no Rotten Tomatoes, por enquanto, a média de notas é de 2.8, uma das piores da história dos originais Netflix. Confira o que alguns críticos estão achando do filme do diretor Duncan Jones:
Variety:
“Me pergunto o que Jones está tentando dizer com ‘Mudo’? Não se poderia imaginar que este filme genérico excessivamente congestionado provenha da mesma mente do elegante e minimalista de ‘Lunar’, que fez um uso muito melhor de tudo que não estava falando”
Los Angeles Times:
“Duncan Jones criou a história anos atrás. No entanto, conforme ela cresce e assume temas mais emocionais, ele não encontra o equilíbrio correto entre o sentimental e o insensível”
The Wrap:
“Com sua chegada na Netflix neste fim de semana, seria recomendável que o serviço de streaming adicione mais uma categoria: ‘Caso você literalmente não tenha nada para assistir’”
Little White Lies:
“‘Mudo’ possui tão pouco senso de estilo e articulação de direção que acaba falhando muito antes dos seus 125 minutos de duração”
Ficou curioso? A produção já está disponível no catálogo da Netflix.
Confira um trailer:
A ficção científica conta com Paul Rudd (‘Homem-Formiga’) e Alexander Skarsgard (‘A Lenda de Tarzan’) como os protagonistas.
A história é situada em Berlim em 2055.
A cidade tornou-se turbulenta de imigrantes e o lado Ocidental da cidade travou uma batalha contra o lado Oriental. Leo Beiler (Alexander Skarsgard), um barman mudo, não tem mais razões para viver nesse local, já que a sua única razão para viver na cidade desapareceu misteriosamente.
Quando Leo decide procurar a pessoa, o líder de um grupo de cirurgiões americanos (vivido por Paul Rudd) parece ter uma grande pista, e Leo ficará na dúvida se aceitará a ajuda do grupo ou se eles poderão causar sua morte.
Só o fato de já ter um personagem mudo, significa que a direção técnica e os movimentos do ator terão que ser redobrados. Projeto intrigante e bem interessante.
Um vídeo promocional do blu-ray de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ está circulando na internet. Nele, a Marvel explica exatamente qual o poder de cada uma das Joias do Infinito.
Destaque para a Joia da Alma, a pedra que menos apareceu no MCU até agora. No vídeo, seu poder é “controlar a vida e a morte”. Confira:
Joia do Espaço: Viajar através de qualquer dimensão.
Joia do Tempo: Ver o futuro, alterar o passado.
Joia da Realidade: Dobrar a realidade à sua vontade.
Joia do Poder: Destruir qualquer coisa em seu caminho.
Joia da Mente: Criar ou alterar consciências.
Joia da Alma: Controlar a Vida e a Morte.
‘Capitã Marvel’ chega aos cinemas em 8 de março de 2019, enquanto ‘Vingadores 4’ fica para 02 de maio de 2019.
Lançado em 2001, A.I. – Inteligência Artificial foi vendido como uma ficção brilhante chancelada pelas mentes de Stanley Kubrick e Steven Spielberg. Porém, o resultado ficou no meio termo entre a ficção e a fantasia, o que acabou dividindo o público. Inspirada na jornada do Pinóquio, o filme conta a história de um robozinho avançado que vive uma história única no futuro. Além das histórias vistas em tela, o longa esconde alguns segredos. Pensando nisso, o CinePOP separou 10 curiosidades para você conferir.
Problema com o nome
O título original do filme era A.I., e nada mais. Só que a equipe de marketing, após uma enquete com o logo, percebeu que as pessoas estava confundindo o título com A.1., que é uma famosa marca de molho de churrasco nos EUA. Então, para evitar confusões, o título oficial foi alterado para A.I. – Inteligência Artificial.
Gênios
A curiosidade mais conhecida sobre este filme é que o projeto esteve nas mãos de Stanley Kubrick por mais de 20 anos. No entanto, antes de morrer, o próprio Kubrick perguntou se Steven Spielberg não gostaria de assumir o longa, após entender que a visão do colega se adequava mais à história. E não deu outra: Spielberg aceitou.
Visão sombria
No entanto, ao contrário do que muitos acreditam, as partes mais sombrias da história foram sugeridas justamente por Steven Spielberg. Não apenas isso, mas também as partes mais “fofinhas” da história, como a adição do ursinho de pelúcia e o desfecho mais sonhador e positivo da trama, constantemente criticados pelos fãs e atribuídos a Steven, foram justamente sugestões de Stanley Kubrick.
Depilação
Um dos motivos do filme funcionar tão bem é a atuação “robótica” do jovem Haley Joel Osment, que despontava na época como um dos mais promissores atores mirins de sua geração. Para ajudar nesse aspecto mais ‘plástico’, a equipe de maquiagem depilava todas as partes visíveis da pele do menino, como bracinhos, testa e bochechas, para que a pele ficasse a mais “não humana” possível.
O segredos dos olhos
Além da questão da pele, outro ponto usado para diferenciar os robôs dos humanos foi sugerido pelo próprio Haley Osment. Ele disse a Spielberg que faria mais sentido se o seu personagem, David, não piscasse, já que era um robô. O diretor gostou tanto da ideia do garoto que pediu a todos os atores “robóticos” que não piscassem enquanto estivessem em cena. Nem todos conseguiram.
Inclusivo
Em vez de remover digitalmente ou procurar esconder os membros, a produção convocou atores deficientes físicos para interpretarem os robôs que haviam perdido membros, como braços e pernas.
Complexo
Dentre todos os robôs e animatrônicos feitos para o filme, o lendário Stan Winston disse que o mais complexo para ser desenvolvido foi justamente o ursinho Teddy. Afinal, enquanto os outros robôs ficavam parados ou se mexiam pouco, Teddy precisava andar, falar e até mesmo ter trejeitos próprios. Segundo Winston, o ursinho foi mais complexo e deu mais trabalho que qualquer dinossauro do primeiro Jurassic Park (1993).
Voz conhecida
O ursinho Teddy foi interpretado por Jack Angel, um lendário “voice actor” – o equivalente aos nossos dubladores aqui no Brasil -, que deu voz a diversos personagens de clássicos das animações, como Transformers, DuckTales, Super Amigos, Toy Story eOs Smurfs. Apesar de ter gravado as falas do ursinho previamente, o ator foi convidado pelo próprio Spielberg a fazer parte permanente da equipe dos sets. Afinal, se ele sentisse que deveria mudar uma fala ou Spielberg quisesse uma mudança repentina, o ator poderia fazer a voz na mesma hora.
Realidade alternativa
Diversos filmes foram afetados pelo atentado de Osama Bin Laden às Torres Gêmeas, e A.I. foi um deles. Apesar de ser ambientado muitos anos no futuro, as cenas em Nova York mostram o World Trade Center ao fundo, que foi destruído apenas três meses após o lançamento oficial do longa. Apesar das críticas, Spielberg decidiu manter as torres na versão para DVD do filme.
Muita gente não sabe, mas antes de interpretar um robô em O Homem Bicentenário, o ator e comediante Robin Williams gravou uma pequena passagem robótica como o holograma Dr. Conhecimento neste filme. A gravação foi feita muito tempo antes de Spielberg assumir a direção. Ou seja, toda a passagem de Williams no longa foi dirigida exclusivamente por Kubrick.
Muitas variáveis podem determinar o sucesso de uma produção em uma plataforma de streaming. Pode ser o fato de possuir rostinhos conhecidos no elenco, o tema do filme coincidir com algum interesse público instantâneo, ou, até mesmo, a falta de opções novas em um dado fim de semana, que leva as pessoas a optarem por assistir a um filme ou série simplesmente por acreditarem que já viram tudo que há disponível na plataforma. Bom, esse parece ser o caso de ‘Cores da Justiça’, novo filme de ação que anda figurando no Top 10 da Netflix desde sua estreia.
Alicia West (Naomie Harris) é uma policial novata que está há apenas três semanas na delegacia, patrulhando as ruas de Nova Orleans. Depois de um período de dez anos lutando na guerra, ela está de volta, mas não reconhece mais seu bairro nem as pessoas com quem costumava conviver. Sendo uma mulher negra, ela sente na pele os dilemas e contradições de ser policial. Certo dia, quando cobre o turno da noite de seu parceiro Kevin (Reid Scott), ela acaba presenciando uma cena de corrupção de outro policial, que envolve o departamento de narcóticos da delegacia e também o chefão do crime, Brown (James Moses Black). Sozinha em seu próprio bairro e duvidando de tudo e de todos, Alicia só poderá contar com a ajuda de Mouse (Tyrese Gibson), funcionário de uma lojinha e primo de sua grande amiga do passado, Missy (Nafessa Williams).
Recheado de clichês, a trama de ‘Cores da Justiça’ é completamente previsível. Se por um lado isso não traz nenhuma novidade para o espectador, por outro entrega exatamente o que se espera. Do mesmo roteirista de ‘Plano de Voo’, a sensação que se tem é que o enredo foi escrito por alguém de fora desse núcleo, que teve uma ideia e resolveu colocá-la no papel sem mergulhar a fundo na realidade policial. Peter A. Dowling constrói uma história fraca, que busca trazer o debate do racismo institucional na polícia para uma trama que, no final das contas, não debate nem resolve a questão. Até o fim, são uma hora e quarenta e sete minutos de um filme cuja história tenta o tempo todo se fazer de única, mas que só consegue reforçar estereótipos.
Apesar de genérico, o longa de Deon Taylor consegue boas sequências de ação e perseguição pelas ruas, tanto a pé quanto em carros, demonstrando qualidade e firmeza para realizar filmes desse gênero. A sequência final, realizada no conjunto habitacional, de longe é a mais bem-feita, seja porque foi filmada já de noite, seja porque o diretor conseguiu fazer uso da penumbra e das cores para construir uma ambientação de suspense periférico para sua história.
Sem trazer nada de novo e com um gostinho de “já vi isso antes”, ‘Cores da Justiça’ é um filme de ação bem estilo Domingo Maior. Através do embate polícia x bandido, bem versus mal, no final das contas o longa não traz nenhuma solução, pois, afinal, não há resposta para essa questão que não passe por uma profunda mudança social. Talvez seu único diferencial tenha sido colocar uma mulher como protagonista dessa história, para variar um pouco, pois, de resto, é tudo igual.
Diante do histórico de continuações da companhia, há de se imaginar se seu novo longa deixa espaço para uma franquia. E tudo indica que sim. Em conversa exclusiva com o CinePOP, o diretor Jeff Wadlow revelou: “Eu apenas tento fazer o filme mais completo possível. Eu quero que a história seja satisfatória e que os personagens evoluam, caso sobrevivam. Não pensei sobre uma sequência. Toda ideia interessante que tive, eu queria que estivesse nesse filme. Dito isso, há muitas oportunidades para retornarmos à ilha da fantasia.”
Ao longo da conversa, que você confere abaixo, o cineasta revelou qual sua relação com a série original, como foi transformar a história em um horror e quais são seus filmes de terror favoritos.
Não deixe de assistir ainda nossas entrevistas com a atriz Lucy Hale e com o ator Michael Peña.
Segundo o site We Got This Covered, Keanu Reeves (franquia ‘John Wick’) está sendo cotado para dar vida ao vilão Pesadelo em ‘Doutor Estranho no Multiverso na Loucura’.
O personagem é um dos inimigos mais tradicionais do personagem-titular e se trata de um demônio interdimensional que se alimento do medo das pessoas durante o sono. Matt Smith (‘The Crown’) também está sendo cogitado para o papel.
Além disso, uma nova teoria do site Reddit indica que Wanda Maximoff, também conhecida como Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), pode ser a próxima grande ameaça do Universo Cinemático Marvel.
Depois de ser confirmada na aguardada sequência ‘Doutor Estranho e o Multiverso da Loucura’, um usuário do site supracitado compartilhou sua ideia de que a personagem pode ter um grande impacto na Fase 4 do MCU – afinal, a série do Disney+, ‘WandaVision’, culmina diretamente na continuação já mencionada. Logo, é possível que algo aconteça com Visão mais uma vez e que, caso ele morra permanentemente, Wanda pode alterar a realidade para ressuscitá-lo.
Isso também explicaria as diversas mudanças que o estúdio deve fazer nos próximos anos, principalmente levando em conta a ruptura entre a Disney e a Sony e a compra da Fox e de suas propriedades intelectuais. Se Wanda chegar ao ponto de alterar a realidade, ela pode, por exemplo, varrer o Homem-Aranha do panteão de super-heróis e introduzir os grupos conhecidos como Quarteto Fantástico e X-Men.
Além de estrelar, Segel fica responsável pela criação e pela produção da série ao lado de Garrett Basch, Scott Rudin e Eli Bush.
A série é centrada em quatro pessoas comuns que percebem que algo falta em suas vidas, mas não conseguem descobrir o que é. Esse grupo diverso se encontra quando cruza caminho com um quebra-cabeça que se esconde no âmago do vida cotidiana. À medida que aceitam esse misterioso desafio, eles percebem que sua jornada é mais profunda do que parece e que seus olhos foram abertos para um mundo de possibilidades e magia.
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