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‘Black Earth Rising’: Sobrevivente de genocídio busca a verdade no trailer da nova série da Netflix

A Netflix divulgou o trailer completo da série ‘Black Earth Rising‘.

Confira:

Escrita e dirigida por Hugo Blick, a série será lançada na plataforma no dia 25 de janeiro.

Kate Ashby (Coel), sobrevivente do genocídio de Ruanda, foi resgatada ainda criança e adotada por Eve Ashby, uma promotora britânica famosa mundialmente. Agora, aos 20 e poucos anos, Kate trabalha para Michael Ennis (Goodman) como investigadora jurídica no Reino Unido. Mas quando Eve enfrenta um líder da milícia africana no tribunal, as vidas de Kate e Michael mudam para sempre.

Michaela Coel (‘Chewing Gum‘) e John Goodman (‘Kong: A Ilha da Caveira‘) estrelam.

Diretor do ‘Esquadrão Suicida’ original afirma estar ansioso pelo novo filme

Através de seu Twitter, David Ayer, o diretor do primeiro ‘Esquadrão Suicida‘, revelou estar ansioso para o novo filme comandado por James Gunn.

“Eu mal posso esperar para ver esse filme.”

Escrito e dirigido por James Gunn (‘Guardiões da Galáxia‘), o longa será uma espécie de reboot do primeiro filme.

O elenco completo inclui David Dastmalchian, John Cena, Jai Courtney, Joaquín Cosío, Nathan Fillion, Joel Kinnaman, Mayling Ng, Flula Borg, Sean Gunn, Juan Diego Botto, Storm Reid, Pete Davidson, Taika Waititi, Alice Braga, Steve Agee, Tinashe Kajese, Daniela Melchior, Peter Capaldi, Julio Ruiz, Jennifer Holland, Viola Davis, Idris Elba, Margot Robbie e Michael Rooker.

O Esquadrão Suicida‘ será lançado nos cinemas no dia 6 de agosto de 2021.

Apesar de ter sido massacrado pelos críticos, ‘Esquadrão Suicida‘ foi um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 746.8 milhões mundialmente.

‘Into the Dark’: Cachorro demoníaco nas novas imagens do terror ‘Good Boy’

O nono episódio da 2ª temporada da série antológica de terror ‘Into the Dark‘, intitulado ‘Good Boy’, ganhou novas imagens oficiais.

Confira:

A produção é estrelada por Judy Greer (‘Halloween’‘Jurassic World’).

Quando Maggie (Greer) adota um lindo cachorrinho para ajudá-la a enfrentar sua ansiedade, ela descobre que seu novo pet é mais eficaz do que imaginava: sem que ela saiba, ele mata qualquer pessoa que a deixe estressada.

Steve Guttenberg, Ellen Wong, Elise Neal, Maria Conchita Alonso, McKinley Freeman e Chico completam o elenco.

O novo episódio irá estrear no dia 12 de junho.

Os episódios são lançados mensalmente, cada um focando em uma data comemorativa diferente.

‘A Vida em um Ano’: Romance com Cara Delevingne e Jaden Smith estreia na Amazon Prime

O romance dramático ‘A Vida em um Ano‘ (Life in a Year), estrelado por Cara DelevingneJaden Smith, estreou no catálogo brasileiro da Amazon Prime.

A trama segue Daryn, um jovem de 17 anos que descobre que sua namorada está morrendo. Então, ele decide dá-la uma vida inteira no último ano que a resta.

Confira o trailer legendado:

O filme é dirigido por Mitja Okorn.

Um jovem de 17 anos (Smith) com um promissor futuro reavalia seus planos futuros ao se apaixonar por Isabelle (Delevingne), uma jovem do lado errado dos trilhos que vira seu mundo de cabeça para baixo. Depois de descobrir que ela está morrendo, ele muda o foco para ter uma vida com ela em apenas um ano que lhe resta.

Nia LongCuba Gooding Jr.Chris D’EliaRobert Fitzgerald Diggs e outros completam o elenco.

‘Harley Quinn’ retorna no teaser HILÁRIO da 3ª temporada; Confira legendado!

A HBO Max divulgou o trailer legendado da 3ª temporada animação ‘Harley Quinn‘.

Confira:

Lembrando que os novos episódios ainda estão em produção e que, segundo o co-showrunner Justin Halpern, têm previsão de lançamento para o final de 2021 ou o começo de 2022.

“Creio que [a nova temporada] sairá no final deste ano ou no começo de 2022, só porque a animação leva bastante tempo para ser feita”, ele disse em uma recente aparição ao podcast Master of None.

‘Harley Quinn’, baseada nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.

Kaley Cuoco dubla a personagem-título. O elenco também inclui Lake Bell, Ron Funches, JC Smoove, Jason Alexander, Wanda Syker, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony HaleChris Meloni.

Adaptação de ‘Drácula’ ganha novo título e data de estreia; Confira!

Inicialmente intitulado ‘The Bride‘, a Sony Pictures anunciou que o terror ganhou um novo título: ‘The Invitation‘ (O Convite, em tradução livre).

Inspirado pela história clássica do ‘Drácula‘ e descrito como um terror contemporâneo, o longa está programado para estrear no dia 26 de agosto.

De acordo com o Bloody Disgusting, o primeiro trailer da produção está sendo exibido com as sessões do terror ‘O Telefone Preto‘, então o vídeo oficial deve ser divulgado na internet muito em breve.

A trama irá girar em torno de uma jovem que comparece a um casamento, sem saber dos horrores que a aguardam.

Jessica M. Thompson será responsável pela direção, a partir de um roteiro original escrito por Blair Butler (Helstrom’).

Nathalie Emmanuel (‘Game of Thrones’) estrelará a produção. O elenco ainda contará com Thomas Doherty, Hugh Skinner, Sean Pertwee, Courtney Taylor, Alana Boden e Stephanie Corneliussen.

Emile Gladstone (‘A Maldição da Chorona’) servirá como produtor.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Gladiador 2’: Russell Crowe fala sobre possível retorno na sequência

Em entrevista ao The Ryan Tubridy Show, Russell Crowe (‘Fúria Incontrolável’) quebrou o seu silêncio sobre um possível retorno na sequência ‘Gladiador‘, apesar do desfecho definitivo do seu personagem no longa original.

“Tenho certeza que eles entrarão em contato comigo em algum momento, mas até agora não recebi nenhuma ligação. A sequência será uma extensão da narrativa [original], mas é ambientada após a morte do meu personagem, então não estou realmente envolvido [na história]. Ouvi dizer que o Paul [Mescal] é um ótimo rapaz, e eu o desejo muita sorte com o projeto. Acho que eles irão contar a história do jovem Lucius, ascendendo ao seu papel como Imperador. Essa é uma ideia muito inteligente dentro deste universo que nós criamos.”

Ele completa, “Não gosto de pensar muito nisso porque me faz lembrar de um período que eu era obviamente muito mais jovem. E, atualmente, as memórias fantásticas daquela experiência estão perfeitamente cristalizadas. Eu penso naquela época e amo cada minuto, o que não era necessariamente sempre o caso.”

Paul Mescal (‘A Filha Perdida’) será o protagonista da continuação. Já o ator Barry Keoghan, de ‘Os Banshees de Inishirin‘, interpretará o antagonista do filme.

O elenco ainda contará com Denzel Washington (‘Dia de Treinamento’).

A história de se passará anos após o término do primeiro longa e mostrará como os eventos da vida de Maximus influenciaram a jornada de Lucius Verus – filho de Lucilla (Connie Nielsen), que foi vivido por Spencer Treat Clark (‘Vidro’) no original.

David Scarpa assina o roteiro e Ridley Scott a direção. É um projeto em desenvolvimento com a Paramount Pictures.

O filme chega aos cinemas dia 22 de Novembro de 2024.

Lançado em 2000, ‘Gladiador‘ recebeu 11 indicações ao Oscar e conquistou cinco estatuetas, incluindo os prêmios de Melhor Filme e Melhor Ator.

Sucesso de bilheterias, o longa arrecadou US$ 460.5 milhões ao redor do mundo, a partir de um orçamento de US$ 103 milhões.

O longa está disponível para streaming na Netflix, Prime Video, Star+ e Telecine.

Relembre o trailer:

Confira o EXPLOSIVO cartaz IMAX da sequência ‘Duna: Parte 2’

A aguardada sequência ‘Duna: Parte 2‘, adaptação dirigida por Dennis Villeneuve (‘A Chegada’), ganhou um novo cartaz espetacular para promover o seu lançamento em IMAX.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de fevereiro.

Escrito por Frank Herbert, o romance ‘Duna‘ é uma aventura tão densa que o diretor Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049’) decidiu dividir sua adaptação em duas partes.

A sequência vai explorar a jornada mítica de Paul Atreides, agora ao lado de Chani e dos Fremen, que pode levá-los até a uma guerra, se necessário for, para Paul se vingar dos conspiradores que destruíram sua família. Diante da difícil escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo conhecido, ele dará tudo de si para evitar o futuro terrível que só ele pode prever.

A produção é baseada no livro de Frank Herbert.

O longa traz de volta Timothée Chalamet (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) como Paul Atreides e apresenta Austin Butler (‘Elvis’) como seu novo adversário, o vilão Feyd-Rauth Harkonnen.

O elenco ainda conta com Zendaya (‘Euphoria’), Rebecca Ferguson (‘Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte 1’), Josh Brolin (‘Vingadores: Ultimato’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Christopher Walken (‘Hairspray – Em Busca da Fama’), Stephen McKinley Henderson (‘Um Limite Entre Nós’), Léa Seydoux (‘Crimes do Futuro’), Stellan Skarsgård (‘Mamma Mia!’), Charlotte Rampling (’45 Anos’) e Javier Bardem (‘Onde os Fracos Não Tem Vez’).

Josh Brolin será o VILÃO do remake de ‘O Sobrevivente’

De acordo com o Deadline, Josh Brolin (‘Deadpool 2’) entrou para o elenco do remake do clássico ‘O Sobrevivente‘ (The Running Man), que está sendo desenvolvido pela Paramount Pictures.

O ator interpretará o vilão da nova versão, o antagonista por trás do violento reality show.

Glen Powell (‘Twisters’) será o protagonista do remake.

O elenco ainda contará com Katy O’Brian (‘Love Lies Bleeding: O Amor Sangra’), Daniel Ezra (‘All American’) e Karl Glusman (‘Observador’).

O longa está programado para estrear no dia 21 de novembro de 2025.

Os últimos finais de semana do ano geralmente são muito competitivos nos cinemas norte-americanos e o filme enfrentará uma disputa direta com ‘Wicked: Parte 2‘ e um blockbuster ainda não especificado da Warner Bros.

A direção fica a cargo de Edgar Wright (‘Baby Driver – Em Ritmo de Fuga’), que escreveu o roteiro em parceria com Michael Bacall, seu colaborador em ‘Scott Pilgrim Contra o Mundo‘.

Baseado no livro homônimo de Stephen King, publicado através do pseudônimo Richard Bachman, a trama é ambientada em uma América distópica em 2025 e gira em torno de Ben Richards, um homem desesperado que participa de um reality show violento chamado O Sobrevivente, para ganhar dinheiro e salvar sua filha gravemente doente.

Além de dirigir e escrever, Wright serve como produtor ao lado de seus parceiros Nira Park e Simon Kinberg.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

3ª temporada de ‘The Last of Us’ pode ser a ÚLTIMA, indica chefão da HBO

Em entrevista ao Deadline, Casey Bloys, chefão da HBO e HBO Max, comentou sobre o futuro da série ‘The Last of Us‘ após a saída do cocriador Neil Druckmann.

Apesar da adaptação ter sido originalmente planejada para durar por quatro temporadas, o executivo não descarta a possibilidade do seriado ser finalizado no terceiro ciclo.

“Craig [Mazin] está pensando sobre [o futuro da série], e provavelmente vamos conservar sobre seus planos em breve. Nós queremos que isso seja a decisão dele, em termos do que é melhor para a narrativa. Ainda não sei qual é a decisão dele – se teremos duas temporadas curtas ou apenas uma longa.

Quando questionado se tentou persuadir os criadores da série a mudarem o destino brutal do Joe, ele declarou: “Se você conhece os jogos, sabe o que acontece. Não tentei [impedir a morte do personagem do Pedro Pascal]. Nós apoiamos nossas mentes criativas. Quando aprovamos uma série, meio que sabemos o arco geral da história. Então, eu sabia que isso iria acontecer.”

Sem previsão de lançamento, o próximo ciclo deve estrear apenas em 2027.

Durante o anúncio dos indicados à 77ª edição do Emmy Awards, a 2ª temporada da produção conquistou nada menos que dezesseis nomeações, incluindo Melhor Série de DramaMelhor Ator em Série de Drama para Pedro PascalMelhor Atriz em Série de Drama para Bella RamseyMelhor Ator Convidado em Série de Drama para Jeffrey WrightMelhor Atriz Convidada em Série de Drama para Kaitlyn Dever.

Os vencedores serão revelados no dia 14 de setembro.

Crítica | 2ª temporada de ‘The Last of Us’ se inicia com um tenso e envolvente prospecto

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Remake de ‘Grito de Horror’ é CONFIRMADO na CinemaCon

O StudioCanal confirmou que está desenvolvendo um remake do terror clássico ‘Grito de Horror‘ (The Howling) durante sua apresentação na CinemaCon 2026.

Sem muitos detalhes, a nova versão está sendo descrita como uma “reimaginação” da história original.

Na trama do filme de 1981…

“Karen White é uma repórter de televisão perseguida por um assassino em série chamado Eddie Quist. Ela se esconde em uma cidade do interior, mas a tranquilidade do local guarda um segredo assustador e sangrento.”

Em 2020, Andy Muschietti (‘It: A Coisa’) havia sido anunciado no comando de um remake do terror clássico para a Netflix, mas o projeto nunca saiu do papel.

O longa é baseado no romance homônimo escrito por Gary Brandner.

Grito de Horror‘ é uma das três grandes produções com as temíveis a debutar naquele ano, juntamente a ‘Um Lobisomem Americano em Londres‘ e ‘Lobos‘. Todos ganharam notoriedade por seus efeitos especiais.

Patty Jenkins comenta possibilidade de dirigir sequência de ‘Mulher-Maravilha’

A diretora Patty Jenkins, que ainda não assinou o contrato para dirigir a sequência de ‘Mulher-Maravilha’, comentou sobre a possibilidade e o desejo de voltar para o universo da heroína.

Durante o talk show do apresentador Conan O’Brien, ela disse:

“Estamos trabalhando com isso. Eu espero que sim, gostaria muito. Sou apaixonada pelo mundo dela e todos estamos bem animados com isso”.

Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema

Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Assista nossa crítica:

 

 

 

‘Friends’ JAMAIS vai ganhar revival, afirma presidente da NBC

Os fãs de ‘Friends‘ terão que desapegar da ideia de um possível revival da aclamada sitcom. Segundo o site The Hollywood Reporter, o reencontro dos personagens na TV jamais acontecerá.

A publicação conversou com o presidente da NBC, Bob Greenblatt, durante o 12th annual Power Lawyers. Ao longo do encontro, o empresário foi perguntado a respeito dos planos da emissora com reboots.

Quando o assunto de ‘Friends‘ entrou na conversa, Greenblatt foi categórico ao afirmar que um revival de Friends nunca irá acontecer.

‘Friends’: Que tal tomar um café no Central Perk? Isso será possível em breve!

Crítica | Extremely Wicked: Zac Efron não surpreende, em filme socialmente irresponsável

Os Estados Unidos possuem alguns dos casos mais atrozes de assassinatos em séries. Com listas intermináveis, muitos destes serial killers chegaram até a ser analisados no excelente programa Índice de Maldade, do canal Investigação Discovery. Sempre alvos da opinião pública e do interesse geral, eles fazem parte de capítulos dolorosos da história norte-americana. Um deles talvez seja o mais intrigante de todos. Ted Bundy, de feições finas, corpo enxuto e cabelos castanhos ondulados, não seria o típico assassino caricato. Carismático e belo, ele atraiu 30 vítimas para o canto da morte, abusando e desfigurando mulheres inocentes que mal algum viam no rapaz. Sua história ganhou repercussão nacional e chega ao Festival de Sundance 2019 em Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile.

Dirigido por Joe Berlinger, a produção direciona seu foco para o psicopata, apresentando-o inicialmente como uma figura paterna dócil e adorável, ilustrando seus passos e comportamento de maneira extremamente sutil. Até demais. Pela interpretação de Zac Efron, somos apresentados a um personagem quase enigmático. Suas práticas criminosas são pinceladas no roteiro de Michael Werwie, que esquece de todas as vítimas, fazendo delas apenas uma nota de rodapé ao final do longa. O filme não é de todo ruim, mas perde a oportunidade de honrar as mais de 30 mulheres estupradas por Bundy, reduzindo-as a efêmeros registros que passam despercebidamente diante das telas.

É até compreensível que Berlinger opte por dissecar a mente criminosa de Bundy, tornando-o o centro da narrativa. Índice de Maldade fez isso muito bem com tantos serial killers e serviria de referência com facilidade. Também à frente da série documental da Netflix, Conversas Com um Assassino: As gravações de Ted Bundy, o cineasta dedicou uma parte considerável de seus esforços para esmiuçar esse enigmático criminoso, o que poderia servir como base para construção da psicopatia do personagem. No entanto, ao partir para sua versão fictícia, Extremely Wicked beira o desserviço, caracterizando porcamente a figura chave do filme, regendo o longa apenas em torno do sádico carisma de Bundy.

Para dificultar ainda mais, Zac Efron é uma frustração diante das telas, um “quase lá”. Estigmatizado como sendo o garoto bonito que atrai as atenções nas telas, ele não passa desse estereótipo, não se desafiando de maneira alguma na construção conceitual e estrutural do personagem. Infelizmente, fica claro que sua escolha para o papel segue a mesma nomenclatura das anteriores: escolhido pela beleza e pela popularidade de seu nome entre as mulheres. Pelas características do ator, Ted Bundy é “apenas” um jovem cativante que maquia sua psicopatia. Preguiçosa, sua atuação é extremamente blasé e ignora o argumento fundamental que fez de Bundy o tema do filme, que nada mais é o fato de ele ter se tornando um dos serial killers mais emblemáticos da história moderna.

Com uma narrativa intrinsecamente regida por Ted Bundy e seu comportamento, Extremely Wicked poderia até subir no conceito, se Efron tivesse sido capaz de suportar a produção em seus ombros. Como um filme totalmente focado na humanidade (ou falta dela) dos personagens, a expectativa seria de que seus atores correspondessem à pressão de estrelar um longa sem alegorias e aspectos carnavalescos. Mas novamente, o drama biográfico falha nesse sentido, passando nas telonas como apenas uma rápida memória de uma história que é tão incapaz de conquistar a audiência quanto é de mudar a percepção de gerações que cresceram ovacionando um cruel assassino.

Tentando trazer um sopro de vida final nos instantes que nos encaminham para o encerramento do filme, Efron finalmente mostra a que veio, em um monólogo que encerra sua jornada. No entanto, após 1h30 de projeção, quem se importa? Vítimas foram desonradas, o passado não fora remediado e Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile entra para a lista de possíveis obituários do cinema. Uma pena, Berlinger quase chegou lá.

‘Riverdale’: Produção é interrompida após membro da equipe ter tido contato com paciente com coronavírus

A produção da 4ª temporada de ‘Riverdale’ foi interrompida, após uma suspeita de um possível caso de coronavírus.

Um membro da equipe de apoio teve contato com outra pessoa que, eventualmente, fora testada positivo para o vírus COVID-19, resultando na medida de caráter preventivo. 

Em um comunicado oficial, a Warner Bros. Television deu detalhes de todo o procedimento a ser adotado, após a suspeita ter sido sinalizada:

“Fomos informados de que um membro da equipe da Riverdale, que é produzida em Vancouver, entrou recentemente em contato com uma pessoa que testou positivo para COVID-19. O membro da equipe está atualmente recebendo avaliação médica.

Estamos trabalhando em estreita colaboração com as autoridades e agências de saúde em Vancouver para identificar e entrar em contato com todos os indivíduos que possam ter entrado em contato direto com o membro em questão. A saúde e a segurança de nossos funcionários, elencos e equipes é sempre a nossa principal prioridade. Estamos tomando e continuaremos a tomar precauções para proteger todos os que trabalham em nossas produções ao redor do mundo.

Com muita cautela, a produção de Riverdale está atualmente suspensa”.

Lembrando que a 4ª temporada já está em exibição na CW. No Brasil, a série é transmitida pela Warner.

Assista ao trailer:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘X-Men’: Viggo Mortensen finalmente revela porque não aceitou viver o Wolverine nos cinemas

O astro Hugh Jackman conseguiu se imortalizar como o mutante Wolverine logo em sua primeira adaptação para os cinemas, intitulada ‘X-Men: O Filme‘, se transformando em um símbolo atemporal da cultura POP.

Mass o papel do personagem quase não foi interpretado por ele, tendo sido previamente oferecido a Viggo Mortensen, que já possuía uma carreira muito mais consolidada em Hollywood do que Jackman.

E durante a sua participação no podcast Happy Sad Confused, o indicado ao Oscar refletiu sobre o motivo de ter rejeitado a oportunidade de estrelar ‘X-Men‘. Durante a conversa com o anfitrião Josh Horowitz, ele ainda lembrou que o seu filho, Henry Mortensen, fez duras críticas ao roteiro, dizendo que ele estava “errado”.

“O que me incomodou na época foi apenas o compromisso de ter que estrelar intermináveis ​​filmes do mesmo personagem, de forma repetida. Eu estava nervoso com isso. E também haviam algumas coisas – quer dizer, eles corrigiram a maioria delas, mas eu levei Henry para a reunião que tive com o diretor, como meu tipo de amuleto e guia de boa sorte. No fundo da minha mente, eu estava pensando que ele poderia aprender algo também, porque eu deixei Henry ler o roteiro e ele disse, ‘Isso está errado. Não é assim'”.

Na ocasião em questão, o cineasta Bryan Singer teria perguntado ao garotinho se ele conhecia o Wolverine nos quadrinhos da Marvel. De acordo com Mortensen, Henry respondeu:Sim, mas ele não se parece com isso”.

Mortensen continuou, ponderando que o diretor passou o restante da reunião tentando explicar para o pequeno fã de ‘X-Men’ o porquê de suas liberdades criativas, que teriam alterado o teor do personagem:

“De repente, o diretor está perdendo o controle e então o resto da reunião foi ele explicando em detalhes a Henry, porque ele estava tomando certas liberdades. Saímos de lá e meu filho perguntou se ele mudaria as coisas que ele lhe contou, e eu disse: ‘Acho que não. De qualquer forma, não vou fazer isso, porque não tenho certeza se quero me comprometer por muitos anos. E então, alguns anos depois, estou fazendo três [filmes] da saga O Senhor dos Anéis, vai saber”.

‘Amor com Fetiche’: Comédia romântica coreana já está disponível na Netflix

O novo dorama picante ‘Amor com Fetiche‘ já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (01) na grade de programação.

Na trama, dois colegas de trabalho decidem satisfazer os desejos do outro de uma forma bastante…peculiar. Aqui, amor é um sofrimento gostoso para essas duas pessoas, que vivem uma relação cheia de joguinhos, dor e prazer.

A comédia romântica é baseada em um webtoon.

Assista ao trailer:

Seohyun e Lee Jun-young estrelam a comédia romântica.

Park Hyun-jin assina a direção e o roteiro do longa.

Crítica | A Sombra do Pai – Mistura o terror do abandono e a fuga para o místico

Com um tenso clima de suspense e opressão, Gabriela Amaral Almeida constrói uma história de relações debilitadas e assombradas pela crença no universo espiritual. A Sombra do Pai é uma instigante narrativa através do olhar da menina Dalva (Nina Medeiros) e de seu pai Joaquim (Júlio Machado), ambos em luto pela morte da mãe e esposa, respectivamente, após dois anos do acontecimento.

O filme tem um ótimo apelo cênico, com tomadas que incutem a ambientação de mistério e uma tensão presente, a partir da qual é imprevisível saber o que ocorre na próxima cena. Essas qualidades são extremamente fortes no filme, no entanto, a expectativa construída, por meio do enquadramento e da fotografia, vão dando lugar a uma inquietação por conta da falta de acontecimentos.

As sequências alimentam a imagem da menina cada vez mais ressabiada e um pai apático, levando-nos a acreditar em um apogeu de tragédia ou redenção. Os dois campos se misturam quando a tia de Dalva, Cristina (Luciana Paes), decide casar-se e deixar a menina aos cuidados do pai. Ele, entretanto, já devastado pela morte da mulher entra em um processo catatônico ao testemunhar o suicídio do seu companheiro de trabalho.

Com Joaquin cada vez mais distante e Cristina ausente, Dalva começa a desejar que a sua mãe retorne para cuidá-la. Em uma mistura de misticismo, inspirado pela tia dada a simpatias para segurar o namorado, e uma fixação por filmes de terror, a menina passa a acreditar que possui poderes de controlar os acontecimentos e que pode trazer sua mãe de volta para casa.

A Sombra do Pai traça um paralelo entre as possibilidades míticas e a assustadora inadequação dos lares familiares. Não é de hoje que crianças brincando com magia atraem maus elementos, entretanto, o filme fica entre apresentar o horror do pós-vida e a desgraça da vida cotidiana, mesclando os dois de forma aterradora. Afinal, Joaquin torna-se um zumbi sem emoção e, ao ser confrontado, expressa apenas revolta.

Age como se o homem presente não aceitasse o papel de pai e viúvo e, assim, desiste de cuidar da filha e de si mesmo, desejando acabar com a sua angústia. A clareza das intenções de A Sombra do Pai está nos filmes que Dalva assiste na televisão. As cenas fazem uma alusão com os acontecimentos na vida da garotinha, insinuando que o que vemos vem da imaginação de uma menina assustada com a realidade e entretida com os filmes de terror.

Na tela, Dalva vê A Noite dos Mortos Vivos (1968), George A. Romero, e O Cemitério Maldito, de Mary Lambert, (1989). As cenas dos filmes são mostradas em primeiro plano encaixando com uma explicação do que vem em seguida. Como no filme, baseado na obra de Stephen King, Dalva enterra os dentes da mãe para que germine. Daqui para frente, os acontecimentos partem do real para o lúdico, enquanto a mãe renasce, o pai torna-se um morto-vivo.

Com toda a tensão criada e crueza no trato, A Sombra do Pai apresentar-se como uma homenagem aos filmes clássicos de terror, mas revela-se mais fantasioso, tal como o norte-americano O Sono da Morte (2016), com Jacob Tremblay. Estreante com o filme O Animal Cordial (2017), Gabriela Amaral Almeida é parte dos poucos cineastas nacionais que fazem um cinema de gênero no Brasil, tendo como maior representante Marco Dutra, com o qual ela trabalhou juntamente no roteiro do ótimo Quando Eu Era Vivo (2014).

A Sombra do Pai consegue arquitetar uma acachapante ambientação, no entanto, permite pontos muitos frouxos no roteiro e atores pouco articulados. Como composição é ótimo, mas em conteúdo e coesão a obra desliza e deixa uma sensação de frustração na expectativa de um ápice que perde-se no meio da história.

Chacrinha: O Velho Guerreiro

(Chacrinha)

Elenco:

Stepan Nercessian

Eduardo Sterblitch

Gianne Albertoni

Direção: Andrucha Waddington

Gênero: Drama / Biografia

Duração: 100 min.

Distribuidora: Downtown Filmes / Paris Filmes

Orçamento: R$ 9 milhões

Estreia: 15 de Novembro de 2018

Sinopse:

O longa conta a história de José Abelardo Barbosa e narra sua trajetória desde o momento em que larga a faculdade de medicina para se aventurar em seu primeiro “bico” como locutor de rádio. Daí em diante, vemos sua vida se transformar e o nascimento do alter ego mais conhecido do Brasil, o nosso velho guerreiro, Chacrinha.

Crítica | Chacrinha: O Velho Guerreiro – Biografia do grande comunicador é divertida e polêmica (Nota: 8.0)

Curiosidades:

» Novo filme de Andrucha Waddington (‘Sob Pressão’).

Trailer:

Cartazes:

 

Fotos:

‘(Des)Encanto’: Série do criador de ‘Os Simpsons’ na Netflix ganha cartaz e teaser

A Netflix divulgou o primeiro cartaz e trailer de ‘(Des)Encanto’, nova série dos meus criadores que ‘Os Simpsons‘ e ‘Futurama’.

Confira:

Ano passado, a Netflix encomendou 20 episódios da série ‘(Des)Encanto’, uma animação adulta de comédia e fantasia criada por Matt Groening.

Na série, os telespectadores serão levados para o reino medieval de Dreamland, onde eles seguirão as desventuras da jovem princesa Bean, seu companheiro Elfo e seu demônio Luci. Ao longo do caminho, o trio excêntrico encontrará ogros, sprites, harpias, imps, trolls, morsas e muitos tolos humanos.

A primeira temporada será lançada no dia 17 de agosto.

A série terá as vozes de Abbi Jacobson (“Bean”), Nat Faxon (“Elfo”), Eric Andre (“Luci”), John DiMaggio, Billy West, Maurice LaMarche, Tress MacNeille, David Herman, Matt Berry, Jeny Batten, Rich Fulcher, Noel Fielding Lucy Montgomery.

Crítica 2 | ‘Jurassic World: Domínio’ é um parque de diversões construído ao longo de três décadas

Quando foi a primeira vez que você viu um dinossauro? Se você for parte da minha geração ou da geração anterior, é muito provável que sua resposta seja: “Em Jurassic Park”. Lançado em 1993, o filme de Steven Spielberg adaptou a ficção de Michael Crichton com algumas liberdades criativas chanceladas pelo próprio autor, que ajudou na adaptação do livro para as telonas.

Desde os livros, a história da empresa de bioengenharia que recria dinossauros e jogam eles numa ilha onde funcionaria um parque temático seguiu rumos que misturavam a ficção com a ação, o terror e a aventura. Compreendendo isso, Spielberg trouxe para o mundo um dos filmes mais amados de todos os tempos. Agora, quase 30 anos após o lançamento do longa original, Colin Trevorrow retorna à direção para encerrar a trilogia iniciada por ele em 2015, com Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros, e concluir o ciclo dos personagens apresentados há quase três décadas, que ocupam um espaço tão grande na Cultura Pop quanto os próprios dinossauros.

A trama de Jurassic World: Domínio é bastante simples e repetitiva. Estruturalmente falando, é a mesma de Jurassic Park e Jurassic World, mas com novos enfeites.

Num geral, isso seria bastante incômodo. E cá entre nós, se você não gostou de nenhum dos Jurassic World anteriores, é bem provável que você não curta esse também. No entanto, sobra tanto carisma em tela e a ameaça dos dinossauros – a maioria nunca mostrada anteriormente em nenhuma das franquias – é tão impressionante, que não demora muito para que a ação tome conta da tela e te deixe eletrizado.

Nesse ponto, o uso da nostalgia pode incomodar os mais exigentes, mas para os apaixonados pelo trio original, é impossível não ficar maravilhado quando Sam Neill, Laura Dern e Jeff Goldblum dividem tela.

E diferentemente de outros projetos que resgatam antigos atores queridos pelos fãs apenas para participações especiais, neste filme, o núcleo da trilogia original tem tanto protagonismo quanto Chris Pratt e Bryce Dallas Howard.

Falando em Chris Pratt, seu personagem, Owen Grady, foi praticamente retratado como um Indiana Jones com dinossauros no primeiro Jurassic World. Neste filme, ele é trazido quase como um agente secreto. Inclusive, a sequência da fuga em Malta lembra muito a perseguição do último James Bond (2021). É interessante reparar como essa dinâmica mudou, deixando uma nova personagem, a Kayla (DeWanda Wise), assumir esse papel de Indiana Jones. Ela é outra personagem que chega meio do nada e com motivações bobas, mas ela é tão legal e suas cenas são tão divertidas, que a adrenalina toma conta e dá para fazer vista grossa para certas conveniências do roteiro.

Voltando brevemente à sequência em Malta, ela expande o universo dos dinossauros de uma forma muito coerente com a proposta de ter animais raríssimos convivendo com pessoas. Eles retratam contrabando, apostas, jogos e até mesmo culinária envolvendo dinossauros traficados, mostrando que a humanidade não tem respeito pela natureza ou por outras coisas que não se enquadrem a sua própria visão de avanço.

Nesse ponto, o debate sobre a ética e o “brincar de Deus” dos cientistas já foi mais do que trazido para a tela. Mesmo assim, o assunto ainda rende, finalmente entrando no mérito da sabotagem empresarial e do lucro das grandes corporações sobre a exploração animal. É breve, mas está ali de forma bem orgânica na trama.

Por fim, os dinossauros, que sofreram algumas críticas em 2015 pelo uso excessivo do CGI, estão mais imponentes do que nunca.

Usando MUITOS efeitos práticos, com direito a uma marionete da Bebê Blue, desde 1997 – quando foi lançado ‘O Mundo Perdido’ – que o cinema não via dinossauros tão realistas assim. Além do mais, a variedade de novas espécies atende a um desejo antigo dos fãs, além de trazer de volta alguns répteis icônicos que marcaram época, como o Dilofossauro.

Ah sim, antes de concluir, a presença de Jeff Goldblum como o Dr. Ian Malcolm – em uma versão muito mais próxima do longa de 1993 em vez da versão desiludida e irritada da sequência de 1997 – é um presente para os fãs. Ele está mais excêntrico do que nunca e seu sarcasmo contrasta perfeitamente com as estranhezas que a nova franquia introduziu, como domar dinossauros e usá-los como arma. Na verdade, ele mesmo aponta certas incoerências do roteiro, resolvendo a situação com um humor muito característico do personagem. É perfeito.

Jurassic World: Domínio é um filmão pipoca que aproveita todas as chances que tem para levar para as telonas o máximo de momentos de aventura e ação, mostrando que realmente nunca dá para se acostumar a ver dinossauros e pessoas interagindo. Colin Trevorrow pega os fãs pelo braço e os leva em um passeio por seu próprio parque de diversões, seu próprio Jurassic Park. Cabe a você decidir se desligar e curtir a aventura ou não comprar a ideia e talvez não se divertir tanto assim. Eu, particularmente, me envolvi tanto na diversão que não senti as 2h26 de filme passarem. É uma aventura fantástica que carrega um caminhão de fan-service e resgata a aura mágica de se encantar com dinossauros nos cinema.

Jurassic World: Domínio estreia em 2 de junho de 2022.

7 Séries da Netflix que não valem o seu tempo…

Seu tempo é muito importante – nós, do CinePOP, sabemos disso e valorizamos. Por isso deixamos aqui uma listinha de 7 séries da Netflix que realmente não valem nem começar a assistir, muito embora algumas delas tenham figurado no Top 10. Ah! E ainda tem mais uma série de brinde da plataforma vizinha, que também não vale apertar o play. Com tanta opção bacana, por que perder tempo com séries entediantes?

7 – Quem Matou Sara?

O recente lançamento da Netflix é um novelão mexicano sonolento que não traz absolutamente nada de novo. Sob a roupagem do suspense, conta a história do pobre coitado injustiçado que pagou pelo crime da família rica e agora busca vingança.

6 – Vis a Vis: El Oasis

Os fãs que acompanharam toda a jornada de Zulema, Macarena e Saray mereciam algo melhor nesse spin-off da série de sucesso de Álex Pina. Ainda que Zulema ganhe um arco apoteótico, ‘El Oasis’ desconstrói tudo que foi erigido nos personagens e joga no lixo. Melhor nem ver mesmo, e ficar com o ‘Vis a Vis’ original.

5 – Silêncio na Floresta

Os fãs dos livros do Harlan Coben viram essa série na maior expectativa, mas, na real, a produção polonesa não conseguiu capturar o clima envolvente de mistério da história do escritor de suspense. Com um ritmo arrastado e atuações inseguras, a única coisa boa é o fato de ser uma minissérie – e, portanto, não haverá uma segunda temporada.

4 – Vida Após a Morte

Cheia de boas intenções, o resultado não condiz com a sinopse. Para aqueles que acreditam ou buscam entender se há vida após a morte, essa série – extremamente lenta – podia ser resumida em um único episódio, mas, ao invés, traz um monte de episódio com depoimentos que dizem basicamente a mesma coisa, e, no final, não temos uma resposta (óbvio!). Pra ficar vendo depoimento de pessoas que sobreviveram episódios de quase morte é só ver o jornal.

3 – Carta ao Rei

Sériezinha fantasiona com uma pegada MTV à história clássica inglesa do Rei Arthur, com uma pitada pop e um protagonismo preto pra tentar trazer algo de novo nessa trama já muito explorada no entretenimento. Se esforça tanto em ser descolada, que não convence.

2 – O Traficante

Com a pretensão de ser uma imersão quase real no mundo do crime da periferia francesa, a única coisa boa nessa série é o fato de ter episódios que duram no máximo quinze minutos. A história, porém, é um saco.

1 – Tribes of Europa

Misturando distopia, ficção científica e fantasia, essa série alemã jogou um monte de referência pop no liquidificador e o resultado é uma pasta insossa e sem brilho. Apesar de ser uma megaprodução, a história não decide qual público quer atingir e tem protagonistas enjoados e nem um pouco cativantes.

Bônus: Trickster – O Agente do Caos

De bônus nessa listinha, fica a dica para você passar longe da sonolenta ‘Trickster – O Agente do Caos’, disponível na Globoplay. Com personagens extremamente irritáveis e um protagonista que não melhora em nada, a série tinha uma boa ideia – abordar a mística dos indígenas norte-americanos –, mas pegou o diferencial e jogou embaixo do tapete. A série já foi até cancelada, então, não perca meeeesmo o seu tempo com ela.

 

As 10 mortes mais marcantes de Game of Thrones

Se tem uma coisa que não falta em Game of Thrones são mortes memoráveis. Temos de todos os tipos e gostos, de figurantes e de protagonistas, de homens, mulheres e animais. Aproveitando que a série está chegando para sua oitava e última temporada, o CinePOP decidiu relembrar as 10 mortes mais marcantes da série até aqui.

Sentiu falta de alguma? Teve alguma morte que lhe chocou mais? Quem você acha que vai morrer na última temporada? Não deixe de participar através dos nossos comentários.

GOT retorna no próximo dia 15 de abril, na HBO.

10) Ygritte

Quando: Quarta temporada, episódio nove

Após uma história de idas e vindas com Jon Snow, Ygritte acaba morrendo em uma batalha na qual enfrentava o exército do amado. Na Batalha de Castle Black, Ygritte recebe uma flechada de Olly e não resiste. Ela trocava olhares com Jon no momento do disparo, o que só aumenta o impacto da cena. Jon Snow viria a sofrer com Olly pouco depois, mas logo voltaria para se vingar do garoto.

9) Lady Olenna Tyrell

Quando: Sétima temporada, episódio sete

Ninguém soube morrer tão bem em Game of Thrones quanto Lady Olenna Tyrell. Fria e calculista, ela tem o reino invadido por Jaime Lannister e seu exército. Batida na guerra, Olenna manteve a pose e não perdeu a compostura. Ao beber o vinho envenenado oferecido por Jaime, ela conversa com o sujeito e, ao fim, revela que foi a responsável pelo assassinato de Joffrey, filho “não oficial” de Jaime com a irmã Cersei. Um trabalho memorável da atriz Diana Rigg.

8) Hodor

Quando: Sexta temporada, episódio cinco

Simples cuidador dos estábulos de Winterfell, Hodor ajuda Bran Stark a escapar de Theon Greyjoy e praticamente carrega o garoto por toda a série. E morre justamente tentando proteger Bran (e Meera). A parte mais triste em sua morte é que ela vem acompanhada de sua história de origem. Descobrimos a origem de seu nome e que seu distúrbio mental está diretamente ligado a Bran e seus poderes.

7) Viserion

Quando: Sétima temporada, episódio seis

Achou que não teria morte de animal na lista? Achou errado! A morte do dragão Viserion foi dos momentos mais chocantes da sétima temporada de Game of Thrones. Ele foi atingido por uma lança do Rei da Noite, em uma de suas primeiras demonstrações de poder na série. É bem verdade que os fãs ficaram um pouco incomodados com a reação Daenerys para a perda do filho, mas o público sim ficou bem triste. O plot twist é que Viserion é ressuscitado pelo exército do Rei da Noite, que passa a montar o animal. Mas aquela dragão que a gente amava, infelizmente, morreu.

6) Ramsay Bolton

Quando: Sexta temporada, episódio nove

Uma das mortes mais aguardadas de Game of Thrones. Filho bastardo de Roose Bolton, Ramsay foi das criaturas mais cruéis a aparecer na série. Ele estuprou e aprisionou Sansa, e matou Rickon Stark, e muitas outras pessoas. Acabou superado por Jon Snow na Batalha dos Bastardos. Mas foi Sansa que deu o golpe fatal, ao servi-lo a um de seus temidos e selvagens cães. Além de chocante, a cena tem aquele gostinho de vingança que agrada a todos os fãs de GOT. Não tinha como ficar fora da lista.

5) Rei Joffrey Baratheon

Quando: Quarta temporada, episódio dois

Mais um tirano odiado pelo público que fez a Sansa sofrer e que acabou tendo uma morte marcante na série. Joffrey é envenenado durante seu casamento com Margery Tyrell. Sansa e Tyrion são os primeiros suspeitos do crime, mas com o tempo descobrimos os verdadeiros responsáveis: Petyr Baelish e Olenna Tyrell. A morte repercutiu bastante na série, principalmente em Cersei, que passou a se isolar mais de todos e a tomar decisões cada vez mais radicais.

4) Oberyn Martell

Quando: Quarta temporada, episódio oito

Aquela que talvez seja a morte mais grotesca de toda série. Personagem querido pelos fãs, Oberyn assume o lugar de Tyrion em um julgamento por combate como forma de se vingar do Montanha. Ele domina a luta, mas acaba dando bobeira, sendo batido pelo gigante numa cena realmente chocante, em que Oberyn tem os olhos esmagados. A morte do personagem gera consequências importantes para o Porto Real, desde a condenação de Tyrion ao assassinato de Myrcella Baratheon.

3) Shireen Baratheon

Quando: Quinta temporada, episódio nove

Aquela cena que mostra que Game of Thrones realmente não possui limites. Filha de Stannis Baratheon, Shireen é queimada viva em uma fogueira sob as ordens do pai, que era influenciado por Melissandre. Uma das cenas mais difíceis de assistir de toda a série, afinal estávamos diante de uma criança. E uma criança esperta e boazinha, não um Joffrey da vida.

2) Catelyn Stark, Robb Stark, Talisa e Vento Cinzento

Quando: Terceira temporada, episódio nove

A medalha de prata da nossa lista não fica apenas com uma morte, mas sim com o combo chamado Casamento Vermelho. À época um dos mais queridos personagens da série, Robb Stark foi morto junto com a esposa (que estava grávida), a mãe e – não podemos esquecer – o lobo. Até hoje, um dos momentos mais chocantes de toda produção. Quem não conhecia os livros, aqui pôde experimentar bastante do sadismo de George R. R. Martin e dos criadores da série.

1) Ned Stark

Quando: Primeira temporada, episódio nove

O episódio que mudou tudo. A morte de Ned Stark pode não ter sido a mais grotesca ou mais violenta da série, mas foi aquela que serviu para mostrar aos fãs que ninguém estaria seguro. Após sete temporadas, isso já está muito claro na cabeça do espectador, mas é preciso lembrar que Ned era o protagonista da série e foi morto ainda no primeiro ano da produção, algo nunca visto antes. A morte de Ned, que foi decapitado sob as ordens do Rei Joffrey, moldou Game of Thrones e seus fãs. Impossível esquecer.

10 Dicas de Séries Europeias para Você não DESGRUDAR os Olhos daTela

Com a chegada dos streamings em nossas vidas, a oportunidade de conferir produções de todos os lugares do mundo virou uma certeza. Não só filmes mas séries produzidas em muitos países chegaram dando a oportunidade de conferirmos as novas produções de muitos desses países. Sendo assim, segue abaixo dez dicas bem legais de séries europeias disponíveis nos streamings que vão fazer você não desgrudar os olhos da tela:

 

Dois Verões (Netflix)

Um crime e as interpretações da impunidade. Chegou ao catálogo da Netflix, uma minissérie belga que busca em seus intensos seis episódios nos mostrar os desenrolares, ao longo de décadas de uma linha temporal, sobre um crime cometido por um grupo de amigos que se reúnem tempos mais tarde onde as verdades são jogadas na mesa. Dois Verões traz para a reflexão do público interpretações dos personagens para a violência cometida e quais seriam as maneiras de punição propostas.

 

O Homem das Castanhas (Netflix)

Na trama, conhecemos a policial Naia (Danica Curcic), uma mulher que sofre por não ter tempo para cuidar de sua filha. Mãe solteira, ela tem como objetivo mudar de trabalho para assim conseguir mais tempo para sua família. Só que uma série de assassinatos cometidos pela mesma pessoa, um serial killer que deixa como rastro bonecos feitos de castanhas, começam a acontecer o que leva Naia a uma angustiante jornada rumo à verdade que envolve um caso antigo tendo uma ministra da Dinamarca, Rosa (Iben Dorner) no epicentro. Naia contará com a ajuda do angustiado investigador Mark (Mikkel Boe Følsgaard), um homem que perdeu anos atrás a esposa e a filha em um incêndio.

 

Gente Ansiosa (Netflix)

Na trama, lançada no final de 2021 na poderosa rede de streaming, conhecemos os policiais Jack (Alfred Svensson) e Jim (Dan Ekborg), pai e filho que são os responsáveis por investigações em uma cidade do interior na Suécia. Um dia, são surpreendidos por um misterioso assalto que acaba provocando uma situação com reféns. Tentando lidar com a situação da melhor maneira, após a conclusão da tal situação, o bandido não é pego deixando os dias seguintes repletos de interrogatórios para descobrir enfim quem foi o responsável por tal ato.

 

 

Undercover (Operação Ecstasy) (Netflix)

Na trama, acompanhamos a saga ao longo de meses dos agentes infiltrados de uma parceria entre a polícia Belga e holandesa, Bob (Tom Waes) e Kim (Anna Drijver). Eles se passam por namorados próximos a um dos chefões do tráfico no local Ferry Bouman (Frank Lammers) que é casado com Danielle (Elise Schaap). Lutando para manterem suas identidades em sigilo total, passam por diversas situações complicadas ao longo desse tempo levando-os a uma série de inconsequências sempre na linha tênue entre razão e emoção.

 

O Inocente (Netflix)

Na complexa trama, conhecemos Mateo (Mario Casas), um homem que passou alguns anos preso por assassinato de um jovem em uma briga do lado de fora de uma boate. Com seu futuro incerto ele sai da prisão e busca algum recomeço ao lado do irmão em uma firma de advogado. Paralelo a sua saída acaba encontrando Olivia (Aura Garrido) por quem logo se apaixona e promete nunca lhe esconder nada. O tempo passa e as coisas começam a ficarem misteriosas quando Mateo é perseguido por quem o julga até hoje pelo ocorrido na noite em que foi preso e paralelo a isso sabemos que Olivia esconde um segredo que vai colocar esse relacionamento em cheque a todo instante. Assim, embarcamos em uma trama sangrenta cheia de misteriosos personagens, um cafetão, um policial corrupto, uma freira que esconde seu passado e uma policial que treinou a vida toda para ser detetive.

 

Sky Rojo (Netflix)

Na trama, conhecemos Romeo (Asier Etxeandia), um cafetão que montou seu negócio de prostituição que está sendo para ele muito rentável em um ponto isolado de uma cidade badalada. Nesse bordel, encontramos Coral (Verónica Sánchez), Wendy (Lali Espósito) e Gina (Yany Prado), três mulheres de faixa etárias diferentes, com pensamentos completamente opostos em alguns momentos mas que agora precisarão uma da outra após serem autoras de uma situação que levou Romeo quase à morte. Assim, é imposta uma batalha sangrenta pela cidade entre os mandados de Romeo, os irmãos Moisés (Miguel Ángel Silvestre) e Christian (Enric Auquer) e as três mulheres.

 

Amor & Anarquia (Netflix)

Na história, conhecemos Sofie (interpretada de maneira fabulosa pela excelente atriz Ida Engvoll) uma mulher com dois filhos, dentro de um casamento com problemas, que tem o pai indecifrável dentro de suas agonias. Ela começa um novo trabalho em uma editoria como consultora de novos negócios e responsável pela complicada transição do físico para o digital dessa empresa que já existe faz muito tempo. Nessa mesma empresa conhecemos Max (Björn Mosten), um estagiário de informática, que logo entra em atritos com Sofie. Numa noite, onde Sofie fica até tarde no trabalho, Max a flagra se masturbando em sua mesa, coletando provas sobre o ocorrido. No dia seguinte, parece que um jogo de chantagem começa mas Sofie embarca na ideia, ambos começam a jogar um provocativo game e assim a se aproximar de maneira intensa e provocante.

 

Normal People (Starzplay)

Em Normal People acompanhamos as idas e vindas de um relacionamento de amizade e algo mais de dois jovens de uma cidadezinha da Irlanda. Marianne (Daisy Edgar-Jones) é uma jovem solitária que possui muitas dificuldades em se relacionar com os que estão ao seu redor, principalmente sua família e seus amigos de colégio. Connell (Paul Mescal) é aquele queridinho de todos, amado pela mãe, pelos amigos, estrela do rúgbi do colégio. Marianne é de família rica, Connell não. Certo dia, os dois começam a conversar e aos poucos, e com inúmeras passagens de tempo para frente (época de faculdade etc), percebem que podem ter sidos feitos um para o outro mas que só isso não basta para ficarem sempre juntos.

 

Doze Jurados (Netflix)

Na trama, acompanhamos, em alguns idas e vindas no roteiro que usa flashbacks como ajuda a determinadas questões mal explicadas, a composição de um júri de doze jurados mais dois suplentes que foram escolhidos via sorteio para integrarem o elenco dos cidadãos que definirão o destino de Frie Palmers (Maaike Cafmeyer), um funcionária de uma escola que é acusada de matar seu filho pequeno e a melhor amiga de adolescência. Ao longo dos episódios, vamos descobrindo aos poucos os segredos desse caso e também muito sobre a vida conturbada de alguns dos que integram esse júri.

 

Os Favoritos de Midas (Netflix)

Conhecemos o poderoso homem de negócios Víctor Genovés (Luis Tosar), que após ser premiado com uma gigantesca herança de um outro homem poderoso, vira presidente de um dos mais influentes e bem sucedidos grupos de comunicação da Europa. Solitário em sua luxuosa cobertura, buscando uma melhor relação com seu filho que mora com a ex-esposa, passa seus dias no escritório e tocando uma guitarra solitariamente nos curtos momentos de folga. Tudo isso muda quando um certo dia passa a receber cartas de um grupo que auto denomina-se Os Favoritos de Midas que o ameaça com uma morte sempre que ele não depositar uma certa quantia numa certa conta bancária. Assim, tendo que envolver a polícia, o Estado, uma jornalista com quem se envolve romanticamente, Victor precisará de muita força mental para tomar as melhores soluções, mas será que ele consegue?

10 séries para assistir com amigos e criar teorias mirabolantes!

Já imaginou maratonar algumas séries com seus amigos em que, a cada novo episódio, segredos são revelados e diversas teorias aparecem em suas reflexões? Algumas obras seguem por essa estrada, deixando você e sua turma com os olhos atentos a cada nova descoberta. Para você que busca uma experiência assim, dê uma olhada na lista abaixo:

 

Lost (Disney Plus)

Um dos mais impactantes seriados de todos os tempos mostrou a saga de um grupo de pessoas de diversos lugares que sofrem um acidente de avião e conseguem abrigo em uma ilha repleta de mistérios. Criada por J.J. Abrams, Jeffrey Lieber e Damon Lindelof esse projeto marcou uma geração de fãs de séries que repercutem o desfecho até hoje.

 

Paradise (Disney Plus)

Com uma forma criativa e concisa de apresentar sentimentos e dilemas em torno do fim do mundo – e também no declínio das relações sociais – chegou nesse início de 2025 na Disney Plus o surpreendente seriado Paradise. Criado pelo excelente roteirista Dan Fogelman, que já tinha deixado sua marca com a aclamada This is Us, esse seu novo projeto atrai o público com reviravoltas, mistérios e camadas que se abrem aos montes nos levando para uma jornada empolgante através de personagens enigmáticos.

 

Silo (Apple Tv)

Ficção científica lançada na Apple Tv Plus, Silo nos leva para uma reflexão sobre a sobrevivência em um futuro distópico onde pessoas vivem em um lugar controlado por regras e repleto de restrições. Baseado na obra do escritor norte-americano Hugh Howey.

 

O Eternauta (Netflix)

Sempre renovando uma amizade de quase 40 anos, quatro amigos se reúnem toda sexta-feira para jogar truco. Num desses dias, algo estranho acontece. Ao perceberem estar sob uma misteriosa e mortal nevasca, Juan Salvo (Ricardo Darín) e o restante do grupo precisarão encontrar soluções para sobreviver quando os perigos se mostram presentes. Conforme os dias passam começam a entender que uma invasão aconteceu e nada será como antes.

 

Dark (Netflix)

O tempo sendo associado ao ato de amar em tempos em que o esquecimento é o grande vilão da nossa realidade. Criado pelo cineasta suíço Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Dark chegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix sem muito ‘oba oba’. Bastou os espectadores irem aos poucos terminando a primeira temporada para o burburinho positivo começar. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos, com uma montagem de elenco espetacular, a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo.

 

Ruptura (Apple Tv)

Na trama, criada por Dan Erickson, conhecemos Mark (Adam Scott), um funcionário de uma misteriosa e poderosa empresa chamada Lumen. Ele acaba de ser colocado como líder de uma equipe de funcionários que aceitaram serem submetidos a uma situação onde suas memórias foram divididas entre o seu trabalho e sua vida fora dele. Basicamente: quando eles estão no trabalho não lembram de nada do mundo fora dali, e quando eles estão em suas respectivas casas, não lembram de nada do trabalho. Até que um dia, um ex-colega deles, que conseguiu sair dessa situação, acaba fazendo contato com o Mark de fora do trabalho. A partir disso, o drama vira um misterioso labirinto de descobertas convergindo nas duas realidades.

 

Cidade das Estrelas (Apple Tv)

Ambientada em uma realidade alternativa na qual a União Soviética venceu a corrida espacial, a série acompanha os dilemas, desafios e novos rumos da exploração do espaço sob a perspectiva dos soviéticos.

 

Origem (Globoplay)

Jim (Eion Bailey), um engenheiro que constrói atrações de parques de diversões, e sua esposa Tabitha (Catalina Sandino Moreno), são um casal em crise, perto de assinar o divórcio. Eles resolvem fazer uma última viagem juntos de trailer com os dois filhos após uma tragédia. Durante o caminho, são surpreendidos por uma árvore que impede de continuarem, regressando para uma outra parte da estrada onde se veem presos em uma cidade. O ótimo episódio piloto prende a atenção, sem deixar de esconder os principais mistérios e nos contextualizar de boa parte do que seria a jornada dali pra frente.

 

Pluribus (Apple Tv)

Nessa nova série do criador de Breaking Bad, acompanhamos uma escritora de relevante sucesso que, durante uma noite, começa a perceber algo estranho acontecendo pelo mundo e precisa se adaptar a esse novo cenário.

Crítica | ‘Pluribus’ – Um dos grandes acontecimentos do ano pra quem gosta de boas histórias!

 

The Boroughs (Netflix)

Sam (Alfred Molina) é um engenheiro aposentado que vive um intenso luto pela morte recente de sua esposa. Entrando em acordo com a filha Claire (Jena Malone), ele resolve se mudar para uma comunidade de aposentados em uma região desértica dos Estados Unidos, onde tudo parece perfeito. Mas, em poucos dias, Sam perceberá que esse lugar esconde segredos sobrenaturais e vai contar com a ajuda de novos amigos da vizinhança para desvendar todos esses mistérios.

Crítica | ‘The Boroughs’ – Série da Netflix explora o sobrenatural de forma madura e divertida

FLOPOU! 10 Sequências dos anos 2000 que você Gostaria de ESQUECER…

A cada ano a sétima arte nos presenteia com diversas produções vindas dos quatro cantos do mundo. Quando falamos no grande público, é de Hollywood que vem os produtos mais esperados dos fãs. Desde que o cinema entretenimento se consolidou como fábrica multimídia ainda na década de 70 (graças a Tubarão e Star Wars), os cinéfilos foram brindados com diversos filmes inesquecíveis, sempre citados por todos quando o assunto são os melhores longas da história. E logo de cara também, os estúdios viram o potencial das continuações. Afinal, se uma história deu muito certo, por que parar com ela? Sigamos em frente para uma nova jornada com personagens que todos aprenderam a amar.

Star Wars, Indiana Jones e tantas outras franquias (a mais recente sendo Velozes e Furiosos, por exemplo) mostraram que os fãs não se cansam de ver em tela os astros vivendo seus personagens icônicos em novas tramas. Porém, para cada acerto precisa existir um erro. E muitas vezes essas continuações resultam numa experiência verdadeiramente traumática para o espectador e, eventualmente para os envolvidos em sua produção. Embora muitos acreditem no termo “filme que não precisava de continuação”, a verdade é que se a sequência for feita com dedicação e empenho, resultando numa boa obra, terminamos aceitando-a no fim das contas.

Aqui, porém, nessa nova matéria, abordaremos justamente o oposto. A ganância de produtores que optaram pelo arriscado desafio de continuar uma história que parecia encerrada (o que se mostra um desafio para qualquer um) e entregaram uma sequência sem qualquer brilho ou empenho. Muitas aparentando já ter nascido “errado” sem qualquer energia. Essas são as 10 continuações dos anos 2000 que você preferia esquecer. Confira.

Blade Trinity

O que aconteceria se um astro de Hollywood detestasse tanto a sua participação num filme, que ficasse trancado o tempo todo em seu trailer fumando maconha, exigisse apenas ser chamado pelo nome do personagem e num acesso de fúria e loucura chegasse ao cúmulo de enforcar seu diretor. Bem, este clima caótico realmente existiu e se chama os bastidores de Blade Trinity. Após dois bons exemplares (em 1998 e 2002), o primeiro filme de um herói da Marvel que pavimentou o caminho para o que temos hoje, terminou sua trilogia desta forma deplorável, em 2004. O astro Wesley Snipes estava tomado no “Jiraya” durante as gravações frustrado com o roteiro e as formas que o filme tomava. Sobrou até para o coadjuvante Ryan Reynolds que, em início de carreira no cinema, ouviu de seu protagonista: “Fique quieto, assim você viverá mais”. Todo este caos é refletido no que vemos em tela, num filme que entre outras coisas traz uma caracterização meio “Alexandre Frota” do icônico Drácula.

Triplo X 2 – Estado de Emergência

O que fazer quando o astro de sua possível franquia se recusa a retornar para a continuação? Bem, se você tiver unicamente a ganância guiando sua vida profissional como os executivos de Hollywood, a resposta é simples: criar uma continuação sem ele, é claro, e ainda matá-lo sem cerimônia fora das telas. Vin Diesel se tornou um astro após protagonizar Velozes e Furiosos (2001) e Triplo X (2002), mas quando foi a hora de voltar para ambas as continuações, ele simplesmente disse não. Isso porque nesta época, Diesel acreditava que poderia ser um ator sério e seguir para trabalhos mais significativos. Assim, Tyrese o substituía na continuação + Velozes + Furiosos (2003) e quanto a Triplo X coube a Ice Cube entrar na vaga deixada pelo careca musculoso. O resultado, você pergunta? Bem, o filme desapareceu tão rápido que muitos de vocês sequer ouviram falar desta sequência.

A Lenda do Zorro

Herói da cultura Pulp, o mascarado Zorro caminha lado a lado com os primórdios do cinema. Isso porque o personagem, um dos primeiros heróis de todos os tempos, já existia antes do advento da sétima arte, em outras mídias. Assim, após o surgimento do audiovisual, Zorro esteve lá em produções que datavam de 1920, por exemplo. Ao longo das décadas vira e mexe o vigilante espadachim mexicano dava o ar de sua graça, mas seria em 1998 que Zorro ganharia uma superprodução lançada por um grande estúdio (a Columbia / Sony) e apadrinhada por ninguém menos que Steven Spielberg. A Máscara do Zorro (1998) é puro entretenimento de matinê, uma aventura à moda antiga que apresentou ao mundo a belíssima Catherine Zeta-Jones e trouxe Antonio Banderas num papel que ele parece ter nascido para viver. O problema aqui não foi tanto o filme ter rendido uma continuação, mas foi a demora com que a tiraram do papel, com quase 10 anos de intervalo – perdendo por completo o hype do original.

O Filho do Máskara

Mais uma vez temos na lista, um ótimo filme nascido dos anos 90, com uma continuação “fedorenta” lançada nos anos 2000. O Máskara (1994) foi um dos filmes do movimento que serviu para cimentar Jim Carrey como um dos grandes nomes de Hollywood na década de 1990. Além disso, revelou também a então modelo Cameron Diaz. Revolucionário, o longa foi uma espécie de Uma Cilada para Roger Rabbit (88) dos anos noventa, usando efeitos especiais jamais vistos e elevando o quesito técnico a outro patamar. Infelizmente sua continuação jogou tudo isso pelo ralo. A começar que Carrey se manteve bem longe do projeto, o que não impediu os produtores gananciosos de fazerem a continuação mesmo assim – sem qualquer nome relevante na frente ou atrás das câmeras. E se o filme original usava de bons efeitos para incrementar sua história, esta sequência mequetrefe, lançada onze anos depois, era um desenho animado com poucos vislumbres de atores reais.

Vovó… Zona 2

O comediante Martin Lawrence tem como ídolo o mestre Eddie Murphy, e dele pegou muito de seu próprio repertório. Lawrence inclusive realizou o sonho de trabalhar com o grande Murphy duas vezes na década de 90 – sendo o mais marcante Até que a Fuga os Separe (1999). Murphy, entre outras coisas, ficou marcado por desempenhar diversos personagens num único filme, como Um Príncipe em Nova York (1988) e depois O Professor Aloprado (1996), onde ficou enterrado sob quilos de maquiagem. Lawrence seguiu os passos do agora colega para criar a Vovó… Zona, um grande sucesso surpresa de 2000. Mas sabe aquela velha história da mesma piada contada duas vezes… pois bem, ela sempre vai perdendo a graça. Foi o que aconteceu com essa continuação, lançada seis anos depois. E o pior disso é que como se não bastasse, Lawrence colocaria o prego no caixão pela última vez ainda em 2011, quando estreou o terceiro Vovó… Zona, desta vez com seu filho se vestindo de mulher também.

Instinto Selvagem 2

O primeiro Instinto Selvagem (1992) é um filmaço de suspense que deu força ao subgênero dos thrillers eróticos dos anos 90, e mais proeminentemente foi responsável pela carreira da musa Sharon Stone, e por transformá-la em uma estrela de Hollywood. No período, quase todos os filmes da atriz exigiam dela um forte sex appeal e claro, muita nudez. Ela até foi bem sucedida, recebendo uma indicação ao Oscar por Cassino (1995), de Martin Scorsese, mas em seguida seus papeis mais dramáticos, fora de sua zona de conforto começaram a fazer sua carreira naufragar. Natural que a atriz quisesse que o filme que fez sua carreira, também fosse responsável por salvar sua carreira. E até que a premissa de trazer a Femme fatale Catherine Tramell, a escritora e amante de sadomasoquismo e picadores de gelo mais famosa do cinema de volta para um novo suspense não é das piores. Afinal, no primeiro filme Stone já mostrava frieza no papel mesmo aos 34 anos. Na continuação, ela havia se tornado uma “loba” (cougar), uma mulher madura aos 48 anos, e muito mais confiante. O grande problema aqui foi o roteiro enfadonho que não exibia um décimo do brilho do original e fez Stone apenas pagar um grande mico em sua carreira.

A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras

Indiscutivelmente, A Bruxa de Blair (1999) se tornou um terror revolucionário e se destacou por introduzir o subgênero “found footage” para os novos tempos. Era o início da internet e sua campanha de marketing misturava ficção com realidade documental na hora de vender seu produto. Sem saber exatamente ao que assistia, o público se viu fascinado em se assustar como nunca anteriormente. Um verdadeiro fenômeno. O que fazer a partir daí? Bem, o que podemos dizer é que o estúdio por trás da produção deu uma aula do que NÃO fazer! E isso foi: uma continuação lançada logo no ano seguinte que não apenas tira qualquer criatividade apresentada antes com um terror pra lá de genérico, como (pior ainda) nem sequer utiliza o estilo de filmagem que fez do original um sucesso.

A Máfia Volta ao Divã

O ano de 1999 foi um dos mais especiais para a sétima arte. Nele tivemos por exemplo Matrix, Clube da Luta e A Bruxa de Blair. Foi dele que saiu também uma das comédias mais engraçadas da década: Máfia no Divã. No filme, Robert De Niro brinca com seus personagens mafiosos pela primeira vez fazendo humor. O filme mostra o que aconteceria se um gangster precisasse fazer terapia. O longa segue uma linha perfeita com começo, meio e fim, concluindo sua história da melhor maneira possível. Mas o que acontece em casos de filmes que se dão muito bem de crítica e bilheteria é que o estúdio cresce o olho e oferece uma bolada para os envolvidos voltarem numa continuação. Quem recusaria? O problema é que muitos filmes não deixam espaço para essa tal continuação, como foi o caso com este, que rendeu em 2002 uma das sequências mais sem graça e desnecessárias da história do cinema.

A Rainha dos Condenados

Esse filme é traumático em vários sentidos, infelizmente surgindo como uma verdadeira “maldição metalinguística”. Apesar de algumas polêmicas de bastidores, Entrevista com o Vampiro (1994) se tornou um grande sucesso para a Warner, conseguindo elevar os filmes de terror e de vampiros a um novo patamar, digamos, de maior prestígio. O longa é baseado numa série de livros da autora Anne Rice e por anos o estúdio visou tirar uma continuação do papel. Agora parece que finalmente o material vai se transformar numa série de TV, que esperamos que tenha qualidade. Porém, antes disso, embora desejemos esquecer, o filme com Tom Cruise e Brad Pitt teve uma continuação em 2002, chamada A Rainha dos Condenados. É claro que nenhum dos dois astros teve qualquer envolvimento. Mas não acaba aí, porque de forma trágica, esse filme de terror B marcaria o último trabalho da jovem cantora Aaliyah, que faleceu antes de finalizar sua participação.

Halloween: Ressurreição

Se os anos 90 foram marcados por muitas obras criativas, como A Bruxa de Blair, Máfia no Divã e Entrevista com o Vampiro, podemos dizer que a década seguinte ficaria marcada pelas continuações ruins destes filmes – que sequer deveriam existir. Aqui chega mais uma. Halloween – A Noite do Terror (1978) teve inúmeras continuações esquecíveis em sua franquia. Mas uma conseguiu destaque, demonstrando grande criatividade em seu roteiro, em especial por se livrar de todas as continuações descartáveis e seguir diretamente após o segundo. Trata-se de Halloween H20 (lançada em 1998), que trouxe Jamie Lee Curtis de volta protagonizando. O final é perfeito e os filmes poderiam ter terminado aí. Mas você acha que eles deixariam? Em 2002 (oh aninho maldito!) sairia do papel o que é considerado por muitos “o” pior filme de Halloween, Ressurreição. O pior de tudo nem é a trama idiota e datada sobre um reality show dentro da casa de Michael Myers, mas sim o fato de desfazer tudo o que H20 havia se dedicado tanto a criar.

‘Grey’s Anatomy’: Kim Raver entra para o elenco fixo da 15ª temporada

Depois de fazer uma participação especial nesta 14ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘, a atriz Kim Raver, intérprete da Dra. Teddy Altman, voltará à série em caráter regular na próxima temporada.

“Estou animada para reprisar o papel de Dra. Teddy Altman como uma personagem fixa. Voltar para Shondaland com o incrível talento de Krista Vernoff, Ellen Pompeo e o ótimo elenco é maravilhoso,” Raver disse em uma declaração. “Eu tenho um lugar especial no meu coração para a Teddy e tenho muita sorte por ter a oportunidade de continuar sua história.”

Quem assistiu ao último episódio da 14ª temporada, sabe que a personagem desempenhará uma grande parte no próximo ano, estando envolvida em um dos principais ganhos deixados para instigar a curiosidade dos fãs.

‘Animas’: Terror ganha novo trailer perturbador; Assista!

O terror ‘Animas‘ ganhou um novo trailer.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Laura Alvea e Jose Ortuño.

“Alex é uma garota com uma personalidade forte e grande tenacidade. Ela é muito próxima ao seu melhor amigo Abraham, que é uma pessoa que ela dá constante ajuda e apoio, uma vez que Abraham é tímido e inseguro, principalmente por causa de sua complicada relação entre ele e os seus pais. Mas tudo muda quando Daniel – pai do Abraham – morre em um trágico acidente, cuja causa é incerta. A partir deste momento, Alex se encontra em uma jornada alucinada ao inferno, onde a linha entre a realidade e os pesadelos está borrada ao ponto que Alex começa a questionar as razões de sua própria existência.”

Clare Durant, Ivan Pellicer Angela Molina estrelam.

‘Top Boy’: Série da Netflix produzida pelo cantor Drake ganha trailer; Assista!

A Netflix divulgou o trailer do revival da série ‘Top Boy‘, produzida pelo cantor Drake.

Confira:

Criada por Ronan Bennett, a série originalmente foi lançada em 2011, durando por apenas duas temporadas.

A trama acompanha o drama de moradores de um conjunto habitacional de Londres. Aspirantes a criminosos e pessoas de bem tentam sobreviver em meio a gangues, drogas e os desafios do dia a dia.

Todas as três temporadas já estão disponíveis na Netflix!

‘Glee’: Mais colegas de elenco criticam Lea Michele por comportamento tóxico

Após a atriz Samantha Marie Ware, que ganhou fama ao interpretar Jane Hayward na última temporada de ‘Glee‘, ter acusado Lea Michele (intérprete de Rachel Berry) de ser extremamente racista nos sets de gravação da série – dizendo até mesmo que Michele transformou sua vida em um inferno –, outros colegas de elenco confirmaram as acusações.

Através do Twitter, Amber Riley (Mercedes) compartilhou uma indireta sobre a polêmica. Já Alex Newell (Unique) afirmou que a publicação merecia “palmas”.

E a atriz Yvette Nicole Brown, que trabalhou com Michele em 2017, na série ‘The Mayor‘, declarou: “Eu senti cada uma dessas palavras“.

Por fim, Melissa Benoist (Marley) curtiu todos os tweets acusando o comportamento tóxico da Lea Michele, apoiando as acusações dos colegas.

A polêmica começou quando Michele se pronunciou aos trágicos acontecimentos nos EUA envolvendo o homicídio de George Floyd, que foi morto por asfixia por um policial branco.

Na postagem, ela escreve: “George Floyd não merecia isso. Isso não foi um incidente isolado e deve acabar”.

Não demorou muito até que Samantha compartilhasse a publicação e rebatesse a mensagem de empatia da ex-colega de profissão, escrevendo: “Lembra-se quando você fez da minha primeira aparição na televisão um inferno? Porque eu nunca irei esquecer. Creio que você disse a todos que, se tivesse a oportunidade, “cagaria na minha peruca”, entre outras microagressões traumáticas que me fizeram questionar uma carreira em Hollywood”.

Michele ainda não se pronunciou sobre a acusação.

Nas últimas semanas, Ryan Murphy postou em seu Instagram uma mensagem um tanto quanto inquietante sobre a adorada série musical ‘Glee’.

O criador já havia falado sobre possíveis reboots no passado, mas sua ideia para uma refilmagem do episódio piloto da produção deixou os fãs com sentimentos mistos.

“Imagine que é 2009 e eu vivo em um mundo onde conheço Lea MicheleBen PlattBeanie Feldstein […]. Se eu tivesse acesso a esse tipo de talento, aqui estaria o novo piloto: Lea e Ben são frenemies que brigam pelo coração e pela alma do Glee Club. Ben também está no time de futebol e basicamente dorme com a escola inteira. Beanie é a melhor amiga dos dois. De repente, Beanie une forças com Sue Sylvester, entra para o corall e se torna a soloísta principal e a estrela impiedosa do clube. Lea e Ben unem forças, então, para destroná-la. EU QUERO RODAR ESSE PILOTO. Talvez eu irei?”, ele escreveu.

Confira as reações abaixo:

“O novo elenco de ‘Glee’“.

“Reboot de Glee, mas só se Darren Criss interpretar Sue Sylvester”.

“Ryan Murphy escrevendo um reboot de ‘Glee’ com novos personagens e ignorando completamente o fato de que as pessoas só assistiam a esse show ruim porque gostavam dos personagens originais”.

“Então, Ryan Murphy quer fazer um reboot de ‘Glee’ com o mesmo elenco, mesmo eles tendo entre 30 e 35 anos, e Ben Platt”.

‘Glee’ foi criado pelo trio formado por MurphyBrad FalchukIan Brennan, conhecidos por criarem também shows como ‘American Horror Story’ ‘Pose’, sucessos de público e de crítica.

A produção teve estreia em maio de 2009 e foi encerrada em março de 2015, ajudando a lançar a carreira de nomes como Lea MicheleDarren Criss Cory Monteith (que infelizmente faleceu durante as gravações da quinta temporada).

‘After 3 – Depois do Desencontro’: Sequência ganha teaser picante; Confira!

A Diamond Films divulgou o primeiro teaser legendado da sequência ‘After – Depois do Desencontro‘.

Confira:

Castille Landon será responsável pela direção terceiro e do quarto filme.

Chance Perdomo (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), Stephen Moyer (‘True Blood’), a vencedora do Oscar Mira Sorvino (‘Mutação’), Arielle Kebbel (‘Midnight, Texas’) e Carter Jenkins (‘Famous in Love’) serão as novas introduções ao elenco.

Josephine Langford e Hero Fiennes Tiffin reprisam os seus papéis. As novas sequências também contarão com o retorno de Louise Lombard e Rob Estes.

Sharon Soboil escreveu o roteiro de ambas sequências.

‘Psycho Goreman 2’: Diretor confirma que está desenvolvendo a sequência

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor Steven Kostanski revelou que está desenvolvendo uma sequência para o terror cômico ‘Psycho Goreman‘.

“Eu quero fazer uma sequência que valha a pena, que o público goste e queira ver mais. E eu estou tentando. Estou desenvolvendo uma continuação, mas é surpreendentemente complicado de tirar um novo filme do papel.”

Ele continua, “Uma sequência tem problemas com direitos e outras coisas. Estou tentando fazer tudo isso se alinhar e tentando escrever o roteiro. Espero que aconteça em breve.”

O longa é dirigido por Steven Kostanski (‘O Retorno do Duende’).

A trama se passa no subúrbio de uma cidade pequena e segue duas crianças, Mimi e Luke, que descobrem o túmulo de um senhor da guerra alienígena adormecido, cujo único objetivo é destruir o universo inteiro. As crianças encontram a pedra mágica que lhes permite controlar a criatura e embarcar em uma louca aventura cheia de ação e comédia cósmica.

Nita-Josée Hanna, Owen Myre e Matt Ninaber estrelam a produção.

‘Woke’ é CANCELADA pelo Hulu após 2 temporadas

De acordo com o Deadline, Hulu cancelou oficialmente comédia satírica ‘Woke‘ depois de apenas duas temporadas.

Lançada em 2020, a série apresentou uma visão única sobre identidade e cultura. A trama seguia Keef, um cartunista prestes a alcançar o sucesso quando um incidente inesperado muda tudo. Com uma nova visão do mundo ao seu redor, Keef confronta as novas ideias e vozes que o desafia.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi criada e escrita por Keith Knight.

A história gira em torno de Keef, um cartunista afro-americano que finalmente está prestes a fazer sucesso na esfera mainstream – quando um incidente inesperado muda tudo. Keef deve agora navegar pelas novas vozes e ideias que o confrontam e o desafiam, sem destruir o que demorou tanto para construir.

O elenco também conta com Blake AndersonT. MurphLara Goldie.