O clássico ‘O Vingador do Futuro‘, lançado em 1990, ganhou um trailer honesto hilário. O vídeo faz piada com as partes icônicas do filme e também da atuação do Arnold Schwarzenegger.
Confira:
Dirigido por Paul Verhoeven e estrelado pelo astro Arnold Schwarzenegger, a trama se passa em um futuro próximo, em que Douglas Quaid é um operário perseguido em sonhos por visões de Marte. Casado com Lori, ele vive uma vida tranqüila e feliz, mas não consegue esquecer os sonhos com o planeta vermelho. Certo dia, ele procura pela agência Reckall, especializada em implantes de memória para que as pessoas possam viajar sem sair de casa. Após o experimento, que dá errado, Quaid começa a ser perseguido por assassinos implacáveis e descobre que toda a sua vida pode ser uma mentira. As respostas para o enigma parecem estar em Marte.
Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou US$ 261.3 milhões mundialmente.
Em 2012, um remake foi lançado pela Sony Pictures, mas foi um fracasso de público e crítica.
De acordo com o TVLine, Javicia Leslie (‘God Friended Me‘) será a nova ‘Batwoman‘ na 2ª temporada da série, substituindo a Ruby Rose.
“Estou muito orgulhosa em ser a primeira atriz negra a interpretar o icônico papel da Batwoman na televisão,” afirmou a atriz em uma declaração. “Sendo uma mulher bissexual, estou honrada em me juntar a essa série inovadora, que tem sido tão importante para a comunidade LGBTQ+.”
Leslie irá interpretar Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.
A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.
Recentemente, a showrunner Caroline Dries respondeu se a personagem Kate Kane irá morrer na 2ª temporada de ‘Batwoman‘, o que explicaria a substituição da heroína.
“Como uma lésbica que tem trabalhado como roteirista nos últimos 15 anos, estou ciente da tendência das tramas de matarem personagem LGBT e eu não tenho interesse em participar disso. Assim como vocês, eu amo a Kate Kane. Nós nunca iremos apagá-la. De fato, seu desaparecimento será um dos grandes mistérios da segunda temporada.”
Sobre a decisão de não reescalar a personagem, a showrunner declarou:
“Sinceramente, eu considerei reescalar a personagem porque nós já tínhamos alguns roteiros prontos e a transição seria menos complicada. Mas, refletindo um pouco sobre isso, acredito que o produtor Greg [Berlanti] me ajudou a decidir. Ele disse: ‘Acho que nós devemos fazer um reboot da Batwoman com uma nova personagem’.”
Ela continua, “Eu tenho respeito por tudo o que a Ruby [Rose] colocou na personagem Kate Kane. E a decisão também ajudará o público, porque eles não terão que fingir não estarem notando um novo rosto na mesma pessoa.”
Confira o comunicado de Rose sobre sua saída:
“Foi uma decisão muito difícil não retornar para a próxima temporada de ‘Batwoman‘,” afirmou Rose em uma declaração oficial. “Foi uma decisão que eu tomei com o coração pesado, pois tenho muito respeito pela equipe, elenco e todos envolvidos com a série. Agradeço muito aos produtores não só por essa oportunidade incrível, como também por me receber no universo da DC que eles criaram de forma tão competente. Obrigada a todos por essa temporada única – estou muito grata!”
No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.
Assista ao trailer:
Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.
O elenco conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.
Em entrevista ao ComicBook, Joe Manganiello (‘True Blood’), que interpretou o Exterminador em ‘Liga da Justiça‘, revelou alguns detalhes do engavetado filme solo do ‘Batman‘, que contaria com o retorno Ben Affleck no papel.
O ator afirma que o longa teria uma luta épica entre a Batgirl e o Exterminador, que chegaria no confronto final para ajudar o Batman.
“Haveria um grande confronto. A Batgirl chegaria para ajudar o Bruce, porque o Exterminador é tão rápido que ele conseguiria antecipar os movimentos do Bruce. E haveria uma grande luta em Gotham, e o Batman estaria com medo porque ele perceberia que tinha encontrado alguém que conseguiria vencê-lo. E isso levaria a uma grande batalha climática pelas ruas da cidade no final do filme.”
No Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘, Slade Wilson descobre a identidade secreta do Cavaleiro das Trevas através do Lex Luthor.
Vale lembrar que a nova versão do filme foi aclamada pelos fãs! Com mais de 6 mil avaliações publicadas, o filme recebeu 97% de aprovação dos espectadores. Para comparação, o recorde de aprovação anterior era de ‘Batman Begins‘ e ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas‘, que receberam 94% de aprovação do público. Em seguida, vem ‘Mulher-Maravilha‘ com 83% de aprovação do público.
Agora, os fãs continuam pedindo por mais.
A campanha pedindo que a Warner e a DC restaurem o Universo Cinematográfico criado por Snyder com ‘O Homem de Aço‘, ‘Batman vs Superman‘ e ‘Liga da Justiça‘ continua tomando força e novos seguidores.
— DC BRASIL TEAM | #SnyderCut (@DCBRteam) March 20, 2021
✨A gente já conseguiu fazer o impossível, e vamos fazer outra vez, #SnyderCut foi lançado e deixou um final em aberto para uma continuação, queremos que a Warner faça a continuação de Liga da Justiça e considere a versão de Snyder como a oficial.#RestoreTheSnyderVersepic.twitter.com/VbVbNwLn78
— Henrique DiSanders 🇧🇷 #SnyderCut (@HDisanders) March 18, 2021
Snydercut é um filme que aprendeu com os erros de Batman vs Superman
Que era um filme sombrio sem nenhuma piadinha no mínimo, mais esse filme faz você rir em várias cenas
Mais continua sendo um filme sombrio,
E eu gosto disso! Como outros fans #SnyderCut#RestoreTheSnyderVersepic.twitter.com/TqAf5XHEGk
Acabei de assistir #ZackSnydersJusticeLeague e eu estou EM CHOQUE. Meu deus do céu. Foi tudo o que eu esperava e ao mesmo tempo foi completamente diferente do que eu esperava. Eu não consigo nem raciocinar direito ainda. A HBOMax precisa urgentemente #RestoreTheSnyderVersepic.twitter.com/tDh8hoN6zg
— Henrique DiSanders 🇧🇷 #SnyderCut (@HDisanders) March 18, 2021
O #SnyderCut está extraordinário! E a trilha sonora está de arrepiar! O filme no geral está sem comparação do aquela versão horrorosa do Joss Whedon.
Deixo aqui o meu #RestoreTheSnyderVerse porque eu preciso de uma continuação e de respostas! pic.twitter.com/M5L01xvMVd
— legadoalfred || #RestoretheSnyderverse (@legadoalfred) March 18, 2021
Como a Warner se permitiu lançar aquela bomba nos cinemas? A versão do Zack Snyder é infinitamente melhor que a do Joss Whedon, só acho uma pena saber que não vamos ter mais do Zack Snyder no DCEU #SnyderCut#RestoreTheSnyderVersepic.twitter.com/suMfC7zE6l
Você acha que o estúdio devia atender ao pedido ou seguir em frente?
“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.
Nos capítulos finais, Hanna tenta destruir a Utrax, a organização secreta que transforma meninas em jovens armas de guerra. Agora do mesmo lado, ela e Marissa Wiegler vão unir forças para colocar fim em um opressor sistema que visa também destruir a liberdade de pensamento da juventude.
A série foi criada por David Farr, o corroteirista do longa-metragem.
Hanna não é uma garota comum. Criada por seu pai, um ex-agente da CIA no ponto mais remoto da Finlândia; ela tem a força, a resistência e o instinto aguçado de um soldado. Sua educação e treinamento têm o mesmo objetivo, tudo conspira para fazer dela a assassina perfeita. O momento decisivo da sua adolescência é muito intenso: enviada por seu pai para cumprir uma missão, Hanna viaja escondida pelo norte da África e pela Europa iludindo agentes secretos e assassinos clandestinos que se reportam a uma espiã implacável que esconde segredos sobre ela mesma. Quanto mais próxima de seu objetivo final, Hanna tem que lidar não só com inimigos poderosos, mas também precisa enfrentar revelações alarmantes sobre sua própria existência.
Esme Creed-Miles interpreta a personagem-título, e Joel Kinnaman (‘Esquadrão Suicida‘) vive seu pai. Mireille Enos (‘The Killing‘) será a agente da CIA que persegue a garota.
Paula e Marcos, ela apresentadora e ele, editor-chefe do telejornal, acabaram de se separar depois de 20 anos juntos. Eles têm opiniões divergentes, mas continuam amigos e parceiros de trabalho. O enorme respeito, admiração e cumplicidade que existem entre os dois jornalistas não impedem que eles tenham visões distintas sobre como devem conduzir a edição dos melhores momentos do debate que a TV vai exibir – e que pode interferir na escolha de centenas de milhares de eleitores indecisos.
» O longa marca a estreia diretorial do ator Caio Blat, que também estrela a produção;
» Jorge Furtado (‘Real Beleza’) e Guel Arraes (‘O Auto da Compadecida’) assinam o roteiro, que é uma adaptação do livro homônimo que os dois escreveram;
Ainda há esperança! De acordo com o Deadline, a CBS reassumiu as negociações com a Sony Pictures Television para uma possível 7ª temporada de ‘S.W.A.T.‘.
O site afirma que, após a reação negativa dos fãs nas redes sociais, o canal voltou a discutir um possível acordo com o estúdio para a produção de um novo ciclo – que deve ter apenas 13 episódios, caso ambas partes entrem em consenso.
Apesar da situação ser complicada, as discussões alegadamente tem apresentado “sinais positivos”.
Apesar disso, caso a série retorne para uma nova temporada – a renovação será às custas da novata ‘East New York‘, drama policial estrelado por Amanda Warren e Jimmy Smits. O site afirma que ambas produções estão “competindo por uma vaga” na programação da CBS.
Anteriormente, o ator Shemar Moore (‘Criminal Minds’) havia declarado que o cancelamento “não fazia sentido”, mas se mostrou esperançoso pelo retorno da série: “‘S.W.A.T.’ foi cancelada, e isso não faz o menor sentido. Leiam as notícias: nossa série tem a maior audiência da CBS nas noites de sexta-feira às 22h. Já faz dois anos que estamos arrasando na audiência. Nós não fizemos nada de errado. Não acho que isso realmente seja o fim. Ou a CBS vai perceber que [o cancelamento] foi um erro, ou a Sony vai fazer as contas e perceber que essa não foi a decisão certa.”
O sexto ciclo registrou uma média de 0.7 na demo, e um total de 6.8 milhões de espectadores. Curiosamente, os números representam um aumento na audiência em comparação ao ciclo anterior.
Criada por Shawn Ryan e Aaron Rahsaan Thomas, a produção é baseada na clássica série homônima de 1975.
A trama segue um tenente da SWAT que está dividido entre a lealdade às ruas e o dever com seus colegas quando lhe é dada a oportunidade de liderar uma unidade altamente qualificada para resolver crimes em Los Angeles.
O elenco conta com Shemar Moore, Alex Russell, Kenny Johnson, David Lim, Patrick St. Esprit, Rochelle Aytes e Jay Harrington.
De acordo com o Deadline, Anthony Hopkins (‘O Silêncio dos Inocentes’) será o protagonista de ‘Eyes in the Trees‘, nova adaptação de ‘A Ilha do Dr. Moreau‘.
O longa está sendo descrito como uma “reimaginação da história clássica” escrita por H.G. Wells.
No trama…
Hopkins interpretará um geneticista que foi isolado após o governo parar de financiar sua pesquisa depois de um incidente violento causado por seus experimentos. Logo, dois cineastas renomados e sua equipe embarcam em uma jornada para descobrir o que realmente aconteceu no local. No entanto, sua expedição logo se transforma em uma desesperada luta pela sobrevivência – que ameaça não só suas vidas, como também de toda a raça humana.
Timothy Woodward Jr. (‘No Rastro da Violência’) será responsável pela direção.
O roteiro foi assinado por B. Harrison Smith (‘Where the Scary Things Are’) e Mike Manning (‘Filhos do Ódio’).
Vale lembrar que a obra original foi lançada em 1896, e segue a história de um náufrago que acaba na ilha titular e descobre que ela é habitada por mutantes híbridos.
LEE conta a história da fotógrafa Elizabeth ‘Lee’ Miller, uma modelo que se tornou uma aclamada correspondente de guerra da revista Vogue durante a Segunda Guerra Mundial.
Curiosidades:
» O longa é baseado na biografia The Lives of Lee Miller, escrita por Anthony Penrose;
De acordo com o TVLine, Jensen Ackles (‘Supernatural’) retornará oficialmente para múltiplos episódios da 3ª temporada de ‘O Rastreador‘ (Tracker).
“Jensen está ocupado na Amazon [em ‘Countdown’, ‘The Boys’ e seu derivado ‘Vought Rising’], mas vamos tê-lo em ‘O Rastreador’ o máximo que pudermos. Ele é um velho conhecido, já trabalhamos juntos em ‘Big Sky’. Ele é um cara muito, muito ocupado, mas conseguir trazê-lo de volta para dois episódios. Ele é incrível. Eu acabei de editar o segundo episódio [da terceira temporada de ‘O Rastreador’], e ele e o Justin Harley estão ótimos juntos. É muito divertido,”declarou o showrunner Elwood Reid.
Intitulado The Process, o primeiro capítulo do próximo ciclo mostrará que, enquanto Colter lida com a chocante verdade sobre a morte do pai, Russell une forças com o irmão para ajudar a rastrear a esposa e a filha desaparecidas de um dos clientes de Reenie. O reencontro os envolve em uma série de eventos envolvendo uma sinistra operação subterrânea conhecida como O Processo.
Baseada no livro ‘The Never Game‘, escrito por Jeffery Deaver, a trama segue Colter Shaw (Hartley), um sobrevivente que percorre o país como um “caçador de recompensas”, usando suas habilidades de rastreamento para ajudar cidadãos comuns e policiais a resolver todos os tipos de mistérios – tudo isso enquanto luta com sua própria família fragmentada.
O elenco ainda conta com Mary McDonnell, Robin Weigert, Abby McEnany, Eric Graise e Fiona Rene.
Além de estrelar, Hartley também serve como produtor executivo ao lado de Ken Olin e Ben H. Winters (que dirigiu e escreveu o episódio piloto, respectivamente).
Sucesso! O aclamado terror ‘Obsessão‘ (Obsession) continua surpreendendo com sua excelente estabilidade nas telonas.
De acordo com o Deadline, o longa de Curry Barker arrecadou impressionantes US$ 21.5 milhões em seu segundo final de semana nas bilheterias norte-americanas – o que representa um aumento de +26% em comparação à estreia (US$16M).
Ao total, o filme já soma US$ 55.1 milhões no EUA, e deve fazer história ao se tornar um dos poucos filmes com orçamento abaixo US$ 1 milhão a superar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias globais – repetindo o sucesso de ‘A Bruxa de Blair‘ e ‘Atividade Paranormal‘.
Anteriormente, o cineasta já havia compartilhado seus planos para uma possível sequência: “Eu obviamente tenho alguns projetos que estou ansioso para tirar do papel, mas acredito que ‘Obsessão 2’ é possível. Talvez. O que realmente me deixa animado é a possibilidade de fazer uma série antológica, com cada episódio focando em um desejo diferente que sai completamente do controle. Talvez eu pudesse dirigir o episódio piloto com o mesmo diretor de fotografia. Então, outros cineastas poderiam trazer suas próprias visões [nos episódios seguintes].”
Além de ter alcançado 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa também conquistou os espectadores – recebendo uma rara nota A- para o gênero no CinemaScore –, o que deve ajudar na estabilidade da produção nas próximas semanas nas telonas.
‘Obsessão‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!
O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e extrema, imagens sinistras, conteúdo sexual, linguagem persuasiva e breve nudez gráfica”.
Na trama, depois de quebrar o misterioso Salgueiro dos Desejos para conquistar o coração de sua paixão, um romântico incurável se vê conseguindo exatamente o que queria, mas logo descobre que alguns desejos têm um preço sombrio e sinistro.
A adaptação de ‘Jogador Nº 1‘ trará alguns elementos novos em relação ao material original para a trama
A informação partiu do vencedor do Oscar, Mark Rylance, durante uma entrevista recente:
“O livro conta com vários quebra-cabeças e chaves que os personagens precisam desvendar e Steven foi mais além, trazendo mais destes aspectos, para certificar que os leitores do material original ainda possam se surpreender com o desenrolar dos fatos. Esta é uma história fascinante, com reviravoltas e circunstâncias extremamente extasiantes”.
Estão no elenco: Mark Rylance, que viverá James Donovan Halliday; Tye Sheridan, que viverá o protagonista Wade Watts; Olivia Cooke (‘Bates Motel’) como Art3mis, avatar que a personagem Samantha Cook escolhe no do jogo Oasis; e Simon Pegg como o cocriador da Oasis, Orgen Morrow.
Gene Wilder (‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’) também é cotado para o elenco. Se assinar contrato, ele viverá James Halliday, criador do jogo OASIS que escondeu um Easter Egg e montou um concurso para os jogadores.
Na trama, o ano é 2044 e, como o resto da humanidade, o protagonista Wade Watts prefere mil vezes o jogo do OASIS do que o mundo real. Ele garante que esconde as peças de um diabólico quebra-cabeça cuja resolução leva à riqueza incalculável. A chave para o quebra-cabeça são baseadas na cultura do final do século XX e, por anos, milhões de seres humanos têm tentado encontrá-los, sem sucesso.
De repente, Wade consegue resolver o quebra-cabeça e ganha o prêmio, e, posteriormente, deve competir contra milhares de jogadores para conseguir o troféu. A única maneira de sobreviver é ganhar, mas para isso terá que abandonar sua existência virtual e lidar com a vida e o amor no mundo real, que sempre tentou fugir.
A produção estreia em 30 de Março de 2018 nos EUA.
O roteiro foi adaptado por Zak Penn (‘X-Men 2’, ‘O Incrivel Hulk’).
The Handmaid’s Tale tem o poder de ritmar os batimentos cardíacos da audiência. Como uma espécie de melodia que segue os passos de seus protagonistas, respiramos no compasso da profundidade da tragédia que nos é apresentada. E não ter o domínio sobre a nossa própria ansiedade em cada capítulo assistido pode ser traumático. Talvez seja por isso que a impetuosa segunda temporada da aclamada produção tem gerado tantos desconfortos. Proposital, estes súbitos momentos de angústia são uma resposta a longos períodos de silêncio quando o assunto era o papel da mulher na sociedade e seu valor como indivíduo.
No quinto episódio da narrativa, a dor que nos consome oriunda dos sucessivos abusos físicos e emocionais empregados em Gilead dá lugar para os seus reflexos, dentro da conturbada mente de June, vivida por Elisabeth Moss. Isolada em seus pensamentos, nossa destemida protagonista se perde dentro de si, em meio a uma série de abusos emocionais e mentais que tentam abafar e eventualmente calar sua personalidade tão voraz a gritante. Em ‘Seeds‘, nos encaramos como espectadores que se tornam a fagulha de esperança em uma June fatigada, encurralada por todos os lados com circunstâncias imutáveis. E como se fôssemos aquela voz que clama no deserto, passamos quase uma hora tentando reerguer aquela que até então era o nosso sopro de esperança.
Em um capítulo que reside no estafo mental e emocional, somos apresentados a um terrível paralelo sobre os princípios do casamento. Em extremidades completamente adversas, o “amor” toma formas bem distintas, se configurando como uma pedofilia mascarada, disfarçada e à iminência de um luto, que se anuncia em marcas dolorosas da toxicidade das Colônias. Em ambos os casos, a dor se reconfigura, seja em um conceito fajuto de sociedade “justa”, seja no abandono de um grupo de mulheres esquecidas pela própria existência. Nesses mesmos contextos, novo começos tentam nascer. Ironicamente, eles de fato representam o princípio da morte, seja da pureza, seja da vida em si.
À medida que caminhamos adiante, The Handmaid’s Tale se revela como uma produção que cada vez mais possui assuntos pontuais para abordar. Indo além do cerne que compreende as calejadas aias, a série amplia nossa dimensão sobre o regime totalitarista, que ao mesmo tempo que glorifica de maneira estranha cada nova semente gerada no ventre, já planeja os rumos dela. Estas, que antes mesmo de nascer, já estão fadadas ao esquecimento e escravidão. Ao mostrar a profundidade da anulação da existência humana perante a concentração do poder em patriarcas que apenas simbolizam a misoginia, THT segue firme na sua missão de causar uma desconfortável indignação, a fim de provocar diálogos que gerem mudanças.
Com uma triste e bela fotografia e a sensível linguagem corporal de Moss, que entrega o esgotamento pleno de uma vida dedicada à sobrevivência, o episódio ‘Seeds‘ consegue nos arrebatar em seus minutos finais, nos devolvendo o olhar de esperança profundo que se revela nos brilhantes olhos azuis de June. E em meio a uma cegante claridade que contrasta com toda a paleta de cores utilizada ao longo de seus pouco mais de 45 minutos, o capítulo reacende a fagulha da audiência, com uma chama nova que nasce graças àquela pequena semente da vida que insiste em crescer em meio a um cenário de morte. Seja bem-vinda de volta implacável guerreira.
A última temporada da aclamada série ‘Veep’ estreia no final do mês de março e o sétimo ciclo ganhou várias imagens novas, divulgadas pela revista EW.
Confira:
O último ano terá apenas 7 episódios e estreará no dia 31 de março.
Na série, acompanhamos a vida da ex-senadora Selina Meyer, agora vice-presidente dos Estados Unidos, que se vê despreparada ao encarar a possibilidade de assumir a presidência quando o estado de saúde do presidente chega a um estado crítico. Selina e sua equipe vão descobrir que nada é como se esperava e terão muito trabalho para passar pelas intrigas da política com classe.
O elenco inclui Julia Louis-Dreyfus, Anna Chlumsky, Tony Hale, Reid Scott, Timothy Simons e Matt Walsh.
‘Tenet’ é um dos filmes mais aguardados do ano e marca o retorno do aclamado cineasta Christopher Nolan à frente da direção.
E a produção ganhou uma série de novas e belas imagens, que trazem os astros Robert Pattinson e John David Washington em destaque.
Confira:
De acordo com o Deadline, a Warner Bros. decidiu manter a estreia marcada para 17 de julho, mesmo em meio à pandemia do novo coronavírus.
Mais detalhes não foram informados, mas tudo indica que os executivos do estúdio estão confiantes de que a indústria cinematográfica recupere suas forças após o meio do ano.
‘Tenet‘ será uma trama de ficção científica mesclada com suspense investigativo que acompanha um agente secreto encarregado de impedir a 3ª Guerra Mundial através da viagem no tempo.
Confira o trailer:
Além de dirigir, Nolan também é responsável pelo roteiro.
O elenco conta com John David Washington, Robert Pattinson,Michael Caine,Kenneth Branagh, Dimple Kapadia, Aaron Taylor-Johnson, Clémence Poésy e Elizabeth Debicki.
Filme assistido durante o Festival de Toronto 2020
Separadamente, essas três temáticas são capazes de render em narrativas genuinamente poderosas e de impacto. Quando juntas, o inesperado se transforma em algo inerente e quando se trata de Uma Sombra na Nuvem (Shadow in the Cloud), nem sequer o céu é o limite para contar uma eletrizante, porém farofada história. Unindo assuntos que continuam fazendo sucesso na indústria cinematográfica contemporânea, o longa dirigido e co-escrito por Roseanne Liang é um manifesto feminista que muitas vezes se perde em meio à nuvens negras de um céu noturno, que ainda conta com a presença de uma criatura monstruosa que pouco se sabe a origem.
Cheio de boas intenções, o longa estrelado por Chlöe Grace Moretz e Nick Robinson (Com Amor, Simon) se resume à história de uma mulher desesperada para proteger uma bolsa de extremo valor. Sua jornada não será nada fácil, enquanto estiver a bordo de um avião caça repleto por homens do exército profundamente machistas e com comportamentos abusivos, que estão em meio à Segunda Guerra Mundial. E entre ataques verbais e incitação à assédio moral e sexual, a única mulher da narrativa se transforma em um escudo contra a masculinidade tóxica, no auge de uma década famosa por oprimir o sexo feminino.
Trazendo o panorama dos auge dos anos 40 como plano de fundo, o sci-fi de terror usa essa premissa para a sustentação do comportamento doentio dos seus personagens, assim como também para fundamentar a visão progressista da trama, que é apresentar uma jovem mulher que foge de todos os padrões e caminha na contramão do zeitgeist. Exigindo uma profunda suspensão de realidade de quem está assistindo, o longa acerta por seu ritmo extremamente eletrizante, que sabe instigar e incentivar a imaginação do público, em meio à sua limitação de sets, que revelam o pequeno orçamento que a produção teve.
Caprichando em uma farofa que junta comentário social a gremlins (sim!) e contexto bélico, Uma Sombra na Nuvem é uma inusitada e imprevisível experiência cinematográfica que deve ser digerida com a mesma voracidade e flexibilidade racional da narrativa, correndo o risco de – do contrário – se tornar um filme cansativo, tamanha a desorganização de seus atos. Fazendo uma homenagem às mulheres que serviram na guerra em um momento onde elas eram desvalorizadas, o filme acerta em suas cenas centradas no avião caça, onde acompanhamos de perto o desespero de Moretz, que ajuda a fortalecer o suspense do roteiro e se entrega ao papel de maneira louvável.
Com uma abordagem que flerta com o surrealismo, mesclando gêneros de uma forma bem aleatória, o que funciona mesmo no terror sci-fi é a intensidade das cenas, que proporciona aquilo que o fã de cinema geralmente gosta, em tomadas que vão aos extremos. Explorando um minúsculo fragmento da Segunda Guerra Mundial, o filme usa o background excessivamente machista da época para direcionar sua história para a voracidade da mulher, independente de seu contexto. Extravagante e impensável, Uma Sombra na Nuvem se encerra como uma exagerada, porém divertida experiência. É confusa em seu roteiro e tem dificuldades de mesclar seus subgêneros de forma harmônica, mas é também uma deliciosa descarga de adrenalina que raramente alguns filmes conseguem proporcionar.
Uma Sombra na Nuvem será lançado no Brasil pelo Telecine no dia 17 de Abril.
Som da Liberdade (Sound of Freedom) já está em exibição nos cinemas nacionais e é considerado o filme mais polêmico do ano, inclusive é descrito assim no cartaz e material promocional divulgado pela distribuidora Paris Filmes.
Por que é o filme mais POLÊMICO do ano?
Silenciosamente e com o apoio de um financiamento coletivo, Som da Liberdade (Sound of Freedom) chegou a 2.852 salas de cinema dos Estados Unidos em meio ao quente verão do hemisfério norte. Disputando a atenção do público ao lado de blockbusters como Flash e Indiana Jones, o longa trazia à luz do projetor um dos assuntos mais controversos e evitados por Hollywood: O tráfico sexual de crianças.
Faturando mais de US$19 milhões em seu fim de semana de abertura, desbancando Indiana Jones e o Chamado do Destinoda liderança no feriado de quatro de julho, o longa se tornou um sucesso instantâneo, mesmo sem qualquer investimento de marketing. Com um orçamento de US$14 milhões e pronto desde 2018, Sound of Freedom (dirigido por Alejandro Monteverde) pelejou para chegar às telonas e hoje colhe os frutos de seu trabalho, surpreendendo e encantando a muitos, enquanto indigna tantos outros.
E após décadas operando distante dos holofotes da grande mídia, o ex-agente da CIA e de Homeland, Tim Ballard, se tornou um dos assuntos mais comentados dentro e fora de seu país, com uma de suas missões de resgate sendo o foco da trama, que traz Jim Caviezel (A Paixão de Cristo) como o protagonista.
No Brasil, o filme também estreou nesta quinta-feira em primeiro lugar nas bilheterias:
Originalmente, a 20th Century Fox seria a responsável pela distribuição do longa, que tinha lançamento pré-agendado para 2019, mesmo ano em que a Disney Company posteriormente oficializaria a aquisição da empresa.
Com a compra do estúdio, os executivos da Casa do Mickey decidiram avaliar todos os projetos já engatilhados, finalizados e com lançamentos programados, a fim de filtrar quais produções seriam viáveis para chegar ao público. Nesse processo, Sound of Freedom e outros longas foram descartados. Especula-se que a delicada temática de tráfico de crianças tenha afugentado a Disney, que não queria ter seu nome associado ao assunto.
Sem o apoio da Disney, os produtores foram atrás de outros estúdios. Após anos de rejeição, a pequena produtora Angel Studios decide comprar os direitos de distribuição em 2023, realizando um crowdfunding para arcar com os custos de lançamento. Com a ajuda de sete mil apoiadores, a empresa conseguiu levantar US$ 5 milhões.
Mas e aí, quem é Tim Ballard?
Formado em Política Internacional e fluente em espanhol, Ballard iniciou sua carreira como agente federal na tragédia do 11 de Setembro, no Centro de Operações da CIA, período em que também estudou terrorismo e armas de destruição em massa. Ele atuou como agente especial e infiltrado no Department of Homeland Security (Departamento de Segurança Nacional) operando na fronteira, rastreando traficantes de crianças e pessoas que exploravam menores de idade através da produção de material pornográfico.
Em 2006, com algumas mudanças na lei dos Estados Unidos, os agentes foram autorizados a cruzar as fronteiras para resgatar crianças que estavam sendo vítimas de abusadores americanos, ainda que os crimes não acontecessem em território nacional. Isso permitiu que Tim realizasse operações de resgate in loco, ajudando a combater o tráfico sexual de menores em uma escala mais ampla e eficaz. Anos depois, ele deixaria o serviço secreto para expandir seu trabalho em uma escala global.
E em uma entrevista recente ao psicólogo Jordan Peterson, Ballard revelou como se deu sua saída de Homeland e o que o motivou a expandir seu trabalho contra o tráfico sexual de crianças:
“Eu estava ficando atormentado, porque se eu não conseguisse achar alguma conexão com os Estados Unidos, se o caso não envolvesse uma criança americana ou um pedófilo americano, eu teria que voltar para casa. Mas a questão é que eu já havia sido exposto àquelas crianças, já havia sido exposto ao problema e isso sempre me deixava em conflito. E então, em 2012, eu me cansei de um caso específico e acabei indo mais longe do que deveria. […] Foi aí que tive uma conversa drástica com a minha esposa e disse: ‘se eu ficar aqui e completar essa operação, com ou sem meu distintivo – isso já não importava naquele momento -, eu vou conseguir fazer o trabalho e salvar crianças. Mas eu perderei meu emprego e temos seis filhos’. Isso foi um dilema moral que jamais vivi na vida”.
Com o apoio de sua esposa, Tim deixou o Departamento de Segurança Nacional e criou a Operation Underground Railroad, que trabalha em parceria com autoridades locais e realiza operações de resgate ao redor do mundo. Desde sua fundação, mais de 4.000 missões foram realizadas, resultando em mais de 6.500 prisões e 6.000 pessoas resgatadas.
Tim conspiracionista e as teorias
2022-06-08 18:35:52 AMSTERDAM – Tim Ballard (Founder Operation Underground Railroad) during the press conference about the arrest of Nelson M. M. from Lelystad was a member of the banned pedophile association Martijn and was previously arrested in Mexico City. ANP ROBIN VAN LONKHUIJSEN netherlands out – belgium out (Photo by ROBIN VAN LONKHUIJSEN / ANP MAG / ANP via AFP)
Ao falar abertamente sobre a existência de uma extensa rede de tráfico sexual infantil, Tim Ballard foi rapidamente taxado como conspiracionista, sob alegações de que embora o crime exista, ele não teria uma dimensão tão grande. Sem qualquer tipo de comprovação e escorada em suposições políticas preguiçosas e porcamente checadas, as acusações não provadas tentam desmerecer o trabalho do ex-agente, à medida em que busca descredibilizar o longa. Para rebater as alegações, ele afirma que sua equipe registra todas as operações de resgate em vídeo. As missões também são abertas para jornalistas que queiram acompanhar de perto e fazer coberturas completas dos casos, segundo o próprio Ballard.
Nesta última segunda (18), uma reportagem da Vice detalhou alegações anônimas contra Ballard relacionadas à sua saída silenciosa no final de junho da O.U.R. (Operation Underground Railroad), organização que fundou para resgatar crianças vítimas de tráfico sexual.
Sua saída ocorreu enquanto o diretor Alejandro Monteverde e a Angel Studios preparam o longa para lançamento no feriado de 04 de julho.
Ballard, ex-funcionário do Departamento de Segurança Interna dos EUA, embarcou em missões secretas no exterior para combater o tráfico de crianças ao iniciar a O.U.R. De acordo com o site, ele trouxe mulheres para se passarem por suas esposas nessas missões e supostamente as coagiu a dividir a cama ou o chuveiro com ele, sob o pretexto de que esses comportamentos eram necessários para enganar os traficantes de crianças.
A Vice também relatou que um funcionário da organização que viajou com Ballard em uma missão no exterior entrou com uma ação de assédio sexual contra ele.
Nesta terça-feira (19), após a publicação do artigo, Ballard negou as acusações:
“Tal como acontece com todos os ataques ao meu caráter e integridade ao longo de muitos anos, as últimas alegações sexuais promovidas pelos tabloides são falsas”, ele afirmou. “São invenções infundadas destinadas a me destruir e destruir o movimento que construímos para acabar com o tráfico e a exploração de crianças vulneráveis. Durante meu tempo na O.U.R., desenvolvi diretrizes rígidas para mim e para nossos operadores em campo. O contato sexual era proibido e eu liderei pelo exemplo. Dada a nossa atenção meticulosa a esta questão, qualquer sugestão de contato sexual inapropriado é categoricamente falsa”.
Até agora, Monteverde e a equipe criativa por trás do filme não se manifestaram.
Mas a pergunta que não quer calar: Seria Tim um adepto da teoria extremista QAnon?
Segundo o Wikipedia, “a teoria alega haver uma cabala secreta, formada por adoradores de Satanás, pedófilos e canibais, que dirige uma rede global de tráfico sexual infantil e que esteve conspirando contra o ex-presidente Donald Trump e os seus apoiadores, durante o seu mandato. A conspiração teria sido engendrada com base num plano secreto do denominado Estado Profundo”. Supostamente, os membros da QAnon seriam adeptos ao consumo do sangue de crianças, como uma fonte da juventude.
Ao ser questionado a respeito do assunto pelo psicólogo Jordan Peterson, Ballard foi categórico ao negar qualquer envolvimento:
“Há anos nós temos condenado a maioria do que vemos ser teorias da conspiração. Eles gostam de me vincular ao movimento QAnon. Talvez haja alguma verdade lá, mas há muitas mentiras em cima disso. Então o nosso ‘perguntas frequentes’ refutam isso imediatamente, pois é uma tentativa de descreditar o movimento. Eu vou ainda mais longe e acho que algumas pessoas não querem que isso [tráfico sexual infantil] seja de conhecimento público e são responsáveis por algumas das teorias da conspiração para descreditar o movimento. E eles vão longe demais”.
Ao ser abordado sobre a famigerada teoria de que celebridades bebem sangue de crianças como fonte da juventude, Tim desmistificou o assunto e condenou a conexão ao grupo QAnon:
“Existe algo chamado adrenochrome, em que eles tomam sangue de crianças. Eu já expliquei minha experiência com isso no oeste da África e vimos isso em diversas partes do continente africano e é bem real. Nessa doutrina bruxa, eles sequestram essas crianças, tiram seus órgãos, seu sangue e o bebem. Eles tiram as genitálias das crianças e penduram no topo de seus comércios, achando que os deuses das sombras os abençoarão. Essas coisas são reais. Mas quando digo isso, eles conectam a algo que alguém do QAnon falou a respeito de alguma celebridade estar fazendo isso também, mas não há evidência para atestar isso. Eles fazem uma falsa conexão conosco”.
Sucesso de bilheteria…com números inflados?
O estrondoso sucesso de Sound of Freedom se tornou alvo das mais diversas especulações, com alegações de que os números de bilheteria seriam inflados.
Mas de acordo com o Box Office Mojo, O thriller criminal ultrapassou a marca de US$ 124 milhões apenas no mercado doméstico, em apenas 20 dias e duas semanas de exibição nos cinemas americanos. A conquista se torna ainda mais grandiosa, ao considerarmos que o filme está disponível em apenas 3.285 salas.
Um dos aspectos que, certamente, também ajudou a impulsionar a ida do público aos cinemas é a mensagem especial deixada por Jim Caviezel, como uma espécie de cena pós-créditos. No vídeo, o ator e intérprete de Tim Ballard convida a audiência a propagar o filme para mais pessoas, afirmando que as crianças da história são os verdadeiros herois e que o elenco e a equipe de apoio acreditavam tanto no filme, que eles enfrentaram diversas barreiras para chegar aos cinemas.
Ao final do vídeo, Caviezel pediu aos espectadores que pegassem seus celulares e acessassem o site na tela para comprar ingressos para outras pessoas, afirmando que as restrições financeiras não deveriam limitar as pessoas de assistirem ao filme. Essa tática de marketing altamente arriscada, em combinação com diversas aparições de Jim e Tim, fizeram efeito: depois de quase três semanas nos cinemas, Sound of Freedom se tornou o primeiro filme independente a ultrapassar a marca de US$ 100 milhões nas bilheterias na era pós-pandemia, de acordo com a revista Variety.
Logo nos primeiros segundos uma cena chocante de violência urbana, gravada em um celular, marca o início da narrativa de Propriedade, do pernambucano Daniel Bandeiras – que acaba de estrear na Netflix. A partir do choque inicial, o espectador fica em alerta sobre cada passo dos personagens na tela, onde tudo é inesperado.
Elaborado durante 10 anos e recheado de temas políticos e sociais, o roteiro de Propriedade é o elemento mais forte do longa-metragem. Após o sacode inicial, a narrativa baixa a tensão em um momento mãe e filha. O diálogo entre elas é capenga e deseja esconder bastante os motivos da desconfiança da mãe Teresa (Malu Galli).
Por outro lado, o enredo destaca o segundo protagonista, o carro novo do marido Roberto (Tavinho Teixeira). Saído da oficina após uma blindagem, o veículo torna-se a prova de qualquer bala, já que o casal parte para o um terreno hostil e a precaução é importante . A partir dessas evidências, o suspense é construído ao redor desses personagens.
Embora não estejamos em uma adaptação de Stephen King, seja Christine – O Carro Assassino (1983), seja Cujo (1983), o automóvel é o elemento chave de erupção de uma disputa pela propriedade do título. Esta analogia aparece em diversos aspectos do longa por meio dos questionamentos entre o direito de possuir algo e o dever de servir a alguém.
Ao chegar na fazenda, o casal se depara com uma inabitual desordem. Onde estão todos os empregados? Por que a televisão da sala está ligada? Um grito, um objeto quebrado e a narrativa parte em outra direção. Até aqui, Propriedade tem um tratamento instigante, muito mais pelo conteúdo do que pela forma.
Quando os empregados da fazenda, o filme passa de suspensão para um filme de horror. As comparações podem ser feitas com as obras de John Carpenter, ou mesmo, do conterrâneo do diretor Kleber Mendonça Filho. Ambos cineastas utilizam a violência e o escárnio como meio extremo de representação de uma cisão social. Quando o sangue começa a escorrer, as assimilações com Bacurau (2019) são inevitáveis.
Existe uma diferença latente entre as obras de Kleber Mendonça Filho e Daniel Bandeira. O primeiro tinha à sua disposição atores consagrados e talentosos, como Sônia Braga, Karine Telles, Thomas Aquino e Bárbara Colen. Já os atores deste filme nos distancia dos acontecimentos ao ter falas sem emoção e reações caricaturas para a situação.
Em um cenário de guerra e horror, o desespero e as motivações emocionais são elementos primordiais. Com um desfecho inesperado e ousadas propostas, Daniel Bandeira cria uma real atmosfera de tensão, medo e desespero. Um terror baseado na desigualdade social e estrutural do nosso país, no qual de forma extrema quem não tem o que comer deseja eliminar aqueles que esbanjam camarões frescos.
Após algumas fotos do set de ‘Shazam!’ aparecerem na internet, agora vazaram fotos do herói enfrentando o vilão Doutor Silvana (Mark Strong), mostrando (detalhadamente!) o seu uniforme:
Uma nova foto vazada do set de ‘Shazam!’ mostra agora a frente do uniforme do herói vivido por Zachary Levi. Confira:
Como o diretor David F. Sandberg já havia previsto, vazou no Reddit uma imagem de Zachary Levi vestido com o uniforme completo do herói. Com isso, o ator resolveu comentar em uma live no Instagram que o vazamento não estava sendo esperado pela produção:
“Pessoal, o que vocês acharam daquela foto do Shazam que vazou ontem? Foi doidera, aquilo não foi planejado, não foi nada planejado. Espero ter uma foto melhor para vocês verem muito em breve”.
Dirigido por David F. Sandberg. ComAsher Angel, Zachary Levi, Jack Dylan Grazer, Grace Fulton, Lotta Losten, Ron Cephas Jones, Cooper Andrews e Mark Strong. O roteiro fica por conta de Henry Gayden (‘Terra Para Echo’).
Todos temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de magia para que ele surja. No caso de Billy Batson, basta gritar SHAZAM! que este órfão de 14 anos consegue se transforma no super-herói adulto Shazam, um presente de um mago ancião. Ainda criança por dentro, Shazam faz com sua versão tudo o que um adolescente faria com poderes. Ele consegue voar? Tem visão de Raio-X? Consegue lançar raios com suas mãos? Consegue escapar da sua prova de Estudos Sociais? Shazam ainda usa suas habilidades com a imprudência de uma criança, mas precisará dominar seus poderes rapidamente para conseguir lutar contra as forças do mal controladas por Dr. Thaddeus Sivana.
‘Shazam!’ chega aos cinemas em 05 de Abril de 2019.
Após diversos boatos, o site norte-americano Vulture confirma que Samuel L. Jackson (Nick Fury) e Cobie Smulders (Maria Hill) se juntaram ao elenco de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’
Apesar da confirmação, não se sabe como será a participação de ambos no filme, levando em conta que viraram pó na cena pós-créditos de ‘Vingadores: Guerra Infinita’.
O principal vilão do filme será o Mystério (Jake Gyllenhaal), um dublê chamado Quentin Beck e especialista em efeitos especiais que se utiliza de seus conhecimentos práticos para realizar uma série de assaltos por Nova York. Em alguns deles, simulando os super-poderes do Homem-Aranha.
Além disso, Michael Keaton retorna como o Abutre em uma participação especial.
A direção será mais uma vez de Jon Watts. John Francis Daley e Jonathan Goldstein retornam para escrever o roteiro.
Uma das franquias de sucesso do começo dos anos 2000 foi Doze é Demais. Estrelada por Steve Martin, ela reuniu um elenco adolescente recheado de estrelas mirins da época para construir uma comédia pra toda família.
Então, decidimos separar algumas curiosidades de bastidores do filme que você talvez não conheça. Confira!
Adaptações
“Papai Batuta” adaptou um livro nos anos 50 e anos mais tarde deu origem ao remake “Doze é Demais”
Sabe quando dizem que o cinema de hoje em dia só quer saber de remakes e adaptações? Pois bem, “Doze é Demais 2” é uma sequência que dá continuação à história de um remake de um filme que adaptou um livro inspirado em uma história real. Pois é.
Inspiração
“Doze é Demais 2” é um remake de “A Família do Gênio”
Assim como o primeiro filme da saga, que tinha essa inspiração no livro e no filme antigo, essa sequência é um remake de A Família do Gênio (1952), que era a sequência de Papai Batuta (1950), cujo remake foi o primeiro Doze é Demais. Além disso, a direção buscou inspiração em um verdadeiro clássico da literatura mundial: Romeu e Julieta.
Parecido
Apesar desse remake ter se inspirado em Romeu e Julieta, a produção causou uma certa polêmica por ser parecida até demais com o filme O Pai da Noiva – Parte II (1995). Além de contar com Steve Martin, a trama também era sobre um pai que tem de aceitar que sua filha está crescendo. E no final, o novo bebê da família ainda recebe o nome do grande patriarca.
Atuação total
Apesar de interpretarem os pais de 12 filhos, na época em que os dois filmes da saga foram lançados, nem Steve Martin nem Bonnie Hunt tinham filhos na vida real. Então, suas experiências como “pais” foram 100% atuação.
A Casa caiu
O segundo filme da saga se passa em uma cabana no parque, num típico cenário de férias dos EUA. O mais interessante disso é que essa cabana foi construída exclusivamente para as filmagens. E ela foi demolida assim que as gravações acabaram.
Estreia
Conhecido por produções alternativas nessa época de streamings, como a franquia A Babá (Netflix) e a série Upload (Amazon), Robbie Amell fez sua estreia nos cinemas em Doze é Demais 2.
Abaixo
Apesar de ter dado continuação a um sucesso, o segundo filme não conquistou a crítica especializada, conquistando uma pontuação ruim de 34/100 no Metacritic. Tendo custado “apenas” 60 milhões de dólares, o filme não deu prejuízo, já que conquistou 135 milhões de dólares em bilheteria, mas não foi o bastante para bancar mais um filme da saga.
Pedro Pascal é o nome do momento, né? Queridinho favorito no coração de dez entre dez pessoas, o ator chileno rapidamente conquistou o público jovem com suas atuações em grandes séries da cultura pop. Mas agora o ator está em uma pequena pausa em sua carreira, e, enquanto ‘Strange Way of Life’, novo curta de Almodóvar em que Pedro Pascal contracena com Ethan Hawke, ou ‘Drive Away Dolls’, filme de Ethan Coen com Pascal, não estreiam por aqui, nós fizemos uma listinha de 10 produções do daddy do ano para você conferir e não ficar com saudade dele.
10 – Se a Rua Beale Falasse – para aluguel nas plataformas
O filme rendeu o Oscar e o Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante para Regina King. E Pedro Pascal participa do filme, num papel pequeno, como o personagem Pietro Alvarez. É só uma cena, mas o filme é bom, então, vale conferir.
9 – Kingsman: O Círculo Dourado – Starplus
Contracenar com uma galera de peso faz bem ao nosso daddy. Aqui ele é Whiskey, agente da organização e que melhor se destaca neste filme da franquia ‘Kingsman’, usando um laço para capturar as pessoas. Ah, e ele usa chapéu e bigode!
8 – Game of Thrones – HBO Max
A gente nem precisa mais explicar o que é GOT, né. Mas, com tanto personagem, talvez você não se lembre que Pedro Pascal foi Oberyn Martell, o principal personagem da 4ª temporada e que protagoniza uma das melhores batalhas da saga.
7 – O Livro de Boba Fett – Disneyplus
Embora esta série de uma temporada só seja sobre o personagem Boba Fett, há uma participação em mais de um episódio de Pascal voltando como Din Djarin – aliás, é com a entrada dele que a série melhora.
6 – Mulher-Maravilha 1984 – HBO Max
É claro que a gente ficou o tempo todo prestando a atenção em Gal Gadot, mas nosso daddy participa também da franquia Wonder Woman, como o vilão Maxwell Lord, e está completamente sem barba! Novamente, ele rouba a cena.
5 – A Bolha – Netflix
Esse filme é um bocado non-sense, com um grande elenco e filmado/pensado durante a pandemia. O resultado? Pascal é Ditier Bravo, um ator vencedor do Oscar que, junto com outros, é confinado num casarão para filmar uma nova produção, só que as coisas fogem do controle.
4 – Narcos – Netflix
A série sobre o traficante Pablo Escobar fez muito sucesso, e parte disso é graças a Pedro Pascal, que nas primeiras três temporadas carregou a produção como o agente Javier Peña, obcecado em capturar o colombiano.
3 – O Peso do Talento – Prime Video
Comédia non-sense em que Pascal é Javi Gutierrez, um excêntrico ricão que decide gastar uma fortuna para contratar seu ator favorito, Nicolas Cage, para passar um final de semana com ele em sua ilha.
2 – O Mandaloriano – Disneyplus
A série do universo ‘Star Wars’ foi o grande ponto de virada na carreira do nosso queridinho. Aqui ele é o protagonista-título, um guerreiro que atravessa as galáxias tentando transportar em segurança a criança Grogu. São três temporadas de oito episódios de pura aventura.
1 – The Last of Us – HBO Max
Série com apenas uma temporada, mas de puro sucesso porque, mesmo com o mesmo mote de ‘The Mandalorian’, aqui Pedro Pascal não usa capacete e armadura, e podemos desfrutar de seu rostinho como Joel, um homem sobrevivente que transporta a adolescente Ellie pelos Estados Unidos na esperança de que o sangue da menina possa trazer a cura para a epidemia de fungo que dizimou o planeta.
O animador Nick Kondo, de ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ revelou ontem, 11, no Twitter, um clipe em câmera-lenta que mostra Stan Lee fazendo uma aparição especial na animação indicada ao Oscar.
Sem a edição acima, a participação da lenda dos estúdios Marvel é quase imperceptível – então, é provável que quando o filme seja lançado em DVD, os fãs possam ver e rever Lee fazendo uma de suas últimas aparições no Universo Cinemático Marvel.
Os produtores do filme, Phil Lord e Chris Miller, também falaram sobre a pungência de Lee ter dado as caras na animação, visto que este foi seu primeiro papel nas telonas após falecer.
Acho que adicionou um elemento triste desde que o perdemos, mas mesmo assim nós nos divertimos e damos risadas. Estou feliz que conseguimos colocá-lo em um momento importante e emocionante do filme.
Dirigido por Bob Persichetti, Peter Ramsey e Rothman, com um roteiro assinado por Phil Lord, o filme traz as vozes de Shameik Moore, Hailee Steinfeld, Mahershala Ali, Jake Johnson, Lieve Schreiber, Brian Tyree Henry, Luna Lauren Velez e Lily Tomlin.
‘Parasite’, novo filme de Bong Joon Ho, ganhou seu segundo trailer oficial.
Confira:
A produção acompanha um jovem e sua família desempregada. Eles acabam ficando obcecados com a vida de uma outra família. Algo acontece e este clã desamparado se vê envolvido num grande problema.
O elenco conta com Song Kang-ho, que trabalhou com o diretor em ‘O Hospedeiro’ (2006) e ‘Expresso do Amanhã’ (2013), e Choi Woo-shik, de ‘Invasão Zumbi’ (2016) e ‘Okja’.
O filme levou para casa o Palma de Ouro no último Festival de Cannes e ainda não tem data de estreia no Brasil.
A Universal Pictures divulgou uma nova cena oficial da guardada adaptação de ‘Emma’, romance assinado por Jane Austen.
Anya Taylor-Joy (‘Fragmentado’, ‘A Bruxa’) estrela a produção como a personagem-titular. O elenco também é formado por Mia Goth, Johnny Flynn, Billy Nighy, Gemma Whelan, Josh O’Connor e Callum Turner.
Confira, junto ao trailer completo:
O filme é dirigido por Autumn de Wilde e funciona como um remake do longa lançado em 1996.
Na esquecida cidade litorânea de Claypole, Inglaterra, uma série de coincidência acidentais e infelizes conspiram para trazer as vidas e as ambições de alguns sonhadores a um trágico final.
O terror ‘The Amityville Harvest‘ ganhou um novo cartaz oficial.
Confira, junto ao trailer:
O longa é escrito e dirigido por Thomas J. Churchill.
Uma visita a uma mansão abandonada se torna uma jornada pelo terror. Enquanto permanece em uma antiga mansão para pesquisar sobre a história do local, Christina e sua equipe de documentaristas entrevistam o assustador hóspede Vincent – mas ninguém consegue capturar sua imagem em vídeo. Depois de sonhos assustadores e encontros paranormais, o grupo cai sob os poderes do Vincent. Será que Christina e sua irmã conseguirão enfrentar a magia do Vincent e sobreviver à colheita mortal de Amityville?
Sadie Katz, Paul Logan, Julie Anne Prescott e Kyle Lowder estrelam a produção.
O terror será lançado direto em VOD e VOD no dia 20 de outubro.
A Netflix divulgou os cartazes individuais da 3ª temporada da série ‘(Des)Encanto’, apresentando inclusive uma personagem nova chamada Mora, a Sereia.
Os novos episódios estreiam no dia 15 de janeiro de 2021.
Confira, junto ao trailer:
Criada por Matt Groening (‘Os Simpsons‘), a série já está renovada para mais duas temporadas, garantindo sua continuidade até, pelo menos, 2021.
A trama é ambientada no reino medieval de Dreamland, onde acompanhamos as desventuras da jovem princesa Bean, seu companheiro Elfo e seu demônio Luci. Ao longo do caminho, o trio excêntrico encontrará ogros, sprites, harpias, trolls, morsas e muitos tolos humanos.
A produção tem as vozes de Abbi Jacobson, Eric André, Nat Faxon, John DiMaggio e Tress MacNeille.
Através do Twitter, o diretor Jeff Fowler compartilhou uma nova imagem de bastidores de ‘Sonic 2’, anunciando o término das filmagens da sequência.
Confira:
That’s a wrap in Vancouver! Thank you to all the amazing cast/crew in this city… so much incredible talent helping make #SonicMovie2 truly special (and spoiler alert… EPIC! )
💙💙💙 pic.twitter.com/lCNqdzpa8R
“E terminam as filmagens em Vancouver! Obrigado a todos pela equipe maravilhosa na cidade… Muitos talentos incríveis que ajudaram a tornar ‘Sonic 2’ bastante especial (e, alerta de spoiler… Épico!)”, ele escreveu.
Segundo o Comic Book, Jason Momoa (‘Game of Thrones’, ‘Aquaman’) foi convidado para dublar Knuckles, que é um aliado do rápido ouriço azul.
O personagem no filme será fiel à sua representação na série de videogame, o que significa que ele será um personagem sério, e a Paramount acredita que Momoa é perfeito para o papel.
“Para o primeiro filme, nós realmente estávamos apenas olhando para o jogo de 1991 e vendo onde tudo começou para mantê-lo simples. Tentamos realmente acertar o Sonic e o Robotnik e criar sua rivalidade. Contamos um pouco da história de origem, fazendo com que todos se apaixonem por ele como personagem e torçam por mais. E então, agora podemos abrir e trazer alguns desses outros personagens que os fãs conhecem e amam. E sim, quero dizer, ninguém está mais animado do que eu por ter essa oportunidade.”, disse Fowler ao ComicBook.
Lembrando que Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco do filme original ainda conta com James Marsen, Tika Sumpter, Jim Carrey, Adam Pally e Neal McDonough. A direção é de Jeff Fowler.
Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.
‘The Ghost and Molly McGee’ é a mais nova série animada da Disney Television Animation e, agora, o canal divulgou um clipe oficial trazendo ninguém menos que a diretora indicada ao Oscar Greta Gerwig (‘Lady Bird’, ‘Adoráveis Mulheres’).
Confira:
A produção, criada por Bill Motz e Bob Roth (‘LEGO Star Wars’), foi lançada hoje, 06 de outubro, na plataforma do Disney+.
Ashly Burch (‘Mythic Quest: Raven’s Banquet’) e Dana Snyder (‘Aqua Teen Hunger Force’) estrelam como Molly e o epônimo fantasma, respectivamente.
A série gira em torno de uma jovem otimista chamada Molly, que vive para transformar o mundo em um lugar melhor, e do fantasma ranzinza Scratch, cujo trabalho é espalhar miséria e caos por onde passa. Mas quando uma das maldições de Scratch sai pela culatra, ele se vê para sempre atado à vida de Molly.
Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª temporada.
Avril Lavigne começou a fazer sucesso a partir de 2002, quando lançou seu elogiado e lendário álbum de estreia ‘Let Go’. Contando com diversas músicas que ficaram marcadas na cultura pop, incluindo “Complicated” e “Sk8er Boi”, Lavigne alcançou um status de ícone da indústria fonográfica contemporânea, tornando-se uma das artistas canadenses mais bem-sucedidas de todos os tempos e auxiliando a popularizar o pop-punk. Através de letras relacionáveis e uma produção bastante envolvente, pincelada pela guitarra, pela bateria e por vocais memoráveis. Não é surpresa que ela tenha se consagrado como a Rainha do Pop-Punk por diversos consórcios de imprensa, construindo uma imagem imortal que alavancaria fãs ao redor do mundo.
Três anos depois de ter apostado fichas em uma arquitetura pessoal com ‘Head Above Water’, a performer se mostrou pronta para retornar às raízes em 2022 – uma década que, apesar de ter apenas iniciado, já se caracteriza como um compilado de homenagens às décadas finais do século passado. Se Lady Gaga exaltou o French-house com ‘Chromatica’ e Dua Lipa mergulhou de cabeça no pop e no disco dos anos 80 com ‘Future Nostalga’, Lavigne reclamaria seu lugar no escopo musical ao se respaldar numa mistura gritante de alternativo e mainstream, trabalhando com “pessoas que me entendiam e vinham de vários gêneros”, como bem disse à Entertainment Weekly em dezembro do ano passado. E foi assim que nasceu ‘Love Sux’, uma ode à sua própria carreira e uma divertidíssima jornada por um estilo que merece mais reconhecimento na atualidade.
Devo dizer que não havia gostado como achei que gostaria dos singles promovidos nos meses anteriores – mas acreditei que, no momento em que as ouvisse dentro da obra completa, teria uma experiência diferente. Hoje, 25 de fevereiro, abri o Spotify para fazer o download das músicas e me surpreendi ao ver a curta duração do disco – compilando doze breves músicas em meia hora de duração. Talvez Avril tivesse sentido que a geração TikTok não seria atraída por canções muito longas, revelando uma mentalidade mercadológica bastante funcional, ainda que nos deixando com gostinho de quero mais. O resultado dessa explosão sensorial é positiva na maior parte do tempo – e posso dizer que é a melhor incursão da cantora e compositora em quase uma década e meia.
‘Love Sux’ não apresenta nada de original, comparando à estética sonora apresentada por Lavigne nas décadas anteriores ou dentro do estilo que sempre adotou em suas canções. Entretanto, isso não é uma coisa ruim – pelo contrário, percebemos que, às vezes, se restringir ao que você sabe é uma opção válida para aqueles que precisam se reencontrar. Desde a primeira faixa, “Cannonball”, somos engolfados em uma vibrante e frenética progressão que fica no ápice praticamente o tempo inteiro; a performer tem plena consciência do que está fazendo e não se importa se você está tendo um dia ruim, entregando tudo de si para mensagens de empoderamento e de libertação que nos arremessam de volta para os anos 2000.
Mesmo com 37 anos, Lavigne não se desvencilha de sua adolescente interior e consegue dialogar com os jovens de hoje de maneiras surpreendentes – como visto em “Bois Lie”, uma ótima colaboração ao lado de Machine Gun Kelly, ou na inesperada rendição em semi-balada de “Avalanche” (“eu digo que estou bem, mas não me sinto bem”). O problema das faixas reside em termos estruturais, como a fraca ousadia das rimas e uma energia infindável que nos deixa exauridos antes de chegar à metade do álbum – o que é assustador, visto sua brevidade. Todavia, quando paramos para compreender as mensagens que a lead singer quer nos entregar, percebemos uma necessidade urgente de gritar e se expressar de maneira clara e sem ambiguidades (e é isso que deve irá aquecer os corações de seus fãs mais assíduos e daqueles que bradam por mais nostalgia).
É inegável dizer que a obra é coesa em demasia (o que é irônico, visto que em outros textos já comentei sobre a falta de tato de artistas para unir suas iterações em um cosmos identitário), cortesia de nomes como John Feldmann e Travis Barker, responsáveis pela produção. Certas pessoas podem criticar a falta de intrepidez de Avril e de seus colaboradores, enquanto alguns sabem o motivo de tantas repetições de acordes e incursões. Se duas décadas atrás a cantora roubou a atenção da mídia por seu estilo cru e honesto, ajudando a atos como Paramore e Kirstin Maldonado a ganhar vida, ela agora aproveita o legado que construiu para revisitar a própria carreira – com o pop punk de “All I Wanted” e de “F.U.”, ou com as realizações alternativas do rock com “Déjà vu” e “Bite Me” (esta nutrindo de similaridades explícitas com ‘The Best Damn Thing’). E, caso esteja esperando pela densidade reflexiva de “I’m with You” ou “Don’t Tell Me”, sinto informar que não há nenhuma faixa aqui que chegue perto disso.
Alicerçado no saudosismo e em seus álbuns anteriores, Avril Lavigne demonstra que voltou para ficar com ‘Love Sux’, falando de temas conhecidos dentro de sua discografia, mas divertindo-se como nunca e demonstrando uma despreocupação com o que os outros irão pensar dela – motivo pelo qual compramos essa aventura.
Nota por faixa:
1. Cannonball – 4,5/5 2. Bois Lie, feat. Machine Gun Kelly – 3,5/5 3. Bite Me – 4/5 4. Love It When You Hate Me, feat. Blackbear – 3,5/5 5. Love Sux – 3,5/5 6. Kiss Me like the World Is Ending – 3,5/5 7. Avalanche – 4,5/5 8. Déjà vu – 3/5 9. F.U. – 4/5 10. All I Wanted, feat. Mark Hoppus – 3/5 11. Dare to Love Me – 3,5/5 12. Break of a Heartache – 3,5/5
O canal Freeform divulgou um clipe oficial do episódio de estreia da 5ª temporada da série ‘Grown-ish‘, intitulado “This Is What You Came For”.
Confira, junto ao trailer completo:
O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 20 de julho.
Criada por Kenya Barris e Larry Wilmore, a série é um spin-off de ‘Black-ish‘.
A trama é centrada em Zoey, filha mais velha dos Johnson. A comédia mostra sua vida após entrar na faculdade, e discute tanto problemáticas adolescentes quanto outras complexidades das relações interpessoais no mundo contemporâneo.
O elenco conta com Yara Shahidi, Trevor Jackson, Diggy Simmons, Marcus Scribner e Daniella Perkins.
‘Babilônia’, novo filme do vencedor do Oscar Damien Chazelle (‘La La Land’), prometia ser uma das melhores e mais ambiciosas produções do ano, com grandes chances de se tornar um dos favoritos da próxima temporada de premiações. Entretanto, as coisas não saíram como o planejado.
Além da medíocre recepção crítica, o longa parece não ter agradado ao público – conquistando 48% de aprovação da audiência no Rotten Tomatoes e uma baixa nota C+ no CinemaScore.
Não demorou muito para que isso se refletisse na bilheteria: em quatro dias, o título arrecadou meros US$5,3 milhões, tornando-se a menor abertura das carreiras de Margot Robbie (ultrapassando o recente ‘Amsterdam’) e de Brad Pitt (cujo “recorde” era ‘Amor à Queima-Roupa’, de 1993) (via Deadline).
Enquanto ‘Babilônia’ ainda será lançado em vários mercados ao redor do mundo em janeiro de 2023, é bem provável que não consiga gerar lucro para a Paramount Pictures, responsável pela distribuição. Com orçamento de US$80 milhões, o longa teria que arrecadar mais de US$250 milhões para quitar os gastos de produção e marketing – um feito que, agora, parece muito distante e praticamente impossível.
Apesar do fracasso crítico e financeiro, a obra conquistou cinco indicações ao Globo de Ouro, incluindo Melhor Filme – Musical ou Comédia, e nove ao Critics’ Choice Awards, incluindo Melhor Filme.
Lembrando que ‘Babilônia’ chega aos cinemas nacionais em 19 de janeiro.
Ambientada numa Los Angeles da década de 1920, a narrativa traz uma história de ambição e excessos desmedidos, acompanhando a ascensão e a queda dos personagens durante uma era de decadência desenfreada e depravação em uma jovem Hollywood.
Chloe Fineman, Jeff Garlin,Troy Metcalf, Diego Calva, Jovan Adepo, Li Jun Li, Katherine Waterston, Olivia Wilde, Spike Jonze, Phoebe Tonkin, Max Minghella, Lukas Haas, Flea, Rory Scovel, Eric Roberts, PJ Byrne e Damon Gupton também fazem parte do projeto.
Vale lembrar que Robbie substituiu Emma Stone, que teve conflitos de agenda por causa de sua gravidez e de outros projetos que irá filmar no próximo ano.
A atriz viveria Clara Bow, a primeira it girl da indústria do entretenimento.
Pitt dará vida a uma estrela de filme fictícia que luta para fazer a transição para os filmes falados, conhecidos como talkies. Seu papel será livremente baseado em John Gilbert.
Olivia Hamilton, Matt Plouffe, Maguire e Marc Platt entram como produtores.
‘Glee‘ foi uma das séries mais populares e bem sucedidas da história da TV americana, criando uma legião de fãs e dando margem para novos artistas mostrarem o seu talento.
Agora, o documentário inspirado na série, ‘Glee – O Preço da Fama’, chegou ao catálogo da HBO Max Brasil e despertou a fúria dos fãs.
Nas redes sociais, os internautas massacraram a produção, condenando-a como extremamente sensacionalista e desrespeitosa.
Confira as reações:
“Glee – O preço da fama” é totalmente desrespeitoso, exagerado e mentiroso, foi feito apenas para lucrar em cima das polêmicas do elenco (2/10)
ainda sobre “glee: o preço da fama” chocante a diferença de discurso quando falam da lea (que foi no máximo egocêntrica) e do mark que era literalmente um pedófilo. Documentário nojento
Esse documentário ” Glee: o preço da fama” é sobre vários adultos que fingiram n ver os problemas do elenco e agora resolveram falar mal deles por cachê
glee o preço da fama é horriveeel!! total sensacionalista e desrespeitoso. Pegaram as histórias mais problemáticas por trás da série e deram voz pra gente que só quer $$, ou seja, não tem informação, só pesam em cima da história de pessoas reais
Glee: O preço da Fama é muito sensacionalista e ruim mesmo. Eles basicamente culparam Lea pelo que aconteceu com Cory e sutilmente tentaram justificar o que Mark fez, o que foi nojento.
A única coisa boa foi ver o pai de Naya e o amigo de Cory falando sobre eles, foi bonito.
juro não aguento mais esse comercial do doc glee o preço da fama, isso é um desserviço pros fãs do cory e da naya, quem teve a ideia de jerico de fazer isso
E isso não é tudo: no Rotten Tomatoes, o documentário também foi detonado pelos críticos internacionais, amargando apenas 14% de aprovação.
Veja os comentários:
“A nova série documental não tem fontes ou credibilidade autorizadas e é apenas uma repetição grosseira de tragédias que aconteceram com estrelas como Cory Monteith e Naya Rivera” – The Daily Beast.
“Uma representação sinistra de traumas da vida real que são incongruentemente unidos, um exemplo do que acontece quando a criação de mitos de Hollywood passa do limite” – BuzzFeed News.
“Recontando triunfos, mas principalmente tragédias associadas ao programa de sucesso da Fox, o projeto parece estar em uma base significativamente mais segura, mapeando o primeiro e basicamente se transformando em alo ao mergulhar no segundo” – CNN.com.
“O programa é, como esperado, um exercício leve e espalhafatoso de pornografia miserável, uma repetição da tragédia contada em grande parte membros da equipe e pessoas que se dizem amigos do falecido” – EW.
“As pessoas que fizeram ‘Glee – O Preço da Gama’ claramente se esforçam para evitar serem muito hostis a um programa de TV que claramente amam. Infelizmente, essa aura de positividade vem à custa de quase tudo que você possa considerar um ponto claro” – Book & Film Globe.
‘The Price of Glee‘ estreia na TV dos Estados Unidos no dia 16 de janeiro e estará disponível pela plataforma de streaming Discovery+.
A cinebiografia ‘Napoleão‘, estrelada por Joaquin Phoenix e dirigida por Ridley Scott, ganhou um novo vídeo promocional nos levando aos bastidores do longa-metragem.
Lembrando que o filme será lançado nos cinemas nacionais em 23 de novembro antes de chegar ao catálogo da Apple TV+.
Confira, junto com o trailer:
Director Ridley Scott joins Dan Snow from @HistoryHit to break down the battle scenes in @NapoleonMovie. See it on Premium Large Formats, Screen X, 70mm and IMAX this Thanksgiving. pic.twitter.com/3o37eCRQ4g
O longa irá abordar a ascensão de Napoleão ao poder durante o período da Revolução Francesa, em que foi um dos maiores líderes militares e como chegou a ser imperador. A trama também dará muito destaque à relação entre Napoleão e sua esposa, Josephine, interpretada por Vanessa Kirby, que foi indicada ao Oscar por seu papel em ‘Pieces of a Woman’.
Ridley Scott (‘Casa Gucci’) entra como diretor.
David Scarpa, conhecido por seu trabalho em ‘The Man in the High Castle’, fica responsável pelo roteiro. Ele já trabalhou com Scott no elogiado drama ‘Todo o Dinheiro do Mundo’.
O filme terá nada menos que 157 minutos e 43 segundos de duração (isto é, 2 horas e 37 minutos).
New posters for ‘NAPOLEON’, starring Joaquin Phoenix.
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