Um dos filmes mais polêmicos já lançados pela Netflix vai ganhar uma sequência de surpresa, e as primeiras imagens foram reveladas.
A trama aborda pessoas que se voluntariam a viver confinadas em uma prisão, na qual só podem se alimentar com o banquete oferecido em uma plataforma que passa por todos os níveis do edifício, causando revolta e discórdia.
Trata-se de ‘O Poço 2‘, sequência do polêmico e visceral filme de 2019.
Confira:
Milena Smit eHovik Keuchkerian serão os protagonistas do novo filme.
Galder Gaztelu-Irrutia retorna à direção.
Infelizmente, detalhes sobre a trama da sequência não foram revelados. O primeiro filme foi ambientado em uma prisão vertical, onde os presos são designados para um nível e forçados a racionar comida de uma plataforma que se move entre os andares. Os presidiários dos andares superiores comem melhor do que os de baixo, e um homem tenta fazer mudanças para que todos tenham o suficiente.
O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o novo trailer legendado do terror cômico ‘Abigail‘, que traz a filha do Drácula caçando um grupo de seqüestradores.
Na trama, uma quadrilha sequestra a menina de apenas 12 anos na tentativa de receber uma quantia milionária pelo resgate, mas eles logo descobrem o erro e precisam lutar por suas próprias vidas quando percebem que ela é uma vampira.
O filme chega aos cinemas nacionais dia 18 de Abril.
‘Abigail‘ marca a reunião entre a atrizMelissa Barrera e os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, após ‘Pânico 5 e 6‘.
Depois que um grupo de criminosos sequestra uma bailarina de 12 anos, filha de uma figura poderosa do submundo, tudo o que eles precisam fazer para receber um resgate de US$ 50 milhões é vigiar a garota durante a noite.
Numa mansão isolada, os sequestradores começam a diminuir, um por um, e descobrem, para seu crescente horror, que estão trancados lá dentro, sem nenhuma garotinha normal.
Da Radio Silence – a equipe de direção de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett por trás dos terríveis sucessos de terror moderno ‘Casamento Sangrento‘ e ‘Pânico‘ – vem uma nova visão ousada e sedenta de sangue do filme de vampiros, escrita por Stephen Shields (‘The Hole in the Ground’) e Guy Busick (‘Pânico’).
A Universal afirma que o projeto se encaixa no mesmo estilo de filmes como ‘O Homem Invisível‘, de Leigh Whannell, e ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, filmes que oferecem “uma abordagem única para a lenda dos monstros lendários e representam uma direção nova e fresca para celebrar esses personagens clássicos”.
Em entrevista exclusiva ao CinePOP, o compositor Lin Manuel-Miranda revelou que gostaria de escrever uma nova música para Beyoncé, que dubla Nala, em uma possível sequência de ‘O Rei Leão 2‘:
“Era uma coisa tão próxima, mas ao mesmo tempo distante, é que a Beyoncé está no filme [Mufasa], mas eu não consegui escrever uma música para ela. Estava quase lá! Mas é como dizem, estou reservando espaço para escrever uma música para Beyoncé um dia.”
Ele também contou quantas músicas ele escreveu para ‘Mufasa: O Rei Leão’.
“Acho que há sete músicas no filme. Provavelmente a favorita muda todos os dias, mas estive ontem em um evento da Disney e Barry e eu apresentamos ‘Me Diz Que É Você’, que é uma balada, uma balada romântica. E estou muito orgulhoso dela, porque cresci na era dos duetos românticos da Disney. ‘Um Mundo Ideal’ e ‘Beije a Moça’. Mas nunca tive a chance de escrever algo romântico para a Disney. Esse foi um privilégio muito bom.”, ele afirmou.
Assista a entrevista:
O filme já está em exibição nos cinemas.
“‘Mufasa: O Rei Leão’ convoca Rafiki para transmitir a lenda de Mufasa ao jovem filhote de leão Kiara, filha de Simba e Nala, com Timão e Pumba emprestando sua assinatura. Contada em flashbacks, a história apresenta Mufasa como um filhote órfão, perdido e sozinho até conhecer um simpático leão chamado Taka – o herdeiro de uma linhagem real. seu destino – seus laços serão testados enquanto eles trabalham juntos para escapar de um inimigo ameaçador e mortal.”
O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.
Dave Metzger, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.
Recentemente, Brad Winderbaum, presidente de Streaming, Televisão e Animação da Marvel Studios, compartilhou novidades sobre a nova temporada.
Segundo o ComicBookMovie, Winderbaum revelou que veremos Matt Murdock em uma “realidade completamente diferente”, enquanto ele “[luta] contra o poder de uma forma massiva”.
Ele explicou: “Se a 1ª temporada foi sobre a ascensão de Wilson Fisk ao poder, a segunda é sobre as armadilhas do poder e como é difícil mantê-lo uma vez que você o alcança. Quando o poder é sua única motivação, é uma coisa várias pessoas apontarem na direção do Rei do Crime e dizerem que ele é ruim, mas é outra conseguir que todos estejam na mesma página”.
Sobre o retorno de Krysten Ritter como Jessica Jones, que fará uma parceria com o Homem Sem Medo, Winderbaum comentou: “O mais divertido nesse personagem é o salto temporal desde a última vez que a vimos. Já faz um tempo. Estamos reestabelecendo a personagem e atualizando o público sobre tudo o que ela tem feito. E isso vem cheio de surpresas muito legais”.
Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.
O elenco conta contará com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).
Julia Roberts é uma das atrizes mais conhecidas e bem sucedidas quando pensamos em cinema faz muito tempo. Dona de um sorriso encantador e atuações marcantes sempre com muita profundidade em seus personagens.
Seu pai vendia produtos de porta em porta e sua mãe era secretária de uma paróquia no Estado da Geórgia. No início de sua fase adulta, trabalhou em uma loja de sapatos e uma sorveteria, antes de se tornar modelo. Conseguiu seu primeiro papel de destaque no filme Flores de Aço onde inclusive foi indicada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante. O curioso é que Julia foi da cerimônia do Oscar direto para o set de filmagens de um outro filme que tinha fechado participação e que mudaria sua vida pra sempre: Uma Linda Mulher.
Para comemorar a data de ontem, onde Julia Roberts completou 54 anos, reunimos aqui nessa matéria 8 maravilhosos filmes dela.
Mãe é mãe em qualquer tipo de situação, extrema ou não. Nesse filme, o cineasta Peter Hedges (A Estranha Vida de Timothy Green), teve a curiosidade de dirigir o próprio filho em um dos papéis principais e ao mesmo tempo uma das mais conhecidas e competentes atrizes do mundo, Julia Roberts, Hedges, que também assina o roteiro, faz um recorte muito doloroso de uma família que luta para encontrar as respostas certa para a volta para casa, após estar em reabilitação, de um dos seus membros, o filho mais velho, Ben. Tem na HBO MAX.
Larry Crowne – O Amor está de Volta
Um carisma que transborda por corações de amantes do cinema. Não tem outra maneira de começar falando desse novo filme dos adoráveis Julia Roberts eTom Hanks, esse último assina roteiro e direção do projeto. Na trama, o personagem de Tom, que dá título ao longa, é demitido por não ter curso superior. Tendo a necessidade de começar de novo no mercado de trabalho, resolve se matricular numa faculdade. Acaba se envolvendo com uma professora e ganhando novos amigos, mudando sua vida para sempre. Tem na HBO MAX.
O poder da emoção passa pela forma como enxergamos o mundo ao nosso redor. Filme sensação em bilheterias do mundo todo, Extraordinário, baseado no livro homônimo de R.J. Palacio (que já teve outra obra adaptada para o cinema, As Vantagens de Ser Invisível), narra uma história muito bonita que fala sobre família, amizade e principalmente sobre sonhos. Dirigido pelo norte-americano Stephen Chbosky, o filme conta com uma linda atuação do jovem Jacob Tremblay (O Quarto de Jack). Tem no Telecine.
Um dos maiores sucessos do escritor norte-americano John Grisham foi adaptado par aos cinemas no início da década de 90 tendo Denzel WashingtoneJulia Roberts como protagonistas. Na trama, ambientada na cidade de Nova Orleans, uma jovem estudante de direito, após alguns assassinatos acontecerem contra juízes da Suprema Corte, prepara um dossiê contendo suas opiniões e estudos sobre os crimes o que faz sua vida correr riscos. Para tentar provar seu dossiê, contará com a ajuda de um ambicioso repórter. Disponível na HBO Max.
Um dos filmes de maior sucesso de bilheteria da carreira de Julia Roberts (que praticamente a levou instantaneamente ao estrelato) Uma Linda Mulher, dirigido pelo cineasta Garry Marshall, conta a saga da jovem prostituta Vivian que acaba embarcando em um romance com um mega empresário durante uma viagem de negócios desse à Los Angeles. A canção Oh, Pretty Woman de Roy Orbison se tornou um enorme sucesso. Tem na Star+.
Dirigido por Mike Nichols, Closer é um dos filmes de maior sucesso de crítica na carreira de Julia Roberts. Ao lado deJude Law, Natalie Portman eClive Owen, o filme navega pelos caminhos dos relacionamentos em destinos que se cruzam tendo como obstáculos mentiras e inconsequências. O filme teve indicações ao Bafta, Globo de Ouro e Oscar. Tem na Netflix.
O Sorriso de Mona Lisa
Ambientado no início da década de 50, O Sorriso de Mona Lisa é escrito por Lawrence Konner e Mark Rosenthal e estrelado por Julia Roberts, Kirsten Dunst, Julia Stiles e Maggie Gyllenhaal, a direção é assinada por Mike Newell. Ao longo de quase duas horas de projeção, uma professora de história da arte que chega para dar aulas em uma escola feminina, tradicionalista. Aos poucos a Professora vai abrindo a mente dessas jovens brilhantes. Tem na HBO MAX.
Um Lugar Chamado Notting Hill
Uma das mais lindas histórias de amor que marca gerações após gerações que nos mostra um conto de sonhos dentro de um contexto cheio de variáveis, um amor entre um mero dono de uma livraria de uma cidade inglesa e uma atriz muita famosa norte-americana. Hugh Grant e Julia Roberts estão simplesmemente maravilhosos nesse filme inesquecível! Tem na Netflix!
Explorando as infinidades da ficção científica através da culpa e do luto, juntamente com um marketing gigantesco de uma das principais forças especiais norte-americana, o explosivo longa-metragem Máquina de Guerra, disponível nas prateleiras virtuais da Netflix, apresenta um discurso ambíguo que vai do caos emocional à comodidade da invencibilidade, distanciando-se de qualquer realidade.
Dirigido pelo cineasta australiano Patrick Hughes – diretor de Mercenários 3 e outros filmes de ação –, o projeto se veste como uma obra que foca na luta pela sobrevivência, na qual os heróis aparecem e tem seu desenvolvimento construído em cima de conflitos emocionais. Nessa jornada, com seus exageros e muitos pontos mal amarrados, mesmo com uma boa direção, a iminência da previsibilidade se torna uma constante desde muito cedo, e o plot twist que deveria causar impacto acaba apenas reforçando essa certeza.
Anos após um trauma que marcou sua vida – a perda do irmão (Jai Courtney) em uma emboscada durante uma guerra – 81 (Alan Ritchson) vai atrás de um sonho que dividia com o irmão: juntar-se à conhecida infantaria de operações especiais dos EUA, os Rangers. Depois de uma intensa seleção, na prova final para admissão, o protagonista acaba envolvido com a realidade quando um robô extraterrestre com inteligência artificial invade a Terra.
Nesse pou-pourri cheio de tentativas de causas e efeitos, ações extraterrestres e as deixas dos deslizes morais humanos, a narrativa mete o pé no acelerador em busca do brilho das cenas de ação, se esquecendo de compor com eficiência todas as camadas que se abrem do seu protagonista, longe de qualquer carisma. A marca traumática deixada pelo tempo, o ir à fundo nos horrores de guerra e as reflexões em suas ações de liderança acabam ganhando ares convenientes, moldando um herói invencível – que aqui não dribla o senso crítico do público mais atento.
Mas a principal questão que envolve essa obra é a seguinte: Marketing das ‘forças invencíveis’ da maior potência do mundo ou uma história de superação? A trama se desenvolve em uma linha de total ação, com o drama do luto envolvido na camada central do personagem principal. No entanto, esse é o ponto que o discurso do roteiro cai na ambiguidade, tornando-se confuso, deixando sob os holofotes os traumas de uma guerra e usando a mesma para promover ações bélicas.
Halloween Kills: O Terror Continua está atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros e pelo mundo. O mais recente exemplar da franquia do maníaco de máscara branca Michael Myers marca o segundo capítulo de uma planejada nova trilogia que, traz de volta Jamie Lee Curtis (a musa da série) como a protagonista Laurie Strode, e já arrecadou mundialmente mais de US$60 milhões num orçamento de US$20 milhões, em tempos pandêmicos. O longa estreou na semana passada e concluirá este arco da saga em 2022, com Halloween Ends.
No entanto, como muitos fãs devem saber, Halloween Kills não é a primeira sequência direta da franquia, ou sequer a primeira continuação direta a marcar o retorno da veterana Jamie Lee Curtis. Ao voltarmos quatro décadas no passado, para 1981, nos depararemos com Halloween II – O Pesadelo Continua, a “primeiraça” continuação que essa série de filmes recebeu, dando sequência ao clássico atemporal e verdadeira obra-prima da sétima arte, Halloween – A Noite do Terror (1978). O filme, assim como o original, fazem parte do atual acervo da Netflix e são pedidas certas para esse dia das bruxas.
A caveira brotando da abóbora marca a abertura de Halloween II.
É interessante perceber que mesmo os críticos mais céticos e contrários ao que definimos hoje como o subgênero dos slasher, guardavam com afeto e elogios múltiplos o longa do mestre John Carpenter. Um exemplo disso são os famosos críticos norte-americanos Roger Ebert e Gene Siskel, “pais” do formato dos críticos em vídeo (ainda na década de 1970), a dupla repelia toda produção de terror considerada de mau gosto; com Halloween (1978) o exato oposto aconteceu, com ambos tecendo elogios para suas inúmeras qualidades artísticas, como contraste de luz e sombras, uma crescente atmosfera de suspense, onde nossa imaginação era desafiada a completar a lacuna do que víamos em tela, sem respostas fáceis.
A história do raio não cair no mesmo lugar duas vezes é quase certa em se tratando de obras e artistas, afinal um trabalho jamais sairá exatamente igual ao outro. E quando criou Halloween (1978) ao lado da parceria Debra Hill, o cineasta John Carpenter conseguiu capturar um relâmpago na garrafa; um filme de história simples, mas tão artesanalmente perfeita que se tornou irresistível não apenas para os aficionados pelo terror. Ao lado das críticas bem elogiosas chegava também o prêmio de se tornar a produção independente mais rentável àquela altura, título que manteve por doze anos. Mas toda conquista e boa ação gera uma consequência.
Halloween(1978) fez tanto sucesso que gerou uma penca de imitadores, com todo produtor “oportunista” de Hollywood desejando uma parcela de tal lucro. Um dos primeiros a entrar neste filão foi Sean S. Cunnighan que, endividado e precisando sustentar a família, liberou seu lado mais marketeiro e vendeu a ideia para Sexta-Feira 13 (1980) para a Paramount – que nada mais era do que uma produção criada nos moldes de Halloween, visando unicamente o lucro financeiro. Deu muito certo e arrecadou ainda mais bilheteria. Com agora dois acertos colossais, começou-se a “corrida do ouro” dos filmes slasher, com todo estúdio de Hollywood se mexendo para tirar da cartola filmes semelhantes – assim dando início a uma verdadeira enxurrada nos cinemas. Isso sem falar nas sequências dos filmes que haviam dado muito certo.
Logo no ano seguinte, em 1981, Sexta-Feira: Parte 2 era programado para a estreia. Assim, o produtor sírio Moustapha Akkad não desejava se manter fora desse jogo, afinal foi o seu produto que começou tudo. Mesmo não sendo uma atitude “artística”, num aspecto financeiro era a decisão certa a se ter. Então o produtor foi diretamente falar com “o homem” para que a continuação de Halloween tomasse forma. John Carpenter, por outro lado, já havia contado essa história e para ele, o longa tinha começo, meio e fim, sem qualquer vontade de sua parte a retornar a tal universo. Um tempinho depois, aconselhado por amigos e gente de confiança, Carpenter foi convencido a permanecer por perto da franquia e tirar dela uma boa grana. Assim, o cineasta aceitou as funções de roteirista e produtor, mas deixava a direção de lado (lançava nos cinemas no mesmo ano, a ficção científica de ação Fuga de Nova York – cult instantâneo).
Novamente ao lado de Debra Hill, Carpenter precisava tirar uma segunda parte da cartola, mesmo à contragosto. Pensando no polpudo cheque que receberia, o diretor sentou em sua máquina de escrever e abastecido com uma quantidade respeitável de sua marca de cerveja preferida, deu asas à sua imaginação. Desta “viagem” embriagada nascia a trama de Halloween II (1981), contada na mesma noite, de forma mais que direta e servindo de “complemento” para o original – como se fossem um longo único filme de 3 horas de duração. Como vemos no primeiro Halloween, Michael Myers é baleado pelo Dr. Loomis ao tentar matar Laurie Strode, mas basta uma segunda olhada para notarmos que o psicopata se levantou do gramado e não pode mais ser visto. A questão brilhante do original é: onde estará ele? Com os últimos takes sendo todos os lugares por onde andou no filme, dentro e fora das casas do subúrbio da fictícia Haddonfield, em Chicago, a sensação era a que de ele poderia estar em qualquer lugar, inclusive perto de nós, que assistíamos a tudo. Toque de gênio. Revertendo essa ótima jogada, o segundo filme realmente respondia e nos mostrava onde Michael andava.
Bem, e ele continuava sua onda de matança pelos arredores da vizinhança. Entrando e saindo de casas de moradores idosos e jovens do bairro, no caminho matando toda e qualquer pessoa que via pela frente. Um dos principais atrativos do primeiro Halloween é realmente o suspense, a sensação do inesperado, a imprevisibilidade de ser ter um louco fugido de um hospital psiquiátrico rondando e espreitando na vizinhança – com a maioria alheio a ele. O fato de ter invadido uma loja e roubado uma máscara, a qual usa em seu rosto no dia das bruxas, demonstra ainda mais que ele não está “puro” e pode ser perigoso. Carpenter constrói o suspense com Michael sendo muito mais um “stalker”, alguém que persegue; é só mais para o desfecho que ele realmente começa a matar os jovens e atacar a protagonista. Em Halloween II, já começamos o filme sabendo do que ele é capaz, e isso faz desaparecer o elemento da surpresa. Foi nisso que Carpenter apostou.
Jamie Lee Curtis retorna como Laurie (com direito à peruca), mas tem pouco a fazer na continuação.
De começo, a ideia do diretor Rick Rosenthal – escalado para substituir Carpenter na cadeira de comando – era seguir à risca o que o filme original havia apresentado, ou seja, apostar bem mais no clima intimista, na construção minuciosa do suspense e na imprevisibilidade de onde a história poderia caminhar. Contrariando o que havia confeccionado no anterior, Carpenter acreditava que as surpresas já haviam sido declaradas e que agora cabia apenas partir para a ação, elevando tudo a outro nível narrativo. Além, é claro, de saber que o público apreciava cada vez mais filmes movimentados e que enfrentavam a concorrência de outras produções criadas nestes moldes. Assim, os problemas na produção se iniciavam, com a colisão de produtor/ roteirista e diretor. Ironicamente, ao deixar vaga a cadeira de direção, a intenção de Carpenter era dar oportunidade a novos diretores e suas visões para a história. E esse era o debute de Rick Rosenthal no cargo.
Com mais mortes e sustos (muitos dos quais Carpenter reescreveu para dar mais energia à sequência), Halloween II também contava com mais cenas de ação e até mesmo uma explosão – como na cena em que um infeliz usando uma máscara igual a de Michael Myers, é confundido com o psicopata, atropelado pela polícia e esmagado entre uma van, ao que o carro explode e incinera o rapaz. O jovem em questão era Ben Trammer, paixão platônica da protagonista Laurie mencionado por ela no filme original. Sua aparição e subsequente morte no segundo serve para, além de levantar suspeita sobre o destino de Michael (adicionando um pouco daquela imprevisibilidade que faltava), criar um elo ainda mais forte com o antecessor (ao apresentar em tela personagens apenas mencionados previamente) e enfatizar a descida em espiral de Laurie em seu inferno pessoal, tendo retirado dela até mesmo um possível amor.
A ação de Halloween II desta vez se desenvolve dentro de um hospital durante o plantão noturno.
Halloween II – O Pesadelo Continua (1981) é muito lembrado pelos fãs como o “filme do hospital” da franquia. Inicialmente planejado para ter como cenário um grande prédio de apartamentos, ficou decidido finalmente que a maior parte da trama se passaria dentro do Haddonfield Memorial Hospital (tão fictício quanto a cidade em si – tendo a maioria de suas cenas sido gravadas no muito real Morningside Hospital, em Los Angeles), onde Laurie foi levada para tratar de seus ferimentos adquiridos no desfecho do primeiro Halloween. Para a continuação, é claro, grande parte dos atores originais retornaram, alguns como Nancy Loomis, que interpretou a melhor amiga Annie, apenas para atuarem como mortos, sendo levada por uma maca. Os retornos mais esperados, no entanto, eram os de Jamie Lee Curtis e Donald Pleasence – o incansável Dr. Loomis.
Lágrimas de crocodilo… e de sangue! Por que choras Michael Myers?
A introdução de Halloween II, que ainda utiliza novos ângulos e cenas para reproduzir os eventos do original, recapitulando para o público (afinal haviam se passado três anos entre os longas), ocorre nas cercanias dos quarteirões residenciais dos subúrbios da pacata cidade. Grande parte da narrativa, como mencionado, se concentra no hospital, onde Michael segue Laurie e encontrará todo um novo lote de vítimas – em sua maioria funcionários do local, entre médicos, enfermeiras, motoristas de ambulância e seguranças. O que muitos observam e criticam é o fato de, apesar de ser o plantão noturno, o hospital se encontrar demasiadamente vazio – a não ser pela chegada de Laurie e de um menino que comeu doces demais e encontreu uma lâmina de barbear dentro de um deles, prendendo o objeto cortante na língua (uma famosa lenda urbana americana).
Fogo no parquinho! Michael Myers incendeia a tela e a si mesmo no desfecho de Halloween II.
No fim das contas, Halloween II (1981) é mais lembrado por introduzir na mitologia da série o fato de Laurie e Michael serem irmãos, solução encontrada por Carpenter em seu roteiro para justificar a obsessão do assassino pela protagonista. Afinal, ao ser levada para o hospital, enquanto o maníaco foge da polícia, suas histórias se separariam aí. Essa linha narrativa foi mantida em todas as sequências, inclusive nos remakes de Rob Zombie, sendo eliminada somente nos recentes filmes da Blumhouse – que usam como cânone apenas o original. Halloween II, embora não tão bem sucedido financeiramente ou de críticas quanto o original, é uma das continuações mais queridas da franquia. Com um orçamento de US$2.5 milhões, rendeu o retorno de US$25.5 milhões. E no que diz respeito a John Carpenter, este foi o fim da história de Michael Myers, Laurie Strode e do Doutor Loomis. Ou seja, o fim de uma era. Isto é, até retornar como produtor executivo e compositor da trilha da nova trilogia da Blumhouse – seu único envolvimento desde então com o “bicho papão” que criou.
Em entrevista ao E!, a criadora de ‘Scandal‘, Shonda Rhimes, falou sobre a possibilidade de um spin-off da série.
“É o fim. Senti que estávamos chegando ao final porque nós contamos todas as histórias que queríamos. Contamos toda a história de Olivia Pope. Então, eu não acho que temos mais histórias, porque já contamos todas que queríamos.”
Sobre o desfecho da série, Rhimes disse: “A história teve uma conclusão, e os espectadores poderão imaginar o que acontecerá com alguns dos personagens.”
O último episódio de ‘Scandal‘ foi ao ar na última quinta (19).
Não há dúvidas que ‘Aquaman‘ é um sucesso absoluto! O longa ultrapassou a marca de US$ 600 milhões mundialmente. Para termos de comparação, o filme de James Wan já arrecadou mais de 90% da bilheteria total de ‘Liga da Justiça‘, e há grandes chances de ultrapassar US$ 1 bilhão – o que representaria o primeiro do Universo da DC a chegar a essa marca.
Ao total, ‘Aquaman‘ já acumula US$ 629.4 milhões, sendo US$ 137 milhões nos EUA e US$ 492 milhões no mercado internacional.
O meio-humano, meio-Atlante Arthur Curry, é levado à jornada de sua vida — uma jornada que vai forçá-lo a não só encarar sua verdadeira identidade, mas também a descobrir se ele tem o que é necessário para ser… um rei.
O canal USA finalmente divulgou quando a 2ª temporada da série ‘The Purge‘, baseada na franquia ‘Uma Noite de Crime‘, será lançada. O novo ciclo irá estrear no dia 15 de outubro.
Além disso, as primeiras promocionais foram divulgadas:
Durante um período de 12 horas, todos os crimes, incluindo assassinatos, são legais. Situado em uma América alterada, governada por um partido político totalitário, a série segue vários personagens aparentemente não relacionados que vivem em uma cidade pequena. À medida que o tempo passa, cada personagem é forçado a contar com o passado enquanto descobre até onde vão para sobreviver à noite.
A Netflix lançou em sua plataforma o seu novo documentário, intitulado ‘Secreto e Proibido‘, sobre a luta de um casal lésbico que se assumiu nos 90 e teve que lidar com são os obstáculos de sair do armário.
Confira o trailer:
O documentário foi dirigido por Chris Bolan, e produzido peloRyan Murphy.
A produção conta com delicadeza como duas mulheres, Terry Donahue e Pat Henschel, viveram um amor secreto e quais são os obstáculos de sair do armário perto dos noventa anos. Elas sempre se trataram como primas, mas a verdade revelada no documentário Secreto e Proibido é que elas possuem um laço muito mais forte: são um casal de lésbicas que sobreviveu numa época em que resistência não era uma escolha.
Em entrevista ao The Direct, o ator Haaz Steiman, que irá interpretar o marido do personagem de Brian Tyree Henry (Phastos) no filme ‘Os Eternos‘, revelou estar muito orgulhoso em fazer parte do primeiro casal gay abertamente do Universo da Marvel.
“Eu não assisti o filme. Esse é o meu primeiro filme da Marvel, então é claro que eu estou animado. Minha intuição me diz que vocês ficarão orgulhosos. Tenho muito orgulho pelo o que a Marvel foi capaz de conquistar. Phastos é um dos maiores super-heróis do filme. Eu sou o marido dele, um arquiteto; nós temos um filho.”
Ele completa, “Apesar disso, eu também desejava ter interpretado um super-herói. Até porque, quando vocês viram um ator árabe mulçumano abertamente gay interpretando um super-herói? Mal posso esperar para ver.”
Infelizmente, a representatividade não agradou a todos.
Recentemente, Vitaly Milonov, vice da Duma Estatal da Rússia, afirmou que o longa-metragem deve ser impedido de ser transmitido nos cinemas nacionais do país. Milonov declarou que a produção é destinada a pessoas “doentes e pervertidas” e que seu intuito é de mera propaganda LGBTQ+.
O país possui uma política anti-LGBT há várias décadas, e essa não é a primeira vez que um filme sofreu censura pelo conservador governo russo. Em 2017, foi a vez de ‘A Bela e a Fera’ ganhar boicote devido à “explícita” cena em que Le Fou (Josh Gad) troca olhares românticos com outro personagem.
Apesar disso, o ator Haaz Sleiman revelou que ‘Os Eternos‘ apresentará o primeiro beijo gay em uma produção de super-heróis.
“Oh, sim, absolutamente, e é um beijo bonito e muito emocionante. Todo mundo chorou no set. Para mim, é muito importante mostrar como uma família disfuncional pode ser amorosa e bonita. Brian Tyree Henry é um ator tão tremendo e trouxe tanta beleza a essa parte. Em um ponto, vi uma criança nos olhos dele e acho importante que o mundo seja lembrado de que existem gays que já foram crianças. Esquecemos isso porque sempre somos retratados como sexuais ou rebeldes. Esquecemos de nos conectar nessa parte humana. ”
Previsto para novembro de2021, o longa segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.
A Netflix divulgou o primeiro clipe da 4ª temporada de ‘Ozark‘.
Confira:
Com lançamento previsto para 2022, o próximo ciclo terá 14 episódios que serão divididos em duas partes.
Jason Bateman, produtor executivo e diretor, estrela como Marty Byrde, junto à indicada ao OscarLaura Linney como sua mulher, Wendy.
Na trama, os Byrde e seus filhos adolescentes, Charlotte e Jonah, são, para todas as intenções e propósitos, uma família comum com uma vida comum. Exceto pelo trabalho de Marty, um consultor financeiro de Chicago que é também o mais importante lavador de dinheiro para o segundo maior cartel de drogas do México. Quando as coisas ficam feias, Marty precisa tirar sua família dos arranha-céus de Chicago e se mudar com ela para a região bucólica dos Lagos Ozark, no Missouri.
Descrita como uma mistura de ‘Rapunzel’ e ‘The Raid’, o longa acompanha uma jovem princesa (King) que se sente muito mais confortável com uma espada do que com uma coroa – e cabe a ela salvar o reino de mercenários impiedosos.
O suspense ‘The Wrath of Becky‘, sequência do violento ‘Becky‘, ganhou o primeiro teaser.
Confira:
Lulu Wilson (‘Annabelle 2: A Criação do Mal’) retorna como a personagem titular.
“Becky tem vivido fora do radar por dois anos. Logo, ela se encontra em um confronto violento contra Darryl (Seann William Scott), o líder de uma organização fascista que está prestes a comandar um ataque organizado.”
Antes mesmo da estreia do quarto ciclo, a Apple TV+ já renovou oficialmente a série ‘Slow Horses‘ para a 5ª temporada.
Além do retorno de Gary Oldman como Jackson Lamb, a produção também contará com Kristin Scott Thomas, como Diana Taverner, uma agente do MI5; Jack Lowden como River Cartwright, um nepo baby da espionagem; e Christopher Chung como Roddy Ho, um arrogante nerd da tecnologia.
Confira a sinopse oficial do quinto ciclo:
“Todos ficam desconfiados quando o nerd da tecnologia Roddy Ho aparece com uma nova e bela namorada, mas quando uma série de eventos bizarros começam a acontecer na cidade, cabe ao Slow Horses descobrir como tudo está conectado. Afinal de contas, Jackson Lamb sabe que no mundo da espionagem, as ‘regras de Londres’ sempre devem ser aplicadas.”
A quinta temporada irá adaptar ‘Regras de Londres‘, quinto volume da saga literária estrelada por Mick Herron.
A série é baseada na franquia literária best-seller de Mick Herron, adaptada pelo vencedor do Emmy Will Smith (‘Veep’) e dirigida por James Hawes.
‘Slow Horses’ acompanha um time de agentes da inteligência britânica que trabalham no “departamento de despejo” do MI5 – Slough House. Oldman estrela como Jackson Lamb, o brilhante e irascível líder desses espiões, que vai parar na Slough House em virtude dos graves erros que cometeu ao fim de sua carreira.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de março de 2025.
Dispostos a deixar suas vidas conturbadas para trás, irmãos gêmeos (Jordan) retornam à sua cidade natal para recomeçar suas vidas do zero, quando descobrem que um mal ainda maior está à espera deles para recebê-los de volta.
A sequência ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 540 milhões nas bilheterias mundiais.
Atualmente, o longa se encontra no TOP 4 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Ne Zha 2‘ (US$1.9B), ‘Um Filme Minecraft‘ (US$953.6M) e ‘Lilo & Stitch‘ (US$910.3M).
Nos EUA, a produção soma US$ 173.8 milhões. No mercado internacional, foram US$ 362.5 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 540.8 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$60.6M), Reino Unido (US$32.9M), Japão (US$30.2M), Coreia (US$22.5M) e França (US$21.8M).
Além disso, o longa já soma US$ 74.5 milhões globalmente em IMAX – o que representa a maior arrecadação da saga neste formato.
Vale lembrar que ‘O Acerto Final‘ arrecadou sólidos US$ 204 milhões em sua estreia global, tornando-se a maior abertura da história da franquia.
Com 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o capítulo final da saga ‘Missão: Impossível‘ contou com um orçamento exorbitante que girou em torno de US$ 300-400 milhões.
O terror japonês ‘Exit 8‘ recebeu uma baixa classificação etária (PG-13) nos EUA, e poderá ser assistido por menores de idade.
Baseado no popular jogo homônimo, o longa foi classificado pelo MPAA por “imagens sangrentas e terror”.
A classificação não é uma surpresa, considerando que a produção promete explorar mais um horror psicológico do que violento.
Na trama, um homem preso em uma passagem infinita de metrô parte em busca da Saída 8. As regras de sua jornada são simples: não ignore nada fora do comum; se descobrir alguma anomalia, volte imediatamente; caso contrário, continue; em seguida, saia pela Saída 8. Mas, mesmo um único descuido o enviará de volta ao início. Será que ele alcançará seu objetivo e escapará deste corredor infinito?
Os assinantes da Netflix podem comemorar uma boa notícia: mesmo com um novo imposto sancionado pelo presidente Michel Temer, a mensalidade do serviço de streaming não vai aumentar. A informação partiu do CEO da empresa, Reed Hastings, durante um evento organizado para a imprensa na Califórnia.
Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, ele disse:
“Nós vamos pagar (o ISS), mas ele não será repassado aos nossos clientes. Estamos no Brasil há cinco anos e pagamos os tributos. Faremos o mesmo. Não haverá aumento na mensalidade”.
Intitulado ISS – Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza, ele passa a taxar 2% em serviços de streaming de áudio e vídeo. Plataformas como o Spotify e Apple Music entram na lista de empresas que agora passarão a ser taxadas para ofertarem seus produtos no país.
A lei que regulamenta o ISS, de número 157/16, foi aprovada no final do ano passado e também indica que as cobranças do imposto poderão ser estendidas a outras empresas que exercem função de processamento, armazenamento ou hospedagem de dados, textos, imagens, vídeos, páginas eletrônicas, aplicativos e sistemas de informação, entre outros formatos, e congêneres. A normativa também inclui programas e jogos eletrônicos.
Além de afirmar que o valor mínimo da assinatura do pacote permanece R$ 19,90, o executivo aproveitou a oportunidade para ironizar a grande quantidade de impostos que oneram excessivamente as empresas instaladas no Brasil:
No começo da semana, a família Versace emitiu um comunicado oficial afirmando que a nova temporada de ‘American Crimes Story‘ é uma obra de ficção não autorizada que não condiz com a realidade dos fatos.
Hoje, Ryan Murphy rebateu as alegações.
Em uma entrevista à revista Entertainment Weekly, o produtor reafirmou que ‘The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story’ é puramente baseado em fatos reais.
Segundo ele:
“A família Versace disse que o trabalho é fruto de uma ficção, mas não é. ‘The People vs. O.J. Simpson: American Crime Story’ foi baseado em uma obra de não-ficção do escritor Jeffrey Toobin. A história do estilista é também baseada em um livro do mesmo gênero de Maureen Orth, que foi debruçado, dissecado e esmiuçado por 20 anos. Ela trabalhou para a revista Vanity Fair. Além disso, Maureen é uma repórter impecável e nós permanecemos ao lado de seus relatos. E como nossa série é baseada em seu trabalho jornalístico, logo, não estamos diante de uma produção ficcional. A temporada é um trabalho não fictício, com elementos óbvios do docudrama. Não estamos fazendo um documentário”.
No comunicado oficial, a família do estilista pontuou que não teve acesso ao material produzido de maneira prévia, alegando:
“Nós nem autorizamos, tão pouco tivemos qualquer envolvimento de qualquer natureza na série do sr. Gianni Versace, que está prestes a ser lançada. Considerando que Versace não autorizou o livro no qual a produção é parcialmente baseada, nem ao menos participou do roteiro, essa série deve ser considerada apenas como fruto de um trabalho de ficção”.
Respondendo os apontamentos feitos pela família, Murphy relembrou sobre o aval de Donatella Versace quanto ao que estava sendo produzido:
“No domingo do Globo de Ouro, Donatella mandou um belíssimo e enorme arranjo de flores à Penélope Cruz, com um bilhete de ‘boa sorte’. Este presente foi em virtude da participação da atriz no evento. Ela esteve na premiação representando a nossa série. Além disso, quando ofereci o papel à Cruz, ela foi expressamente clara, dizendo: ‘Eu estou muito interessada, mas sou amiga da Donatella e jamais assumirei essa responsabilidade, a menos que ela esteja ok com isso’. Então, ela ligou para a estilista, que consentiu. Indo mais longe, eu fui objetivo ao dizer as duas que em hipótese alguma compartilharia o roteiro ou informações ligadas ao projeto, porque nós simplesmente não fazemos isso. Não fizemos com a temporada de O.J. Simpson e nem com ‘Feud’. Eu jamais farei isso. E para completar, Penélope não se colocaria na posição de prejudicar Donatella e sua família, mostrando os fatos por um ângulo depreciativo”.
A segunda temporada ‘American Crime Story‘ focará em Gianni Versace, estilista de alta costura italiano. Ele foi assassinado pelo assassino em série Andrew Cunanan em 15 de julho de 1997 com dois tiros na nuca, na entrada de sua casa em Miami Beach. A série também conta com Ricky Martin, Darren Criss e Edgar Ramirez.
Descobrir o título oficial de ‘Vingadores 4‘ se tornou a missão mais importante dos fãs do MCU e uma recente publicação feita pelo astro Don Cheadle tem levado alguns à loucura.
Por meio de seu Twitter, o astro publicou uma enigmática mensagem, que embora parece inofensiva, fez a criatividade e o instinto investigativo aflorar nos fãs mais ansiosos.
Na mensagem em questão, Cheadle diz:
“Ok, ok. Eu vou dar a vocês todos a maior dica já dada (ou seria apenas informação? Julguem vocês). Para que alguém possa dar uma dica do título, eles PRIMEIRO devem SABER qual É o título. O que eu não sei… (eu não gastaria tanto tempo tentando decodificar isso aqui)”.
Um deles foi ainda mais além e para tentar decodificar o que a misteriosa publicação poderia estar sugerindo, ele fez uma análise – de próprio punho – de cada uma das palavras escritas.
O resulto foi compartilhado no Twitter e até mesmo Don Cheadle reagiu à sua astúcia.
Um ícone das novelas brasileiras deu o seu adeus final no último domingo (28). O ator e diretor Jorge Fernando se despediu, aos 64 anos, vítima de uma parada respiratória, no hospital Copa Star, no Rio de Janeiro.
De acordo com um amigo da família, o diretor deu entrada na unidade na tarde do domingo, após se sentir mal. Em um comunicado oficial, o Copa Star revelou as circunstâncias do falecimento do artista, afirmando que Jorge Fernando “sofreu uma parada cardíaca, em virtude de uma dissecção de aorta completa. Apesar dos esforços, não foi possível reverter o quadro”.
O artista possuía um quadro de saúde um tanto delicado, após ter ficado internado durante 20 dias devido a uma inflamação no pâncreas, em 2016. Em janeiro do ano seguinte, Jorge sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC), que deixou algumas sequelas com as quais ele ainda lutava até o dia de seu falecimento.
Jorge Fernando de Medeiros Rabello nasceu no subúrbio do Rio e iniciou sua carreira na televisão como ator, na série ‘Ciranda, Ciradinha‘, de 1978. Seus maiores destaques profissionais vieram por meio da direção de algumas das mais aclamadas novelas da Rede Globo. O diretor foi responsável por ‘A Próxima Vítima‘, ‘Vamp‘, ‘Sete Pecados‘, entre tantas outras. Ao longo de toda a sua carreira, ele dirigiu 34 novelas. Além disso, Fernando fez muito sucesso com a comédia ‘Sexo, Amor e Traição‘, lançada em 2004 nos cinemas.
O astro Stephen Amell admitiu que fora contagiado pelo coronavírus recentemente, durante sua participação no podcast Inside of You.
Na ocasião, o astro de ‘Arrow‘ e da vindoura série ‘Heels‘, revelou como foi a sua experiência:
“Comecei a notar algo em uma segunda-feira, mas não tinha um resultado de teste. Telefonei para o pessoal do CTEH, pedi que viessem ao meu apartamento e me testassem. Tive o resultado positivo na quarta-feira seguinte, fiz o teste novamente, deu positivo mais uma vez. Mas, francamente, naquele ponto eu não precisava de uma segunda confirmação, porque aqueles primeiros dias, realmente…eles simplesmente foram péssimos. Ah, eu sempre soube que era uma possibilidade, mas eu senti uma grande pressão para não ser contagiado. E isso foi algo que senti logo que fui diagnosticado. Tive muito medo mental, mas respondendo à pergunta, eu sempre levei a sério a questão de ter que usar máscara e fazer o distanciamento social. Eu segui as regras”.
Hoje Amell já está saudável e bem e retomou as filmagens da nova série de luta livre da emissora Starz, intitulada ‘Heels‘.
A informação foi confirmada pelo próprio protagonista nesta semana, por meio de uma publicação feita em sua conta oficial do Twitter.
Na ocasião, ele ainda compartilhou uma nova imagem dos bastidores.
Confira:
“Tão bom estar de volta trabalhando em Heels. Nós temos uma grande liderança e uma equipe de apoio sólida pra caramba. E mais, shorts curtos”.
So good to be back working away on Heels. We’ve got great leadership and a super fucking solid crew. Plus, short shorts. pic.twitter.com/PykuI9h7pK
As filmagens da série haviam sido interrompidas em virtude da pandemia do coronavírus.
Alexander Ludwig (‘Vikings’) também estrela e vai interpretar um lutador chamado Ace Spades.
A trama vai explorar o mundo do wrestling independente, em uma temporada composta por oito episódios.
No entanto, ainda não há previsão de estreia.
Produzida pela Lionsgate e pela Paramount TV, ‘Heels‘ também conta com Alison Luff, Chris Bauer, Kelli Berglund, Allen Maldonado, e James Harrison.
Confira a sinopse:
“Escrita por Michael Waldron (‘Loki’), a série terá Mike O’Malley como showrunner e vai acompanhar um grupo de homens e mulheres que perseguem seus sonhos no mundo do wrestling. Em uma pequena comunidade da Geórgia, dois irmãos disputam uma chance para continuar com o legado de seu falecido pai. No ringue, há um mocinho e um vilão, personagens difíceis de interpretar e também de serem deixados para trás.”
Amell é um fã de wrestling declarado e já participou de vários eventos da modalidade, o que o levou a conhecer o wrestler Cody Rhodes, que interpretou o vilão Derek Sampson, em ‘Arrow‘.
Lembrando que o astro se despediu do ‘Arrowverse‘ na 8ª e última temporada do programa.
A série de comédia sombria ‘O Que Fazemos nas Sombras‘ (What We Do in the Shadows), já está disponível na plataforma Star+. As duas primeiras temporadas tiveram a sua estreia na última quarta-feira (27) na grade de programação, de forma exclusiva.
A produção é baseada no longa-metragem homônimo de Jemaine Clement e Taika Waititi, que também assinam a criação da série.
A trama segue três vampiros que vivem juntos: Laszlo (Berry), Nadja (Demetriou) e Nandor (Novak) – os dois primeiros são marido e mulher. Também morando com eles está um quarto vampiro chamado Colin Robinson (Proksch), que é um “vampiro energético”. Em vez de sangue, ele suga a energia de suas vítimas prendendo-as à morte com anedotas mundanas e piadas ruins. O escritório é seu campo de alimentação, mas seus poderes também funcionam em seus companheiros de vampiros. Suas vidas se complicam quando nossos três vampiros centrais percebem que um antigo líder vampiro chamado Barão está vindo para visitá-los do exterior, supostamente para ver como a conquista da América está indo.
O Prime Video divulgou o cartaz oficial da série documental ‘A Mulher da Casa Abandonada‘, que estreia em 15 de agosto.
A obra é uma adaptação do podcast homônimo que se tornou uma sensação nacional em 2022 e foi um dos mais ouvidos do país. A produção, que ouve a vítima do caso pela primeira vez, terá três episódios lançados de uma só vez.
Confira:
No conteúdo original, o jornalista Chico Felitti investiga uma senhora peculiar que mora em uma mansão em ruínas em um bairro nobre de São Paulo. Ao longo da investigação, ele descobre que a moradora foi acusada, juntamente com seu ex-marido, de agredir e manter ilegalmente a trabalhadora doméstica brasileira Hilda Rosa dos Santos nos Estados Unidos durante os anos 2000. A série, que apresenta novos detalhes sobre o caso, também ouve, pela primeira vez, as declarações da vítima.
O caso, que na época teve grande repercussão jurídica nos Estados Unidos, gerou intensos debates e levou à criação de uma lei que protege vítimas de trabalho forçado, permitindo que trabalhadores que denunciam abusos possam permanecer legalmente naquele país.
Assista o teaser oficial:
‘A Mulher da Casa Abandonada‘ é dirigida por Katia Lund, que também atua como produtora executiva. Livia Gama e Yasmin Thayná são diretoras dos episódios, junto com Katia Lund.
A série é produzida por Gil Ribeiro, Marcia Vinci, e Margarida Ribeiro, da Coiote e roteirizada por Tainá Muhringer, Fernanda Polacow, Henrique dos Santos, Mari Paiva e Karolina Santos. Chico Felitti é o consultor criativo e produtor executivo.
ANetflix criou uma premiação chamada Eleições Originais Netflix, onde o público votava nas categorias escolhidas para eleger, por exemplo, as séries que se destacaram em 2017, a melhor atuação, o melhor filme original, e por aí vai. E agora saíram os resultados: ’13 Reasons Why’ ganhou como Melhor Nova Sériee ‘Stranger Things’ levou cinco dos sete prêmios.
Enquanto isso, o segundo capítulo da franquia segue com estreia marcada para 21 de junho, mas terá pré-estreias pagas à partir de 14 de junho. Os ingressos já estão à venda.
O longa recebeu classificação indicativa e aparentemente será mesmo mais sombrio que o filme anterior, dirigido por Colin Trevorrow.
‘Jurassic World 2‘ foi classificado como PG-13 (para maiores de 13 anos) por “sequências intensas de violência e perigo de ficção científica”.
“Passaram-se quatro anos desde que o parque temático e resort de luxo Jurassic World foi destruído por dinossauros que escaparam do cativeiro. Isla Nublar agora se encontra abandonada por humanos enquanto os dinossauros restantes sobrevivem sozinhos na selva.
Quando o vulcão inativo da ilha começa a dar sinais de que vai entrar em erupção, Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) fazem uma campanha para resgatar os dinossauros desse evento que pode levá-los novamente à extinção. Owen está determinado a encontrar Blue, a líder das velociraptors que ainda está perdida na selva, e Claire passou a respeitar essas criaturas que agora são a sua missão de vida.
Ao chegarem na instável ilha quando a lava começa a jorrar, a expedição deles descobre uma conspiração que pode levar todo o nosso planeta a um estado perigoso que não é visto desde tempos pré-históricos. Todas as maravilhas, aventuras e emoções que são sinônimo de uma das mais populares e bem sucedidas franquias da história do cinema, essa novo longa marca o retorno de personagens queridos e dinossauros – junto com novas raças ainda mais impressionantes e aterrorizantes que antes. Bem-vindos a Jurassic World: Reino Ameaçado.”
Produto de uma época em que os filmes com super-heróis ainda não eram essa febre de hoje, Homem-Aranha 2 (2004) chegou aos cinemas há 16 anos com a difícil missão de superar seu antecessor, um verdadeiro fenômeno de crítica e bilheteria do começo dos anos 2000. Para isso, a Sony trouxe de volta todo o elenco principal, manteve Sam Raimi na direção e adicionou o “exótico”Alfred Molina para viver um dos vilões clássicos do panteão do Aranha: o Doutor Octopus.
E como o primeiro filme foi um sucesso absoluto, Raimi provou aos executivos que era mais do que capaz de fazer uma aventura do herói e conquistou mais liberdade para ousar ao abordar um assunto delicado e ainda não trabalhado naquela época: e se o Amigão da Vizinhança abandonasse o traje vermelho e azul e voltasse para o anonimato? A combinação de todos esses fatores nos brindou com uma obra-prima do gênero, tanto que Homem-Aranha 2é considerado por muitos como um dos melhores filmes com super-heróis da história.
Se ele é ou não um dos melhores vai de cada um, mas algo que é inegável é seu papel de referência na Cultura Pop. Estruturalmente perfeito, o roteiro é uma verdadeira aula de como construir e desconstruir personagens na tela grande. A começar pelo protagonista, Peter Parker (Tobey Maguire), que começa vivenciando as glórias de ser um herói junto as intempéries de ser um herói. Essa dualidade de valer mais a pena ser o Peter ou o Aranha é marca registrada dos quadrinhos e foi adaptada de forma magistral. Enquanto sua vida mascarada ia de vento em popa, sua vida pessoal sofria com atrasos, problemas com prazos na faculdade, um chefe abusivo e as infames contas para serem pagas.
Além disso, o amor de sua vida coleciona uma série de decepções junto ao atrapalhado Peter Parker – mas vive momentos intensos com sua outra “pessoa”, o Homem-Aranha. Raimi deixa claro no primeiro ato o quanto é exaustiva a vida de herói e como ela exige absurdos do homem debaixo da máscara. E vários momentos escancaram isso, como quando o Dr. Octavius diz que Peter é conhecido por ser “brilhante, mas preguiçoso”. É uma cena impactante que diferencia o abismo entre a imagem do Aranha e a de Parker.
Junto a esses dramas cotidianos, Harry Osborn (James Franco), seu melhor amigo, o coloca entre a cruz e a espada ao descontar em Peter a dor do Luto. Harry atribui ao Homem-Aranha a culpa pela morte do pai, e Peter, o próprio Homem-Aranha, vê a situação se tornando cada vez mais insustentável e não sabe como agir. Ter um assassinato nas costas não faz bem para ninguém, ainda mais quando a imprensa, representada pelo Clarim Diário de J.J. Jameson (J.K. Simmons), joga a opinião pública contra ele. Diante dessa pressão e do sentimento de nunca ser suficiente para Nova York, Peter começa a questionar seu papel de herói na sociedade.
Desanimado e emocionalmente desestabilizado pelos problemas pessoais, como perder seu amor, não conseguir ajudar financeiramente a tia e ir mal na faculdade, o jovem vê seus poderes começarem a falhar. É uma virada espetacular no conceito do herói nos cinemas, porque a tendência dos filmes de herói é abordarem os poderes como a grande guinada na vida dos protagonistas. Steve Rogers, por exemplo, deixou de ser o franzino zoado para se tornar o símbolo máximo de sua nação; Peter Quill era um fracassado antes de se consolidar como o Senhor das Estrelas. Clark Kent deixa de ser um jornalista recluso para assumir a forma da Esperança… enfim, não faltam exemplos dos efeitos positivos que os trajes causam nas pessoas.
Eis que Sam Raimi inverte os papéis. A influência do Homem-Aranha na vida de Peter vai para segundo plano, colocando a influência de Peter Parker na vida do Homem-Aranha como protagonista. É espetacular!
Podendo escolher entre voltar ao anonimato e se dedicar aos problemas comuns, Peter abandona suas responsabilidades de herói e, numa cena emblemática, diz ao seu Tio Ben que não será mais o herói. A maneira como esse diálogo é conduzido consolida o Tio Ben como O Mentor do garoto, mesmo morto. Seu legado de responsabilidade transcende a própria morte e (Cliff Robertson) segue influenciando o comportamento e a moral do sobrinho. E é justamente numa terra sem Homem-Aranha que surge o Doutor Octopus. Após perder sua esposa na exibição de seu projeto, Otto perde o controle e passa a agir por influência dos tentáculos mecânicos.
É deliciosamente irônico como o vilão nasce debaixo do nariz de Peter. A persona do Octavius é transformada de ídolo a vilão de maneira crível e natural. É um personagem que conversa diretamente com Peter, visto que ambos são homens da ciência, cheio de sonhos e perspectivas. Quando essa realidade é retirada de Otto, ele age de maneira irresponsável, focado exclusivamente em concluir seu projeto. Sem se importar com as vidas que podem ser perdidas no caminho e nem como seu projeto pode agir de forma negativa na vida dos outros, ele comete crimes simplesmente porque pode.
Peter chegou a agir com irresponsabilidade ao adquirir seus poderes, e isso terminou com a morte de seu Tio. O Doutor Octopus é uma projeção do que o garoto poderia se tornar caso ignorasse o peso da responsabilidade de ter os poderes que tem.
Enquanto Octopus segue estruturando seus planos, Peter sente os benefícios de não ter mais uma vida dupla. Tudo fica absurdamente mais fácil, mas a que preço? A criminalidade em Nova York atinge níveis altíssimos e o povo clama por um herói. Até mesmo J. J. Jameson se rende e admite que errou ao julgar o Teioso como criminoso todo esse tempo.
Então, de maneira emocionante, Raimi coloca Peter para resolver seus conflitos pessoais e traz a Tia May (Rosemary Harris) para um dos discursos mais bonitos da história dos filmes baseados em HQs: “Acredito que há um herói dentro de todos nós. Que nos mantém íntegros. Que nos dá força. Nos enobrece. E, por fim, nos deixa morrer com dignidade. Mesmo que, às vezes, seja preciso ser firme e desistir daquilo que mais queremos. Até dos nossos sonhos”. Meu amigo, isso é de arrepiar! É uma frase que causa tanto impacto, de uma força tão grande… face a esse choque de realidade, o menino vira homem e abraça sua realidade de herói. Não importa que isso signifique viver com dificuldades financeiras ou seguir sem o amor de sua vida. Ele tem um dom único e deve usá-los para o bem, afinal “Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”.
É aí que ele entende seu papel como herói e que, apesar da influência que sua vida pessoal faz na vida de uniforme, ser o Homem-Aranha é o que ele deve fazer. Não por ser legal, não por ser divertido, mas por ser seu dever. Seu maior dom é sua maior maldição. É uma dualidade fantástica e muito bem explorada pela direção. Então Octopus sequestra Mary Jane e Peter, abraçando sua persona de Homem-Aranha, volta a ativa. Começa um combate visualmente fantástico, que culmina em um dos momentos mais impressionantes do cinema dos anos 2000: uma sequência de luta que é interrompida quando Peter precisa parar o trem com as próprias mãos.
Você consegue perceber que ele está pronto para se sacrificar pela vida dos passageiros, mesmo que isso signifique para ele perder Mary Jane. É neste momento que Nova York o reconhece como herói e abraça o Homem-Aranha como seu maior patrimônio. Desmascarado, mas moralmente amparado pelos passageiros, Peter consegue salvá-los e se põe pronto para a batalha. Levado até Harry, o Aranha é desmascarado pelo melhor amigo. Ao descobrir que Harry deu o trídio para Octopus, Peter se solta das correntes e dá uma lição dolorosa no amigo: “temos problemas e desavenças, mas há algo mais importante que nós em jogo”. E assim ele se vai, deixando Harry sem reação, rumo ao seu desfecho em Homem-Aranha 3 (2007).
No confronto final, Homem-Aranha e Doutor Octopus chegam a se enfrentar fisicamente, mas é com o diálogo que Peter vence a derradeira batalha. Ele se enxerga no vilão e usa de sua humildade para tentar fazê-lo ver que ele era uma boa pessoa. Se Harvey Dent, quatro anos depois, viria a dizer que: “Ou você morre como herói, ou vive o bastante para se tornar o vilão”, Peter Parker se recusou a deixar o mal vencer e acreditou até o fim que a bondade dentro de nós é capaz de agir quando se age com consciência. Nesse ato heroico de empatia, Peter consegue que Otto recobre o controle e faça a escolha de não morrer como vilão.
É quase poético como herói e vilão dialogam diretamente com a personalidade de Peter Parker ao longo do filme. Com o conflito resolvido, Mary Jane larga seu relacionamento e, quase como uma recompensa do destino, a coloca na vida do menino outra vez. E assim termina o filme: um herói ciente de quem é rumo ao dever inerente a sua persona.
Há 16 anos, Sam Raimi definia o conceito de heroísmo do Homem-Aranha nos cinemas com muita simplicidade e honestidade. E por mais que a abordagem mais atual, cuja franquia é estrelada por Tom Holland, seja muito divertida e fiel a megalomania dos quadrinhos, ela ainda não conseguiu atingir o nível de profundidade da trilogia original. Eu acredito que isso possa mudar no terceiro filme, visto que Homem Aranha: Longe de Casacomeça a inserir alguns conceitos mais densos, mas duvido que tenhamos uma obra do herói tão bem executada quanto o memorável Homem-Aranha 2.
É bem emocionante poder fazer a crítica do primeiro trabalho de um novo diretor de cinema que entra para o grande circuito das salas comerciais no Brasil, pois é a oportunidade de já sentirmos qual será sua proposta, a assinatura que possivelmente irá acompanhá-lo ao longo de sua carreira. É mais especial ainda quando percebemos que esse início de carreira se deu com a estreia de seu primeiro longa, ‘Disforia’, chegando no circuito na mesma semana em que os cinemas fecharam suas portas por causa da pandemia.
Disponibilizado agora nas plataformas de streaming – Google Play, NOW, iTunes, VivoPlay, Looke e Youtube Filmes – ‘Disforia’ conta a bizarra história de Dário (Rafael Sieg), um psicólogo um bocado perturbado que, por indicação da sua colega de profissão, Tânia (Janaína Kremer Motta), acaba indo tratar da jovem Sofia (Isabella Lima), uma menina que, em um acesso de fúria, quebrou o espelho do banheiro e demonstra estar um bocado transtornada. Porém, de alguma forma a menina afeta as pessoas ao seu redor, e, quando Dário se aproxima para tratá-la, acaba sendo confrontado com seus próprios fantasmas.
Em ‘Disforia’ o conceito de thriller psicológico é levado ao pé da letra – não tanto no sentido de causar tensão no espectador, mas sim no sentido de se apropriar da essência da psicologia para construir o aspecto ameaçador do filme. Ou seja, uma vez que o homem é a pior ameaça para si mesmo, tudo que gira na cabeça do homem é suficiente para criar paranoias, medos, inseguranças, etc, seja sobre o futuro, seja sobre o passado. É a partir daí que Thiago Wodarski e Lucas Cassales constroem o argumento de seu filme, inserindo os conceitos psicológicos no longa com muita metáfora e artifícios figurativos.
O elenco adentra na profundidade de seus personagens, e isso reflete inclusive na movimentação em cena, extremamente devagar e com diálogos cadenciados. Talvez o diretor Lucas Cassales devesse ter inserido um pouquinho mais de ritmo aqui.
Com pouco mais de uma hora e meia de duração e baixo orçamento, ‘Disforia’ provoca o espectador a acompanhar a inquietação constante de Dário (e sua obsessão por banheiros). Junto com o protagonista vamos tentando costurar a trama tal como o faz um psicólogo: buscando as origens, os reflexos no cotidiano e os traumas como justificativa do presente. Um filme inquietante, tal como o título.
A produção do filme solo de ‘Batman‘ está mais próxima de seu início e com isso novas informações surgem a todo o momento.
De acordo com o site We Got This Covered, Pinguim será o vilão principal do filme. O personagem é um grande favorito do diretor que havia pedido para que ele não aparecesse em ‘Aves de Rapina‘. Além disso, rumores apontam que Jonah Hill é o favorito para assumir o personagem e que estaria em negociações com a Warner.
Além disso, um novo rumor vindo do site Revenge of the Fans, afirma que o diretor Matt Reeves adicionou mais cenas de ação na história do longa.
Além disso, o filme se comporta também como uma mistura bem feita entre ‘Seven: Os Sete Crimes Capitais‘ e ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘.
Segundo novas informações reveladas pelo The Hollywood Reporter, as filmagens da produção devem ser iniciadas em novembro de 2019.
Com os novos rumores circulando, é provável em que me breve sejam divulgadas novidades quanto à escolha do elenco para estrelar a adaptação. No entanto, é importante ressaltar que nem a Warner Bros., nem Reeves confirmaram as informações.
‘Midsommar: O Mal Não Espera ANoite’ ganhou um novo e belíssimo teaser de aproximadamente um minuto, convidando o público a dançar e a beber com um envolvente e perigoso culto.
Dani e Christian formam um jovem casal americano com um relacionamento prestes a desmoronar. Mas depois que uma tragédia familiar os mantém juntos, Dani, que está de luto, convida-se para se juntar a Christian e seus amigos em uma viagem para um festival de verão único em uma remota vila sueca. O que começa como férias despreocupadas de verão em uma terra de luz eterna toma um rumo sinistro quando os moradores do vilarejo convidam o grupo a participar de festividades que tornam o paraíso pastoral cada vez mais preocupante e visceralmente perturbador. Da mente visionária de Ari Aster surge um conto de fadas cinematográfico encharcado de pavor onde um mundo de escuridão se desdobra em plena luz do dia.
Vale lembrar que a série já foi renovada para sua 2ª temporada!
Michael Chabon foi contratado para supervisionar a equipe como showrunner.
A série terá como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Patrick Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com ‘Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.
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