Site Página 2455

Animale | Conheça o aclamado terror francês inspirado em ‘Buffy, a Caça Vampiros’, em cartaz no Festival Filmes Incríveis

Uma viagem pelos átrios do cinema mundial, o Festival Filmes Incríveis chegou ao REAG Belas Artes de São Paulo com uma proposta autêntica e fora do comum, para levar os cinéfilos a um novo e inimaginável universo cinematográfico. Entre dramas atemporais e longas de gênero como ‘Animale‘, o evento é um convite ao inesperado e introduz um catálogo de produções originais pouco conhecidas, que chegam às telonas de forma inédita no Brasil.

Patrocinado pelo programa Desenvolve São Paulo, pela Secretaria do Estado de São Paulo e pelo Ministério da Cultura, o festival reúne obras de países como Irã, Romênia, Arábia Saudita, Geórgia, Índia e França. E foi de Camarga, região sul francesa, que nasceu ‘Animale’, terror fantástico dirigido e roteirizado por Emma Benestan. Explorando a famigerada e tradicional corrida de touros que acontece anualmente na região, o longa aborda temas mais complexos e profundos a partir da dinâmica entre o ser humano e a estrondosa ferocidade de uma besta selvagem.

animale 3
animale 3

Na trama, Nejma é uma jovem de 22 anos que treina pesado para realizar seu sonho de vencer a competição local de touradas. Quando é atacada após uma comemoração, ela começa a perceber mudanças perturbadoras em si. E a notícia de um descontrolado e violento touro à solta agrega ainda mais tensão ao cenário, deixando sua comunidade aterrorizada, à medida em que jovens homens começam a ser assassinados, sem qualquer sinal do periogoso animal.

E em uma entrevista ao CinePOP, a cineasta Emma Benestan refletiu sobre seu mais novo terror e sobre sua original abordagem de temas feministas a partir das tradicionais touradas. Segundo a artista, o objetivo era ir além do óbvio, convidando a audiência para diversas reflexões que englobam o escopo psicoemocional, relacional e até mesmo ecológico.

“Eu quis abordar essas tradições e a cultura de touradas, coisas que são muito fortes em diversas partes do mundo e que dispertam inúmeros sentimentos nas pessoas. Uns amam, outros se incomodam e alguns até mesmo machucam esses animais. E acho que há algo a ser aprendido aqui a partir da ótica do touro. É uma ótima maneira de falarmos sobre preservação ambiental sem tornarmos o filme uma conversa chata e repetitiva sobre ecologia. E usei o touro como esse elemento chave justamente por seu histórico de associação à força masculina. Como meu objetivo era trazer um olhar mais feminista através da trama, essa figura seria um excelente contraste para isso”, ponderou Benestan.

animale 2
animale 2

Brincando com elementos da fantasia, do suspense e do drama, ‘Animale‘ ainda faz reverência aos clássicos filmes de monstro, celebrando também a originalidade da amada série ‘Buffy, a Caça-Vampiros‘. Para Emma, a ideia era explorar questões reais a partir de uma ótica fora do comum, referenciando o cinema de gênero:

“‘Animale‘ foi muito inspirado em clássicos do terror e em filmes de vampiros, mas especialmente em ‘Buffy, a Caça-Vampiros‘. Eu cresci assistindo a essa série e ela teve um papel muito importante na minha vida. E eu queria unir esse gênero a uma temática feminista, através de uma personagem que fosse fora do padrão e não fosse da vida real”.

Enriquecido por um minucioso trabalho de efeitos práticos, ‘Animale‘ ainda conquista o público pelo realismo na transformação de sua personagem. Construir as mudanças em Nejma foi um dos aspectos mais importantes do longa, conforme ponderou a cineasta. Ao longo da entrevista, ela refletiu sobre como o CGI tem destruído o cinema contemporâneo e ainda deu detalhes do seu processo criativo.

animale 4
animale 4

“Eu concordo completamente que o uso excessivo de efeitos visuais tem destruído o cinema como o conhecemos e no caso de ‘Animale‘, era importante que sentíssemos o corpo dessa heroína. Esse era o cerne daquilo que queria dizer, nesse corpo traumatizado e que se transforma. E por isso foi muito importante para mim que sentíssemos o pêlo, a pele, o olho – que também aparece diferente. Isso foi um desafio real, porque as cenas de transformação são muito importantes no corpo da Nejma. Eu trabalhei com alguém que construísse essa besta e com a atriz, para que ela habitasse nessa criatura, para que criássemos algo corporal e sensorial, a fim de que sentíssemos isso ao assistir ao filme, principalmente a violência de sua transformação”, concluiu Benestan.

Os filmes do festival foram escolhidos através da curadoria do Belas Artes Grupo, levando em consideração longas que valem a pena serem vistos no cinema e que nem sempre chegam ao circuito nacional. Além disso, essas 20 produções trazem histórias bem contadas com um apuro estético e formal.

O Festival Filmes Incríveis segue até o dia 14 de agosto no REAG Belas Artes, na Rua. da Consolação, 2423 – Consolação.

De Klebér Mendonça a Tom Cruise – 30 Previsões para Festival de Cannes 2025

Prevista para ser anunciada em coletiva em Paris no dia 10 de abril, a seleção oficial do Festival de Cannes 2025 sempre gera burburinho no mundo do cinema, pois o evento é uma grande vitrine, e muitos títulos acabam entre os nomeados ao Oscar. Além do vencedor da Palma de Ouro, Anora, ter ganhado a estatueta de Melhor Filme este ano, outros cinco títulos lançados em Cannes receberam indicações em Los Angeles.

Enquanto aguardamos a lista oficial (e as surpresas) da 78ª edição do Festival de Cannes, realizada entre os dias 13 e 24 de maio de 2025, o CinePOP apresenta um panorama dos filmes mais prováveis de estrear na Croisette neste ano. 

Em nossos palpites, destacamos a estreia de duas grandes atrizes na direção, o retorno de vencedores da Palma de Ouro, um grande blockbuster e até mesmo  uma possível presença dupla brasileira no tapete vermelho. Quantos desses 30 títulos realmente entrarão na seleção oficial desta edição? 

1 – Alpha, por Julia Ducournau

Acreditamos que o novo filme de Julia Ducournau, sucessor de Titane (2021) — vencedor da Palma de Ouro —, estará na competição de 2025. Exibido no Marché du Film no ano passado, o longa já teve os direitos norte-americanos adquiridos pela Neon — a mesma que gastou 18 milhões de dólares na campanha de Anora ao Oscar.

Estrelado por Golshifteh Farahani (Paterson) e Tahar Rahim (O Profeta), Alpha se passa nos anos 1980 e acompanha uma menina de 11 anos que é rejeitada por seus colegas de classe após rumores de que ela foi infectada por uma nova doença.

2 – O Agente Secreto, por Kleber Mendonça Filho


Após o belíssimo documentário Retratos Fantasmas (2023) — exibido em sessões especiais em Cannes—, Kleber Mendonça Filho retorna à ficção com O Agente Secreto. Em entrevista ao CinePOP na 76ª edição (veja no YouTube), o cineasta falou sobre o projeto com exclusividade, cujo protagonista é Wagner Moura (Guerra Civil). 

Em 1977, um homem de passado obscuro (Moura) chega a Recife, onde tenta, sem sucesso, construir uma nova vida. Com duas passagens pela Mostra Competitiva —  Aquarius (2016) e Bacurau (2019) —, Kleber Mendonça Filho tem todas as chances de competir novamente e lutar por uma representação brasileira no Oscar do próximo ano.

3 – Ann Lee, por Mona Fastvold

Amanda Seyfried no papel-título em Ann Lee

Após o sucesso de O Brutalista, ganhador de três Oscars, a cineasta norueguesa Mona Fastvold e seu marido, Brady Corbet, abraçam o outro longo projeto de pesquisa e memória — ele assina a coautoria desta vez. Embora seus últimos trabalhos tenham sido lançados no Festival de Veneza, o musical dramático histórico de Fastvold pode estrear em Cannes, caso a dupla decida diversificar o ambiente. 

Estrelada por Amanda Seyfried no papel-título, Ann Lee conta a história da fundadora do movimento Shaker, cujos seguidores a consideravam a “Cristo feminina”. Ela era adorada através de canções e danças, as quais servem de base para os elementos musicais do filme. As músicas originais são assinadas por Daniel Blumberg, ganhador do Oscar pela trilha sonora por O Brutalista. O longa foi rodado na Hungria logo após a finalização das filmagens do seu antecessor.

4 – Rosebush Pruning, por Karim Aïnouz

Assim como em 2019, o Brasil pode ter uma dobradinha no Festival de Cannes deste ano com Kléber e Karim. Se há seis anos tanto Bacurau quanto A Vida Invisível saíram premiados do evento, as expectativas agora se repetem. 

Embora Karim Aïnouz tenha apresentado Motel Destino na mostra Competitiva em 2024, ele já trabalhava paralelamente no suspense familiar, Rosebush Pruning, filmado em inglês e estrelado por Elle Fanning, Riley Keogh, Pamela Anderson e Jamie Bell. O longa é uma refilmagem do longa italiano De Punho Cerrados (1965), o filme acompanha uma família que luta contra doenças genéticas em uma propriedade rural. 

Esta é a sua segunda incursão no cinema internacional, após concorrer à Palma de Ouro em 2023 com O Jogo da Rainha (Veja a entrevista exclusiva para o CinePOP). Além disso, Aïnouz apresentou o documentário Marinheiro das Montanhas (2021) fora de competição no festival. Desde o lançamento de Madame Satã (2002), na mostra Un Certain Regard, o cineasta cearense tornou-se presença constante na Croisette.

5 – Couture, por Alice Winocour

Alice Winocour em Cannes.

Enquanto promovia Maria Callas, de Pablo Larraín, em novembro/dezembro do ano passado, Angelina Jolie rodava na França o novo drama de Alice Winocour. Se a cineasta francesa conseguir finalizar o projeto a tempo para Cannes, o filme terá sua presença praticamente garantida na competição do festival. Afinal, Winocour é uma presença constante na Croisette — três de seus quatro longas estrearam no festival, mas nunca na mostra competitiva: Augustine (2011), Transtorno (2015) e Revoir Paris (2022).

Couture (Costura, na tradução) representa um salto em orçamento e ambição artística da diretora. Angelina Jolie interpreta a cineasta norte-americana Maxime em uma jornada de autodescoberta durante o frenesi da Paris Fashion Week, quando o seu caminho é interpelado pela modelo sul-sudanesa Ada (a atriz estreante Anyier Anei) e a maquiadora francesa Angèle (Ella Rumpf). Louis Garrel também está na trama. 

6 – Calle Málaga, por Maryam Touzani

Maryam Touzani em Cannes.

A cineasta marroquina Maryam Touzani tem chamado atenção na seção Un Certain Regard de Cannes com as obras Adam (2019) e O Caftan Azul (2022), este último vencedor do prêmio da crítica internacional FIPRESCI. Seu próximo longa, falado em espanhol, deve ser reconhecido pelos curadores mais uma vez ou até mesmo estrear na mostra competitiva. 

Calle Málaga narra a trajetória de Maria Angeles, uma mulher septuagenária da comunidade espanhola de Tânger. Ela resiste às tentativas de sua filha de vender sua casa e forçá-la a mudar de vida. Determinada, Maria decide recuperar os seus móveis vendidos a um antiquário e, durante o processo, redescobre sentimentos românticos e uma sensualidade há muito esquecida.

7 – Left-Handed Girl, por Shih-Ching Tsou

Shih-Ching Tsou seria uma estreante em Cannes como diretora, mas já é uma presença familiar no festival devido ao seu frequente trabalho como produtora em Projeto Flórida (2015) e Red Rocket (2017). Ambos de Sean Baker, com quem co-dirigiu, escreveu e produziu o primeiro filme independente: Take-out (2004).

Ambientado no cenário vibrante dos mercados noturnos de Taiwan, Left-Handed Girl conta a história de uma mãe solteira e suas duas filhas enquanto lutam para se adaptar à vida na cidade após retornarem a Taipei, depois de vários anos vivendo no interior. Tsou co-escreveu o filme com Baker, ele,  também, é responsável pela edição.

8 – Eddington, por Ari Aster

Dois anos após Beau tem Medo (2023), Ari Aster se reúne com Joaquin Phoenix em Eddington, um western de terror cuja trama se passa no Novo México durante a pandemia de Covid-19 e uma disputa política na cidade.

Apesar de ser um cineasta de terror consagrado, Ari Aster nunca esteve no Festival de Cannes. O filme conta com Emma Stone, Austin Butler e Pedro Pascal. Será essa sua primeira seleção oficial? 

9 – Father, Mother, Sister, Brother, por Jim Jarmusch

Vicky Krieps e Cate Blanchett em ‘Father, Mother, Sister, Brother’.

Esperado em Cannes no ano passado, Father, Mother, Sister, Brother, o novo longa de Jim Jarmusch, deve ser finalmente apresentado este ano. Aos 72 anos, o diretor norte-americano já esteve mais de dez vezes entre os selecionados na competição do festival, levando o Grande Prêmio do Júri — isto é, o segundo lugar — por Flores Partidas (2005). 

O drama familiar apresenta Cate Blanchett, Vicky Krieps e Adam Driver interpretando irmãos que se reencontram após anos afastados e precisam enfrentar tensões familiares não resolvidas.

10 – The Way of The Wind, por Terrence Malick

Géza Röhrig em The Way of The Wind.

Quatorze anos após ganhar a Palma de Ouro por A Árvore da Vida (2011) e seis anos depois de Uma Vida Oculta (2019), Terrence Malick pode retornar à competição com seu novo filme de temática bíblica. O longa é uma leitura de vários episódios da vida do profeta Jesus Cristo.

Embora as filmagens de The Way of The Wind tenham sido concluídas em 2019, Malick ainda não havia terminado a edição em janeiro de 2025. O intérprete de Jesus, Géza Röhrig, entretanto, afirmou que a obra fará sua estreia no Festival de Cannes 2025.

11 – Morra, Amor, por Lynne Ramsay

Jennifer Lawrence em ‘Morra, Amor’, adaptação do romance de Ariana Harwicz.

Presença recorrente no Festival de Cannes, Lynne Ramsay deve ser uma das confirmações na disputa pela Palma de Ouro com seu novo longa, Morra, Amor (Die, My Love), com Jennifer Lawrence, Robert Pattinson e LaKeith Stanfield

A diretora de Precisamos Falar Sobre Kevin (2011) reúne terror e humor ácido nesta adaptação do romance da escritora argentina Ariana Harwicz sobre uma nova mãe em uma cidade do interior que desenvolve depressão pós-parto e entra em psicose.

12 – Missão Impossível – O Acerto Final, por Christopher McQuarrie

Em 2022, Top Gun: Maverick iniciou sua impressionante trajetória nos cinemas com uma estreia marcante em Cannes. Ano passado, os curadores levaram Furiosa: Uma Saga Mad Max (2024), de George Miller, também fora de competição. Já este ano, a revista Variety anunciou que Tom Cruise pode voltar à Croisette para a estreia mundial de Missão Impossível – O Acerto Final.

Previsto para chegar aos cinemas dia 22 de maio, data do festival, o longa deve ganhar uma poderosa premiére mundial na Croisette. O filme conta com o elenco de Missão Impossível: Acerto de Contas Parte Um (2023), incluindo Hayley Atwell, Simon Pegg, Pom Klementieff e Esai Morales, sendo esta a última aventura da saga.

13 – No Other Choice, por Park Chan-wook

Imagem de ‘No Other Choice’, de Park Chan-wook.

Há mais de uma década, Park Chan-wook trabalha em uma adaptação do suspense de terror The Ax, de Donald E. Westlake. A obra já foi adaptada por Costa-Gavras com o título O Corte (2005). Depois de ficar desempregado por vários anos, um homem elabora um plano único para conseguir um novo emprego: eliminar sua concorrência. 

Vencedor do Grande Prêmio (Oldboy), do Prêmio do Júri (Sede de Sangue) e do Prêmio de Direção (Decisão de Partir), o diretor sul-coreano é uma das grandes apostas para a competição pela Palma de Ouro 2025. O longa é protagonizado por Lee Byung-hun, de Round 6

14 – Sentimental Value, por Joachim Trier

Joachim Trier e Renate Reinsve se reencontram em ‘Sentimental Value’.

Após Oslo, 31 de agosto (2011) e A Pior Pessoa do Mundo (2021) apresentados em Cannes, Joachim Trier se reúne novamente com o roteirista Eskil Vogte e a atriz ganhadora da Palma de Ouro Renate Reinsve (veja entrevista exclusiva com atriz no YouTube).Devido ao histórico do cineasta dinamarquês, esta é uma das apostas certas deste ano. 

Sentimental Value narra a história de duas irmãs que, após a morte da mãe, veem o pai, um cineasta, reaparecer em suas vidas. O elenco também inclui Stellan Skarsgård, Inga Ibsdotter Lilleaas e Elle Fanning

15 – The Phoenician Scheme, por Wes Anderson

Novo filme de Wes Anderson chama-se ‘The Phoenician Scheme’.

Frequentador assíduo da Croisette, Wes Anderson já competiu oficialmente com Moonrise Kingdom (2012), A Crônica Francesa (2021) e Asteroid City (2023), porém nunca recebeu nenhum prêmio. 

Seu novo filme, The Phoenician Scheme, pode seguir o mesmo caminho, especialmente considerando sua data de lançamento, marcada para 28 de maio – um forte indicativo de uma possível estreia em Cannes.

16 – Jupiter, por Andrey Zvyagintsev

O diretor russo Andrey Zvyagintsev.

Vencedor de vários prêmios em Cannes com O Desterro (2007), Elena (2011), Leviatã (2014) e Sem Amor (2017), Andrey Zvyagintsev fez sua última aparição no festival em 2018 como jurado.

Em 2025, ele provavelmente retorna com Jupiter, um longa que explora o universo dos ultra-ricos. A trama acompanha um oligarca russo lidando com o futuro incerto de sua família.

17 – Eleanor The Great, por Scarlett Johansson

June Squibb no personagem-título em Eleanor The Great, de Scarlett Johansson.

Além de atuar no próximo filme de Wes Anderson, Scarlett Johansson pode marcar presença em Cannes na sua estreia como diretora. Depois do curta-metragem These Vagabond Shoes (2009) — assista no YouTube, a atriz concluiu seu primeiro longa, Eleanor The Great, estrelado por June Squibb (Telma) e Chiwetel Ejiofor (Bridget Jones: Louca pelo Garoto). 

Com roteiro de Tory Kamen, o filme conta a história de Eleanor Morgenstein, uma mulher de 90 anos que tenta reconstruir sua vida após a morte de sua melhor amiga. Ela se muda para Nova York para fazer novos amigos, mas é difícil. Ansiando por conexão, Eleanor faz amizade com um estudante de 19 anos (Erin Kellyman). 

18 – La Disparition, por Kirill Serebrennikov

O cineasta russo Kirill Serebrennikov.

Após Limonov: O Camaleão Russo na mostra competitiva do ano passado, Kirill Serebrennikov apresenta um novo filme biográfico, desta vez sobre Josef Mengele. 

Adaptado do romance de Olivier Guez, La Disparition retrata a fuga do ex-médico nazista para a América do Sul após a Segunda Guerra Mundial, com August Diehl (Uma Vida Oculta) no papel principal.

19 – Highest 2 Lowest, por Spike Lee

Elenco de Highest 2 Lowest, de Spike Lee

Após vencer o Grande Prêmio por Infiltrado na Klan (2018) e de ser presidente do júri em 2021, Spike Lee deve retornar com Highest 2 Lowest

O filme é um remake de Céu e Inferno (1963), de Akira Kurosawa, que por sua vez foi baseado no livro Ransom on a Theme, do nova-iorquino Ed McBain. O elenco conta com Denzel Washington, Jeffrey Wright e o rapper A$AP Rocky.

20 – Nouvelle Vague, por Richard Linklater

Como o nome sugere, o novo filme dirigido por Richard Linklater, cuja obra Blue Moon acaba ser premiada 75ª Berlinale, abordará a renovação do cinema francês no final dos anos 1950, acompanhando a trajetória dos jovens Jean-Luc Godard, vivido por Guillaume Marbeck, e François Truffaut, interpretado por Adrien Rouyard.

Com os personagens Jean Seberg (Zoey Deutch) e Jean-Paul Belmondo (Aubry Dullin), a trama se passa durante a produção e filmagens do clássico Acossado (1960)

21 – The Chronology of Water, por Kristen Stewart

Kristen Stewart faz sua estreia com a adaptação do memoir ‘The Chronology of Water’.

Após alguns videoclipes e um curta — Come Swim (2017), apresentado em Cannes  —, a atriz Kristen Stewart estreia na direção de um longa. The Chronology of Water será a adaptação das memórias da escritora norte-americana Lidia Yuknavitch. Kristen Stewart anunciou este projeto em 2018 no Festival de Cannes, portanto, é quase certa a estreia no próprio evento.

Para escapar de um lar abusivo, Lidia, com uma bolsa de natação e sonho de ir às Olimpíadas, entra na faculdade do Texas. Suas esperanças na natação são frustradas quando ela perde sua bolsa devido ao uso de álcool e drogas. Mais tarde, na Universidade de Oregon, ela trabalhou com Ken Kesey em seu romance colaborativo Caverns. Em seu percurso, ela explora sua identidade bissexual por meio do BDSM até encontrar o seu verdadeiro “eu”. 

22 – The Mastermind, por Kelly Reichardt

A cineasta Kelly Reichardt.

Depois de competir em 2022 com Esculturas da Vida, a cineasta norte-americana continua centrada na temática artística em seu novo trabalho. The Mastermind conta a história de um artista que planeja roubar obras de arte durante a Guerra do Vietnã. 

O elenco conta com Josh O’Connor (Rivais), no papel principal, além de Alana Haim (Licorice Pizza), Gaby Hoffmann (Eric) e John Magaro (Setembro 5).

23 – The Young Mother’s Home, por Luc e Jean-Pierre Dardenne

Luc e Jean-Pierre Dardenne podem levar a terceira Palma de Ouro em 2025.

Veteranos da competição em Cannes, os irmãos Dardenne já conquistaram duas Palmas de Ouro: a primeira por Rosetta (1999) e a segunda por A Criança (2005). Será que vem uma terceira? Com The Young Mother’s Home, os diretores belgas estariam pela décima vez na disputa pela estatueta. 

Filmado no outono de 2024, o filme conta a história de cinco jovens mães, que vivem em um abrigo, lutando por um futuro melhor para seus filhos. 

24 – I Want Your Sex, por Gregg Araki

O diretor californiano Gregg Araki lança ‘I Want Your Sex’.

Quinze anos após Kaboom (2010), exibido fora de competição em 2010, o ícone do cinema queer independente pode retornar a Cannes com seu novo filme, um aguardado thriller sensual. I Want Your Sex é estrelado por Olivia Wilde (diretora de Não Se Preocupe, Querida), Charli XCX e Cooper Hoffman. O filme acompanha Elliot, o qual emprega a artista Erika Trac como sua musa sexual.

25 – Orphan, por László Nemes

Filmagens de ‘Orphan’, do húngaro László Nemes.

Vencedor do Grande Prêmio do Júri em Cannes e do Oscar de Filme Estrangeiro por O Filho de Saul (2015), o diretor húngaro László Nemes concluiu as filmagens de seu novo longa em setembro de 2024.O filme deve chegar aos cinemas ainda neste ano e tem grandes chances de ser exibido em Cannes.

Orphan se passa em Budapeste, em 1957, após a revolução húngara. A narrativa acompanha a vida de um menino de 12 anos, o qual acreditava na figura de pai morto e idealizado, mas é confrontado com um homem brutal que afirma ser seu pai verdadeiro durante o fracasso da insurreição contra a URSS. 

26 – Eagles of the Republic, por Tarik Saleh

Fim da trilogia do Egito com ‘Eagles of the Republic’, de Tarik Saleh.

O cineasta  sueco Tarik Saleh causou grande impacto com os longas The Nile Hilton Incident (2017) e Garotos do Céu (vencedor do prêmio de Melhor Roteiro em Cannes, 2022). Com Eagles of the Republic, ele completa sua trilogia egípcia. 

Na trama, o ator mais adorado do Egito, George El-Nabawi (Fares Fares), cai em desgraça com as autoridades da noite para o dia. À beira de perder tudo, ele é forçado a atuar em um filme encomendado pelas mais altas autoridades do país.

27 – Resurrection, por Bi Gan

Filme do cinestas chinês Bi Gan.

Para aqueles que se encantaram com Kaili Blues (2015) e Longa Jornada Noite Adentro (2018), o jovem diretor chinês Bi Gan deve retornar a Cannes com Resurrection. O título será protagonizado por Shu Qi, conhecida pelos filmes Millennium Mambo (2001), Carga Explosiva (2002) e A Assassina (2015).

O filme promete uma mistura ousada de futuro pós-apocalíptico e uma jornada pela história chinesa. A trama segue uma mulher cuja consciência cai na “zona do tempo eterna” durante um procedimento cirúrgico. No ano de 2068, ela acorda e descobre que é o único ser vivo em um mundo em ruínas. Presa em muitos sonhos, ela encontra um cadáver biônico meio-homem meio-robô e tenta acordá-lo contando histórias sem fim.

28 – Tu ne feras point d’images, por Kaouther Ben Hania

A cinesta tunisiana Kaouther Ben Hania.

Após o aclamado documentário As 4 Filhas de Olfa (competição oficial e vencedor do Olho de Ouro em 2023), O Homem que Vendeu sua Pele (indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrageiro, 2020) e A Bela e os Cães (Un Certain Regard, 2017), a cineasta tunisiense Kaouther Ben Hania pode retornar ao tapete vermelho em 2025. 

Tu ne feras point d’images (Você não fará imagens, na tradução) segue a jovem Amira, uma estudante reservada de Túnis e apaixonada por cinema. Quando ela recebe uma chave misteriosa de sua avó no leito de morte, a menina começa a explorar o passado de sua família e as crenças de sua aldeia.

29 – Marty Supreme, por Josh Safdie

Timothée Chalamet vive o campeão estadunidense de tênis de mesa Marty Reisman.

Josh e Benny Safdie estrearam juntos em Cannes com Bom Comportamento (2017), porém, desta vez, Josh pode ir sozinho. Pela primeira vez desde 2008, ele dirige um filme sem seu irmão. 

Marty Supreme é uma cinebiografia sobre o campeão estadunidense de tênis de mesa, isto é, ping-pong, Marty Reisman. O longa é estrelado por Timothée Chalamet (Um Completo Desconhecido), ao lado de Gwyneth Paltrow (Vingadores: Ultimato) e o rapper Tyler, The Creator.

30 – La Misteriosa Mirada del Flamenco, por Diego Cespedes

Imagens de ‘La Misteriosa Mirada del Flamenco’, de Diego Cespedes

De Santiago, Chile, Diego Cespedes finaliza seu primeiro longa aos 30 anos, após ter ganhado o Cinéfondation First Prize em Cannes pelo curta The Summer of the Electric Lion (2018). O festival costuma trazer várias pratas da casa para participar da competição Un Certain Regard ou das mostras paralelas, e, quem sabe, até mesmo na Competição Oficial. 

La Misteriosa Mirada del Flamenco acompanha Lídia, uma ousada garota de 12 anos, que vive em uma cidade mineira isolada que está sendo afetada por uma doença que já matou vários homens e que se diz ser transmitida quando um homem se apaixona por outro através dos olhos, seu irmão é o principal suspeito. Situado em 1984, a trama confronta a ignorância de um mito e os relacionamentos familiares.

Marvel desmente lançamento de novo trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita’

Após muitas especulações e rumores de que um novo trailer com cenas inéditas de Vingadores: Guerra Infinita seria lançado hoje (13), a Marvel desmentiu, alegando que os fãs não verão nada do filme neste semana.

Só resta aguardar pelo novo trailer, que está para sair muito em breve.

Confira os teasers:

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

Bizarro! Filho de Stephen King acredita ter resolvido antigo caso de assassinato

Olha essa história! O escritor Joe Hill, filho do também escritor Stephen King, acredita ter solucionado um misterioso assassinato não resolvido em Massachusetts, nos EUA.

Tudo começou após Hill assistir ao clássico Tubarão, de Steven Spielberg. Assim que o filme terminou, ele comentou em seu blog oficial que encontrou grandes semelhanças entre uma das figurantes e a mulher assassinada na vida real.

Por coincidência (ou não!), o clássico do suspense foi filmado na mesma região, no verão de 1974, e a mulher assassinada foi encontrada um mês depois, em julho, se tornando conhecida como Senhora das Dunas.

Sua morte nunca foi solucionada e seu corpo foi exumado três vezes (em 1980, 2000 e 2013) em esforços para a identificar e seu homicida, ainda assim, não tiveram sucesso, mesmo tendo feito reconstrução de seu rosto várias vezes.

Será que agora com a possível descoberta de Hill o caso será reaberto? Que louco!

 

‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ | Os dois anos da maior catarse coletiva do MCU

Há dois anos, o mundo vivia uma das maiores catarses coletivas da história do cinema: Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa enfim estreava, após uma série de especulações que tomaram a cabeça dos fãs em meio a pandemia de Covid-19. Em novembro de 2020, o ator Tom Holland postou uma foto nos sets da Sony/ Marvel usando seu traje do Homem-Aranha e uma máscara de proteção em cima. O terceiro filme do Cabeça de Teia do MCU estava previsto para estrear em novembro de 2021, sendo que todo mundo já aceitava a ideia de que ele seria adiado indeterminadamente. Não só por conta do vírus mortal que tomava o planeta, mas principalmente porque era um projeto enorme e os filmes que estavam saindo nos cinemas não correspondiam às expectativas financeiras. E todos sabem que os estúdios não gostam de perder dinheiro, né?

Pois bem, as filmagens voltaram e como o lockdown ainda estava em alta, parece ter havido um menor cuidado na hora de esconder os atores que integrariam o elenco.

Em outubro, o ator Jamie Foxx já havia postado uma foto no Instagram confirmando que voltaria a interpretar o Electro – da franquia de Andrew Garfield – no novo filme do Homem-Aranha. Mais do que isso, a foto do vilão tinha três Homens-Aranhas olhando para o raio azul do Electro. Junto a isso, não demorou muito para que os paparazzi flagrassem Alfred Molina, o Doutor Octopus de Homem-Aranha 2 (2004) nos sets. Em seguida, o estúdio confirmou que ele repetiria o papel e também seria o vilão do filme. Com os boatos de que o longa seria inspirado na polêmica saga Um Dia a Mais, em que Peter Parker faz um pacto demoníaco para que as pessoas esquecessem sua identidade secreta, misturado a uma aventura no multiverso, os fãs logo assumiram que não seriam apenas os vilões a voltar para a sequência. Já era mais que óbvio para todos que a tão sonhada reunião dos Homens-Aranhas do cinema estava prestes a acontecer.

Só que produtores, atores e diretores negavam constantemente que a reunião aconteceria. Enquanto isso, os fãs passaram a vasculhar e fazer ‘marcação pesada’ em cima de Andrew Garfield e Tobey Maguire. Stories, fotos, tweets… Tudo era motivo de especulação de fãs desesperados à procura de qualquer pista que indicasse a volta dos outros Peters.

Então, saiu o primeiro trailer, confirmando Octopus como vilão. Essa prévia foi o bastante para deixar os fãs maluquinhos. A cena do Otto aparecendo no final rendeu memes comparando o personagem com o comentarista esportivo Walter Casagrande e viralizou em todas as redes sociais. Pouco tempo depois, vazaram fotos de Willem Dafoe, o Duende Verde do Sam Raimi, nos sets de filmagem. Dessa vez, eles não confirmaram a presença do ator e seguraram até o lançamento do outro trailer, que terminou com o próprio Duende Verde dando as caras no final.

Então, começaram os vazamentos. É bem provável que tenha sido o maior caso de vazamentos de arquivos da Sony desde os polêmicos e-mails da empresa em 2015, que acabaram redefinindo diversas franquias da Cultura Pop, incluindo a do Homem-Aranha.

O primeiro deles foi a já clássica imagem do Andrew Garfield com o traje do segundo filme em uma tela azul, apoiando o braço numa estrutura de ferro. Faltando poucos meses para o lançamento do longa, os fãs explodiram de emoção com o vídeo de milissegundos. A Sony, obviamente, negou que aquilo era real. Na mesma época, um prestigiado youtuber do meio da edição de vídeo gravou um vídeo “provando” que o conteúdo vazado era falso. Isso abriu uma grande discussão dentre os fãs para debater se era ou não real.

Mas a situação perdeu o controle mesmo com os vazamentos dos figurinos. Nas fotos, era possível ver o traje clássico do Aranha dos anos 2000, mas com leves alterações. Também era possível ver o uniforme de Andrew Garfield e a roupa preta que Tom Holland usa no filme. Para piorar as coisas, o trailer final brasileiro cometeu uma gafe que rodou o mundo. Na cena em que os vilões se unem para atacar o Homem-Aranha, o Lagarto tomava chute invisível na cara.

Durante a edição, um desavisado não percebeu o chute de Andrew Garfield e o apagou do vídeo, deixando sua ação ser executada por um indivíduo invisível. Quando os fãs perceberam e começaram a postar os prints, o perfil apagou o vídeo e colocou uma versão alterada. Mas já era tarde demais. O mundo já havia visto.

Então, na semana da estreia, milhões de fãs queriam ver o filme exclusivamente para saber se Tobey e Andrew fariam a participação ou não. Nas redes sociais, campanhas pedindo para não espalharem spoilers tomaram conta. E no fim das contas, esse tanto de vazamentos acabou servindo como uma publicidade espetacular para o filme, que não saía da boca do povo em meio a pandemia. E o melhor de tudo é que a primeira dose da vacina foi lançada alguns meses antes, então já seria mais seguro ir aos cinemas de máscara, contanto que estivessem vacinados. Ou seja, era o menos pior dos cenários dentre o inferno que o mundo vivia.

Para a Sony, o resultado foi fantástico. Nem mesmo o mais otimista investidor podia esperar que, em plena pandemia, o filme fosse não só romper a marca do bilhão, mas de chegar pertinho de fazer dois bilhões de dólares em bilheteria, mostrando que o cinema poderia sobreviver aos anos fechados.

Atualmente, há quem discuta qual momento seria o ápice da Cultura Pop envolvendo os super-heróis. Se é Sem Volta Para Casa ou a sensacional batalha final de Vingadores: Ultimato (2019). Enquanto um foi o resultado de mais de dez anos de planejamento do estúdio, com 21 filmes levando até aquele momento, o outro transcendia o próprio MCU, reunindo de três gerações de fãs para conferir os heróis de suas respectivas épocas interagindo em tela.

Diante disso, fica até complicado de discordar que nenhum ato dos filmes inspirados em quadrinhos supera o encontro dos Peters em tela. E o mais interessante disso é que Sem Volta Para Casa, tal qual a HQ que serviu de base, conseguiu fazer um retcon no Peter Parker do MCU de forma quase natural. Isso porque o filme desenvolve a história do garoto, redefinindo ideias anunciadas previamente – como a de não mostrar a perda traumática do Tio Ben, mas substituindo o momento pela morte da Tia May – e redirecionando o protagonista para um caminho mais próximo do que os fãs queriam.

Nas redes sociais, era muito comum ver as reclamações de que o Peter do Tom Holland era muito mimado e distante do garoto simples das HQs. Da mesma forma, sua dependência das figuras paternas era um incômodo. Então, o filme tratou de terminar com o menino sozinho, sem faculdade, sem amigos ou namorada, se mudando para um muquifo em Nova York. É aquilo, né? Quanto mais ferrado o Peter, mais felizes ficam os fãs.

No fim das contas, os fãs que tiveram o privilégio de ver esse filme nos cinemas puderam viver uma experiência que dificilmente se repetirá tão cedo. A catarse das sessões pelo mundo foi algo único, com fãs vibrando como um gol em final de Copa do Mundo quando Andrew Garfield apareceu pela primeira vez. O que parecia ser impossível aconteceu. O sonho antigo de gerações se realizou e a Marvel, dois anos depois, conseguiu superar a sensação da batalha final de Ultimato, em um momento que mexeu diretamente com o emocional de diferentes públicos.

Para muitos, esse foi o grande ato final do MCU que conquistou milhões pelo mundo, já que as produções seguintes não chegaram perto de repetir o sucesso deste filme.

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa está disponível no Amazon Prime Video.

Crítica | Nosso Sonho – Cinebiografia de Claudinho e Buchecha é o MELHOR Filme Brasileiro do Ano

Ser taxativo é sempre muito delicado no âmbito das artes. Porém, quando encontramos uma conjunção tão perfeita de tantos departamentos que fazem parte de uma produção cinematográfica é irresistível não enxergar esta produção como um produto perfeito, mesmo correndo o risco de ser injusto como outros bons filmes. Portanto, não é exagero dizer que o longa ‘Nosso Sonho’ é o melhor filme brasileiro do ano.

Era início dos anos 1990 quando Buchecha (Juan Paiva, em seu melhor trabalho) foi obrigado a deixar sua casa em São Gonçalo e ir morar com sua tia no Morro do Salgueiro, na mesma cidade. Lá ele reencontra seu grande amigo de infância, Claudinho (Lucas Penteado, brilhante), que o apresenta a todo mundo. Feliz por ter conseguido um trabalho de carteira assinada, Buchecha inicialmente nem dá bola para os comentários de seu amigo sobre montar uma dupla de MC para cantar funk. Porém, quando percebe o impacto que os MCs têm nas mulheres, Buchecha muda de ideia e topa participar de uma batalha para representar o Morro do Salgueiro. O que ele jamais poderia imaginar é que aquele seria o início da história da maior dupla de funk melody desse país.

Para quem teve a infância ou a adolescência na virada dos anos 1990 para os anos 2000, ouvir Claudinho e Buchecha era simplesmente algo do qual não se podia fugir. As músicas dos caras tocavam nas rádios, nos programas de televisão, nas festas da classe média, nos bailes de favela; eles estampavam capas de revista e chegaram a fazer parceria com cantores de renome como Lulu Santos e Adriana Calcanhoto. Tendo embalado toda uma geração, ‘Nosso Sonho’ também funciona como um registro de uma época e como apresentação para as atuais gerações.

A importância da dupla para a música brasileira é indiscutível, apesar de muita gente não reconhecer o funk como música. Essa é a beleza do roteiro de Eduardo Albergaria, Daniel Dias e Mauricio Lissovsky, que caminha lado a lado entre o drama e o musical (sob a direção de Plínio Profeta, que também foi responsável pela trilha de ‘Medida Provisória‘), colocando canções inteiras da dupla no filme justamente para estimular a nostalgia e a felicidade no público que conhece as letras. Vale apontar a dedicação da dupla Lucas e Juan que realmente canta todas as músicas, demonstrando toda a entrega e o potencial dos dois para realizar o filme. Mesmo sendo drama, o roteiro dosa com perfeição os momentos de humor, balanceados especialmente por Lucas Penteado, que constrói um Claudinho leve e carismático. Sua atuação confere homenagem e amor ao cantor e certamente lhe renderá muitos prêmios.

Com participação especial luxuosa de Antonio Pitanga, o longa conta com Isabela Garcia e Tati Tibúrcio no elenco principal. O enredo ainda encontra espaço para homenagear outra dupla muito querida da geração anos 1990: MC Cidinho e MC Doca. Talvez o único ponto que poderia ter sido melhorado é a montagem, que por mais de uma vez se demora para além do necessário em determinadas cenas, prolongando-a ao ponto de fazer quebrar o ritmo, tão ágil e de tão dinâmico da narrativa. Mesmo assim, não é o suficiente para cansar o espectador.

O projeto de contar a vida desses icônicos artistas encontrou as mãos certas na direção de Eduardo Albergaria, que imprimiu dinamismo nas cenas de baile e sem focar em nenhum tipo de tragédia que os dois possam ter vivido. Ao contrário, as duas horas de duração são sobre amizade e parceria na perseguição de um sonho improvável, mas que se tornou real na voz desses dois.

Nosso Sonho’ é um filmaço alegre, pra cima, para ver e rever muitas vezes e cantar alto na sala de cinema. É o funk gonçalense ganhando as telonas, como cantaram Claudinho e Buchecha.

‘Homem-Aranha’: Willem Dafoe afirma que se divertiu interpretando o Duende Verde

Em uma entrevista à GQ MagazineWillem Dafoe se recordou de sua época no místico panteão de super-heróis e falou sobre a primeira entrada do panteão de Homem-Aranha no cinema, cuja direção ficou a encargo de Sam Raimi em 2002.

O ator, que recentemente ganhou grande aclamação por sua performance em No Portal da Eternidade, disse que o diretor “realizou um milagre. Ele fez uma espécie de filme pessoal, misturado com um filme de efeito”. Ele acrescentou que Raimi acabava de entrar no jovem mundo de adaptações de quadrinhos para o cinema e que, para isso, “não havia nenhum modelo a ser seguido”.

Logo depois, ele falou sobre o papel duplo de Norman Osborne e Duende Verde, e sobre como algumas das cenas o fizeram rir em retrospecto.

“Eu amei fazer esses dois personagens em Homem-Aranha. Todo mundo lembra do Duende Verde, e era muito divertido; mas o papel mais interessante era o de Norman Osborn. Porque você conseguia brincar em cenas onde precisava mudar do drama para a comédia com apenas uma fala.

Há algumas cenas que ainda me fazem rir, por serem ácidas e por oscilarem entre algo tenso e pesado e algo bobo. E o filme é cheio disso.”, afirmou.

‘Roswell: New Mexico’: Ator de ‘Grey’s Anatomy’ entra para a 2ª temporada

Segundo a Variety, Jason BehrGaius Charles foram elencados na segunda temporada de Roswell: New Mexico’.

Behr interpretou Max Evans na série Roswell, em 1999, mas seu papel na nova versão da história ainda será confirmado. Charles, conhecido por seus papéis nas séries Friday Night Lights‘Grey’s Anatomy’, dará vida a Bronson, descrito como “um fazendeiro local com uma forte bússola moralista que permite que ele veja o melhor nas pessoas – e nos alienígenas”.

A primeira temporada registrou uma média de 0.28 na demo, e um total de um milhão de espectadores.

Produzida pela Julie Plec (‘The Vampire Diaries‘), a série é um reboot da produção clássica ‘Roswell‘.

O drama contará a história de uma filha de imigrantes que, relutantemente, decide voltar à cidade de Roswell, no Novo México. Lá, ela descobre que sua antiga paixão adolescente, que hoje atua como um policial, é de fato um alien que tem escondido suas habilidades a vida inteira.

Ao descobrir seu segredo, ela volta a se aproximar do rapaz, o ajudando na busca por suas origens, à medida que ambos começam a se reconectar. No entanto, sua verdadeira identidade pode vir a tona, quando um governo sagaz inicia um trabalho violento para desvendar uma possível presença de vida alienígena na Terra. O medo e ódio pelo desconhecido podem colocar em risco a vida do policial e o romance que está surgindo entre os dois.

O elenco inclui Nathan Parsons (‘True Blood‘), Jeanine Mason (‘Grey’s Anatomy‘), Heather HemmensTyler BlackburnLily CowlesMichael Vlamis.

A nova versão usará novamente o livro ‘Roswell High‘, de Melinda Metzcomo base para as novas histórias.

 

‘Supergirl’ e ‘Batwoman’ já têm data para retorno na The CW!

Alguns dias atrás, a The CW anunciou o adiamento dos novos episódios de SupergirlBatwoman devido à pandemia do novo coronavírus – mas a emissora já divulgou quando as séries retornam com novos episódios.

Segundo o ComicBook.com, as série retornam no domingo, 26 de abril. Ainda não se sabe quantos novos capítulos serão exibidos a partir desse dia.

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série Supergirl originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

Crítica | Madonna constrói uma narrativa visceral e experimental com ‘Madame X’

Madonna vive por suas próprias regras. Desde que conquistou fama e excelência no final da década de 1980 e retornou às glórias nos primeiros anos do novo milênio, a artista mostrou para o mundo que não precisa mais se provar para ninguém. A icônica rainha do pop continua a influenciar diversos cantores e, mesmo com os problemáticos ‘Hard Candy’ e MDNA, nunca deixou de experimentar coisas novas e se afastar dos convencionalismos da indústria musical. E partindo desse princípio, ela retorna quatro anos depois de seu último lançamento com o bizarro e envolvente Madame X, atirando para todos os lados e, eventualmente, alcançando uma beleza musical que oscila do visceral ao cínico – ainda que enfrente alguns obstáculos no meio do caminho.

Durante a promoção do novo álbum, a cantora havia nos presenteado com uma pequena prévia do que podíamos esperar em seu décimo quarto álbum. “Madame X é uma agente secreta. […] Ela é uma dançarina. Uma professora. Uma chefe de estado. Uma dona de casa”, comentou em entrevista ao site Rolling Stone no ano passado. Bom, sua sempre impecável narrativa resultou em uma múltipla aderência a diversos estilos, passeando entre o reggae, o synth-pop, o trap, ao longo de quinze faixas que de alguma forma se aglutinam organicamente em um único contexto.

A faixa de abertura já nos mostra que Madonna sempre pensa em sua renovação – e que fique bem claro que sua nova obra é apenas inovadora dentro de sua carreira, visto que os vários gêneros supracitados já foram explorados por outros artistas. “Medellín” une duas gerações diferentes em um delicioso reggaeton que seria muito melhor construído apenas com uma voz. Porém, visto que ela divide os holofotes com Maluma, é mais que natural que ambos desfrutem de um protagonismo igualitário, mas não é isso o que acontece: o cantor toma conta da composição e a lead singer, por sua vez, perde força por um abuso desnecessário do autotune que mancha a composição geral. De qualquer forma, o resultado final é aprazível, mergulhando em elementos que retornam com força para “La Isla Bonita” (vide True Blue).

“Dark Ballet” já enfrenta outros problemas. A concepção visual é impecável (o clipe facilmente entra para um dos melhores de toda a videografia da artista) e emprega referências seculares dentro de um microcosmo atual, navegando com destreza por críticas sociais. Musicalmente, ela não funciona: Madonna tenta com força seguir os passos de uma rapsódia, misturando o orquestral toque do piano e do violino a uma investida techno dissonante que logo se rende ao inexplicável ‘Quebra-Nozes’ de Piotr Tchaikovsky. Apesar da poderosa letra, a track nunca alcança o poder que almeja – ao menos não por conta própria. Quando aliada à investida imagética, sua completude é inenarrável e catártica, mas a proposta do álbum, de fato, não é esta.

A artista volta a nos surpreender nos momentos mais inimagináveis e, sem sombra de dúvida, longe de sua zona de conforto: “Crave”, seu mergulho no trap ao lado de Swae Lee é uma peça animalesca, primitiva, que, como a própria lead repete várias vezes, fala “sem medo” sobre os nossos anseios – isso sem perder sua originalidade e uma sutil sedução. Até mesmo em “I Rise”, faixa que se inicia com poderoso discurso da ativista Emma González, Madonna volta para uma desconstruída balada com uma força inspiradora cujo único mínimo obstáculo é a linearidade instrumental, a qual deixa de lado os ápices em prol de uma entrega mais retórica.

A necessidade de se manter num escopo chocante, beirando a excentricidade, encontra terreno fértil em, talvez, outra canção: “God Control” insurge como uma track que nos guia sensorialmente através de uma jornada psicodélica que se inicia com o retumbante piano e abraça um anacronismo funcional que nos lança direto para o dance e o disco-pop próprios da principal referência artística da cantora. Aqui, diferente das entregas anteriores, esse crescendo funciona mais do que imaginaríamos, alcançando um aplaudível nível de nostalgia.

Madonna não mede esforços para se conectar com a cultura latina, cultivando um apreço pela sonoridade indígena com “Batuka”, que segue uma delineação dialógica com a atmosfera mística dos tambores e do coro repetitivo, ambos aliados com a presença um tanto quanto fragmentária dos sintetizadores – cujo uso poderia ser um pouco mais comedido. Ela retorna com seus ritmos propositalmente dançantes em “Bitch I’m Loca”, retomando a parceria com Maluma com pesados e sensuais elementos que automaticamente tiram-nos os pés do chão e nos convidam para dançar. Até mesmo a colaboração com Anitta nos chama a atenção – muito mais pela incomparável rendição ao funk e ao samba e ao fato da lead arriscar versos em português que funcionam em quase sua completude.

Ela também não perde a oportunidade de voltar para suas origens mais de uma vez. Além de “God Control”, a artista encontra espaço o suficiente para arquitetar uma versão modernizada de uma Madonna no ápice de sua carreira nos primeiros anos da década de 1990 com “I Don’t Search I Find”, buscando elementos do dance e mantendo uma estrita relação com Erotica. A track já abre com a frase de impacto “finalmente, chega de amor” – ótima e memorável o suficiente para terminar esta mais nova jornada.

O álbum é praticamente um resumo frenético da eterna e irrefreável carreira de um dos pilares da música contemporânea,  numa abrangência assustadora  ao mesmo tempo que se mantém coeso e bem estruturado em sua maior parte. E, já que estamos falando da versão deluxe de Madame X, é imprescindível que os fãs se deliciem com a tétrica e confessional “Extreme Occident” – uma agridoce viagem mística e catártica.

Nota por faixa:

  • Medellín (with Maluma) – 3,5/5
  • Dark Ballet – 2,5/5
  • God Control – 4/5
  • Future (with Quavo) – 4/5
  • Batuka – 3/5
  • Killers Who Are Partying – 4,5/5
  • Crave (with Swae Lee) – 5/5
  • Crazy – 4/5
  • Come Alive – 4/5
  • Extreme Occident – 5/5
  • Faz Gostoso (feat. Anitta) – 4/5
  • Bitch I’m Loca (feat. Maluma) – 4,5/5
  • I Don’t Search I Find – 5/5
  • Looking For Mercy – 3,5/5
  • I Rise – 4,5/5

‘Nomadland’: Drama com Frances McDormand pode fazer história no Oscar 2021!

O drama tour-de-force Nomadland foi um dos fimes mais aclamados do circuito de festivais do ano passado (conquistando massivos 97% de aprovação no Rotten Tomatoes). E, considerando as estupendas críticas, é bem provável que o longa seja um dos principais indicados ao Oscar 2021 – e que faça história.

O filme é estrelado por Frances McDormand, que já levou a estatueta de Melhor Atriz por ‘Três Anúncios para um Crime’ e que pode ser indicada mais uma vez. Mais do que isso, McDormand é uma das produtoras executivas da obra e, caso as previsões se concretizem, será nomeada também na categoria de Melhor Filme ao lado de Peter SpearsMollye AsherDan JanveyChloé Zhao.

Dessa forma, será a primeira vez que uma mulher é indicada nas duas seções em um mesmo ano.

Confira o trailer legendado abaixo:

O filme recebeu o prêmio LEÃO DE OURO de MELHOR FILME durante sua estreia mundial na 77ª edição do Festival de Cinema de Veneza. O longa também foi apresentado na 45ª edição do Festival de Toronto e no Festival Telluride.

O filme é escrito e dirigido por Zhao (Eternos).

Após o colapso econômico de uma colônia industrial na zona rural de Nevada (EUA), Fern (McDormand) reúne suas coisas em uma van e parte rumo a uma viagem exploratória, fora da sociedade dominante, como uma nômade dos tempos modernos. NOMADLAND, o terceiro filme de Chloé Zhao, apresenta nômades reais como Linda May, Swankie e Bob Wells como mentores e companheiros de Fern em sua jornada de exploração pela vasta paisagem do oeste americano.

David StrathainLinda MayCharlene SwakieBob Wells completam o elenco.

Nomadland estreia em breve nos cinemas nacionais.

‘Halston’: Ewan McGregor se transforma no icônico estilista em vídeo de bastidores incrível; Confira!

Halston, minissérie estrelada por Ewan McGregor, já foi lançada na Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo de bastidores mostrando o processo de transformação do ator no icônico estilista.

Confira:

A série foi criada por Ryan Murphy (‘Pose’, ‘Ratched’).

A obra gira em torno do icônico designer de moda Roy Halston Frowick, desde sua ascensão como um dos maiores nomes da indústria iconográfica até sua queda.

O elenco também inclui Rebecca Davan como Elsa Peretti, Krysta Rodriguez como Liza Minelli, Rory Culkin como Joel Schumacher, David Pittu como Joe Eula, Sullivan Jones como Ed Austin e Gian Franco Rodriguez como Victor Hugo.

‘Just Beyond’: Série de terror cômico do Disney+ ganha novo teaser com cenas inéditas; Confira!

O Disney+ divulgou um novo teaser oficial da série de terror cômico ‘Just Beyond‘, baseada nos escritos do lendário romancista R.L. Stine.

Confira, junto ao trailer completo:

Todos os episódios da primeira temporada serão lançados na plataforma de streaming em 13 de outubro.

A produção é uma adaptação dos quadrinhos criados por R.L. Stine (‘Goosebumps’).

Seth Grahame-Smith (‘Orgulho e Preconceito e Zumbis’) é o showrunner da série.

“O ensino médio parece o pior lugar imaginável, mas para Jess, Josh e Marco, a escola deles pode realmente ser o pior lugar neste mundo… ou de qualquer outro! Depois de um encontro casual com um criatura mortal vagando pelos corredores da escola, esses três alunos desavisados ​​são levados para um reino horripilante além da sala da caldeira da escola, onde eles devem desvendar um mistério aterrorizante. Eles podem salvar as crianças que encontram lá e escapar de si mesmos, ou eles ficarão presos para sempre no Além?”

Mckenna Grace (‘Annabelle 3: De Volta Para Casa’) e Lexi Underwood (‘Pequenos Incêndios Por Toda Parte’) estrelam a produção.

Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’) será responsável pela direção dos dois primeiros episódios da produção.

‘The Girl From Plainville’: Série de crime real com Elle Fanning ganha TENSO trailer oficial; Confira!

O Hulu divulgou o trailer completo de ‘The Girl From Plainville‘, estrelada por Elle Fanning.

Os três primeiros episódios serão lançados no dia 29 de março, com os capítulos seguintes sendo exibidos em caráter semanal.

Confira, junto às imagens promocionais:

The Girl From Plainville — “The Girl From Plainville” is inspired by the true story of Michelle Carter’s controversial “texting-suicide” case. Based on the Esquire article of the same name by Jesse Barron, the limited series explores Carter’s relationship with Conrad Roy III and the events that led to his death and, later, her controversial conviction of involuntary manslaughter. Michelle Carter (Elle Fanning), shown. (Photo by: Steve Dietl/Hulu)

Fanning viverá a jovem acusada de ter incitado o suicídio de seu namorado, Conrad Roy, por meio de sugestivas mensagens de texto.

A trama de ‘The Girl From Plainville‘ é baseada no caso real que chocou os Estados Unidos em 2014, e será baseado na matéria que Jesse Barron publicou na revista Esquire.

 Chloë Sevigny, Cara Buono, Kai Lennox e Norbert Leo Butz completam o elenco.

Crítica | Reboot de ‘Queer as Folk’ impressiona por narrativa pungente e um elenco estelar

Cuidado: spoilers à frente.

A indústria do entretenimento nunca teve representatividade considerável em relação à comunidade LGBTQIA+ e, quando resolvia apostar em personagens que fugissem do padrão cis-heternormativo, normalmente falhavam em capturar a complexidade de tais pessoas, transformando-as em meros escapes secundários ou alívios cômicos que viviam à sombra de um protagonista aceito pela sociedade. Com o passar dos anos, esse cenário de desprezo foi mudando e, ainda que tenhamos um longo caminho pela frente, as coisas começaram a ganhar mais expressividade. E, nos anos 2000, uma importante série foi de suma importância para explorar a cultura queerQueer as Folk.

A produção, tanto norte-americana quanto inglesa, serviu como divisor de águas para essa minoria social que não se sentia dignamente vista nas telas e, mesmo que não contemplasse a diversidade sexual que hoje vemos, serviu como avanço considerável para levar as pessoas a entenderem que a diferença deve ser aplaudida, e não diminuída. Agora, a Peacock resolve se manter na linha de reboots e remakes que vêm dominando o cenário do entretenimento contemporâneo e canaliza esforços para uma versão mais atualizada do clássico show – e garanto para você que o resultado, apesar dos óbvios deslizes, é absolutamente incrível, recheado de reviravoltas e de mensagens que vão para além do espectro político-ideológico, abrindo espaço para que as relações queer e as experiências individuais dialoguem com o que enfrentamos dia após dia.

Cada elemento da produção tem um propósito claro, a começar pela ambientação. O showrunner e produtor Stephen Dunn, que já comentou que teve seu “despertar sexual” ao assistir à obra original de Russell T. Davies, resolve prestar homenagem sem abandonar a clara ideia de que se dispõe nessa nova empreitada. Conhecido pelo elogiado ‘Closet Monster’, Dunn consegue migrar para a tragicomédia LGBTQIA+ com fluidez invejável e demonstra um olho para detalhes irretocável: afinal, a obra é ambientada em Nova Orleans, considerada a cidade mais gay-friendly do sul dos Estados Unidos, e aproveita para consagrar a saudosa Chi Chi DeVayne, que serviu como inspiração para várias das tramas na temporada de estreia. E, enquanto essa ambientação é de importância inegável para o desenrolar da história, são os personagens e seus relacionamentos e desejos que nos fazem acompanhar essa saga do começo ao fim.

Se em 2022 a luta pela igualdade vem ganhando mais voz, é claro que isso seria transportado para o universo de Queer as Folk. Temos, por exemplo, Mingus (Fin Argus), uma pessoa não-binária aspirante à drag queen que está no Ensino Médio e que é arrastada para um chocante evento em sua estreia como performer; Brodie (Devin Way), que abandona a faculdade de Medicina para retornar para casa e tentar descobrir quem é e o que realmente quer para seu futuro; Ruthie (Jesse James Keitel), uma professora de língua inglesa que acabou de ter dois filhos ao lado de Shar (CG), mas não consegue abandonar os traumas de um passado distante e dos múltiplos problemas que enfrentou e continua enfrentando sendo uma mulher trans; Julian (Ryan O’Connell), irmão mais novo de Brodie que tenta se reconectar com ele, mas percebe que a tarefa não é tão simples quanto parece; Noah (Johnny Sibilly), ex-namorado de Brodie que lida com luto, depressão e vício em drogas; e vários outros.

Todos eles, movidos por vontades diferentes e visões de mundo distintas, nutrem de uma linha em comum que mudou suas vidas para sempre: apesar de não estarem no mesmo lugar, a balada mais famosa do local, Babylon, se torna alvo de um atirador que mata várias pessoas e ecoa os contínuos crimes de ódio sofridos pela comunidade queer. A cena em questão, que conclui o episódio piloto, é feita com tanta pungência e necessidade para compreendermos que a realidade não é uma colher de açúcar, que Dunn, aliado a uma equipe talentosíssima, não precisa mostrar o que aconteceu, e sim induzir o espectador a compreender e a premeditar os eventos futuros.

Se a condução de Dunn é exímia, o elenco nos envolve com performances espetacular, oscilando do drama à comédia através de diálogos certeiros e de uma naturalidade assustadora. Afastando-se dos maneirismos novelescos, como encontramos em outras iterações do gênero, a ideia aqui é mostrar que o luto e o trauma não são sentidos da mesma maneira por todo mundo, e sim de formas diferentes que levam as pessoas a buscarem uma válvula de escape no sexo, ou em entorpecentes, ou até mesmo na arte – algo que acontece quando não há mais um prospecto palpável para os dias que virão. Brodie, por exemplo, se volta para a celebração da vida através de festas que irão unir a comunidade, enquanto Ruthie mergulha de cabeça na masturbação compulsória para tentar sentir alguma coisa; Mingus é arremessado para um arco de amadurecimento mandatório que distorce a realidade que vive com força inigualável.

O reboot de Queer as Folk contraria as nossas expectativas ao se apresentar como uma ótima série. Mesmo que não chegue aos pés do original, a produção permite um outro olhar sobre a experiência LGTBQIA+ no mundo em que vivemos – e merece nossa atenção pela condução cautelosa, bela e impressionante de Dunn e de um elenco estelar.

Vale lembrar que a produção chegará, no Brasil, pela STARZPLAY no próximo dia 31 de julho.

‘Olhar Indiscreto’: Série brasileira estilo ‘Janela Indiscreta’ já está disponível na Netflix!

‘Olhar Indiscreto’, série brasileira estilo Janela Indiscreta, já está disponível na Netflix.

Estrelada por Emanuelle AraújoDébora Nascimento, a produção chegou ontem, 01 de janeiro, na plataforma de streaming.

Pegando referências do clássico do suspense Janela Indiscreta, de Alfred Hitchcock, a narrativa é centrada em Miranda (Nascimento), uma jovem hacker que passa o tempo espionando a vizinha Cléo (Araújo), uma prostituta de luxo que mora no prédio da frente.

Quando Cléo pede para que ela cuide de seu cachorro durante uma viagem, a vida de Miranda vira de cabeça para baixo e ela cruza caminho com o homem dos seus sonhos. Mas nada é o que parece ser.

Relembre o trailer:

Nikolas AntunesÂngelo Rodrigues completam o elenco.

Fabrizia PintoLetícia Veiga ficam a encargo da direção, enquanto Marcela Citterio assina o roteiro.

‘Todo Mundo em Pânico’: Clássico filme-paródia com Anna Faris estreia na Paramount+!

O clássico filme-paródia ‘Todo Mundo em Pânico, estrelado por Anna Faris, já está disponível na Paramount+.

A produção foi lançada hoje, 28 de maio, na plataforma de streaming.

Depois do assassinato de uma bela colega de classe, um grupo de adolescentes desorientados descobre que há um assassino entre eles. A heroína Cindy Campbell e a sua turma de amigos tentam se proteger do perigo, mas Gail Hailstorm, uma repórter irritante, simplesmente não os deixa em paz.

Relembre o trailer:

O filme foi dirigido por Keenen Ivory Wayans e ganhou grande popularidade ao satirizar diversos títulos de terror, como ‘A Bruxa de Blair’, ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, e especialmente a franquia ‘Pânico’.

Além de Farris, o elenco também trouxe nomes como Marlon WayansRegina HallShawn WayansJason FriedbergAaron SeltzerPhil BeaumanBuddy Johnson e outros.

Apesar de ter recebido críticas mistas e acumular apenas 53% de aprovação no Rotten Tomatoes, a comédia foi um sucesso de bilheteria.

Orçado em apenas US$19 milhões, ‘Todo Mundo em Pânico‘ arrecadou US$280 milhões pelo mundo, o que garantiu a continuidade da franquia com quatro sequências, lançadas entre 2001 e 2013.

Lollapalooza Brasil 2024 | Paramore, SZA, Rina Sawayama e mais no line-up da próxima edição do evento!

A organização oficial do Lollapalooza Brasil divulgou o line-up completo da próxima edição do evento.

O festival ocorre nos dias 22, 23 e 24 de março de 2024, no Autódromo de Interlagos em São Paulo.

Dentre as principais atrações, teremos blink-182 (que havia sido substituído na edição deste ano e, agora, retorna para os palcos nacionais), ParamoreSZASam SmithRina SawayamaHozierGilbert GilDove CameronTitãsArcade Fire e vários outros.

Confira:

Lembrando que os ingressos do Lollapalooza Brasil 2024 já estão à venda.

INFORMAÇÕES:Dias 22, 23 e 24 de março de 2024Local: Autódromo de Interlagos, Av. Sen. Teotônio Vilela, 261 – Interlagos, São PauloInformações: https://www.lollapaloozabr.com/Siga nas redes: @lollapaloozabrValores:

  • Lolla Pass: a partir de R$ 1275,00
  • Lolla Lounge Pass: a partir de R$ 4.125,00
  • Lolla Comfort Pass: a partir de R$ 2.244,00

‘Superman’: James Gunn responde à recente teoria da CONSPIRAÇÃO envolvendo Henry Cavill

Em seu perfil oficial no Threads, o realizador James Gunn comentou sobre uma recente teoria da conspiração envolvendo a reescalação de Henry Cavill como Superman, que não foi confirmado como o Homem de Aço na próxima aventura do super-herói.

A teoria em questão envolve comentários de Nathan Fillion, que interpretará Guy Gardner/Lanterna Verde no vindouro Superman. Fillion alegadamente declarou que Gunn disse a ele na festa de encerramento das gravações de ‘O Esquadrão Suicida’ que ele daria vida a Guy Gardner no longa-metragem – anos antes da Warner Bros. Studios sequer procurar nomes para remodelar o até então vivo DCEU.

Também foi revelado que isso aconteceu não na festa de encerramento de ‘O Esquadrão Suicida’, e sim na de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’. Gunn, então respondeu a essa teoria dizendo, basicamente, que nada dela faz sentido.

“Não entendo muito bem como isso se encaixa”, ele afirmou. “Além do fato de que eu não tinha interesse em dirigir a DC até que [o co-CEO Peter Safran] decidiu fazer isso comigo para que ele pudesse fazer as coisas executivas e eu pudesse me concentrar na criatividade. Quando fui contratado para escrever Superman, sempre foi planejado e lançado como um nova história do Superman, então por que eu mentiria sobre não planejar isso na estreia do Esquadrão’, que teria resultado na mesma coisa no final do dia? Como essa teoria da conspiração em particular faz sentido?”.

Agendado para julho de 2025, o novo filme do Superman‘ trará David Corenswet (‘Pearl’) no papel titular e marcará o início do DCU.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Wendell Pierce (Perry White), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Anthony Carrigan (Metamorfo), Edi Gathegi (Sr. Fantástico), Isabela Merced (Mulher-Gavião), María Gabriela de Faría (Engenheira), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Skyle Gisondo (Jimmy Olsen), Pruitt Taylor Vince (Jonathan Kent), Neva Howell (Martha Kent), Terece Rosemore (Otis), Sean Gunn (Maxwell Lord) e Milly Alcock (Kara Zor-El/Supergirl)

Confira o novo símbolo do traje do herói, junto com a primeira foto dos bastidores:

“Quando terminei o primeiro rascunho do roteiro, chamei o filme de Superman: Legacy. Quando terminei o rascunho final, ficou claro que o título era SUPERMAN. Chegando até você em julho de 2025. Feliz aniversário, Clark!”, afirmou James Gunn.  

‘Abbott Elementary’ terá crossover com ‘It’s Always Sunny in Philadelphia’ na 4ª temporada

Segundo o Deadline, a série Abbott Elementary terá um crossover com a icônica comédia ‘It’s Always Sunny in Philadelphia’ em sua 4ª temporada.

De acordo com as informações, os astros Rob McElhenneyDanny DeVitoCharlie Day irão aparecer em um episódio do próximo ciclo.

O elenco de Abbott Elementary, inclusive, tem comentado sobre o crossover em questão por meses. A criadora e protagonista Quinta Brunson havia falado sobre o evento durante a San Diego Comic-Con em julho deste ano, afirmando que ele iria “mudar a televisão como a conhecemos”.

Lembrando que o próximo ciclo estreia em 09 de outubro.

season 4 poster is out v0 2i4v5ykb10od1

A trama segue um grupo de professores dedicados e apaixonados – e um diretor ligeiramente surdo –, reunidos em uma escola pública da Filadélfia onde, apesar de se verem contra as probabilidades, estão determinados a ajudar seus alunos a obter sucesso na vida. Embora essas incríveis pessoas estejam em menor número e sem recursos, elas amam o que fazem, lutando contra um sistema que muitas das vezes atrapalha mais que ajuda.

Vale lembrar que, no Brasil, as três primeiras temporadas estão disponíveis no serviço de streaming do Disney+.

A série foi criada por Quinta Brunson.

Brunson, Tyler James WilliamsJanelle JamesLisa Ann WalterChris PerfettiSheryl Lee RalphWilliam Stanford Davis estrelam.

Millie Bobby Brown e Chris Pratt nos levam para conhecer o set de ‘The Electric State’, novo sci-fi da Netflix

A Netflix divulgou um vídeo inédito de ‘The Electric State‘, sci-fi comandado pelos irmãos Anthony e Joe Russo (‘Vingadores: Ultimato’).

No material, os astros Millie Bobby Brown Chris Pratt nos levam para uma visita ao set de gravações do longa-metragem.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada na pplataforma de streaming no dia 14 de março.

Millie Bobby Brown (‘Stranger Things’), Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’) e Ke Huy Quan (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’) estrelam a produção.

A trama é ambientada em um futuro alternativo onde humanos e robôs vivem juntos em harmonia relativa – e uma jovem adolescente (Brown) percebe que seu novo amigo robô, na verdade, foi mandado até ela por seu irmão desaparecido. Os dois, então, partem em uma missão para encontrá-lo, descobrindo uma gigantesca conspiração no caminho.

O elenco também é formado por Stanley Tucci, Jason Alexander, Brian Cox, Jenny Slate, Giancarlo Esposito, Anthony Mackie e Billy Bob Thornton.

Christopher MarkusStephen McFeely (‘Vingadores: Ultimato’) assinam o roteiro.

Alison Brie fará estreia na direção com filme de TERROR feminino

Após inúmeros trabalhos como atriz, Alison Brie está se preparando para ficar atrás das câmeras em seu próximo projeto (via Deadline).

A duas vezes indicada ao Globo de Ouro revelou recentemente que fará sua estreia diretorial com uma história de terror que coescreveu com Alice Stanley Jr. (‘Busy Tonight’), descrito como “feminino” e com “uma energia muito divertida”.

“Enquanto escrevíamos, senti como se estivesse escrevendo para dirigir”, disse ela à revista Marie Claire. “Eu conseguia visualizar cada cena na minha cabeça”.

Brie acrescentou: “acho que as mulheres carregam muitas dúvidas sobre si mesmas e temos o desejo de fazer tudo perfeito antes de tentar algo, ou de aprender tudo o que podemos aprender. Você quer realmente verificar os requisitos e pensar: estou preparada para isso? E chega um ponto em que você precisa simplesmente dar o salto e acreditar em si mesma”.

Infelizmente, qualquer detalhe sobre o projeto não foi revelado.

Vale lembrar que o projeto mais recente de Brie veio ao lado de seu marido Dave Franco na forma do terror corporal Juntos, que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 14 de agosto.

Na trama, com uma mudança para o campo já testando os limites do relacionamento de um casal, um encontro sobrenatural inicia uma transformação extrema de seu amor, de suas vidas e de sua carne.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Conheça Egg no novo vídeo promocional de ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’, spin-off de ‘Game of Thrones’

A HBO divulgou um vídeo inédito de ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos‘ (A Knight Of The Seven Kingdoms), nova série derivada de ‘Game of Thrones‘.

O material nos leva aos bastidores da épica e ambiciosa produção, que é inspirada no romance ‘Dunk & Egg’, de George R.R. Martin, nos apresentando ao Príncipe Aegon Targaryen, também conhecido como Egg (Dexter Sol Ansell), uma criança que se torna escudeiro de Ser Duncan/Dunk (Peter Claffley).

A produção será lançada oficialmente no dia 18 janeiro na emissora e no catálogo da HBO Max.

Confira:

Na trama, um século antes dos eventos da série original, dois heróis improváveis percorreram Westeros… um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto, e seu diminuto escudeiro, Egg. Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.

Vale lembrar que ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ já está renovada para a 2ª temporada!

Edward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) fazem parte da série pré-sequência.

Dexter Sol AnsellFinn BennettBertie CarvelTanzyn CrawfordDaniel IngsSam Spruell também integram o elenco.

Sarah Adina SmithOwen Harris dirigem os seis episódios da atração.

Diretor de ‘Supergirl’ revela se Kara sabe da EXISTÊNCIA do Batman: “Acho que ela não se importa”

Faltando poucos dias para a grande estreia nos cinemas, as expectativas em torno do novo filme da Supergirl continuam a crescer – e detalhes sobre a produção estão ganhando mais espaço nas redes sociais.

Em uma recente entrevista ao jornalista Jake Hamilton, o diretor Craig Gillespie foi questionado sobre um interessante ponto envolvendo a super-heroína e o próprio DCU: será que Kara, a esse ponto, já tem ciência de quem é Batman, o Cavaleiro das Trevas?

“Sabe, ela está tão inserida no próprio espaço, fugindo de tudo… Na minha opinião, [ela] provavelmente já ouviu falar do Batman, mas acho que ela não se importa”, ele disse.

Participando da mesma entrevista, Milly Alcock, que interpreta a personagem titular, concordou com o diretor: “eu também acho que ela não dá a mínima”.

Confira:

‘Supergirl’: Diretor rasga elogios a Jason Momoa como Lobo: “Não consigo imaginar outra pessoa”

Supergirl’ estreia no dia 25 de junho de 2026 nos cinemas.

Segundo projeções, o filme deve arrecadar US$55 milhões em sua estreia em 26 de junho (via Deadline).

O conhecimento espontâneo — categoria de pesquisa em que os institutos de pesquisa citam o conhecimento sobre um filme sem que haja qualquer incentivo — está bastante equilibrado entre homens e mulheres com menos e mais de 25 anos. No geral, essa categoria é maior do que o de ‘O Mandaloriano e Grogu’ (US$ 81,6 milhões na estreia nos EUA), Thunderbolts*’ (US$ 74,3 milhões na estreia nos EUA) e Shazam!’ (US$ 53,5 milhões). Vale comentar que as projeções ainda não contabilizaram totalmente as pré-vendas.

Estrelado por Alcock, o filme mostra o que acontece quando um adversário tão inesperado quanto implacável parece muito próximo de ganhar uma perigosa batalha, e a Kara Zor-El, também conhecida como Supergirl, não sem muita relutância, faz uma parceria improvável em uma épica jornada interestelar de vingança e justiça.

O filme terá 1 hora e 50 minutos de duração, já incluindo os créditos finais.

Para efeito de comparação, a produção será mais curta que ‘Superman’, responsável por abrir as portas do novo universo compartilhado da DC, com 2 horas e 9 minutos de duração.

Estrelando Alcock no papel da “Mulher do Amanhã”, o filme promete uma abordagem distinta e ambiciosa para uma das personagens mais poderosas da editora, servindo como uma peça fundamental para a expansão da cronologia liderada por James Gunn.

A direção fica por conta de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’. O roteiro é assinado por Ana Nogueira.

O elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

‘Mestres do Universo’, ‘Toy Story 5’, ‘Dia D’, ‘Supergirl’ e os Filmes Mais ESPERADOS de Junho 2026 nos CINEMAS

‘Rambo – Até o Fim’ será para maiores de idade por ‘extrema violência’

Faltando menos de um mês para a estreia de ‘Rambo – Até o Fim‘, o filme ganhou classificação para maiores de 18 anos por conta de sua extrema violência e linguagem imprópria.

A informação é do Exhibitor Relations. 

Rambo – Até o Fim‘ estreia em 19 de setembro nos cinemas nacionais.

Confira as imagens:

Adrian Grunberg assume a direção do filme, que terá roteiro escrito por Matt Cirulnick e Stallone.

O tempo passou para Rambo, que agora vive recluso em um rancho na fronteira entre os Estados Unidos e o México. Sua vida marcada por lutas violentas ficou para trás, mas deixou marcas irreparáveis. No entanto, quando uma jovem amiga da família é sequestrada, Rambo precisará confrontar seu passado e reviver suas habilidades de combate para enfrentar um dos mais perigosos cartéis mexicanos. A busca logo se transforma em uma violenta caçada por justiça, onde nenhum criminoso será perdoado.

O elenco ainda inclui Paz VegaSergio Peris-Mecheta, Adriana Barraza, Joaquin Cosio, Óscar Jaenada Yvette Monreal.

‘Vingadores: Ultimato’: Roteirista de ‘X-Men Dias de um Futuro Esquecido’ compara a viagem no tempo entre os filmes

Antes de Anthony e Joe Russo apostarem na viagem no tempo em ‘Vingadores: Ultimato’ (2019), o roteirista Simon Kinberg havia trazido a ideia para ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido’ (2014).

Durante uma entrevista para o IGN, Kinberg foi questionado se a Marvel teria se inspirado no filme dos ‘X-Men‘ para criar a trama de ‘Ultimato’.

Em resposta, o roteirista disse:

“Eu acredito que o clima dos filmes do MCU é muito mais leve do que o dos ‘X-Men‘. Usamos o recurso de viagem no tempo de forma mais séria, beirando o tom melodramático, mas a franquia sempre foi assim. No MCU, a viagem no tempo teve um toque de seriedade e drama, mas ainda teve momentos cômicos e humorados. Acho que cada produção usou o recurso de forma que refletisse o clima que foi criado anteriormente. Não acho que ‘Dias de um Futuro Esquecido‘ inspirou ‘Vingadores Ultimato‘.”

Apesar dos dois filmes trazerem semelhanças nesses aspecto, vale lembrar que o Wolverine (Hugh Jackaman) não viajou no tempo propriamente, ele teve apenas sua consciência projetada em seu corpo do passado.

Em ‘Vingadores: Ultimato‘, os heróis criam uma máquina do tempo e conseguem revisitar diversos momentos do passado e ainda se encontram com suas versões mais jovens, como fez o Capitão América (Chris Evans).

Lançado em 2019, o filme dos irmãos Russo tornou-se a maior bilheteria de todos os tempos (US$ 2,8 bilhões), superando ‘Avatar‘ (US$ 2,79 bilhões) após um reinado de quase 10 anos.

Assista nossa crítica:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Fear the Walking Dead’: June e John Dorie ganham destaque em cartazes animados da 6ª temporada; Confira!

A 2ª metade da 6ª temporada de Fear The Walking Dead‘ estreia em 11 de abril, e a AMC divulgou dois cartazes animados apresentando os recém-casados ​​June (Jenna Elfman) e John Dorie (Garret Dillahunt).

Confira, junto com o trailer:

Vale lembrar que três novos atores se juntarão ao elenco nos próximos episódios: John Glover (‘The Good Wife’), Nick Stahl (‘Sin City’) e Keith Carradine (‘Fargo’).

Fear the Walking Dead‘ já está renovada para a 7ª temporada.

Derivada de ‘The Walking Dead‘, a série segue um grupo de sobreviventes improvável em um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis. Depois de enfrentar diversos obstáculos e inimigos, o grupo decide se unir para ajudar outros sobreviventes que possam estar precisando de ajuda.

‘As Marvels’: Park Seo-joon já encerrou suas gravações na sequência

De acordo com o o allkpop (via The Direct), o ator sul-coreano Park Seo-joon (‘Parasita’) já encerrou suas gravações em ‘As Marvels‘, sequência de ‘Capitã Marvel‘.

Foi dito que Seo-joon passou dois meses no Reino Unido gravando cenas em uma ‘misteriosa produção’, mas rumores já haviam apontado que ele foi escalado para o elenco em junho.

Além disso, já havia sido divulgado que a sequência está em desenvolvimento no Reino Unido desde setembro.

Através de um comunicado, a agência de talentos que representa Seo-joon ainda disse que os detalhes sobre seu personagem deve ser divulgados em breve.

“Agradecemos aos fãs de Park Seo- joon por apoiarem seu novo desafio. Sabemos que muitas pessoas estão curiosas sobre o nome do seu próximo trabalho, o nome personagem, bem como o local e o período de filmagens, mas os detalhes serão anunciados em breve. Por favor, torçam por Park Seo-joon, para que ele possa voltar para casa em segurança.”

Lembrando que ‘As Marvels‘ chegará aos cinemas em 17 de fevereiro de 2023.

Anteriormente, a diretora Nia DaCosta conversou com a Variety sobre sua abordagem para o aguardado filme.

“Posso falar que é uma [produção] bastante diferente. Mas estou obcecada sobre como todos nós lidamos com nossa dor e nosso trauma, e há algo disso na história”, ela falou.

Em outra entrevista, dessa vez ao Entertainment Weekly, ela exaltou o fato de ter liberdade o suficiente para fornecer sua própria visão à história.

“É incrível. É muito mais liberdade do que tive em qualquer outro projeto. É ótimo, porque somos todos grandes nerds de quadrinhos que querem fazer um grande filme de quadrinhos”.

“É muito menos traumatizante, com certeza. Mas esse filme também lida com coisas pessoais, específicas, às vezes tristes. Mas não, tem sido incrível trabalhar em um mundo diferente, com certeza”.

Brie Larson retorna como a Capitã Marvel/Carol Danvers. O elenco também conta com Iman Vellani (‘Ms. Marvel’) e Teyonah Parris (‘WandaVision’).

Megan McDonnell assina o roteiro.

Fique ligado para mais informações!

Kevin Feige apoia Ryan Gosling como ‘Motoqueiro Fantasma’ no MCU

Há alguns dias, surgiram rumores de que Ryan Gosling (‘Blade Runner 2049’) estaria negociando um papel com a Marvel Studios, mas o astro foi rápido ao negar a informação.

Mesmo assim, ele disse que adoraria interpretar o ‘Motoqueiro Fantasma se fosse convidado para o MCU.

Em 2007 e 2012, o personagem já foi vivido por Nicolas Cage, mas ambos os filmes foram massacrados pela crítica, acumulando apenas 26% e 18% de aprovação, respectivamente.

No entanto, ele certamente faria sucesso ao lado de outros personagens no MCU.

E, se depender de Kevin Feige, a ideia pode ganhar força.

Durante sua participação na San Diego Comic-Con, o diretor criativo da Marvel conversou com a MTV e demonstrou total apoio ao desejo de Gosling.

Quando o repórter mencionou a declaração do astro, Feige disse o seguinte:

“Se Ryan quer ser o Motoqueiro Fantasma… Bom, Ryan é incrível. Eu adoraria encontrar um lugar para ele no MCU. Ele se veste como Ken em Venice Beach e atrai mais mídia do que qualquer grande filme que está sendo lançado.”

Confira:

Além de Feige, os fãs também estão bastante animados com a possibilidade.

Através do Instagram, o designer Clements.Ink até criou uma arte conceitual incrível do ator como o icônico anti-herói da Marvel.

Confira:

Enquanto o sonho não vira realidade, vale lembrar que o mais novo trabalho de Gosling é ‘Agente Oculto‘, suspense de espionagem que também conta com Chris Evans (‘Vingadores: Ultimato’) e Ana De Armas (‘Entre Facas e Segredos’).

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Ryan Gosling é o agente da CIA Court Gentry, também conhecido como Agente Oculto e Sierra Six, e Chris Evans é seu adversário psicopata Lloyd Hansen neste thriller.

Arrancado de uma penitenciária federal e recrutado por Donald Fitzroy (Billy Bob Thornton), Gentry já foi um mercenário altamente qualificado e sancionado pela Agência. Mas agora a situação virou e ele é o alvo, caçado em todo o mundo por Hansen, um ex-membro da CIA que não vai parar por nada até derrubá-lo. A seu favor, Six conta com a ajuda da agente Dani Miranda (Ana de Armas). Ele vai precisar.

Orçado em US$ 200 milhões, o projeto mais caro da plataforma é baseado na série de livros The Gray Man‘, do autor Mark Greaney

A superprodução é dirigida por Anthony e Joe Russo (‘Vingadores: Ultimato’) e marca o reencontro dos cineastas com Evans.

O elenco também conta com Regé-Jean Page (‘Bridgerton’), Billy Bob Thornton (‘Rápida Vingança’), Wagner Moura (‘Tropa de Elite’) e Alfre Woodard (‘Luke Cage’).

Segundo Anthony, o filme terá o mesmo tom sombrio de ‘Capitão América: O Soldado Invernal’.

Christopher MarkusStephen McFeely (também de ‘Vingadores: Ultimato’) ajudaram a “polir” o roteiro assinado por Joe Russo.

Dhanush, Julia Butters, Eme Ikwuakor e Scott Haze também estrelam.

Bruna Marquezine assina contrato com renomada agência de talentos norte-americana

De acordo com o Deadline, Bruna Marquezine (‘Deus Salve o Rei’) está firmando seus passos em Hollywood e assinou contrato com a United Talent Agency, uma renomada agência de talentos norte-americana.

Entre os artistas representados pela UTA, estão Gisele Bündchen (‘Taxi’), Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), Elizabeth Banks (‘Modern Family’) e Harrison Ford (‘Indiana Jones’, ‘Star Wars’).

A agência anunciou hoje a contratação de Marquezine, que está no elenco do vindouro ‘Besouro Azul’, o primeiro filme live-action da DC a dar espaço de destaque a um super-herói latino.

Na trama, ela dará vida à Jenny Kord, par romântico do protagonista Jaime Reyes (Xolo Maridueña), marcando sua estreia em Hollywood.

Antes disso, ela já atuou como protagonista na série original da NetflixMaldivas‘ e também atuou em mais de 17 novelas, além de seis minisséries, incluindo ‘Nada Será Como Antes’, ‘Mulheres Apaixonadas’ e ‘I Love Paraisópolis‘.

Lembrando que ‘Besouro Azul‘ chega aos cinemas em agosto deste ano.

Confira o trailer:

“O recém-formado Jaime Reyes (Xolo Maridueña) volta para casa cheio de aspirações para o futuro, apenas para descobrir que o lar não está exatamente como ele o deixou. Enquanto procura encontrar seu propósito no mundo, o destino intervém quando Jaime inesperadamente se encontra em posse de uma antiga relíquia de biotecnologia alienígena: o Escaravelho. Quando o artefato escolhe Jaime como hospedeiro simbiótico, o jovem recebe uma incrível armadura que contém poderes extraordinários e imprevisíveis, mudando para sempre seu destino e fazendo dele o super-herói conhecido como Besouro Azul.”

Susan Sarandon substituiu Sharon Stone na interpretação da vilã Victoria Kord. A personagem em questão foi criada especialmente para o filme e não existe nas HQs.

Raoul Max Trujillo (‘Mayans MC’) viverá o outro vilão, Conrad Carapax, o Homem Indestrutível. Ele era um arqueólogo rival de Daniel Garrett, o primeiro Besouro Azul.

Belissa Escobedo, Harvey Guillén e Raoul Max Trujillo estão confirmados no elenco principal.

Angel Manuel Soto (Charm City Kings) dirige, com o roteiro assinado por Gareth Dunnet-Alcocer (Miss Bala).

‘O Mundo Depois de Nós’ se torna o 8º filme mais assistido da HISTÓRIA da Netflix; Confira o TOP 10!

Estrelado por Julia Roberts, Ethan Hawke e Mahershala Ali, ‘O Mundo Depois de Nós‘ foi um dos filmes mais comentados do fim do ano passado.

Recebendo comentários positivos e negativos por conta de sua trama um tanto confusa, o longa dirigido por Sam Esmail (‘Mr. Robot’) entrou para o TOP 10 dos mais assistidos de todos os tempos na Netflix.

Ocupando a 8ª posição, adaptação do livro homônimo de Rumaan Alam acumulou 322.6 milhões de horas visualizadas e 136.3 milhões visualizações com duração de pelo menos 2 horas e 22 minutos.

A trama de ‘O Mundo Depois de Nós‘ segue um casal enquanto eles vão até um canto isolado de uma ilha para passar férias com seus filhos adolescentes. Quando os donos da casa alugada retornam em pânico, alegando que um apagão aconteceu na cidade, o casal não tem certeza sobre o que acreditar. Sem sinal de internet ou telefone, as duas famílias são forçadas a viverem em uma situação tensa.

Confira o TOP 10:

1. ‘Alerta Vermelho’ (2021)
Visualizações: 230,9 milhões

2. ‘Não Olhe Para Cima’ (2021)
Visualizações: 171,4 milhões

3. ‘O Projeto Adam’ (2022)
Visualizações: 157,6 milhões

4. ‘Bird Box’ (2018)
Visualizações: 157,4 milhões

5. ‘Agente Oculto’ (2022)
Visualizações: 139,3 milhões

6. ‘Pequenos Grandes Heróis’ (2020)
Visualizações: 137,3 milhões

7. ‘A Mãe’ ( 2023)
Visualizações: 136,4 milhões

8. ‘O Mundo Depois de Nós’ (2023)
Visualizações: 136,3 milhões

9. ‘Glass Onion’ ( 2022)
Visualizações: 136,3 milhões

10. ‘Resgate’ (2020)
Visualizações: 135,7 milhões

 

Confira nosso vídeo falando sobre o final e Relembre o trailer:

Dirigido por Sam Esmail (‘Mr. Robot’), o longa é baseado no livro homônimo assinado por Rumaan Alam.

Myha’la Herrold (‘Morte Morte Morte’) e Kevin Bacon (‘X-Men: Primeira Classe’) também estrelam a produção.

Disney quer novos filmes da franquia ‘Star Wars’ nos CINEMAS…

Já se passaram mais de três anos desde que o último filme da saga ‘Star Wars‘ estreou nos cinemas, e desde então a franquia vem se sustentando com as séries e animações para o Disney+.

Por mais que a Saga Skywalker tenha se encerrado em 2019 com ‘A Ascensão Skywalker‘, a Lucasfilm não descartou a ideia de novos spin-offs dentro do universo e já foram anunciados filmes com a direção de Taika Waititi e até mesmo de Patty Jenkins, este no entanto foi adiado indefinidamente em 2021.

Agora, o The Hollywood Reporter afirma que “a Disney intensificou seus esforços para devolver a franquia aos cinemas.”

Damon Lindelof liderou uma sala de roteiristas em julho [de 2022] para elaborar uma história para um longa-metragem, e Taika Waititi ainda está desenvolvendo sua própria visão para a franquia. Espera-se que a Disney revele os planos dos próximos filmes na Star Wars Celebration, marcada para abril em Londres.”, aponta a revista.

Lembrando que o último longa-metragem da saga intergaláctica foi Star Wars: A Ascensão Skywalker, lançado em 2019. Apesar das críticas mistas, o filme arrecadou mais de US$1,07 bilhão mundialmente e conquistou três indicações ao Oscar – Melhor Trilha Sonora OriginalMelhor Efeitos VisuaisMelhor Edição de Som).

Relembre o trailer:

Com o retorno do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), todos voltam a temer seu poder. Assim, a Resistência toma a frente da batalha que ditará os rumos da galáxia. Treinando para ser uma completa Jedi, Rey (Daisy Ridley) ainda se encontra em conflito com seu passado e futuro, mas teme pelas respostas que pode conseguir a partir de sua complexa ligação com Kylo Ren (Adam Driver), que também se encontra em conflito pela Força.

‘O Troll da Montanha’ vai ganhar SEQUÊNCIA na Netflix

A Netflix está avançando com a produção de uma sequência de ‘O Troll da Montanha‘, de acordo com informações da Variety. Roar Uthaug retornará como diretor, enquanto Espen Aukan está de volta como roteirista para o projeto.

O primeiro filme, uma produção da Noruega, surpreendeu ao se tornar um sucesso estrondoso na Netflix. Ele conquistou o título de filme em língua não-inglesa mais assistido na história do serviço de streaming.

Nas profundezas da montanha de Dovre, uma criatura gigantesca desperta após mil anos. Destruindo tudo pelo seu caminho, ela segue em direção à capital da Noruega. Como deter algo que, até então, existia apenas no folclore?

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Roar Uthaug (‘Tomb Raider: A Origem’) é responsável pela direção.

O elenco conta com Ine Marie Wilmann, Mads Sjøgård Pettersen, Gard B. Eidsvold e Pål Richard Lunderby.