De acordo com o EW, Jared Leto (‘Morbius’) entrou para o elenco da nova adaptação de ‘Mansão Mal-Assombrada‘, que é baseada na clássica atração do parque temático da Disney.
O ator interpretará o Fantasma da Cartola na nova versão.
Além disso, o site também confirmou Jamie Lee Curtis como a Madame Leota.
O longa será lançado nos cinemas no dia 10 de março de 2023.
Justin Simien, aclamado diretor e roteirista da série ‘Cara Gente Branca‘, ficará responsável pela direção. A história será totalmente diferente da versão anterior.
Lançada em 1969 e ainda extremamente popular, a atração leva os visitantes em uma mansão sinistra com uma grande variedade de sustos sobrenaturais. Dentre seus personagens mais populares, inclui-se Hatbox Ghost, Madame Leota, The Phantom e os Hitchhiking Ghosts.
Em 2003, um longa baseado na atração, estrelado por Eddie Murphy, Terence Stamp e Marsha Thomason, foi lançado, mas falhou em cumprir as expectativas dos estúdios. O filme arrecadou apenas US$182 milhões nas bilheterias, a partir de um orçamento de US$90 milhões, além de ter sido um fracasso de crítica (amargando 14% de aprovação no Rotten Tomatoes).
O longa será lançado na plataforma no dia 28 de junho.
Daina Reid (‘The Handmaid’s Tale’) é responsável pela direção.
A trama segue Sarah, uma médica de fertilidade, que acredita fortemente na vida e na morte. Porém, quando sua filha começa a se comportar de forma estranha, ela deve questionar seus valores e enfrentar um fantasma do passado.
Com 33 críticas publicadas até o momento, a comédia ‘Ricky Stanicky‘, estrelada por Zac Efron e John Cena, dividiu a opinião dos críticos com apenas 45% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Apesar da sólida performance de Cena como o personagem titular, o consenso geral critica o humor da produção e aponta a queda de qualidade na segunda metade da narrativa.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Boa parte do humor de ‘Ricky Stanicky’ se apoia em piadas imaturas sobre masturbação.” (RogerEbert.com)
“‘Ricky Stanicky’ pode ser imaginário e falha em explorar completamente o seu potencial, mas é um papel que combinou perfeitamente com o John Cena.” (CNN)
“Zac Efron está preso em outro roteiro ruim nesta comédia – que é uma triste demonstração do que outrora poderia ter sido considerado transgressivo, mas agora só parece cansativo.” (Hollywood Reporter)
“Sinto que a maior parte do público irá perder a paciência com as maquinações cansativas da segunda parte do filme, quando Ricky Stanicky troca seu charme por uma comédia clichê de baixo nível.” (IndieWire)
“O problema com essa comédia dirigida por Peter Farrelly, que pode ser considerado um elogio ao seu caráter, é que ele é muito gentil para comandar este tipo de humor.” (AV Club)
“Apesar do desfecho tumultuado, a performance de John Cena é uma revelação – ele é muito talentoso, tanto como ator quanto como comediante.” (San Jose Mercury News)
“Você quase consegue ouvir as risadas de uma versão mais engraçada e profunda do roteiro de ‘Ricky Stanicky’ do que no filme que nós assistimos. Nem mesmo os esforços de John Cena conseguem justificar essa tentativa mal sucedida de comédia.” (We Got This Covered)
O longa já está disponível no catálogo brasileiro do Prime Video.
Na infância, três amigos fazem uma brincadeira que deu errado e, para se livrarem da culpa, criam o nome de outra pessoa para assumir a culpa: Ricky Stanicky (Cena). Após 20 anos de mentira, eles se vêm obrigado a contratar um ator para se passar por Ricky até que as coisas saem de controle!
O Disney+ anunciou que ‘Skeleton Crew‘, nova série derivada do popular universo de ‘Star Wars‘, teve sua estreia antecipada em um dia.
Agora, os dois primeiros episódios serão lançados no serviço de streaming no dia 2 de dezembro. O capítulos seguintes chegarão à plataforma toda terça-feira, em caráter semanal.
Na trama, quatro crianças que fazem uma descoberta misteriosa em seu planeta natal aparentemente seguro, então se perdem em uma galáxia estranha e perigosa. Para encontrar o caminho de casa — cheio de aliados e inimigos improváveis —, eles terão que embarcar em uma aventura maior do que eles jamais imaginaram.
Apesar da premissa aparentemente destinada ao público infantil, o co-criador Chris Ford disse à Entertainment Weekly que a série vai agradar a todas as idades.
“O tom de ‘Skeleton Crew‘ é uma aventura. Queríamos que fosse algo muito divertido. Mas é claro que, junto com a aventura, vem o lado sombrio, que é o perigo. E quando as crianças estão em perigo, torna-se uma trama mais pesada e carregada. Então, brincamos com isso, mas no geral queríamos que fosse apenas uma aventura divertida.”
“‘Skeleton Crew‘ é para todas as idades. Quando contamos a Kathy Kennedy que queríamos usar aquele tom dos filmes da Amblin (‘Os Gonnies’, ‘E.T. – O Extraterrestre‘), que ela aperfeiçoou ao longo dos anos junto com Steven Spielberg, ela disse é que eles nunca pensaram nesses filmes como algo infantil. Acontece que são sobre crianças, crianças em aventuras bem maduras e reflexivas. Então ‘Skeleton Crew’ é para todos, não importa a idade.”
Durante uma entrevista para o portal, o produtor Jon Favreau confirmou que ‘Skeleton Crew’ também será ambientada no mesmo período de ‘O Mandaloriano’, ‘Ahsoka’ e ‘O Livro de Boba Fett’.
“Todos os programas em que trabalhamos – ‘O Mandaloriano’, ‘Ahsoka’, ‘O Livro de Boba Fett’ e agora ‘Skeleton Crew‘ – todas elas existem no mesmo período. Todas elas são ambientadas após os eventos de ‘O Retorno de Jedi‘. Então, entre o ‘Episódio VI’ e o Episódio VII’, há 30 anos de histórias que ainda não foram exploradas, pelo menos na tela.”
Ele continuou, sugerindo uma possível encontro dos personagens de ‘Skeleton Crew‘ com o restante dos protagonistas.
“Há muito espaço para contarmos histórias, e há muitos personagens em jogo porque sabemos ‘quem’ está por perto durante esse período de tempo, então todos podem se conectar uma hora ou outra.”
Em entrevista ao Collider, o diretor Damien Leone revelou sobre o que podemos esperar do quarto (e alegadamente último) capítulo da franquia ‘Terrifier‘.
O cineasta prometeu que o novo filme irá se aprofundar na história de origem do psicótico palhaço Art. No entanto, ele confirmou que não irá explicar toda a mitologia do antagonista, pois não quer perder o mistério que envolve o personagem.
“Eu adoro o mistério. Essa é a parte mais importante, porque os espectadores estão muito curiosos para saber o mistério por trás [do Art]. Acho que as pessoas não percebem que é o mistério que faz o personagem funcionar tão bem. Se revelarmos muito, perderemos esse elemento. Não devemos ver como a magia é feita, é quase sempre decepcionante. Acredito que há um jeito de explicar a origem dele sem perder esse mistério. É arriscado, mas acredito que a maior parte dos espectadores irá ficar satisfeita. Vocês terão muitas respostas.”
Anteriormente, ele havia confirmado que a explicação por trás da origem do antagonista será explicada logo no início do próximo capítulo da saga: “Sei que essa palavra é usada com frequência, mas ‘Terrifier 4’ será épico. Não irá decepcionar. O público irá descobrir a história de origem do Art nos primeiros 15 minutos do filme.“
Sucesso nos cinemas, o terceiro filme da franquia arrecadou quase US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de apenas US$ 2 milhões. O terror também foi bem-recebido pelos críticos, conquistando 78% de aprovação no Rotten Tomatoes.
» O roteiro foi assinado por Ana Lily Amirpour, Sasha Penn, Mark Bianculli e Melanie Toast;
» Vale lembrar que, anteriormente, o projeto estava sendo desenvolvido como uma “sequência-legado”, contando com o retorno de Sylvester Stallone como o escalador Gabe Walker;
» Sucesso nos cinemas, o longa original, dirigido por Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’), arrecadou US$ 255 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 70 milhões;
A terceira temporada de ‘Demolidor’ ainda não tem uma data definida, mas é bem provável que ela chegue à plataforma da Netflix em fevereiro de 2018.
A especulação se dá pelo timing da publicação da próxima edição dos quadrinhos Demolidor Omnibus, que chegam às bancas em 20 de fevereiro, com a edição seguinte chegando no mesmo dia, só que no mês de março.
Segundo o site de notícias Cinema Blend, a Marvel estaria buscando aliar os lançamentos dos quadrinhos com a série de TV, considerando que a procura por coisas relacionadas ao herói estariam em alta, contribuindo para as vendas da publicação.
Nenhuma confirmação foi feita por parte da Netflix quanto a esta expectativa.
A Lucasfilm liberou uma cena inédita de ‘Han Solo: Uma História Star Wars’, que traz o protagonista e seu parceiro, Chewbacca, pilotando a Millennium Falcon, que está sob ataque.
Assista:
O filme deve se aproveitar do feriado de Memorial Day e arrecadar cerca US$ 170 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos em seu fim de semana de estreia, de acordo com novas projeções do Deadline.
O site ainda menciona ainda que o longa registrou uma taxa de 28 pontos de interesse entre um público selecionado, pouco mais que ‘Rogue One’, que registrou23 pontos.
‘Han Solo – Uma História Star Wars‘ terá sua première no Festival de Cannes, informou o Deadline.
O festival acontece de 8 a 19 de maio, e o filme será exibido no dia 15.
A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.
“Embarque na Millennium Falcon e viaje para uma galáxia muito, muito distante em ‘Solo: Uma História Star Wars’, a nova aventura com o sacana mais adorado da galáxia. Ao longo de uma série de aventuras ousadas nas profundezas do perigoso e sombrio submundo do crime, Han Solo conhece seu futuro copiloto Chewbacca e encontra o notório Lando Calrissian, numa jornada que definirá os rumos de um dos heróis mais improváveis da saga Star Wars“.
O intérprete do heróis ‘Shazam!‘, Zachary Levi, compartilhou um divertido cartaz feito pelo artista BossLogic.
O material mostra a partir da perspectiva de visão do herói, que sobrevoa o céu, tentando aprender a voar. O ângulo ainda traz uma “colinha” na palma da mão do jovem personagem, com dicas rápidas sobre como conseguir tal feito.
O material ficou realmente bom e poderia muito bem ter sido uma ideia oficial da DC.
Uma publicação compartilhada por Zachary Levi (@zacharylevi) em
Os críticos estão elogiando a dinâmica do personagem de Asher Angel e Zachary Levi, o jovem Billy Batson que se transforma em Shazam dizendo a palavra mágica, com seu novo amigo Freddie Freeman, interpretado porJack Dylan Grazer.
O consenso geral é que o filme usa o humor e o coração para encantar o público e se diferenciar dos outros filmes do DCEU.
“#Shazam é grandioso, engraçado, adorável e diferente de tudo que a DC fez antes. Definitivamente na veia de Quero ser Grande, com Tom Hanks, mas com ação de super-herói e muitas referências a Batman e Superman. Eu esperei tanto este filme que eu queria dar-lhe um abraço de urso no final. Os filmes da DCS continuam melhorando.”, ERIK DAVIS do FANDANGO.
#Shazam is big, goofy, lovable, and unlike anything DC has done before. Definitely in the vein of Tom Hanks’ BIG, but with superhero action & lots of Batman and Superman references. I dug this film so much I wanted to give it a bear hug at the end. DC’s movies keep getting better pic.twitter.com/WQJgo61gMg
“#Shazam é uma delícia absoluta! Super vibrante, toneladas de coração e uma vibe grande de diversão amorosa. O elemento familiar é um grande encantador e o humor é encantador. Zachary Levi explora seus novos poderes. Jack Dylan Grazer é uma estrela.”, PERRI NEMIROFF do COLLIDER.
#Shazam is an absolute delight! Super vibrant, tons of heart & a great fun-loving vibe. The family element is a big charmer & so is the humor that comes with watching @ZacharyLevi explore his new powers. Said this after IT but it’s worth repeating – @Jgrazerofficial is a star.
“Zachary Levi nasceu para interpretar #Shazam. Ele oferece muitas risadas ao lado de sua co-estrela, Jack Dylan Grazer. O filme traz algumas grandes surpresas para os fãs dos quadrinhos e oferece apelo mainstream suficiente para conquistar novos fãs. Os pontos fortes de Shazam compensam definitivamente suas fraquezas.” JIM VEJVO do IGN.
Zachary Levi was born to play #Shazam He delivers lots of laughs alongside co-star Jack Dylan Grazer. The film packs some big surprises for comics buffs and offers enough mainstream appeal to win over new fans. Shazam’s strengths definitely outweigh its weaknesses. pic.twitter.com/kfFMW01jfO
“#Shazam é uma alegria absoluta. Diferente de qualquer filme do DCEU até agora… É engraçado, quente, é apaixonante e bobo. O elenco é fantástico.”, DEN OF GEEK.
#Shazam is an absolute joy. Both definitely in the DCEU and nothing at all like any DCEU movie so far, it’s funny, warm, good hearted and silly and the cast is terrific. Watch out for our review soon. pic.twitter.com/NNPU5hqNtv
“#Shazam é emocionalmente desigual, mas absolutamente divertido. Zachary Levi aperfeiçoa Shazam, embora Jack Dylan Grazer seja o verdadeiro herói aqui. É um filme de super-herói comum, mas é refrescante e inovador”, MANSOOR MITHAIWALA do SCREENRANT.
#Shazam mistura Esqueceram de Mim com Quero ser Grande, e consegue agradar toda a plateia e todas as famílias com uma história cheia de alegria e realização em um filme de super-herói que fica um pouco demais e brega às vezes. É divertido e engraçado, e fiquei surpreso com o quanto ele usa o seu coração para conquistar os fãs.”, PETER SCIRETTA do SLASHFILM.
#Shazam is parts Home Alone, parts Big, a crowd pleasing family-friendly joy-filled wish-fulfillment superhero film which gets a bit over the top and cheesy at times. It’s fun and funny, and I was surprised at how much it wears it’s heart on its sleeve.
Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).
Nos Estados Unidos, 30 de março marca o Dia Nacional do Médico. E para celebrar a coragem e determinação dos profissionais, que estão na linha de frente enfrentando o coronavírus e expondo suas próprias saúdes para garantir o controle da doença, o elenco da série ‘Grey’s Anatomy‘ fez uma bela homenagem em vídeo.
O tributo foi compartilhado por meio da conta oficial do Instagram da Shondaland e traz membros do elenco da série refletindo sobre a vital importância dos médicos nesse período tão delicado.
Uma publicação compartilhada por shondaland tv (@shondaland) em
Vale ressaltar que o final da temporada atual terá que ser abreviado, em virtude da interrupção das filmagens, por conta do coronavírus.
No entanto, a showrunner Krista Vernoff afirmou que o desfecho da 16ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘ será satisfatório.
Os fãs estavam preocupados pois a produção do ciclo atual foi abruptamente parada por causa do surto de Coronavírus, tornando o 21º episódio inesperadamente o último.
“Nós estamos DESAPONTADOS por não podermos completar nossa narrativa para essa temporada. A boa notícia? O 21º funciona como um final satisfatório! Não é onde planejávamos terminar, mas é lindo e há várias perguntas para o próximo ano.”
We are disappointed that we don’t get to complete our storytelling this season. The good news? 1621 plays like a satisfying finale! It’s not where we planned to end, but it’s beautiful & the questions that linger we will answer next year. #GreysAnatomy#StayHomepic.twitter.com/BsHV9vJUiJ
O 21º episódio, intitulado Put on a Happy Face, servirá como a Season Finale da temporada, e irá estrear antecipadamente, no dia 9 de abril.
Na sinopse oficial, “Link tenta convencer a Amelia a pegar leve durante o estágio final de sua gravidez. Hayes pergunta a Meredith uma questão surpreendente e Owen faz uma descoberta chocante.”
Lembrando que a 16ª temporada continua em exibição no Brasil pelo canal Sony.
Criada por Shonda Rhimes, a série recentemente conquistou o título de drama médico mais duradouro da história da televisão, superando ‘Plantão Médico‘.
A trama segue a história de residentes, bolsistas e assistentes cirúrgicos, enquanto experimentam as dificuldades das carreiras competitivas que escolheram no Grey Sloan Memorial Hospital.
O agente Elliot Stabler (Christopher Meloni) está de volta e promete redimir os erros do passado em um novo tempo, conforme pontua o mais recente e misterioso comercial de ‘Law & Order: SVU‘.
O vídeo promocional ainda anuncia o crossover entre a produção e a nova série estrelada pelo veterano, intitulada ‘Law & Order: Organized Crime‘.
Em ‘Organized Crime‘, Stabler está se recuperando de uma perda pessoal e volta à Polícia de Nova York para liderar uma força-tarefa de elite que enfrentará o crime organizado. Ele descobre que – após a sua ausência de uma década da instituição – o sistema e a cidade já não são mais os mesmos que eram e agora ele terá que se adaptar a um diferente modelo de justiça criminal, em meio ao seu próprio momento de ajuste de contas.
O spin-off ‘Law & Order: SVU‘ é um sucesso sem precedentes, ultrapassando até mesmo o nível de popularidade de sua série materna, ‘Law & Order‘, exibida entre os anos de 1990 e 2010.
‘SVU‘ conquistou 6.4 milhões de espectadores, entre a faixa etária de 18 e 49 anos, com sua temporada mais recente.
Perspicaz em seus diálogos e sempre emanando um enorme eruditismo por onde passa, Lydia Tár é uma força criativa muito bem articulada, que se desabrocha em tela como o mito da Esfinge. Inicialmente uma mulher voraz, de argumentação coerente e ácida, ela se desfalece ao longo de quase três horas de filme como a icônica figura grega. Deixando um rastro de destruição e devorando aqueles que a cercam, ela é um retrato quase metalinguístico do que Hollywood se tornou nos últimos anos com o surgimento do problemático movimento #MeToo. E TÁR, novo drama do cineasta Todd Field, é uma espécie de alegoria a uma indústria marcada por poder, influência e egolatria. Fugindo do óbvio, o longa faz de seus densos monólogos uma experiência cinematográfica inesperadamente angustiante.
Sempre pautado em conversas exageradamente catárticas e um tanto performáticas, TÁR nos causa uma certa estranheza em seus primeiros minutos. Entre diálogos sempre muito polidos e reflexões sociais e artísticas tão específicas, Field coloca sua originalidade à prova, correndo o risco de perder a atenção da audiência que talvez não esteja disposta a uma proposta tão direcionada para a música clássica. Mas com a ajuda de Cate Blanchett, o diretor e roteirista facilmente consegue cruzar os preconceitos iniciais, nos entregando um drama que nos consome muito mais do que o esperado.
Trazendo a história dessa maestro que hoje vive o auge de uma admirável carreira, TÁR é uma experiência sinestésica onde a música erudita e o cinema cult se encontram proporcionando algo diferente para o público. Conforme acompanhamos a artista homônima a poucos dias de sua mais aguardada performance com a filarmônica alemã, vemos toda sua cautelosa jornada desmoronar com escândalos assombrosos que envolvem uma série diversa de abusos. E entre a pressão de garantir que sua arte e sua imagem permaneçam imaculadas e os irrefutáveis fatos, uma das artistas mais intocáveis se vê diante de um beco sem saída.
E essa tumultuada jornada, marcada por tantos diálogos que poderiam muito bem ser cansativos de tão pedantes, nos toma pela mão de forma arrebatadora. Com Cate Blanchett em sua melhor performance até o momento (se é que é possível realmente criar um paralelo justo com seu passado), TÁR é o cinema arte em sua mais alta qualidade, que nos chama para dentro da narrativa. Com um roteiro inteligente e um pequeno catálogo de brilhantes performances, as extensas páginas de conversas acompanhadas por um café ou cercadas por um anfiteatro se transformam em momentos de angústia e aflição para a audiência. E com a ajuda de Nina Hoss e Noémie Merlant, como duas excelentes coadjuvantes, o que poderia ser um filme blasé se torna um drama eficiente sobre uma mulher que realmente aparenta ser a personificação do mito da Esfinge.
E Blanchett nos hipnotiza. Com trejeitos um pouco mais masculinizados, que vez outra deixam escapar uma certa feminilidade, ela brilha a todo momento. Com uma linguagem corporal mais classuda, sempre emanando a didática de um maestro em seus gestos, ela faz tudo parecer absolutamente natural e leve. Da insensatez e frieza ao mais puro fascínio pelas notas musicais, ela faz de Lydia Tár um experimento social a ser avaliado e julgado pela audiência. E exibindo um alemão admirável ao longo de 2h38 de filme, a vencedora do Oscar nos lembra do quão única ela é capaz de ser a cada nova performance.
Com uma direção padrão que ganha um conceito maior já pelo final do seu segundo ato, TÁR é um drama excelente sobre relações humanas, abuso de poder e de influência e até mesmo sobre o famoso nepotismo. Demonstrando de forma simbólica e bem rápida o contraste de gerações, o filme não se preza a explicar os conceitos e referências culturais que cercam a música clássica, podendo deixar muitos à deriva. Mas ainda sim, fazendo uma excelente espiral decadente de sua própria protagonista, a produção nos convida para a curiosidade, instiga nossos instintos e nos deixa insaciáveis. E sob um final irônico e brilhante, Field ainda consegue entregar muito mais do que esperamos, tornando TÁR uma pequena sátira de uma mulher que, embora flertasse com todas as cartilhas progressistas, é de fato um escárnio da assustadora contemporaneidade.
Na última quinta-feira, dia 13 de abril, Thierry Frémaux e Iris Knobloch anunciaram a seleção oficial dos filmes participantes do 76º Festival de Cannes. Com uma grande abertura aos filmes hollywoodianos, a seleção consagra grandes nomes da sétima arte e figurinhas carimbadas do evento ao mesmo tempo que busca apresentar novos cineastas e um recorde de mulheres nomeadas para a competição.
A quatro semanas da 76ª edição, o CinePOP apresenta os principais elementos de destaque da seleção deste ano. A começar pela presença de três brasileiros na seleção oficial (Kleber Mendonça Filho, Karim Aïnouz e Renée Nader Messora) já conhecidos do festival. Vamos dedicar uma análise especial para todos os brasileiros no festival em outro artigo, aguardamos ainda as seleções das mostras paralelas.
Os mesmos de sempre na Competição pela Palma de Ouro
Ken Loach esteve 15 vezes na disputa pela Palma de Ouro
O que mais chama atenção na seleção competitiva? Os nomes de diretores já carimbados diversas vezes no festival. Em pole position está o britânico Ken Loach, de 86 anos, o qual já subiu os degraus do tapete vermelho do Palais des Festivals et des Congrès de Cannes 15 vezes. Duplamente premiado com a Palma de Ouro [Ventos da Liberdade, 2006, e Eu, Daniel Blake, 2016], o cineasta compete este ano com The Old Oak contra outros 18 longas-metragens.
Em sua companhia estão também os veteranos da Croisette: o alemão Wim Wenders (10 vezes selecionado); os italianos Nanni Moretti (9 vezes) e Mario Bellocchio (8 vezes); e o japonês Hirokazu Kore-Eda (6 vezes). Caso Thierry Frémaux, o diretor geral do festival, consiga convencer Martin Scorsese — quatro vezes selecionado entre 1976 e 1985 — a apresentar Killer of the Flower Moon em competição, ele pode entrar nessa lista.
Killer of the Flower Moon, de Scorsese, ainda é promessa na disputa pela Palma de Ouro
De acordo com o Frémaux durante a coletiva de imprensa: “O pedido foi feito” e, como todos os anos, alguns filmes ainda poderão entrar para a Seleção Oficial até o início do evento em Cannes. Outro nome conhecido do público é Wes Anderson, pela terceira vez em competição com Asteroid City. Após Moonrise Kingdom (2012) e A Crônica Francesa (2021), novamente um elenco estelar acompanha o cineasta: Tilda Swinton, Adrien Brody, Scarlett Johansson e Tom Hanks, entre outros.
Em meio a mais de 2.000 filmes vistos pelo diretor-geral e a sua equipe, oFestival de Cannes promete uma “seleção renovada, pontuada aqui e ali por grandes autores”, no entanto, é notável a predominância dos cineastas dos Estados Unidos e Europa, vide a pré-estreia de Indiana Jones e a Relíquia do Destino, de James Mangold.
Não é tão usual o lançamento de um(a) diretor(a) iniciante na competição pela Palme d’Or, ainda mais com tantos outros nomes de peso na disputa. Por outro lado, o Festival de Cannes nos presenteia com grandes obras de debutantes, vide Atlantique, de Mati Diop, e Os Miseráveis, de Ladj Ly, ambos premiados pelo júri em 2019. Este ano, o grande efeito é da franco-senegalesa, de 36 anos, Ramata-Toluaye Sy, na disputa pela Palma de Ouro com o longa Banel & Adama. Vinda de uma das renomadas escolas de cinema na França, La Fémis, a novata cineasta já esteve por trás do roteiro de dois projetos e trabalhou na ideia título selecionado durante sete anos.
Longe de ser um novato no cinema, o britânico Jonathan Glazeré outro nome pela primeira vez na Seleção Oficial. Vindo do mundo dos videoclipes, ele é conhecido na sétima arte pelos controversos Sexy Beast(2000), com Ben Kingsley;Reencarnação(2004), com Nicole Kidman; e Sob a Pele(2013), com Scarlett Johansson, Glazer é um diretor peculiar e podemos esperar qualquer coisa do seu quarto longa The Zone of Interest (Zona de Interesse). O filme é a adaptação do romance homônimo de Martin Amis ambientado em Auschwitz. Lançado em 2014, o livro conta a história de um oficial nazista que se apaixonou pela esposa do comandante do campo.
Ramata-Toluaye Sy única estreante na direção em disputa pela Palma de Ouro
Séries em Cannes
Não é de hoje que o Festival de Cannes coloca no seu cardápio o lançamento de séries, mas é curiosa a participação do grande lançamento do ano da HBO, The Idol(O Ídolo), tenha uma pré-estreia durante o evento. Com um festival especial CannesSeries, realizado do 14 ao 19 de abril de 2023, em sua sexta edição, é de se estranhar a seleção de Thierry Frémaux. Como justificativa, o diretor-geral anunciou o título como o “início de um filme…”
Além da produção, o músico atua ao lado de Lily-Rose Depp. Desde de Game of Thrones (2011-2019), a HBO produz séries com qualidades cinematográficas. Ou seja, esperamos o mesmo de The Idol. Pelo trailer, o seriado tem uma pegada moderna da ideia de Damien Chazelle em Babilônia (2022). Veja o trailer aqui.
Recorde de Cineastas Mulheres
Outro destaque deste ano é a nomeação de seis mulheres em competição, ou seja, quase um terço da Seleção Oficial. É um recorde do evento, pois no ano anterior o número foi de cinco diretoras, incluindo um filme co-realizado com um homem. Das seis selecionadas, quatro são reincidentes: as francesasCatherine Breillat (com A Última Amante, 2007) e Justine Triet (com Sibyl, 2019); a italiana Alice Rohrwacher(com As Maravilhas, 2014, e Feliz como Lázaro, 2018); e a austríaca Jessica Hausner (Little Joe, 2019).
A tunisianaKaouther Ben Hania já recebeu uma nomeação com O Homem que Vendeu Sua Pele na Seleção do Festival de Cannes 2020, em contrapartida, o evento não ocorreu por conta da pandemia da COVID-19. Esta é, portanto, oficialmente sua primeira participação em na corrida pela Palma de Ouro. Vale lembrar que ela esteve na mostra Um Certo Olhar com o ótimo A Bela e os Cães, em 2017. Para fechar a lista, a sexta é a — já mencionada — franco-senegalesa Ramata-Toluaye Sy.
Após 75 edições, o Festival de Cannes conta apenas com duas mulheres ganhadoras do grande prêmio. A primeira foi Jane Campion, com O Piano (1993) e mais de 20 anos depois, Julia Ducournau com Titane (2021). Nas nossas contas, apenas 2,6% do total de edições uma mulher subiu ao palco para receber a Palma de Ouro. Com seis mulheres na disputa, as chances aumentam, mas a batalha vai ser difícil. Vamos aguardar a revelação dos membros do júri ao lado do presidente Ruben Östlund (Triângulo da Tristeza).
Confira abaixo a lista completa da Seleção Oficial de Cannes:
Filme de Abertura: Jeanne du Barry, de Maïwenn (Fora da Competição)
O tão aguardado jogo para celulares ‘Harry Potter: Mistérios de Hogwarts’, licenciado pelaWarner Bros., já está oficialmente aberto para pré-registro na Google Play, loja oficial de aplicativos para Android.
Essa atualização indica que o jogo, que é gratuito, está muito próximo de ser lançado. Para fazer o pré-registro e ficar sabendo assim que ele já estiver disponível, basta clicar neste link.
A trama do jogo se passa entre o período do nascimento de Harry e sua entrada em Hogwarts, quando Ninfadora Tonks e Gui Weasley ainda eram alunos.
O jogador poderá melhorar seu avatar à medida que conquistar mais experiências e habilidades mágicas, além de escolher seu próprio animal de estimação e participar de aulas de magia, poções e transfiguração. A cada nova habilidade conquistada, novos lugares e feitiços serão liberados.
Além disso, a Netflix liberou um pôster enigmático do filme. Confira:
O novo cartaz adianta que a estreia do longa está marcada para o dia 12 de outubro.
A trama acompanha Stevens como um homem que viaja para uma ilha remota com o objetivo de resgatar sua irmã, que foi sequestrada por uma seita religiosa. Mas quando o grupo exige um resgate pela mulher, ele se vê em uma situação desafiante.
Como os seguidores do CinePOP já sabem, 2023 marca os dez anos do lançamento de Homem de Ferro 3. O filme causou muita polêmica na época de sua estreia, mas também foi acompanhado da segunda bilheteria do MCU a superar a marca de um bilhão de dólares. Em meio a essas contradições, o longa segue até hoje considerado por alguns o pior filme da Marvel, enquanto outros defendem que a obra foi injustiçada pelos fãs.
Independentemente dessa avaliação pessoal, esse filme é uma das obras da Marvel cujos bastidores foram repletos de curiosidades e situações pra lá de inesperadas. Então, pensando nessa celebração de uma década “de vida”, escolhemos dez curiosidades sobre o filme para você conhecer. Confira!
Novos horizontes
Foto: Alberto E. Rodriguez/WireImage
O querido Jon Favreau deixou a trilogia para focar em dois projetos diferentes: o filme indieChef (2014), que ele estrelou e dirigiu, e Mogli: O Menino Lobo (2016). A escalação do novo diretor não demorou muito, porque havia um nome aparentemente ideal à disposição: Shane Black. Além de já ter trabalhado anteriormente com Robert Downey Jr., ele já tinha um entendimento de como funcionava a franquia, por ter sido um dos consultores não creditados de Homem de Ferro 2 (2010). Dessa forma, ele foi contratado e já assumiu um projeto que deveria ser tranquilo. Deveria.
Lesão milagrosa
Como dito acima, a produção deveria ser tranquila, mas foi repleta de problemas. Um deles foi que o estúdio responsável pelo CGI do filme abriu falência no meio das filmagens. E para piorar a situação, ainda faltava trabalhar todo o terceiro ato do longa, que é praticamente 80% feito com computação gráfica. Então, para sorte da equipe e azar do ator, Robert Downey Jr. foi realizar uma cena de ação e acabou quebrando o tornozelo. A lesão foi séria e deixou Robert “de molho” por dois meses em casa. Esse tempo foi o bastante para uma nova produtora assumir e trabalhar com calma no CGI do filme.
Tony Senna
Uma das cenas mais comentadas do trailer foi uma que mostrava Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) segurando o capacete do Homem de Ferro contra o rosto, enquanto chorava copiosamente. Segundo o diretor do filme, Shane Black, essa cena foi inspirada num ícone brasileiro: Ayrton Senna. Ele estava assistindo o documentárioSenna: O Brasileiro, O Herói, O Campeão (2010), que conta a história da carreira e da vida pessoal do piloto brasileiro, quando se deparou com as imagens do funeral de Ayrton, em que sua irmã, Viviane, pega o capacete do irmão e o apoia contra o rosto, como se olhasse para os olhos de Ayrton uma última vez. Shane ficou encantando com o poder daquelas imagens e decidiu homenageá-la no filme.
Grana dos amigos
O orçamento original de Homem de Ferro 3 era de algo em torno de 140 milhões de dólares, o que já era um valor bem alto para um blockbuster da época. Só que o sucesso de Os Vingadores (2012) superou tanto as expectativas dos investidores, arrecadando mais de 1,5 bilhão de dólares, que eles liberaram uma cota extra de 60 milhões de dólares para o terceiro Homem de Ferro, disponibilizando assim um orçamento de cerca de 200 milhões de dólares. Uma bolada!
Maya
Uma das personagens novas introduzidas e despedidas nesse filme foi a cientista Maya Hansen. Apesar de não ser uma personagem muito popular nos quadrinhos, Maya foi vendida como peça fundamental para a trama deste terceiro filme do Homem de Ferro, e isso fica claro pela ideia da direção para a atriz que deveria interpretá-la. A primeira convidada para dar vida ao papel foi a incrível Jessica Chastain. Ela aceitou o papel, mas acabou precisando deixar o projeto por conta de conflitos de agenda. Assim, o papel caiu no colo de Rebecca Hall, que passou longe de ter um trabalho memorável no longa.
Mudança polêmica
Quando começou a fazer Homem de Ferro (2008), Favreau decidiu encarar o projeto como a parte um de uma trilogia, mesmo que não houvesse confirmação de que aquilo iria pra frente. Assim, ele planejou os filmes para se encerrarem num embate épico contra o Mandarim, maior rival do herói nos quadrinhos. O problema é que Jon deixou o projeto e a liberdade criativa passou para as mãos de Shane Black, que decidiu alterar a visão do antigo diretor por medo sofrer represália internacional trazendo para as telas o Mandarim das HQs, que era repleto de estereótipos racistas dos chineses. Então, ele decidiu fazer do vilão um fantoche de um terrorista norte-americano, escalando Ben Kingsley para o papel do Mandarim falso. Dessa forma, ele fecharia a trilogia com a Indústria Armamentista como a grande vilã, assim como foi mostrado no primeiro filme.
Antes de fazer sucesso com a Wandinha na Netflix, a atriz Jenna Ortega já acumulava alguns papéis interessantes no cinema. Mas você sabia que sua estreia na atuação foi justamente em Homem de Ferro 3? Pois é, na época com apenas dez aninhos de idade, Jenna interpretou a filha do Vice-Presidente dos EUA, que é retratada como uma jovem em cadeira de rodas, que perdeu uma perna e motivou o político a apoiar o desenvolvimento e os testes do vírus Extremis, que é a grande ameaça da trama.
CGI de milhões
Com a cota extra, a produtora nova trabalhando e Robert machucado, Shane Black pôde gastar mais com CGIs extremamente excêntricos. O primeiro foram os dedinhos do coelhão que Tony dá de presente de natal para Pepper. Em testes no Oriente Médio, parte do público achou que as patinhas do coelho eram um par de peitos enormes no animal. Então, para evitar confusão, ele colocou patinhas de CGI no coelho. Mas o mais impressionante é justamente na cena final, em que Tony retorna a sua mansão destruída e pega uma chave de fenda. Como Robert estava se recuperado da lesão no tornozelo, Shane usou um dublê de corpo do ator e construiu seu rosto por meio do CGI. O trabalho foi tão bem-feito que até hoje tem muita gente que sequer sabe dessa curiosidade.
Foi pro espaço
Na época, os quadrinhos da Marvel traziam uma parceria inesperada, mas que deu muito certo. O Homem de Ferro foi ao espaço para integrar os Guardiões da Galáxia. E como o filme do grupo espacial estrearia no ano seguinte, houve um rumor de que a cena pós-créditos do filme mostraria Tony Stark com uma armadura adaptada viajando para o espaço, após receber uma mensagem de socorro do Senhor das Estrelas, que seria captada pelo JARVIS. Esse rumor ganhou ainda mais força quando a produção liberou imagens da Mark 39, a “Deep Space Armour”. No fim das contas, a armadura espacial foi feita, apareceu por 3 segundos na batalha final e foi destruída logo em seguida. E apesar disso, a armadura ganhou um Hot Toys próprio, que se tornou um sucesso de vendas.
Não cobrada
No fim das contas, a cena pós-créditos foi uma revelação de que Homem de Ferro 3 foi uma história narrada pelo próprio Tony Stark ao seu novo “amigo de laboratório”, Bruce Banner, como se fosse uma grande sessão de terapia. A cena é até divertida, com Bruce claramente de saco cheio do falatório de Tony, chegando até a dizer que ele não é “esse tipo de doutor”, claramente zoando o amigo por fazê-lo de psicólogo. Essa cena é tão curtinha que Mark Ruffalo – que aparece usando a mesma roupa do Steve Rogers(Chris Evans) no primeiro Vingadores – sequer teve a participação creditada oficialmente.
Uma coisa a Netflix percebeu nos últimos anos: romances picantes têm um grande público. Razão pela qual a gigante do streaming tem investido discreta mas constantemente em produções que envolvam um romance mais caliente aos seus assinantes. Por mais que isso possa parecer novidade para muitas pessoas, não é; a indústria do livro já sabia desse filão há muitos séculos, publicando livros de romance picante em formatos mais acessíveis ao bolso do público, dentre os quais está ‘O Amante de Lady Chatterley’, romance de D. H. Lawrence da década de 1920 e que chegou na virada do ano em nova adaptação cinematográfica na plataforma da Netflix e figura entre os mais vistos da plataforma desde então.
A jovem Connie (Emma Corrin, que recentemente fez a Lady Di em ‘The Crown’) está apaixonada pelo seu noivo, Clifford (Matthew Duckett). Recém-casados, eles mal têm tempo de se curtir, pois Clifford é enviado para a guerra. O tempo passa e Clifford volta da guerra, porém, infelizmente retorna com as pernas paralisadas pelos traumas sofridos. Numa tentativa de recomeçar, o jovem casal se muda para a casa de campo da família de Clifford Chatterley, no interior do país. Porém, o que parecia ser uma boa ideia para uma vida calma a dois rapidamente mostra seus empecilhos, distanciando ainda mais o casal que pouco conseguiu conviver juntos. Impossibilitado de ter filhos, Clifford sugere que Connie encontre um homem com quem possa se relacionar, para, assim, engravidar, mas com uma única condição: que ele não soubesse quem o tal homem era. A ideia ousada e estranha ganha contornos de liberdade para Connie, especialmente quando passa a conhecer mais a fundo o misterioso e introvertido Oliver (Jack O’Connell), o caseiro da propriedade.
Em duas horas, ‘O Amante de Lady Chatterley’ abrange bem a essência do romance do início século XX, dando espaço para apresentação dos personagens e se debruçando muito mais no universo em abismo da protagonista mulher. Ainda assim, curiosamente, o filme (e o livro) levam o nome do amante no título, ainda que a história não seja sobre ele.
David Magee constrói um roteiro que favorece a protagonista em todos os quesitos: as angústias de Connie são retratadas com câmera em close para favorecer a atuação de Emma Corrin; as cenas de sexo demonstram uma relação respeitosa de amor em que Oliver o tempo todo demonstra querer satisfazer a amada, que só então está despertando para o mundo dos prazeres. Laure de Clermont-Tonnerre faz de seu filme um belo retrato do despertar sexual, em uma época em que a palavra “prazer” ainda não era permitida às mulheres; para tal, as cenas de interação entre os atores Emma Corrin e Jack O’Connell são bastante convincentes, ainda que fictícias: a câmera foca principalmente nas emoções do rosto de Connie e, às vezes, abre o plano para as cenas de sexo em meio à natureza em maneira selvática e afetuosa que a relação dos dois vai eregindo.
Envolvente, ‘O Amante de Lady Chatterley’ é uma história de amor e de tesão, mas acima de tudo sobre amor, e a (falta) de liberdade que as mulheres (ainda) têm neste departamento. O filme funciona como romance suavemente picante, com ótimas cenas de interação entre os protagonistas. Um clássico da literatura mundial que foi muito bem adaptado em sua nova versão.
Rockwell será Joe e Spencer dará vida a Lucy, um casal que está desesperado por dinheiro e aceita o trabalho de entregar um coração humano de Nova York para Flórida em 24 horas. Quando eles percebem que a entrega é destinada ao mercado ilegal, eles tentam encontrar uma nova rota para o verdadeiro recipiente, apenas para se verem caçados por criminosos insanos.
Isso inclui tanto o comprador milionário, seu irmão e a ex-chefe de Lucy, interpretada por Janney.
Janney e Rockwell já trabalharam com o duo por trás do projeto, ‘The Way, Way Back’, uma história de amadurecimento que representou a estreia diretorial de Faxon e Rash.
Ainda não há data prevista para estreia da comédia.
A 3ª temporada de ‘Raio Negro‘ (Black Lightning) ganhou um novo trailer estendido, trazendo cenas inéditas acerca de sua estreia.
Confira:
Vale lembrar que o próximo ciclo irá estrear no dia 7 de outubro.
Criada por Salim Akil, a série não faz parte oficialmente do Arrowverse, mas a possibilidade de um futuro crossover não foi descartada.
A trama gira em torno de Jefferson Pierce, um pai de família que precisa voltar a atuar como o justiceiro Raio Negro quando a violência de gangues ameaça o futuro de sua comunidade e sua filha se torna obcecada com a execução da justiça. Ele precisa agir com cuidado, entretanto, pois a polícia está á sua procura.
A HBO divulgou um novo trailer da 3ª temporada de ‘Westworld’, o qual revela o que poderemos ver nos próximos episódios.
Confira:
Intitulado The Winter Line, o segundo capítulo irá estrear no dia 22 de março.
Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.
Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.
Segundo o site Deadline, o vencedor do Oscar Tom Hanks está em primeiros estágios de negociação para viver Gepetto no remake em live-action de ‘Pinóquio’, dirigido por Robert Zemeckis.
As informações indicam que o icônico ator já leu o roteiro e entrou em contato com o diretor, dizendo-lhe que está interessado no papel. A Walt Disney, por sua vez, também já havia manifestado interesse em contratar Hanks em um antigo reboot.
Paul King (‘As Aventuras de Paddington’) originalmente iria comandar o projeto, mas acabou deixando o cargo de diretor no começo deste ano. David Heyman, que ficaria responsável pela produção, também abandonou a obra.
Além de dirigir, Zemeckis vai roteirizar o projeto ao lado deChris Weitz.
A história gira em torno de uma marionete que ganha vida e deseja se provar digno de ser transformado em um garoto de verdade. O conto foi adaptado em 1940 pela Casa Mouse e tornou-se um clássico atemporal.
A The CW divulgou novas imagens promocionais do reboot de ‘Walker, Texas Ranger’, estrelado por Jared Padalecki (‘Supernatural’).
Confira, junto ao trailer:
O reboot tem estreia marcada para o dia 21 de janeiro de 2021.
Genevieve Padalecki, esposa de Jared, será sua companheira na ficção e dará vida a Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparecerá em importantes flashbacks.
Assim como na trama original, a série acompanha Cordell, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado.
Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade.
Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.
Adele é uma força descomunal no mundo da música – isso é um fato.
A cantora britânica ascendeu a uma fama invejável desde sua estreia em 2008 com o famoso ’19’, caindo no gosto do público com seus dois álbuns consecutivos e se tornando uma das artistas mais bem sucedidas de todos os tempos, quebrando recordes de vendas e de condecorações – como, por exemplo, duas estatuetas de Álbum do Ano no Grammy Awards (em 2012 e em 2016), além de músicas memoráveis como “Rolling in the Deep”, “Someone Like You” e “Hello”.
No dia de hoje, 05 de maio, Adele completa 33 anos e caminha para mais uma aguardada produção. Para celebrar seu aniversário e antecipar uma obra que pode vir a lhe garantir ainda mais respeito no cenário fonográfico, o CinePOP separou uma breve lista com suas dez melhores iterações.
O single de estreia de Adele já deixava claro que um novo e importante rosto surgia em meio ao retorno do pop ao cenário mainstream. Fiel às raízes do soul que vinham lhe acompanhando desde antes de seu debute – incluindo Amy Winehouse e Duffy, que já traziam o classicismo do século XX de volta ao presente -, a música pode não ter sido um estrondo comercial, mas mesmo assim foi um ótimo início para a cantora e compositora, principalmente pelo teor nostálgico e saudosista dos versos.
A balada “Set Fire to the Rain” é uma das marcas da breve carreira de Adele e uma das principais e mais estonteantes faixas de ’21’. Alcançando o primeiro lugar dos charts em diversos países, incluindo nos Estados Unidos, o pungente piano funciona como força-motriz de uma narrativa que analisa, quase que de modo romântico, as controvérsias dos relacionamentos e a impossibilidade de deixar o passado para trás.
Quebrando recordes ao redor do mundo, “Hello” marcou o aguardado comeback de Adele ao abrir uma nova era recheada de hinos melódicos e incisivos, intitulada ’25’. Levando para casa nada menos que três estatuetas do Grammy, a faixa é descrita como uma balada bastante superior às suas conterrâneas e até mesmo às que a performer já havia nos presenteado.
“I’ll Be Waiting” representou uma mudança profunda no estilo musical de Adele, não apenas pela dançante melodia, mas pelas clássicas referências que trouxe ao público. Misturando elementos de folk, soul e Motown, a faixa apresenta um tom bastante otimista que abre pelo alegórico saxofone e caminha para um crescendo gospel, envolvente e bastante divertido.
Se Adele é conhecida por composições que tocam o âmago da nossa alma e nos fazem refletir sobre a vida e sua efemeridade, “Someone Like You” é a amálgama que traz o melhor dela à tona. Tornando-se uma das canções digitais mais vendidas de todos os tempos, a faixa foi uma das últimas compostas para o álbum ’19’ e fecha com chave de ouro uma das narrativas mais verdadeiras e biográficas do século.
A sutil produção de “When We Were Young”, segundo single do álbum ’25’, é o que a transforma em uma tour-de-force que exalta a ingenuidade do passado e o amor jovial em seu estado mais puro. Aliando-se a Ariel Rechtshaid e a Tobias Jesso Jr., Adele deixa muito claro que a poética única é sua melhor aliada – motivo pelo qual recebeu ovação universal pela crítica internacional.
Construída após certas atribulações que sofreu com seu ex-namorado, “Turning Tables” foi desperdiçado como single, mas teve um lugar merecido na nossa lista. Aqui, a balada pop se funde com um instrumental soul e com incursões que mergulham até mesmo numa dramática, potente e evocativa teatralidade – e que, mais uma vez, trazem relacionamentos complicados à tona.
Assim como todas as artistas femininas que dominam ou já dominaram o cenário mainstream, Adele tornou-se alvo de mentiras de tabloides sensacionalistas e ficou chocada quando percebeu que os próprios amigos acreditavam no que era escrito. É a partir daí que “Rumor Has It”, uma das melhores rendições da carreira da artista, ganhou vida, movida por sarcásticas mensagens mascaradas com uma infusão explosiva e viciante de blues e jazz.
Apesar de Adele já ter tido um sucesso considerável com suas primeiras incursões, foi “Rolling in the Deep” que a lançou à fama mundial. O lead single de ’21’, considerado por muitos como o melhor álbum de sua carreira até agora, foi arquitetado minuciosamente ao lado de Paul Epworth (que viria a trabalhar com ela na aclamada “Skyfall”) e levou para casa três estatuetas do Grammy, incluindo Música do Ano e Gravação do Ano.
1. “SKYFALL”
Álbum: 007 – Operação Skyfall (OST)
Saindo do sucesso de ’21’, Adele embarcava em uma ambiciosa jornada que a levava diretamente para as telonas e ficou encarregada de compor e performar a música-tema de ‘007 – Operação Skyfall’. A épica rendição lhe rendeu nada menos que inúmeros prêmios, incluindo o Oscar de Melhor Canção Original, e aclamação universal por parte da crítica – cujos elogios provieram da épica narrativa construída pela artista e pela irretocabilidade de seus potentes vocais.
O Disney+ revelou hoje (29) a data de estreia de ‘The Book of Boba Fett’, série derivada da aclamada produção ‘O Mandaloriano’.
Com oito episódios confirmados, a obra tem lançamento agendado para o dia 29 de dezembro na plataforma de streaming.
Confira o primeiro cartaz oficial e os títulos dos capítulos:
Episódio 1: The Champion Episódio 2: The Assassin Episódio 3: The Syndicate Episódio 4: The Battleground Episódio 5: The Homeworld Episódio 6: The Warlord Episódio 7: The Showdown Episódio 8: The Hunter
Alguns títulos dão pistas sobre a trama, como ‘The Syndicate‘, que deve acompanhar Fett como o novo rei do submundo do crime em Tatooine.
Rumores também apontaram que a trama poderia dar mais foco a Mandalore, como sugere o episódio cinco: ‘The Homeworld‘.
Outro detalhe interessante é que o primeiro episódio será contado como capítulo 17, ou seja, será uma continuação direta da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, servindo como uma espécie de temporada 2.5 da série estrelada por Pedro Pascal.
E aí, você está ansioso pela estreia?
A série vai explorar o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.
Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi’.
“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filonie Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.”
Durante as coletivas de imprensa do Television Critics’ Association, John Landgraf, presidente da FX, aproveitou o espaço para comentar um pouco sobre a série baseada na franquia ‘Alien’ e revelou que a nova entrada terá várias surpresas para o público (via Collider).
“‘Alien’ é ambientado antes de Ripley [Sigourney Weaver]. É a primeira história da franquia que se passa na Terra. Se passa no nosso planeta, no final do século em que nos encontramos agora – setenta anos no futuro. Tudo o que posso dizer é que Ripley não será parte [da série], nem nenhum dos outros personagens – além do próprio alien. Há algumas surpresas grandes que guardamos para o público”, ele contou.
Landgraf continua: “espero que [os espectadores] sintam que é fiel à franquia que amam, mas também uma reinvenção original e ousada. Ambientá-la na Terra é realmente interessante. Temos que pensar sobre o futuro do planeta em termos de ambiente, governo, tecnologia e criar e modelar uma versão do planeta no futuro… [O showrunner] Noah [Hawley] quer fazer isso de uma maneira distinta e original”.
Anteriormente, Hawley (‘Legion’, ‘Fargo’) também mencionou sobre o fato da narrativa ser ambientada na Terra – e que será centrada nos avanços da inteligência artificial e no desenvolvimento de ciborgues.
“[A série] é ambientada na Terra do futuro. Neste momento, descrevo como Edison vs. Westinghouse vs. Resla. Alguém vai monopolizar a eletricidade. Só não sabemos quem será… Nos filmes, temos a Corporação Weyland-Yutani, que está claramente desenvolvendo também inteligência artifical – mas e se houver outras companhias tentando olhar para a imortalidade de uma maneira diferente, com melhorias cibernéticas ou downloads transhumanos? Qual dessas tecnologias irá vencer?”, ele disse à Esquire.
Lembrando que a série deve ser lançada apenas em 2023.
Lembrando que a série tem estreia marcada para o dia 17 de agosto noDisney+.
A trama acompanha Jennifer Walters (Tatiana Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.
Confira o trailer:
“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes.Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”
Em entrevista ao Access Hollywood, a icônica Julia Andrews revelou que pode não retornar para o terceiro capítulo da franquia.
A atriz vencedora do Oscar interpretou Clarisse Renaldi, Rainha regente de Genóvia, nos dois primeiros longas-metragens.
“Acho que nós sabemos que provavelmente não será possível”, ela revelou. “Foi dito pouco depois do lançamento [do segundo filme], mas quantos anos se passaram desde então? E eu estou muito mais velha, e Anne [Hathaway], a princesa ou a rainha, também está mais velha. E não tenho certeza de como isso aconteceria”.
Aadrita Mukerji, de ‘Reacher‘ e ‘Supergirl‘, será responsável pelo roteiro do terceiro capítulo.
Debra Martin Chase retornará como produtora do novo filme ao lado de Melissa K. Stack, roteirista da comédia ‘Mulheres ao Ataque‘.
O clássico da Sessão da Tarde, ‘O Diário da Princesa‘, foi lançado há mais de 20 anos e permanece sendo idolatrado. O longa acompanha uma jovem que acaba descobrindo que sua avó é Rainha de um país chamado Genovia, e agora precisa treinar para assumir o trono.
A Apple TV+ divulgou a cena de abertura oficial de ‘High Desert’, nova série de comédia ácida estrelada pela vencedora do Oscar Patricia Arquette.
Na trama, Arquette interpreta Peggy, uma viciada em drogas que decide começar um novo capítulo de sua vida depois da morte da mãe, com quem morava na pequena cidade desértica de Yucca Valley, na Califórnia. Ao retornar para a cidade natal, ela torna-se uma investigadora particular.
Confira, junto ao trailer:
Os três primeiros episódios serão lançados na plataforma de streamingamanhã, 17 de maio.
Nancy Fichman, Katie Ford e Jennifer Hoppe criaram a série e também entram como produtoras executivas ao lado de Ben Stiller e Arquette.
A HBO Max divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de ‘Julia’, série biográfica que gira em torno da icônica chef de cozinha Julia Child.
O próximo ciclo será lançado na plataforma de streaming em 16 de novembro.
Confira:
Segundo a Variety, Rachel Bloom, co-criadora e estrela da série ‘Crazy Ex-Girlfriend’, foi escalada para o elenco dos próximos episódios. Ela dará vida a Elaine Levitch, uma “dínamo” que vem da CBS para trabalhar no programa The French Chef com Child.
A narrativa oferece um vislumbre por trás dos bastidores do show apresentado por Julia, The French Chef, que revolucionou o conceito da cozinha moderna nos Estados Unidos. De acordo com a HBO Max, a produção “explora um momento decisivo na história estadunidense – a emergência da televisão pública como uma nova instituição social, o feminismo e os movimentos feministas, a natureza da celebridade e a evolução cultural americana”.
Desde sua estreia no mundo da música com seu álbum homônimo, Swift demonstrou uma habilidosa versatilidade lírica que a eternizaria como uma das maiores compositoras da atualidade. Não é surpresa que, ao completar seus trinta anos, ela tenha entrado em, quiçá, a melhor fase de sua carreira com o complexo e intrincado ‘folklore’, que lhe rendeu mais uma estatueta de Álbum do Ano no Grammy Awards, e com a igualmente bela sequência intitulada ‘evermore’. Todavia, após lançar dois álbuns em um mesmo ano, Swift parece ter perdido a mão no quesito “originalidade”, focando nos relançamentos de seus discos anteriores após conquistar a plenitude das masters e mergulhando em um conceitualismo pré-fabricado com ‘Midnights’.
Após ganhar o gramofone de Melhor Álbum Pop Vocal por sua décima incursão de inéditas, ela anunciou que estava pronta para seguir em frente com o ambicioso ‘The Tortured Poets Department’ – uma espécie de testamento em que exploraria as cinco fases do luto e uma “imperativa criação poética” que é bastante característica de sua persona. Através de vários materiais promocionais, ela nos preparou para um compilado que tinha todos os elementos para ser profundo e condizente com aquilo que de melhor nos entregara anos atrás. Infelizmente, o resultado não é esse: com breves exceções, a obra é uma massa amorfa de progressões repetidas e faixas que soam descartadas de inflexões predecessoras, além de versos sem qualquer sentido que são manchados por um exaurível platô criativo.
Ao longo de dezesseis faixas, Taylor dá o máximo de si para fugir de convencionalismos poéticos – algo que fizera com esmero em mergulhos críticos sobre a própria vida e sobre seu modo de enxergar o cosmos ao seu redor (uma reflexão à la Emily Dickinson que garantiu laços inquebráveis entre ela e sua legião de fãs). A track de abertura, ‘Fortnight’, puxa colaboração com Post Malone em uma sólida narrativa sonora movida por uma amálgama do baixo e dos sintetizadores, explodindo em uma melancólica balada. Cada imagem arquitetada é pensada com cautela (com destaque aos versos “todas as minhas manhãs são segundas/ presas em um fevereiro interminável”, em referência ao momento letárgico entre o fim do inverno norte-americano e o começo da primavera) e nos dá um gostinho do que, a priori, poderíamos esperar do restante do projeto.
Enquanto esse potente início configura-se como uma das melhores narrativas assinadas pela artista, a maioria das canções resume-se a um ciclo sem fim de progressões sonoras e instrumentais batidos. É notável como o electro-synth grita a plenos ares como se a urgência fosse o único modo de nos afastar de uma coleção de contos que discorrem sobre o mesmo tema – enredos de empoderamento e de superação que não possuem qualquer grau de maturidade para além de uma predisposta presunção lírica que, no final das contas, sai de lugar nenhum e chega a nenhum lugar. Se Jack Antonoff ficou responsável por algumas das canções mais icônicas não apenas de Taylor, mas também de nomes como Lorde, The Chicks e St. Vincent, aqui ele posa dentro de um vazio existencial que recicla melodias sem inspiração em um liquidificador turbulento.
A faixa-título começa com potencial infinito apenas para se transmutar em um risível enfeixe de metáforas vencidas e ilógicas (afinal, que diabos seria um “golden retriever tatuado”?); “I Can Do It With a Broken Heart” carrega uma das produções mais insuportáveis da memória recente, fadada a uma infantilização dissonante que apenas restringe o que Swift pode entregar – isso sem falar dos versos “porque eu sou uma criança realmente forte/ consigo lidar com toda minha m****”, que simplesmente não conseguimos associar à mesma pessoa que assinou canções como “All Too Well” e “August”; “My Boy Only Breaks His Favorite Toys” peca numa linearidade cansativa e reminiscente de ‘Lover’ e ‘1989’, além de contar com um fraseamento bizarro demais para ser levado a sério; “Down Bad” é tão apoiado na robotização e no pseudo-futurismo dos sintetizadores que mal captar as mensagens promovidas pela pessoalidade declamatória da performer.
A verdade é que os exemplos do parágrafo acima podem se destinar a boa parte das tracks presentes no álbum, desde “So Long, London”, passando por “But Daddy I Love Him” e culminando em um desperdiçado dueto entre Taylor e Florence Welch com o indie-pop-rock de “Florida!!!” – cuja bateria é um dos elementos que mais nos causa desconforto. Porém, não posso deixar de mencionar os breves ápices do disco, que afloram as centelhas de inspiração artística da cantora e compositora.
Além da música de abertura, temos a instigante melancolia de “Who’s Afraid Of Little Old Me”, que preza mais pela rendição vocal do que pela profundidade sonora e que, pouco antes do refrão, se converte em uma power-ballad aos moldes da impecável “Out of the Woods”; “Loml” é derradeira desde os primeiros toques do piano clássico, reiterando a mágica que Swift tem a habilidade de criar com o instrumento, projetando uma tristeza teatral e confessional em cada uma das palavras proferidas; “The Black Dog”, que faz parte de uma das versões deluxe da obra, é uma tocante e envolvente balada que merecia a chance de se tornar single por todos os sentimentos que evocam e pela universalidade promovida aos ouvintes – bem como de um crescendo apaixonante e dilacerante.
Apesar dos pontuais ápices, ‘The Tortured Poets Department’ é uma roda de Samsara – uma falsa sensação de originalidade que, na verdade, demonstra a inevitabilidade de uma fadiga criativa. Nesse álbum, Taylor parece estagnada em um tempo que não mais lhe pertence, procurando alimentar um microcosmos do qual não consegue escapar e recusando-se a explorar algo afora obviedades clichês e circunspecções em demasia.
Nota por faixa:
1. Fortnight, feat. Post Malone – 5/5 2. The Tortured Poets Department – 3/5 3. My Boy Only Breaks His Favorite Toys – 2,5/5 4. Down Bad – 3/5 5. So Long, London – 2/5 6. But Daddy I Love Him – 1/5 7. Fresh Out the Slammer – 2,5/5 8. Florida!!!, feat. Florence and the Machine – 2/5 9. Guilty as Sin? – 2/5 10. Who’s Afraid of Little Old Me – 4,5/5 11. I Can Fix Him (No Really I Can) – 1,5/5 12. Loml – 5/5 13. I Can Do It With a Broken Heart – 1/5 14. The Smallest Man Who Ever Lived – 2,5/5 15. The Alchemy – 3/5 16. Clara Bow – 4/5 FAIXA-BÔNUS The Black Dog – 5/5
Através de uma declaração oficial, Erik Menendez, um dos irmãos que inspirou a produção e que foi condenado por assassinato em primeiro grau e conspiração de assassinato ao lado de Kyle Menendez, afirmou que a série perpetua “retratos arruinadores de caráter” de ambos.
A declaração também acusou o criador Ryan Murphy de ter más intenções com a narrativa delineada.
Confira o texto na íntegra:
“Eu acreditava que tínhamos ido além das mentiras e das representações ruinosas de Lyle, criando uma caricatura de Lyle enraizada em mentiras horríveis e descaradas que se espalham pela série. Só posso acreditar que eles fizeram isso de propósito. É com pesar que digo: acredito que Ryan Murphy não pode ser tão ingênuo e impreciso sobre os fatos de nossas vidas para fazer isso sem má intenção.
É triste para mim saber que o retrato desonesto da Netflix das tragédias que cercam o nosso crime fez com que as verdades dolorosas retrocedessem vários passos – de volta no tempo, a uma época em que a acusação construía uma narrativa sobre um sistema de crenças de que os homens não eram abusados sexualmente, e que os homens vivenciaram o trauma de estupro de maneira diferente das mulheres. Essas mentiras terríveis foram contestadas e expostas por inúmeras vítimas corajosas ao longo das últimas duas décadas, que superaram a sua vergonha pessoal e falaram corajosamente. Então agora Murphy molda sua narrativa horrível por meio de representações vis e terríveis de Lyle e de mim e de calúnias desanimadoras.
A verdade não é suficiente? Deixe a verdade permanecer como a verdade. É muito desmoralizante saber que um homem com poder pode minar décadas de progresso no esclarecimento de traumas infantis. A violência nunca é uma resposta, nunca é uma solução e é sempre trágica. Como tal, espero que nunca se esqueça que a violência contra uma criança cria uma centena de cenas de crimes horríveis e silenciosas, sombreadas por brilho e glamour e raramente expostas até que a tragédia penetre em todos os envolvidos. A todos aqueles que me contataram e apoiaram, obrigado do fundo do meu coração”.
O novo ciclo promete explorar um dos casos mais chocantes da história americana: o assassinato brutal dos pais José e Mary Louise “Kitty” Menendez, pelos próprios filhos, Lyle e Eric.
Enquanto a acusação pintou os irmãos como assassinos frios e calculistas, motivados pela ganância, a defesa alegou que os crimes foram motivados por anos de abusos físicos, emocionais e sexuais sofridos pelos jovens.
Até hoje, Lyle e Eric, cumprindo pena de prisão perpétua, insistem em sua inocência.
‘Demolidor: Renascido’ chega em breve no Disney+ – e a série estrelada por Charlie Cox acabou de ganhar mais dois cartazes promocionais.
Confira:
Alguns jornalistas e críticos já puderam assistir aos dois primeiros episódios da série, e não tiveram nada além de elogios para tecer sobre a atração.
Confira os principais comentários:
#DaredevilBornAgain brings my boy back to me. The fight sequences are just as violent as the original show and play with Matt’s morality in such a poignant and beautiful way. Charlie Cox and Vincent D’Onofrio step effortlessly back into their rivalry. I love having my devil back pic.twitter.com/koFT7g12yS
“‘Demolidor: Renascido’ me leva de volta à minha juventude. As sequências de luta são tão violentas quanto a série original e brincam com a moralidade de Matt de uma forma bela e comovente. Charlie Cox e Vincent D’Onofrio voltam facilmente à rivalidade. Adoro ter meu demônio de volta”.
The show recaptures what made the original series so special but also takes it in a different direction. The tone and grit is authentic to the original show, and the writing never feels too dissimilar. The action feels sharper and better than the… pic.twitter.com/wmGS7rCUMJ
“A série recaptura o que tornou a original tão especial, mas também a leva em uma direção diferente. O tom e a coragem são autênticos do programa original, e a escrita é bem diferente. A ação parece mais nítida e melhor do que a série da Netflix”.
The first 2 eps of #DaredevilBornAgain are a terrific start to the series, affirming @MarvelStudios commitment to the original series’ tone and feel. Not too much action yet. This is a story about Matt getting back up after a major blow. So we’re just getting started @Daredevilpic.twitter.com/RoCJIiVOq4
“Os primeiros dois episódios de ‘Demolidor: Renascido’ são um excelente começo para a série, afirmando o compromisso da Marvel Studios com o tom e a sensação da produção original. Ainda não há muita ação. Esta é uma história sobre Matt se levantando após um grande golpe. Então, estamos apenas começando.”
Watched the first 2 episodes of #DaredevilBornAgain and WOW! Ep1 starts with a bang and makes a point to show you this isn’t Netflix. Truly fantastic fight sequence that will leave you speechless. D’Onofrio’s is incredible as a hardened, cautious, and wary Fisk. pic.twitter.com/tyJbNa0Q14
“Assisti aos 2 primeiros episódios de ‘Demolidor: Renascido’ e uau! O primeiro episódio começa com força e faz questão de mostrar que isso não é Netflix. Sequências de lutas verdadeiramente fantásticas que o deixarão sem palavras. D’Onofrio é incrível como um Fisk endurecido e cauteloso”.
“‘Demolidor: Renascido’ é como receber de volta um amigo que amadureceu e envelheceu melhor que o vinho – uma estreia verdadeiramente espetacular e um sorriso garantido de orelha a orelha!” –
Lembrando que ‘Demolidor: Renascido’ chega ao Disney+ em 04 de março.
Em ‘Demolidor: Renascido’, da Marvel Television, Matt Murdock (Charlie Cox), um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk () vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.
‘Demolidor: Renascido‘ chega dia 04 de março de 2025 no Disney+
Além deCharlie Cox como o personagem-título e Vincent D’Onofrio como Wilson Fisk, Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário) integram o elenco.
Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.
Pouco depois de ter conquistado uma indicação ao Emmy por seu trabalho em ‘Bad Thoughts’, o comediante Tom Segura assinou contrato para assinar a comédia ácida para maiores ‘El Tigre’, que também o traz como produtor (via Deadline).
Juntando-se a ele, estão Luke Wilson (‘Legalmente Loira’), Tim Baltz (‘The Righteous Gemstones’), Genesis Rodriguez (‘Operação Lioness’), Arturo Castro (‘Tron: Ares’), Harvey Guillén (‘O Que Fazemos nas Sombras’), Raoul Trujillo (‘Sicário: Dia do Soldado’), Frankie Quinones (‘This Fool’) e Kirk Fox (‘Jury Duty’).
A trama acompanha Jeff (Segura) e seus amigos em sua jornada rumo ao México, onde descobrem, da pior forma possível, que Jeff é sósia do infame líder do cartel El Tigre, que desapareceu. Após ser capturado por rivais e resgatado pelas forças de El Tigre, Jeff precisa fingir ser o líder implacável até encontrar seus amigos e o caminho de volta para casa.
As gravações já estão ocorrendo em Novo México, Estados Unidos.
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.