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‘Mansão Mal-Assombrada’: Jared Leto entra para o elenco da nova adaptação da Disney

De acordo com o EW, Jared Leto (‘Morbius’) entrou para o elenco da nova adaptação de ‘Mansão Mal-Assombrada‘, que é baseada na clássica atração do parque temático da Disney.

O ator interpretará o Fantasma da Cartola na nova versão.

Além disso, o site também confirmou Jamie Lee Curtis como a Madame Leota.

O elenco ainda contará com LaKeith StanfieldTiffany HaddishOwen Wilson, Rosario Dawson Danny DeVito.

O longa será lançado nos cinemas no dia 10 de março de 2023.

Justin Simien, aclamado diretor e roteirista da série ‘Cara Gente Branca‘, ficará responsável pela direção. A história será totalmente diferente da versão anterior.

Katie Dippold (‘Caça-Fantasmas’) assina o roteiro.

Lançada em 1969 e ainda extremamente popular, a atração leva os visitantes em uma mansão sinistra com uma grande variedade de sustos sobrenaturais. Dentre seus personagens mais populares, inclui-se Hatbox Ghost, Madame Leota, The Phantom e os Hitchhiking Ghosts.

Em 2003, um longa baseado na atração, estrelado por Eddie MurphyTerence StampMarsha Thomason, foi lançado, mas falhou em cumprir as expectativas dos estúdios. O filme arrecadou apenas US$182 milhões nas bilheterias, a partir de um orçamento de US$90 milhões, além de ter sido um fracasso de crítica (amargando 14% de aprovação no Rotten Tomatoes).

Sarah Snook é assombrada pelo passado no trailer de ‘Run Rabbit Run’, novo terror da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer do terror sobrenatural ‘Run Rabbit Run‘, estrelado pela Sarah Snook (‘Succession’).

Confira:

Crítica | Run Rabbit Run: Terror da Netflix com Sarah Snook poderia ser espetacular, mas é apenas um recorte solto de bons momentos

O longa será lançado na plataforma no dia 28 de junho.

Daina Reid (‘The Handmaid’s Tale’) é responsável pela direção.

A trama segue Sarah, uma médica de fertilidade, que acredita fortemente na vida e na morte. Porém, quando sua filha começa a se comportar de forma estranha, ela deve questionar seus valores e enfrentar um fantasma do passado.

Lily LaTorre, Damon Herriman e Greta Scacchi também estrelam a produção.

‘Ricky Stanicky’: Comédia com John Cena divide os críticos com 45% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 33 críticas publicadas até o momento, a comédia ‘Ricky Stanicky‘, estrelada por Zac Efron e John Cena, dividiu a opinião dos críticos com apenas 45% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Apesar da sólida performance de Cena como o personagem titular, o consenso geral critica o humor da produção e aponta a queda de qualidade na segunda metade da narrativa.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Boa parte do humor de ‘Ricky Stanicky’ se apoia em piadas imaturas sobre masturbação.” (RogerEbert.com)

“‘Ricky Stanicky’ pode ser imaginário e falha em explorar completamente o seu potencial, mas é um papel que combinou perfeitamente com o John Cena.” (CNN)

Zac Efron está preso em outro roteiro ruim nesta comédia – que é uma triste demonstração do que outrora poderia ter sido considerado transgressivo, mas agora só parece cansativo.” (Hollywood Reporter)

“Sinto que a maior parte do público irá perder a paciência com as maquinações cansativas da segunda parte do filme, quando Ricky Stanicky troca seu charme por uma comédia clichê de baixo nível.” (IndieWire)

“O problema com essa comédia dirigida por Peter Farrelly, que pode ser considerado um elogio ao seu caráter, é que ele é muito gentil para comandar este tipo de humor.” (AV Club)

“Apesar do desfecho tumultuado, a performance de John Cena é uma revelação – ele é muito talentoso, tanto como ator quanto como comediante.” (San Jose Mercury News)

“Você quase consegue ouvir as risadas de uma versão mais engraçada e profunda do roteiro de ‘Ricky Stanicky’ do que no filme que nós assistimos. Nem mesmo os esforços de John Cena conseguem justificar essa tentativa mal sucedida de comédia.” (We Got This Covered)

O longa já está disponível no catálogo brasileiro do Prime Video.

Na infância, três amigos fazem uma brincadeira que deu errado e, para se livrarem da culpa, criam o nome de outra pessoa para assumir a culpa: Ricky Stanicky (Cena). Após 20 anos de mentira, eles se vêm obrigado a contratar um ator para se passar por Ricky até que as coisas saem de controle!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de dirigir, Peter Farrelly (‘Debi & Loide 2’) também assina o roteiro ao lado de Steve Oedekerk (‘Kung Pow: O Mestre da Kung-Fu-São’).

O elenco ainda conta com Jermaine Fowler, Andrew Santino, Lex Scott Davis, William H. Macy e Anja Savcic.

‘Star Wars: Skeleton Crew’ tem estreia adiantada no Disney+

O Disney+ anunciou que ‘Skeleton Crew‘, nova série derivada do popular universo de ‘Star Wars‘, teve sua estreia antecipada em um dia.

Agora, os dois primeiros episódios serão lançados no serviço de streaming no dia 2 de dezembro. O capítulos seguintes chegarão à plataforma toda terça-feira, em caráter semanal.

Na trama, quatro crianças que fazem uma descoberta misteriosa em seu planeta natal aparentemente seguro, então se perdem em uma galáxia estranha e perigosa. Para encontrar o caminho de casa — cheio de aliados e inimigos improváveis ​​—, eles terão que embarcar em uma aventura maior do que eles jamais imaginaram.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Apesar da premissa aparentemente destinada ao público infantil, o co-criador Chris Ford disse à Entertainment Weekly que a série vai agradar a todas as idades.

“O tom de ‘Skeleton Crew‘ é uma aventura. Queríamos que fosse algo muito divertido. Mas é claro que, junto com a aventura, vem o lado sombrio, que é o perigo. E quando as crianças estão em perigo, torna-se uma trama mais pesada e carregada. Então, brincamos com isso, mas no geral queríamos que fosse apenas uma aventura divertida.”

Mesmo com um elenco mais jovem, que conta com Ravi Cabot-Conyers, Kyriana Kratter, Robert Timothy Smith e Ryan Kiera Armstrong, Ford deixou claro que:

“‘Skeleton Crew‘ é para todas as idades. Quando contamos a Kathy Kennedy que queríamos usar aquele tom dos filmes da Amblin (‘Os Gonnies’, ‘E.T. – O Extraterrestre‘), que ela aperfeiçoou ao longo dos anos junto com Steven Spielberg, ela disse é que eles nunca pensaram nesses filmes como algo infantil. Acontece que são sobre crianças, crianças em aventuras bem maduras e reflexivas. Então ‘Skeleton Crew’ é para todos, não importa a idade.”

Entre os diretores estão Bryce Dallas Howard (‘The Mandalorian’) e os vencedores do Oscar Daniel Kwan e Daniel Scheinert (‘Tudo em todo lugar ao mesmo tempo’), além de David Lowery (‘A Lenda do Cavaleiro Verde’), Jake Schreier (‘Beef’) e Lee Isaac Chung (‘Minari’).

Durante uma entrevista para o portal, o produtor Jon Favreau confirmou que ‘Skeleton Crew’ também será ambientada no mesmo período deO Mandaloriano’, ‘AhsokaeO Livro de Boba Fett.

“Todos os programas em que trabalhamos – ‘O Mandaloriano’, ‘Ahsoka’, ‘O Livro de Boba Fette agora ‘Skeleton Crew‘ – todas elas existem no mesmo período. Todas elas são ambientadas após os eventos de ‘O Retorno de Jedi‘. Então, entre o ‘Episódio VI’ e o Episódio VII’, há 30 anos de histórias que ainda não foram exploradas, pelo menos na tela.”

Ele continuou, sugerindo uma possível encontro dos personagens de ‘Skeleton Crew‘ com o restante dos protagonistas.

“Há muito espaço para contarmos histórias, e há muitos personagens em jogo porque sabemos ‘quem’ está por perto durante esse período de tempo, então todos podem se conectar uma hora ou outra.”

Diretor confirma história de origem do Art em ‘Terrifier 4’: “Vocês terão muitas respostas”

Em entrevista ao Collider, o diretor Damien Leone revelou sobre o que podemos esperar do quarto (e alegadamente último) capítulo da franquia ‘Terrifier‘.

O cineasta prometeu que o novo filme irá se aprofundar na história de origem do psicótico palhaço Art. No entanto, ele confirmou que não irá explicar toda a mitologia do antagonista, pois não quer perder o mistério que envolve o personagem.

“Eu adoro o mistério. Essa é a parte mais importante, porque os espectadores estão muito curiosos para saber o mistério por trás [do Art]. Acho que as pessoas não percebem que é o mistério que faz o personagem funcionar tão bem. Se revelarmos muito, perderemos esse elemento. Não devemos ver como a magia é feita, é quase sempre decepcionante. Acredito que há um jeito de explicar a origem dele sem perder esse mistério. É arriscado, mas acredito que a maior parte dos espectadores irá ficar satisfeita. Vocês terão muitas respostas.”

Anteriormente, ele havia confirmado que a explicação por trás da origem do antagonista será explicada logo no início do próximo capítulo da saga: “Sei que essa palavra é usada com frequência, mas ‘Terrifier 4’ será épico. Não irá decepcionar. O público irá descobrir a história de origem do Art nos primeiros 15 minutos do filme.

Sucesso nos cinemas, o terceiro filme da franquia arrecadou quase US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de apenas US$ 2 milhões. O terror também foi bem-recebido pelos críticos, conquistando 78% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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Risco Total

(Cliffhanger)

 

Elenco:

Lily James
Pierce Brosnan
Franz Rogowski

 

Direção: Jaume Collet-Serra

Gênero: Suspense

Duração: — min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 17 de Setembro de 2026

Sinopse: 

Em RISCO TOTAL, o veterano montanhista Ray Cooper precisa despistar sequestradores em meio aos picos traiçoeiros das Dolomitas.

Curiosidades: 

Reboot do suspense ‘Risco Total’ é confirmado para SETEMBRO no Brasil

» O roteiro foi assinado por Ana Lily AmirpourSasha PennMark Bianculli e Melanie Toast;

» Vale lembrar que, anteriormente, o projeto estava sendo desenvolvido como uma “sequência-legado”, contando com o retorno de Sylvester Stallone como o escalador Gabe Walker;

» Sucesso nos cinemas, o longa original, dirigido por Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’), arrecadou US$ 255 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 70 milhões;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

3ª temporada de ‘Demolidor’ deve estrear em fevereiro de 2018

A terceira temporada de ‘Demolidor’ ainda não tem uma data definida, mas é bem provável que ela chegue à plataforma da Netflix em fevereiro de 2018.

A especulação se dá pelo timing da publicação da próxima edição dos quadrinhos Demolidor Omnibus, que chegam às bancas em 20 de fevereiro, com a edição seguinte chegando no mesmo dia, só que no mês de março.

Segundo o site de notícias Cinema Blend, a Marvel estaria buscando aliar os lançamentos dos quadrinhos com a série de TV, considerando que a procura por coisas relacionadas ao herói estariam em alta, contribuindo para as vendas da publicação.

Nenhuma confirmação foi feita por parte da Netflix quanto a esta expectativa.

‘Demolidor’ ganha versão para deficientes visuais

‘Han Solo: Uma História Star Wars’: Millennium Falcon está sob ataque em cena INÉDITA; Assista!

A Lucasfilm liberou uma cena inédita deHan Solo: Uma História Star Wars, que traz o protagonista e seu parceiro, Chewbacca, pilotando a Millennium Falcon, que está sob ataque.

Assista:

O filme deve se aproveitar do feriado de Memorial Day e arrecadar cerca US$ 170 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos em seu fim de semana de estreia, de acordo com novas projeções do Deadline.

O site ainda menciona ainda que o longa registrou uma taxa de 28 pontos de interesse entre um público selecionado, pouco mais que ‘Rogue One’, que registrou 23 pontos.

A duração de Han Solo: Uma História Star Wars também foi revelada pela organização do Festival de Cannes. O novo derivado da franquia terá 2 horas e 15 minutos.

Han Solo – Uma História Star Wars‘ terá sua première no Festival de Cannes, informou o Deadline.

O festival acontece de 8 a 19 de maio, e o filme será exibido no dia 15.

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.

“Embarque na Millennium Falcon e viaje para uma galáxia muito, muito distante em ‘Solo: Uma História Star Wars, a nova aventura com o sacana mais adorado da galáxia. Ao longo de uma série de aventuras ousadas nas profundezas do perigoso e sombrio submundo do crime, Han Solo conhece seu futuro copiloto Chewbacca e encontra o notório Lando Calrissian, numa jornada que definirá os rumos de um dos heróis mais improváveis da saga Star Wars“.

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody HarrelsonEmilia Clarke (de ‘Game of Thrones’), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

‘Shazam!’: Zachary Levi compartilha divertido cartaz de fã; Confira!

O intérprete do heróis ‘Shazam!‘, Zachary Levi, compartilhou um divertido cartaz feito pelo artista BossLogic.

O material mostra a partir da perspectiva de visão do herói, que sobrevoa o céu, tentando aprender a voar. O ângulo ainda traz uma “colinha” na palma da mão do jovem personagem, com dicas rápidas sobre como conseguir tal feito.

O material ficou realmente bom e poderia muito bem ter sido uma ideia oficial da DC.

Confira o resultado:


Os críticos estão elogiando a dinâmica do personagem de Asher Angel e Zachary Levi, o jovem Billy Batson que se transforma em Shazam dizendo a palavra mágica, com seu novo amigo Freddie Freeman, interpretado por Jack Dylan Grazer.

O consenso geral é que o filme usa o humor e o coração para encantar o público e se diferenciar dos outros filmes do DCEU.

“#Shazam é grandioso, engraçado, adorável e diferente de tudo que a DC fez antes. Definitivamente na veia de Quero ser Grande, com Tom Hanks, mas com ação de super-herói e muitas referências a Batman e Superman. Eu esperei tanto este filme que eu queria dar-lhe um abraço de urso no final. Os filmes da DCS continuam melhorando.”, ERIK DAVIS do FANDANGO.

 

“#Shazam é uma delícia absoluta! Super vibrante, toneladas de coração e uma vibe grande de diversão amorosa. O elemento familiar é um grande encantador e o humor é encantador. Zachary Levi explora seus novos poderes. Jack Dylan Grazer é uma estrela.”, PERRI NEMIROFF do COLLIDER.

 

Zachary Levi nasceu para interpretar #Shazam. Ele oferece muitas risadas ao lado de sua co-estrela, Jack Dylan Grazer. O filme traz algumas grandes surpresas para os fãs dos quadrinhos e oferece apelo mainstream suficiente para conquistar novos fãs. Os pontos fortes de Shazam compensam definitivamente suas fraquezas.” JIM VEJVO do IGN.

 

“#Shazam é uma alegria absoluta. Diferente de qualquer filme do DCEU até agora… É engraçado, quente, é apaixonante e bobo. O elenco é fantástico.”, DEN OF GEEK.

 

“#Shazam é emocionalmente desigual, mas absolutamente divertido. Zachary Levi aperfeiçoa Shazam, embora
Jack Dylan Grazer seja o verdadeiro herói aqui. É um filme de super-herói comum, mas é refrescante e inovador”, MANSOOR MITHAIWALA do SCREENRANT.

 

#Shazam mistura Esqueceram de Mim com Quero ser Grande, e consegue agradar toda a plateia e todas as famílias com uma história cheia de alegria e realização em um filme de super-herói que fica um pouco demais e brega às vezes. É divertido e engraçado, e fiquei surpreso com o quanto ele usa o seu coração para conquistar os fãs.”, PETER SCIRETTA do SLASHFILM.

 

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).

O elenco conta com Zachary LeviAsher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril de 2019.

‘Grey’s Anatomy’: Elenco faz bela homenagem em alusão ao Dia Nacional do Médico

Nos Estados Unidos, 30 de março marca o Dia Nacional do Médico. E para celebrar a coragem e determinação dos profissionais, que estão na linha de frente enfrentando o coronavírus e expondo suas próprias saúdes para garantir o controle da doença, o elenco da série ‘Grey’s Anatomy‘ fez uma bela homenagem em vídeo.

O tributo foi compartilhado por meio da conta oficial do Instagram da Shondaland e traz membros do elenco da série refletindo sobre a vital importância dos médicos nesse período tão delicado.

Confira:


Vale ressaltar que o final da temporada atual terá que ser abreviado, em virtude da interrupção das filmagens, por conta do coronavírus.

No entanto, a showrunner Krista Vernoff afirmou que o desfecho da 16ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘ será satisfatório.

Os fãs estavam preocupados pois a produção do ciclo atual foi abruptamente parada por causa do surto de Coronavírus, tornando o 21º episódio inesperadamente o último.

“Nós estamos DESAPONTADOS por não podermos completar nossa narrativa para essa temporada. A boa notícia? O 21º funciona como um final satisfatório! Não é onde planejávamos terminar, mas é lindo e há várias perguntas para o próximo ano.”


O 21º episódio, intitulado Put on a Happy Face, servirá como a Season Finale da temporada, e irá estrear antecipadamente, no dia 9 de abril.

Na sinopse oficial, “Link tenta convencer a Amelia a pegar leve durante o estágio final de sua gravidez. Hayes pergunta a Meredith uma questão surpreendente e Owen faz uma descoberta chocante.”

Lembrando que a 16ª temporada continua em exibição no Brasil pelo canal Sony.

Criada por Shonda Rhimes, a série recentemente conquistou o título de drama médico mais duradouro da história da televisão, superando ‘Plantão Médico‘.

A trama segue a história de residentes, bolsistas e assistentes cirúrgicos, enquanto experimentam as dificuldades das carreiras competitivas que escolheram no Grey Sloan Memorial Hospital.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Justin Chambers, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Giacomo Gianniotti e Kim Raver.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 17ª temporada.

‘Law & Order: SVU’: Stabler está de volta em novo comercial de TV; Assista!

O agente Elliot Stabler (Christopher Meloni) está de volta e promete redimir os erros do passado em um novo tempo, conforme pontua o mais recente e misterioso comercial de ‘Law & Order: SVU‘.

O vídeo promocional ainda anuncia o crossover entre a produção e a nova série estrelada pelo veterano, intitulada ‘Law & Order: Organized Crime‘.

Confira:

O especial será exibido no dia 01 de abril e será seguido pela estreia de logo de ‘Law & Order: SVU‘.

Vale lembrar que o astro Christopher Meloni protagonizou ‘SVU‘ ao lado da atriz Mariska Hargitay até a sua 12ª temporada

Em ‘Organized Crime‘, Stabler está se recuperando de uma perda pessoal e volta à Polícia de Nova York para liderar uma força-tarefa de elite que enfrentará o crime organizado. Ele descobre que – após a sua ausência de uma década da instituição – o sistema e a cidade já não são mais os mesmos que eram e agora ele terá que se adaptar a um diferente modelo de justiça criminal, em meio ao seu próprio momento de ajuste de contas.

Confira o trailer da 22ª temporada de ‘SVU‘:

Mariska Hargitay, Ice T, Kelli Giddish, Peter Scanavino, Jamie Gray Hyder e Demore Barnes estrelam.

O spin-off ‘Law & Order: SVU‘ é um sucesso sem precedentes, ultrapassando até mesmo o nível de popularidade de sua série materna, ‘Law & Order‘, exibida entre os anos de 1990 e 2010.

SVU‘ conquistou 6.4 milhões de espectadores, entre a faixa etária de 18 e 49 anos, com sua temporada mais recente.

 

Crítica | TÁR: Cate Blanchett é uma brilhante e problemática maestro em possível vencedor do Oscar

Perspicaz em seus diálogos e sempre emanando um enorme eruditismo por onde passa, Lydia Tár é uma força criativa muito bem articulada, que se desabrocha em tela como o mito da Esfinge. Inicialmente uma mulher voraz, de argumentação coerente e ácida, ela se desfalece ao longo de quase três horas de filme como a icônica figura grega. Deixando um rastro de destruição e devorando aqueles que a cercam, ela é um retrato quase metalinguístico do que Hollywood se tornou nos últimos anos com o surgimento do problemático movimento #MeToo. E TÁR, novo drama do cineasta Todd Field, é uma espécie de alegoria a uma indústria marcada por poder, influência e egolatria. Fugindo do óbvio, o longa faz de seus densos monólogos uma experiência cinematográfica inesperadamente angustiante.

Sempre pautado em conversas exageradamente catárticas e um tanto performáticas, TÁR nos causa uma certa estranheza em seus primeiros minutos. Entre diálogos sempre muito polidos e reflexões sociais e artísticas tão específicas, Field coloca sua originalidade à prova, correndo o risco de perder a atenção da audiência que talvez não esteja disposta a uma proposta tão direcionada para a música clássica. Mas com a ajuda de Cate Blanchett, o diretor e roteirista facilmente consegue cruzar os preconceitos iniciais, nos entregando um drama que nos consome muito mais do que o esperado.

Trazendo a história dessa maestro que hoje vive o auge de uma admirável carreira, TÁR é uma experiência sinestésica onde a música erudita e o cinema cult se encontram proporcionando algo diferente para o público. Conforme acompanhamos a artista homônima a poucos dias de sua mais aguardada performance com a filarmônica alemã, vemos toda sua cautelosa jornada desmoronar com escândalos assombrosos que envolvem uma série diversa de abusos. E entre a pressão de garantir que sua arte e sua imagem permaneçam imaculadas e os irrefutáveis fatos, uma das artistas mais intocáveis se vê diante de um beco sem saída.

E essa tumultuada jornada, marcada por tantos diálogos que poderiam muito bem ser cansativos de tão pedantes, nos toma pela mão de forma arrebatadora. Com Cate Blanchett em sua melhor performance até o momento (se é que é possível realmente criar um paralelo justo com seu passado), TÁR é o cinema arte em sua mais alta qualidade, que nos chama para dentro da narrativa. Com um roteiro inteligente e um pequeno catálogo de brilhantes performances, as extensas páginas de conversas acompanhadas por um café ou cercadas por um anfiteatro se transformam em momentos de angústia e aflição para a audiência. E com a ajuda de Nina Hoss e Noémie Merlant, como duas excelentes coadjuvantes, o que poderia ser um filme blasé se torna um drama eficiente sobre uma mulher que realmente aparenta ser a personificação do mito da Esfinge.

E Blanchett nos hipnotiza. Com trejeitos um pouco mais masculinizados, que vez outra deixam escapar uma certa feminilidade, ela brilha a todo momento. Com uma linguagem corporal mais classuda, sempre emanando a didática de um maestro em seus gestos, ela faz tudo parecer absolutamente natural e leve. Da insensatez e frieza ao mais puro fascínio pelas notas musicais, ela faz de Lydia Tár um experimento social a ser avaliado e julgado pela audiência. E exibindo um alemão admirável ao longo de 2h38 de filme, a vencedora do Oscar nos lembra do quão única ela é capaz de ser a cada nova performance.

Com uma direção padrão que ganha um conceito maior já pelo final do seu segundo ato, TÁR é um drama excelente sobre relações humanas, abuso de poder e de influência e até mesmo sobre o famoso nepotismo. Demonstrando de forma simbólica e bem rápida o contraste de gerações, o filme não se preza a explicar os conceitos e referências culturais que cercam a música clássica, podendo deixar muitos à deriva. Mas ainda sim, fazendo uma excelente espiral decadente de sua própria protagonista, a produção nos convida para a curiosidade, instiga nossos instintos e nos deixa insaciáveis. E sob um final irônico e brilhante, Field ainda consegue entregar muito mais do que esperamos, tornando TÁR uma pequena sátira de uma mulher que, embora flertasse com todas as cartilhas progressistas, é de fato um escárnio da assustadora contemporaneidade.

Cannes 2023 | Conheça os detalhes da Seleção Oficial do Maior Festival de Cinema

Na última quinta-feira, dia 13 de abril, Thierry Frémaux e Iris Knobloch anunciaram a seleção oficial dos filmes participantes do 76º Festival de Cannes. Com uma grande abertura aos filmes hollywoodianos, a seleção consagra grandes nomes da sétima arte e figurinhas carimbadas do evento ao mesmo tempo que busca apresentar novos cineastas e um recorde de mulheres nomeadas para a competição. 

A quatro semanas da 76ª edição, o CinePOP apresenta os principais elementos de destaque da seleção deste ano. A começar pela presença de três brasileiros na seleção oficial (Kleber Mendonça Filho, Karim Aïnouz e Renée Nader Messora) já conhecidos do festival. Vamos dedicar uma análise especial para todos os brasileiros no festival em outro artigo, aguardamos ainda as seleções das mostras paralelas. 

Os mesmos de sempre na Competição pela Palma de Ouro

Ken Loach esteve 15 vezes na disputa pela Palma de Ouro

O que mais chama atenção na seleção competitiva? Os nomes de diretores já carimbados diversas vezes no festival. Em pole position está o britânico Ken Loach, de 86 anos, o qual já subiu os degraus do tapete vermelho do Palais des Festivals et des Congrès de Cannes 15 vezes. Duplamente premiado com a Palma de Ouro [Ventos da Liberdade, 2006, e Eu, Daniel Blake, 2016], o cineasta compete este ano com The Old Oak contra outros 18 longas-metragens. 

Em sua companhia estão também os veteranos da Croisette: o alemão Wim Wenders (10 vezes selecionado); os italianos Nanni Moretti (9 vezes) e Mario Bellocchio (8 vezes); e o japonês Hirokazu Kore-Eda (6 vezes). Caso Thierry Frémaux, o diretor geral do festival, consiga convencer Martin Scorsese — quatro vezes selecionado entre 1976 e 1985 — a apresentar Killer of the Flower Moon em competição, ele pode entrar nessa lista. 

Killer of the Flower Moon, de Scorsese, ainda é promessa na disputa pela Palma de Ouro

De acordo com o Frémaux durante a coletiva de imprensa: “O pedido foi feito” e, como todos os anos, alguns filmes ainda poderão entrar para a Seleção Oficial até o início do evento em Cannes. Outro nome conhecido do público é Wes Anderson, pela terceira vez em competição com Asteroid City. Após Moonrise Kingdom (2012) e A Crônica Francesa (2021), novamente um elenco estelar acompanha o cineasta: Tilda Swinton, Adrien Brody, Scarlett Johansson e Tom Hanks, entre outros. 

Em meio a mais de 2.000 filmes vistos pelo diretor-geral e a sua equipe, o Festival de Cannes promete uma “seleção renovada, pontuada aqui e ali por grandes autores”, no entanto, é notável a predominância dos cineastas dos Estados Unidos e Europa, vide a pré-estreia de Indiana Jones e a Relíquia do Destino, de James Mangold.

Indiana Jones e a relíquia do destino é a grande estreia do Festival de Cannes 2023

Poucos Novatos na Seleção Oficial

Não é tão usual o lançamento de um(a) diretor(a) iniciante na competição pela Palme d’Or, ainda mais com tantos outros nomes de peso na disputa. Por outro lado, o Festival de Cannes nos presenteia com grandes obras de debutantes, vide Atlantique, de Mati Diop, e Os Miseráveis, de Ladj Ly, ambos premiados pelo júri em 2019. Este ano, o grande efeito é da franco-senegalesa, de 36 anos, Ramata-Toluaye Sy, na disputa pela Palma de Ouro com o longa Banel & Adama. Vinda de uma das renomadas escolas de cinema na França, La Fémis, a novata cineasta já esteve por trás do roteiro de dois projetos e trabalhou na ideia título selecionado durante sete anos.

Longe de ser um novato no cinema, o britânico Jonathan Glazer é outro nome pela primeira vez na Seleção Oficial. Vindo do mundo dos videoclipes, ele é conhecido na sétima arte pelos controversos Sexy Beast (2000), com Ben Kingsley; Reencarnação (2004), com Nicole Kidman; e Sob a Pele (2013), com Scarlett Johansson, Glazer é um diretor peculiar e podemos esperar qualquer coisa do seu quarto longa The Zone of Interest (Zona de Interesse). O filme é a adaptação do romance homônimo de Martin Amis ambientado em Auschwitz. Lançado em 2014, o livro conta a história de um oficial nazista que se apaixonou pela esposa do comandante do campo.

Ramata-Toluaye Sy única estreante na direção em disputa pela Palma de Ouro

Séries em Cannes

Não é de hoje que o Festival de Cannes coloca no seu cardápio o lançamento de séries, mas é curiosa a participação do grande lançamento do ano da HBO, The Idol (O Ídolo), tenha uma pré-estreia durante o evento. Com um festival especial CannesSeries, realizado do 14 ao 19 de abril de 2023, em sua sexta edição, é de se estranhar a seleção de Thierry Frémaux. Como justificativa, o diretor-geral anunciou o título como o “início de um filme…”

Em outros anos, Irma Vep, de Olivier Assayas; Top of the Lake, de Jane Campion; Twin Peaks, de David Lynch; e Muito Velho Para Morrer Jovem, de Nicolas Winding Refn; tiveram essa honra. Desta vez, no entanto, não é um grande cineasta na realização, mas Sam Levinson, o criador de produções televisivas como Euphoria (2019-) e Malcolm & Marie (Netflix, 2021), ao lado de The Weeknd

The Idol estreia dia 4 de junho na HBO.

Além da produção, o músico atua ao lado de Lily-Rose Depp. Desde de Game of Thrones (2011-2019), a HBO produz séries com qualidades cinematográficas. Ou seja, esperamos o mesmo de The Idol. Pelo trailer, o seriado tem uma pegada moderna da ideia de Damien Chazelle em Babilônia (2022). Veja o trailer aqui

Recorde de Cineastas Mulheres

Outro destaque deste ano é a nomeação de seis mulheres em competição, ou seja, quase um terço da Seleção Oficial. É um recorde do evento, pois no ano anterior o número foi de cinco diretoras, incluindo um filme co-realizado com um homem. Das seis selecionadas, quatro são reincidentes: as francesas Catherine Breillat (com A Última Amante, 2007) e Justine Triet (com Sibyl, 2019); a italiana Alice Rohrwacher (com As Maravilhas, 2014, e Feliz como Lázaro, 2018); e a austríaca Jessica Hausner (Little Joe, 2019). 

As diretoras Jessica Hausner, Alice Rohrwacher, Kaouther Ben Hani, e Catherine Breillat na Competição Oficial.

A tunisiana Kaouther Ben Hania já recebeu uma nomeação com O Homem que Vendeu Sua Pele na Seleção do Festival de Cannes 2020, em contrapartida, o evento não ocorreu por conta da pandemia da COVID-19. Esta é, portanto, oficialmente sua primeira participação em na corrida pela Palma de Ouro. Vale lembrar que ela esteve na mostra Um Certo Olhar com o ótimo A Bela e os Cães, em 2017. Para fechar a lista, a sexta é a  — já mencionada — franco-senegalesa Ramata-Toluaye Sy

Após 75 edições, o Festival de Cannes conta apenas com duas mulheres ganhadoras do grande prêmio. A primeira foi Jane Campion, com O Piano (1993) e mais de 20 anos depois, Julia Ducournau com Titane (2021). Nas nossas contas, apenas 2,6% do total de edições uma mulher subiu ao palco para receber a Palma de Ouro. Com seis mulheres na disputa, as chances aumentam, mas a batalha vai ser difícil. Vamos aguardar a revelação dos membros do júri ao lado do presidente Ruben Östlund (Triângulo da Tristeza).

Confira abaixo a lista completa da Seleção Oficial de Cannes

Filme de Abertura: Jeanne du Barry, de Maïwenn (Fora da Competição) 

Johnny Depp em Jeanne du Barry na Abertura do Festival de Cannes

Competição pela Palma de Ouro

Club Zero, de Jessica Hausner (Áustria)

The Zone Of Interest, de Jonathan Glazer (Reino Unido)

Fallen Leaves (Kuolleet lehdet), de Aki Kaurismaki (Finlândia)

Les Filles d’olfa, de Kaouther Ben Hania (Tunísia)

Asteroid City, de Wes Anderson (EUA)

Anatomie d’une Chute, de Justine Triet (França)

Monster, de Kore-Eda Hirokazu (Japão)

Il Sol Dell’avvenire, de Nanni Moretti (Itália)

L’été Dernier, de Catherine Breillat (França)

About Dry Grasses (Kuru Otlar Ustune), de Nuri Bilge Ceylan (Turquia)

La Chimera, de Alice Rohrwacher (Itália)

La Passion de Dodin Bouffant, de Tran Anh Hùng (Vietnã)

Rapito, de Marco Bellocchio (Itália)

May December, de Todd Haynes (EUA)

Jeunesse, de Wang Bing (China)

The Old Oak, de Ken Loach (Reino Unido)

Banel & Adama, de Ramata-Toulaye Sy  | Primeiro Filme | (Senegal/França) 

Perfect Days, de Wim Wenders (Alemanha)

Firebrand, de Karim Aïnouz (Reino Unido/Brasil)

Mostra Um Certo Olhar 

Filme de Abertura: Le Règne Animal, de Thomas Cailley 

Romain Duris em Le Règne Animal, na abertura da mostra Um Certo Olhar

Los Delincuentes, de Rodrigo Moreno 

How To Have Sex, de Molly Manning Walker  |  Primeiro Filme 

Goodbye Julia, de Mohamed Kordofani  |  Primeiro Filme  

La Mère De Tous Les Mensonges (Kadib Abyad), de Asmae El Moudir 

Simple Comme Sylvain, de Monia Chokri 

A Flor do Buriti, de João Salaviza, Renée Nader Messora 

Los Colonos, de Felipe Gálvez  |  Primeiro Filme 

Augure, de Baloji  |  Primeiro Filme  

The Breaking Ice, de Anthony Chen 

Rosalie, de Stéphanie Di Giusto 

The New Boy, de Warwick Thornton

If Only I Could Hibernate, de Zoljargal Purevdash  |  Primeiro Filme 

Hopeless, de Kim Chang-Hoon  | Primeiro Filme 

Terrestrial Verses, de Ali Asgari, Alireza Khatami 

Rien à Perdre, de Delphine Deloget  |  Primeiro Filme  

Les Meutes, de Kamal Lazraq  |  Primeiro Filme 

Fora da Competição

Indiana Jones e a Relíquia do Destino, de James Mangold 

Cobweb, de Kim Jee-Woon 

The Idol, de Sam Levinson (série HBO)

Killers Of The Flower Moon, de Martin Scorsese 

Sessões de Meia-Noite 

Kennedy, de Anurag Kashyap 

Omar La Fraise, de Elias Belkeddar

Acide, de Just Philippot 

Cannes Première 

Kubi, de Takeshi Kitano 

Bonnard, Pierre e Marthe, de Martin Provost 

Cerrar Los Ojos, de Victor Erice 

Le Temps d’aimer, de Katell Quillévéré 

Sessões Especiais 

Documentário Retratos Fantasmas, de Kléber Mendonça Filho, estreia em Sessão Especial em Cannes.

Man In Black, de Wang Bing 

Occupied City, de Steve Mcqueen 

Anselm, de Wim Wenders 

Retratos Fantasmas, de Kleber Mendonça Filho

Saiba como baixar o jogo OFICIAL para celulares ‘Harry Potter: Mistérios de Hogwarts’

O tão aguardado jogo para celulares Harry Potter: Mistérios de Hogwarts’, licenciado pela Warner Bros., já está oficialmente aberto para pré-registro na Google Play, loja oficial de aplicativos para Android.

Essa atualização indica que o jogo, que é gratuito, está muito próximo de ser lançado. Para fazer o pré-registro e ficar sabendo assim que ele já estiver disponível, basta clicar neste link.

A trama do jogo se passa entre o período do nascimento de Harry e sua entrada em Hogwarts, quando Ninfadora Tonks e Gui Weasley ainda eram alunos.

O jogador poderá melhorar seu avatar à medida que conquistar mais experiências e habilidades mágicas, além de escolher seu próprio animal de estimação e participar de aulas de magia, poções e transfiguração. A cada nova habilidade conquistada, novos lugares e feitiços serão liberados.

Assista ao trailer:

‘Apostle’: Suspense da Netflix sobre seita religiosa ganha pôster sinistro

Michael Sheen e Dan Stevens vão estrelar um drama sobre uma seita religiosa, intitulado ‘Apostle’. Dirigido por Gareth Evans, a produção também conta com Lucy Boynton, Bill Millner e Kristine Froseth no elenco.

Além disso, a Netflix liberou um pôster enigmático do filme. Confira:

O novo cartaz adianta que a estreia do longa está marcada para o dia 12 de outubro.

A trama acompanha Stevens como um homem que viaja para uma ilha remota com o objetivo de resgatar sua irmã, que foi sequestrada por uma seita religiosa. Mas quando o grupo exige um resgate pela mulher, ele se vê em uma situação desafiante.

 

10 curiosidades de ‘Homem de Ferro 3’ | Um dos filmes com bastidores mais agitados da Marvel…

Como os seguidores do CinePOP já sabem, 2023 marca os dez anos do lançamento de Homem de Ferro 3. O filme causou muita polêmica na época de sua estreia, mas também foi acompanhado da segunda bilheteria do MCU a superar a marca de um bilhão de dólares. Em meio a essas contradições, o longa segue até hoje considerado por alguns o pior filme da Marvel, enquanto outros defendem que a obra foi injustiçada pelos fãs.

‘Homem de Ferro 3’ | Filme mais POLÊMICO do Homem de Ferro completa 10 anos
Divulgação/ Marvel© 2012

Independentemente dessa avaliação pessoal, esse filme é uma das obras da Marvel cujos bastidores foram repletos de curiosidades e situações pra lá de inesperadas. Então, pensando nessa celebração de uma década “de vida”, escolhemos dez curiosidades sobre o filme para você conhecer. Confira!

Novos horizontes

Foto: Alberto E. Rodriguez/WireImage

O querido Jon Favreau deixou a trilogia para focar em dois projetos diferentes: o filme indie Chef (2014), que ele estrelou e dirigiu, e Mogli: O Menino Lobo (2016). A escalação do novo diretor não demorou muito, porque havia um nome aparentemente ideal à disposição: Shane Black. Além de já ter trabalhado anteriormente com Robert Downey Jr., ele já tinha um entendimento de como funcionava a franquia, por ter sido um dos consultores não creditados de Homem de Ferro 2 (2010). Dessa forma, ele foi contratado e já assumiu um projeto que deveria ser tranquilo. Deveria.

Lesão milagrosa

Como dito acima, a produção deveria ser tranquila, mas foi repleta de problemas. Um deles foi que o estúdio responsável pelo CGI do filme abriu falência no meio das filmagens. E para piorar a situação, ainda faltava trabalhar todo o terceiro ato do longa, que é praticamente 80% feito com computação gráfica. Então, para sorte da equipe e azar do ator, Robert Downey Jr. foi realizar uma cena de ação e acabou quebrando o tornozelo. A lesão foi séria e deixou Robert “de molho” por dois meses em casa. Esse tempo foi o bastante para uma nova produtora assumir e trabalhar com calma no CGI do filme.

Tony Senna

Uma das cenas mais comentadas do trailer foi uma que mostrava Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) segurando o capacete do Homem de Ferro contra o rosto, enquanto chorava copiosamente. Segundo o diretor do filme, Shane Black, essa cena foi inspirada num ícone brasileiro: Ayrton Senna. Ele estava assistindo o documentário Senna: O Brasileiro, O Herói, O Campeão (2010), que conta a história da carreira e da vida pessoal do piloto brasileiro, quando se deparou com as imagens do funeral de Ayrton, em que sua irmã, Viviane, pega o capacete do irmão e o apoia contra o rosto, como se olhasse para os olhos de Ayrton uma última vez. Shane ficou encantando com o poder daquelas imagens e decidiu homenageá-la no filme.

Grana dos amigos

O orçamento original de Homem de Ferro 3 era de algo em torno de 140 milhões de dólares, o que já era um valor bem alto para um blockbuster da época. Só que o sucesso de Os Vingadores (2012) superou tanto as expectativas dos investidores, arrecadando mais de 1,5 bilhão de dólares, que eles liberaram uma cota extra de 60 milhões de dólares para o terceiro Homem de Ferro, disponibilizando assim um orçamento de cerca de 200 milhões de dólares. Uma bolada!

Maya 

Uma das personagens novas introduzidas e despedidas nesse filme foi a cientista Maya Hansen. Apesar de não ser uma personagem muito popular nos quadrinhos, Maya foi vendida como peça fundamental para a trama deste terceiro filme do Homem de Ferro, e isso fica claro pela ideia da direção para a atriz que deveria interpretá-la. A primeira convidada para dar vida ao papel foi a incrível Jessica Chastain. Ela aceitou o papel, mas acabou precisando deixar o projeto por conta de conflitos de agenda. Assim, o papel caiu no colo de Rebecca Hall, que passou longe de ter um trabalho memorável no longa.

Mudança polêmica

Quando começou a fazer Homem de Ferro (2008), Favreau decidiu encarar o projeto como a parte um de uma trilogia, mesmo que não houvesse confirmação de que aquilo iria pra frente. Assim, ele planejou os filmes para se encerrarem num embate épico contra o Mandarim, maior rival do herói nos quadrinhos. O problema é que Jon deixou o projeto e a liberdade criativa passou para as mãos de Shane Black, que decidiu alterar a visão do antigo diretor por medo sofrer represália internacional trazendo para as telas o Mandarim das HQs, que era repleto de estereótipos racistas dos chineses. Então, ele decidiu fazer do vilão um fantoche de um terrorista norte-americano, escalando Ben Kingsley para o papel do Mandarim falso. Dessa forma, ele fecharia a trilogia com a Indústria Armamentista como a grande vilã, assim como foi mostrado no primeiro filme.

Wandinha

Antes de fazer sucesso com a Wandinha na Netflix, a atriz Jenna Ortega já acumulava alguns papéis interessantes no cinema. Mas você sabia que sua estreia na atuação foi justamente em Homem de Ferro 3? Pois é, na época com apenas dez aninhos de idade, Jenna interpretou a filha do Vice-Presidente dos EUA, que é retratada como uma jovem em cadeira de rodas, que perdeu uma perna e motivou o político a apoiar o desenvolvimento e os testes do vírus Extremis, que é a grande ameaça da trama.

CGI de milhões

Com a cota extra, a produtora nova trabalhando e Robert machucado, Shane Black pôde gastar mais com CGIs extremamente excêntricos. O primeiro foram os dedinhos do coelhão que Tony dá de presente de natal para Pepper. Em testes no Oriente Médio, parte do público achou que as patinhas do coelho eram um par de peitos enormes no animal. Então, para evitar confusão, ele colocou patinhas de CGI no coelho. Mas o mais impressionante é justamente na cena final, em que Tony retorna a sua mansão destruída e pega uma chave de fenda. Como Robert estava se recuperado da lesão no tornozelo, Shane usou um dublê de corpo do ator e construiu seu rosto por meio do CGI. O trabalho foi tão bem-feito que até hoje tem muita gente que sequer sabe dessa curiosidade.

Foi pro espaço

Na época, os quadrinhos da Marvel traziam uma parceria inesperada, mas que deu muito certo. O Homem de Ferro foi ao espaço para integrar os Guardiões da Galáxia. E como o filme do grupo espacial estrearia no ano seguinte, houve um rumor de que a cena pós-créditos do filme mostraria Tony Stark com uma armadura adaptada viajando para o espaço, após receber uma mensagem de socorro do Senhor das Estrelas, que seria captada pelo JARVIS. Esse rumor ganhou ainda mais força quando a produção liberou imagens da Mark 39, a “Deep Space Armour”. No fim das contas, a armadura espacial foi feita, apareceu por 3 segundos na batalha final e foi destruída logo em seguida. E apesar disso, a armadura ganhou um Hot Toys próprio, que se tornou um sucesso de vendas.

Não cobrada

No fim das contas, a cena pós-créditos foi uma revelação de que Homem de Ferro 3 foi uma história narrada pelo próprio Tony Stark ao seu novo “amigo de laboratório”, Bruce Banner, como se fosse uma grande sessão de terapia. A cena é até divertida, com Bruce claramente de saco cheio do falatório de Tony, chegando até a dizer que ele não é “esse tipo de doutor”, claramente zoando o amigo por fazê-lo de psicólogo. Essa cena é tão curtinha que Mark Ruffalo – que aparece usando a mesma roupa do Steve Rogers (Chris Evans) no primeiro Vingadores – sequer teve a participação creditada oficialmente.

Divulgação/ Marvel Studios© 2013

Homem de Ferro 3 está disponível no Disney+

Crítica | O Amante de Lady Chatterley – Atriz de ‘The Crown’ Vive Romance Picante em Filme da Netflix

Uma coisa a Netflix percebeu nos últimos anos: romances picantes têm um grande público. Razão pela qual a gigante do streaming tem investido discreta mas constantemente em produções que envolvam um romance mais caliente aos seus assinantes. Por mais que isso possa parecer novidade para muitas pessoas, não é; a indústria do livro já sabia desse filão há muitos séculos, publicando livros de romance picante em formatos mais acessíveis ao bolso do público, dentre os quais está ‘O Amante de Lady Chatterley’, romance de D. H. Lawrence da década de 1920 e que chegou na virada do ano em nova adaptação cinematográfica na plataforma da Netflix e figura entre os mais vistos da plataforma desde então.

A jovem Connie (Emma Corrin, que recentemente fez a Lady Di em ‘The Crown’) está apaixonada pelo seu noivo, Clifford (Matthew Duckett). Recém-casados, eles mal têm tempo de se curtir, pois Clifford é enviado para a guerra. O tempo passa e Clifford volta da guerra, porém, infelizmente retorna com as pernas paralisadas pelos traumas sofridos. Numa tentativa de recomeçar, o jovem casal se muda para a casa de campo da família de Clifford Chatterley, no interior do país. Porém, o que parecia ser uma boa ideia para uma vida calma a dois rapidamente mostra seus empecilhos, distanciando ainda mais o casal que pouco conseguiu conviver juntos. Impossibilitado de ter filhos, Clifford sugere que Connie encontre um homem com quem possa se relacionar, para, assim, engravidar, mas com uma única condição: que ele não soubesse quem o tal homem era. A ideia ousada e estranha ganha contornos de liberdade para Connie, especialmente quando passa a conhecer mais a fundo o misterioso e introvertido Oliver (Jack O’Connell), o caseiro da propriedade.

Em duas horas, ‘O Amante de Lady Chatterley’ abrange bem a essência do romance do início século XX, dando espaço para apresentação dos personagens e se debruçando muito mais no universo em abismo da protagonista mulher. Ainda assim, curiosamente, o filme (e o livro) levam o nome do amante no título, ainda que a história não seja sobre ele.

David Magee constrói um roteiro que favorece a protagonista em todos os quesitos: as angústias de Connie são retratadas com câmera em close para favorecer a atuação de Emma Corrin; as cenas de sexo demonstram uma relação respeitosa de amor em que Oliver o tempo todo demonstra querer satisfazer a amada, que só então está despertando para o mundo dos prazeres. Laure de Clermont-Tonnerre faz de seu filme um belo retrato do despertar sexual, em uma época em que a palavra “prazer” ainda não era permitida às mulheres; para tal, as cenas de interação entre os atores Emma Corrin e Jack O’Connell são bastante convincentes, ainda que fictícias: a câmera foca principalmente nas emoções do rosto de Connie e, às vezes, abre o plano para as cenas de sexo em meio à natureza em maneira selvática e afetuosa que a relação dos dois vai eregindo.

Envolvente, ‘O Amante de Lady Chatterley’ é uma história de amor e de tesão, mas acima de tudo sobre amor, e a (falta) de liberdade que as mulheres (ainda) têm neste departamento. O filme funciona como romance suavemente picante, com ótimas cenas de interação entre os protagonistas. Um clássico da literatura mundial que foi muito bem adaptado em sua nova versão.

‘The Heart’: Sam Rockwell e Octavia Spencer entram para elenco de nova comédia

Sam Rockwell, Octavia SpencerAllison Janney serão as estrelas de ‘The Heart’, novo filme dos diretores e roteiristas Nat Faxon Jim Rash.

Rockwell será Joe e Spencer dará vida a Lucy, um casal que está desesperado por dinheiro e aceita o trabalho de entregar um coração humano de Nova York para Flórida em 24 horas. Quando eles percebem que a entrega é destinada ao mercado ilegal, eles tentam encontrar uma nova rota para o verdadeiro recipiente, apenas para se verem caçados por criminosos insanos.

Isso inclui tanto o comprador milionário, seu irmão e a ex-chefe de Lucy, interpretada por Janney.

Janney e Rockwell já trabalharam com o duo por trás do projeto, ‘The Way, Way Back’, uma história de amadurecimento que representou a estreia diretorial de Faxon e Rash.

Ainda não há data prevista para estreia da comédia.

‘Raio Negro’: 3ª temporada ganha trailer estendido com cenas inéditas; Assista!

A 3ª temporada de ‘Raio Negro‘ (Black Lightning) ganhou um novo trailer estendido, trazendo cenas inéditas acerca de sua estreia.

Confira:

Vale lembrar que o próximo ciclo irá estrear no dia 7 de outubro.

Criada por Salim Akil, a série não faz parte oficialmente do Arrowverse, mas a possibilidade de um futuro crossover não foi descartada.

A trama gira em torno de Jefferson Pierce, um pai de família que precisa voltar a atuar como o justiceiro Raio Negro quando a violência de gangues ameaça o futuro de sua comunidade e sua filha se torna obcecada com a execução da justiça. Ele precisa agir com cuidado, entretanto, pois a polícia está á sua procura.

O elenco conta com Cress WilliamsNafessa WilliamsChina Anne McClainChristine AdamsJames Remar Damon Gupton.

No Brasil, a série é lançada pela Netflix como uma produção original.

‘Westworld’: Novo trailer revela cenas dos próximos episódios; Confira!

A HBO divulgou um novo trailer da 3ª temporada de Westworld, o qual revela o que poderemos ver nos próximos episódios.

Confira:

Intitulado The Winter Line, o segundo capítulo irá estrear no dia 22 de março.

Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.

Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.

O elenco conta com Evan Rachel Wood, Jeffrey Wright, Thandie Newton, James Marsden, Rodrigo Santoro, Tessa Thompson, Aaron Paul e Ed Harris.

‘Pinóquio’: Tom Hanks está em negociações para viver Gepetto no live-action

Segundo o site Deadline, o vencedor do Oscar Tom Hanks está em primeiros estágios de negociação para viver Gepetto no remake em live-action de Pinóquio, dirigido por Robert Zemeckis.

As informações indicam que o icônico ator já leu o roteiro e entrou em contato com o diretor, dizendo-lhe que está interessado no papel. A Walt Disney, por sua vez, também já havia manifestado interesse em contratar Hanks em um antigo reboot.

Hanks e Zemeckis são colaboradores de longa data, tendo trabalhado juntos em obras como O Expresso PolarForrest Gump e O Náufrago.

Paul King (As Aventuras de Paddington) originalmente iria comandar o projeto, mas acabou deixando o cargo de diretor no começo deste ano. David Heyman, que ficaria responsável pela produção, também abandonou a obra.

Além de dirigir, Zemeckis vai roteirizar o projeto ao lado de Chris Weitz.

A história gira em torno de uma marionete que ganha vida e deseja se provar digno de ser transformado em um garoto de verdade. O conto foi adaptado em 1940 pela Casa Mouse e tornou-se um clássico atemporal.

Pinóquio é a mais recente adição às próximas investidas em live-action da companhia, que também inclui MulanA Pequena SereiaA Espada Era a LeiBambiA Princesa e o Sapo. Em 2019, três adaptações chegaram aos cinemas: ‘Dumbo’‘Aladdin’‘O Rei Leão’.

Zemeckis, por sua vez, está na pós-produção do remake de Convenção das Bruxas, estrelado Anne HathawayOctavia SpencerChris RockStanley Tucci. Recentemente, ele comandou projetos como A Travessia‘O Voo’.

‘Walker, Texas Ranger’: Reboot com Jared Padalecki ganha novas imagens promocionais

The CW divulgou novas imagens promocionais do reboot de ‘Walker, Texas Ranger’, estrelado por Jared Padalecki (‘Supernatural’).

Confira, junto ao trailer:

reboot tem estreia marcada para o dia 21 de janeiro de 2021.

Genevieve Padalecki, esposa de Jared, será sua companheira na ficção e dará vida a Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparecerá em importantes flashbacks.

Violet Brinson (‘Objetos Cortantes‘) e Kale Culley (‘Me, Myself & I’) completam o elenco como os filhos do casal ao lado de Jeff Pierre, Cobu Bell, Mitch PileggiKeegan Allen, e Lindsey Morgan.

Assim como na trama original, a série acompanha Cordell, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado.

Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade.

Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.

As 10 Melhores Músicas de Adele

Adele é uma força descomunal no mundo da música – isso é um fato.

A cantora britânica ascendeu a uma fama invejável desde sua estreia em 2008 com o famoso 19, caindo no gosto do público com seus dois álbuns consecutivos e se tornando uma das artistas mais bem sucedidas de todos os tempos, quebrando recordes de vendas e de condecorações – como, por exemplo, duas estatuetas de Álbum do Ano no Grammy Awards (em 2012 e em 2016), além de músicas memoráveis como “Rolling in the Deep”, “Someone Like You”“Hello”.

No dia de hoje, 05 de maio, Adele completa 33 anos e caminha para mais uma aguardada produção. Para celebrar seu aniversário e antecipar uma obra que pode vir a lhe garantir ainda mais respeito no cenário fonográfico, o CinePOP separou uma breve lista com suas dez melhores iterações.

Confira:

10. HOMETOWN GLORY

Álbum: 19

single de estreia de Adele já deixava claro que um novo e importante rosto surgia em meio ao retorno do pop ao cenário mainstream. Fiel às raízes do soul que vinham lhe acompanhando desde antes de seu debute – incluindo Amy WinehouseDuffy, que já traziam o classicismo do século XX de volta ao presente -, a música pode não ter sido um estrondo comercial, mas mesmo assim foi um ótimo início para a cantora e compositora, principalmente pelo teor nostálgico e saudosista dos versos.

9. “SET FIRE TO THE RAIN”

Álbum: 21

A balada “Set Fire to the Rain” é uma das marcas da breve carreira de Adele e uma das principais e mais estonteantes faixas de 21. Alcançando o primeiro lugar dos charts em diversos países, incluindo nos Estados Unidos, o pungente piano funciona como força-motriz de uma narrativa que analisa, quase que de modo romântico, as controvérsias dos relacionamentos e a impossibilidade de deixar o passado para trás.

8. “HELLO”

Álbum: 25

Quebrando recordes ao redor do mundo, “Hello” marcou o aguardado comeback de Adele ao abrir uma nova era recheada de hinos melódicos e incisivos, intitulada 25. Levando para casa nada menos que três estatuetas do Grammy, a faixa é descrita como uma balada bastante superior às suas conterrâneas e até mesmo às que a performer já havia nos presenteado.

7. “I’LL BE WAITING”

Álbum: 21

“I’ll Be Waiting” representou uma mudança profunda no estilo musical de Adele, não apenas pela dançante melodia, mas pelas clássicas referências que trouxe ao público. Misturando elementos de folk, soul e Motown, a faixa apresenta um tom bastante otimista que abre pelo alegórico saxofone e caminha para um crescendo gospel, envolvente e bastante divertido.

6. “SOMEONE LIKE YOU”

Álbum: 19

Se Adele é conhecida por composições que tocam o âmago da nossa alma e nos fazem refletir sobre a vida e sua efemeridade, “Someone Like You” é a amálgama que traz o melhor dela à tona. Tornando-se uma das canções digitais mais vendidas de todos os tempos, a faixa foi uma das últimas compostas para o álbum 19’ e fecha com chave de ouro uma das narrativas mais verdadeiras e biográficas do século.

5. “WHEN WE WERE YOUNG”

Álbum: 25

A sutil produção de “When We Were Young”, segundo single do álbum 25, é o que a transforma em uma tour-de-force que exalta a ingenuidade do passado e o amor jovial em seu estado mais puro. Aliando-se a Ariel Rechtshaid e a Tobias Jesso Jr., Adele deixa muito claro que a poética única é sua melhor aliada – motivo pelo qual recebeu ovação universal pela crítica internacional.

4. “TURNING TABLES”

Álbum: 21

Construída após certas atribulações que sofreu com seu ex-namorado, “Turning Tables” foi desperdiçado como single, mas teve um lugar merecido na nossa lista. Aqui, a balada pop se funde com um instrumental soul e com incursões que mergulham até mesmo numa dramática, potente e evocativa teatralidade – e que, mais uma vez, trazem relacionamentos complicados à tona.

3. “RUMOR HAS IT”

Álbum: 21

Assim como todas as artistas femininas que dominam ou já dominaram o cenário mainstream, Adele tornou-se alvo de mentiras de tabloides sensacionalistas e ficou chocada quando percebeu que os próprios amigos acreditavam no que era escrito. É a partir daí que “Rumor Has It”, uma das melhores rendições da carreira da artista, ganhou vida, movida por sarcásticas mensagens mascaradas com uma infusão explosiva e viciante de bluesjazz.

2. “ROLLING IN THE DEEP”

Álbum: 21

Apesar de Adele já ter tido um sucesso considerável com suas primeiras incursões, foi “Rolling in the Deep” que a lançou à fama mundial. O lead single de 21, considerado por muitos como o melhor álbum de sua carreira até agora, foi arquitetado minuciosamente ao lado de Paul Epworth (que viria a trabalhar com ela na aclamada “Skyfall”) e levou para casa três estatuetas do Grammy, incluindo Música do AnoGravação do Ano.

1. “SKYFALL”

Álbum: 007 – Operação Skyfall (OST)

Saindo do sucesso de 21, Adele embarcava em uma ambiciosa jornada que a levava diretamente para as telonas e ficou encarregada de compor e performar a música-tema de ‘007 – Operação Skyfall’. A épica rendição lhe rendeu nada menos que inúmeros prêmios, incluindo o Oscar de Melhor Canção Original, e aclamação universal por parte da crítica – cujos elogios provieram da épica narrativa construída pela artista e pela irretocabilidade de seus potentes vocais.

‘The Book of Boba Fett’ ganha data de estreia e INCRÍVEL cartaz oficial; Confira!

O Disneyrevelou hoje (29) a data de estreia de ‘The Book of Boba Fett’, série derivada da aclamada produção ‘O Mandaloriano’.

Com oito episódios confirmados, a obra tem lançamento agendado para o dia 29 de dezembro na plataforma de streaming.

Confira o primeiro cartaz oficial e os títulos dos capítulos:

Episódio 1: The Champion
Episódio 2: The Assassin
Episódio 3: The Syndicate
Episódio 4: The Battleground
Episódio 5: The Homeworld
Episódio 6: The Warlord
Episódio 7: The Showdown
Episódio 8: The Hunter

Alguns títulos dão pistas sobre a trama, como ‘The Syndicate‘, que deve acompanhar Fett como o novo rei do submundo do crime em Tatooine.

Rumores também apontaram que a trama poderia dar mais foco a Mandalore, como sugere o episódio cinco: ‘The Homeworld‘.

Outro detalhe interessante é que o primeiro episódio será contado como capítulo 17, ou seja, será uma continuação direta da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, servindo como uma espécie de temporada 2.5 da série estrelada por Pedro Pascal.

E aí, você está ansioso pela estreia?

A série vai explorar o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.

Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi’.

“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filoni e Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.”

‘Alien’: Presidente da FX revela que a série terá várias SURPRESAS para os fãs

Durante as coletivas de imprensa do Television Critics’ AssociationJohn Landgraf, presidente da FX, aproveitou o espaço para comentar um pouco sobre a série baseada na franquia ‘Alien’ e revelou que a nova entrada terá várias surpresas para o público (via Collider).

‘Alien’ é ambientado antes de Ripley [Sigourney Weaver]. É a primeira história da franquia que se passa na Terra. Se passa no nosso planeta, no final do século em que nos encontramos agora – setenta anos no futuro. Tudo o que posso dizer é que Ripley não será parte [da série], nem nenhum dos outros personagens – além do próprio alien. Há algumas surpresas grandes que guardamos para o público”, ele contou.

Landgraf continua: “espero que [os espectadores] sintam que é fiel à franquia que amam, mas também uma reinvenção original e ousada. Ambientá-la na Terra é realmente interessante. Temos que pensar sobre o futuro do planeta em termos de ambiente, governo, tecnologia e criar e modelar uma versão do planeta no futuro… [O showrunner] Noah [Hawley] quer fazer isso de uma maneira distinta e original”.

Anteriormente, Hawley (‘Legion’, ‘Fargo’) também mencionou sobre o fato da narrativa ser ambientada na Terra – e que será centrada nos avanços da inteligência artificial e no desenvolvimento de ciborgues.

“[A série] é ambientada na Terra do futuro. Neste momento, descrevo como Edison vs. Westinghouse vs. Resla. Alguém vai monopolizar a eletricidade. Só não sabemos quem será… Nos filmes, temos a Corporação Weyland-Yutani, que está claramente desenvolvendo também inteligência artifical – mas e se houver outras companhias tentando olhar para a imortalidade de uma maneira diferente, com melhorias cibernéticas ou downloads transhumanos? Qual dessas tecnologias irá vencer?”, ele disse à Esquire.

Lembrando que a série deve ser lançada apenas em 2023.

Confira as primeiras imagens promocionais:

Jameela Jamil é Titânia no novo vídeo de bastidores da série ‘Mulher-Hulk’; Confira!

Através das redes sociais, a atriz Jameela Jamil divulgou um novo vídeo promocional da série Mulher-Hulk.

featurette em que estão nos leva para os bastidores da produção e dá destaque a Titânia, antagonista interpreta por Jamil.

Confira:

Lembrando que a série tem estreia marcada para o dia 17 de agosto no Disney+.

A trama acompanha Jennifer Walters (Tatiana Maslany), advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, começa a ganhar poderes idênticos ao de Hulk após receber uma transfusão de sangue de emergência de Bruce Banner (Mark Ruffalo), seu primo.

Confira o trailer:

“Esta nova série de comédia mostra Bruce Banner ajudando sua prima, Jennifer Walters, quando ela precisa de uma transfusão de sangue de emergência e adivinhem? Ela também recebe seus poderes. Tatiana Maslany interpretará Jennifer, que é uma advogada especializada em casos jurídicos sobre-humanos, enquanto Mark Ruffalo retorna como o Hulk ao lado de Tim Roth, o Abominável.”

O elenco também conta com Ginger Gonzaga, Griffin Mathews, Renée Elise Goldsberry e Josh Segarra. A rapper Megan Thee Stallion fará aparições na produção.

Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, disse que a série terá 10 episódios com cerca de 30 minutos de duração cada.

Ah, Não! Protagonista não deve voltar para ‘O Diário da Princesa 3’

Más notícias para os fãs de O Diário da Princesa.

Em entrevista ao Access Hollywood, a icônica Julia Andrews revelou que pode não retornar para o terceiro capítulo da franquia.

A atriz vencedora do Oscar interpretou Clarisse Renaldi, Rainha regente de Genóvia, nos dois primeiros longas-metragens.

“Acho que nós sabemos que provavelmente não será possível”, ela revelou. “Foi dito pouco depois do lançamento [do segundo filme], mas quantos anos se passaram desde então? E eu estou muito mais velha, e Anne [Hathaway], a princesa ou a rainha, também está mais velha. E não tenho certeza de como isso aconteceria”.

Aadrita Mukerji, de ‘Reacher‘ e ‘Supergirl‘, será responsável pelo roteiro do terceiro capítulo.

Debra Martin Chase retornará como produtora do novo filme ao lado de Melissa K. Stack, roteirista da comédia ‘Mulheres ao Ataque‘.

O clássico da Sessão da Tarde, ‘O Diário da Princesa‘, foi lançado há mais de 20 anos e permanece sendo idolatrado. O longa acompanha uma jovem que acaba descobrindo que sua avó é Rainha de um país chamado Genovia, e agora precisa treinar para assumir o trono.

‘High Desert’: Assista à cena de abertura da nova série de comédia estrelada por Patricia Arquette!

Apple TV+ divulgou a cena de abertura oficial de High Desert, nova série de comédia ácida estrelada pela vencedora do Oscar Patricia Arquette.

Na trama, Arquette interpreta Peggy, uma viciada em drogas que decide começar um novo capítulo de sua vida depois da morte da mãe, com quem morava na pequena cidade desértica de Yucca Valley, na Califórnia. Ao retornar para a cidade natal, ela torna-se uma investigadora particular.

Confira, junto ao trailer:

Os três primeiros episódios serão lançados na plataforma de streaming amanhã, 17 de maio.

Nancy FichmanKatie FordJennifer Hoppe criaram a série e também entram como produtoras executivas ao lado de Ben Stiller e Arquette.

Jay Roach (‘Game Change’) entra como diretor.

Matt DillonChristine TaylorWeruche OpiaBrad GarrettBernadette PetersRupert Friend e Keir O’Donnell completam o elenco.

‘Julia’ está de volta no INCRÍVEL trailer da 2ª temporada; Confira!

HBO Max divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de Julia, série biográfica que gira em torno da icônica chef de cozinha Julia Child.

O próximo ciclo será lançado na plataforma de streaming em 16 de novembro.

Confira:

Segundo a VarietyRachel Bloom, co-criadora e estrela da série ‘Crazy Ex-Girlfriend’, foi escalada para o elenco dos próximos episódios. Ela dará vida a Elaine Levitch, uma “dínamo” que vem da CBS para trabalhar no programa The French Chef com Child.

Daniel Goldfarb entra como criador da série, enquanto Christopher Keyser é o showrunner.

A narrativa oferece um vislumbre por trás dos bastidores do show apresentado por Julia, The French Chef, que revolucionou o conceito da cozinha moderna nos Estados Unidos. De acordo com a HBO Max, a produção “explora um momento decisivo na história estadunidense – a emergência da televisão pública como uma nova instituição social, o feminismo e os movimentos feministas, a natureza da celebridade e a evolução cultural americana”.

Sarah Lancashire interpreta Julia. O restante do elenco conta com David Hyde Pierce como Paul Child, marido da personagem titular; Bebe Neuwirth como o editor culinário Avis DeVoto; Fiona Glascott como Judith Jones, a editora que descobriu JuliaBrittany Bradford como a produtora televisiva Alice; e Fran Kranz como o produtor Russ Morash.

Isabella Rossellini, Judith Light, Robert Joy, Erin Neufer, Jefferson Mays, James Cromwell e Adriane Lenox farão participações especiais.

Crítica | ‘The Tortured Poets Department’ apresenta uma Taylor Swift estagnada no tempo e sem muita originalidade

Taylor Swift sempre foi um acontecimento.

Desde sua estreia no mundo da música com seu álbum homônimo, Swift demonstrou uma habilidosa versatilidade lírica que a eternizaria como uma das maiores compositoras da atualidade. Não é surpresa que, ao completar seus trinta anos, ela tenha entrado em, quiçá, a melhor fase de sua carreira com o complexo e intrincado folklore, que lhe rendeu mais uma estatueta de Álbum do Ano no Grammy Awards, e com a igualmente bela sequência intitulada evermore. Todavia, após lançar dois álbuns em um mesmo ano, Swift parece ter perdido a mão no quesito “originalidade”, focando nos relançamentos de seus discos anteriores após conquistar a plenitude das masters e mergulhando em um conceitualismo pré-fabricado com Midnights.

Após ganhar o gramofone de Melhor Álbum Pop Vocal por sua décima incursão de inéditas, ela anunciou que estava pronta para seguir em frente com o ambicioso The Tortured Poets Department – uma espécie de testamento em que exploraria as cinco fases do luto e uma “imperativa criação poética” que é bastante característica de sua persona. Através de vários materiais promocionais, ela nos preparou para um compilado que tinha todos os elementos para ser profundo e condizente com aquilo que de melhor nos entregara anos atrás. Infelizmente, o resultado não é esse: com breves exceções, a obra é uma massa amorfa de progressões repetidas e faixas que soam descartadas de inflexões predecessoras, além de versos sem qualquer sentido que são manchados por um exaurível platô criativo.

Ao longo de dezesseis faixas, Taylor dá o máximo de si para fugir de convencionalismos poéticos – algo que fizera com esmero em mergulhos críticos sobre a própria vida e sobre seu modo de enxergar o cosmos ao seu redor (uma reflexão à la Emily Dickinson que garantiu laços inquebráveis entre ela e sua legião de fãs). A track de abertura, ‘Fortnight’, puxa colaboração com Post Malone em uma sólida narrativa sonora movida por uma amálgama do baixo e dos sintetizadores, explodindo em uma melancólica balada. Cada imagem arquitetada é pensada com cautela (com destaque aos versos “todas as minhas manhãs são segundas/ presas em um fevereiro interminável”, em referência ao momento letárgico entre o fim do inverno norte-americano e o começo da primavera) e nos dá um gostinho do que, a priori, poderíamos esperar do restante do projeto.

Enquanto esse potente início configura-se como uma das melhores narrativas assinadas pela artista, a maioria das canções resume-se a um ciclo sem fim de progressões sonoras e instrumentais batidos. É notável como o electro-synth grita a plenos ares como se a urgência fosse o único modo de nos afastar de uma coleção de contos que discorrem sobre o mesmo tema – enredos de empoderamento e de superação que não possuem qualquer grau de maturidade para além de uma predisposta presunção lírica que, no final das contas, sai de lugar nenhum e chega a nenhum lugar. Se Jack Antonoff ficou responsável por algumas das canções mais icônicas não apenas de Taylor, mas também de nomes como Lorde, The Chicks e St. Vincent, aqui ele posa dentro de um vazio existencial que recicla melodias sem inspiração em um liquidificador turbulento.

A faixa-título começa com potencial infinito apenas para se transmutar em um risível enfeixe de metáforas vencidas e ilógicas (afinal, que diabos seria um “golden retriever tatuado”?); “I Can Do It With a Broken Heart” carrega uma das produções mais insuportáveis da memória recente, fadada a uma infantilização dissonante que apenas restringe o que Swift pode entregar – isso sem falar dos versos “porque eu sou uma criança realmente forte/ consigo lidar com toda minha m****”, que simplesmente não conseguimos associar à mesma pessoa que assinou canções como “All Too Well” e “August”; “My Boy Only Breaks His Favorite Toys” peca numa linearidade cansativa e reminiscente de ‘Lover’ e 1989, além de contar com um fraseamento bizarro demais para ser levado a sério; “Down Bad” é tão apoiado na robotização e no pseudo-futurismo dos sintetizadores que mal captar as mensagens promovidas pela pessoalidade declamatória da performer.

A verdade é que os exemplos do parágrafo acima podem se destinar a boa parte das tracks presentes no álbum, desde “So Long, London”, passando por “But Daddy I Love Him” e culminando em um desperdiçado dueto entre Taylor e Florence Welch com o indie-pop-rock de “Florida!!!” – cuja bateria é um dos elementos que mais nos causa desconforto. Porém, não posso deixar de mencionar os breves ápices do disco, que afloram as centelhas de inspiração artística da cantora e compositora.

Além da música de abertura, temos a instigante melancolia de “Who’s Afraid Of Little Old Me”, que preza mais pela rendição vocal do que pela profundidade sonora e que, pouco antes do refrão, se converte em uma power-ballad aos moldes da impecável “Out of the Woods”; “Loml” é derradeira desde os primeiros toques do piano clássico, reiterando a mágica que Swift tem a habilidade de criar com o instrumento, projetando uma tristeza teatral e confessional em cada uma das palavras proferidas; “The Black Dog”, que faz parte de uma das versões deluxe da obra, é uma tocante e envolvente balada que merecia a chance de se tornar single por todos os sentimentos que evocam e pela universalidade promovida aos ouvintes – bem como de um crescendo apaixonante e dilacerante.

Apesar dos pontuais ápices, The Tortured Poets Department é uma roda de Samsara – uma falsa sensação de originalidade que, na verdade, demonstra a inevitabilidade de uma fadiga criativa. Nesse álbum, Taylor parece estagnada em um tempo que não mais lhe pertence, procurando alimentar um microcosmos do qual não consegue escapar e recusando-se a explorar algo afora obviedades clichês e circunspecções em demasia.

Nota por faixa:

1. Fortnight, feat. Post Malone – 5/5
2. The Tortured Poets Department – 3/5
3. My Boy Only Breaks His Favorite Toys – 2,5/5
4. Down Bad – 3/5
5. So Long, London – 2/5
6. But Daddy I Love Him – 1/5
7. Fresh Out the Slammer – 2,5/5
8. Florida!!!, feat. Florence and the Machine – 2/5
9. Guilty as Sin? – 2/5
10. Who’s Afraid of Little Old Me – 4,5/5
11. I Can Fix Him (No Really I Can) – 1,5/5
12. Loml – 5/5
13. I Can Do It With a Broken Heart – 1/5
14. The Smallest Man Who Ever Lived – 2,5/5
15. The Alchemy – 3/5
16. Clara Bow – 4/5
FAIXA-BÔNUS
The Black Dog – 5/5

Erik Menendez DETONA a série ‘Monstros’, da Netflix: “Retrato DESONESTO”

Monstros: Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais‘, nova temporada da antologia de true crime iniciada pelo fenômeno ‘Dahmer: Um Canibal Americano, chegou recentemente ao catálogo da Netflix – e parece que já está causando polêmica.

Através de uma declaração oficialErik Menendez, um dos irmãos que inspirou a produção e que foi condenado por assassinato em primeiro grau e conspiração de assassinato ao lado de Kyle Menendez, afirmou que a série perpetua “retratos arruinadores de caráter” de ambos.

A declaração também acusou o criador Ryan Murphy de ter más intenções com a narrativa delineada.

Confira o texto na íntegra:

“Eu acreditava que tínhamos ido além das mentiras e das representações ruinosas de Lyle, criando uma caricatura de Lyle enraizada em mentiras horríveis e descaradas que se espalham pela série. Só posso acreditar que eles fizeram isso de propósito. É com pesar que digo: acredito que Ryan Murphy não pode ser tão ingênuo e impreciso sobre os fatos de nossas vidas para fazer isso sem má intenção.

É triste para mim saber que o retrato desonesto da Netflix das tragédias que cercam o nosso crime fez com que as verdades dolorosas retrocedessem vários passos – de volta no tempo, a uma época em que a acusação construía uma narrativa sobre um sistema de crenças de que os homens não eram abusados ​​sexualmente, e que os homens vivenciaram o trauma de estupro de maneira diferente das mulheres. Essas mentiras terríveis foram contestadas e expostas por inúmeras vítimas corajosas ao longo das últimas duas décadas, que superaram a sua vergonha pessoal e falaram corajosamente. Então agora Murphy molda sua narrativa horrível por meio de representações vis e terríveis de Lyle e de mim e de calúnias desanimadoras.

A verdade não é suficiente? Deixe a verdade permanecer como a verdade. É muito desmoralizante saber que um homem com poder pode minar décadas de progresso no esclarecimento de traumas infantis. A violência nunca é uma resposta, nunca é uma solução e é sempre trágica. Como tal, espero que nunca se esqueça que a violência contra uma criança cria uma centena de cenas de crimes horríveis e silenciosas, sombreadas por brilho e glamour e raramente expostas até que a tragédia penetre em todos os envolvidos. A todos aqueles que me contataram e apoiaram, obrigado do fundo do meu coração”.

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Ryan Murphy e Ian Brennan são responsáveis pela série.

O novo ciclo promete explorar um dos casos mais chocantes da história americana: o assassinato brutal dos pais José e Mary Louise “Kitty” Menendez, pelos próprios filhos, Lyle e Eric.

Enquanto a acusação pintou os irmãos como assassinos frios e calculistas, motivados pela ganância, a defesa alegou que os crimes foram motivados por anos de abusos físicos, emocionais e sexuais sofridos pelos jovens.

Até hoje, Lyle e Eric, cumprindo pena de prisão perpétua, insistem em sua inocência.

O elenco de peso conta com Javier Bardem (‘Duna’), Chloë Sevigny (‘Psicopata Americano’), Cooper Koch (‘Engolidos’) e Nicholas Alexander Chavez (‘Grotesquerie’).

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‘Demolidor: Renascido’: Série do Disney+ ganha dois novos cartazes INCRÍVEIS; Confira!

Demolidor: Renascido’ chega em breve no Disney+ – e a série estrelada por Charlie Cox acabou de ganhar mais dois cartazes promocionais.

Confira:

Alguns jornalistas e críticos já puderam assistir aos dois primeiros episódios da série, e não tiveram nada além de elogios para tecer sobre a atração.

Confira os principais comentários:

Demolidor: Renascido’ me leva de volta à minha juventude. As sequências de luta são tão violentas quanto a série original e brincam com a moralidade de Matt de uma forma bela e comovente. Charlie Cox e Vincent D’Onofrio voltam facilmente à rivalidade. Adoro ter meu demônio de volta”.

“A série recaptura o que tornou a original tão especial, mas também a leva em uma direção diferente. O tom e a coragem são autênticos do programa original, e a escrita é bem diferente. A ação parece mais nítida e melhor do que a série da Netflix”.

“Os primeiros dois episódios de Demolidor: Renascido’ são um excelente começo para a série, afirmando o compromisso da Marvel Studios com o tom e a sensação da produção original. Ainda não há muita ação. Esta é uma história sobre Matt se levantando após um grande golpe. Então, estamos apenas começando.”

“Assisti aos 2 primeiros episódios de Demolidor: Renascido’ e uau! O primeiro episódio começa com força e faz questão de mostrar que isso não é Netflix. Sequências de lutas verdadeiramente fantásticas que o deixarão sem palavras. D’Onofrio é incrível como um Fisk endurecido e cauteloso”.

Demolidor: Renascido’ é como receber de volta um amigo que amadureceu e envelheceu melhor que o vinho – uma estreia verdadeiramente espetacular e um sorriso garantido de orelha a orelha!” – 

Lembrando que Demolidor: Renascido’ chega ao Disneyem 04 de março.

Em ‘Demolidor: Renascido’, da Marvel Television, Matt Murdock (Charlie Cox), um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk () vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

Demolidor: Renascido‘ chega dia 04 de março de 2025 no Disney+

Além de Charlie Cox como o personagem-título e Vincent D’Onofrio como Wilson Fisk, Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário) integram o elenco.

Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.

Fique ligado para mais informações!

‘El Tigre’: Tom Segura, Luke Wilson e mais irão estrelar nova COMÉDIA para maiores

Pouco depois de ter conquistado uma indicação ao Emmy por seu trabalho em ‘Bad Thoughts’, o comediante Tom Segura assinou contrato para assinar a comédia ácida para maiores El Tigre, que também o traz como produtor (via Deadline).

Juntando-se a ele, estão Luke Wilson (‘Legalmente Loira’), Tim Baltz (‘The Righteous Gemstones’), Genesis Rodriguez (‘Operação Lioness’), Arturo Castro (‘Tron: Ares’), Harvey Guillén (‘O Que Fazemos nas Sombras’), Raoul Trujillo (‘Sicário: Dia do Soldado’), Frankie Quinones (‘This Fool’) e Kirk Fox (‘Jury Duty’).

A trama acompanha Jeff (Segura) e seus amigos em sua jornada rumo ao México, onde descobrem, da pior forma possível, que Jeff é sósia do infame líder do cartel El Tigre, que desapareceu. Após ser capturado por rivais e resgatado pelas forças de El Tigre, Jeff precisa fingir ser o líder implacável até encontrar seus amigos e o caminho de volta para casa.

As gravações já estão ocorrendo em Novo México, Estados Unidos.

Tyler Cornack fica responsável pela direção do projeto, enquanto a versão mais recente do roteiro foi assinada por Aaron BuchsbaumTeddy Riley.

Mais informações não foram reveladas.